STRESS

Adolescentes privados de sono têm mais dificuldade em lidar com stress

Uma pesquisa publicada na revista Physiology and Behavior sugere que os adolescentes que têm pouca qualidade de sono podem reagir mal ao stress.

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O estudo da Universidade de Alabama e da Universidade Estadual do Arizona, nos Estados Unidos, aponta que os problemas de sono durante um longo período podem tornar os adolescentes mais reativos ao stress, afetando o seu desempenho académico, comportamento e saúde.

A origem do problema pode estar no eixo hipotálamo-hipófise-adrenal, ou eixo HPA, uma parte do sistema neuroendócrino que controla as reações ao stress e regula muitos processos corporais.

A equipa liderada por Sylvie Mrug investigou a relação entre o sono e a reatividade ao stress em adolescentes, com foco na atividade do eixo HPA.

Os problemas do sono mais comummente relatados foram a necessidade de várias chamadas para levantar de manhã, não ter uma boa noite de sono, sensação de cansaço ou sonolência durante o dia e fadiga.
A liberação de cortisol durante e após o teste de laboratório stressante foi maior entre os adolescentes que relataram mais problemas de sono e duração do sono mais longa.

Além disso, a liberação de cortisol foi maior entre as mulheres com problemas de sono do que entre os homens, o que sugere que as adolescentes podem ser particularmente mais afetadas pelo sono perturbado e má qualidade do sono.

A equipa reforça que as descobertas são importantes, porque uma ativação maior e mais prolongada do eixo HPA em resposta ao stress pode levar a outros problemas de saúde.


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