Sirolímus

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento
O que é
Sirolímus é um composto macrólido obtido a partir de Streptomyces higroscópico, que atua bloqueando seletivamente a ativação da transcrição das citocinas inibindo assim a produção de citoquinas.

É bioativo apenas quando ligados a imunofilinas.

Sirolimus é um imunossupressor potente e possui propriedades antifúngicas e antineoplásicas.
Usos comuns
Para a profilaxia da rejeição de órgãos em doentes que receberam transplantes renais.
Tipo
Molécula pequena.
História
Foi aprovado pela FDA em Setembro de 1999 e é comercializado sob o nome comercial de Rapamune pela Pfizer (anteriormente por Wyeth).
Indicações
Profilaxia da rejeição de órgãos em doentes adultos transplantados renais com um risco imunológico ligeiro a moderado.
Classificação CFT

16.03 : IMUNOMODULADORES

Mecanismo De Ação
Sirolimus inibe a ativação de linfócitos T e a proliferação, que ocorre em resposta a (A interleucina IL-2, IL-4 e IL-15) a estimulação antigénica e de citocina por um mecanismo que é diferente da dos outros imunossupressores.

Sirolimus também inibe a produção de anticorpo.

Nas células, o sirolimus liga-se à imunofilina, FK-12 Binding Protein (FKBP-12), para gerar um complexo de imunossupressor.

O sirolimus: complexo FKBP-12 não tem efeito sobre a atividade da calcineurina.

Este complexo liga-se e inibe a ativação do alvo da rapamicina em mamíferos (mTOR), uma quinase reguladora fundamental.

Esta inibição também inibe a proliferação de células T impulsionado por citoquinas, a inibição da progressão de G1 para a fase S do ciclo celular.
Posologia Orientativa
Variável, a avaliar pelo médico especialista.

Inicialmente 6 mg, após cirúrgia, depois 2 mg diariamente (dose ajustada de acordo com a concentração sérica de sirolímus) inicialmente em associação com a ciclosporina e corticosteroides, durante 2 a 3 meses.

Sendo a ciclosporina um substrato da CYP3A4, recomenda-se que o sirolimus seja administrado 4 horas após a ciclosporina.

Deve manter-se como terapêutica de manutenção associado a corticosteroides, caso a ciclosporina possa ser progressivamente descontinuada (em 4 a 8 semanas).

No caso de tal não ser possível dever-se-á descontinuar o uso de sirolímus e utilizar outro regime de imunosupressão.
Administração
Via oral. Pode ser administrado com água ou sucos.

Pode ser usado com ou sem alimentos, desde que seja de maneira regular; evitar a administração com alimentos gordurosos que diminuem a absorção da medicação.

Quando em uso com ciclosporina, ingerir aproximadamente 4 h após a ciclosporina.
Contraindicações
Hipersensibilidade ao sirolímus ou a qualquer dos excipientes.

A utilização de vacinas vivas deve ser evitada durante o tratamento com sirolímus.

Evitar a exposição à luz solar.

Recomenda-se a monitorização da função renal.

Não existem dados da utilização de sirolímus em mulheres grávidas, pelo que não se recomenda a sua utilização durante a gravidez e aleitamento.

A absorção pode ser afetada pelos alimentos (administrar às refeições).
Efeitos Indesejáveis/Adversos
As reações muito frequentes incluem edema periférico, dor abdominal, diarreia, profunda mielosupressão (anemia, trombocitopénia), hiperlipidémia, artralgia, acne, infeções urinárias.

Tem sido notificada hepatotoxicidade e casos de cicatrização anormal após cirurgia de transplante.

As reações menos frequentes incluem tromboembolismo venoso, necrose óssea, estomatite e pielonefrite.
Advertências
Aleitamento
Aleitamento
Aleitamento:Interromper o aleitamento durante o tratamento.
Gravidez
Gravidez
Gravidez:Todos os trimestres: C - Não há estudos adequados em mulheres. Em experiências animais ocorreram alguns efeitos colaterais no feto, mas o benefício do produto pode justificar o risco potencial durante a gravidez.
Precauções Gerais
É muito importante que o médico acompanhe o tratamento em visitas regulares para certificar-se que o sirolimus está a funcionar corretamente.

Podem ser necessários exames de sangue e urina para verificar se há efeitos indesejáveis.

Usar sirolimus enquanto estiver grávida pode prejudicar feto.

Utilize uma forma eficaz de controle de natalidade para não ficar grávida e continue a usá-lo durante pelo menos 12 semanas após parar de tomar sirolimus.

Se suspeita que engravidou durante o uso do medicamento, informe o médico imediatamente.

Enquanto estiver a tomar sirolimus, é importante manter uma boa higiene dental e consulte o dentista regularmente para a limpeza dos dentes.

Ostras cruas e outros frutos do mar podem conter bactérias que podem causar doença grave e, possivelmente, morte.
Isto é mais provável que seja um problema, se estes alimentos forem consumidos pelos pacientes com certas condições médicas.
Mesmo se comer ostras de água "limpa" ou bons restaurantes não garante que as ostras não contenham a bactéria.

Comer marisco cru não é um problema para a maioria das pessoas saudáveis, no entanto, os pacientes com as seguintes condições podem estar em maior risco: cancro, doenças imunológicas, transplante de órgãos, uso de corticosteroides a longo prazo (como para a asma, artrite ou transplante de órgãos), doença hepática (incluindo hepatite viral), o excesso de ingestão de álcool (2 a 3 ou mais bebidas por dia), diabetes, problemas de estômago (incluindo cirurgia do estômago e baixa acidez estomacal) e hemocromatose (doença de ferro).

Não comer ostras cruas ou outros mariscos enquanto estiver a tomar sirolimus.
Certifique-se de que as ostras e mariscos estão totalmente cozido.

Enquanto estiver a ser tratado com sirolimus e depois de parar o tratamento, é importante consultar o médico sobre a administração de vacinas.
Não deve ser vacinado sem a aprovação do médico.

Sirolimus pode reduzir a resistência do seu corpo e o risco de obter a infeção para a qual está a ser imunizado.

Além disso, outras pessoas que vivem em sua casa não deve tomar a vacina oral contra a poliomielite pois há o risco de transmissão do vírus.

Evitar contacto com pessoas que tomaram a vacina oral contra a poliomielite.

Caso não possa tomar essas precauções, deve considerar o uso de uma máscara facial de proteção que cubra o nariz e a boca.

O tratamento com sirolimus pode aumentar o risco de outras infeções.
Se possível, evitar as pessoas com constipações ou outras infeções.
Se suspeitar que está a ficar constipado ou com alguma infeção, fale com seu médico.

Sirolimus pode também aumentar o risco de hemorragia e causa atraso na cicatrização de feridas.

Evite desportos de contacto ou outras atividade que possam causar lesões, cortes, feridas.

Escovar os dentes e usar o fio dentário com cuidado.

Tenha cuidado ao usar objetos cortantes, incluindo lâminas de barbear e corta unhas.

Fale com o médico imediatamente se tiver hemorragia ou lesão incomum, fezes negras, sangue na urina ou fezes ou pequenas manchas na pele.

Sirolimus podem causar graves tipos de reações alérgicas, especialmente quando utilizado com certos medicamentos.

Informe o médico imediatamente se tiver uma erupção cutânea, comichão, inchaço na face, pálpebras, lábios, língua, garganta, mãos, pernas, pés ou órgãos sexuais; pele inchada vermelha; problemas com a respiração ou aperto no peito, enquanto estiver a tomar sirolimus.

Sirolimus pode causar um maior risco de contrair cancro, especialmente cancro de pele ou cancro das glândulas linfáticas (linfoma).

Quando começar a tomar sirolimus:

- Evite a luz direta do sol, especialmente entre as 10:00h e 15:00h, se possível.

- Usar vestuário de proteção, incluindo um chapéu e óculos de sol.

- Aplique um produto protetor solar que tem um fator de proteção da pele (FPS) de pelo menos 15.

Alguns pacientes podem necessitar de um produto com um número FPS maior, especialmente se tiverem uma pele clara.

Se tem alguma dúvida sobre isto, consulte o médico.

- Aplique um batom com proteção solar de SPF de pelo menos 15 para proteger seus lábios.

- Não utilize uma lâmpada ultravioleta ou solários.

Sirolimus pode aumentar o colesterol e gorduras no sangue.
Se isto ocorrer, o médico pode dar-lhe alguns medicamentos que podem diminuir a quantidade de colesterol e gorduras no sangue.

Sirolimus pode aumentar o risco de desenvolver uma infeção por vírus raro e grave chamada BK nefropatia associada ao vírus (BKVAN).

O vírus BK pode afetar a forma como os rins funcionam e causar falha num rim transplantado.

Fale com o médico imediatamente se tiver mais que um destes sintomas: sangue na urina; uma frequência reduzida ou quantidade de urina, aumento da sede, perda de apetite, dor de lado ou na parte inferior das costas, náuseas, inchaço da face, dedos ou pernas; problemas com a respiração; cansaço ou fraqueza incomum, vómitos ou ganho de peso.

Sirolimus pode aumentar o risco de desenvolver uma infeção cerebral grave e rara chamada leucoencefalopatia multifocal progressiva (LMP).

Fale com o médico imediatamente se tiver mais do que um destes sintomas: alterações na visão, perda de coordenação, falta de jeito, confusão, perda de memória, dificuldade para falar ou compreender o que os outros dizem e fraqueza nas pernas.

Fale com o médico imediatamente se notar um novo sinal na pele; uma mudança no tamanho, forma ou cor de sinal de pele existente ou um sinal que vaza fluido ou sangra.

Não tome outros medicamentos que não tenham sido falados com o médico.

Isso inclui medicamentos de venda livre, medicamentos e ervas ou suplementos vitamínicos.
Cuidados com a Dieta
Pode tomar sirolimus com ou sem alimentos, mas deve tomá-lo sempre da mesma forma.
Terapêutica Interrompida
Tome a dose assim que se lembrar. Não tome a dose esquecida se estiver quase hora da sua próxima dose. Não tome medicamento extra para compensar a dose esquecida.
Cuidados no Armazenamento
Guarde os comprimidos sirolimus em temperatura ambiente, longe do calor, humidade e luz.

Armazene líquidos por via oral sirolimus na geladeira.

Não congelar.

Pode notar uma ligeira névoa no líquido depois de ter sido refrigerado.

Esta neblina não afetará a medicação e deve desaparecer quando o medicamento atinja a temperatura ambiente.

Se estiver a tomar Sirolímus solução oral com uma seringa descartável, pode armazenar uma seringa carregada no estojo de transporte fornecido.

Armazenar à temperatura ambiente e utilizar o medicamento dentro de 24 horas.

Use uma seringa descartável apenas uma vez e, em seguida deite-a fora.
Espectro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Macrólidos + Sirolímus

Observações: Podem interferir com a absorção de outros fármacos, inibir as enzimas metabolizadoras com aumento da toxicidade de alguns fármacos e, com menos frequência, reduzir a concentração plasmática de outros, por aceleração do metabolismo. Os macrólidos envolvidos com mais frequência são a eritromicina (em particular por via parentérica) e a claritromicina. A eritromicina em aplicação tópica não origina interacções.
Interações: Por inibição enzimática, com aumento da concentração plasmática e da toxicidade respectiva interferem com - Sirolímus - Sirolímus
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Barbitúricos + Sirolímus

Observações: Indução das enzimas microssomais hepáticas metabolizadoras de fármacos. Efeito depressor no SNC aditivo com outros depressores do sistema nervoso central.
Interações: Fármacos cujo metabolismo é aumentado: Sirolímus: redução do efeito - Sirolímus - Sirolímus
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bloqueadores da entrada de cálcio (antagonistas de cálcio) + Sirolímus

Observações: Verapamilo, diltiazem e talvez a nicardipina (mas não a nifedipina) inibem as enzimas hepáticas metabolizadoras de fármacos. O metabolismo do diltiazem, nifedipina, verapamilo e provavelmente outros bloqueadores da entrada de cálcio estão sujeitos a indução e inibição.
Interações: Sirolímus: redução do metabolismo da sirolímus com diltiazem, nicardipina, verapamilo - Sirolímus - Sirolímus
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Carbamazepina + Sirolímus

Observações: Indução das enzimas microssomais hepáticas metabolizadoras de fármacos. Susceptível à inibição do metabolismo, principalmente pelo CYP3A4
Interações: Fármacos com metabolismo aumentado pela carbamazepina: - Sirolímus - Sirolímus
Não recomendado/Evitar

Sirolímus + Indutores do CYP3A4

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: O sirolímus é extensamente metabolizado na parede do intestino e no fígado pela isoenzima CYP3A4. O sirolímus é também um substrato da bomba de efluxo de multifármacos, glicoproteína P (P - gp), localizada no intestino delgado. Portanto, a absorção e subsequente eliminação do sirolímus podem ser afetadas por substâncias que interferem com essas proteínas. Os inibidores da CYP3A4 (tais como cetoconazol, voriconazol, itraconazol, telitromicina ou claritromicina) diminuem o metabolismo do sirolímus e aumentam os níveis de sirolímus. Os indutores da CYP3A4 (tais como rifampicina ou rifabutina) aumentam o metabolismo do sirolímus e diminuem os níveis de sirolímus. Não se recomenda a administração simultânea de sirolímus com potentes inibidores da CYP3A4 ou indutores da CYP3A4. Os indutores da CYP3A4 podem aumentar o metabolismo do sirolímus e reduzir os seus níveis sanguíneos (e.g. chá de hipericão (Hypericum perforatum), anticonvulsivantes: carbamazepina, fenobarbital e fenitoína). - Indutores do CYP3A4
Não recomendado/Evitar

Bosentano + Sirolímus

Observações: Bosentano é um indutor dos isoenzimas do citocromo P450 (CYP), CYP2C9 e CYP3A4. Dados in vitro sugerem também a indução de CYP2C19. Consequentemente, as concentrações plasmáticas das substâncias metabolizadas por estes isoenzimas estarão diminuídas com a administração concomitante de Bosentano. Deve ser considerada a possibilidade de uma alteração na eficácia dos medicamentos metabolizados por estes isoenzimas. A posologia destes produtos poderá ter de ser ajustada após o início do tratamento, uma alteração da dose de Bosentano ou interrupção do tratamento concomitante de Bosentano. Bosentano é metabolizado por CYP2C9 e CYP3A4. A inibição destes isoenzimas pode aumentar a concentração plasmática de bosentano.
Interações: A administração concomitante de tacrolimus ou sirolimus e Bosentano não foi estudada em humanos mas a administração concomitante de tacrolimus ou sirolimus e Bosentano pode resultar no aumento das concentrações plasmáticas de bosentano, tal como acontece na administração concomitante com ciclosporina A. O uso concomitante de Bosentano pode reduzir as concentrações plasmáticas de tacrolimus e sirolimus. Assim, o uso concomitante de Bosentano e tacrolimus ou sirolimus não é aconselhável. Os doentes que requerem esta combinação devem ser estreitamente monitorizados no que respeita a acontecimentos adversos relacionados com Bosentano e concentrações plasmáticas de tacrolimus e sirolimus. - Sirolímus
Consultar informação actualizada

Cetoconazol + Sirolímus

Observações: N.D.
Interações: Estão igualmente descritas interações com outros fármacos nomeadamente rifabutina, carbamazepina, fenitoína, ritonavir, inibidores das proteases, tacrolimus, sirolimus, digoxina, buspirona, alfentanil, sildenafil, metilprednisolona, dihidropiridinas e eventualmente o verapamil e alguns antineoplásicos. - Sirolímus
Usar com precaução

Micafungina + Sirolímus

Observações: N.D.
Interações: A micafungina tem um baixo potencial de interação com medicamentos metabolizados pelas vias mediadas pelo CYP3A. Foram realizados estudos de interação medicamentosa em seres humanos saudáveis para avaliar o potencial de interação entre a micafungina e micofenolato de mofetil, ciclosporina, tacrolímus, prednisolona, sirolímus, nifedipina, fluconazol, ritonavir, rifampicina, itraconazol, voriconazol e anfotericina B. Nestes estudos, não foi observada prova de alteração da farmacocinética da micafungina. Não são necessários ajustes da dose quando estes medicamentos são administrados concomitantemente. A exposição (AUC) do itraconazol, sirolímus e nifedipina foi ligeiramente aumentada (22%, 21% e 18%, respetivamente), na presença da micafungina. Os doentes a receber sirolímus, nifedipina ou itraconazol combinado com Micafungina devem ser monitorizados em relação à toxicidade do sirolímus, nifedipina ou itraconazol e a dosagem de sirolímus, nifedipina ou itraconazol deverá ser reduzida, se necessário. - Sirolímus
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tedizolida + Sirolímus

Observações: O potencial de interações serotoninérgicas não foi estudado nem em doentes nem em voluntários saudáveis.
Interações: Baseado nos resultados in vitro, há um risco de indução enzimática pelo fosfato de tedizolida. Isto pode resultar numa redução da eficácia de medicamentos administrados concomitantemente que sejam substratos da CYP3A4 com um índice terapêutico estreito (tais como midazolam oral, triazolam, alfentanilo, ciclosporina, fentanilo, pimozida, quinidina, sirolimus e tacrolimus), da CYP2B6 (efavirenz), da CYP2C9 (varfarina) e P-gp (digoxina). - Sirolímus
Contraindicado

Estiripentol + Sirolímus

Observações: Não se encontra devidamente esclarecida a influência de outros medicamentos antiepilépticos na farmacocinética do estiripentol. Estudos in vitro sugeriram que o metabolismo de fase 1 do estiripentol é catalizado pela CYP1A2, CYP2C19 e CYP3A4 e possivelmente outras enzimas. É aconselhada precaução ao associar o estiripentol com outras substâncias que inibem ou induzem uma ou mais destas enzimas.
Interações: Combinações indesejáveis (a evitar salvo se estritamente necessário): Imunossupressores (tacrolímus, ciclosporina, sirolímus): Aumento dos níveis sanguíneos de imunosupressores (diminuição do metabolismo hepático). - Sirolímus
Usar com precaução

Imatinib + Sirolímus

Observações: N.D.
Interações: O imatinib aumenta a Cmax e a AUC da sinvastatina (substrato da CYP3A4 ) em 2 e 3,5 vezes, respetivamente, indicando uma inibição da CYP3A4 pelo imatinib. Como tal, é recomendada precaução quando se administra imatinib com substratos da CYP3A4 com uma janela terapêutica estreita (por ex. ciclosporina, pimozida, tacrolímus, sirolímus, ergotamina, diergotamina, fentanil, alfentanil, terfenadina, bortezomib, docetaxel e quinidina). - Sirolímus
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Sirolímus

Observações: N.D.
Interações: A ranolazina é um inibidor moderado a potente da P-gp e um inibidor ligeiro do CYP3A4, podendo aumentar as concentrações plasmáticas dos substratos da P-gp o do CYP3A4. A distribuição tecidular dos fármacos transportados pela P-gp pode aumentar. Podem ser necessários ajustamentos de dose se substratos do CYP3A4 sensíveis (ex., sinvastatina, lovastatina ) e substratos do CYP3A4 com um intervalo terapêutico estreito (ex., ciclosporina, tacrolimus, sirolimus, everolimus) pois a Ranolazina pode aumentar as concentrações plasmáticas destes fármacos. Foram observadas concentrações plasmáticas aumentadas de tacrolimus, um substrato do CYP3A4, em doentes após a administração de ranolazina. Recomenda-se a monitorização dos níveis sanguíneos de tacrolimus aquando da coadministração de Ranolazina e tacrolimus e que a posologia do tacrolimus seja ajustada em conformidade. Tal também é recomendado para outros substratos do CYP3A4 com um intervalo terapêutico estreito (ex., ciclosporina, sirolimus, everolimus). - Sirolímus
Usar com precaução

Dabrafenib + Sirolímus

Observações: O dabrafenib é um indutor enzimático e aumenta a síntese das enzimas metabolizadoras de fármacos incluindo CYP3A4, CYP2Cs e CYP2B6 e pode aumentar a síntese dos transportadores. Tal resulta em níveis plasmáticos reduzidos dos medicamentos metabolizados por estas enzimas e pode afetar alguns medicamentos transportados. A redução nas concentrações plasmáticas pode levar a perda ou a redução dos efeitos clínicos destes medicamentos. Também existe um risco aumentado de formação de metabolitos ativos destes medicamentos. As enzimas que podem ser induzidas incluem CYP3A no fígado e no intestino, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e UGTs (enzimas conjugadas pelo glucoronido). A proteína de transporte gp-P pode também ser induzida assim como outros transportadores, por ex. MRP-2, BC RP e OATP1B1/1B3. In vitro, o dabrafenib produziu aumentos dependentes da dose no CYP2B6 e CYP3A4. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de dabrafenib noutros medicamentos: O dabrafenib é um indutor enzimático e aumenta a síntese das enzimas metabolizadoras de fármacos incluindo CYP3A4, CYP2Cs e CYP2B6 e pode aumentar a síntese dos transportadores. Tal resulta em níveis plasmáticos reduzidos dos medicamentos metabolizados por estas enzimas e pode afetar alguns medicamentos transportados. A redução nas concentrações plasmáticas pode levar a perda ou a redução dos efeitos clínicos destes medicamentos. Também existe um risco aumentado de formação de metabolitos ativos destes medicamentos. As enzimas que podem ser induzidas incluem CYP3A no fígado e no intestino, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e UGTs (enzimas conjugadas pelo glucoronido). A proteína de transporte gp-P pode também ser induzida assim como outros transportadores, por ex. MRP-2, BC RP e OATP1B1/1B3. In vitro, o dabrafenib produziu aumentos dependentes da dose no CYP2B6 e CYP3A4. Num estudo clínico de interação medicamentosa, a Cmax e AUC do midazolam oral (um substrato do CYP3A4) diminuiu 61% e 74% respetivamente com a coadministração de doses repetidas de dabrafenib utilizando uma formulação com uma biodisponibilidade mais baixa do que a formulação de dabrafenib. A administração de 150 mg de dabrafenib duas vezes por dia e varfarina resultou numa diminuição da AUC de S-e R-varfarina em 37% e 33% em comparação com a administração de varfarina em monoterapia. A Cmax de S-e R-varfarina aumentou 18% e 19%. São esperadas interações com muitos medicamentos eliminados através do metabolismo ou transporte ativo. Se o seu efeito terapêutico for de grande importância para o doente, e os ajustes posológicos não forem facilmente realizáveis com base na monitorização da eficácia ou concentrações plasmáticas, estes medicamentos devem ser evitados ou utilizados com precaução. Suspeita-se que o risco de lesão hepática após a administração de paracetamol é superior nos doentes tratados concomitantemente com indutores enzimáticos. Espera-se que o número de medicamentos afetados seja grande; embora a magnitude da interação possa variar. Os grupos de medicamentos que podem ser afetados incluem, mas não estão limitados a: - Analgésicos (por ex. fentanilo, metadona) - Antibióticos (por ex., claritromicina, doxiciclina) - Agentes anticancerígenos (por ex., cabazitaxel) - Anticoagulantes (por ex. acenocumarol, varfarina) - Antiepiléticos (por ex., carbamazepina, fenitoína, primidona, ácido valpróico) - Antipsicóticos (por ex., haloperidol) - Bloqueadores dos canais de cálcio (por ex., diltiazem, felodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil) - Glicosidos cardíacos (por ex., digoxina) - Corticosteroides (por ex., dexametasona, metilprednisolona) - Antivíricos para o VIH (por ex., amprenavir, atazanavir, darunavir, delavirdina, efavirenz, fosamprenavir, indinavir, lopinavir, nelfinavir, saquinavir, tipranavir) - Contracetivos hormonais - Hipnóticos (por ex., diazepam, midazolam, zolpidem) - Imunossupressores (por ex., ciclosporina, tacrolimus, sirolímus) - Estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 (por ex., atorvastatina, sinvastatina) É provável que o início da indução ocorra após 3 dias de administração repetida com dabrafenib. Aquando da descontinuação de dabrafenib, o equilibro da indução é gradual, as concentrações dos CYP3A4, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9 e CYP2C19, UDP-glucuronosil transferases (UGT) e substratos transportadores podem aumentar e os doentes devem ser monitorizados para toxicidade e a posologia destes agentes pode necessitar de ser ajustada. In vitro, o dabrafenib é um inibidor do mecanismo do CYP3A4. Como tal, a inibição transitória do CYP3A4 pode ser vista durante os primeiros dias do tratamento. - Sirolímus
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Palbociclib + Sirolímus

Observações: Palbociclib é metabolizado principalmente pela CYP3A e pela SULT2A1, uma enzima da família das sulfotransferases (SULT). In vivo, palbociclib é um inibidor fraco e dependente do tempo da CYP3A.
Interações: A dose de substratos sensíveis da CYP3A com um índice terapêutico estreito (por ex., alfentanilo, ciclosporina, di-hidroergotamina, ergotamina, everolímus, fentanilo, pimozida, quinidina, sirolímus e tacrolímus) poderá ter de ser reduzida quando coadministrada com Palbociclib, pois Palbociclib pode aumentar a sua exposição. - Sirolímus
Usar com precaução

Eluxadolina + Sirolímus

Observações: N.D.
Interações: Substratos do CYP3A: A eluxadolina pode aumentar a exposição de medicamentos coadministrados metabolizados pelo citocromo CYP3A4. Deve ter-se precaução quando se administrar tais fármacos (por exemplo, midazolam, eritromicina, nifedipina), especialmente para aqueles com índice terapêutico estreito (por exemplo, alfentanilo, di-hidroergotamina, ergotamina, fentanilo, pimozida, quinidina, sirolimus, tacrolimus). A concentração destes medicamentos com índice terapêutico estreito coadministrados ou dos seus outros marcadores farmacodinâmicos deve de ser monitorizada, quando o uso concomitante de eluxadolina for iniciado ou descontinuado. - Sirolímus
Não recomendado/Evitar

Venetoclax + Sirolímus

Observações: Venetoclax é metabolizado predominantemente pelo CYP3A.
Interações: Agentes que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas por venetoclax: Substratos de gp-P, BCRP e OATP1B1: Venetoclax é um inibidor in vitro de gp-P, BCRP e OATP1B1. Deve ser evitada a coadministração de substratos de gp-P ou BCRP, de janela terapêutica estreita (p. ex. digoxina, dabigatrano, everolimus, sirolimus) com Venetoclax. Se houver necessidade de administrar um substrato de gp-P ou BCRP, de janela terapêutica estreita, este deve ser utilizado com precaução. No caso de um substrato de gp-P ou BCRP administrado oralmente que seja sensível à inibição no tracto gastrointestinal (p. ex. dabigatrano etexilato), a sua administração deve ser separada da administração de venetoclax tanto quanto possível para minimizar uma potencial interação. Se uma estatina (substrato de OATP) for utilizada concomitantemente com venetoclax, recomenda-se que o doente seja cuidadosamente monitorizado em relação a toxicidade relacionada com a estatina. - Sirolímus
Não recomendado/Evitar

Lumacaftor + Ivacaftor + Sirolímus

Observações: O lumacaftor é um indutor potente das CYP3A e o ivacaftor é um inibidor fraco das CYP3A, quando administrados em monoterapia. Existe a possibilidade de outros medicamentos afetarem lumacaftor/ivacaftor quando administrados concomitantemente, assim como de lumacaftor/ivacaftor afetar outros medicamentos.
Interações: Ciclosporina, everolímus, sirolímus, tacrolímus (utilizados após transplante de órgãos): A utilização concomitante de lumacaftor/ivacaftor com estes imunossupressores não é recomendada. Lumacaftor/ivacaftor diminuirá a exposição destes imunossupressores, o que pode reduzir a eficácia destes imunossupressores. A utilização de lumacaftor/ivacaftor em doentes com transplante de órgãos não foi estudada. - Sirolímus
Usar com precaução

Bexaroteno + Sirolímus

Observações: Não se efectuaram quaisquer estudos formais para avaliar as interações medicamentosas com bexaroteno.
Interações: Aconselha-se cuidado em caso de conjugação com substratos do CYP3A4 com intervalo terapêutico estreito, tais como, agentes imunossupressores (ciclosporina, tacrolimus, sirolimus) bem como agentes citotóxicos metabolizados pelo CYP3A4, tais como, ciclofosfamida, etoposido, finasterida, ifosfamida, tamoxifeno e alcalóides da vinca. - Sirolímus
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Brotizolam + Sirolímus

Observações: N.D.
Interações: Brotizolam é metabolizado principalmente pela isoenzima CYP3A4 do citocromo P450. Os medicamentos que competem como substrato do CYP3A4 (inibição competitiva) e medicamentos que inibem a CYP3A4 podem, deste modo, aumentar o efeito de brotizolam. Os substratos conhecidos da CYP3A4 são astemizol, antimicóticos azóis (ex. itraconazol e cetoconazol), imunossupressores (ex. ciclosporina A, sirolimus e tacrolimus), antagonistas do cálcio, antibióticos macrólidos (ex. claritromicina e eritromicina), antimaláricos (ex. halofantrine e mefloquina), midazolam, pimozida, inibidores da protease (indinavir, nelfinavir e ritonavir), sildenafil, estatinas (ex. atorvastatina, lovastatina e sinvastatina), esteroides (ex. etinilestradiol), tamoxifeno e terfenadina. - Sirolímus
Usar com precaução

Alectinib + Sirolímus

Observações: Com base nos dados in vitro, CYP3A4 é a principal enzima que medeia o metabolismo do alectinib e do metabolito principal M4, o CYP3A4 contribui para 40%-50% da totalidade do metabolismo hepático. O M4 mostrou potência e atividade in vitro similar contra o ALK.
Interações: Quando Alectinib é administrado concomitantemente com substratos da gp-P (por exemplo, digoxina, etexilato de dabigatrano, topotecano, siromilus, everomilus, nilotinib e lapatinib) recomenda-se monitorização apropriada. - Sirolímus
Usar com precaução

Ramipril + Amlodipina + Sirolímus

Observações: N.D.
Interações: Associadas ao ramipril Precauções de utilização Inibidores de mTOR: é possível um risco aumentado de angioedema em doentes a tomar medicações concomitantes, tais como inibidores de mTOR (por exemplo temsirolímus, everolimus, sirolimus). Deverá tomar-se precaução se utilizado no início da terapêutica. - Sirolímus
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Micofenolato de mofetil + Sirolímus

Observações: N.D.
Interações: Sirolímus: Em doentes com transplante renal, a administração concomitante de Micofenolato de Mofetil e CsA originou uma diminuição das exposições ao AMF de 30%-50%, em comparação com doentes tratados com a associação de sirolímus e doses semelhantes de Micofenolato de Mofetil. - Sirolímus
Não recomendado/Evitar

Crizotinib + Sirolímus

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas: Agentes cujas concentrações plasmáticas podem ser alteradas pelo crizotinib: Após 28 dias de crizotinib administrado na dosagem de 250 mg duas vezes por dia em doentes com cancro, a AUC do midazolam oral foi 3,7 vezes a observada quando o midazolam foi administrado isolado, sugerindo que o crizotinib é um inibidor moderado do CYP3A. Como tal, deve evitar-se a coadministração de crizotinib com substratos do CYP3A, com índices terapêuticos estreitos, incluindo, mas não limitado a, alfentanilo, cisaprida, ciclosporina, derivados da ergotamina, fentanilo, pimozida, quinidina, sirolímus e tacrolímus. Se a associação for necessária, deve ser feita uma monitorização clínica cuidadosa. - Sirolímus
Usar com precaução

Darunavir + Sirolímus

Observações: O perfil de interação do darunavir pode variar dependendo se é utilizado o ritonavir ou o cobicistate como fármacos potenciadores. As recomendações dadas para a utilização concomitante de darunavir e outros medicamentos podem por isso variar dependendo se darunavir é potenciado com ritonavir ou com cobicistate, e é também necessária precaução durante o primeiro tempo de tratamento, se se substituir o fármaco potenciador de ritonavir para cobicistate.
Interações: IMUNOSSUPPRESSORES: Ciclosporina, Sirolímus, Tacrolímus: Não foi estudado. A exposição a estes imunossupressores aumentará quando estes fármacos são coadministrados com Darunavir potenciado. (inibição do CYP3A). Deve proceder-se à monitorização dos níveis terapêuticos do fármaco imunossupressor quando ocorrer esta coadministração. - Sirolímus
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Darunavir + Cobicistate + Sirolímus

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com Darunavir / Cobicistate. Uma vez que Darunavir / Cobicistate contém darunavir e cobicistate, as interações que foram identificadas com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir) e com cobicistate determinam as interações que podem ocorrer com Darunavir / Cobicistate. Os ensaios de interação com darunavir/ritonavir e com cobicistate apenas foram realizados em adultos.
Interações: IMUNOSSUPRESSORES: Ciclosporina, Sirolímus, Tacrolímus: Tendo por base considerações teóricas, é expectável que Darunavir / Cobicistate aumente as concentrações plasmáticas destes imunossupressores. (inibição do CYP3A) É necessário realizar monitorização terapêutica do agente imunossupressor quando é efetuada uma administração concomitante. - Sirolímus
Usar com precaução

Olaparib + Sirolímus

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica formais.
Interações: Interações farmacocinéticas: Efeito de olaparib sobre outros fármacos: In vitro o olaparib pode inibir o CYP3A4 e não se pode excluir que olaparib possa incrementar as exposições a substratos desta enzima in vivo. Portanto, recomenda-se precaução quando se associam substratos do CYP3A4 com olaparib, em particular os que têm uma margem terapêutica estreita (p.ex., sinvastatina, cisaprida, ciclosporina, alcaloides ergóticos, fentanilo, pimozida, sirolímus, tacrolímus e quetiapina). - Sirolímus
Não recomendado/Evitar

Ceritinib + Sirolímus

Observações: N.D.
Interações: Agentes cuja concentração plasmática pode ser alterada por ceritinib: Com base nos dados in vitro, ceritinib inibe de forma competitiva o metabolismo de midazolam, um substrato da CYP3A, e diclofenac, um substrato da CYP2C9. Observou-se também inibição da CYP3A dependente do tempo. O valor de Cmax no estado de equilíbrio de ceritinib na dose clínica recomendada de 750 mg por dia pode exceder os valores Ki para CYP3A e CYP2C9, sugerindo que ceritinib possa inibir a eliminação de outros medicamentos metabolizados por estas enzimas em concentrações clinicamente relevantes. Pode ser necessária redução da dose com coadministração de medicamentos que são predominantemente metabolizados pela CYP3A e CYP2C9. A co-administração de ceritinib com substratos da CYP3A conhecidos por terem indíces terapêuticos estreitos (p. ex: astemizol, cisaprida, ciclosporina, ergotamina, fentanil, pimozida, quinidina, tacrolímus, alfentanil e sirolímus) e substratos da CYP2C9 conhecidos por terem indíces terapêuticos estreitos (p.ex: fenitoína e varfarina) devem ser evitadas. - Sirolímus
Usar com precaução

Ibrutinib + Sirolímus

Observações: N.D.
Interações: Agentes que podem apresentar alteração da concentração plasmática devida a ibrutinib: Com base em dados in vitro, o ibrutinib é um inibidor reversível fraco do CYP3A4 a nível intestinal e pode portanto aumentar a exposição a substratos do CYP3A4 dependentes do metabolismo do CYP3A intestinal. Não estão disponíveis dados clínicos sobre esta interação. Recomenda-se precaução na coadministração de ibrutinib com substratos CYP3A4, administrados oralmente, de janela terapêutica estreita (tais como a dihidroergotamina, a ergotamina, o fentanilo, a ciclosporina, o tacrolímus e o sirolímus). - Sirolímus
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lomitapida + Sirolímus

Observações: Avaliação in vitro das interações medicamentosas: A lomitapida inibe o CYP3A4. A lomitapida não induz os CYP 1A2, 3A4 ou 2B6, e também não inibe os CYP 1A2, 2B6, 2C9, 2C19, 2D6 ou 2E1. A lomitapida não é um substrato da glicoproteína P, mas inibe a glicoproteína P. A lomitapida não inibe a proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP).
Interações: Efeitos da lomitapida noutros medicamentos: Substratos da glicoproteína P: A lomitapida inibe a glicoproteína P in vitro e pode aumentar a absorção dos substratos da glicoproteína P. A administração concomitante do Lomitapida com substratos da glicoproteína P (como aliscireno, ambrisentan, colquicina, dabigatrano-etexilato, digoxina, everolímus, fexofenadina, imatinib, lapatinib, maraviroc, nilotinib, posaconazol, ranolazina, saxagliptina, sirolímus, sitagliptina, talinolol, tolvaptan, topotecano) pode aumentar a absorção dos substratos da glicoproteína P. Deve ser ponderada a redução da dose do substrato da glicoproteína P quando utilizado de forma concomitante com o Lomitapida. - Sirolímus
Usar com precaução

Dexibuprofeno + Sirolímus

Observações: A informação desta secção é baseada na experiência já existente com o ibuprofeno racémico e com outros AINEs. Em geral, os AINEs devem ser usados com precaução, quando são administrados simultaneamente com outros fármacos que podem aumentar o risco de ulceração gastrointestinal, ou de hemorragia gastrointestinal, ou de insuficiência renal.
Interações: Precauções: Ciclosporina, tacrolimus, sirolimus, antibióticos aminoglicósidos: A administração concomitante com AINEs pode aumentar o risco de nefrotoxicidade, devido à síntese reduzida de prostaglandinas no rim. Durante a terapêutica combinada, a função renal deve ser cuidadosamente monitorizada, principalmente nos idosos. - Sirolímus
Usar com precaução

Diltiazem + Sirolímus

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Imunossupressores (ciclosporina, tacrolímus, sirolímus, everolímus): Aumento nos níveis de imunossupressores em circulação. Recomenda-se que a posologia dos imunossupressores seja reduzida, que a função renal seja monitorizada, que os níveis de imunossupressores em circulação sejam analisados e que a posologia seja ajustada durante uma terapêutica combinada e após a interrupção desta. - Sirolímus
Usar com precaução

Dronedarona + Sirolímus

Observações: N.D.
Interações: Efeito da dronedarona nos outros medicamentos: Interação com medicamentos metabolizados pelo CYP3A4: Imunossupressores: A dronedarona poderá aumentar as concentrações plasmáticas dos Imunossupressores (tacrolimus, sirolimus, everolimus e ciclosporina). No caso de administração concomitante de dronedarona, recomenda-se a monitorização das concentrações plasmáticas e um ajuste de dose apropriado destes medicamentos. - Sirolímus
Usar com precaução

Efavirenz + Sirolímus

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: IMUNOSSUPRESSORES: Imunossupressores metabolizados pelo CYP3A4 (por ex., ciclosporina, tacrolímus, sirolímus)/Efavirenz: Interação não estudada. Pode esperar-se uma diminuição da exposição do imunossupressor (indução do CYP3A4). Não se espera que estes imunossupressores afetem a exposição do efavirenz. Podem ser necessários ajustes posológicos dos imunossupressores. É recomendada a monitorização cuidadosa das concentrações dos imunossupressores durante pelo menos 2 semanas (até que sejam atingidas concentrações estáveis) quando se inicia ou para o tratamento com efavirenz. - Sirolímus
Usar com precaução

Efavirenz + Emtricitabina + Tenofovir + Sirolímus

Observações: As interações que foram identificadas com Efavirenz, Emtricitabina e Tenofovir individualmente podem ocorrer com esta associação. Os estudos de interação com estes medicamentos só foram realizados em adultos.
Interações: IMUNOSSUPRESSORES: Imunossupressores metabolizados pelo CYP3A4 (por ex., ciclosporina, tacrolímus, sirolímus)/Efavirenz: Interação não estudada. Pode esperar-se uma ↓ exposição do imunossupressor (indução CYP3A4). Não se antecipa que estes imunossupressores tenham impacto na exposição do efavirenz. Tacrolimus/Emtricitabina/Tenofovir disoproxil fumarato: (0,1 mg/kg q.d./200 mg/ 300 mg q.d.) Podem ser necessários ajustes de dose do imunossupressor. Recomenda-se uma cuidadosa monitorização das concentrações de imunossupressor quando se inicia ou interrompe o tratamento com Efavirenz / Emtricitabina / Tenofovir, durante pelo menos duas semanas (até se atingirem concentrações estáveis). - Sirolímus
Usar com precaução

Itraconazol + Sirolímus

Observações: N.D.
Interações: Efeito do itraconazol no metabolismo de outros medicamentos: Os seguintes medicamentos devem ser utilizados com precaução e as suas concentrações plasmáticas, efeitos e efeitos secundários monitorizados. Pode ser necessária a diminuição da dose destes fármacos se se administram conjuntamente com itraconazol. - Certos agentes imunodepressores: ciclosporina, tacrolimus, rapamicina (também conhecidos como sirolimus). - Sirolímus
Usar com precaução

Fluconazol + Sirolímus

Observações: O fluconazol é um potente inibidor do citocromo P450 (CYP) isoenzima 2C9 e um inibidor moderado do CYP3A4. O fluconazol é também um inibidor da isoenzima CYP2C19. Adicionalmente às interações observadas/documentadas abaixo indicadas, existe um risco de aumento da concentração plasmática de outros compostos metabolizados pelo CYP2C9 e CYP3A4 coadministrados com fluconazol. Deste modo, deve-se ter precaução quando se utilizam estas associações e os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados. O efeito inibidor da enzima pelo fluconazol persiste 4-5 dias após a descontinuação do tratamento com fluconazol devido à sua longa semivida.
Interações: A utilização concomitante dos seguintes fámacos leva a precauções e ajustes de dose: O efeito de fluconazol noutros fármacos: Imunossupressores (i.e. ciclosporina, everolímus, sirolímus e tacrolímus): Sirolímus: O fluconazol aumenta as concentrações plasmáticas do sirolímus provavelmente por inibição do seu metabolismo através do CYP3A4 e glicoproteina P. Esta combinação pode ser utilizada com um ajuste da dose de sirolímus, dependendo das medições da concentração/efeito. - Sirolímus
Contraindicado

Fosamprenavir + Sirolímus

Observações: N.D.
Interações: Ciclosporina, Rapamicina e Tacrolimus: É recomendada uma monitorização frequente dos níveis das concentrações terapêuticas do imunossupressor até que estes estabilizem. - Sirolímus
Usar com precaução

Fosaprepitant + Sirolímus

Observações: Quando administrado por via intravenosa o fosaprepitant é rapidamente convertido em aprepitant. As interações medicamentosas decorrentes da administração de intravenosa de fosaprepitant são passíveis de ocorrer com substâncias ativas que interagem com o aprepitant administrado por via oral. A informação seguinte resultou de dados obtidos com o aprepitant por via oral e de estudos realizados com fosaprepitant por via intravenosa coadministrados com dexametasona, midazolam ou diltiazem. O fosaprepitant 150 mg, em dose única, é um inibidor fraco do CYP3A4. O fosaprepitant não parece interagir com a glicoproteína-P transportadora, tal como demonstrado pela ausência de interação entre o aprepitant por via oral com a digoxina. Antevê-se que, quando comparado com a administração de aprepitant oral, o fosaprepitant provoque indução menor ou não superior do CYP2C9, do CYP3A4 e da glucuronidação. Não há dados sobre os efeitos no CYP2C8 e CYP2C19.
Interações: Efeito do aprepitant na farmacocinética de outras substâncias ativas: Inibição do CYP3A4: Como inibidor fraco do CYP3A4, o fosaprepitant 150 mg em dose única, pode aumentar transitoriamente as concentrações plasmáticas das substâncias ativas coadministradas por via oral que são metabolizadas via CYP3A4. A exposição total dos substratos do CYP3A4 pode aumentar até ao dobro durante os Dias 1 e 2, após coadministração com uma dose única de fosaprepitant. Fosaprepitant não pode ser usado concomitantemente com pimozida, terfenadina, astemizol ou cisaprida. A inibição do CYP3A4 pelo fosaprepitant pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas destas substâncias ativas podendo causar reações graves ou ameaçadoras da vida. É aconselhável precaução durante a administração concomitante de fosaprepitant e de substâncias ativas que são principalmente metabolizadas através do CYP3A4 e com um intervalo terapêutico estreito, tais como ciclosporina, tacrolímus, sirolímus, everolímus, alfentanilo, diergotamina, ergotamina, fentanilo, e quinidina. Efeito do aprepitant na farmacocinética de outras substâncias ativas: Imunossupressores: Após uma dose de fosaprepitant 150 mg, é esperado, durante o regime terapêutico de 2 dias de NVIQ, um aumento transitório moderado, seguido de uma diminuição ligeira na exposição ao agente imunossupressor metabolizado pelo CYP3A4 (ex., ciclosporina, tacrolímus, everolímus e sirolímus). Com base na curta duração da exposição aumentada, não é recomendada uma redução da dose de agente imunossupressor no dia e dia após a administração de Fosaprepitant. - Sirolímus
Contraindicado

Voriconazol + Sirolímus

Observações: n.d.
Interações: Imunossupressores: [substratos do CYP3A4] Sirolímus (dose única de 2 mg) A coadministração de voriconazol e sirolímus é contraindicada. - Sirolímus
Usar com precaução

Nilotinib + Sirolímus

Observações: O nilotinib é principalmente metabolizado no fígado e é também substrato para a bomba de efluxo multifármacos, glicoproteína-P (gp-P). Assim, a absorção e subsequente eliminação do nilotinib absorvido sistemicamente podem ser influenciadas por substâncias que afetem a CYP3A4 e/ou a gp-P.
Interações: Substâncias que podem ter a sua concentração sistémica alterada pelo nilotinib: Em doentes com LMC, o nilotinib administrado na dose de 400 mg duas vezes por dia durante 12 dias aumentou respetivamente 2,6 vezes e 2,0 vezes a exposição sistémica (AUC e Cmax) do midazolam administrado por via oral (um substrato da CYP3A4). Nilotinib é um inibidor moderado da CYP3A4. Consequentemente, a exposição sistémica de outros medicamentos metabolizados principalmente pela CYP3A4 (por exemplo, certos inibidores da HMG CoA redutase) pode aumentar quando administrados concomitantemente com nilotinib. Pode ser necessária monitorização adequada e ajuste de dose para fármacos que são substratos da CYP3A4 e com um índice terapêutico estreito (incluindo mas não limitado a alfentanil, ciclosporina, dihidroergotamina, ergotamina, fentanil, sirolímus e tacrolímus), quando co-administrados com nilotinib. - Sirolímus
Não recomendado/Evitar

Posaconazol + Sirolímus

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de posaconazol sobre outros medicamentos: Posaconazol é um potente inibidor do CYP3A4. A administração concomitante de posaconazol com substratos do CYP3A4 pode resultar num grande aumento da exposição aos substratos do CYP3A4 como exemplificado abaixo pelo efeito sobre tacrolimus, sirolimus, atazanavir e midazolam. Recomenda-se precaução durante a administração concomitante de posaconazol com substratos do CYP3A4 administrados por via intravenosa e poderá ser necessário reduzir a dose do substrato do CYP3A4. Se posaconazol for administrado concomitantemente com substratos do CYP3A4 administrados por via oral, e para os quais um aumento das concentrações plasmáticas poderá estar associado a reações adversas inaceitáveis, deve-se monitorizar cuidadosamente as concentrações plasmáticas do substrato de CYP3A4 e/ou as reações adversas, e ajustar a dose conforme necessário. Vários dos estudos de interação foram conduzidos em voluntários saudáveis nos quais ocorre uma exposição superior a posaconazol em comparação com os doentes administrados com a mesma dose. O efeito de posaconazol sobre os substratos de CYP3A4 em doentes pode ser inferior nalguns casos aos observados em voluntários saudáveis, e é expectável que seja variável entre os doentes devido à variável exposição de pos aconazol nos doentes. O efeito da administração concomitante com posaconazol nos níveis plasmáticos dos substratos CYP3A4 também pode ser variável no mesmo doente, exceto se posaconazol for administrado de um modo rigorosamente padronizado com a alimentação, dado o grande efeito da alimentação na exposição de posaconazol. Efeitos de posaconazol sobre outros medicamentos: Sirolimus: A administração de do se repetida de posaconazol suspensão oral (400 mg duas vezes dia durante 16 dias) aumentou a Cmax e AUC de sirolimus (2 mg em dose única) numa média, respetivamente de 6,7 vezes e 8,9 vezes (intervalo de 3,1 a 17,5 vezes), em indivíduos saudáveis. Desconhece-se o efeito de posaconazol sobre sirolimus em doentes, mas espera-se que seja variável devido à variabilidade da exposição de posaconazol nos doentes. A administração concomitante de posaconazol e sirolimus não é recomendada e deve ser evitada sempre qu e possível. Se for considerado que não é possível evitar a administração concomitante, recomenda-se que a dose de sirolimus seja largamente reduzida aquando do início do tratamento de posaconazol e que sejam monitorizados com muita frequência os níveis de concentrações no vale de sirolimus no sangue total. As concentrações de sirolimus devem ser determinadas no início, durante a administração concomitante e descontinuação do tratamento de posaconazol, com as doses de sirolimus devidamente ajustadas. Na administração concomitante com posaconazol, deve ser tido em conta que a relação entre a concentração no vale e AUC de sirolimus se altera. Como resultado, a concentração no vale de sirolimus, que se deve situar dentro da janela terapêutica, pode ser reduzida para níveis subterapêuticos. Assim, devem estabelecer-se como alvo, concentrações no vale que se situem acima do intervalo terapêutico e monitorizar cuidadosamente sinais e sintomas clínicos, parâmetros laboratoriais e biópsias tecidulares. - Sirolímus
Usar com precaução

Ribociclib + Sirolímus

Observações: n.d.
Interações: Substâncias que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas por Ribociclib: Recomenda-se precaução em caso de utilização concomitante com substratos da CYP3A4 sensíveis com uma margem terapêutica estreita. A dose de um substrato da CYP3A4 sensível com uma margem terapêutica estreita, incluindo mas não limitado a alfentanilo, ciclosporina, everolímus, fentanilo, sirolímus e tacrolímus, pode necessitar de ser reduzido uma vez que ribociclib pode aumentar a sua exposição. - Sirolímus
Não recomendado/Evitar

Sirolímus + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: O sirolímus é extensamente metabolizado na parede do intestino e no fígado pela isoenzima CYP3A4. O sirolímus é também um substrato da bomba de efluxo de multifármacos, glicoproteína P (P - gp), localizada no intestino delgado. Portanto, a absorção e subsequente eliminação do sirolímus podem ser afetadas por substâncias que interferem com essas proteínas. Os inibidores da CYP3A4 (tais como cetoconazol, voriconazol, itraconazol, telitromicina ou claritromicina) diminuem o metabolismo do sirolímus e aumentam os níveis de sirolímus. Os indutores da CYP3A4 (tais como rifampicina ou rifabutina) aumentam o metabolismo do sirolímus e diminuem os níveis de sirolímus. Não se recomenda a administração simultânea de sirolímus com potentes inibidores da CYP3A4 ou indutores da CYP3A4. Cetoconazol (inibidor da CYP3A4): A administração de doses repetidas de cetoconazol afetou significativamente a taxa de absorção, a extensão da absorção e a exposição ao sirolímus do Sirolímus solução oral como se pode demonstrar pelo aumento da Cmax, tmax e AUC em 4,4 vezes, 1,4 vezes e 10,9 vezes, respetivamente. Não se recomenda a administração simultânea de sirolímus e cetoconazol. - Cetoconazol
Não recomendado/Evitar

Sirolímus + Voriconazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: O sirolímus é extensamente metabolizado na parede do intestino e no fígado pela isoenzima CYP3A4. O sirolímus é também um substrato da bomba de efluxo de multifármacos, glicoproteína P (P - gp), localizada no intestino delgado. Portanto, a absorção e subsequente eliminação do sirolímus podem ser afetadas por substâncias que interferem com essas proteínas. Os inibidores da CYP3A4 (tais como cetoconazol, voriconazol, itraconazol, telitromicina ou claritromicina) diminuem o metabolismo do sirolímus e aumentam os níveis de sirolímus. Os indutores da CYP3A4 (tais como rifampicina ou rifabutina) aumentam o metabolismo do sirolímus e diminuem os níveis de sirolímus. Não se recomenda a administração simultânea de sirolímus com potentes inibidores da CYP3A4 ou indutores da CYP3A4. Voriconazol (inibidor da CYP3A4): Foi relatado que a administração simultânea de sirolímus (2 mg dose única) com a administração oral de doses múltiplas de voriconazol (400 mg de 12 em 12 h no 1º dia, seguido de 100 mg de 12 em 12h durante 8 dias) em indivíduos saudáveis provocou um aumento da Cmax e da AUC do sirolímus, em média, de 7 vezes e 11 vezes, respetivamente. Não se recomenda a administração simultânea de sirolímus e voriconazol. Os inibidores da CYP3A4 podem diminuir o metabolismo do sirolímus e aumentar os seus níveis sanguíneos. Estes inibidores incluem alguns antifúngicos (por exemplo, clotrimazol, fluconazol, itraconazol, voriconazol), alguns antibióticos (por exemplo, troleandomicina, telitromicina, claritromicina), alguns inibidores da protease (por exemplo, ritonavir, indinavir, boceprevir, telaprevir), nicardipina, bromocriptina, cimetidina e danazol. - Voriconazol
Não recomendado/Evitar

Sirolímus + Itraconazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: O sirolímus é extensamente metabolizado na parede do intestino e no fígado pela isoenzima CYP3A4. O sirolímus é também um substrato da bomba de efluxo de multifármacos, glicoproteína P (P - gp), localizada no intestino delgado. Portanto, a absorção e subsequente eliminação do sirolímus podem ser afetadas por substâncias que interferem com essas proteínas. Os inibidores da CYP3A4 (tais como cetoconazol, voriconazol, itraconazol, telitromicina ou claritromicina) diminuem o metabolismo do sirolímus e aumentam os níveis de sirolímus. Os indutores da CYP3A4 (tais como rifampicina ou rifabutina) aumentam o metabolismo do sirolímus e diminuem os níveis de sirolímus. Não se recomenda a administração simultânea de sirolímus com potentes inibidores da CYP3A4 ou indutores da CYP3A4. Os inibidores da CYP3A4 podem diminuir o metabolismo do sirolímus e aumentar os seus níveis sanguíneos. Estes inibidores incluem alguns antifúngicos (por exemplo, clotrimazol, fluconazol, itraconazol, voriconazol), alguns antibióticos (por exemplo, troleandomicina, telitromicina, claritromicina), alguns inibidores da protease (por exemplo, ritonavir, indinavir, boceprevir, telaprevir), nicardipina, bromocriptina, cimetidina e danazol. - Itraconazol
Não recomendado/Evitar

Sirolímus + Telitromicina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: O sirolímus é extensamente metabolizado na parede do intestino e no fígado pela isoenzima CYP3A4. O sirolímus é também um substrato da bomba de efluxo de multifármacos, glicoproteína P (P - gp), localizada no intestino delgado. Portanto, a absorção e subsequente eliminação do sirolímus podem ser afetadas por substâncias que interferem com essas proteínas. Os inibidores da CYP3A4 (tais como cetoconazol, voriconazol, itraconazol, telitromicina ou claritromicina) diminuem o metabolismo do sirolímus e aumentam os níveis de sirolímus. Os indutores da CYP3A4 (tais como rifampicina ou rifabutina) aumentam o metabolismo do sirolímus e diminuem os níveis de sirolímus. Não se recomenda a administração simultânea de sirolímus com potentes inibidores da CYP3A4 ou indutores da CYP3A4. Os inibidores da CYP3A4 podem diminuir o metabolismo do sirolímus e aumentar os seus níveis sanguíneos. Estes inibidores incluem alguns antifúngicos (por exemplo, clotrimazol, fluconazol, itraconazol, voriconazol), alguns antibióticos (por exemplo, troleandomicina, telitromicina, claritromicina), alguns inibidores da protease (por exemplo, ritonavir, indinavir, boceprevir, telaprevir), nicardipina, bromocriptina, cimetidina e danazol. - Telitromicina
Não recomendado/Evitar

Sirolímus + Claritromicina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: O sirolímus é extensamente metabolizado na parede do intestino e no fígado pela isoenzima CYP3A4. O sirolímus é também um substrato da bomba de efluxo de multifármacos, glicoproteína P (P - gp), localizada no intestino delgado. Portanto, a absorção e subsequente eliminação do sirolímus podem ser afetadas por substâncias que interferem com essas proteínas. Os inibidores da CYP3A4 (tais como cetoconazol, voriconazol, itraconazol, telitromicina ou claritromicina) diminuem o metabolismo do sirolímus e aumentam os níveis de sirolímus. Os indutores da CYP3A4 (tais como rifampicina ou rifabutina) aumentam o metabolismo do sirolímus e diminuem os níveis de sirolímus. Não se recomenda a administração simultânea de sirolímus com potentes inibidores da CYP3A4 ou indutores da CYP3A4. Os inibidores da CYP3A4 podem diminuir o metabolismo do sirolímus e aumentar os seus níveis sanguíneos. Estes inibidores incluem alguns antifúngicos (por exemplo, clotrimazol, fluconazol, itraconazol, voriconazol), alguns antibióticos (por exemplo, troleandomicina, telitromicina, claritromicina), alguns inibidores da protease (por exemplo, ritonavir, indinavir, boceprevir, telaprevir), nicardipina, bromocriptina, cimetidina e danazol. - Claritromicina
Não recomendado/Evitar

Sirolímus + Rifampicina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: O sirolímus é extensamente metabolizado na parede do intestino e no fígado pela isoenzima CYP3A4. O sirolímus é também um substrato da bomba de efluxo de multifármacos, glicoproteína P (P - gp), localizada no intestino delgado. Portanto, a absorção e subsequente eliminação do sirolímus podem ser afetadas por substâncias que interferem com essas proteínas. Os inibidores da CYP3A4 (tais como cetoconazol, voriconazol, itraconazol, telitromicina ou claritromicina) diminuem o metabolismo do sirolímus e aumentam os níveis de sirolímus. Os indutores da CYP3A4 (tais como rifampicina ou rifabutina) aumentam o metabolismo do sirolímus e diminuem os níveis de sirolímus. Não se recomenda a administração simultânea de sirolímus com potentes inibidores da CYP3A4 ou indutores da CYP3A4. Rifampicina (indutor da CYP3A4): A administração de doses repetidas de rifampicina diminuiu a concentração do sirolímus no sangue total após a administração de uma d ose única de 10 mg de Rapamune solução oral. A rifampicina aumentou a depuração do sirolímus cerca de 5,5 vezes e diminuiu a AUC e C ma x em 82% e 71%, respetivamente. Não se recomenda a administração simultânea de sirolímus e rifampicina. - Rifampicina
Não recomendado/Evitar

Sirolímus + Rifabutina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: O sirolímus é extensamente metabolizado na parede do intestino e no fígado pela isoenzima CYP3A4. O sirolímus é também um substrato da bomba de efluxo de multifármacos, glicoproteína P (P - gp), localizada no intestino delgado. Portanto, a absorção e subsequente eliminação do sirolímus podem ser afetadas por substâncias que interferem com essas proteínas. Os inibidores da CYP3A4 (tais como cetoconazol, voriconazol, itraconazol, telitromicina ou claritromicina) diminuem o metabolismo do sirolímus e aumentam os níveis de sirolímus. Os indutores da CYP3A4 (tais como rifampicina ou rifabutina) aumentam o metabolismo do sirolímus e diminuem os níveis de sirolímus. Não se recomenda a administração simultânea de sirolímus com potentes inibidores da CYP3A4 ou indutores da CYP3A4. - Rifabutina
Usar com precaução

Sirolímus + Diltiazem

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Diltiazem (inibidor da CYP3A4): A administração oral simultânea de solução oral de Sirolímus 10 mg e de 120 mg de diltiazem afetou significativamente a biodisponibilidade do sirolímus. A Cmax, tmax e AUC do sirolímus aumentaram respetivamente 1,4 vezes, 1,3 vezes e 1,6 vezes. O sirolímus não afetou a farmacocinética do diltiazem nem dos seus metabolitos desacetildiltiazem e desmetildiltiazem. No caso de administração concomitante de diltiazem, deve fazer-se a monitorização dos níveis sanguíneos do sirolímus e pode ser necessário ajuste posológico. - Diltiazem
Usar com precaução

Sirolímus + Verapamilo

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Verapamilo (inibidor da CYP3A4): A administração de doses múltiplas de verapamilo e solução oral de sirolímus afetou significativamente a taxa e extensão da absorção de ambos os medicamentos. A Cmax, a tmax e a AUC do sirolímus no sangue total aumentaram 2,3 vezes, 1,1 vezes e 2,2 vezes, respetivamente. A Cmax e a AUC do verapamilo S -(- ) no plasma aumentaram amba s 1,5 vezes e a tmax diminuiu 24%. Os níveis de sirolímus devem ser monitorizados e devem considerar-se as reduções adequadas das doses de ambos os medicamentos. - Verapamilo
Não recomendado/Evitar

Sirolímus + Inibidores do CYP3A4

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: O sirolímus é extensamente metabolizado na parede do intestino e no fígado pela isoenzima CYP3A4. O sirolímus é também um substrato da bomba de efluxo de multifármacos, glicoproteína P (P - gp), localizada no intestino delgado. Portanto, a absorção e subsequente eliminação do sirolímus podem ser afetadas por substâncias que interferem com essas proteínas. Os inibidores da CYP3A4 (tais como cetoconazol, voriconazol, itraconazol, telitromicina ou claritromicina) diminuem o metabolismo do sirolímus e aumentam os níveis de sirolímus. Os indutores da CYP3A4 (tais como rifampicina ou rifabutina) aumentam o metabolismo do sirolímus e diminuem os níveis de sirolímus. Não se recomenda a administração simultânea de sirolímus com potentes inibidores da CYP3A4 ou indutores da CYP3A4. Os inibidores da CYP3A4 podem diminuir o metabolismo do sirolímus e aumentar os seus níveis sanguíneos. Estes inibidores incluem alguns antifúngicos (por exemplo, clotrimazol, fluconazol, itraconazol, voriconazol), alguns antibióticos (por exemplo, troleandomicina, telitromicina, claritromicina), alguns inibidores da protease (por exemplo, ritonavir, indinavir, boceprevir, telaprevir), nicardipina, bromocriptina, cimetidina e danazol. - Inibidores do CYP3A4
Usar com precaução

Sirolímus + Eritromicina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Eritromicina (inibidor da CYP3A4): A administração de doses múltiplas de eritromicina e solução oral de sirolímus aumentou significativamente a taxa e extensão da absorção de ambos os medicamentos. A Cmax, a tmax e a AUC do sirolímus no sangue total aumentaram 4,4 vezes, 1,4 vezes e 4,2 vezes, respetivamente. A Cmax, a tmax e a AUC da eritromicina base no plasma aumentaram 1,6 ve zes, 1,3 vezes e 1,7 vezes, respetivamente. Os níveis de sirolímus devem ser monitorizados e devem considerar-se as reduções adequadas das doses de ambos os medicamentos. - Eritromicina
Usar com precaução

Sirolímus + Ciclosporina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Ciclosporina (substrato da CYP3A4): A taxa e extensão da absorção do sirolímus foi significativamente aumentada pela ciclosporina A (CsA). A administração simultânea de sirolímus (5 mg) e ao fim de 2 horas (5 mg) e de 4 horas (10 mg) após a ciclosporina (300 mg) teve como consequência um aumento da AUC do sirolímus de aproximadamente 183%, 141% e 80%, respetivamente. O efeito da ciclosporina refletiu-se igualmente no aumento da Cmax e da tmax do sirolímus. Quando administrado 2 horas antes da administração de ciclosporina, a Cmax e a AUC do sirolímus não foram afetadas. O sirolímus em dose única não afetou a farmacocinética da ciclosporina (microemulsão) em voluntários saudáveis, quando administrados simultaneamente ou com 4 horas de intervalo. Recomenda-se que o Sirolímus seja administrado 4 horas após a ciclosporina (microemulsão). - Ciclosporina
Sem efeito descrito

Sirolímus + Contracetivos orais

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Contracetivos orais: Não se observou nenhuma interação farmacocinética significativa entre o Sirolímus solução oral e a formulação de 0,3 mg de norgestrel/ 0,03 mg de etinilestradiol. Embora os resultados de um estudo de interação de dose única com um contracetivo oral sugiram a ausência de interação farmacocinética, não se pode excluir a possibilidade de ocorrerem alterações farmacocinéticas suscetíveis de alterar a eficácia do contracetivo oral durante o tratamento crónico com Sirolímus. - Contracetivos orais
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sirolímus + Antifúngicos

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os inibidores da CYP3A4 podem diminuir o metabolismo do sirolímus e aumentar os seus níveis sanguíneos. Estes inibidores incluem alguns antifúngicos (por exemplo, clotrimazol, fluconazol, itraconazol, voriconazol), alguns antibióticos (por exemplo, troleandomicina, telitromicina, claritromicina), alguns inibidores da protease (por exemplo, ritonavir, indinavir, boceprevir, telaprevir), nicardipina, bromocriptina, cimetidina e danazol. - Antifúngicos
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sirolímus + Clotrimazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os inibidores da CYP3A4 podem diminuir o metabolismo do sirolímus e aumentar os seus níveis sanguíneos. Estes inibidores incluem alguns antifúngicos (por exemplo, clotrimazol, fluconazol, itraconazol, voriconazol), alguns antibióticos (por exemplo, troleandomicina, telitromicina, claritromicina), alguns inibidores da protease (por exemplo, ritonavir, indinavir, boceprevir, telaprevir), nicardipina, bromocriptina, cimetidina e danazol. - Clotrimazol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sirolímus + Fluconazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os inibidores da CYP3A4 podem diminuir o metabolismo do sirolímus e aumentar os seus níveis sanguíneos. Estes inibidores incluem alguns antifúngicos (por exemplo, clotrimazol, fluconazol, itraconazol, voriconazol), alguns antibióticos (por exemplo, troleandomicina, telitromicina, claritromicina), alguns inibidores da protease (por exemplo, ritonavir, indinavir, boceprevir, telaprevir), nicardipina, bromocriptina, cimetidina e danazol. - Fluconazol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sirolímus + Antibióticos

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os inibidores da CYP3A4 podem diminuir o metabolismo do sirolímus e aumentar os seus níveis sanguíneos. Estes inibidores incluem alguns antifúngicos (por exemplo, clotrimazol, fluconazol, itraconazol, voriconazol), alguns antibióticos (por exemplo, troleandomicina, telitromicina, claritromicina), alguns inibidores da protease (por exemplo, ritonavir, indinavir, boceprevir, telaprevir), nicardipina, bromocriptina, cimetidina e danazol. - Antibióticos
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sirolímus + Troleandomicina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os inibidores da CYP3A4 podem diminuir o metabolismo do sirolímus e aumentar os seus níveis sanguíneos. Estes inibidores incluem alguns antifúngicos (por exemplo, clotrimazol, fluconazol, itraconazol, voriconazol), alguns antibióticos (por exemplo, troleandomicina, telitromicina, claritromicina), alguns inibidores da protease (por exemplo, ritonavir, indinavir, boceprevir, telaprevir), nicardipina, bromocriptina, cimetidina e danazol. - Troleandomicina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sirolímus + Inibidores da Protease (IP)

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os inibidores da CYP3A4 podem diminuir o metabolismo do sirolímus e aumentar os seus níveis sanguíneos. Estes inibidores incluem alguns antifúngicos (por exemplo, clotrimazol, fluconazol, itraconazol, voriconazol), alguns antibióticos (por exemplo, troleandomicina, telitromicina, claritromicina), alguns inibidores da protease (por exemplo, ritonavir, indinavir, boceprevir, telaprevir), nicardipina, bromocriptina, cimetidina e danazol. - Inibidores da Protease (IP)
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sirolímus + Ritonavir

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os inibidores da CYP3A4 podem diminuir o metabolismo do sirolímus e aumentar os seus níveis sanguíneos. Estes inibidores incluem alguns antifúngicos (por exemplo, clotrimazol, fluconazol, itraconazol, voriconazol), alguns antibióticos (por exemplo, troleandomicina, telitromicina, claritromicina), alguns inibidores da protease (por exemplo, ritonavir, indinavir, boceprevir, telaprevir), nicardipina, bromocriptina, cimetidina e danazol. - Ritonavir
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sirolímus + Indinavir

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os inibidores da CYP3A4 podem diminuir o metabolismo do sirolímus e aumentar os seus níveis sanguíneos. Estes inibidores incluem alguns antifúngicos (por exemplo, clotrimazol, fluconazol, itraconazol, voriconazol), alguns antibióticos (por exemplo, troleandomicina, telitromicina, claritromicina), alguns inibidores da protease (por exemplo, ritonavir, indinavir, boceprevir, telaprevir), nicardipina, bromocriptina, cimetidina e danazol. - Indinavir
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sirolímus + Boceprevir

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os inibidores da CYP3A4 podem diminuir o metabolismo do sirolímus e aumentar os seus níveis sanguíneos. Estes inibidores incluem alguns antifúngicos (por exemplo, clotrimazol, fluconazol, itraconazol, voriconazol), alguns antibióticos (por exemplo, troleandomicina, telitromicina, claritromicina), alguns inibidores da protease (por exemplo, ritonavir, indinavir, boceprevir, telaprevir), nicardipina, bromocriptina, cimetidina e danazol. - Boceprevir
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sirolímus + Telaprevir

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os inibidores da CYP3A4 podem diminuir o metabolismo do sirolímus e aumentar os seus níveis sanguíneos. Estes inibidores incluem alguns antifúngicos (por exemplo, clotrimazol, fluconazol, itraconazol, voriconazol), alguns antibióticos (por exemplo, troleandomicina, telitromicina, claritromicina), alguns inibidores da protease (por exemplo, ritonavir, indinavir, boceprevir, telaprevir), nicardipina, bromocriptina, cimetidina e danazol. - Telaprevir
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sirolímus + Nicardipina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os inibidores da CYP3A4 podem diminuir o metabolismo do sirolímus e aumentar os seus níveis sanguíneos. Estes inibidores incluem alguns antifúngicos (por exemplo, clotrimazol, fluconazol, itraconazol, voriconazol), alguns antibióticos (por exemplo, troleandomicina, telitromicina, claritromicina), alguns inibidores da protease (por exemplo, ritonavir, indinavir, boceprevir, telaprevir), nicardipina, bromocriptina, cimetidina e danazol. - Nicardipina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sirolímus + Bromocriptina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os inibidores da CYP3A4 podem diminuir o metabolismo do sirolímus e aumentar os seus níveis sanguíneos. Estes inibidores incluem alguns antifúngicos (por exemplo, clotrimazol, fluconazol, itraconazol, voriconazol), alguns antibióticos (por exemplo, troleandomicina, telitromicina, claritromicina), alguns inibidores da protease (por exemplo, ritonavir, indinavir, boceprevir, telaprevir), nicardipina, bromocriptina, cimetidina e danazol. - Bromocriptina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sirolímus + Cimetidina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os inibidores da CYP3A4 podem diminuir o metabolismo do sirolímus e aumentar os seus níveis sanguíneos. Estes inibidores incluem alguns antifúngicos (por exemplo, clotrimazol, fluconazol, itraconazol, voriconazol), alguns antibióticos (por exemplo, troleandomicina, telitromicina, claritromicina), alguns inibidores da protease (por exemplo, ritonavir, indinavir, boceprevir, telaprevir), nicardipina, bromocriptina, cimetidina e danazol. - Cimetidina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sirolímus + Danazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os inibidores da CYP3A4 podem diminuir o metabolismo do sirolímus e aumentar os seus níveis sanguíneos. Estes inibidores incluem alguns antifúngicos (por exemplo, clotrimazol, fluconazol, itraconazol, voriconazol), alguns antibióticos (por exemplo, troleandomicina, telitromicina, claritromicina), alguns inibidores da protease (por exemplo, ritonavir, indinavir, boceprevir, telaprevir), nicardipina, bromocriptina, cimetidina e danazol. - Danazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sirolímus + Hipericão (Erva de S. João)

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os indutores da CYP3A4 podem aumentar o metabolismo do sirolímus e reduzir os seus níveis sanguíneos (e.g. chá de hipericão (Hypericum perforatum), anticonvulsivantes: carbamazepina, fenobarbital e fenitoína). - Hipericão (Erva de S. João)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sirolímus + Anticonvulsivantes

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os indutores da CYP3A4 podem aumentar o metabolismo do sirolímus e reduzir os seus níveis sanguíneos (e.g. chá de hipericão (Hypericum perforatum), anticonvulsivantes: carbamazepina, fenobarbital e fenitoína). - Anticonvulsivantes
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sirolímus + Carbamazepina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os indutores da CYP3A4 podem aumentar o metabolismo do sirolímus e reduzir os seus níveis sanguíneos (e.g. chá de hipericão (Hypericum perforatum), anticonvulsivantes: carbamazepina, fenobarbital e fenitoína). - Carbamazepina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sirolímus + Fenobarbital

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os indutores da CYP3A4 podem aumentar o metabolismo do sirolímus e reduzir os seus níveis sanguíneos (e.g. chá de hipericão (Hypericum perforatum), anticonvulsivantes: carbamazepina, fenobarbital e fenitoína). - Fenobarbital
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sirolímus + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os indutores da CYP3A4 podem aumentar o metabolismo do sirolímus e reduzir os seus níveis sanguíneos (e.g. chá de hipericão (Hypericum perforatum), anticonvulsivantes: carbamazepina, fenobarbital e fenitoína). - Fenitoína
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sirolímus + Inibidores da glicoproteína-P (Gp-P)

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os inibidores da P-gp podem diminuir o efluxo do sirolímus das células da parede intestinal e assim aumentar os níveis circulantes do sirolímus. - Inibidores da glicoproteína-P (Gp-P)
Não recomendado/Evitar

Sirolímus + Sumo de toranja

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: O sumo de toranja afeta o metabolismo mediado pela CYP3A4 e deve por isso ser evitado. - Sumo de toranja
Usar com precaução

Sirolímus + Cisaprida

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Podem observar-se interações farmacocinéticas com fármacos procinéticos gastrointestinais tais como cisaprida e metoclopramida. - Cisaprida
Usar com precaução

Sirolímus + Metoclopramida

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Podem observar-se interações farmacocinéticas com fármacos procinéticos gastrointestinais tais como cisaprida e metoclopramida. - Metoclopramida
Sem efeito descrito

Sirolímus + Aciclovir

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Não foi detetada nenhuma interação farmacocinética com significado clínico entre o sirolímus e os seguintes fármacos: aciclovir, atorvastatina, digoxina, glibenclamida, metilprednisolona, nifedipina, prednisolona e trimetoprim/sulfametoxazol. - Aciclovir
Sem efeito descrito

Sirolímus + Atorvastatina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Não foi detetada nenhuma interação farmacocinética com significado clínico entre o sirolímus e os seguintes fármacos: aciclovir, atorvastatina, digoxina, glibenclamida, metilprednisolona, nifedipina, prednisolona e trimetoprim/sulfametoxazol. - Atorvastatina
Sem efeito descrito

Sirolímus + Digoxina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Não foi detetada nenhuma interação farmacocinética com significado clínico entre o sirolímus e os seguintes fármacos: aciclovir, atorvastatina, digoxina, glibenclamida, metilprednisolona, nifedipina, prednisolona e trimetoprim/sulfametoxazol. - Digoxina
Sem efeito descrito

Sirolímus + Glibenclamida

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Não foi detetada nenhuma interação farmacocinética com significado clínico entre o sirolímus e os seguintes fármacos: aciclovir, atorvastatina, digoxina, glibenclamida, metilprednisolona, nifedipina, prednisolona e trimetoprim/sulfametoxazol. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Sirolímus + Metilprednisolona

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Não foi detetada nenhuma interação farmacocinética com significado clínico entre o sirolímus e os seguintes fármacos: aciclovir, atorvastatina, digoxina, glibenclamida, metilprednisolona, nifedipina, prednisolona e trimetoprim/sulfametoxazol. - Metilprednisolona
Sem efeito descrito

Sirolímus + Nifedipina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Não foi detetada nenhuma interação farmacocinética com significado clínico entre o sirolímus e os seguintes fármacos: aciclovir, atorvastatina, digoxina, glibenclamida, metilprednisolona, nifedipina, prednisolona e trimetoprim/sulfametoxazol. - Nifedipina
Sem efeito descrito

Sirolímus + Prednisolona

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Não foi detetada nenhuma interação farmacocinética com significado clínico entre o sirolímus e os seguintes fármacos: aciclovir, atorvastatina, digoxina, glibenclamida, metilprednisolona, nifedipina, prednisolona e trimetoprim/sulfametoxazol. - Prednisolona
Sem efeito descrito

Sirolímus + Sulfametoxazol + Trimetoprim (Cotrimoxazol)

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Não foi detetada nenhuma interação farmacocinética com significado clínico entre o sirolímus e os seguintes fármacos: aciclovir, atorvastatina, digoxina, glibenclamida, metilprednisolona, nifedipina, prednisolona e trimetoprim/sulfametoxazol. - Sulfametoxazol + Trimetoprim (Cotrimoxazol)
Sem efeito descrito

Sirolímus + Outros medicamentos

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Embora o sirolímus iniba o citocromo microsomal hepático humano P450 CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e CYP3A4/5 in vitro, não se prevê que a substância ativa iniba estas isoenzimas in vivo, dado que as concentrações de sirolímus necessárias para provocar inibição são muito superiores às observadas nos doentes tratados com as doses terapêuticas de sirolímus. - Outros medicamentos
Usar com precaução

Saquinavir + Sirolímus

Observações: A maioria dos estudos de interação medicamentosa com saquinavir foi desenvolvida com saquinavir não potenciado ou com saquinavir cápsulas moles não potenciado. Um número reduzido de estudos foi desenvolvido com saquinavir potenciado com ritonavir ou com saquinavir cápsulas moles potenciado com ritonavir. Os dados obtidos a partir dos estudos de interação medicamentosa realizados com saquinavir não potenciado podem não ser representativos dos efeitos observados com a terapêutica de saquinavir/ritonavir. Adicionalmente, os resultados observados com saquinavir cápsulas moles podem não ser preditivos relativamente à magnitude destas interações com saquinavir/ritonavir.
Interações: Medicamentos que são substrato da glicoproteína-P: Imunossupressores: Ciclosporina; Rapamicina (saquinavir/ritonavir) As concentrações destes medicamentos aumentam várias vezes quando coadministrados com saquinavir/ritonavir. É necessária uma monitorização terapêutica cuidadosa dos imunossupressores quando coadministrados com saquinavir/ritonavir. - Sirolímus
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Verapamilo + Sirolímus

Observações: n.d.
Interações: Possíveis interacções medicamentosas associadas com o verapamilo, devido a razões de farmacocinética: Imunomoduladores Ciclosporina - Aumento da AUC, Css, Cmax da ciclosporina em 45%, Everolímus - Possível aumento dos níveis de everolímus; Sirolímus - Possível aumento dos níveis de sirolímus, Tacrolímus - Possível aumento dos níveis de tacrolímus. - Sirolímus
Usar com precaução

Telaprevir + Sirolímus

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: IMUNOSSUPRESSORES: Ciclosporina, tacrolimus, sirolimus: Serão necessárias reduções acentuadas das doses dos imunossupressores com ou sem prolongamento dos intervalos entre dose. Recomenda-se uma monitorização rigorosa dos níveis sanguíneos de imunossupressores, função renal, e efeitos secundários relacionados com imunossupressores aquando da administração concomitante com telaprevir. Tacrolimus pode prologar o intervalo QT. - Sirolímus
Usar com precaução

Telitromicina + Sirolímus

Observações: Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos.
Interações: Efeito do Telitromicina nos outros medicamentos: Ciclosporinas, tacrolimus, sirolimus: Devido à sua potencial inibição do CYP3A4, a telitromicina pode aumentar a concentração no sangue dos substratos CYP3A4. Assim, ao iniciar a telitromicina em doentes já a receber qualquer destes agentes imunossupressores, os níveis de ciclosporina, tacrolimus ou sirolimus devem ser cuidadosamente monitorizados e as suas doses diminuídas se necessário. Quando a telitromicina é descontinuada, os níveis de ciclosporina, tacrolimus ou sirolimus devem ser outra vez cuidadosamente monitorizados e, se necessário a dose aumentada. - Sirolímus
Usar com precaução

Tipranavir + Sirolímus

Observações: Os estudos de interação apenas foram realizados em adultos.
Interações: IMUNOMODULADORES Ciclosporina, Tacrolimus, Sirolimus Não foi realizado qualquer estudo de interação. Não se conseguem prever as concentrações de ciclosporina, tacrolimus e sirolimus, quando coadministradas com tipranavir, coadministrado com ritonavir em dose baixa, devido a um efeito conflituoso do tipranavir coadministrado com ritonavir em dose baixa no CYP 3A e na P-gp.Recomenda-se uma monitorização mais frequente das concentrações destes fármacos até que os níveis sanguíneos estabilizem. - Sirolímus
Usar com precaução

Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida + Sirolímus

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com este medicamento. As interações que foram identificadas em estudos com componentes individuais de este medicamento, isto é, com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir), cobicistate, emtricitabina ou tenofovir alafenamida, determinam as interações que podem ocorrer com este medicamento. As interações esperadas entre Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida e potenciais medicamentos concomitantes são baseadas em estudos realizados com os componentes deste medicamento, como agentes individuais ou em associação, ou são interações medicamentosas potenciais que podem ocorrer. Os ensaios de interação com os componentes de este medicamento foram realizados apenas em adultos.
Interações: IMUNOSSUPRESSORES Ciclosporina Sirolímus Tacrolímus Tendo por base considerações teóricas, é expectável que DRV/COBI aumente as concentrações plasmáticas destes imunossupressores. (inibição do CYP3A) É esperadoquea administração concomitante de ciclosporina aumente a concentração plasmática de tenofovir alafenamida. (inibição da glicoproteína-P) É necessário realizar monitorização terapêutica do agente imunossupressor quando é efetuada uma administração concomitante com este medicamento. - Sirolímus
Usar com precaução

Letermovir + Sirolímus

Observações: Informação geral sobre as diferenças na exposição entre os diferentes regimes de tratamento com letermovir - A exposição plasmática esperada de letermovir difere consoante o regime terapêutico utilizado. Desta forma, as consequências clínicas das interações medicamentosas do letermovir vão depender do regime de letermovir utilizado, e se o letermovir está ou não associado à ciclosporina. - A associação de ciclosporina e letermovir pode levar a efeitos potenciados ou adicionais dos medicamentos concomitantes quando comparado com letermovir isoladamente.
Interações: Medicamentos metabolizados pelo CYP3A O letermovir é um inibidor moderado in vivo do CYP3A. A administração concomitante de Letermovir com midazolam oral (um substrato do CYP3A) resulta num aumento de 2-3 vezes das concentrações plasmáticas de midazolam. A administração concomitante de Letermovir pode resultar em aumentos clinicamente relevantes das concentrações plasmáticas de substratos CYP3A administrados concomitantemente. - Exemplos destes medicamentos incluem imunossupressores (por ex.: ciclosporina, tacrolimus e sirolimus), inibidores da HMG-CoA redutase e amiodarona. Pimozida e alcaloides ergotamínicos são contraindicados. A magnitude do efeito inibitório do CYP3A é dependente da via de administração de letermovir e da administração concomitante de ciclosporina. Devido à inibição dependente do tempo e simultânea indução, o efeito inibitório enzimático real pode não ser atingido até aos 10-14 dias. O tempo necessário para atingir o estado estacionário de um medicamento específico afetado, irá também influenciar o tempo necessário para atingir o efeito total na concentração plasmática. Após terminar o tratamento, demora cerca de 10-14 dias para que o efeito inibitório desapareça. Se for feita monitorização recomenda-se que seja feita nas 2 primeiras semanas após iniciar e depois de terminar letermovir, bem como após alterar a via de administração de letermovir. Imunosupressores Sirolimus (2 mg dose única)/ letermovir (480 mg por dia): Devem ser monitorizadas frequentemente as concentrações de sirolimus no sangue total, durante o tratamento, quando se altera a via de administração de Letermovir e ao descontinuar Letermovir, e a dose de sirolimus deve ser ajustada. É recomendada a monitorização frequente das concentrações de sirolimus ao iniciar e descontinuar a administração concomitante de ciclosporina com Letermovir. Quando Letermovir é administrado concomitantemente com ciclosporina, consultar também a informação de prescrição de sirolimus para recomendações específicas de dosagem na utilização de sirolimus com ciclosporina. Quando Letermovir é administrado concomitantemente com ciclosporina, a magnitude do aumento das concentrações de sirolimus pode ser superior do que com Letermovir isoladamente. - Sirolímus
Usar com precaução

Atorvastatina + Perindopril + Sirolímus

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com este medicamento e outros medicamentos, embora alguns estudos tenham sido realizados com atorvastatina e perindopril separadamente. Os dados de estudos clínicos demonstram que o duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) através da utilização combinada de IECAs, antagonistas dos recetores da angiotensina II ou aliscireno está associado ao aumento da frequência de eventos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia, diminuição da função renal (incluindo insuficiência renal aguda) comparativamente com a utilização de um único medicamento que atua no SRAA.
Interações: Utilização concomitante que requer cuidados especiais: Perindopril Inibidores da mTOR (por exemplo, sirolímus, everolímus, temsirolímus) Os doentes tratados concomitantemente com inibidores da mTOR podem ter um risco aumentado de angioedema. - Sirolímus
Não recomendado/Evitar

Rosuvastatina + Perindopril + Indapamida + Sirolímus

Observações: n.d.
Interações: Comuns ao perindopril e indapamida Uso concomitante não recomendado: Inibidores da mTOR (por exemplo, sirolímus, everolímus, temsirolímus): Os doentes tratados concomitantemente com inibidores da mTOR podem ter um risco aumentado de angioedema. - Sirolímus
Usar com precaução

Tezacaftor + Ivacaftor + Sirolímus

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Medicamentos que são afetados pelo tezacaftor e ivacaftor Digoxina e outros substratos da gp-P A coadministração com digoxina, um substrato sensível da gp-P, aumentou a exposição à digoxina 1,3 vezes, o que é consistente com a inibição fraca da gp-P pelo ivacaftor. A administração de Tezacaftor/Ivacaftor em associação com o ivacaftor poderá aumentar a exposição sistémica de medicamentos que são substratos sensíveis da gp-P, o que poderá aumentar ou prolongar o seu efeito terapêutico e reações adversas. Deve ter-se precaução e proceder-se a uma monitorização cuidadosa quando utilizados concomitantemente com digoxina ou com outros substratos da gp-P com um índice terapêutico estreito, tais como a ciclosporina, everolímus, sirolímus e tacrolímus. - Sirolímus
Usar com precaução

Doravirina + Lamivudina + Tenofovir + Sirolímus

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos da doravirina, lamivudina e tenofovir disoproxil noutros medicamentos Doravirina Não é provável que a doravirina na dose de 100 mg uma vez por dia tenha um efeito clinicamente relevante nas concentrações plasmáticas de medicamentos que são dependentes de proteínas de transporte para absorção e/ou eliminação ou que são metabolizados pelas enzimas CYP. No entanto, a administração concomitante de doravirina e do substrato sensível ao CYP3A, midazolam, resultou numa diminuição de 18% na exposição ao midazolam, sugerindo que a doravirina pode ser um indutor fraco do CYP3A. Por conseguinte, deve ter-se precaução ao administrar concomitantemente doravirina com medicamentos que sejam substratos sensíveis ao CYP3A que também tenham uma janela terapêutica estreita (por exemplo, tacrolímus e sirolímus). - Sirolímus
Usar com precaução

Doravirina + Sirolímus

Observações: n.d.
Interações: Efeitos da doravirina noutros medicamentos Não é provável que a doravirina na dose de 100 mg uma vez por dia tenha um efeito clinicamente relevante nas concentrações plasmáticas de medicamentos que são dependentes de proteínas de transporte para absorção e/ou eliminação ou que são metabolizados pelas enzimas CYP. No entanto, a administração concomitante de doravirina e do substrato sensível ao CYP3A, midazolam, resultou numa diminuição de 18% na exposição ao midazolam, sugerindo que a doravirina pode ser um indutor fraco do CYP3A. Por conseguinte, deve ter-se precaução ao administrar concomitantemente doravirina com medicamentos que sejam substratos sensíveis ao CYP3A que também tenham uma janela terapêutica estreita (por exemplo, tacrolímus e sirolímus). - Sirolímus
Não recomendado/Evitar

Brigatinib + Sirolímus

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas pelo brigatinib Substratos do CYP3A Estudos in vitro em hepatócitos demonstraram que brigatinib é um indutor do CYP3A4. Não foram realizados estudos clínicos de interação medicamentosa com substratos sensíveis do CYP3A. Brigatinib pode reduzir os níveis plasmáticos de medicamentos coadministrados que sejam predominantemente metabolizados pelo CYP3A. Portanto, a coadministração de Brigatinib com substratos do CYP3A com um índice terapêutico estreito (por exemplo, alfentanilo, fentanilo, quinidina, ciclosporina, sirolímus, tacrolímus) deve ser evitada uma vez que a sua eficácia pode ser reduzida. Brigatinib pode também induzir outras enzimas e transportadores (por exemplo, CYP2C, P-gp) através dos mesmos mecanismos responsáveis pela indução do CYP3A (por exemplo, ativação do recetor pregnano X). - Sirolímus
Não recomendado/Evitar

Lorlatinib + Sirolímus

Observações: Dados in vitro indicam que lorlatinib é principalmente metabolizado pelo CYP3A4 e pela uridina difosfato-glucuronosiltransferase (UGT)1A4, com pequenas contribuições do CYP2C8, CYP2C19, CYP3A5 e UGT1A3.
Interações: Medicamentos cuja concentração plasmática pode ser alterada pelo lorlatinib Substratos do CYP3A4/5 Estudos in vitro indicaram que lorlatinib é um inibidor dependente do tempo, bem como um indutor do CYP3A4/5 e que ativa o recetor X do pregnano (PXR) humano, com a indução como efeito concreto in vivo. A administração concomitante de lorlatinib em doentes resultou no decréscimo da AUC do midazolam oral quando este último foi administrado isolado, sugerindo que lorlatinib é um indutor do CYP3A4/5. Lorlatinib 150 mg por via oral uma vez por dia durante 15 dias diminuiu a AUCinf e a Cmax de uma dose única oral de 2 mg de midazolam (um substrato sensível do CYP3A) em 61% e em 50%, respetivamente. Por conseguinte, lorlatinib é um indutor moderado do CYP3A. Assim, a administração concomitante de lorlatinib com substratos do CYP3A4/5 com índices terapêuticos estreitos, incluindo, entre outros, alfentanilo, ciclosporina, di-hidroergotamina, ergotamina, fentanilo, contracetivos hormonais, pimozida, quinidina, sirolímus e tacrolímus, deve ser evitada pois a concentração destes medicamentos pode ser reduzida pelo lorlatinib. - Sirolímus
Usar com precaução

Larotrectinib + Sirolímus

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do larotrectinib sobre outros agentes Efeito do larotrectinib sobre substratos do CYP3A Os dados clínicos obtidos em indivíduos adultos saudáveis indicam que a coadministração de Larotrectinib (100 mg duas vezes por dia durante 10 dias) aumentou a Cmax e a AUC do midazolam oral 1,7 vezes em comparação com o midazolam isolado, sugerindo que o larotrectinib é um inibidor fraco do CYP3A. Há que tomar precauções com a utilização concomitante de substratos do CYP3A com um intervalo terapêutico estreito (p. ex., alfentanilo, ciclosporina, di-hidroergotamina, ergotamina, fentanilo, pimozida, quinidina, sirolímus ou tacrolímus) em doentes medicados com Larotrectinib. Se for necessária a utilização concomitante destes substratos do CYP3A com intervalos terapêuticos estreitos em doentes medicados com Larotrectinib, poderão ser necessárias reduções da dose dos substratos do CYP3A devido a reações adversas. - Sirolímus
Usar com precaução

Fosnetupitant + Palonossetrom + Sirolímus

Observações: n.d.
Interações: Efeito de outros medicamentos na farmacocinética do Fosnetupitant + Palonossetrom O netupitant é metabolizado principalmente pelo CYP3A4; como tal, a coadministração com medicamentos que inibem ou induzem a atividade do CYP3A4 pode influenciar as concentrações plasmáticas do netupitant. Consequentemente, a administração concomitante com inibidores fortes do CYP3A4 (p. ex., cetoconazol) deve ser feita com precaução e a administração concomitante com indutores fortes do CYP3A4 (p. ex., rifampicina) deve ser evitada. Além disso, este medicamento deve ser utilizado com precaução em doentes a receber substâncias ativas administradas concomitantemente por via oral, com um intervalo terapêutico estreito, que são metabolizadas principalmente pelo CYP3A4, tais como a ciclosporina, tacrolímus, sirolímus, everolímus, alfentanilo, diergotamina, ergotamina, fentanilo e quinidina. - Sirolímus
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interações do Sirolímus
Tome sirolimus apenas como indicado pelo seu médico.

Não aumente ou diminua a dosagem ou prolongue o tratamento por mais tempo do que o seu médico receitou.

A quantidade exata de remédio que precisa foi cuidadosamente estudada.

Um aumento de dosagem vai aumentar o risco de efeitos secundários, ao mesmo tempo que diminuir a dosagem pode levar à rejeição do rim transplantado.

Sirolimus geralmente vem com as informações para paciente ou instruções.
Leia-as com atenção e certifique-se de compreendeu tudo antes de tomar sirolimus.

Se tiver alguma dúvida, pergunte ao seu médico.

Para ajudar a lembrar de tomar o seu medicamento, tente adquirir o hábito de tomá-lo ao mesmo tempo cada dia.

Isso vai ajudar ao correto funcionamento de sirolimus, mantendo uma quantidade constante no sangue.

Pode tomar sirolimus com ou sem alimentos.
No entanto, deve tomá-lo sempre da mesma maneira (com ou sem alimentos) de cada vez.

Toranja e sumo de toranja pode aumentar os efeitos de sirolimus, aumentando a quantidade de sirolimus no corpo.

Não deve comer toranja ou beber sumo de toranja enquanto estiver a tomar sirolimus.

Não pare de tomar sirolimus sem verificar primeiro com o seu médico.

Pode ter que tomar sirolimus para o resto de sua vida para evitar que seu corpo rejeite o transplante.

Sirolimus é normalmente usado em conjunto com um corticosteroide (medicamento do tipo cortisona) e ciclosporina (imunossupressor).

Sirolimus deve ser tomado 4 horas após a solução oral de ciclosporina modificada ou cápsulas de ciclosporina modificadas.

Se tem alguma dúvida sobre isso, pergunte ao seu médico.

Se tem estado a tomar sirolimus em conjunto com ciclosporina para 2 a 4 meses após o seu transplante, o seu médico pode querer que pare de usar a ciclosporina e aumentar a dose de sirolimus.

Entretanto, alguns pacientes (por exemplo, pacientes negros ou com a rejeição do transplante no passado) pode precisar de continuar a utilizar ciclosporina por até um ano após o transplante.

O seu médico irá dizer-lhe se precisa de continuar a tomar ciclosporina.

Comprimidos de Sirolimus não devem ser esmagados, mastigados ou divididos.

Se for incapaz de ingerir a forma de comprimido, o seu médico vai lhe dar um líquido oral e receber instruções sobre como tomá-lo.

Para usar o líquido por via oral:
- Abra o frasco da solução e insira o adaptador firmemente dentro da garrafa.

- Inserir a seringa âmbar (agulha de plástico) que vem com a garrafa para tirar a quantidade certa de medicamento.

- Esvaziar o líquido da seringa num copo.

- Misturar o medicamento com pelo menos 60 mililitros (¼ chávena) de água ou sumo de laranja.

Mexa bem a mistura e beba imediatamente.

- Adicionar pelo menos 120 ml (½ chávena) de água adicional ou sumo de laranja, mexa bem e beba-o para se certificar de que todo o medicamento é tomado.

- Se foi indicado pelo seu médico para realizar o seu próprio medicamento, pode manter a sua dose diária de sirolimus numa seringa firmemente tampada por um máximo de 24 horas à temperatura ambiente ou no frigorífico.

Deitar fora a seringa usada após cada utilização.

Se sirolimus entrar em contacto com a sua pele, lave com água e sabão imediatamente.
Se ele entrar nos olhos, lave-os com água.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 08 de Setembro de 2020