ALERGIAS

Tem alergia ao pólen? Conheça as dicas para a enfrentar

As alergias ao pólen podem transformar a primavera numa estação desconfortável. Com o florescimento nesta estação do ano, milhões de pessoas em todo o mundo sofrem reações alérgicas desencadeadas pelo pólen. Sintomas como tosse, espirros, comichão nos olhos e um nariz a pingar podem transformar cada dia num desafio.

Tem alergia ao pólen? Conheça as dicas para a enfrentar

DOENÇAS E TRATAMENTOS

ALERGIAS, A DOENÇA DA PRIMAVERA


A alergia ao pólen, também conhecida como febre do feno ou rinite alérgica, é uma reação alérgica que surge quando o sistema imunológico reage às partículas de pólen libertadas pelas plantas.
São vários os tipos de plantas que podem desencadear as alergias, no entanto os mais comuns são: pólen de árvores, como carvalho, bétula, cedro e pinheiro; pólen de gramíneas, como erva bermuda, erva dos prados e capim-do-campo; e pólen de ervas daninhas, como erva de ambrósia, sálvia, erva-moura e beldroega.

Quando uma pessoa com alergia inala o pólen, o seu sistema imunológico identifica-o como um elemento prejudicial e liberta substâncias químicas, como histaminas, o que desencadeia os típicos sintomas de alergia. Além do tratamento, a melhor forma de lutar contra as alergias é aprender a evitá-las e a reduzir os seus sintomas.

Para isso comece por consultar o calendário polínico para ficar a saber, na sua região específica, quais as épocas de maior risco para a sua alergia. Feito isto, nos dias de maior concentração polínica tente reduzir o tempo que passa fora de casa para não se expor em demasia aos alergénios.

Se sair à rua, tente evitar as horas de maior concentração (entre as 5h e as 10h e entre as 19h e as 22h) e procure proteger os seus olhos do pólen com óculos de sol, durante o dia.

Se costuma usar o carro habitualmente, deve manter as janelas fechadas durante o percurso para evitar que a força do ar provocada pela velocidade introduza alergénios no interior do veículo e, se puder, instale filtros antipólen no sistema de ar condicionado.

Em casa, a limpeza deve ser feita em profundidade, principalmente nos dias em que a concentração de pólen seja muito elevada. A opção mais correta seria livrar-se de tapetes e alcatifas, mas se os tiver deve aspirá-los frequentemente para eliminar os ácaros.

Tente ventilar a casa durante 5 ou 10 minutos quando o sol se puser, pois é o período do dia em que existe uma menor polinização. Aposte em lençóis antialérgicos e lave a roupa da cama com frequência, mais especificamente todas as semanas, e a uma temperatura elevada (60 graus). Não estenda os lençóis nem roupa no exterior para evitar que o pólen se acumule entre as suas fibras.

Não durma com as janelas abertas durante a noite. Utilize o ar condicionado para refrescar o quarto. Mantenha os animais de estimação longe do quarto. Quando deixa que o cão ou gato entre no quarto e suba para a cama, aumenta, significativamente, o risco deste transferir pólen para a sua roupa de cama.

Tente não se aproximar de zonas onde exista uma grande vegetação. Se o fizer, evite aproximar-se de plantas e flores que polinizem pelo ar. Evite também qualquer atividade que possa remover as partículas de pólen pelo ar, como por exemplo cortar a relva ou varrer o terraço.

Reconhecer os principais fatores, causas e sintomas, permite que pessoas com alergias ao pólen possam tomar medidas proativas para reduzir a exposição e ajudar a controlar a condição. Para orientações e conselhos personalizados consulte um profissional de saúde.

Fonte: Tupam Editores

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