Ácido acetilsalicílico + Rivaroxabano
O que é
A combinação de rivaroxabano com ácido acetilsalicílico é indicada para prevenir eventos aterotrombóticos (AVC, enfarte) em adultos com doença coronária ou periférica grave.
O ácido acetilsalicílico (AAS), um medicamento anti-inflamatório não esteroide (AINE) utilizado para reduzir a dor, a febre e a inflamação, e como antitrombótico.
O rivaroxabano é um medicamento anticoagulante utilizado para tratar e reduzir o risco de coágulos sanguíneos.
O ácido acetilsalicílico (AAS), um medicamento anti-inflamatório não esteroide (AINE) utilizado para reduzir a dor, a febre e a inflamação, e como antitrombótico.
O rivaroxabano é um medicamento anticoagulante utilizado para tratar e reduzir o risco de coágulos sanguíneos.
Usos comuns
Ácido acetilsalicílico / Rivaroxabano isoladamente ou coadministrado com clopidogrel ou ticlodipina, é indicado para a prevenção de acontecimentos aterotrombóticos em doentes adultos após uma síndrome coronária aguda (SCA) com biomarcadores cardíacos elevados.
É indicado na prevenção de acontecimentos aterotrombóticos em doentes adultos com doença arterial coronária (DAC) ou doença arterial periférica (DAP) sintomática com alto risco de acontecimentos isquémicos.
É indicado na prevenção de acontecimentos aterotrombóticos em doentes adultos com doença arterial coronária (DAC) ou doença arterial periférica (DAP) sintomática com alto risco de acontecimentos isquémicos.
Tipo
Sem informação.
História
Sem informação.
Indicações
Ácido acetilsalicílico / Rivaroxabano isoladamente ou coadministrado com clopidogrel ou ticlodipina, é indicado para a prevenção de acontecimentos aterotrombóticos em doentes adultos após uma síndrome coronária aguda (SCA) com biomarcadores cardíacos elevados.
É indicado na prevenção de acontecimentos aterotrombóticos em doentes adultos com doença arterial coronária (DAC) ou doença arterial periférica (DAP) sintomática com alto risco de acontecimentos isquémicos.
É indicado na prevenção de acontecimentos aterotrombóticos em doentes adultos com doença arterial coronária (DAC) ou doença arterial periférica (DAP) sintomática com alto risco de acontecimentos isquémicos.
Classificação CFT
4.3.1.3 : Antiagregantes plaquetários
4.3.1.4 : Outros anticoagulantes
Mecanismo De Acção
O rivaroxabano é um inibidor direto do fator Xa, altamente seletivo, com biodisponibilidade oral.
A inibição do fator Xa interrompe as vias intrínseca e extrínseca da cascata de coagulação sanguínea, inibindo a formação de trombina e o desenvolvimento de trombos.
O rivaroxabano não inibe a trombina (fator II ativado) e não foram demonstrados efeitos sobre as plaquetas.
O ácido acetilsalicílico inibe a agregação plaquetária.
Este efeito é alcançado através da acetilação da cicloxigenase.
A síntese de tromboxano A2 (uma prostaglandina que promove a agregação plaquetária e tem efeitos vasoconstritores) nas plaquetas é, desta forma, irreversivelmente inibida.
Este efeito é permanente e, geralmente, tem a duração da vida útil de uma plaqueta, que é de 8 dias.
Paradoxalmente, o ácido acetilsalicílico também inibe a formação de prostaciclina (uma prostaglandina com efeitos antiplaquetários, mas vasodilatadores) nas células endoteliais das paredes vasculares.
Este efeito é temporário.
Assim que o ácido acetilsalicílico é eliminado do sangue, a prostaciclina volta a ser produzida pelas células endoteliais nucleadas.
Consequentemente, a administração de ácido acetilsalicílico em doses baixas uma vez ao dia (<100 mg/dia), o bloqueia o tromboxano A2 nas plaquetas sem prejudicar significativamente a produção de prostaciclina.
A inibição do fator Xa interrompe as vias intrínseca e extrínseca da cascata de coagulação sanguínea, inibindo a formação de trombina e o desenvolvimento de trombos.
O rivaroxabano não inibe a trombina (fator II ativado) e não foram demonstrados efeitos sobre as plaquetas.
O ácido acetilsalicílico inibe a agregação plaquetária.
Este efeito é alcançado através da acetilação da cicloxigenase.
A síntese de tromboxano A2 (uma prostaglandina que promove a agregação plaquetária e tem efeitos vasoconstritores) nas plaquetas é, desta forma, irreversivelmente inibida.
Este efeito é permanente e, geralmente, tem a duração da vida útil de uma plaqueta, que é de 8 dias.
Paradoxalmente, o ácido acetilsalicílico também inibe a formação de prostaciclina (uma prostaglandina com efeitos antiplaquetários, mas vasodilatadores) nas células endoteliais das paredes vasculares.
Este efeito é temporário.
Assim que o ácido acetilsalicílico é eliminado do sangue, a prostaciclina volta a ser produzida pelas células endoteliais nucleadas.
Consequentemente, a administração de ácido acetilsalicílico em doses baixas uma vez ao dia (<100 mg/dia), o bloqueia o tromboxano A2 nas plaquetas sem prejudicar significativamente a produção de prostaciclina.
Posologia Orientativa
Conforme prescrição médica.
Administração
Via oral.
Contra-Indicações
Hipersensibilidade às substâncias ativas, a outros salicilatos.
Hemorragia ativa clinicamente significativa.
Lesões ou condições, se consideradas como apresentando um risco significativo de grande hemorragia.
Estas podem incluir úlceras gastrointestinais atuais ou recentes, presença de neoplasias malignas com elevado risco de hemorragia, lesão recente no cérebro ou na espinal medula, cirurgia cerebral, espinal ou oftálmica recente, hemorragia intracraniana recente, suspeita ou conhecimento de varizes esofágicas, malformações arteriovenosas, aneurismas vasculares ou grandes anomalias vasculares intraespinais ou intracerebrais.
Diátese hemorrágica.
Ataques de asma induzidos pela administração de salicilatos ou substâncias com ação similar, especialmente anti-inflamatórios não esteroides.
Compromisso renal grave (clearance de creatinina < 30 ml/min).
Insuficiência cardíaca grave, não controlada.
O tratamento concomitante com quaisquer outros anticoagulantes, p. ex. heparina não fracionada (HNF), heparinas de baixo peso molecular (enoxaparina, dalteparina, etc.), derivados da heparina (fondaparinux, etc.), anticoagulantes orais (varfarina, dabigatrano etexilato, apixabano, etc.), exceto nas circunstâncias específicas de mudança de terapêutica anticoagulante ou quando são administradas doses de HNF necessárias para manter aberto um acesso venoso central ou um cateter arterial.
O tratamento concomitante da SCA com terapêutica antiplaquetária em doentes com acidente vascular cerebral ou acidente isquémico transitório (AIT) anterior.
Tratamento concomitante da DAC/DAP com AAS em doentes com acidente vascular hemorrágico ou lacunar prévio, ou com qualquer acidente vascular no período de um mês.
Tratamento concomitante com metotrexato nas doses de 15 mg/semana ou superiores.
Doença hepática associada a coagulopatia e risco de hemorragia clinicamente relevante, incluindo doentes com cirrose com Child Pugh B e C.
Gravidez e amamentação.
Hemorragia ativa clinicamente significativa.
Lesões ou condições, se consideradas como apresentando um risco significativo de grande hemorragia.
Estas podem incluir úlceras gastrointestinais atuais ou recentes, presença de neoplasias malignas com elevado risco de hemorragia, lesão recente no cérebro ou na espinal medula, cirurgia cerebral, espinal ou oftálmica recente, hemorragia intracraniana recente, suspeita ou conhecimento de varizes esofágicas, malformações arteriovenosas, aneurismas vasculares ou grandes anomalias vasculares intraespinais ou intracerebrais.
Diátese hemorrágica.
Ataques de asma induzidos pela administração de salicilatos ou substâncias com ação similar, especialmente anti-inflamatórios não esteroides.
Compromisso renal grave (clearance de creatinina < 30 ml/min).
Insuficiência cardíaca grave, não controlada.
O tratamento concomitante com quaisquer outros anticoagulantes, p. ex. heparina não fracionada (HNF), heparinas de baixo peso molecular (enoxaparina, dalteparina, etc.), derivados da heparina (fondaparinux, etc.), anticoagulantes orais (varfarina, dabigatrano etexilato, apixabano, etc.), exceto nas circunstâncias específicas de mudança de terapêutica anticoagulante ou quando são administradas doses de HNF necessárias para manter aberto um acesso venoso central ou um cateter arterial.
O tratamento concomitante da SCA com terapêutica antiplaquetária em doentes com acidente vascular cerebral ou acidente isquémico transitório (AIT) anterior.
Tratamento concomitante da DAC/DAP com AAS em doentes com acidente vascular hemorrágico ou lacunar prévio, ou com qualquer acidente vascular no período de um mês.
Tratamento concomitante com metotrexato nas doses de 15 mg/semana ou superiores.
Doença hepática associada a coagulopatia e risco de hemorragia clinicamente relevante, incluindo doentes com cirrose com Child Pugh B e C.
Gravidez e amamentação.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Como outros medicamentos similares para reduzir a formação de coágulos sanguíneos, este medicamento pode causar uma hemorragia que pode potencialmente causar risco de vida. Uma hemorragia excessiva pode levar a uma queda súbita da tensão arterial (choque). Em alguns casos, a hemorragia pode não ser óbvia.
Contacte imediatamente um médico, se sentir algum dos seguintes efeitos indesejáveis:
• Sinais de hemorragia
- hemorragia no cérebro ou interior do crânio (sintomas podem incluir dor de cabeça, fraqueza de um dos lados, vómitos, tonturas, diminuição do nível de consciência e rigidez do pescoço. Uma emergência médica grave. Procure ajuda médica imediatamente!)
- hemorragia prolongada ou excessiva
- sensação anormal de fraqueza, cansaço, palidez, tonturas, dores de cabeça, inchaço inexplicável, falta de ar, dor no peito ou angina de peito
O médico pode decidir mantê-lo sob uma observação mais atenta ou alterar o tratamento
• Sinais de reações cutâneas graves
- disseminação intensa da erupção na pele, bolhas ou lesões das mucosas, p. ex., na boca ou olhos (síndrome Stevens-Johnson/necrólise epidérmica tóxica).
- uma reação medicamentosa que causa erupção na pele, febre, inflamação dos órgãos internos, anormalidades sanguíneas e doença sistémica (síndrome de DRESS).
- muito raras a graves, erupções cutâneas febris com envolvimento das membranas mucosas (eritema multiforme).
A frequência destes efeitos indesejáveis é muito rara (até 1 em 10.000 pessoas).
• Sinais de reações alérgicas graves
- inchaço da face, lábios, boca, língua ou garganta; dificuldade em engolir; urticária e dificuldades respiratórias; queda súbita da pressão arterial.
A frequência de reações alérgicas graves é muito rara (reações anafiláticas, incluindo choque anafilático; podem afetar até 1 em 10.000 pessoas) e pouco frequentes (angioedema e edema alérgico; podem afetar até 1 em cada 100 pessoas).
Lista global dos efeitos indesejáveis possíveis
Frequentes (podem afetar até 1 em 10 pessoas)
- diminuição dos glóbulos vermelhos, o que pode provocar palidez da pele e causar fraqueza ou falta de ar
- hemorragia no estômago ou intestino, hemorragia urogenital (incluindo sangue na urina e período menstrual intenso), hemorragia pelo nariz, hemorragia das gengivas
- hemorragia nos olhos (incluindo hemorragia da parte branca dos olhos)
- hemorragia num tecido ou uma cavidade do corpo (hematoma, nódoas negras)
- tossir sangue
- hemorragia da pele ou sob a pele
- hemorragia após uma cirurgia
- secreção de sangue ou fluído de uma ferida cirúrgica
- inchaço dos membros
- dor nos membros
- função dos rins diminuída (pode ser observada em testes realizados pelo seu médico)
- febre
- dor de estômago, azia, indigestão, náuseas, vómitos, má disposição ou estar doente, prisão de ventre, dor abdominal, diarreia
- tensão arterial baixa (os sintomas podem ser sensação de tonturas ou desmaio ao levantar-se)
- diminuição da força e energia de um modo geral (fraqueza, cansaço), dores de cabeça, tonturas
- erupção na pele, comichão na pele
- testes sanguíneos poderão demonstrar um aumento de algumas enzimas hepáticas
Pouco frequentes (podem afetar até 1 em 100 pessoas)
- hemorragia no cérebro ou no interior do crânio (ver acima, sinais de hemorragia)
- hemorragia numa articulação causando dor e inchaço
- hemorragia gástrica ou intestinal
- anemia
- trombocitopenia (baixo número de plaquetas, que são células que ajudam o sangue a coagular)
- reações alérgicas, incluindo reações alérgicas da pele
- função do fígado diminuída (pode ser observada em testes efetuados pelo seu médico)
- testes sanguíneos poderão demonstrar um aumento da bilirrubina, de algumas enzimas pancreáticas ou do número de plaquetas
- úlceras gástricas ou intestinais
- inflamação gastrointestinal
- desmaio
- sensação de mal-estar
- batimento cardíaco mais rápido
- boca seca
- reações na pele
Raros (podem afetar até 1 em 1 000 pessoas)
- hemorragia grave, p. ex., hemorragia no cérebro
- hemorragias, tais como hemorragias nasais, hemorragias gengivais, hemorragias cutâneas, hemorragias no trato urinário e órgãos genitais ou hemorragias musculares, com o tempo de hemorragia potencialmente prolongado
- destruição mais rápida dos glóbulos vermelhos e um certo tipo de anemia em doentes que não têm ou têm pouca quantidade de uma enzima chamada glicose-6-fosfato desidrogenase no organismo - reações alérgicas (hipersensibilidade) da pele, vias respiratórias, trato gastrointestinal e sistema cardiovascular, especialmente em doentes asmáticos. Podem ocorrer os seguintes sintomas: p. ex., diminuição da pressão arterial, crises de falta de ar, inflamação da mucosa nasal, congestão nasal, choque alérgico, inchaço da face, língua e laringe (edema de Quincke)
- colestase (diminuição do fluxo biliar), hepatite incluindo lesão hepatocelular (inflamação do fígado incluindo lesão do fígado)
- amarelecimento da pele e dos olhos (icterícia)
- inchaço localizado
- acumulação de sangue (hematoma) na sua virilha como uma complicação de um procedimento cardíaco no qual um cateter é inserido na artéria da sua perna (pseudoaneurisma)
Muito raros (podem afetar até 1 em 10 000 pessoas)
- acumulação de eosinófilos, um tipo de glóbulos brancos, granulócitos, no sangue que causam inflamação no pulmão (pneumonia eosinofílica)
- aumento dos valores da função hepática
- diminuição nos níveis de glucose no sangue (hipoglicemia)
- insuficiência renal e insuficiência renal aguda
- diminuição da excreção de ácido úrico (o que pode potenciar uma crise de gota em doentes que estão em risco)
Desconhecidos (a frequência não pode ser calculada a partir dos dados disponíveis)
- insuficiência renal após uma hemorragia grave
- hemorragia no rim, por vezes com presença de sangue na urina, levando à incapacidade dos rins funcionarem adequadamente (nefropatia relacionada com anticoagulante)
- aumento da pressão nos músculos das suas pernas ou braços após uma hemorragia, que pode causar dor, inchaço, sensação alterada, adormecimento ou paralisia (síndrome compartimental após uma hemorragia)
- podem desenvolver-se membranas na cavidade intestinal, possivelmente com subsequente estreitamento (se a mucosa intestinal tiver sido previamente danificada)
Contacte imediatamente um médico, se sentir algum dos seguintes efeitos indesejáveis:
• Sinais de hemorragia
- hemorragia no cérebro ou interior do crânio (sintomas podem incluir dor de cabeça, fraqueza de um dos lados, vómitos, tonturas, diminuição do nível de consciência e rigidez do pescoço. Uma emergência médica grave. Procure ajuda médica imediatamente!)
- hemorragia prolongada ou excessiva
- sensação anormal de fraqueza, cansaço, palidez, tonturas, dores de cabeça, inchaço inexplicável, falta de ar, dor no peito ou angina de peito
O médico pode decidir mantê-lo sob uma observação mais atenta ou alterar o tratamento
• Sinais de reações cutâneas graves
- disseminação intensa da erupção na pele, bolhas ou lesões das mucosas, p. ex., na boca ou olhos (síndrome Stevens-Johnson/necrólise epidérmica tóxica).
- uma reação medicamentosa que causa erupção na pele, febre, inflamação dos órgãos internos, anormalidades sanguíneas e doença sistémica (síndrome de DRESS).
- muito raras a graves, erupções cutâneas febris com envolvimento das membranas mucosas (eritema multiforme).
A frequência destes efeitos indesejáveis é muito rara (até 1 em 10.000 pessoas).
• Sinais de reações alérgicas graves
- inchaço da face, lábios, boca, língua ou garganta; dificuldade em engolir; urticária e dificuldades respiratórias; queda súbita da pressão arterial.
A frequência de reações alérgicas graves é muito rara (reações anafiláticas, incluindo choque anafilático; podem afetar até 1 em 10.000 pessoas) e pouco frequentes (angioedema e edema alérgico; podem afetar até 1 em cada 100 pessoas).
Lista global dos efeitos indesejáveis possíveis
Frequentes (podem afetar até 1 em 10 pessoas)
- diminuição dos glóbulos vermelhos, o que pode provocar palidez da pele e causar fraqueza ou falta de ar
- hemorragia no estômago ou intestino, hemorragia urogenital (incluindo sangue na urina e período menstrual intenso), hemorragia pelo nariz, hemorragia das gengivas
- hemorragia nos olhos (incluindo hemorragia da parte branca dos olhos)
- hemorragia num tecido ou uma cavidade do corpo (hematoma, nódoas negras)
- tossir sangue
- hemorragia da pele ou sob a pele
- hemorragia após uma cirurgia
- secreção de sangue ou fluído de uma ferida cirúrgica
- inchaço dos membros
- dor nos membros
- função dos rins diminuída (pode ser observada em testes realizados pelo seu médico)
- febre
- dor de estômago, azia, indigestão, náuseas, vómitos, má disposição ou estar doente, prisão de ventre, dor abdominal, diarreia
- tensão arterial baixa (os sintomas podem ser sensação de tonturas ou desmaio ao levantar-se)
- diminuição da força e energia de um modo geral (fraqueza, cansaço), dores de cabeça, tonturas
- erupção na pele, comichão na pele
- testes sanguíneos poderão demonstrar um aumento de algumas enzimas hepáticas
Pouco frequentes (podem afetar até 1 em 100 pessoas)
- hemorragia no cérebro ou no interior do crânio (ver acima, sinais de hemorragia)
- hemorragia numa articulação causando dor e inchaço
- hemorragia gástrica ou intestinal
- anemia
- trombocitopenia (baixo número de plaquetas, que são células que ajudam o sangue a coagular)
- reações alérgicas, incluindo reações alérgicas da pele
- função do fígado diminuída (pode ser observada em testes efetuados pelo seu médico)
- testes sanguíneos poderão demonstrar um aumento da bilirrubina, de algumas enzimas pancreáticas ou do número de plaquetas
- úlceras gástricas ou intestinais
- inflamação gastrointestinal
- desmaio
- sensação de mal-estar
- batimento cardíaco mais rápido
- boca seca
- reações na pele
Raros (podem afetar até 1 em 1 000 pessoas)
- hemorragia grave, p. ex., hemorragia no cérebro
- hemorragias, tais como hemorragias nasais, hemorragias gengivais, hemorragias cutâneas, hemorragias no trato urinário e órgãos genitais ou hemorragias musculares, com o tempo de hemorragia potencialmente prolongado
- destruição mais rápida dos glóbulos vermelhos e um certo tipo de anemia em doentes que não têm ou têm pouca quantidade de uma enzima chamada glicose-6-fosfato desidrogenase no organismo - reações alérgicas (hipersensibilidade) da pele, vias respiratórias, trato gastrointestinal e sistema cardiovascular, especialmente em doentes asmáticos. Podem ocorrer os seguintes sintomas: p. ex., diminuição da pressão arterial, crises de falta de ar, inflamação da mucosa nasal, congestão nasal, choque alérgico, inchaço da face, língua e laringe (edema de Quincke)
- colestase (diminuição do fluxo biliar), hepatite incluindo lesão hepatocelular (inflamação do fígado incluindo lesão do fígado)
- amarelecimento da pele e dos olhos (icterícia)
- inchaço localizado
- acumulação de sangue (hematoma) na sua virilha como uma complicação de um procedimento cardíaco no qual um cateter é inserido na artéria da sua perna (pseudoaneurisma)
Muito raros (podem afetar até 1 em 10 000 pessoas)
- acumulação de eosinófilos, um tipo de glóbulos brancos, granulócitos, no sangue que causam inflamação no pulmão (pneumonia eosinofílica)
- aumento dos valores da função hepática
- diminuição nos níveis de glucose no sangue (hipoglicemia)
- insuficiência renal e insuficiência renal aguda
- diminuição da excreção de ácido úrico (o que pode potenciar uma crise de gota em doentes que estão em risco)
Desconhecidos (a frequência não pode ser calculada a partir dos dados disponíveis)
- insuficiência renal após uma hemorragia grave
- hemorragia no rim, por vezes com presença de sangue na urina, levando à incapacidade dos rins funcionarem adequadamente (nefropatia relacionada com anticoagulante)
- aumento da pressão nos músculos das suas pernas ou braços após uma hemorragia, que pode causar dor, inchaço, sensação alterada, adormecimento ou paralisia (síndrome compartimental após uma hemorragia)
- podem desenvolver-se membranas na cavidade intestinal, possivelmente com subsequente estreitamento (se a mucosa intestinal tiver sido previamente danificada)
Advertências

Gravidez:É contraindicado na gravidez.

Aleitamento:É contraindicado na amamentação.

Condução:Os doentes com reações adversas não devem conduzir ou utilizar máquinas.
Precauções Gerais
Fale com o médico ou farmacêutico antes de tomar Ácido acetilsalicílico / Rivaroxabano
• se tiver hipersensibilidade (alergia) a outros medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios, outros medicamentos para a doença reumática, ou outras substâncias que provocam alergias
• se também toma medicamentos anti-inflamatórios não esteroides, como ibuprofeno e naproxeno (medicamentos para dor, febre ou inflamação)
• se tiver outras alergias (p. ex., reações cutâneas, comichão, urticária)
• se tiver asma brônquica, febre dos fenos, inchaço da mucosa nasal (pólipos nasais) ou doenças respiratórias crónicas
• se também estiver a fazer tratamento com medicamentos anticoagulantes (p. ex., derivados da cumarina, heparina - exceto tratamento com heparina em doses baixas)
• se já teve úlceras no estômago ou intestino, ou hemorragia gastrointestinal • se tiver insuficiência hepática
• se tiver insuficiência renal ou redução do fluxo sanguíneo (p. ex., doença vascular nos rins, enfraquecimento do músculo cardíaco, redução do volume sanguíneo, cirurgia major, septicemia ou aumento do sangramento): o risco de insuficiência renal e insuficiência renal aguda pode ser agravado pelo ácido acetilsalicílico
• antes da cirurgia (mesmo em procedimentos menores, como extrações dentárias): a tendência para sangrar pode aumentar.
Informe o médico ou dentista se tomou Ácido acetilsalicílico / Rivaroxabano
• se tiver falta ou não tiver quantidade suficiente de uma enzima chamada glicose-6-fosfato desidrogenase no seu organismo, o ácido acetilsalicílico pode acelerar a degradação ou decomposição dos glóbulos vermelhos ou causar um certo tipo de anemia.
Este risco pode ser aumentado por fatores como doses elevadas, febre ou infeções agudas
• se tiver um risco elevado de sofrer uma crise de gota, uma crise pode ser desencadeada pelo uso de doses baixas de ácido acetilsalicílico, uma vez que este reduz a excreção de ácido úrico.
Ácido acetilsalicílico / Rivaroxabano não deve ser utilizado em combinação com determinados medicamentos que diminuem a coagulação sanguínea, tais como prasugrel ou ticagrelor, com exceção do clopidogrel/ticlopidina.
Tome especial cuidado com Ácido acetilsalicílico / Rivaroxabano
• se tem um risco aumentado de hemorragia, uma vez que pode ser o caso de situações como: - doença grave dos rins, uma vez que a sua função renal pode afetar a quantidade de medicamento que funciona no seu corpo
- se está a tomar outros medicamentos para prevenir coágulos de sangue (p. ex., varfarina, dabigatrano, apixabano ou heparina), quando estiver a mudar de tratamento anticoagulante ou enquanto receber heparina através de uma linha venosa ou arterial para a manter aberta
- doenças hemorrágicas
- tensão arterial muito alta, não controlada por tratamento médico
- doenças do seu estômago ou intestinos que podem resultar em hemorragia, p. ex., inflamação dos intestinos ou estômago, ou inflamação do esófago p. ex., devido à doença de refluxo gastroesofágico (doença em que o ácido do estômago sobe para o esófago) ou tumores localizados no estômago ou intestinos ou trato genital ou trato urinário
- um problema com os vasos sanguíneos do fundo do olho (retinopatia)
- uma doença dos pulmões em que os seus brônquios estão alargados e cheios de pús (bronquiectasias) ou anterior hemorragia dos pulmões
- se tem mais de 75 anos de idade
- se pesa menos de 60 kg
- se tem uma doença arterial coronária com insuficiência cardíaca sintomática grave
• se tem uma válvula cardíaca protésica
• se tem uma doença chamada síndrome antifosfolipídica (uma doença do sistema imunitário que provoca um aumento do risco de coágulos sanguíneos), informe o médico, que decidirá se o tratamento necessita de ser alterado.
Se alguma das situações acima se aplicar a si, informe o médico antes de tomar este medicamento.
O médico decidirá se deve ser tratado com este medicamento e se deve ser mantido sob uma observação mais atenta.
Se necessitar de ser operado
• é muito importante tomar Ácido acetilsalicílico / Rivaroxabano antes e após a cirurgia, exatamente às horas que o médico lhe indicou.
• se a cirurgia envolve a colocação de um cateter ou injeção na coluna vertebral (p. ex., anestesia epidural ou espinal ou redução da dor):
- é muito importante tomar Ácido acetilsalicílico / Rivaroxabano exatamente às horas que o seu médico lhe indicou, antes e após injeção ou remoção do cateter
- informe imediatamente o seu médico se apresentar adormecimento ou fraqueza das pernas ou problemas com o seu intestino ou bexiga após terminar a anestesia, porque é necessário um cuidado urgente.
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar, tiver tomado recentemente ou se vier a tomar outros medicamentos, incluindo medicamentos não sujeitos a receita médica, antes de tomar Ácido acetilsalicílico / Rivaroxabano.
Se toma Ácido acetilsalicílico / Rivaroxabano regularmente, informe o médico antes de tomar qualquer outro medicamento.
• se tiver hipersensibilidade (alergia) a outros medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios, outros medicamentos para a doença reumática, ou outras substâncias que provocam alergias
• se também toma medicamentos anti-inflamatórios não esteroides, como ibuprofeno e naproxeno (medicamentos para dor, febre ou inflamação)
• se tiver outras alergias (p. ex., reações cutâneas, comichão, urticária)
• se tiver asma brônquica, febre dos fenos, inchaço da mucosa nasal (pólipos nasais) ou doenças respiratórias crónicas
• se também estiver a fazer tratamento com medicamentos anticoagulantes (p. ex., derivados da cumarina, heparina - exceto tratamento com heparina em doses baixas)
• se já teve úlceras no estômago ou intestino, ou hemorragia gastrointestinal • se tiver insuficiência hepática
• se tiver insuficiência renal ou redução do fluxo sanguíneo (p. ex., doença vascular nos rins, enfraquecimento do músculo cardíaco, redução do volume sanguíneo, cirurgia major, septicemia ou aumento do sangramento): o risco de insuficiência renal e insuficiência renal aguda pode ser agravado pelo ácido acetilsalicílico
• antes da cirurgia (mesmo em procedimentos menores, como extrações dentárias): a tendência para sangrar pode aumentar.
Informe o médico ou dentista se tomou Ácido acetilsalicílico / Rivaroxabano
• se tiver falta ou não tiver quantidade suficiente de uma enzima chamada glicose-6-fosfato desidrogenase no seu organismo, o ácido acetilsalicílico pode acelerar a degradação ou decomposição dos glóbulos vermelhos ou causar um certo tipo de anemia.
Este risco pode ser aumentado por fatores como doses elevadas, febre ou infeções agudas
• se tiver um risco elevado de sofrer uma crise de gota, uma crise pode ser desencadeada pelo uso de doses baixas de ácido acetilsalicílico, uma vez que este reduz a excreção de ácido úrico.
Ácido acetilsalicílico / Rivaroxabano não deve ser utilizado em combinação com determinados medicamentos que diminuem a coagulação sanguínea, tais como prasugrel ou ticagrelor, com exceção do clopidogrel/ticlopidina.
Tome especial cuidado com Ácido acetilsalicílico / Rivaroxabano
• se tem um risco aumentado de hemorragia, uma vez que pode ser o caso de situações como: - doença grave dos rins, uma vez que a sua função renal pode afetar a quantidade de medicamento que funciona no seu corpo
- se está a tomar outros medicamentos para prevenir coágulos de sangue (p. ex., varfarina, dabigatrano, apixabano ou heparina), quando estiver a mudar de tratamento anticoagulante ou enquanto receber heparina através de uma linha venosa ou arterial para a manter aberta
- doenças hemorrágicas
- tensão arterial muito alta, não controlada por tratamento médico
- doenças do seu estômago ou intestinos que podem resultar em hemorragia, p. ex., inflamação dos intestinos ou estômago, ou inflamação do esófago p. ex., devido à doença de refluxo gastroesofágico (doença em que o ácido do estômago sobe para o esófago) ou tumores localizados no estômago ou intestinos ou trato genital ou trato urinário
- um problema com os vasos sanguíneos do fundo do olho (retinopatia)
- uma doença dos pulmões em que os seus brônquios estão alargados e cheios de pús (bronquiectasias) ou anterior hemorragia dos pulmões
- se tem mais de 75 anos de idade
- se pesa menos de 60 kg
- se tem uma doença arterial coronária com insuficiência cardíaca sintomática grave
• se tem uma válvula cardíaca protésica
• se tem uma doença chamada síndrome antifosfolipídica (uma doença do sistema imunitário que provoca um aumento do risco de coágulos sanguíneos), informe o médico, que decidirá se o tratamento necessita de ser alterado.
Se alguma das situações acima se aplicar a si, informe o médico antes de tomar este medicamento.
O médico decidirá se deve ser tratado com este medicamento e se deve ser mantido sob uma observação mais atenta.
Se necessitar de ser operado
• é muito importante tomar Ácido acetilsalicílico / Rivaroxabano antes e após a cirurgia, exatamente às horas que o médico lhe indicou.
• se a cirurgia envolve a colocação de um cateter ou injeção na coluna vertebral (p. ex., anestesia epidural ou espinal ou redução da dor):
- é muito importante tomar Ácido acetilsalicílico / Rivaroxabano exatamente às horas que o seu médico lhe indicou, antes e após injeção ou remoção do cateter
- informe imediatamente o seu médico se apresentar adormecimento ou fraqueza das pernas ou problemas com o seu intestino ou bexiga após terminar a anestesia, porque é necessário um cuidado urgente.
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar, tiver tomado recentemente ou se vier a tomar outros medicamentos, incluindo medicamentos não sujeitos a receita médica, antes de tomar Ácido acetilsalicílico / Rivaroxabano.
Se toma Ácido acetilsalicílico / Rivaroxabano regularmente, informe o médico antes de tomar qualquer outro medicamento.
Cuidados com a Dieta
Pode ser tomado com ou sem alimentos.
A ingestão de álcool enquanto toma este medicamento aumenta o risco de úlceras gastrointestinais e hemorragias.
A ingestão de álcool enquanto toma este medicamento aumenta o risco de úlceras gastrointestinais e hemorragias.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligue para o Centro de intoxicações.
Foram notificados casos raros de sobredosagem em adultos com doses até 1960 mg de rivaroxabano.
Em casos de sobredosagem, o doente deve ser cuidadosamente observado quanto a complicações hemorrágicas ou outras reações adversas.
Está disponível um agente de reversão específico (andexanet alfa) que antagoniza o efeito farmacodinâmico do rivaroxabano.
Em caso de sobredosagem com rivaroxabano poderá ser considerada a utilização de carvão ativado para reduzir a absorção.
É feita uma distinção entre sobredosagem crónica de ácido acetilsalicílico com distúrbios predominantemente do sistema nervoso central, como sonolência, tonturas, confusão ou náuseas («salicilismo») e intoxicação aguda.
A principal manifestação da intoxicação aguda por ácido acetilsalicílico é alteração grave do equilíbrio ácido-base.
Mesmo dentro dos intervalos terapêuticos, ocorre hiperventilação, o que resulta em alcalose respiratória.
Sintomas de níveis mais ligeiros de intoxicação aguda (200 – 400 µg/ml): Além de distúrbios do equilíbrio ácido-base e do equilíbrio eletrolítico (p.e. perda de potássio), hipoglicemia, erupções cutâneas e hemorragia gastrointestinal, foram também notificados casos de hiperventilação, zumbido nos ouvidos, náuseas, vómitos, perturbações da visão e audição, cefaleias, tonturas e confusão.
Em caso de intoxicação grave (mais de 400 µg/ml), podem ocorrer delírio, tremores, dispneia, sudorese, exsicose, hipertermia e coma.
Se a intoxicação for fatal, a causa de morte é geralmente a insuficiência respiratória.
Tratamento da intoxicação: As opções para o tratamento da intoxicação por ácido acetilsalicílico dependem da extensão, do estadio e dos sintomas clínicos da intoxicação.
São consistentes com as medidas habituais para reduzir a absorção da substância ativa e controlar o equilíbrio de fluidos e eletrólitos, bem como regular a temperatura e a respiração que se encontram comprometidas.
As medidas para acelerar a eliminação e restabelecer o equilíbrio ácido-base e eletrolítico são prioritárias.
Para além do uso de soluções de infusão de hidrogenocarbonato de sódio e cloreto de potássio, também são administrados diuréticos.
A urina deve ter uma reação básica para que o nível de ionização dos salicilatos aumente e, consequentemente, a taxa de redifusão nos túbulos diminua.
É altamente recomendado controlar as concentrações sanguíneas (pH, PCO2, hidrogenocarbonato, potássio, etc.).
Em casos graves, pode ser necessária hemodiálise.
Foram notificados casos raros de sobredosagem em adultos com doses até 1960 mg de rivaroxabano.
Em casos de sobredosagem, o doente deve ser cuidadosamente observado quanto a complicações hemorrágicas ou outras reações adversas.
Está disponível um agente de reversão específico (andexanet alfa) que antagoniza o efeito farmacodinâmico do rivaroxabano.
Em caso de sobredosagem com rivaroxabano poderá ser considerada a utilização de carvão ativado para reduzir a absorção.
É feita uma distinção entre sobredosagem crónica de ácido acetilsalicílico com distúrbios predominantemente do sistema nervoso central, como sonolência, tonturas, confusão ou náuseas («salicilismo») e intoxicação aguda.
A principal manifestação da intoxicação aguda por ácido acetilsalicílico é alteração grave do equilíbrio ácido-base.
Mesmo dentro dos intervalos terapêuticos, ocorre hiperventilação, o que resulta em alcalose respiratória.
Sintomas de níveis mais ligeiros de intoxicação aguda (200 – 400 µg/ml): Além de distúrbios do equilíbrio ácido-base e do equilíbrio eletrolítico (p.e. perda de potássio), hipoglicemia, erupções cutâneas e hemorragia gastrointestinal, foram também notificados casos de hiperventilação, zumbido nos ouvidos, náuseas, vómitos, perturbações da visão e audição, cefaleias, tonturas e confusão.
Em caso de intoxicação grave (mais de 400 µg/ml), podem ocorrer delírio, tremores, dispneia, sudorese, exsicose, hipertermia e coma.
Se a intoxicação for fatal, a causa de morte é geralmente a insuficiência respiratória.
Tratamento da intoxicação: As opções para o tratamento da intoxicação por ácido acetilsalicílico dependem da extensão, do estadio e dos sintomas clínicos da intoxicação.
São consistentes com as medidas habituais para reduzir a absorção da substância ativa e controlar o equilíbrio de fluidos e eletrólitos, bem como regular a temperatura e a respiração que se encontram comprometidas.
As medidas para acelerar a eliminação e restabelecer o equilíbrio ácido-base e eletrolítico são prioritárias.
Para além do uso de soluções de infusão de hidrogenocarbonato de sódio e cloreto de potássio, também são administrados diuréticos.
A urina deve ter uma reação básica para que o nível de ionização dos salicilatos aumente e, consequentemente, a taxa de redifusão nos túbulos diminua.
É altamente recomendado controlar as concentrações sanguíneas (pH, PCO2, hidrogenocarbonato, potássio, etc.).
Em casos graves, pode ser necessária hemodiálise.
Terapêutica Interrompida
No caso de esquecimento de uma dose, o doente deve continuar com a dose normal, conforme recomendado no momento da toma seguinte. Não deve ser tomada uma dose a dobrar para compensar uma dose esquecida.
Cuidados no Armazenamento
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Ácido acetilsalicílico + Rivaroxabano Inibidores do CYP3A4
Observações: n.d.Interacções: A coadministração de rivaroxabano com cetoconazol (400 mg uma vez ao dia) ou ritonavir (600 mg duas vezes ao dia) originou um aumento de 2,6 vezes / 2,5 vezes da média da AUC do rivaroxabano e um aumento de 1,7 vezes / 1,6 vezes da média da Cmax do rivaroxabano, com aumentos significativos nos efeitos farmacodinâmicos o que pode originar um risco aumentado de hemorragia. Deste modo, a utilização de Ácido acetilsalicílico / Rivaroxabano não é recomendada em doentes submetidos a tratamento sistémico concomitante com antimicóticos azólicos tais como cetoconazol, itraconazol, voriconazol e posaconazol ou inibidores da protease do VIH. Estas substâncias ativas são potentes inibidores do CYP3A4 e da gp-P. Prevê-se que substâncias ativas que inibam fortemente apenas uma das vias de eliminação de rivaroxabano, quer o CYP3A4 quer a gp-P, aumentem em menor grau as concentrações plasmáticas de rivaroxabano. A claritromicina (500 mg duas vezes ao dia), por exemplo, considerada como um potente inibidor do CYP3A4 e um inibidor moderado da gp-P, originou um aumento de 1,5 vezes da média da AUC do rivaroxabano e um aumento de 1,4 vezes na Cmax. Provavelmente, a interação com a claritromicina não é clinicamente relevante na maioria dos doentes, mas pode ser potencialmente significativa em doentes de alto risco. A eritromicina (500 mg três vezes ao dia), que inibe moderamente o CYP3A4 e a gp-P, originou um aumento de 1,3 vezes da média da AUC e da Cmax do rivaroxabano. Provavelmente, a interação com a eritromicina não é clinicamente relevante na maioria dos doentes, mas pode ser potencialmente significativa em doentes de alto risco. A eritromicina (500 mg três vezes ao dia) originou um aumento de 1,8 vezes da média da AUC do rivaroxabano e de 1,6 vezes da Cmax em indivíduos com compromisso renal ligeiro quando comparados com indivíduos com função renal normal. Em indivíduos com compromisso renal moderado, a eritromicina originou um aumento de 2,0 vezes da média da AUC do rivaroxabano e de 1,6 vezes na Cmax quando comparados com indivíduos com função renal normal. O efeito da eritromicina é aditivo ao do compromisso renal. O fluconazol (400 mg uma vez por dia) considerado como um inibidor moderado da CYP3A4, originou um aumento de 1,4 vezes da AUC média do rivaroxabano e um aumento de 1,3 vezes da Cmax média. Provavelmente, a interação com o fluconazol não é clinicamente relevante na maioria dos doentes, mas pode ser potencialmente significativa em doentes de alto risco. Face aos dados clínicos disponíveis com dronedarona serem limitados, a coadministração com Ácido acetilsalicílico / Rivaroxabano deve ser evitada. - Inibidores do CYP3A4

Ácido acetilsalicílico + Rivaroxabano Inibidores da glicoproteína-P (Gp-P)
Observações: n.d.Interacções: A coadministração de rivaroxabano com cetoconazol (400 mg uma vez ao dia) ou ritonavir (600 mg duas vezes ao dia) originou um aumento de 2,6 vezes / 2,5 vezes da média da AUC do rivaroxabano e um aumento de 1,7 vezes / 1,6 vezes da média da Cmax do rivaroxabano, com aumentos significativos nos efeitos farmacodinâmicos o que pode originar um risco aumentado de hemorragia. Deste modo, a utilização de Ácido acetilsalicílico / Rivaroxabano não é recomendada em doentes submetidos a tratamento sistémico concomitante com antimicóticos azólicos tais como cetoconazol, itraconazol, voriconazol e posaconazol ou inibidores da protease do VIH. Estas substâncias ativas são potentes inibidores do CYP3A4 e da gp-P. Prevê-se que substâncias ativas que inibam fortemente apenas uma das vias de eliminação de rivaroxabano, quer o CYP3A4 quer a gp-P, aumentem em menor grau as concentrações plasmáticas de rivaroxabano. A claritromicina (500 mg duas vezes ao dia), por exemplo, considerada como um potente inibidor do CYP3A4 e um inibidor moderado da gp-P, originou um aumento de 1,5 vezes da média da AUC do rivaroxabano e um aumento de 1,4 vezes na Cmax. Provavelmente, a interação com a claritromicina não é clinicamente relevante na maioria dos doentes, mas pode ser potencialmente significativa em doentes de alto risco. A eritromicina (500 mg três vezes ao dia), que inibe moderamente o CYP3A4 e a gp-P, originou um aumento de 1,3 vezes da média da AUC e da Cmax do rivaroxabano. Provavelmente, a interação com a eritromicina não é clinicamente relevante na maioria dos doentes, mas pode ser potencialmente significativa em doentes de alto risco. A eritromicina (500 mg três vezes ao dia) originou um aumento de 1,8 vezes da média da AUC do rivaroxabano e de 1,6 vezes da Cmax em indivíduos com compromisso renal ligeiro quando comparados com indivíduos com função renal normal. Em indivíduos com compromisso renal moderado, a eritromicina originou um aumento de 2,0 vezes da média da AUC do rivaroxabano e de 1,6 vezes na Cmax quando comparados com indivíduos com função renal normal. O efeito da eritromicina é aditivo ao do compromisso renal. O fluconazol (400 mg uma vez por dia) considerado como um inibidor moderado da CYP3A4, originou um aumento de 1,4 vezes da AUC média do rivaroxabano e um aumento de 1,3 vezes da Cmax média. Provavelmente, a interação com o fluconazol não é clinicamente relevante na maioria dos doentes, mas pode ser potencialmente significativa em doentes de alto risco. Face aos dados clínicos disponíveis com dronedarona serem limitados, a coadministração com Ácido acetilsalicílico / Rivaroxabano deve ser evitada. - Inibidores da glicoproteína-P (Gp-P)

Ácido acetilsalicílico + Rivaroxabano Anticoagulantes
Observações: n.d.Interacções: Ácido acetilsalicílico / Rivaroxabano pode aumentar o risco de hemorragia se for tomado antes do tratamento com agentes trombolíticos. Assim, deve ser prestada atenção a sinais de hemorragia externa ou interna (p.e. hematomas) em doentes que vão fazer tratamento com agentes trombolíticos. Após a administração combinada de enoxaparina (dose única de 40 mg) com rivaroxabano (dose única de 10 mg), foi observado um efeito aditivo sobre a atividade do antifator Xa, sem quaisquer efeitos adicionais sobre os testes de coagulação (TP, aPTT). A enoxaparina não afetou as propriedades farmacocinéticas do rivaroxabano. Devido ao risco aumentado de hemorragia, deve ter-se precaução se os doentes são tratados concomitantemente com quaisquer outros anticoagulantes. - Anticoagulantes

Ácido acetilsalicílico + Rivaroxabano Trombolíticos
Observações: n.d.Interacções: Ácido acetilsalicílico / Rivaroxabano pode aumentar o risco de hemorragia se for tomado antes do tratamento com agentes trombolíticos. Assim, deve ser prestada atenção a sinais de hemorragia externa ou interna (p.e. hematomas) em doentes que vão fazer tratamento com agentes trombolíticos. Após a administração combinada de enoxaparina (dose única de 40 mg) com rivaroxabano (dose única de 10 mg), foi observado um efeito aditivo sobre a atividade do antifator Xa, sem quaisquer efeitos adicionais sobre os testes de coagulação (TP, aPTT). A enoxaparina não afetou as propriedades farmacocinéticas do rivaroxabano. Devido ao risco aumentado de hemorragia, deve ter-se precaução se os doentes são tratados concomitantemente com quaisquer outros anticoagulantes. - Trombolíticos

Ácido acetilsalicílico + Rivaroxabano Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs)
Observações: n.d.Interacções: Deve ter-se precaução nos doentes tratados concomitantemente com AINEs e inibidores da agregação plaquetária, porque estes medicamentos aumentam, normalmente, o risco de hemorragia e podem prolongar o tempo de hemorragia. Os medicamentos anti-inflamatórios e antirreumáticos que contêm salicilatos aumentam o risco de úlceras gastrointestinais e hemorragias. O tratamento concomitante (no mesmo dia) com alguns AINEs, como o ibuprofeno e naproxeno, pode enfraquecer o efeito antiplaquetário irreversível do ácido acetilsalicílico. A relevância clínica desta interação é desconhecida. A administração de alguns AINEs, como o ibuprofeno e naproxeno, em doentes com risco cardiovascular aumentado pode limitar o efeito cardioprotetor do ácido acetilsalicílico. Os dados experimentais sugerem que, quando administrado concomitantemente, o ibuprofeno pode inibir o efeito do ácido acetilsalicílico em doses baixas na agregação plaquetária. Num estudo em que uma dose única de ibuprofeno foi tomada 8 horas antes ou 30 minutos após a administração de um medicamento de ácido acetilsalicílico de libertação rápida (81 mg), o efeito do ácido acetilsalicílico na formação de tromboxano ou na agregação plaquetária foi reduzido. No entanto, devido aos dados limitados disponíveis e às incertezas ao extrapolar dados ex vivo para a prática clínica, não é possível tirar conclusões definitivas sobre o uso frequente de ibuprofeno. É improvável que a utilização ocasional de ibuprofeno cause uma interação clínica relevante. - Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs)

Ácido acetilsalicílico + Rivaroxabano Antiagregantes plaquetários
Observações: n.d.Interacções: Foi observado um prolongamento do tempo de hemorragia clinicamente relevante após a administração concomitante de ácido acetilsalicílico e inibidores da agregação plaquetária, p.e. ticlodipina, clopidogrel. O clopidogrel (dose de carga de 300 mg, seguida da dose de manutenção de 75 mg) não mostrou nenhuma interação farmacocinética com o rivaroxabano (15 mg), contudo, foi observado um aumento relevante no tempo de hemorragia num subgrupo de doentes não correlacionado com a agregação plaquetária, nem com os níveis de P-selectina ou dos recetores GPIIb/IIIa. - Antiagregantes plaquetários

Ácido acetilsalicílico + Rivaroxabano Antirreumáticos
Observações: n.d.Interacções: Deve ter-se precaução nos doentes tratados concomitantemente com AINEs e inibidores da agregação plaquetária, porque estes medicamentos aumentam, normalmente, o risco de hemorragia e podem prolongar o tempo de hemorragia. Os medicamentos anti-inflamatórios e antirreumáticos que contêm salicilatos aumentam o risco de úlceras gastrointestinais e hemorragias. O tratamento concomitante (no mesmo dia) com alguns AINEs, como o ibuprofeno e naproxeno, pode enfraquecer o efeito antiplaquetário irreversível do ácido acetilsalicílico. A relevância clínica desta interação é desconhecida. A administração de alguns AINEs, como o ibuprofeno e naproxeno, em doentes com risco cardiovascular aumentado pode limitar o efeito cardioprotetor do ácido acetilsalicílico. Os dados experimentais sugerem que, quando administrado concomitantemente, o ibuprofeno pode inibir o efeito do ácido acetilsalicílico em doses baixas na agregação plaquetária. Num estudo em que uma dose única de ibuprofeno foi tomada 8 horas antes ou 30 minutos após a administração de um medicamento de ácido acetilsalicílico de libertação rápida (81 mg), o efeito do ácido acetilsalicílico na formação de tromboxano ou na agregação plaquetária foi reduzido. No entanto, devido aos dados limitados disponíveis e às incertezas ao extrapolar dados ex vivo para a prática clínica, não é possível tirar conclusões definitivas sobre o uso frequente de ibuprofeno. É improvável que a utilização ocasional de ibuprofeno cause uma interação clínica relevante. - Antirreumáticos

Ácido acetilsalicílico + Rivaroxabano Glucocorticoides
Observações: n.d.Interacções: Os glucocorticoides sistémicos (com exceção da hidrocortisona como terapêutica de substituição para a doença de Addison), aumentam o risco de hemorragia gastrointestinal e de úlceras quando administrados com ácido acetilsalicílico. - Glucocorticoides

Ácido acetilsalicílico + Rivaroxabano Álcool
Observações: n.d.Interacções: A administração concomitante de álcool e ácido acetilsalicílico aumenta o risco de hemorragia e úlceras gastrointestinais. - Álcool

Ácido acetilsalicílico + Rivaroxabano Digoxina
Observações: n.d.Interacções: O ácido acetilsalicílico prejudica a excreção renal da digoxina, resultando em concentrações plasmáticas aumentadas. Recomenda-se a monitorização das concentrações plasmáticas de digoxina ao iniciar e terminar o tratamento com ácido acetilsalicílico. Pode ser necessário ajustar a dose. - Digoxina

Ácido acetilsalicílico + Rivaroxabano Lítio
Observações: n.d.Interacções: O ácido acetilsalicílico prejudica a excreção renal do lítio, resultando em concentrações plasmáticas aumentadas. Recomenda-se a monitorização das concentrações plasmáticas do lítio ao iniciar e terminar o tratamento com ácido acetilsalicílico. Pode ser necessário ajustar a dose. - Lítio

Ácido acetilsalicílico + Rivaroxabano Antidiabéticos
Observações: n.d.Interacções: Os salicílicos podem aumentar o efeito hipoglicémico dos antidiabéticos. Assim, caso sejam utilizadas doses elevadas de salicilatos, pode ser adequado fazer um reajuste para uma dosagem mais baixa do antidiabético. Recomenda-se um maior controlo da glicemia. - Antidiabéticos

Ácido acetilsalicílico + Rivaroxabano Metotrexato
Observações: n.d.Interacções: A associação dos medicamentos metotrexato e ácido acetilsalicílico aumenta a toxicidade hematológica do metotrexato devido à diminuição da depuração renal do metotrexato pelo ácido acetilsalicílico. Por esta razão, é contraindicada a utilização concomitante de metotrexato (em doses >15 mg/semana) com ácido acetilsalicílico. Em doses <15 mg/semana, devem ser realizadas análises semanais ao sangue durante as primeiras semanas de tratamento com esta associação. Deve ser realizado um acompanhamento reforçado em caso de insuficiência renal, ainda que ligeira, bem como nos idosos. - Metotrexato

Ácido acetilsalicílico + Rivaroxabano Ciclosporina
Observações: n.d.Interacções: O uso concomitante de AINEs e ciclosporina pode aumentar o efeito nefrotóxico da ciclosporina. A função renal deve ser monitorizada em caso de uso concomitante destes medicamentos com ácido acetilsalicílico. - Ciclosporina

Ácido acetilsalicílico + Rivaroxabano Tacrolímus
Observações: n.d.Interacções: O uso concomitante de AINEs e tacrolímus pode aumentar o efeito nefrotóxico do tacrolímus. A função renal deve ser monitorizada em caso de uso concomitante destes medicamentos com ácido acetilsalicílico. - Tacrolímus

Ácido acetilsalicílico + Rivaroxabano Ácido Valpróico (Valproato de sódio)
Observações: n.d.Interacções: Foi notificada uma diminuição da ligação do valproato à albumina sérica quando tomado concomitantemente com o ácido acetilsalicílico, aumentando assim as suas concentrações plasmáticas livres em estado estacionário. - Ácido Valpróico (Valproato de sódio)

Ácido acetilsalicílico + Rivaroxabano Fenitoína
Observações: n.d.Interacções: O salicilato diminui a ligação da fenitoína à albumina plasmática. Isso pode levar à diminuição dos níveis totais de fenitoína no plasma e ao aumento da fração livre de fenitoína. Não parece haver uma alteração significativa da concentração não ligada e, consequentemente, do efeito terapêutico. - Fenitoína

Ácido acetilsalicílico + Rivaroxabano Inibidores da Anidrase Carbónica
Observações: n.d.Interacções: Podem causar acidose grave e aumento da toxicidade no sistema nervoso central. - Inibidores da Anidrase Carbónica

Ácido acetilsalicílico + Rivaroxabano Inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS)
Observações: n.d.Interacções: Assim como com outros anticoagulantes, poderá existir a possibilidade dos doentes apresentarem um maior risco de hemorragia em caso de utilização concomitante com ISRS ou IRSN, devido ao seu efeito relatado sobre as plaquetas. - Inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS)

Ácido acetilsalicílico + Rivaroxabano Inibidores seletivos da recaptação da serotonina-norepinefrina (ISRSNs)
Observações: n.d.Interacções: Assim como com outros anticoagulantes, poderá existir a possibilidade dos doentes apresentarem um maior risco de hemorragia em caso de utilização concomitante com ISRS ou IRSN, devido ao seu efeito relatado sobre as plaquetas. - Inibidores seletivos da recaptação da serotonina-norepinefrina (ISRSNs)

Ácido acetilsalicílico + Rivaroxabano Varfarina
Observações: n.d.Interacções: A passagem de doentes da varfarina, um antagonista da vitamina K (INR 2,0 a 3,0) para rivaroxabano (20 mg) ou de rivaroxabano (20 mg) para varfarina (INR 2,0 a 3,0) aumentou o tempo de protrombina/INR (Neoplastin) de forma mais do que aditiva (podem observar-se valores individuais do INR até 12), enquanto que os efeitos sobre o aPTT, a inibição da atividade do fator Xa e o potencial da trombina endógena foram aditivos. Se se desejar testar os efeitos farmacodinâmicos do rivaroxabano durante o período de passagem, podem utilizar-se a atividade antifator Xa, PiCT e Heptest dado que estes testes não foram afetados pela varfarina. No quarto dia após a última dose de varfarina, todos os testes (incluindo TP, aPTT, inibição da atividade do fator Xa e PTE) refletiram apenas o efeito do rivaroxabano. Se se desejar testar os efeitos farmacodinâmicos da varfarina durante o período de passagem, pode utilizar-se a determinação do INR na Cmin do rivaroxabano (24 horas após a toma anterior de rivaroxabano) dado que este teste é minimamente afetado pelo rivaroxabano neste ponto. Não se observaram interações farmacocinéticas entre a varfarina e o rivaroxabano. - Varfarina

Ácido acetilsalicílico + Rivaroxabano Indutores do CYP3A4
Observações: n.d.Interacções: A coadministração de rivaroxabano com rifampicina, um potente indutor do CYP3A4, originou uma diminuição aproximada de 50% da média da AUC do rivaroxabano, com diminuições paralelas nos seus efeitos farmacodinâmicos. O uso concomitante de rivaroxabano com outros indutores potentes do CYP3A4 (p.e. fenitoína, carbamazepina, fenobarbital ou hipericão (Hypericum perforatum)) pode originar também a redução das concentrações plasmáticas do rivaroxabano. Por este motivo, a administração concomitante de indutores potentes do CYP3A4 deve ser evitada a menos que o doente seja observado atentamente quanto a sinais e sintomas de trombose. - Indutores do CYP3A4

Ácido acetilsalicílico + Rivaroxabano Outros medicamentos
Observações: n.d.Interacções: Não foram observadas interações farmacocinéticas ou farmacodinâmicas clinicamente relevantes quando o rivaroxabano foi coadministrado com midazolam (substrato do CYP3A4), digoxina (substrato da gp-P), atorvastatina (substrato do CYP3A4 e da gp-P) ou omeprazol (inibidor da bomba de protões). O rivaroxabano não inibe nem induz nenhuma isoforma importante do CYP, como o CYP3A4. Não foi observada qualquer interação clinicamente relevante com alimentos. Foi observada uma diminuição do efeito quando o ácido acetilsalicílico foi coadministrado com antagonistas da aldosterona (espironolactona e canrenoato), diuréticos da ansa (p.e., furosemida), medicamentos anti-hipertensores (especialmente inibidores da ECA) e medicamentos uricosúricos (p.e., probenecida, benzbromarona). - Outros medicamentos

Ácido acetilsalicílico + Rivaroxabano Metamizol (Dipirona)
Observações: n.d.Interacções: Quando tomado concomitantemente, o metamizol pode reduzir o efeito do ácido acetilsalicílico na agregação plaquetária. Por esta razão, metamizol deve ser utilizado com precaução em doentes que tomam Ácido acetilsalicílico / Rivaroxabano para o efeito cardioprotetor. - Metamizol (Dipirona)

Ácido acetilsalicílico + Rivaroxabano Testes Laboratoriais/Diagnóstico/Teste ergométrico
Observações: n.d.Interacções: Os parâmetros de coagulação (p.e., TP, aPTT, HepTest) são afetados conforme esperado pelo modo de ação do rivaroxabano. - Testes Laboratoriais/Diagnóstico/Teste ergométrico

Informe o Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.
É contraindicado na gravidez e amamentação.
Foram notificadas reações adversas como síncope (frequência: pouco frequentes) e tonturas (frequência: frequentes) durante o tratamento com rivaroxabano. Os doentes com estas reações adversas não devem conduzir ou utilizar máquinas.
É contraindicado na gravidez e amamentação.
Foram notificadas reações adversas como síncope (frequência: pouco frequentes) e tonturas (frequência: frequentes) durante o tratamento com rivaroxabano. Os doentes com estas reações adversas não devem conduzir ou utilizar máquinas.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 24 de Março de 2026