Eritromicina
O que é
A eritromicina é um antibiótico macrólido produzido por Streptomyces erythreus.
Inibe a síntese proteica bacteriana através da ligação à subunidade 50S dos ribossomas bacterianos; a ligação inibe a atividade peptidil transferase e interfere com a translocação de aminoácidos durante a tradução e montagem de proteínas.
A eritromicina pode ser bacteriostática ou bactericida, dependendo do organismo e da concentração do fármaco.
Inibe a síntese proteica bacteriana através da ligação à subunidade 50S dos ribossomas bacterianos; a ligação inibe a atividade peptidil transferase e interfere com a translocação de aminoácidos durante a tradução e montagem de proteínas.
A eritromicina pode ser bacteriostática ou bactericida, dependendo do organismo e da concentração do fármaco.
Usos comuns
Tratamento tópico de acne.
É indicado no tratamento das infeções causadas por estirpes sensíveis dos micro-organismos descritos a seguir:
O espectro antimicrobiano da Eritromicina cobre um elevado número de espécies de que destacamos as seguintes: Streptococcus pyogenes, Streptococcus alfa-hemolítico, Staphylococcus aureus, Streptococcus pneumoniae, Mycoplasma pneumoniae, Ureaplasma urealyticum, Campylobacter jejuni, Haemophilus influenzae, Chlamydia trachomatis, Treponema pallidum, Corynebacterium diphteriae, C. minutissimum, Entamoeba histolytica, L. monocytogenes, H. gonorrhoeae, B. pertussis, Legionella pneumophilla.
A Eritromicina está especialmente indicada nas infeções das vias respiratórias e O.R.L.: otite externa, otite média, amigdalite, faringite, laringite, sinusite, bronquite, broncopneumonia, pneumonia por Mycoplasma, Doença do Legionário e pneumonia lobar.
A Eritromicina é também recomendada no tratamento de abcessos, acne, furunculose, foliculite, antraz, osteomielite, erisipela, como adjuvante da antitoxina no tratamento da difteria e em infeções por Chlamydia.
A Eritromicina constitui um tratamento de alternativa na blenorragia e sífilis primária em doentes alérgicos ou com intolerância à penicilina, tetraciclina e doxiciclina.
Profilaxia da febre reumática e da endocardite bacteriana.
É indicado no tratamento das infeções causadas por estirpes sensíveis dos micro-organismos descritos a seguir:
O espectro antimicrobiano da Eritromicina cobre um elevado número de espécies de que destacamos as seguintes: Streptococcus pyogenes, Streptococcus alfa-hemolítico, Staphylococcus aureus, Streptococcus pneumoniae, Mycoplasma pneumoniae, Ureaplasma urealyticum, Campylobacter jejuni, Haemophilus influenzae, Chlamydia trachomatis, Treponema pallidum, Corynebacterium diphteriae, C. minutissimum, Entamoeba histolytica, L. monocytogenes, H. gonorrhoeae, B. pertussis, Legionella pneumophilla.
A Eritromicina está especialmente indicada nas infeções das vias respiratórias e O.R.L.: otite externa, otite média, amigdalite, faringite, laringite, sinusite, bronquite, broncopneumonia, pneumonia por Mycoplasma, Doença do Legionário e pneumonia lobar.
A Eritromicina é também recomendada no tratamento de abcessos, acne, furunculose, foliculite, antraz, osteomielite, erisipela, como adjuvante da antitoxina no tratamento da difteria e em infeções por Chlamydia.
A Eritromicina constitui um tratamento de alternativa na blenorragia e sífilis primária em doentes alérgicos ou com intolerância à penicilina, tetraciclina e doxiciclina.
Profilaxia da febre reumática e da endocardite bacteriana.
Tipo
Molécula pequena.
Indicações
VIA CUTÂNEA
Tratamento tópico de acne particularmente nas formas inflamatórias e pápulo-pustulosas (nodulocistica).
VIA ORAL
Indicado no tratamento das infeções causadas por estirpes sensíveis dos micro-organismos descritos nas doenças mencionadas a seguir:
infeções do tracto Respiratório Superior de gravidade ligeira a moderada causadas por Streptococcus pyogenes (estreptococos beta-hemolíticos grupo A), S. pneumoniae e Haemophilus influenzae (nem todas as estirpes são sensíveis à Eritromicina nas concentrações de antibiótico atingidas com as doses terapêuticas habituais).
Para o tratamento oral da faringite estreptocócica e para a profilaxia a longo prazo da febre reumática, a Eritromicina constitui um medicamento alternativo de escolha.
Infecções do tracto Respiratório Inferior de gravidade ligeira a moderada causadas por S. pyogenes, S. pneumoniae e Mycoplasma pneumoniae.
Infecções da Pele e Tecidos Moles de gravidade ligeira e moderada causadas por S. pyogenes e S. aureus (durante o tratamento poderá emergir resistência).
Sífilis primária causada por Treponema pallidum.
Difteria causada por Corynebacterium diphtheriae como coadjuvante da antitoxina para prevenir possíveis portadores.
Eritrasma causada por C. minutissimum.
Tosse Convulsa causada por Bordetella pertussis. A Eritromicina é eficaz na eliminação do micro-organismo da nasofaringe dos indivíduos infetados e pode ser útil na profilaxia da tosse convulsa nos indivíduos sensíveis expostos ao micro-organismo.
Doença do Legionário causada por Legionella pneumophila.
Infecções por Chlamydia causada por C. trachomatis no homem adulto (uretrite); conjuntivite e pneumonia nos recém-nascidos e bebés (o tratamento tópico isolado para tratamento da conjuntivite não é adequado);
Crianças com menos de 9 anos de idade, grávidas, lactantes, adolescentes e adultos (infeções uretrais, endocervicais ou retais não complicadas).
Gonorreia causada por Neisseria gonorrhoeae. A Eritromicina é o fármaco de alternativa no tratamento da doença pélvica inflamatória aguda nos doentes com antecedentes de hipersensibilidade à penicilina ou com bacteremia ou arterite.
Amebíase intestinal causada por Entamoeba histolytica. infeções por Listeria monocytogenes.
Endocardite bacteriana causada por estreptococos alfa-hemolíticos (grupo viridans).
A Eritromicina tem sido recomendada na prevenção da endocardite bacteriana nos doentes com doença cardíaca congénita, doença valvular adquirida ou febre reumática que apresentem hipersensibilidade à penicilina, quando submetidos a intervenções dentárias ou intervenções cirúrgicas do tracto respiratório superior.
Tratamento tópico de acne particularmente nas formas inflamatórias e pápulo-pustulosas (nodulocistica).
VIA ORAL
Indicado no tratamento das infeções causadas por estirpes sensíveis dos micro-organismos descritos nas doenças mencionadas a seguir:
infeções do tracto Respiratório Superior de gravidade ligeira a moderada causadas por Streptococcus pyogenes (estreptococos beta-hemolíticos grupo A), S. pneumoniae e Haemophilus influenzae (nem todas as estirpes são sensíveis à Eritromicina nas concentrações de antibiótico atingidas com as doses terapêuticas habituais).
Para o tratamento oral da faringite estreptocócica e para a profilaxia a longo prazo da febre reumática, a Eritromicina constitui um medicamento alternativo de escolha.
Infecções do tracto Respiratório Inferior de gravidade ligeira a moderada causadas por S. pyogenes, S. pneumoniae e Mycoplasma pneumoniae.
Infecções da Pele e Tecidos Moles de gravidade ligeira e moderada causadas por S. pyogenes e S. aureus (durante o tratamento poderá emergir resistência).
Sífilis primária causada por Treponema pallidum.
Difteria causada por Corynebacterium diphtheriae como coadjuvante da antitoxina para prevenir possíveis portadores.
Eritrasma causada por C. minutissimum.
Tosse Convulsa causada por Bordetella pertussis. A Eritromicina é eficaz na eliminação do micro-organismo da nasofaringe dos indivíduos infetados e pode ser útil na profilaxia da tosse convulsa nos indivíduos sensíveis expostos ao micro-organismo.
Doença do Legionário causada por Legionella pneumophila.
Infecções por Chlamydia causada por C. trachomatis no homem adulto (uretrite); conjuntivite e pneumonia nos recém-nascidos e bebés (o tratamento tópico isolado para tratamento da conjuntivite não é adequado);
Crianças com menos de 9 anos de idade, grávidas, lactantes, adolescentes e adultos (infeções uretrais, endocervicais ou retais não complicadas).
Gonorreia causada por Neisseria gonorrhoeae. A Eritromicina é o fármaco de alternativa no tratamento da doença pélvica inflamatória aguda nos doentes com antecedentes de hipersensibilidade à penicilina ou com bacteremia ou arterite.
Amebíase intestinal causada por Entamoeba histolytica. infeções por Listeria monocytogenes.
Endocardite bacteriana causada por estreptococos alfa-hemolíticos (grupo viridans).
A Eritromicina tem sido recomendada na prevenção da endocardite bacteriana nos doentes com doença cardíaca congénita, doença valvular adquirida ou febre reumática que apresentem hipersensibilidade à penicilina, quando submetidos a intervenções dentárias ou intervenções cirúrgicas do tracto respiratório superior.
Classificação CFT
1.1.8 : Macrólidos
13.4.2.1 : De aplicação tópica
Mecanismo de ação
A Eritromicina é produzida por uma estirpe de Streptomyces erythraeus e pertence ao grupo dos antibióticos Macrólidos.
É uma substância básica formando de imediato sais com os ácidos.
A Eritromicina exerce a sua ação antibacteriana pela ligação à subunidade 50S dos ribossomas das bactérias sensíveis.
Não afeta a síntese do ácido nucleico.
Foi demonstrado antagonismo in vitro entre a Eritromicina e clindamicina, lincomicina e cloranfenicol.
Muitas estirpes de Hemophilus influenzae são resistentes à Eritromicina, mas são sensíveis à associação de Eritromicina com sulfonamidas.
No decurso da terapêutica poderá surgir resistência estafilocócica à Eritromicina.
Tanto in vitro como nas infeções clínicas, a Eritromicina é geralmente ativa contra a maioria das estirpes dos seguintes micro-organismos:
Micro-organismos gram-positivos: Corynebacterium diphtheriae; Corynebacterium minutissimum Listeria monocytogenes
Staphilococcus aureus (poderão surgir micro-organismos resistentes durante a terapêutica) Streptococcus pneumoniae
Streptococcus pyogenes
Micro-organismos gram-negativos:
Bordetella pertussis,
Legionella pneumophila,
Neisseria gonorrheae;
Outros micro-organismos: Chlamydia trachomatis,
Entamoeba histolytica,
Mycoplasma pneumoniae,
Ureaplasma urealyticum;
A Eritromicina revelou ser ativa in vitro contra a maioria das estirpes dos seguintes micro-organismos; no entanto, a segurança e eficácia da Eritromicina no tratamento de infeções causadas por estes micro-organismos ainda não foi determinada em estudos adequados e bem controlados.
Micro-organismos gram-positivos:
Alpha hemolytic streptococci (grupo viridans);
Micro-organismos gram-negativos:
Moraxella (Branhamella) catarrhalis;
Outros micro-organismos:
Entamoeba histolytica,
Treponema pallidum.
É uma substância básica formando de imediato sais com os ácidos.
A Eritromicina exerce a sua ação antibacteriana pela ligação à subunidade 50S dos ribossomas das bactérias sensíveis.
Não afeta a síntese do ácido nucleico.
Foi demonstrado antagonismo in vitro entre a Eritromicina e clindamicina, lincomicina e cloranfenicol.
Muitas estirpes de Hemophilus influenzae são resistentes à Eritromicina, mas são sensíveis à associação de Eritromicina com sulfonamidas.
No decurso da terapêutica poderá surgir resistência estafilocócica à Eritromicina.
Tanto in vitro como nas infeções clínicas, a Eritromicina é geralmente ativa contra a maioria das estirpes dos seguintes micro-organismos:
Micro-organismos gram-positivos: Corynebacterium diphtheriae; Corynebacterium minutissimum Listeria monocytogenes
Staphilococcus aureus (poderão surgir micro-organismos resistentes durante a terapêutica) Streptococcus pneumoniae
Streptococcus pyogenes
Micro-organismos gram-negativos:
Bordetella pertussis,
Legionella pneumophila,
Neisseria gonorrheae;
Outros micro-organismos: Chlamydia trachomatis,
Entamoeba histolytica,
Mycoplasma pneumoniae,
Ureaplasma urealyticum;
A Eritromicina revelou ser ativa in vitro contra a maioria das estirpes dos seguintes micro-organismos; no entanto, a segurança e eficácia da Eritromicina no tratamento de infeções causadas por estes micro-organismos ainda não foi determinada em estudos adequados e bem controlados.
Micro-organismos gram-positivos:
Alpha hemolytic streptococci (grupo viridans);
Micro-organismos gram-negativos:
Moraxella (Branhamella) catarrhalis;
Outros micro-organismos:
Entamoeba histolytica,
Treponema pallidum.
Posologia orientativa
VIA CUTÂNEA
Aplicar 1 a 2 vezes/dia durante 4 a 6 semanas.
VIA ORAL
Adultos: 1-2 g/dia, administrados em doses repartidas (2xdia, 3xdia ou 4xdia), durante 5 a 14 dias; nos casos de infeções severas, a dose pode ser aumentada para 1 g, de 6 em 6 horas (4 g/dia).
Crianças: a posologia habitual são 30-50 mg/Kg/dia, administrados em doses repartidas, durante 5 a 14 dias; nos casos de infeções mais severas, poderá administrar-se o dobro desta dose.
No tratamento da tosse convulsa - 40-50 mg/Kg/dia, administrados em doses repartidas, durante 5 a 14 dias.
No tratamento da sífilis primária - 48-64 g, administradas em doses repartidas, durante 10-15 dias No tratamento da Doença do Legionário – 1-4g/dia, administrados em doses repartidas.
No tratamento da Amebíase intestinal - Adultos: 1-2 g/dia, 4xdia, durante 10 a 14 dias. Crianças: 30 a 50 mg/Kg/dia administrados em doses repartidas, durante 10 a 14 dias.
No tratamento da uretrite - 500 mg, 4xdia, durante 7 dias.
Na profilaxia da endocardite bacteriana - 1 g (adultos), 20 mg/Kg (crianças), 1,5 - 2 horas antes da intervenção, seguidos de 500 mg (10 mg/Kg, para as crianças), de 6 em 6 horas, para 8 doses.
No tratamento das infeções estreptocócicas - o tratamento deve ser administrado durante pelo menos 10 dias. Na profilaxia contínua contra recorrência das infeções estreptocócicas nos indivíduos com antecedentes de febre reumática, a dose habitual são 500 mg, 2xdia.
VIA INTRAVENOSA
Para o tratamento de infeções graves em adultos e crianças, a dose intravenosa de lactobionato de eritromicina recomendada é de 15 a 20 mg/Kg/dia.
Para o tratamento de infeções muito graves podem ser administradas doses mais elevadas até 4 g/dia.
Tratamento da doença do legionário – Apesar das doses óptimas não terem sido determinadas, as doses recomendadas segundo dados clínicos conhecidos, variam de 1 a 4 g/dia, em doses repartidas.
Tratamento da gonorreia, causada pela N. Gonorrhoea – Em mulheres alérgicas à penicilina, administrar 500 mg de lactobionato de eritromicina cada 6 horas durante 3 dias, seguidos de 250 mg de eritromicina pela via oral, cada 6 horas durante 7 dias.
Aplicar 1 a 2 vezes/dia durante 4 a 6 semanas.
VIA ORAL
Adultos: 1-2 g/dia, administrados em doses repartidas (2xdia, 3xdia ou 4xdia), durante 5 a 14 dias; nos casos de infeções severas, a dose pode ser aumentada para 1 g, de 6 em 6 horas (4 g/dia).
Crianças: a posologia habitual são 30-50 mg/Kg/dia, administrados em doses repartidas, durante 5 a 14 dias; nos casos de infeções mais severas, poderá administrar-se o dobro desta dose.
No tratamento da tosse convulsa - 40-50 mg/Kg/dia, administrados em doses repartidas, durante 5 a 14 dias.
No tratamento da sífilis primária - 48-64 g, administradas em doses repartidas, durante 10-15 dias No tratamento da Doença do Legionário – 1-4g/dia, administrados em doses repartidas.
No tratamento da Amebíase intestinal - Adultos: 1-2 g/dia, 4xdia, durante 10 a 14 dias. Crianças: 30 a 50 mg/Kg/dia administrados em doses repartidas, durante 10 a 14 dias.
No tratamento da uretrite - 500 mg, 4xdia, durante 7 dias.
Na profilaxia da endocardite bacteriana - 1 g (adultos), 20 mg/Kg (crianças), 1,5 - 2 horas antes da intervenção, seguidos de 500 mg (10 mg/Kg, para as crianças), de 6 em 6 horas, para 8 doses.
No tratamento das infeções estreptocócicas - o tratamento deve ser administrado durante pelo menos 10 dias. Na profilaxia contínua contra recorrência das infeções estreptocócicas nos indivíduos com antecedentes de febre reumática, a dose habitual são 500 mg, 2xdia.
VIA INTRAVENOSA
Para o tratamento de infeções graves em adultos e crianças, a dose intravenosa de lactobionato de eritromicina recomendada é de 15 a 20 mg/Kg/dia.
Para o tratamento de infeções muito graves podem ser administradas doses mais elevadas até 4 g/dia.
Tratamento da doença do legionário – Apesar das doses óptimas não terem sido determinadas, as doses recomendadas segundo dados clínicos conhecidos, variam de 1 a 4 g/dia, em doses repartidas.
Tratamento da gonorreia, causada pela N. Gonorrhoea – Em mulheres alérgicas à penicilina, administrar 500 mg de lactobionato de eritromicina cada 6 horas durante 3 dias, seguidos de 250 mg de eritromicina pela via oral, cada 6 horas durante 7 dias.
Administração
Via cutânea, oral e intravenosa.
A suspensão oral e os comprimidos podem ser administrados independentemente das horas das refeições e para melhores concentrações sanguíneas recomenda-se fazer as tomas imediatamente antes das refeições.
A suspensão oral e os comprimidos podem ser administrados independentemente das horas das refeições e para melhores concentrações sanguíneas recomenda-se fazer as tomas imediatamente antes das refeições.
Contraindicações
Hipersensibilidade à eritromicina.
Nos doentes a receber tratamento com terfenadina, astemizole, cisaprida ou pimozida.
Nos doentes a receber tratamento com terfenadina, astemizole, cisaprida ou pimozida.
Efeitos indesejáveis/adversos
VIA CUTÂNEA:
No início do tratamento com o creme pode ocorrer um ligeiro eritema ou descamação que desaparecem com a continuação do tratamento.
Em alguns casos, os sintomas descritos podem ser a manifestação de uma reação de hipersensibilidade (eczema de contacto alérgico).
Se o medicamento (creme) se revelar demasiado gorduroso, pode ser alternado com a solução, visto que esta não é gordurosa.
O creme e a solução também podem ser aplicados alternadamente.
O tratamento prolongado pode resultar no agravamento da doença devido a aumento da resistência e na foliculite gram-negativa.
VIA ORAL:
Cardiopatias: Torsades de pointes; Taquicardia ventricular.
Afeções do ouvido e do labirinto: Surdez*; Acufenos; Vertigens.
Doenças gastrointestinais: Dor Abdominal; Diarreia; Náuseas; Pancreatite; Vómitos.
Afeções hepatobiliares: Disfunção hepática; Hepatite.
Doenças do sistema imunitário: Anafilaxia.
Infeções e infestações: Colite pseudomembranosa**.
Exames complementares de diagnóstico: Testes anormais da função hepática; Prolongamento do intervalo QT.
Doenças do metabolismo e da nutrição: Anorexia.
Doenças do sistema nervoso: Convulsões; Ataques.
Perturbações do foro psiquiátrico: Confusão; Alucinações.
Doenças renais e urinárias: Nefrite Intersticial.
Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneas: Eritema multiforme; Erupções cutâneas ligeiras; Síndrome Stevens-Johnson; Necrólise tóxica epidérmica; Urticária.
*Os problemas auditivos reversíveis ocorreram em doentes com insuficiência renal e em doentes tratados com doses elevadas de Eritromicina.
**A colite pseudomembranosa tem sido descrita com quase todos os agentes antibacterianos, e pode variar em gravidade desde ligeira a fatal. Deste modo, é importante considerar este diagnóstico em doentes que apresentem diarreia subsequente à administração de agentes antibacterianos.
No início do tratamento com o creme pode ocorrer um ligeiro eritema ou descamação que desaparecem com a continuação do tratamento.
Em alguns casos, os sintomas descritos podem ser a manifestação de uma reação de hipersensibilidade (eczema de contacto alérgico).
Se o medicamento (creme) se revelar demasiado gorduroso, pode ser alternado com a solução, visto que esta não é gordurosa.
O creme e a solução também podem ser aplicados alternadamente.
O tratamento prolongado pode resultar no agravamento da doença devido a aumento da resistência e na foliculite gram-negativa.
VIA ORAL:
Cardiopatias: Torsades de pointes; Taquicardia ventricular.
Afeções do ouvido e do labirinto: Surdez*; Acufenos; Vertigens.
Doenças gastrointestinais: Dor Abdominal; Diarreia; Náuseas; Pancreatite; Vómitos.
Afeções hepatobiliares: Disfunção hepática; Hepatite.
Doenças do sistema imunitário: Anafilaxia.
Infeções e infestações: Colite pseudomembranosa**.
Exames complementares de diagnóstico: Testes anormais da função hepática; Prolongamento do intervalo QT.
Doenças do metabolismo e da nutrição: Anorexia.
Doenças do sistema nervoso: Convulsões; Ataques.
Perturbações do foro psiquiátrico: Confusão; Alucinações.
Doenças renais e urinárias: Nefrite Intersticial.
Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneas: Eritema multiforme; Erupções cutâneas ligeiras; Síndrome Stevens-Johnson; Necrólise tóxica epidérmica; Urticária.
*Os problemas auditivos reversíveis ocorreram em doentes com insuficiência renal e em doentes tratados com doses elevadas de Eritromicina.
**A colite pseudomembranosa tem sido descrita com quase todos os agentes antibacterianos, e pode variar em gravidade desde ligeira a fatal. Deste modo, é importante considerar este diagnóstico em doentes que apresentem diarreia subsequente à administração de agentes antibacterianos.
Advertências

Gravidez:A Eritromicina apenas deve ser administrada durante a gravidez se absolutamente necessário.

Aleitamento:Deve ter-se precaução aquando da administração de Eritromicina a mulheres a amamentar.

Insuf. Hepática:Maior risco de toxicidade idiossincrásica.

Insuf. Renal:Dose máxima – 1,5 g/dia na IR grave; risco de ototoxicidade.
Precauções gerais
CREME
Evitar que o creme entre em contacto com os olhos, boca, feridas abertas e membranas mucosas.
A eritromicina tópica tem maior eficácia no tratamento do acne quando utilizada em associação com retinóides tópicos ou peróxido de benzoílo.
Nas formas mais graves deve ser utilizada terapêutica antibiótica oral.
SUSPENSÃO ORAL
Disfunção hepática incluindo enzimas hepáticas aumentadas e hepatite hepatocelular e/ou colestática, com ou sem icterícia, foram raramente descritas com Eritromicina.
Tem sido descrita colite pseudomembranosa com praticamente todos os antibacterianos, incluindo Macrólidos, que pode ser de gravidade ligeira ou chegar a ser de compromisso vital.
Existem relatórios que sugerem que a Eritromicina não atinge o feto em concentrações adequadas de modo a evitar a sífilis congénita. Os recém-nascidos de mães que durante a gravidez receberam Eritromicina oral para tratamento da sífilis primária devem ser devidamente medicados com penicilina.
Foram descritos casos de rabdomiólise com ou sem disfunção renal em indivíduos gravemente doentes tomando concomitantemente Eritromicina com lovastatina.
Dado que a Eritromicina é excretada principalmente pelo fígado, tal facto deve ser tido em atenção quando se administre o antibiótico em doentes com a função hepática diminuída.
A utilização prolongada ou repetida da Eritromicina pode provocar desenvolvimento excessivo de bactérias ou fungos não-sensíveis. Se se verificar superinfeção, a Eritromicina deve ser suspensa e instituído tratamento adequado.
Quando indicado, as áreas de infeções localizadas podem requerer incisão, drenagem cirúrgica ou outros atos cirúrgicos, adicionalmente ao tratamento com antibiótico.
A Eritromicina interfere com a determinação fluorimétrica das catecolaminas na urina.
Foi descrito que a Eritromicina pode agravar a função muscular dos doentes que sofrem de miastenia gravis.
Foram descritos casos de estenose hipertrófica do piloro em crianças após o tratamento com Eritromicina. Num grupo de 157 recém-nascidos que receberam Eritromicina para profilaxia da tosse convulsa, sete (5%) desenvolveram sintomas de vómitos não biliosos ou irritabilidade ao serem alimentados, tendo sido subsequentemente diagnosticados com estenose hipertrófica do piloro e requerendo piloromiotomia.
Dado que a Eritromicina pode ser usada no tratamento de crianças em situações associadas a mortalidade e morbilidade importantes (como a tosse convulsa ou Chlamydia) o benefício do tratamento com Eritromicina deverá ser avaliado relativamente ao potencial risco de desenvolvimento de estenose hipertrófica do piloro.
Deverão avisar-se os pais para contactar o médico assistente, caso se verifiquem vómitos ou irritabilidade quando os bebés são alimentados.
Evitar que o creme entre em contacto com os olhos, boca, feridas abertas e membranas mucosas.
A eritromicina tópica tem maior eficácia no tratamento do acne quando utilizada em associação com retinóides tópicos ou peróxido de benzoílo.
Nas formas mais graves deve ser utilizada terapêutica antibiótica oral.
SUSPENSÃO ORAL
Disfunção hepática incluindo enzimas hepáticas aumentadas e hepatite hepatocelular e/ou colestática, com ou sem icterícia, foram raramente descritas com Eritromicina.
Tem sido descrita colite pseudomembranosa com praticamente todos os antibacterianos, incluindo Macrólidos, que pode ser de gravidade ligeira ou chegar a ser de compromisso vital.
Existem relatórios que sugerem que a Eritromicina não atinge o feto em concentrações adequadas de modo a evitar a sífilis congénita. Os recém-nascidos de mães que durante a gravidez receberam Eritromicina oral para tratamento da sífilis primária devem ser devidamente medicados com penicilina.
Foram descritos casos de rabdomiólise com ou sem disfunção renal em indivíduos gravemente doentes tomando concomitantemente Eritromicina com lovastatina.
Dado que a Eritromicina é excretada principalmente pelo fígado, tal facto deve ser tido em atenção quando se administre o antibiótico em doentes com a função hepática diminuída.
A utilização prolongada ou repetida da Eritromicina pode provocar desenvolvimento excessivo de bactérias ou fungos não-sensíveis. Se se verificar superinfeção, a Eritromicina deve ser suspensa e instituído tratamento adequado.
Quando indicado, as áreas de infeções localizadas podem requerer incisão, drenagem cirúrgica ou outros atos cirúrgicos, adicionalmente ao tratamento com antibiótico.
A Eritromicina interfere com a determinação fluorimétrica das catecolaminas na urina.
Foi descrito que a Eritromicina pode agravar a função muscular dos doentes que sofrem de miastenia gravis.
Foram descritos casos de estenose hipertrófica do piloro em crianças após o tratamento com Eritromicina. Num grupo de 157 recém-nascidos que receberam Eritromicina para profilaxia da tosse convulsa, sete (5%) desenvolveram sintomas de vómitos não biliosos ou irritabilidade ao serem alimentados, tendo sido subsequentemente diagnosticados com estenose hipertrófica do piloro e requerendo piloromiotomia.
Dado que a Eritromicina pode ser usada no tratamento de crianças em situações associadas a mortalidade e morbilidade importantes (como a tosse convulsa ou Chlamydia) o benefício do tratamento com Eritromicina deverá ser avaliado relativamente ao potencial risco de desenvolvimento de estenose hipertrófica do piloro.
Deverão avisar-se os pais para contactar o médico assistente, caso se verifiquem vómitos ou irritabilidade quando os bebés são alimentados.
Cuidados com a dieta
Não interfere com alimentos e bebidas.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligar para o Centro de intoxicações.
VIA CUTÂNEA:
Improvável, na medida em que as quantidades de eritromicina aplicadas são muito reduzidas para originar toxicidade sistémica.
Se acidentalmente for ingerida solução deve realizar-se imediatamente uma lavagem gástrica.
VIA ORAL:
Em caso de sobredosagem, o tratamento com Eritromicina deve ser suspenso. A sobredosagem deve ser tratada com a eliminação do fármaco não absorvido e com medidas de suporte.
A Eritromicina não é removida por diálise peritoneal ou hemodiálise.
VIA CUTÂNEA:
Improvável, na medida em que as quantidades de eritromicina aplicadas são muito reduzidas para originar toxicidade sistémica.
Se acidentalmente for ingerida solução deve realizar-se imediatamente uma lavagem gástrica.
VIA ORAL:
Em caso de sobredosagem, o tratamento com Eritromicina deve ser suspenso. A sobredosagem deve ser tratada com a eliminação do fármaco não absorvido e com medidas de suporte.
A Eritromicina não é removida por diálise peritoneal ou hemodiálise.
Terapêutica interrompida
Não utilize uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de usar.
Cuidados no armazenamento
Não conservar acima de 25ºC.
Conservar na embalagem de origem.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Conservar na embalagem de origem.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e tolerância bacteriológica
Activa contra Mycoplasma sp., Legionella sp., Streptococcus pyogenes, Streptococcus pneumoniae, Staphylococcus aureus suscetíveis à oxacilina, Chlamydia sp., Campylobacter jejuni e Neisseria sp.
Age contra alguns bacilos Gram-positivos, Como Clostridium perfringens e Listeria monocytogenes. Tem actividade contra Pasteurella multocida, Borrelia sp., Bordetella pertussis. Moderada actividade contra Haemophilus influenzae.
Activa contra algumas micobactérias atípicas, Como Mycobacterium scrofulaceum e Mycobacterium kansasii.
Age contra alguns bacilos Gram-positivos, Como Clostridium perfringens e Listeria monocytogenes. Tem actividade contra Pasteurella multocida, Borrelia sp., Bordetella pertussis. Moderada actividade contra Haemophilus influenzae.
Activa contra algumas micobactérias atípicas, Como Mycobacterium scrofulaceum e Mycobacterium kansasii.
Antiarrítmicos + Eritromicina
Observações: Aumentam a depressão do miocárdio quando são administrados com outros AA. Aumentam o risco de arritmias ventriculares quando são dados com AA que prolongam o intervalo QTInteracções: Aumentam o risco de arritmias ventriculares quando são dados com AA que prolongam o intervalo QT: - Eritromicina - Eritromicina
Inibidores da HMG-CoA redutase + Eritromicina
Observações: Lovastatina, sinvastatina e, em menor extensão, atorvastatina, são susceptíveis aos inibidores do CYP3A4. Risco aumentado de miopatia aditiva com outros fármacos que podem causar miopatia.Interacções: Fármacos que diminuem o metabolismo das estatinas: - Eritromicina - Eritromicina
Cisaprida + Eritromicina
Observações: Susceptível à inibição do metabolismo por inibidores do CYP3A4. Concentrações séricas elevadas de cisaprida podem ser causa de arritmias ventricularesInteracções: Fármacos que reduzem o metabolismo da cisaprida, com possível arritmia ventricular: - Eritromicina - Eritromicina
Ácido gadoxético + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Um estudo de interação em indivíduos saudáveis demonstrou que a coadministração de eritromicina não influenciou a eficácia e a farmacocinética do Ácido gadoxético. - Eritromicina
Adapaleno + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Os tratamentos tópicos antiacne, como por exemplo as soluções de eritromicina (até 4%) pode ser aplicado de manhã, sendo o adapaleno creme aplicado à noite, dado que não há degradação mútua ou irritação cumulativa. - Eritromicina
Clindamicina + Tretinoína + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Os estudos in vitro têm demonstrado antagonismo entre eritromicina e clindamicina. - Eritromicina
Zafirlucaste + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: A coadministração com eritromicina resultará numa diminuição dos níveis plasmáticos de Zafirlucaste em aproximadamente 40%. - Eritromicina
Flupentixol + Eritromicina
Observações: Fármacos conhecidos por causarem distúrbios eletrolíticos como as tiazidas (hipocalemia) e fármacos conhecidos por aumentarem a concentração plasmática de decanoato de flupentixol devem ser também utilizados com precaução dado que podem aumentar o risco de prolongamento QT e arritmias malignas.Interacções: A coadministração deve ser evitada com alguns macrólidos (ex. eritromicina). - Eritromicina
Isradipina + Eritromicina
Observações: A isradipina não parece inibir as enzimas do citocromo P450, em particular CYP3A4, numa extensão clínica significativa. A ingestão concomitante de sumo de toranja pode aumentar a biodisponibilidade da isradipina.Interacções: A coadministração de Isradipina com inibidores fortes da CYP3A, tais como, antibióticos macrólidos (por exemplo, eritromicina, claritromicina, troleandomicina) deve ser feita com precaução. - Eritromicina
Clindamicina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Foi demonstrado haver antagonismo in vitro entre a clindamicina e a eritromicina; considerando a possibilidade de este facto apresentar significado clínico, não se devem administrar os dois fármacos concomitantemente. - Eritromicina
Mifepristona + Eritromicina
Observações: Não foram realizados estudos de interacção. Com base no metabolismo deste fármaco por CYP3A4, é possível o sumo de toranja iniba o seu metabolismo (aumentando os níveis séricos da mifepristona).Interacções: Com base no metabolismo deste fármaco por CYP3A4, é possível que o cetoconazol, o itraconazol, a eritromicina e o sumo de toranja inibam o seu metabolismo (aumentando os níveis séricos da mifepristona). - Eritromicina
Fesoterodina + Eritromicina
Observações: Dados in vitro demonstram que o metabolito activo da fesoterodina não inibe o CYP 1A2, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1, ou 3A4, ou induz o CYP 1A2, 2B6, 2C9, 2C19 ou 3A4 em concentrações plasmáticas clinicamente relevantes. Assim, é pouco provável que a fesoterodina altere a depuração dos medicamentos que são metabolizados por estas enzimas. Não são recomendados ajustes de dose na presença de inibidores moderados do CYP3A4 (p.ex.sumo de toranja).Interacções: Após o bloqueio do CYP3A4 pela coadministração de 200mg de fluconazol, um inibidor moderado do CYP3A4, duas vezes por dia durante 2 dias, a Cmax e a AUC do metabólito activo da fesoteroduina aumentaram aproximadamente 19% e 27%, respetivamente. Não são recomendados ajustes de dose na presença de inibidores moderados do CYP3A4 (p.ex., eritromicina, fluconazol, diltiazem, verapamilo e sumo de toranja). - Eritromicina
Lincomicina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Foi demonstrado haver antagonismo in vitro entre a lincomicina e a eritromicina; considerando a possibilidade de este facto apresentar significado clínico, não se devem administrar os dois fármacos concomitantemente. - Eritromicina
Bilastina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: A administração concomitante de 20 mg bilastina uma vez por dia 500 mg eritromicina três vezes por dia aumentou a AUC da bilastina em 2 vezes e a Cmax em 2 a 3 vezes. Estas alterações podem ser explicadas pela interação com os transportadores de efluxo intestinais, uma vez que a bilastina é um substrato da glicoproteína P e não é metabolizada. Estas alterações não parecem afectar o perfil de segurança da bilastina e da eritromicina. - Eritromicina
Buspirona + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: A administração concomitante de cloridrato de buspirona (10 mg em dose única) e eritromicina (1,5 g uma vez por dia durante quatro dias) em voluntários saudáveis aumentou as concentrações plasmáticas de buspirona (Cmáx aumentada em 5 vezes e AUC em 6 vezes), provavelmente pela inibição do CYP3A4. Se a buspirona e a eritromicina forem usadas em combinação, é recomendada uma dose baixa de cloridrato de buspirona (ex., 2,5 mg duas vezes por dia). Ajustes posológicos posteriores de qualquer um dos medicamentos, deverão basear-se na resposta clínica. - Eritromicina
Levocetirizina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Não foram efetuados estudos de interação com a levocetirizina (incluindo estudos com indutores da CYP3A4); estudos efetuados com o composto racemato cetirizina demonstraram não existir interações adversas clinicamente relevantes (com pseudoefedrina, cimetidina, cetoconazol, eritromicina, azitromicina, glipizida e diazepam). - Eritromicina
Desloratadina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Em ensaios clínicos efetuados com desloratadina comprimidos nos quais foi coadministrado eritromicina não se observaram quaisquer interações clinicamente relevantes. - Eritromicina
Prednisolona + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Recomenda-se, pelo contrário, reduzir as doses de prednisolona quando se administram ao mesmo tempo os fármacos seguintes: estrogénios (ou formulações com estrogénios) e alguns antibióticos (eritromicina e outros macrólidos). - Eritromicina
Ebastina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Foram observadas interações farmacocinéticas quando a ebastina é administrada concomitantemente com eritromicina. Esta interação resultou num aumento das concentrações plasmáticas de ebastina e numa menor extensão de carebastina, que, no entanto, não foram relacionadas com quaisquer efeitos farmacodinâmicos clinicamente significativos. - Eritromicina
Mizolastina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Embora a biodisponibilidade da mizolastina seja elevada e o fármaco seja principalmente metabolizado por glucoronidação, o cetoconazol e a eritromicina administrados por via sistémica aumentam, de forma moderada, a concentração plasmática da mizolastina pelo que o seu uso concomitante está contraindicado. - Eritromicina
Eritromicina + Teofilina
Observações: n.d.Interacções: Poderá ser necessário diminuir as doses de teofilina, quando esta é administrada concomitantemente com Eritromicina uma vez que pode verificar-se um aumento nos níveis séricos da teofilina e uma potencial toxicidade desta. Foram descritos casos de diminuição nas concentrações de Eritromicina quando esta foi administrada simultaneamente com teofilina. Esta diminuição pode resultar em concentrações subterapêuticas de Eritromicina. - Teofilina
Pitavastatina + Eritromicina
Observações: A pitavastatina é activamente transportada para os hepatócitos humanos por diversos transportadores hepáticos (incluindo transportadores orgânicos aniónicos polipeptídicos (OATP)), os quais podem estar envolvidos nas seguintes interações. Estudos de interacção com o sumo de toranja, inibidor conhecido do CYP3A4, não tive qualquer efeito clinicamente significativo nas concentrações plasmáticas de pitavastatina.Interacções: A administração concomitante de eritromicina com pitavastatina resultou num aumento de 2,8 vezes da AUC da pitavastatina. Recomenda-se uma suspensão temporária de pitavastatina durante o tratamento com eritromicina ou outros antibióticos macrólidos. - Eritromicina
Fluticasona + Salmeterol + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: A administração concomitante de eritromicina (500 mg via oral três vezes por dia) e de salmeterol (50 microgramas inalado duas vezes por dia), em 15 indivíduos saudáveis durante 6 dias, resultou num pequeno, mas não estatisticamente significativo, aumento da exposição ao salmeterol (1,4 vezes Cmax e 1,2 vezes AUC). A administração concomitante de eritromicina não foi associada a nenhum efeito adverso grave. - Eritromicina
Clindamicina + Peróxido de benzoílo + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Devido ao possível antagonismo com o componente clindamicina, não deve ser usado em combinação com medicamentos contendo eritromicina. - Eritromicina
Oxaliplatina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: In vitro, não se observou uma deslocação significativa da ligação da oxaliplatina às proteínas plasmáticas com os seguintes fármacos: eritromicina, salicilatos, Granissetrom, paclitaxel e valproato sódico. - Eritromicina
Prucaloprida + Eritromicina
Observações: A prucaloprida tem um baixo potencial de interação farmacocinética. É extensivamente excretada inalterada na urina (aproximadamente 60% da dose) e o metabolismo in vitro é muito lento. A prucaloprida não demonstrou inibir atividades específicas do CYP450 em estudos in vitro em microssomas de fígado humano em concentrações terapeuticamente relevantes. Embora a prucaloprida possa ser um fraco substrato para a glicoproteína - P (P - gp), não é um inibidor da P - gp em concentrações clinicamente relevantes.Interacções: Observou-e um aumento de 30% na concentração plasmática da eritromicina durante a administração concomitante de prucaloprida. O mecanismo desta interação não é claro. Doses terapêuticas de probenecida, cimetidina, eritromicina e paroxetina não afetaram a farmacocinética da prucaloprida. - Eritromicina
Carbonato de lítio + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Recomenda-se precaução na administração concomitante de lítio com outros medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT, por ex., eritromicina. - Eritromicina
Vidarabina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Os seguintes antibióticos tópicos podem ser combinados com vidarabina sem que sejam registradas reações adversas: gentamicina, eritromicina, cloranfenicol. - Eritromicina
Valpromida + Eritromicina
Observações: Porque o principal metabolito da valpromida é o valproato, produzem-se as mesmas interações que com o valproato.Interacções: Os níveis plasmáticos do ácido valproico podem aumentar (a consequência de um metabolismo hepático reduzido) quando se utiliza em conjunto com a cimetidina, fluoxetina e a eritromicina. - Eritromicina
Bazedoxifeno + Estrogénios conjugados + Eritromicina
Observações: O bazedoxifeno é sujeito a metabolismo pelas enzimas uridina difosfato glucuronil transferase (UGT) no trato intestinal e no fígado. O bazedoxifeno é sujeito a pouco, ou nenhum, metabolismo mediado pelo citocromo P450 (CYP). O bazedoxifeno não induz nem inibe as atividades das principais isoenzimas do CYP e é pouco provável que interaja com medicamentos coadministrados através do metabolismo mediado pelo CYP.Interacções: Os inibidores do CYP3A4, como a eritromicina, a claritromicina, o cetoconazol, o itraconazol, o ritonavir e o sumo de toranja, podem aumentar as concentrações plasmáticas de estrogénios e resultar em reações adversas. - Eritromicina
Nintedanib + Eritromicina
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos. Nintedanib é um substrato da gp-P. Apenas uma pequena parte da biotransformação do nintedanib é feita pelas vias do CYP. Nintedanib e os seus metabolitos, a fração ácido livre BIBF 1202 e o seu glucoronido BIBF 1202-glucoronido, não inibiram ou induziram as enzimas do CYP em estudos pré-clínicos. Assim, a probabilidade de interações medicamentosas com nintedanib com base no metabolismo do CYP é considerada baixa.Interacções: Se administrados concomitantemente com nintedanib, os inibidores potentes da gp-P (p. ex., cetoconazol ou eritromicina) podem aumentar a exposição ao nintedanib. Nestes casos, os doentes devem ser rigorosamente monitorizados para verificar a tolerabilidade ao nintedanib. O controlo de efeitos secundários pode requerer a interrupção, redução da dose ou descontinuação da terapêutica com Nintedanib. - Eritromicina
Azelastina + Fluticasona + Eritromicina
Observações: Em circunstâncias normais, atingem-se concentrações baixas de fluticasona após aplicação intranasal, devido ao extenso metabolismo de primeira passagem e uma depuração sistémica alta mediada pelo citocromo P450 3A4 no intestino e no fígado. Salienta-se que interações significativas mediadas pelo propionato de fluticasona são improváveis. Não foram realizados estudos específicos de interacção com o cloridrato de azelastina spray nasal. Foram realizados estudos de interacção com altas doses orais. Contudo, não têm relevância para a azelastina Spray Nasal porque as doses nasais recomendadas promovem uma exposição sistémica muito mais baixa.Interacções: Estudos mostraram que outros inibidores do citocromo P4503A4 promoveram aumentos na exposição sistémica ao propionato de fluticasona negligenciáveis (eritromicina) e mínimos (cetoconazole), sem reduções notáveis nas concentrações séricas de cortisol. - Eritromicina
Ácido valpróico (Valproato de sódio) + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: A administração concomitante de eritromicina pode aumentar as taxas séricas de valproato (pela diminuição do seu metabolismo hepático). - Eritromicina
Amprenavir + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Não foram efetuados ensaios clínicos farmacocinéticos com Amprenavir em associação com eritromicina, no entanto, os níveis plasmáticos de ambos os fármacos poderão estar aumentados em caso de administração concomitante. - Eritromicina
Felodipina + Eritromicina
Observações: A felodipina é um substrato CYP3A4. Fármacos que induzam ou inibam o CYP3A4, terão grande influência na concentração da felodipina.Interacções: A administração concomitante de felodipina com fármacos inibidores da isoenzima 3A4 do citocromo P450 hepático (p. ex., cimetidina, antifúngicos azol (itraconazol ou cetoconazol), antibióticos macrólidos (eritromicina, claritromicina e telitromicina) ou inibidores das proteases do VIH) conduzem ao aumento dos níveis plasmáticos de felodipina. - Eritromicina
Halazepam + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: As substâncias que inibem certos enzimas hepáticos (particularmente o citocromo P450), como a cimetidina, eritromicina e cetoconazol, podem intensificar a atividade das benzodiazepinas. Este efeito também se aplica às benzodiazepinas que são metabolizadas apenas por conjugação, ainda que em menor grau. Existem referências a interações farmacocinéticas com as benzodiazepinas. - Eritromicina
Hidrocortisona + Eritromicina
Observações: População pediátrica: Não foram realizados estudos de interacção.Interacções: Medicamentos como a cimetidina, eritromicina e o cetoconazol podem inibir o metabolismo dos corticosteroides e assim diminuir a sua clearance. - Eritromicina
Ivabradina + Eritromicina
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: Utilização concomitante não recomendada: Medicamentos não cardiovasculares que prolongam o intervalo QT (por ex. pimozida, ziprasidona, sertindol, mefloquina, halofantrina, pentamidina e cisaprida, eritromicina intravenosa). A utilização concomitante de ivabradina com medicamentos cardiovasculares e não cardiovasculares que prolongam o intervalo QT deve ser evitada porque o prolongamento do intervalo QT pode ser exacerbado pela redução da frequência cardíaca. Se a combinação for necessária, impõe-se cuidadosa monitorização cardíaca. Utilização concomitante contraindicada: A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 tais como os antifúngicos azol (cetoconazol, itraconazol), antibióticos macrólidos (claritromicina, eritromicina oral, josamicina, telitromicina), inibidores da protease do VIH (nelfinavir, ritonavir) e nefazodona está contraindicada. Os inibidores potentes do CYP3A4, cetoconazol (200 mg uma vez por dia) e josamicina (1 g duas vezes por dia), aumentaram a exposição plasmática média da ivabradina em 7 a 8 vezes. - Eritromicina
Pravastatina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Observou-se, num dos dois estudos de interação com pravastatina e eritromicina, um aumento estatisticamente significativo da AUC (70%) e da Cmax (121%) da pravastatina. Num estudo semelhante com claritromicina, observou-se um aumento estatisticamente significativo da AUC (110%) e da Cmax (127%). Apesar destas alterações serem de menor importância, devem tomar-se precauções ao associar-se pravastatina com eritromicina ou com claritromicina. - Eritromicina
Ivacaftor + Eritromicina
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos. O ivacaftor é um substrato da CYP3A4 e da CYP3A5. É um inibidor fraco das CYP3A e da P-gp e um inibidor potencial da CYP2C9. O ivacaftor é um substrato sensível das CYP3A.Interacções: Recomenda-se uma diminuição da dose de Ivacaftor para 150 mg uma vez por dia em doentes medicados concomitantemente com inibidores moderados das CYP3A, como o fluconazol e a eritromicina. - Eritromicina
Pravastatina + Ácido acetilsalicílico + Eritromicina
Observações: Não há evidência de interações farmacocinéticas clinicamente significativas na co-administração da pravastatina com o ácido acetilsalicílico.Interacções: Num de dois estudos de interação com pravastatina e eritromicina foi observado um aumento estatisticamente significativo na AUC (70%) e na Cmax (121%) da pravastatina. Apesar destas alterações serem minor, deverá ter-se precaução na associação de pravastatina com eritromicina ou claritromicina. - Eritromicina
Felodipina + Ramipril + Eritromicina
Observações: A felodipina é um substrato do CYP3A4. Os dados de ensaios clínicos têm demonstrado que o duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) através do uso combinado de inibidores da ECA, antagonistas dos recetores da angiotensina II ou aliscireno está associado a uma maior frequência de acontecimentos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia e função renal diminuída (incluindo insuficiência renal aguda) em comparação com o uso de um único fármaco com ação no SRAA.Interacções: A felodipina é um substrato do CYP3A4. Medicamentos que induzam ou inibam o CYP3A4 têm uma grande influência nas concentrações de felodipina no plasma. Inibidores potentes do citocromo P450 3A4 incluem os antifúngicos azóis, antibióticos macrólidos, telitromicina e inibidores da protease VIH. Durante a administração concomitante da felodipina com a eritromicina, a Cmax e AUC aumentaram aproximadamente 2,5 vezes. Deve ser evitada a associação com inibidores potentes do CYP3A4. - Eritromicina
Imatinib + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Substâncias ativas que podem aumentar as concentrações plasmáticas de imatinib: As substâncias que inibem a atividade da isoenzima CYP3A4 do citocromo P450 (por ex. inibidores da protease tais como indinavir, lopinavir/ritonavir, ritonavir, saquinavir, telaprevir, nelfinavir, boceprevir; antifúngicos azois incluindo cetoconazol, itraconazol, posaconazol, voriconazol; alguns macrólidos tais como eritromicina, claritromicina e telitromicina ) podem diminuir o metabolismo e aumentar as concentrações de imatinib. Houve um aumento significativo na exposição ao imatinib (a Cmax e a AUC médias do imatinib aumentaram em 26% e 40%, respetivamente) em indivíduos saudáveis quando ele foi coadministrado com uma dose única de cetoconazole (um inibidor da CYP3A4). Devem ser tomadas precauções quando se administra imatinib com inibidores da família da CYP3A4. - Eritromicina
Lapatinib + Eritromicina
Observações: O lapatinib é predominantemente metabolizado pelo CYP3A.Interacções: O lapatinib é um substrato para as proteínas transportadoras da Pgp (glicoproteína P) e BCRP. Os inibidores (cetoconazol, itraconazol, quinidina, verapamil, ciclosporina, eritromicina) e os indutores (rifampicina, Hipericão) destas proteínas podem alterar a exposição e/ou distribuição do lapatinib. - Eritromicina
Loratadina + Pseudoefedrina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Foi demonstrado que os inibidores do CYP3A4 e CYP2D6 aumentam a exposição da loratadina e desloratadina. No entanto, dado o largo índice terapêutico da loratadina, não são expectáveis interações clinicamente relevantes e não foram observadas com a administração concomitante de eritromicina, cetoconazole e cimetidina nos ensaios clínicos realizados. - Eritromicina
Melperona + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Recomenda-se precaução no caso de tratamento concomitante com outros fármacos que possam prolongar o intervalo QT, tais como os antipsicóticos atípicos, anti-arrítmicos das Classes 1A e III, moxifloxacina, eritromicina, metadona, mefloquina, antidepressivos tricíclicos, lítio ou cisaprida. - Eritromicina
Ranolazina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: O diltiazem (180 a 360 mg uma vez ao dia), um inibidor do CYP3A4 moderadamente potente, causa um aumento dependente da dose das concentrações médias em estado estacionário da ranolazina de 1,5 a 2,4 vezes. Recomenda-se o ajustamento cuidadoso da dosagem de Ranolazina em doentes tratados com diltiazem e outros inibidores do CYP3A4 de potência moderada (p.ex. eritromicina, fluconazol). Pode ser necessário reduzir a posologia de Ranolazina. Existe um risco teórico de o tratamento concomitante com ranolazina e outros fármacos que se saiba prolongarem o intervalo QTc poder originar uma interação farmacodinâmica e aumentar o possível risco de arritmias ventriculares. Como exemplos de tais fármacos, podemos referir certos Antihistamínicos (p.ex. terfenadina, astemizol, mizolastina), certos anti-arrítmicos (p.ex. quinidina, disopiramida, procainamida), a eritromicina e os antidepressivos tricíclicos (p.ex. imipramina, doxepina, amitriptilina). - Eritromicina
Triazolam + Eritromicina
Observações: Podem ocorrer interações farmacocinéticas quando o triazolam é administrado com fármacos que interferem com o seu metabolismo. Compostos inibidores de determinadas enzimas hepáticas (particularmente o citocromo P4503A4) podem aumentar a concentração de triazolam e provocar um aumento da sua atividade. Dados de estudos clínicos com triazolam, estudos in vitro com triazolam e estudos clínicos com fármacos metabolizados de modo semelhante ao triazolam fornecem provas de vários graus de interacção e várias interações possíveis entre o triazolam e outros fármacos.Interacções: Recomenda-se precaução e deve ter-se em consideração a hipótese de diminuir a dose, nos casos em que o triazolam é coadministrado com cimetidina ou antibióticos macrólidos, tais como a eritromicina, claritromicina e troleandomicina. - Eritromicina
Vardenafil + Eritromicina
Observações: Estudos in vitro Vardenafil é metabolizado predominantemente por enzimas hepáticas através da isoforma 3A4 do citocromo P450 (CYP), com alguma contribuição das isoformas CYP3A5 e CYP2C. Assim, os inibidores destas isoenzimas podem reduzir a taxa de depuração do vardenafil.Interacções: A administração concomitante de eritromicina (500 mg três vezes ao dia), um inibidor do CYP3A4, com vardenafil (5 mg) resultou num aumento de 4 vezes da AUC do vardenafil e de 3 vezes da Cmax. Pode ser necessário ajustar a posologia de vardenafil quando usado em associação com um inibidor moderado do CYP3A4, tal como a eritromicina ou a claritromicina. - Eritromicina
Zaleplom + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: A coadministração de Zaleplom com uma dose única de 800 mg de eritromicina, um inibidor potente e seletivo da CYP3A4, provocou um aumento de 34% nas concentrações plasmáticas do zaleplon. Não se considera necessário efectuar, por rotina, ajustes posológicos do Zaleplom, mas os doentes devem ser alertados que os efeitos sedativos podem ser potenciados. - Eritromicina
Sinvastatina + Fenofibrato + Eritromicina
Observações: Não foram realizados estudos de interacção com Fenofibrato / Sinvastatina. Interações relevantes para monoterapias. A sinvastatina é um substrato do citocromo P4503A4. O fenofibrato e a sinvastatina não são inibidores nem indutores do CYP3A4. Deste modo, não se espera que Fenofibrato / Sinvastatina afete as concentrações plasmáticas de substâncias metabolizadas pelo CYP3A4. O fenofibrato e a sinvastatina não são inibidores do CYP2D6, do CYP2E1 nem do CYP1A2. O fenofibrato é um inibidor ligeiro a moderado do CYP2C9 e um inibidor fraco do CYP2C19 e do CYP2A6. Devem monitorizar-se atentamente os doentes a quem são administrados concomitantemente Fenofibrato / Sinvastatina e fármacos metabolizados pelo CYP2C19, pelo CYP2A6 ou, sobretudo, pelo CYP2C9 com um índice terapêutico estreito e, se necessário, recomenda-se um ajuste da dose destes fármacos.Interacções: Os inibidores potentes do citocromo P4503A4 aumentam o risco de miopatia e de rabdomiólise através de uma maior concentração da atividade inibitória de HMG-CoA redutase no plasma durante a terapêutica com sinvastatina. Estes inibidores incluem itraconazol, cetoconazol, posaconazol, eritromicina, claritromicina, telitromicina, inibidores da protease do VIH (ex.: nelfinavir) e nefazodona. A combinação com itraconazol, cetoconazol, posaconazol, inibidores da protease do VIH (ex.: nelfinavir), eritromicina, claritromicina, telitromicina e nefazodona é contraindicada. Se o tratamento com itraconazol, cetoconazol, posaconazol, eritromicina, claritromicina ou telitromicina for inevitável, a terapêutica com Fenofibrato / Sinvastatina tem de ser suspensa durante o período de tratamento. Deve ter-se cuidado ao combinar Fenofibrato / Sinvastatina com alguns outros inibidores menos potentes do CYP3A4: fluconazol, verapamil ou diltiazem. - Eritromicina
Dextrometorfano + Quinidina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: A quinidina é metabolizada pela CYP3A4. É de esperar que a administração concomitante de medicamentos que inibem a CYP3A4 aumente os níveis plasmáticos da quinidina, o que pode aumentar o risco relativamente ao prolongamento do intervalo QTc. Durante o tratamento com o este medicamento, os inibidores fortes e moderados da CYP3A4 devem ser evitados. Estes incluem, entre outros, atazanavir, claritromicina, indinavir, itraconazol, cetoconazol, nefazodona, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, telitromicina, amprenavir, aprepitante, diltiazem, eritromicina, fluconazol, fosamprenavir, sumo de toranja e verapamilo. Caso se considere necessário o tratamento concomitante com inibidores fortes ou moderados da CYP3A4, recomenda-se que seja realizada uma avaliação eletrocardiográfica (ECG) do intervalo QT antes da administração do Dextrometorfano + Quinidina e, subsequentemente, num(em) ponto(s) temporal(is) adequado(s). - Eritromicina
Amlodipina + Candesartan + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: O uso concomitante de amlodipina com inibidores fortes ou moderados da CYP3A4 (inibidores da protease, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamil ou diltiazem) podem originar a um aumento significativo na exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Como tal, pode ser necessária monitorização clínica e ajustes de dose. - Eritromicina
Estreptomicina + Neomicina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Antagonismo com o cloranfenicol ou eritromicina. - Eritromicina
Ácido acetilsalisílico + Atorvastatina + Ramipril + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Os inibidores moderados da CYP3A4 (p. ex., eritromicina, diltiazem, verapamil e fluconazol) podem aumentar as concentrações plasmáticas de atorvastatina. Observou-se um maior risco de miopatia com a utilização de eritromicina em associação com estatinas. Por conseguinte, recomenda-se a monitorização clínica apropriada do doente quando utilizada concomitantemente com inibidores moderados da CYP3A4. Recomenda-se a monitorização clínica apropriada após o início ou após ajustes posológicos do inibidor. Eritromicina 500 mg QID, 7 dias Atorvastatina 10 mg, SD Recomenda-se a monitorização clínica apropriada destes doentes. - Eritromicina
Mesilato de di-hidroergocriptina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: A alfa- di-hidroergocriptina é metabolizada por efeito de primeira passagem através da isoenzima CYP3A4 do citocromo P450. Um estudo farmacocinético em doentes saudáveis demonstrou que com a toma concomitante de eritromicina, os níveis séricos de alfa- di- hidroergocriptina e seus metabólitos estão definitivamente aumentados. Devido a este facto há um risco potencialmente aumentado de efeitos adversos. Por isso, durante a administração de fármacos que inibem o CYP3A4, a dose de alfa- di-hidroergocriptina deve ser ajustada. Os macrólidos (por exemplo eritromicina) não devem ser administrados conjuntamente com a alfa- di-hidroergocriptina devido ao aumento do efeito desta última. - Eritromicina
Tiotepa + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: A tiotepa parece ser metabolizada através de CYP2B6 e CYP3A4. A administração concomitante com inibidores de CYP2B6 (por exemplo, clopidogrel e ticlopidina) ou de CYP3A4 (por exemplo, antifúngicos de tipo azol, macrólidos como eritromicina, claritromicina, telitromicina e inibidores da protease) pode aumentar as concentrações plasmáticas de tiotepa e potencialmente diminuir as concentrações do metabólito activo TEPA. - Eritromicina
Vinblastina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: A eritromicina pode aumentar a toxicidade da vinblastina. - Eritromicina
Ticagrelor + Eritromicina
Observações: Ticagrelor é principalmente um substrato do CYP3A4 e um inibidor ligeiro do CYP3A4. O ticagrelor é igualmente um substrato da glicoproteína-P ( P-gp) e um inibidor fraco da P-gp e pode aumentar a exposição de substratos P-gp.Interacções: Inibidores moderados do CYP3A4: A administração concomitante de diltiazem com ticagrelor aumentou a Cmax de ticagrelor em 69% e a AUC em cerca de 2,7 vezes e diminuiu a Cmax do metabólito activo em 38% e a AUC manteve-se inalterada. Não se observou efeito de ticagrelor nos níveis plasmáticos de diltiazem. É esperado que outros inibidores moderados do CYP3A4 (p.ex. amprenavir, aprepitant, eritromicina e fluconazol) tenham um efeito similar e possam também ser administrados conjuntamente com Ticagrelor. - Eritromicina
Terlipressina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: O tratamento concomitante com medicamentos que se sabe que induzem a bradicardia (por ex., propofol, sufentanil) pode provocar bradicardia grave. A terlipressina pode despoletar arritmias ventriculares, incluindo "Torsade de pointes". Isto significa que devem ser exercidos os máximos cuidados no uso da terlipressina em doentes a tomar medicamentos concomitantes que possam prolongar o intervalo do QT, como anti-arrítmicos de classe IA e III, eritromicina, determinados Antihistamínicos e antidepressivos tricíclicos ou medicamentos que possam provocar hipocalaemia ou hipomagnesemia (por ex., alguns diuréticos). - Eritromicina
Suvorexanto + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Se suvorexanto for usado com medicamentos que inibam moderadamente a CYP3A enzima do fígado, como verapamil, eritromicina, diltiazem, ou dronedarona, recomenda-se que a dose de suvorexanto seja ajustado. - Eritromicina
Rosuvastatina + Valsartan + Eritromicina
Observações: Não foram efetuados estudos de interação com Rosuvastatina / Valsartan e outros medicamentos. Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.Interacções: Eritromicina: O uso concomitante de rosuvastatina e eritromicina resultou num decréscimo de 20% na AUC e um decréscimo de 30% na Cmax de rosuvastatina. Esta interação pode ser provocada pelo aumento da motilidade intestinal causada pela eritromicina. - Eritromicina
Eluxadolina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Substratos do CYP3A: A eluxadolina pode aumentar a exposição de medicamentos coadministrados metabolizados pelo citocromo CYP3A4. Deve ter-se precaução quando se administrar tais fármacos (por exemplo, midazolam, eritromicina, nifedipina), especialmente para aqueles com índice terapêutico estreito (por exemplo, alfentanilo, di-hidroergotamina, ergotamina, fentanilo, pimozida, quinidina, sirolimus, tacrolimus). A concentração destes medicamentos com índice terapêutico estreito coadministrados ou dos seus outros marcadores farmacodinâmicos deve de ser monitorizada, quando o uso concomitante de eluxadolina for iniciado ou descontinuado. - Eritromicina
Venetoclax + Eritromicina
Observações: Venetoclax é metabolizado predominantemente pelo CYP3A.Interacções: Agentes que podem aumentar as concentrações plasmáticas de venetoclax: Inibidores do CYP3A: No início e durante a fase de titulação da dose, deve ser evitada a utilização concomitante de venetoclax com inibidores moderados do CYP3A (p. ex. eritromicina, ciprofloxacina, diltiazem, fluconazol, verapamilo). Devem considerar-se tratamentos alternativos. Caso um inibidor moderado do CYP3A tenha que ser utilizado, as doses inicial e de titulação de venetoclax devem ser reduzidas em pelo menos 50%. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados em relação a sinais e sintomas de SLT. Nos doentes que completaram a fase de titulação da dose e estão a receber uma dose diária estável de venetoclax, a dose de venetoclax deve ser reduzida em 50% quando utilizada concomitantemente com inibidores moderados do CYP3A e em 75% quando utilizada concomitantemente com inibidores fortes do CYP3A. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados em relação a sinais de toxicidade e a dose poderá ter de ser ainda mais ajustada. A dose de venetoclax utilizada antes do início do inibidor do CYP3A deve ser retomada 2 a 3 dias após a descontinuação do inibidor. - Eritromicina
Carvedilol + Ivabradina + Eritromicina
Observações: Não se observaram interações entre o carvedilol e a ivabradina num estudo de interações efetuado em voluntários saudáveis. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.Interacções: Utilização concomitante contraindicada do Carvedilol / Ivabradina: Inibidores potentes do CYP3A4 (antifúngicos azois (cetoconazol, itraconazol), antibióticos macrólidos (claritromicina, eritromicina oral, josamicina, telitromicina), inibidores da protease do VIH (nelfinavir, ritonavir) e nefazodona. Ivabradina - Utilização concomitante contraindicada: interação farmacocinética: A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 é contraindicada. Os inibidores potentes do CYP3A4, tais como o cetoconazol (200 mg uma vez por dia) e a josamicina (1 g duas vezes por dia) aumentaram a exposição plasmática média à ivabradina em 7 a 8 vezes. Carvedilol - Utilização concomitante com precauções: Os doentes medicados com inibidores enzimáticos do citocromo P450 (p.ex. cimetidina, fluoxetina, verapamilo, cetoconazol, haloperidol, eritromicina) devem ser cuidadosamente monitorizados durante o tratamento concomitante com carvedilol. Utilização concomitante não recomendada do Carvedilol / Ivabradina: Medicamentos cardiovasculares que prolongam o intervalo QT (por ex. quinidina, disopiramida, bepridilo, sotalol, ibutilida, amiodarona). Medicamentos não cardiovasculares que prolongam o intervalo QT (por ex. pimozida, ziprasidona, sertindol, mefloquina, halofantrina, pentamidina, cisaprida e eritromicina intravenosa). Ivabradina - Utilização concomitante não recomendada: A utilização concomitante de medicamentos cardiovasculares e não cardiovasculares que prolongam o intervalo QT e de ivabradina deve ser evitada, uma vez que o prolongamento do QT pode ser exacerbado pela diminuição da frequência cardíaca. Se a combinação for necessária, impõe-se cuidadosa monitorização cardíaca. Carvedilol - Utilização concomitante com precauções com a amiodarona: Em doentes com insuficiência cardíaca a amiodarona diminuiu a depuração do S-carvedilol, muito provavelmente através da inibição do CYP2C9. A concentração plasmática média de R-carvedilol permaneceu inalterada. Consequentemente, existe um risco potencial de aumento do bloqueio- beta provocado por um aumento da concentração plasmática de S- carvedilol. Foram observados casos isolados de perturbações da condução (raramente com implicação hemodinâmica) quando o carvedilol foi administrado com amioradona. A coadministração de carvedilol e amiodarona (oral) deve ser cuidadosamente monitorizada dado já terem sido notificados casos de bradicardia, paragem cardíaca e fibrilhação ventricular pouco tempo após o início do tratamento concomitante. - Eritromicina
Sibutramina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: A sibutramina e os seus metabólitos activos são eliminados por metabolismo hepático; a principal enzima envolvida é a CYP3A4 e poderão igualmente contribuir a CYP2C9 e a CYP1A2. Deve ter-se especial cuidado durante a administração concomitante de sibutramina com fármacos que afetam a atividade da enzima CYP3A4. Entre os inibidores da CYP3A4 incluem-se o cetoconazol, itraconazol, eritromicina, claritromicina, troleandomicina e a ciclosporina. Um estudo sobre interação medicamentosa revelou que a administração concomitante de cetoconazol ou eritromicina com sibutramina induziu um aumento das concentrações plasmáticas (AUC) dos metabólitos activos da sibutramina (23% ou 10% respetivamente). Verificaram-se aumentos médios da frequência cardíaca até 2,5 batimentos por minuto em relação à administração isolada de sibutramina. - Eritromicina
Fentanilo + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: O fentanilo é metabolizado pela isoenzima CYP3A4 nas mucosas hepática e intestinal. Inibidores potentes do CYP3A4 tais como os antibióticos macrólidos (e.g. eritromicina), antifúngicos azóis (e.g. cetoconazol, itraconazol e fluconazol) e alguns inibidores da protease (e.g. ritonavir), podem aumentar a biodisponibilidade do fentanilo ingerido e podem também diminuir a sua depuração sistémica, a qual pode resultar num efeito opiáceo aumentado ou prolongado. Efeitos semelhantes podem ser observados após a ingestão concomitante de sumo de toranja, que se sabe inibir o citocromo CYP3A4. Assim aconselha-se precaução na administração concomitante de fentanilo com inibidores do CYP3A4. - Eritromicina
Metilergometrina + Eritromicina
Observações: Os alcaloides da cravagem do centeio são substratos do CYP3A4.Interacções: interações que levam a que a utilização concomitante não seja recomendada: Inibidores do CYP3A4: A utilização concomitante de Metilergometrina com inibidores potentes do CYP3A4, como os antibióticos da classe dos macrólidos (p.ex. troleandomicina, eritromicina, claritromicina), inibidores da transcriptase reversa ou da protease do VIH (p.ex. ritonavir, indinavir, nelfinavir, delavirdine) ou antifúngicos da classe dos azóis (p.ex. cetoconazol, itraconazol, voriconazol), deve ser evitada, pois esta pode levar a uma elevada exposição à metilergometrina e a toxicidade da cravagem do centeio (vasoespasmo ou isquémia das extremidades ou outros tecidos). - Eritromicina
Fexofenadina + Eritromicina
Observações: A fexofenadina não sofre biotransformação hepática, não havendo assim interacção com outros medicamentos através de mecanismos hepáticos.Interacções: A coadministração de cloridrato de fexofenadina com eritromicina ou cetoconazol mostrou resultar num aumento do nível plasmático de fexofenadina de 2 a 3 vezes. As alterações não foram acompanhadas de qualquer efeito no intervalo QT e não foram associadas com qualquer aumento de efeitos adversos em comparação com os medicamentos dados isoladamente. Estudos em animais mostraram que o aumento de níveis plasmáticos de fexofenadina observado após coadministração de eritromicina ou cetoconazol parece ser devido a um aumento de absorção gastrointestinal e a uma redução quer da excreção biliar quer da secreção gastrointestinal, respetivamente. - Eritromicina
Fidaxomicina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Efeito do inibidor da gp-P na fidaxomicina: A fidaxomicina é um substrato da gp-P. A coadministração de doses únicas do inibidor da gp-P ciclosporina A e Fidaxomicina em voluntários saudáveis resultou num aumento de 4 e 2 vezes na Cmax e na AUC da fidaxomicina, respetivamente, e num aumento de 9,5 e 4 vezes na Cmax e na AUC, respetivamente, do metabólito activo principal OP - 1118. Como a relevância clínica deste aumento da exposição não é clara, não é recomendada a administração concomitante de inibidores potentes da gp-P, tais como a ciclosporina, cetoconazol, eritromicina, claritromicina, verapamilo, dronedarona e amiodarona. - Eritromicina
Mesilato de di-hidroergotamina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: O uso concomitante de inibidores do citocromo P450 3A(CYP3A) tais como, antibióticos macrólidos (por exemplo, eritromicina, troleandomicina, claritromicina), inibidores da protease na terapêutica do VIH e da transcriptase reversa (por exemplo, ritonavir, indinafir, nelfinavir, delavirdine) ou antifúngicos azóis (por exemplo, cetoconazole, itraconazol, voriconazole) com Mesilato de di-hidroergotamina tem de ser evitado, pois pode resultar numa exposição elevada à dihidroergotamina e a toxicidade causada pela ergotamina (vasoespasmo e isquémia das extremidades e de outros tecidos). - Eritromicina
Atorvastatina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Com a eritromicina recomenda-se uma dose máxima mais baixa e a monitorização clínica destes doentes. - Eritromicina
Fluindiona + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Associações que requerem precauções de utilização: Macrólidos (azitromicina, claritromicina, diritromicina, eritromicina, josamicina, midecamycin, roxitromicina, telitromicina, troleandomicina): Aumento do efeito anticoagulante oral e risco de hemorragia. Monitorização mais frequente do INR. Ajustar a dosagem de anticoagulante oral durante o tratamento com macrolídeos e após a sua retirada. - Eritromicina
Lumacaftor + Ivacaftor + Eritromicina
Observações: O lumacaftor é um indutor potente das CYP3A e o ivacaftor é um inibidor fraco das CYP3A, quando administrados em monoterapia. Existe a possibilidade de outros medicamentos afetarem lumacaftor/ivacaftor quando administrados concomitantemente, assim como de lumacaftor/ivacaftor afetar outros medicamentos.Interacções: Eritromicina: Não se recomendam ajustes posológicos de lumacaftor/ivacaftor quando coadministrado com eritromicina. Deve considerar-se uma alternativa à eritromicina, como a azitromicina. Lumacaftor/ivacaftor pode diminuir a exposição da eritromicina, o que pode reduzir a sua eficácia. - Eritromicina
Rosuvastatina + Eritromicina
Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.Interacções: Eritromicina: O uso concomitante de rosuvastatina e eritromicina resultou num decréscimo de 20% da AUC (0-t) e numa diminuição de 30% da Cmáx da rosuvastatina. Esta interação pode ser provocada pelo aumento da motilidade intestinal causado pela eritromicina. - Eritromicina
Rupatadina + Eritromicina
Observações: Os estudos de interacção foram apenas realizados em adultos e adolescentes (com mais de 12 anos) com rupatadina 10 mg comprimidos.Interacções: A administração concomitante com inibidores potentes do CYP3A4 (ex. itraconazol, cetoconazol, voriconazol, posaconazol, inibidores da protease do VIH, claritromicina, nefazodona) deve ser evitada e a administração concomitante com inibidores moderados do CYP3A4 (eritromicina, fluconazol, diltiazem) deve ser realizada com precaução. A administração concomitante de 20 mg de rupatadina e cetoconazol ou eritromicina aumenta a exposição sistémica à rupatadina 10 e 2-3 vezes respetivamente. Estas modificações não foram associadas a um efeito no intervalo QT ou a um aumento das reações adversas em comparação com a administração separada dos fármacos. - Eritromicina
Ruxolitinib + Eritromicina
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos. Ruxolitinib é eliminado através de metabolismo catalisado por CYP3A4 e CYP2C9. Assim, os medicamentos que inibem estas enzimas podem dar origem a um aumento da exposição a ruxolitinib.Interacções: Inibidores fracos a moderados da CYP3A4 (tais como, mas não limitados a, ciprofloxacina, eritromicina, Amprenavir, atazanavir, diltiazem, cimetidina). Em indivíduos saudáveis a administração concomitante de ruxolitinib (dose única 10 mg) com eritromicina 500 mg duas vezes por dia, durante quatro dias, resultou em Cmax e AUC de ruxolitinib superiores em 8% e 27%, respetivamente, face a ruxolitinib isoladamente. Não se recomenda ajuste posológico quando ruxolitinib é coadministrado com inibidores fracos a moderados da CYP3A4 (p. ex.eritromicina). Contudo, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados para identificação de citopenias aquando do início da terapêutica com um inibidor moderado da CYP3A4. - Eritromicina
Cetirizina + Pseudoefedrina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Foram realizados estudos de interação farmacocinética de cetirizina com eritromicina, não se verificaram interações farmacocinéticas. Estudos de cetirizina com eritromicina não revelaram evidência de interações clínicas adversas. - Eritromicina
Ramipril + Amlodipina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Associadas à amlodipina Efeitos de outros medicamentos sobre a amlodipina Inibidores do CYP3A4: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores moderados ou fortes do CYP3A4 (inibidores da protease, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina, verapamil ou diltiazem), podem levar a um aumento significante da exposição à amlodipina. O significado clínico destas alterações farmacocinéticas pode ser mais pronunciado em idosos. A monitorização clínica e o ajuste de dose podem ser necessários. - Eritromicina
Rosuvastatina + Ezetimiba + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: A utilização concomitante de rosuvastatina e eritromicina resultou num decréscimo de 20% na AUC0-t e um decréscimo de 30% na Cmax da rosuvastatina. Esta interação pode ser provocada pelo aumento da motilidade intestinal causada pela eritromicina. - Eritromicina
Ciclosporina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: A eritromicina pode aumentar a exposição da ciclosporina 4 a 7 vezes, resultando algumas vezes em nefrotoxicidade. Foi notificado que a claritromicina duplica a exposição da ciclosporina. - Eritromicina
Propafenona + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Fármacos que inibem o CYP2D6, CYP1A2 e CYP3A4, por ex. cetoconazol, cimetidina, quinidina, eritromicina e o sumo de toranja, podem conduzir a um aumento dos níveis de cloridrato de propafenona. Quando o cloridrato de propafenona é administrado com inibidores destas enzimas, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados e a dose ajustada convenientemente. - Eritromicina
Propiverina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: É possível a ocorrência de interações farmacocinéticas com outros fármacos metabolizados pelo citocromo P450 3A4 (CYP3A4). Contudo, não se espera um aumento muito acentuado das concentrações para estes fármacos, dado que, os efeitos da propiverina são pequenos comparado com os efeitos dos inibidores enzimáticos clássicos (ex: cetoconazol ou sumo de toranja). A propiverina pode ser considerada um fraco inibidor do citocromo P450 3A4. Não foram realizados estudos farmacocinéticos com doentes que recebiam concomitantemente inibidores potentes do CYP3A4, tais como os antifúngicos da classe dos azóis (ex: cetoconazol, itraconazol), ou antibióticos macrólidos (ex: eritromicina, claritromicina). - Eritromicina
Salmeterol + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Inibidores moderados do CYP3A4: A administração concomitante de eritromicina (500 mg via oral três vezes por dia) e de salmeterol (50 microgramas inalado duas vezes por dia) em 15 indivíduos saudáveis durante 6 dias, resultou num pequeno, mas não estatisticamente significativo, aumento da exposição ao salmeterol (1,4 vezes Cmax). A administração concomitante de eritromicina não foi associada a nenhum efeito adverso grave. - Eritromicina
Sertindol + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: CYP3A: Foram verificados pequenos aumentos (<25%) nas concentrações plasmáticas de sertindol quando coadministrados com antibióticos da classe dos macrólidos (por ex. eritromicina, um inibidor CYP3A) e antagonistas dos canais de cálcio (diltiazem, verapamil). Contudo, as consequências poderiam ser maiores nos metabolizadores fracos CYP2D6 (dado que a eliminação de sertindol pelas CYP2D6 e CYP3A seria afetada). Por conseguinte, uma vez que não é possível identificar por rotina os doentes metabolizadores fracos CYP2D6, é contraindicada a administração concomitante de inibidores de CYP3A e sertindol, pois pode conduzir a um aumento significativo dos níveis de sertindol. O metabolismo de sertindol pode ser aumentado de forma significativa por agentes conhecidos por induzirem as isoenzimas CYP, especialmente a rifampicina, carbamazepina, fenitoína, e fenobarbital as quais podem diminuir as concentrações plasmáticas de sertindol por um factor de 2 a 3. A reduzida eficácia antipsicótica em doentes a receber estes fármacos ou outros agentes indutores, pode requerer um ajustamento na dose de sertindol para o limite superior de intervalo posológico. - Eritromicina
Sinvastatina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Os inibidores potentes do CYP3A4 (a seguir indicados) aumentam o risco de miopatia por reduzirem a eliminação de sinvastatina: Mibefradil Itraconazol Cetoconazol Eritromicina Claritromicina Inibidores da protease do VIH Nefazodona Ciclosporina - Eritromicina
Femprocumona + Eritromicina
Observações: Femprocumona é metabolizado principalmente pelo CYP450 2C9 e isoenzimas 3A4 Medicamentos comumente prescritos podem potencializar ou antagonizar o efeito dos cumarínicos. Portanto, é importante a monitoração dos parâmetros da coagulação após o início ou retirada de outras drogas em pacientes em uso de anticoagulantes orais.Interacções: Substâncias que podem intensificar o efeito dos anticoagulantes orais: Alopurinol, amiodarona, esteroides anabólicos, fibratos, dissulfiram, drogas anti-inflamatórias (salicilatos e alguns anti-inflamatórios não hormonais, incluindo inibidores da COX-2), tamoxifeno, drogas tireoideanas, antidepressivos tricíclicos, e alguns antimicrobianos (várias cefalosporinas, cloranfenicol, cloxacilina, sulfonamidas, derivados da eritromicina e derivados triazólicos e imidazólicos). - Eritromicina
Galantamina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Outros medicamentos que afetam o metabolismo da galantamina: Estudos de interação com fármacos mostraram um aumento na biodisponibilidade da galantamina de cerca de 40% durante a coadministração de paroxetina (um potente inibidor do CYP2D6) e de 30% e 12% durante o cotratamento com cetoconazol e eritromicina (ambos inibidores do CYP3A4). Portanto, durante o início do tratamento com inibidores potentes do CYP2D6 (p.ex.: quinidina, paroxetina ou fluoxetina) ou do CYP3A4 (p.ex.: cetoconazol ou ritonavir), os doentes podem apresentar um aumento na incidência de reações adversas colinérgicas, predominantemente, náuseas e vómitos. Nestas circunstâncias, com base na tolerabilidade, pode considerar-se uma redução na dose de manutenção da galantamina. - Eritromicina
Losartan + Amlodipina + Eritromicina
Observações: Não foram realizados estudos de interacção medicamentosa com o Losartan / Amlodipina e outros medicamentos. Não foram realizados estudos de interacção medicamentosa na população pediátrica.Interacções: interações relacionadas com a amlodipina Efeitos de outros medicamentos na Amlodipina: Inibidores do CYP3A4: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores de CYP3A4 fortes ou moderados (inibidores da protéase, antifúngicos azólicos, macrolídeos, como eritromicina, claritromicina, verapamilo ou diltiazem) pode dar origem a um aumento significativo na exposição à amlodipina, resultando num aumento do risco de hipotensão. A tradução clínica destas alterações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Poderão assim ser necessárias monitorização clínica e ajuste posológico. - Eritromicina
Tolvaptano + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Efeito de outros medicamentos na farmacocinética de tolvaptano: Inibidores do CYP3A: O uso concomitante de medicamentos que são inibidores moderados (por exemplo, amprenavir, aprepitante, atazanavir, ciprofloxacina, crizotinib, darunavir/ritonavir, diltiazem, eritromicina, fluconazol, fosamprenavir, imatinib, verapamil) ou fortes (por exemplo, itraconazol, cetoconazol, ritonavir, claritromicina) do CYP3A aumenta a exposição a tolvaptano. A coadministração de tolvaptano e cetoconazol resultou num aumento de 440% da área sob a curva da concentração-tempo (AUC) e num aumento de 248% da concentração plasmática máxima observada (C max ) para o tolvaptano. A coadministração de tolvaptano com sumo de toranja, um inibidor moderado a forte do CYP3A, produziu uma duplicação das concentrações máximas de tolvaptano (Cmax ). A redução da dose de tolvaptano é recomendada para os doentes enquanto estiverem a tomar inibidores moderados ou fortes do CYP3A. Os doentes a tomar inibidores moderados ou fortes do CYP3A têm de ser controlados com prudência, em particular se os inibidores forem tomados com frequência superior a uma vez por dia. - Eritromicina
Paclitaxel + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: O metabolismo do paclitaxel é catalisado, em parte, pelas isoenzimas CYP2C8 e CYP3A4 do citocromo P450. Estudos clínicos demonstraram que o metabolismo do paclitaxel mediado pela CYP2C8 em 6-hidroxipaclitaxel é a principal via metabólica no ser humano. A administração concomitante de cetoconazol, um inibidor potente conhecido da CYP3A4, não inibe a eliminação de paclitaxel em doentes; pelo que ambos os medicamentos podem ser administrados simultaneamente sem qualquer ajuste posológico. Dados adicionais sobre o potencial de interações medicamentosas entre o paclitaxel e outros substratos/inibidores da CYP3A4 são limitados. Portanto, devem tomar-se precauções quando se administra paclitaxel em concomitância com medicamentos conhecidos por inibirem (por exemplo, eritromicina, fluoxetina, gemfibrozil) ou induzirem (por exemplo, rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, efavirenze, nevirapina) a CYP2C8 ou a CYP3A4. - Eritromicina
Roflumilaste + Eritromicina
Observações: Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos.Interacções: Estudos clínicos de interação com inibidores de CYP3A4 eritromicina e cetoconazol demonstraram aumentos de 9% na atividade inibitória de PDE4 total. A administração conjunta de teofilina provocou um aumento de 8% na atividade inibitória de PDE4 total. Num estudo de interação com um contraceptivo oral contendo gestodeno e etinilestradiol, a atividade inibitória de PDE4 total aumentou 17%. Não é necessário o ajuste da dose em doentes a receber estas substâncias activas. - Eritromicina
Sufentanilo + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: O Sufentanilo é metabolizado principalmente pela enzima 3A4 do citocromo P450. No entanto, não se observou inibição in vivo pela eritromicina (um inibidor conhecido da enzima 3A4 do citocromo P450). Embora não existam dados clínicos, os dados in vitro sugerem que outros inibidores potentes da enzima 3A4 do citocromo P450 (ex: cetoconazol, itraconazol, ritonavir), podem inibir o metabolismo de Sufentanilo. Esta inibição pode aumentar o risco de depressão respiratória pronlongada ou tardia. O uso simultâneo dos fármacos referidos exige cuidados especiais e observação do doente; em particular, pode ser necessário diminuir a dose de Sufentanilo. - Eritromicina
Sunitinib + Eritromicina
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: Medicamentos que podem aumentar as concentrações plasmáticas de sunitinib: A administração concomitante de uma dose única de sunitinib com o inibidor potente do CYP3A4, cetoconazol, em voluntários saudáveis resultou num aumento de, respetivamente, 49% e 51% nos valores de Cmáx e AUC0- da combinação [sunitinib+metabólito principal]. A administração de sunitinib com inibidores potentes do CYP3A4 (ex., ritonavir, itraconazol, eritromicina, claritromicina e sumo de toranja) poderá aumentar as concentrações de sunitinib. Assim, deverá ser evitada a administração de Sunitinib com os inibidores do CYP3A4 ou deverá ser considerada a escolha de medicação concomitante alternativa sem ou com potencial mínimo de inibição do CYP3A4. Se tal não for possível, poderá ser necessário reduzir a dose de Sunitinib até um mínimo de 37,5 mg diários para GIST e MRCC ou 25 mg diários para pNET, com base na monitorização cuidadosa da tolerabilidade. - Eritromicina
Desloratadina + Pseudoefedrina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Nos ensaios clínicos com desloratadina não foram observadas interações ou alterações clinicamente relevantes nas concentrações plasmáticas deste fármaco quando a eritromicina foi administrada concomitantemente. - Eritromicina
Netupitant + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Espera-se que os níveis de plasma sanguíneo do netupitant aumentem quando combinados com inibidores da enzima hepática CYP3A4 e baixem quando combinados com indutores desta enzima. O netupitant é um inibidor da CYP3A4, também pode aumentar os níveis plasmáticos de fármacos que são metabolizados pelo CYP3A4. Este efeito foi observado com a dexametasona, fármacos anticancerígenos, docetaxel e o etoposido, e numa extensão menor (não clinicamente significativa) com levonorgestrel, eritromicina e midazolam. - Eritromicina
Pravastatina + Fenofibrato + Eritromicina
Observações: Não foram realizados estudos formais de interação para Pravastatina/Fenofibrato; contudo, a utilização concomitante das substâncias activas em doentes em estudos clínicos não resultou em quaisquer interações inesperadas.Interacções: interações relevantes para a pravastatina: Medicamentos metabolizados pelo citocromo P450: Num de dois estudos de interação com pravastatina e eritromicina foi observado um aumento estatisticamente significativo da área debaixo da curva (AUC) (70%) e da C máx (121%) da pravastatina. Num estudo semelhante com claritromicina foi observado um aumento estatisticamente significativo da AUC (110%) e da Cmáx (127%). Apesar de estas alterações serem menores, é aconselhada precaução na associação de pravastatina com eritromicina ou claritromicina. - Eritromicina
Edoxabano + Eritromicina
Observações: O edoxabano é predominantemente absorvido no trato gastrointestinal (GI) superior. Desta forma, os medicamentos ou afeções que aumentam o esvaziamento gástrico e a motilidade intestinal têm o potencial de reduzir a dissolução e absorção do edoxabano.Interacções: Inibidores da gp-P: O edoxabano é um substrato para o transportador de efluxo gp-P. Em estudos de farmacocinética (PK), a administração concomitante de edoxabano com inibidores da gp-P: Ciclosporina, dronedarona, eritromicina, cetoconazol, quinidina ou verapamil resultou num aumento das concentrações plasmáticas do edoxabano. A utilização concomitante de edoxabano com ciclosporina, dronedarona, eritromicina ou cetoconazol requer uma redução da dose para 30 mg uma vez por dia. Com base em dados clínicos, verifica-se que a utilização concomitante de edoxabano com quinidina, verapamil ou amiodarona não requer redução da dose. A utilização de edoxabano com outros inibidores da gp-P, incluindo inibidores da protease do VIH, não foi estudada. Administrar 30 mg uma vez por dia durante a utilização concomitante com os seguintes inibidores da gp-P: Eritromicina: 500 mg de eritromicina quatro vezes por dia, durante 8 dias, com uma dose única concomitante de 60 mg de edoxabano, no dia 7, aumentou a AUC e a Cmax do edoxabano em 85% e 68%, respetivamente. - Eritromicina
Vismodegib + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Efeitos de medicamentos concomitantes no vismodegib: Os estudos in vitro indicam que o vismodegib é um substrato do transportador de efluxo da glicoproteína-P (gp-P) e das enzimas metabolizadoras de fármacos CYP2C9 e CYP3A4. A exposição sistémica de vismodegib e a incidência de reações adversas com vismodegib podem ser maiores quando vismodegib é coadministrado com medicamentos que inibem a gp-P (por exemplo, claritromicina, eritromicina, azitromicina, verapamil, ciclosporina), CYP2C9 (amiodarona, fluconazol ou miconazol), ou CYP3A4 (bocepravir, claritromicina, conivaptan, indinavir, itraconazol, cetoconazol, lopinavir/ritonavir, nelfinavir, posaconazol, ritonavir, saquinavir, telaprevir, telitromicina ou voriconazol). - Eritromicina
Cobimetinib + Eritromicina
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos. Efeitos do cobimetinib nos sistemas transportadores de fármacos: Estudos in vitro demonstraram que o cobimetinib não é um substrato dos transportadores de captação hepáticos OATP1B1, OATP1B3 e OCT1, sendo, contudo, um inibidor fraco destes transportadores. A relevância clínica festes resultados não foi investigada.Interacções: Efeitos de outros medicamentos em cobimetinib: Inibidores moderados do CYP3A: Deve ter-se precaução caso o cobimetinib seja coadministrado com inibidores moderados do CYP3A4. Os inibidores moderados do CYP3A4 incluem, mas não se limitam a, amiodarona, eritromicina, fluconazol, miconazol, diltiazem, verapamilo, delavirdina, amprenavir, fosamprenavir, imatinib. Quando o cobimetinib é coadministrado com um inibidor moderado do CYP3A, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quanto à segurança. - Eritromicina
Atorvastatina + Perindopril + Amlodipina + Eritromicina
Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina e outros medicamentos, embora alguns estudos tenham sido realizados com atorvastatina, perindopril e amlodipina separadamente.Interacções: Utilização concomitante que requer CUIDADOS ESPECIAIS: ATORVASTATINA: Inibidores moderados do CYP3A4: Os inibidores moderados do CYP3A4 (por exemplo, eritromicina, diltiazem, verapamilo e fluconazol) podem aumentar a concentração plasmática de atorvastatina. Foi observado um aumento do risco de miopatia com a utilização de eritromicina em combinação com estatinas. Não foram efetuados estudos de interação para avaliar os efeitos da amiodarona ou do verapamilo na atorvastatina. Tanto a amiodarona como o verapamilo são conhecidos por inibirem a atividade do CYP3A4 e a administração concomitante com atorvastatina pode resultar num aumento da exposição à atorvastatina. Assim sendo, deve ser considerada uma dose máxima mais baixa de atorvastatina e recomenda-se a monitorização clínica do doente quando utilizada concomitantemente com inibidores moderados do CYP3A4. Recomenda-se uma adequada monitorização clínica após iniciar o tratamento ou após o ajuste de dose do inibidor. Utilização concomitante que requer CUIDADOS ESPECIAIS: AMLODIPINA: Inibidores do CYP3A4: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores potentes ou moderados do CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamil ou diltiazem) pode conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Poderão assim, ser necessários monitorização clínica e ajuste da dose de Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina. - Eritromicina
Melagatrano + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Um estudo de interação medicamentosa revelou um aumento da AUC (82%) e da Cmax (74%) de Melagatrano após a administração oral de ximelagatran (profármaco de melagatrano) e eritromicina pelo que é possível que se verifique um aumento do risco de hemorragia em caso de utilização concomitante destes fármacos. O mecanismo desta interação pode envolver a inibição de proteínas de transporte, possivelmente a glicoproteína P (P-gp). Por conseguinte, existe um potencial para interações farmacocinéticas com inibidores da P-gp (ex.: eritromicina, azitromicina, claritromicina, ciclosporina) que eventualmente conduzam a um aumento da exposição ao melagatran, e indutores da P-gp (ex.: rifampicina) que eventualmente conduzam a uma diminuição da exposição ao melagatrano. Recomenda-se monitorização clínica cuidadosa (despiste de sinais de hemorragia e/ou anemia) quando estes fármacos são coadministrados com ximelagatran. A utilização concomitante de melagatrano com antagonistas da vitamina K, heparinas não fraccionadas e HBPM não foi avaliada. - Eritromicina
Zuclopentixol + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: O aumento do intervalo QT relacionado com o tratamento com antipsicóticos pode ser exacerbado pela coadministração de outros fármacos conhecidos por prolongarem significativamente o intervalo QT. A coadministração de tais fármacos deve ser evitada. As classes relevantes incluem: - anti-arrítmicos de classe Ia e III (ex. quinidina, amiodarona, sotalol, dofetilida) - alguns antipsicóticos (ex. tioridazina) - alguns macrólidos (ex. eritromicina) - alguns antihistamínicos (ex. terfenadina, astemizole) - alguns antibióticos do grupo das quinolonas (ex. gatifloxacina, moxifloxacina) - Eritromicina
Ombitasvir + Paritaprevir + Ritonavir + Eritromicina
Observações: Os estudos de interacção medicamentosa só foram realizados em adultos. Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir foi administrado em doses múltiplas em todos os estudos de interacção medicamentosa, com exceção dos estudos de interacção medicamentosa com carbamazepina, gemfibrozil e cetoconazol.Interacções: interações farmacocinéticas: Potencial de outros medicamentos para afectar a farmacocinética de ombitasvir, paritaprevir, e dasabuvir: Os medicamentos que inibem o CYP3A4 e proteínas de transporte: O paritaprevir é eliminado através do metabolismo mediado pelo CYP3A4 e excreção biliar (substrato dos transportadores hepáticos OATP1B1, gp-P e BCRP). Recomenda-se precaução se Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir for coadministrado com medicamentos que são ambos inibidores moderados do CYP3A4 e inibidores de transportadores múltiplos (gp-P, BCRP e/ou OATP1B1/OATP1B3). Estes medicamentos podem apresentar aumentos clinicamente relevantes na exposição ao paritaprevir (por exemplo, ritonavir com atazanavir, eritromicina, diltiazem ou verapamilo). interações entre Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir e outros medicamentos ANTIBIÓTICOS (ADMINISTRAÇÃO SISTÉMICA): Eritromicina: Mecanismo: Inibição de CYP3A4/gp-P por eritromicina, paritaprevir, ritonavir e dasabuvir. Administrado com: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir. Não estudado. A administração de Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir com eritromicina pode resultar no aumento das concentrações de eritromicina e paritaprevir. Recomenda-se precaução. - Eritromicina
Eliglustato + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Inibidores da CYP3A: Em metabolizadores intermédios (MI) e extensivos (ME): Após doses repetidas de 84 mg de eliglustato duas vezes por dia em doentes não-MF, a administração concomitante de doses repetidas de 400 mg de cetoconazol, um inibidor potente da CYP3A, uma vez por dia, resultou num aumento da Cmax e da AUC0-12 do eliglustato, de 3,8 e 4,3 vezes, respetivamente; Serão de esperar efeitos semelhantes com outros inibidores potentes da CYP3A (p.ex., claritromicina, cetoconazol, itraconazol, cobicistat, indinavir, lopinavir, ritonavir, saquinavir, telaprevir, tipranavir, posaconazol, voriconazol, telitromicina, conivaptan, boceprevir). Em MI e ME, deve proceder-se com cuidado relativamente aos inibidores potentes da CYP3A. Para uma dosagem de 84 mg duas vezes por dia com eliglustato em doentes não-MFs, é de prever que a utilização concomitante de inibidores moderados da CYP3A (p.ex., eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, diltiazem, verapamilo, aprepitant, atazanavir, darunavir, fosamprenavir, imatinib, cimetidina) iria aumentar aproximadamente até 3 vezes a exposição ao eliglustato. Em MIs e MEs, deve proceder-se com cuidado relativamente aos inibidores moderados da CYP3A. Para uma dosagem de 84 mg uma vez por dia com eliglustato em MF, é de prever que a utilização concomitante de inibidores moderados da CYP3A (p.ex., eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, diltiazem, verapamilo, aprepitant, atazanavir, darunavir, fosamprenavir, imatinib, cimetidina) iria aumentar a Cmax e a AUC0-24 do eliglustato em 2,4 e 3,0 vezes, respetivamente. É contraindicada a utilização de inibidores moderados da CYP3A em MF. - Eritromicina
Cabozantinib + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Efeito de outros medicamentos sobre cabozantinib: Inibidores e indutores CYP3A4: Portanto a coadministração de fortes inibidores CYP3A4 (por exemplo, ritonavir, itraconazol, eritromicina, claritromicina, sumo de toranja) com cabozantinib deve ser considerada com cuidado. - Eritromicina
Reboxetina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Estudos in vitro de metabolismo indicaram que a reboxetina é principalmente metabolizada pela isoenzima CYP3A4 do citocromo P450; a reboxetina não é metabolizada pela CYP2D6. Por conseguinte, espera-se que inibidores potentes da CYP3A4 (cetoconazol, nefazodona, eritromicina e fluvoxamina) aumentem a concentração plasmática de reboxetina. Num estudo realizado em voluntários saudáveis, o cetoconazol, um potente inibidor da CYP3A4, aumentou a concentração plasmática dos enantiómeros da reboxetina, em aproximadamente 50%. A inibição da eliminação é uma importante preocupação devido à margem terapêutica estreita da reboxetina. Por conseguinte, a reboxetina não deve ser administrada em conjunto com medicamentos que inibam a CYP3A4, tais como fármacos antifúngicos do grupo azol, antibióticos macrólidos, como a eritromicina ou a fluvoxamina. - Eritromicina
Atorvastatina + Ezetimiba + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Efeitos de outros medicamentos: ATORVASTATINA: Inibidores do CYP3A4: Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado das concentrações de atorvastatina. Deve ser evitada, se possível, a administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (p. ex., ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores da protease do VIH incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc). Nos casos em que a administração concomitante destes medicamentos com este medicamento não pode ser evitada, dever-se-á considerar uma dose inicial e máxima mais baixa deste medicamento e é recomendada uma monitorização clínica adequada destes doentes. Inibidores moderados do CYP3A4 (p. ex., eritromicina, diltiazem, verapamil e fluconazol) podem aumentar as concentrações plasmáticas de atorvastatina. Foi observado um aumento do risco de miopatia com a utilização de eritromicina em associação com estatinas. Não foram efetuados estudos de interação para avaliar os efeitos de amiodarona ou verapamil na atorvastatina. Tanto a amiodarona como o verapamil são conhecidos por inibirem a atividade do CYP3A4 e a administração concomitante com este medicamento pode resultar num aumento da exposição à atorvastatina. Assim sendo, deve ser considerada uma dose máxima mais baixa deste medicamento e recomenda-se a monitorização clínica adequada do doente quando é utilizado concomitantemente com inibidores moderados do CYP3A4. Recomenda-se uma adequada monitorização clínica após iniciar ou após o ajuste de dose do inibidor. - Eritromicina
Ibrutinib + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Inibidores moderados do CYP3A4: Simulações que utilizam condições de jejum sugerem que inibidores moderados do CYP3A4, tais como o diltiazem, a eritromicina e o voriconazol, podem aumentar a AUC de ibrutinib num fator de 5-9. Os inibidores moderados do CYP3A4 (ex. voriconazol, eritromicina, amprenavir, aprepitant, atazanavir, ciprofloxacina, crizotinib, darunavir/ritonavir, diltiazem, fluconazol, fosamprenavir, imatinib, verapamilo, amiodarona, dronedarona) devem ser evitados. Se for necessário utilizar um inibidor moderado do CYP3A4, a dose de Ibrutinib deve ser reduzida para 140 mg (uma cápsula) ao longo da duração do tratamento com o inibidor. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quanto a toxicidade e as orientações para modificação da dose devem ser seguidas, conforme necessário. - Eritromicina
Lurasidona + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: interações farmacocinéticas: Outros potenciais medicamentos que podem afectar a lurasidona: Tanto a lurasidona como o seu metabólito activo ID-14283 contribuem para o efeito farmacodinâmico nos recetores dopaminérgicos e serotoninérgicos. A lurasidona e seu metabólitoativo ID-14283 são principalmente metabolizados pelo CYP3A4. Inibidores do CYP3A4: A lurasidona é contraindicada em concomitância com inibidores fortes do CYP3A4 (por exemplo, boceprevir, claritromicina, cobicistate, indinavir, itraconazol, cetoconazol, nefazodona, nelfinavir, posaconazol, ritonavir, saquinavir, telaprevir, telitromicina, voriconazol). A administração concomitante de lurasidona com o inibidor forte do CYP3A4 cetoconazol resultou num aumento de 9 e 6 vezes na exposição da lurasidona e do seu metabólito activo ID-14283, respetivamente. A administração concomitante de lurasidona com medicamentos que inibem moderadamente o CYP3A4 (por exemplo, diltiazem, eritromicina, fluconazol, verapamil) pode aumentar a exposição à lurasidona. Estima-se que os inibidores moderados do CYP3A4 resultam num aumento de 2-5 vezes na exposição dos substratos do CYP3A4. A administração concomitante de lurasidona com diltiazem (formulação de libertação lenta), um inibidor moderado do CYP3A4, resultou num aumento de 2,2 e 2,4 vezes na exposição da lurasidona e do ID-14283, respetivamente. A utilização de uma formulação de libertação imediata do diltiazem pode resultar num maior aumento da exposição à lurasidona. - Eritromicina
Armodafinil + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Eritromicina ou cetoconazol porque podem aumentar o risco de efeitos secundários do armodafinil. - Eritromicina
Perindopril + Indapamida + Amlodipina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Uso concomitante que requer cuidados especiais: INDAPAMIDA: Medicamentos que induzem “Torsades de pointes”: Devido ao risco de hipocaliemia, a indapamida deve ser administrada com precaução quando associada a outros medicamentos que induzem “torsades de pointes” como: - fármacos Anti-arrítmicos classe IA (quinidina, hidroquinidina, disopiramida); - fármacos Anti-arrítmicos classe III (amiodarona, dofetilida, ibutilida, bretilio, sotalol); - alguns neurolépticos (clorpromazina, ciamemazina, levomepromazina, tioridazina, trifluoperazina), benzamidas (amissulprida, sulpirida, sultoprida, tiaprida), butirofenonas (droperidol, haloperidol), outros neurolépticos (pimozida); - outras substâncias tais como bepridilo, cisaprida, difemanil, eritromicina IV, halofantrina, mizolastina, moxifloxacina, pentamidina, esparfloxacina, IV vincamina, metadona, astemizol, terfenadina. Prevenção de baixos níveis de potássio e correção se necessário: monitorização do intervalo QT. Uso concomitante que requer cuidados especiais: AMLODIPINA: Inibidores CYP3A4: O uso concomitante da amlodipina com inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 (inibidores da protease, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamil ou diltiazem) podem conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Monitorização clínica e ajuste de dose poderão assim, ser necessários. - Eritromicina
Indapamida + Amlodipina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Associações que necessitam de precauções de utilização: Medicamentos que induzem « torsades de pointes »: - anti-arrítmicos classe Ia (quinidina, hidroquinidina, disopiramida), - anti-arrítmicos classe III (amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida), - alguns antipsicóticos: fenotiazinas (clorpromazina, ciamemazina, levomepromazina, tioridazina, trifluoperazina), benzamidas (amissulprida, sulpirida, sultoprida, tiaprida), butirofenonas (droperidol, haloperidol), outros: bepridilo, cisaprida, difemanil, eritromicina IV, halofantrina, mizolastina, pentamidina, esparfloxacina, moxifloxacina, vincamina IV. Risco aumentado de arritmias ventriculares, particularmente torsades de pointes (a hipocaliemia é um factor de risco). Vigilância e, se necessário, correcção da hipocaliemia antes da introdução desta associação. Monitorização clínica, dos electrólitos e do ECG. Utilizar substâncias que não provoquem « torsades de pointes » em presença de hipocaliemia. Ligadas à AMLODIPINA: Inibidores CYP3A4: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamil e diltiazem) podem conduzir a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Monitorização clínica e ajuste de dose poderão assim, ser necessários. - Eritromicina
Bedaquilina + Eritromicina
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: Inibidores do CYP3A4: A exposição da bedaquilina pode ser aumentada durante a administração concomitante com inibidores do CYP3A4. A administração concomitante a curto prazo de bedaquilina e cetoconazol (potente inibidor do CYP3A) em indivíduos saudáveis aumentou a exposição (AUC) da bedaquilina em 22% [IC90% (12; 32)]. Pode ser observado um efeito mais acentuado da bedaquilina durante a administração concomitante prolongada com cetoconazol ou outros inibidores do CYP3A. Não existem dados de segurança provenientes de ensaios de dose múltipla com bedaquilina em que se tenha utilizado uma dose mais elevada do que a dose recomendada. Devido ao potencial risco de reações adversas causadas pelo aumento da exposição sistémica, deve-se evitar a administração concomitante prolongada da bedaquilina com inibidores potentes ou moderados do CYP3A4 (ex. ciprofloxacina, eritromicina, fluconazol, claritromicina, cetoconazol, ritonavir) utilizados sistemicamente durante mais de 14 dias consecutivos. Se esta administração concomitante for necessária, recomenda-se a monitorização mais frequente através do eletrocardiograma e monitorização das transaminases. - Eritromicina
Netupitant + Palonossetrom + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Eritromicina e midazolam: A exposição à eritromicina e ao midazolam aumentou aproximadamente 1,3 e 2,4 vezes, respetivamente, quando cada um foi coadministrado com o netupitant. Estes efeitos não foram considerados clinicamente importantes. O perfil farmacocinético do netupitant não foi afetado pela administração concomitante de midazolam ou de eritromicina. Deve ter-se em consideração os efeitos potenciais do aumento das concentrações plasmáticas do midazolam ou de outras benzodiazepinas metabolizadas através do CYP3A4 (alprazolam, triazolam) ao coadministrarem-se estas substâncias ativas com este medicamento. - Eritromicina
Avanafil + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Efeitos de outras substâncias no avanafil: O avanafil é um substrato da CYP3A4 e é predominantemente metabolizado por esta enzima. Alguns estudos demonstraram que os medicamentos que inibem a CYP3A4 podem aumentar a exposição ao avanafil. Inibidores da CYP3A4: O cetoconazol (400mg por dia), um inibidor seletivo e altamente potente da CYP3A4, aumentou a Cmax e a exposição (AUC) do avanafil 50 mg em dose única em 3 vezes e 14 vezes, respetivamente, e prolongou a semivida do avanafil para cerca de 9horas. O ritonavir (600 mg duas vezes por dia), um inibidor altamente potente da CYP3A4, que também inibe a CYP2C9, aumentou a Cmax e a AUC do avanafil 50 mg em dose única em cerca de 2 vezes e 13 vezes, e prolongou a semivida do avanafil para cerca de 9horas. Será de esperar que outros inibidores fortes da CYP3A4 (por exemplo, itraconazol, voriconazol, claritromicina, nefazodona, saquinavir, nelfinavir, indinavir, atazanavir e telitromicina) tenham efeitos semelhantes. Consequentemente, a administração concomitante do avanafil com inibidores potentes da CYP3A4 é contraindicada. A eritromicina (500 mg duas vezes por dia), um inibidor moderado da CYP3A4, aumentou a Cmax e a AUC do avanafil 200 mg em dose única em cerca de 2 vezes e 3 vezes, respetivamente, e prolongou a semivida do avanafil para cerca de 8 horas. Será de esperar que outros inibidores moderados da CYP3A4 (por exemplo, amprenavir, aprepitante, diltiazem, fluconazol, fosamprenavir e verapamilo) tenham efeitos semelhantes. Consequentemente, nos doentes a tomar simultaneamente inibidores moderados da CYP3A4, a dose máxima recomendada do avanafil é de 100 mg, uma vez a cada 48 horas, no máximo. Apesar de não terem sido estudadas interações específicas, outros inibidores da CYP3A4, incluindo sumo de toranja, aumentarão provavelmente a exposição ao avanafil. Os doentes devem ser informados de que é necessário evitar a ingestão de sumo de toranja nas 24 horas que antecedem a toma do avanafil. - Eritromicina
Ximelagatrano + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: interações farmacocinéticas: Um estudo de interação medicamentosa revelou um aumento da AUC (82%) e da Cmax (74%) de melagatran após a administração oral de ximelagatran e eritromicina pelo que é possível que se verifique um aumento do risco de hemorragia em caso de utilização concomitante destes fármacos. O mecanismo desta interação pode envolver a inibição de proteínas de transporte, possivelmente a glicoproteína P (P-gp). Por conseguinte, existe um potencial para interações farmacocinéticas com inibidores da P-gp (ex.: eritromicina, azitromicina, claritromicina, ciclosporina) que eventualmente conduzam a um aumento da exposição ao melagatran, e indutores da P-gp (ex.: rifampicina) que eventualmente conduzam a uma diminuição da exposição ao melagatran. Recomenda-se monitorização clínica cuidadosa (despiste de sinais de hemorragia e/ou anemia) quando estes fármacos são coadministrados com ximelagatran. A utilização concomitante de Ximelagatrano com antagonistas da vitamina K, heparinas não fraccionadas e HBPM não foi avaliada. - Eritromicina
Eletriptano + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Efeitos de outros fármacos sobre o eletriptano: Esta exposição aumentada foi associada a um aumento no t1/2 do eletriptano de 4,6 para 7,1 horas para a eritromicina e de 4,8 para 8,3 horas para o cetoconazol. Deste modo, Eletriptano não deve ser utilizado concomitantemente com inibidores potentes da CYP3A4, por exemplo, cetoconazol, itraconazol, eritromicina, claritromicina, josamicina e inibidores da protease (ritonavir, indinavir e nelfinavir). - Eritromicina
Droperidol + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Utilização concomitante contraindicada: Os medicamentos que se sabe causarem Torsades de Pointes através do prolongamento do intervalo QT não deverão ser administrados concomitantemente com o droperidol. Os exemplos incluem: - Anti-arrítmicos de Classe IA, como por exemplo, quinidina, disopiramida, procainamida - Anti-arrítmicos de Classe III, como por exemplo, amiodarona, sotalol - antibióticos do grupo dos macrólidos, como por exemplo, eritromicina, claritromicina - antibióticos do grupo das fluoroquinolonas, como por exemplo, esparfloxacina - Antihistamínicos, como por exemplo, astemizol, terfenadina - certos antipsicóticos, como por exemplo, clorpromazina, haloperidol, pimozida, tioridazina - agentes antimaláricos, como por exemplo, cloroquina, halofantrina - cisaprida, domperidona, metadona, pentamidina. As substâncias inibidoras da atividade das isoenzimas do citocromo P450 (CYP) CYP1A2, CYP3A4 ou ambas, podem diminuir a taxa de metabolização do droperidol e prolongar a sua ação farmacológica. Por conseguinte, é aconselhada precaução se o droperidol for administrado concomitantemente com inibidores do CYP1A2 (como por exemplo, ciprofloxacina, ticlopidina), inibidores do CYP3A4 (por exemplo, diltiazem, eritromicina, fluconazol, indinavir, itraconazol, quetoconazol, nefazodona, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, verapamil) ou de ambos (como por exemplo, cimetidina, mibefradil). - Eritromicina
Vandetanib + Eritromicina
Observações: O vandetanib é um inibidor do transportador catiónico orgânico 2 (OCT2.Interacções: É contraindicada a administração com eritromicina intravenosa (IV). - Eritromicina
Formoterol + Eritromicina
Observações: Não foram realizados estudos de interação específicos com formoterol.Interacções: Existe o risco teórico que o tratamento concomitante com outros medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QTc possam originar uma interação farmcodinâmica com formoterol e aumentar o possível risco de arritmias ventriculares. Os exemplos destes medicamentos incluem alguns antihistamínicos (p. ex., terfenadina, astemizol, mizolastina), alguns anti-arrítmicos (p. ex., quinidina, disopiramida, procainamida), eritromicina e antidepressivos tricíclicos. - Eritromicina
Lercanidipina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: interações metabólicas: Sabe-se que a lercanidipina é metabolizada pela enzima CYP3A4 e, portanto, os inibidores e os indutores da CYP3A4 administrados concomitantemente poderão interferir com o metabolismo e a eliminação da lercanidipina. Inibidores da CYP3A4: A coadministração de lercanidipina com inibidores da CYP3A4 (p. ex. cetoconazol, itraconazol, ritonavir, eritromicina, troleandomicina) deverá ser evitada. - Eritromicina
Lovastatina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Inibidores potentes do citocromo P450 3A4: Podem aumentar o risco de miopatia e rabdomiólise ao aumentarem a atividade inibitória da HMG-CoA redutase no plasma, durante o tratamento com lovastatina. Tais inibidores incluem, por exemplo, itraconazol, cetoconazol, eritromicina, claritromicina, telitromicina, inibidores da protease do VIH e nefazodona. A combinação destes inibidores potentes do CYP3A4 está portanto contraindicada. Caso o tratamento com itraconazol, cetoconazol, eritromicina, claritromicina, telitromicina, inibidores da protease do VIH e nefazodona não possa ser evitado, o tratamento com lovastatina deve ser interrompido durante o período de tratamento. - Eritromicina
Metilprednisolona + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Medicamentos que inibem o sistema enzimático do citocromo P450 (particularmente CYP3A4), tais como a eritromicina e o cetoconazol podem inibir o metabolismo dos corticosteroides e, portanto, reduzir a sua depuração. Portanto, a dose de metilprednisolona deve ser titulada para evitar toxicidade esteróide. - Eritromicina
Mirtazapina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: A administração concomitante de cetoconazol, um potente inibidor do CYP3A4, aumentou os picos das concentrações plasmáticas e a AUC da mirtazapina em cerca de 40% e 50%, respetivamente. Devem ser tomadas medidas de precaução quando se administra concomitantemente a mirtazapina e inibidores potentes do CYP3A4, inibidores da protease do VIH, antifúngicos do grupo azol, eritromicina ou nefazodona. Quando é administrada a cimetidina (um inibidor fraco do CYP1A2, CYP2D6 e CYP3A4) com a mirtazapina, a concentração plasmática média da mirtazapina pode aumentar mais de 50%. Devem ser tomadas medidas de precaução e a dose pode ser diminuída quando se administra concomitantemente a mirtazapina com inibidores potentes do CYP3A4, inibidores da protease do VIH, antifúngicos azóis, eritromicina, cimetidina e nefazodona. - Eritromicina
Pentamidina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Associações desaconselhadas: Medicamentos que podem induzir torsade de pointes: Anti-arrítmicos de classe Ia (quinidina, hidroquinidina, disopiramida) Anti-arrítmicos de classe III (amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida) Alguns neurolépticos (tioridazina, clorpromazina, levomepromazina, trifluoperazina, ciamemazina, sulpirida, sultoprida, amissulprida, tiaprida, haloperidol, droperidol) Outros medicamentos como bepridil, cisaprida, eritromicina iv, halofantrina, mizolastina. Dado o risco aumentado de perturbações do ritmo ventricular, nomeadamente de torsade de pointes, a associação destes medicamentos com a administração de pentamidina deve ser evitada. Caso seja absolutamente necessária, deve controlar-se previamente o intervalo QT e fazer monitorização cuidadosa do ECG. - Eritromicina
Sotalol + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: A administração simultânea de cloridrato de sotalol e de substâncias que podem prolongar o intervalo QT, tais como antidepressivos tricíclicos ou tetracíclicos (imipramina, maprotilina), antihistamínicos (astemizol e terfenadina), antibióticos macrólidos (eritromicina), probucol, haloperidol, halofrantina ou terodilina, está associada ao aumento do risco de efeitos pró-arrítmicos (Torsade de pointes). - Eritromicina
Tolterrodina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: A administração concomitante de medicação sistémica com potentes inibidores da CYP3A4, tais como antibióticos macrólidos (por exemplo, eritromicina e claritromicina), agentes antifúngicos (por exemplo, cetoconazol e itraconazol) e antiproteases, não é recomendada devido ao aumento das concentrações séricas de tolterrodina em metabolizadores fracos do CYP2D6 com risco (subsequente) de sobredosagem. - Eritromicina
Tramadol + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Inibidores CYP3A4: Outros fármacos dotados de conhecida ação inibitória sobre a CYP3A4, como cetoconazol e eritromicina, podem inibir o metabolismo do tramadol (N- desmetilação) e, provavelmente, também o metabólito activo O-desmetilado. O impacto clínico de uma interação deste género não foi ainda investigado. - Eritromicina
Tramadol + Paracetamol + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Outros medicamentos conhecidos por inibirem a CYP3A4, tais como cetoconazol e eritromicina, podem inibir o metabolismo do tramadol (N-desmetilação) e, provavelmente, o metabolismo do metabólito activo O-desmetilado. Ainda não foi estudada a importância clínica desta interação. - Eritromicina
Tretinoína (ou Ácido retinóico) + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Uma vez que a tretinoína é metabolizada pelo sistema P450 hepático, existe a possibilidade de alteração dos parâmetros farmacocinéticos nos doentes a receber concomitantemente medicamentos indutores ou inibidores deste sistema. Os medicamentos que habitualmente induzem as enzimas P450 hepáticas são rifampicina, glucocorticoides, fenobarbital e pentobarbital. Os medicamentos que habitualmente inibem as enzimas P450 hepáticas são cetoconazol, cimetidina, eritromicina, verapamil, diltiazem e ciclosporina. Não existem dados que sugiram que a utilização concomitante destes medicamentos aumente ou diminua quer a eficácia quer a toxicidade da tretinoína. - Eritromicina
Dronedarona + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: A eritromicina (Inibidores fracos/moderados do CYP3A4), um macrólido oral, pode induzir torsades de pointes e, como tal, é contraindicada. Doses repetidas de eritromicina (500 mg três vezes por dia durante 10 dias) resultaram num aumento no estado estacionário da exposição à dronedarona de 3,8-vezes. - Eritromicina
Efavirenz + Eritromicina
Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.Interacções: ANTI-INFECCIOSOS: Outros antibióticos macrólidos (ex. eritromicina)/Efavirenz: Interação não estudada. Não há informação disponível que permita fazer uma recomendação sobre a dose. - Eritromicina
Toremifeno + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Não pode ser excluído um efeito aditivo sobre o prolongamento do intervalo QT entre o Toremifeno e os seguintes medicamentos, e outros medicamentos que possam prolongar o intervalo QTc. Isto pode levar a um aumento do risco de arritmias ventriculares, incluindo Torsades de pointes. Assim sendo, a coadministração do Toremifeno com qualquer um dos medicamentos seguintes está contraindicada: Anti-arrítmicos classe IA (p.ex. quinidina, hidroquinidina, disopiramida) ou Anti-arrítmicos classe III (p.ex. amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida), Neurolépticos (p.ex. fenotiazidas, pimozida, sertindol, haloperidol, sultoprida), Determinados agentes antimicrobianos (moxifloxacina, eritromicina IV, pentamidina, antimaláricos particularmente halofantrina), Determinados Antihistamínicos (terfenadina, astemizol, mizolastina), Outros (cisaprida, vincamina IV, bepridilo, difemanilo). Teoricamente, o metabolismo do toremifeno é inibido por fármacos que inibem o sistema enzimático CYP3A, reconhecidamente responsável pelas principais vias metabólicas do toremifeno. São exemplos deste tipo de fármacos os imidazóis antifúngicos (cetoconazol); outros agentes antifúngicos (itraconazol, voriconazol, posaconazol); inibidores da protease (ritonavir, nelfinavir), Macrólidos (claritromicina, eritromicina e telitromicina). O uso concomitante destes fármacos com toremifeno deve ser ponderado cuidadosamente. - Eritromicina
Tadalafil + Eritromicina
Observações: Estudos de interacção foram efetuados com 10 e/ou 20 mg de tadalafil, tal como abaixo indicado. No que respeita aqueles estudos de interacção onde apenas foi utilizada a dose de 10 mg de tadalafil, não se podem ignorar completamente possíveis interações clínicas relevantes com doses mais altas.Interacções: Efeitos de outras substâncias sobre tadalafil: Inibidores do citocromo P450: O tadalafil é principalmente metabolizado pelo CYP3A4. Um inibidor seletivo do CYP3A4, o cetoconazol (200 mg/dia), aumentou 2 vezes a exposição (AUC) ao tadalafil (10 mg) e a Cmax em cerca de 15%, relativamente aos valores da AUC e Cmax para tadalafil isoladamente. O cetoconazol (400 mg/dia) aumentou 4 vezes a exposição (AUC) ao tadalafil (20 mg) e a Cmax em cerca de 22%. O ritonavir, um inibidor da protease (200 mg duas vezes por dia), o qual é um inibidor do CYP3A4, CYP2C9, CYP2C19 e CYP2D6, aumentou 2 vezes a exposição (AUC) ao tadalafil (20 mg), sem alterações na Cmax. Embora não tenham sido estudadas interações específicas, outros inibidores da protease tais como o saquinavir e outros inibidores do CYP3A4, tais como a eritromicina, claritromicina, itraconazol e o sumo de uva deverão ser coadministrados com precaução, pois poderá esperar-se um aumento das concentrações plasmáticas do tadalafil. Consequentemente, a incidência das reações adversas poderá aumentar. - Eritromicina
Efavirenz + Emtricitabina + Tenofovir + Eritromicina
Observações: As interações que foram identificadas com Efavirenz, Emtricitabina e Tenofovir individualmente podem ocorrer com esta associação. Os estudos de interação com estes medicamentos só foram realizados em adultos.Interacções: ANTI-INFECCIOSOS: Antibióticos: Claritromicina/Efavirenz: (500 mg b.i.d./400 mg q.d.). Desenvolveu-se erupção cutânea em 46% de voluntários não infetados que receberam efavirenz e claritromicina. Claritromicina/Emtricitabina: interação não estudada. Claritromicina/Tenofovir disoproxil fumarato: interação não estudada. Desconhece-se o significado clínico destas alterações nos níveis plasmáticos de claritromicina. Podem considerar-se alternativas à claritromicina (p.ex. azitromicina). Outros antibióticos macrólidos, como a eritromicina, não foram estudados em associação com Efavirenz / Emtricitabina / Tenofovir. - Eritromicina
Itraconazol + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Medicamentos que afetam o metabolismo de itraconazol: O itraconazol é metabolizado principalmente pelo CYP3A4. Foram realizados estudos de interação com a rifampicina, rifabutina e fenitoína, que são potentes indutores do CYP3A4. A associação de itraconazol a estes potentes indutores enzimáticos não é recomendada já que a biodisponibilidade do itraconazol e de hidro-itraconazol foi de tal modo reduzida que a eficácia pode estar altamente reduzida. Não estão disponíveis dados de estudos formais para outras enzimas indutoras potentes, tais como a carbamazepina, Hypericum perforatum (erva de S. João), fenobarbital e isoniazida, mas podem-se antecipar efeitos idênticos. Inibidores potentes desta enzima, tais como ritonavir, indinavir, claritromicina e eritromicina, podem aumentar a biodisponibilidade do itraconazol. - Eritromicina
Enalapril + Lercanidipina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: LERCANIDIPINA: Associações contraindicadas: Inibidores CYP3A4: A lercanidipina é conhecida com sendo metabolizada pelo enzima CYP3A4 e, por isso, os inibidores e indutores do CYP3A4 administrados concomitantemente podem interagir com o metabolismo e eliminação da lercanidipina. Está contraindicada a coadministração de lercanidipina com os inibidores potentes do CYP3A4 (p. ex.: cetoconazol, itraconazol, ritonavir, eritromicina, troleandomicina). Um estudo de interação com um forte inibidor do CYP3A4, o cetoconazol, mostrou um aumento considerável dos níveis plasmáticos da lercanidipina (um aumento de 15 vezes da AUC e um aumento de 8 vezes da Cmáx do eutómero S-lercanidipina). - Eritromicina
Eplerenona + Eritromicina
Observações: Estudos in vitro indicam que a eplerenona não é um inibidor das isoenzimas CYP1A2, CYP2C19, CYP2C9, CYP2D6 ou CYP3A4. A eplerenona não é um substrato nem um inibidor da glicoproteína-P.Interacções: interações farmacocinéticas: Inibidores da CYP3A4: Inibidores ligeiros a moderados da CYP3A4: A coadministração com eritromicina, saquinavir, amiodarona, diltiazem, verapamil e fluconazol conduziu a interações farmacocinéticas significativas, com aumentos da AUC na ordem de 98% a 187%. Portanto, a dose de eplerenona não deve exceder os 25 mg quando são administrados inibidores ligeiros a moderados da CYP3A4 com a eplerenona. - Eritromicina
Eprosartan + Hidroclorotiazida + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: interações potenciais relacionadas com a HIDROCLOROTIAZIDA: Administração concomitante requerendo precaução: Medicamentos afetados por alterações no potássio sérico: Recomenda-se monitorização periódica dos níveis de potássio sérico e ECG quando o Eprosartan / Hidroclorotiazida é administrado com medicamentos que são afetados por alterações no potássio sérico (por ex. glicosídeos digitálicos e anti-arrítmicos) e com as seguintes “torsades de pointes” (taquicardia ventricular) induzidas por alguns medicamentos (incluindo alguns anti-arrítmicos), sendo a hipocaliemia um fator predisponente ao aparecimento de “torsades de pointes” (taquicardia ventricular): - Anti-arrítmicos de Classe Ia (por ex. quinidina, hidroquinidina, disopiramida). - Anti-arrítmicos de Classe III (por ex. amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida) - Alguns antipsicóticos (por ex. tioridazina, clorpromazina, levomepromazina, trifluoperazina, ciamemazina, sulpirida, sultoprida, amissulprida, tiaprida, pimozida, haloperidol, droperidol) - Outros (por ex. bepridil, cisaprida, difemanil, eritromicina IV, halofantrina, mizolastina, pentamidina, terfenadina, vincamina IV). - Eritromicina
Eritromicina + Digoxina
Observações: n.d.Interacções: Com a administração de Eritromicina e digoxina foram descritas concentrações séricas elevadas de digoxina. - Digoxina
Eritromicina + Anticoagulantes orais
Observações: n.d.Interacções: Foram descritos casos de aumento do efeito anticoagulante quando Eritromicina e anticoagulantes orais são administrados concomitantemente. - Anticoagulantes orais
Eritromicina + Ergotamina
Observações: n.d.Interacções: A coadministração de Eritromicina e ergotamina ou dihidroergotamina tem sido associada em alguns doentes a toxicidade aguda da cravagem do centeio, caracterizada por vasospasmo periférico grave e disestesia. - Ergotamina
Eritromicina + Mesilato de di-hidroergotamina
Observações: n.d.Interacções: A coadministração de Eritromicina e ergotamina ou dihidroergotamina tem sido associada em alguns doentes a toxicidade aguda da cravagem do centeio, caracterizada por vasospasmo periférico grave e disestesia. - Mesilato de di-hidroergotamina
Eritromicina + Midazolam
Observações: n.d.Interacções: Triazolobenzodiazepinas (como midazolam e alprazolam) e benzodiazepinas relacionadas: A Eritromicina revelou diminuir a depuração de triazolam, midazolam e benzodiazepinas relacionadas, e deste modo poder aumentar o efeito farmacológico destas benzodiazepinas. - Midazolam
Eritromicina + Alprazolam
Observações: n.d.Interacções: Triazolobenzodiazepinas (como midazolam e alprazolam) e benzodiazepinas relacionadas: A Eritromicina revelou diminuir a depuração de triazolam, midazolam e benzodiazepinas relacionadas, e deste modo poder aumentar o efeito farmacológico destas benzodiazepinas. - Alprazolam
Eritromicina + Triazolobenzodiazepinas
Observações: n.d.Interacções: Triazolobenzodiazepinas (como midazolam e alprazolam) e benzodiazepinas relacionadas: A Eritromicina revelou diminuir a depuração de triazolam, midazolam e benzodiazepinas relacionadas, e deste modo poder aumentar o efeito farmacológico destas benzodiazepinas. - Triazolobenzodiazepinas
Eritromicina + Citocromo P450
Observações: n.d.Interacções: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina. - Citocromo P450
Eritromicina + Claritromicina
Observações: n.d.Interacções: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina. Nos doentes tratados simultaneamente com Eritromicina e cisaprida foram descritos níveis elevados de cisaprida que podem resultar em prolongamento do intervalo QT e arritmias cardíacas incluindo taquicardia ventricular, fibrilhação ventricular e “torsades de pointes”. Efeitos semelhantes foram observados em doentes recebendo pimozida e claritromicina, outro antibiótico Macrólido. - Claritromicina
Eritromicina + Ciclosporina
Observações: n.d.Interacções: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina. - Ciclosporina
Eritromicina + Hexobarbital
Observações: n.d.Interacções: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina. - Hexobarbital
Eritromicina + Fenitoína
Observações: n.d.Interacções: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina. - Fenitoína
Eritromicina + Alfentanilo
Observações: n.d.Interacções: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina. - Alfentanilo
Eritromicina + Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina. - Disopiramida
Eritromicina + Bromocriptina
Observações: n.d.Interacções: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina. - Bromocriptina
Eritromicina + Valproato semisódico (ácido valpróico)
Observações: n.d.Interacções: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina. - Valproato semisódico (ácido valpróico)
Eritromicina + Tacrolímus
Observações: n.d.Interacções: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina. - Tacrolímus
Eritromicina + Quinidina
Observações: n.d.Interacções: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina. - Quinidina
Eritromicina + Metilprednisolona
Observações: n.d.Interacções: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina. - Metilprednisolona
Eritromicina + Cilostazol
Observações: n.d.Interacções: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina. - Cilostazol
Eritromicina + Vinblastina
Observações: n.d.Interacções: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina. - Vinblastina
Eritromicina + Sildenafil
Observações: n.d.Interacções: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina. - Sildenafil
Eritromicina + Terfenadina
Observações: n.d.Interacções: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina. A Eritromicina altera significativamente o metabolismo da terfenadina quando administrada concomitantemente. Observaram-se raros casos de efeitos cardiovasculares graves incluindo morte, paragem cardíaca, “torsades de pointes” e outras arritmias ventriculares. - Terfenadina
Eritromicina + Astemizol
Observações: n.d.Interacções: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina. A Eritromicina altera significativamente o metabolismo do astemizole quando administrada concomitantemente. Observam-se raros casos de efeitos cardiovasculares graves incluindo paragem cardíaca, “torsades de pointes” e outras arritmias ventriculares. - Astemizol
Eritromicina + Rifabutina
Observações: n.d.Interacções: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina. - Rifabutina
Eritromicina + Inibidores da HMG-CoA redutase
Observações: n.d.Interacções: Nos doentes tratados com Eritromicina e inibidores da HMG-CoA reductase (como por ex. lovastatina e sinvastatina) verificou-se aumento nas concentrações séricas dos inibidores HMG-CoA reductase. Foram descritos raros casos de rabdomiólise com a coadministração destes fármacos. - Inibidores da HMG-CoA redutase
Eritromicina + Lovastatina
Observações: n.d.Interacções: Nos doentes tratados com Eritromicina e inibidores da HMG-CoA reductase (como por ex. lovastatina e sinvastatina) verificou-se aumento nas concentrações séricas dos inibidores HMG-CoA reductase. Foram descritos raros casos de rabdomiólise com a coadministração destes fármacos. - Lovastatina
Eritromicina + Sinvastatina
Observações: n.d.Interacções: Nos doentes tratados com Eritromicina e inibidores da HMG-CoA reductase (como por ex. lovastatina e sinvastatina) verificou-se aumento nas concentrações séricas dos inibidores HMG-CoA reductase. Foram descritos raros casos de rabdomiólise com a coadministração destes fármacos. - Sinvastatina
Eritromicina + Cisaprida
Observações: n.d.Interacções: Nos doentes tratados simultaneamente com Eritromicina e cisaprida foram descritos níveis elevados de cisaprida que podem resultar em prolongamento do intervalo QT e arritmias cardíacas incluindo taquicardia ventricular, fibrilhação ventricular e “torsades de pointes”. Efeitos semelhantes foram observados em doentes recebendo pimozida e claritromicina, outro antibiótico Macrólido. - Cisaprida
Eritromicina + Pimozida
Observações: n.d.Interacções: Nos doentes tratados simultaneamente com Eritromicina e cisaprida foram descritos níveis elevados de cisaprida que podem resultar em prolongamento do intervalo QT e arritmias cardíacas incluindo taquicardia ventricular, fibrilhação ventricular e “torsades de pointes”. Efeitos semelhantes foram observados em doentes recebendo pimozida e claritromicina, outro antibiótico Macrólido. - Pimozida
Eritromicina + Zopiclona
Observações: n.d.Interacções: A Eritromicina revelou diminuir a depuração de zopiclona e por conseguinte, pode aumentar os efeitos farmacodinâmicos deste fármaco. - Zopiclona
Erlotinib + Eritromicina
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: Erlotinib e outros substratos do CYP: O erlotinib, in vitro, é um inibidor potente do CYP1A1, e um inibidor moderado do CYP3A4 e do CYP2C8, bem como um forte inibidor da glucuronidação por UGT1A1. Desconhece-se a relevância fisiológica da forte inibição do CYP1A1 devido à muito limitada expressão do CYP1A1 nos tecidos humanos. Quando o erlotinib foi administrado em simultâneo com ciprofloxacina, um inibidor moderado do CYP1A2, a exposição ao erlotinib [AUC] aumentou significativamente em 39% enquanto que não houve alteração estatisticamente significativa da concentração máxima (Cmax). Da mesma forma, a exposição ao metabólito activo aumentou em cerca de 60% e 48% para a AUC e Cmax, respetivamente. A relevância clínica deste aumento não foi estabelecida. Quando a ciprofloxacina ou inibidores potentes do CYP1A2 (por ex. fluvoxamina) são associados com erlotinib, deve ter-se precaução. Caso se observem reações adversas relacionadas com erlotinib, a dose de erlotinib pode ser reduzida. O pré-tratamento ou a coadministração de Erlotinib não alterou a clearance de substratos prototípicos do CYP3A4, midazolam e eritromicina, mas parece ter originado uma diminuição da biodisponibilidade oral do midazolam até 24%. Noutro ensaio clínico, o erlotinib revelou não afectar os parâmetros farmacocinéticos do paclitaxel, substrato do CYP3A4/2C8, administrado concomitantemente. Desta forma, são improváveis interações significativas na clearance de outros substratos do CYP3A4. Os inibidores potentes da atividade do CYP3A4 diminuem o metabolismo do erlotinib e aumentam a sua concentração plasmática. Num ensaio clínico, a utilização concomitante do erlotinib com o cetoconazol (200 mg por via oral, duas vezes por dia, durante 5 dias), um inibidor potente do CYP3A4, resultou num aumento da exposição ao erlotinib (86% na AUC e 69% na Cmax). Assim, deve ter-se cuidado ao associar o erlotinib com um inibidor potente do CYP3A4, como por exemplo antifúngicos do grupo dos azóis (i.e. cetoconazol, itraconazol, voriconazol), inibidores da protease, eritromicina ou claritromicina. Se necessário, a dose de erlotinib deve ser diminuída, especialmente se for observada toxicidade. - Eritromicina
Everolímus + Eritromicina
Observações: O everolímus é um substrato da CYP3A4, e também é um substrato e inibidor modera do da gp-P. Por esta razão, a absorção e eliminação subsequente do everolímus pode ser influenciada por produtos que afetem a CYP3A4 e/ou a gp - P. In vitro, o everolímus é um inibidor competitivo da CYP3A4 e um inibidor misto da CYP2D6.Interacções: Inibidores moderados da CYP3A4/gp-P: Eritromicina, Imatinib, Verapamilo, Ciclosporina oral: Seja prudente quando a coadministração de inibidores moderados da CYP3A4 ou da gp-P não puder ser evitada. Se for necessário coadministrar um inibidor moderado da CYP3A4 ou da gp-P, pode ser considerada uma redução de dose para 5 mg por dia ou 2, 5 mg por dia. No entanto, não existem dados clínicos com este ajuste de dose. Devido à variabilidade entre sujeitos os ajustes de dose recomendados podem não ser ótimos para todos os indivíduos, pelo que é recomendada a monitorização atenta dos efeitos secundários. Se o inibidor moderado for interrompido, considerar um período de lavagem de pelo menos 2 a 3 dias (tempo de eliminação médio para os inibidores moderados usados mais frequentemente) antes de retomar a dose de na dose utilizada antes do início da coadministração. - Eritromicina
Fluconazol + Eritromicina
Observações: O fluconazol é um potente inibidor do citocromo P450 (CYP) isoenzima 2C9 e um inibidor moderado do CYP3A4. O fluconazol é também um inibidor da isoenzima CYP2C19. Adicionalmente às interações observadas/documentadas abaixo indicadas, existe um risco de aumento da concentração plasmática de outros compostos metabolizados pelo CYP2C9 e CYP3A4 coadministrados com fluconazol. Deste modo, deve-se ter precaução quando se utilizam estas associações e os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados. O efeito inibidor da enzima pelo fluconazol persiste 4-5 dias após a descontinuação do tratamento com fluconazol devido à sua longa semivida.Interacções: É contraindicada a utilização concomitante com os seguintes fármacos: Eritromicina: A utilização concomitante de fluconazol e eritromicina potencia o aumento do risco de cardiotoxicidade (prolongamento do intervalo QT, torsade de pointes) e consequentemente o de morte cardíaca súbita. A coadministração de fluconazol e eritromicina está contraindicada. - Eritromicina
Fosamprenavir + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Eritromicina: Utilizar com precaução. - Eritromicina
Guanfacina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Inibidores das CYP3A4 e CYP3A5: Devem tomar-se precauções quando Guanfacina é administrado a doentes que estão a tomar cetoconazol e outros inibidores moderados e potentes das CYP3A4/5, sendo proposta uma diminuição da dose de Guanfacina no intervalo de doses recomendado. A coadministração de Guanfacina com inibidores moderados e potentes das CYP3A4/5 eleva as concentrações plasmáticas de guanfacina e aumenta o risco de reações adversas como hipotensão, bradicardia e sedação. Verificou-se um aumento considerável da taxa e extensão da exposição da guanfacina quando administrada com cetoconazol; as concentrações plasmáticas máximas (Cmax) e a exposição (AUC) da guanfacina aumentaram respetivamente 2 e 3 vezes. Outros inibidores das CYP3A4/5 podem ter um efeito comparável; ver a seguir para uma lista de exemplos de inibidores moderados e potentes das CYP3A4/5, embora esta lista não seja definitiva. Inibidores moderados das CYP3A4/5: Aprepitant, Atazanavir, Ciprofloxacina, Crizotinib, Diltiazem, Eritromicina, Fluconazol, Fosamprenavir, Imatinib, Verapamil, Sumo de toranja. Inibidores potentes das CYP3A4/5: Boceprevir, Cloranfenicol, Claritromicina, Indinavir, Itraconazol, Cetoconazol, Posaconazol, Ritonavir, Saquinavir, Telaprevir, Telitromicina. - Eritromicina
Halofantrina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Medicamentos que possam provocar torsades de pointes: Anti-arrítmicos de classe IA (por exemplo quinidina, hidroquinidina, disopiramida), anti-arrítmicos de classe III (por exemplo amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida), alguns neurolépticos (por exemplo tioridazina, cloropromazina, levomepormazina, trifluoperazina, ciamemazina, sulpirida, amisilprida, tiaprida, pimozida, haloperidol, droperidol, sultoprida), antiparasíticos (lumefantrina, pentamidina), bepridil, cisaprida, difemanil, eritromicina IV, metadona, mizolastina, veraliprida, vincamicina IV. A interação com a mefloquina demonstrou prolongar ainda mais o intervalo QTc. Risco aumentado de disrritmias ventriculares, especialmente torsades de pointes. Medicamentos passíveis de provocar torsade de pointes não anti-infecciosos devem ser interrompidos, mas se tal não for possível, o intervalo QTc deve ser controlado antes do início do tratamento e o ECG deve ser monitorizado durante o tratamento. Inibidores da protease (amprenavir, atazanavir, fosamprenavir, indinavir, lopinavir, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, tipranavir): risco aumentado de disrritmias ventrículares, especialmente torsades de pointes. Eritromicina, claritromicina, josamicina: Risco aumentado de disrritmias ventrículares, especialmente torsades de pointes. Macrólidos devem ser interrompidos, mas se tal não for possível, o intervalo QTc deve ser controlado antes do início do tratamento e o ECG deve ser monitorizado durante o tratamento. - Eritromicina
Hidroxizina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: A coadministração de hidroxizina com fármacos conhecidos por prolongarem o intervalo QT e/ou induzirem Torsade de Pointes, p.e. fármacos anti-arrítmicos da classe IA (p.e. quinidina, disopiramida) e da classe III (p.e. amiodarona, sotalol), alguns Antihistamínicos, alguns antipsicóticos (p.e. haloperidol), alguns antidepressivos (p.e. citalopram, escitalopram), alguns antimaláricos (p.e. mefloquina), alguns antibióticos (p.e. eritromicina, levofloxacina, moxifloxacina), alguns fármacos antifúngicos (p.e. pentamidina), alguns medicamentos gastrointestinais (p.e. prucaloprida), alguns medicamentos utilizados no tratamento do cancro (p.e. toremifeno, vandetanib), metadona, aumentam o risco de arritmia cardíaca. Deste modo, a combinação é contraindicada. - Eritromicina
Indapamida + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Associações que exigem precauções de utilização: Outros: Bepridilo, cisaprida, difemanil, eritromicina IV, halofantrina, mizolastina, pentamidina, sparfloxacina, moxifloxacina, vincamina IV. Risco aumentado de arritmias ventriculares, particularmente torsades de pointes (a hipocaliemia é um factor de risco). Efectuar monitorização relativamente à hipocaliemia e, se necessário, efectuar a sua correcção antes de introduzir esta associação. Monitorização clínica, dos electrólitos plasmáticos e do ECG. Utilize substâncias que não têm a desvantagem de causar torsades de pointes na presença de hipocaliemia. - Eritromicina
Indinavir + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: INDINAVIR POTENCIADO COM RITONAVIR. Outros Anti-infecciosos: Eritromicina, itraconazol: interação com indinavir/ritonavir não estudada. O indinavir e ritonavir inibem o CYP3A4, logo espera-se um aumento das concentrações plasmáticas de eritromicina e itraconazol. É recomendada monitorização cuidadosa da terapêutica e dos efeitos adversos, quando a eritromicina ou o itraconazol são administrados concomitantemente com indinavir/ritonavir. - Eritromicina
Lisinopril + Amlodipina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: interações relacionadas com a AMLODIPINA: Efeitos de outros medicamentos sobre a amlodipina: Inibidores da CYP3A4: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores potentes ou moderados da CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamilo e diltiazem) podem dar origem a um aumento significativo da exposição à amlodipina. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. A monitorização clínica e o ajuste posológico poderão, portanto, ser necessários. - Eritromicina
Lítio + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Outros: Recomenda-se precaução na administração concomitante de lítio com outros medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT, por ex., Anti-arrítmicos das classes IA (ex. quinidina, disopiramida) ou III (ex. amiodarona), cisaprida, antibióticos tais como a eritromicina, antipsicóticos como a tioridazina ou amissulprida. - Eritromicina
Losartan + Hidroclorotiazida + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: HIDROCLOROTIAZIDA: Quando administrados concomitantemente, os seguintes fármacos podem interferir com os medicamentos diuréticos tiazídicos. Medicamentos afetados pelos distúrbios no potássio sérico: É recomendada a monitorização periódica do potássio sérico e ECG quando losartan/hidroclorotiazida é administrado com medicamentos afetados pelos distúrbios no potássio sérico (ex., glicosídeos digitálicos e anti-arrítmicos) e com os seguintes medicamentos (incluindo alguns anti-arrítmicos) indutores de torsades de pointes (taquicardia ventricular), sendo que a hipocaliémia constitui um factor predisponente para torsades de pointes (taquicardia ventricular): • Anti-arrítmicos da classe Ia (ex., quinidina, hidroquinidina, disopiramida) • Anti-arrítmicos da classe III (ex., amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida) • Alguns antipsicóticos (ex., tioridazina, clorpromazina, levomepromazina, trifluoroperazina, ciamemazina, sulpirida, sultoprida, amissulprida, tiaprida, pimozida, haloperidol, droperidol) • Outros (ex. bepridilo, cisaprida, difemanilo, eritromicina IV, halofantrina, mizolastina, pentamidina, terfenatida, vincamida IV). - Eritromicina
Voriconazol + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Antibióticos macrólidos: Eritromicina (1 g BID) [inibidor do CYP3A4] Não necessário ajuste de dose - Eritromicina
Metadona + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: interações farmacocinéticas: Inibidores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por inibição de CYP3A4 a depuração da metadona é reduzida. A administração concomitante de inibidores do CYP3A4 (por exemplo, canabinóides, claritromicina, delavirdina, eritromicina, ciprofloxacina, fluconazol, sumo de toranja, cimetidina, itraconazol, cetoconazol, fluoxetina, fluvoxamina, nefazodona e telitromicina) pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas da metadona. Verificou-se um aumento de 40-100% da relação entre os níveis séricos e a dose de metadona com o tratamento concomitante com fluvoxamina. Se estes medicamentos forem prescritos a doentes em tratamento de manutenção com metadona, deve-se estar consciente do risco de sobredosagem. interações farmacodinâmicas: Prolongamento do intervalo QT: A metadona não deve ser associada a medicamentos que podem prolongar o intervalo QT, tais como anti-arrítmicos (sotalol, amiodarona e flecainida), antipsicóticos (tioridazina, haloperidol, sertindol e fenotiazinas), antidepressivos (paroxetina, sertralina) ou antibióticos (eritromicina, claritromicina). - Eritromicina
Midazolam + Eritromicina
Observações: O midazolam é metabolizado pelo CYP3A4.Interacções: A eritromicina produziu concentrações plasmáticas do midazolam intravenoso aumentadas cerca de 1,6-2 vezes, associadas a aumentos da semivida terminal do midazolam de cerca de 1,5-1,8 vezes. - Eritromicina
Moxifloxacina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: interações com medicamentos: Não pode ser excluído um efeito aditivo no prolongamento do intervalo QT da moxifloxacina e outros medicamentos que podem prolongar o intervalo QTc. Este facto pode levar a um risco aumentado de arritmias ventriculares, incluindo torsades de pointes. Deste modo, a coadministração de moxifloxacina com qualquer um dos seguintes medicamentos está contraindicada: - anti-arrítmicos de classe IA (ex. quinidina, hidroquinidina, disopiramida) - anti-arrítmicos de classe III (ex. amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida) - neurolépticos (ex. fenotiazidas, pimozida, sertindole, haloperidol, sultoprida) - agentes antidepressivos tricíclicos - alguns agentes antimicrobianos (saquinavir, esparfloxacina, eritromicina IV, pentamidina, antimaláricos com especial atenção para a halofantrina) - alguns antihistamínicos (terfenadina, astemizol, mizalostina) - outros (cisaprida, vincamina IV, bepridilo, difemanil). - Eritromicina
Nebivolol + Hidroclorotiazida + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: interações farmacodinâmicas: HIDROCLOROTIAZIDA: Potenciais interações relacionadas com a hidroclorotiazida: Precauções necessárias em caso de uso concomitante com: Medicamentos afetados pelos distúrbios do potássio sérico: Recomenda-se uma monitorização periódica dos níveis séricos do potássio e a realização de ECG quando se administra Nevivolol / Hidroclorotiazida com medicamentos afetados pelos distúrbios do potássio sérico (por exemplo, glicosidos digitálicos e anti-arrítmicos) e com os seguintes medicamentos indutores de “torsades de pointes” (taquicardia ventricular) (incluindo alguns anti-arrítmicos), sendo que a hipocaliemia é um fator de predisposição para “torsades de pointes” (taquicardia ventricular): Anti-arrítmicos Classe IA (por exemplo, quinidina, hidroquinidina, disopiramida). Anti-arrítmicos Classe III (por exemplo, amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida). Alguns antipsicóticos (por exemplo, tioridazina, cloropromazina, levomepromazina, trifluoperazina, ciamemazina, sulpirida, sultoprida, amissulprida, tiaprida, pimozida, haloperidol, droperidol). Outros (por exemplo, bepridilo, cisaprida, difemanil, eritromicina I.V., halofantrina, mizolastina, pentamidina, esparfloxacina, terfenadina, vincamina I.V.). - Eritromicina
Nevirapina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: metabólitos da nevirapina: Estudos utilizando microssomas hepáticos humanos indicaram que a formação dos metabólitos hidroxilados da nevirapina não era afetada pela presença de dapsona, rifabutina, rifampicina e trimetoprim/sulfametoxazol. O cetoconazol e a eritromicina inibiram significativamente a formação de metabólitos hidroxilados da nevirapina. - Eritromicina
Nifedipina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Inibidores do CYP3A4: Com a administração concomitante de conhecidos inibidores do sistema do citocromo P450 3A4, as concentrações plasmáticas da nifedipina podem aumentar fortemente. A administração concomitante de inibidores moderados do CYP3A4 (fluconazol, eritromicina, diltiazem, verapamil, aprepitant) deve ser feita com precaução. Antibióticos macrólidos (por exemplo, eritromicina) Não foram realizados estudos de interação entre a nifedipina e antibióticos macrólidos. Certos antibióticos macrólidos são conhecidos por inibirem o metabolismo de outros medicamentos mediados pelo sistema do citocromo P450 3A4. Por conseguinte, não pode ser excluída a possibilidade de um aumento das concentrações plasmáticas de nifedipina com a administração concomitante dos dois medicamentos. A azitromicina, apesar de estruturalmente relacionada com a classe de antibióticos macrólidos, não inibe o CYP 3A4. Antibióticos macrólidos (por exemplo, eritromicina) Não foram realizados estudos de interação entre a nifedipina e antibióticos macrólidos. Certos antibióticos macrólidos são conhecidos por inibirem o metabolismo de outros medicamentos mediados pelo sistema do citocromo P450 3A4. Por conseguinte, não pode ser excluída a possibilidade de um aumento das concentrações plasmáticas de nifedipina com a administração concomitante dos dois medicamentos. A azitromicina, apesar de estruturalmente relacionada com a classe de antibióticos macrólidos, não inibe o CYP 3A4. - Eritromicina
Rilpivirina + Eritromicina
Observações: A rilpivirina é um inibidor in vitro do transportador MATE-2K com um IC50 < 2,7 nM. As implicações clínicas deste achado são atualmente desconhecidas.Interacções: interações E RECOMENDAÇÕES POSOLÓGICAS COM OUTROS MEDICAMENTOS ANTIBIÓTICOS MACRÓLIDOS: Claritromicina, Eritromicina: Não foi estudado. (inibição das enzimas CYP3A) É esperado um aumento da exposição à rilpivirina. Se possível, devem ser consideradas alternativas, tais como a azitromicina. - Eritromicina
Risperidona + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Potencial para outros medicamentos afetarem Risperidona: A eritromicina, um inibidor da CYP3A4, não altera a farmacocinética da risperidona, nem a da fração antipsicótica activa. - Eritromicina
Sildenafil + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: A análise farmacocinética populacional de dados dos ensaios clínicos indicaram uma diminuição da depuração do sildenafil quando coadministrado com inibidores da CYP3A4 (como, por exemplo, o cetoconazol, a eritromicina, a cimetidina). Embora não se tenha observado um aumento da incidência de acontecimentos adversos nestes doentes quando o sildenafil foi administrado em concomitância com inibidores da CYP3A4, deve considerar-se a utilização de uma dose inicial de 25 mg. Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: Quando se administrou uma dose única de sildenafil com eritromicina, um inibidor específico da CYP3A4, no estado de equilíbrio (500 mg duas vezes por dia, durante 5 dias), observou-se um aumento de 182% da exposição sistémica do sildenafil (AUC). - Eritromicina
Olmesartan medoxomilo + Hidroclorotiazida + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: interações potenciais relacionadas com HIDROCLOROTIAZIDA: Uso concomitante com precaução: Medicamentos afetados pelos desequilíbrios do potássio sérico: É recomendada uma monitorização periódica do potássio sérico e a realização de ECG quando o Olmesartan / Hidroclorotiazida é administrado com medicamentos afetados pelos desequilíbrios do potássio sérico (por exemplo, glicósidos digitálicos e anti-arrítmicos) e com os seguintes medicamentos indutores de “torsades de pointes” (taquicardia ventricular) (incluindo alguns anti-arrítmicos), sendo a hipocaliemia um fator de predisposição para “torsades de pointes” (taquicardia ventricular): Anti-arrítmicos Classe Ia (por exemplo, quinidina, hidroquinidina, disopiramida). Anti-arrítmicos Classe III (por exemplo, amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida). Alguns antipsicóticos (por exemplo, tioridazina, cloropromazina, levomepromazina, trifluoperazina, ciamemazina, sulpirida, sultoprida, amissulprida, tiaprida, pimozida, haloperidol, droperidol) Outros (por exemplo, bepridilo, cisaprida, difemanil, eritromicina I.V., halofantrina, mizolastina, pentamidina, esparfloxacina, terfenadina, vincamina I.V.). - Eritromicina
Pasireotido + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: interações farmacodinâmicas previstas: Medicamentos que prolongam o intervalo QT: O pasireotido deve ser utilizado com precaução em doentes que estão a tomar concomitantemente medicamentos que prolongam o intervalo QT, tais como anti-arrítmicos de classe Ia (por exemplo, quinidina, procainamida, disopiramida), anti-arrítmicos de classe III (por exemplo amiodarona, dronedarona, sotalol, dofetilida, ibutilida), determinados antibacterianos ( eritromicina endovenosa, injeção de pentamidina, claritromicina, moxifloxacina), determinados antipsicóticos (por exemplo cloropromazina, tioridazina, flufenazina, pimozida, haloperidol, tiaprida, amissulprida, sertindol, metadona ), determinados Antihistamínicos (por exemplo, terfenadina, astemizol, mizolastina), antimaláricos (por exemplo, cloroquina, halofantrina, lumefantrina) determinados antifúngicos (cetoconazol, exceto no champô). - Eritromicina
Perindopril + Indapamida + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Ligadas à INDAPAMIDA: Uso concomitante que requer cuidados especiais: Medicamentos que induzem “Torsades de pointes”: Devido ao risco de hipocaliemia, a indapamida deve ser administrada com precaução quando associada a medicamentos que induzem “torsades de pointes” tais como agentes anti-arrítmicos classe IA (quinidina, hidroquinidina, disopiramida); fármacos anti-arrítmicos classe III (amiodarona, dofetilida, ibutilida, bretilio, sotalol); certos neurolépticos (cloropromazina, ciamemazina, levomepromazina, tioridazina, trifluoperazina), benzamidas (amissulprida, sulpirida, sultoprida, tiaprida), butirofenonas (droperidol, haloperidol) outros neurolépticos (pimozida); outras substâncias tais como bepridilo, cisaprida, difemanilo, eritromicina IV, halofantrina, mizolastina, moxifloxacina, pentamidina, esparfloxacina, vincamina IV, metadona, astemizol, terfenadina. - Eritromicina
Posaconazol + Eritromicina
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: Efeitos de outros medicamentos sobre posaconazol: Posaconazol é metabolizado por glucuronidação do UDP (enzimas de fase 2) e é um substrato, in vitro, para o efluxo da p-glicoproteína (P-gp). Assim, os inibidores (por exemplo, verapamilo, ciclosporina, quinidina, claritromicina, eritromicina, etc.) ou indutores (por exemplo, rifampicina, rifabutina, determinados anticonvulsivantes, etc.) destas vias de depuração poderão respetivamente aumentar ou diminuir as concentrações plasmáticas de posaconazol. - Eritromicina
Sinvastatina + Ezetimiba + Eritromicina
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: interações farmacocinéticas: interações Medicamentosas Associadas com o Risco Aumentado de Miopatia/Rabdomiólise: Inibidores potentes do CYP3A4 por ex. Itraconazol, Cetoconazol, Posaconazol, Voriconazol, Eritromicina, Claritromicina, Telitromicina, Inibidores da protease do VIH (ex: nelfinavir), Boceprevir, Telaprevir, Nefazodona, Cobicistato, Ciclosporina, Danazol, Gemfibrozil: contraindicados com Sinvastatina / Ezetimiba. SINVASTATINA: A sinvastatina é um substrato do citocromo P450 3A4. Os inibidores potentes do citocromo P450 3A4 aumentam o risco de miopatia e de rabdomiólise através do aumento da concentração de atividade inibidora da redutase da HMG-CoA no plasma durante a terapêutica com sinvastatina. Estes inibidores incluem: Itraconazol, cetoconazol, posaconazol, voriconazol, eritromicina, claritromicina, telitromicina, inibidores da protease do VIH (p. ex: nelfinavir), boceprevir, telaprevir, nefazodona e medicamentos contendo cobicistato. A administração concomitante de itraconazol resultou num aumento de mais de 10 vezes na exposição ao ácido da sinvastatina (o metabólito betahidroxiácido ativo). A telitromicina causou um aumento de 11 vezes na exposição ao ácido da sinvastatina. Está contraindicada a utilização concomitante de sinvastatina com itraconazol, cetoconazol, posaconazol, voriconazol, inibidores da protease do VIH (p. ex: nelfinavir), boceprevir, telaprevir, eritromicina, claritromicina, telitromicina, nefazodona e medicamentos contendo cobicistato, assim como com gemfibrozil, ciclosporina e danazol. Se o tratamento com inibidores potentes do CYP3A4 (fármacos que aumentam a AUC em aproximadamente 5 vezes ou mais) for inevitável, a terapêutica com Sinvastatina / Ezetimiba deverá ser interrompida (e considerada a utilização de uma estatina alternativa) durante o tratamento. - Eritromicina
Ribociclib + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Substâncias que podem aumentar as concentrações plasmáticas de ribociclib: Simulações farmacocinéticas de base fisiológica sugeriram que numa dose de 600 mg de ribociclib, um inibidor moderado da CYP3A4 (eritromicina) pode aumentar a Cmax de ribociclib em estado estacionário e a AUC 1,2 vezes e 1,3 vezes, respetivamente. Para doentes que tenham tido a dose de ribociclib reduzida para 400 mg uma vez por dia, o aumento do estado estacionário Cmax e AUC calculou-se ser 1,4 e 2,1 vezes, respetivamente. O efeito de uma dose diária de 200 mg foi um aumento previsto de 1,7 e 2,8 vezes, respetivamente. Não são necessários ajustes de dose de ribociclib no início do tratamento com com inibidores fracos ou moderados da CYP3A4. Contudo, recomenda-se a monitorização de RA relacionadas com ribociclib. - Eritromicina
Ritonavir + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Efeitos do Ritonavir nos Medicamentos Não anti-retrovirais coadministrados: Anti-infeciosos: Eritromicina, itraconazol: Ritonavir administrado como potenciador farmacocinético ou como medicamento antirretroviral inibe a CYP3A4, pelo que se prevê aumento nas concentrações plasmáticas da eritromicina e itraconazol. Recomenda-se monitorização cuidadosa dos efeitos terapêuticos e efeitos adversos quando a eritromicina ou itraconazol são administrados concomitantemente com ritonavir. - Eritromicina
Trazodona + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Inibidores de CYP3A4: Estudos in vitro sobre o metabolismo de trazodona sugerem um potencial risco de interação quando a trazodona é administrada com inibidores do CYP3A4, como a eritromicina, cetoconazol, itraconazol, ritonavir, indinavir e nefazodona. Os inibidores do CYP3A4 podem provocar um substancial aumento nas concentrações plasmáticas da trazodona. Confirmou-se através de estudos in vivo realizados em voluntários saudáveis que uma dose de 200 mg de ritonavir 2 vezes/dia aumentou os níveis plasmáticos da trazodona para mais do dobro, provocando náuseas, síncope e hipotensão. Se se administrar a trazodona com um potente inibidor do CYP3A4, deve-se considerar uma dose mais baixa da primeira. No entanto, deve-se evitar a administração concomitante da trazodona com um potente inibidor do CYP3A4. - Eritromicina
Triamcinolona + Eritromicina
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: É necessária extrema precaução nos casos de administração concomitante com fenotiazinas, antidepressivos tricíclicos, terfenadina e astemizol, vincamina, eritromicina i.v., halofantrina, pentamidina e sultoprida. - Eritromicina
Sirolímus + Eritromicina
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: Eritromicina (inibidor da CYP3A4): A administração de doses múltiplas de eritromicina e solução oral de sirolímus aumentou significativamente a taxa e extensão da absorção de ambos os medicamentos. A Cmax, a tmax e a AUC do sirolímus no sangue total aumentaram 4,4 vezes, 1,4 vezes e 4,2 vezes, respetivamente. A Cmax, a tmax e a AUC da eritromicina base no plasma aumentaram 1,6 ve zes, 1,3 vezes e 1,7 vezes, respetivamente. Os níveis de sirolímus devem ser monitorizados e devem considerar-se as reduções adequadas das doses de ambos os medicamentos. - Eritromicina
Sulpirida + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Associações não recomendadas: Medicamentos indutores de hipocaliémia: Diuréticos espoliadores de potássio, laxantes estimulantes, anfotericina B IV, glucocorticoides, tetracosactidos. Deverá corrigir-se a hipocaliémia. Fármacos anti-arrítmicos da classe Ia tais como quinidina, disopiramida. Fármacos anti-arrítmicos da classe III tais como amiodarona, sotalol. Outros medicamentos tais como pimozide, sultopride, haloperidol; antidepressivos imipramínicos; lítio, bepridil, cisapride, tioridazina, metadona, eritromicina IV, vincamina IV, halofantrina, pentamidina, sparfloxacina. - Eritromicina
Temsirolímus + Eritromicina
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: Agentes inibidores do metabolismo CYP3A: A administração concomitante de temsirolímus 5 mg com cetoconazol, um potente inibidor do CYP3A4, não teve efeito significativo na Cmax do temsirolímus ou AUC; no entanto, a AUC do sirolímus aumentou 3,1 vezes, e a AUC som a (temsirolímus + sirolímus) aumentou 2,3 vezes comparativamente ao temsirolímus em monoterapia. O efeito nas concentrações de sirolímus não ligado não foi determinado, mas espera-se que seja maior do que o efeito nas concentrações no sangue total devido a uma saturação da ligação aos glóbulos vermelhos. O efeito pode também ser mais pronunciado numa dose de 25 mg. Assim, as substâncias que sejam inibidores potentes da atividade do CYP3A4 (p.ex., nelfinavir, ritonavir, itraconazol, cetoconazol, voriconazol, nefazodona) aumentam as concentrações sanguíneas de sirolímus. Deve evitar-se o tratamento concomitante de temsirolímus com agentes que tenham forte potencial inibidor do CYP3A4. O tratamento concomitante com inibidores moderados do CYP3A4 (p.ex., diltiazem, verapamil, claritromicina, eritromicina, aprepitante, amiodarona) deve apenas ser administrado com precaução nos doentes a receber 25 mg e deve evitar-se nos doentes a receber doses de temsirolímus mais elevadas do que 25 mg. - Eritromicina
Varfarina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Os compostos que reconhecidamente potenciam a ação da varfarina ou que habitualmente são referidos como exercendo esse efeito são: Ácido etacrínico, ácido mefenâmico, ácido tielínico, álcool (ingestão aguda), alopurinol, amiodarona, Ácido Acetilsalicílico, azapropazona, cefamandol, ciprofloxacina, claritromicina, cloranfenicol, cimetidina, clofibrato, cotrimoxazol, danazol, dextropropoxifeno, dipiramidol, dissulfiram, eritromicina, estanozolol, etiloestrenol, fenilbutazona, fibratos, fluconazol, glucagão, halofenato, hormonas tiroideias, cetoconazol, latamofex, meclofenamato de sódio, metronidazol, miconazol, noretandrolona, omeprazol, oxifenbutazona, oximetolona, paracetamol, piroxicam, propafenona, quetoquenazol, quinidina, quinina, sinvastatina, ISRS antidepressivos, sulfinpirazona, sulfonamidas, sulindac, tetraciclina, valproato, vitamina E. - Eritromicina
Saquinavir + Eritromicina
Observações: A maioria dos estudos de interação medicamentosa com saquinavir foi desenvolvida com saquinavir não potenciado ou com saquinavir cápsulas moles não potenciado. Um número reduzido de estudos foi desenvolvido com saquinavir potenciado com ritonavir ou com saquinavir cápsulas moles potenciado com ritonavir. Os dados obtidos a partir dos estudos de interação medicamentosa realizados com saquinavir não potenciado podem não ser representativos dos efeitos observados com a terapêutica de saquinavir/ritonavir. Adicionalmente, os resultados observados com saquinavir cápsulas moles podem não ser preditivos relativamente à magnitude destas interações com saquinavir/ritonavir.Interacções: Antibióticos: Eritromicina (saquinavir/ritonavir) A interação com saquinavir/ ritonavir não foi estudada. Eritromicina 250 mg qid (saquinavir não potenciado 1200 mg tid) A interação com saquinavir/ritonavir não foi estudada. A eritromicina é um substrato do CYP3A4 e está associada ao prolongamento QT. contraindicada em combinação com saquinavir/ritonavir devido ao risco de arritmia cardíaca potencialmente fatal. - Eritromicina
Tacrolímus + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Inibidores do metabolismo: Foi demonstrado clinicamente que as seguintes substâncias aumentam os níveis sanguíneos de tacrolímus: Foram observadas interações fortes com os antifúngicos cetoconazol, fluconazol, itraconazol e voriconazol, com o antibiótico macrólido eritromicina ou inibidores da protease VIH (por exemplo, ritonavir). O uso concomitante destas substâncias pode requerer a diminuição das doses de tacrolímus em praticamente todos os doentes. interações mais fracas foram observadas com clotrimazol, claritromicina, josamicina, nifedipina, nicardipina, diltiazem, verapamilo, danazol, etinilestradiol, omeprazol e nefazodona. - Eritromicina
Telaprevir + Eritromicina
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: ANTIBACTERIANOS: Claritromicina, eritromicina, telitromicina, troleandomicina: Deve existir precaução e recomenda-se a monitorização clínica aquando da administração concomitante com Telaprevir. Foram notificados prolongamento do intervalo QT e Torsade de Pointes com claritromicina e eritromicina. O prolongamento do intervalo QT foi notificado com telitromicina. - Eritromicina
Telmisartan + Hidroclorotiazida + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Medicamentos influenciados pelos distúrbios de potássio sérico: Recomenda-se a monitorização periódica dos níveis séricos de potássio e ECG quando se procede à administração de Telmisartan / Hidroclorotiazida com estes medicamentos influenciados por distúrbios do potássio sérico (por exemplo, glicósidos digitálicos, anti-arrítmicos) e os seguintes medicamentos indutores de torsades de pointes (que incluem alguns anti-arrítmicos), quando a hipocaliemia é um fator predisponente a torsades de pointes: Anti-arrítmicos classe Ia (por exemplo, quinidina, hidroquinidina, disopiramida) Anti-arrítmicos classe III (por exemplo, amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida) Alguns antipsicóticos (por exemplo, tioridazina, cloropromazina, levomepromazina, trifluoperazina, ciamemazina, sulpirida, sultoprida, amissulprida, tiaprida, pimozida, haloperidol, droperidol). Outros: (por exemplo, bepridil, cisaprida, difemanil, eritromicina IV, halofantrina, mizolastina, pentamidina, esparfloxacina, terfenadina, vincamina IV.) - Eritromicina
Valsartan + Hidroclorotiazida + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: interações relacionadas com HIDROCLOROTIAZIDA: Utilização concomitante com precaução: Medicamentos que podem induzir “Torsade de pointes”: Antiarritmícos classe Ia (ex. quinidina, hidroquinidina, disopiramida) Antiarritmícos classe III (e.g. amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida) Alguns antipsicóticos: (ex. tioridazina, clorpromazina, levomepromazina, trifluoperazina, ciamemazina, sulpirida, sultoprida, amissulprida, tiaprida, pimozida, haloperidol, droperidol) Outros: (ex. bepridilo, cisaprida, difemanila, eritromicina i.v., halofantrina, cetanserina, mizolastina, pentamidina, esparfloxacina, terfenadina, vincamina i.v.). Devido ao risco de hipocaliemia, a hidroclorotiazida deve ser administrada com precaução quando associada a medicamentos indutores de “torsade de pointes”. - Eritromicina
Xipamida + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Precauções particulares têm de ser tomadas com as seguintes associações: Outros: bepridil, cisapride, difemanil, eritromicina I.V., halofantrina, mizolastina, pentamidina, sparfloxacina, mixofloxacina, vincamina I.V. - Eritromicina
Cariprazina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Potencial de outros medicamentos para afectar a cariprazina: O metabolismo da cariprazina e dos seus principais metabólitos ativos, a desmetil cariprazina (DCAR) e a didesmetil cariprazina (DDCAR), é maioritariamente mediado pela CYP3A4 com um contributo menor da CYP2D6. Inibidores da CYP3A4: O cetoconazol, um forte inibidor da CYP3A4, provocou um aumento duas vezes superior na exposição plasmática à cariprazina total (soma da cariprazina e dos seus metabólitos ativos) durante uma coadministração de curta duração (4 dias), considerando-se tanto as frações não ligadas ou não ligadas+ligadas. Devido à longa semivida das frações ativas da cariprazina, pode esperar-se um aumento adicional da exposição plasmática à cariprazina total durante uma coadministração mais longa. Assim, a coadministração de cariprazina com inibidores fortes ou moderados da CYP3A4 (p. ex., boceprevir, claritromicina, cobicistate, indinavir, itraconazol, cetoconazol, nefazodona, nelfinavir, posaconazol, ritonavir, saquinavir, telaprevir, telitromicina, voriconazol, diltiazem, eritromicina, fluconazol, verapamilo) é contraindicada. O consumo de sumo de toranja deve ser evitado. - Eritromicina
Letermovir + Eritromicina
Observações: Informação geral sobre as diferenças na exposição entre os diferentes regimes de tratamento com letermovir - A exposição plasmática esperada de letermovir difere consoante o regime terapêutico utilizado. Desta forma, as consequências clínicas das interações medicamentosas do letermovir vão depender do regime de letermovir utilizado, e se o letermovir está ou não associado à ciclosporina. - A associação de ciclosporina e letermovir pode levar a efeitos potenciados ou adicionais dos medicamentos concomitantes quando comparado com letermovir isoladamente.Interacções: Inibidores da gp-P/BCRP Resultados in vitro indicam que letermovir é um substrato da gp-P/BCRP. Não se antecipa que a alteração da concentração plasmática de letermovir, devido à inibição da gp-P/BCRP, seja clinicamente relevante. Contudo, aconselha-se precaução se forem adicionados inibidores gp-P/BCRP à associação de letermovir com ciclosporina. - Exemplos de inibidores da gp-P/BCRP incluem claritromicina, eritromicina, azitromicina, itraconazol, cetoconazol, verapamilo, quinidina, fluvoxamina, ranolazina e alguns dos inibidores da protease do VIH. - Eritromicina
Rosuvastatina + Perindopril + Indapamida + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Relacionados com indapamida Uso concomitante que requer cuidados especiais: Medicamentos que induzem “torsades de pointes”: devido ao risco de hipocaliemia, a indapamida deve ser administrada com precaução quando associada a medicamentos que induzem “torsades de pointes” tais como agentes anti-arrítmicos classe IA (quinidina, hidroquinidina, disopiramida); agentes anti-arrítmicos classe III (amiodarona, dofetilida, ibutilida, bretilio, sotalol); certos neurolépticos (cloropromazina, ciamemazina, levomepromazina, tioridazina, trifluoperazina), benzamidas (amissulprida, sulpirida, sultoprida, tiaprida), butirofenonas (droperidol, haloperidol) outros neurolépticos (pimozida); outras substâncias tais como bepridilo, cisaprida, difemanilo, eritromicina IV, halofantrina, mizolastina, moxifloxacina, pentamidina, esparfloxacina, vincamina IV, metadona, astemizol, terfenadina. Prevenção da descida dos níveis de potássio e correção se necessário: monitorização do intervalo QT. Relacionados com rosuvastatina Efeito da administração concomitante de medicamentos na rosuvastatina Eritromicina: O uso concomitante de rosuvastatina e eritromicina resultou num decréscimo de 20% na AUC e um decréscimo de 30% na Cmax de rosuvastatina. Esta interação pode ser provocada pelo aumento da motilidade intestinal causada pela eritromicina. - Eritromicina
Encorafenib + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Efeitos de outros medicamentos no encorafenib Encorafenib é essencialmente metabolizado pelo CYP3A4. Os inibidores moderados do CYP3A4 devem ser administrados concomitantemente com precaução. Os exemplos de inibidores moderados do CYP3A4 incluem, entre outros, amiodarona, eritromicina, fluconazol, diltiazem, amprenavir e imatinib. Quando encorafenib é administrado concomitantemente com um inibidor moderado do CYP3A, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados em relação à segurança. - Eritromicina
Tezacaftor + Ivacaftor + Eritromicina
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: Medicamentos que afetam a farmacocinética de tezacaftor e de ivacaftor Inibidores da CYP3A A coadministração com o itraconazol, um inibidor forte da CYP3A, aumentou a exposição ao tezacaftor (medida pela AUC) 4,0 vezes e aumentou a AUC do ivacaftor 15,6 vezes. A dose de Tezacaftor/Ivacaftor deve ser ajustada quando coadministrada com inibidores fortes da CYP3A. Exemplos de inibidores fortes da CYP3A incluem: • cetoconazol, itraconazol, posaconazol e voriconazol • telitromicina e claritromicina O modelo farmacocinético fisiológico sugeriu que a coadministração com fluconazol, um inibidor moderado da CYP3A, poderá aumentar a exposição (AUC) do tezacaftor em, aproximadamente, 2 vezes. A coadministração com fluconazol aumentou a AUC do ivacaftor 3 vezes. A dose de Tezacaftor/Ivacaftor e de ivacaftor deve ser ajustada quando coadministrada com inibidores moderados da CYP3A. Exemplos de inibidores moderados da CYP3A incluem: • fluconazol • eritromicina - Eritromicina
Talazoparib + Eritromicina
Observações: Talazoparib é um substrato da P-gp e da proteína resistente ao cancro da mama (BCRP), que são transportadoras de fármacos, e é eliminado principalmente por depuração renal sob a forma de composto inalterado.Interacções: Agentes que podem afectar as concentrações plasmáticas de talazoparib Inibidores da P-gp Os dados de um estudo de interação medicamentosa em doentes com tumores sólidos avançados indicaram que a administração concomitante de doses múltiplas diárias de um inibidor da P-gp, itraconazol 100 mg duas vezes por dia com uma dose única de 0,5 mg de talazoparib aumentou a exposição total ao talazoparib (AUCinf) e a concentração máxima (Cmax) em aproximadamente 56% e 40%, respetivamente, comparativamente a uma dose única de 0,5 mg de talazoparib administrada em monoterapia. A análise farmacocinética (FC) populacional também demonstrou que a utilização concomitante de inibidores potentes da P-gp aumentou a exposição a talazoparib em 45% comparativamente ao talazoparib administrado em monoterapia. A utilização concomitante de inibidores potentes da P-gp (incluindo, mas não limitado a amiodarona, carvedilol, claritromicina, cobicistate, darunavir, dronedarona, eritromicina, indinavir, itraconazol, cetoconazol, lapatinib, lopinavir, propafenona, quinidina, ranolazina, ritonavir, saquinavir, telaprevir, tipranavir e verapamilo) deve ser evitada. Se a administração concomitante com um inibidor potente da P- gp for inevitável, a dose de Talazoparib deve ser reduzida. - Eritromicina
Doxofilina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: A terapia concomitante com eritromicina pode diminuir a depuração hepática das xantinas, causando aumento dos níveis sanguíneos. - Eritromicina
Gilteritinib + Eritromicina
Observações: Gilteritinib é principalmente metabolizado pelas enzimas do CYP3A, que podem ser induzidas ou inibidas por diversos medicamentos concomitantes.Interacções: Efeitos de outros medicamentos no Gilteritinib Inibidores do CYP3A e/ou gp-P Os inibidores fortes do CYP3A e/ou gp-P (por ex., voriconazol, itraconazol, posaconazol, claritromicina, eritromicina, captopril, carvedilol, ritonavir, azitromicina) podem aumentar as concentrações plasmáticas de gilteritinib. A administração concomitante de uma dose única de 10 mg de gilteritinib e itraconazol (200 mg uma vez por dia durante 28 dias), um inibidor forte do CYP3A e/ou gp-P, em indivíduos saudáveis resultou num aumento aproximado de 20% da Cmax média e num aumento de 2,2 vezes da AUCinf média em comparação com os indivíduos que receberam uma única dose de gilteritinib isolado. A exposição a gilteritinib aumentou aproximadamente 1,5 vezes nos doentes com LMA recidivante ou refratária quando administrado concomitantemente com inibidores fortes do CYP3A e/ou gp-P. - Eritromicina
Udenafila + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Alguns medicamentos podem afectar a concentração de Udenafila no sangue, aumentando seu tempo de ação. Tais medicamentos como cetoconazol, itraconazol e inibidores da protease como indinavir e ritonavir, cimetidina e eritromicina inibem o sistema de enzimas chamado citocromo P450 (CYP), responsável pela excreção de udenafila, o que resulta numa eliminação mais lenta pelo organismo. - Eritromicina
Ebastina + Pseudoefedrina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: A interação da ebastina com o cetoconazol e a eritromicina (ambos conhecidos por prolongar o intervalo QT) foi avaliada. Observaram-se interações farmacocinéticas e farmacodinâmicas com cada uma dessas combinações, com um aumento de 18-19 mseg (4,5-5%) no intervalo QT. - Eritromicina
Fumarato de clemastina + Dexametasona + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: interações Medicamento – Medicamento Este medicamento pode interagir com as seguintes substâncias: Cetoconazol, antibióticos macrolídeos como a eritromicina (inibidores da CYP3A4): Aumenta a concentração de dexametasona na corrente sanguínea, aumentando sua ação. interações Medicamento – Medicamento Este medicamento pode interagir com as seguintes substâncias: Indinavir, eritromicina: Têm seus efeitos reduzidos. - Eritromicina
Bromazepam + Sulpirida + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Associações não recomendadas Outros medicamentos como pimozida, sultoprida, haloperidol, tioridazina, metadona, antidepressivos imipramínicos, lítio, bepridil, cisaprida, eritromicina IV, vincamina IV, halofantrina, pentamidina, esparfloxacino. - Eritromicina
Ibuprofeno + Cafeína + Dimenidrinato + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: interações devidas à cafeína: A depuração diminuiu em: eritromicina. - Eritromicina
Fosnetupitant + Palonossetrom + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Eritromicina e midazolam A exposição à eritromicina e ao midazolam aumentou aproximadamente 1,3 e 2,4 vezes, respetivamente, quando cada um foi coadministrado com o netupitant administrado por via oral. Estes efeitos não foram considerados clinicamente importantes. O perfil farmacocinético do netupitant não foi afetado pela administração concomitante de midazolam ou de eritromicina. Deve ter-se em consideração os efeitos potenciais do aumento das concentrações plasmáticas do midazolam ou de outras benzodiazepinas metabolizadas através do CYP3A4 (alprazolam, triazolam) ao coadministrarem-se estas substâncias ativas com a associação de netupitant e cloridrato de palonossetrom. - Eritromicina
Irbesartan + Amlodipina + Eritromicina
Observações: Tendo por base um estudo farmacocinético onde o irbesartan e a amlodipina foram administrados isoladamente ou em combinação, não existe nenhuma interacção farmacocinética entre o irbesartan e a amlodipina. Não foram realizados estudos de interacção medicamentosa com Irbesartan / Amlodipina e outros medicamentos.Interacções: Efeitos de outros medicamentos na amlodipina Inibidores da CYP3A4 O uso concomitante de amlodipina com inibidores fortes ou moderados da CYP3A4 (inibidores da protease, antifúngicos do tipo azol, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamilo ou diltiazem) pode dar origem a um aumento significativo da exposição à amlodipina, resultando num risco aumentado de hipotensão. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas poderá ser mais pronunciada nos idosos. A monitorização clínica e o ajuste da dose poderão, portanto, ser necessários. - Eritromicina
Rosuvastatina + Ácido acetilsalicílico + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Relacionadas com a rosuvastatina Efeitos da administração concomitante de medicamentos na rosuvastatina Eritromicina: O uso concomitante de rosuvastatina e eritromicina resultou num decréscimo de 20% na AUC e de 30% na Cmáx de rosuvastatina. Esta interação pode ser provocada pelo aumento da motilidade intestinal causada pela eritromicina. - Eritromicina
Avapritinib + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Substâncias ativas que podem ter um efeito sobre Avapritinib Inibidores de CYP3A fortes e moderados A administração concomitante de Avapritinib com um inibidor do CYP3A forte aumentou as concentrações plasmáticas de avapritinib e podem resultar no aumento de reações adversas. A administração concomitante de itraconazol (200 mg duas vezes por dia no Dia 1, seguido por 200 mg uma vez por dia durante 13 dias) com uma dose única de 200 mg de avapritinib no Dia 4 em participantes saudáveis aumentou o Cmax do avapritinib 1,4 vezes e AUC0-inf por 4,2 vezes, relativamente a uma dose de 200 mg de avapritinib administrada isoladamente. Deve ser evitada a utilização concomitante de avapritinib com inibidores de CYP3A fortes ou moderados (tais como antifúngicos, incluindo cetoconazol, itraconazol, posaconazol, voriconazol; alguns macrólidos, tais como a eritromicina, claritromicina e telitromicina; substâncias ativas para tratar infecções pelo vírus da imunodeficiência humana/síndrome da imunodeficiência adquirida (VIH/SIDA) tais como cobicistate, indinavir, lopinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir; bem como conivaptan para hiponatremia e boceprevir para tratar a hepatite) incluindo toranja ou de sumo de toranja. Se a utilização concomitante com um inibidor do CYP3A moderado não puder ser evitada, a dose inicial de Avapritinib deve ser reduzida de 300 mg por via oral uma vez por dia para 100 mg por via oral uma vez por dia. - Eritromicina
Duvelisib + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Efeito de outros medicamentos na farmacocinética do duvelisib Inibidores potentes e moderados do CYP3A A coadministração de um inibidor potente do CYP3A cetoconazol (a 200 mg duas vezes por dia (BID) durante 5 dias), com uma dose oral única de 10 mg de duvelisib em adultos saudáveis (n = 16) aumentou a Cmax do duvelisib em 1,7 vezes e a AUC em 4 vezes. Devido à autoinibição do CYP3A4 dependente do tempo, a susceptibilidade do duvelisib a inibidores moderados e potentes do CYP3A4 diminui em condições de estado estacionário. Com base em modelação e simulação farmacocinética com base fisiológica (PBPK), estima-se que o aumento na exposição ao duvelisib seja aproximadamente 1,6 vezes no estado estacionário em doentes oncológicos quando utilizado concomitantemente com inibidores potentes do CYP3A4, tais como o cetoconazol e o itraconazol. A dose de duvelisib deve ser reduzida para 15 mg duas vezes por dia quando coadministrado com um inibidor potente do CYP3A4 (por ex., cetoconazol, indinavir, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, claritromicina, telitromicina, itraconazol, nefazodona, cobicistate, voriconazol e posaconazol, e sumo de toranja). A modelação e simulação PBPK estimou não haver efeito clinicamente significativo nas exposições ao duvelisib de inibidores moderados do CYP3A4 utilizados concomitantemente. A redução da dose de duvelisib não é necessária quando coadministrado com inibidores moderados do CYP3A4 (por ex., aprepitant, ciprofloxacina, conivaptano, crizotinib, ciclosporina, diltiazem, dronedarona, eritromicina, fluconazol, fluvoxamina, imatinib, tofisopam, verapamilo). - Eritromicina
Fedratinib + Eritromicina
Observações: Fedratinib é metabolizado através de múltiplos CYP in vitro com a contribuição predominante do CYP3A4 e com uma contribuição menor do CYP2C19, e mono-oxigenases contendo flavina (flavin-containing monoxygenases, FMOs).Interacções: Efeito de outros medicamentos em fedratinib Inibidores fortes e moderados do CYP3A4 A coadministração de cetoconazol (inibidor forte do CYP3A4: 200 mg duas vezes por dia) com uma dose única de fedratinib (300 mg) aumentou a área sob a curva do tempo de concentração no plasma a partir de tempo zero ao infinito (AUCinf) em aproximadamente 3 vezes. Tendo em conta as simulações farmacocinéticas de base fisiológica (PBPK), prevê-se que a coadministração de inibidores moderados do CYP3A4, eritromicina (500 mg três vezes por dia) ou diltiazem (120 mg duas vezes por dia) com 400 mg de fedratinib uma vez por dia aumente a AUC de fedratinib no estado estacionário em 1,2 e 1,1 vezes, respetivamente. Não podem ser excluídas reações adversas associadas à coadministração prolongada de um inibidor moderado do CYP3A4. - Eritromicina
Delta-9-tetrahidrocanabinol (THC) + Canabidiol (CBD), flor de Cannabis sativa + Eritromicina
Observações: Ainda não há evidências suficientes sobre a interação com outros medicamentos e efeitos consequentes.Interacções: Uma interação farmacocinética pode ocorrer com medicamentos metabolizados pelo citocromo P450, especialmente com medicamentos substratos, indutores ou inibidores das isoenzimas 2A9 e 3A4, tais como macrólidos (como claritromicina e eritromicina), antimicóticos (como itraconazol, fluconazol, cetoconazol e miconazol), amiodarona, primidona, isoniazida, carbamazepina, fenitoina, inibidores da proteinase do VIH (como Ritonavir), antagonistas dos canais de cálcio (como diltiazem e verapamil), fenobarbital, primidona, rifabutina, troglitazona ou hipericão. - Eritromicina
Selumetinib + Eritromicina
Observações: Apenas foram realizados estudos de interacção em adultos saudáveis (idade ≥18 anos).Interacções: Prevê-se que a utilização concomitante de eritromicina (inibidor moderado da CYP3A4) ou fluoxetina (inibidor potente da CYP2C19/CYP2D6) aumente a AUC de selumetinib em ~30-40% e Cmax em ~20%. A administração concomitante com medicamentos que são inibidores potentes da CYP3A4 (p.ex. claritromicina, sumo de toranja, cetoconazol oral) ou da CYP2C19 (p.ex. ticlopidina) deve ser evitada. A administração concomitante com medicamentos que são inibidores moderados da CYP3A4 (p.ex. eritromicina e fluconazol) e da CYP2C19 (p.ex. omeprazol) deve ser evitada. Se a administração concomitante não puder ser evitada, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados para acontecimentos adversos e a dose de selumetinib deve ser reduzida. - Eritromicina
Rosuvastatina + Amlodipina + Perindopril + Eritromicina
Observações: A extensão das interacções na população pediátrica não é conhecida.Interacções: Relacionados com a rosuvastatina Efeito da administração concomitante de medicamentos na rosuvastatina Eritromicina: O uso concomitante de rosuvastatina e eritromicina resultou num decréscimo de 20% na AUC e um decréscimo de 30% na Cmax de rosuvastatina. Esta interação pode ser provocada pelo aumento da motilidade intestinal causada pela eritromicina. Relacionados com amlodipina Efeitos de outros medicamentos sobre a amlodipina Inibidores CYP3A4: A utilização concomitante de amlodipina com inibidores fortes ou moderados do CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, macrólidos como a eritromicina ou a claritromicina, verapamilo e diltiazem) podem conduzir a um aumento significativo da exposição a amlodipina, resultando num risco aumentado de hipotensão. A tradução clínica destas variações farmacocinéticas pode ser mais pronunciada nos idosos. Monitorização clínica e ajuste de dose poderão assim, ser necessários. - Eritromicina
Relugolix + Estradiol + Noretisterona + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: A utilização concomitante de relugolix/estradiol/noretisterona com eritromicina e outros inibidores orais da gp-P não é recomendada. Se não for possível evitar a utilização concomitante de inibidores orais da gp-P uma ou duas vezes por dia (por ex., azitromicina), tome relugolix/estradiol/noretisterona primeiro seguido da administração do inibidor da gp-P pelo menos 6 horas depois e monitorize as doentes mais frequentemente para detectar reações adversas. - Eritromicina
Rosuvastatina + Ramipril + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Efeitos de medicamentos administrados concomitantemente na rosuvastatina Eritromicina: A utilização concomitante de rosuvastatina e eritromicina resultou numa diminuição de 20% da AUC e numa redução de 30% na Cmáx de rosuvastatina. Esta interação pode ser causada pelo aumento na motilidade intestinal causada pela eritromicina. - Eritromicina
Ripretinib + Eritromicina
Observações: Tanto o ripretinib como o seu metabólito activo DP-5439 são principalmente eliminados pelo CYP3A4/5 e são substratos da gp-P e da proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP).Interacções: Efeito de outros medicamentos no ripretinib Efeito de inibidores potentes de CYP3A/gp-P A coadministração de itraconazol (um inibidor potente do CYP3A) e também um inibidor da gp-P aumentou a Cmáx do ripretinib em 36% e a AUC0-∞ em 99%. A Cmáx do DP-5439 manteve-se inalterada; a AUC0-∞ aumentou 99%. Os inibidores potentes do CYP3A/P-gp (por exemplo, cetoconazol, eritromicina, claritromicina, itraconazol, ritonavir, posaconazol e voriconazol) devem ser utilizados com precaução e os doentes devem ser monitorizados. Não se recomenda a ingestão de sumo de toranja. - Eritromicina
Elexacaftor + Ivacaftor + Tezacaftor + Eritromicina
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: Medicamentos que afetam a farmacocinética do ELX, TEZ e/ou IVA Inibidores da CYP3A A coadministração com o itraconazol, um inibidor forte da CYP3A, aumentou a AUC do ELX 2,8 vezes e a AUC do TEZ 4,0 a 4,5 vezes. Quando coadministrado com o itraconazol e cetoconazol, a AUC do IVA aumentou 15,6 vezes e 8,5 vezes, respetivamente. A dose de IVA/TEZ/ELX e de IVA deve ser reduzida quando coadministrada com inibidores fortes da CYP3A. Exemplos de inibidores fortes da CYP3A incluem: - cetoconazol, itraconazol, posaconazol e voriconazol - telitromicina e claritromicina As simulações efectuadas indicaram que a coadministração com os inibidores moderados da CYP3A, fluconazol, eritromicina e verapamil, poderá aumentar a AUC do ELX e do TEZ, aproximadamente, 1,9 a 2,3 vezes. A coadministração com fluconazol aumentou a AUC do IVA 2,9 vezes. A dose de IVA/TEZ/ELX e de IVA deve ser reduzida quando coadministrada com inibidores moderados da CYP3A. Exemplos de inibidores moderados da CYP3A incluem: - fluconazol - eritromicina - Eritromicina
Drospirenona + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Foram descritas na literatura as seguintes interações (principalmente com contracetivos combinados, mas ocasionalmente também com pílulas só com progestagénio). Substâncias que reduzem a depuração das hormonas contraceptivas (inibidores enzimáticos): A relevância clínica de potenciais interações com inibidores enzimáticos mantém-se desconhecida. A administração concomitante de inibidores fortes do CYP3A4, tais como antifúngicos azole (p.ex. fluconazol, itraconazol, cetoconazol, voriconazol), verapamilo, macrólides (p.ex. claritromicina, eritromicina), diltiazem e sumo de toranja pode aumentar as concentrações plasmáticas de progestagénio. Num estudo de doses múltiplas que avaliou a administração concomitante diária (10 dias) do cetoconazol, um inibidor forte do CYP3A4, com duas preparações hormonais contendo drospirenona (drospirenona 3 mg + estradiol 1,5 mg e drospirenona 3 mg + etinilestradiol 0,02 mg) a AUC (0-24h) da drospirenona aumentou 2,3 vezes e 2,7 vezes, respetivamente. - Eritromicina
Zanubrutinib + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Inibidores moderados do CYP3A As simulações de farmacocinética baseadas fisiologicamente indicam que a coadministração de doses múltiplas de um inibidor moderado de CYP3A pode aumentar a Cmax e AUC de zanubrutinib em aproximadamente 2 vezes. Se tiver de ser utilizado um inibidor moderado do CYP3A (p. ex., eritromicina, ciprofloxacina, diltiazem, dronedarona, fluconazol, verapamilo, aprepitant, imatinib, sumo de toranja, laranjas-amargas), reduzir a dose de Zanubrutinib para 160 mg (duas cápsulas) durante a utilização do inibidor. Monitorizar os doentes de perto quanto a toxicidade e seguir as orientações de modificação da dose, conforme necessário. - Eritromicina
Rosuvastatina + Fenofibrato + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Potenciais interações relacionadas com a rosuvastatina: Eritromicina: A utilização concomitante de rosuvastatina e eritromicina resultou num decréscimo de 20% na AUC e um decréscimo de 30% na Cmax da rosuvastatina. Esta interação pode ser provocada pelo aumento da motilidade intestinal causada pela eritromicina. - Eritromicina
Ivosidenib + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Efeito de outros medicamentos sobre ivosidenib: Inibidores moderados ou potentes do CYP3A4: Em indivíduos saudáveis, a administração de uma dose única de 250 mg de ivosidenib e 200 mg de itraconazol, uma vez por dia, durante 18 dias, aumentou a AUC de ivosidenib em 169% (IC 90%: 145, 195), sem alteração na Cmax. A administração concomitante com inibidores moderados ou potentes do CYP3A4 aumenta as concentrações plasmáticas de ivosidenib. Esta coadministração pode aumentar o risco de prolongamento do intervalo QTc e devem considerar-se alternativas adequadas, que não sejam inibidores moderados ou potentes do CYP3A4, sempre que possível, durante o tratamento com ivosidenib. Os doentes devem ser tratados com precaução e rigorosamente monitorizados quanto ao prolongamento do intervalo QTc se a utilização de uma alternativa adequada não for possível. Se o uso de inibidores moderados ou potentes do CYP3A4 não puder ser evitado, a dose recomendada de ivosidenib deve ser reduzida para 250 mg, uma vez por dia. • Inibidores moderados do CYP3A4 incluem: aprepitant, ciclosporina, diltiazem, eritromicina, fluconazol, toranja e sumo de toranja, isavuconazol, verapamilo. - Eritromicina
Adapaleno + Peróxido de benzoílo + Clindamicina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Adapaleno + Peróxido de benzoílo + Clindamicina não deve ser usado com produtos que contenham eritromicina. - Eritromicina
Nirogacestat + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Evitar a eritromicina. - Eritromicina
Diclofenac + Betametasona + Cianocobalamina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: O risco de torsades de pointes aumenta com a eritromicina IV. - Eritromicina
Bicarbonato de Sódio + Carbonato de Sódio + Ácido Cítrico + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: Com o estearato de eritromicina aumento da semivida por absorção retardada. - Eritromicina
Acetato de Medroxiprogesterona + Cipionato de estradiol + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: O uso concomitante de Acetato de Medroxiprogesterona + Cipionato de Estradiol com a Eritromicina pode diminuir a sua eficácia ou provocar mudanças no padrão de sangramento. - Eritromicina
Dexametasona + Loratadina + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: No caso da Loratadina, o uso concomitante com eritromicina pode resultar em aumento das concentracções plasmáticas de Loratadina sem alteracções clínicas significativas. - Eritromicina
Dextrometorfano + Loratadina + Paracetamol + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: A coadministração com eritromicina aumenta as concentrações plasmáticas de loratadina. - Eritromicina
Pitavastatina + Ezetimiba + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: A administração concomitante de eritromicina com Pitavastatina/Ezetimiba resultou num aumento de 2,8 vezes da AUC da pitavastatina. Recomenda-se uma suspensão temporária de Pitavastatina/Ezetimiba durante o tratamento com eritromicina ou outros antibióticos macrólidos. - Eritromicina
Rosuvastatina + Perindopril + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: O uso concomitante de rosuvastatina e eritromicina resultou num decréscimo de 20% na AUC e um decréscimo de 30% na Cmax de rosuvastatina. Esta interação pode ser provocada pelo aumento da motilidade intestinal causada pela eritromicina. - Eritromicina
Nirmatrelvir + Ritonavir + Eritromicina
Observações: n.d.Interacções: O itraconazol aumenta a AUC e a Cmax do nirmatrelvir em 39% e 19%, respetivamente. O ritonavir doseado como potenciador farmacocinético inibe a CYP3A4 e, como resultado, é expectável que aumente as concentrações plasmáticas da eritromicina. Recomenda-se uma monitorização cuidadosa dos efeitos terapêuticos e dos efeitos adversos quando a eritromicina é coadministrado com ritonavir. - Eritromicina
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 24 de Março de 2026