Topiramato

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI com Advertência na Condução DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica)
O que é
O Topiramato é um fármaco anticonvulsivo produzido pela Ortho-McNeil Neurologics, uma divisão da Johnson & Johnson.

É utilizado para o tratamento da epilepsia em crianças e adultos.

Em crianças, é também indicado para o tratamento da síndrome de Lennox-Gastaut (uma doença que provoca convulsões e atrasos de desenvolvimento).

Também foi aprovado pela Food and Drug Administration (FDA) e agora é, mais frequentemente, prescrito para a prevenção de enxaquecas.
Usos comuns
Topiramato pertence a um grupo de medicamentos chamados “medicamentos antiepilépticos”.

É utilizado:
– em monoterapia para tratar convulsões em adultos e crianças com idade superior a 6 anos
– com outros medicamentos para tratar convulsões em adultos e crianças com idade superior a 2 anos
– para prevenir crises de enxaqueca em adultos.
Tipo
pequena molécula
História
O topiramato foi originalmente produzido pela Ortho-McNeil Neurologics e Noramco, Inc., ambas as divisões da Johnson & Johnson Corporation.

Este medicamento foi descoberto em 1979 por Bruce E. Maryanoff e Joseph F. Gardocki durante seu trabalho de pesquisa em McNeil Pharmaceutical.

O topiramato foi aprovado pela primeira vez em os EUA em 1996.

As versões genéricas estão disponíveis no Canadá e estes foram aprovados pela FDA em setembro de 2006.
Indicações
Monoterapia em adultos, adolescentes e crianças com idade superior a 6 anos com convulsões parciais com ou sem convulsões generalizadas secundárias, ou com convulsões tónico-clónicas generalizadas primárias.


Terapêutica adjuvante em crianças com idade igual ou superior a 2 anos, e em adolescentes e adultos com convulsões inicialmente parciais com ou sem generalização secundária ou com convulsões tónico-clónicas generalizadas primárias e para o tratamento de convulsões associadas à síndrome de Lennox-Gastaut.


O topiramato é indicado em adultos para a profilaxia da enxaqueca após uma avaliação cuidadosa das possíveis opções terapêuticas alternativas.

O topiramato não é indicado para tratamento agudo.
Classificação CFT
02.06     Antiepiléticos e anticonvulsivantes
Mecanismo De Ação
O topiramato é classificado como um monossacárido sulfamato-substituído.

Foram identificadas três propriedades farmacológicas do topiramato que podem contribuir para a sua actividade anticonvulsivante.

O topiramato diminui a frequência na qual são produzidos os potenciais de acção quando os neurónios são submetidos a uma despolarização sustida, indicativo de um bloqueio estado-dependente dos canais de sódio dependentes da voltagem.


O topiramato aumenta a activadade do gama-aminobutirato (GABA) a nível de certos tipos de receptores GABA.

O topiramato antagoniza fracamente a actividade excitadora do glutamato a nível dos receptores do subtipo cainato/AMPA, mas não tem um efeito aparente sobre a actividade do N-metil-D-aspartato (NMDA) a nível do subtipo dos receptores NMDA.

Além disso, o topiramato inibe algumas isoenzimas da anidrase carbónica.

Não se considera que este efeito constitua um componente importante da actividade antiepiléptica do topiramato.


A eficácia do topiramato na profilaxia da enxaqueca foi avaliada em dois ensaios multicêntricos, aleatorizados, com dupla ocultação, controlados com placebo, em grupos paralelos.

Os resultados agrupados dos ensaios que avaliaram doses de topiramato de 50 (N=233), 100 (N=244) e 200 mg/dia (N=228) indicaram uma diminuição percentual mediana no critério de avaliação primário, a frequência média mensal de períodos de enxaqueca, respectivamente de 35%, 51% e 49%, em comparação com 21% no grupo do placebo (N=229).

As doses de 100 mg/dia e 200 mg/dia de topiramato foram estatisticamente superiores ao placebo enquanto que as diferenças relativas à dose de 50 mg/dia não foram estatisticamente significativas.

Vinte e sete por cento (27%) dos doentes aos quais se administrou topiramato na dose de 100 mg/dia obtiveram uma diminuição da frequência de crises de enxaqueca de pelo menos 75% (placebo 11%), enquanto que 52% obtiveram uma diminuição de pelo menos 50%.

(placebo 23%).


Num terceiro estudo multicêntrico, aleatorizado, com dupla ocultação, em grupos paralelos, demonstrou-se que a frequência mensal dos períodos de enxaqueca (critério de avaliação primário) diminuiu em -0,8 períodos/mês em comparação com a frequência inicial dos períodos com placebo.

A diminuição com topiramato na dose de 100 mg/dia foi de -1,6 períodos/mês e com topiramato na dose de 200 mg/dia foi de -1,1 períodos/mês.

Estas diferenças não foram estatisticamente significativas.


Num estudo suplementar, com base na análise da eficácia primária, observaram-se diferenças não significativas entre a dose prevista de 200 mg de topiramato e o placebo (alteração da frequência mensal de crises de enxaqueca em relação à frequência inicial).
Posologia Orientativa
Adultos
A titulação deve ser iniciada com 25 - 50 mg, administrados à noite, durante uma semana.
Subsequentemente, em intervalos de tempo semanais ou de 2 em 2 semanas, a dose deve ser aumentada de 25 - 50 a 100 mg/dia, sendo administrada dividida em duas tomas.

Crianças de idade igual ou superior a 2 anos
A dose total diária recomendada de Topiramato como terapêutica adjuvante é de aproximadamente 5 a 9 mg/kg/dia, dividida em duas tomas. A titulação deve começar com 25 mg (ou menos, com base na variação de 1 a 3 mg/kg/dia) administrados à noite, durante a primeira semana. A posologia deve ser aumentada semanalmente ou de 2 em 2 semanas, com aumentos de 1 a 3 mg/kg/dia (administrados divididos em duas tomas diárias) para obter uma resposta clínica óptima.
Administração
Topiramato comprimidos devem ser engolido inteiro.

Evite mastigar os comprimidos porque têm um sabor amargo.


O topiramato pode ser tomado antes, durante ou após a refeição.

Enquanto estiver a tomar topiramato beba muitos líquidos durante o dia para prevenir a formação de pedras no rim.
Contraindicações
Hipersensibilidade ao topiramato.


Profilaxia da enxaqueca durante a gravidez e em mulheres com potencial de procriar se não utilizarem um método de contracepção eficaz.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Efeitos secundários muito frequentes (afectam provavelmente mais de 1 em 10 pessoas)
Perda de peso
Formigueiros nos braços e pernas
Sonolência
Tonturas
Diarreia
Náuseas (sensação de enjoo)
Rinorreia e nariz tapado e dores de garganta
Cansaço

Efeitos secundários frequentes (afectam provavelmente menos de 1 utilizador em cada 10):
• Alterações do humor ou do comportamento, incluindo agressividade, nervosismo, tristeza
• Aumento de peso
• Diminuição ou perda de apetite
• Diminuição do número de glóbulos vermelhos
• Alterações no pensamento e atenção, incluindo confusão, problemas de concentração ou de memória ou lentidão em pensar
• Fala pouco clara
• Movimentos descoordenados ou problemas a andar
• Tremor involuntário dos braços, mãos ou pernas
• Diminuição do sentido do tacto ou da sensibilidade
• Movimento involuntário dos olhos
• Alteração do paladar
• Perturbações da visão, visão pouco nítida, visão dupla
• Zumbido nos ouvidos
• Dor de ouvidos
• Falta de ar
• Hemorragias nasais
• Vómitos
• Obstipação
• Dor de estômago
• Indigestão
• Boca seca
• Formigueiros ou dormência na boca
• Pedras nos rins
• Micção frequente
• Micção dolorosa
• Queda de cabelo
• Erupção cutânea e/ou comichão na pele
• Dores nas articulações
• Espasmos musculares, contracções muscular súbitas ou fraqueza muscular
• Dor no peito
• Febre
• Falta de forças
• Sensação geral de mal-estar
• Reacção alérgica

Efeitos secundários pouco frequentes (afectam provavelmente menos de 1 em 100 pessoas):
• Cristais na urina
• Contagens sanguíneas anormais, incluindo diminuição da contagem dos glóbulos brancos ou das plaquetas ou aumento dos eosinófilos
• Batimentos cardíacos irregulares ou batimentos cardíacos lentos
• Gânglios inchados nas axilas ou virilhas
• Aumento de convulsões
• Problemas de comunicação oral
• Babar-se
• Agitação ou aumento da actividade física e mental
• Perda de consciência
• Desmaio
• Movimentos lentos ou diminuídos
• Perturbação do sono ou sono deficiente
• Alteração ou perturbação do sentido do cheiro
• Problemas com a escrita
• Sensação de movimentos sob a pele
• Problemas nos olhos incluindo olhos secos, sensibilidade à luz, tremores involuntários, lacrimação e visão diminuída
• Diminuição ou perda de audição
• Rouquidão da voz
• Inflamação do pâncreas
• Gases
• Azia
• Perda da sensibilidade ao toque na boca
• Hemorragia das gengivas
• Distensão abdominal
• Sensação dolorosa ou de ardor na boca
• Mau hálito
• Perda de urina e/ou fezes
• Desejo urgente de urinar
• Dor na região renal e/ou da bexiga causada por pedras nos rins
• Diminuição ou ausência de transpiração
• Alteração da cor da pele
• Inchaço localizado da pele
• Inchaço da face
• Inchaço das articulações
• Rigidez musculosquelética
• Níveis aumentados de ácido no sangue
• Níveis baixos de potássio no sangue
• Aumento do apetite
• Aumento da sede e beber anormalmente grandes quantidades de líquidos
• Tensão arterial baixa ou diminuição da tensão arterial que ocorre ao pôr-se de pé
• Afrontamentos
• Doença do tipo gripal
• Extremidades frias (por exemplo, mãos e face)
• Problemas de aprendizagem
• Perturbações da função sexual (disfunção eréctil, perda da libido)
• Alucinações
• Diminuição da comunicação oral

Efeitos secundários raros (afectam provavelmente menos de 1 em 1.000 pessoas):
• Sensibilidade excessiva na pele
• Perturbação do sentido do cheiro
• Glaucoma que é um bloqueio do líquido no olho que causa um aumento da pressão no interior do olho, dor e diminuição da visão
• Acidose tubular renal
• Reacção grave da pele, incluindo a síndrome de Stevens-Johnson, uma doença da pele potencialmente fatal na qual a camada superior da pele se separa da camada inferior, e eritema multiforme, uma doença com manchas vermelhas elevadas que podem formar bolhas
• Odor
• Inchaço dos tecidos à volta dos olhos
• Síndrome de Raynaud. Uma doença que afecta os vasos sanguíneos dos dedos das mãos e pés e ouvidos e causa dor e sensibilidade ao frio
• Calcificação dos tecidos (calcinose)

Efeitos secundários com frequência desconhecida
• Maculopatia é uma doença da mácula, a mancha pequena da retina onde a visão é mais precisa. Deve contactar o seu médico se notar uma alteração ou diminuição da visão.
• Inchaço da conjuntiva dos olhos
• Necrólise epidérmica tóxica que é a forma mais grave da síndrome de Stevens-Johnson (ver efeitos secundários pouco frequentes).
Advertências
Gravidez
Gravidez:Evitar, a menos que o benefício potencial seja superior aos riscos; toxicidade em estudos animais e não existem estudos na grávida. Ver Antiepilépticos. Evidência fetal em animais, mas a necessidade pode justificar o risco.
Aleitamento
Aleitamento:Evitar; está presente no leite.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:Reduzir dose em 50% na IR moderada a grave.
Conducao
Conducao:Altera significativamente a capacidade de condução.
Precauções Gerais
Nos casos em que é necessária a suspensão rápida de topiramato, recomenda-se uma monitorização apropriada.


Como com outros antiepilépticos, alguns doentes podem apresentar um aumento da frequência de convulsões ou desenvolver novos tipos de convulsões com topiramato.


Estes fenómenos podem ser consequência de sobredosagem, diminuição das concentrações plasmáticas de antiepilépticos utilizados em concomitância, progressão da doença ou de um efeito paradoxal.


É muito importante uma hidratação adequada durante a utilização de topiramato.

A hidratação pode diminuir o risco de nefrolitíase.

Uma hidratação correcta antes e durante actividades como exercício físico ou a exposição a temperaturas quentes pode diminuir o risco de reacções adversas relacionadas com o calor.


Perturbações do humor/depressão
Observou-se uma maior incidência de perturbações do humor e de depressão durante o tratamento com topiramato.


Suicídio/ideação suicida
A ideação e o comportamento suicidas foram comunicados em doentes tratados com antiepilépticos em várias indicações.

Uma meta-análise de ensaios aleatorizados, controlados com placebo, realizados com antiepilépticos, revelou um pequeno aumento do risco de ideação e comportamento suicidas.

O mecanismo deste risco não é conhecido e os dados disponíveis não excluem a possibilidade de um risco acrescido com o topiramato.


Em ensaios clínicos com dupla ocultação, acontecimentos relacionados com suicídio (ideação suicida, tentativas suicidas e suicídio) ocorreram com uma frequência de 0,5% em doentes tratados com topiramato (46 de um total de 8.652 doentes tratados) e com uma incidência quase 3 vezes maior do que a dos doentes tratados com placebo (0,2%; 8 de um total de 4.045 doentes tratados).


Portanto, os doentes devem ser monitorizados quanto a sinais de ideação e comportamento suicidas e deve ser considerado o tratamento apropriado.

Os doentes (e os seus prestadores de cuidados) devem ser aconselhados a consultar um médico se surgirem sinais de ideação ou de comportamento suicidas.


Nefrolitíase
Existe um maior risco de formação de cálculos renais e de sinais e sintomas associados, como cólica renal, dor renal ou dor lombar, especialmente em doentes com uma predisposição para nefrolitíase.


Os factores de risco de nefrolitíase incluem formação anterior de cálculos, antecedentes familiares de nefrolitíase e hipercalciúria.

Nenhum destes factores de risco constitui um factor preditivo fiável da formação de cálculos durante o tratamento com topiramato.


Além disso, doentes medicados com outros medicamentos associados a nefrolitíase podem apresentar um risco acrescido.


Diminuição da função hepática
Em doentes com insuficiência hepática, o topiramato deve ser administrado com precaução dado que a depuração do topiramato pode estar diminuída.


Miopia aguda e síndrome de ângulo fechado secundária
O glaucoma secundário de ângulo fechado com miopia aguda foi notificado em doentes medicados com topiramato (ver também a secção 4.8).

Os sintomas incluem o aparecimento agudo de diminuição da acuidade visual e/ou de dor ocular.

As observações oftalmológicas podem incluir miopia, aperto da câmara anterior, hiperemia ocular (vermelhidão) e aumento da pressão intra-ocular.

Midríase pode estar presente ou não.

Esta síndrome pode estar associada a derrame supraciliar que causa o deslocamento anterior do cristalino e da íris com glaucoma secundário de ângulo fechado.

Os sintomas ocorrem normalmente no período de um mês após o início da terapêutica com topiramato.


Em contraste com o glaucoma primário de ângulo fechado que é raro em idades inferiores a 40 anos, o glaucoma secundário de ângulo fechado associado ao topiramato foi comunicado tanto em crianças como em adultos.

O tratamento inclui a interrupção de topiramato o mais rapidamente possível de acordo com o critério de médico assistente, e a instituição de medidas apropriadas para diminuir a pressão intra-ocular.

Estas medidas resultam geralmente na diminuição da pressão intra-ocular.


A pressão intra-ocular elevada de qualquer etiologia, se não for tratada, pode causar sequelas graves incluindo a perda permanente da visão.


Deve determinar-se previamente se doentes com antecedentes de afecções oculares devem ser tratados com topiramato.


Acidose metabólica
A acidose metabólica hiperclorémica, sem hiato aniónico (isto é, diminuição do bicarbonato sérico para valores inferiores ao intervalo normal de referência na ausência de alcalose respiratória) está associada ao tratamento com topiramato.

Esta diminuição do bicarbonato sérico é devida ao efeito inibidor do topiramato sobre a anidrase carbónica renal.

Geralmente, a diminuição de bicarbonato ocorre no início do tratamento, embora possa ocorrer em qualquer altura durante o tratamento.

Esta diminuição é normalmente ligeira a moderada (diminuição média de 4 mmol/l com doses de 100 mg/dia ou superiores em adultos e de aproximadamente 6 mg/kg/dia em crianças).

Em casos raros, os doentes apresentaram diminuições para valores inferiores a 10 mmol/l.

Certas patologias ou terapêuticas que predispõem à acidose (como, por exemplo, doença renal, perturbações respiratórias graves, estado de mal epiléptico, diarreia, cirurgia, dieta cetogénica ou certos medicamentos) podem ter efeitos aditivos aos do topiramato na diminuição de bicarbonato.


A acidose metabólica crónica intensifica o risco de formação de cálculos renais e pode conduzir a osteopenia.


A acidose metabólica crónica em crianças pode diminuir a taxa de crescimento.

O efeito do topiramato em sequelas a nível ósseo não foi investigado de forma sistemática nas populações pediátrica ou adulta.


Dependendo das patologias subjacentes, recomenda-se a avaliação apropriada incluindo a determinação dos níveis de bicarbonato com a terapêutica com topiramato.

No caso de desenvolvimento e persistência de acidose metabólica, deve considerar-se a diminuição da dose ou a interrupção do topiramato (com diminuição progressiva da dose).


O topiramato deve ser utilizado com precaução em doentes com patologias ou em tratamentos que representam um factor de risco para o desenvolvimento de acidose metabólica.


Perda de peso
Observou-se perda de peso ou ausência de aumento de peso em ensaios clínicos com topiramato em crianças em crescimento.

Recomenda-se que o seu peso seja monitorizado enquanto estiverem sob tratamento com topiramato.

Em doentes que apresentem uma perda de peso durante a terapêutica, deve considerar-se uma alimentação suplementar.
Cuidados com a Dieta
Pode tomar Topiramato com ou sem alimentos.


É recomendável que não consuma bebidas alcoólicas enquanto estiver a utilizar Topiramato porque podem aumentar o risco de efeitos secundários.


É importante que beba bastante água enquanto estiver a tomar Topiramato, especialmente se fizer exercícios físicos ou se estiver calor.
Terapêutica Interrompida
Tome a dose esquecida logo que se lembrar.

Se for quase a hora de tomar a dose seguinte, não tome a dose que se esqueceu e tome simplesmente a dose seguinte à hora habitual.

No caso de se esquecer de duas ou mais doses, contacte o seu médico.


Não tome uma dose a dobrar para compensar a dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Manter fora do alcance e da vista das crianças.

Não conservar acima de 25°C.

Manter o recipiente bem fechado para proteger da humidade.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Etinilestradiol + Levonorgestrel + Topiramato

Observações: Interações medicamentosas entre Contracetivos orais e outros medicamentos podem originar uma hemorragia de disrupção e/ou falha contraceptiva.
Interações: Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com substâncias que induzem as enzimas microssomais o que pode resultar numa depuração aumentada de hormonas sexuais (por ex. fenitoína, barbitúricos, primidona, carbamazepina, rifampicina, e possivelmente também oxcarbazepina, topiramato, felbamato, Griseofulvina e produtos contendo Erva de São João ou hipericão). Também a protease VIH (por ex. ritonavir) e inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa (por ex. nevirapina), e combinações dos dois, têm sido reportados como afectando potencialmente o metabolismo hepático.

Hipericão + Topiramato

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interações: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico).
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Estradiol + Levonorgestrel + Topiramato

Observações: Nota: A informação de prescrição de quaisquer medicações concomitantes deve ser sempre consultada para identificar interações potenciais.
Interações: Outras substâncias activas que se suspeita serem capazes de reduzir a eficácia dos COCs incluem a oxcarbazepina, o topiramato, a griseofulvina e o ritonavir. O mecanismo de acção parece ter por base as propriedades indutoras das enzimas hepáticas destas substâncias activas. Geralmente só se observa indução máxima das enzimas 2-3 semanas após o início do tratamento, mas pode então persistir durante pelo menos 4 semanas após a cessação do tratamento.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dienogest + Etinilestradiol + Topiramato

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. As interações do etinilestradiol e o dienogest, com outros medicamentos podem aumentar ou diminuir ou ambas, as concentrações séricas das hormonas esteroides. A redução das concentrações séricas de etinilestradiol/dienogest pode levar a um aumento das hemorragias intercorrentes e dos distúrbios menstruais e reduzir a eficácia do contracetivo do Dienogest / Etinilestradiol; o aumento de etinilestradiol/dienogest nos níveis séricos pode levar a um aumento de incidência e aumento da expressão de efeitos secundários.
Interações: Os seguintes medicamentos podem diminuir as concentrações séricas das hormonas esteroides contidas no Dienogest / Etinilestradiol: - todos os agentes que aumentam o risco de motilidade gastrointestinal, tais como a metoclopramida, - Medicamentos indutores, as enzimas microssomais hepáticas, tais como a rifampicina, rifabutina, barbitúricos, anticonvulsivantes (como barbexaclona, carbamazepina, oxcarbazepina, fenitoína, primidona, topiramato e felbamato), griseofulvina, modafinil, Erva de São João (Hypericum perforatum). Foi notificado que tanto os inibidores da protease do VIH (por exemplo, ritonavir) como os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa (por exemplo, nevirapina), bem como a combinação de ambos, podem influenciar o metabolismo hepático. - Certos antibióticos (por exemplo, ampicilina, tetraciclina) em algumas mulheres, possivelmente através de uma redução da circulação entero-hepática dos estrogénios. Deve ser utilizado um método não hormonal contracetivo adicional quando existir terapia concomitante com estes medicamentos e a toma de Dienogest / Etinilestradiol, durante o tratamento e nos primeiros 7 dias. As mulheres a fazerem um tratamento a curto prazo (até uma semana) com um medicamento dos grupos acima referidos, ou com qualquer uma das substâncias ativas para além da rifampicina devem utilizar temporariamente um método de barreira juntamente com as COCs, ou seja, durante o período de tempo de administração concomitante, bem como durante 14 dias após a descontinuação do mesmo. As mulheres tratadas com rifampicina devem utilizar para além do COC um método de barreira adicional durante o período de tempo de administração da rifampicina, assim como durante 28 dias após a sua descontinuação. Em mulheres com tratamento crónico com fármacos indutores das enzimas hepáticas, recomenda-se a utilização de outro método contracetivo não hormonal fiável. Se existir utilização concomitante de medicamentos com essas substâncias durante o último comprimido da embalagem deve iniciar-se imediatamente o novo blister após o último comprimido do primeiro blister sem fazer o habitual intervalo sem toma de comprimidos. Se for necessário um tratamento a longo prazo com estes medicamentos, deve-se utilizar de preferência métodos contracetivos não hormonais.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Etinilestradiol + Norelgestromina + Topiramato

Observações: As interações entre contracetivos orais e outros medicamentos podem conduzir a hemorragias intra cíclicas e/ou falência do contracetivo.
Interações: Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações medicamentosas com medicamentos que induzem a atividade das enzimas hepáticas, o que pode resultar num aumento da depuração das hormonas sexuais (por exemplo: fenobarbital, primidona, rifampicina, rifabutina, bosentano, (fos)aprepitant, alguns anti-epileticos (por exemplo: carbamazepina, a cetato de eslicarbazepina, felbamato, oxcarbazepina, fenitoína, rufinamida, topiramato) e alguns medicamentos para a infeção pelo VIH ( nelfinavir, ritonavir, nevirapina, efavirenz e possivelmente também, griseofulvina e preparações à base de plantas contendo hipericão (Hypericum perforatum). A indução enzimática máxima é, geralmente, observada em 10 dias, mas pode ser mantida durante pelo menos 4 semanas após cessação da terapia. As mulheres em tratamento de curto prazo com qualquer das classes terapêuticas ou substâncias ativas individuais supracitadas que induzem as enzimas hepáticas (exceto a rifampicina), devem utilizar, temporariamente, um método de barreira para além de Etinilestradiol + Norelgestromina, durante o período da administração concomitante e durante 7 dias após a sua descontinuação. No caso das mulheres em terapêutica prolongada com qualquer uma das classes terapêuticas supracitadas, é recomendada a utilização de outro método de contraceção não hormonal fiável. As mulheres em tratamento com antibióticos (exceto a rifampicina) devem utilizar o método de barreira até 7 dias após a descontinuação. Se a administração concomitante de medicamentos se prolongar para além do final do período de utilização correspondente a uma semana, deve aplicar-se o próximo sistema transdérmico, sem o habitual intervalo livre de sistema transdérmico.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Norgestrel + Valerato de estradiol + Topiramato

Observações: A contracepção hormonal deve ser interrompida quando a THS é iniciada e a doente deve ser aconselhada a tomar medidas contraceptivas não-hormonais, se necessário.
Interações: Interações medicamentosas: Tratamento prolongado com fármacos indutores das enzimas hepáticas (por ex. diversos anticonvulsivantes e antimicrobianos) pode aumentar a depuração das hormonas sexuais e pode reduzir a eficácia clínica. Estas propriedades indutoras das enzimas hepáticas têm sido atribuídas às hidantoínas, barbituratos, primidona, carbamazepina e rifampicina, sendo também suspeitas para a oxcarbazepina, topiramato, felbamato e griseofulvina. A indução enzimática máxima geralmente não se verifica antes das 2-3 semanas, mas poderá permanecer durante, pelo menos, 4 semanas após a interrupção da terapêutica farmacológica.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cloromadinona + Etinilestradiol + Topiramato

Observações: A interação do etinilestradiol, com outros medicamentos, pode aumentar ou reduzir as concentrações séricas de etinilestradiol. Em caso de necessidade de tratamento prolongado com essas subtâncias ativas, devem ser utilizados métodos contracetivos não hormonais. Concentrações séricas reduzidas de etinilestradiol podem aumentar as hemorragias intracíclicas e as perturbações dos ciclos, e reduzir a eficácia contracetiva de Cloromadinona / Etinilestradiol; concentrações séricas aumentadas de etinilestradiol podem aumentar a frequência e a gravidade dos efeitos indesejáveis.
Interações: Os seguintes medicamentos/substâncias ativas podem resuzir as concentrações séricas de etinilestradiol: Todas as substâncias que aumentem a motilidade gastrointestinal (por exemplo metoclopramida) ou reduzem a absorção (por exemplo carvão ativado) Substâncias que indutoras de enzimas microssomais hepáticas, tais como rifampicina, rifabutina, barbitúricos, antiepiléticos (por exemplo carbamazepina, fenitoína e topiramato), griseofulvina, barbexalona, primidona, modafinil, alguns inibidores da protease (por exemplo ritonavir) e erva de São João. Certos antibióticos (por exemplo ampicilina, tetraciclina) em algumas mulheres, provavelmente devido à diminuição da circulação entero-hepática por ação dos estrogénios. No tratamento concomitante destes medicamentos/substâncias ativas com Cloromadinona / Etinilestradiol devem ser utilizados métodos contracetivos adicionais durante o tratamento e após os primeiros 7 dias. Com substâncias ativas que reduzam os níveis séricos de etinilestradiol por indução das enzimas microssomais hepáticas devem ser utilizados métodos contracetivos adicionais durante 28 dias após a suspensão da medicação.

Etinilestradiol + Norgestimato + Topiramato

Observações: Aconselha-se que os médicos consultem a rotulagem dos medicamentos utilizados concomitantemente, para obter mais informações acerca das interações com contracetivos hormonais e da possível necessidade de ajustar as dosagens.
Interações: Indutores das enzimas hepáticas: Produtos ou medicamentos à base de plantas que induzem as enzimas, especialmente o CYP3A4, podem diminuir as concentrações plasmáticas das hormonas contracetivas e podem diminuir a sua eficácia e/ ou aumentar a hemorragia intercorrente. Exemplos incluem: barbitúricos bosentano carbamazepina felbamato hidantoínas primidona griseofulvina alguns inibidores da protease VIH (por ex., ritonavir) modafinil alguns inibidores não nucleósidos da transcriptase reversa (por ex., nevirapina) oxcarbazepina fenitoína rifampicina e rifabutina hipericão topiramato Mulheres a utilizar medicamentos indutores das enzimas hepáticas devem utilizar temporariamente um método contracetivo de barreira para além de Etinilestradiol / Norgestimato durante o tempo da administração do medicamento concomitante e durante 28 dias após a sua descontinuação.
 Sem significado Clínico

Retigabina + Topiramato

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Com base nesses dados agrupados, a retigabina não causou efeitos clinicamente significativos no plasma nas concentrações dos seguintes antiepiléticos: Carbamazepina, clobazam, clonazepam, gabapentina, lamotrigina, levetiracetam, oxcarbazepina, fenobarbital, fenitoína, pregabalina, topiramato, valproato, zonisamida. Adicionalmente, com base em dados agrupados, não houve efeitos clinicamente significativos dos seguintes antiepiléticos na farmacocinética da retigabina: Lamotrigina, levetiracetam, oxcarbazepina, topiramato, valproato.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Desogestrel + Topiramato

Observações: As interações entre os contracetivos hormonais e outros medicamentos podem conduzir a hemorragias intracíclicas e/ou falência contracetiva. Os contracetivos hormonais podem interferir com o metabolismo de outros medicamentos. Por este motivo, as concentrações plasmáticas e tecidulares destes podem estar aumentadas ou diminuídas. Nota: A informação sobre a prescrição da medicação concomitante deve ser consultada de forma a identificar potenciais interações.
Interações: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas microssomais, o que poderá resultar na depuração aumentada das hormonas sexuais (tais como: hidantoínas (por exemplo, fenitoína), barbitúricos (por exemplo, fenobarbital), primidona, carbamazepina, rifampicina e, possivelmente também com oxcarbazepina, topiramato, rifabutina, felbamato, ritonavir, nelfinavir, griseofulvina e produtos contendo hipericão (Hipericum perforatum)). A indução máxima enzimática não é detetada durante 2 a 3 semanas, mas pode manter-se, pelo menos, durante 4 semanas após a interrupção do tratamento. As mulheres que estejam a ser tratadas com qualquer um destes medicamentos devem, temporariamente, utilizar um método contracetivo de barreira adicional em conjunto com Desogestrel. Se o medicamento utilizado for indutor das enzimas microssomais hepáticas, o método de barreira deve ser usado durante o tempo de uso concomitante do medicamento e até 28 dias após a sua descontinuação. Para mulheres que façam terapêutica de longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, deve ser considerado um método contracetivo não hormonal.

Topiramato + Antiepilépticos (AEs)

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do topiramato sobre outros medicamentos antiepiléticos: A associação de topiramato a outros antiepiléticos (fenitoína, carbamazepina, ácido valpróico, fenobarbital, primidona) não tem qualquer efeito sobre as suas concentrações plasmáticas no estado de equilíbrio, excepto em certos doentes nos quais a associação de topiramato com a fenitoína pode produzir um aumento das concentrações plasmáticas de fenitoína. Este é possivelmente devido à inibição de uma isoforma polimórfica de uma enzima específica (CYP2C19). Em consequência, devem ser monitorizados os níveis de fenitoína em todos doentes medicados com fenitoína que apresentem sinais ou sintomas clínicos de toxicidade.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Topiramato + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do topiramato sobre outros medicamentos antiepiléticos: A associação de topiramato a outros antiepiléticos (fenitoína, carbamazepina, ácido valpróico, fenobarbital, primidona) não tem qualquer efeito sobre as suas concentrações plasmáticas no estado de equilíbrio, excepto em certos doentes nos quais a associação de topiramato com a fenitoína pode produzir um aumento das concentrações plasmáticas de fenitoína. Este é possivelmente devido à inibição de uma isoforma polimórfica de uma enzima específica (CYP2C19). Em consequência, devem ser monitorizados os níveis de fenitoína em todos doentes medicados com fenitoína que apresentem sinais ou sintomas clínicos de toxicidade. Efeitos de outros medicamentos antiepiléticos no topiramato: A fenitoína e a carbamazepina diminuem a concentração plasmática de topiramato. A associação ou interrupção de fenitoína ou carbamazepina na terapêutica com topiramato pode exigir um ajuste da dose deste último. Este ajuste deve ser efectuado titulando a dose até se obter o efeito clínico.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Topiramato + Carbamazepina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do topiramato sobre outros medicamentos antiepiléticos: A associação de topiramato a outros antiepiléticos (fenitoína, carbamazepina, ácido valpróico, fenobarbital, primidona) não tem qualquer efeito sobre as suas concentrações plasmáticas no estado de equilíbrio, excepto em certos doentes nos quais a associação de topiramato com a fenitoína pode produzir um aumento das concentrações plasmáticas de fenitoína. Este é possivelmente devido à inibição de uma isoforma polimórfica de uma enzima específica (CYP2C19). Em consequência, devem ser monitorizados os níveis de fenitoína em todos doentes medicados com fenitoína que apresentem sinais ou sintomas clínicos de toxicidade. Efeitos de outros medicamentos antiepiléticos no topiramato: A fenitoína e a carbamazepina diminuem a concentração plasmática de topiramato. A associação ou interrupção de fenitoína ou carbamazepina na terapêutica com topiramato pode exigir um ajuste da dose deste último. Este ajuste deve ser efectuado titulando a dose até se obter o efeito clínico.

Topiramato + Ácido Valpróico (Valproato de sódio)

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do topiramato sobre outros medicamentos antiepiléticos: A associação de topiramato a outros antiepiléticos (fenitoína, carbamazepina, ácido valpróico, fenobarbital, primidona) não tem qualquer efeito sobre as suas concentrações plasmáticas no estado de equilíbrio, excepto em certos doentes nos quais a associação de topiramato com a fenitoína pode produzir um aumento das concentrações plasmáticas de fenitoína. Este é possivelmente devido à inibição de uma isoforma polimórfica de uma enzima específica (CYP2C19). Em consequência, devem ser monitorizados os níveis de fenitoína em todos doentes medicados com fenitoína que apresentem sinais ou sintomas clínicos de toxicidade. Efeitos de outros medicamentos antiepiléticos no topiramato: A associação ou interrupção do ácido valpróico não produz alterações clinicamente significativas nas concentrações plasmáticas de topiramato e, portanto, não justifica o ajuste posológico do topiramato. Outras formas de interacção: Ácido valpróico: A administração concomitante de topiramato e de ácido valpróico foi associada a hiperamoniemia com ou sem encefalopatia em doentes que toleraram qualquer um dos medicamentos em monoterapia. Na maioria dos casos, os sintomas e sinais diminuem de intensidade com a interrupção de qualquer um dos medicamentos. Esta reacção adversa não é devida a uma interacção farmacocinética. Não se estabeleceu uma associação da hiperamoniemia com topiramato em monoterapia ou com o tratamento concomitante com outros antiepiléticos.

Topiramato + Fenobarbital

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do topiramato sobre outros medicamentos antiepiléticos: A associação de topiramato a outros antiepiléticos (fenitoína, carbamazepina, ácido valpróico, fenobarbital, primidona) não tem qualquer efeito sobre as suas concentrações plasmáticas no estado de equilíbrio, excepto em certos doentes nos quais a associação de topiramato com a fenitoína pode produzir um aumento das concentrações plasmáticas de fenitoína. Este é possivelmente devido à inibição de uma isoforma polimórfica de uma enzima específica (CYP2C19). Em consequência, devem ser monitorizados os níveis de fenitoína em todos doentes medicados com fenitoína que apresentem sinais ou sintomas clínicos de toxicidade.

Topiramato + Primidona

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do topiramato sobre outros medicamentos antiepiléticos: A associação de topiramato a outros antiepiléticos (fenitoína, carbamazepina, ácido valpróico, fenobarbital, primidona) não tem qualquer efeito sobre as suas concentrações plasmáticas no estado de equilíbrio, excepto em certos doentes nos quais a associação de topiramato com a fenitoína pode produzir um aumento das concentrações plasmáticas de fenitoína. Este é possivelmente devido à inibição de uma isoforma polimórfica de uma enzima específica (CYP2C19). Em consequência, devem ser monitorizados os níveis de fenitoína em todos doentes medicados com fenitoína que apresentem sinais ou sintomas clínicos de toxicidade.

Topiramato + Lamotrigina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do topiramato sobre outros medicamentos antiepiléticos: Um estudo de interacção farmacocinética de doentes com epilepsia indicou que a associação de topiramato à lamotrigina não tem qualquer efeito sobre a concentração plasmática de lamotrigina no estado de equilíbrio, com doses de 100 mg/dia a 400 mg/dia de topiramato. Também não se observaram alterações na concentração plasmática no estado de equilíbrio do topiramato durante ou após a suspensão do tratamento com lamotrigina (dose média de 327 mg/dia).

Topiramato + Diazepam

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do topiramato sobre outros medicamentos antiepiléticos: O topiramato inibe a enzima CYP2C19 e pode interferir com outras substâncias metabolizadas através desta enzima (ex., diazepam, imipramina, moclobemida, proguanil, omeprazol).

Topiramato + Imipramina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do topiramato sobre outros medicamentos antiepiléticos: O topiramato inibe a enzima CYP2C19 e pode interferir com outras substâncias metabolizadas através desta enzima (ex., diazepam, imipramina, moclobemida, proguanil, omeprazol).

Topiramato + Moclobemida

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do topiramato sobre outros medicamentos antiepiléticos: O topiramato inibe a enzima CYP2C19 e pode interferir com outras substâncias metabolizadas através desta enzima (ex., diazepam, imipramina, moclobemida, proguanil, omeprazol).

Topiramato + Proguanilo

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do topiramato sobre outros medicamentos antiepiléticos: O topiramato inibe a enzima CYP2C19 e pode interferir com outras substâncias metabolizadas através desta enzima (ex., diazepam, imipramina, moclobemida, proguanil, omeprazol).

Desogestrel + Etinilestradiol + Topiramato

Observações: N.D.
Interações: As interações medicamentosas que resultam num aumento da depuração das hormonas sexuais podem originar hemorragias de disrupção e falhas na eficácia contracetiva. Esta situação foi identificada com as hidantoínas, os barbitúricos, a primidona, a carbamazepina e a rifampicina; também se suspeita que possa ocorrer com a oxcarbazepina, o topiramato, o felbamato, a griseofulvina, e a nevirapina. O mecanismo desta interação parece basear-se nas propriedades de indução das enzimas hepáticas destes medicamentos. Geralmente observa-se uma indução máxima das enzimas apenas 2-3 semanas após o início do tratamento, mas que pode persistir durante pelo menos 4 semanas após o final do tratamento. As mulheres sujeitas a um tratamento de curto prazo (até uma semana) com qualquer um dos grupos de medicamentos acima mencionados ou com os medicamentos individuais, devem utilizar temporariamente um método contracetivo de barreira juntamente com os COC, ou seja, durante o período de tempo em que o medicamento e os COC são utilizados em simultâneo, bem como durante os primeiros 7 dias após a suspensão do medicamento

Topiramato + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do topiramato sobre outros medicamentos antiepiléticos: O topiramato inibe a enzima CYP2C19 e pode interferir com outras substâncias metabolizadas através desta enzima (ex., diazepam, imipramina, moclobemida, proguanil, omeprazol).

Topiramato + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Outras interações medicamentosas: Digoxina: A AUC de uma dose única de digoxina diminui em 12% com a administração concomitante de topiramato. Os níveis séricos de digoxina devem ser cuidadosamente monitorizados quando os doentes são tratados simultaneamente com digoxina e topiramato. A digoxina sérica também deve ser cuidadosamente monitorizada após a interrupção de topiramato.

Topiramato + Depressores do SNC

Observações: N.D.
Interações: Outras interações medicamentosas: Depressores do SNC: A administração concomitante de topiramato e de álcool ou de outros medicamentos depressores do SNC não foi avaliada em estudos clínicos. Recomenda-se que o topiramato não seja utilizado concomitantemente com álcool ou outros medicamentos depressores do SNC.

Topiramato + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Outras interações medicamentosas: Depressores do SNC: A administração concomitante de topiramato e de álcool ou de outros medicamentos depressores do SNC não foi avaliada em estudos clínicos. Recomenda-se que o topiramato não seja utilizado concomitantemente com álcool ou outros medicamentos depressores do SNC.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Topiramato + Hipericão

Observações: N.D.
Interações: Outras interações medicamentosas: Hipericão (Hypericum perforatum): Poderá observar-se um risco de diminuição das concentrações plasmáticas resultando numa perda de eficácia com a co-administração de topiramato e hipericão. Não foram realizados estudos clínicos para avaliação desta interacção potencial.

Topiramato + Contracetivos orais

Observações: N.D.
Interações: Outras interações medicamentosas: Contracetivos orais: Num estudo de interacção farmacocinética em voluntários saudáveis com a administração concomitante de um contracetivo oral de associação contendo 1 mg de noretindrona (NET) e 35 μg de etinilestradiol (EE), o topiramato administrado em doses de 50 mg/dia a 200 mg/dia na ausência de outros tratamentos não foi associado a alterações estatisticamente significativas da exposição média (AUC) de qualquer um dos componentes do contracetivo oral. Num outro estudo, em doses de 200, 400 e 800 mg/dia, a exposição ao EE diminuiu de forma estatisticamente significativa (respectivamente 18%, 21% e 30%), quando administrado como terapêutica adjuvante em doentes epilépticas medicadas com ácido valpróico. Nos dois estudos, o topiramato (50 mg/dia a 200 mg/dia em voluntários saudáveis e 200 mg/dia a 800 mg/dia em doentes com epilepsia) não afectou de forma significativa a exposição à NET. Apesar de se ter observado uma diminuição dependente da dose da exposição ao EE em doses entre 200 mg/dia e 800 mg/dia (em doentes com epilepsia), não se observou nenhuma alteração significativa dependente da dose da exposição ao EE com doses de 50 mg/dia a 200 mg/dia (em voluntários saudáveis). Desconhece-se qual é a significância clínica destas alterações. A possibilidade de uma diminuição da eficácia contraceptiva e um aumento de metrorragias deve ser considerada em doentes que tomam o contracetivo oral de associação com topiramato. As doentes medicadas com contracetivos à base de estrogénios devem comunicar qualquer alteração dos seus ciclos menstruais. A eficácia contraceptiva pode estar diminuída mesmo na ausência de metrorragias.

Topiramato + Noretisterona

Observações: N.D.
Interações: Outras interações medicamentosas: Contracetivos orais: Num estudo de interacção farmacocinética em voluntários saudáveis com a administração concomitante de um contracetivo oral de associação contendo 1 mg de noretindrona (NET) e 35 μg de etinilestradiol (EE), o topiramato administrado em doses de 50 mg/dia a 200 mg/dia na ausência de outros tratamentos não foi associado a alterações estatisticamente significativas da exposição média (AUC) de qualquer um dos componentes do contracetivo oral. Num outro estudo, em doses de 200, 400 e 800 mg/dia, a exposição ao EE diminuiu de forma estatisticamente significativa (respectivamente 18%, 21% e 30%), quando administrado como terapêutica adjuvante em doentes epilépticas medicadas com ácido valpróico. Nos dois estudos, o topiramato (50 mg/dia a 200 mg/dia em voluntários saudáveis e 200 mg/dia a 800 mg/dia em doentes com epilepsia) não afectou de forma significativa a exposição à NET. Apesar de se ter observado uma diminuição dependente da dose da exposição ao EE em doses entre 200 mg/dia e 800 mg/dia (em doentes com epilepsia), não se observou nenhuma alteração significativa dependente da dose da exposição ao EE com doses de 50 mg/dia a 200 mg/dia (em voluntários saudáveis). Desconhece-se qual é a significância clínica destas alterações. A possibilidade de uma diminuição da eficácia contraceptiva e um aumento de metrorragias deve ser considerada em doentes que tomam o contracetivo oral de associação com topiramato. As doentes medicadas com contracetivos à base de estrogénios devem comunicar qualquer alteração dos seus ciclos menstruais. A eficácia contraceptiva pode estar diminuída mesmo na ausência de metrorragias.

Topiramato + Etinilestradiol

Observações: N.D.
Interações: Outras interações medicamentosas: Contracetivos orais: Num estudo de interacção farmacocinética em voluntários saudáveis com a administração concomitante de um contracetivo oral de associação contendo 1 mg de noretindrona (NET) e 35 μg de etinilestradiol (EE), o topiramato administrado em doses de 50 mg/dia a 200 mg/dia na ausência de outros tratamentos não foi associado a alterações estatisticamente significativas da exposição média (AUC) de qualquer um dos componentes do contracetivo oral. Num outro estudo, em doses de 200, 400 e 800 mg/dia, a exposição ao EE diminuiu de forma estatisticamente significativa (respectivamente 18%, 21% e 30%), quando administrado como terapêutica adjuvante em doentes epilépticas medicadas com ácido valpróico. Nos dois estudos, o topiramato (50 mg/dia a 200 mg/dia em voluntários saudáveis e 200 mg/dia a 800 mg/dia em doentes com epilepsia) não afectou de forma significativa a exposição à NET. Apesar de se ter observado uma diminuição dependente da dose da exposição ao EE em doses entre 200 mg/dia e 800 mg/dia (em doentes com epilepsia), não se observou nenhuma alteração significativa dependente da dose da exposição ao EE com doses de 50 mg/dia a 200 mg/dia (em voluntários saudáveis). Desconhece-se qual é a significância clínica destas alterações. A possibilidade de uma diminuição da eficácia contraceptiva e um aumento de metrorragias deve ser considerada em doentes que tomam o contracetivo oral de associação com topiramato. As doentes medicadas com contracetivos à base de estrogénios devem comunicar qualquer alteração dos seus ciclos menstruais. A eficácia contraceptiva pode estar diminuída mesmo na ausência de metrorragias.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Topiramato + Lítio

Observações: N.D.
Interações: Outras interações medicamentosas: Lítio: Em voluntários saudáveis, observou-se uma diminuição (18% em relação à AUC) da exposição sistémica do lítio durante a administração concomitante com topiramato na dose de 200 mg/dia. Em doentes com doença bipolar, a farmacocinética do lítio não foi afectada durante o tratamento com topiramato em doses de 200 mg/dia; contudo, observou-se um aumento da exposição sistémica (26% em relação à AUC) após doses de topiramato até 600 mg/dia. Os níveis de lítio devem ser monitorizados quando co-administrado com topiramato.
 Sem significado Clínico

Topiramato + Risperidona

Observações: N.D.
Interações: Outras interações medicamentosas: Risperidona: Os estudos de interacção medicamentosa conduzidos em condições de dose única em voluntários saudáveis e de doses múltiplas em doentes com doença bipolar produziram resultados semelhantes. Quando administrada concomitantemente com topiramato em doses crescentes de 100, 250 e 400 mg/dia, observou-se que a exposição sistémica à risperidona (administrada em doses entre 1 mg/dia e 6 mg/dia) diminuiu (diminuição da AUC no estado de equilíbrio de 16% e 33%, respectivamente, nas doses de 250 mg/dia e de 400 mg/dia). Contudo, as diferenças da AUC da fracção activa total observadas entre o tratamento com risperidona em monoterapia e o tratamento de associação com topiramato não foram estatisticamente significativas. Observaram-se alterações mínimas na farmacocinética da fracção activa total (risperidona mais 9-hidróxi-risperidona), mas não se observou qualquer alteração no que respeita à farmacocinética da 9-hidróxi-risperidona. Não se observaram alterações significativas na exposição sistémica da fracção activa total de risperidona ou do topiramato. Quando o topiramato foi adicionado ao tratamento com risperidona (1-6 mg/dia), foram notificados acontecimentos adversos com mais frequência do que antes da introdução do topiramato (250-400 mg/dia) (respectivamente 90% e 54%). Os acontecimentos adversos notificados com mais frequência quando o topiramato foi adicionado ao tratamento com risperidona foram: sonolência (27% e 12%), parestesia (22% e 0%) e náuseas (18% e 9% respectivamente).

Topiramato + Hidroclorotiazida

Observações: N.D.
Interações: Outras interações medicamentosas: Hidroclorotiazida (HCTZ): Um estudo de interacção medicamentosa conduzido em voluntários saudáveis avaliou a farmacocinética no estado de equilíbrio de HCTZ (25 mg de 24 em 24 horas) e topiramato (96 mg de 12 em 12 horas) quando administrada em monoterapia e concomitantemente. Os resultados deste estudo indicam que a Cmax do topiramato aumentou em 27% e a AUC aumentou em 29% quando a HCTZ foi adicionada ao topiramato. Desconhece-se qual é a significância clínica desta alteração. A adição de HCTZ à terapêutica com topiramato pode exigir um ajuste da dose deste último. A farmacocinética no estado de equilíbrio de HCTZ não foi significativamente influenciada pela administração concomitante de topiramato. Os resultados das análises clínicas indicaram diminuições do potássio sérico após a administração de topiramato ou de HCTZ, que foram maiores quando a HCTZ e o topiramato foram administrados em associação.

Topiramato + Metformina

Observações: N.D.
Interações: Outras interações medicamentosas: Metformina: Um estudo de interacção conduzido em voluntários saudáveis avaliou a farmacocinética no estado de equilíbrio da metformina, na dose de 500 mg duas vezes por dia, e do topiramato, na dose de 100 mg duas vezes por dia, no plasma quando a metformina e o topiramato foram administrados simultaneamente. Os resultados deste estudo indicaram que a Cmax média e a AUC0-12h média da metformina aumentaram em 18% e 25% respectivamente, enquanto que a Cl/F média diminuiu em 20% quando a metformina foi co-administrada com topiramato. A importância clínica do efeito do topiramato na farmacocinética da metformina não é clara. A depuração plasmática oral de topiramato parece estar diminuída quando este é administrado com metformina. Desconhece-se qual é extensão da alteração da depuração. A importância clínica do efeito da metformina na farmacocinética do topiramato não é clara. Quando o topiramato é adicionado ou retirado em doentes submetidos a terapêutica com metformina, deve prestar-se uma atenção especial à monitorização de rotina para garantir um controlo adequado da diabetes.

Topiramato + Pioglitazona

Observações: N.D.
Interações: Outras interações medicamentosas: Pioglitazona: Um estudo de interacção medicamentosa conduzido em voluntários saudáveis avaliou a farmacocinética no estado de equilíbrio do topiramato e da pioglitazona quando administrados em monoterapia e concomitantemente. Observou-se uma diminuição de 15% da AUCτ,ss da pioglitazona sem qualquer alteração da Cmax,ss. Este resultado não foi estatisticamente significativo. Além disso, observou-se uma diminuição de 13% e de 16% respectivamente na Cmax,ss e na AUCτ,ss do hidróxi-metabolito activo assim como uma diminuição de 60% da Cmax,ss e da AUCτ,ss do ceto-metabolito activo. Desconhece-se qual é a importância clínica destes resultados. Quando o topiramato é adicionado à terapêutica com pioglitazona ou a pioglitazona é adicionada à terapêutica com topiramato, deve prestar-se uma atenção especial à monitorização de rotina para garantir um controlo adequado da diabetes.

Topiramato + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interações: Outras interações medicamentosas: Gliburida: Um estudo de interacção medicamentosa conduzido em doentes com diabetes tipo 2 avaliou a farmacocinética no estado de equilíbrio da gliburida (5 mg/dia) em monoterapia e em concomitância com topiramato (150 mg/dia). Verificou-se uma diminuição de 25% da AUC24 da gliburida durante a administração de topiramato. A exposição sistémica dos metabolitos activos, 4-trans-hidróxi-gliburida (M1) e 3-cis-hidróxi-gliburida (M2), também estava diminuída respectivamente em 13% e 15%. A farmacocinética no estado de equilíbrio do topiramato não foi afectada pela administração concomitante de gliburida. Quando o topiramato é adicionado à terapêutica com gliburida ou a gliburida é adicionada à terapêutica com topiramato, deve prestar-se uma atenção especial à monitorização de rotina para garantir um controlo adequado da diabetes.

Drospirenona + Etinilestradiol + Topiramato

Observações: Os principais metabolitos de drospirenona no plasma humano são criados sem envolvimento do sistema citocromo P450. Desta forma, é pouco provável que os inibidores deste sistema enzimático influenciem o metabolismo da drospirenona.
Interações: As interações entre os contracetivos orais e outros medicamentos podem conduzir a hemorragia de disrupção e/ou insucesso do contracetivo. Foram comunicadas as seguintes interações na literatura. Esta situação foi estabelecida com hidantoínas, barbitúricos, primidona, carbamazepina e rifampicina; suspeita-se também da oxcarbazepina, topiramato, felbamato, ritonavir, griseofulvina e do hipericão ou Erva de S. João (Hypericum perforatum). O mecanismo desta interacção parece basear-se nas propriedades indutoras de enzimas hepáticas destas substâncias activas. A indução enzimática máxima não é, normalmente, observada durante 2-3 semanas, mas pode, depois, ser mantida durante pelo menos 4 semanas após a cessação da terapêutica com o medicamento. As mulheres em tratamento de curto prazo (até uma semana) com qualquer uma das classes de medicamentos ou substâncias activas individuais acima mencionadas devem utilizar, temporariamente, um método de barreira para além dos COC, ou seja, durante o período de administração concomitante dos medicamentos e durante 7 dias após a sua descontinuação.

Topiramato + Outros medicamentos

Observações: N.D.
Interações: Outras formas de interacção: Agentes que predispõem à nefrolitíase: O topiramato, quando administrado concomitantemente com outros agentes que predispõem à litíase renal, pode aumentar o risco de nefrolitíase. Durante a utilização de topiramato, estes agentes devem ser evitados porque podem criar um ambiente fisiológico que aumenta o risco de formação de cálculos renais.

Etonogestrel + Topiramato

Observações: N.D.
Interações: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa.

Perampanel + Topiramato

Observações: Perampanel não é considerado um indutor ou inibidor potente das enzimas do citocromo P450 ou da UGT. O perampanel é administrado até obtenção do efeito clínico independentemente de outros antiepiléticos. Os estudos de interação só foram realizados em adultos. Num estudo farmacocinético populacional dos doentes adolescentes dos estudos clínicos de Fase 3, não se observaram diferenças dignas de nota entre esta população e a população global.
Interações: As interações potenciais entre Perampanel (até 12 mg uma vez por dia) e outros medicamentos antiepiléticos foram analisadas em estudos clínicos e avaliadas na análise farmacocinética populacional de quatro estudos agrupados de Fase 3, incluindo doentes com crises epiléticas parciais e convulsões tónico-clónicas generalizadas primárias. Topiramato: Influência do antiepilético na concentração de Perampanel: Diminuição de 19% Influência de Perampanel na concentração do antiepilético: Sem influência Numa análise farmacocinética populacional de doentes com crises epiléticas parciais medicados com Perampanel até 12 mg/dia em ensaios clínicos controlados com placebo, Perampanel não afetou a depuração do clonazepam, levetiracetam, fenobarbital, fenitoína, topiramato, zonisamida, carbamazepina, clobazam, lamotrigina e ácido valpróico de maneira clinicamente relevante com a dose mais elevada de perampanel avaliada (12 mg/dia).

Zonisamida + Topiramato

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Potencial de Zonisamida para afetar outros medicamentos: Inibidores da anidrase carbónica: Zonisamida deve ser utilizado com precaução em doentes adultos que estejam a ser tratados simultaneamente com inibidores da anidrase carbónica tais como o topiramato e a acetazolamida uma vez que não existem informações suficientes para que possa ser excluída uma eventual interação farmacodinâmica. Zonisamida não deve ser utilizado como co-medicação em doentes pediátricos com outros inibidores da anidrase carbónica, tais como o topiramato e a acetazolamida.

Brivaracetam + Topiramato

Observações: Os estudos de interação formais foram realizados apenas em adultos.
Interações: Medicamentos antiepiléticos: As interações potenciais entre o brivaracetam (50 mg/dia a 200 mg/dia) e outros medicamentos antiepiléticos foram investigadas numa análise de grupo para as concentrações plasmáticas do medicamento de todos os ensaios de fase 2-3 numa análise farmacocinética da população dos ensaios de fase 2-3 controlados por placebo, e em estudos de interação farmacológica (para os seguintes antiepiléticos: carbamazepina, lamotrigina, fenitoína e topiramato). Topiramato: Influência dos medicamentos antiepiléticos sobre as concentrações plasmáticas do brivaracetam: Nenhuma. Influência do brivaracetam nas concentrações plasmáticas dos medicamentos antiepiléticos: Nenhuma.

Estiripentol + Topiramato

Observações: Não se encontra devidamente esclarecida a influência de outros medicamentos antiepilépticos na farmacocinética do estiripentol. Estudos in vitro sugeriram que o metabolismo de fase 1 do estiripentol é catalizado pela CYP1A2, CYP2C19 e CYP3A4 e possivelmente outras enzimas. É aconselhada precaução ao associar o estiripentol com outras substâncias que inibem ou induzem uma ou mais destas enzimas.
Interações: Num programa francês de uso compassivo de estiripentol, foi adicionado topiramato ao estiripentol, clobazam e valproato em 41% de 230 casos. Com base nas observações clínicas neste grupo de doentes, não se registam provas que sugiram a necessidade de uma alteração nas doses e esquemas posológicos do topiramato, em caso de administração concomitante com estiripentol. No que se refere ao topiramato, considera-se que a potencial competição de inibição sob CYP2C19 não deverá ocorrer, pois esta requer provavelmente concentrações plasmáticas 5 a 15 vezes mais elevadas do que as concentrações plasmáticas obtidas com a dose e esquemas posológicos de topiramato habitualmente recomendados.
 Risco Moderado

Acetato de Eslicarbazepina + Topiramato

Observações: É um fraco indutor da CYP3A4 e das UDP - glicuronil transferases (conjugação); É inibidora do CYP2C19
Interações: Fármacos cujo metabolismo é induzido pela eslicarbazepina (Topiramato: sem necessidade de ajuste da dose) - Topiramato

Pregabalina + Topiramato

Observações: Como a pregabalina é predominantemente excretada na urina na forma inalterada, sofre uma metabolização negligenciável no ser humano (< 2% da dose recuperada na urina na forma de metabolitos), não inibe o metabolismo dos fármacos in vitro e não se fixa às proteínas plasmáticas, é improvável que produza ou esteja sujeita a interações farmacocinéticas. Não foram conduzidos estudos específicos de interação farmacodinâmica em voluntários idosos. Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos.
Interações: A análise farmacocinética populacional revelou que os antidiabéticos orais, os diuréticos, a insulina, o fenobarbital, a tiagabina e o topiramato não tiveram efeitos clinicamente significativos na depuração de pregabalina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciproterona + Etinilestradiol + Topiramato

Observações: Interações medicamentosas entre combinações estrogénio-progestagénio como o Ciproterona / Etinilestradiol e outros medicamentos podem originar uma hemorragia de disrupção e/ou falha contracetiva.
Interações: Podem ocorrer interações com substâncias que induzem as enzimas microssomais o que pode resultar numa depuração aumentada de hormonas sexuais (por ex. fenitoína, barbitúricos, primidona, carbamazepina, rifampicina, e possivelmente também oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofluvina e produtos contendo Erva de São João ou hipericão).

Oxibato de sódio + Topiramato

Observações: N.D.
Interações: Topiramato: Não podem ser excluídas possíveis interações farmacodinâmicas e farmacocinéticas quando o oxibato de sódio é administrado concomitantemente com o topiramato, dado terem sido observados 7 casos clínicos de coma e concentrações aumentadas de GHB num doente tratado concomitantemente com oxibato de sódio e topiramato. Estudos in vitro com culturas de microssomas hepáticos humanos indicam que o oxibato de sódio não inibe significativamente as atividades das isoenzimas humanas.

Risperidona + Topiramato

Observações: n.d.
Interações: Potencial para Risperidona afetar outros medicamentos: Risperidona não demonstrou possuir um efeito clinicamente relevante na farmacocinética do lítio, valproato, digoxina ou topiramato.

Valpromida + Topiramato

Observações: Porque o principal metabolito da valpromida é o valproato, produzem-se as mesmas interações que com o valproato.
Interações: A administração concomitante de valproato e topiramato tem sido associado com encefalopatia e / ou hiperamoniemia. Em doentes tratados com estes dois medicamentos, deve-se monitorizar cuidadosamente os sinais e sintomas de encefalopatia hiperamoniemica.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Flunarizina + Topiramato

Observações: N.D.
Interações: A farmacocinética da flunarizina não é afetada pela utilização de topiramato. Após administração repetida em doentes com enxaqueca, a exposição sistémica de flunarizina aumentou em 14%. Quando Flunarizina foi administrado concomitantemente com 50 mg de topiramato, a cada 12 horas, observou-se que a administração repetida resultou num aumento de 16% na exposição sistemática à flunarizina. A farmacocinética no estado estacionário de topiramato não é afetada pela flunarizina.
 Sem significado Clínico

Lamotrigina + Topiramato

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de outros medicamentos na glucuronidação da LAMOTRIGINA Medicamentos que não inibem ou induzem significativamente a glucuronidação da lamotrigina: Oxcarbazepina; Felbamato; Gabapentina; Levetiracetam; Pregabalina; Topiramato; Zonisamida; Lítio; Bupropiom; Olanzapina. Interações envolvendo fármacos antiepiléticos: O topiramato não originou alterações nas concentrações plasmáticas da lamotrigina. A administração da lamotrigina resultou num aumento de 15% nas concentrações do topiramato.

Etinilestradiol + Etonogestrel + Topiramato

Observações: N.D.
Interações: Interações com outros medicamentos As interações entre contracetivos hormonais e outros medicamentos podem originar hemorragias intracíclicas e/ou falência contracetiva. Foram descritas na literatura as seguintes interações: Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas microssomais, o que pode resultar numa depuração aumentada das hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, carbamazepina, rifampicina e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, ritonavir, griseofulvina e produtos contendo hipericão [Hypericum perforatum]). As mulheres que estejam a fazer tratamento com qualquer um destes fármacos deverão usar, temporariamente, um método de barreira. Durante o tempo de uso concomitante com fármacos indutores das enzimas microssomais hepáticas e 28 dias após a sua suspensão, deverá ser usado um método de barreira.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciproterona + Valerato de estradiol + Topiramato

Observações: A contracepção hormonal deve ser interrompida quando a THS é iniciada e a doente deve ser aconselhada a tomar medidas contraceptivas não-hormonais, se necessário.
Interações: Interações medicamentosas: Tratamento prolongado com fármacos indutores das enzimas hepáticas (por ex. diversos anticonvulsivantes e antimicrobianos) pode aumentar a depuração das hormonas sexuais e pode reduzir a eficácia clínica. Estas propriedades indutoras das enzimas hepáticas têm sido atribuídas às hidantoínas, barbituratos, primidona, carbamazepina e rifampicina, sendo também suspeitas para a oxcarbazepina, topiramato, felbamato e griseofulvina. A indução enzimática máxima geralmente não se verifica antes das 2-3 semanas, mas poderá permanecer durante, pelo menos, 4 semanas após a interrupção da terapêutica farmacológica.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Primidona + Topiramato

Observações: Tanto a primidona como o seu principal metabolito, o fenobarbital, induzem a actividade enzimática hepática, principalmente o sistema enzimático CYP4503A4. Isto pode provocar alterações na farmacocinética de fármacos administrados simultaneamente.
Interações: Os fármacos cujo metabolismo possa ser aumentado e levar a uma diminuição da concentração plasmática e/ou diminuição do tempo de semi-vida, devido a uma terapêutica concomitante são: Androgéneos, beta-antagonistas, carbamazepina, ciclosporina, clonazepam, cloranfenicol, corticosteróides/glucocorticóides, ciclofosfamida, dicumarinas, digitoxina, doxiciclina, etosuxamida, etoposido, felbamato, granissetrom, lamotrigina, losartan, metadona, metronidazol, mianserina, Montelucaste, nelfinavir, nimodipina, contracetivos orais, oxcarbazepina, fentoína, quinidina, rocurónio, valproato de sódio, tiagabina, teofilinas, topiramato, antidepressores tricíclicos, vecurónio, varfarina e zonisamida.

Etinilestradiol + Gestodeno + Topiramato

Observações: N.D.
Interações: As interações medicamentosas que resultam num aumento da depuração das hormonas sexuais podem provocar hemorragias de privação e insucesso contracetivo. Isto foi estabelecido com as hidantoínas, os barbitúricos, a primidona, a carbamazepina e a rifampicina; também se suspeita da oxcarbazepina, do topiramato, da griseofulvina, do felbamato e do ritonavir. O mecanismo responsável por esta interacção parece ter por base as propriedades indutoras das enzimas hepáticas destes medicamentos. Geralmente só se observa indução máxima das enzimas 2-3 semanas após o início do tratamento, mas pode persistir durante pelo menos 4 semanas após o fim do tratamento. O mecanismo desta acção ainda não foi elucidado. As mulheres a fazerem um tratamento a curto prazo com qualquer um dos grupos acima mencionados ou com medicamentos individuais, devem utilizar temporariamente um método de barreira juntamente com as pílulas contraceptivas, ou seja, durante o período de tempo em que tanto o medicamento em causa como as pílulas contraceptivas são tomadas, bem como durante 7 dias após a descontinuação do mesmo. Se a toma concomitante de outro medicamento se prolongar para além do número de comprimidos na embalagem de pílulas contraceptivas, a mulher deve iniciar a embalagem seguinte sem fazer o período habitual sem comprimidos. As utentes a longo prazo destes medicamentos que induzem as enzimas hepáticas devem ser aconselhadas a utilizarem outras medidas contraceptivas.
 Sem significado Clínico

Rufinamida + Topiramato

Observações: N.D.
Interações: Outros medicamentos antiepiléticos: As concentrações de rufinamida não são sujeitas a alterações clinicamente relevantes quando coadministrada com medicamentos antiepiléticos que se sabe serem indutores de enzimas. O início da administração de valproato a doentes em terapêutica com Rufinamida pode levar a um aumento significativo nas concentrações plasmáticas de rufinamida. Os aumentos mais pronunciados foram observados em doentes com baixo peso corpor al (<30 kg). Desta forma, deve ser considerada uma redução na dose de Rufinamida em doentes com menos de 30 kg que iniciem a terapêutica com valproato. A adição ou descontinuação destes medicamentos ou o ajuste da sua dose durante a terapêutica com rufinamida pode requerer um ajuste na posologia de rufinamida. Não foram observadas alterações significativas na concentração de rufinamida após coadministração com lamotrigina, topiramato ou benzodiazepinas. As interações farmacocinéticas entre a rufinamida e outros medicamentos antiepiléticos foram avaliadas em doentes com epilepsia utilizando mode lação farmacocinética populacional. A rufinamida não aparenta ter qualquer efeito clinicamente relevante nas concentrações de estado estacionário da carbamazepina, lamotrigina, fenobarbital, topiramato, fenitoina ou valproato.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dienogest + Topiramato

Observações: Com base em estudos de inibição in vitro, é pouco provável uma interacção clinicamente relevante do dienogest com o metabolismo mediado pelas enzimas do citocromo P450 de outros medicamentos. Nota: A informação de prescrição da medicação concomitante deverá ser consultada para identificar potenciais interações.
Interações: Podem ocorrer interações com fármacos (por ex., fenitoína, barbitúricos, primidona, carbamazepina, rifampicina e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina, nevirapina e produtos contendo hipericão (Hypericum perforatum)) que induzem enzimas microssómicas (por ex., enzimas do citocromo P450), o que pode resultar numa depuração aumentada de hormonas sexuais. Geralmente, a indução enzimática máxima não é observada durante 2 a 3 semanas, no entanto, poderá depois manter-se durante pelo menos 4 semanas após ter terminado a terapêutica.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica, vitaminas e medicamentos à base de plantas.

Informe o seu médico, especialmente se estiver a tomar:
• outros medicamentos que alteram ou diminuem a sua capacidade de pensar, a sua concentração ou a sua coordenação muscular (por exemplo, medicamentos depressores do sistema nervoso central como relaxantes musculares e sedativos).

• pílula contraceptiva.

O Topiramato pode fazer com que a pílula contraceptiva seja menos eficaz.

Informe o seu médico se observar alterações nos seus ciclos menstruais enquanto estiver a tomar a pílula contraceptiva e o Topiramato.

Outros medicamentos que deve discutir com o seu médico ou farmacêutico incluem outros antiepilépticos, risperidona, lítio, hidroclorotiazida, metformina, pioglitazona, gliburida, amitriptilina, propranolol, diltiazem, venlafaxina, flunarazina.

Recomenda-se que as mulheres com potencial de procriar utilizem uma contracepção adequada.

A necessidade de tratamento antiepiléptico deve ser revisto quando uma mulher está a planear engravidar.

O topiramato só deverá ser utilizado durante a gravidez se o benefício potencial justificar o risco potencial.

A amamentação não é recomendada se a continuação da terapêutica for necessária para a mãe.

O topiramato actua no sistema nervoso central e pode causar sonolência, tonturas, perturbações visuais e outros sintomas relacionados.

Estes acontecimentos adversos podem ser potencialmente perigosos em doentes que conduzem ou que utilizam máquinas, especialmente enquanto não for determinada a resposta de cada doente individual à substância activa.

Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017