Amlodipina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI com Advertência na Condução DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica) DCI/Medicamento Psicofármaco
O que é
A Amlodipina (como besilato, maleato ou mesilato) é um bloqueador dos canais de cálcio da classe das dihidropiridinas de ação prolongada (DHP), utilizada como um antihipertensivo e no tratamento da angina de peito.

À semelhança de outros bloqueadores do canal de cálcio, a Amlodipina atua através do relaxamento do músculo liso da parede arterial, redução da resistência periférica total, assim, ao reduzir a pressão sanguínea, na angina de peito, a amlodipina aumenta o fluxo sanguíneo no músculo cardíaco (embora os bloqueadores dos canais de cálcio de classe DHP sejam mais seletivos para artérias do que o tecido muscular do coração (miocárdio), tal como os canais de cálcio cardíacos não são do tipo dihidropiridina).
Usos comuns
A Amlodipina é utilizada no tratamento de hipertensão e doença arterial coronária.
Tipo
pequena molécula
História
Sem informação.
Indicações
Hipertensão;
Angina de peito crónica e estável;
Angina vasospástica (de Prinzmetal).
Classificação CFT
03.04.03     Bloqueadores da entrada do cálcio
Mecanismo De Ação
A Amlodipina é um antagonista do cálcio de dihidropiridina (antagonista de iões de cálcio ou de um bloqueador de canal lento) que inibe o movimento dos iões cálcio nas células musculares lisas vasculares e as células do músculo cardíaco.

Os dados experimentais sugerem que a Amlodipina se liga a ambos os locais de ligação de dihidropiridina nondihidropiridina.

O processo contrátil do músculo cardíaco e do músculo liso vascular são dependentes da circulação de iões de cálcio extra-celulares nestas células através dos canais iónicos específicos.

A Amlodipina inibe o influxo de iões cálcio através da membrana celular selectivamente, com um efeito maior em células de músculo liso vascular do que nas células musculares cardíacas.

Efeitos inotrópicos negativos, ou diminuição da contractilidade do músculo do coração, pode ser detetada in vitro, mas estes efeitos não foram observados em animais intactos ou em doses terapêuticas.

A concentração sérica de cálcio não é afetada pela Amlodipina.

Dentro da gama de pH fisiológico, a Amlodipina é um composto ionizado (pKa = 8,6), e a sua interação com o recetor de canal de cálcio é caraterizada por uma taxa gradual da associação e dissociação com o sítio de ligação do recetor, resultando em um início gradual de efeito.
Posologia Orientativa
Adultos
Tanto na hipertensão como na angina de peito a dose inicial recomendada é de 5 mg de Amlodipina uma vez ao dia.

Esta dose pode ser aumentada até ao máximo de 10 mg, de acordo com a resposta do doente.
Administração
Comprimido para administração oral.
Contraindicações
– hipersensibilidade à substância ativa;
– hipotensão grave;
– choque (incluindo choque cardiogénico);
– obstrução do infundíbulo do ventrículo esquerdo (por exemplo, estenose aórtica de grau elevado);
– insuficiência cardíaca hemodinâmica instável após enfarte agudo do miocárdio.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Doenças do sangue e do sistema linfático
Muito raros: leucocitopenia, trombocitopenia.

Doenças do sistema imunitário
Muito raros: reações alérgicas

Doenças do metabolismo e da nutrição
Muito raros: hiperglicemia

Perturbações do foro psiquiátrico
Pouco frequentes: insónia, alterações do humor (incluindo ansiedade), depressão
Raros: confusão

Doenças do sistema nervoso
Frequentes: sonolência, tonturas, cefaleias (especialmente no início do tratamento)
Pouco frequentes: tremores, disgeusia, síncope, hipoestesia, parestesias
Muito raros: hipertonia, neuropatia periférica

Afeções oculares
Pouco frequentes: perturbações visuais (incluindo diplopia)
Afeções do ouvido e do labirinto
Pouco frequentes: acufenos

Cardiopatias
Frequentes: palpitações
Muito raros: enfarte do miocárdio, arritmia (incluindo bradicardia, taquicardia ventricular e fibrilhação auricular)

Vasculopatias
Frequentes: rubor
Pouco frequentes: hipotensão
Muito raros: vasculite

Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino
Pouco frequentes: dispneia, rinite
Muito raros: tosse

Doenças gastrointestinais
Frequentes: dores abdominais, náuseas
Pouco frequentes: vómitos, dispepsia, alteração dos hábitos intestinais (incluindo diarreia e obstipação), xerostomia
Muito raros: pancreatite, gastrite, hiperplasia gengival

Afeções hepatobiliares
Muito raros: hepatite, icterícia, aumento das enzimas hepáticas (principalmente consistente com colestase)

Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos
Pouco frequentes: alopecia, púrpura, descoloração cutânea, hipersudorese, prurido, erupção cutânea, exantema
Muito raros: angioedema, eritema multiforme, urticária, dermatite esfoliativa, síndrome de Stevens-Johnson, edema de Quincke, fotossensibilidade

Afeções musculosqueléticas e dos tecidos conjuntivos
Frequentes: tumefação dos tornozelos
Pouco frequentes: mialgia, artralgia, cãibras musculares, lombalgia

Doenças renais e urinárias
Pouco frequentes: perturbações da micção, noctúria, aumento da frequência urinária

Doenças dos órgãos genitais e da mama
Pouco frequentes: impotência, ginecomastia
Perturbações gerais e alterações no local de administração
Frequentes: edema, fadiga
Pouco frequentes: dor torácica, astenia, dor, mal-estar geral

Exames complementares de diagnóstico
Pouco frequentes: aumento de peso, diminuição de peso
Advertências
Gravidez
Gravidez:Não há informação disponível, mas recomenda-se evitar; o risco para o feto deve ser ponderado contra o risco de hipertensão materna não controlada. Ver Bloqueadores da entrada do cálcio. Risco fetal desconhecido, por falta de estudos alargados.
Aleitamento
Aleitamento:Evitar; não há informação útil.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:Pode ser necessário reduzir a dose.
Conducao
Conducao:Risco de hipotensão; pode alterar a capacidade de condução.
Precauções Gerais
A segurança e eficácia de Amlodipina em crises hipertensivas não foram ainda estabelecidas.

Doentes com insuficiência cardíaca
Os doentes com insuficiência cardíaca devem ser tratados com precaução.
Num estudo a longo prazo, controlado com placebo em doentes com insuficiência cardíaca grave (classes III e IV da NYHA), os casos notificados de incidência de edema pulmonar foram maiores no grupo tratado com amlodipina comparativamente ao grupo tratado com placebo.

Os bloqueadores de canais de cálcio, incluindo a Amlodipina, devem ser utilizados com precaução em doentes com insuficiência cardíaca congestiva, pois podem aumentar o risco futuro de acontecimentos cardiovasculares e mortalidade.

Utilização em doentes com afeção da função hepática
A semivida da Amlodipina é prolongada e os valores da AUC são superiores nos doentes com afeção da função hepática.
Não foram estabelecidas recomendações de dosagem.

A Amlodipina deve ser iniciada com a dose mais baixa do intervalo de doses e é necessário precaução tanto no início do tratamento como no aumento de dose.

Nos doentes com afeção da função hepática grave pode ser necessária uma titulação lenta da dose e monitorização cuidadosas.

Utilização em doentes idosos
Nos idosos, o aumento da dose deve ser feito com precaução.

Utilização em doentes com insuficiência renal
Nestes doentes, a Amlodipina pode ser administrada nas doses normais.

Alterações na concentração plasmática da Amlodipina não estão relacionadas com o grau de insuficiência renal.
A Amlodipina não é dialisável.
Cuidados com a Dieta
As pessoas que estejam a tomar Amlodipina não devem consumir toranjas e sumo de toranja, pois a toranja e o sumo de toranja podem causar um aumento da substância ativa, amlodipina, nos níveis sanguíneos, o que pode provocar um aumento imprevisível do efeito da Amlodipina na diminuição da pressão arterial.
Terapêutica Interrompida
Não se preocupe. Se se esqueceu de tomar um comprimido, esqueça essa dose. Tome a próxima dose à hora correta.

Não tome uma dose a dobrar de Amlodipina para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

O medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Darunavir + Amlodipina

Observações: O perfil de interação do darunavir pode variar dependendo se é utilizado o ritonavir ou o cobicistate como fármacos potenciadores. As recomendações dadas para a utilização concomitante de darunavir e outros medicamentos podem por isso variar dependendo se darunavir é potenciado com ritonavir ou com cobicistate, e é também necessária precaução durante o primeiro tempo de tratamento, se se substituir o fármaco potenciador de ritonavir para cobicistate.
Interações: BLOQUEADORES DOS CANAIS DE CÁLCIO: Amlodipina, Diltiazem, Felodipina, Nicardipina, Nifedipina, Verapamil: Não foi estudado. É expectável que Darunavir potenciado aumente as concentrações plasmáticas destes bloqueadores dos canais de cálcio. (inibição do CYP3A e/ou CYP2D6). Recomenda-se monitorização dos efeitos terapêuticos e reações adversas quando estes medicamentos são administrados concomitantemente com Darunavir potenciado.

Azilsartan medoxomil + Clorotalidona + Amlodipina

Observações: N.D.
Interações: Azilsartan medoxomilo: Não foram notificadas interações clinicamente significativas em estudos do azilsartan medoxomilo ou do azilsartan administrado com amlodipina, antiácidos, clorotalidona, digoxina, fluconazol, gliburida, cetoconazol, metformina e varfarina. O azilsartan medoxomilo é um profármaco, que é rapidamente hidrolisado na sua fração ativa azilsartan por esterases no trato gastrointestinal e/ou durante a absorção do fármaco. Estudos in vitro indicaram que é improvável a ocorrência de interações baseadas na inibição das estearases.
 Sem significado Clínico

Metformina + Vildagliptina + Amlodipina

Observações: Não foram efetuados estudos formais de interação com Metformina/Vildagliptina. As informações seguintes refletem a informação disponível com as substâncias ativas em monoterapia.
Interações: Vildagliptina: A vildagliptina tem um fraco potencial de interação com outros medicamentos administrados em associação. Uma vez que a vildagliptina não é um substrato do citocromo P (CYP) 450 e não inibe nem induz as enzimas CYP450, não é provável a interação com substâncias ativas que sejam substratos, inibidores ou indutores dessas enzimas. Foram efetuados estudos de interação medicamentosa com amlodipina, ramipril, valsartan e sinvastatina em indivíduos saudáveis. Nestes estudos não se observaram interações farmacocinéticas clinicamente relevantes após a administração concomitante com vildagliptina. No entanto, estas não foram determinadas na população - alvo.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Conivaptan + Amlodipina

Observações: O Conivaptan é um substrato sensível do CYP3A. Conivaptan é um inibidor com base em mecanismo potente do CYP3A. O efeito de conivaptan na farmacocinética de substratos CYP3A co-administrada foi avaliada com a co-administração de conivaptan com midazolam, simvastatina, e amlodipina.
Interações: Cloridrato conivaptan Oral 40 mg duas vezes por dia, resultou num aumento de 2 vezes na AUC e meia-vida da amlodipina.

Fluconazol + Amlodipina

Observações: O fluconazol é um potente inibidor do citocromo P450 (CYP) isoenzima 2C9 e um inibidor moderado do CYP3A4. O fluconazol é também um inibidor da isoenzima CYP2C19. Adicionalmente às interações observadas/documentadas abaixo indicadas, existe um risco de aumento da concentração plasmática de outros compostos metabolizados pelo CYP2C9 e CYP3A4 coadministrados com fluconazol. Deste modo, deve-se ter precaução quando se utilizam estas associações e os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados. O efeito inibidor da enzima pelo fluconazol persiste 4-5 dias após a descontinuação do tratamento com fluconazol devido à sua longa semivida.
Interações: A utilização concomitante dos seguintes fámacos leva a precauções e ajustes de dose: O efeito de fluconazol noutros fármacos: Bloqueadores dos canais de cálcio: Alguns antagonistas dos canais de cálcio (nifedipina, isradipina, amlodipina, verapamilo e felodipina) são metabolizados pelo CYP3A4. O fluconazol tem o potencial para aumentar a exposição sistémica dos antagonistas dos canais do cálcio. Recomenda-se uma monitorização frequente dos acontecimentos adversos.

Ivabradina + Amlodipina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Estudos específicos de interação medicamentosa demonstraram que não existe efeito clinicamente significativo dos seguintes medicamentos na farmacocinética e farmacodinâmica da ivabradina: Inibidores da bomba de protões (omeprazol, lansoprazol), sildenafil, inibidores da redutase HMG CoA (sinvastatina), bloqueadores dos canais de cálcio dihidropiridinicos (amlodipina, lacidipina), digoxina e varfarina. Adicionalmente não houve qualquer efeito clinicamente significativo da ivabradina sobre a farmacocinética da sinvastatina, amlodipina, lacidipina, sobre a farmacocinética e farmacodinâmica da digoxina, varfarina e sobre a farmacodinâmica do Ácido Acetilsalicílico.

Aliscireno + Amlodipina

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interações: A coadministração de aliscireno quer com metformina (↓28%), amlodipina (↑29%) quer com cimetidina (↑19%) resultou numa variação da Cmax ou AUC de Aliscireno entre 20% e 30%. A coadministração de Aliscireno não teve impacto significativo sobre a farmacocinética da metformina ou amlodipina. Consequentemente, não é necessário ajuste de dose de Aliscireno ou destes medicamentos coadministrados. Não se observaram interações relevantes com atenolol, digoxina, amlodipina ou cimetidina.
 Risco Moderado

Fenofibrato + Sinvastatina + Amlodipina

Observações: Não foram realizados estudos de interação com Fenofibrato / Sinvastatina. Interações relevantes para monoterapias. A sinvastatina é um substrato do citocromo P4503A4. O fenofibrato e a sinvastatina não são inibidores nem indutores do CYP3A4. Deste modo, não se espera que Fenofibrato / Sinvastatina afete as concentrações plasmáticas de substâncias metabolizadas pelo CYP3A4. O fenofibrato e a sinvastatina não são inibidores do CYP2D6, do CYP2E1 nem do CYP1A2. O fenofibrato é um inibidor ligeiro a moderado do CYP2C9 e um inibidor fraco do CYP2C19 e do CYP2A6. Devem monitorizar-se atentamente os doentes a quem são administrados concomitantemente Fenofibrato / Sinvastatina e fármacos metabolizados pelo CYP2C19, pelo CYP2A6 ou, sobretudo, pelo CYP2C9 com um índice terapêutico estreito e, se necessário, recomenda-se um ajuste da dose destes fármacos.
Interações: O risco de miopatia e de rabdomiólise aumenta com a utilização concomitante de amiodarona, amlodipina, diltiazem ou verapamil com 40 mg de sinvastatina por dia. A administração concomitante de amlodipina e sinvastatina originou um aumento de 1,6 vezes na exposição ao ácido de sinvastatina. Deste modo, a dose de Fenofibrato / Sinvastatina não deve exceder os 145 mg/20 mg por dia no caso de doentes que tomem amiodarona, amlodipina, diltiazem ou verapamil.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bisoprolol + Perindopril + Amlodipina

Observações: Num estudo de interação conduzido em voluntários sãos, não foram observadas interações entre o bisoprolol e o perindopril.
Interações: Relacionada com o BISOPROLOL: Antagonistas do cálcio dihidropiridinicos tais como felodipina e amlodipina: A utilização concomitante pode aumentar o risco de hipotensão, e não pode ser excluído o aumento do risco de uma maior deterioração da função ventricular em doentes com insuficiência cardíaca.

Ritonavir + Amlodipina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do Ritonavir nos Medicamentos Não Antirretrovirais Coadministrados: Antagonistas dos Canais de Cálcio: Amlodipina, diltiazem, nifedipina: Ritonavir administrado como potenciador farmacocinético ou como medicamento antirretroviral inibe a CYP3A4, pelo que se prevê que aumente as concentrações plasmáticas dos antagonistas dos canais de cálcio. Recomenda-se monitorização cuidadosa dos efeitos terapêuticos e efeitos adversos quando estes medicamentos são administrados concomitantemente com ritonavir.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nebivolol + Amlodipina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: As interações seguintes são as geralmente aplicáveis aos antagonistas beta-adrenérgicos. Associações a ser consideradas: Antagonistas do cálcio do tipo di-hidropiridina (Amlodipina, felodipina, lacidipina, nifedipina, nicardipina, nimodipina, nitrendipina): O uso concomitante pode aumentar o risco de hipotensão, e não pode ser excluido um aumento do risco de uma posterior deterioração da bomba ventricular em doentes com insuficiência cardíaca.

Tadalafil + Amlodipina

Observações: Estudos de interação foram efetuados com 10 e/ou 20 mg de tadalafil, tal como abaixo indicado. No que respeita aqueles estudos de interação onde apenas foi utilizada a dose de 10 mg de tadalafil, não se podem ignorar completamente possíveis interações clínicas relevantes com doses mais altas.
Interações: Efeitos do tadalafil sobre outros medicamentos: Antihipertensores (incluindo bloqueadores dos canais de cálcio): A administração concomitante de doxazosina (4 e 8 mg por dia) e tadalafil (5 mg por dia e 20 mg como dose única) aumenta de um modo significativo o efeito hipotensor deste bloqueador alfa. Este efeito dura, pelo menos, doze horas e pode ser sintomático, incluindo síncope. Assim, não se recomenda esta associação. Em estudos de interação efetuados num número limitado de voluntários saudáveis, estes efeitos não foram notificados com alfusozina ou tansulosina. Contudo deve haver precaução quando se utilizar tadalafil em doentes tratados com qualquer bloqueador alfa, especialmente nos idosos. O tratamento deve ser iniciado com a dose mínima e progressivamente ajustado. Em estudos de farmacologia clínica, foi examinado o potencial do tadalafil para aumentar os efeitos hipotensivos dos medicamentos antihipertensores. Foram estudadas as classes major dos medicamentos antihipertensores, incluindo os bloqueadores dos canais de cálcio (amlodipina), inibidores das enzimas de conversão da angiotensina (ECA), (enalapril), bloqueadores dos recetores beta-adrenérgicos (metoprolol), diuréticos tiazídicos (bendrofluazida) e bloqueadores dos recetores da angiotensina II (vários tipos e doses, isoladamente ou em combinação com tiazidas, bloqueadores dos canais de cálcio, beta-bloqueadores e/ou alfa-bloqueadores). Tadalafil (10 mg, excepto nos estudos com recetores dos bloqueadores da angiotensina II e amlodipina, nos quais se utilizou uma dose de 20 mg), não teve interação clinicamente significativa com nenhuma destas classes. Noutro ensaio de farmacologia clínica, estudou-se tadalafil (20 mg) em combinação com 4 classes de antihipertensores. Em indivíduos a tomar múltiplos antihipertensores, as alterações da pressão arterial em ambulatório pareciam estar relacionadas com o grau de controlo da pressão arterial. Assim, nos indivíduos do estudo com a pressão arterial bem controlada, a redução foi mínima e semelhante à observada em indivíduos saudáveis. Nos indivíduos em estudo cuja pressão arterial não estava controlada, a redução foi superior embora não fosse associada aos sintomas hipotensivos na grande maioria dos indivíduos. Em doentes a receberem medicamentos antihipertensores concomitantes, tadalafil 20 mg pode induzir uma diminuição da pressão arterial a qual (com exceção dos bloqueadores alfa – ver acima) é, geralmente, menos pronunciado e provávelmente clinicamente pouco relevante. A análise dos ensaios clínicos de fase 3, não mostraram diferença nos efeitos adversos em doentes a tomar tadalafil com ou sem medicamentos antihipertensores. No entanto, deverá fornecido aos doentes aconselhamento clínico adequado, relativamente a uma possível diminuição na pressão arterial quando são tratados com medicamentos antihipertensores.

Amlodipina + Valsartan + Amlodipina

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com Amlodipina / Valsartan e outros medicamentos.
Interações: Interações associadas ao VALSARTAN: Outras: Em monoterapia com valsartan não se verificaram interações clinicamente significativas com as seguintes substâncias: cimetidina, varfarina, furosemida, digoxina, atenolol, indometacina, hidroclorotiazida, amlodipina, glibenclamida.

Azilsartan medoxomilo + Amlodipina

Observações: N.D.
Interações: Não foram notificadas interações clinicamente significativas em estudos do azilsartan medoxomilo ou do azilsartan administrado com amlodipina, antiácidos, clorotalidona, digoxina, fluconazol, gliburida, cetoconazol, metformina e varfarina. O azilsartan medoxomilo é rapidamente hidrolizado na sua fracção ativa pelas estearases do tracto gastrointestinal e/ou durante a absorção do fármaco. Estudos in vitro indicaram que é improvável a ocorrência de interações baseadas na inibição das estearases.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sildenafil + Amlodipina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do sildenafil sobre outros medicamentos: Estudos in vivo: Num estudo específico de interacção, no qual o sildenafil (100 mg) foi co-administrado com a amlodipina em doentes hipertensos, observou-se uma diminuição adicional de 8 mmHg da tensão arterial sistólica em decúbito. A diminuição adicional correspondente da tensão arterial diastólica em decúbito foi de 7 mmHg. Estas diminuições adicionais da tensão arterial tiveram uma grandeza semelhante à observada quando o sildenafil foi administrado isoladamente a voluntários saudáveis.

Aliscireno + Amlodipina + Amlodipina

Observações: Não foram realizados estudos de interação de Aliscireno + Amlodipina com outros medicamentos. Apresenta-se a informação conhecida sobre interações com outros medicamentos para as substâncias ativas individualmente. A administração conjunta de aliscireno e amlodipina não provoca alterações significativas na exposição farmacocinética no estado estacionário (AUC) e na concentração máxima (Cmax) de ambos os componentes em voluntários saudáveis.
Interações: A coadministração de aliscireno quer com metformina (↓28%), amlodipina (↑29%) quer com cimetidina (↑19%) resultou numa variação da Cmax ou AUC de aliscireno entre 20% e 30%. Quando administrado com atorvastatina, o estado estacionário da AUC de aliscireno e a Cmax aumentaram em 50%. A coadministração de aliscireno não teve impacto significativo sobre a farmacocinética da atorvastatina, metformina ou amlodipina. Consequentemente, não é necessário ajuste de dose de aliscireno ou destes medicamentos coadministrados.

Ombitasvir + Paritaprevir + Ritonavir + Amlodipina

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir foi administrado em doses múltiplas em todos os estudos de interação medicamentosa, com exceção dos estudos de interação medicamentosa com carbamazepina, gemfibrozil e cetoconazol.
Interações: Interações farmacocinéticas: Potencial para Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir afetar a farmacocinética de outros medicamentos: Os estudos de interação medicamentosa in vivo avaliaram o efeito global do tratamento de associação, incluindo o ritonavir. Medicamentos metabolizados pelo CYP3A4: O ritonavir é um inibidor forte do CYP3A. A coadministração de Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir com medicamentos principalmente metabolizados pelo CYP3A pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas destes medicamentos. Os medicamentos cuja depuração é altamente dependente do CYP3A e cujos níveis plasmáticos elevados estão associados a acontecimentos graves estão contraindicados. Os substratos do CYP3A avaliados nos estudos de interação medicamentosa que podem requerer um ajuste de dose e/ou monitorização clínica incluem ciclosporina, tacrolimus, amlodipina, rilpivirina e alprazolam. Exemplos de outros substratos do CYP3A4 que podem requerer um ajuste de dose e/ou monitorização clínica incluem bloqueadores dos canais de cálcio (por exemplo nifedipina), e trazodona. Apesar da buprenorfina e zolpidem serem também metabolizados pelo CYP3A, os estudos de interação medicamentosa indicam que não é necessário ajuste de dose quando coadministrados com Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir. Interações entre Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir e outros medicamentos BLOQUEADORES DOS CANAIS DE CÁLCIO: Amlodipina 5 mg dose única Mecanismo: inibição do CYP3A4 pelo ritonavir. Administrado com: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir + dasabuvir Administrado com: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir sem dasabuvir Não estudado: efeito esperado semelhante ao observado com Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir + dasabuvir. Reduzir a dose de amlodipina em 50% e monitorizar os doentes relativamente a efeitos clínicos.

Sacubitril + Valsartan + Amlodipina

Observações: N.D.
Interações: Sem interação significativa: Não foi observada nenhuma interação medicamentosa clinicamente significativa quando Sacubitril / Valsartan foi coadministrado com digoxina, varfarina, hidroclorotiazida, amlodipina, omeprazol, carvedilol ou com a associação de levonorgestrel/etinilestradiol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nebivolol + Hidroclorotiazida + Amlodipina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: NEBIVOLOL: As seguintes interações são as geralmente aplicáveis aos antagonistas beta-adrenérgicos. Associações a serem tidas em consideração: Antagonistas do cálcio do tipo dihidropiridina (amlodipina, felodipina, lacidipina, nifedipina, nicardipina, nimodipina, nitrendipina): O uso concomitante pode aumentar o risco de hipotensão, e não pode ser excluído um aumento do risco de uma posterior deterioração da bomba ventricular em doentes com insuficiência cardíaca.

Dasabuvir + Amlodipina

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Dasabuvir deve ser sempre administrado em conjunto com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. Quando coadministrados, exercem efeitos recíprocos um sobre o outro. Por conseguinte, o perfil de interação dos compostos tem de ser considerado como uma associação.
Interações: Interações entre Dasabuvir com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir e outros medicamentos: BLOQUEADORES DOS CANAIS DE CÁLCIO: Amlodipina 5 mg dose única: Administrado com: Dasabuvir+ombitasvir/paritaprevir/ritonavir Mecanismo: inibição do CYP3A4 pelo ritonavir. Reduzir a dose de amlodipina em 50% e monitorizar os doentes relativamente a efeitos clínicos.

Alopurinol + Lesinurad + Amlodipina

Observações: n.d.
Interações: Utilização concomitante que necessita de ser tomada em consideração: Substratos CYP3A A indução ligeira a moderada do CYP3A pelo lesinurad pode reduzir as exposições plasmáticas dos medicamentos administrados concomitantemente que sejam substratos sensíveis do CYP3A. Em estudos de interação realizados em indivíduos saudáveis com lesinurad e substratos CYP3A, o lesinurad reduziu as concentrações plasmáticas de sildenafil e amlodipina. Os inibidores da HMG-CoA redutase que são substratos sensíveis do CYP3A podem interagir com lesinurad. Nos ensaios clínicos principais, uma proporção maior de doentes a utilizar medicamentos antidislipidémicos ou anti-hipertensores que eram substratos CYP3A teve de alterar a medicação concomitante quando tratados com lesinurad 200 mg em associação com um inibidor da xantina oxidase, comparativamente a doentes tratados com placebo em associação com um inibidor da xantina oxidase (35% versus 28%, respetivamente). Deve ser considerada a possibilidade de redução da eficácia de medicamentos tomados concomitantemente que sejam substratos CYP3A e a sua eficácia (p.ex. tensão arterial e níveis de colesterol) deve ser monitorizada.

Ácido acetilsalisílico + Atorvastatina + Ramipril + Amlodipina

Observações: N.D.
Interações: Amlodipina 10 mg, dose única Atorvastatina 80 mg, SD Não existem recomendações específicas.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Telotristate + Amlodipina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do Telotristate sobre outros medicamentos Substratos do CYP3A4 O uso concomitante de Telotristate pode diminuir a eficácia de medicamentos que são substratos do CYP3A4 (como por exemplo midazolam, everolímus, sunitinib, sinvastatina, etinilestradiol, amlodipina, ciclosporina ...), diminuindo a sua exposição sistémica. Recomenda-se monitorizar uma eficácia sub-ótima.

Darunavir + Cobicistate + Amlodipina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com Darunavir / Cobicistate. Uma vez que Darunavir / Cobicistate contém darunavir e cobicistate, as interações que foram identificadas com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir) e com cobicistate determinam as interações que podem ocorrer com Darunavir / Cobicistate. Os ensaios de interação com darunavir/ritonavir e com cobicistate apenas foram realizados em adultos.
Interações: BLOQUEADORES DOS CANAIS DE CÁLCIO: Amlodipina, Diltiazem, Felodipina, Nicardipina, Nifedipina, Verapamil: Tendo por base considerações teóricas, é expectável que Darunavir / Cobicistate aumente as concentrações plasmáticas destes bloqueadores dos canais de cálcio. (inibição do CYP3A e/ou do CYP2D6) Recomenda-se monitorização clínica dos efeitos terapêuticos e efeitos adversos quando estes medicamentos são administrados concomitantemente com Darunavir / Cobicistate.

Telaprevir + Amlodipina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: BLOQUEADORES DO CANAL DE CÁLCIO: Amlodipina: Deve ter-se precaução e deve considerar-se uma redução da dose de amlodipina. Recomenda-se monitorização clínica.

Eliglustato + Amlodipina

Observações: N.D.
Interações: Em MF, deve proceder-se com cuidado relativamente aos inibidores fracos da CYP3A (por exemplo, amlodipina, cilostazol, fluvoxamina, goldenseal (Hydrastis Canadensis), isoniazida, ranitidina, ranolazina).
 Sem significado Clínico

Aliscireno + Amlodipina + Hidroclorotiazida + Amlodipina

Observações: A análise farmacocinética populacional de doentes com hipertensão não revelou quaisquer alterações clinicamente relevantes durante a exposição no estado de equilíbrio (AUC) e Cmax de aliscireno, amlodipina e hidroclorotiazida comparativamente com as terapêuticas duplas correspondentes.
Interações: A coadministração de aliscireno quer com metformina (↓28%), amlodipina (↑29%) quer com cimetidina (↑19%) resultou numa variação da Cmax ou AUC de aliscireno entre 20% e 30%. Quando administrado com atorvastatina, o estado estacionário da AUC de aliscireno e a Cmax aumentaram em 50%. A coadministração de aliscireno não teve impacto significativo sobre a farmacocinética da atorvastatina, metformina ou amlodipina. Consequentemente, não é necessário ajuste de dose de aliscireno ou destes medicamentos coadministrados.

Sinvastatina + Ezetimiba + Amlodipina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Interações farmacocinéticas: Interações Medicamentosas Associadas com o Risco Aumentado de Miopatia/Rabdomiólise: Amiodarona, Amlodipina, Verapamilo, Diltiazem, Niacina (≥1 g/dia): Não exceder 20 mg + 10 mg de Sinvastatina / Ezetimiba por dia. Bloqueadores dos canais de cálcio: Amlodipina: Os doentes tratados com amlodipina concomitantemente com sinvastatina têm um risco aumentado de miopatia. Num estudo de farmacocinética, a administração concomitante de amlodipina com sinvastatina causou um aumento 1,6 vezes na exposição ao ácido da sinvastatina. Consequentemente, a dose de Sinvastatina / Ezetimiba não deve exceder 20 mg + 10 mg por dia em doentes a tomar concomitantemente amlodipina.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Avanafil + Amlodipina

Observações: N.D.
Interações: Potencial de interações farmacodinâmicas com o avanafil: Antihipertensores diferentes dos bloqueadores alfa: Realizou-se um estudo clínico para avaliar o efeito do avanafil na potenciação dos efeitos de redução da tensão arterial de medicamentos antihipertensores selecionados (amlodipina e enalapril). Os resultados mostraram uma diminuição máxima média da tensão arterial em posição supina de 2/3 mmHg em comparação com o placebo com enalapril e de 1/-1 mmHg com amlodipina, quando o avanafil foi administrado de forma concomitante. Apenas com o enalapril o avanafil se observou uma diferença estatisticamente significativa a nível da diminuição máxima da tensão arterial diastólica em posição supina relativamente ao nível inicial, a qual regressou ao nível inicial 4horas após a dose do avanafil. Em ambas as coortes, um indivíduo apresentou uma diminuição da tensão arterial sem sintomas de hipotensão, a qual desapareceu uma hora após se ter iniciado. O avanafil não teve qualquer efeito na farmacocinética da amlodipina, mas a amlodipina aumentou a exposição máxima e total do avanafil em 28% e 60%, respetivamente. Efeitos de outras substâncias no avanafil: O avanafil é um substrato da CYP3A4 e é predominantemente metabolizado por esta enzima. Alguns estudos demonstraram que os medicamentos que inibem a CYP3A4 podem aumentar a exposição ao avanafil. Substrato da CYP3A4: A amlodipina (5 mg por dia) aumentou a Cmax e a AUC do avanafil 200 mg em dose única em cerca de 28% e 60%, respetivamente. Estas alterações da exposição não são consideradas clinicamente significativas. Não se observou qualquer efeito de uma dose única do avanafil nos níveis plasmáticos da amlodipina. Apesar de não se terem estudado interações específicas do avanafil com o rivaroxaban e o apixaban (ambos substratos da CYP3A4), não se prevê a ocorrência de uma interação.

Bisoprolol + Amlodipina

Observações: N.D.
Interações: Associações a utilizar com precaução: Aplica-se a todas as indicações: Antagonistas do cálcio do tipo di-hidropiridina, como a felodipina e a amlodipina: A utilização concomitante pode aumentar o risco de hipotensão e não se pode excluir, em doentes com insuficiência cardíaca, um aumento do risco de deterioração adicional da função de bombeamento ventricular.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Indinavir + Amlodipina

Observações: n.d.
Interações: INDINAVIR POTENCIADO COM RITONAVIR. BLOQUEADORES DOS CANAIS DE CÁCIO: Diltiazem 120 mg QD (Indinavir/ritonavir 800/100 BID) Amlodipina 5 mg QD (Indinavir/ritonavir 800/100 BID) Deve ser considerada modificação da dose dos bloqueadores dos canais de cálcio quando administrados concomitantemente com indinavir/ritonavir, uma vez que pode provocar um aumento da resposta.

Rosuvastatina + Valsartan + Amlodipina

Observações: Não foram efetuados estudos de interação com Rosuvastatina / Valsartan e outros medicamentos. Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Precaução recomendada no uso concomitante: Nos estudos de interações medicamentosas com valsartan, não foram observadas quaisquer interações clinicamente significativas com valsartan ou com qualquer um dos fármacos seguintes: cimetidina, varfarina, furosemida, digoxina, atenolol, indometacina, hidroclorotiazida, amlodipina, glibenclamida.

Patirómero + Amlodipina

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de Patirómero não afetou, porém, a biodisponibilidade, conforme medida pela área sob a curva (AUC), de amlodipina, cinacalcet, clopidogrel, furosemida, lítio, metoprolol, trimetoprim, verapamilo e varfarina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metoprolol + Amlodipina

Observações: Metoprolol é um substrato do CYP2D6. Os fármacos que inibem esta enzima podem aumentar a concentração plasmática de metoprolol.
Interações: Tal como acontece com outros beta-bloqueadores, a terapia concomitante com dihidropiridinas (por exemplo, nifedipina e amlodipina), pode aumentar o risco de hipotensão e insuficiência cardíaca, pode ocorrer em doentes com insuficiência cardíaca latente.

Vildagliptina + Amlodipina

Observações: A vildagliptina tem um fraco potencial de interação com outros medicamentos administrados em associação. Uma vez qu e a vildagliptina não é um substrato do citocromo P (CYP) 450 e não inibe nem induz as enzimas CYP 450, não é provável a interação com substâncias ativas que sejam substratos, inibidores ou indutores dessas enzimas.
Interações: Associação com amlodipina, ramipril, valsartan ou sinvastatina: Foram efetuados estudos de interação medicamentosa com amlodipina, ramipril, valsartan e sinvastatina em indivíduos saudáveis. Nestes estudos não se observaram interações farmacocinéticas clinicamente relevantes após a administração concomitante com vildagliptina.
 Sem significado Clínico

Carvedilol + Ivabradina + Amlodipina

Observações: Não se observaram interações entre o carvedilol e a ivabradina num estudo de interações efetuado em voluntários saudáveis. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Estudos específicos de interação medicamentosa demonstraram que não existe efeito clinicamente significativo dos seguintes medicamentos na farmacocinética e farmacodinâmica da ivabradina: Inibidores da bomba de protões (omeprazol, lansoprazol), sildenafil, inibidores da redutase HMG CoA (sinvastatina), bloqueadores dos canais de cálcio dihidropiridinicos (amlodipina,lacidipina), digoxina e varfarina. Adicionalmente não houve qualquer efeito clinicamente significativo da ivabradina sobre a farmacocinética da sinvastatina, amlodipina, lacidipina, sobre a farmacocinética e farmacodinâmica da digoxina e da varfarina e sobre a farmacodinâmica do ácido acetilsalicílico.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lesinurad + Amlodipina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do lesinurad noutros medicamentos: Substratos CYP3A: Uma indução ligeira a moderada do CYP3A pelo lesinurad pode reduzir as exposições plasmáticas dos medicamentos administrados concomitantemente que sejam substratos sensíveis do CYP3A. Em estudos de interação realizados com Lesinurad em indivíduos saudáveis e substratos CYP3A, o lesinurad reduziu as concentrações plasmáticas de sildenafil e amlodipina.

Claritromicina + Amlodipina

Observações: N.D.
Interações: Interações Medicamentosas Bidirecionais: Bloqueadores dos canais de cálcio: Recomenda-se precaução no uso concomitante de claritromicina e bloqueadores dos canais de cálcio metabolizados pela CYP3A4 (ex. verapamilo, amlodipina, diltiazem) devido ao risco de hipotensão. As concentrações plasmáticas da claritromicina e dos bloqueadores dos canais de cálcio podem aumentar devido à sua interação. Foram observadas hipotensão, bradiarritmias e acidose lactica em doentes a tomar claritromicina e verapamilo concomitantemente.

Bisoprolol + Hidroclorotiazida + Amlodipina

Observações: N.D.
Interações: Associações a UTILIZAR COM CUIDADO: Os antagonistas dos canais de cálcio, tais como os derivados da dihidropiridina (ex. nifedipina, amlodipina): O uso concomitante pode aumentar o risco de hipotensão e não se pode excluir, em doentes com insuficiência cardíaca, um aumento do risco de deterioração da função de bombeamento ventricular.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Amlodipina + Inibidores do CYP3A4

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamilo e diltiazem) pode conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Monitorização clínica e ajuste de dose poderão assim, ser necessários.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Amlodipina + Inibidores da Protease (IP)

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamilo e diltiazem) pode conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Monitorização clínica e ajuste de dose poderão assim, ser necessários.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Amlodipina + Antifúngicos (Azol)

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamilo e diltiazem) pode conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Monitorização clínica e ajuste de dose poderão assim, ser necessários.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Amlodipina + Macrólidos

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamilo e diltiazem) pode conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Monitorização clínica e ajuste de dose poderão assim, ser necessários.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Amlodipina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamilo e diltiazem) pode conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Monitorização clínica e ajuste de dose poderão assim, ser necessários.

Aliscireno + Hidroclorotiazida + Amlodipina

Observações: N.D.
Interações: Substâncias que foram investigadas em estudos clínicos de farmacocinética com aliscireno incluíram acenocumarol, atenolol, celecoxib, fenofibrato, pioglitazona, alopurinol, mononitrato-5-isossorbido, digoxina, metformina, amlodipina, atorvastatina, cimetidina e hidroclorotiazida. Não foram identificadas interações clinicamente relevantes. Consequentemente não é necessário ajuste posológico do aliscireno ou destes medicamentos administrados concomitantemente. Substratos da gp-P ou inibidores fracos: Não se observaram interações relevantes com atenolol, digoxina, amlodipina ou cimetidina. Quando administrado com atorvastatina (80 mg), a AUC e Cmax na fase estacionária de aliscireno (300 mg) aumentaram em 50%.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Amlodipina + Verapamilo

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamilo e diltiazem) pode conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Monitorização clínica e ajuste de dose poderão assim, ser necessários.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Amlodipina + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamilo e diltiazem) pode conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Monitorização clínica e ajuste de dose poderão assim, ser necessários.

Amlodipina + Indutores do CYP3A4

Observações: N.D.
Interações: Não existem dados disponíveis sobre o efeito dos indutores do CYP3A4 na amlodipina. O uso concomitante de indutores do CYP3A4 (por exemplo, rifampicina e hipericão [Hypericum perforatum]) pode originar concentrações plasmáticas mais baixas de amlodipina. A amlodipina deve ser utilizada com precaução quando administrada concomitantemente com indutores do CYP3A4. Não é recomendada a administração de amlodipina com toranja ou sumo de toranja. Em alguns doentes a biodisponibilidade pode aumentar resultando num aumento do efeito de diminuição da pressão arterial.
 Sem significado Clínico

Fluvastatina + Amlodipina

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Agentes cardiovasculares: Não ocorrem interações farmacocinéticas clinicamente significativas quando a fluvastatina é administrada concomitantemente com propranolol, digoxina, losartan, amlodipina ou IECA. Com base nos dados farmacocinéticos, não é necessária monitorização nem ajustes posológicos quando a fluvastatina é administrada concomitantemente com estes agentes.

Amlodipina + Rifampicina

Observações: N.D.
Interações: Não existem dados disponíveis sobre o efeito dos indutores do CYP3A4 na amlodipina. O uso concomitante de indutores do CYP3A4 (por exemplo, rifampicina e hipericão [Hypericum perforatum]) pode originar concentrações plasmáticas mais baixas de amlodipina. A amlodipina deve ser utilizada com precaução quando administrada concomitantemente com indutores do CYP3A4. Não é recomendada a administração de amlodipina com toranja ou sumo de toranja. Em alguns doentes a biodisponibilidade pode aumentar resultando num aumento do efeito de diminuição da pressão arterial.

Amlodipina + Hipericão

Observações: N.D.
Interações: Não existem dados disponíveis sobre o efeito dos indutores do CYP3A4 na amlodipina. O uso concomitante de indutores do CYP3A4 (por exemplo, rifampicina e hipericão [Hypericum perforatum]) pode originar concentrações plasmáticas mais baixas de amlodipina. A amlodipina deve ser utilizada com precaução quando administrada concomitantemente com indutores do CYP3A4. Não é recomendada a administração de amlodipina com toranja ou sumo de toranja. Em alguns doentes a biodisponibilidade pode aumentar resultando num aumento do efeito de diminuição da pressão arterial.

Amlodipina + Sumo de toranja

Observações: N.D.
Interações: Não existem dados disponíveis sobre o efeito dos indutores do CYP3A4 na amlodipina. O uso concomitante de indutores do CYP3A4 (por exemplo, rifampicina e hipericão [Hypericum perforatum]) pode originar concentrações plasmáticas mais baixas de amlodipina. A amlodipina deve ser utilizada com precaução quando administrada concomitantemente com indutores do CYP3A4. Não é recomendada a administração de amlodipina com toranja ou sumo de toranja. Em alguns doentes a biodisponibilidade pode aumentar resultando num aumento do efeito de diminuição da pressão arterial.

Amlodipina + Toranja

Observações: N.D.
Interações: Não existem dados disponíveis sobre o efeito dos indutores do CYP3A4 na amlodipina. O uso concomitante de indutores do CYP3A4 (por exemplo, rifampicina e hipericão [Hypericum perforatum]) pode originar concentrações plasmáticas mais baixas de amlodipina. A amlodipina deve ser utilizada com precaução quando administrada concomitantemente com indutores do CYP3A4. Não é recomendada a administração de amlodipina com toranja ou sumo de toranja. Em alguns doentes a biodisponibilidade pode aumentar resultando num aumento do efeito de diminuição da pressão arterial.

Amlodipina + Dantroleno

Observações: N.D.
Interações: Dantroleno (perfusão): Em animais, foram observadas fibrilhação ventricular letal e colapso cardiovascular em associação com hipercaliemia, após administração de verapamilo e de dantroleno intravenoso. Devido ao risco de hipercaliemia, é recomendada que a administração concomitante de bloqueadores de canais de cálcio, como a amlodipina, seja evitada em doentes suscetíveis à hipertermia maligna e na manutenção da hipertermia maligna.

Amlodipina + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: O efeito de diminuição da pressão arterial da amlodipina adiciona-se ao efeito de diminuição da pressão arterial de outros agentes antihipertensores. Em estudos de interação clínica, a amlodipina não alterou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.

Amlodipina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: O efeito de diminuição da pressão arterial da amlodipina adiciona-se ao efeito de diminuição da pressão arterial de outros agentes antihipertensores. Em estudos de interação clínica, a amlodipina não alterou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.

Amlodipina + Varfarina

Observações: N.D.
Interações: O efeito de diminuição da pressão arterial da amlodipina adiciona-se ao efeito de diminuição da pressão arterial de outros agentes antihipertensores. Em estudos de interação clínica, a amlodipina não alterou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.

Amlodipina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: O efeito de diminuição da pressão arterial da amlodipina adiciona-se ao efeito de diminuição da pressão arterial de outros agentes antihipertensores. Em estudos de interação clínica, a amlodipina não alterou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Amlodipina + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de doses múltiplas de 10 mg de amlodipina com 80 mg de sinvastatina resultou num aumento de 77% da exposição da sinvastatina em comparação com a sinvastatina em monoterapia. Em doentes que tomam amlodipina a dose de sinvastatina deve ser limitada a 20 mg diários.
 Sem significado Clínico

Ciclossilicato de zircónio sódico + Amlodipina

Observações: n.d.
Interações: Num estudo clínico de interação fármaco-fármaco realizado em indivíduos saudáveis com administração concomitante de amlodipina, clopidogrel, atorvastatina, furosemida, glipizida, varfarina, losartan ou levotiroxina não resultaram em interações fármaco-fármaco clinicamente significativas e não foram necessários ajustes de dose.

Valsartan + Amlodipina

Observações: N.D.
Interações: Outros: Nos estudos de interações medicamentosas com valsartan, não foram observadas quaisquer interações clinicamente significativas com valsartan ou com qualquer um dos fármacos seguintes: cimetidina, varfarina, furosemida, digoxina, atenolol, indometacina, hidroclorotiazida, amlodipina, glibenclamida.

Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida + Amlodipina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com este medicamento. As interações que foram identificadas em estudos com componentes individuais de este medicamento, isto é, com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir), cobicistate, emtricitabina ou tenofovir alafenamida, determinam as interações que podem ocorrer com este medicamento. As interações esperadas entre Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida e potenciais medicamentos concomitantes são baseadas em estudos realizados com os componentes deste medicamento, como agentes individuais ou em associação, ou são interações medicamentosas potenciais que podem ocorrer. Os ensaios de interação com os componentes de este medicamento foram realizados apenas em adultos.
Interações: BLOQUEADORES DOS CANAIS DE CÁLCIO Amlodipina Diltiazem Felodipina Nicardipina Nifedipina Verapamilo Tendo por base considerações teóricas, é expectável que DRV/COB aumente as concentrações plasmáticas destes bloqueadores dos canais de cálcio. (inibição do CYP3A) Recomenda-se monitorização clínica dos efeitos terapêuticos e efeitos adversos quando estes medicamentos são administrados concomitantemente com este medicamento.
 Sem significado Clínico

Glecaprevir + Pibrentasvir + Amlodipina

Observações: N.D.
Interações: Foram realizados estudos adicionais de interação medicamentosa com os seguintes medicamentos que não revelaram interações clinicamente significativas com Glecaprevir / Pibrentasvir: Abacavir, amlodipina, buprenorfina, cafeína, dextrometorfano, dolutegravir, emtricitabina, felodipina, lamivudina, lamotrigina, metadona, midazolam, naloxona, noretindrona ou outros contracetivos contendo apenas progestagénios, rilpivirina, tenofovir alafenamida e tolbutamida.

Saquinavir + Amlodipina

Observações: A maioria dos estudos de interação medicamentosa com saquinavir foi desenvolvida com saquinavir não potenciado ou com saquinavir cápsulas moles não potenciado. Um número reduzido de estudos foi desenvolvido com saquinavir potenciado com ritonavir ou com saquinavir cápsulas moles potenciado com ritonavir. Os dados obtidos a partir dos estudos de interação medicamentosa realizados com saquinavir não potenciado podem não ser representativos dos efeitos observados com a terapêutica de saquinavir/ritonavir. Adicionalmente, os resultados observados com saquinavir cápsulas moles podem não ser preditivos relativamente à magnitude destas interações com saquinavir/ritonavir.
Interações: Bloqueadores dos canais de cálcio: Felodipina, nifedipina, nicardipina, diltiazem, nimodipina, verapamil, amlodipina, nisoldipina, isradipina (saquinavir/ritonavir) As concentrações destes medicamentos podem ser aumentadas quando coadministrados com saquinavir/ritonavir. Aconselha-se precaução e a monitorização clínica dos doentes.

Valsartan + Hidroclorotiazida + Amlodipina

Observações: n.d.
Interações: Interações relacionadas com VALSARTAN: Sem interações: Nos estudos de interações medicamentosas com valsartan, não foram observadas quaisquer interações clinicamente significativas com valsartan ou com qualquer um dos fármacos seguintes: cimetidina, varfarina, furosemida, digoxina, atenolol, indometacina, hidroclorotiazida, amlodipina, glibenclamida. Digoxina e indometacina podem interagir com a hidroclorotiazida.
Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.
A administração durante a gravidez só é recomendada quando não exista alternativa mais segura e a doença em si acarrete maior risco tanto para a mãe como para o feto.

A decisão sobre continuar/interromper a amamentação ou continuar/interromper o tratamento com amlodipina deve ser feita tendo em conta o benefício da amamentação para o bebé e o benefício da terapêutica com Amlodipina para a mãe.

Foram notificados casos de alterações bioquímicas reversíveis na cabeça dos espermatozoides em alguns doentes tratados com bloqueadores de canais de cálcio.

Os dados clínicos relativos ao potencial efeito da Amlodipina na fertilidade são insuficientes.

Num estudo efetuado em ratos, foram detetadas reações adversas sobre a fertilidade de ratos machos.
A Amlodipina pode ter uma influência ligeira a moderada na capacidade de conduzir e utilizar máquinas.

Se os doentes em tratamento com Amlodipina sentirem tonturas, cefaleias, fadiga ou náuseas, a capacidade de reação pode estar comprometida.

É recomendada precaução especialmente no início do tratamento.

Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017