Tetrabenazina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Condução
O que é
A tetrabenazina é um derivado sintético da benzilisoquinolina que causa a depleção da dopamina e de outras monoaminas no sistema nervoso central.


Estudos in vitro demonstraram que a tetrabenazina é um inibidor seletivo do transporte das monoaminas para as vesículas neuronais pré-sinápticas, através de inibição reversível do VMAT2 (transportador vesicular de monoaminas 2), o qual se encontra localizado principalmente no sistema nervoso central.

Estudos demonstraram que a di-hidro-tetrabenazina, o principal metabolito da tetrabenazina, tem uma afinidade similar e uma seletividade mais significativa para o VMAT2.
Usos comuns
Distúrbios do movimento, associados a condições orgânicas do sistema nervoso central, como por exemplo doença de Huntington, hemibalismo e coreia senil.

Também está indicado para o tratamento da discinesia tardia e da distonia tardia moderada a grave, que seja incapacitante e/ou socialmente conflituosa, que persista inclusivamente depois de retirar, variar ou reduzir a medicação antipsicótica, ou nos casos em que a retirada da medicação antipsicótica não seja uma opção aceitável.
Tipo
Molécula pequena.
História
A 15 de agosto de 2008 a Food and Drug Administration (FDA), EUA, aprovou o uso de tetrabenazina para tratar coreia associada à doença de Huntington (DH), o primeiro nos EUA.
O composto é conhecido desde a década de 1950.
Indicações
Está indicado em distúrbios motores hipercinéticos com coreia de Huntington.
Classificação CFT

02.09.02 : Antipsicóticos

Mecanismo De Ação
Os efeitos centrais da tetrabenazina assemelham-se de perto aos da reserpina, mas diferem desta última por terem menor atividade periférica e serem de actuação muito mais curta.

Estudos realizados em animais revelaram que a tetrabenazina perturba o metabolismo das aminas biogénicas, como a serotonina e a noradrenalina, e que esta atividade está limitada ao cérebro.

Supõe-se que este efeito da tetrabenazina sobre as aminas no cérebro explique os efeitos clínicos.

A tetrabenazina inibe a recaptação de monoaminas nos neuroterminais dos neurónios pré-sinápticos do sistema nervoso central.

Esta inibição resulta numa depleção de monoaminas, incluindo a dopamina.

A depleção da dopamina resulta em hipocinese, levando a uma redução da gravidade da coreia.

A tetrabenazina inibe a recaptação de monoaminas nos terminais nervosos sinápticos por meio de uma ligação reversível e de curto prazo ao transportador vesicular de monoamina (VMAT).

O VMAT2 transporta monoaminas especialmente nos neurónios periféricos e centrais, enquanto o VMAT1 regula o transporte nos tecidos cromafim periféricos.

A tetrabenazina possui uma afinidade mais elevada para VMAT2 do que para o VMAT1.

Assim, a tetrabenazina tem um efeito curto e dificilmente periférico.
Posologia Orientativa
Recomenda-se uma dose inicial de 12,5 mg/dia, uma a três vezes por dia.

A dose máxima diária é de 200 mg.
Administração
Os comprimidos destinam-se a administração por via oral.

Engolir o(s) comprimido(s) com água ou outra bebida não alcoólica

A terapia deve ser supervisionada por um médico experiente no tratamento de distúrbios hipercinéticos.
Contraindicações
Hipersensibilidade à Tetrabenazina.

A tetrabenazina pode bloquear a acção da reserpina. Por este motivo, estas substâncias não devem ser administradas concomitantemente.

Uso de inibidores da monoaminoxidase

Presença de uma síndrome rígida hipocinética (parkinsonismo)

Depressão

Aleitamento

Feocromocitoma

Tumores dependentes de prolactina, por exemplo cancro da glândula pituitária ou da mama
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Perturbações do foro psiquiátrico
Muito frequentes: depressão,
Frequentes: ansiedade, insónia, confusão

Doenças do sistema nervoso
Muito frequentes: sonolência (com doses mais elevadas), síndrome do tipo Parkinson (com doses mais elevadas)
Pouco frequentes: níveis de consciência alterados
Raros: Síndroma Neuroléptico Maligno (NMS)

Vasculopatias
Frequentes: Hipotensão

Doenças gastrointestinais
Frequentes: disfagia, náusea, emese, diarreia, obstipação

Afeções musculosqueléticas e dos tecidos conjuntivos
Pouco frequentes: sintomas extrapiramidais graves incluindo rigidez muscular, disfunção autonómica
Muito raros: Danos musculosqueléticos

Perturbações gerais e alterações no local de administração
Pouco frequentes: hipertermia

Para os efeitos secundários seguintes, não é possível calcular a incidência a partir dos dados disponíveis:

Perturbações do foro psiquiátrico: desorientação, nervosismo

Doenças do sistema nervoso: ataxia, acatisia, distonia, tonturas, amnésia

Distúrbios vasculares: bradicardia, dor epigástrica, secura da boca
Advertências
Gravidez
Gravidez
Gravidez:Todos os trimestres: C - Não há estudos adequados em mulheres. Em experiências animais ocorreram alguns efeitos colaterais no feto, mas o benefício do produto pode justificar o risco potencial durante a gravidez.
Aleitamento
Aleitamento
Aleitamento:A tetrabenazina está contra-indicada durante o aleitamento.
Condução
Condução
Condução:Os doentes devem ser advertidos do facto da tetrabenazina poder causar sonolência e, portanto, poder afectar o desempenho em tarefas especializadas (capacidade de condução) em grau variável, dependendo da dose e da susceptibilidade individual.
Precauções Gerais
Os doentes com problemas hereditários raros de intolerância à lactose, deficiência de lactase de Lapp ou má absorção de glicose-galactose não devem ser tratados com este medicamento.

Conhece-se a possibilidade de ocorrência de efeitos adversos dependentes da dose, tais como sedação, depressão e a ocorrência de uma síndrome rígida hipocinética (parkinsonismo).

Neste caso, a dose deve ser reduzida e deverá considerar-se a interrupção do tratamento com tetrabenazina se os efeitos não forem resolvidos.

Os inibidores da MAO estão contra-indicados e a sua administração deverá ser interrompida 14 dias antes do início do tratamento com tetrabenazina.

O Tetmodis deve ser utilizado com precaução em doentes com insuficiência hepática .

Foi descrita um Síndroma Neuroléptico Maligno (SNM) durante a utilização de tetrabenazina e após a sua interrupção abrupta.

O Síndroma Neuroléptico Maligno é uma complicação rara associada ao tratamento com tetrabenazina.

Este síndroma pode aparecer logo após o início do tratamento, depois do aumento da dose ou em situaç de tratamentos prolongados.

As principais manifestações clínicas deste sindroma são alteração mental, rigidez muscular, hipertermia, disfunção autonómica (sudação e flutuação na pressão sanguínea) e elevação dos niveis de creatinina e fosfoquinase.Se se suspeitar da existência de um SNM associado à utilização de tetrabenazina, dever-se-à interromper imediatamente o tratamento e instaurar medidas de suporte adequadas.

A Tetrabenazina provoca um pequeno aumento (até 8msec) no intervalo QT corrigido.

A Tetrabenazina deve ser usada com precaução em combinação com outros fármacos que prolongam o intervalo QTc e em doentes com síndromes congénitos com intervalos QT longo e com história de arritmias cardíacas
Cuidados com a Dieta
Tetrabenazina não é afetado pela ingestão de alimentos e bebidas.

Tomar os comprimidos com água ou outra bebida não alcoólica.
Terapêutica Interrompida
Se se esquecer de tomar uma dose, nunca deverá compensar a dose em falta duplicando-a na toma seguinte.
Em vez disso, deverá continuar simplesmente e tomar a dose seguinte quando for a sua altura normal.
Cuidados no Armazenamento
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

Conservar na embalagem de origem para proteger da luz.

Não conservar acima de 30ºC.
Espectro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
Não recomendado/Evitar

Piribedil + Tetrabenazina

Observações: N.D.
Interações: A associação com tetrabenazina não é aconselhada uma vez que existe um antagonismo recíproco entre medicamentos antiparkinsónicos dopaminérgicos e tetrabenazina. - Tetrabenazina
Não recomendado/Evitar

Tetrabenazina + Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO)

Observações: N.D.
Interações: A Tetrabenazina não deve ser utilizado concomitantemente com reserpina ou inibidores da MAO. - Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO)
Não recomendado/Evitar

Furazolidona + Tetrabenazina

Observações: N.D.
Interações: Não se recomenda a utilização de furazolidona com qualquer um dos seguintes medicamentos. - Amitriptilina - Apraclonidina - Atomoxetina - Benzefetamina - Brimonidina - Bupropiona - Carbamazepina - Carbidopa - Carbinoxamina - Citalopram - Clomipramina - Ciclobenzaprina - Cipro-heptadina - Desipramina - Desvenlafaxina - Dexmetilfenidato - Dextroanfetamina - Anfepramona (Dietilpropiona) - Doxilamina - Entacapona - Escitalopram - Femoxetina - Fluoxetina - Fluvoxamina - Guanedrel - Guanetidina - Hidroxitriptofano - Imipramina - Isocarboxazida - Levodopa - Levacetilmetadol - Levomilnacipran - Maprotilina - Mazindol - Metadona - Metanfetamina - Metildopa - Metilfenidato - Milnaciprano - Mirtazapina - Nefazodona - Nefopam - Nortriptilina - Opipramol - Paroxetina - Fendimetrazina - Fenmetrazina - Fentermina - Fenilalanina - Pseudoefedrina - Reserpina - Safinamida - Selegilina - Sertralina - Sibutramina - Sumatriptano - Tapentadol - Tetrabenazina - Tranilcipromina - Trazodona - Trimipramina - Triptofano - Venlafaxina - Vilazodona - Vortioxetina - Zimeldina - Tetrabenazina
Não recomendado/Evitar

Tetrabenazina + Reserpina

Observações: N.D.
Interações: A Tetrabenazina não deve ser utilizado concomitantemente com reserpina ou inibidores da MAO. - Reserpina
Usar com precaução

Tetrabenazina + Levodopa (L-dopa)

Observações: N.D.
Interações: A levodopa deve ser administrada com precaução na presença de Tetrabenazina. - Levodopa (L-dopa)
Não recomendado/Evitar

Tetrabenazina + Antidepressores (Tricíclicos)

Observações: N.D.
Interações: Não se recomenda o uso concomitante com antidepressivos tricíclicos, álcool, opióides, beta-bloqueantes, fármacos antihipertensores, hipnóticos e neurolépticos. - Antidepressores (Tricíclicos)
Não recomendado/Evitar

Tetrabenazina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Não se recomenda o uso concomitante com antidepressivos tricíclicos, álcool, opióides, beta-bloqueantes, fármacos antihipertensores, hipnóticos e neurolépticos. - Álcool
Não recomendado/Evitar

Tetrabenazina + Opiáceos

Observações: N.D.
Interações: Não se recomenda o uso concomitante com antidepressivos tricíclicos, álcool, opióides, beta-bloqueantes, fármacos antihipertensores, hipnóticos e neurolépticos. - Opiáceos
Não recomendado/Evitar

Tetrabenazina + Bloqueadores beta-adrenérgicos (betabloqueadores)

Observações: N.D.
Interações: Não se recomenda o uso concomitante com antidepressivos tricíclicos, álcool, opióides, beta-bloqueantes, fármacos antihipertensores, hipnóticos e neurolépticos. - Bloqueadores beta-adrenérgicos (betabloqueadores)
Não recomendado/Evitar

Tetrabenazina + Antihipertensores

Observações: N.D.
Interações: Não se recomenda o uso concomitante com antidepressivos tricíclicos, álcool, opióides, beta-bloqueantes, fármacos antihipertensores, hipnóticos e neurolépticos. - Antihipertensores
Não recomendado/Evitar

Tetrabenazina + Hipnóticos

Observações: N.D.
Interações: Não se recomenda o uso concomitante com antidepressivos tricíclicos, álcool, opióides, beta-bloqueantes, fármacos antihipertensores, hipnóticos e neurolépticos. - Hipnóticos
Não recomendado/Evitar

Tetrabenazina + Neurolépticos

Observações: N.D.
Interações: Não se recomenda o uso concomitante com antidepressivos tricíclicos, álcool, opióides, beta-bloqueantes, fármacos antihipertensores, hipnóticos e neurolépticos. - Neurolépticos
Usar com precaução

Tetrabenazina + Inibidores do CYP2D6

Observações: N.D.
Interações: Não foram realizados quaisquer estudos de interacção com tetrabenazina in vivo, e as enzimas responsáveis pelo seu metabolismo são em parte desconhecidas. Os estudos in vitro indicam que a tetrabenazina pode ser um inibidor da CYP2D6, causando portanto um aumento das concentrações plasmáticas dos medicamentos metabolizados pela CYP2D6. Os inibidores da CYP2D6 (por exemplo, fluoxetina, paroxetina, terbinafina, moclobemida e quinidina) podem causar um aumento das concentrações plasmáticas do metabolito activo di-hidrotetrabenazina, razão por que devem apenas ser combinados com precaução, podendo ser necessária uma redução da dose de tetrabenazina. - Inibidores do CYP2D6
Usar com precaução

Tetrabenazina + Fluoxetina

Observações: N.D.
Interações: Não foram realizados quaisquer estudos de interacção com tetrabenazina in vivo, e as enzimas responsáveis pelo seu metabolismo são em parte desconhecidas. Os estudos in vitro indicam que a tetrabenazina pode ser um inibidor da CYP2D6, causando portanto um aumento das concentrações plasmáticas dos medicamentos metabolizados pela CYP2D6. Os inibidores da CYP2D6 (por exemplo, fluoxetina, paroxetina, terbinafina, moclobemida e quinidina) podem causar um aumento das concentrações plasmáticas do metabolito activo di-hidrotetrabenazina, razão por que devem apenas ser combinados com precaução, podendo ser necessária uma redução da dose de tetrabenazina. - Fluoxetina
Usar com precaução

Tetrabenazina + Paroxetina

Observações: N.D.
Interações: Não foram realizados quaisquer estudos de interacção com tetrabenazina in vivo, e as enzimas responsáveis pelo seu metabolismo são em parte desconhecidas. Os estudos in vitro indicam que a tetrabenazina pode ser um inibidor da CYP2D6, causando portanto um aumento das concentrações plasmáticas dos medicamentos metabolizados pela CYP2D6. Os inibidores da CYP2D6 (por exemplo, fluoxetina, paroxetina, terbinafina, moclobemida e quinidina) podem causar um aumento das concentrações plasmáticas do metabolito activo di-hidrotetrabenazina, razão por que devem apenas ser combinados com precaução, podendo ser necessária uma redução da dose de tetrabenazina. - Paroxetina
Usar com precaução

Tetrabenazina + Terbinafina

Observações: N.D.
Interações: Não foram realizados quaisquer estudos de interacção com tetrabenazina in vivo, e as enzimas responsáveis pelo seu metabolismo são em parte desconhecidas. Os estudos in vitro indicam que a tetrabenazina pode ser um inibidor da CYP2D6, causando portanto um aumento das concentrações plasmáticas dos medicamentos metabolizados pela CYP2D6. Os inibidores da CYP2D6 (por exemplo, fluoxetina, paroxetina, terbinafina, moclobemida e quinidina) podem causar um aumento das concentrações plasmáticas do metabolito activo di-hidrotetrabenazina, razão por que devem apenas ser combinados com precaução, podendo ser necessária uma redução da dose de tetrabenazina. - Terbinafina
Usar com precaução

Tetrabenazina + Moclobemida

Observações: N.D.
Interações: Não foram realizados quaisquer estudos de interacção com tetrabenazina in vivo, e as enzimas responsáveis pelo seu metabolismo são em parte desconhecidas. Os estudos in vitro indicam que a tetrabenazina pode ser um inibidor da CYP2D6, causando portanto um aumento das concentrações plasmáticas dos medicamentos metabolizados pela CYP2D6. Os inibidores da CYP2D6 (por exemplo, fluoxetina, paroxetina, terbinafina, moclobemida e quinidina) podem causar um aumento das concentrações plasmáticas do metabolito activo di-hidrotetrabenazina, razão por que devem apenas ser combinados com precaução, podendo ser necessária uma redução da dose de tetrabenazina. - Moclobemida
Usar com precaução

Tetrabenazina + Quinidina

Observações: N.D.
Interações: Não foram realizados quaisquer estudos de interacção com tetrabenazina in vivo, e as enzimas responsáveis pelo seu metabolismo são em parte desconhecidas. Os estudos in vitro indicam que a tetrabenazina pode ser um inibidor da CYP2D6, causando portanto um aumento das concentrações plasmáticas dos medicamentos metabolizados pela CYP2D6. Os inibidores da CYP2D6 (por exemplo, fluoxetina, paroxetina, terbinafina, moclobemida e quinidina) podem causar um aumento das concentrações plasmáticas do metabolito activo di-hidrotetrabenazina, razão por que devem apenas ser combinados com precaução, podendo ser necessária uma redução da dose de tetrabenazina. A Tetrabenazina deve ser utilizada com precaução com medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QTc, incluindo medicamentos antipsicóticos (por exemplo, clorpromazina, tioridazina), antibióticos (por exemplo, gatifloxacina, moxifloxacina) e medicamentos antiarrítmicos das classes IA e III (ex.: quinidina, procainamida, amiodarona, sotalol). - Quinidina
Usar com precaução

Tetrabenazina + Medicamentos que prolongam o intervalo QT

Observações: N.D.
Interações: A Tetrabenazina deve ser utilizada com precaução com medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QTc, incluindo medicamentos antipsicóticos (por exemplo, clorpromazina, tioridazina), antibióticos (por exemplo, gatifloxacina, moxifloxacina) e medicamentos antiarrítmicos das classes IA e III (ex.: quinidina, procainamida, amiodarona, sotalol). - Medicamentos que prolongam o intervalo QT
Usar com precaução

Tetrabenazina + Antipsicóticos

Observações: N.D.
Interações: A Tetrabenazina deve ser utilizada com precaução com medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QTc, incluindo medicamentos antipsicóticos (por exemplo, clorpromazina, tioridazina), antibióticos (por exemplo, gatifloxacina, moxifloxacina) e medicamentos antiarrítmicos das classes IA e III (ex.: quinidina, procainamida, amiodarona, sotalol). - Antipsicóticos
Usar com precaução

Tetrabenazina + Clorpromazina

Observações: N.D.
Interações: A Tetrabenazina deve ser utilizada com precaução com medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QTc, incluindo medicamentos antipsicóticos (por exemplo, clorpromazina, tioridazina), antibióticos (por exemplo, gatifloxacina, moxifloxacina) e medicamentos antiarrítmicos das classes IA e III (ex.: quinidina, procainamida, amiodarona, sotalol). - Clorpromazina
Usar com precaução

Tetrabenazina + Tioridazina

Observações: N.D.
Interações: A Tetrabenazina deve ser utilizada com precaução com medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QTc, incluindo medicamentos antipsicóticos (por exemplo, clorpromazina, tioridazina), antibióticos (por exemplo, gatifloxacina, moxifloxacina) e medicamentos antiarrítmicos das classes IA e III (ex.: quinidina, procainamida, amiodarona, sotalol). - Tioridazina
Usar com precaução

Tetrabenazina + Antibióticos

Observações: N.D.
Interações: A Tetrabenazina deve ser utilizada com precaução com medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QTc, incluindo medicamentos antipsicóticos (por exemplo, clorpromazina, tioridazina), antibióticos (por exemplo, gatifloxacina, moxifloxacina) e medicamentos antiarrítmicos das classes IA e III (ex.: quinidina, procainamida, amiodarona, sotalol). - Antibióticos
Usar com precaução

Tetrabenazina + Gatifloxacina

Observações: N.D.
Interações: A Tetrabenazina deve ser utilizada com precaução com medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QTc, incluindo medicamentos antipsicóticos (por exemplo, clorpromazina, tioridazina), antibióticos (por exemplo, gatifloxacina, moxifloxacina) e medicamentos antiarrítmicos das classes IA e III (ex.: quinidina, procainamida, amiodarona, sotalol). - Gatifloxacina
Usar com precaução

Tetrabenazina + Moxifloxacina

Observações: N.D.
Interações: A Tetrabenazina deve ser utilizada com precaução com medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QTc, incluindo medicamentos antipsicóticos (por exemplo, clorpromazina, tioridazina), antibióticos (por exemplo, gatifloxacina, moxifloxacina) e medicamentos antiarrítmicos das classes IA e III (ex.: quinidina, procainamida, amiodarona, sotalol). - Moxifloxacina
Usar com precaução

Tetrabenazina + Antiarrítmicos

Observações: N.D.
Interações: A Tetrabenazina deve ser utilizada com precaução com medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QTc, incluindo medicamentos antipsicóticos (por exemplo, clorpromazina, tioridazina), antibióticos (por exemplo, gatifloxacina, moxifloxacina) e medicamentos antiarrítmicos das classes IA e III (ex.: quinidina, procainamida, amiodarona, sotalol). - Antiarrítmicos
Usar com precaução

Tetrabenazina + Procainamida

Observações: N.D.
Interações: A Tetrabenazina deve ser utilizada com precaução com medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QTc, incluindo medicamentos antipsicóticos (por exemplo, clorpromazina, tioridazina), antibióticos (por exemplo, gatifloxacina, moxifloxacina) e medicamentos antiarrítmicos das classes IA e III (ex.: quinidina, procainamida, amiodarona, sotalol). - Procainamida
Usar com precaução

Tetrabenazina + Amiodarona

Observações: N.D.
Interações: A Tetrabenazina deve ser utilizada com precaução com medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QTc, incluindo medicamentos antipsicóticos (por exemplo, clorpromazina, tioridazina), antibióticos (por exemplo, gatifloxacina, moxifloxacina) e medicamentos antiarrítmicos das classes IA e III (ex.: quinidina, procainamida, amiodarona, sotalol). - Amiodarona
Usar com precaução

Tetrabenazina + Sotalol

Observações: N.D.
Interações: A Tetrabenazina deve ser utilizada com precaução com medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QTc, incluindo medicamentos antipsicóticos (por exemplo, clorpromazina, tioridazina), antibióticos (por exemplo, gatifloxacina, moxifloxacina) e medicamentos antiarrítmicos das classes IA e III (ex.: quinidina, procainamida, amiodarona, sotalol). - Sotalol
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interações da Tetrabenazina
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar, tiver tomado recentemente ou se vier a tomar outros medicamentos.

É particularmente importante que informe o seu médico se estiver a tomar os seguintes medicamentos:

- medicamentos metabolizados pelo CYP2D6, como por exemplo, metoprolol, amitriptilina, imipramina, haloperidol e risperidona; Tetrabenazina pode provocar um aumento dos efeitos destes medicamentos.

- medicamentos inibidores do CYP2D6, tal como a fluoxetina, paroxetina, quinidina, duloxetina, terbinafina, amiodarona ou sertralina; estes medicamentos podem alterar a forma como Tetrabenazina atua.

- levodopa: Tetrabenazina inibe a ação da levodopa e deste modo atenua o seu efeito.

- antidepressores do tipo inibidores da monoaminoxidase (IMAO): Tetrabenazina não deverá ser administrada ao mesmo tempo que IMAO devido ao risco de ocorrência de interações graves que resultam em crises hipertensivas (tensão arterial alta).

Deverá existir pelo menos um período de 14 dias entre a interrupção do tratamento com IMAO e o início do tratamento com este medicamento.

- medicamentos neurolépticos (por exemplo, haloperidol, clorpromazina, metoclopramida, etc.); estes medicamentos podem aumentar as reações adversas deste medicamento, tal como prolongamento do intervalo QTc, síndrome neuroléptica maligna, afeções extrapiramidais e parkinsonismo.

- medicamentos anti-hipertensores; a utilização de Tetrabenazina ao mesmo tempo que medicamentos anti-hipertensores e bloqueadores beta pode aumentar o risco de hipotensão ortostática (tensão arterial baixa quando está de pé).

- outros depressores do SNC (incluindo álcool, neurolépticos (para algumas doenças psiquiátricas), hipnóticos (para ajudar a dormir) e opioides); a possibilidade de efeitos sedativos (sonolência) aditivos deverá ser considerada quando este medicamento é utilizado em conjunto com estas substâncias).

- medicamentos conhecidos como sendo prolongadores do intervalo QTc; Este medicamento deve ser utilizado com precaução quando com medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QTc, incluindo medicamentos antipsicóticos (por exemplo, clorpromazina, tioridazina), antibióticos (por exemplo, gatifloxacina, moxifloxacina) e medicamentos antiarrítmicos de classe IA e III (por exemplo, quinidina, procainamida, amiodarona, sotalol); a administração destes medicamentos com Tetrabenazina pode provocar arritmias cardíacas (ritmo cardíaco irregular).

- reserpina; não deve utilizar Tetrabenazina e reserpina ao mesmo tempo.

Se parar o tratamento com reserpina, o seu médico pode esperar que os seus sintomas voltem a surgir antes de administrar Tetrabenazina para evitar problemas da administração destes dois medicamentos em conjunto.

O seu médico vai avaliá-lo na passagem do tratamento com um destes medicamentos para outro.

A tetrabenazina não deve ser utilizado durante a gravidez, excepto se não estiver disponível outro tratamento.

A tetrabenazina está contra-indicada durante o aleitamento.

Os doentes devem ser advertidos do facto da tetrabenazina poder causar sonolência e, portanto, poder afectar o desempenho em tarefas especializadas (capacidade de condução, operação de máquinas, etc.) em grau variável, dependendo da dose e da susceptibilidade individual.

Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 08 de Setembro de 2020