OSTEOPOROSE

Staticman bate recorde de “Mais Longa Performance de Estátua-Viva”

Um homem-estátua esteve em performance mais de sete horas, estabelecendo o recorde mundial de “Mais Longa Performance de Estátua-Viva”, no âmbito de uma campanha de sensibilização para o impacto da osteoporose na saúde dos ossos e na vida dos doentes.

Staticman bate recorde de “Mais Longa Performance de Estátua-Viva”

Este recorde mundial foi acompanhado por um júri que incluiu o animador e estátua-viva José Pedro Alves (Mozart Living Statue), o médico de medicina geral e familiar João Ramos e representantes da Amgen. Este recorde mundial será certificado pelo Cartório em Lisboa, da notária Melania Jones Dores Valente Ribeiro.

Staticman, o primeiro do mundo a trazer a arte da estátua-humana para a rua, em 1987, é detentor de cinco records mundiais, nove anos no Guinness Book of Records e detentor do recorde mundial de imobilidade com 20 horas, 11 minutos e 36 segundos. Agora, quase aos 60 anos, junta ao seu currículo o recorde mundial de “Mais Longa Performance de Estátua-Viva”, ação que realizou para quebrar recordes pela prevenção da osteoporose.

Staticman, António Santos de nome de nascença, destaca: “foi para mim uma honra poder juntar-me a esta campanha de consciencialização para a osteoporose e estabelecer este recorde mundial de mais longa performance de estátua-viva. Criar esta personagem com aspeto de loiça quebradiça a mimetizar os ossos fragilizados pela osteoporose e aguentar as dores de mais de sete horas em performance foi um desafio que agarrei com grande entusiasmo e espero que o seu impacto visual juntamente com a campanha completa, ajudem muitas pessoas a procurar o seu médico para saber mais sobre a osteoporose e sobre o seu impacto”.

“Quebrar Recordes pela Osteoporose” é o nome da ação que integra a campanha de consciencialização “Impeça a Osteoporose de Quebrar a Sua Rotina”, realizada pela Associação Nacional Contra a Osteoporose (APOROS), Associação Portuguesa de Profissionais de Saúde em Reumatologia (APPSReuma), a Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR) e a Sociedade Portuguesa das Doenças Ósseas Metabólicas (SPODOM), e com o apoio da Amgen, no âmbito do Dia Mundial da Osteoporose.

A osteoporose afeta os ossos de cerca de 800 mil portugueses e é responsável por cerca 40 mil fraturas ósseas por ano, incluindo aproximadamente 12 mil fraturas da anca que são responsáveis por cerca de 1500 mortes anualmente. Em todo o mundo, estima-se que esta doença seja responsável por 8,9 milhões de fraturas por ano, o que equivale à ocorrência de uma fratura osteoporótica a cada três segundos.


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