Digoxina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI com Advertência na Condução
O que é
A Digoxina é um glicosídeo digitálico obtido principalmente a partir de Digitalis lanata, que consiste em três açúcares e a digoxigenina aglícona.
A Digoxina tem atividade positiva cronotrópica e inotrópica negativa.
É utilizada para controlar a frequência ventricular em Pacientes com fibrilhação atrial e no tratamento da insuficiência cardíaca congestiva com fibrilhação atrial.
O seu uso na insuficiência cardíaca congestiva e ritmo sinusal é menos certo.
A margem entre as doses tóxicas e terapêuticas é pequena.
Usos comuns
Usado para a terapia de digitalizacção e de manutenção.

Usado por IV para digitalizacção rápida em situações de emergência.

Usado principalmente na gestão profilática e tratamento da ICC e para controlar a frequência ventricular em taquiarritmias supraventriculares (por exemplo, fibrilhação atrial ou flutter).
Tipo
Molécula pequena.
Indicações
Infusiciência cardíaca, fibrilhação atrial e flutter.
Classificação CFT

3.1.1 : Digitálicos

Mecanismo de ação
A Digoxina inibe a bomba de membrana de Na-K-ATPase, o que resulta num aumento do cálcio intracelular.

O permutador de cálcio e sódio (NCX) por sua vez, tenta fazer a extrusão do sódio e, assim bombeia mais cálcio.

Concentrações intracelulares aumentados de cálcio podem promover a ativação das proteínas contráteis (por exemplo, actina, miosina).

A Digoxina também atua na atividade eléctrica do coração, aumentando a inclinação da despolarização da fase 4, encurtando a duração do potencial de ação, e diminuindo o potencial diastólico máximo.
Posologia orientativa
Conforme prescrição médica.
Administração
Via oral.
A presença de alimentos pode retardar, mas não alterar a taxa de absorção da Digoxina.
Contraindicações
Os digitálicos estão contraindicados no síndrome de Wolff-Parkinson-White, na taquicardia ventricular, nos bloqueios auriculoventriculares de 2º e 3º grau, na cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva e ainda em situações de hipercalcemia e hipocaliémia significativas.
Efeitos indesejáveis/adversos
Náuseas, vómitos, anorexia e diarreia. Estes dois últimos efeitos são sintomas precoces num contexto de intoxicação digitálica.

Nevralgias, cefaleias, tonturas, sonolência, desorientação e alucinações.

Ginecomastia e diminuição da síntese de gonadotrofinas.

Diplopia, escotomas, discromatopsia (sugestiva de intoxicação).

Bradicardia sinusal, bloqueios auriculoventriculares, extrassístoles supraventriculares e ventriculares (muitas vezes em bigeminismo).

As extrassístoles ventriculares multifocais são muitas vezes precursoras de formas mais graves de arritmias (ex: taquicardia ventricular).

O bloqueio auriculoventricular pode ser de 1º, 2º e 3º grau, implicando, por vezes, nestas duas últimas situações, o recurso à utilização de pacemaker provisório.

A intoxicação digitálica é uma situação de risco, tanto maior quanto mais comprometido estiver o equilíbrio hidroelectrolítico. Importa pois, corrigir a desidratação e a hipocaliemia que eventualmente ocorram.

Deve evitar-se o recurso a aminas simpaticomiméticas e à administração de cálcio em situações de intoxicação digitálica.

Pode haver necessidade de utilização de fenitoína ou de bloqueadores beta (no tratamento das extrassístoles e taquicardias), da lidocaína (em situações de taquicardia ventricular), da atropina (na ocorrência de bloqueios auriculoventriculares).

É também de grande interesse o recurso aos Fab (fragments antibinding).
Advertências
Gravidez
Gravidez:
Gravidez:A utilização de digoxina durante a gravidez deve ser considerada apenas quando os benefícios esperados para a mãe justificarem qualquer possível risco para o feto.
Aleitamento
Aleitamento:
Aleitamento:Apesar da digoxina ser eliminada no leite materno, as quantidades são mínimas e a amamentação não está contraindicada.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:
Insuf. Renal:Reduzir dose; alterações electrolíticas aumentam sensibilidade à toxicidade.
Condução
Condução:
Condução:Foram relatados distúrbios do sistema nervoso central e da visão em doentes a tomar Digoxina, pelo que se recomenda precaução antes de conduzir, utilizar máquinas ou participar em actividades perigosas.
Precauções gerais
É muito importante que o médico verifique o seu progresso de perto enquanto estiver a usar Digoxina para ver se ela está a funcionar correctamente e para permitir uma mudança na dose. Podem ser necessários exames de sangue para verificar se há efeitos indesejáveis.

Não pare de tomar Digoxina sem primeiro consultar o médico. Parando de repente pode causar uma séria mudança na função do coração.

Preste atenção aos sinais e sintomas de overdose enquanto estiver a tomar Digoxina. Siga as instruções do médico cuidadosamente. A quantidade de Digoxina necessária para ajudar a maioria das pessoas é muito próxima do montante que poderia causar sérios problemas de overdose.

Alguns sinais de alerta precoce de sobredosagem são confusão, perda de apetite, náuseas, vómitos, diarréia, ou problemas de visão. Outros sinais de sobredosagem são as alterações na taxa ou ritmo do batimento cardíaco (tornando-se irregular ou lento), palpitações (sensação de bater no peito), ou desmaios.

Em lactentes e crianças pequenas, os primeiros sinais de sobredosagem são as alterações na taxa e no ritmo dos batimentos cardíacos. As crianças podem não apresentar outros sintomas, semelhantes aos dos adultos.

O médico pode querer que seja portador de um cartão de identificação médica ou pulseira, informando que está a receber Digoxina.

Não tome outros medicamentos que não tenham sido acordados com o médico, incluindo medicamentos de prescrição ou sem receita (OTC), e ervas ou suplementos vitamínicos.
Cuidados com a dieta
Evite o abacate.
Evite farelo e alimentos ricos em fibras nas 2 horas após a toma deste medicamento.
Evite o excesso de sal de sódio a menos que instruído de forma diferente pelo Médico.
Evite o leite, cálcio, produtos lácteos, ferro, antiácidos, ou sais de alumínio 2 horas antes ou 6 horas após o uso desta medicação.
Evite substitutos do sal contendo potássio.
Limite alho, gengibre, gingko e castanha.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligue para o Centro de Intoxicações.

Os sintomas e sinais de toxicidade mais frequentes e mais graves consistem em náuseas, vómitos, perturbações visuais e arritmias cardíacas.
A toxicidade é uma ocorrência mais frequente em doentes a tomar diuréticos e após doenças intercorrentes, como por exemplo gastroenterite aguda, que provoquem alterações electrolíticas.
Terapêutica interrompida
Se falhar uma dose de Digoxina, tome-a assim que possível.
No entanto, se estiver quase na hora da sua próxima dose, salte a dose e volte ao seu esquema posológico regular. Não duplique doses.

Se falhar uma dose de Digoxina, e se lembrar dentro de 12 horas, tome-a assim que se lembrar.
No entanto, se não se lembrar até mais tarde, salte a dose e volte ao seu esquema posológico regular.

Se tiver alguma dúvida ou se perder doses durante 2 ou mais dias seguidos, consulte o Médico.
Cuidados no armazenamento
Guarde o medicamento num recipiente fechado à temperatura ambiente, longe do calor, humidade e luz directa. Evite congelamento.

Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.

Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e tolerância bacteriológica
Sem informação.
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Antiácidos + Digoxina

Observações: Os antiácidos podem reduzir a absorção por adsorção de fármacos no tubo digestivo ou porque os fármacos requerem pH ácido para a absorção. Tendem a acelerar o esvaziamento gástrico, aumentando a absorção intestinal dos fármacos. Alguns (ex.: hidróxido de alumínio ou de magnésio) alcalinizam a urina, alterando a eliminação de fármacos sensíveis ao pH urinário.
Interacções: Absorção reduzida - Digoxina - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Antiarrítmicos + Digoxina

Observações: Aumentam a depressão do miocárdio quando são administrados com outros AA. Aumentam o risco de arritmias ventriculares quando são dados com AA que prolongam o intervalo QT
Interacções: Propafenona: Aumenta o efeito da: - Digoxina - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Macrólidos + Digoxina

Observações: Podem interferir com a absorção de outros fármacos, inibir as enzimas metabolizadoras com aumento da toxicidade de alguns fármacos e, com menos frequência, reduzir a concentração plasmática de outros, por aceleração do metabolismo. Os macrólidos envolvidos com mais frequência são a eritromicina (em particular por via parentérica) e a claritromicina. A eritromicina em aplicação tópica não origina interacções.
Interacções: Por inibição enzimática, com aumento da concentração plasmática e da toxicidade respectiva interferem com - Digoxina - Digoxina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Inibidores da bomba de protões (IBP) + Digoxina

Observações: A redução da acidez gástrica pode alterar a absorção de fármacos para os quais a acidez gástrica afecta a biodisponibilidade; Todos são metabolizados pelo cit. P450, incluindo o CYP2C19 e o CYP3A4; São raras as interacções clinicamente significativas.
Interacções: Os IBP reduzem a absorção de: - Digoxina - Digoxina
Risco Moderado

Diuréticos poupadores de potássio + Digoxina

Observações: Efeitos adversos com outros agentes que aumentam a concentração sérica de potássio; Podem aumentar a excreção renal de outras substâncias, além do potássio (digoxina, iões hidrogénio).
Interacções: Ver também: - Digoxina - Digoxina
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Bloqueadores da entrada do cálcio + Digoxina

Observações: Verapamilo, diltiazem e talvez a nicardipina (mas não a nifedipina) inibem as enzimas hepáticas metabolizadoras de fármacos. O metabolismo do diltiazem, nifedipina, verapamilo e provavelmente outros bloqueadores da entrada de cálcio estão sujeitos a indução e inibição.
Interacções: Ver também: Digoxina - Digoxina - Digoxina
Usar com precaução

Digoxina + Inibidores da glicoproteína-P (Gp-P)

Observações: n.d.
Interacções: A digoxina é um substrato da glicoproteína-P. Deste modo, os inibidores da glicoproteína-P podem aumentar as concentrações sanguíneas da digoxina ao aumentar a sua absorção e/ou ao reduzir a sua depuração renal. A indução da glicoproteína-P pode resultar em diminuições das concentrações plasmáticas da digoxina. - Inibidores da glicoproteína-P (Gp-P)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Antifúngicos (Azol) + Digoxina

Observações: Inibição do CYP3A4 (itraconazol = cetoconazol > fluconazol, voriconazol). Inibição do CYP269 (fluconazol, voriconazol). Susceptibilidade a indutores enzimáticos (itraconazol, cetoconazol, voriconazol). Absorção gastrintestinal dependente do pH (itraconazol, cetoconazol). Inibição da glicoproteína-P (itraconazol, cetoconazol).
Interacções: Digoxina: aumento das concentrações plasmáticas de digoxina com cetoconazol e itraconazol - Digoxina - Digoxina
Usar com precaução

Acarbose + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Em casos individuais o Acarbose pode afectar a biodisponibilidade da digoxina, podendo ser necessário ajustar a dose de digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Acemetacina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Se utilizado concomitantemente, pode aumentar as concentrações plasmáticas de digoxina. Recomenda-se monitorização dos níveis séricos de digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Acetato de potássio + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Não é recomendado o uso de Digoxina digitálicos com suplementos de potássio em pacientes digitalizados com bloqueio cardíaco grave ou completo. - Digoxina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido para-aminossalicílico + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: O ácido para-aminosalicílico pode diminuir a absorção gastrointestinal da digoxina, aparentemente por inibir a função de absorção das células intestinais. Doentes sob esta terapia concomitante devem ser sujeitos a monitorização dos valores séricos de digoxina. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dalbavancina + Digoxina

Observações: Os resultados de um estudo de controlo de recetor in vitro não indicam tendência para existência de interacção com outros alvos terapêuticos nem potencial para interações farmacodinâmicas clinicamente relevantes. Não foram realizados estudos clínicos de interacção medicamentosa com dalbavancina. Potencial para outros medicamentos afetarem a farmacocinética de dalbavancina. A dalbavancina não é metabolizada por enzimas CYP in vitro, portanto, os indutores ou inibidores de CYP coadministrados não tendem a influenciar a farmacocinética de dalbavancina. Desconhece-se se dalbavancina é um substrato dos transportadores de captação e efluxo hepáticos. Potencial para dalbavancina afetar a farmacocinética de outros medicamentos. Prevê-se que o potencial de interacção de dalbavancina em medicamentos metabolizados por enzimas CYP seja baixo, uma vez que não é um inibidor nem um indutor de enzimas CYP in vitro. Não existem dados sobre dalbavancina enquanto inibidor de CYP2C8. Desconhece-se se a dalbavancina é um inibidor de transportadores.
Interacções: Não pode ser excluída a possibilidade de aumento da exposição a substratos de transportadores sensíveis à atividade de transportadores inibidos como, por exemplo, estatinas e digoxina, se forem combinados com dalbavancina. - Digoxina
Sem significado Clínico

Albiglutido + Digoxina

Observações: Albiglutido retarda o esvaziamento gástrico e poderá ter impacto na absorção de medicamentos orais administrados concomitantemente. Quando foi administrado como uma dose única de 100 mg em indivíduos saudáveis, albiglutido retardou o esvaziamento gástrico, comparativamente com o placebo, tanto de sólidos como de líquidos. Recomenda-se precaução nos doentes a administrar medicamentos com um índice terapêutico estreito ou medicamentos que necessitem de monitorização clínica cuidadosa.
Interacções: Albiglutido não alterou significativamente a farmacocinética de uma dose única de digoxina (0,5 mg) quando administrada concomitantemente no estado estacionário de albiglutido (50 mg semanalmente). - Digoxina
Usar com precaução

Sulfato de magnésio + Sulfato de potássio + Sulfato de sódio + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: O efeitos terapêuticos dos medicamentos orais tomados de forma regular com janela terapêutica estreita ou semivida curta (por exemplo Contracetivos orais, antiepiléticos, antidiabéticos, antibióticos, levotiroxina, digoxina...) podem ser particularmente afetados. - Digoxina
Usar com precaução

Rifapentina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Também foi demonstrado que a rifapentina inibe e induz a P-gp, o que pode modificar a exposição plasmática da digoxina (um substrato da P-gp com um índice terapêutico estreito). A monitorização adequada e o ajuste da dose de digoxina podem ser necessários em caso de administração concomitante com rifapentina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Lacidipina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de lacidipina com outros fármacos anti-hipertensores, como por ex. diuréticos, bloqueadores beta ou IECAs pode resultar em adição dos efeitos hipotensivos. No entanto, em estudos efetuados com fármacos anti-hipertensores vulgarmente utilizados, por ex.beta-bloqueadores e diuréticos, ou com digoxina, tolbutamida ou varfarina, não foram identificadas interações específicas. - Digoxina
Sem efeito descrito

Eprosartan + Digoxina

Observações: Foi demonstrado in vitro que o eprosartan não inibe as isoenzimas CYP1A, 2A6, 2C9/8, 2C19, 2D6, 2E e 3A do citocromo P450 humano.
Interacções: Não foram demonstrados efeitos na farmacocinética da digoxina nem na farmacodinâmica da varfarina ou gliburida (glibenclamida) com eprosartan. - Digoxina
Sem efeito descrito

Etoricoxib + Digoxina

Observações: Com base em estudos in vitro, não é de se esperar que o etoricoxib iniba os citocromos P450 (CYP) 1A2, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 ou 3A4. Num estudo com indivíduos saudáveis, a administração diária de etoricoxib 120 mg não alterou a atividade hepática da CYP3A4, conforme avaliado pelo teste respiratório da eritromicina. A via principal do metabolismo do etoricoxib depende das enzimas CYP. A CYP3A4 parece contribuir para o metabolismo do etoricoxib in vivo. Estudos in vitro indicam que a CYP2D6, CYP2C9, CYP1A2 e CYP2C19 também conseguem catalisar a via metabólica principal, mas os seus papéis quantitativos não foram estudados in vivo.
Interacções: Etoricoxib 120 mg administrado uma vez por dia durante 10 dias a voluntários saudáveis não alterou a AUC 0-24hr plasmática, no estado de equilíbrio, nem a e liminação renal da digoxina. Houve um aumento (aproximadamente 33%) da Cmax da digoxina. Este aumento não é geralmente importante para a maioria dos doentes. Contudo, os doentes com um risco elevado de toxicidade devido à digoxina devem ser monitorizados ao administrar-se etoricoxib e digoxina concomitantemente. - Digoxina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Hidróxido de alumínio + Hidróxido de magnésio + Carbonato de magnésio + Simeticone + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Os antiácidos que associam alumínio e magnésio, podem diminuir a biodisponibilidade da digoxina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Irbesartan + Digoxina

Observações: O irbesartan é principalmente metabolizado pelo CYP2C9 e em menor extensão pela glucuronidação.
Interacções: A farmacocinética da digoxina não foi alterada pela administração concomitante do irbesartan. - Digoxina
Sem efeito descrito

Isradipina + Digoxina

Observações: A isradipina não parece inibir as enzimas do citocromo P450, em particular CYP3A4, numa extensão clínica significativa. A ingestão concomitante de sumo de toranja pode aumentar a biodisponibilidade da isradipina.
Interacções: A farmacocinética da isradipina não é modificada pela administração concomitante de digoxina, propranolol, varfarina, hidroclorotiazida ou ciclosporina. A isradipina não afeta a farmacocinética da digoxina, varfarina, hidroclorotiazida, diclofenac, teofilina, triazolam ou ciclosporina. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lansoprazol + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A coadministração de lansoprazol e digoxina pode levar a um aumento dos níveis plasmáticos da digoxina. Os níveis plasmáticos da digoxina devem assim ser monitorizados e a dose de digoxina ajustada se necessário, quando o tratamento com lansoprazol é iniciado ou terminado. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Hidroxicloroquina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A terapêutica concomitante de hidroxicloroquina e digoxina pode ocasionar elevação dos níveis de digoxina; os níveis plasmáticos de digoxina devem ser rigorosamente monitorizados em doentes com terapêutica concomitante. - Digoxina
Sem efeito descrito

Doxazosina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A maior parte da doxazosina plasmática (98%) está ligada às proteínas. Dados obtidos in vitro com o plasma humano indicam que a doxazosina não interfere com a ligação da digoxina às proteínas. - Digoxina
Sem efeito descrito

Anagrelida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Estudos de interação in vivo efetuados em seres humanos demonstraram que a digoxina não afeta as propriedades farmacocinéticas do anagrelida. - Digoxina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Carbonato de cálcio + Hidróxido de alumínio + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Carbonato de cálcio + Hidróxido de alumínio pode diminuir a absorção da digoxina. Deve ser tomado longe do Carbonato de cálcio + Hidróxido de alumínio (1 a 2 horas antes). - Digoxina
Contraindicado

Gluconato de cálcio + Digoxina

Observações: São exemplos de agentes oxidantes os peróxidos, nitratos, bromatos, cromatos, cloratos, dicromatos, percloratos e permanganatos.
Interacções: Os efeitos da digoxina e de outros glicósidos cardíacos podem ser potenciados pelo cálcio, o que pode conduzir a toxicidade grave. Assim, está contraindicada a administração intravenosa de preparações de cálcio a doentes sob terapia com glicósidos cardíacos. A única excepção admissível é a administração mandatória de cálcio por via intravenosa para o tratamento de manifestações de hipocalcémia grave com risco imediato de vida para o doente, apenas se não existirem alternativas terapêuticas mais seguras disponíveis e se não for possível a administração de cálcio por via oral. - Digoxina
Contraindicado

Gluconato de cálcio + Gluco-heptonato de cálcio + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Os efeitos da digoxina e outros glicosidos cardíacos podem ser potencializados pelo cálcio, o que pode resultar numa toxicidade grave. - Digoxina
Usar com precaução

Carfilzomib + Digoxina

Observações: Estudos in vitro indicaram que carfilzomib não induziu o CYP3A4 humano em meio de cultura fresco de hepatócitos humanos. Desconhece-se se carfilzomib é um indutor do CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19 e 2B6 em concentrações terapêuticas. Deve-se ter cuidado quando carfilzomib é combinado com medicamentos que são substratos destas enzimas. Carfilzomib não inibe a CYP1A2, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19 e 2D6 in vitro e, portanto, não está previsto que influencie a exposição dos medicamentos que são substratos destas enzimas como resultado da inibição. Carfilzomib é uma P-glicoproteína (P-gp) mas não um substrato da BCRP. No entanto, uma vez que Carfilzomib é administrado por via intravenosa e extensamente metabolizado, é pouco provável que o perfil farmacocinético de carfilzomib seja afetado pelos inibidores ou indutores de P-gp ou da BCRP. Em concentrações in vitro (3 µM) mais baixas do que as esperadas em doses terapêuticas, carfilzomib inibe o transporte de efluxo da digoxina, um substrato da P-gp, em 25%. In vitro, carfilzomib inibe OATP1B1 com um IC50 = 2,01µM, no entanto desconhece-se se carfilzomib pode ou não inibir outros transportadores OATP1B3, OAT1, OAT3, OCT2 e BSEP a nível sistémico. Considerando a eliminação rápida de carfilzomib, um declínio rápido notável na concentração sistémica 5 minutos após o final da perfusão, o risco de interações clinicamente relevantes com substratos destes transportadores é provavelmente baixo. Não está ainda estabelecida a inibição das enzimas UDP glucuronosiltransferase (UGT) pelo carfilzomib.
Interacções: Deve-se ter cuidado quando carfilzomib é combinado com substratos da P-gp (por exemplo, digoxina, colchicina). - Digoxina
Sem efeito descrito

Etanercept + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Não foram observadas interações medicamentosas farmacocinéticas clinicamente significativas em estudos com metotrexato, digoxina ou varfarina. - Digoxina
Sem significado Clínico

Bosentano + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante, durante 7 dias, de bosentano 500 mg duas vezes ao dia com digoxina diminuiu a AUC, a Cmax e a Cmin da digoxina em 12%, 9% e 23% respetivamente. O mecanismo desta interação poderá ser a indução da Glicoproteína P. É pouco provável que esta interação tenha alguma importância clínica. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Epoprostenol (Prostaciclina) + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Os doentes a tomar digoxina podem apresentar elevações nas concentrações da digoxina após o início da terapêutica com epoprostenol. Estas podem ser clinicamente significativas em doentes com tendência para toxicidade com digoxina. Assim, nos doentes tratados com epoprostenol e digoxina, a monitorização dos níveis de digoxina é aconselhável até que os níveis sejam clinicamente estáveis. - Digoxina
Usar com precaução

Trimetoprim + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Os doentes deverão ser cuidadosamente controlados visto que o trimetoprim poderá aumentar a semivida de eliminação da fenitoína e digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Carvedilol + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: As concentrações de digoxina são aumentadas em aproximadamente 15%, quando a digoxina e o carvedilol são administrados concomitantemente. Recomenda-se que se intensifique a monitorização dos níveis de digoxina aquando do início, do ajuste e da descontinuação do carvedilol. A utilização concomitante de bloqueadores beta e digoxina pode resultar num prolongamento aditivo do tempo de condução auriculoventricular (AV). - Digoxina
Sem efeito descrito

Dulaglutido + Digoxina

Observações: O dulaglutido torna o esvaziamento gástrico mais lento e, por isso, pode afetar a taxa de absorção de outros medicamentos orais administrados concomitantemente. O dulaglutido deve ser utilizado com precaução em doentes tratados com medicamentos orais que careçam de uma rápida absorção gastrointestinal. Em algumas formulações de libertação prolongada, o aumento da libertação devido a um período maior de estase gástrica pode aumentar ligeiramente a exposição ao fármaco.
Interacções: Após a administração concomitante de digoxina em estado estacionário com 2 doses consecutivas de dulaglutido, a exposição total (AUCτ) e tmax da digoxina mantiveram-se inalteradas; a Cmax diminuiu até 22%. Não é expectável que esta alteração tenha consequências clínicas. Não é necessário ajustar a dose de digoxina, quando administrada concomitantemente com dulaglutido. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Enalapril + Nitrendipina + Digoxina

Observações: O sumo de toranja inibe o metabolismo oxidativo da nitrendipina. A sua ingestão simultânea com sumo de toranja aumenta a concentração plasmática de nitrendipina, o que pode aumentar o efeito hipotensor do medicamento.
Interacções: O enalapril foi administrado com digoxina, sem evidência de interações adversas clinicamente significativas. A administração simultânea de nitrendipina e digoxina pode provocar um incremento dos níveis plasmáticos de digoxina. Assim, os doentes deverão ser observados relativamente a sintomas de toxicidade da digoxina ou, se se justificar, deverão monitorizar-se os níveis plasmáticos de digoxina. - Digoxina
Não recomendado/Evitar

Cetoprofeno + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Risco de elevação dos níveis plasmáticos, podendo chegar a níveis tóxicos. - Digoxina
Usar com precaução

Citarabina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A absorção oral de comprimidos de digoxina pode ser substancialmente reduzida em doentes recebendo regimes de quimioterapia combinada (incluindo regimes contendo citarabina), possivelmente como resultados da afeção temporária da mucosa intestinal causada pelos agentes citotóxicos. Foram observadas diminuições reversíveis nas concentrações plasmáticas de digoxina no estado estacionário e excreção renal de glicosídeo em doentes que receberam beta-acetildigoxina e regimes de quimioterapia contendo ciclofosfamida, vincristina e prednisona com ou sem associação de citarabina ou procarbazina. Os dados limitados sugerem que a extensão da absorção gastrointestinal da digoxina não é substancialmente afetada pela administração concomitante de regimes de quimioterapia de associação conhecidos como diminuidores da absorção da digoxina. As concentrações plasmáticas de digoxina no estado estacionário não parecem alterar. Deste modo, a monitorização dos níveis plasmáticos de digoxina poderá ser indicada em doentes que recebem regimes de quimioterapia em associação semelhantes. A utilização de digitoxina poderá ser considerada como uma alternativa para estes doentes. - Digoxina
Sem efeito descrito

Teriparatida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Num estudo com 15 indivíduos saudáveis aos quais se administrou digoxina diariamente até ao estado estacionário, uma dose única de Teriparatida não alterou o efeito cardíaco da digoxina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Pitavastatina + Digoxina

Observações: A pitavastatina é activamente transportada para os hepatócitos humanos por diversos transportadores hepáticos (incluindo transportadores orgânicos aniónicos polipeptídicos (OATP)), os quais podem estar envolvidos nas seguintes interações. Estudos de interacção com o sumo de toranja, inibidor conhecido do CYP3A4, não tive qualquer efeito clinicamente significativo nas concentrações plasmáticas de pitavastatina.
Interacções: A Digoxina, um substrato conhecido da P-gp, não demonstrou interagir com a pitavastatina. Durante a administração concomitante não ocorreu qualquer alteração significativa nas concentrações de pitavastatina ou digoxina. - Digoxina
Sem significado Clínico

Exenatido + Digoxina

Observações: Os estudos de interação com exenatido só foram realizados em adultos.
Interacções: Em estudos de interação relacionados com o efeito do exenatido de libertação imediata na digoxina e no lisinopril, não se observaram efeitos clínicos relevantes na Cmax ou na AUC, no entanto, observou-se um atraso na tmax de cerca de 2 horas. - Digoxina
Sem efeito descrito

Ezetimiba + Digoxina

Observações: Só foram efetuados estudos de interação em adultos. Nos estudos pré-clínicos, demonstrou-se que a ezetimiba não induz as enzimas metabolizadoras de fármacos do citocromo P450. Não se observaram interações farmacocinéticas clinicamente significativas entre a ezetimiba e os fármacos metabolizados pelos citocromos P450 1A2, 2D6, 2C8, 2C9 e 3A4, ou pela N-acetiltransferase.
Interacções: Em estudos de interação clínica, a ezetimiba não teve qualquer efeito na farmacocinética de digoxina, durante a administração concomitante. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Flurbiprofeno + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Os AINE podem aumentar os níveis plasmáticos de digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Telmisartan + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Digoxina: Quando o telmisartan foi coadministrado com digoxina, foram observados aumentos médios no pico de concentração plasmática (49%) e na concentração mínima (20%) de digoxina. Ao iniciar, ajustar e suspender o telmisartan, devem ser monitorizados os níveis de digoxina de modo a manter os níveis dentro da janela terapêutica. Tal como com outros medicamentos que atuam no sistema renina-angiotensina-aldosterona, o telmisartan pode induzir hipercaliemia. O risco pode aumentar em caso de associação com outros fármacos que possam também induzir hipercaliemia (substitutos do sal contendo potássio, diuréticos poupadores de potássio, inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECAs), antagonistas do recetor da angiotensina II, fármacos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs, incluindo os inibidores seletivos da COX-2), heparina, imunossupressores (ciclosporina ou tacrolimus) e trimetropim). A ocorrência de hipercaliemia vai depender dos fatores de risco associados. O risco encontra-se aumentado no caso das associações terapêuticas acima mencionadas. O risco é particularmente elevado na associação com diuréticos poupadores de potássio e quando associado com substitutos do sal contendo potássio. Uma associação com inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECAs) ou fármacos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), por exemplo, acarreta um risco menor, desde que as precauções de uso sejam rigorosamente seguidas. - Digoxina
Sem efeito descrito

Prucaloprida + Digoxina

Observações: A prucaloprida tem um baixo potencial de interacção farmacocinética. É extensivamente excretada inalterada na urina (aproximadamente 60% da dose) e o metabolismo in vitro é muito lento. A prucaloprida não demonstrou inibir atividades específicas do CYP450 em estudos in vitro em microssomas de fígado humano em concentrações terapeuticamente relevantes. Embora a prucaloprida possa ser um fraco substrato para a glicoproteína - P (P - gp), não é um inibidor da P - gp em concentrações clinicamente relevantes.
Interacções: A prucaloprida não teve efeitos clinicamente relevantes na farmacocinética da varfarina, digoxina, álcool, paroxetina ou Contracetivos orais. - Digoxina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sulfassalazina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Tem sido relatada uma absorção reduzida de digoxina, resultando em níveis séricos não terapêuticos, quando usada concomitantemente com a sulfassalazina oral. - Digoxina
Usar com precaução

Isoprenalina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Deverão ser tomadas precauções aquando da administração concomitante de isoprenalina com digoxina, digitoxina ou outros glicosídeos cardíacos. - Digoxina
Sem efeito descrito

Levossimendano + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Não se observaram quaisquer interações farmacocinéticas numa análise populacional de doentes a receber digoxina e perfusão de Levossimendano - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Quinina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: As concentrações plasmáticas podem ser aumentadas pela administração concomitante de quinina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Lixisenatido + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Após administração concomitante de 20 mcg de lixisenatido e 0,25 mg de digoxina no equilíbrio, a AUC da digoxina não foi afetada. O tmax da digoxina sofreu um atraso de 1,5 hora e a Cmax diminuiu 26%. Em função destes resultados, não é necessário um ajuste de dose da digoxina quando administrada concomitantemente com lixisenatido. - Digoxina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Conivaptan + Digoxina

Observações: O Conivaptan é um substrato sensível do CYP3A. Conivaptan é um inibidor com base em mecanismo potente do CYP3A. O efeito de conivaptan na farmacocinética de substratos CYP3A co-administrada foi avaliada com a co-administração de conivaptan com midazolam, simvastatina, e amlodipina.
Interacções: A coadministração de uma dose de 0,5 mg de digoxina, um substrato da glicoproteína-P, com conivaptan via oral cloridrato de 40 mg resultou duas vezes por dia numa redução de 30% na depuração e 79% e 43% de aumento nos valores de digoxina C max e AUC, respetivamente. - Digoxina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Gonadorelina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Anticoncepcionais orais e digoxina podem suprimir a concentração da gonadorelina. - Digoxina
Usar com precaução

Tramadol + Dexcetoprofeno + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A administração requer cuidado com Digoxina, usado para tratar a insuficiência cardíaca crónica. - Digoxina
Sem efeito descrito

Nateglinida + Digoxina

Observações: Alguns medicamentos influenciam o metabolismo da glucose e, portanto, devem ser consideradas pelo médico possíveis interações. Quando os medicamentos - que aumentam ou reduzem o efeito hipoglicémico da nateglinida - são administrados ou retirados a doentes medicados com nateglinida, o doente deve ser cuidadosamente vigiado quanto a alterações no controlo da glicemia. Dados disponíveis de estudos in vitro e in vivo indicam que a nateglinida é metabolizada principalmente pela CYP2C9, com envolvimento da CYP3A4 em menor extensão. Não foram realizados estudos de interacção in vivo com um inibidor da 3A4. In vivo, a nateglinida não tem efeito clinicamente relevante na farmacocinética de medicamentos metabolizados pela CYP2C9 e CYP3A4. Em estudos in vitro, a nateglinida demonstrou um baixo potencial para deslocar as proteínas.
Interacções: A farmacocinética da varfarina (um substrato da CYP3A4 e CYP2C9), diclofenac (um substrato da CYP2C9), e digoxina não foi afetada pela administração concomitante com nateglinida. Inversamente, estes medicamentos não tiveram efeito na farmacocinética da nateglinida. Por conseguinte, não é necessário o ajuste posológico da digoxina, varfarina ou outros fármacos que são substratos da CYP2C9 ou CYP3A4 em consequência da administração concomitante com Nateglinida. - Digoxina
Sem efeito descrito

Pioglitazona + Digoxina

Observações: Os estudos efetuados no ser humano não sugerem indução do citocromo indutível principal P450, 1A, 2C8/9 e 3A4. Os estudos in vitro não demonstraram uma inibição de qualquer subtipo do citocromo P450.
Interacções: Os estudos de interação demonstraram que a pioglitazona não possui efeitos relevantes quer sobre a farmacocinética quer sobre a farmacodinâmica da digoxina, varfarina, femprocumom e metformina. - Digoxina
Usar com precaução

Cetoconazol + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Recomenda-se uma monitorização cuidadosa dos níveis de digoxina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Bazedoxifeno + Estrogénios conjugados + Digoxina

Observações: O bazedoxifeno é sujeito a metabolismo pelas enzimas uridina difosfato glucuronil transferase (UGT) no trato intestinal e no fígado. O bazedoxifeno é sujeito a pouco, ou nenhum, metabolismo mediado pelo citocromo P450 (CYP). O bazedoxifeno não induz nem inibe as atividades das principais isoenzimas do CYP e é pouco provável que interaja com medicamentos coadministrados através do metabolismo mediado pelo CYP.
Interacções: Com base nas características de ligação às proteínas plasmáticas do bazedoxifeno in vitro, as interações com varfarina, digoxina ou diazepam são pouco prováveis. - Digoxina
Sem efeito descrito

Insulina degludec + Liraglutido + Digoxina

Observações: Não foram realizados estudos de interacção com Insulina degludec/Liraglutido. Os dados in vitro sugerem que o potencial para as interações medicamentosas farmacocinéticas relacionadas com a interacção de CYP e a ligação às proteínas é reduzido para o liraglutido e a insulina degludec. O pequeno atraso do esvaziamento gástrico com liraglutido poderá influenciar a absorção de medicamentos administrados concomitantemente por via oral. Os estudos de interacção não mostraram qualquer atraso clinicamente relevante da absorção.
Interacções: A administração de uma dose única de 1 mg de digoxina com liraglutido resultou numa redução da AUC da digoxina de 16%; a Cmax diminuiu em 31%. O tempo médio para a concentração máxima (tmax ) da digoxina foi atrasado de 1 h para 1,5 h. Com base nestes resultados, não é necessário qualquer ajuste da dose de digoxina. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dexlansoprazol + Digoxina

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos. Foi demonstrado que o CYP2C19 e o CYP3A4 estão envolvidos no metabolismo do dexlansoprazol. O dexlansoprazol pode interferir com a absorção de medicamentos para os quais o pH gástrico é crítico em termos de biodisponibilidade. Estudos in vitro demonstraram que não é provável que Dexlansoprazol iniba as isoformas do CYP 1A1, 1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2D6, 2E1 ou 3A4. Assim sendo, não são de esperar interações clinicamente relevantes com fármacos metabolizados por estas enzimas do CYP. Medicamentos transportados pela glicoproteína P: Observou-se que o lansoprazol inibe a proteína transportadora, P-gp in vitro. Podem esperar-se efeitos semelhantes com o dexlansoprazol. A relevância clínica deste facto é desconhecida.
Interacções: A administração concomitante de dexlansoprazol e digoxina pode levar a um aumento dos níveis plasmáticos da digoxina. Os níveis plasmáticos da digoxina devem assim ser monitorizados e a dose de digoxina ajustada se necessário, quando o tratamento com dexlansoprazol é iniciado ou terminado. - Digoxina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tedizolida + Digoxina

Observações: O potencial de interações serotoninérgicas não foi estudado nem em doentes nem em voluntários saudáveis.
Interacções: Baseado nos resultados in vitro, há um risco de indução enzimática pelo fosfato de tedizolida. Isto pode resultar numa redução da eficácia de medicamentos administrados concomitantemente que sejam substratos da CYP3A4 com um índice terapêutico estreito (tais como midazolam oral, triazolam, alfentanilo, ciclosporina, fentanilo, pimozida, quinidina, sirolimus e tacrolimus), da CYP2B6 (efavirenz), da CYP2C9 (varfarina) e P-gp (digoxina). - Digoxina
Usar com precaução

Ácido acetilsalicílico + Ácido ascórbico + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A concentração plasmática da digoxina é aumentada devido a uma diminuição da excreção renal. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido acetilsalicílico + Codeína + Cafeína + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: As concentrações plasmáticas de digoxina é intensificada. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido acetilsalicílico + Esomeprazol + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: O tratamento concomitante com esomeprazol (20 mg diários) e digoxina em indivíduos saudáveis aumentou a biodisponibilidade da digoxina em 10% (até 30% em dois de dez indivíduos). - Digoxina
Sem efeito descrito

Acitretina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Até agora, não foram observadas outras interações entre acitretina e outras substâncias (digoxina). - Digoxina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Aliscireno + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A biodisponibilidade da digoxina pode ser ligeiramente reduzida por Digoxina. Não se observaram interações relevantes com Digoxina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Aliscireno + Amlodipina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A biodisponibilidade da digoxina pode ser ligeiramente reduzida por aliscireno. Não se observaram interações relevantes com Digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Amlodipina + Telmisartan + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Quando o telmisartan foi administrado concomitantemente com digoxina, foram observados aumentos da mediana no pico de concentração plasmática (49%) e na concentração mínima (20%) de digoxina. Ao iniciar, ajustar e suspender o telmisartan, devem ser monitorizados os níveis de digoxina de modo a manter os níveis dentro da janela terapêutica. - Digoxina
Usar com precaução

Brometo de ipratrópio + Fenoterol + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A hipocaliemia pode dar origem a um aumento da susceptibilidade para arritmias em doentes que tomam digoxina. Além disso, a hipoxia pode agravar os efeitos da hipocaliemia sobre o ritmo cardíaco. Recomenda-se que, nestas situações, os níveis séricos de potássio sejam monitorizados. - Digoxina
Usar com precaução

Bupropiom (Bupropiona) + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de digoxina com bupropiom pode reduzir os níveis de digoxina. A AUC 0-24h da digoxina foi reduzida e a depuração renal aumentada em voluntários saudáveis, com base numa comparação de estudo cruzado. Os médicos devem estar alerta para o facto de os níveis de digoxina poderem aumentar na descontinuação do bupropiom e o doente deve ser monitorizado para possível toxicidade à digoxina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Dutasterida + Digoxina

Observações: In vitro, a dutasterida não é metabolizada pelas isoenzimas do citocromo humano P450: CYP1A2, CYP2A6, CYP2E1, CYP2C8, CY P2C9, CYP2C19, CYP2B6 e CYP2D6.
Interacções: A dutasterida não tem qualquer efeito sobre a farmacocinética da varfarina ou da digoxina. Isto indica que a dutasterida não inibe/induz o CYP2C9 ou a proteína de transporte glicoproteína-P. Os estudos de interação in vitro indicam que a dutasterida não inibe as enzimas CYP1A2, CYP2A6, CYP2E1, CYP2C8, CYP2D6, CYP2C9, CYP2C19, CYP2B6 ou CYP3A4. - Digoxina
Sem efeito descrito

Colessevelam + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Em estudos de interação efetuados em voluntários saudáveis, verificou-se que colessevelam não teve efeito sobre a biodisponibilidade da digoxina. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Felodipina + Digoxina

Observações: A felodipina é um substrato CYP3A4. Fármacos que induzam ou inibam o CYP3A4, terão grande influência na concentração da felodipina.
Interacções: Os níveis séricos de digoxina aumentam durante a administração concomitante com felodipina. Deste modo, uma redução da dosagem de digoxina deve ser considerada quando os dois medicamentos são administrados concomitantemente. - Digoxina
Sem efeito descrito

Ivabradina + Digoxina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interacções: Estudos específicos de interação medicamentosa demonstraram que não existe efeito clinicamente significativo dos seguintes medicamentos na farmacocinética e farmacodinâmica da ivabradina: Inibidores da bomba de protões (omeprazol, lansoprazol), sildenafil, inibidores da redutase HMG CoA (sinvastatina), bloqueadores dos canais de cálcio dihidropiridinicos (amlodipina, lacidipina), digoxina e varfarina. Adicionalmente não houve qualquer efeito clinicamente significativo da ivabradina sobre a farmacocinética da sinvastatina, amlodipina, lacidipina, sobre a farmacocinética e farmacodinâmica da digoxina, varfarina e sobre a farmacodinâmica do Ácido Acetilsalicílico. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Diclofenac + Misoprostol + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Os níveis plasmáticos da digoxina em estado estacionário podem estar aumentados. - Digoxina
Sem efeito descrito

Montelucaste + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Em estudos de interações medicamentosas, a posologia clínica recomendada de montelucaste, não teve efeitos clinicamente importantes na farmacocinética dos seguintes medicamentos: teofilina, prednisona, prednisolona, Contracetivos orais (etinilestradiol/noretindrona 35/1), terfenadina, digoxina e varfarina. - Digoxina
Usar com precaução

Lumiracoxib + Digoxina

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos. Com base nos estudos in vitro, não é expectável que as interações envolvendo ligação às proteínas plasmáticas tenham efeitos clinicamente relevantes no que concerne o lumiracoxib ou fármacos administrados concomitantemente.
Interacções: Os AINEs podem reduzir a depuração renal da digoxina. Quando se inicia ou termina o tratamento com AINEs em doentes tratados com digoxina, aconselha-se a monitorização das concentrações plasmáticas da digoxina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Linagliptina + Digoxina

Observações: A linagliptina é um inibidor competitivo fraco da CYP3A4 e um inibidor fraco a moderado do mecanismo desta isoenzima, mas não inibe outras isoenzimas do CYP. Não é um indutor de isoenzimas do CYP. A linagliptina é um substrato da glicoproteína-P e inibe com baixa potência o transporte de digoxina mediado pela glicoproteína-P. Com base nestes resultados e nos estudos de interações in vivo, considera-se pouco provável que a linagliptina cause interações com outros substratos da glicoproteína-P.
Interacções: Em estudos clínicos, conforme adiante se descreve, a linagliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante sobre a farmacocinética da metformina, da gliburida, da sinvastatina, da varfarina, da digoxina ou dos Contracetivos orais, fornecendo evidências in vivo de uma baixa tendência para causar interações medicamentosas com substratos da CYP3A4, CYP2C9, CYP2C8, da glicoproteína-P e do transportador catiónico orgânico (OCT). A linagliptina não é um inibidor do transporte mediado pelo OCT. A administração concomitante de doses múltiplas de 5 mg de linagliptina com doses múltiplas de 0,25 mg de digoxina não teve qualquer efeito sobre a farmacocinética da digoxina em voluntários saudáveis. Por isso, a linagliptina não é um inibidor in vivo do transporte mediado pela glicoproteína-P. - Digoxina
Usar com precaução

Ivacaftor + Digoxina

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos. O ivacaftor é um substrato da CYP3A4 e da CYP3A5. É um inibidor fraco das CYP3A e da P-gp e um inibidor potencial da CYP2C9. O ivacaftor é um substrato sensível das CYP3A.
Interacções: Com base em estudos in vitro, o ivacaftor e o seu metabólito M1 têm o potencial de inibir as CYP3A e a P-gp. A coadministração com digoxina, um substrato sensível da P - gp, aumentou 1,3 vezes a exposição à digoxina, o que é consistente com uma inibição fraca da P - gp pelo ivacaftor. A administração de ivacaftor pode aumentar a exposição sistémica de medicamentos que são substratos sensíveis das CYP3A e/ou da P - gp, o que pode aumentar ou prolongar o seu efeito terapêutico e as reações adversas. Utilizar com precaução e monitorizar de forma apropriada durante a utilização concomitante com digoxina, ciclosporina ou tacrolímus. - Digoxina
Sem efeito descrito

Liraglutido + Digoxina

Observações: In vitro, liraglutido apresentou um potencial muito reduzido para envolvimento em interações farmacocinéticas com outras substâncias ativas relacionadas com o citocromo P450 e a ligação às proteínas plasmáticas. O pequeno atraso do esvaziamento gástrico com liraglutido poderá influenciar a absorção de medicamentos administrados concomitantemente por via oral. Os estudos de interacção não mostraram qualquer atraso clinicamente relevante da absorção, pelo que não é necessário o ajuste da dose. Alguns doentes tratados com liraglutido comunicaram pelo menos um episódio de diarreia aguda. A diarreia pode afetar a absorção de medicamentos administrados concomitantemente por via oral.
Interacções: A administração de uma dose única de 1 mg de digoxina com liraglutido resultou numa redução da AUC da digoxina de 16%; a Cmax diminuiu em 31%. O tmax médio da digoxina foi atrasado de 1 h para 1,5 h. Com base nestes resultados, não é necessário qualquer ajuste da dose de digoxina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Saxagliptina + Dapagliflozina + Digoxina

Observações: Saxagliptina: O metabolismo da saxagliptina é mediado principalmente pelo citocromo P450 3A4/5 (CYP3A4/5). Dapagliflozina: O metabolismo da dapagliflozina é feito principalmente através de conjugação do glucuronido mediado pela UDP glucuroniltransferase 1A9 (UGT1A9).
Interacções: A saxagliptina não alterou significativamente a farmacocinética de dapagliflozina, metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, diltiazem ou sinvastatina. Estes medicamentos não alteraram a farmacocinética da saxagliptina ou do seu metabólito activo principal. Em estudos realizados em indivíduos saudáveis, nem a farmacocinética de saxagliptina nem do seu metabólito principal foram significativamente alterados pela metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, omeprazol, antiácidos ou famotidina. A saxagliptina não alterou significativamente a farmacocinética da metformina, glibenclamida (um substrato do CYP2C9), pioglitazona [um substrato do CYP2C8 (major) e CYP3A4 (minor)], digoxina (um substrato da P-gp), sinvastatina (um substrato do CYP3A4), dos componentes ativos de um contraceptivo oral combinado (etinilestradiol e norgestimato), diltiazem ou cetoconazol. Em estudos de interação realizados em indivíduos saudáveis, nos quais se utilizou principalmente o esquema de dose única, a dapagliflozina não alterou a farmacocinética da metformina, pioglitazona [um substrato do CYP2C8 (major) e CYP3A4 (minor)], sitagliptina, glimepirida (um substrato do CYP2C9), hidroclorotiazida, bumetanida, valsartan, digoxina (um substrato da P-gp) ou varfarina (S-varfarina, um substrato do CYP2C9), ou os efeitos anticoagulantes da varfarina medidos pela Razão Normalizada Internacional (RNI). A associação de uma dose única de dapagliflozina 20 mg e sinvastatina (um substrato do CYP3A4) resultou num aumento de 19% na AUC de sinvastatina e num aumento de 31% na AUC do ácido de sinvastatina. O aumento da exposição de sinvastatina e do ácido de sinvastatina não foram considerados clinicamente relevantes. - Digoxina
Sem efeito descrito

Lacosamida + Digoxina

Observações: Os dados disponíveis sugerem que a lacosamida possui um potencial de interação baixo. Estudos in vitro indicam que os enzimas CYP1A2, 2B6 e 2C9 não são induzidos e que os CYP1A1, 1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2D6 e 2E1 não são inibidos pela lacosamida, nas concentrações plasmáticas observadas durante os ensaio s clínicos. Um estudo in vitro indicou que a lacosamida não é transportada por glicoproteína - P no intestino. Dados in vitro demonstram que o CYP2C9, CYP2C19 e CYP3A4 têm a capacidade de catalizar a formação do metabolito O - desmetil. A lacosamida tem um perfil de ligação às proteínas inferior a 15%, pelo que são consideradas pouco provaveis interações de competição pelo recetor proteico, com outros medicamentos.
Interacções: Estudos de interação demonstraram que a lacosamida não interfere com a farmacocinética da digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Lapatinib + Digoxina

Observações: O lapatinib é predominantemente metabolizado pelo CYP3A.
Interacções: O lapatinib inibe in vitro a proteína transportadora da Pgp a concentrações clínicas relevantes. A administração concomitante de lapatinib com digoxina administrada por via oral resultou num aumento de aproximadamente 80% da AUC da digoxina. Recomenda-se precaução quando se administra lapatinib com medicamentos com janelas terapêuticas estreitas que são substratos da Pgp, devendo considerar-se uma redução na dose do substrato da Pgp. - Digoxina
Sem efeito descrito

Levetiracetam + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Levetiracetam 2.000 mg por dia não influenciou a farmacocinética da digoxina e da varfarina; os tempos de protrombina não sofreram alteração. A coadministração com digoxina, Contracetivos orais e varfarina não influenciou a farmacocinética do levetiracetam. - Digoxina
Sem significado Clínico

Vernacalant + Digoxina

Observações: Não se realizaram estudos formais de in teração com vernacalant injetável.
Interacções: Não é previsível que vernacalant, administrado por perfusão, produza interações medicamentosas significativas devido a uma rápida distribuição e exposição transitória, reduzida ligação às proteínas, ausência de inibição de outras enzimas do CYP P450 testadas (CYP3A4, 1A2, 2C9, 2C19 ou 2E1) e ausência de inibição da glicoproteína-P num ensaio de transporte da digoxina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Metformina + Rosiglitazona + Digoxina

Observações: Não existem estudos formais de interacção para Metformina + Rosiglitazona, no entanto o uso concomitante das substâncias activas em doentes em estudos clínicos e na sua vasta utilização clínica não originou interações inesperadas.
Interacções: Não foram observadas interações clinicamente relevantes com a digoxina, com o substrato de CYP2C9 varfarina, com os substratos de CYP3A4 nifedipina, etinilestradiol ou noretindrona, após administração concomitante com a rosiglitazona. - Digoxina
Sem efeito descrito

Vildagliptina + Digoxina

Observações: A vildagliptina tem um fraco potencial de interacção com outros medicamentos administrados em associação. Uma vez qu e a vildagliptina não é um substrato do citocromo P (CYP) 450 e não inibe nem induz as enzimas CYP 450, não é provável a interacção com substâncias ativas que sejam substratos, inibidores ou indutores dessas enzimas.
Interacções: Digoxina (substrato da glicoproteína P), varfarina (substrato CYP2C9): Os ensaios clínicos efetuados em indivíduos saudáveis revelaram não existir interações farmacocinéticas clinicamente relevantes, no entanto, estas não foram determinadas na população - alvo. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Mirabegrom + Digoxina

Observações: Dados in vitro Mirabegrom é transportado e metabolizado por inúmeras vias. Mirabegrom é um substrato do citocromo P450 3A4 (CYP), do CYP 2D6, da butirilcolinesterase, da uridina difosfato glucuronil transferase (UGT), do transportador de efluxo glicoproteína P (P - gp) e dos transportadores de influxo de catiões orgânicos (OCT) OCT1, OCT2 e OCT3. Estudos com Mirabegrom que usaram microssomas hepáticos humanos e enzimas CYP humanas recombinantes mostraram que o Mirabegrom é um inibidor moderado e dependente do tempo do CYP 2D6 e um inibidor fraco do CYP 3A. Em altas concentrações, mirabegrom inibe o transporte de fármacos mediado pela P - gp. O efeito da coadministração de medicamentos sobre a farmacocinética do Mirabegrom e o efeito do Mirabegrom na farmacocinética de outros medicamentos foram estudados em ensaios com dose única e em ensaios com múltiplas doses. A maior parte das interações medicamentosas foram estudadas usando uma dose de 100 mg de Mirabegrom em comprimidos com sistema de absorção oral controlada ( Oral Controlled Absorption System, OCAS).
Interacções: O Mirabegrom é um inibidor fraco da P - gp. O mirabegrom aumentou em 29% a Cmax e em 27% a AUC, do substrato da P - gp digoxina, em voluntários saudáveis. Em doentes que estejam a iniciar uma combinação de Mirabegrom e digoxina, deve prescrever-se inicialmente um a dose mais baixa de digoxina. As concentrações séricas de digoxina devem ser monitorizadas e utilizadas para a titulação da digoxina para se obter o efeito clínico desejado. Deve ser considerado o potencial para a inibição da P - gp do Mirabegrom, quando o Mirabegrom é combinado com substratos sensíveis à P - gp, como por exemplo o dabigatrano. - Digoxina
Sem significado Clínico

Pantoprazol + Digoxina

Observações: O pantoprazol é metabolizado no fígado pelo sistema enzimático do citocromo P450. Não se pode excluir a interacção com outros fármacos ou compostos que são metabolizados utilizando o mesmo sistema enzimático.
Interacções: Não se observaram interações clinicamente significativas em testes específicos com vários fármacos ou compostos, nomeadamente carbamazepina, cafeína, diazepam, diclofenac, digoxina, etanol, glibenclamida, metoprolol, naproxeno, nifedipina, fenitoína, piroxicam, teofilina e um contraceptivo oral. - Digoxina
Sem efeito descrito

Piroxicam + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de digoxina ou digitoxina, não afeta os níveis plasmáticos de piroxicam ou de qualquer um destes fármacos. - Digoxina
Sem efeito descrito

Nimesulida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Foram também estudadas in vivo as potenciais interações farmacocinéticas com a glibenclamida, teofilina, varfarina, digoxina, cimetidina e um antiácido (i.e. uma associação de hidróxido de alumínio e hidróxido de magnésio). Não foram observadas interações clinicamente significativas. - Digoxina
Usar com precaução

Omeprazol + Digoxina

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interacções: O tratamento concomitante com omeprazol (20 mg por dia) e digoxina em indivíduos saudáveis aumentou a biodisponibilidade da digoxina em 10%. A toxicidade da digoxina tem sido raramente notificada. No entanto, recomenda-se precaução quando o omeprazol é administrado em altas doses em doentes idosos. A monitorização terapêutica da digoxina deve ser reforçada. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Registou-se um aumento médio de 1,5 vezes das concentrações plasmáticas de digoxina quando esta e Ranolazina são coadministrados. Por conseguinte, deve monitorizar-se os valores de digoxina após o início e o fim da terapêutica com Ranolazina. - Digoxina
Sem significado Clínico

Retigabina + Digoxina

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: Dados de um estudo in vitro mostraram que o metabólito N - acetil da retigabina (NAMR) inibiu o transporte da digoxina, mediado pela glicoproteina P, de uma forma dependente da concentração. Com base num estudo realizado em voluntários saudáveis, as doses terapêuticas de Retigabina (600 - 1.200 mg/dia) resultaram num pequeno aumento (8 - 18%) da AUC da digoxina após uma dose oral única de digoxina. O aumento não pareceu ser dependente da dose de Retigabina e não é considerado clinicamente relevante. Não houve alteração significativa na Cmax da digoxina. Não é necessário ajuste da dose de digoxina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Rimonabant + Digoxina

Observações: O efeito inibitório in vivo no CYP2C8 não foi estudado. Contudo, in vitro, o rimonabant demonstrou um efeito inibitório ligeiro no CYP2C8. O potencial para inibição do CYP2C8 in vivo é aparentemente baixo.
Interacções: Rimonabant não inibe ou induz outras enzimas do CYP ou P-glicoproteína (P-gp) in vitro. Isto foi confirmado clinicamente com estudos de sonda específica utilizando midazolam (substrato CYP3A4), varfarina (substrato CYP2C9) e digoxina (substrato P-gp). - Digoxina
Sem significado Clínico

Rivaroxabano + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Não foram observadas interações farmacocinéticas ou farmacodinâmicas clinicamente relevantes quando o rivaroxabano foi coadministrado com midazolam (substrato do CYP3A4), digoxina (substrato da gp-P), atorvastatina (substrato do CYP3A4 e da gp-P) ou omeprazol (inibidor da bomba de protões). O rivaroxabano não inibe nem induz nenhuma isoforma importante do CYP, como o CYP3A4. - Digoxina
Sem significado Clínico

Vardenafil + Digoxina

Observações: Estudos in vitro Vardenafil é metabolizado predominantemente por enzimas hepáticas através da isoforma 3A4 do citocromo P450 (CYP), com alguma contribuição das isoformas CYP3A5 e CYP2C. Assim, os inibidores destas isoenzimas podem reduzir a taxa de depuração do vardenafil.
Interacções: A farmacocinética do vardenafil (20 mg) não foi afetada pela administração concomitante do antagonista-H2 ranitidina (150 mg duas vezes ao dia), digoxina, varfarina, glibenclamida, álcool (nível sanguíneo máximo médio de álcool de 73 mg/dl) ou doses únicas de antiácido (hidróxido de magnésio/hidróxido de alumínio). Não foram demonstradas interações significativas quando foi concomitantemente administrada varfarina (25 mg), a qual é metabolizada pelo CYP2C9, ou digoxina (0,375 mg) com vardenafil (20 mg). - Digoxina
Sem significado Clínico

Pioglitazona + Alogliptina + Digoxina

Observações: A coadministração de 25 mg de alogliptina uma vez ao dia e 45 mg de pioglitazona uma vez ao dia, durante 12 dias, em indivíduos saudáveis, não teve quaisquer efeitos clinicamente relevantes na farmacocinética da alogliptina, da pioglitazona ou dos seus metabolitos ativos. Não foram realizados estudos farmacocinéticos específicos de interação medicamentosa com este medicamento. A alogliptina é principalmente excretada sob a forma inalterada na urina e o metabolismo pelo sistema enzimático do citocromo (CYP) P450 é desprezável. Por conseguinte, não são esperadas nem foram observadas interações com os inibidores do CYP. Estudos realizados no ser humano não sugerem qualquer indução do principal citocromo induzível, o P450 (1A, 2C8/9 e 3A4). Estudos in vitro não demonstraram qualquer inibição de qualquer subtipo de citocromo P450. Não são esperadas interações com substâncias metabolizadas por estas enzimas p. ex., contraceptivos orais, ciclosporina, bloqueadores do canal de cálcio e inibidores da HMGCoA redutase.
Interacções: Os resultados dos estudos de interação clínica também demonstraram que não há efeitos clinicamente relevantes do gemfibrozil (um inibidor do CYP2C8/9), fluconazol (um inibidor do CYP2C9), cetoconazol (um inibidor do CYP3A4), ciclosporina (um inibidor da glicoproteína-P), voglibose (um inibidor da alfa-glucosidase), digoxina, metformina, cimetidina, pioglitazona ou atorvastatina na farmacocinética da alogliptina. Em estudos clínicos, a alogliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da cafeína, (R)-varfarina, pioglitazona, gliburida, tolbutamida, (S)-varfarina, dextrometorfano, atorvastatina, midazolam, um contraceptivo oral (noretindrona e etinilestradiol), digoxina, fexofenadina, metformina ou cimetidina, proporcionando assim provas in vivo de uma baixa tendência para causar interação com substratos do CYP1A2, CYP3A4, CYP2D6, CYP2C9, da glicoproteína-P e do OCT2. Estudos de interação demonstraram que a pioglitazona não tem qualquer efeito relevante na farmacocinética nem na farmacodinâmica da digoxina, varfarina, femprocumom ou metformina. - Digoxina
Usar com precaução

Vemurafenib + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Os estudos in vitro demonstraram que o vemurafenib é um inibidor dos transportadores de efluxo gp-P e BCRP. A relevância clínica desta observação é desconhecida. Não pode ser excluído que vemurafenib possa aumentar a exposição de outros medicamentos transportados por gp-P (por exemplo, aliscireno, colquicina, digoxina, everolímus, fexofenadina) ou BCRP (por exemplo, metotrexato, mitoxantrona, rosuvastatina). Muitos medicamentos antineoplásicos são substratos de gp-P e/ou BCRP. Por conseguinte, existe um risco teórico de interação com vemurafenib. O possível efeito de vemurafenib noutros transportadores é atualmente desconhecido. - Digoxina
Sem efeito descrito

Zaleplom + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: O Zaleplom não afeta os perfis farmacocinético e farmacodinâmico da digoxina e varfarina, duas substâncias com uma estreita margem de segurança. - Digoxina
Usar com precaução

Ponatinib + Digoxina

Observações: Ponatinib é metabolizado por CYP3A4. Substratos de transporte In vitro, o ponatinib é um inibidor de P-gp e BCRP. Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: Substratos de transporte In vitro, o ponatinib é um inibidor de P-gp e BCRP. Por esse motivo, o ponatinib poderá ter o potencial de aumentar as concentrações plasmáticas dos substratos coadministrados da P-gp (por exemplo, digoxina, dabigatrano, colquicina, pravastatina) ou da BCRP (por exemplo, metotrexato, rosuvastatina, sulfassalazina) e poderá aumentar o seu efeito terapêutico e reações adversas. Recomenda-se uma vigilância clínica apertada quando o ponatinib é administrado com estes medicamentos. - Digoxina
Usar com precaução

Dabrafenib + Digoxina

Observações: O dabrafenib é um indutor enzimático e aumenta a síntese das enzimas metabolizadoras de fármacos incluindo CYP3A4, CYP2Cs e CYP2B6 e pode aumentar a síntese dos transportadores. Tal resulta em níveis plasmáticos reduzidos dos medicamentos metabolizados por estas enzimas e pode afetar alguns medicamentos transportados. A redução nas concentrações plasmáticas pode levar a perda ou a redução dos efeitos clínicos destes medicamentos. Também existe um risco aumentado de formação de metabolitos ativos destes medicamentos. As enzimas que podem ser induzidas incluem CYP3A no fígado e no intestino, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e UGTs (enzimas conjugadas pelo glucoronido). A proteína de transporte gp-P pode também ser induzida assim como outros transportadores, por ex. MRP-2, BC RP e OATP1B1/1B3. In vitro, o dabrafenib produziu aumentos dependentes da dose no CYP2B6 e CYP3A4. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interacções: Efeitos de dabrafenib noutros medicamentos: O dabrafenib é um indutor enzimático e aumenta a síntese das enzimas metabolizadoras de fármacos incluindo CYP3A4, CYP2Cs e CYP2B6 e pode aumentar a síntese dos transportadores. Tal resulta em níveis plasmáticos reduzidos dos medicamentos metabolizados por estas enzimas e pode afectar alguns medicamentos transportados. A redução nas concentrações plasmáticas pode levar a perda ou a redução dos efeitos clínicos destes medicamentos. Também existe um risco aumentado de formação de metabólitos ativos destes medicamentos. As enzimas que podem ser induzidas incluem CYP3A no fígado e no intestino, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e UGTs (enzimas conjugadas pelo glucoronido). A proteína de transporte gp-P pode também ser induzida assim como outros transportadores, por ex. MRP-2, BC RP e OATP1B1/1B3. In vitro, o dabrafenib produziu aumentos dependentes da dose no CYP2B6 e CYP3A4. Num estudo clínico de interação medicamentosa, a Cmax e AUC do midazolam oral (um substrato do CYP3A4) diminuiu 61% e 74% respetivamente com a coadministração de doses repetidas de dabrafenib utilizando uma formulação com uma biodisponibilidade mais baixa do que a formulação de dabrafenib. A administração de 150 mg de dabrafenib duas vezes por dia e varfarina resultou numa diminuição da AUC de S-e R-varfarina em 37% e 33% em comparação com a administração de varfarina em monoterapia. A Cmax de S-e R-varfarina aumentou 18% e 19%. São esperadas interações com muitos medicamentos eliminados através do metabolismo ou transporte ativo. Se o seu efeito terapêutico for de grande importância para o doente, e os ajustes posológicos não forem facilmente realizáveis com base na monitorização da eficácia ou concentrações plasmáticas, estes medicamentos devem ser evitados ou utilizados com precaução. Suspeita-se que o risco de lesão hepática após a administração de paracetamol é superior nos doentes tratados concomitantemente com indutores enzimáticos. Espera-se que o número de medicamentos afetados seja grande; embora a magnitude da interação possa variar. Os grupos de medicamentos que podem ser afetados incluem, mas não estão limitados a: - Analgésicos (por ex. fentanilo, metadona) - Antibióticos (por ex., claritromicina, doxiciclina) - Agentes anticancerígenos (por ex., cabazitaxel) - Anticoagulantes (por ex. acenocumarol, varfarina) - Antiepiléticos (por ex., carbamazepina, fenitoína, primidona, ácido valpróico) - Antipsicóticos (por ex., haloperidol) - Bloqueadores dos canais de cálcio (por ex., diltiazem, felodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil) - Glicosidos cardíacos (por ex., digoxina) - Corticosteroides (por ex., dexametasona, metilprednisolona) - Antivíricos para o VIH (por ex., amprenavir, atazanavir, darunavir, delavirdina, efavirenz, fosamprenavir, indinavir, lopinavir, nelfinavir, saquinavir, tipranavir) - Contracetivos hormonais - Hipnóticos (por ex., diazepam, midazolam, zolpidem) - Imunossupressores (por ex., ciclosporina, tacrolimus, sirolímus) - Estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 (por ex., atorvastatina, sinvastatina) É provável que o início da indução ocorra após 3 dias de administração repetida com dabrafenib. Aquando da descontinuação de dabrafenib, o equilibro da indução é gradual, as concentrações dos CYP3A4, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9 e CYP2C19, UDP-glucuronosil transferases (UGT) e substratos transportadores podem aumentar e os doentes devem ser monitorizados para toxicidade e a posologia destes agentes pode necessitar de ser ajustada. In vitro, o dabrafenib é um inibidor do mecanismo do CYP3A4. Como tal, a inibição transitória do CYP3A4 pode ser vista durante os primeiros dias do tratamento. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dextrometorfano + Quinidina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Digoxina e outros substratos da glicoproteína P: A quinidina é um inibidor da glicoproteína P. A administração concomitante de quinidina com digoxina, um substrato da glicoproteína P, resulta em níveis séricos da digoxina que poderão chegar a atingir o dobro. As concentrações plasmáticas da digoxina devem ser monitorizadas de perto nos doentes que estiverem a tomar o dextrometorfano/quinidina de forma concomitante e a dose de digoxina deve ser reduzida conforme necessário. - Digoxina
Sem significado Clínico

Amlodipina + Candesartan + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Os efeitos de diminuição da pressão arterial da amlodipina aumentam os efeitos redutores da pressão arterial de outros medicamentos com propriedades anti-hipertensoras. Em estudos de interação clínica, a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina. A utilização concomitante de diuréticos poupadores de potássio, suplementos de potássio, substitutos do sal contendo potássio ou outros medicamentos (por ex., heparina) pode aumentar os níveis de potássio. A monitorização do potássio deve ser realizada quando apropriado. As substâncias ativas investigadas nos estudos de farmacocinética clínica incluem a hidroclorotiazida, varfarina, digoxina, Contracetivos orais (i.e., etinilestradiol/levonorgestrel), glibenclamida, nifedipina e enalapril. Não foram identificadas interações farmacocinéticas clinicamente significativas com estes medicamentos. - Digoxina
Usar com precaução

Alginato de sódio + Bicarbonato de sódio + Carbonato de cálcio + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Deve ser efetuado um intervalo de 2 horas entre a toma deste medicamento e a administração de outros medicamentos, especialmente, digoxina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Bazedoxifeno + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Com base nas características da ligação do bazedoxifeno às proteínas plasmáticas in vitro, não são prováveis as interações medicamentosas com digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Ácido acetilsalisílico + Atorvastatina + Ramipril + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Os AINEs aumentam os níveis plasmáticos de digoxina. A monitorização dos níveis plasmáticos da digoxina é recomendada durante o tratamento concomitante com Trinomia ou se este for suspenso. Quando foram coadministradas doses múltiplas de digoxina e 10 mg de atorvastatina, as concentrações de digoxina no estado de equilíbrio aumentaram ligeiramente. Os doentes medicados com digoxina devem ser devidamente monitorizados. Atorvastatina 80 mg OD durante 10 dias Digoxina 0,25 mg OD, 20 dias Os doentes medicados com digoxina devem ser devidamente monitorizados. - Digoxina
Sem efeito descrito

Mesilato de di-hidroergocriptina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Os resultados de estudos farmacocinéticos de dose única em voluntários sãos demonstraram que não é necessário ajustar a dose da digoxina quando é administrada conjuntamente com a alfa- di-hidroergocriptina. - Digoxina
Não recomendado/Evitar

Aceclofenac + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Vários AINE inibem a depuração renal da digoxina, resultando no aumento das concentrações séricas de ambos. A associação deve ser evitada, a menos que possa ser realizada uma monitorização frequente dos níveis de lítio e de digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Acetato de cálcio + Carbonato de magnésio + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Os sais de magnésio podem adsorver a digoxina no tracto gastrointestinal, diminuindo a sua biodisponibilidade. - Digoxina
Usar com precaução

Hidróxido de alumínio + Hidróxido de magnésio + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Os antiácidos contendo alumínio podem impedir a absorção adequada de outros medicamentos: antagonistas H-2, atenolol, bifosfonatos, cloroquina, cetoconazol, ciclinas, diflunisal, digoxina, etambutol, fluoroquinolonas, fluoreto de sódio, glucocorticóides, indometacina, isoniazida, lincosamidas, metoprolol, neurolépticos, fenotiazinas, penicilamina, propranolol, sais de ferro. Recomenda-se alternar a administração destes medicamentos e do Hidróxido de alumínio/Hidróxido de magnésio com pelo menos 2 horas de intervalo (4 horas para as fluoroquinolonas) a fim de minimizar a ocorrência de interações indesejáveis. Os sais de citrato e o ácido ascórbico poderão aumentar a absorção de alumínio. - Digoxina
Usar com precaução

Hidróxido de alumínio + Hidróxido de magnésio + Simeticone + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Os antiácidos contendo alumínio podem impedir a absorção adequada de outros medicamentos tais como antagonistas H2, atenolol, cefedinir, cefpodoxima, bifosfonatos, cloroquina, cetoconazol, ciclinas, diflunisal, digoxina, etambutol, fluoroquinolonas, fluoreto de sódio, glucocorticoides, indometacina, isoniazida, polistireno sulfonato de sódio (kayexalate), levotiroxina, lincosamidas, metoprolol, neurolépticos, fenotiazinas, penicilamina, propranolol, rosuvastatina, sais de ferro. Recomenda-se alternar a administração destes medicamentos e do antiácido com pelo menos 2 horas de intervalo (4 horas para as fluoroquinolonas) a fim de minimizar a ocorrência de interações indesejáveis. - Digoxina
Sem efeito descrito

Iloprost + Digoxina

Observações: Embora não tenham sido realizados ensaios clínicos, os estudos in vitro para investigar o potencial inibitório do iloprost na atividade enzimática do citocromo P450 revelaram que não é de esperar uma inibição relevante no metabolismo de fármacos por esta via enzimática pelo iloprost.
Interacções: Num estudo com animais, foi descoberto que o iloprost pode resultar numa redução do estado estacionário da concentração plasmática de t-PA (ativador do plasminogénio). Os resultados dos estudos em humanos mostram que as perfusões de iloprost não afetam a farmacocinética de doses múltiplas orais de digoxina em doentes e o iloprost não tem impacto na farmacocinética de t-PA coadministrado. - Digoxina
Usar com precaução

Lenalidomida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante com lenalidomida 10 mg/dia aumentou a exposição plasmática da digoxina (0,5 mg, dose única) em 14% com um IC (intervalo de confiança) de 90% [0,52% - 28,2%]. Desconhece-se se o efeito será diferente na situação terapêutica (doses mais altas de lenalidomida e tratamento concomitante com dexametasona). Assim, a monitorização da concentração da digoxina é aconselhável durante o tratamento com lenalidomida. - Digoxina
Usar com precaução

Aliscireno + Amlodipina + Hidroclorotiazida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A biodisponibilidade da digoxina pode ser ligeiramente reduzida por aliscireno. Não se observaram interações clinicamente relevantes com digoxina. Com a digoxina a hipocaliemia ou a hipomagnesemia induzidas pelas tiazidas favorecem o aparecimento de arritmias cardíacas induzidas pelos digitálicos. - Digoxina
Usar com precaução

Aliscireno + Hidroclorotiazida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Com a digoxina podem ocorrer, como efeitos indesejáveis, hipocaliemia ou hipomagnesemia induzidas pelas tiazidas, favorecendo o aparecimento de arritmias cardíacas induzidas pelos digitálicos. - Digoxina
Potencialmente Fatal

Altizida + Espironolactona + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A espironolactona aumenta o tempo de semivida da digoxina. A espironolactona pode interferir com os ensaios para determinar os níveis da digoxina sérica. As alterações electrolíticas induzidas por tiazidas, como a hipocaliemia e hipomagnesemia, aumentam o risco de toxicidade da digoxina, que pode resultar em acontecimentos arrítmicos fatais. - Digoxina
Sem efeito descrito

Ambrisentano + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: O ambrisentano é um substrato para o efluxo mediado por Pgp. Estudos in vitro no hepatócito do rato também demonstraram que o ambrisentano não induziu a proteína de expressão de Pgp, BSEP ou MRP2. A administração de ambrisentano no estado estacionário em voluntários saudáveis não teve efeitos clínicos relevantes na farmacocinética de dose-única da digoxina, um substrato para a Pgp. - Digoxina
Usar com precaução

Ticagrelor + Digoxina

Observações: Ticagrelor é principalmente um substrato do CYP3A4 e um inibidor ligeiro do CYP3A4. O ticagrelor é igualmente um substrato da glicoproteína-P ( P-gp) e um inibidor fraco da P-gp e pode aumentar a exposição de substratos P-gp.
Interacções: Substratos da glicoproteína-P (P-gp) (incluindo digoxina, ciclosporina ): A administração concomitante de ticagrelor aumentou a Cmax da digoxina em 75% e a AUC em 28%. A média entre os níveis de digoxina aumentou em aproximadamente 30% com a administração conjunta de ticagrelor com alguns aumentos máximos individuais cerca de 2 vezes. Na presença de digoxina, a Cmax e a AUC de ticagrelor e do seu metabólito activo não foram afetadas. Consequentemente recomenda-se uma monitorização clínica e/ou laboratorial adequada quando são administrados medicamentos de estreito índice terapêutico P-gp dependente como a digoxina, concomitantemente com ticagrelor. Não houve efeito de ticagrelor nos níveis séricos da ciclosporina. O efeito de ticagrelor noutros substratos da P-gp não foi estudado. Medicamentos conhecidos por induzir bradicardia: Devido à observação de pausas ventriculares sobretudo assintomáticas e bradicardia, recomenda-se precaução quando se administra concomitantemente Ticagrelor com medicamentos conhecidos por induzir bradicardia. Contudo, nenhuma evidência de reações adversas clinicamente significativas foi observada no estudo PLATO após administração concomitante com um ou mais medicamentos conhecidos por induzir bradicardia (p.ex. 96% bloqueadores beta, 33% bloqueadores dos canais de cálcio, diltiazem e verapamilo, e 4% digoxina). - Digoxina
Sem efeito descrito

Tigeciclina + Digoxina

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos. A tigeciclina não é extensamente metabolizada. Assim, não é previsível que a depuração da tigeciclina seja afetada por substâncias inibidoras ou indutoras da atividade das isoformas do CYP450. In vitro, a tigeciclina não é um inibidor competitivo nem um inibidor irreversível das enzimas do CYP450.
Interacções: Quando administrada em adultos saudáveis nas doses recomendadas, a tigeciclina não afetou a taxa ou o grau de absorção, nem a depuração da digoxina (0,5 mg seguido de 0,25 mg diariamente). A digoxina não afetou o perfil farmacocinético da tigeciclina. Assim, não é necessário ajuste posológico quando a tigeciclina é administrada com a digoxina. - Digoxina
Sem significado Clínico

Ticlopidina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Digoxina: A coadministração de digoxina e de Ticlopidina leva a uma ligeira descida (cerca de 15%) das taxas plasmáticas de digoxina. Não devem daqui resultar alterações na eficácia terapêutica da digoxina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Tiagabina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Tiagabina não tem qualquer efeito clinicamente significativo nas concentrações plasmáticas de fenitoína, carbamazepina, fenobarbital, valproato, varfarina, digoxina, teofilina e das hormonas contidas nos Contracetivos orais. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Palbociclib + Digoxina

Observações: Palbociclib é metabolizado principalmente pela CYP3A e pela SULT2A1, uma enzima da família das sulfotransferases (SULT). In vivo, palbociclib é um inibidor fraco e dependente do tempo da CYP3A.
Interacções: Baseado em dados in vitro, é de esperar que palbociclib iniba o transporte mediado pela glicoproteína P (P-gp) intestinal e pela proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP). Por conseguinte, a administração de palbociclib com medicamentos que são substratos da P-gp (por ex., digoxina, dabigatrano, colquicina, pravastatina) ou da BCRP (por ex., rosuvastatina, sulfassalazina) poderá aumentar o seu efeito terapêutico e as reações adversas. - Digoxina
Sem efeito descrito

Rosuvastatina + Valsartan + Digoxina

Observações: Não foram efetuados estudos de interação com Rosuvastatina / Valsartan e outros medicamentos. Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interacções: Precaução recomendada no uso concomitante: Nos estudos de interações medicamentosas com valsartan, não foram observadas quaisquer interações clinicamente significativas com valsartan ou com qualquer um dos fármacos seguintes: cimetidina, varfarina, furosemida, digoxina, atenolol, indometacina, hidroclorotiazida, amlodipina, glibenclamida. Digoxina: Com base em dados de estudos de interação específicos, não são esperadas interações clinicamente relevantes com digoxina. - Digoxina
Risco Moderado

Sucralfato + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Estudos em animais mostraram que a administração simultânea de sucralfato com tetraciclina, fenitoína, digoxina, cimetidina, ranitidina, ciprofloxacina, norfloxacina e teofilina originou uma redução estatisticamente significativa na biodisponibilidade destes agentes. O mecanismo destas interações é de natureza não sistémica, resultante da ligação do sucralfato ao fármaco administrado concomitantemente, no tracto gastrointestinal. A biodisponibilidade destes fármacos poderá ser restabelecida fazendo a sua administração duas horas antes da toma de Sucralfato. - Digoxina
Usar com precaução

Bleomicina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Existem relatos de casos de um reduzido efeito da digoxina como resultado de uma redução da biodisponibilidade oral quando em combinação com a bleomicina. - Digoxina
Não recomendado/Evitar

Venetoclax + Digoxina

Observações: Venetoclax é metabolizado predominantemente pelo CYP3A.
Interacções: Agentes que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas por venetoclax: Substratos de gp-P, BCRP e OATP1B1: Venetoclax é um inibidor in vitro de gp-P, BCRP e OATP1B1. Deve ser evitada a coadministração de substratos de gp-P ou BCRP, de janela terapêutica estreita (p. ex. digoxina, dabigatrano, everolimus, sirolimus) com Venetoclax. Se houver necessidade de administrar um substrato de gp-P ou BCRP, de janela terapêutica estreita, este deve ser utilizado com precaução. No caso de um substrato de gp-P ou BCRP administrado oralmente que seja sensível à inibição no tracto gastrointestinal (p. ex. dabigatrano etexilato), a sua administração deve ser separada da administração de venetoclax tanto quanto possível para minimizar uma potencial interação. Se uma estatina (substrato de OATP) for utilizada concomitantemente com venetoclax, recomenda-se que o doente seja cuidadosamente monitorizado em relação a toxicidade relacionada com a estatina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Empagliflozina + Linagliptina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Estudos de interação, realizados com voluntários saudáveis, sugerem que a empagliflozina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da digoxina. A linagliptina é um inibidor competitivo fraco da isoenzima CYP3A4 e um inibidor fraco a moderado do mecanismo desta isoenzima, mas não inibe outras isoenzimas do CYP. Não é um indutor de isoenzimas do CYP. A linagliptina é um substrato da glicoproteína-P e inibe com baixa potência o transporte de digoxina mediado pela glicoproteína-P. A linagliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante sobre a farmacocinética da digoxina apresentando provas in vivo de uma baixa tendência para causar interações medicamentosas com substratos da CYP3A4, CYP2C9, CYP2C8, gp-P e do transportador catiónico orgânico (OCT). - Digoxina
Usar com precaução

Carvedilol + Ivabradina + Digoxina

Observações: Não se observaram interações entre o carvedilol e a ivabradina num estudo de interações efetuado em voluntários saudáveis. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interacções: Utilização concomitante com precauções de Carvedilol / Ivabradina: Glicosídeos cardíacos (digoxina, digitoxina). Carvedilol - Utilização concomitante com precauções: As concentrações de digoxina e digitoxina aumentam quando a digoxina e o carvedilol são administrados concomitantemente. Tanto a digoxina, como a digitoxina e o carvedilol prolongam o tempo de condução AV e, portanto, recomenda-se maior monitorização dos níveis de digoxina ao iniciar, ajustar ou descontinuar o tratamento com Carvedilol / Ivabradina. Estudos específicos de interação medicamentosa demonstraram que não existe efeito clinicamente significativo dos seguintes medicamentos na farmacocinética e farmacodinâmica da ivabradina: Inibidores da bomba de protões (omeprazol, lansoprazol), sildenafil, inibidores da redutase HMG CoA (sinvastatina), bloqueadores dos canais de cálcio dihidropiridinicos (amlodipina,lacidipina), digoxina e varfarina. Adicionalmente não houve qualquer efeito clinicamente significativo da ivabradina sobre a farmacocinética da sinvastatina, amlodipina, lacidipina, sobre a farmacocinética e farmacodinâmica da digoxina e da varfarina e sobre a farmacodinâmica do ácido acetilsalicílico. - Digoxina
Usar com precaução

Pitolisant + Digoxina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interacções: Medicamentos cujo metabolismo pode ser afetado pelo pitolisant: Substratos da CYP3A4 e da CYP2B6: Com base nos dados in vitro, o pitolisant e os seus metabólitos principais podem induzir a CYP3A4 e a CYP2B6 em concentrações terapêuticas, e a CYP2C, UGT e glicoproteína-P por extrapolação. Não existem dados clínicos disponíveis sobre a magnitude desta interação. Por conseguinte, a associação de pitolisant com substratos da CYP3A4 com uma margem terapêutica estreita (por exemplo, imunossupressores, docetaxel, inibidores das quinases, cisaprida, pimozida, halofantrina), deve ser evitada. Medicamentos cujo metabolismo pode ser afetado pelo pitolisant: Com outros substratos da CYP3A4, CYP2B6 (por exemplo, efavirenz, bupropiona), CYP2C (por exemplo, repaglinida, fenitoína, varfarina), glicoproteína-P (por exemplo, dabigatrano, digoxina) e UGT (por exemplo, morfina, paracetamol, irinotecano), é necessária precaução quanto à monitorização clínica da sua eficácia. - Digoxina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Fármacos cuja eficácia é reduzida pela fenitoína incluem: corticosteroides, dicumarol, doxiciclina, Contracetivos orais, quinidina, vitamina D, digoxina, rifampicina, estrogénios e furosemida. - Digoxina
Usar com precaução

Amlodipina + Atorvastatina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Quando foram administradas concomitantemente doses múltiplas de digoxina e 10 mg de atorvastatina, as concentrações plasmáticas de digoxina no estado estacionário aumentaram ligeiramente. Doentes a tomar digoxina devem ser adequadamente monitorizados. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Diclofenac + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Se utilizado concomitantemente, o diclofenac pode aumentar as concentrações plasmáticas de digoxina. Recomenda-se monitorização dos níveis séricos de digoxina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Amlodipina + Olmesartan medoxomilo + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: O olmesartan medoxomilo não teve efeito significativo na farmacocinética da digoxina. Em estudos clínicos de interação, a amlodipina não afetou a farmacocinética da digoxina. - Digoxina
Potencialmente Grave

Metilprednisolona + Lidocaína + Digoxina

Observações: As interações medicamentosas do Metilprednisolona/Lidocaína são comuns aos outros corticosteróides. Contudo, devido ao padrão particular de absorção do Metilprednisolona/Lidocaína, o aspecto clínico pode ser alterado.
Interacções: interações FARMACOLÓGICAS DOS CORTICOSTERÓIDES: Digoxina: Perturbações electrolíticas com expoliação de potássio e potencial cardiotoxicidade. - Digoxina
Usar com precaução

Metoclopramida + Digoxina

Observações: Devido ao efeito procinético da metoclopramida, a absorção de alguns medicamentos pode ser alterada.
Interacções: Combinação a ter em consideração: Devido ao efeito procinético da metoclopramida, a absorção de alguns medicamentos pode ser alterada. Digoxina: A metoclopramida pode diminuir a biodisponibilidade da digoxina. É necessário monitorizar cuidadosamente a concentração plasmática da digoxina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Amlodipina + Olmesartan medoxomilo + Hidroclorotiazida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: O olmesartan medoxomilo não teve efeito significativo na farmacocinética ou na farmacocinética da digoxina. Em estudos clínicos de interação, a amlodipina não afetou a farmacocinética da digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Magaldrato + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de magaldrato com digoxina, pode levar a um ligeiro compromisso da sua absorção. - Digoxina
Sem efeito descrito

Finasterida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Não foram identificadas interações medicamentosas clinicamente significativas. A finasterida parece não afectar de forma significativa o sistema enzimático metabolizador de medicamentos associado ao citocromo P450. Embora se estime que o risco da finasterida afectar a farmacocinética de outros medicamentos seja baixo, é provável que os inibidores e indutores do citocromo P450 3A4 afetem a concentração plasmática da finasterida. No entanto, com base nas margens de segurança estabelecidas, qualquer aumento devido à utilização concomitante de tais inibidores é pouco provável que tenha significância clínica. Os seguintes medicamentos foram investigados no homem não tendo sido detetadas interações clinicamente significativas: propranolol, digoxina, glibenclamida, varfarina, teofilina, fenazona e antipirina, não tendo sido encontradas quaisquer interações significativas do ponto de vista clínico. - Digoxina
Usar com precaução

Fluoresceína + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Deve ter-se precaução ao efetuar a monitorização de fármacos com janela terapêutica estreita, p.e digoxina, quinidina. - Digoxina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fosfato de alumínio + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Possibilidade de atraso e/ou diminuição da absorção de substâncias como: furosemida, tetraciclinas, digoxina, isoniazida e anticolinérgicos. - Digoxina
Sem efeito descrito

Metformina + Pioglitazona + Digoxina

Observações: Não existem estudos formais de interação para Metformina/Pioglitazona. Os parágrafos seguintes refletem a informação disponível acerca das substâncias ativas individualmente (pioglitazona e metformina).
Interacções: PIOGLITAZONA: Os estudos de interação demonstraram que a pioglitazona não possui efeitos relevantes quer sobre a farmacocinética quer sobre a farmacodinâmica da digoxina, varfarina, femprocumom e metformina. - Digoxina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Miglitol + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de miglitol e digoxina em voluntários saudáveis resultou numa redução das concentrações plasmáticas de digoxina. Contudo, este efeito não foi observado em doentes com diabetes tipo 2 pré-tratados com digoxina durante pelo menos quatro semanas. Esta interação farmacocinética poderá assim ser desprovida de relevância clínica. - Digoxina
Contraindicado

Milnaciprano + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Associações contraindicadas: Com digitálicos (digoxina...): Risco de potenciação dos efeitos hemodinâmicos, em particular pela via parentérica. - Digoxina
Usar com precaução

Colestilano + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Colestilano reduziu a biodisponibilidade de digoxina em 16%, a Cmáx em 17%. - Digoxina
Sem efeito descrito

Apixabano + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Em estudos efetuados em indivíduos saudáveis apixabano não alterou de modo significativo a farmacocinética de digoxina. A coadministração de apixabano (20 mg uma vez por dia) e digoxina (0,25 mg uma vez por dia), um substrato da P-gp, não afetou a AUC ou Cmax da digoxina. Consequentemente, apixabano não inibe o transporte do substrato mediado pela P-gp. - Digoxina
Sem efeito descrito

Fondaparinux sódico + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Os anticoagulantes orais (varfarina), antiagregantes plaquetários (ácido acetilsalicílico), AINEs (piroxicam) e digoxina não interagem com a farmacocinética de fondaparinux. A dose de fondaparinux (10 mg) nos estudos de interação foi superior à dose recomendada nas presentes indicações. Fondaparinux não influencia o INR da varfarina nem o tempo de hemorragia sob tratamento com ácido acetilsalicílico ou piroxicam, nem a farmacocinética da digoxina no estado de equilíbrio. - Digoxina
Usar com precaução

Atorvastatina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Quando foram administradas concomitantemente doses múltiplas de digoxina e 10 mg de atorvastatina, as concentrações plasmáticas de digoxina no estado estacionário aumentaram ligeiramente. Doentes a tomar digoxina devem ser adequadamente monitorizados. - Digoxina
Usar com precaução

Lumacaftor + Ivacaftor + Digoxina

Observações: O lumacaftor é um indutor potente das CYP3A e o ivacaftor é um inibidor fraco das CYP3A, quando administrados em monoterapia. Existe a possibilidade de outros medicamentos afetarem lumacaftor/ivacaftor quando administrados concomitantemente, assim como de lumacaftor/ivacaftor afetar outros medicamentos.
Interacções: Substratos da P-gp: Estudos in vitro indicaram que o lumacaftor tem o potencial de inibir e de induzir a P-gp (glicoproteína-P). Além disso, um estudo clínico com ivacaftor em monoterapia demonstrou que o ivacaftor é um inibidor fraco da P-gp. Portanto, a utilização concomitante de lumacaftor/ivacaftor com substratos da P-gp (p. ex., digoxina) pode alterar a exposição destes substratos. Digoxina: A concentração sérica de digoxina deve ser monitorizada e a dose deve ser titulada para obter o efeito clínico desejado. Lumacaftor/ivacaftor pode alterar a exposição da digoxina. - Digoxina
Sem significado Clínico

Rosiglitazona + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Não foram observadas interações clinicamente relevantes com a digoxina, com o substrato de CYP2C9 varfarina, nem com os substratos de CYP3A4 nifedipina, etinilestradiol ou noretindrona, após administração concomitante com a rosiglitazona. - Digoxina
Sem significado Clínico

Rosuvastatina + Digoxina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interacções: Com base em dados de estudos de interação específicos, não são esperadas interações clinicamente relevantes com digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Roxitromicina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Digoxina e outros glicosídeos cardíacos: a roxitromicina pode aumentar a absorção da digoxina. Um efeito semelhante foi descrito para outros macrólidos. Os doentes tratados com roxitromicina e digoxina ou qualquer outro glicosídeo cardíaco deverão, portanto, ser monitorizados por ECG e o nível sérico do glicosídeo cardíaco deverá ser monitorizado. - Digoxina
Usar com precaução

Rufinamida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Não é de excluir que a rufinamida possa também diminuir a exposição de substâncias metabolizadas por outras enzimas ou transportados por outras proteínas transportadoras tais como a glicoproteína P. Recomenda-se que os doentes tratados com substâncias que são metabolizadas pelo complexo enzimático CYP3A4 sejam cuidadosamente monitorizados durante duas semanas no início ou após o fim do tratamento com rufinamida, ou após qualquer alteração significativa da dose. Pode ser necessário considerar um ajuste na dose do medicamento concomitantemente administrado. Estas recomendações devem também ser consideradas quando a rufinamida é utilizada concomitantemente com substâncias com um intervalo terapêutico estreito como a varfarina e a digoxina. Um estudo específico de interação em indivíduos saudáveis não revelou qualquer influência da rufinamida numa dose de 400 mg b.i.d. na farmacocinética da olanzapina, um substrato da CYP1A2. - Digoxina
Sem efeito descrito

Barnidipina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Um estudo de interação in vivo mostrou que a barnidipina não influencia a farmacocinética da digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Brometo de ipratrópio + Salbutamol + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Da hipocaliemia pode resultar um aumento da susceptibilidade para arritmias em doentes que estão a tomar digoxina. Nestas situações, recomenda-se que os níveis séricos de potássio sejam monitorizados. - Digoxina
Usar com precaução

Boceprevir + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Um estudo clínico de interação medicamentosa com digoxina demonstrou que o boceprevir é um inibidor in vivo ligeiro da P-gp, aumentando a exposição à digoxina em 19%. Não é recomendado o ajuste da dose de digoxina ou de Boceprevir. Os doentes a receber digoxina devem ser monitorizados de forma apropriada. - Digoxina
Sem efeito descrito

Carbonato de lantânio + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Estudos efetuados em voluntários humanos saudáveis mostraram que a administração concomitante de carbonato de lantânio com digoxina, não produz alterações clinicamente significativas nos perfis farmacocinéticos destes fármacos. Num modelo de simulação do suco gástrico, o carbonato de lantânio hidratado não formou complexos insolúveis com a digoxina, o que sugere que o seu potencial para afectar a absorção deste fármaco é reduzido. - Digoxina
Usar com precaução

Cetoprofeno + Omeprazol + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: O tratamento simultâneo com omeprazol e digoxina em indivíduos sãos levou a um aumento de 10% na biodisponibilidade da digoxina como resultado do aumento do pH gástrico. - Digoxina
Sem efeito descrito

Baricitinib + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Em estudos de farmacologia clínica, não houve quaisquer efeitos clinicamente significativos na exposição ao baricitinib, quando baricitinib foi coadministrado com digoxina (substrato Pgp). - Digoxina
Sem significado Clínico

Insulina glargina + Lixisenatido + Digoxina

Observações: Não foram realizados estudos de interacção com Insulina glargina + Lixisenatido. A informação fornecida a seguir baseia-se em estudos com os componentes individuais. Algumas substâncias afetam o metabolismo da glicose e podem exigir o ajuste posológico de Insulina glargina + Lixisenatido
Interacções: Digoxina Após a administração concomitante de 20 µg de lixisenatido e 0,25 mg de digoxina no estado estacionário, a AUC da digoxina não foi afetada. O tmáx. da digoxina sofreu um atraso de 1,5 horas e a Cmáx. diminuiu em 26%. Com base nestes resultados, não é necessário um ajuste posológico da digoxina quando coadministrada com lixisenatido. - Digoxina
Usar com precaução

Alectinib + Digoxina

Observações: Com base nos dados in vitro, CYP3A4 é a principal enzima que medeia o metabolismo do alectinib e do metabolito principal M4, o CYP3A4 contribui para 40%-50% da totalidade do metabolismo hepático. O M4 mostrou potência e atividade in vitro similar contra o ALK.
Interacções: Quando Alectinib é administrado concomitantemente com substratos da gp-P (por exemplo, digoxina, etexilato de dabigatrano, topotecano, siromilus, everomilus, nilotinib e lapatinib) recomenda-se monitorização apropriada. - Digoxina
Sem efeito descrito

Ramipril + Amlodipina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Associadas à amlodipina Efeitos da amlodipina sobre outros medicamentos Nos estudos de interação clínica, a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, da digoxina ou da varfarina. - Digoxina
Usar com precaução

Rolapitant + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Substratos da P-gp: Rolapitant é um inibidor da glicoproteína-p (P-gp). Foi observado um aumento de 70% na Cmax e de 30% na AUC de digoxina, um substrato de P-gp, quando administrado com uma dose única de 180 mg de rolapitant. Portanto, recomenda-se a monitorização clínica das reações adversas e, se possível, a monitorização biológica quando rolapitant é combinado com digoxina ou com outros substratos de P-gp (por exemplo, dabigatran ou colchicina) e, em particular, em doentes com compromisso renal. - Digoxina
Usar com precaução

Ciclofosfamida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Foi notificado que o tratamento citotóxico prejudica a absorção intestinal dos comprimidos de digoxina. - Digoxina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cleboprida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A presença de cleboprida diminui os efeitos da digoxina. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Oxibutinina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Como os antimuscarínicos, a oxibutinina pode aumentar o grau de absorção de medicamentos que se dissolvem lentamente no tubo digestivo (digoxina, por exemplo). - Digoxina
Usar com precaução

Ciclosporina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A ciclosporina pode diminuir a depuração da digoxina, colquicina, inibidores da HMGCoA redutase (estatinas) e etoposido. Se algum destes medicamentos é usado concomitantemente com a ciclosporina, é necessária uma observação clínica cuidadosa de modo a permitir a deteção precoce de manifestações tóxicas dos fármacos, seguida por redução das suas doses ou sua descontinuação. - Digoxina
Usar com precaução

Cilazapril + Hidroclorotiazida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Uma vez que pode ocorrer hipocaliemia induzida por tiazidas durante a terapêutica com Cilazapril + Hidroclorotiazida, e que esta pode aumentar o risco de arritmia associado à terapia com digoxina, recomenda-se a monitorização dos níveis plasmáticos de potássio. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Propafenona + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Foram reportados aumentos da concentração plasmática ou níveis sanguíneos de propranolol, metoprolol, desipramina, ciclosporina, teofilina e digoxina durante o tratamento com cloridrato de propafenona. Caso se verifiquem sintomas de sobredosagem, devem determinar-se as concentrações plasmáticas e reduzir as doses, se necessário. - Digoxina
Sem efeito descrito

Sertralina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Outras interações medicamentosas, digoxina, atenolol, cimetidina: Não se observaram interações da sertralina, na dose diária de 200 mg, com a digoxina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Sevelâmero + Digoxina

Observações: Diálise: Não foram realizados estudos de interação em doentes submetidos a diálise.
Interacções: Digoxina, varfarina, enalapril ou metoprolol: Em estudos de interação em voluntários saudáveis, o Sevelâmero não teve qualquer efeito sobre a biodisponibilidade da digoxina, varfarina, enalapril ou metoprolol. - Digoxina
Sem efeito descrito

Citalopram + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Não foi observada nenhuma interação farmacocinética entre o citalopram e digoxina (o que indica que o citalopram não induz nem inibe a glicoproteína P). - Digoxina
Usar com precaução

Claritromicina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A digoxina é um substrato para o transportador de efluxo, a P-glicoproteína (Pgp). A claritromicina é conhecida por inibir a Pgp. Quando a claritromicina e a digoxina são administradas conjuntamente, a inibição da Pgp pela claritromicina pode levar a uma exposição aumentada à digoxina. Também foram relatadas concentrações séricas de digoxina elevadas em doentes que receberam claritromicina e digoxina concomitantemente, na vigilância pós-comercialização. Alguns doentes têm apresentado sinais clínicos consistentes com a toxicidade por digoxina, incluindo arritmias potencialmente fatais. As concentrações séricas de digoxina devem ser cuidadosamente monitorizadas enquanto os doentes estiverem a receber digoxina e claritromicina simultaneamente. - Digoxina
Sem efeito descrito

Clopidogrel + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A farmacocinética da digoxina não foi alterada pela administração concomitante do clopidogrel. - Digoxina
Sem efeito descrito

Olmesartan medoxomilo + Digoxina

Observações: Os estudos de interacção foram apenas realizados em adultos.
Interacções: Efeitos do olmesartan medoxomilo noutros fármacos: Outros compostos: Substâncias que foram investigadas em estudos clínicos específicos em voluntários saudáveis incluem a varfarina, a digoxina, um antiácido (hidróxido de alumínio e magnésio), a hidroclorotiazida e a pravastatina. Não foram observadas interações clinicamente relevantes e, em particular, o olmesartan medoxomilo não teve efeito significativo na farmacocinética ou na farmacodinâmica da varfarina nem na farmacocinética da digoxina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Nimodipina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: interações que se comprovou não existirem: A administração concomitante de nimodipina oral e diazepam, digoxina, glibenclamida, indometacina, ranitidina e varfarina não revelou qualquer potencial para interação mútua. - Digoxina
Sem efeito descrito

Clopidogrel + Ácido acetilsalicílico + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A farmacocinética da digoxina não foi alterada pela adminstração concomitante do clopidogrel. - Digoxina
Não recomendado/Evitar

Galantamina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: interações farmacodinâmicas: Devido ao seu mecanismo de ação, a galantamina não deve ser administrada simultaneamente com outros colinomiméticos (tais como ambenónio, donepezilo, neostigmina, piridostigmina, rivastigmina ou pilocarpina, administrada sistemicamente). A galantamina tem o potencial de antagonizar o efeito da medicação anticolinérgica. Caso a terapêutica anticolinergica, como a atropina, seja interrompida abruptamente, existe um potencial risco de exacerbação dos efeitos da galantamina. Tal como acontece com os colinomiméticos, é possível que ocorra uma interação farmacodinâmica com medicamentos que reduzam de modo significativo a frequência cardíaca, como por exemplo a digoxina, bloqueadores beta, alguns bloqueadores dos canais de cálcio e a amiodarona. Deve ter-se especial precaução com os medicamentos que têm potencial para causar torsades de pointes. Nestes casos deve considerar-se a realização de um eletrocardiograma. Efeito da galantamina no metabolismo de outros medicamentos: Doses terapêuticas de galantamina (24 mg/dia) não têm efeito sobre a cinética da digoxina, embora possam ocorrer interações farmacodinâmicas. Doses terapêuticas de galantamina (24 mg/dia) não têm efeito sobre a cinética e o tempo de protrombina da varfarina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Losartan + Amlodipina + Digoxina

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com o Losartan / Amlodipina e outros medicamentos. Não foram realizados estudos de interação medicamentosa na população pediátrica.
Interacções: interações relacionadas com a amlodipina Efeitos da amlodipina em outros medicamentos: Os efeitos de redução da pressão arterial da amlodipina somam-se aos efeitos de redução da pressão arterial de outros medicamentos com efeito anti-hipertensor. Em estudos clínicos de interação, a amlodipina não afetou a farmacocinética de atorvastatina, digoxina e varfarina. - Digoxina
Usar com precaução

Tolvaptano + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Efeito de tolvaptano na farmacocinética de outros medicamentos: Substratos transportadores: Estudos in vitro indicam que tolvaptano é um substrato e inibidor competitivo da P-glicoproteína (P-gp). Estudos in vitro indicam que tolvaptano ou o seu metabólito oxobutírico podem ter o potencial para inibir os transportadores OATP1B1, OATP1B3, OAT3, BCRP e OCT1. As concentrações de digoxina no estado estacionário foram aumentadas (aumento de 1,3 vezes na concentração plasmática máxima observada [C max ] e aumento de 1,2 vezes na área sob a curva da concentração plasmática -tempo ao longo do intervalo de dosagem [AUC τ ]) quando esta foi coadministrada com doses múltiplas de 60 mg de tolvaptano uma vez por dia. Os doentes a tomarem digoxina ou outros substratos terapêuticos estreitos P -gp (por exemplo, dabigatrano) devem, por conseguinte, ser controlados com prudência e avaliados quanto a efeitos excessivos quando tratados com tolvaptano. As estatinas vulgarmente utilizadas no ensaio de referência de fase 3 de tolvaptano (por exemplo, ro suvastatina e pitavastatina) são substratos de OATP1B1 ou OATP1B3, no entanto não foi observada qualquer diferença no perfil de efeitos adversos (EA) durante o ensaio de referência de fase 3 de tolvaptan o na DPRAD. Se substratos de OATP1B1 e OATP1B3 (por exemplo, estatinas como a rosuvastatina e a pitavastatina), substratos de OAT3 (por exemplo, metotrexato, ciprofloxacina), substratos de BCRP (por exemplo, sulfassalazina) ou substratos de OCT1 (por exemplo, metformina) forem coadministrados com tolvaptano, os doentes devem ser controlados com prudência e avaliados quanto aos efeitos excessivos destes medicamentos. - Digoxina
Sem efeito descrito

Rivastigmina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Não se observou qualquer interação farmacocinética da rivastigmina com digoxina, varfarina, diazepam ou fluoxetina nos estudosem voluntários saudáveis. O aumento do tempo de protrombina induzido pela varfarina não é afetado pela administração de rivastigmina. Não se observaram quaisquer efeitos indesejáveis sobre a condução cardíaca após a administração concomitante de digoxina e rivastigmina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Roflumilaste + Digoxina

Observações: Os estudos de interacção foram apenas realizados em adultos.
Interacções: Não foram observadas interações com salbutamol inalado, formoterol, budesonida, montelucaste oral, digoxina, varfarina, sildenafil e midazolam. - Digoxina
Sem significado Clínico

Saxagliptina + Digoxina

Observações: Os dados clínicos a seguir descritos sugerem que é baixo o risco de interações clinicamente significativas com medicamentos coadministrados.
Interacções: Em estudos in vitro, a saxagliptina e o seu principal metabólito não inibiram o CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1, ou 3A4, nem induziram o CYP1A2, 2B6, 2C9, ou 3A4. Em estudos realizados em indivíduos saudáveis, a farmacocinética da saxagliptina e do seu principal metabólito não foram significativamente alteradas pela metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, omeprazol, antiácidos ou famotidina. Adicionalmente, a saxagliptina não alterou significativamente a farmacocinética da metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, dos componentes ativos de um contraceptivo oral combinado (etinilestradiol e norgestimato), do diltiazem ou cetoconazol. - Digoxina
Sem efeito descrito

Silodosina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Digoxina: Os níveis da digoxina no estado estacionário, um substrato da glicoproteína P, não foram significativamente afetados pela administração concomitante com silodosina na dose de 8 mg uma vez por dia. Não são necessários ajustes posológicos. - Digoxina
Usar com precaução

Sitagliptina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Efeitos da sitagliptina noutros medicamentos: Digoxina: A sitagliptina teve um pequeno efeito nas concentrações plasmáticas de digoxina. Após a administração diária de 0,25 mg de digoxina concomitantemente com 100 mg de sitagliptina durante 10 dias, a AUC plasmática da digoxina foi aumentada, em média, em cerca de 11% e a Cmax plasmática, em média, em cerca de 18%. Não é recomendado qualquer ajuste da dose da digoxina. No entanto, os doentes com risco de toxicidade de digoxina devem ser monitorizados quando sitagliptina e digoxina são administradas concomitantemente. - Digoxina
Sem efeito descrito

Solifenacina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Efeito da solifenacina na farmacocinética de outros medicamentos: Digoxina: A ingestão de Solifenacina não mostrou ter efeito na farmacocinética de digoxina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Talidomida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Digoxina: A talidomida não interage com a digoxina. Em 18 voluntários saudáveis do sexo masculino, uma administração com dose múltipla de 200 mg de talidomida não teve aparentemente qualquer efeito sobre a farmacocinética numa dose única de digoxina. Além disso, a administração de uma dose única de 0,5 mg de digoxina não teve aparentemente qualquer efeito sobre a farmacocinética da talidomida. Desconhece-se se o efeito será diferente em doentes com mieloma múltiplo. - Digoxina
Sem efeito descrito

Quinapril + Hidroclorotiazida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Outros agentes: Não se registaram interações farmacocinéticas clinicamente importantes quando se administrou quinapril em associação a Propranolol, hidroclorotiazida, digoxina ou cimetidina. O efeito anticoagulante de uma dose única de varfarina (medida pelo tempo de protrombina) não foi significativamente alterado pela administração combinada de quinapril, duas vezes ao dia. Quando administrados em concomitância, as seguintes drogas podem interagir com diuréticos tiazídicos. - Digoxina
Sem efeito descrito

Dabigatrano etexilato + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Num estudo realizado com 24 indivíduos saudáveis, quando o dabigatrano etexilato foi administrado concomitantemente com digoxina (Substrato da gp-P), não foram observadas alterações na exposição de digoxina nem alterações clinicamente significativas na exposição do dabigatrano. - Digoxina
Sem efeito descrito

Sacubitril + Valsartan + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Sem interação significativa: Não foi observada nenhuma interação medicamentosa clinicamente significativa quando Sacubitril / Valsartan foi coadministrado com digoxina, varfarina, hidroclorotiazida, amlodipina, omeprazol, carvedilol ou com a associação de levonorgestrel/etinilestradiol. - Digoxina
Sem significado Clínico

Alogliptina + Digoxina

Observações: A alogliptina é principalmente excretada sob a forma inalterada na urina e o metabolismo pelo sistema enzimático do citocromo (CYP) P450 é desprezável. Por conseguinte, não são esperadas nem foram observadas interações com os inibidores do CYP. Estudos in vitro sugerem que a alogliptina não inibe nem induz as isoformas do CYP 450 em concentrações obtidas com a dose recomendada de 25 mg de alogliptina. Por conseguinte, não é esperada nem foi observada interação com substratos das isoformas do CYP 450. Em estudos in vitro, constatou-se que a alogliptina não é um substrato nem um inibidor dos principais transportadores associados à disposição do fármaco no rim: transportador aniónico orgânico 1, transportador aniónico orgânico 3 ou transportador catiónico orgânico 2 (OCT2).
Interacções: Efeitos de outros medicamentos sobre a alogliptina: Os resultados dos estudos de interação clínica também demonstraram que não há efeitos clinicamente relevantes do gemfibrozil (um inibidor do CYP2C8/9), fluconazol (um inibidor do CYP2C9), cetoconazol (um inibidor do CYP3A4), ciclosporina (um inibidor da glicoproteína-P), voglibose (um inibidor da alfa-glucosidase), digoxina, metformina, cimetidina, pioglitazona ou atorvastatina na farmacocinética da alogliptina. Efeitos da alogliptina sobre outros medicamentos: Em estudos clínicos, a alogliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da cafeína, (R)-varfarina, pioglitazona, gliburida, tolbutamida, (S)-varfarina, dextrometorfano, atorvastatina, midazolam, um contraceptivo oral (noretindrona e etinilestradiol), digoxina, fexofenadina, metformina ou cimetidina, proporcionando assim provas in vivo de uma baixa tendência para causar interação com substratos do CYP1A2, CYP3A4, CYP2D6, CYP2C9, da glicoproteína-P e do OCT2. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Vorapaxar + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Efeitos de vorapaxar noutros medicamentos: Digoxina: Vorapaxar é um inibidor fraco da glicoproteína P intestinal (gp-P) transportadora. A administração concomitante de vorapaxar (40 mg) e digoxina (0,5 mg dose única) aumentou a Cmax e a AUC de digoxina em 54% e 5%, respetivamente. Não é recomendado um ajuste posológico da digoxina ou Vorapaxar. Os doentes a receber digoxina devem ser monitorizados como indicado clinicamente. - Digoxina
Sem efeito descrito

Edoxabano + Digoxina

Observações: O edoxabano é predominantemente absorvido no trato gastrointestinal (GI) superior. Desta forma, os medicamentos ou afeções que aumentam o esvaziamento gástrico e a motilidade intestinal têm o potencial de reduzir a dissolução e absorção do edoxabano.
Interacções: Substratos da gp-P: Digoxina: 60 mg de edoxabano uma vez por dia, nos dias 1 a 14, com administração concomitante de doses múltiplas diárias de 0,25 mg de digoxina duas vezes por dia (dias 8 e 9) e 0,25 mg uma vez por dia (dias 10 a 14) aumentou a Cmax do edoxabano em 17%, sem produzir um efeito significativo na AUC ou na depuração renal no estado estacionário. Quando os efeitos do edoxabano na PK da digoxina foram também analisados, verificou-se que a Cmax da digoxina aumentou em aproximadamente 28%, tendo a a AUC aumentado em 7%, o que não foi considerado clinicamente relevante. Não é necessário alterar a dose de do medicamento quando este é administrado concomitantemente com digoxina. Efeito do edoxabano sobre outros medicamentos: Quando administrado concomitantemente com digoxina, o edoxabano aumentou a Cmax desta em 28%; contudo, a AUC não foi afetada. - Digoxina
Sem efeito descrito

Oxihidróxido sucroférrico + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Os estudos de interações medicamentosas foram realizados apenas em voluntários saudáveis. Estes foram conduzidos em indivíduos saudáveis do sexo masculino e feminino com losartan, furosemida, digoxina, varfarina e omeprazol. A administração concomitante deste medicamento não afetou a biodisponibilidade desses medicamentos, conforme os resultados da área sob a curva (AUC). - Digoxina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Solifenacina + Tansulosina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: SOLIFENACINA: A solifenacina pode reduzir o efeito dos medicamentos que estimulam a motilidade gastrointestinal, como a metoclopramida e a cisaprida. Estudos in vitro com a solifenacina demonstraram que, em concentrações terapêuticas, a solifenacina não inibe os CYP1A1/2, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 ou 3A4. Assim, é improvável a ocorrência de interações da solifenacina com fármacos metabolizados por estas enzimas CYP. A administração da solifenacina não alterou a farmacocinética da R-varfarina ou da S-varfarina ou o seu efeito sobre o tempo de protrombina. A administração de solifenacina não mostrou qualquer efeito sobre a farmacocinética da digoxina. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Empagliflozina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Efeitos da empagliflozina sobre outros medicamentos: Com base nos estudos in vitro, a empagliflozina não inibe, inativa ou induz as isoformas do CYP450. A empagliflozina não inibe a P-gp em doses terapêuticas. Com base em estudos in vitro, considera-se pouco provável que a empagliflozina cause interações com fármacos que sejam substratos da glicoproteína-P. A administração concomitante de digoxina, um substrato da P-gp, com empagliflozina resultou num aumento de 6% da AUC e de 14% da Cmax da digoxina. Estas alterações não foram consideradas clinicamente significativas. Efeitos da empagliflozina sobre outros medicamentos: In vitro, a empagliflozina não inibe transportadores da recaptação humanos, tais como o OAT3, OATP1B1 e OATP1B3, em concentrações plasmáticas clinicamente relevantes e, como tal, consideram-se pouco prováveis as interações medicamentosas com substratos destes transportadores da recaptação. Estudos de interação, realizados com voluntários saudáveis, sugerem que a empagliflozina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da metformina, glimepirida, pioglitazona, sitagliptina, linagliptina, sinvastatina, varfarina, Ramipril, digoxina, diuréticos e Contracetivos orais. - Digoxina
Sem efeito descrito

Donepezilo + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: O cloridrato de donepezilo e/ou qualquer dos seus metabolitos não inibem o metabolismo da digoxina no ser humano. O metabolismo do cloridrato de donepezilo não é afetado pela administração simultânea de digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Espironolactona + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A espironolactona pode interferir com métodos de determinação da concentração plasmática de digoxina. Tem sido demonstrado que a espironolactona aumenta o tempo de semivida da digoxina, podendo portanto provocar uma subida dos níveis da digoxina e, consequentemente, intensificar o risco de toxicidade por digitálicos. Assim será necessário reduzir a posologia e dose de manutenção de digitálicos quando o seu uso for concomitante com o da espironolactona, devendo os doentes ser cuidadosamente vigiados a fim de se evitar uma sobre ou sub-concentração de digitálicos. - Digoxina
Sem efeito descrito

Azilsartan medoxomil + Clorotalidona + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Azilsartan medoxomilo: Não foram notificadas interações clinicamente significativas em estudos do azilsartan medoxomilo ou do azilsartan administrado com amlodipina, antiácidos, clorotalidona, digoxina, fluconazol, gliburida, cetoconazol, metformina e varfarina. O azilsartan medoxomilo é um profármaco, que é rapidamente hidrolisado na sua fração ativa azilsartan por esterases no tracto gastrointestinal e/ou durante a absorção do fármaco. Estudos in vitro indicaram que é improvável a ocorrência de interações baseadas na inibição das estearases. - Digoxina
Usar com precaução

Atorvastatina + Perindopril + Amlodipina + Digoxina

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina e outros medicamentos, embora alguns estudos tenham sido realizados com atorvastatina, perindopril e amlodipina separadamente.
Interacções: Utilização concomitante que requer CUIDADOS ESPECIAIS: ATORVASTATINA: Digoxina: Quando foram administradas concomitantemente doses múltiplas de digoxina e 10 mg de atorvastatina, as concentrações plasmáticas de digoxina no estado estacionário aumentaram ligeiramente. Os doentes a tomar digoxina devem ser adequadamente monitorizados. Utilização concomitante que requer ALGUNS CUIDADOS: AMLODIPINA: Digoxina, atorvastatina, varfarina ou ciclosporina: Nos estudos de interação clínica, a amlodipina não alterou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Meloxicam + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: interações Farmacocinéticas: (Efeito de outros fármacos na farmacocinética do meloxicam) Não foram detectadas interações farmacocinéticas fármaco-fármaco com relevância clínica, relativamente à administração concomitante de antiácidos, cimetidina e digoxina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Raloxifeno + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: O raloxifeno não afeta a AUC no estado estacionário da digoxina. A Cmax da digoxina aumenta menos de 5%. - Digoxina
Usar com precaução

Darunavir + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Como a digoxina tem uma margem terapêutica estreita, recomenda-se prescrever inicialmente a dose mais baixa no caso da digoxina ser administrada a doentes sob terapêutica com darunavir potenciado. A dose de digoxina deve ser cuidadosamente titulada, a fim de se obter o efeito clínico desejado, enquanto se avalia o estado clínico global do indivíduo. - Digoxina
Usar com precaução

Darunavir + Cobicistate + Digoxina

Observações: Não foram realizados estudos de interacção farmacológica com Darunavir / Cobicistate. Uma vez que Darunavir / Cobicistate contém darunavir e cobicistate, as interações que foram identificadas com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir) e com cobicistate determinam as interações que podem ocorrer com Darunavir / Cobicistate. Os ensaios de interacção com darunavir/ritonavir e com cobicistate apenas foram realizados em adultos.
Interacções: Anti-arrítmicos: Digoxina: Tendo por base considerações teóricas, é expectável que Darunavir / Cobicistate aumente as concentrações plasmáticas de digoxina. (inibição da glicoproteína-P) Recomenda-se que seja utilizada inicialmente a menor dose possível de digoxina em doentes a receber Darunavir / Cobicistate. A dose de digoxina deve ser cuidadosamente titulada para obter o efeito clínico desejado, avaliando simultaneamente o estado clínico geral do doente. - Digoxina
Sem significado Clínico

Dasabuvir + Digoxina

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Dasabuvir deve ser sempre administrado em conjunto com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. Quando coadministrados, exercem efeitos recíprocos um sobre o outro. Por conseguinte, o perfil de interação dos compostos tem de ser considerado como uma associação.
Interacções: interações farmacocinéticas: Potencial para Dasabuvir afectar a farmacocinética de outros medicamentos: Os estudos de interação medicamentosa in vivo avaliaram o efeito global do tratamento de associação, incluindo o ritonavir. Transportadores específicos e as enzimas metabolizadoras que são afetados pelo dasabuvir quando associado a ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. Medicamentos transportados pela gp-P no intestino: Embora o dasabuvir seja um inibidor da gp-P in vitro, não foi observada alteração significativa na exposição ao substrato gp-P, digoxina, quando administrada com Dasabuvir com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. Não se pode excluir que a exposição sistémica do dabigatrano etexilato seja aumentada pelo dasabuvir devido à inibição da gp-P no intestino. interações entre Dasabuvir com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir e outros medicamentos: Anti-arrítmicos: Digoxina 0,5 mg dose única: Administrado com: Dasabuvir+ombitasvir/paritaprevir/ritonavir Mecanismo: inibição da gp-P pelo dasabuvir, paritaprevir e ritonavir. Embora não seja necessário um ajuste da dose de digoxina, recomenda-se uma monitorização adequada dos níveis séricos da digoxina. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ombitasvir + Paritaprevir + Ritonavir + Digoxina

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir foi administrado em doses múltiplas em todos os estudos de interação medicamentosa, com exceção dos estudos de interação medicamentosa com carbamazepina, gemfibrozil e cetoconazol.
Interacções: interações farmacocinéticas: Potencial para Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir afectar a farmacocinética de outros medicamentos: Os estudos de interação medicamentosa in vivo avaliaram o efeito global do tratamento de associação, incluindo o ritonavir. Medicamentos transportados pela gp-P no intestino: Embora o paritaprevir, o ritonavir e o dasabuvir sejam inibidores da gp-P in vitro, não foi observada alteração significativa na exposição à digoxina substrato gp-P quando administrada com Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir e dasabuvir. No entanto, a coadministração de digoxina com Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir sem dasabuvir pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas. Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir pode aumentar a exposição plasmática de medicamentos que são sensíveis à atividade alterada da gp-P intestinal (como o dabigatrano etexilato). interações entre Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir e outros medicamentos Anti-arrítmicos: Digoxina 0,5 mg dose única: Mecanismo: Inibição da gp-P pelo paritaprevir, ritonavir e dasabuvir. Administrado com: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir + dasabuvir. Embora não seja necessário um ajuste da dose de digoxina, recomenda-se uma monitorização adequada dos níveis séricos da digoxina. Administrado com: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir sem dasabuvir. Redução da dose de digoxina em 30-50%. Recomenda-se uma monitorização adequada dos níveis séricos da digoxina. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Eliglustato + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Agentes cuja exposição pode ser aumentada pelo eliglustato Substratos da gp-P: Após uma dose única de 0,25 mg de digoxina, um substrato da gp-P, a administração concomitante de doses de 127 mg de eliglustato duas vezes por dia resultou num aumento de 1,7 e 1,5 vezes da Cmax e da AUClast da digoxina, respetivamente. Podem ser necessárias doses inferiores de substâncias que são substratos da gp-P (p.ex., digoxina, colquicina, dabigatrano, fenitoína, pravastatina). - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cabozantinib + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Efeito de cabozantinib sobre outros medicamentos: Substratos da glicoproteína-P: Cabozantinib era um inibidor (IC50 = 7,0 μM), mas não um substrato, de atividades de transporte P-gp num sistema de ensaio bidirecional usando células MDCK-MDR1. Portanto, cabozantinib pode ter o potencial de aumentar as concentrações plasmáticas de substratos coadministrados de P-gp. Os participantes devem ser avisados no que se refere ao substrato P-gp (por exemplo, fexofenadina, aliscireno, ambrisentano, etexilato dabigatran, digoxina, colchicina, maraviroc, posaconazol, ranolazina, saxagliptina, sitagliptina, talinolol, tolvaptan) enquanto recebem cabozantinib. - Digoxina
Usar com precaução

Olaparib + Digoxina

Observações: Não foram realizados estudos de interacção farmacológica formais.
Interacções: interações farmacocinéticas: Efeito de olaparib sobre outros fármacos: Desconhece-se o potencial de olaparib para induzir o CYP3A, CYP1A2, CYP2B6, CYP2C9, CYP2C19 e o P-gp e não se pode excluir que o olaparib após administração concomitante possa reduzir a exposição aos substratos destas enzimas metabólicas e proteína transportadora. A eficácia dos Contracetivos hormonais pode estar reduzida se forem administrados concomitantemente com olaparib. O olaparib in vitro pode ser um inibidor do P-gp e é um inibidor do BRCP, OATP1B1, OCT1 e OCT2. Não se pode excluir que olaparib possa aumentar a exposição aos substratos do P-gp (p.ex., estatinas, digoxina, dabigatrano, colquicina), BRCP (p.ex., metotrexato, rosuvastatina e sulfassalazina), OATP1B1 (p.ex., bosentano, glibenclamida, repaglinida, estatinas e valsartan), OCT1 (p.ex., metformina) e OCT2 (p.ex., creatinina sérica). Em particular, recomenda-se precaução se olaparib for administrado em associação com qualquer estatina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Empagliflozina + Metformina + Digoxina

Observações: A administração concomitante de doses múltiplas de empagliflozina e metformina não altera significativamente a farmacocinética da empagliflozina ou da metformina em indivíduos saudáveis. Não foram realizados estudos de interação com Empagliflozina/Metformina.
Interacções: EMPAGLIFLOZINA: interações farmacocinéticas: Efeitos da empagliflozina sobre outros medicamentos: Com base nos estudos in vitro, a empagliflozina não inibe, inativa ou induz as isoformas do CYP450. A empagliflozina não inibe as isoformas UGT1A1, UGT1A3, UGT1A8, UGT1A9, ou UGT2B7. Por conseguinte, são consideradas pouco prováveis interações medicamentosas envolvendo as principais isoformas do CYP450 e da UGT com a empagliflozina e substratos destas enzimas administrados concomitantemente. A empagliflozina não inibe a P-gp em doses terapêuticas. Com base em estudos in vitro, considera-se pouco provável que a empagliflozina cause interações com medicamentos que sejam substratos da glicoproteína-P. A administração concomitante de digoxina, um substrato da P-gp, com empagliflozina resultou num aumento de 6% da AUC e de 14% da Cmax da digoxina. Estas alterações não foram consideradas clinicamente significativas. In vitro, a empagliflozina não inibe transportadores da recaptação humanos, tais como o OAT3, OATP1B1 e OATP1B3, em concentrações plasmáticas clinicamente relevantes e, como tal, consideram-se pouco prováveis as interações medicamentosas com substratos destes transportadores da recaptação. Estudos de interação, realizados com voluntários saudáveis, sugerem que a empagliflozina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da metformina, glimepirida, pioglitazona, sitagliptina, linagliptina, sinvastatina, varfarina, ramipril, digoxina, diuréticos e Contracetivos orais. - Digoxina
Usar com precaução

Ceritinib + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Agentes que são substratos de transportadores: Com base nos dados in vitro, ceritinib não inibe o transportador de efluxo apical MRP2, transportadores da captação hepática OATP1B1 ou OATP1B3, transportadores da captação renal orgânicos aniónicos OAT1 e OAT3, ou transportadores da captação de catiões orgânicos OCT1 ou OCT2 em concentrações clinicamente relevantes. Assim, é pouco provável que existam interações clínicas farmacológicas resultantes da inibição de substratos mediadas por ceritinib. Com base em dados in vitro, prevê-se que ceritinib iniba a gp-P intestinal e BCRP em concentrações clinicamente relevantes. Assim, ceritinib pode ter o potencial de aumentar as concentrações plasmáticas de medicamentos co administrados, transportados por estas proteínas. Deve ter-se precaução com o uso concomitante de substratos da BCRP (por exemplo, rosuvastatina, topotecano, sulfassalazina) e substratos da gp-P (digoxina, dabigatrano, colchicina, pravastatina) e monitorizar cuidadosamente as reações adversas. - Digoxina
Sem efeito descrito

Ranelato de estrôncio + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Não houve evidência de interações clínicas ou aumento relevante dos níveis sanguíneos de estrôncio, com os medicamentos habitualmente prescritos concomitantemente com ranelato de estrôncio na população alvo, durante os ensaios clínicos. Estes incluíram: Anti-inflamatórios não esteroides (incluindo ácido acetilsalicílico), anilidas (como o paracetamol), bloqueadores H2 e inibidores da bomba de protões, diuréticos, digoxina e glicosidos cardíacos, nitratos orgânicos e outros vasodilatadores para doenças cardíacas, bloqueadores dos canais de cálcio, bloqueadores beta, IECAs, antagonistas da angiotensina II, agonistas seletivos dos adrenoreceptores beta-2, anticoagulantes orais, inibidores da agregação plaquetária, estatinas, fibratos e derivados benzodiazepínicos. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Atorvastatina + Ezetimiba + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Efeitos desta associação na farmacocinética de outros medicamentos: ATORVASTATINA: Digoxina: Quando foram administradas concomitantemente doses múltiplas de digoxina e 10 mg de atorvastatina, as concentrações plasmáticas de digoxina no estado estacionário aumentaram ligeiramente. Doentes a tomar digoxina devem ser adequadamente monitorizados. - Digoxina
Sem significado Clínico

Metformina + Alogliptina + Digoxina

Observações: A coadministração de 100 mg de alogliptina uma vez ao dia e 1.000 mg de cloridrato de metformina duas vezes ao dia, durante 6 dias, em indivíduos saudáveis, não teve quaisquer efeitos clinicamente relevantes na farmacocinética da alogliptina ou da metformina. Não foram realizados estudos farmacocinéticos específicos de interação medicamentosa com este medicamento.
Interacções: Efeitos de outros medicamentos sobre a alogliptina: A alogliptina é principalmente excretada sob a forma inalterada na urina e o metabolismo pelo sistema enzimático do citocromo (CYP) P450 é desprezável. Por conseguinte, não são esperadas nem foram observadas interações com os inibidores do CYP. Os resultados dos estudos de interação clínica também demonstraram que não há efeitos clinicamente relevantes do gemfibrozil (um inibidor do CYP2C8/9), fluconazol (um inibidor do CYP2C9), cetoconazol (um inibidor do CYP3A4), ciclosporina (um inibidor da glicoproteína-P), voglibose (um inibidor da alfa-glucosidase), digoxina, metformina, cimetidina, pioglitazona ou atorvastatina na farmacocinética da alogliptina. Efeitos da alogliptina sobre outros medicamentos: Em estudos in vitro, constatou-se que a alogliptina não é um substrato nem um inibidor dos principais transportadores associados à disposição do fármaco no rim: transportador aniónico orgânico 1, transportador aniónico orgânico 3 ou transportador catiónico orgânico 2 (OCT2). Além disso, os dados clínicos não sugerem interação com os inibidores ou substratos da glicoproteína-P. Em estudos clínicos, a alogliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da cafeína, (R)-varfarina, pioglitazona, gliburida, tolbutamida, (S)-varfarina, dextrometorfano, atorvastatina, midazolam, um contraceptivo oral (noretindrona e etinilestradiol), digoxina, fexofenadina, metformina ou cimetidina, proporcionando assim provas in vivo de uma baixa tendência para causar interação com substratos do CYP1A2, CYP3A4, CYP2D6, CYP2C9, da glicoproteína-P e do OCT2. Em indivíduos saudáveis, a alogliptina não tem qualquer efeito no tempo da protrombina ou Razão Normalizada Internacional (INR) quando administrada concomitantemente com a varfarina. - Digoxina
Usar com precaução

Ledipasvir + Sofosbuvir + Digoxina

Observações: Quaisquer interações que tenham sido identificadas com cada uma destas substâncias ativas individualmente podem ocorrer com a associação de Ledipasvir/Sofosbuvir.
Interacções: interações entre Ledipasvir/sofosbuvir e outros medicamentos Anti-arrítmicos Digoxina A coadministração de Ledipasvir/sofosbuvir com digoxina pode aumentar a concentração de digoxina. É necessária precaução e recomenda-se a monitorização das concentrações terapêuticas de digoxina quando esta é coadministrada com Ledipasvir/sofosbuvir. - Digoxina
Usar com precaução

Ibrutinib + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Agentes que podem apresentar alteração da concentração plasmática devida a ibrutinib: In vitro, o ibrutinib é um inibidor da P-gp da proteína de resistência do cancro da mama (BCRP). Como não estão disponíveis dados clínicos sobre esta interação, não se pode excluir o facto de o ibrutinib poder inibir a P-gp intestinal e a BCRP após uma dose terapêutica. De forma a minimizar o potencial de uma interação no tracto gastrointestinal, os substratos da P-pg ou BCRP com uma janela terapêutica oral estreita, tais como a digoxina ou metotrexato devem ser tomados, pelo menos, 6 horas antes ou depois de Ibrutinib. O ibrutinib pode também inibir a BCRP no fígado e aumentar a exposição dos medicamentos que são submetidos a um efluxo hepático mediado pela BCRP, tal como a rosuvastatina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Lurasidona + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: interações farmacocinéticas: Potencial da lurasidona para afectar outros medicamentos: A administração concomitante de lurasidona com digoxina (um substrato de P-gp) não aumentou a exposição da digoxina e apenas aumentou ligeiramente a Cmax (1,3 vezes) e, portanto, considera-se que a lurasidona pode ser coadministrada com digoxina. A lurasidona é um inibidor in vitro do transportador de efluxo P-gp e a relevância clínica da inibição do P-gp intestinal não pode ser excluída. A administração concomitante do substrato P-gp etexilato de dabigatrano pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas de dabigatrano. - Digoxina
Sem efeito descrito

Perindopril + Indapamida + Amlodipina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Uso concomitante a considerar: AMLODIPINA: Atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina: Nos estudos clínicos de interação, a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina. - Digoxina
Usar com precaução

Metformina + Canagliflozina + Digoxina

Observações: A canagliflozina é transportada pela glicoproteína-P (gp-P) e pela proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP).
Interacções: Digoxina: A combinação de 300mg de canagliflozina, uma vez por dia, durante 7 dias com uma dose única de 0,5mg de digoxina, seguida de 0,25mg diariamente durante 6 dias, resultou num aumento de 20% na AUC e num aumento de 36% na Cmax da digoxina, provavelmente devido à inibição da gp-P. A inibição da gp-P por parte da canagliflozina foi observada in vitro. Os doentes que estão a tomar digoxina ou outros glicosídeos cardíacos (ex.: digitoxina) devem ser monitorizados de forma apropriada. - Digoxina
Sem significado Clínico

Metformina + Saxagliptina + Digoxina

Observações: A administração concomitante de doses múltiplas de saxagliptina (2,5 mg duas vezes por dia) e metformina (1.000 mg duas vezes por dia) não alterou significativamente o perfil farmacocinético da saxagliptina nem da metformina em doentes com diabetes tipo 2. Não foram realizados estudos formais de interacção com Metformina/Saxagliptina.
Interacções: SAXAGLIPTINA: Os dados clínicos a seguir descritos sugerem que é baixo o risco de interações clinicamente significativas com outros medicamentos administrados concomitantemente. O metabolismo da saxagliptina é mediado principalmente pelo citocromo P450 3A4/5 (CYP3A4/5). Em estudos in vitro, a saxagliptina e o seu principal metabólito não inibiram o CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1, ou 3A4, nem induziram o CYP1A2, 2B6, 2C9, ou 3A4. Em estudos realizados em indivíduos saudáveis, a farmacocinética da saxagliptina e do seu principal metabólito não foram significativamente alteradas pela metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, omeprazol, antiácidos ou famotidina. Adicionalmente, a saxagliptina não alterou significativamente a farmacocinética da metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, os componentes ativos dos Contracetivos orais combinados (etinilestradiol e norgestimato), diltiazem ou cetoconazol. A administração concomitante de saxagliptina com o diltiazem, um inibidor moderado do CYP3A4/5, aumentou a Cmax e a AUC da saxagliptina em cerca de 63% e 2,1 vezes, respetivamente, e os valores correspondentes para o metabólito activo diminuíram em cerca de 44% e 34%, respetivamente. A administração concomitante de saxagliptina com o cetoconazol, um inibidor potente do CYP3A4/5, aumentou a Cmax e a AUC da saxagliptina em cerca de 62% e 2,5 vezes, respetivamente, e os valores correspondentes para o metabólito activo diminuíram em cerca de 95% e 88%, respetivamente. - Digoxina
Usar com precaução

Metformina + Sitagliptina + Digoxina

Observações: A coadministração de doses múltiplas de sitagliptina (50 mg duas vezes por dia) e metformina (1.000 mg duas vezes por dia) não alterou significativamente o perfil farmacocinético da sitagliptina nem da metformina em doentes com diabetes tipo 2. Embora não tenham sido realizados estudos farmacocinéticos de interacção medicamentosa com Metformina/Sitagliptina, foram efetuados estudos com as substâncias ativas individuais, a sitagliptina e a metformina. Existe um risco aumentado de acidose láctica na intoxicação alcoólica aguda (em particular nas situações de jejum, desnutrição ou insuficiência hepática) devido à metformina.
Interacções: Efeitos da sitagliptina noutros medicamentos: Digoxina: A sitagliptina exerceu um pequeno efeito nas concentrações plasmáticas de digoxina. Após a administração diária de 0,25 mg de digoxina concomitantemente com 100 mg de sitagliptina durante 10 dias, observou-se um aumento médio de cerca de 11% da AUC plasmática da digoxina e de cerca de 18% da Cmax plasmática. Não se recomenda um ajuste da dose da digoxina. Todavia, os doentes em risco de toxicidade de digoxina devem ser monitorizados quando a sitagliptina e a digoxina são administradas concomitantemente. - Digoxina
Sem significado Clínico

Metformina + Vildagliptina + Digoxina

Observações: Não foram efetuados estudos formais de interação com Metformina/Vildagliptina. As informações seguintes refletem a informação disponível com as substâncias ativas em monoterapia.
Interacções: Vildagliptina: A vildagliptina tem um fraco potencial de interação com outros medicamentos administrados em associação. Uma vez que a vildagliptina não é um substrato do citocromo P (CYP) 450 e não inibe nem induz as enzimas CYP450, não é provável a interação com substâncias ativas que sejam substratos, inibidores ou indutores dessas enzimas. Estudos de interação medicamentosa com digoxina (substrato da glicoproteína - P) e varfarina (substrato CYP2C9) em indivíduos saudáveis revelaram não existir interações farmacocinéticas clinicamente relevantes, após coadministração com vildagliptina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Dapagliflozina + Metformina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Em estudos de interação realizados em indivíduos saudáveis, utilizando essencialmente um desenho de dose única, a dapagliflozina não alterou a farmacocinética da pioglitazona, sitagliptina, glimepirida, hidroclorotiazida, bumetanida, valsartan, digoxina (um substrato da P-gp) ou varfarina (S-varfarina, um substrato do CYP2C9), ou os efeitos anticoagulantes da varfarina medidos pelo INR (Razão Internacional Normalizada). - Digoxina
Sem efeito descrito

Indapamida + Amlodipina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Ligadas à AMLODIPINA: Efeitos da amlodipina com outros medicamentos: O efeito de diminuição da pressão arterial da amlodipina adiciona-se ao efeito de diminuição da pressão arterial de outros agentes anti-hipertensores. Em estudos de interação clínica, a amlodipina não alterou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina. - Digoxina
Usar com precaução

Netupitant + Palonossetrom + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: interações adicionais É improvável que o Netupitant / Palonossetrom interaja com medicamentos que sejam substratos da gp-P. O netupitant não é um substrato da gp-P. Não se observaram alterações na farmacocinética da digoxina quando se administrou netupitant no Dia 8 de um regime de 12 dias com digoxina. É improvável que haja inibição da proteína transportadora de efluxo BCRP e da isoenzima UGT2B7 da glucuronidação pelo netupitant e pelos seus metabólitos e, caso ocorra, a mesma apresenta uma relevância clínica mínima. Os dados in vitro mostram que o netupitant inibe a UGT2B7, não estando estabelecida a amplitude de um tal efeito no enquadramento clínico. Recomenda-se precaução ao associar-se o netupitant a um substrato oral desta enzima (p. ex., zidovudina, ácido valproico, morfina). Os dados in vitro sugerem que o netupitant inibe a proteína transportadora de efluxo BCRP. A relevância clínica deste efeito não está estabelecida. Os dados in vitro mostram que o netupitant é um inibidor da gp-P. Num estudo efetuado em voluntários saudáveis, o netupitant não afetou a exposição da digoxina, um substrato da gp-P, que aumentou a sua Cmáx 1,09 vezes [IC de 90% 0,9-1,31]. Não se exclui que este efeito possa ser mais acentuado, e nesse caso clinicamente relevante, em doentes oncológicos, especialmente naqueles com função renal anormal. Por conseguinte, recomenda-se precaução quando o netupitant é associado à digoxina ou a outros substratos da gp-P, tais como, o dabigatrano ou a colquicina. - Digoxina
Usar com precaução

Canagliflozina + Digoxina

Observações: O metabolismo da canagliflozina é principalmente efetuado via conjugação com glucuronido mediado pela enzima UDP glucuronil transferase 1A9 (UGT1A9) e 2B4 (UGT2B4). A canagliflozina é transportada pela glicoproteína-P (gp-P) e pela proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP).
Interacções: Digoxina: A combinação de 300 mg de canagliflozina, uma vez ao dia, durante 7 dias com uma dose única de 0,5 mg de digoxina, seguida de 0,25 mg diariamente durante 6 dias, resultou num aumento de 20% na AUC e num aumento de 36% na Cmax da digoxina, provavelmente devido à inibição da gp-P. A inibição da gp-P por parte da canagliflozina foi observada in vitro. - Digoxina
Usar com precaução

Enzalutamida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Potencial da enzalutamida para afectar a exposição a outros medicamentos: Indução enzimática: A enzalutamida é um potente inibidor enzimático levando ao aumento da síntese de muitas enzimas e transportadores; portanto é esperada a interação com muitos medicamentos comuns que são substratos destas enzimas ou transportadores. A redução das concentrações plasmáticas podem ser substanciais, e levar a perda ou reduzir o efeito clínico. Existe também um risco aumentado da formação de metabólitos ativos. As enzimas que podem ser induzidas são o CYP3A no fígado e intestino, o CYP2C9, o CYP2C19, o CYP1A2 e auridina 5’ difosfato-glucuronosiltransferases (conjugação das enzimas UGTs-glucuronida). A proteína de transporte de P-gp pode também ser induzida, e provavelmente outros transportadores, como por exemplo, a proteína de resistência múltipla 2 (MRP2), proteína de resistência do cancro da mama (BCRP) e do polipéptido transportador aniónico orgânico 1B1, (OATP1B1). Estudos in vivo demonstraram que a enzalutamida é um indutor potente do CYP3A4 e um indutor moderado do CYP2C9 e do CYP2C19. A coadministração da enzalutamida (160 mg uma vez por dia) com doses únicas orais de substratos sensíveis ao CYP em doentes com cancro da próstata, resultou numa diminuição de 86% da AUC do midazolam (substrato do CYP3A4), numa diminuição de 56% na AUC da S-varfarina (substrato do CYP2C9) e numa diminuição de 70% na AUC do omeprazol (substrato do CYP2C19). A UGT1A1 pode também ter sido induzida. São esperadas interações com alguns medicamentos que são eliminados através do metabolismo ou por transporte ativo. Se o seu efeito terapêutico é de grande importância para o doente, e se os ajustes de dose não são facilmente realizados com base na monitorização de eficácia ou da concentração plasmática, estes medicamentos devem ser evitados ou utilizados com precaução. O risco de lesão hepática após a administração de paracetamol é suspeito ser maior em doentes tratados concomitantemente com indutores de enzima. Grupos de medicamentos que podem ser afetados incluem, mas não se limitam a: Analgésicos (ex. fentanilo, tramadol) Antibióticos (ex. claritromicina, doxiciclina) Agentes antineoplásicos (ex. cabazitaxel) Anticoagulantes (ex. acenocumarol, varfarina) Antiepiléticos (ex. carbamazepina, clonazepam, fenitoína, primidona, ácido valpróico) Antipsicóticos (ex. haloperidol) Bloqueadores beta (ex. bisoprolol, propranolol) Bloqueadores da entrada do cálcio (ex. diltiazem, felodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil) Cardiotónicos digitálicos (ex. digoxina) Corticosteroides (ex. dexametasona, prednisolona) anti-retrovirais VIH (ex. indinavir, ritonavir) Hipnóticos (ex. diazepam, midazolam, zolpidem) Estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 (ex. atorvastatina, sinvastatina) Grupos de medicamentos que podem ser afetados incluem, mas não se limitam a: Substratos da P-gp: Dados in vitro indicam que a enzalutamida pode ser um inibidor do transportador de efluxo P-gp (glicoproteína P). O efeito da enzalutamida em substratos da P-gp não foi avaliado in vivo; contudo, em situações de utilização clínica, a enzalutamida pode ser um indutor da P-gp através da activação do recetor nuclear de pregnano (PXR). Os medicamentos que têm uma margem terapêutica estreita e que são substratos da P-gp (ex. colquicina, dabigatrano etexilato, digoxina) devem ser usados com precaução quando administrados concomitantemente com Enzalutamida e podem ser necessários ajustes de dose para manter as concentrações plasmáticas ótimas. - Digoxina
Usar com precaução

Cloreto de potássio + Cloreto de sódio + Glucose + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: interações relacionadas com a presença de potássio: O efeito farmacológico dos digitálicos glicosídeos (digoxina e metildigoxina) e agentes anti-arrítmicos (tais como a quinidina, hidroquinidina, procainamida) podem ser alterados como consequência dos níveis de potássio no sangue: Digitálicos: A hipercalémia reduz a ação terapêutica destes fármacos enquanto a hipocalémia pode causar toxicidade por digitálicos. Agentes anti-arrítmicos: A hipercalémia aumenta os seus efeitos anti-arrítmicos e a hipocalémia reduz a sua eficácia. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Regorafenib + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Substratos da Proteína de Resistência do Cancro da Mama (Breast Cancer Resistance Protein-BCRP) e da glicoproteína-P: Dados in vitro indicam que o regorafenib é um inibidor da BCRP (valores de IC 50 de 40-70 nanomolar) e da glicoproteína-P (valores de IC50 de cerca de 2 micromolares). A coadministração de regorafenib pode aumentar as concentrações plasmáticas de substratos concomitantes da BCRP, tais como o metotrexato, ou os substratos da glicoproteína-P, como a digoxina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Avanafil + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Efeitos do avanafil noutros medicamentos: Transportadores: Resultados in vitro revelaram que o avanafil tem um potencial reduzido para atuar como um substrato da glicoproteína P e como um inibidor da glicoproteína P, com a digoxina como substrato, em concentrações inferiores à concentração intestinal calculada. Desconhece-se o potencial do avanafil para interferir com o transporte de outros medicamentos mediados pela glicoproteína P. Desconhece-se o impacto do avanafil noutros transportadores. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lomitapida + Digoxina

Observações: Avaliação in vitro das interações medicamentosas: A lomitapida inibe o CYP3A4. A lomitapida não induz os CYP 1A2, 3A4 ou 2B6, e também não inibe os CYP 1A2, 2B6, 2C9, 2C19, 2D6 ou 2E1. A lomitapida não é um substrato da glicoproteína P, mas inibe a glicoproteína P. A lomitapida não inibe a proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP).
Interacções: Efeitos da lomitapida noutros medicamentos: Substratos da glicoproteína P: A lomitapida inibe a glicoproteína P in vitro e pode aumentar a absorção dos substratos da glicoproteína P. A administração concomitante do Lomitapida com substratos da glicoproteína P (como aliscireno, ambrisentan, colquicina, dabigatrano-etexilato, digoxina, everolímus, fexofenadina, imatinib, lapatinib, maraviroc, nilotinib, posaconazol, ranolazina, saxagliptina, sirolímus, sitagliptina, talinolol, tolvaptan, topotecano) pode aumentar a absorção dos substratos da glicoproteína P. Deve ser ponderada a redução da dose do substrato da glicoproteína P quando utilizado de forma concomitante com o Lomitapida. - Digoxina
Usar com precaução

Zonisamida + Digoxina

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: Potencial de Zonisamida para afectar outros medicamentos: Substratos da glicoproteína-P (P-gp): Um estudo in vitro demonstrou que a zonisamida é um inibidor fraco da P-gp (MDR1) com um IC50 de 267 μmol/l e que existe teoricamente a possibilidade de a zonisamida afectar a farmacocinética de substâncias que sejam substratos da P-gp. Aconselha-se cuidado no início e na descontinuação da terapêutica com zonisamida bem como na alteração da sua dose em doentes que estejam também a ser tratados com medicamentos que sejam substratos da P-gp (por ex., digoxina, quinidina). - Digoxina
Sem efeito descrito

Dutasterida + Tansulosina + Digoxina

Observações: Não foram realizados estudos de interação fármaco-fármaco com Dutasterida / Tansulosina.
Interacções: DUTASTERIDA: Efeitos da dutasterida na farmacocinética de outros fármacos: Num pequeno estudo (N=24) de duas semanas de duração em indivíduos saudáveis, a dutasterida (0,5 mg diários) não teve qualquer efeito sobre a farmacocinética da tansulosina ou terazosina. Não houve também qualquer indicação de interação farmacodinâmica neste estudo. A dutasterida não tem efeito na farmacocinética da varfarina ou digoxina. Isto indica que a dutasterida não inibe nem induz o CYP2C9 ou o transportador glicoproteína P. Estudos de interação in vitro indicam que a dutasterida não inibe as enzimas CYP1A2, CYP2D6, CYP2C9, CYP2C19 ou CYP3A4. - Digoxina
Usar com precaução

Emtricitabina + Rilpivirina + Tenofovir + Digoxina

Observações: Não foram efetuados estudos de interacção medicamentosa com Emtricitabina / Rilpivirina / Tenofovir. As interações que foram identificadas com estes agentes individualmente podem ocorrer com esta associação. Os estudos de interacção com estes agentes só foram realizados em adultos. A rilpivirina é metabolizada principalmente pelo citocromo P450 (CYP)3A. Medicamentos que induzem ou inibem a CYP3A podem portanto afetar a depuração de rilpivirina.
Interacções: Utilização concomitante nos casos em que é recomendada precaução: Substratos da glicoproteína P: A rilpivirina inibe a glicoproteína P in vitro (CI50 de 9,2 μM). Num estudo clínico, a rilpivirina não afetou a farmacocinética da digoxina de forma significativa. Contudo, não se pode excluir por completo que a rilpivirina pode aumentar a exposição a outros fármacos transportados pela glicoproteína P que sejam mais sensíveis à inibição da glicoproteína P intestinal (por ex., etexilato de dabigatran). A rilpivirina é um inibidor in vitro do transportador da MATE-2K com uma CI50 de < 2,7 nM. Desconhecem-se atualmente as implicações clínicas deste resultado. - Digoxina
Usar com precaução

Vandetanib + Digoxina

Observações: O vandetanib é um inibidor do transportador catiónico orgânico 2 (OCT2.
Interacções: Em indivíduos saudáveis, a AUC (0-t) e a Cmax para a digoxina (substrato P-gp) aumentaram em 23% e 29% respetivamente, quando administrada em conjunto devido à inibição P-gp pelo vandetanib. Igualmente, o efeito bradicárdico de digoxina pode aumentar o risco de prolongamento do intervalo QTc de vandetanib e Torsade de Pointes. Assim, recomenda-se monitorização clínica (p.ex. ECG) e/ou laboratorial apropriadas para doentes a receber concomitantemente digoxina e vandetanib, e esses doentes podem necessitar uma dose mais baixa de digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Esomeprazol + Digoxina

Observações: Os estudos de interacção foram realizados apenas em adultos.
Interacções: Efeitos de esomeprazol sobre a farmacocinética de outros medicamentos Medicamentos com absorção dependente do pH A supressão ácida gástrica durante o tratamento com esomeprazol e outros IBPs poderá diminuir ou aumentar a absorção de medicamentos com uma absorção dependente do pH. Como com outros medicamentos que diminuem a acidez intragástrica, a absorção de medicamentos como cetoconazol, itraconazol e erlotinib pode diminuir e a absorção de digoxina pode aumentar durante o tratamento com esomeprazol. O tratamento concomitante com omeprazol (20 mg diários) e digoxina em indivíduos saudáveis aumentou a biodisponibilidade da digoxina em 10% (até 30% em dois de dez indivíduos). A toxicidade da digoxina tem sido raramente notificada. No entanto, recomenda-se precaução quando o esomeprazol é administrado em doses elevadas a doentes idosos. A monitorização terapêutica da digoxina deve então ser reforçada. - Digoxina
Não recomendado/Evitar

Fingolimod + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: O tratamento com fingolimod não deve ser iniciado em doentes tratados com beta-bloqueadores, ou outras substâncias que podem diminuir a frequência cardíaca, tais como anti-arrítmicos de classe Ia e III, bloqueadores dos canais de cálcio (tais como ivabradina, verapamilo ou diltiazem), digoxina, agentes anticolinesterásicos ou pilocarpina devido aos potenciais efeitos aditivos na frequência cardíaca. Se o tratamento com fingolimod for considerado em tais doentes, deverá ser solicitado aconselhamento de um cardiologista acerca da substituição para medicamentos que não diminuam a frequência cardíaca ou monitorização mais apropriada para o início do tratamento. É recomendado, pelo menos, monitorização durante a noite caso o tratamento com medicamentos que diminuem a frequência cardíaca não possa ser suspenso. - Digoxina
Sem efeito descrito

Fosinopril + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Outros: A biodisponibilidade do fosinopril não sofre alteração quando é administrado com ácido acetilsalicílico, clortalidona, cimetidina, digoxina, hidroclorotiazida, metoclopramida, nifedipina, propranolol, propantelina ou varfarina. - Digoxina
Não recomendado/Evitar

Hipericão + Digoxina

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interacções: Devido à uma redução da eficácia terapêutica, a utilização de Hipericão é desaconselhada em associação com: - Digoxina, - Teofilina, - Contracetivos orais (risco de hemorragias intermenstruais com risco de gravidez não desejada). As mulheres não devem interromper a toma de contracetivos se hemorragias irregulares aparecerem durante a utilização concomitante de Hipericão, - Verapamil (um estudo clínico mostrou a diminuição da bio-disponibilidade deste antihipertensivo). - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ibuprofeno + Pseudoefedrina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Digoxina: A administração concomitante de Ibuprofeno / Pseudoefedrina com formulações contendo digoxina pode aumentar o nível sérico destes medicamentos. A verificação do nível sérico da digoxina não é normalmente necessária em caso de administração correta (no máximo durante 5 dias). - Digoxina
Sem efeito descrito

Levofloxacina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Outras informações relevantes: Estudos de farmacologia clínica demonstraram que a farmacocinética da levofloxacina não foi afetada de forma clinicamente relevante quando esta foi administrada juntamente com os seguintes medicamentos: Carbonato de cálcio. Digoxina. Glibenclamida. Ranitidina. - Digoxina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lornoxicam + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Digoxina: Redução da eliminação renal da substância. - Digoxina
Usar com precaução

Darifenacina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A monitorização terapêutica da digoxina deve ser feita quando se inicia ou termina o tratamento com darifenacina, bem como quando se altera a dose de darifenacina. A administração concomitante de 30 mg de darifenacina uma vez por dia (duas vezes a dose diária recomendada) com digoxina no estado estacionário resultou num pequeno aumento na exposição à digoxina (AUC: 16% e Cmax: 20%). O aumento na exposição à digoxina poderá ser causado pela competição entre a darifenacina e a digoxina para a glicoproteína P. Outras interações relacionadas com os transportadores não podem ser excluídas. - Digoxina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Doxorrubicina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A doxorrubicina pode diminuir a biodisponibilidade oral da digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Lercanidipina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: interações metabólicas: Sabe-se que a lercanidipina é metabolizada pela enzima CYP3A4 e, portanto, os inibidores e os indutores da CYP3A4 administrados concomitantemente poderão interferir com o metabolismo e a eliminação da lercanidipina. Substratos da CYP3A4: A coadministração de 20 mg de lercanidipina em doentes cronicamente tratados com β-metildigoxina não revelou indícios de interação farmacocinética. Os voluntários saudáveis tratados com digoxina após a toma de 20 mg de lercanidipina administrada em jejum apresentaram um aumento médio de 33% da C máx. da digoxina, enquanto a AUC e a depuração renal não foram significativamente modificadas. Os doentes sob tratamento concomitante com digoxina deverão ser alvo de uma monitorização clínica apertada relativamente a sinais de toxicidade da digoxina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Metformina + Linagliptina + Digoxina

Observações: Embora não tenham sido realizados estudos farmacocinéticos de interacção medicamentosa com Metformina/Linagliptina, estes estudos foram efetuados com as substâncias ativas individuais, i.e.linagliptin a e metformina. A administração concomitante de doses múltiplas de linagliptina e metformina não alterou significativamente o perfil farmacocinético da linagliptina nem da metformina em voluntários saudáveis e doentes.
Interacções: LINAGLIPTINA: Efeitos da linagliptina sobre outros medicamentos: Em estudos clínicos, conforme adiante se descreve, a linagliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante sobre a farmacocinética da metformina, da gliburida, da sinvastatina, da varfarina, da digoxina ou dos Contracetivos orais, fornecendo evidências in vivo de uma baixa tendência para causar interações medicamentosas com substratos da CYP3A4, CYP2C9, CYP2C8, da glicoproteína-P e do transportador catiónico orgânico (OCT). Digoxina: A administração concomitante de múltiplas doses diárias de 5 mg de linagliptina com múltiplas doses de 0,25 mg de digoxina não teve qualquer efeito sobre a farmacocinética da digoxina em voluntários saudáveis. Por isso, a linagliptina não é um inibidor in vivo do transporte mediado pela glicoproteína-P. - Digoxina
Sem efeito descrito

Orlistato + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Ausência de interações: Não foram observadas interações com amitriptilina, atorvastatina, biguanidas, digoxina, fibratos, fluoxetina, losartan, fenitoína, fentermina, pravastatina, Sistema Terapêutico Gastrointestinal (GITS) de nifedipina, nifedipina de libertação controlada, sibutramina ou álcool. A ausência destas interações foi demonstrada em estudos específicos de interação fármaco-fármaco. - Digoxina
Sem efeito descrito

Sitaxentano + Digoxina

Observações: O sitaxentano sódico é metabolizado no fígado pelas isoenzimas CYP2C9 e CYP3A4/5 do citocromo P450. O sitaxentano sódico é um inibidor da CYP2C9 e, em menor grau, CYP2C19, CYP3A4/5 e CYP 2C8. As concentrações plasmáticas dos fármacos metabolizados pela CYP2C9, podem aumentar durante a co-administração de sitaxentano sódico. Não se espera que a co-administração com fármacos metabolizados pela CYP2C19 ou CYP3A4/5 resulte em interações medicamentosas clinicamente significativas. O Sitaxentano sódico não afecta o transportador de p-glicoproteína, mas está estabelecido que o sitaxentano sódico é um substrato das proteínas transportadoras PTAO.
Interacções: Efeitos do sitaxentano sódico noutros medicamentos: Digoxina (substrato da p-glicoproteína): A administração concomitante de sitaxentano sódico não alterou a farmacocinética da digoxina indicando que não houve efeito no transportador da p-glicoproteína. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sulfametoxazol + Trimetoprim + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Foram relatadas as seguintes interações: Efeito aumentado (potenciado) dos anticoagulantes orais (reforço do efeito hipoprotrombinémico dos cumarínicos), antidiabéticos orais do grupo das sulfonilureias, difenilhidantoína (fenitoína), metotrexato e barbitúricos de ação curta de administração intravenosa (por ex. tiopental) assim como um aumento dos níveis de digoxina, no caso de doentes mais idosos; - Digoxina
Sem efeito descrito

Tenoxicam + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: No decurso dos ensaios clínicos, não se verificaram interações nos doentes tratados simultaneamente com digitálicos, pelo que o uso simultâneo de tenoxicam e digoxina não parece implicar qualquer risco importante. - Digoxina
Usar com precaução

Dexibuprofeno + Digoxina

Observações: O dexibuprofeno é o enantiómero farmacologicamente ativo do ibuprofeno.
Interacções: A utilização concomitante de dexibuprofeno com preparações de digoxina pode aumentar os níveis séricos destes medicamentos. A monitorização dos níveis séricos de digoxina geralmente não é necessária com o uso adequado (3 dias no máximo). - Digoxina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Neomicina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A Neomicina diminui a absorção de alguns fármacos, a exemplo da digoxina, metotrexato, Penicilina V. - Digoxina
Usar com precaução

Tizanidina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Deve ser tida também precaução quando a tizanidina é usada em concorrência com substâncias que bloqueiam os adrenoreceptores-β ou digoxina pois a combinação pode potenciar hipotensão ou bradicardia. Em alguns doentes foram observadas hipertensão rebound e taquicardia após abrupta descontinuação da tizanidina quando usada concomitantemente com fármacos anti-hipertensivos. Em casos extremos, a hipertensão rebound pode levar a acidente cerebrovascular. - Digoxina
Usar com precaução

Topiramato + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Outras interações medicamentosas: Digoxina: A AUC de uma dose única de digoxina diminui em 12% com a administração concomitante de topiramato. Os níveis séricos de digoxina devem ser cuidadosamente monitorizados quando os doentes são tratados simultaneamente com digoxina e topiramato. A digoxina sérica também deve ser cuidadosamente monitorizada após a interrupção de topiramato. - Digoxina
Sem significado Clínico

Torasemida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Efeito da torasemida sobre outros medicamentos: A torasemida não afeta a ligação proteica da glibenclamida nem a da varfarina nem o efeito anticoagulante da fenprocumona (derivado cumarínico próximo), nem a farmacocinética da digoxina ou do carvedilol (vasodilatador / bloqueador beta). Nos indivíduos saudáveis, a coadministração de torasemida foi associada a uma redução significativa na excreção renal de espironolactona, com aumentos correspondentes na área sob curva (AUC). No entanto, a experiência clínica sugere que não será necessário o ajuste posológico de qualquer destes fármacos. Efeito de outros medicamentos sobre a torasemida: Digoxina: Observa-se que a coadministração de digoxina aumenta a área sob curva de torasemida em 50%, não sendo necessário todavia fazer um ajuste de dose. - Digoxina
Não recomendado/Evitar

Digoxina + Bloqueadores adrenérgicos beta

Observações: n.d.
Interacções: Em associação com medicamentos bloqueadores do adrenoceptor beta, a digoxina pode aumentar o tempo de condução auriculo-ventricular. - Bloqueadores adrenérgicos beta
Não recomendado/Evitar

Digoxina + Medicamentos que causam hipocaliemia

Observações: n.d.
Interacções: Agentes que causem hipocaliemia ou deficiência intracelular de potássio podem provocar um aumento da sensibilidade à digoxina. Entre eles estão os sais de lítio, corticosteroides, carbenoxolona e alguns diuréticos. A coadministração com diuréticos como os diuréticos de ansa ou a hidroclorotiazida deve ocorrer sob rigorosa monitorização dos eletrólitos séricos e da função renal. - Medicamentos que causam hipocaliemia
Não recomendado/Evitar

Digoxina + Medicamentos que afetam os níveis de potássio sérico

Observações: n.d.
Interacções: Agentes que causem hipocaliemia ou deficiência intracelular de potássio podem provocar um aumento da sensibilidade à digoxina. Entre eles estão os sais de lítio, corticosteroides, carbenoxolona e alguns diuréticos. A coadministração com diuréticos como os diuréticos de ansa ou a hidroclorotiazida deve ocorrer sob rigorosa monitorização dos eletrólitos séricos e da função renal. - Medicamentos que afetam os níveis de potássio sérico
Não recomendado/Evitar

Digoxina + Cálcio

Observações: n.d.
Interacções: O cálcio, em especial se administrado rapidamente por via intravenosa, pode produzir arritmias graves em doentes a tomar digitálicos. - Cálcio
Não recomendado/Evitar

Digoxina + Simpaticomiméticos

Observações: n.d.
Interacções: Os medicamentos simpaticomiméticos possuem efeitos cronotrópicos positivos diretos que podem promover arritmias cardíacas e também conduzir à hipocaliemia, que pode levar a ou agravar arritmias cardíacas. A utilização concomitante de digoxina e simpaticomiméticos pode aumentar o risco de arritmias cardíacas. - Simpaticomiméticos
Usar com precaução

Digoxina + Outros medicamentos

Observações: n.d.
Interacções: Associações medicamentosas que podem aumentar os efeitos da digoxina quando administradas concomitantemente: amiodarona, canagliflozina, daclatasvir, flibanserina, flecainida, prazosina, propafenona, quinidina, espironolactona, antibióticos macrólidos por exemplo: eritromicina e claritromicina, tetraciclina (e eventualmente outros antibióticos), gentamicina, isavuconazol, posaconazol, itraconazol, ivacaftor, quinina, trimetoprim, alprazolam, indometacina, propantelina, mirabegrom, nefazodona, atorvastatina, ciclosporina, epoprostenol (transitório), antagonistas dos recetores da vasopressina (tolvaptan e conivaptan), carvedilol, ritonavir/regimes posológicos contendo ritonavir, taleprevir, dronedarona, ranolazina, simeprevir, telmisartan, ticagrelor, venetoclax, vemurafenib, osimertinib, vandetanib, lapatinib e vepatasvir. Recomenda-se precaução quando qualquer um dos medicamentos acima é utilizado em associação com digoxina. As concentrações séricas de digoxina devem ser monitorizadas e utilizadas para a titulação da digoxina. Os medicamentos que modificam o tónus vascular das arteríolas aferentes e eferentes podem alterar a filtração glomerular. Associações medicamentosas que podem diminuir os efeitos da digoxina quando administradas concomitantemente: antiácidos, alguns laxantes expansores do volume, caulino-pectina, acarbose, neomicina, penicilamina, rifampicina, alguns citostáticos, metoclopramida, sulfasalazina, adrenalina, salbutamol, colestiramina, fenitoína, hipericão (Hypericum perforatum), bupropiona e nutrição entérica suplementar. - Outros medicamentos
Usar com precaução

Digoxina + Senosido A + Senosido B

Observações: n.d.
Interacções: A utilização concomitante de digoxina e senosidos pode estar associada a um aumento moderado do risco de toxicidade por digoxina em doentes com insuficiência cardíaca. - Senosido A + Senosido B
Usar com precaução

Digoxina + Cloreto de suxametónio

Observações: n.d.
Interacções: Os doentes a receber digoxina são mais suscetíveis aos efeitos da hipercaliemia exacerbada pelo suxametónio. - Cloreto de suxametónio
Usar com precaução

Digoxina + Lapatinib

Observações: n.d.
Interacções: A coadministração de lapatinib com digoxina administrada por via oral resultou num aumento da AUC (área sob a curva) da digoxina. A administração concomitante de digoxina com lapatinib deve ser efetuada com precaução. - Lapatinib
Usar com precaução

Digoxina + Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECAS)

Observações: n.d.
Interacções: Os inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECAs) diminuem a vasoconstrição da arteríola eferente mediada pela angiotensina II, enquanto os anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) e os inibidores da enzima ciclo-oxigenase-2 (COX-2) diminuem a vasodilatação da arteríola aferente mediada pelas prostaglandinas. Os IECAs não alteraram significativamente a farmacocinética (FC) da digoxina ou não alteraram os parâmetros FC de modo consistente. Contudo, estes medicamentos podem modificar a função renal em alguns doentes, resultando num aumento secundário da digoxina. - Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECAS)
Usar com precaução

Digoxina + Antagonistas dos recetores da angiotensina

Observações: n.d.
Interacções: Os antagonistas dos recetores da angiotensina (ARAs) diminuem a vasoconstrição da arteríola eferente mediada pela angiotensina II, enquanto os anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) e os inibidores da enzima ciclo-oxigenase-2 (COX-2) diminuem a vasodilatação da arteríola aferente mediada pelas prostaglandinas. Os ARAs não alteraram significativamente a farmacocinética (FC) da digoxina ou não alteraram os parâmetros FC de modo consistente. Contudo, estes medicamentos podem modificar a função renal em alguns doentes, resultando num aumento secundário da digoxina. - Antagonistas dos recetores da angiotensina
Usar com precaução

Digoxina + Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs)

Observações: n.d.
Interacções: Os AINEs não alteraram significativamente a farmacocinética (FC) da digoxina ou não alteraram os parâmetros FC de modo consistente. Contudo, estes medicamentos podem modificar a função renal em alguns doentes, resultando num aumento secundário da digoxina. - Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs)
Usar com precaução

Digoxina + Inibidores da cicloxigenase (COX)

Observações: n.d.
Interacções: Os COX-2 não alteraram significativamente a farmacocinética (FC) da digoxina ou não alteraram os parâmetros FC de modo consistente. Contudo, estes medicamentos podem modificar a função renal em alguns doentes, resultando num aumento secundário da digoxina. - Inibidores da cicloxigenase (COX)
Usar com precaução

Digoxina + Antagonistas dos canais de cálcio

Observações: n.d.
Interacções: Os agentes bloqueadores dos canais de cálcio podem aumentar ou não provocar qualquer alteração dos níveis séricos de digoxina. Os bloqueadores dos canais de cálcio são também conhecidos por possuírem efeitos depressores na condução nodal sinoauricular e auriculoventricular, em especial o diltiazem e o verapamilo. - Antagonistas dos canais de cálcio
Usar com precaução

Digoxina + Verapamilo

Observações: n.d.
Interacções: O verapamil aumenta os níveis séricos de digoxina. - Verapamilo
Usar com precaução

Digoxina + Felodipina

Observações: n.d.
Interacções: A felodipina aumenta os níveis séricos de digoxina. - Felodipina
Usar com precaução

Digoxina + Tiapamil (Dimeditiapramine)

Observações: n.d.
Interacções: O tiapamil aumenta os níveis séricos de digoxina. - Tiapamil (Dimeditiapramine)
Usar com precaução

Digoxina + Diltiazem

Observações: n.d.
Interacções: O diltiazem pode aumentar ou não ter qualquer efeito sobre os níveis séricos de digoxina. - Diltiazem
Usar com precaução

Digoxina + Nifedipina

Observações: n.d.
Interacções: A nifedipina pode aumentar ou não ter qualquer efeito sobre os níveis séricos de digoxina. - Nifedipina
Sem efeito descrito

Digoxina + Isradipina

Observações: n.d.
Interacções: A isradipina não causa qualquer alteração. - Isradipina
Usar com precaução

Digoxina + Inibidores da Bomba de Protões (IBP)

Observações: n.d.
Interacções: Os inibidores da bomba de protões (IBP) podem aumentar os níveis plasmáticos de digoxina. A absorção de digoxina inalterada é aumentada e o metabolismo da digoxina no trato gastrointestinal é inibido pelo omeprazol, resultando no aumento dos níveis plasmáticos de digoxina. Foram notificados efeitos semelhantes com pantoprazol e rabeprazol, em menor grau. - Inibidores da Bomba de Protões (IBP)
Usar com precaução

Digoxina + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: n.d.
Interacções: A bupropiona e o seu principal metabolito circulante, com e sem digoxina, estimularam o transporte de digoxina mediado por OATP4C1. A digoxina foi identificada como sendo um substrato para OATP4C1 no lado basolateral dos túbulos renais proximais. A ligação da bupropiona e dos seus metabolitos a OATP4C1 poderá, possivelmente, aumentar o transporte de digoxina e, portanto, aumentar a secreção renal da digoxina. - Bupropiom (Bupropiona)
Sem efeito descrito

Digoxina + Milrinona

Observações: n.d.
Interacções: A milrinona não altera os níveis séricos de digoxina no estado de equilíbrio. - Milrinona
Usar com precaução

Digoxina + Enzalutamida

Observações: n.d.
Interacções: A determinação das concentrações séricas de digoxina com imunoensaio quimioluminiscente de micropartículas (CMIA) durante a utilização de enzalutamida pode causar níveis séricos de digoxina falsamente elevados. Os resultados devem ser confirmados por outro tipo de ensaio. - Enzalutamida
Usar com precaução

Vincristina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Terapia de associação incluindo Sulfato de Vincristina/Digoxina: Os doentes que recebem quimioterapia podem ter uma absorção insuficiente de Digoxina. A amplitude da redução parece ser suficiente para reduzir o efeito terapêutico da Digoxina nalguns doentes. No entanto, deve ter-se cuidado ao administrar tal combinação e pode ser necessário um ajuste da posologia de Digoxina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Vareniclina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Digoxina: A vareniclina não alterou a farmacocinética em estado de equilíbrio da digoxina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Valsartan + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Outros: Nos estudos de interações medicamentosas com valsartan, não foram observadas quaisquer interações clinicamente significativas com valsartan ou com qualquer um dos fármacos seguintes: cimetidina, varfarina, furosemida, digoxina, atenolol, indometacina, hidroclorotiazida, amlodipina, glibenclamida. - Digoxina
Usar com precaução

Dronedarona + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A administração de dronedarona (400 mg duas vezes ao dia) aumentou em 2,5-vezes a exposição à digoxina (substrato da gp-P), através da inibição do transportador da gp-P. Adicionalmente, os digitálicos apresentam um potencial de interação com a dronedarona do ponto de vista farmacodinâmico. É possível que ocorra um efeito sinérgico na frequência cardíaca e na condução aurículo-ventricular. Nos estudos clínicos, quando a dronedorana foi administrada concomitantemente com digitálicos, observou-se a ocorrência de um aumento do níveis dos digitálicos e/ou de distúrbios gastrointestinais, indiciadores de toxicidade por digitálicos. A dose de digoxina deve ser reduzida em aproximadamente 50%, os níveis plasmáticos de digoxina devem ser rigorosamente monitorizados, sendo recomendável efetuar a monitorização clínica e monitorização por ECG. - Digoxina
Sem efeito descrito

Trandolapril + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Não se observaram interações clínicas em doentes com disfunção ventricular esquerda após enfarte do miocárdio, quando trandolapril foi administrado concomitantemente com trombolíticos, ácido acetilsalicílico, bloqueadores beta, antagonistas dos canais de cálcio, nitratos, anticoagulantes ou digoxina. Não se observaram interações clinicamente significativas entre o trandolaprilato e a cimetidina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Irbesartan + Hidroclorotiazida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Informações adicionais sobre as interações do IRBESARTAN: A farmacocinética da digoxina não foi alterada pela coadministração do irbesartan. - Digoxina
Usar com precaução

Itraconazol + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Efeito do itraconazol no metabolismo de outros medicamentos: Os seguintes medicamentos devem ser utilizados com precaução e as suas concentrações plasmáticas, efeitos e efeitos secundários monitorizados. As suas posologias, se coadministrado com itraconazol, deverão ser reduzidas: Digoxina, ciclosporina A, metilprednisolona sistémica, alcaloides da vinca e possivelmente o Tacrolímus. - Digoxina
Usar com precaução

Enalapril + Lercanidipina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: LERCANIDIPINA: Associações que necessitam de precaução para utilização: Digoxina: A coadministração de 20 mg de lercanidipina em doentes submetidos a tratamento crónico com β -metildigoxina não revelou qualquer evidência de interação farmacocinética. Voluntários saudáveis tratados com digoxina após uma dose de 20 mg de lercanidipina administrada em jejum, apresentaram um aumento médio de 33% na Cmáx da digoxina, enquanto que a AUC e a depuração renal não foram significativamente alteradas. Doentes submetidos a tratamento concomitante com digoxina devem ser cuidadosamente monitorizados do ponto de vista clínico relativamente a sinais de toxicidade pela digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Eplerenona + Digoxina

Observações: Estudos in vitro indicam que a eplerenona não é um inibidor das isoenzimas CYP1A2, CYP2C19, CYP2C9, CYP2D6 ou CYP3A4. A eplerenona não é um substrato nem um inibidor da glicoproteína-P.
Interacções: interações farmacocinéticas: Digoxina: A exposição sistémica (AUC) à digoxina aumenta em 16% (90% IC: 4%-30%) quando coadministrada com eplerenona. É necessária precaução quando a digoxina é administrada em doses que se aproximam do limite superior da janela terapêutica. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Eritromicina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Com a administração de Eritromicina e digoxina foram descritas concentrações séricas elevadas de digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Esmolol + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Quando a digoxina e Esmolol foram administrados concomitantemente por via intravenosa a voluntários normais, houve um aumento de 10-20% de concentração de digoxina no sangue em determinados momentos. A associação de glicósidos digitálicos e Esmolol pode aumentar o tempo de condução AV. A digoxina não afetou a farmacocinética do Esmolol. O efeito de Esmolol na duração do bloqueio neuromuscular devido ao cloreto de suxametónio, foi estudado em doentes submetidos a cirurgia. O início do bloqueio neuromuscular devido ao cloreto de suxametónio não foi afetado pelo Esmolol, mas a duração do bloqueio neuromuscular foi prolongada de 5 para 8 minutos. Ainda que as interações observadas em estudos com varfarina, digoxina, morfina ou cloreto de suxametónio não sejam de importância clínica relevante, o Esmolol deve ser titulado com cuidado em doentes a receber tratamento simultâneo com varfarina, digoxina, morfina ou cloreto de suxametónio. - Digoxina
Usar com precaução

Flecainida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Glicosidos cardíacos: a flecainida pode causar aumento dos níveis plasmáticos da digoxina em cerca de 15%, o que é improvável ter significado clínico em doentes com níveis plasmáticos dentro do intervalo terapêutico. Recomenda-se que os níveis plasmáticos de digoxina sejam determinados em doentes a fazer digitálicos após não menos de seis horas após a dose de digoxina, antes ou após a administração de flecainida. - Digoxina
Sem significado Clínico

Fluvastatina + Digoxina

Observações: n.d
Interacções: interações farmacológicas: Agentes cardiovasculares: Não ocorrem interações farmacocinéticas clinicamente significativas quando a fluvastatina é administrada concomitantemente com propranolol, digoxina, losartan, amlodipina ou IECA. Com base nos dados farmacocinéticos, não é necessária monitorização nem ajustes posológicos quando a fluvastatina é administrada concomitantemente com estes agentes. - Digoxina
Sem efeito descrito

Fosinopril + Hidroclorotiazida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Outros fármacos: a biodisponibilidade do fosinopril não ligado não é alterada pela coadministração com ácido acetilsalicílico, clortolidona, cimetidina, digoxina, metoclopramida, nifedipina, propanolol, propantelina ou varfarina. Fosinopril / Hidroclorotiazida tem sido usado concomitantemente com paracetamol, outros anti-inflamatórios não- esteroides, antihistamínicos, antilipémicos, estrogénios, sem evidência de eventos adversos clinicamente importantes. - Digoxina
Sem significado Clínico

Glimepirida + Pioglitazona + Digoxina

Observações: Não existem estudos formais de interação para o Glimepirida / Pioglitazona, contudo, a utilização concomitante das substâncias ativas em doentes em utilização clínica não teve como resultado interações inesperadas. As informações disponíveis são sobre as substâncias ativas individualmente (pioglitazona e glimepirida).
Interacções: PIOGLITAZONA: Os estudos de interação demonstraram que a pioglitazona não exerce efeitos relevantes quer sobre a farmacocinética quer sobre a farmacodinâmica da digoxina, varfarina, femprocumom e metformina. - Digoxina
Sem significado Clínico

Glimepirida + Rosiglitazona + Digoxina

Observações: Não existem estudos formais de interacção para este medicamento, no entanto o uso concomitante das substâncias activas em doentes em estudos clínicos e na sua vasta utilização clínica não originou interações inesperadas. Anformação disponível é acerca das substâncias activas individualmente (rosiglitazona e glimepirida).
Interacções: ROSIGLITAZONA: Não foram observadas interações clinicamente relevantes com a digoxina, com o substrato de CYP2C9 varfarina, com os substratos de CYP3A4 nifedipina, etinilestradiol ou noretindrona, após administração concomitante com a rosiglitazona. - Digoxina
Sem efeito descrito

Patirómero + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Os estudos in vitro demonstraram não haver potencial interação de Patirómero com as seguintes substâncias activas: alopurinol, amoxicilina, apixabano, ácido acetilsalicílico, atorvastatina, cefalexina, digoxina, glipizida, lisinopril, fenitoína, riboflavina, rivaroxabano, espironolactona e valsartan. - Digoxina
Usar com precaução

Glecaprevir + Pibrentasvir + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Potencial de Glecaprevir / Pibrentasvir para afectar outros medicamentos Glecaprevir e pibrentasvir são inibidores da glicoproteína-P (gp-P), da proteína de resistência do cancro da mama (BCRP) e polipeptídeo transportador do anião orgânico (OATP) 1B1/3. A coadministração com Glecaprevir / Pibrentasvir pode aumentar as concentrações plasmáticas de medicamentos que são substratos da gp-P (por exemplo, dabigatrano etexilato, digoxina), BCRP (por exemplo, rosuvastatina), ou OATP1B1/3 (por exemplo, atorvastatina, lovastatina, pravastatina, rosuvastatina, sinvastatina). Outros substratos P-gp, BCRP, ou OATP1B1/3, pode ser necessário ajuste de dose. Glecaprevir e pibrentasvir são inibidores fracos in vivo do citocromo P450 (CYP) 3A e uridina glucuronosiltransferase (UGT) 1A1. Não são esperados aumentos clinicamente significativos quando Glecaprevir / Pibrentasvir é coadministrado com substratos sensíveis do CYP3A (midazolam, felodipina) ou UGT1A1 (raltegravir). Quer glecaprevir quer pibrentasvir inibem in vitro a bomba de exportação de sais biliares (BSEP). Não é expectável inibição significativa do CYP1A2, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6, UGT1A6, UGT1A9, UGT1A4, UGT2B7, OCT1, OCT2, OAT1, OAT3, MATE1 ou MATE2K. Anti-arrítmicos Digoxina 0,5 mg dose única (Inibição da gp-P) Recomenda-se precaução e monitorização da concentração terapêutica de digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Indinavir + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: INDINAVIR POTENCIADO COM RITONAVIR. Anti-arrítmicos: Digoxina 0,4 mg SD Ritonavir 200 mg BID O ritonavir pode aumentar os níveis de digoxina devido à modificação do efluxo da digoxina mediado pela glicoproteína-P. É recomendada uma monitorização cuidadosa dos níveis de digoxina quando a digoxina é administrada concomitantemente com indinavir/ritonavir. - Digoxina
Sem efeito descrito

Lisinopril + Amlodipina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: interações relacionadas com a AMLODIPINA: Efeitos da amlodipina sobre outros medicamentos: O efeito de diminuição da tensão arterial da amlodipina contribui para os efeitos de diminuição da tensão arterial de outros medicamentos com propriedades anti-hipertensoras. Em estudos clínicos de interação, a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina. - Digoxina
Sem significado Clínico

Maraviroc + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Estudos em microssomas hepáticos humanos e sistemas enzimáticos recombinantes demonstraram que maraviroc não inibe nenhuma das principais enzimas do P450, em concentrações clinicamente relevantes (CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e CYP3A4). O maraviroc não teve efeito clinicamente relevante na farmacocinética de midazolam, Contracetivos orais de etinilestradiol e levonorgestrel, ou na razão de 6β-hidroxicortisol/cortisol urinário, sugerindo não existir inibição ou indução da CYP3A4 in vivo. Com exposições mais elevadas de maraviroc não se pode excluir a potencial inibição de CYP2D6. O potencial de maraviroc para afectar a farmacocinética de medicamentos administrados concomitantemente é baixa, com base na informação in vitro e clínica. A depuração renal contribui para, aproximadamente, 23% do total da depuração do maraviroc quando este é administrado sem inibidores da CYP3A4. Uma vez que ambos os processos activo e passivo estão envolvidos, existe potencial para competição para a eliminação com outras substâncias ativas eliminadas por via urinária. No entanto, a coadministração de maraviroc com tenofovir (substrato para eliminação renal) e cotrimoxazol (contém trimetoprim, um inibidor do transporte de catiões ao nível renal), não demonstrou efeito na farmacocinética do maraviroc. Adicionalmente, a administração concomitante de maraviroc com lamivudina/zidovudina demonstrou que o maraviroc não teve efeito na farmacocinética da lamivudina (excretada principalmente por via renal) ou zidovudina (metabolismo não dependente do P450 e depuração renal). In vitro, maraviroc inibe a glicoproteína-P (IC50 é de 183 μM). Contudo, in vivo, maraviroc não afeta significativamente a farmacocinética da digoxina. Não se pode excluir que maraviroc possa aumentar a exposição ao substrato da glicoproteína-P dabigatrano etexilato. Anti-arrítmicos: Digoxina 0,25 mg Dose única (maraviroc 300 mg BID) As concentrações de maraviroc não foram calculadas; não se espera interação. Maraviroc 300 mg duas vezes por dia e digoxina podem ser coadministrados sem ajuste da dose. Não foi estudado o efeito de maraviroc, na dose de 600 mg BID, na digoxina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Voriconazol + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Digoxina (0,25 mg OD) [substrato P-gp] Não necessário ajuste de dose - Digoxina
Sem efeito descrito

Moxifloxacina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: interações com medicamentos: Após a administração repetida a voluntários saudáveis a moxifloxacina aumentou a Cmax da digoxina em aproximadamente 30% sem afectar a AUC ou a concentração mínima no estado estacionário. Não são necessárias precauções ao usar concomitantemente com digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Naproxeno + Esomeprazol + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Utilização concomitante com precaução: Digoxina: Os AINEs podem aumentar os níveis de glicosídeos cardíacos no plasma quando administrados concomitantemente com glicosídeos cardíacos tais como digoxina. Utilização concomitante com precaução: Medicamentos com absorção dependente do pH gástrico: A supressão do ácido gástrico durante o tratamento com esomeprazol e outros IBPs, pode reduzir ou aumentar a absorção de medicamentos com absorção dependente do pH. Como com outros medicamentos que diminuem a acidez intragástrica, a absorção de medicamentos tais como cetoconazol, itraconazol, posaconazol e erlotinib pode diminuir enquanto a absorção de medicamentos tais como digoxina pode aumentar durante o tratamento com esomeprazol. O uso concomitante de posaconazol e erlotinib deve ser evitado. O tratamento concomitante com omeprazol (20 mg diários) e digoxina em indivíduos saudáveis aumentou a biodisponibilidade da digoxina em 10% (até 30% em dois de dez indivíduos). - Digoxina
Sem efeito descrito

Nebivolol + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: interações farmacodinâmicas: As interações seguintes são as geralmente aplicáveis aos antagonistas beta-adrenérgicos. Associações a ser consideradas: Glicosidos digitálicos: O uso concomitante pode aumentar o tempo da condução aurículo-ventricular. Ensaios clínicos com nebivolol não mostraram evidência clínica de interação. O nebivolol não influencia a cinética da digoxina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Nebivolol + Hidroclorotiazida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: interações farmacodinâmicas: NEBIVOLOL: As seguintes interações são as geralmente aplicáveis aos antagonistas beta-adrenérgicos. Associações a serem tidas em consideração: Glicosidos digitálicos: O uso concomitante pode aumentar o tempo da condução auriculoventricular. Os ensaios clínicos com nebivolol não mostraram evidência clínica de interação. O nebivolol não influencia a cinética da digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Nifedipina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Efeitos da nifedipina sobre outros medicamentos: Digoxina: A administração simultânea de nifedipina e digoxina pode levar a uma reduzida depuração da digoxina e, consequentemente, a um aumento das concentrações plasmáticas de digoxina. Por conseguinte, o doente deve ser submetido a exames preventivos com vista a detetar eventuais sintomas de sobredosagem com digoxina e, se necessário, a dose do glicosido deve ser reduzida. - Digoxina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Rifabutina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: As doses múltiplas de rifabutina têm vindo a ser associadas à indução das enzimas metabólicas hepáticas da subfamília CYP450 IIIA. O principal metabólito da rifabutina (25-desacetil rifabutina; LM 565) também pode contribuir para este efeito. A indução metabólica provocada pela rifabutina vai produzir provavelmente uma diminuição dos níveis circulantes dos fármacos administrados concomitantemente (em particular os metabolizados pela via do CYP450 IIIA). Dados cinéticos sugerem que a indução enzimática originada pela rifabutina é completa ao fim de 5 dias e é independente da dose no intervalo de dose 300 a 600 mg. Do mesmo modo, fármacos administrados concomitantemente que inibam competitivamente a atividade do CYP450 IIIA podem aumentar os níveis circulantes de rifabutina. De modo similar, a Rifabutina pode reduzir a atividade de analgésicos, anticoagulantes, corticosteroides, ciclosporina, digitálicos (embora não a digoxina), dapsona, hipoglicemiantes orais, analgésicos narcóticos, fenitoina e quinidina. Com base nas considerações metabólicas acima referidas não são esperadas interações significativas com o etambutol, teofilina, sulfonamidas, pirazinamida e zalcitabina (DDC). - Digoxina
Usar com precaução

Rilpivirina + Digoxina

Observações: A rilpivirina é um inibidor in vitro do transportador MATE-2K com um IC50 < 2,7 nM. As implicações clínicas deste achado são atualmente desconhecidas.
Interacções: Medicamentos que são afetados pela utilização de rilpivirina: Não é provável que rilpivirina numa dose de 25 mg, uma vez por dia, tenha um efeito clinicamente relevante na exposição de medicamentos metabolizados pelas enzimas CYP. A rilpivirina inibe a glicoproteína-P in vitro (IC50 é 9,2 μM). Num estudo clínico, a rilpivirina não afetou significativamente a farmacocinética da digoxina. Contudo, não pode ser totalmente excluído o facto de que a rilpivirina pode aumentar a exposição a outros medicamentos transportados pela glicoproteína-P, mais sensíveis à inibição da P-gp intestinal, i.e. dabigatrano etexilato. interações E RECOMENDAÇÕES POSOLÓGICAS COM OUTROS MEDICAMENTOS Anti-arrítmicos: Digoxina*: Não são necessários ajustes da dose. * A interação entre Rilpivirina e o medicamento foi avaliada num estudo clínico. Todas as outras interações medicamentosas apresentadas são previstas. - Digoxina
Sem efeito descrito

Risperidona + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Potencial para Risperidona afectar outros medicamentos: Risperidona não demonstrou possuir um efeito clinicamente relevante na farmacocinética do lítio, valproato, digoxina ou topiramato. - Digoxina
Sem efeito descrito

Olmesartan medoxomilo + Hidroclorotiazida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: interações potenciais relacionadas com OLMESARTAN MEDOXOMILO: Informação adicional: O olmesartan medoxomilo não teve efeito significativo na farmacocinética ou na farmacodinamia da varfarina nem na farmacocinética da digoxina. - Digoxina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Fenilefrina + Guaifenesina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: FENILEFRINA: O uso concomitante de fenilefrina com digoxina e glicósidos cardíacos pode aumentar o risco de batimentos cardíacos irregulares ou ataque cardíaco. - Digoxina
Sem efeito descrito

Perindopril + Amlodipina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Ligadas à AMLODIPINA: Uso concomitante a considerar: Outras combinações: Em estudos de interação clínica, a amlodipina não alterou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina. - Digoxina
Usar com precaução

Posaconazol + Digoxina

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: Efeitos de posaconazol sobre outros medicamentos: Digoxina: A administração de outros azóis tem sido associada a aumentos dos níveis de digoxina. Consequentemente, posaconazol pode aumentar a concentração plasmática de digoxina e os níveis de digoxina deverão ser monitorizados quando se inicia ou interrompe o tratamento com posaconazol. - Digoxina
Sem efeito descrito

Prasugrel + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Prasugrel pode também ser administrado concomitantemente com AAS, heparina, digoxina e medicamentos que aumentam o pH gástrico, incluindo inibidores da bomba de protões e bloqueadores H2. Embora não tenha sido avaliado em estudos específicos de interação, no estudo clínico de fase 3, Prasugrel foi coadministrado com heparina de baixo peso molecular, bivalirudina e inibidores da GP IIb/IIIa (não há informação disponível sobre o tipo de inibidores GP IIb/IIIa utilizados) sem evidência de interações adversas de relevância clínica. Efeitos do Prasugrel sobre outros medicamentos: Digoxina: O prasugrel não tem efeito clinicamente significativo na farmacocinética da digoxina. - Digoxina
Sem significado Clínico

Repaglinida + Digoxina

Observações: Não foram efetuados estudos de interacção em crianças.
Interacções: Repaglinida não teve efeito clínico relevante nas propriedades farmacocinéticas da digoxina, teofilina ou varfarina em estado de equilíbrio, quando administrado regularmente a voluntários saudáveis. Portanto, não parece ser necessário o ajuste da dosagem destes compostos na sua administração concomitante com repaglinida. - Digoxina
Usar com precaução

Ribociclib + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Substâncias que são substratos de transportadores: Avaliações in vitro indicaram que ribociclib tem potencial para inibir as atividades dos transportadores Pgp, BCRP, OATP1B1/1B3, OCT1 OCT2, MATE1 e BSEP. Recomenda-se precaução e monitorização da toxicidade durante o tratamento concomitante com substratos sensíveis destes transportadores que exibem uma margem terapêutica estreita, incluindo mas não limitado a digoxina, pitavastatina, pravastatina, rosuvastatina e metformina. - Digoxina
Usar com precaução

Ritonavir + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Ritonavir administrado como potenciador farmacocinético ou como medicamento antirretroviral: O ritonavir possui elevada afinidade para várias isoformas do citocromo P450 (CYP) e pode inibir a oxidação pela seguinte ordem de grandeza: CYP3A >CYP2D6. A administração concomitante de Ritonavir e produtos medicinais metabolizados essencialmente pela CYP3A pode resultar em concentrações plasmáticas aumentadas dos outros medicamentos, o que pode aumentar ou prolongar os seus efeitos terapêuticos e os seus efeitos adversos. Para determinados medicamentos (por ex. alprazolam) os efeitos inibitórios de ritonavir na CYP3A4 podem diminuir ao longo do tempo. Ritonavir possui também elevada afinidade para a glicoproteina P e pode inibir este transportador. O efeito inibitório do ritonavir (com ou sem outros inibidores da protease) na atividade gp-P pode diminuir ao longo do tempo (por ex. digoxina e fexofenadina). Ritonavir pode induzir glucuronidação e oxidação pelas CYP1A2, CYP2C8, CYP2C9 e CYP2C19, aumentando desse modo a biotransformação de alguns medicamentos metabolizados por estas vias e pode resultar numa exposição sistémica diminuída a esses medicamentos, a qual pode diminuir ou reduzir o seu efeito terapêutico. O Resumo das Características do Medicamento do inibidor da protease coadministrado também inclui informação importante sobre interações medicamentosas quando o ritonavir é usado como potenciador farmacocinético. Efeitos do Ritonavir nos Medicamentos Não anti-retrovirais coadministrados: Anti-arrítmicos: Digoxina: Esta interação pode dever-se à modificação da glicoproteina P, do efluxo da digoxina mediado pelo ritonavir administrado como medicamento antirretroviral ou como potenciador farmacocinético. Os níveis aumentados de digoxina observados nos doentes tratados com ritonavir podem diminuir ao longo do tempo. - Digoxina
Usar com precaução

Trandolapril + Verapamilo + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Associações com precauções de utilização: Digoxina: Existem relatos de que a administração simultânea de digoxina e verapamilo originou concentrações plasmáticas de digoxina 50-75% mais elevadas, obrigando à redução da dose de digoxina. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Trazodona + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: O uso concomitante de trazodona com digoxina ou fenitoína pode resultar em níveis séricos elevados destas substâncias. A monitorização dos níveis séricos deve ser considerada nesses doentes. - Digoxina
Sem efeito descrito

Sirolímus + Digoxina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interacções: Não foi detetada nenhuma interação farmacocinética com significado clínico entre o sirolímus e os seguintes fármacos: aciclovir, atorvastatina, digoxina, glibenclamida, metilprednisolona, nifedipina, prednisolona e trimetoprim/sulfametoxazol. - Digoxina
Usar com precaução

Sorafenib + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Substratos-gp-P: In vitro, o sorafenib demonstrou inibir a proteína de transporte glicoproteína-p (gp-P). Durante o tratamento concomitante com sorafenib, não podem excluir-se concentrações de plasma aumentadas de substratos gp-P, tais como a digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Temsirolímus + Digoxina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interacções: interações com medicamentos que são substratos da glicoproteína-P: Num estudo in vitro, o temsirolímus inibiu o transporte dos substratos da glicoproteína-P ( gp -P ) com um valor de IC 50 de 2 M. O efeito da inibição da gp-P não foi investigada in vivo num estudo clínico de interação fármaco-fármaco, no entanto, os dados preliminares recentes de um estudo de Fase 1 sobre a associação lenalidomida (dose de 25 mg) e temsirolímus (dose de 20 mg) parecem suportar as observações in vitro e sugerir um maior risco de acontecimentos adversos. Desta forma, quando o temsirolímus é coadministrado com medicamentos que sejam substratos da gp-P (ex.: digoxina, vincristina, colchicina, dabigatrano, lenalidomida e paclitaxel) deve ser efectuada uma monitorização rigorosa dos acontecimentos adversos relacionados com a coadministração destes medicamentos. - Digoxina
Usar com precaução

Saquinavir + Digoxina

Observações: A maioria dos estudos de interacção medicamentosa com saquinavir foi desenvolvida com saquinavir não potenciado ou com saquinavir cápsulas moles não potenciado. Um número reduzido de estudos foi desenvolvido com saquinavir potenciado com ritonavir ou com saquinavir cápsulas moles potenciado com ritonavir. Os dados obtidos a partir dos estudos de interacção medicamentosa realizados com saquinavir não potenciado podem não ser representativos dos efeitos observados com a terapêutica de saquinavir/ritonavir. Adicionalmente, os resultados observados com saquinavir cápsulas moles podem não ser preditivos relativamente à magnitude destas interações com saquinavir/ritonavir.
Interacções: Medicamentos que são substrato da glicoproteína-P: Digitálicos glicosídeos: Digoxina 0,5 mg dose única (saquinavir/ritonavir 1000/100 mg bid) Os níveis da digoxina podem variar ao longo do tempo. São de esperar aumentos grandes na concentração de digoxina quando o saquinavir/ritonavir é introduzido em doentes já tratados com digoxina. Deve-se ter precaução quando o saquinavir/ritonavir e a digoxina são coadministrados. A concentração plasmática da digoxina deve ser monitorizada e deve considerar-se a redução da dose de digoxina, caso necessário. - Digoxina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Verapamilo + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Possíveis interações medicamentosas associadas com o verapamilo, devido a razões de farmacocinética: Glicosídeos cardíacos Digitoxina - Diminuição da depuração total do organismo ( 27%) e da depuração extra renal da digitoxina ( 29%), Digoxina - Indivíduos saudáveis: aumento da Cmax em 45-53%, aumento da Css em 42% e aumento da AUC em 52% da digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Telaprevir + Digoxina

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: Anti-arrítmicos: Digoxina: Inicialmente, deve prescrever-se a dose mais baixa de digoxina. As concentrações séricas de digoxina devem ser monitorizadas e usadas para a titulação da dose de digoxina, de modo a obter o efeito clínico desejado. - Digoxina
Usar com precaução

Telitromicina + Digoxina

Observações: Os estudos de interacção foram apenas realizados em adultos.
Interacções: Efeito do Telitromicina nos outros medicamentos: A telitromicina é um inibidor da glicoproteína-P. A administração concomitante de Telitromicina com outros medicamentos que sejam substratos de glicoproteína-P pode resultar num aumento da exposição aos subtratos da glicoproteína-P tais como digoxina e dabigatrano etexilato. Se a telitromicina for coadministrada com dabigatrano etexilato deverá ser instituída uma monitorização clínica rigorosa (procurando sinais de hemorragia ou anemia). Efeito do Telitromicina nos outros medicamentos: Digoxina: Demonstrou-se que o Telitromicina aumenta as concentrações plasmáticas de digoxina, um substrato da glicoproteína-P. Os níveis plasmáticos, Cmax, AUC e a depuração renal aumentaram 20%, 73%, 37% e 27% respetivamente em voluntários saudáveis. Não se observaram alterações significativas nos parâmetros do ECG, e não foram observados sinais de toxicidade pela digoxina. No entanto, a monitorização dos níveis séricos de digoxina deve ser considerada durante a administração concomitante de digoxina e Telitromicina. - Digoxina
Usar com precaução

Tipranavir + Digoxina

Observações: Os estudos de interacção apenas foram realizados em adultos.
Interacções: Digoxina 0.25 mg QD iv Digoxina 0.25 mg QD po Recomenda-se a monitorização das concentrações séricas da digoxina até ser atingido o estado estacionário. - Digoxina
Sem efeito descrito

Valsartan + Hidroclorotiazida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: interações relacionadas com VALSARTAN: Sem interações: Nos estudos de interações medicamentosas com valsartan, não foram observadas quaisquer interações clinicamente significativas com valsartan ou com qualquer um dos fármacos seguintes: cimetidina, varfarina, furosemida, digoxina, atenolol, indometacina, hidroclorotiazida, amlodipina, glibenclamida. Digoxina e indometacina podem interagir com a hidroclorotiazida. - Digoxina
Sem efeito descrito

Fluvoxamina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Glucuronidação: A fluvoxamina não influencia as concentrações plasmáticas de digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Cariprazina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Potencial da cariprazina para afectar outros medicamentos Substratos da glicoproteína P (gp-P): A cariprazina é um inibidor da gp-P in vitro na sua máxima concentração intestinal teórica. As consequências clínicas deste efeito não são totalmente compreendidas, porém, a utilização de substratos de gp-P que tenham um índice terapêutico estreito, tais como o dabigatrano e a digoxina, poderá exigir uma monitorização e ajuste da dose adicionais. - Digoxina
Usar com precaução

Sofosbuvir + Velpatasvir + Voxilaprevir + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: interações entre Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir e outros medicamentos: Anti-arrítmicos Digoxina Digoxina (dose única de 0,25 mg)e + velpatasvir (dose única de 100 mg) (Inibição da P-gp) A coadministração de Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir com digoxina pode aumentar a concentração de digoxina. É necessária precaução e recomenda-se a monitorização das concentrações terapêuticas de digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida + Digoxina

Observações: Não foram realizados estudos de interacção farmacológica com este medicamento. As interações que foram identificadas em estudos com componentes individuais de este medicamento, isto é, com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir), cobicistate, emtricitabina ou tenofovir alafenamida, determinam as interações que podem ocorrer com este medicamento. As interações esperadas entre Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida e potenciais medicamentos concomitantes são baseadas em estudos realizados com os componentes deste medicamento, como agentes individuais ou em associação, ou são interações medicamentosas potenciais que podem ocorrer. Os ensaios de interacção com os componentes de este medicamento foram realizados apenas em adultos.
Interacções: ANTIANGINOSOS/Anti-arrítmicos Digoxina Tendo por base considerações teóricas, é expectável que DRV/COBI aumente as concentrações plasmáticas de digoxina. (inibição da glicoproteína-P) Recomenda-se que seja utilizada inicialmente a menor dose possível de digoxina em doentes a receber este medicamento. A dose de digoxina deve ser cuidadosamente titulada, para obter o efeito clínico desejado, avaliando simultaneamente o estado clínico geral do doente. - Digoxina
Usar com precaução

Midostaurina + Digoxina

Observações: A midostaurina sofre uma extensa metabolização hepática principalmente através das enzimas CYP3A4 que são induzidas ou inibidas por alguns medicamentos concomitantes.
Interacções: Efeito de Midostaurina sobre outros medicamentos Midostaurina não é um inibidor da CYP3A4 in vivo. A farmacocinética de midazolam (sonda CYP3A4 sensíveis) não foi afetada após três dias de administração de midostaurina a indivíduos saudáveis. Com base em dados in vitro, a midostaurina e/ou os seus metabólitos têm o potencial de inibir as enzimas CYP1A2, CYP2D6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2E1 e CYP3A4/5. Com base em dados in vitro, a midostaurina e/ou os seus metabólitos têm o potencial de induzir as enzimas CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19 e CYP3A4. A midostaurina inibiu OATP1B1, BCRP e glicoproteína-p (P-gp) in vitro. A combinação dos dados de auto indução de midostaurina in vivo após administração repetida e o aumento dos níveis de colesterol 4β-OH no plasma sugerem que a midostaurina pode ser pelo menos um indutor moderado da CYP3A4 in vivo. Não foram realizados estudo in vivo para investigar a indução e inibição de enzimas e transportadores pela midostaurina e pelos metabólitos ativos. Os medicamentos com uma margem terapêutica estreita que são substratos da CYP1A2 (p.ex. tizanidina), CYP2D6 (p. ex. codeína) CYP2C8 (p.ex. paclitaxel), CYP2C9 (p.ex. varfarina), CYP2C19 (e.g. omeprazol), CYP2E1 (p.ex. clorzoxazona), CYP3A4/5 (p.ex. tacrolímus), CYP2B6 (p.ex. efavirenz), Gp-p (p.ex. paclitaxel), BCRP (p.ex. atorvastatina) ou OATP1B1 (p. ex. digoxina) devem ser utilizados com precaução quando administrados concomitantemente com midostaurina, e podem necessitar de ajuste de dose para manter uma exposição ótima. Atualmente desconhece-se se a midostaurina pode reduzir a eficácia de Contracetivos hormonais e portanto as mulheres a utilizar Contracetivos hormonais devem também utilizar um método anticoncecional de barreira. - Digoxina
Sem efeito descrito

Letermovir + Digoxina

Observações: Informação geral sobre as diferenças na exposição entre os diferentes regimes de tratamento com letermovir - A exposição plasmática esperada de letermovir difere consoante o regime terapêutico utilizado. Desta forma, as consequências clínicas das interações medicamentosas do letermovir vão depender do regime de letermovir utilizado, e se o letermovir está ou não associado à ciclosporina. - A associação de ciclosporina e letermovir pode levar a efeitos potenciados ou adicionais dos medicamentos concomitantes quando comparado com letermovir isoladamente.
Interacções: Medicamentos cardiovasculares Digoxina (0,5 mg dose única)/ letermovir (240 mg duas vezes por dia): Não é necessário ajuste posológico. - Digoxina
Sem efeito descrito

Semaglutido + Digoxina

Observações:
Interacções: Digoxina O semaglutido não alterou a exposição geral ou a Cmax de digoxina na sequência de uma dose única de digoxina (0,5 mg). - Digoxina
Usar com precaução

Ertugliflozina + Sitagliptina + Digoxina

Observações: Não foram efetuados estudos de interacção medicamentosa farmacocinética com Ertugliflozina + Sitagliptina; contudo, estes tipos de estudo foram efetuados com as substâncias ativas individuais de Ertugliflozina + Sitagliptina.
Interacções: Sitagliptina interações farmacocinéticas Digoxina: A sitagliptina teve um pequeno efeito nas concentrações plasmáticas de digoxina. Após a administração diária de 0,25 mg de digoxina concomitantemente com 100 mg de sitagliptina durante 10 dias, a AUC plasmática da digoxina aumentou, em média, 11% e a Cmax aumentou, em média, 18%. Não é recomendado qualquer ajuste da dose da digoxina. No entanto, os doentes com risco de toxicidade de digoxina devem ser monitorizados quando sitagliptina e digoxina são administradas concomitantemente. - Digoxina
Usar com precaução

Atorvastatina + Perindopril + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Quando foram administradas concomitantemente doses múltiplas de digoxina e 10 mg de atorvastatina, as concentrações plasmáticas de digoxina no estado estacionário aumentaram ligeiramente. Os doentes a tomar digoxina devem ser adequadamente monitorizados. - Digoxina
Sem efeito descrito

Rosuvastatina + Perindopril + Indapamida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Relacionados com rosuvastatina Digoxina: Com base em dados de estudos de interação específicos, não são esperadas interações clinicamente relevantes com digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Neratinib + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Efeitos do neratinib sobre outras substâncias Transportadores da glicoproteína-P Em estudos in vitro, o neratinib é um inibidor dos substratos da glicoproteína-P (P-gp). Em indivíduos saudáveis, a digoxina aumentou a Cmáx em 54% e a AUC aumentou em 32% quando coadministrada com doses orais múltiplas de 240 mg de neratinib, em comparação com as exposições à digoxina em monoterapia. Os valores de depuração da digoxina foram equivalentes após administração de digoxina e de digoxina associada a neratinib. Aparentemente, o neratinib teve um efeito inibitório principalmente na atividade da P-gp no tracto gastrointestinal como resultado da inibição pré-sistémica. Esta interação pré-sistémica do neratinib com a digoxina pode ser clinicamente relevante para os substratos da P-gp com uma janela terapêutica estreita (por ex., dabigatrano, digoxina e fexofenadina). Os doentes que são tratados concomitantemente com agentes terapêuticos cujo metabolismo envolve substratos da P-gp no tracto gastrointestinal devem ser monitorizados atentamente. - Digoxina
Usar com precaução

Abemaciclib + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Efeitos do abemaciclib na farmacocinética de outros medicamentos Em indivíduos saudáveis, a coadministração de abemaciclib e loperamida, um substrato da P-glicoproteína (P-gp), resultou num aumento de 9% na exposição plasmática da loperamida, com base na AUC0-∞ e de 35% com base na Cmax. Isto não foi considerado clinicamente relevante. Contudo, com base na inibição in vitro da P-gp e da proteína de resistência do cancro da mama (BCRP), observada com abemaciclib, podem ocorrer interações in vivo do abemaciclib com substratos destes transportadores com índice terapêutico estreito, como a digoxina ou o dabigatrano etexilato. - Digoxina
Usar com precaução

Tezacaftor + Ivacaftor + Digoxina

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: Medicamentos que são afetados pelo tezacaftor e ivacaftor CYP3A, digoxina e outros substratos da gp-P Substratos da CYP3A A coadministração com midazolam (oral), um substrato sensível da CYP3A, não afetou a exposição ao midazolam. Não é necessário qualquer ajuste posológico dos substratos da CYP3A quando coadministrado com Tezacaftor/Ivacaftor em associação com o ivacaftor. Medicamentos que são afetados pelo tezacaftor e ivacaftor Digoxina e outros substratos da gp-P A coadministração com digoxina, um substrato sensível da gp-P, aumentou a exposição à digoxina 1,3 vezes, o que é consistente com a inibição fraca da gp-P pelo ivacaftor. A administração de Tezacaftor/Ivacaftor em associação com o ivacaftor poderá aumentar a exposição sistémica de medicamentos que são substratos sensíveis da gp-P, o que poderá aumentar ou prolongar o seu efeito terapêutico e reações adversas. Deve ter-se precaução e proceder-se a uma monitorização cuidadosa quando utilizados concomitantemente com digoxina ou com outros substratos da gp-P com um índice terapêutico estreito, tais como a ciclosporina, everolímus, sirolímus e tacrolímus. - Digoxina
Usar com precaução

Brigatinib + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Agentes que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas pelo brigatinib Substratos de transportadores A coadministração de brigatinib com substratos da P-gp (por exemplo, digoxina, dabigatrano, colchicina, pravastatina), da BCRP (por exemplo, metotrexato, rosuvastatina, sulfasalazina), do transportador catiónico orgânico 1 (OCT1), da proteína de extrusão 1 de múltiplos fármacos e toxinas (MATE1) e 2K (MATE2K), pode aumentar as suas concentrações plasmáticas. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quando Brigatinib é coadministrado com substratos destes transportadores com um índice terapêutico estreito (por exemplo, digoxina, dabigatrano, metotrexato). - Digoxina
Usar com precaução

Ibuprofeno + Codeína + Digoxina

Observações: Relacionados com o ibuprofeno: Em geral, os AINEs devem ser utilizados com precaução quando se utilizam com outros fármacos que podem aumentar o risco de ulcerações gástricas, hemorragia gastrointestinal ou disfunção renal.
Interacções: Relacionados com o ibuprofeno: Recomenda-se precaução com: - digoxina: os AINEs podem elevar os níveis plasmáticos da digoxina, aumentando assim o risco de toxicidade por digoxina; - Digoxina
Usar com precaução

Sotagliflozina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Efeitos da sotagliflozina sobre outros medicamentos Ocorre um aumento da AUC0-inf e da Cmax da digoxina (27% e 52%, respetivamente) quando esta é coadministrada com 400 mg de sotagliflozina devido à inibição da gp-P pela sotagliflozina. Os doentes a tomar sotagliflozina concomitantemente com digoxina devem ser monitorizados em conformidade. - Digoxina
Usar com precaução

Ácido acetilsalicílico + Pseudoefedrina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Devido à diminuição da excreção renal, as concentrações plasmáticas de digoxina estão aumentadas. - Digoxina
Usar com precaução

Alginato de sódio + Bicarbonato de sódio + Digoxina

Observações: Os antiácidos interagem com outros medicamentos tomados por via oral.
Interacções: Precauções de uso com outras combinações Houve uma diminuição na absorção digestiva dos medicamentos administrados simultaneamente. Para medidas de precaução, não é recomendável tomar medicamentos antiácidos ao mesmo tempo que outros medicamentos. Afaste a dose deste medicamento durante 2 horas com: - TB antibacteriana (etambutol, isoniazida) - Antibacterianos - Tetraciclinas - Antibacterianos - lincosanidas - Antihistamínicos H2 (oralmente) - Atenolol, metoprolol, propranolol (oralmente) - Cloroquina - Diflunisal - Digoxina - Difosfonatos - Fluoreto de sódio - Glicocorticóides (descritos para prednisolona e dexametasona) - Indometacina - Kayexalate - Cetoconazol - Lansoprazol - Neurolépticos fenotiazínicos - Penicilamina - Ferro (sais) Afaste a dose deste medicamento ao longo de 4 horas com: - Antibacterianos - Fluoroquinolonas (oralmente) Combinações para estar ciente de: - Salicilatos: Aumento da excreção renal por aspirina pela alcalinização da urina. - Digoxina
Potencialmente Fatal

Espironolactona + Hidroflumetiazida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Digoxina: Foi demonstrado que a espironolactona aumenta a semivida da digoxina. A espironolactona pode interferir nos ensaios para concentrações plasmáticas de digoxina. Os distúrbios eletrolíticos induzidos pela tiazida, ou seja, hipocalemia, hipomagnesemia, aumentam o risco de toxicidade da digoxina, que pode levar a eventos arrítmicos fatais. Nos pacientes que recebem digoxina e espironolactona, a resposta da digoxina deve ser monitorada por outros meios que não as concentrações séricas de digoxina, a menos que o teste de digoxina utilizado tenha demonstrado não ser afetado pela terapia com espironolactona. Se for necessário ajustar a dose de digoxina, os pacientes devem ser cuidadosamente monitorados quanto a evidências de efeito aumentado ou reduzido da digoxina. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Codeína + Diclofenac de sódio + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: O uso concomitante de diclofenac pode aumentar a concentração plasmática de digoxina. É recomendado monitorar o nível sérico de digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Indometacina + Metocarbamol + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de indometacina e digoxina aumenta a concentração sérica e prolonga a semivida da digoxina; portanto, é recomendável que, se estiverem associadas, as concentrações séricas de digoxina sejam monitoradas de perto; - Digoxina
Não recomendado/Evitar

Siponimod + Digoxina

Observações: Siponimod é metabolizado primariamente pelo citocromo P450 2C9 (CYP2C9) (79,3%) e em menor extensão pelo citocromo P450 3A4 (CYP3A4) (18,5%). A CYP2C9 é uma enzima polimórfica e prevê-se que o efeito das interações fármaco-fármaco (DDI) na presença de fármacos perpetradores da CYP3A ou CYP2C9 é dependente do genótipo CYP2C9.
Interacções: Medicamentos anti-arrítmicos, medicamentos que prolongam o intervalo QT, medicamentos que podem diminuir a frequência cardíaca Durante o início do tratamento siponimod não deve ser utilizado concomitantemente em doentes a receber medicamentos anti-arrítmicos de classe Ia (por exemplo quinidina, procainamida) ou classe III (por exemplo amiodarona, sotalol), medicamentos que prolongam o intervalo QT com conhecidas propriedades arritmogénicas, bloqueadores do canal de cálcio que diminuem a frequência cardíaca (tais como verapamilo ou diltiazem) ou outras substâncias que podem diminuir a frequência cardíaca (por exemplo ivabradina ou digoxina) por causa dos potenciais efeitos aditivos na frequência cardíaca. Não existem dados disponíveis sobre a utilização concomitante destas substâncias com siponimod. A utilização concomitante destas substâncias durante o início do tratamento pode estar associada a bradicardia grave e bloqueio cardíaco. Devido ao potencial efeito aditivo na frequência cardíaca, regra geral o tratamento com siponimod não deve ser iniciado em doentes que são concorrentemente tratados com estas substâncias. Se for considerado o tratamento com siponimod, deve procurar-se o aconselhamento de um cardiologista relativamente à mudança para medicamentos que não diminuem a frequência cardíaca ou monitorização adequada durante o início do tratamento. - Digoxina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Diazepam + Fenitoína + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Drogas que podem ter o seu efeito diminuído pela fenitoína: contracetivos contendo estrógenos, corticosteroides, corticotropina (ACTH), estrógenos, teofilina, digoxina, furosemida, vitamina A. - Digoxina
Sem significado Clínico

Nateglinida + Cloridrato de Metformina + Digoxina

Observações: Dados disponíveis de estudos in vitro e in vivo indicam que a nateglinida é metabolizada principalmente pela enzima CYP 2C9 do citocromo P450 (70%) e, em menor extensão, pela CYP 3A4 (30%). A nateglinida é um potencial inibidor da CYP 2C9 in vivo, uma vez que inibe o metabolismo da tolbutamida, um substrato da CYP 2C9 in vitro. Com base nas experiências in vitro, nenhuma inibição das reações metabólicas da CYP 3A4 é observada. De uma forma geral, estes resultados sugerem um baixo potencial para interações medicamentosas farmacocinéticas clinicamente significativas.
Interacções: Nateglinida interações previstas a serem consideradas Efeitos da nateglinida sobre outros medicamentos A nateglinida não tem efeito clinicamente significativo nas propriedades farmacocinéticas da varfarina (um substrato para CYP 3A4 e CYP 2C9), diclofenaco (um substrato para CYP 2C9), troglitazona (um indutor da CYP 3A4) ou digoxina. Desta forma, nenhum ajuste de dose é necessário em consequência da administração concomitante da nateglinida com digoxina, varfarina ou diclofenaco. De forma semelhante, também não se verificou interação farmacocinética clinicamente significativa da nateglinida com outros antidiabéticos orais, tais como o cloridrato de metformina ou glibenclamida. A nateglinida não tem nenhuma influência sobre a ligação proteica do propranolol, glibenclamida, nicardipino, varfarina, fenitoína, ácido acetilsalicílico. - Digoxina
Usar com precaução

Ácido acetilsalicílico + Metoclopramida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: interações relacionadas à metoclopramida Devido à promoção do esvaziamento gástrico e do peristaltismo normal causados ​​pela metoclopramida, a absorção de certos medicamentos pode ser modificada: Digoxina: A metoclopramida diminuiu a absorção gástrica da digoxina. Portanto, pode ser necessário ajuste da dose. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Clormezanona + Diazepam + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Devido ao diazepam: Aumenta a ação de: digoxina. - Digoxina
Sem significado Clínico

Darolutamida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Efeitos da darolutamida noutros medicamentos Substratos da gp-P Não é esperada uma interação medicamentosa clinicamente relevante no caso da administração de substratos da gp-P. A darolutamida pode ser administrada concomitantemente com substratos da gp-P (por exemplo, digoxina, verapamil ou nifedipina). A coadministração de darolutamida com o substrato sensível da gp-P, chamado dabigatrano etexilato, não revelou qualquer aumento na exposição (AUC e Cmáx) do dabigatrano. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ibuprofeno + Cafeína + Dimenidrinato + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: interações devidas ao ibuprofeno: Aumenta os níveis plasmáticos de: digoxina, fenitoína, lítio, glicosídeos cardíacos. - Digoxina
Usar com precaução

Ibuprofeno + Alumínio glicinato + Metamizol + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Devido ao ibuprofeno: Aumenta os níveis plasmáticos de: digoxina, fenitoína e lítio. Devido ao alumínio: Reduz a absorção de: ac. tiludrónico, alopurinol, AINEs, atorvastatina, betabloqueadores, captopril, carbenoxolona, digoxina, digitoxina, clorpromazina, epoetina, cetoconazol, levotiroxina, prednisona, etambutol, gabapentina, isoniazida, metronidazol, penicilamina, ciprofloxacina, norfloxacina, ranitidina, sais de Fe, tetraciclinas, cloroquina, ciclinas, diflunisal, bifosfonatos, fluoreto de Na, glicocorticoides, kayexalato, lincosamidas, fenotiazinas e neuroléticos. Administração separada 2-3 h (fluorquinolonas 4 h). - Digoxina
Usar com precaução

Fosnetupitant + Palonossetrom + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Não se observaram alterações na farmacocinética da digoxina quando se administrou netupitant no Dia 8 de um regime de 12 dias com digoxina. Os dados in vitro mostram que o netupitant é um inibidor da gp-P. Num estudo efetuado em voluntários saudáveis, o netupitant não afetou a exposição da digoxina, um substrato da gp-P, tendo, no entanto, aumentado a sua Cmáx 1,09 vezes [IC de 90% 0,9-1,31]. Não se exclui que este efeito possa ser mais acentuado, e nesse caso clinicamente relevante, em doentes oncológicos, especialmente naqueles com função renal anormal. Por conseguinte, recomenda-se precaução quando o netupitant é associado à digoxina ou a outros substratos da gp-P, tais como, o dabigatrano ou a colquicina. - Digoxina
Usar com precaução

Dextrometorfano + Fenilpropanolamina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Digoxina O uso concomitante de digoxina ou glicosídeos cardíacos com simpatomiméticos pode causar arritmias, porque essas drogas aumentam a atividade dos marcapassos ectópicos. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ibuprofeno + Cafeína + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Uso concomitante de ibuprofeno com: Possíveis efeitos: Digoxina: O uso concomitante de ibuprofeno com medicamentos à base de digoxina pode aumentar os níveis séricos de digoxina. A verificação da digoxina sérica não é, por norma, necessária para uma utilização correcta (no máximo durante 3 dias). - Digoxina
Sem efeito descrito

Ácido bempedoico + Ezetimiba + Digoxina

Observações: Não foram realizados quaisquer estudos específicos de interacções medicamentosas farmacocinéticas com Ácido bempedoico + Ezetimiba.
Interacções: Em estudos clínicos de interação, a ezetimiba não teve qualquer efeito na farmacocinética da dapsona, dextrometorfano, digoxina, glipizida, tolbutamida, ou midazolam, durante a coadministração. - Digoxina
Sem efeito descrito

Irbesartan + Amlodipina + Digoxina

Observações: Tendo por base um estudo farmacocinético onde o irbesartan e a amlodipina foram administrados isoladamente ou em combinação, não existe nenhuma interação farmacocinética entre o irbesartan e a amlodipina. Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com Irbesartan / Amlodipina e outros medicamentos.
Interacções: Informações adicionais sobre interações com o Irbesartan A farmacocinética da digoxina não foi alterada pela coadministração de irbesartan. Efeitos da amlodipina sobre outros medicamentos Em estudos clínicos de interação, a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina ou varfarina. - Digoxina
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Rosuvastatina + Ácido acetilsalicílico + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Relacionadas com a rosuvastatina Efeitos da rosuvastatina em medicamentos administrados concomitantemente Digoxina: Com base em dados de estudos de interação específicos, não são esperadas interações clinicamente relevantes com digoxina. Relacionadas com o ácido acetilsalicílico Associações não recomendadas Digoxina: aumento da concentração plasmática. - Digoxina
Usar com precaução

Fedratinib + Digoxina

Observações: Fedratinib é metabolizado através de múltiplos CYP in vitro com a contribuição predominante do CYP3A4 e com uma contribuição menor do CYP2C19, e mono-oxigenases contendo flavina (flavin-containing monoxygenases, FMOs).
Interacções: Efeito de fedratinib noutros medicamentos Efeitos nos transportadores Em estudos in vitro, fedratinib inibe a glicoproteína P (P-gp), proteína de resistência ao cancro damama (BCRP), MATE1, MATE2-K, polipéptido de transporte de aniões orgânicos (OATP)1B1, OATP1B3 e OCT2. A coadministração de uma dose única de fedratinib (600 mg) com uma dose única de digoxina (substrato P-gp: 0,25 mg), rosuvastatina (substrato OATP1B1/1B3 e BCRP: 10 mg), e metformina (substrato OCT2 e MATE1/2-K: 1000 mg) não teve efeito clinicamente significativo na AUCinf da digoxina, rosuvastatina, e metformina. A depuração renal da metformina foi diminuída em 36% na presença de fedratinib. O efeito farmacodinâmico de diminuição da glucose da metformina na presença de fedratinib parece reduzido, sendo a AUC0-3h da glucose 17% superior. Deverá ter-se precaução e realizar modificações posológicas conforme necessário com agentes excretados pelos rins via OCT2 e MATE1/2-K. - Digoxina
Usar com precaução

Entrectinib + Digoxina

Observações: Com base nos dados in vitro, o CYP3A4 é a principal enzima que medeia o metabolismo de entrectinib e a formação do seu principal metabolito activo M5.
Interacções: Efeitos do entrectinib noutros medicamentos Efeito do entrectinib em substratos da gp-P Os dados in vitro sugerem que entrectinib possui potencial inibitório da glicoproteína-P (gp-P). A coadministração de uma dose única de 600 mg de entrectinib com digoxina (um substrato sensível à gp-P) aumentou a Cmax de digoxina em 28% e a AUC em 18%. A depuração renal da digoxina foi similar entre tratamentos apenas com digoxina e com digoxina coadministrada com entrectinib, indicando um efeito mínimo do entrectinib na depuração renal da digoxina. O efeito de entrectinib na absorção da digoxina não é considerado clinicamente relevante, mas desconhece-se se os efeitos de entrectinib podem ser superiores em substratos da gp-P orais mais sensíveis, tais como o dabigatrano etexilato. - Digoxina
Usar com precaução

Berotralstate + Digoxina

Observações: O berotralstate é um substrato da glicoproteína-P (gp-P) e da proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP).
Interacções: Efeitos do berotralstate noutros medicamentos Substratos da gp-P O berotralstate é um inibidor fraco da gp-P e aumentou a Cmáx e a AUC do substrato da gp-P, digoxina, em 58% e 48%, respetivamente. Consulte o RCM dos medicamentos concomitantes que são substratos da gp-P, em especial aqueles com um índice terapêutico estreito (por ex., digoxina) ou cuja informação de prescrição recomenda monitorização terapêutica (por ex., dabigatrano). Podem ser necessários ajustes posológicos destes medicamentos. - Digoxina
Sem significado Clínico

Dapagliflozina + Saxagliptina + Metformina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Em estudos realizados em indivíduos saudáveis, nem a farmacocinética de saxagliptina nem do seu metabólito principal foram significativamente alterados pela dapagliflozina, metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, diltiazem, sinvastatina, omeprazol, antiácidos ou famotidina. A saxagliptina não alterou significativamente a farmacocinética de dapagliflozina, metformina, glibenclamida (um substrato do CYP2C9), pioglitazona (um substrato [major] do CYP2C8 e [minor] do CYP3A4), digoxina (um substrato da P-gp), sinvastatina (um substrato do CYP3A4), dos componentes activos de um contraceptivo oral combinado (etinilestradiol e norgestimato), diltiazem ou cetoconazol. Em estudos de interação realizados em indivíduos saudáveis, utilizando maioritariamente o esquema de dose única, a dapagliflozina não alterou a farmacocinética de saxagliptina, metformina, pioglitazona (um substrato [major] do CYP2C8 e [minor] do CYP3A4), sitagliptina, glimepirida (um substrato do CYP2C9), hidroclorotiazida, bumetanida, valsartan, digoxina (um substrato da P-gp) ou varfarina (S-varfarina, um substrato do CYP2C9), ou os efeitos anticoagulantes da varfarina medidos pela INR. - Digoxina
Usar com precaução

Fostamatinib + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Efeitos do fostamatinib noutros medicamentos Substrato da BCRP e da P-gp A utilização concomitante de fostamatinib pode aumentar as concentrações dos substratos da P-gp (p. ex., digoxina) e dos substratos da BCRP (p. ex., rosuvastatina). As toxicidades destes medicamentos devem ser monitorizadas como uma redução da dose que pode ser exigida se for dado em simultâneo com fostamatinib. No caso da rosuvastatina, deve considerar-se a mudança para outro tratamento; no caso da digoxina, pode ser necessária monitorização terapêutica adicional do fármaco. A utilização concomitante de digoxina (0,25 mg uma vez por dia) com 100 mg de fostamatinib administrado duas vezes por dia aumentou a AUC da digoxina em 37% e a Cmáx em 70%. - Digoxina
Usar com precaução

Lefamulina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Potencial da lefamulina para afectar outros medicamentos Num estudo clínico sobre a interação medicamentosa, não se observou qualquer interação clinicamente relevante quando a lefamulina foi administrada concomitantemente com o substrato da glicoproteína P digoxina. Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com lefamulina e substratos de outros transportadores. Estudos in vitro indicaram que a lefamulina actua como um inibidor dos transportadores OATP1B1, OATP1B3, BCRP, OCT1 e MATE1. Por conseguinte, recomenda-se precaução na administração concomitante de lefamulina com substratos sensíveis destes transportadores, especialmente no caso dos substratos com uma janela terapêutica estreita. - Digoxina
Usar com precaução

Selpercatinib + Digoxina

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: Efeitos de selpercatinib na farmacocinética de outros medicamentos (aumento da concentração plasmática) Selpercatinib é um inibidor in vitro da P-gp e da BCRP. Deve ser administrado com precaução quando está a ser utilizado um substrato da P-gp (como, por exemplo: fexofenadina, dabigatrano etexilato, digoxina, colchicina, saxagliptina). - Digoxina
Usar com precaução

Selumetinib + Digoxina

Observações: Apenas foram realizados estudos de interacção em adultos saudáveis (idade ≥18 anos).
Interacções: O TPGS é um inibidor da glicoproteína-P (gp-P) in vitro e não se pode ser excluir que possa causar interações medicamentosas clinicamente relevantes com substratos da gp-P (p.ex. digoxina ou fexofenadina). - Digoxina
Sem efeito descrito

Rosuvastatina + Amlodipina + Perindopril + Digoxina

Observações: A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interacções: Relacionados com a rosuvastatina Efeitos da rosuvastatina em medicamentos administrados concomitantemente Digoxina: Com base em dados de estudos de interação específicos, não são esperadas interações clinicamente relevantes com digoxina. Relacionados com amlodipina Efeitos da amlodipina sobre outros medicamentos Sinvastatina: A coadministração de doses múltiplas de amlodipina de 10 mg com doses de 80 mg de sinvastatina resultou num aumento de 77% na exposição à sinvastatina quando comparado com a sinvastatina em monoterapia. A dose de sinvastatina em doentes a fazer amlodipina deve ser limitada a 20 mg por dia. Em estudos de interação clínica, a amlodipina não alterou a farmacocinética da atorvastatina, da digoxina ou da varfarina. - Digoxina
Usar com precaução

Tucatinib + Digoxina

Observações: O tucatinib é metabolizado principalmente pela CYP2C8. O tucatinib é um inactivador baseado no metabolismo da CYP3A e inibe os transportadores renais da metformina e da creatinina. O tucatinib é um substrato da gp-P.
Interacções: Efeitos do tucatinib noutros medicamentos Substratos da gp-P Um estudo clínico de interação medicamentosa constatou que a coadministração de tucatinib com digoxina (um substrato sensível da gp-P) resultou num aumento das concentrações da digoxina (2,4 vezes para a Cmax [IC 90%: 1,9; 2,9] e de 1,5 vezes para a AUC [IC 90%: 1,3; 1,7]). A utilização concomitante de tucatinib com um substrato da gp-P poderá aumentar as concentrações plasmáticas do substrato da gp-P, o que poderá aumentar a toxicidade associada ao substrato da gp-P. Deve ser ponderada a redução da dose dos substratos da gp-P (incluindo substratos intestinais sensíveis, tais como o dabigatrano) de acordo com o RCM do medicamento concomitante e os substratos da gp-P devem ser administrados com cautela quando alterações mínimas da concentração podem levar a toxicidades graves ou potencialmente fatais. - Digoxina
Sem efeito descrito

Vericiguat + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Sem interações significativas Não se observou qualquer efeito clinicamente significativo na exposição ao midazolam (substrato da CYP3A) ou à digoxina (substrato da gp-P) quando vericiguat foi administrado concomitantemente com estes medicamentos. - Digoxina
Sem efeito descrito

Rosuvastatina + Ramipril + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Efeitos da rosuvastatina em medicamentos administrados concomitantemente Digoxina: Com base em dados de estudos específicos de interação, não são esperadas interações relevantes entre rosuvastatina e digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Ripretinib + Digoxina

Observações: Tanto o ripretinib como o seu metabólito activo DP-5439 são principalmente eliminados pelo CYP3A4/5 e são substratos da gp-P e da proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP).
Interacções: Efeito do ripretinib noutros medicamentos Sistemas transportadores de fármacos Estudos in vitro sugeriram que o ripretinib é um inibidor da gp-P e da BCRP. O DP-5439 é um substrato da P-gp e da BCRP. O DP-5439 é um inibidor da BCRP e da proteína de extrusão de múltiplos fármacos e toxinas 1 (MATE-1). Os medicamentos que são substratos da gp-P com índices terapêuticos estreitos (por exemplo, digoxina, dabigatrano etexilato) devem ser utilizados com precaução em associação com Ripretinib, devido à probabilidade de concentrações plasmáticas aumentadas destes substratos. Ripretinib deve ser utilizado com precaução em associação com substratos da BCRP (por exemplo, rosuvastatina, sulfassalazina e irinotecano) e substratos da MATE-1 (por exemplo, metformina), uma vez que a coadministração de Ripretinib com substratos da BCRP e da MATE-1 pode levar a um aumento da sua exposição. Não foram realizados estudos clínicos com substratos da BCRP ou MATE-1. - Digoxina
Usar com precaução

Elexacaftor + Ivacaftor + Tezacaftor + Digoxina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interacções: Medicamentos que são afetados pelo ELX, TEZ e/ou IVA Potencial para interação com transportadores A coadministração do IVA ou TEZ/IVA com digoxina, um substrato sensível da gp-P, aumentou a AUC da digoxina 1,3 vezes, o que é consistente com a inibição fraca da gp-P pelo IVA. A administração de IVA/TEZ/ELX e IVA poderá aumentar a exposição sistémica de medicamentos que são substratos sensíveis da gp-P, o que poderá aumentar ou prolongar o seu efeito terapêutico e reações adversas. Deve ter-se precaução e proceder-se a uma monitorização cuidadosa quando estes são utilizados concomitantemente com digoxina ou com outros substratos da gp-P com um índice terapêutico estreito, tais como a ciclosporina, everolímus, sirolímus e tacrolímus. - Digoxina
Usar com precaução

Cloreto taloso (201Tl) + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A digoxina pode reduzir a captação de tálio (201TI) no miocárdio, embora não estejam disponíveis dados definitivos. - Digoxina
Sem efeito descrito

Idebenona + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Foram realizados numerosos estudos com a finalidade de determinar o potencial efeito tóxico que a Idebenona poderia ter ao ser administrada em associação com outros medicamentos, nomeadamente, digoxina, propranolol, verapamil, tolbutamida, diazepam, furosemida, etanol, ácido acetilsalicílico. Não foram observadas interações. - Digoxina
Usar com precaução

Macrogol + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Existe a possibilidade da absorção de outros medicamentos ser transitoriamente reduzida durante a utilização de macrogol. O efeito terapêutico de medicamentos com um índice terapêutico estreito pode ser particularmente afetado (p.ex. antiepilépticos, digoxina e agentes imunossupressores). - Digoxina
Contraindicado

Treossulfano + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Não se observaram interações do treossulfano na quimioterapia de alta dose. Estudos pormenorizados in vitro não excluíram completamente potenciais interações medicamentosas entre concentrações plasmáticas elevadas de treossulfano e substratos da CYP3A4, da CYP2C19 ou da P-gp. Por conseguinte, os medicamentos com um índice terapêutico estreito (p. ex. digoxina), que sejam substratos da CYP3A4, CYP2C19 ou P-gp, não devem ser administrados durante o tratamento com treossulfano. - Digoxina
Usar com precaução

Pretomanida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Efeitos do pretomanid noutros medicamentos Os estudos in vitro indicam que o pretomanid é um inibidor de BCRP, OATP1B3 e P-gp. Não foram realizados estudos clínicos para investigar estas interações. Por conseguinte, não é possível excluir que a coadministração de pretomanid com substratos OATP1B3 sensíveis (p. ex., valsartan, estatinas), substratos BCRP (p. ex., rosuvastatina, prazosina, gliburida, sulfassalazina) e substratos P-gp (p. ex., digoxina, dabigatrano etexilato, verapamilo) pode aumentar a respectiva exposição. Se o pretomanid for coadministrado com substratos de OATP1B3, BCRP ou P-gp, deverá ser realizada a monitorização de reações adversas relacionadas com o fármaco coadministrado. - Digoxina
Usar com precaução

Ibuprofeno + Fenilefrina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: O medicamento deve ser usado com precaução em associação com: Digoxina e glicosídeos cardíacos Os AINEs podem exacerbar a insuficiência cardíaca, reduzir a TFG e aumentar os níveis plasmáticos de glicosídeo. O uso concomitante de fenilefrina pode aumentar o risco de batimentos cardíacos irregulares ou ataques cardíacos. - Digoxina
Usar com precaução

Zanubrutinib + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Agentes que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas por zanubrutinib. coadministração com substratos/inibidores de transporte A coadministração de várias doses de zanubrutinib aumentou a Cmax de digoxina (substrato de P-gp) em 34% e AUC em 11%. Não foram observadas diferenças clinicamente significativas na farmacocinética da rosuvastatina (substrato BCRP) quando coadministrada com zanubrutinib. A coadministração de substratos orais da P-gp com um índice terapêutico estreito (p. ex., digoxina) deve ser efectuada com cuidado, pois o zanubrutinib pode aumentar as suas concentrações. - Digoxina
Usar com precaução

Abrocitinib + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Potencial para abrocitinib afectar a farmacocinética de outros medicamentos In vitro, abrocitinib é um inibidor da glicoproteína P (gp-P). A coadministração de dabigatrano etexilato (um substrato da gp-P), com uma dose única de 200 mg de abrocitinib aumentou a AUCinf e a Cmax do dabigatrano em cerca de 53% e 40%, respetivamente, comparado com a administração isolada. Recomenda-se precaução no caso de administração concomitante de abrocitinib com dabigatrano. O efeito de abrocitinib na farmacocinética de outros substratos da gp-P não foi avaliado. Recomenda-se precaução, pois os níveis dos substratos da gp-P com um índice terapêutico estreito, tais como a digoxina, podem aumentar. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Elagolix + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: O elagolix aumenta a exposição à digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Valbenazina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: O uso concomitante de Valbenazina com digoxina aumentou os níveis de digoxina devido à inibição da glicoproteína-P intestinal (P-gp). As concentrações de digoxina devem ser monitoradas ao coadministrar Valbenazina com digoxina. O aumento da exposição à digoxina pode aumentar o risco de reações adversas relacionadas à exposição. Pode ser necessário ajuste da dose de digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Lonafarnib + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Substratos da glicoproteína-P: Nas situações em que o lonafarnib foi coadministrado com o substrato da glicoproteína-P fexofenadina em indivíduos adultos saudáveis, o lonafarnib de dose múltipla (100 mg duas vezes por dia, durante 5 dias consecutivos) aumentou a Cmáx de fexofenadina (dose oral única de 180 mg) em 21% e a AUC em 24%. Nas situações em que o lonafarnib é coadministrado com substratos da glicoproteína-P (p. ex., digoxina, dabigatrano) nos quais as alterações mínimas da concentração podem levar a toxicidades graves ou potencialmente fatais, monitorizar as reações adversas e reduzir a dose do substrato da glicoproteína-P, de acordo com a rotulagem do medicamento aprovada. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Aceclofenac + Paracetamol + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: O Aceclofenac pode aumentar as concentrações plasmáticas da digoxina. - Digoxina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cleboprida + Simeticone + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Diminui o efeito da digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Ácido Acetilsalicílico + Glicina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Pode interagir com medicamentos para o coração (digoxina, amiodarona, verapamil). - Digoxina
Usar com precaução

Furosemida + Amilorida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Pode interagir com medicamentos para insuficiência cardíaca (digoxina, sotalol). - Digoxina
Usar com precaução

Clordiazepóxido + Mebeverina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Pode ter interação com medicamentos para o coração (digoxina). - Digoxina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dextrometorfano + Bupropiom + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Pode diminuir os níveis plasmáticos de digoxina. Monitorizar os níveis de digoxina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Rosuvastatina + Fenofibrato + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Potenciais interações relacionadas com a rosuvastatina: Digoxina: Com base nos resultados de estudos de interação específicos, não são esperadas interações importantes com digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Diclofenac sódico + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Se utilizado concomitantemente, o diclofenac pode aumentar as concentrações plasmáticas de digoxina. Recomenda-se monitorização dos níveis séricos de digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Diclofenac de potássio + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Se utilizado concomitantemente, o diclofenac pode aumentar as concentrações plasmáticas de digoxina. Recomenda-se monitorização dos níveis séricos de digoxina. - Digoxina
Sem significado Clínico

Acetato de Eslicarbazepina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Digoxina: Um estudo em voluntários saudáveis mostrou que o acetato de eslicarbazepina 1200 mg uma vez por dia não produz efeito sobre a farmacocinética da digoxina, sugerindo que o acetato de eslicarbazepina não tem efeito sobre o transportador glicoproteína-P. - Digoxina
Usar com precaução

Polietileno glicol + Sulfato de sódio + Cloreto de potássio + Sulfato de magnésio + Cloreto de sódio + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Este medicamento pode reduzir a absorção de outros medicamentos administrados concomitantemente. Administrar antibióticos tetraciclina e fluoroquinolona, ferro, digoxina, clorpromazina e penicilamina pelo menos 2 horas antes e não menos que 6 horas após a administração de cada dose deste medicamento para evitar a quelação com magnésio. - Digoxina
Usar com precaução

Amlodipina + Telmisartan + Hidroclorotiazida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Quando o telmisartan foi coadministrado com digoxina, foram observados aumentos médios no pico de concentração plasmática (49%) e na concentração mínima (20%) de digoxina. Ao iniciar, ajustar e suspender o telmisartan, devem ser monitorizados os níveis de digoxina de modo a manter os níveis dentro da janela terapêutica. Em estudos de interação clínica, a amlodipina não alterou a farmacocinética da digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Naproxeno + Sumatriptano + Digoxina

Observações: Não foram realizados estudos de interacção com Naproxeno + Sumatriptano e outros medicamentos. É expectável que as interacções com Naproxeno + Sumatriptano reflitam as dos componentes individuais.
Interacções: Glicósidos cardíacos: Os AINEs podem aumentar os níveis plasmáticos de glicósidos cardíacos quando coadministrados com glicósidos cardíacos, como a digoxina. Pode ser necessário aumentar a monitorização e fazer ajustes posológicos dos glicósidos digitálicos durante e após a terapêutica concomitante com AINEs. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Diclofenac + Betametasona + Cianocobalamina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Aumenta as concentrações plasmáticas da digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Vitaminas do complexo B + Diclofenac + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: O diclofenac pode aumentar os níveis séricos da digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Hidróxido de alumínio + Hidróxido de magnésio + Carbonato de cálcio + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A absorção de alguns medicamentos pode ser alterada com a ingestão concomitante de antiácidos. Portanto, a administração de digoxina deve ser feita de 1 a 2 horas após o uso de antiácidos. - Digoxina
Usar com precaução

Danicopano + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Os resultados sugerem que o danicopan é um inibidor ligeiro da gp-P. Pode ser necessário tomarem-se precauções ao coadministrarem-se medicamentos que se sabe serem substratos da gp-P (tais como a digoxina). - Digoxina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bicarbonato de Sódio + Carbonato de Sódio + Ácido Cítrico + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A absorção oral de digoxina pode ser diminuída por adsorção e rápido esvaziamento gástrico, quando administrados com antiácidos, reduzindo a eficácia. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Carisoprodol + Diclofenac + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de diclofenac e digoxina resulta em aumento dos níveis plasmáticos destes últimos agentes e no risco de toxicidade. - Digoxina
Sem significado Clínico

Amlodipina + Benazepril + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: O benazepril tem sido usado concomitantemente com digoxinasem evidência de interações adversas clinicamente importantes. Em estudos clínicos, a Amlodipina tem sido administrada de maneira segura com digoxina. Dados in vitro em plasma humano indicaram que o Amlodipina não tem efeito na ligação às proteínas das drogas testadas (digoxina). Estudos especiais indicaram que a coadministração de Amlodipina com digoxina não alterou os níveis séricos de digoxina ou a depuração renal de digoxina em voluntários normais. - Digoxina
Usar com precaução

Dexametasona + Loratadina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A Dexametasona apresenta interações com a digoxina. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Diclofenac resinato + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Se usados concomitantemente, Diclofenac resinato pode elevar as concentrações plasmáticas de digoxina. Neste caso, recomenda-se monitorização do nível de digoxina sérica. - Digoxina
Sem efeito descrito

Candesartan + Amlodipina + Hidroclorotiazida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Não foram identificadas interações farmacocinéticas clinicamente significativas a digoxina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Valsartan + Indapamida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Nos estudos de interações medicamentosas com valsartan, não foram observadas quaisquer interações clinicamente significativas com valsartan ou com digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Ácido Acetilsalicílico + Carbonato de Magnésio + Glicinato de Alumínio + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Com digoxina aumento da concentração plasmática de digoxina devido a uma diminuição da excreção renal. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Aloína + Atropa belladonna + Cloreto de Metilionínio + Costus spicatus + Teobromina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A hiosciamina (substância presente na Beladona) aumenta a absorção de determinadas substâncias, tais como a Digoxina, que necessitam de dissolução prolongada na luz intestinal. - Digoxina
Usar com precaução

Mavorixafor + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Meça as concentrações séricas de digoxina antes de iniciar a utilização concomitante com Mavorixafor e continue a monitorizar as concentrações séricas de digoxina, conforme recomendado na Informação de Prescrição para a digoxina. O mavorixafor é um inibidor da P-gp. O mavorixafor pode aumentar a Cmax e a AUC dos substratos da P-gp, o que pode aumentar o risco de reações adversas do substrato da P-gp. - Digoxina
Usar com precaução

Telmisartan + Indapamida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Quando o telmisartan foi coadministrado com digoxina, foram observados aumentos médios no pico de concentração plasmática (49%) e na concentração mínima (20%) de digoxina. Ao iniciar, ajustar e suspender o telmisartan, devem ser monitorizados os níveis de digoxina de modo a manter os níveis dentro da janela terapêutica. - Digoxina
Usar com precaução

Dapagliflozina + Sitagliptina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Em estudos de interação realizados em indivíduos saudáveis, utilizando essencialmente um desenho de dose única, a dapagliflozina não alterou a farmacocinética da digoxina (um substrato da P-gp). A sitagliptina teve um pequeno efeito nas concentrações plasmáticas de digoxina. Após a administração diária de 0,25 mg de digoxina concomitantemente com 100 mg de sitagliptina durante 10 dias, a AUC plasmática da digoxina foi aumentada, em média, em cerca de 11% e a Cmax plasmática, em média, em cerca de 18%. Não é recomendado qualquer ajuste da dose da digoxina. No entanto, os doentes com risco de toxicidade de digoxina devem ser monitorizados quando sitagliptina e digoxina são administradas concomitantemente. - Digoxina
Sem efeito descrito

Nebivolol + Amlodipina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Em estudos de interação clínica, a amlodipina não afetou a farmacocinética da digoxina. O nebivolol não influencia a cinética da digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Ramipril + Amlodipina + Atorvastatina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Quando foram administradas concomitantemente múltiplas doses de digoxina e 10 mg de atorvastatina, as concentrações de digoxina em estado estacionário aumentaram ligeiramente. Os doentes a tomar digoxina devem ser adequadamente monitorizados. - Digoxina
Não recomendado/Evitar

Gepotidacina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Devido ao aumento da exposição à digoxina, considere monitorizar a concentração sérica de digoxina, conforme apropriado, com a administração concomitante deste medicamento. - Digoxina
Sem efeito descrito

Pitavastatina + Ezetimiba + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A digoxina, um substrato conhecido da P-gp, não demonstrou interagir com a pitavastatina. Durante a administração concomitante não ocorreu qualquer alteração significativa nas concentrações de pitavastatina ou digoxina. Em estudos de interação clínica, a ezetimiba não teve qualquer efeito na farmacocinética de dapsona, dextrometorfano, digoxina, contracetivos orais (etinilestradiol e levonorgestrel), glipizida, tolbutamida, ou midazolam, durante a administração concomitante com estes fármacos. - Digoxina
Usar com precaução

Fentermina + Topiramato + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Digoxina: Num estudo de dose única, a área sob a curva (AUC) de concentração plasmática da digoxina diminuiu 12% devido à administração concomitante de topiramato. A relevância clínica dessa observação não foi estabelecida. Ao adicionar ou retirar Fentermina/Topiramato a doentes em quem foi instituída uma terapêutica com digoxina, deve-se prestar especial atenção à monitorização por rotina da digoxina sérica. - Digoxina
Sem efeito descrito

Rosuvastatina + Perindopril + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Com base em dados de estudos de interação específicos, não são esperadas interações clinicamente relevantes com digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Telmisartan + Amlodipina + Indapamida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Quando o telmisartan foi coadministrado com digoxina, foram observados aumentos medianos na concentração plasmática máxima de digoxina (49%) e na concentração mínima (20%). Monitorizar os níveis de digoxina ao iniciar, ajustar e descontinuar com este medicamento para manter os níveis de digoxina dentro do intervalo terapêutico. - Digoxina
Usar com precaução

Alprazolam + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Foi notificado aumento das concentrações de digoxina principalmente quando o alprazolam foi administrado em idosos (idade superior a 65 anos). Deste modo, os doentes em tratamento com alprazolam e digoxina devem ser monitorizados para os sinais e sintomas relacionados com a toxicidade da digoxina. - Digoxina
Sem efeito descrito

Rosuvastatina + Ezetimiba + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Com base em dados de estudos de interação específicos, não são esperadas interações clinicamente relevantes entre a rosuvastatina e a digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Ticagrelor + Ácido acetilsalicílico + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: O ácido acetilsalicílico prejudica a excreção renal da digoxina, resultando em concentrações plasmáticas aumentadas. Recomenda-se a monitorização das concentrações plasmáticas de digoxina ao iniciar e terminar o tratamento com ácido acetilsalicílico. Pode ser necessário ajustar a dose. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Enasidenib + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: A AUC0-30h e a Cmax da digoxina (um substrato da P-gp) aumentaram 20% e 26%, respetivamente, após a utilização concomitante de doses múltiplas de Enasidenib 100 mg com uma dose oral única de digoxina 0,25 mg. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nirmatrelvir + Ritonavir + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Esta interação poderá ser devida à modificação do efluxo da digoxina mediado pela glicoproteína-P causada pelo ritonavir doseado como um potenciador farmacocinético. É expectável que a concentração de digoxina aumente. Monitorizar os níveis de digoxina, se possível, e a segurança e a eficácia da digoxina. - Digoxina
Usar com precaução

Beladona + Fenolftaleína e outras associações + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Com a digoxina pode ocorrer aumento da toxicidade digitálica por perda de potássio e pelo efeito prolongado desta perda que ocorre pelo abuso dos laxantes antraquinónicos. - Digoxina
Sem efeito descrito

Ramipril + Amlodipina + Hidroclorotiazida + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: Em estudos de interação clínica, a amlodipina não alterou a farmacocinética da digoxina - Digoxina
Usar com precaução

Buspirona + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: In vitro, a buspirona pode deslocar proteínas que se ligam de forma menos firme às proteínas, como a digoxina. O significado clínico desta propriedade é desconhecido. Em humanos, aproximadamente 95% da buspirona está ligada às proteínas plasmáticas. In vitro, a buspirona não desloca fármacos que se encontram firmemente ligados às proteínas séricas (isto é, varfarina). No entanto, in vitro, a buspirona pode deslocar fármacos não tão firmemente ligados como a digoxina. O significado clínico desta propriedade é desconhecido. - Digoxina
Usar com precaução

Carmustina + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: O uso concomitante com digoxina leva a um efeito retardado, moderado, suspeito e diminuído da digoxina (devido à diminuição da absorção da digoxina). - Digoxina
Usar com precaução

Ácido acetilsalicílico + Rivaroxabano + Digoxina

Observações: n.d.
Interacções: O ácido acetilsalicílico prejudica a excreção renal da digoxina, resultando em concentrações plasmáticas aumentadas. Recomenda-se a monitorização das concentrações plasmáticas de digoxina ao iniciar e terminar o tratamento com ácido acetilsalicílico. Pode ser necessário ajustar a dose. - Digoxina
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interacções da Digoxina
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 24 de Março de 2026