Zalcitabina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica)
O que é
A zalcitabina pertence a um grupo de medicamentos designados por agentes anti-retrovíricos.

Um composto didesoxinucleósido no qual o grupo 3'-hidroxilo da molécula de açúcar foi substituído por um átomo de hidrogénio.

Esta modificação impede a formação de 5' para 3' ligações fosfodiéster, que são necessárias para o alongamento das cadeias de ADN, resultando na cessação do crescimento do DNA viral.

O composto é um potente inibidor da replicação do HIV em concentrações baixas, agindo como um terminador de cadeia de ADN viral por ligação à transcriptase reversa.

O seu principal efeito colateral tóxico é a degeneração axonal resultando em neuropatia periférica.
Usos comuns
A zalcitabina é utilizado no tratamento dos doentes com infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH).
Tipo
Molécula pequena
História
Zalcitabina foi sintetizado pela primeira vez na década de sessenta por Jerome Horwitz e, posteriormente, desenvolveu-se como um agente anti HIV por Samuel Broder, Hiroaki Mitsuya, e Robert Yarchoan no Instituto Nacional do Câncer.

Como didanosina, foi então licenciado porque o NCI não pode comercializar ou vender drogas. Os Institutos Nacionais de Saúde, assim, licenciado para Hoffmann La Roche.


Zalcitabina foi o terceiro anti-retroviral a ser aprovado pela Food and Drug Administration para o tratamento da infecção pelo HIV e AIDS.

Foi aprovado em 19 de junho de 1992 como uma monoterapia e novamente em 1996 para uso em combinação com zidovudina.

Utilizando combinações de NRTIs, na prática, antes da segunda aprovação da FDA e as combinações triplas de droga com dupla NRTIs e um inibidor de protease não estavam longe, por esta altura.


A venda e distribuição de zalcitabine foi descontinuado desde 31 de dezembro de 2006.
Indicações
Zalcitabina está indicado nos adultos infectados pelo VIH, em associação com outros fármacos anti-retrovíricos.
Classificação CFT
n.d.     n.d.
Mecanismo De Ação
A zalcitabina é um nucleósido sintético análogo do nucleósido natural, a desoxicitidina, no qual o grupo 3'-hidroxilo é substituído pelo hidrogénio.

Nas células, a zalcitabina é convertida no metabolito activo, a didesoxicitidina-5'-trifosfato (ddCTP), pela acção sequencial de enzimas celulares.

A didesoxicitidina-5'-trifosfato serve de substrato alternativo à desoxicitidina-5'- trifosfato (dCTP) à transcriptase reversa do VIH.

A inibição da replicação do VIH é alcançada por competição para o substracto natural e pela sua incorporação no DNA viral.

A falta de um grupo 3'-OH no análogo do nucleósido incorporado impede a formação de ligações fosfodiéster 5' a 3', essenciais para a elongação da cadeia de DNA parando assim o crescimento do DNA viral.

Estudos comparativos da actividade antiviral da zalcitabina contra VIH-1 e VIH-2 in vitro mostraram não haver nenhuma diferença significativa na sensibilidade, entre os dois vírus, quando a actividade foi determinada pela medição do efeito citopático viral.

O HIVID mostrou reduzir os níveis de VIH nos indivíduos infectados.

Foi possível estabelecer uma relação entre a redução da carga viral e um atraso na progressão da doença e da morte.
Posologia Orientativa
A dose diária recomendada de Zalcitabina em associação com outros fármacos anti-retrovíricos é de 0,75 mg administrados de 8 em 8 horas (dose diária total de 2,25 mg).
Administração
Via oral.

Engula os comprimidos com água, sem os mastigar, com ou sem alimentos.
Contraindicações
Hipersensibilidade à Zalcitabina.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Para além dos efeitos benéficos da Zalcitabina é possível que venham a ocorrer efeitos indesejáveis durante o tratamento, mesmo quando este é utilizado como lhe foi prescrito.

Frequentemente, é difícil determinar se os efeitos indesejáveis resultam da administração da Zalcitabina ou de manifestações da doença subjacente.

Por esta razão é muito importante informar o seu médico imediatamente no caso de ocorrer alguma alteração do seu estado, dado que ele pode querer alterar a dose que lhe foi prescrita.


Os efeitos indesejáveis mais frequentes são as perturbações nervosas.

Estas perturbações podem manifestar-se sob a forma de entorpecimento, formigueiro ou dor aguda ou de queimadura, nos pés e mais raramente nas mãos.

Adicionalmente, podem ocorrer úlceras na boca e inflamação do pâncreas (intensificação da dor ou mal-estar na parte superior do abdómen que se estende às costas, náuseas, vómitos e desmaios) ou inchaço da face e garganta.

No caso de estes sintomas ocorrerem informe imediatamente o seu médico porque ele pode querer que deixe de tomar Zalcitabina.


Outros efeitos indesejáveis, relatados raramente ou muito raramente, que podem ocorrer são: anorexia, náuseas, vómitos, diarreia, obstipação, inflamação da boca, dor abdominal, exantema cutâneo, prurido, sudação, emagrecimento, fadiga, fraqueza, retenção de fluídos, dor torácica, dores musculares, cãibras nas pernas, dores articulares, fraqueza muscular, batimentos cardíacos rápidos e/ou irregulares, cefaleias e tonturas.

Raramente, ocorrem perturbações do fígado, especialmente nos doentes com antecedentes de doença hepática.


O tratamento com terapêutica antiretrovírica combinada pode modificar o seu corpo devido a alterações na distribuição da gordura.

Estas alterações podem incluir perda de gordura nas pernas, braços e face, aumento da gordura no abdómen (ventre) e outros órgãos internos, desenvolvimento mamário e nódulos de gordura na região posterior do pescoço ("inchaço de búfalo").

Actualmente, ainda não se conhece o motivo porque surge esta modificação, nem os seus efeitos a longo prazo.

A terapêutica antiretrovírica combinada pode também causar aumento do ácido láctico e açúcar no sangue, hiperlipemia (aumento da gordura no sangue) e resistência à insulina.
Advertências
Gravidez
Gravidez:Informação limitada; parece representar um risco reduzido para o desenvolvimento fetal; possível acidose láctica, por vezes, fatal; usar apenas se o benefício potencial for superior aos riscos;. Risco fetal desconhecido, por falta de estudos alargados.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:750 mg de 12 em 12 horas na IR ligeira a moderada e de 24 em 24 horas na IR grave.
Aleitamento
Aleitamento:As mulheres a receber zalcitabina não deverão amamentar.
Precauções Gerais
Neuropatia periférica
A principal manifestação clínica de toxicidade da Zalcitabina é a neuropatia periférica.

A neuropatia periférica relacionada com o uso da Zalcitabina é uma neuropatia senso-motora, caracterizada inicialmente por torpor e disestesia com ardor, envolvendo as extremidades distais.

Estes sintomas podem ser seguidos por dores agudas momentâneas, ou fortes dores contínuas tipo queimadura, se o medicamento não for retirado.

A neuropatia pode progredir para dor grave, que exige o recurso a analgésicos narcóticos, sendo potencialmente irreversível, principalmente se o tratamento com Zalcitabina não for imediatamente suspenso.

Em alguns doentes, os sintomas de neuropatia podem inicialmente progredir mesmo após a suspensão do medicamento, embora a suspensão imediata do tratamento com Zalcitabina leve a que a neuropatia seja, em geral, lentamente reversível.

Aconselha-se os doentes com neuropatia periférica, moderada a grave, evidenciada por sintomas que acompanham observações objectivas, a evitar a terapêutica com Zalcitabina.


Zalcitabina deve ser usado com cuidado nos doentes que apresentam risco de desenvolver neuropatia periférica: doentes com um baixo número de células CD4 (CD4 < 50 células/mm3) e/ou doentes a receber Zalcitabina concomitantemente com fármacos que têm potencial de originar neuropatia periférica .

Nestes indivíduos, recomenda-se vivamente uma cuidadosa monitorização.

Se ocorrer neuropatia periférica nos doentes tratados com Zalcitabina, o medicamento deverá ser suspenso ou retirado.

Pancreatite
Observou-se pancreatite fatal com a administração da Zalcitabina.

A pancreatite e a elevação assintomática dos níveis séricos de amilase são complicações pouco frequentes, durante a terapêutica com Zalcitabina.

Deve ter-se cuidado quando se administra Zalcitabina a qualquer doente com antecedentes de pancreatite ou com factor de risco conhecido de vir a desenvolver pancreatite.

Os doentes com antecedentes de pancreatite ou de níveis séricos elevados de amilase devem ser mais vigiados durante o tratamento com Zalcitabina.

O tratamento com Zalcitabina deve ser interrompido na presença de uma subida do nível sérico da amilase, associado a disglicemia, elevação do nível dos trigliceridos, diminuição do nível sérico do cálcio, ou na presença de alteração de outros parâmetros indicadores de pancreatite, até se ter um diagnóstico clínico.

O tratamento com Zalcitabina também deve ser interrompido se for necessário utilizar outro fármaco que também possa provocar pancreatite (ex.: pentamidina).

O tratamento com Zalcitabina só deve ser recomeçado após resolução da pancreatite.

Se se desenvolver pancreatite clínica durante a administração do Zalcitabina, recomenda-se que este seja definitivamente suspenso.


Outros efeitos indesejáveis graves
Acidose láctica: durante a utilização de análogos nucleósidos foram reportados casos de acidose láctica, geralmente associada a hepatomegalia e a esteatose hepática.

Os primeiros sintomas (hiperlacticacidemia sintomática) incluem sintomas digestivos ligeiros (náusea, vómito e dor abdominal), mal-estar generalizado, perda de apetite, perda de peso, sintomas respiratórios (respiração rápida e/ou profunda) ou sintomas neurológicos (incluindo fraqueza motora).

A acidose láctica tem uma elevada mortalidade e pode estar associada a pancreatite, insuficiência hepática e insuficiência renal.

A acidose láctica ocorreu geralmente após poucos ou alguns meses de tratamento.

O tratamento com análogos nucleósidos deve ser descontinuado no caso de surgir hiperlacticacidemia sintomática e acidose metabólica/láctica, hepatomegalia progressiva ou no caso de um aumento rápido dos níveis de aminotransferases.

Deve usar-se de precaução quando se administra análogos nucleósidos a qualquer doente (especialmente mulheres obesas) com hepatomegalia, hepatite ou outros factores de risco conhecidos da doença hepática e esteatose hepática (incluindo determinados medicamentos e álcool).

Doentes co-infectados com hepatite C e tratados com interferão alfa e ribavirina podem constituir um grupo de risco particular.

Doentes co-infectados com doença cirrótica em estado avançado, em tratamento com terapêutica HAART, podem também estar em maior risco de apresentar descompensação hepática e, possivelmente, de vida se tratados com ribavirina em associação a interferões.

Foram relatados casos de insuficiência hepática, associados a hepatite B subjacente e a monoterapia com Zalcitabina.

Os doentes com risco aumentado devem ser monitorizados cuidadosamente.


Foram relatados casos, pouco frequentes, de úlceras orais e esofágicas em indivíduos submetidos a tratamento com Zalcitabina.

Doentes com úlceras esofágicas devem suspender o tratamento com Zalcitabina até ao estabelecimento da causalidade (patogénios oportunistas; fármacos).

Foram igualmente relatados casos, pouco frequentes, de reacções de hipersensibilidade (reacções anafiláticas, urticária sem outros sinais de anafilaxia).

Foram relatados casos, pouco frequentes, de cardiomiopatia e de insuficiência cardíaca congestiva em doentes tratados com Zalcitabina.

O tratamento com Zalcitabina, em doentes com cardiomiopatia ou antecedentes de insuficiência cardíaca congestiva deve ser considerado com cuidado.


Em doentes com infecção pelo VIH, a terapêutica anti-retrovírica combinada tem sido associada à redistribuição de gordura corporal (lipodistrofia).

Presentemente, as consequências a longo prazo deste acontecimento são desconhecidas.

O conhecimento do mecanismo é incompleto.

Coloca-se como hipótese a existência de uma relação entre a lipomatose visceral e os IPs e a lipoatrofia e os NRTIs.

Um risco mais elevado de lipodistrofia tem sido associado a factores individuais como a velhice e a factores farmacológicos como uma maior duração do tratamento anti-retrovírico e a alterações metabólicas associadas.

O exame clínico deve incluir a avaliação dos sinais físicos da redistribuição da gordura.

Deve ter-se em consideração a determinação da lipidemia e da glicemia, em jejum.

As alterações nos lípidos devem ser tratadas de uma forma clinicamente apropriada.

Tem sido demonstrado in vitro e in vivo que os análogos nucleósidos e nucleótidos causam diferentes graus de alterações na mitocondria.

Em crianças VIH-negativas expostas, in utero e/ou após o nascimento, a análogos nucleósidos foram reportados casos de disfunção mitocondrial.

Os acontecimentos adversos principalmente reportados são doenças hematológicas (anemia, neutropenia) e doenças metabólicas (aumento dos níveis séricos de acido láctico e da lipase).

Estes acontecimentos são geralmente transitórios.

Foram reportadas algumas perturbações neurológicas de aparecimento tardio (hipertonia, convulsões, alterações comportamentais).

Actualmente desconhece-se se estas perturbações neurológicas são transitórias ou permanentes.

Todas as crianças expostas in utero a análogos nucleósidos e nucleótidos, mesmo as VIH-negativas, devem ser vigiadas clínica e laboratorialmente, e em caso de aparecimento de sinais e sintomas relevantes devem ser submetidas a uma avaliação clínica completa relativamente à possibilidade de existência de disfunção mitocondrial.

Estes dados não afectam as actuais recomendações nacionais referentes à utilização de anti- retrovíricos em mulheres grávidas para prevenção de transmissão vertical do VIH.

Situações clínicas particulares Insuficiência renal
Deve considerar-se o ajuste da dose nos doentes com insuficiência renal.

Doença Hepática
Os doentes com hepatite B ou C crónica, e tratados com terapêutica anti-retroviral combinada, apresentam um risco aumentado de ocorrência de acontecimentos adversos hepáticos graves e potencialmente fatais.

Em caso de terapêutica antiviral concomitante para hepatite B ou C, deverá consultar-se o Resumo das Características destes medicamentos.


Os doentes com disfunção hepática pré-existente, incluindo hepatite crónica activa, apresentam um aumento da frequência de alterações da função hepática durante a terapêutica anti-retroviral combinada e deverão ser monitorizados de acordo com a prática habitual.

Se houver evidência de agravamento da doença hepática nestes doentes, deverá considerar-se a interrupção ou a descontinuação do tratamento.

Nos indivíduos com insuficiência hepática pré-existente ou com antecedentes de alcoolismo, o uso de Zalcitabina pode estar associado à exacerbação da disfunção hepática.

Utilização em Pediatria
Não foram estabelecidas a segurança e a eficácia do tratamento com Zalcitabina em crianças infectadas pelo VIH, com menos de 13 anos.


Utilização em Geriatria
Não existe informação específica sobre a utilização da Zalcitabina nos idosos.

Nestes doentes deve-se ter uma atenção especial às informações referentes à função hepática e renal.


Informação aos doentes
Os doentes devem ser informados de que Zalcitabina não constitui uma cura para a infecção pelo VIH e de que podem continuar a desenvolver doenças associadas com a infecção avançada pelo VIH, incluindo infecções oportunistas.

Uma vez que é frequentemente difícil determinar se os sintomas resultam dos efeitos do medicamento se da manifestação de uma doença subjacente, os doentes devem ser encorajados a relatar todas as alterações que detectem ao seu médico.

Os doentes devem ser informados que o uso de Zalcitabina ou de outros fármacos anti-retrovíricos, não obvia as práticas destinadas a impedir a transmissão do VIH.

Os doentes devem ser avisados sobre os sintomas precoces da neuropatia periférica e da pancreatite, devendo ser instruídos para os relatarem de imediato ao seu médico.

Uma vez que o desenvolvimento de neuropatia periférica parece estar relacionado com a dose de Zalcitabina, os doentes devem seguir rigorosamente as instruções do seu médico relativamente à dose prescrita.

As mulheres em idade fértil devem praticar contracepção eficaz durante a utilização de Zalcitabina.
Cuidados com a Dieta
Uma vez que a absorção sistémica diminui apenas ligeiramente com a presença de alimentos, Zalcitabina pode ser administrado com ou sem alimentos.
Terapêutica Interrompida
Se se tiver esquecido de tomar uma dose, tome-a logo que se lembrar e prossiga o tratamento como é habitual.

Não altere a dose que lhe foi prescrita.

Se achar que o efeito do medicamento é demasiado forte ou fraco fale com o médico.
Cuidados no Armazenamento
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

Frascos de vidro: Não conservar acima de 30ºC

Blisters: Não conservar acima de 25ºC.

Conservar na embalagem de origem para proteger da humidade.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Tafamidis + Zalcitabina

Observações: N.D.
Interações: Num ensaio clínico em voluntários saudáveis, tafamidis não induziu ou inibiu a enzima CYP3A4 do citocromo P450. Os dados in vitro também indicaram que o tafamidis não inibe significativamente as enzimas CYP1A2, CYP3A4, CYP3A5, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e CYP2D6 do citocromo P450. Estudos in vitro com tafamidis sugerem que é improvável que o mesmo cause interações medicamentosas em concentrações clinicamente relevantes com substratos da UDP - glucuronosiltransferase (UGT ), transportadores da P - gp ou transportadores de polipeptídeos de transporte de aniões orgânicos ( OATP1B1 e 1 B3). No entanto, tafamidis in vitro inibe o transportador de efluxo BCRP (proteína resistente ao cancro da mama) com um a IC50=1, 16 μM e pode causar interações fármaco - fármaco em concentrações clinicamente relevantes com substratos deste transportador (p.ex. metotrexato, rosuvastatina e imatinib). Da mesma forma, tafamidis inibe os transportadores de captação OAT1 e OAT3 (transportadores de aniões orgânicos) com um a IC50=2, 9 μM e IC50=2, 36 μM, respetivamente, e pode causar interações fármaco - fármaco em concentrações clinicamente relevantes com substratos destes transportadores ( p.ex., medicamentos anti-inflamatórios não esteroides, bumetanida, furosemida, lamivudina, metotrexato, oseltamivir, tenofovir, ganciclovir, adefovir, cidofovir, zidovudina, zalcitabina ). Não foram realizados estudos de interação para avaliar o efeito de outros medicamentos no tafamidis.

Pentamidina + Zalcitabina

Observações: N.D.
Interações: Associações que exigem precaução: Estavudina, zalcitabina: Risco aumentafo de neuropatias periféricas.

Emtricitabina + Zalcitabina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: A coadministração de emtricitabina com medicamentos que são eliminados por secreção tubular ativa pode originar um aumento das concentrações séricas quer da emtricitabina quer do medicamento administrado concomitantemente devido à competição por esta via de eliminação. Ainda não existe experiência clínica sobre a coadministração de análogos da citidina. Consequentemente, a utilização de emtricitabina em associação com a lamivudina ou a zalcitabina para o tratamento da infeção por VIH não pode ser recomendada neste momento.

Valganciclovir + Zalcitabina

Observações: N.D.
Interações: Interações medicamentosas com valganciclovir: Não foram realizados estudos de interacção medicamentosa com Valganciclovir, in vivo. Uma vez que o valganciclovir é extensa e rapidamente metabolizado em ganciclovir, as interações medicamentosas associadas ao ganciclovir são também esperadas para o valganciclovir. Efeitos do ganciclovir noutros medicamentos: Zalcitabina: Não se observaram alterações farmacocinéticas clinicamente significativas após a administração concomitante de ganciclovir com a zalcitabina. Quer o valganciclovir quer a zalcitabina têm potencial para causar neuropatia periférica e os doentes devem ser monitorizados relativamente à ocorrência destes acontecimentos.

Foscarneto sódico + Zalcitabina

Observações: N.D.
Interações: Não existe interacção farmacocinética com a zidovudina (AZT), ganciclovir, didanosina (ddI) ou zalcitabina (ddC).

Estavudina + Zalcitabina

Observações: Como a estavudina é eliminada por secreção activa nos túbulos renais, são possíveis interações com outros medicamentos com secreção activa. Não foi investigada a influência da estavudina na cinética de fosforilação dos análogos dos nucleosidos, com excepção da zidovudina. A estavudina não inibe as isoformas principais do citocromo P450 CYP1A2, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e CYP3A4; consequentemente, não é provável que ocorram interações farmacológicas clinicamente relevantes com medicamentos metabolizados por estas vias. Uma vez que a estavudina não se liga às proteínas, não se espera que afecte a farmacocinética de medicamentos que se ligam às proteínas. Não existem estudos formais de interacção com outros medicamentos. Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interações: Estudos in vitro indicam que a activação da estavudina é inibida pela Doxorrubicina e ribavirina, mas não por outros medicamentos usados no tratamento da infecção pelo VIH que são igualmente fosforilados (e.g. didanosina, zalcitabina, ganciclovir e foscarnet), pelo que a co-administração de estavudina quer com doxorrubicina ou com ribavirina deverá ser efectuada com precaução.

Saquinavir + Zalcitabina

Observações: A maioria dos estudos de interação medicamentosa com saquinavir foi desenvolvida com saquinavir não potenciado ou com saquinavir cápsulas moles não potenciado. Um número reduzido de estudos foi desenvolvido com saquinavir potenciado com ritonavir ou com saquinavir cápsulas moles potenciado com ritonavir. Os dados obtidos a partir dos estudos de interação medicamentosa realizados com saquinavir não potenciado podem não ser representativos dos efeitos observados com a terapêutica de saquinavir/ritonavir. Adicionalmente, os resultados observados com saquinavir cápsulas moles podem não ser preditivos relativamente à magnitude destas interações com saquinavir/ritonavir.
Interações: Fármacos antirretrovíricos Inibidores nucleósidos da transcriptase reversa (INTR) Zalcitabina e/ou Zidovudina (saquinavir não potenciado) Os estudos de interação farmacocinética não foram concluídos. Foi estudada em adultos a utilização não potenciada de saquinavir com zalcitabina e/ou zidovudina. Quando os fármacos foram utilizados em conjunto, a absorção, distribuição e eliminação de cada um permaneceram inalteradas. A interação com a zalcitabina é improvável devido às diferentes vias de metabolização e excreção. Para a zidovudina (200 mg cada 8 horas), foi notificada uma diminuição de 25 % na AUC quando esta foi associada ao ritonavir (300 mg cada 6 horas). A farmacocinética do ritonavir permaneceu inalterada. Não é necessário ajuste de dose.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Zalcitabina + Inibidores nucleosídeos da transcriptase inversa (reversa) (NRTIs)

Observações: N.D.
Interações: Inibidores nucleósidos da transcriptase reversa: A zalcitabina não tem efeito significativo na fosforilação intracelular da zidovudina, tal como demonstrado in vitro. No mesmo estudo, demonstrou-se que a didanosina e a estavudina não tinham efeito significativo na fosforilação intracelular da zalcitabina. Estudos in vitro revelaram que a lamivudina inibiu significativamente a fosforilação intracelular da zalcitabina de uma forma dependente da dose. Este efeito já tinha sido observado no Homem, com concentrações correspondentes a níveis plasmáticos terapêuticos. Em concentrações que excedem os níveis plasmáticos clinicamente relevantes, a zalcitabina também diminuiu a fosforilação da lamivudina. Desta forma, não se recomenda a utilização concomitante da zalcitabina e lamivudina.

Zalcitabina + Zidovudina

Observações: N.D.
Interações: Inibidores nucleósidos da transcriptase reversa: A zalcitabina não tem efeito significativo na fosforilação intracelular da zidovudina, tal como demonstrado in vitro. No mesmo estudo, demonstrou-se que a didanosina e a estavudina não tinham efeito significativo na fosforilação intracelular da zalcitabina. Estudos in vitro revelaram que a lamivudina inibiu significativamente a fosforilação intracelular da zalcitabina de uma forma dependente da dose. Este efeito já tinha sido observado no Homem, com concentrações correspondentes a níveis plasmáticos terapêuticos. Em concentrações que excedem os níveis plasmáticos clinicamente relevantes, a zalcitabina também diminuiu a fosforilação da lamivudina. Desta forma, não se recomenda a utilização concomitante da zalcitabina e lamivudina.

Zalcitabina + Didanosina

Observações: N.D.
Interações: Inibidores nucleósidos da transcriptase reversa: A zalcitabina não tem efeito significativo na fosforilação intracelular da zidovudina, tal como demonstrado in vitro. No mesmo estudo, demonstrou-se que a didanosina e a estavudina não tinham efeito significativo na fosforilação intracelular da zalcitabina. Estudos in vitro revelaram que a lamivudina inibiu significativamente a fosforilação intracelular da zalcitabina de uma forma dependente da dose. Este efeito já tinha sido observado no Homem, com concentrações correspondentes a níveis plasmáticos terapêuticos. Em concentrações que excedem os níveis plasmáticos clinicamente relevantes, a zalcitabina também diminuiu a fosforilação da lamivudina. Desta forma, não se recomenda a utilização concomitante da zalcitabina e lamivudina.

Zalcitabina + Estavudina

Observações: N.D.
Interações: Inibidores nucleósidos da transcriptase reversa: A zalcitabina não tem efeito significativo na fosforilação intracelular da zidovudina, tal como demonstrado in vitro. No mesmo estudo, demonstrou-se que a didanosina e a estavudina não tinham efeito significativo na fosforilação intracelular da zalcitabina. Estudos in vitro revelaram que a lamivudina inibiu significativamente a fosforilação intracelular da zalcitabina de uma forma dependente da dose. Este efeito já tinha sido observado no Homem, com concentrações correspondentes a níveis plasmáticos terapêuticos. Em concentrações que excedem os níveis plasmáticos clinicamente relevantes, a zalcitabina também diminuiu a fosforilação da lamivudina. Desta forma, não se recomenda a utilização concomitante da zalcitabina e lamivudina.

Zalcitabina + Lamivudina

Observações: N.D.
Interações: Inibidores nucleósidos da transcriptase reversa: A zalcitabina não tem efeito significativo na fosforilação intracelular da zidovudina, tal como demonstrado in vitro. No mesmo estudo, demonstrou-se que a didanosina e a estavudina não tinham efeito significativo na fosforilação intracelular da zalcitabina. Estudos in vitro revelaram que a lamivudina inibiu significativamente a fosforilação intracelular da zalcitabina de uma forma dependente da dose. Este efeito já tinha sido observado no Homem, com concentrações correspondentes a níveis plasmáticos terapêuticos. Em concentrações que excedem os níveis plasmáticos clinicamente relevantes, a zalcitabina também diminuiu a fosforilação da lamivudina. Desta forma, não se recomenda a utilização concomitante da zalcitabina e lamivudina.

Zalcitabina + Inibidores da Protease (IP)

Observações: N.D.
Interações: Inibidores da protease VIH-1: Não há interacção farmacocinética entre o saquinavir e Zalcitabina. Não foram realizados ensaios clínicos formais entre Zalcitabina e outros inibidores da protease, para além do saquinavir. Como a zalcitabina é excretada principalmente, sob a forma inalterada na urina, não há razão para esperar uma influência de outros inibidores da protease nos níveis plasmáticos da zalcitabina.

Zalcitabina + Saquinavir

Observações: N.D.
Interações: Inibidores da protease VIH-1: Não há interacção farmacocinética entre o saquinavir e Zalcitabina. Não foram realizados ensaios clínicos formais entre Zalcitabina e outros inibidores da protease, para além do saquinavir. Como a zalcitabina é excretada principalmente, sob a forma inalterada na urina, não há razão para esperar uma influência de outros inibidores da protease nos níveis plasmáticos da zalcitabina.

Zalcitabina + Análogos nucleósidos

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com potencial para causar neuropatia periférica: Zalcitabina deve ser utilizado com cuidado nos doentes a receber outros medicamentos com potencial para causar neuropatia periférica. Os fármacos que têm sido associados à ocorrência de neuropatia periférica incluem os análogos dos nucleósidos anti-retrovíricos, cloranfenicol, cisplatina, dapsona, dissulfiram, etionamida, glutetimida, ouro, hidralazina, iodoquinol, isoniazida, metronidazol, nitrofurantoína, fenitoína, ribavirina e vincristina. Fármacos como a anfotericina, o foscarnet e os aminoglicosidos podem aumentar o risco de desenvolvimento de neuropatia periférica ou outros efeitos adversos associados ao Zalcitabina, por interferência com a clearance renal da zalcitabina (o que aumenta a exposição sistémica). Os doentes para quem é necessário utilizar um destes fármacos com Zalcitabina, devem ser sujeitos a monitorização clínica e laboratorial frequente, com ajuste da dose se se detectar alguma alteração significativa na função renal.

Zalcitabina + Cloranfenicol

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com potencial para causar neuropatia periférica: Zalcitabina deve ser utilizado com cuidado nos doentes a receber outros medicamentos com potencial para causar neuropatia periférica. Os fármacos que têm sido associados à ocorrência de neuropatia periférica incluem os análogos dos nucleósidos anti-retrovíricos, cloranfenicol, cisplatina, dapsona, dissulfiram, etionamida, glutetimida, ouro, hidralazina, iodoquinol, isoniazida, metronidazol, nitrofurantoína, fenitoína, ribavirina e vincristina. Fármacos como a anfotericina, o foscarnet e os aminoglicosidos podem aumentar o risco de desenvolvimento de neuropatia periférica ou outros efeitos adversos associados ao Zalcitabina, por interferência com a clearance renal da zalcitabina (o que aumenta a exposição sistémica). Os doentes para quem é necessário utilizar um destes fármacos com Zalcitabina, devem ser sujeitos a monitorização clínica e laboratorial frequente, com ajuste da dose se se detectar alguma alteração significativa na função renal.

Zalcitabina + Cisplatina

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com potencial para causar neuropatia periférica: Zalcitabina deve ser utilizado com cuidado nos doentes a receber outros medicamentos com potencial para causar neuropatia periférica. Os fármacos que têm sido associados à ocorrência de neuropatia periférica incluem os análogos dos nucleósidos anti-retrovíricos, cloranfenicol, cisplatina, dapsona, dissulfiram, etionamida, glutetimida, ouro, hidralazina, iodoquinol, isoniazida, metronidazol, nitrofurantoína, fenitoína, ribavirina e vincristina. Fármacos como a anfotericina, o foscarnet e os aminoglicosidos podem aumentar o risco de desenvolvimento de neuropatia periférica ou outros efeitos adversos associados ao Zalcitabina, por interferência com a clearance renal da zalcitabina (o que aumenta a exposição sistémica). Os doentes para quem é necessário utilizar um destes fármacos com Zalcitabina, devem ser sujeitos a monitorização clínica e laboratorial frequente, com ajuste da dose se se detectar alguma alteração significativa na função renal.

Zalcitabina + Dapsona

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com potencial para causar neuropatia periférica: Zalcitabina deve ser utilizado com cuidado nos doentes a receber outros medicamentos com potencial para causar neuropatia periférica. Os fármacos que têm sido associados à ocorrência de neuropatia periférica incluem os análogos dos nucleósidos anti-retrovíricos, cloranfenicol, cisplatina, dapsona, dissulfiram, etionamida, glutetimida, ouro, hidralazina, iodoquinol, isoniazida, metronidazol, nitrofurantoína, fenitoína, ribavirina e vincristina. Fármacos como a anfotericina, o foscarnet e os aminoglicosidos podem aumentar o risco de desenvolvimento de neuropatia periférica ou outros efeitos adversos associados ao Zalcitabina, por interferência com a clearance renal da zalcitabina (o que aumenta a exposição sistémica). Os doentes para quem é necessário utilizar um destes fármacos com Zalcitabina, devem ser sujeitos a monitorização clínica e laboratorial frequente, com ajuste da dose se se detectar alguma alteração significativa na função renal.

Rifabutina + Zalcitabina

Observações: n.d.
Interações: As doses múltiplas de rifabutina têm vindo a ser associadas à indução das enzimas metabólicas hepáticas da subfamília CYP450 IIIA. O principal metabolito da rifabutina (25-desacetil rifabutina; LM 565) também pode contribuir para este efeito. A indução metabólica provocada pela rifabutina vai produzir provavelmente uma diminuição dos níveis circulantes dos fármacos administrados concomitantemente (em particular os metabolizados pela via do CYP450 IIIA). Dados cinéticos sugerem que a indução enzimática originada pela rifabutina é completa ao fim de 5 dias e é independente da dose no intervalo de dose 300 a 600 mg. Do mesmo modo, fármacos administrados concomitantemente que inibam competitivamente a atividade do CYP450 IIIA podem aumentar os níveis circulantes de rifabutina. De modo similar, a Rifabutina pode reduzir a atividade de analgésicos, anticoagulantes, corticosteroides, ciclosporina, digitálicos (embora não a digoxina), dapsona, hipoglicemiantes orais, analgésicos narcóticos, fenitoina e quinidina. Com base nas considerações metabólicas acima referidas não são esperadas interações significativas com o etambutol, teofilina, sulfonamidas, pirazinamida e zalcitabina (DDC).

Zalcitabina + Dissulfiram

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com potencial para causar neuropatia periférica: Zalcitabina deve ser utilizado com cuidado nos doentes a receber outros medicamentos com potencial para causar neuropatia periférica. Os fármacos que têm sido associados à ocorrência de neuropatia periférica incluem os análogos dos nucleósidos anti-retrovíricos, cloranfenicol, cisplatina, dapsona, dissulfiram, etionamida, glutetimida, ouro, hidralazina, iodoquinol, isoniazida, metronidazol, nitrofurantoína, fenitoína, ribavirina e vincristina. Fármacos como a anfotericina, o foscarnet e os aminoglicosidos podem aumentar o risco de desenvolvimento de neuropatia periférica ou outros efeitos adversos associados ao Zalcitabina, por interferência com a clearance renal da zalcitabina (o que aumenta a exposição sistémica). Os doentes para quem é necessário utilizar um destes fármacos com Zalcitabina, devem ser sujeitos a monitorização clínica e laboratorial frequente, com ajuste da dose se se detectar alguma alteração significativa na função renal.

Zalcitabina + Etionamida

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com potencial para causar neuropatia periférica: Zalcitabina deve ser utilizado com cuidado nos doentes a receber outros medicamentos com potencial para causar neuropatia periférica. Os fármacos que têm sido associados à ocorrência de neuropatia periférica incluem os análogos dos nucleósidos anti-retrovíricos, cloranfenicol, cisplatina, dapsona, dissulfiram, etionamida, glutetimida, ouro, hidralazina, iodoquinol, isoniazida, metronidazol, nitrofurantoína, fenitoína, ribavirina e vincristina. Fármacos como a anfotericina, o foscarnet e os aminoglicosidos podem aumentar o risco de desenvolvimento de neuropatia periférica ou outros efeitos adversos associados ao Zalcitabina, por interferência com a clearance renal da zalcitabina (o que aumenta a exposição sistémica). Os doentes para quem é necessário utilizar um destes fármacos com Zalcitabina, devem ser sujeitos a monitorização clínica e laboratorial frequente, com ajuste da dose se se detectar alguma alteração significativa na função renal.

Zalcitabina + Glutetimida

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com potencial para causar neuropatia periférica: Zalcitabina deve ser utilizado com cuidado nos doentes a receber outros medicamentos com potencial para causar neuropatia periférica. Os fármacos que têm sido associados à ocorrência de neuropatia periférica incluem os análogos dos nucleósidos anti-retrovíricos, cloranfenicol, cisplatina, dapsona, dissulfiram, etionamida, glutetimida, ouro, hidralazina, iodoquinol, isoniazida, metronidazol, nitrofurantoína, fenitoína, ribavirina e vincristina. Fármacos como a anfotericina, o foscarnet e os aminoglicosidos podem aumentar o risco de desenvolvimento de neuropatia periférica ou outros efeitos adversos associados ao Zalcitabina, por interferência com a clearance renal da zalcitabina (o que aumenta a exposição sistémica). Os doentes para quem é necessário utilizar um destes fármacos com Zalcitabina, devem ser sujeitos a monitorização clínica e laboratorial frequente, com ajuste da dose se se detectar alguma alteração significativa na função renal.

Zalcitabina + Aurotiomalato de sódio

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com potencial para causar neuropatia periférica: Zalcitabina deve ser utilizado com cuidado nos doentes a receber outros medicamentos com potencial para causar neuropatia periférica. Os fármacos que têm sido associados à ocorrência de neuropatia periférica incluem os análogos dos nucleósidos anti-retrovíricos, cloranfenicol, cisplatina, dapsona, dissulfiram, etionamida, glutetimida, ouro, hidralazina, iodoquinol, isoniazida, metronidazol, nitrofurantoína, fenitoína, ribavirina e vincristina. Fármacos como a anfotericina, o foscarnet e os aminoglicosidos podem aumentar o risco de desenvolvimento de neuropatia periférica ou outros efeitos adversos associados ao Zalcitabina, por interferência com a clearance renal da zalcitabina (o que aumenta a exposição sistémica). Os doentes para quem é necessário utilizar um destes fármacos com Zalcitabina, devem ser sujeitos a monitorização clínica e laboratorial frequente, com ajuste da dose se se detectar alguma alteração significativa na função renal.

Zalcitabina + Hidralazina

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com potencial para causar neuropatia periférica: Zalcitabina deve ser utilizado com cuidado nos doentes a receber outros medicamentos com potencial para causar neuropatia periférica. Os fármacos que têm sido associados à ocorrência de neuropatia periférica incluem os análogos dos nucleósidos anti-retrovíricos, cloranfenicol, cisplatina, dapsona, dissulfiram, etionamida, glutetimida, ouro, hidralazina, iodoquinol, isoniazida, metronidazol, nitrofurantoína, fenitoína, ribavirina e vincristina. Fármacos como a anfotericina, o foscarnet e os aminoglicosidos podem aumentar o risco de desenvolvimento de neuropatia periférica ou outros efeitos adversos associados ao Zalcitabina, por interferência com a clearance renal da zalcitabina (o que aumenta a exposição sistémica). Os doentes para quem é necessário utilizar um destes fármacos com Zalcitabina, devem ser sujeitos a monitorização clínica e laboratorial frequente, com ajuste da dose se se detectar alguma alteração significativa na função renal.

Zalcitabina + Iodoquinol (diiodohydroxyquinoline)

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com potencial para causar neuropatia periférica: Zalcitabina deve ser utilizado com cuidado nos doentes a receber outros medicamentos com potencial para causar neuropatia periférica. Os fármacos que têm sido associados à ocorrência de neuropatia periférica incluem os análogos dos nucleósidos anti-retrovíricos, cloranfenicol, cisplatina, dapsona, dissulfiram, etionamida, glutetimida, ouro, hidralazina, iodoquinol, isoniazida, metronidazol, nitrofurantoína, fenitoína, ribavirina e vincristina. Fármacos como a anfotericina, o foscarnet e os aminoglicosidos podem aumentar o risco de desenvolvimento de neuropatia periférica ou outros efeitos adversos associados ao Zalcitabina, por interferência com a clearance renal da zalcitabina (o que aumenta a exposição sistémica). Os doentes para quem é necessário utilizar um destes fármacos com Zalcitabina, devem ser sujeitos a monitorização clínica e laboratorial frequente, com ajuste da dose se se detectar alguma alteração significativa na função renal.

Zalcitabina + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com potencial para causar neuropatia periférica: Zalcitabina deve ser utilizado com cuidado nos doentes a receber outros medicamentos com potencial para causar neuropatia periférica. Os fármacos que têm sido associados à ocorrência de neuropatia periférica incluem os análogos dos nucleósidos anti-retrovíricos, cloranfenicol, cisplatina, dapsona, dissulfiram, etionamida, glutetimida, ouro, hidralazina, iodoquinol, isoniazida, metronidazol, nitrofurantoína, fenitoína, ribavirina e vincristina. Fármacos como a anfotericina, o foscarnet e os aminoglicosidos podem aumentar o risco de desenvolvimento de neuropatia periférica ou outros efeitos adversos associados ao Zalcitabina, por interferência com a clearance renal da zalcitabina (o que aumenta a exposição sistémica). Os doentes para quem é necessário utilizar um destes fármacos com Zalcitabina, devem ser sujeitos a monitorização clínica e laboratorial frequente, com ajuste da dose se se detectar alguma alteração significativa na função renal.

Zalcitabina + Metronidazol

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com potencial para causar neuropatia periférica: Zalcitabina deve ser utilizado com cuidado nos doentes a receber outros medicamentos com potencial para causar neuropatia periférica. Os fármacos que têm sido associados à ocorrência de neuropatia periférica incluem os análogos dos nucleósidos anti-retrovíricos, cloranfenicol, cisplatina, dapsona, dissulfiram, etionamida, glutetimida, ouro, hidralazina, iodoquinol, isoniazida, metronidazol, nitrofurantoína, fenitoína, ribavirina e vincristina. Fármacos como a anfotericina, o foscarnet e os aminoglicosidos podem aumentar o risco de desenvolvimento de neuropatia periférica ou outros efeitos adversos associados ao Zalcitabina, por interferência com a clearance renal da zalcitabina (o que aumenta a exposição sistémica). Os doentes para quem é necessário utilizar um destes fármacos com Zalcitabina, devem ser sujeitos a monitorização clínica e laboratorial frequente, com ajuste da dose se se detectar alguma alteração significativa na função renal.

Zalcitabina + Nitrofurantoína

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com potencial para causar neuropatia periférica: Zalcitabina deve ser utilizado com cuidado nos doentes a receber outros medicamentos com potencial para causar neuropatia periférica. Os fármacos que têm sido associados à ocorrência de neuropatia periférica incluem os análogos dos nucleósidos anti-retrovíricos, cloranfenicol, cisplatina, dapsona, dissulfiram, etionamida, glutetimida, ouro, hidralazina, iodoquinol, isoniazida, metronidazol, nitrofurantoína, fenitoína, ribavirina e vincristina. Fármacos como a anfotericina, o foscarnet e os aminoglicosidos podem aumentar o risco de desenvolvimento de neuropatia periférica ou outros efeitos adversos associados ao Zalcitabina, por interferência com a clearance renal da zalcitabina (o que aumenta a exposição sistémica). Os doentes para quem é necessário utilizar um destes fármacos com Zalcitabina, devem ser sujeitos a monitorização clínica e laboratorial frequente, com ajuste da dose se se detectar alguma alteração significativa na função renal.

Zalcitabina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com potencial para causar neuropatia periférica: Zalcitabina deve ser utilizado com cuidado nos doentes a receber outros medicamentos com potencial para causar neuropatia periférica. Os fármacos que têm sido associados à ocorrência de neuropatia periférica incluem os análogos dos nucleósidos anti-retrovíricos, cloranfenicol, cisplatina, dapsona, dissulfiram, etionamida, glutetimida, ouro, hidralazina, iodoquinol, isoniazida, metronidazol, nitrofurantoína, fenitoína, ribavirina e vincristina. Fármacos como a anfotericina, o foscarnet e os aminoglicosidos podem aumentar o risco de desenvolvimento de neuropatia periférica ou outros efeitos adversos associados ao Zalcitabina, por interferência com a clearance renal da zalcitabina (o que aumenta a exposição sistémica). Os doentes para quem é necessário utilizar um destes fármacos com Zalcitabina, devem ser sujeitos a monitorização clínica e laboratorial frequente, com ajuste da dose se se detectar alguma alteração significativa na função renal.

Zalcitabina + Ribavirina

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com potencial para causar neuropatia periférica: Zalcitabina deve ser utilizado com cuidado nos doentes a receber outros medicamentos com potencial para causar neuropatia periférica. Os fármacos que têm sido associados à ocorrência de neuropatia periférica incluem os análogos dos nucleósidos anti-retrovíricos, cloranfenicol, cisplatina, dapsona, dissulfiram, etionamida, glutetimida, ouro, hidralazina, iodoquinol, isoniazida, metronidazol, nitrofurantoína, fenitoína, ribavirina e vincristina. Fármacos como a anfotericina, o foscarnet e os aminoglicosidos podem aumentar o risco de desenvolvimento de neuropatia periférica ou outros efeitos adversos associados ao Zalcitabina, por interferência com a clearance renal da zalcitabina (o que aumenta a exposição sistémica). Os doentes para quem é necessário utilizar um destes fármacos com Zalcitabina, devem ser sujeitos a monitorização clínica e laboratorial frequente, com ajuste da dose se se detectar alguma alteração significativa na função renal. Ribavirina: Em condições in vitro e quando combinada com a ribavirina, a zalcitabina apresentou uma diminuição da actividade anti-retrovírica.

Zalcitabina + Vincristina

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com potencial para causar neuropatia periférica: Zalcitabina deve ser utilizado com cuidado nos doentes a receber outros medicamentos com potencial para causar neuropatia periférica. Os fármacos que têm sido associados à ocorrência de neuropatia periférica incluem os análogos dos nucleósidos anti-retrovíricos, cloranfenicol, cisplatina, dapsona, dissulfiram, etionamida, glutetimida, ouro, hidralazina, iodoquinol, isoniazida, metronidazol, nitrofurantoína, fenitoína, ribavirina e vincristina. Fármacos como a anfotericina, o foscarnet e os aminoglicosidos podem aumentar o risco de desenvolvimento de neuropatia periférica ou outros efeitos adversos associados ao Zalcitabina, por interferência com a clearance renal da zalcitabina (o que aumenta a exposição sistémica). Os doentes para quem é necessário utilizar um destes fármacos com Zalcitabina, devem ser sujeitos a monitorização clínica e laboratorial frequente, com ajuste da dose se se detectar alguma alteração significativa na função renal.

Zalcitabina + Anfotericina B

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com potencial para causar neuropatia periférica: Zalcitabina deve ser utilizado com cuidado nos doentes a receber outros medicamentos com potencial para causar neuropatia periférica. Os fármacos que têm sido associados à ocorrência de neuropatia periférica incluem os análogos dos nucleósidos anti-retrovíricos, cloranfenicol, cisplatina, dapsona, dissulfiram, etionamida, glutetimida, ouro, hidralazina, iodoquinol, isoniazida, metronidazol, nitrofurantoína, fenitoína, ribavirina e vincristina. Fármacos como a anfotericina, o foscarnet e os aminoglicosidos podem aumentar o risco de desenvolvimento de neuropatia periférica ou outros efeitos adversos associados ao Zalcitabina, por interferência com a clearance renal da zalcitabina (o que aumenta a exposição sistémica). Os doentes para quem é necessário utilizar um destes fármacos com Zalcitabina, devem ser sujeitos a monitorização clínica e laboratorial frequente, com ajuste da dose se se detectar alguma alteração significativa na função renal.

Zalcitabina + Foscarneto sódico

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com potencial para causar neuropatia periférica: Zalcitabina deve ser utilizado com cuidado nos doentes a receber outros medicamentos com potencial para causar neuropatia periférica. Os fármacos que têm sido associados à ocorrência de neuropatia periférica incluem os análogos dos nucleósidos anti-retrovíricos, cloranfenicol, cisplatina, dapsona, dissulfiram, etionamida, glutetimida, ouro, hidralazina, iodoquinol, isoniazida, metronidazol, nitrofurantoína, fenitoína, ribavirina e vincristina. Fármacos como a anfotericina, o foscarnet e os aminoglicosidos podem aumentar o risco de desenvolvimento de neuropatia periférica ou outros efeitos adversos associados ao Zalcitabina, por interferência com a clearance renal da zalcitabina (o que aumenta a exposição sistémica). Os doentes para quem é necessário utilizar um destes fármacos com Zalcitabina, devem ser sujeitos a monitorização clínica e laboratorial frequente, com ajuste da dose se se detectar alguma alteração significativa na função renal.

Zalcitabina + Aminoglicosídeos

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com potencial para causar neuropatia periférica: Zalcitabina deve ser utilizado com cuidado nos doentes a receber outros medicamentos com potencial para causar neuropatia periférica. Os fármacos que têm sido associados à ocorrência de neuropatia periférica incluem os análogos dos nucleósidos anti-retrovíricos, cloranfenicol, cisplatina, dapsona, dissulfiram, etionamida, glutetimida, ouro, hidralazina, iodoquinol, isoniazida, metronidazol, nitrofurantoína, fenitoína, ribavirina e vincristina. Fármacos como a anfotericina, o foscarnet e os aminoglicosidos podem aumentar o risco de desenvolvimento de neuropatia periférica ou outros efeitos adversos associados ao Zalcitabina, por interferência com a clearance renal da zalcitabina (o que aumenta a exposição sistémica). Os doentes para quem é necessário utilizar um destes fármacos com Zalcitabina, devem ser sujeitos a monitorização clínica e laboratorial frequente, com ajuste da dose se se detectar alguma alteração significativa na função renal.
 Potencialmente Fatal

Zalcitabina + Pentamidina

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com potencial para causar pancreatite: O tratamento com Zalcitabina deve ser interrompido sempre que for necessária a utilização de um fármaco potencialmente causador de pancreatite. Foi relatada uma morte devida a pancreatite fulminante, possivelmente relacionada com o uso de Zalcitabina e pentamidina intravenosa. Se for necessária pentamidina para tratar a pneumonia por Pneumocystis carinii, o tratamento com Zalcitabina deve ser interrompido.

Zalcitabina + Probenecida

Observações: N.D.
Interações: Probenecide/Cimetidina/Trimetoprim: A administração concomitante de probenecide, cimetidina ou trimetoprim diminui a eliminação da zalcitabina, muito provavelmente por inibição da excreção tubular renal da zalcitabina. Os doentes a receber estes fármacos em associação com a zalcitabina devem ser vigiados em relação aos sinais de toxicidade e a dose de zalcitabina deve ser reduzida se necessário.

Zalcitabina + Cimetidina

Observações: N.D.
Interações: Probenecide/Cimetidina/Trimetoprim: A administração concomitante de probenecide, cimetidina ou trimetoprim diminui a eliminação da zalcitabina, muito provavelmente por inibição da excreção tubular renal da zalcitabina. Os doentes a receber estes fármacos em associação com a zalcitabina devem ser vigiados em relação aos sinais de toxicidade e a dose de zalcitabina deve ser reduzida se necessário.

Zalcitabina + Trimetoprim

Observações: N.D.
Interações: Probenecide/Cimetidina/Trimetoprim: A administração concomitante de probenecide, cimetidina ou trimetoprim diminui a eliminação da zalcitabina, muito provavelmente por inibição da excreção tubular renal da zalcitabina. Os doentes a receber estes fármacos em associação com a zalcitabina devem ser vigiados em relação aos sinais de toxicidade e a dose de zalcitabina deve ser reduzida se necessário.

Zalcitabina + Antiácidos

Observações: N.D.
Interações: Fármacos antiácidos: A absorção da zalcitabina é moderadamente reduzida (cerca de 25%) quando esta é administrada concomitantemente com antiácidos contendo magnésio/alumínio. O significado clínico desta redução não é conhecido, pelo que não se recomenda a ingestão simultânea da zalcitabina com este tipo de antiácidos.

Zalcitabina + Hidróxido de magnésio

Observações: N.D.
Interações: Fármacos antiácidos: A absorção da zalcitabina é moderadamente reduzida (cerca de 25%) quando esta é administrada concomitantemente com antiácidos contendo magnésio/alumínio. O significado clínico desta redução não é conhecido, pelo que não se recomenda a ingestão simultânea da zalcitabina com este tipo de antiácidos.

Zalcitabina + Hidróxido de Alumínio

Observações: N.D.
Interações: Fármacos antiácidos: A absorção da zalcitabina é moderadamente reduzida (cerca de 25%) quando esta é administrada concomitantemente com antiácidos contendo magnésio/alumínio. O significado clínico desta redução não é conhecido, pelo que não se recomenda a ingestão simultânea da zalcitabina com este tipo de antiácidos.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Zalcitabina + Metoclopramida

Observações: N.D.
Interações: Metoclopramida: A biodisponibilidade é ligeiramente reduzida (cerca de 10%) quando a zalcitabina e a metoclopramida são administradas concomitantemente.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

Zalcitabina só deve ser usado durante a gravidez se o potencial benefício justificar os possíveis riscos para o bebé.

As mulheres em idade fértil não devem ser tratadas com Zalcitabina, a não ser que procedam a uma contracepção eficaz durante o período de tratamento.

As mulheres a receber zalcitabina não deverão amamentar.

Mulheres infectadas pelo VIH não devem amamentar os seus filhos, de forma a evitar a transmissão do VIH.

Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017