Fenilbutazona

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica)
O que é
Fenilbutazona é uma droga de ação antiinflamatória, antipirética e analgésica.

É conhecida também por Butacifona em alguns países.

A fenilbutazona é aplicada nos tratamentos da espondilite anquilosante, artrite reumatóide e síndrome de Reiter.

Embora seja eficiente também contra a artrite da gota, os efeitos colaterais desaconselham seu uso nestes casos.

Este grupo de medicamentos inclui fenilbutazona, oxifenbutazona, antipirina, aminopirina e dipirona.

Esses agentes têm sido usados clinicamento há muito anos; embora não seja um medicamento de primeira linha, a fenilbutazona é o mais importante sob o ponto de vista terapêutico, enquanto a antipirina e aminopirina não são usadas hoje em dia.

A fenilbutazona foi introduzida em 1949 para o tratamento da artrite reumatóide e doenças relacionadas.

Embora ela seja um agente antiinflamatório eficaz, efeitos tóxicos graves limitam sua utilização a longo prazo.

Os efeitos antiinflamatórios da fenilbutazona são semelhantes aos dos salicilatos, porém sua toxicidade é muito diferente.

Como ocorre com a aminopirina, a fenilbutazona pode causar agranulocitose.

A farmacologia e a toxicologia da fenilbutazona e seus metabólitos e congêneres foram revistas detalhadamente.

Devido o potencial de efeitos tóxicos graves, a fenilbutazona passou a ser um medicamento com utilidade extremamente limitada em comparação aos outros MAINE.
Usos comuns
Tratamento dos episódios agudos de gota e pseudogota, osteoartrites, espondilite anquilosante; nos casos de exacerbação aguda de artrite reumatóide, osteoartrose e reumatismo extra-articular, quando o tratamento com antiinflamatórios não esteróides não apresenta resposta satisfatória.
Tipo
pequena molécula
História
Sem informação.
Indicações
Tratamento dos episódios agudos de gota e pseudogota, osteoartrites, espondilite anquilosante; nos casos de exacerbação aguda de artrite reumatóide, osteoartrose e reumatismo extra-articular, quando o tratamento com antiinflamatórios não esteróides não apresenta resposta satisfatória.
Classificação CFT
n.d.     n.d.
Mecanismo De Ação
A inibição da ciclooxigenase (prostaglandina-sintetase) representa o fator principal no mecanismo de ação da fenilbutazona, diminuindo a produção das prostaglandinas (principalmente das séries "E" e "F") que participam do desenvolvimento das reações inflamatória, dolorosa e febril.

Em condições experimentais, a fenilbutazona também inibe as funções leucocitárias (quimiotaxia, liberação e/ou atividade de enzimas lisossómicas

Efeitos antiinflamatórios: A fenilbutazona produz efeitos antiinflamatórios marcantes e sua utilização frequente para melhorar o desempenho dos cavalos de corrida é bem conhecida.

Efeitos de certa forma semelhantes são demonstrados nos pacientes com artrite reumatóide e doenças relacionadas.

Efeitos antipiréticos e analgésicos: Estes têm sido pouco estudados nos seres humanos.

Para a dor de origem não-reumática, sua eficácia analgésica é inferior a dos salicilatos.

Em virtude dos seres tóxicos, a fenilbutazona não deve ser usada rotineiramente como analgésico ou antipirético.

Efeito uricosúrico: Em doses de cerca de 600 mg por dia, a fenilbutazona produz um efeito uricosúrico discreto atribuível provavelmente a um dos seus metabólitos, que reduz a reabsorção tubular do ácido úrico.

Concentrações reduzidas deste medicamento inibem a secreção tubular do ácido úrico e causam a retenção de urato.

Um congénere da fenilbutazona (sulfimpirazona) é muito mais eficaz como agente uricosúrico e tem sido útil no tratamento da gota crónica.

Efeitos hidroeletrolíticos: A fenilbutazona causa retenção significativa de Na+ e cloreto, que se acompanha da redução do volume urinário e edema em alguns casos.

A excreção do K+ não é alterada.

Frequentemente, o volume plasmático aumenta em até 50% e, desta forma, alguns pacientes tratados com fenilbutazona desenvolvem descompensação cardíaca e edema pulmonar agudo.
Posologia Orientativa
A posologia usual para doenças reumáticas é:
dose de ataque: 2 a 3 drageias/comprimidos diárias, às refeições, nos primeiros dias.

Dose de manutenção: 1 drageia/comprimido ao dia, durante a principal refeição.

Episódios agudos de gota: 3 a 4 drageias/comprimido ao dia, durante 1 a 3 dias.

Recomenda-se que a posologia seja individualizada de acordo com a idade e o quadro clínico do paciente, de preferência não excedendo a uma semana.
Administração
Via oral, com as refeições.
Contraindicações
Hipersensibilidade à Fenilbutazona.

Gravidez, lactação, menores de 14 anos, úlcera péptica, distúrbios hematológicos, cardiopatias, diabetes, insuficiências renal e hepática graves, hipertensão arterial grave, doenças da tiroide.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
As mais comuns são de origem gastrintestinal (náuseas, vómitos, diarréia, estomatites e desconforto epigástrico); com menor frequência são relatados casos de insónia, vertigem, nervosismo, confusão, edema, bócio e dor de cabeça; raramente podem ocorrer hematúria, pancreatite, nefrite e distúrbios da visão.
Advertências
Aleitamento
Aleitamento:Evitar; presente no leite.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:Ver AINEs.
Gravidez
Gravidez:Fenilbutazona é geralmente evitada durante a gravidez.
Precauções Gerais
Pacientes portadores de doenças cardiovasculares devem ser tratados com cautela devido à possibilidade de retenção e edema.

Para o tratamento de pacientes idosos (acima de 65 anos) ou portadores de insuficiências hepática e renal leves é necessário um ajuste da posologia e um rigoroso acompanhamento médico.

Quando Fenilbutazona for administrada, em casos excepcionais, por um período superior a uma semana, devem ser realizados testes de hemograma periodicamente, pois podem ocorrer alterações sanguíneas significativas, o que indica que o medicamento deve ser suspenso imediatamente.

Devem ser evitadas as associações com anticoagulantes e hipoglicemiantes orais, fenitoína, sulfonamidas e derivados do lítio, pois aumenta a atividade e os efeitos destas; acelera o metabolismo do dicumarol, aminofenazona, digitoxina e cortisona.
Cuidados com a Dieta
Tome com alimentos para reduzir a irritação.

Evite o álcool.
Terapêutica Interrompida
Não utilize uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glibenclamida + Fenilbutazona

Observações: N.D.
Interações: Reacções hipoglicémicas devidas à potenciação da acção da Glibenclamida podem ocorrer com a administração simultânea das seguintes substâncias: Anabolizantes, bezafibrato, biguanidas, bloqueadores beta, clofibrato, cloranfenicol, derivados cumarínicos, fenfluramina, fenilbutazona, feniramidol, fluoxetina, fosfamídios, guanetidina, inibidores da ECA, inibidores da MAO, miconazol, PAS, pentoxifilina (em doses elevadas por via parentérica), probenecida, reserpina, salicilatos, sulfimpirazona, sulfonamidas, tetraciclinas, tritoqualina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glipizida + Fenilbutazona

Observações: N.D.
Interações: Os compostos mencionados a seguir podem aumentar o efeito hipoglicemiante: Anti-inflamatórios não esteroides (por ex. fenilbutazona): Aumento do efeito hipoglicemiante das sulfonilureias (deslocação da ligação das sulfonilureias às proteínas plasmáticas e/ou diminuição da eliminação das sulfonilureias).

Clozapina + Fenilbutazona

Observações: N.D.
Interações: Supressores da Medula Óssea (ex: carbamazepina, cloranfenicol, sulfonamidas (ex: cotrimoxazol), analgésicos derivados da pirazolona (ex: fenilbutazona), penicilamina, agentes citotóxicos e injecções antipsicóticos depot de longa-duração: Interagem para aumentar o risco e/ou gravidade da supressão da medula óssea. A clozapina não deve ser utilizada concomitantemente com outros agentes que tenham um potencial para suprimir a função da medula óssea bem conhecido.

Glibenclamida + Metformina + Fenilbutazona

Observações: N.D.
Interações: Associações não recomendadas: Relacionadas com sulfonilureia(s): Fenilbutazona (via sistémica): Aumento do efeito hipoglicemiante da(s) sulfonilureia(s) (deslocamento da(s) sulfonilureia(s) dos locais de ligação às proteínas e/ou diminuição da sua eliminação). Recomenda-se o uso de outro agente anti-inflamatório com menos interações, ou então advertir o doente e aumentar a automonitorização; se necessário, a dose poderá ser ajustada durante o tratamento com o anti-inflamatório e após a sua retirada.

Iodeto (131I) de sódio + Fenilbutazona

Observações: N.D.
Interações: São conhecidos muitos fármacos que interagem com o iodo radioactivo. Podem fazê-lo através de uma série de mecanismos, afectando a ligação a proteínas, a farmacocinética ou influenciando os efeitos dinâmicos do iodo marcado. É portanto necessário considerar todos os fármacos tomados pelo doente e analisar que medicamentos é necessário interromper antes da administração do iodeto de sódio [131I]. Por exemplo, os anti-tiroideus, carbimazole (ou outros derivados do imidazole, como o propiltiouracilo), salicilatos, esteróides, nitroprussiato de sódio, sulfobromoftaleína, perclorato, ou outros medicamentos (anticoagulantes, antihistamínicos, antiparasitários, penicilinas, sulfonamidas, tolbutamida, tiopentona) são retirados durante 1 semana; a fenilbutazona por 1-2 semanas, expectorantes, vitaminas por 2 semanas; preparações naturais ou sintéticas da tiróide (tiroxina de sódio, liotironina de sódio, extracto de tiróide) por 2-3 semanas; amiodarona, benzodiazepinas, lítio por 4 semanas, iodetos tópicos por 1-9 meses; e para meios de contraste intravenosos, colecistográficos orais, meios de contraste contendo iodo por períodos até 1 ano,
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sulfametoxazol + Trimetoprim + Fenilbutazona

Observações: N.D.
Interações: Foram relatadas as seguintes interações: efeito aumentado (potenciado) do cotrimoxazol na administração simultânea de probenecide, indometacina, fenilbutazona, salicilatos e sulfinpirazona;

Gliclazida + Fenilbutazona

Observações: N.D.
Interações: Os seguintes medicamentos são suscetíveis de aumentar o risco de hipoglicémia: Associações desaconselhadas: Fenilbutazona (via sistémica): Aumento do efeito hipoglicemiante das sulfonilureias (deslocação das suas ligações às proteínas plasmáticas e/ou diminuição da sua eliminação). É preferível utilizar um anti-inflamatório diferente, ou então prevenir o doente e reforçar a importância da autovigilância. Sempre que necessário, ajustar a dose durante e após o tratamento com o anti-inflamatório.

Oseltamivir + Fenilbutazona

Observações: As propriedades farmacocinéticas do oseltamivir, tais como a reduzida ligação às proteínas e o metabolismo independente dos sistemas de metabolização com intervenção do CYP450 e da glucuronidase, sugerem que é improvável a ocorrência de interações medicamentosas clinicamente relevantes, por estes mecanismos. É improvável a ocorrência de interações medicamentosas clinicamente importantes que envolvam a competição para a secreção tubular renal, devido às margens de segurança conhecidas para a maior parte destas substâncias, às características de eliminação do metabolito ativo (filtração glomerular e secreção tubular aniónica) e à capacidade de excreção destas vias.
Interações: Deve tomar-se cuidado ao prescrever oseltamivir a indivíduos que estejam a tomar fármacos com estreita margem terapêutica, excretados pela mesma via (como por exemplo clorpropamida, metotrexato, fenilbutazona).

Benzilpenicilina potássica + Fenilbutazona

Observações: N.D.
Interações: A semi-vida da benzilpenicilina é igualmente prolongada, através de inibição da secreção tubular renal, por salicilatos, fenilbutazona, indometacina e sulfonamidas (sulfifenazol, sulfinpirazona).

Benzilpenicilina sódica + Fenilbutazona

Observações: N.D.
Interações: A semi-vida da benzilpenicilina é igualmente prolongada, através de inibição da secreção tubular renal, por salicilatos, fenilbutazona, indometacina e sulfonamidas (sulfifenazol, sulfinpirazona).

Glisentida (glipentida) + Fenilbutazona

Observações: N.D.
Interações: O deslocamento da glisentida da sua fixação ao proteínas pode aumentar os seus efeitos hipoglicemiantes. Alguns medicamentos, tais como clofibrato, fenofibrato, fenilbutazona, salicilatos e sulfonamidas, podem deslocar as sulfonilureas com ligações iónicas às proteínas (caso da clorpropamida, tolbutamida e tolazamida) muito mais do que eles fazem com o glisentida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glimepirida + Fenilbutazona

Observações: N.D.
Interações: Pode ocorrer uma potenciação do efeito hipoglicemiante e portanto, em alguns casos, hipoglicemia quando um dos seguintes medicamentos é administrado em simultâneo com glimepirida, por exemplo: - fenilbutazona, azapropazona e oxifenobutazona; - insulina e produtos antidiabéticos orais, tal como a metformina; - ácido p-amino-salicílico; - esteroides anabolizantes e hormonas sexuais masculinas; - cloranfenicol, algumas sulfonamidas de ação longa, tetraciclinas, antibióticos da classe das quinolonas e claritromicina; - anticoagulantes cumarínicos; - fenfluramina; - disopiramida; - fibratos; - inibidores da ECA; - fluoxetina, inibidores da MAO; - alopurinol, probenecida, sulfinpirazona; - simpaticolíticos; - ciclofosfamida, trofosfamida e ifosfamidas; - miconazol, fluconazol; - pentoxifilina (doses elevadas por via parentérica); - tritoqualina.

Diacereína + Fenilbutazona

Observações: N.D.
Interações: A ligação plasmática da reína não foi influenciada pela presença de concentrações terapêuticas de diclofenac, fenbufeno, flurbiprofeno, ibuprofeno, naproxeno, fenilbutazona, piroxicam, sulindac e tenoxicam.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Reviparina sódica + Fenilbutazona

Observações: N.D.
Interações: a) Potenciação Pode verificar-se potenciação do efeito da heparina quando se administra concomitantemente fármacos anti-inflamatórios não-esteróides (por exemplo, fenilbutazona, indometacina, sulfinpirazona).

Fluindiona + Fenilbutazona

Observações: N.D.
Interações: Associações contraindicadas: AINEs pirazole: Para todas as formas de fenilbutazona, incluindo locais: Aumento do risco de sangramento do anticoagulante oral (inibição da função plaquetária e danos à mucosa gastroduodenal por medicamentos anti-inflamatórios não esteróides).

Etoposido + Fenilbutazona

Observações: A utilização prévia ou concomitante de fármacos com ação mielossupressora semelhante à do etoposido/fosfato de etoposido é expectável que tenha efeitos aditivos ou sinergéticos. A ligação às proteínas plasmáticas in vitro é de 97%.
Interações: A fenilbutazona, o salicilato de sódio e o ácido acetilsalicílico podem deslocar o etoposido da ligação às proteínas plasmáticas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glimepirida + Pioglitazona + Fenilbutazona

Observações: Não existem estudos formais de interação para o Glimepirida / Pioglitazona, contudo, a utilização concomitante das substâncias ativas em doentes em utilização clínica não teve como resultado interações inesperadas. As informações disponíveis são sobre as substâncias ativas individualmente (pioglitazona e glimepirida).
Interações: GLIMEPIRIDA: Potenciação do efeito hipoglicemiante e como tal, em alguns casos, poderá ocorrer hipoglicemia quando uma das seguintes substâncias ativas é tomada, por exemplo: Fenilbutazona, azapropazona e oxifenbutazona; Insulina e outros produtos orais antidiabéticos; Metformina; Salicilatos e ácido p-amino salicílico; Esteróides anabolizantes e hormonas sexuais masculinas; Cloranfenicol; Claritromicina; Anticoagulantes cumarínicos; Disopiramida; Fenfluramina; Fibratos; Inibidores da ECA; Fluoxetina; Alopurinol; Simpatolíticos; Ciclo-, tro e ifosfamidas; Sulfinpirazona; Determinadas sulfonamidas de ação prolongada; tetraciclinas; Inibidores da MAO; Antibióticos que contêm quinolonas; Probenecida; Miconazol; Pentoxifilina (dose elevada, via parentérica); Tritoqualina; Fluconazol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Heparina sódica + Fenilbutazona

Observações: N.D.
Interações: Aumento do efeito da heparina: O aumento clinicamente significativo do efeito da heparina e o aumento da tendência para hemorragia podem ser provocados por: inibidores da agregação plaquetária, como ácido acetilsalicílico, ticlopidina, clopidogrel, dipiridamol em doses elevadas. Fibrinolíticos, Outros anticoagulantes (derivados da cumarina), Anti-inflamatórios não-esteroides (fenilbutazona, indometacina, sulfinpirazona), Bloqueadores dos recetores da glicoproteína IIb/ IIIa, Penicilina de alta dose, Medicamentos citostáticos, exceto a doxorrubicina, Dextranos

Varfarina + Fenilbutazona

Observações: n.d.
Interações: Os compostos que reconhecidamente potenciam a acção da varfarina ou que habitualmente são referidos como exercendo esse efeito são: Ácido etacrínico, ácido mefenâmico, ácido tielínico, álcool (ingestão aguda), alopurinol, amiodarona, Ácido Acetilsalicílico, azapropazona, cefamandol, ciprofloxacina, claritromicina, cloranfenicol, cimetidina, clofibrato, cotrimoxazol, danazol, dextropropoxifeno, dipiramidol, dissulfiram, eritromicina, estanozolol, etiloestrenol, fenilbutazona, fibratos, fluconazol, glucagão, halofenato, hormonas tiroideias, cetoconazol, latamofex, meclofenamato de sódio, metronidazol, miconazol, noretandrolona, omeprazol, oxifenbutazona, oximetolona, paracetamol, piroxicam, propafenona, quetoquenazol, quinidina, quinina, sinvastatina, ISRS antidepressivos, sulfinpirazona, sulfonamidas, sulindac, tetraciclina, valproato, vitamina E. A administração concomitante de varfarina com uma dose alta de Ácido Acetilsalicílico, fenilbutazona e azapropazona devem ser evitadas. Cuidados e maior frequência de testes INR são requeridos com NSAIDs incluindo inibidores dos Cox2 e doses baixas de Ácido Acetilsalicílico. São necessários cuidados especiais com os antiagregantes plaquetários.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Indocianina verde + Fenilbutazona

Observações: N.D.
Interações: Seguidamente, apresenta-se uma lista geral das interações com outros medicamentos: Anticonvulsivantes Compostos de bissulfito Haloperidol Heroina Meperidina Metamizol Metadona Morfina Nitrofurantoina Alcaloides opiáceos Fenobarbital Fenilbutazona
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ácido asiático + Fenilbutazona

Observações: N.D.
Interações: A interação com algumas drogas antiinflamatórias, como a dexametasona e fenilbutazona apresentaram ação antagonista ao asiaticosídeo na cicatrização de feridas.

Amitriptilina + Perfenazina + Fenilbutazona

Observações: N.D.
Interações: Os efeitos anticolinérgicos dos antidepressivos tricíclicos podem provocar um atraso da motilidade gastrointestinal, suficiente para afectar a absorção de vários outros fármacos. Além disso, o atraso do esvaziamento gástrico pode dar origem a uma inactivação de medicamentos como a levodopa e a fenilbutazona.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Oxibutinina + Fenilbutazona

Observações: N.D.
Interações: Pelo contrário, a oxibutinina pode diminuir o grau de absorção da lidocaína, do paracetamol, do lítio, das aminopenicilinas, da tetraciclina, da fenilbutazona, do sulfametoxazol, do cotrimoxazol e das preparações de libertação lenta.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tolazamida + Fenilbutazona

Observações: N.D.
Interações: Inibidores da enzima conversora da angiotensina (por exemplo, enalapril), anticoagulantes (por exemplo, varfarina), antifúngicos azóis (por exemplo, miconazol, cetoconazol), cloranfenicol, clofibrato, fenfluramina, insulina, inibidores da monoamina oxidase (por exemplo, fenelzina) (Por exemplo, ibuprofeno), fenilbutazona, probenecida, antibióticos quinolona (por exemplo, ciprofloxacina), salicilatos (por exemplo, aspirina) ou sulfonamidas (por exemplo, sulfametoxazol) porque o risco de baixo nível de açúcar no sangue pode ser aumentado.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Fenilbutazona

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que podem aumentar os níveis séricos de fenitoína incluem: cloranfenicol, sulfonamidas, dicumarol, disulfiram, isoniazida, cimetidina, sultiamo, fenilbutazona, tolbutamida, salicilatos, clordiazepóxido, fenotiazinas, diazepam e alcoolismo agudo.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glimepirida + Rosiglitazona + Fenilbutazona

Observações: Não existem estudos formais de interacção para este medicamento, no entanto o uso concomitante das substâncias activas em doentes em estudos clínicos e na sua vasta utilização clínica não originou interações inesperadas. Anformação disponível é acerca das substâncias activas individualmente (rosiglitazona e glimepirida).
Interações: GLIMEPIRIDA: Com base na experiência com glimepirida e outras sulfonilureias, deverão ser mencionadas as seguintes interações. Potenciação do efeito de redução de glucose no sangue, pelo que em alguns casos poderá ocorrer hipoglicemia quando um dos seguintes fármacos é administrado, por exemplo: Fenilbutazona, azapropazona e oxifenbutazona, sulfinpirazona, insulina e medicamentos antidiabéticos, algumas sulfamidas de longa duração, metformina, tetraciclinas, salicilatos e ácido p-amino-salicílico, inibidores da MAO, esteróides anabolizantes e hormonas masculinas, antibióticos quinolonas, cloranfenicol, probenecide, anticoagulantes cumarínicos, miconazol, fenfluramina, pentoxifilina (dose parentérica elevada), fibratos, tritoqualina, inibidores da ECA, fluconazol, fluoxetina, alopurinol, simpaticolíticos, ciclo-, tro- e ifosfamidas.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Colestiramina + Fenilbutazona

Observações: N.D.
Interações: Colestiramina pode retardar ou reduzir a absorção de medicamentos administrados concomitantemente por via oral, tais como, fenilbutazona, varfarina, clorotiazida, tetraciclina, penicilina G, fenobarbital, preparações da tiroide e tiroxina e digitálicos.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

Não administrar durante a gravidez e amamentação.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017