Pilocarpina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI com Advertência na Condução
O que é
A Pilocarpina é um alcalóide extraído das folhas do jaborandi (Pilocarpus microphyllus), uma planta conhecida há tempos pelos índios tupi-guarani, que habitavam o Brasil e tiravam proveito de suas propriedades de produzir suor.
Foi introduzida na prática clínica pelo médico brasileiro Sinfrônio Coutinho, em 1874, através de extractos da folha do jaborandi para obter efeito diaforético (produção de suor) e sialogogo (produção de saliva).
Trata-se de um agonista muscarínico seletivo para os recetores do subtipo M3, lentamente degradado e sem efeitos sobre os recetores nicotínicos.
A Pilocarpina é usada como agente miótico (provoca a contracção da pupila) e no tratamento do glaucoma, sendo empregada na forma de colírio.
É possível que a Pilocarpina possua efeitos psicoativos, o que ainda não foi bem esclarecido.
A Pilocarpina pode ser administrada por via intravenosa para exercer efeito antídoto contra envenenamento por atropina, um antagonista dos recetores colinérgicos muscarínicos.
A Pilocarpina é um fármaco parassimpaticomimético, com efeitos semelhantes aos da acetilcolina e como tal é capaz de aumentar a produção de secreções pelas glândulas exócrinas no organismo.
Por este motivo ela é usada actualmente como primeira linha de tratamento em doentes com xerostomia (produção insuficiente de saliva), que pode ocorrer como efeito colateral da radioterapia em cabeça e pescoço para o tratamento de neoplasias.
Usos comuns
Alívio dos sintomas de hipofunção das glândulas salivares em doentes com xerostomia grave após irradiação para tratamento de cancro da cabeça e pescoço.
Tratamento dos sintomas de secura da boca e de secura ocular em doentes com síndrome de Sjögren.
Tipo
Molécula pequena.
Indicações
Pilocarpina estimula certos nervos e glândulas do seu corpo.
Após tomar Pilocarpina, o organismo produzirá mais saliva, lágrimas, suor, sucos gástricos e muco.
Pilocarpina é usado
- se lhe foi administrada radioterapia para cancro da cabeça ou pescoço e sente a sua boca muito seca
- se lhe foi diagnosticada uma condição denominada síndrome de Sjögren e a sua boca e os seus olhos estão secos e/ou com prurido.
Classificação CFT

6.1.2 : De ação sistémica

Mecanismo de ação
A pilocarpina é um agente parassimpatomimético colinérgica.
Aumenta a secreção pelas glândulas exócrinas, e produz a contracção do músculo esfíncter da íris e do músculo ciliar (quando administrada por via tópica nos olhos) por principalmente estimulando recetores muscarínicos.
Posologia orientativa
Conforme prescrição médica.
Administração
Via oral.
Contraindicações
Hipersensibilidade à Pilocarpina.
Pilocarpina está contraindicado em doentes com patologia cardiorrenal não controlada e clinicamente significativa, asma não controlada e outras doenças crónicas em risco se forem utilizados agonistas colinérgicos.
Pilocarpina está contraindicado nos casos em que não é desejada miose tal como acontece numa irite aguda.
Efeitos indesejáveis/adversos
Efeitos secundários muito frequentes (afetando mais de 1 em cada 10 doentes):
- sintomas tipo-gripe
- sudação
- dores de cabeça
- necessidade de urinar com mais frequência.

Efeitos secundários frequentes (afetando entre 1 e 10 em cada 100 doentes):
- fadiga
- arrepios
- corrimento nasal
- reações alérgicas, incluindo erupção na pele e comichão
- tonturas
- diarreia; prisão de ventre
- indigestão; dor abdominal; náuseas; vómitos
- salivar com mais frequência
- rubor; aumento da pressão arterial
- palpitações (batimentocardíaco rápido)
- olhos lacrimejantes; visão anormal; olhos vermelhos, inchados e dolorosos.

Efeitos secundários pouco frequentes (afetando entre 1 e 10 em cada 1.000 doentes):
- necessidade imperiosa de urinar com mais frequência
- flatulência (gases)

Outros efeitos secundários da substância ativa cloridrato de pilocarpina:
- dificuldade em respirar
- dor de estômago ou abdominal grave
- alterações do ritmo ou frequência cardíaca
- pressão arterial baixa; desmaios
- tremor
- alterações no estado mental, incluindo perturbações da memória, alterações de humor e confusão.
Advertências
Gravidez
Gravidez:
Gravidez:Não use Pilocarpina durante a gravidez, a não ser que o médico o recomende.
Aleitamento
Aleitamento:
Aleitamento:Não use Pilocarpina se estiver a amamentar.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:
Insuf. Hepática:Redução posológica.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:
Insuf. Renal:Usar com precaução.
Condução
Condução:
Condução:Pilocarpina pode causar tonturas ou afectar sua visão, em particular, pode ter problemas em ver bem à noite. Se isso acontecer, não conduza nem use ferramentas ou máquinas.
Precauções gerais
Fale com o médico ou farmacêutico antes de tomar Pilocarpina.
Informe o médico antes de tomar Pilocarpina se tem:
- problemas pulmonares (por ex.: asma, bronquite crónica e/ou doença pulmonar obstrutiva crónica)
- problemas cardíacos (por ex.: insuficiência cardíaca, pulso irregular)
- problemas de vesícula (por ex.: cálculos biliares)
- problemas de estômago (por ex.: úlceras)
- problemas hepáticos (por ex.: função hepática diminuída)
- problemas do sistema nervoso/mentais
- problemas renais (por ex.: insuficiência renal ou cálculos renais)
- problemas oculares (por ex.: glaucoma de ângulo fechado).

O médico pode querer efectuar exames aos seus olhos antes do início do tratamento.
Se não fez exames aos seus olhos recentemente, informe o médico.

Se transpirar excessivamente durante o tratamento com Pilocarpina, beba mais líquidos.
Se isso não ajudar, contacte o médico pois pode sofrer de desidratação e danos nos órgãos se tal continuar.

Informe o médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.
É especialmente importante que informe o médico se estiver a tomar quaisquer medicamentos para tratar:
- pressão arterial elevada, problemas cardíacos ou problemas oculares (por ex.: um beta-bloqueante)
- diarreia (por ex.: atropina)
- asma (por ex.: ipratrópio inalado)
Cuidados com a dieta
Sem informação.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência ou ligar para o Centro de intoxicações.

Os sintomas de uma overdose de pilocarpina podem incluir dores de cabeça, alucinações, distúrbios visuais, sudorese, dor no peito, batimentos cardíacos anormais, pressão arterial anormal, vómitos, náuseas, diarréia, tremores ou confusão.
Terapêutica interrompida
Tome a dose assim que se lembrar. No entanto, se estiver quase na hora da próxima dose regularmente agendados, ignore esta dose e tome a próxima como indicada. Não tome uma dose dupla de pilocarpina salvo indicado pelo seu médico.
Cuidados no armazenamento
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e tolerância bacteriológica
Sem informação.
Usar com precaução

Pilocarpina + Bloqueadores adrenérgicos beta

Observações: n.d.
Interacções: Pilocarpina deve ser administrada com precaução a doentes que estejam a tomar antagonistas beta adrenérgicos devido à possibilidade de perturbações da condução. - Bloqueadores adrenérgicos beta
Usar com precaução

Ciclopentolato + Pilocarpina

Observações: n.d.
Interacções: O ciclopentolato pode interferir com a ação antiglaucomatosa da pilocarpina. - Pilocarpina
Não recomendado/Evitar

Galantamina + Pilocarpina

Observações: n.d.
Interacções: interações farmacodinâmicas: Devido ao seu mecanismo de ação, a galantamina não deve ser administrada simultaneamente com outros colinomiméticos (tais como ambenónio, donepezilo, neostigmina, piridostigmina, rivastigmina ou pilocarpina, administrada sistemicamente). A galantamina tem o potencial de antagonizar o efeito da medicação anticolinérgica. Caso a terapêutica anticolinergica, como a atropina, seja interrompida abruptamente, existe um potencial risco de exacerbação dos efeitos da galantamina. Tal como acontece com os colinomiméticos, é possível que ocorra uma interação farmacodinâmica com medicamentos que reduzam de modo significativo a frequência cardíaca, como por exemplo a digoxina, bloqueadores beta, alguns bloqueadores dos canais de cálcio e a amiodarona. Deve ter-se especial precaução com os medicamentos que têm potencial para causar torsades de pointes. Nestes casos deve considerar-se a realização de um eletrocardiograma. - Pilocarpina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Pilocarpina + Parassimpatomiméticos (PSNS)

Observações: n.d.
Interacções: É de esperar que a administração concomitante de Pilocarpina e medicamentos com efeitos parassimpatomiméticos resulte em efeitos farmacológicos aditivos. - Parassimpatomiméticos (PSNS)
Usar com precaução

Pilocarpina + Atropina

Observações: n.d.
Interacções: A pilocarpina pode antagonizar os efeitos anticolinérgicos de outros fármacos utilizados concomitantemente (i.e. atropina, ipratrópio inalado). - Atropina
Usar com precaução

Pilocarpina + Brometo de ipratrópio

Observações: n.d.
Interacções: A pilocarpina pode antagonizar os efeitos anticolinérgicos de outros fármacos utilizados concomitantemente (i.e. atropina, ipratrópio inalado). - Brometo de ipratrópio
Sem efeito descrito

Pilocarpina + Ácido Acetilsalicílico

Observações: n.d.
Interacções: Enquanto não se realizarem estudos formais de interações medicamentosas, foram utilizados os seguintes medicamentos concomitantemente em pelo menos 10% dos doentes num ou em ambos os estudos de eficácia na síndrome de Sjögren: Ácido acetilsalicílico, lágrimas artificiais, cálcio, estrogénios conjugados, sulfato de hidroxicloroquina, ibuprofeno, levotiroxina de sódio, acetato de medroxiprogesterona, metotrexato, multivitaminas, naproxeno, omeprazol, paracetamol e prednisolona. Não existiram notificações de toxicidade farmacológica durante qualquer estudo de eficácia. - Ácido Acetilsalicílico
Sem efeito descrito

Pilocarpina + Cálcio

Observações: n.d.
Interacções: Enquanto não se realizarem estudos formais de interações medicamentosas, foram utilizados os seguintes medicamentos concomitantemente em pelo menos 10% dos doentes num ou em ambos os estudos de eficácia na síndrome de Sjögren: Ácido acetilsalicílico, lágrimas artificiais, cálcio, estrogénios conjugados, sulfato de hidroxicloroquina, ibuprofeno, levotiroxina de sódio, acetato de medroxiprogesterona, metotrexato, multivitaminas, naproxeno, omeprazol, paracetamol e prednisolona. Não existiram notificações de toxicidade farmacológica durante qualquer estudo de eficácia. - Cálcio
Sem efeito descrito

Pilocarpina + Estrogénios conjugados

Observações: n.d.
Interacções: Enquanto não se realizarem estudos formais de interações medicamentosas, foram utilizados os seguintes medicamentos concomitantemente em pelo menos 10% dos doentes num ou em ambos os estudos de eficácia na síndrome de Sjögren: Ácido acetilsalicílico, lágrimas artificiais, cálcio, estrogénios conjugados, sulfato de hidroxicloroquina, ibuprofeno, levotiroxina de sódio, acetato de medroxiprogesterona, metotrexato, multivitaminas, naproxeno, omeprazol, paracetamol e prednisolona. Não existiram notificações de toxicidade farmacológica durante qualquer estudo de eficácia. - Estrogénios conjugados
Sem efeito descrito

Pilocarpina + Hidroxicloroquina

Observações: n.d.
Interacções: Enquanto não se realizarem estudos formais de interações medicamentosas, foram utilizados os seguintes medicamentos concomitantemente em pelo menos 10% dos doentes num ou em ambos os estudos de eficácia na síndrome de Sjögren: Ácido acetilsalicílico, lágrimas artificiais, cálcio, estrogénios conjugados, sulfato de hidroxicloroquina, ibuprofeno, levotiroxina de sódio, acetato de medroxiprogesterona, metotrexato, multivitaminas, naproxeno, omeprazol, paracetamol e prednisolona. Não existiram notificações de toxicidade farmacológica durante qualquer estudo de eficácia. - Hidroxicloroquina
Sem efeito descrito

Pilocarpina + Ibuprofeno

Observações: n.d.
Interacções: Enquanto não se realizarem estudos formais de interações medicamentosas, foram utilizados os seguintes medicamentos concomitantemente em pelo menos 10% dos doentes num ou em ambos os estudos de eficácia na síndrome de Sjögren: Ácido acetilsalicílico, lágrimas artificiais, cálcio, estrogénios conjugados, sulfato de hidroxicloroquina, ibuprofeno, levotiroxina de sódio, acetato de medroxiprogesterona, metotrexato, multivitaminas, naproxeno, omeprazol, paracetamol e prednisolona. Não existiram notificações de toxicidade farmacológica durante qualquer estudo de eficácia. - Ibuprofeno
Sem efeito descrito

Pilocarpina + Levotiroxina sódica

Observações: n.d.
Interacções: Enquanto não se realizarem estudos formais de interações medicamentosas, foram utilizados os seguintes medicamentos concomitantemente em pelo menos 10% dos doentes num ou em ambos os estudos de eficácia na síndrome de Sjögren: Ácido acetilsalicílico, lágrimas artificiais, cálcio, estrogénios conjugados, sulfato de hidroxicloroquina, ibuprofeno, levotiroxina de sódio, acetato de medroxiprogesterona, metotrexato, multivitaminas, naproxeno, omeprazol, paracetamol e prednisolona. Não existiram notificações de toxicidade farmacológica durante qualquer estudo de eficácia. - Levotiroxina sódica
Sem efeito descrito

Pilocarpina + Medroxiprogesterona

Observações: n.d.
Interacções: Enquanto não se realizarem estudos formais de interações medicamentosas, foram utilizados os seguintes medicamentos concomitantemente em pelo menos 10% dos doentes num ou em ambos os estudos de eficácia na síndrome de Sjögren: Ácido acetilsalicílico, lágrimas artificiais, cálcio, estrogénios conjugados, sulfato de hidroxicloroquina, ibuprofeno, levotiroxina de sódio, acetato de medroxiprogesterona, metotrexato, multivitaminas, naproxeno, omeprazol, paracetamol e prednisolona. Não existiram notificações de toxicidade farmacológica durante qualquer estudo de eficácia. - Medroxiprogesterona
Sem efeito descrito

Pilocarpina + Metotrexato

Observações: n.d.
Interacções: Enquanto não se realizarem estudos formais de interações medicamentosas, foram utilizados os seguintes medicamentos concomitantemente em pelo menos 10% dos doentes num ou em ambos os estudos de eficácia na síndrome de Sjögren: Ácido acetilsalicílico, lágrimas artificiais, cálcio, estrogénios conjugados, sulfato de hidroxicloroquina, ibuprofeno, levotiroxina de sódio, acetato de medroxiprogesterona, metotrexato, multivitaminas, naproxeno, omeprazol, paracetamol e prednisolona. Não existiram notificações de toxicidade farmacológica durante qualquer estudo de eficácia. - Metotrexato
Sem efeito descrito

Pilocarpina + Multivitaminas

Observações: n.d.
Interacções: Enquanto não se realizarem estudos formais de interações medicamentosas, foram utilizados os seguintes medicamentos concomitantemente em pelo menos 10% dos doentes num ou em ambos os estudos de eficácia na síndrome de Sjögren: Ácido acetilsalicílico, lágrimas artificiais, cálcio, estrogénios conjugados, sulfato de hidroxicloroquina, ibuprofeno, levotiroxina de sódio, acetato de medroxiprogesterona, metotrexato, multivitaminas, naproxeno, omeprazol, paracetamol e prednisolona. Não existiram notificações de toxicidade farmacológica durante qualquer estudo de eficácia. - Multivitaminas
Sem efeito descrito

Pilocarpina + Naproxeno

Observações: n.d.
Interacções: Enquanto não se realizarem estudos formais de interações medicamentosas, foram utilizados os seguintes medicamentos concomitantemente em pelo menos 10% dos doentes num ou em ambos os estudos de eficácia na síndrome de Sjögren: Ácido acetilsalicílico, lágrimas artificiais, cálcio, estrogénios conjugados, sulfato de hidroxicloroquina, ibuprofeno, levotiroxina de sódio, acetato de medroxiprogesterona, metotrexato, multivitaminas, naproxeno, omeprazol, paracetamol e prednisolona. Não existiram notificações de toxicidade farmacológica durante qualquer estudo de eficácia. - Naproxeno
Sem efeito descrito

Pilocarpina + Omeprazol

Observações: n.d.
Interacções: Enquanto não se realizarem estudos formais de interações medicamentosas, foram utilizados os seguintes medicamentos concomitantemente em pelo menos 10% dos doentes num ou em ambos os estudos de eficácia na síndrome de Sjögren: Ácido acetilsalicílico, lágrimas artificiais, cálcio, estrogénios conjugados, sulfato de hidroxicloroquina, ibuprofeno, levotiroxina de sódio, acetato de medroxiprogesterona, metotrexato, multivitaminas, naproxeno, omeprazol, paracetamol e prednisolona. Não existiram notificações de toxicidade farmacológica durante qualquer estudo de eficácia. - Omeprazol
Sem efeito descrito

Pilocarpina + Paracetamol

Observações: n.d.
Interacções: Enquanto não se realizarem estudos formais de interações medicamentosas, foram utilizados os seguintes medicamentos concomitantemente em pelo menos 10% dos doentes num ou em ambos os estudos de eficácia na síndrome de Sjögren: Ácido acetilsalicílico, lágrimas artificiais, cálcio, estrogénios conjugados, sulfato de hidroxicloroquina, ibuprofeno, levotiroxina de sódio, acetato de medroxiprogesterona, metotrexato, multivitaminas, naproxeno, omeprazol, paracetamol e prednisolona. Não existiram notificações de toxicidade farmacológica durante qualquer estudo de eficácia. - Paracetamol
Sem efeito descrito

Pilocarpina + Prednisolona

Observações: n.d.
Interacções: Enquanto não se realizarem estudos formais de interações medicamentosas, foram utilizados os seguintes medicamentos concomitantemente em pelo menos 10% dos doentes num ou em ambos os estudos de eficácia na síndrome de Sjögren: Ácido acetilsalicílico, lágrimas artificiais, cálcio, estrogénios conjugados, sulfato de hidroxicloroquina, ibuprofeno, levotiroxina de sódio, acetato de medroxiprogesterona, metotrexato, multivitaminas, naproxeno, omeprazol, paracetamol e prednisolona. Não existiram notificações de toxicidade farmacológica durante qualquer estudo de eficácia. - Prednisolona
Usar com precaução

Pilocarpina + Substratos do CYP2A6

Observações: n.d.
Interacções: Em estudos in vitro, verificou-se que a pilocarpina é um inibidor da CYP2A6. A inibição in vivo e, consequentemente, uma interação com os substratos CYP2A6 (ex. irbesartan, cumarina) não pode ser excluída. - Substratos do CYP2A6
Usar com precaução

Pilocarpina + Irbesartan

Observações: n.d.
Interacções: Em estudos in vitro, verificou-se que a pilocarpina é um inibidor da CYP2A6. A inibição in vivo e, consequentemente, uma interação com os substratos CYP2A6 (ex. irbesartan, cumarina) não pode ser excluída. - Irbesartan
Não recomendado/Evitar

Fingolimod + Pilocarpina

Observações: n.d.
Interacções: O tratamento com fingolimod não deve ser iniciado em doentes tratados com beta-bloqueadores, ou outras substâncias que podem diminuir a frequência cardíaca, tais como anti-arrítmicos de classe Ia e III, bloqueadores dos canais de cálcio (tais como ivabradina, verapamilo ou diltiazem), digoxina, agentes anticolinesterásicos ou pilocarpina devido aos potenciais efeitos aditivos na frequência cardíaca. Se o tratamento com fingolimod for considerado em tais doentes, deverá ser solicitado aconselhamento de um cardiologista acerca da substituição para medicamentos que não diminuam a frequência cardíaca ou monitorização mais apropriada para o início do tratamento. É recomendado, pelo menos, monitorização durante a noite caso o tratamento com medicamentos que diminuem a frequência cardíaca não possa ser suspenso. - Pilocarpina
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interacções da Pilocarpina
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 24 de Março de 2026