ANTIOXIDANTES

  Tupam Editores

Certamente já ouviu falar em radicais livres associados ao envelhecimento, e em antioxidantes. Porém, sabe o que realmente são? E sabe que danos os radicais livres provocam no organismo ou conhece os benefícios dos antioxidantes?

Esclareça todas as dúvidas neste artigo, onde se explica o seu papel, e como atuam no organismo!

Dieta rica em antioxidantes

Desde os anos 80 que um número crescente de investigações tem confirmado que muitas das doenças mais comuns do século XX estão associadas a uma escassez de nutrientes antioxidantes. O papel dos antioxidantes é tão importante que a ciência médica está a começar a considerar a presença de determinadas doenças como um sinal de deficiência provável destes compostos.

Todos os dias se está exposto a agentes agressores do organismo que prejudicam o seu normal funcionamento, causando envelhecimento precoce e um maior risco de desenvolvimento de cancro, diabetes, doenças cardiovasculares, aterosclerose, inflamação, cataratas, declínio do sistema imunitário e doenças degenerativas, entre muitos outros problemas de saúde.

Esses agentes agressores, os radicais livres, podem ser produzidos de diversas formas, nomeadamente através da atividade biológica própria do organismo, ou através de fatores externos a este, de onde se destacam a poluição (fumo, gases como o ozono e óxidos de azoto), radiações (radiações ionizantes e UV) e agentes químicos (herbicida paraquat, paracetamol, alguns solventes orgânicos, entre outros).

Apesar de todos os fatores externos que podem ser responsáveis pela formação de radicais livres, a fonte mais importante são as reações de oxidação-redução que ocorrem constantemente no interior dos organismos vivos.

Mas afinal, o que são os radicais livres? Radicais livres são átomos ou moléculas que apresentam um eletrão desemparelhado, tornando-o num composto muito instável e reativo. Este eletrão singular impõe um potencial oxidante e/ou redutor às espécies moleculares, através de reações de oxidação-redução. Podem então ceder o eletrão desemparelhado, oxidando-se, ou receber outro, reduzindo-se.

A estrutura incompleta do radical livre, confere-lhe assim a capacidade de se ligar inespecificamente a outras moléculas, completas e estáveis, promovendo reações em cadeia, capazes de provocar danos em diferentes componentes celulares. Os radicais livres estão, desta forma, envolvidos na peroxidação dos lípidos da membrana citoplasmática, na agressão às proteínas dos tecidos e das membranas, às enzimas, glícidos e ADN, e ainda na fotocarcinogénese e fotoenvelhecimento.

Em pequenas quantidades, estes radicais livres até são úteis para a saúde pois têm um papel importante nos processos normais das células, contudo, em grandes quantidades podem causar problemas e prejudicar o funcionamento celular – um processo conhecido por "stress oxidativo".

Para auxiliar o organismo no combate a essas substâncias, existem os antioxidantes, capazes de estabilizar os radicais livres sem eles próprios se tornarem nefastos ou instáveis. Por definição, antioxidantes são substâncias capazes de atrasar ou inibir a oxidação de um substrato oxidável. O papel dos antioxidantes é proteger as células sadias do organismo contra a ação oxidante dos radicais livres.

Os antioxidantes atuam de duas formas sob os radicais livres: inibindo a sua formação, e reparando as lesões já causadas. A primeira está relacionada à inibição de reações em cadeia que envolvem a sua formação; a segunda, na remoção de células danificadas, seguida da reconstituição das membranas celulares.

Os antioxidantes também interceptam os radicais livres e impedem o ataque destes sobre os lípidos, aminoácidos, proteínas, ácidos gordos poli-insaturados e bases do ADN, protegendo as células de lesões. Os antioxidantes obtidos através da dieta (vitaminas, flavanoides e carotenoides, entre outros) são fundamentais neste processo.

Ainda que o nosso organismo disponha de antioxidantes internos, uma alimentação que forneça antioxidantes é sempre um reforço à defesa do organismo, principalmente em situações em que a exposição aos radicais livres é maior, ou em que o corpo se encontra mais debilitado e as defesas naturais diminuídas, por exemplo em situações de doença.

Além disso, muitos dos antioxidantes endógenos, isto é, produzidos pelo próprio organismo, necessitam de diversos minerais e vitaminas para poderem atuar eficazmente, e esses micronutrientes têm necessariamente que ser fornecidos através da alimentação.

Sistemas de defesa antioxidantes: enzimático e não-enzimático

O corpo humano possui dois sistemas de autodefesa antioxidantes: o sistema enzimático (endógeno) e o não-enzimático (exógeno).

O sistema enzimático é formado por um conjunto de enzimas, a SOD (superóxido dismutase), a catalase, a CoQ10 (coenzima Q10), o ALA (ácido alfa-lipoico) e a glutationa peroxidase (juntamente com a glutationa), sendo esta última considerada o principal antioxidante endógeno. A SOD, a catalase e a glutationa peroxidase atuam em conjunto na conversão dos radicais livres em elementos neutros, como a água e oxigénio. A glutationa consegue ainda reparar danos celulares e, em conjunto com o ALA e a CoQ10, regenera e reutiliza antioxidantes endógenos. Além disso, auxilia no processo de detoxificação do fígado.

Os antioxidantes endógenos resultam apenas da produção do próprio organismo, não podendo ser reforçados por via alimentar.

Assim, para garantir uma boa produção e uma boa atuação destes antioxidantes, são necessários bons níveis de alguns minerais complementares.

A glutationa peroxidase necessita de selénio para poder atuar sobre os radicais livres. O selénio é obtido através da alimentação, e pode ele próprio ser considerado um antioxidante exógeno, isto é, que o nosso organismo não produz mas que pode obter por via alimentar. Para o sistema de glutationa funcionar corretamente são ainda necessários níveis adequados de vitamina B2 e magnésio; já a SOD precisa de manganês, cobre e zinco enquanto cofatores.

Antioxidantes e o coração

Refira-se que a eficiência do sistema de autodefesa endógeno tende a diminuir com o passar dos anos sendo, por essa razão, importante manter a qualidade do segundo sistema de defesa – o não-enzimático.

O sistema não-enzimático é composto por grupos de substâncias como vitaminas, substâncias vegetais e sais minerais que podem ser ingeridos através da dieta alimentar e outras fontes, como, por exemplo, a glutationa (GSH), ubiquinona ou a coenzima Q (CoQ) e ácido úrico, que são produzidos in vivo, e ainda pela vitamina E (tocoferol), vitamina A, vitamina C (ácido ascórbico), β-caroteno, selénio e polifenois.

Antioxidantes e suas funções no organismo

Todos os anos se descobrem mais antioxidantes na natureza, incluindo substâncias existentes nas bagas, nas uvas, no tomate, mostarda e brócolos e em ervas como o açafrão-da-Índia e ginkgo biloba. Essas substâncias, como os bioflavonoides, o licopeno e as antocianidinas, não são nutrientes essenciais mas são muito benéficas, estando classificadas como substâncias fitoquímicas.

As vitaminas antioxidantes essenciais são a A, C e E e o precursor da vitamina A, o betacaroteno.

A vitamina C ou ácido ascórbico, é um potente antioxidante natural que ajuda o organismo a neutralizar os radicais livres e a minimizar as ações destrutivas a eles associadas, como o envelhecimento precoce, e o risco aumentado de desenvolvimento de cancro e doenças cardíacas. Desempenha um papel essencial no crescimento e reparação dos tecidos e na formação do colagénio. Fortalece o sistema imunitário, sendo especialmente recomendada na estação fria, para prevenção de gripes, constipações e outras afeções do aparelho respiratório.

Ao estimular o sistema imunológico, promove maior resistência às infeções, aumenta a absorção de ferro, auxilia o processo de cicatrização de feridas, hemorragias das gengivas e pequenos cortes, fortalece as paredes dos vasos sanguíneos, e ainda protege outras vitaminas da oxidação.

Tem mostrado igualmente que reduz os sintomas de asma, alergias e sensibilidade a alguns alimentos. Também ajuda na produção de hormonas anti-stress e interferão e é necessária para o metabolismo do ácido fólico, tirosina e fenilalanina. Pode também reduzir os níveis de colesterol e a tensão arterial alta, e prevenir a arteriosclerose. Esta vitamina é o antioxidante que impede que os nitritos se alterem, no organismo, em substâncias indutoras da transformação de cancro.

Devido à impossibilidade do organismo produzir vitamina C, esta tem de ser obtida através da dieta.

É importante referir que é uma vitamina facilmente destruída por uma variedade de fatores, tais como a confeção dos alimentos, tabaco, poluição atmosférica, contraceptivos, antibióticos e outras drogas.

A vitamina A atua como um antioxidante ao proteger o organismo, neutralizando os radicais livres. Promove a resposta imunitária, destrói substâncias carcinogénicas e ajuda na prevenção da doença cardíaca ao baixar os níveis de colesterol. De acordo com os mais recentes trabalhos, o betacaroteno parece ajudar na prevenção do cancro ao neutralizar os radicais livres. A Vitamina A encontra-se sob a forma de betacaroteno, sendo esta forma desprovida de toxicidade.

A vitamina E (vitamina lipossolúvel) é um antioxidante natural que protege o organismo contra os danos provocados pelos radicais livres. Especificamente, previne a oxidação do colesterol, LDL, fazendo com que as artérias sejam menos danificadas. É também importante pelas suas propriedades de antiagregação plaquetária, inibindo assim a formação dos coágulos. Fortifica o músculo cardíaco e melhora a circulação sanguínea.

Entre os vários benefícios desta vitamina destaca-se o facto de promover: a reparação dos tecidos e prevenir lesões musculares; a cicatrização de feridas; a performance atlética; de reduzir a pressão arterial; e de diminuir o risco de cancro e aparecimento da Doença de Alzheimer.

O zinco faz parte dos minerais antioxidantes. Além de ser um potente antioxidante, é cofator na absorção de vitaminas lipossolúveis. Ajuda a fortalecer o sistema imunitário e a suprimir os danos causados pelos radicais livres por si só, e também, por fazer parte de enzimas antioxidantes, tais como a superóxido dismutase (Cu/Zn-SOD). Inibe a atividade da enzima 5-alfa-reductase. O zinco reduz ainda a ligação das hormonas masculinas aos receptores, permitindo que a sua excreção seja maior.

O selénio é um antioxidante vital, especialmente quando combinado com a vitamina E. É um micronutriente essencial, e indispensável a diversas funções metabólicas, que incluem as da glândula tiroide e do sistema imunitário, ajudando na promoção da síntese de anticorpos.

Atua como cofator da enzima glutationa perixodase (Se-GPX) que, em falta, acarreta maior suscetibilidade a lesões oxidativas; retarda o processo de envelhecimento da pele e, na mulher grávida, os eventos de pré-eclampsia estão mais associados às que possuem menores taxas do mineral.

O magnésio participa do metabolismo energético, da regulação dos transportadores de iões e da contração muscular. Além disso, a sua deficiência está relacionada com o aumento da peroxidação lipídica, resposta inflamatória e à diminuição da atividade antioxidante.

Chocolate

A deficiência de magnésio aumenta a produção de radicais livres, levando a alterações nas membranas celulares e a um aumento da concentração de cálcio dentro da célula. Esse aumento dificulta a contração muscular e ativa enzimas importantes, que, em conjunto, facilitam a suscetibilidade a lesões.

Os minerais antioxidantes, além de auxiliarem na prevenção do stress oxidativo, influenciam beneficamente a saúde e a beleza da pele, exercendo uma ação eficaz na proteção solar, cicatrização, prevenção do envelhecimento, melhoria na elasticidade, e prevenção de rugas, entre outras.

Por essa razão, esses minerais são vastamente utilizados em cosméticos e nutracêuticos, além de serem uma forte tendência para fortificação de alimentos, entre eles, os aliméticos – alimentos com função cosmética. Mas, antes de se avançar para a área da cosmética, é importante dar a conhecer as principais fontes alimentares de antioxidantes.

Melhores fontes alimentares de antioxidantes

Conhecer o potencial antioxidante de cada um dos alimentos que consumimos diariamente, e ter em atenção a sua importância para a saúde, é o caminho mais curto para desfrutar de todos os seus benefícios e propriedades.

Uma das principais fontes de antioxidantes são, sem dúvida, as frutas e as hortaliças frescas, e essa é uma das milhares de razões pelas quais devemos considerar a sua adição à lista de alimentos mais saudáveis, pois são de grande ajuda para proteger o organismo dos graves efeitos que os radicais livres podem causar.

Mulher a comer Brocolos

A vitamina C, por exemplo, está presente nas frutas cítricas, nas frutas vermelhas e nas verduras. Mas não é apenas a polpa das frutas que apresenta benefícios.

O limoneno – um terpeno presente na casca das frutas cítricas, que é quem produz o cheiro característico da laranja e do limão, entre outras frutas –, também é um antioxidante poderoso, que tem a propriedade de reduzir o risco de se sofrer um enfarte, hipertensão, cataratas, algumas doenças degenerativas e certos tipos de cancro.

As couves de bruxelas, o rabanete, a couve-flor, o agrião, e sobretudo os brócolos, são ricos num composto denominado sulforafano que ajuda a desintoxicar o organismo, mas a sua propriedade mais importante é a de eliminar os agentes cancerígenos que possam estar em algum tipo de tumor.

O resveratrol encontra-se principalmente na casca das uvas e, por conseguinte, no vinho, mas também no mirtilo, na framboesa, nas ostras, nas nozes, e no amendoim. O componente atua diretamente sobre as sirtuinas, as enzimas encarregadas de regular a ação de determinados genes.

Os carotenoides são compostos vegetais como o betacaroteno, a luteína e o licopeno, que dão às frutas e verduras a coloração amarela, vermelha e laranja. Quanto mais forte a coloração, maior a concentração. Entre as boas fontes de carotenoides estão o maracujá, a manga, o tomate, a melancia, as cenouras, a batata-doce e o damasco.

Entre as fontes de selénio incluem-se a carne vermelha, ovos, peixe, mariscos, gérmen de trigo, castanha-do-pará e cereais (aveia e arroz integral). Outras oleaginosas, como as nozes, sementes e óleos vegetais, são ricos em vitamina E.

A cebola, as uvas e o chá verde são ricos em quercetina. Um dos mais potentes antioxidantes existentes, este pigmento natural é um importante hepatoprotetor, antiasmático e vasodilatador, além de ajudar a reduzir os níveis de açúcar no sangue. Tal como o licopeno, também previne as doenças cardiovasculares.

Além da quercetina, o chá verde também é rico em catequinas. As catequinas são da mesma família que os polifenois, um tipo de antioxidante que tem a capacidade de ativar as enzimas do fígado, responsáveis por eliminar as toxinas, além da capacidade de prevenir doenças como a artrite.

Quando se fala de polifenois não se pode deixar de mencionar o cacau. Considerado o melhor alimento antioxidante que há, comercialmente está presente principalmente no chocolate amargo. Além do cacau fazem igualmente parte dos compostos fenólicos, a curcumina – encontrada na mostarda e no açafrão; as isoflavonas, encontradas no leite de soja, tofu e missô; as lignanas, que podem ser encontradas nas sementes de linhaça e outros grãos.

A linhaça, por exemplo, é fonte de ómega 3, e apresenta ação vasodilatadora, além de inibir a agregação plaquetária, o que previne as doenças cardiovasculares.

Existem também alguns suplementos antioxidantes no mercado, por exemplo à base de bagas Goji, açaí e arandos, além dos tradicionais multivitamínicos. Refira-se, contudo, que a maioria não possui comprovação científica da sua eficácia, razão pela qual, para os médicos, o ideal é que os antioxidantes sejam obtidos através de uma alimentação equilibrada e rica em frutas, verduras e legumes.

Não restam dúvidas de que os alimentos antioxidantes combatem os radicais livres, ajudam a manter a saúde em dia, previnem doenças e o envelhecimento precoce, de dentro para fora. Ora, quando se fala em envelhecimento precoce, tratamento anti-idade ou em recuperar uma pele cansada, sem brilho, manchada e ressequida, os cosméticos antioxidantes são a solução.

Os antioxidantes na cosmetologia

Os cosméticos antioxidantes são o que existe de mais moderno e avançado em cuidados da pele. Com o aumento da expetativa de vida da população e sua crescente procura por produtos antienvelhecimento, a cosmetologia pesquisa constantemente novos produtos que previnam e atenuem os sinais do envelhecimento cutâneo, investindo cada vez mais nos estudos das substâncias antioxidantes.

Os antioxidantes a nível cosmetológico podem atuar por via tópica, através da incorporação em formulações aplicadas diretamente na pele, ou por via oral, em que há a ingestão de suplementos que vão atuar a nível interno. Independentemente da via de administração, o objetivo geral é o mesmo: evitar o stress oxidativo, prevenindo a ocorrência de lesões a ele associadas, ou reparando danos já existentes.

Alguns tipos de antioxidantes de uso tópico são a vitamina C, a vitamina E, o ácido retinoico e retinol (derivados da vitamina A), o ácido ferúlico, o ácido alfa lipoico, e o ácido elágico (extraído da romã), uma das últimas descobertas e aposta da ciência no combate aos radicais livres.

Com efeitos benéficos similares aos de aplicação tópica emergiram também muitas formulações orais. Uma grande percentagem de indústrias tem vindo a desenvolver produtos cosméticos baseando-se em evidências de efetividade que os princípios ativos – antioxidantes, tais como a vitamina A C, E, os polifenois do chá verde (GTP – green tea polyphenols), e o resveratrol, entre outros – que utilizam, têm no processo de fotoenvelhecimento.

No que diz respeito ao envelhecimento e à saúde, não culpabilize os seus genes, até porque, na maior parte das vezes, os verdadeiros culpados são os atuais maus hábitos da vida, como por exemplo o stress, alimentação desequilibrada, entre outros. Está mais do que provado que a adoção de hábitos saudáveis diminui os efeitos negativos da vida moderna sobre o ser humano.

Vitamina C e a Dermocosmatica

Uma das formas mais simples e eficazes de manter a saúde e prolongar a juventude e a vitalidade do organismo é através da ingestão de alimentos antioxidantes. Apostar num estilo de vida saudável, com desporto e boas escolhas alimentares, é a forma de conseguir um sistema antioxidante a funcionar a 100 por cento.

Faça dos alimentos antioxidantes a sua fonte de saúde, beleza e juventude! Vai perceber-se por dentro… e ver-se por fora.

ARTIGO

Autor:
Tupam Editores

Última revisão:
29 de Junho de 2017

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