Dormir com peluche pode ser eficaz contra stress

  Tupam Editores

Mesmo depois de deixar a adolescência, há quem tenha por hábito dormir com peluches, apenas por uma questão de conforto. A questão é que esse hábito, por vezes, pode prolongar-se até muito mais tarde. Será isso um problema? De acordo com vários estudos, pode ajudar a aliviar o stress.

Um estudo publicado pela revista Psychology Today do Instituto Psicanalítico da Universidade de Nova Iorque, afirma que os peluches são para as crianças “objetos de transição”, ajudando-os a lidar com o stress ou a ansiedade que surgem com o avançar da idade, e que os ajuda a “compreender o desenvolvimento humano, a desenvolver e manter interações humanas”.

Mulher a dormir com peluche

Por outro lado, um estudo da Faculdade de Psicologia, da Universidade de Amesterdão, na Holanda, afirma que o contacto com objetos inanimados, como peluches, pode amenizar os indivíduos no que toca a medos existenciais.

Para o psicólogo Robert Ryan, há inúmeras razões pelas quais os adultos escolhem dormir com peluches. “Pode ser um sinal de solidão (...) se nos sentimos sozinhos e há um peluche gigante na nossa cama, acaba por haver ‘alguém’ a dormir connosco”.

O especialista acrescenta que desde que não impeça alguém de trazer outra pessoa para a sua vida, não há qualquer problema em ter este hábito.

A questão surge quando a pessoa tem vergonha de ter pessoas, de ter alguém na sua vida, por causa dos peluches: “isso significa que está na altura de o largar”.

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