Zinco

O que é
O zinco (do alemão Zink) é um elemento químico de símbolo Zn, número atómico 30 (30 prótons e 30 elétrons) com massa atómica 65,4 unidade de massa atómica.

À temperatura ambiente, o zinco encontra-se no estado sólido.

Está situado no grupo 12 (2 B) da Classificação Periódica dos Elementos.

O zinco é um elemento químico essencial para o corpo humano: intervém no metabolismo de proteínas e ácidos nucleicos, estimula a atividade de mais de 100 enzimas, colabora no bom funcionamento do sistema imunológico, é necessário para cicatrização dos ferimentos, nas percepções do sabor e olfato e na síntese do DNA.

O zinco é encontrado em diversos alimentos como nas ostras, carnes vermelhas, aves, alguns pescados, mariscos, favas e nozes.
Usos comuns
Tratamento de doença de Wilson.

O zinco pode ser encontrado em muitos alimentos que consumimos diariamente.

Apesar de as ostras terem maior quantidade de zinco, existem muitos outros alimentos que contém zinco como as carnes vermelhas em geral e o arroz, o pão integral, o feijão, o leite integral, a aveia e as sementes de abóbora.

A deficiência de zinco pode produzir retardamento no crescimento, perda de cabelo, diarreias, impotência sexual e imaturidade sexual nos adolescentes, apatia, cansaço e depressão, lesões oculares e de pele, inclusive acne, unhas quebradiças, amnésia, perda de apetite, perda de peso e problemas de crescimento, aumento do tempo de cicatrização de ferimentos e anomalias no sentido do olfato.

As causas que podem provocar uma deficiência de zinco são a insuficiente quantidade na dieta alimentar e a dificuldade na absorção do mineral que pode ocorrer em casos de alcoolismo, quando é eliminado pela urina ou, ainda, devido à excessiva eliminação por causa de desordens digestivas.

O excesso de zinco tem-se associado com baixos níveis de cobre, alterações na função do ferro, diminuição da função imunológica e dos níveis de colesterol bom.

É um dado adquirido que o zinco desempenha um papel vital no desenvolvimento animal.

Uma dieta rica em zinco diminui o risco de hemorragias e melhora a cicatrização das feridas.

Na agricultura, o zinco é usado como suplemento nutritivo para promover o crescimento das plantas.

Embora o elemento não seja considerado tóxico, existem certos sais de zinco cuja ingestão provoca náuseas e diarreia.

A inalação de óxido de zinco pode provocar lesões nos pulmões e, de um modo geral, em todo o sistema respiratório.
Tipo
Molécula pequena.
História
As ligas metálicas de zinco foram utilizadas durante séculos - peças de latão datadas de 1000-1400 a.C.

foram encontrados na Palestina, e outros objetos com até 87% de zinco foram achados na antiga região da Transilvânia - devido ao seu baixo ponto de fusão e reatividade química o metal tende a evaporar-se, motivo pelo qual a verdadeira natureza do zinco não foi compreendida pelos antigos.

Sabe-se que a fabricação do latão era conhecida pelos romanos desde 30 a.C.

Plinio e Dioscórides descrevem a obtenção de aurichalcum (latão) pelo aquecimento num cadinho de uma mistura de cadmia (calamina) com cobre.

O latão obtido é posteriormente fundido ou forjado para fabricar objetos.
Andreas Marggraf

A fusão e extração de zinco impuro já era efetuada no ano 1.000 na Índia - na obra Rasarnava (c. 1200) de autor desconhecido o procedimento foi descrito - e posteriormente na China.

Em 1597 Andreas Libavius descreve uma peculiar classe de estanho que havia sido preparada na Índia que tinha recebido em pequenas quantidades através de um amigo; deduziu que se tratava do zinco mesmo não chegando a reconhecê-lo como o metal procedente da calamina.

No ocidente, em 1248, Alberto Magno descreve a fabricação do latão na Europa.

No século XVI já se conhecia a existência do metal.

Agrícola observou em 1546 que formava-se um metal branco prateado condensado nas paredes dos fornos nos quais se fundiam minerais de zinco, adicionando em sua notas que um metal similar denominado zincum era produzido na Silésia.

Paracelso foi o primeiro a sugerir que o zincum era um novo metal e que suas propriedades diferiam dos metais conhecidos, sem dar nenhuma indicação sobre a sua origem; nos escritos de Basílio Valentino são encontrados também menções sobre o zincum.os posteriores são frequentes as referências ao zinco, com diferentes nomes, se referindo geralmente ao mineral e não ao metal livre, e muitas vezes confundido com o bismuto.


Johann Kunkel em 1677 e pouco mais tarde Stahl em 1702 indicam que ao preparar o latão com o cobre e a calamina, esta última se reduz previamente em zinco livre, que foi isolado posteriormente pelo químico Anton von Swab em 1742 e por Andreas Marggraf em 1746, cujo exaustivo e metódico trabalho Sobre o método de extração do zinco de um mineral verdadeiro, a calamina sedimentou a metalurgia do zinco e sua reputação como descobridor do metal.


Em 1743 foi fundado em Bristol o primeiro estabelecimento para a fundição do metal em escala industrial, porém, o procedimento ficou em segredo.

Setenta anos depois Daniel Dony desenvolveu um procedimento industrial para a extração do metal, construindo-se a primeira fábrica no continente Europeu.

Após o desenvolvimento da técnica de flotação do sulfeto de zinco se desprezou a calamina como fonte principal de obtenção do zinco.

O método de flotação, atualmente, é empregado para a obtenção de vários metais.


Em 1800, Alessandro Volta inventou a pilha de Volta.

A unidade básica da pilha de Volta era uma célula simplificada galvânica, que era feita de uma placa de cobre e uma placa de zinco ligadas uns aos outros externamente e separados por um eletrólito.

Estes foram empilhadas em série para fazer a célula voltaica, que por sua vez produziu eletricidade, orientando os elétrons do zinco para o cobre e permitindo que o zinco a corroer.
Indicações
Tratamento de doença de Wilson.

A falta deste mineral pode levar ao desencadear de uma série de condições, até porque, o zinco desempenha funções essenciais no organismo humano.

A fragilidade do sistema imunológico é uma consequência quando da deficiência de zinco, o que deixa o indivíduo mais vulnerável a várias doenças.

A cicatrização também fica dificultada quando da falta de zinco, assim como há dificuldade em sentir o gosto dos alimentos.

A pele pode apresentar problemas como psoríase e o nível de glicose no sangue tende a aumentar diante desta situação.

Outra consequência é a pele ficar seca e amarelada, pois o fígado passa a funcionar de forma inadequada.

A deficiência de zinco pode causar problemas no crescimento e no desenvolvimento de crianças.

São comuns quadros de diarreia e de pneumonia quando da falta de zinco, visto a sua ação no sistema imunológico.

Outras consequências são perda de peso, cansaço, perda de cabelo, manchas nas unhas, depressão e pele áspera.

Consumir a quantidade adequada de zinco é fundamental, de forma a manter o corpo protegido de todas estas condições.


O zinco é essencial para a bom funcionamento do sistema imunológico.

Pela sua ação antioxidante, o zinco reduz a quantidade de radicais livres, diminuindo com isto os riscos de desenvolvimento de cancro.

Diversas enzimas necessitam do zinco para catalisar as reações químicas.

O zinco é essencial para a saúde da pele, para o tratamento de eczemas, para uma boa cicatrização e para o combate à acne.

Distúrbios de próstata podem ser melhor tratados quando da presença de zinco.

Durante a gravidez o zinco é fundamental, até porque ele participa na reparação do DNA.

O zinco auxilia o bom funcionamento das fases reprodutivas e é essencial para o tratamento das mais variadas infecções.

Por fim, vale a pena destacar a ação do zinco no combate à fadiga, à alopecia, à cegueira noturna e à perda óssea.
Classificação CFT
n.d.     n.d.
Mecanismo De Ação
O zinco participa de reações de síntese ou degradação de carboidratos, lipídos, proteínas, hormonas e ácidos nucléicos, estimula a atividade de mais de 100 enzimas, como a superóxido dismutase.

Está envolvido nos processos de transporte e expressão da informação genética.
Posologia Orientativa
A necessidade diária de zinco fica por volta de 10 mg para mulheres e de 12mg para homens.

Mulheres grávidas ou lactantes necessitam de um pouco mais do mineral, por volta de 19 mg por dia.

Assim como a falta de zinco faz mal, o excesso também pode ser prejudicial.
Administração
Sem informação.
Contraindicações
Hipersensibilidade ao zinco.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Frequentes:
• Após a tomada de Wilzin, pode ocorrer irritação gástrica, especialmente no início do tratamento.
• Foram relatadas alterações nos parâmetros hematológicos, incluindo um aumento em algumas enzimas hepáticas e pancreáticas.

Pouco frequentes:
• Pode ocorrer uma diminuição nos glóbulos vermelhos e brancos do sangue.
Advertências
Precauções Gerais
Consumir mais de 50 mg por dia durante duas semanas, por exemplo, pode diminuir consideravelmente a quantidade de cobre no organismo, deixando o indivíduo com deficiência deste outro mineral.

A amamentação deve ser evitada.
Cuidados com a Dieta
A absorção de zinco é significativamente retardada por muitos alimentos (incluindo pão, ovos cozidos, café e leite).
Substâncias presentes nos alimentos, especialmente fitatos e fibras, ligam zinco impedindo a sua entrada nas células intestinais.
No entanto, as proteínas parecem ser as que menos interferem.
Terapêutica Interrompida
Não utilizar uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Zinco + Alimentos/Bebidas (Soja, fitinas, fitatos, oxalatos, taninos, pectinas)

Observações: n.d.
Interações: Alimentação Estudos de co-administração de zinco com alimentos realizados em voluntários saudáveis demonstraram que a absorção de zinco era significativamente retardada por muitos alimentos (incluindo pão, ovos cozidos, café e leite). Substâncias presentes nos alimentos, especialmente fitatos e fibras, ligam zinco impedindo a sua entrada nas células intestinais. No entanto, as proteínas parecem ser as que menos interferem.

Moxifloxacina + Zinco

Observações: n.d.
Interações: Interações com medicamentos: A utilização de moxifloxacina deve ser feita com precaução em doentes que estejam a tomar medicação que possa reduzir os níveis de potássio (por exemplo diuréticos do tipo tiazidas e da ansa, laxantes e enemas (doses elevadas), corticosteroides, anfotericina B) ou medicamentos que estejam associados a bradicardia clinicamente significativa. Deve ser respeitado um intervalo de 6 horas entre a administração de agentes contendo catiões bivalentes ou trivalentes (ex.: antiácidos contendo magnésio ou alumínio, comprimidos de didanosina, sucralfato e agentes contendo ferro ou zinco) e a administração de moxifloxacina. A administração concomitante de carvão ativado com uma dose oral de 400 mg de moxifloxacina resulta numa acentuada prevenção da absorção e numa redução da disponibilidade sistémica do fármaco em mais de 80%. Desta forma, não se recomenda a administração concomitante destes dois fármacos (exceto em casos de sobredosagem).

Norfloxacina + Zinco

Observações: N.D.
Interações: Produtos multivitamínicos, produtos contendo ferro ou zinco, antiácidos ou sucralfato não devem ser administrados concomitantemente ou dentro das 2 horas seguintes à administração de norfloxacina, porque podem interferir com a absorção, resultando em níveis mais baixos de norfloxacina no soro e na urina.
 Sem significado Clínico

Zinco + Ácido ascórbico (vitamina C)

Observações: n.d.
Interações: Outros agentes anti-cobre Foram realizados estudos farmacodinâmicos em doentes com doença de Wilson utilizando uma conjugação de zinco (50 mg três vezes ao dia) com ácido ascórbico (1 g uma vez ao dia), penicilamina (250 mg quatro vezes ao dia) e trientina (250 mg quatro vezes ao dia). Os estudos não demonstraram qualquer efeito global significativo no equilíbrio do cobre apesar de ter sido detectada uma ligeira interacção do zinco com os agentes quelantes (penicilamina e trientina) com uma excreção de cobre diminuída pela via fecal, mas aumentada pela via urinária em comparação com uma monoterapia com zinco. Este facto é provavelmente devido a algum grau de complexação do zinco pelo agente quelante, com a consequente redução do efeito de ambas as substâncias activas. Na transição de um doente em tratamento com agentes quelantes para uma terapêutica de manutenção com zinco, o tratamento com agentes quelantes deve ser mantido e co-administrado durante 2 a 3 semanas uma vez que este é o tempo que o tratamento com zinco demora a produzir uma indução máxima da metalotioneína e um bloqueamento completo da absorção do cobre. Entre a administração do tratamento com o agente quelante e o zinco deve decorrer pelo menos 1 hora.
 Sem significado Clínico

Zinco + Penicilamina

Observações: n.d.
Interações: Outros agentes anti-cobre Foram realizados estudos farmacodinâmicos em doentes com doença de Wilson utilizando uma conjugação de zinco (50 mg três vezes ao dia) com ácido ascórbico (1 g uma vez ao dia), penicilamina (250 mg quatro vezes ao dia) e trientina (250 mg quatro vezes ao dia). Os estudos não demonstraram qualquer efeito global significativo no equilíbrio do cobre apesar de ter sido detectada uma ligeira interacção do zinco com os agentes quelantes (penicilamina e trientina) com uma excreção de cobre diminuída pela via fecal, mas aumentada pela via urinária em comparação com uma monoterapia com zinco. Este facto é provavelmente devido a algum grau de complexação do zinco pelo agente quelante, com a consequente redução do efeito de ambas as substâncias activas. Na transição de um doente em tratamento com agentes quelantes para uma terapêutica de manutenção com zinco, o tratamento com agentes quelantes deve ser mantido e co-administrado durante 2 a 3 semanas uma vez que este é o tempo que o tratamento com zinco demora a produzir uma indução máxima da metalotioneína e um bloqueamento completo da absorção do cobre. Entre a administração do tratamento com o agente quelante e o zinco deve decorrer pelo menos 1 hora.
 Sem significado Clínico

Zinco + Trientina

Observações: n.d.
Interações: Outros agentes anti-cobre Foram realizados estudos farmacodinâmicos em doentes com doença de Wilson utilizando uma conjugação de zinco (50 mg três vezes ao dia) com ácido ascórbico (1 g uma vez ao dia), penicilamina (250 mg quatro vezes ao dia) e trientina (250 mg quatro vezes ao dia). Os estudos não demonstraram qualquer efeito global significativo no equilíbrio do cobre apesar de ter sido detectada uma ligeira interacção do zinco com os agentes quelantes (penicilamina e trientina) com uma excreção de cobre diminuída pela via fecal, mas aumentada pela via urinária em comparação com uma monoterapia com zinco. Este facto é provavelmente devido a algum grau de complexação do zinco pelo agente quelante, com a consequente redução do efeito de ambas as substâncias activas. Na transição de um doente em tratamento com agentes quelantes para uma terapêutica de manutenção com zinco, o tratamento com agentes quelantes deve ser mantido e co-administrado durante 2 a 3 semanas uma vez que este é o tempo que o tratamento com zinco demora a produzir uma indução máxima da metalotioneína e um bloqueamento completo da absorção do cobre. Entre a administração do tratamento com o agente quelante e o zinco deve decorrer pelo menos 1 hora.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Zinco + Ferro

Observações: n.d.
Interações: Outras especialidades farmacêuticas A absorção de zinco pode ser reduzida pelos suplementos de ferro e de cálcio, tetraciclinas e compostos que contenham fósforo, enquanto o zinco pode reduzir a absorção de ferro, tetraciclinas e fluoroquinolonas.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Zinco + Suplementos de cálcio

Observações: n.d.
Interações: Outras especialidades farmacêuticas A absorção de zinco pode ser reduzida pelos suplementos de ferro e de cálcio, tetraciclinas e compostos que contenham fósforo, enquanto o zinco pode reduzir a absorção de ferro, tetraciclinas e fluoroquinolonas.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Zinco + Tetraciclinas

Observações: n.d.
Interações: Outras especialidades farmacêuticas A absorção de zinco pode ser reduzida pelos suplementos de ferro e de cálcio, tetraciclinas e compostos que contenham fósforo, enquanto o zinco pode reduzir a absorção de ferro, tetraciclinas e fluoroquinolonas.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Zinco + Fósforo

Observações: n.d.
Interações: Outras especialidades farmacêuticas A absorção de zinco pode ser reduzida pelos suplementos de ferro e de cálcio, tetraciclinas e compostos que contenham fósforo, enquanto o zinco pode reduzir a absorção de ferro, tetraciclinas e fluoroquinolonas.

Plantago ovata (sementes) + Zinco

Observações: N.D.
Interações: A absorção após ingestão simultânea de outras substâncias, como minerais (p.e. cálcio, ferro, lítio, zinco), vitaminas (B12) e derivados da cumarina, pode ser retardada.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Zinco + Fluoroquinolonas

Observações: n.d.
Interações: Outras especialidades farmacêuticas A absorção de zinco pode ser reduzida pelos suplementos de ferro e de cálcio, tetraciclinas e compostos que contenham fósforo, enquanto o zinco pode reduzir a absorção de ferro, tetraciclinas e fluoroquinolonas.

Ofloxacina + Zinco

Observações: N.D.
Interações: Antiácidos: Antiácidos contendo hidróxidos de alumínio (incluindo sucralfato) e de magnésio, fosfato de alumínio, zinco, ferro, podem reduzir a absorção dos comprimidos de Ofloxacina e assim a sua eficácia terapêutica. Ofloxacina deverá ser administrado aproximadamente 2 horas separado da administração de antiácidos.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ispagula (tegumento) + Ispagula (semente) + Zinco

Observações: N.D.
Interações: Tal como com todos os fármacos que contêm agentes expansores do volume fecal, Ispagula (tegumento)/Ispagula (semente) pode atrasar ou reduzir a absorção de outros fármacos administrados concomitantemente como minerais (p. ex.: ferro, lítio, cálcio e zinco), vitaminas (vitamina B12), glicosidos cardíacos e cumarinicos. Por este motivo, recomenda-se que seja adotado um intervalo de ½ - 1 hora antes e após a administração de outros medicamentos.

Ácido alendrónico + Cálcio + Colecalciferol + Zinco

Observações: n.d.
Interações: Cálcio/colecalciferol Os sais de cálcio podem reduzir a absorção ferro, zinco e ranelato de estrôncio. Consequentemente preparações com ferro, zinco e ranelato de estrôncio devem ser administradas pelo menos duas horas antes ou após a administração de comprimidos de cálcio/colecalciferol.

Acetato de cálcio + Carbonato de magnésio + Zinco

Observações: N.D.
Interações: Acetato de cálcio / Carbonato de magnésio afeta a absorção das tetraciclinas, doxiciclina, bifosfonatos, fluoretos, algumas quinolonas (inibidoras da girase) como a ciprofloxacina e a norfloxacina, algumas cefalosporinas, como a cefpodoxima e cefuroxima, cetoconazol, preparações de estramustina, anticolinérgicos, zinco, ácidos urso e quenodesoxicólicos e halofandrina.

Prednisona + Tetraciclina + Zinco

Observações: n.d.
Interações: Interações com TETRACICLINA: Antiácidos, preparações com ferro e produtos lácteos: A absorção da tetraciclina é comprometida pelos antiácidos que contenham alumínio, cálcio ou magnésio, pelas preparações com ferro, zinco ou bicarbonato de sódio, ou por produtos lácteos. Desconhece-se a importância clínica da exposição sistémica reduzida à tetraciclina, uma vez que a contribuição relativa da atividade antimicrobiana sistémica versus a atividade antimicrobiana local contra o Helicobacter pylori não foi estabelecida. Por conseguinte, estes medicamentos não devem ser utilizados concomitantemente com esta associação.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lomefloxacina + Zinco

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de antiácidos contendo magnésio ou alumínio, de sucralfato, ou de formulações contendo catiões metálicos, como por exemplo o ferro e o zinco com Lomefloxacina, pode diminuir a absorção da Lomefloxacina. Quando necessário, estes devem ser administrados pelo menos 2 horas depois e não menos de 4 horas antes da administração de Lomefloxacina. A depuração da creatinina e a concentração não são significativamente alteradas pela administração concomitante com a lomefloxacina.

Tetraciclina + Zinco

Observações: N.D.
Interações: Antiácidos, preparações com ferro e produtos lácteos: A absorção da tetraciclina é comprometida pelos antiácidos que contenham alumínio, cálcio ou magnésio, pelas preparações com ferro, zinco ou bicarbonato de sódio, ou por produtos lácteos. Desconhece-se a importância clínica da exposição sistémica reduzida à tetraciclina, uma vez que a contribuição relativa da atividade antimicrobiana sistémica versus a atividade antimicrobiana local contra o Helicobacter pylori não foi estabelecida. Por conseguinte, estes medicamentos não devem ser utilizados concomitantemente com esta associação.

Subcitrato de bismuto potássico + Metronidazol + Tetraciclina + Zinco

Observações: Não foram realizados estudos formais de interação com esta associação. Antes do tratamento, deve ser verificada a necessidade de outra medicação concomitante em doentes que estejam a tomar este medicamento. Apesar de não ter sido detetada qualquer interação específica com a associação, os doentes que tomem um grande número de medicamentos concomitantes têm geralmente um risco mais elevado de sofrerem efeitos indesejáveis e, por conseguinte, devem ser tratados com cuidado.
Interações: Interações com tetraciclina: Antiácidos, preparações com ferro e produtos lácteos: A absorção da tetraciclina é comprometida pelos antiácidos que contenham alumínio, cálcio ou magnésio, pelas preparações com ferro, zinco ou bicarbonato de sódio, ou por produtos lácteos. Desconhece-se a importância clínica da exposição sistémica reduzida à tetraciclina, uma vez que a contribuição relativa da atividade antimicrobiana sistémica versus a atividade antimicrobiana local contra o Helicobacter pylori não foi estabelecida. Por conseguinte, estes medicamentos não devem ser utilizados concomitantemente com esta associação.
Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 16 de Março de 2018