OBESIDADE

Comida saudável e exercício reduzem risco de obesidade infantil

Cientistas da Universidade de Rutgers, nos Estados Unidos, mediram a altura e o peso de estudantes num estudo sobre os efeitos da alimentação saudável e atividade física nas escolas e descobriam que uma alimentação saudável e a prática de exercício reduziam a obesidade infantil. O estudo foi publicado na revista Preventive Medicine Reports.

Comida saudável e exercício reduzem risco de obesidade infantil

 
Quase uma em cada cinco crianças e adolescentes nos Estados Unidos é obesa. Uma vez que as crianças comem até duas refeições por dia e podem obter 40 por cento da sua atividade física diária nas escolas, estas desempenham um papel importante nos comportamentos relacionados com a obesidade.
 
Os investigadores analisaram o quão saudáveis eram os almoços, as máquinas de venda automática e outras opções alimentares em 90 escolas públicas durante um ano letivo, assim como o número de instalações de atividade física interior e exterior e exercícios existentes nas mesmas.
 
Foi possível descobrir que as ofertas alimentares mais saudáveis e um maior número de instalações de atividade física estavam associadas a um menor índice de massa corporal nos estudantes.
 
As escolas que ofereciam comida não saudável nas máquinas de venda automática estavam associadas a um maior peso nos estudantes e as que tinham uma instalação adicional de atividade física ao ar livre estavam correlacionadas com um menor peso nos estudantes.
 
Estas refeições são fundamentais para a saúde dos estudantes de baixos rendimentos, que são 80 por cento dos que são servidos por programas federais de refeições escolares, sendo que estes proporcionam até metade das necessidades nutricionais dos estudantes a baixo custo ou sem custos para os pais, afirmaram os autores do estudo.
 
As escolas desempenham um papel crucial na criação de ambientes que apoiem hábitos saudáveis entre as crianças que possam influenciar a sua saúde a curto e longo prazo, concluiu Punam Ohri-Vachaspati, co-autora do estudo.

Fonte: Science Daily

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