MEDICINA

SPMI: Lélita Santos assume a presidência

Os novos Órgãos Sociais da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) tomaram posse no decorrer da Assembleia Geral que se realizou no último dia do 27º Congresso Nacional de Medicina Interna – um encontro que marcou o início das comemorações dos 70 anos da Sociedade, que se celebram já em dezembro.

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Lélita Santos assumiu a presidência da Direção da SPMI para o triénio 2021-2024. Doutorada em Medicina Interna pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, é Assistente Graduada Sénior de Medicina Interna no CHUC, Coordenadora da Consulta de Doenças Autoimunes Sistémicas e da Consulta de Nutrição Clínica do CHUC. Nos últimos três anos foi vice-Presidente da SPMI.

De entre os vários objetivos a implementar nos próximos três anos, a nova direção pretende continuar a desenvolver os projetos das anteriores acrescentando-lhes novas ideias.
Apostar na formação, apoiar o desenvolvimento de redes de cooperação entre os núcleos de estudo e a criação ou adaptação de Recomendações Clínicas, incentivar a criação de registos de patologias ou entidades clínicas através da criação de uma plataforma específica de registos e realizar o levantamento dos diferentes serviços ou unidades, nacionais e internacionais, que garantam formação de qualidade estão entre os principais objetivos.

A nível externo, a nova direção pretende reforçar a colaboração com outras sociedades e associações científicas, colaborar ativamente com as associações de doentes, reforçar sinergias com a Associação Portuguesa dos Administradores Hospitalares (APAH) incentivar a proximidade com as instituições académicas, estimular as relações institucionais junto dos órgãos técnicos e decisores políticos e, manter o diálogo com o Colégio da Especialidade de Medicina Interna, contribuindo para a discussão sobre a qualidade da formação dos Internos de Especialidade e a formação contínua dos especialistas.

Segundo Lélita Santos, é fundamental que a especialidade tenha um papel cada vez mais ativo e decisivo na realidade da saúde em Portugal.

Fonte: Tupam Editores

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