Alprostadilo
O que é
Alprostadil ou prostaglandina E1 é um fármaco vasodilatador, usado provisoriamente em cirurgias de neonatos com deficiências cardíacas do nascimento e no tratamento da disfunção erétil.
Usos comuns
Tratar problemas de ereção nos homens.
O Alprostadil é uma prostaglandina (PGE-1). atua relaxando os músculos certos no pénis e provocando a dilatação dos vasos sanguíneos, o que aumenta o fluxo sanguíneo para o pénis e ajuda a causar uma ereção.
Quando o efeito do Alprostadilo desaparece, o fluxo de sangue normaliza e a ereção desaparece.
O Alprostadil é uma prostaglandina (PGE-1). atua relaxando os músculos certos no pénis e provocando a dilatação dos vasos sanguíneos, o que aumenta o fluxo sanguíneo para o pénis e ajuda a causar uma ereção.
Quando o efeito do Alprostadilo desaparece, o fluxo de sangue normaliza e a ereção desaparece.
Tipo
Molécula pequena.
Indicações
Tratamento da disfunção erétil com origem neurogénica, vascular, psicogénica ou de etiologia mista.
No diagnóstico da disfunção erétil, como adjuvante de outros testes.
No diagnóstico da disfunção erétil, como adjuvante de outros testes.
Classificação CFT
4.3.1.3 : Antiagregantes plaquetários
7.4.3 : Medicamentos usados na disfunção eréctil
Mecanismo de ação
O Alprostadilo é a forma natural da prostaglandina E1 (PGE1).
O Alprostadilo apresenta um perfil farmacológico diversificado, sendo de destacar os seguintes efeitos: vasodilatação e inibição da agregação plaquetária.
Na maioria das espécies animais testadas, o Alprostadilo relaxou o retrator do pénis e os corpos cavernosos in vitro.
O Alprostadilo também relaxou preparações isoladas dos corpos cavernoso e esponjoso humanos, bem como segmentos arteriais cavernosos contraídos tanto pela noradrenalina como pela PGF2 in vitro.
Em macacos (Macaca nemestrina), o Alprostadilo aumentou, in vivo, o fluxo de sangue arterial a nível cavernoso.
O grau e duração do relaxamento do músculo liso cavernoso neste modelo animal foi dependente da dose.
O Alprostadilo induz a ereção pelo relaxamento da musculatura lisa cavernosa e dilatação das artérias cavernosas.
Este facto origina a expansão dos espaços lacunares e a acumulação de sangue por compressão das vénulas contra a tunica albuginea, num processo denominado mecanismo veno-oclusivo.
O Alprostadilo apresenta um perfil farmacológico diversificado, sendo de destacar os seguintes efeitos: vasodilatação e inibição da agregação plaquetária.
Na maioria das espécies animais testadas, o Alprostadilo relaxou o retrator do pénis e os corpos cavernosos in vitro.
O Alprostadilo também relaxou preparações isoladas dos corpos cavernoso e esponjoso humanos, bem como segmentos arteriais cavernosos contraídos tanto pela noradrenalina como pela PGF2 in vitro.
Em macacos (Macaca nemestrina), o Alprostadilo aumentou, in vivo, o fluxo de sangue arterial a nível cavernoso.
O grau e duração do relaxamento do músculo liso cavernoso neste modelo animal foi dependente da dose.
O Alprostadilo induz a ereção pelo relaxamento da musculatura lisa cavernosa e dilatação das artérias cavernosas.
Este facto origina a expansão dos espaços lacunares e a acumulação de sangue por compressão das vénulas contra a tunica albuginea, num processo denominado mecanismo veno-oclusivo.
Posologia orientativa
Conforme prescrição médica.
Administração
Vias Intracavernosa; Cutâneo; Uretral.
Contraindicações
Não deve ser administrado em:
– Doentes que apresentem hipersensibilidade ao Alprostadilo;
– Doentes cujo estado de saúde possa predispor ao priapismo, como é o caso dos doentes sofrendo de anemia falciforme, ou traço falciforme, mieloma múltiplo ou leucemia;
– Doentes com deformações anatómicas do pénis, tais como curvatura, fibrose cavernosa ou doença de Peyronie;
– Doentes com próteses penianas;
Doentes a quem não se aconselha, ou está contraindicada, a atividade sexual.
– Doentes que apresentem hipersensibilidade ao Alprostadilo;
– Doentes cujo estado de saúde possa predispor ao priapismo, como é o caso dos doentes sofrendo de anemia falciforme, ou traço falciforme, mieloma múltiplo ou leucemia;
– Doentes com deformações anatómicas do pénis, tais como curvatura, fibrose cavernosa ou doença de Peyronie;
– Doentes com próteses penianas;
Doentes a quem não se aconselha, ou está contraindicada, a atividade sexual.
Efeitos indesejáveis/adversos
O efeito secundário muito frequente (afeta mais de 1 em cada 10 doentes) foi: dor no pénis.
Os efeitos secundários frequentes (afetam menos de 1 em cada 10 doentes) foram: hematoma, espasmos musculares, erecções prolongadas, doença de Peyronie (encurvamento do pénis durante a ereção), anomalia do pénis, hematoma no local de injeção, hematoma, equimose (mancha escura ou azulada na pele).
Os efeitos secundários pouco frequentes (afetam menos de 1 em cada 100 doentes): infeção por fungos, obstipação, alteração da sensibilidade, pré-síncope, mídriase (dilatação da pupila), extrassístole supraventricular (contracção cardíaca anormal), alterações venosas, diminuição da tensão arterial, alterações vasculares periféricas, aumento do diâmetro dos vasos sanguíneos, náuseas, boca seca, eritema, hiperidrose (transpiração muito aumentada), erupção na pele, comichão, eritema no escroto, dificuldade em urinar, sangue na urina, aumento da frequência urinária, urgência urinária, hemorragia da uretra, disfunção erétil, ejaculações anormais, balanite (inflamação da mucosa da glande), ereção dolorosa, fimose (aperto do anel cutâneo do prepúcio), priapismo (ereção prolongada e dolorosa), dor nos testículos, alterações do escroto, eritema no escroto, dor no escroto, espermatocelo (dilatação do epidídimo e dos testículos por acumulação de esperma), inchaço do escroto, inchaço dos testículos, alteração dos testículos, massa nos testículos, dor pélvica, cansaço, sangramento no local de injeção, inflamação no local de injeção, comichão no local de injeção, inchaço no local de injeção, calor no local da injeção, irritação no local de injeção, hemorragia, inflamação, inchaço periférico (nos pés, pernas, abdómen e braços), inchaço, anestesia no local de injeção, dor no local de injeção, tensão arterial diminuída, aumento da frequência cardíaca, aumento da creatinina sérica.
Os efeitos secundários frequentes (afetam menos de 1 em cada 10 doentes) foram: hematoma, espasmos musculares, erecções prolongadas, doença de Peyronie (encurvamento do pénis durante a ereção), anomalia do pénis, hematoma no local de injeção, hematoma, equimose (mancha escura ou azulada na pele).
Os efeitos secundários pouco frequentes (afetam menos de 1 em cada 100 doentes): infeção por fungos, obstipação, alteração da sensibilidade, pré-síncope, mídriase (dilatação da pupila), extrassístole supraventricular (contracção cardíaca anormal), alterações venosas, diminuição da tensão arterial, alterações vasculares periféricas, aumento do diâmetro dos vasos sanguíneos, náuseas, boca seca, eritema, hiperidrose (transpiração muito aumentada), erupção na pele, comichão, eritema no escroto, dificuldade em urinar, sangue na urina, aumento da frequência urinária, urgência urinária, hemorragia da uretra, disfunção erétil, ejaculações anormais, balanite (inflamação da mucosa da glande), ereção dolorosa, fimose (aperto do anel cutâneo do prepúcio), priapismo (ereção prolongada e dolorosa), dor nos testículos, alterações do escroto, eritema no escroto, dor no escroto, espermatocelo (dilatação do epidídimo e dos testículos por acumulação de esperma), inchaço do escroto, inchaço dos testículos, alteração dos testículos, massa nos testículos, dor pélvica, cansaço, sangramento no local de injeção, inflamação no local de injeção, comichão no local de injeção, inchaço no local de injeção, calor no local da injeção, irritação no local de injeção, hemorragia, inflamação, inchaço periférico (nos pés, pernas, abdómen e braços), inchaço, anestesia no local de injeção, dor no local de injeção, tensão arterial diminuída, aumento da frequência cardíaca, aumento da creatinina sérica.
Advertências

Gravidez:Este medicamento não é indicado para utilização em mulheres.
Precauções gerais
Pode registar-se a ocorrência de ereção prolongada e/ou priapismo (ereção com duração superior a seis horas), após administração intracavernosa de Alprostadilo.
Para minimizar este risco, o médico deverá prescrever-lhe a dose eficaz mais baixa.
Caso tenha uma ereção que se prolongue por mais de 4 horas deverá procurar assistência médica.
Durante a administração intracavernosa de Alprostadilo podem ocorrer os seguintes sintomas: fibrose do pénis, incluindo curvatura, fibrose cavernosa, nódulos fibrosos e doença de Peyronie.
Contacte o médico se lhe ocorrer alguma destas situações, pois poderá ser necessário suspender a terapêutica.
O uso de Alprostadilo intracavernoso não exerce qualquer protecção relativamente ao contágio das doenças sexualmente transmissíveis.
Uma vez que pode ocorrer uma pequena hemorragia no local de injeção, deverá tomar as medidas de protecção usuais relativamente ao contágio das doenças sexualmente transmissíveis, incluindo o vírus da imunodeficiência humana (HIV) e outras doenças transmissíveis pelo sangue.
Se estiver a fazer tratamento com anticoagulantes (medicamentos que alteram a fluidez do sangue), tais como a varfarina ou a heparina, pode ocorrer maior predisposição para hemorragia após injeção intracavernosa.
A administração simultânea com outros medicamentos, tais como diuréticos, antidiabéticos (incluindo a insulina) ou anti-inflamatórios não esteróides, não teve efeito na segurança ou eficácia de Alprostadilo.
Não deve ser administrado juntamente com quaisquer outros medicamentos para o tratamento da disfunção erétil ou que induzam a ereção.
Alprostadilo aumenta o efeito dos anti-hipertensores (medicamentos que ajudam a controlar a tensão arterial), vasodilatadores (medicamentos que alteram o diâmetro dos vasos sanguíneos), anticoagulantes (medicamentos que alteram a fluidez do sangue) e medicamentos que diminuem a agregação das plaquetas.
Os medicamentos simpaticomiméticos podem reduzir o efeito do Alprostadilo.
Para minimizar este risco, o médico deverá prescrever-lhe a dose eficaz mais baixa.
Caso tenha uma ereção que se prolongue por mais de 4 horas deverá procurar assistência médica.
Durante a administração intracavernosa de Alprostadilo podem ocorrer os seguintes sintomas: fibrose do pénis, incluindo curvatura, fibrose cavernosa, nódulos fibrosos e doença de Peyronie.
Contacte o médico se lhe ocorrer alguma destas situações, pois poderá ser necessário suspender a terapêutica.
O uso de Alprostadilo intracavernoso não exerce qualquer protecção relativamente ao contágio das doenças sexualmente transmissíveis.
Uma vez que pode ocorrer uma pequena hemorragia no local de injeção, deverá tomar as medidas de protecção usuais relativamente ao contágio das doenças sexualmente transmissíveis, incluindo o vírus da imunodeficiência humana (HIV) e outras doenças transmissíveis pelo sangue.
Se estiver a fazer tratamento com anticoagulantes (medicamentos que alteram a fluidez do sangue), tais como a varfarina ou a heparina, pode ocorrer maior predisposição para hemorragia após injeção intracavernosa.
A administração simultânea com outros medicamentos, tais como diuréticos, antidiabéticos (incluindo a insulina) ou anti-inflamatórios não esteróides, não teve efeito na segurança ou eficácia de Alprostadilo.
Não deve ser administrado juntamente com quaisquer outros medicamentos para o tratamento da disfunção erétil ou que induzam a ereção.
Alprostadilo aumenta o efeito dos anti-hipertensores (medicamentos que ajudam a controlar a tensão arterial), vasodilatadores (medicamentos que alteram o diâmetro dos vasos sanguíneos), anticoagulantes (medicamentos que alteram a fluidez do sangue) e medicamentos que diminuem a agregação das plaquetas.
Os medicamentos simpaticomiméticos podem reduzir o efeito do Alprostadilo.
Cuidados com a dieta
Não interfere com alimentos e bebidas.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligue para o Centro de Intoxicações.
Não ocorreram casos de sobredosagem durante os ensaios clínicos com Alprostadilo.
Se existir sobredosagem intracavernosa de Alprostadilo, deve-se colocar o doente sob supervisão médica, até desaparecerem os efeitos sistémicos e/ou até desaparecer por completo o entumescimento.
Deve ser feito o tratamento sintomático dos efeitos sistémicos.
O tratamento do priapismo (ereção prolongada) deve ser efectuado no prazo máximo de 6 horas.
A terapêutica inicial deve ser aspiração peniana.
Usando técnicas assépticas, introduzir uma agulha borboleta de calibre compreendido entre 19 e 21 Gauge no corpo cavernoso e aspirar 20 a 50 ml de sangue.
Esta técnica pode detumescer o pénis.
Se necessário, este procedimento pode ser repetido no lado oposto do pénis, até ser aspirado um total de 100 ml de sangue.
Se continuar a revelar-se ineficaz, recomenda-se proceder à injeção intracavernosa de um fármaco alfa-adrenérgico.
Embora a contraindicação convencional à administração intrapeniana de um vasoconstritor não se aplique ao tratamento do priapismo, recomenda-se cuidado caso se recorra a tal opção.
A pressão arterial e a pulsação devem ser monitorizadas continuamente durante o procedimento.
É necessário o máximo cuidado nos doentes com doença cardíaca coronária, hipertensão não controlada, isquemia cerebral e nos indivíduos tratados com inibidores da monoamino-oxidase.
Neste último caso, deverá dispor-se de condições adequadas para o tratamento de uma eventual crise hipertensiva.
Dever-se-á preparar uma solução de 200 microgramas/ml de fenilefrina e 0,5 a 1,0 ml da solução deverão ser injetados em intervalos de 5 a 10 minutos.
Como alternativa, poder-se-á utilizar uma solução de 20 microgramas/ml de epinefrina.
Se necessário, este procedimento poderá ser seguido por aspiração adicional de sangue usando a mesma agulha borboleta.
A dose máxima de fenilefrina não deve ultrapassar 1 mg, enquanto a de epinefrina não deve ultrapassar 100 microgramas (5 ml da solução).
Como alternativa, pode utilizar-se metaraminol, embora seja de salientar que foram notificadas crises hipertensivas fatais.
Se após este tratamento o priapismo se mantiver, o doente deve ser imediatamente tratado por via cirúrgica, o que poderá incluir um shunt cirúrgico.
Não ocorreram casos de sobredosagem durante os ensaios clínicos com Alprostadilo.
Se existir sobredosagem intracavernosa de Alprostadilo, deve-se colocar o doente sob supervisão médica, até desaparecerem os efeitos sistémicos e/ou até desaparecer por completo o entumescimento.
Deve ser feito o tratamento sintomático dos efeitos sistémicos.
O tratamento do priapismo (ereção prolongada) deve ser efectuado no prazo máximo de 6 horas.
A terapêutica inicial deve ser aspiração peniana.
Usando técnicas assépticas, introduzir uma agulha borboleta de calibre compreendido entre 19 e 21 Gauge no corpo cavernoso e aspirar 20 a 50 ml de sangue.
Esta técnica pode detumescer o pénis.
Se necessário, este procedimento pode ser repetido no lado oposto do pénis, até ser aspirado um total de 100 ml de sangue.
Se continuar a revelar-se ineficaz, recomenda-se proceder à injeção intracavernosa de um fármaco alfa-adrenérgico.
Embora a contraindicação convencional à administração intrapeniana de um vasoconstritor não se aplique ao tratamento do priapismo, recomenda-se cuidado caso se recorra a tal opção.
A pressão arterial e a pulsação devem ser monitorizadas continuamente durante o procedimento.
É necessário o máximo cuidado nos doentes com doença cardíaca coronária, hipertensão não controlada, isquemia cerebral e nos indivíduos tratados com inibidores da monoamino-oxidase.
Neste último caso, deverá dispor-se de condições adequadas para o tratamento de uma eventual crise hipertensiva.
Dever-se-á preparar uma solução de 200 microgramas/ml de fenilefrina e 0,5 a 1,0 ml da solução deverão ser injetados em intervalos de 5 a 10 minutos.
Como alternativa, poder-se-á utilizar uma solução de 20 microgramas/ml de epinefrina.
Se necessário, este procedimento poderá ser seguido por aspiração adicional de sangue usando a mesma agulha borboleta.
A dose máxima de fenilefrina não deve ultrapassar 1 mg, enquanto a de epinefrina não deve ultrapassar 100 microgramas (5 ml da solução).
Como alternativa, pode utilizar-se metaraminol, embora seja de salientar que foram notificadas crises hipertensivas fatais.
Se após este tratamento o priapismo se mantiver, o doente deve ser imediatamente tratado por via cirúrgica, o que poderá incluir um shunt cirúrgico.
Terapêutica interrompida
Desde que o Alprostadilo é usado apenas quando necessário, não vai ser instituído um esquema de administração.
Cuidados no armazenamento
O medicamento não necessita de quaisquer condições especiais de conservação.
O medicamento deve ser utilizado imediatamente após a reconstituição.
Caso não seja utilizado de imediato, as condições e tempo de armazenamento anteriores ao seu uso são da responsabilidade do utilizador.
A solução reconstituída deve ser conservada no frigorífico (2ºC-8ºC), durante um período máximo de 24h.
Não congelar.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
O medicamento deve ser utilizado imediatamente após a reconstituição.
Caso não seja utilizado de imediato, as condições e tempo de armazenamento anteriores ao seu uso são da responsabilidade do utilizador.
A solução reconstituída deve ser conservada no frigorífico (2ºC-8ºC), durante um período máximo de 24h.
Não congelar.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e tolerância bacteriológica
Sem informação.
Antagonistas dos recetores da angiotensina + Alprostadilo
Observações: Por aumento do risco de hipercaliemiaInteracções: Aumentam o efeito hipotensor quando associados a ARA II - Alprostadil - Alprostadilo
Alprostadilo + Diuréticos
Observações: n.d.Interacções: Durante os ensaios clínicos, a administração concomitante de outros fármacos, tais como diuréticos, não teve efeito na segurança ou eficácia do Alprostadilo. - Diuréticos
Alprostadilo + Antidiabéticos
Observações: n.d.Interacções: Durante os ensaios clínicos, a administração concomitante de outros fármacos, tais como antidiabéticos (incluindo a insulina), não teve efeito na segurança ou eficácia do Alprostadilo. - Antidiabéticos
Alprostadilo + Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs)
Observações: n.d.Interacções: Durante os ensaios clínicos, a administração concomitante de outros fármacos, tais como anti-inflamatórios não esteroides, não teve efeito na segurança ou eficácia do Alprostadilo. - Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs)
Alprostadilo + Sildenafil
Observações: n.d.Interacções: Não foram estudados formalmente os efeitos da associação de Alprostadilo com outros tratamentos para a disfunção (por ex. sildenafil). Estes medicamentos não devem ser utilizados em associação com alprostadilo devido à possibilidade de ocorrência de erecção prolongada. - Sildenafil
Alprostadilo + Papaverina
Observações: n.d.Interacções: Não foram estudados formalmente os efeitos da associação de Alprostadilo com fármacos que induzem a erecção (por ex. papaverina). Estes medicamentos não devem ser utilizados em associação com alprostadilo devido à possibilidade de ocorrência de ereção prolongada. - Papaverina
Alprostadilo + Simpaticomiméticos
Observações: n.d.Interacções: Os Simpaticomiméticos podem reduzir o efeito do alprostadilo. - Simpaticomiméticos
Alprostadilo + Anti-hipertensores
Observações: n.d.Interacções: O alprostadilo pode potenciar os efeitos dos anti-hipertensores. - Anti-hipertensores
Alprostadilo + Anticoagulantes orais
Observações: n.d.Interacções: O alprostadilo pode potenciar os efeitos dos anticoagulantes. - Anticoagulantes orais
Alprostadilo + Vasodilatadores
Observações: n.d.Interacções: O alprostadilo pode potenciar os efeitos dos agentes vasodilatadores. - Vasodilatadores
Alprostadilo + Antiagregantes plaquetários
Observações: n.d.Interacções: O alprostadilo pode potenciar os efeitos dos inibidores da agregação plaquetária. - Antiagregantes plaquetários
Labetalol + Alprostadilo
Observações: n.d.Interacções: Utilize com precaução: Diversos medicamentos ou classes de medicamentos podem potenciar os efeitos hipotensivos do labetalol: inibidores da ECA; antagonistas da angiotensina-II; aldesleucina, alprostadil; ansiolíticos; hipnóticos; moxisylyte; diuréticos; alfabloqueadores. - Alprostadilo
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 24 de Março de 2026