Sorafenib

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento Uso Hospitalar DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica)
O que é
Sorafenib é denominado um inibidor multiquinase.

Atua reduzindo a velocidade de crescimento das células cancerígenas e cortando o fornecimento de sangue que mantém o crescimento das células cancerígenas.






Usos comuns
Sorafenib é usado para tratar o cancro dos rins, do fígado e da tiroide.
Tipo
pequena molécula
História
Sem informação.
Indicações
Sorafenib é indicado para o tratamento do carcinoma hepatocelular.


Sorafenib é indicado para o tratamento de doentes com carcinoma de células renais avançado que registaram falha prévia com tratamento com interferon-alfa ou interleuquina-2 ou que não são considerados elegíveis para esses tratamentos.


Sorafenib é indicado para o tratamento de doentes com carcinoma diferenciado da tiroide (papilar/folicular/células de Hürthle), localmente avançado ou metastático, em progressão, refratário ao iodo radioativo.



Classificação CFT
16.01.09     Outros citotóxicos
Mecanismo De Ação
Sorafenib é um inibidor multiquinase que demonstrou propriedades antiproliferativas e antiangiogénicas tanto in vitro como in vivo.


Sorafenib é um inibidor multiquinase que diminui a proliferação das células tumorais in vitro.


Sorafenib inibe o crescimento tumoral de um largo espectro de xenotransplantes tumorais humanos em ratinhos atímicos acompanhado por uma redução da angiogénese tumoral.

Sorafenib inibe a atividade de alvos presentes nas células tumorais (CRAF, BRAF, V600E BRAF, c-KIT e FLT-3) e na vasculatura tumoral (CRAF, VEGFR-2, VEGFR-3 e PDGFR-ß).

As RAF quinases são quinases serina/treonina, enquanto que c-KIT, FLT-3, VEGFR-2, VEGFR-3 e PDGFR-ß são recetores quinase tirosina.



Posologia Orientativa
A posologia recomendada em adultos é de 400 mg de sorafenib (dois comprimidos de 200 mg) duas vezes ao dia (equivalente a uma dose diária total de 800 mg).



Administração
O tratamento com Sorafenib deve ser vigiado por um médico com experiência na utilização de tratamentos anticancerígenos.

Para via oral.


Recomenda-se que sorafenib seja administrado sem alimentos ou com uma refeição com um teor em gorduras baixo ou moderado.

Caso o doente tencione ingerir uma refeição com um teor de gorduras elevado, os comprimidos de sorafenib devem ser tomados pelo menos 1 hora antes ou 2 horas após a refeição.

Os comprimidos devem ser engolidos com um copo de água.






Contraindicações
Hipersensibilidade à Sorafenib.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Muito frequentes: podem afetar mais de 1 em cada 10 pessoas
- diarreia
- sentir-se enjoado (náuseas)
- sentir-se fraco ou cansado (fadiga)
- dor (incluindo dor na boca, dor no abdómen (barriga), dor de cabeça, dor óssea, dor tumoral)
- perda de cabelo (alopecia)
- palmas das mãos ou solas dos pés vermelhas ou dolorosas (reação mão-pé da pele)
- comichão ou erupção na pele
- vómitos
- sangramento (incluindo sangramento no cérebro, parede do intestino e trato respiratório; hemorragia)
- pressão sanguínea alta ou aumento da pressão sanguínea (hipertensão)
- infeções
- perda de apetite (anorexia)
- prisão de ventre
- dor nas articulações (artralgia)
- febre
- perda de peso
- pele seca

Frequentes: podem afetar até 1 em cada 10 pessoas
- sintomas do tipo gripal
- indigestão (dispepsia)
- dificuldade em engolir (disfagia)
- boca seca ou inflamada, dor na língua (estomatite e inflamação das mucosas)
- níveis baixos de cálcio no sangue (hipocalcemia)
- níveis baixos de potássio no sangue (hipocaliemia)
- dores nos músculos (mialgia)
- alteração das sensações nos dedos das mãos e pés incluindo formigueiros ou dormência (neuropatia sensorial periférica)
- depressão
- problemas de ereção (impotência)
- alteração da voz (disfonia)
- acne
- pele seca, inflamada ou com descamações (dermatite, descamação da pele)
- insuficiência cardíaca
- ataque cardíaco (enfarte do miocárdio) ou dor no peito
- zumbidos (sons nos ouvidos)
- insuficiência renal
- níveis anormalmente elevados de proteína na urina (proteinúria)
- fraqueza geral ou perda de força (astenia)
- diminuição do número de glóbulos brancos (leucopenia e neutropenia)
- diminuição do número de glóbulos vermelhos (anemia)
- número baixo de plaquetas no sangue (trombocitopenia)
- inflamação dos folículos pilosos (foliculite)
- glândula tiroideia pouco ativa (hipotiroidismo)
- níveis baixos de sódio no sangue (hiponatremia)
- alteração do sentido do paladar (disgeusia)
- vermelhidão da face e muitas vezes de outras zonas da pele (rubor)
- corrimento nasal (rinorreia)
- azia (doença do refluxo gastroesofágico)
- cancro da pele (queratoacantomas/carcinoma das células escamosas da pele)
- um espessamento da camada externa da pele (hiperqueratose)
- contração involuntária e súbita de um músculo (espasmos musculares)

Pouco frequentes: podem afetar até 1 em cada 100 pessoas
- inflamação do revestimento do estômago (gastrite)
- dor na barriga (abdómen) causada por pancreatite, inflamação da vesícula biliar e/ou canais biliares
- pele ou olhos amarelos (icterícia) causada por níveis elevados de pigmentos biliares (hiperbilirrubinemia)
- reações de tipo alérgico (incluindo reações cutâneas e urticária (erupção na pele com comichão)
- desidratação
- aumento dos seios (ginecomastia)
- dificuldade em respirar (doença do pulmão)
- eczema
- aumento da atividade da glândula tiroideia (hipertiroidismo)
- erupções múltiplas na pele (eritema multiforme)
- pressão sanguínea anormalmente alta
- buracos na parede do intestino (perfuração gastrointestinal)
- inchaço reversível na parte de trás do cérebro que pode estar associado a dores de cabeça, alterações da consciência, desmaio e sintomas visuais incluindo perda de visão (leucoencefalopatia posterior reversível)
- uma reação alérgica grave e súbita (reação anafiláctica)

Raros: podem afetar até 1 em cada 1.000 pessoas
- reação alérgica com inchaço da pele (ex.: face, língua) que pode provocar dificuldade em respirar ou engolir (angioedema)
- ritmo cardíaco anormal (prolongamento do QT)
- inflamação do fígado, que pode originar náuseas, vómitos, dor abdominal e icterícia (hepatite induzida pelo fármaco)
- uma erupção tipo queimadura solar que pode ocorrer na pele previamente exposta a radioterapia e que pode ser grave (reaparecimento da dermatite dos efeitos da radiação)
- reações graves da pele e/ou mucosas que podem incluir bolhas dolorosas e febre, incluindo um descolamento extenso da pele (síndrome Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica)
- degradação muscular anormal que pode originar problemas nos rins (rabdomiólise)
- lesão dos rins, causando a perda de grandes quantidades de proteína (síndrome nefrótica)
- inflamação dos vasos sanguíneos da pele que pode resultar em erupção na pele (vasculite leucocitoclástica)

Desconhecido: frequência não pode ser calculada a partir dos dados disponíveis
- função diminuída do cérebro que pode estar associada com ex.: sonolência, alterações de comportamento ou confusão (encefalopatia)

Advertências
Gravidez
Gravidez:Todos os trimestres: D - Há evidências de risco em fetos humanos. Só usar se o benefício justificar o risco potencial. Em situação de risco de vida ou em caso de doenças graves para as quais não se possa utilizar drogas mais seguras, ou se estas drogas não forem eficazes.
Aleitamento
Aleitamento:As mulheres não devem amamentar durante o tratamento com sorafenib.
Precauções Gerais
Tome especial cuidado com Sorafenib
- Se apresentar problemas de pele.

Sorafenib pode causar erupções e reações cutâneas (na pele), especialmente nas mãos e pés.

- Se tem tensão arterial elevada.

- Se apresentar algum problema hemorrágico (perda de sangue) ou está a tomar varfarina ou fenprocumom.

- Se apresentar dor no peito ou problemas de coração.

- Se tem uma doença do coração, tal como um sinal elétrico anormal denominado “prolongamento do intervalo QT”.

- Se vai ser submetido a alguma cirurgia, ou se foi operado recentemente.

Sorafenib pode afetar a cicatrização de feridas.

Em princípio, o tratamento com Sorafenib será suspenso se for ter uma operação.

- Se está a tomar irinotecano ou se lhe estão a administrar docetaxel, que são também medicamentos para o cancro.

Sorafenib pode aumentar os efeitos e, em particular, os efeitos secundários destes medicamentos.

- Se está a tomar Neomicina ou outros antibióticos.

O efeito de Sorafenib pode estar diminuído.


- Se sofre de insuficiência grave do fígado.

Poderá sentir efeitos secundários mais graves ao tomar este medicamento.

- Se tiver diminuição da função renal.

O seu médico irá vigiar o seu equilíbrio hídrico e eletrolítico.

- Fertilidade.


Sorafenib pode reduzir a fertilidade tanto nos homens como nas mulheres.

- Durante o tratamento podem surgir buracos na parede do intestino (perfuração gastrointestinal).

- Se tiver cancro da tiroide.

O seu médico controlará os níveis sanguíneos do cálcio e da hormona tiroideia.




Cuidados com a Dieta
Alimentos com um teor em gorduras baixo ou moderado.

Quando administrado com uma refeição rica em gorduras, a absorção de sorafenib foi reduzida em 30% em comparação com a administração em jejum.



Terapêutica Interrompida
Se se esqueceu de uma dose, tome-a logo que se lembre.

Se forem quase horas da próxima dose, esqueça a dose em falta e continue como normalmente.

Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.



Cuidados no Armazenamento
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.


Não conservar este medicamento acima de 25ºC.

Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ifosfamida + Sorafenib

Observações: A administração sequencial ou a coadministração planeada de outras substâncias ou tratamentos que possam aumentar a probabilidade ou a gravidade dos efeitos tóxicos (por meio de interações farmacodinâmicas ou farmacocinéticas) requer uma avaliação individual cuidadosa do benefício esperado e dos riscos. Os doentes que recebem tais combinações devem ser cuidadosamente monitorizados para sinais de toxicidade de forma a permitir a intervenção atempada. Doentes tratados com ifosfamida e agentes que reduzem a sua ativação devem ser monitorizados para uma potencial redução de eficácia terapêutica e da necessidade de ajuste de dose.
Interações: Inibidores do CYP3A4: A ativação reduzida e metabolismo da ifosfamida podem alterar a eficácia do tratamento da ifosfamida. A inibição do CYP3A4 também pode levar ao aumento da formação de um metabolito da ifosfamida associado com o SNC e nefrotoxicidade. Inibidores do CYP3A4 incluem: Cetoconazol Fluconazol Itraconazol Sorafenib

Binimetinib + Sorafenib

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos no binimetinib Binimetinib é essencialmente metabolizado pela glucuronidação mediada pelo UGT1A1. É pouco provável que a extensão das interações medicamentosas mediadas pelo UGT1A1 seja clinicamente relevante; no entanto, como este aspeto ainda não foi avaliado num estudo clínico formal, os indutores (como rifampicina e fenobarbital) e inibidores do UGT1A1 (como indinavir, atazanavir, sorafenib) devem ser administrados concomitantemente com precaução.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sorafenib + Rifampicina

Observações: n.d.
Interações: Indutores de enzimas metabólicas: A administração de rifampicina 5 dias antes da administração de uma dose única de sorafenib resultou numa redução média de 37% da AUC do sorafenib.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sorafenib + Hipericão

Observações: n.d.
Interações: Outros indutores da atividade do CYP3A4 e/ou glucoronidação (ex.: hipericão também conhecido co mo erva S. João, fenitoína, carbamazepina, fenobarbital e dexametasona) podem também aumentar o metabolismo do sorafenib e assim diminuir as concentrações de sorafenib.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sorafenib + Fenobarbital

Observações: n.d.
Interações: Outros indutores da atividade do CYP3A4 e/ou glucoronidação (ex.: hipericão também conhecido co mo erva S. João, fenitoína, carbamazepina, fenobarbital e dexametasona) podem também aumentar o metabolismo do sorafenib e assim diminuir as concentrações de sorafenib.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sorafenib + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Outros indutores da atividade do CYP3A4 e/ou glucoronidação (ex.: hipericão também conhecido co mo erva S. João, fenitoína, carbamazepina, fenobarbital e dexametasona) podem também aumentar o metabolismo do sorafenib e assim diminuir as concentrações de sorafenib.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sorafenib + Carbamazepina

Observações: n.d.
Interações: Outros indutores da atividade do CYP3A4 e/ou glucoronidação (ex.: hipericão também conhecido co mo erva S. João, fenitoína, carbamazepina, fenobarbital e dexametasona) podem também aumentar o metabolismo do sorafenib e assim diminuir as concentrações de sorafenib.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sorafenib + Dexametasona

Observações: n.d.
Interações: Outros indutores da atividade do CYP3A4 e/ou glucoronidação (ex.: hipericão também conhecido co mo erva S. João, fenitoína, carbamazepina, fenobarbital e dexametasona) podem também aumentar o metabolismo do sorafenib e assim diminuir as concentrações de sorafenib.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sorafenib + Indutores do CYP3A4

Observações: n.d.
Interações: Outros indutores da atividade do CYP3A4 e/ou glucoronidação (ex.: hipericão também conhecido co mo erva S. João, fenitoína, carbamazepina, fenobarbital e dexametasona) podem também aumentar o metabolismo do sorafenib e assim diminuir as concentrações de sorafenib.

Sorafenib + Inibidores do CYP3A4

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do CYP3A4: O cetoconazol, um inibidor potente do CYP3A4, administrado uma vez ao dia durante 7 dias a voluntários saudáveis do sexo masculino, não alterou a AUC média de uma dose única de 50 mg de sorafenib. Estes dados sugerem como improváveis interações farmacocinéticas clínicas de sorafenib com inibidores do CYP3A4.

Sorafenib + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do CYP3A4: O cetoconazol, um inibidor potente do CYP3A4, administrado uma vez ao dia durante 7 dias a voluntários saudáveis do sexo masculino, não alterou a AUC média de uma dose única de 50 mg de sorafenib. Estes dados sugerem como improváveis interações farmacocinéticas clínicas de sorafenib com inibidores do CYP3A4.
 Sem significado Clínico

Sorafenib + Substratos do CYP2B6

Observações: n.d.
Interações: Substratos do CYP2B6, CYP2C8 e CYP2C9: O sorafenib inibiu o CYP2B6, CYP2C8 e CYP2C9 in vitro com potência similar. Contudo, em estudos farmacocinéticos clínicos, a administração concomitante de sorafenib 400 mg duas vezes ao dia com ciclofosfamida, um substrato do CYP2B6, ou paclitaxel, um substrato do CYP2C8, não originou uma inibição clinicamente significativa. Estes dados sugerem que o sorafenib na dose recomendada de 400 mg duas vezes ao dia poderá não ser um inibidor in vivo do CYP2B6 ou CYP2C8. Adicionalmente, o tratamento concomitante com sorafenib e varfarina, um substrato do CYP2C9, não originou alterações na média do TP-INR em comparação com o placebo. Assim, pode também ser esperado que o risco para uma inibição clinicamente relevante in vivo do CYP2C9 pelo sorafenib seja baixo. Contudo, doentes a tomar varfarina ou fenprocumom, devem verificar regularmente o seu INR.
 Sem significado Clínico

Sorafenib + Substratos do CYP2C8

Observações: n.d.
Interações: Substratos do CYP2B6, CYP2C8 e CYP2C9: O sorafenib inibiu o CYP2B6, CYP2C8 e CYP2C9 in vitro com potência similar. Contudo, em estudos farmacocinéticos clínicos, a administração concomitante de sorafenib 400 mg duas vezes ao dia com ciclofosfamida, um substrato do CYP2B6, ou paclitaxel, um substrato do CYP2C8, não originou uma inibição clinicamente significativa. Estes dados sugerem que o sorafenib na dose recomendada de 400 mg duas vezes ao dia poderá não ser um inibidor in vivo do CYP2B6 ou CYP2C8. Adicionalmente, o tratamento concomitante com sorafenib e varfarina, um substrato do CYP2C9, não originou alterações na média do TP-INR em comparação com o placebo. Assim, pode também ser esperado que o risco para uma inibição clinicamente relevante in vivo do CYP2C9 pelo sorafenib seja baixo. Contudo, doentes a tomar varfarina ou fenprocumom, devem verificar regularmente o seu INR.
 Sem significado Clínico

Sorafenib + Substratos do CYP2C9

Observações: n.d.
Interações: Substratos do CYP2B6, CYP2C8 e CYP2C9: O sorafenib inibiu o CYP2B6, CYP2C8 e CYP2C9 in vitro com potência similar. Contudo, em estudos farmacocinéticos clínicos, a administração concomitante de sorafenib 400 mg duas vezes ao dia com ciclofosfamida, um substrato do CYP2B6, ou paclitaxel, um substrato do CYP2C8, não originou uma inibição clinicamente significativa. Estes dados sugerem que o sorafenib na dose recomendada de 400 mg duas vezes ao dia poderá não ser um inibidor in vivo do CYP2B6 ou CYP2C8. Adicionalmente, o tratamento concomitante com sorafenib e varfarina, um substrato do CYP2C9, não originou alterações na média do TP-INR em comparação com o placebo. Assim, pode também ser esperado que o risco para uma inibição clinicamente relevante in vivo do CYP2C9 pelo sorafenib seja baixo. Contudo, doentes a tomar varfarina ou fenprocumom, devem verificar regularmente o seu INR.
 Sem significado Clínico

Sorafenib + Ciclofosfamida

Observações: n.d.
Interações: Substratos do CYP2B6, CYP2C8 e CYP2C9: O sorafenib inibiu o CYP2B6, CYP2C8 e CYP2C9 in vitro com potência similar. Contudo, em estudos farmacocinéticos clínicos, a administração concomitante de sorafenib 400 mg duas vezes ao dia com ciclofosfamida, um substrato do CYP2B6, ou paclitaxel, um substrato do CYP2C8, não originou uma inibição clinicamente significativa. Estes dados sugerem que o sorafenib na dose recomendada de 400 mg duas vezes ao dia poderá não ser um inibidor in vivo do CYP2B6 ou CYP2C8. Adicionalmente, o tratamento concomitante com sorafenib e varfarina, um substrato do CYP2C9, não originou alterações na média do TP-INR em comparação com o placebo. Assim, pode também ser esperado que o risco para uma inibição clinicamente relevante in vivo do CYP2C9 pelo sorafenib seja baixo. Contudo, doentes a tomar varfarina ou fenprocumom, devem verificar regularmente o seu INR. Combinação com outros agentes antineoplásicos: Em estudos clínicos, sorafenib foi administrado com uma variedade de outros agentes antineoplásicos nos seus regimes posológicos usuais, incluindo a gemcitabina, cisplatina, oxaliplatina, paclitaxel, carboplatina, capecitabina, doxorrubicina, irinotecano, docetaxel e ciclofosfamida. O sorafenib não exerceu efeito clinicamente relevante sobre a farmacocinética da gemcitabina, cisplatina, carboplatina, oxaliplatina ou ciclofosfamida.
 Sem significado Clínico

Sorafenib + Paclitaxel

Observações: n.d.
Interações: Substratos do CYP2B6, CYP2C8 e CYP2C9: O sorafenib inibiu o CYP2B6, CYP2C8 e CYP2C9 in vitro com potência similar. Contudo, em estudos farmacocinéticos clínicos, a administração concomitante de sorafenib 400 mg duas vezes ao dia com ciclofosfamida, um substrato do CYP2B6, ou paclitaxel, um substrato do CYP2C8, não originou uma inibição clinicamente significativa. Estes dados sugerem que o sorafenib na dose recomendada de 400 mg duas vezes ao dia poderá não ser um inibidor in vivo do CYP2B6 ou CYP2C8. Adicionalmente, o tratamento concomitante com sorafenib e varfarina, um substrato do CYP2C9, não originou alterações na média do TP-INR em comparação com o placebo. Assim, pode também ser esperado que o risco para uma inibição clinicamente relevante in vivo do CYP2C9 pelo sorafenib seja baixo. Contudo, doentes a tomar varfarina ou fenprocumom, devem verificar regularmente o seu INR. Combinação com outros agentes antineoplásicos: Em estudos clínicos, sorafenib foi administrado com uma variedade de outros agentes antineoplásicos nos seus regimes posológicos usuais, incluindo a gemcitabina, cisplatina, oxaliplatina, paclitaxel, carboplatina, capecitabina, doxorrubicina, irinotecano, docetaxel e ciclofosfamida. O sorafenib não exerceu efeito clinicamente relevante sobre a farmacocinética da gemcitabina, cisplatina, carboplatina, oxaliplatina ou ciclofosfamida.
 Sem significado Clínico

Sorafenib + Varfarina

Observações: n.d.
Interações: Substratos do CYP2B6, CYP2C8 e CYP2C9: O sorafenib inibiu o CYP2B6, CYP2C8 e CYP2C9 in vitro com potência similar. Contudo, em estudos farmacocinéticos clínicos, a administração concomitante de sorafenib 400 mg duas vezes ao dia com ciclofosfamida, um substrato do CYP2B6, ou paclitaxel, um substrato do CYP2C8, não originou uma inibição clinicamente significativa. Estes dados sugerem que o sorafenib na dose recomendada de 400 mg duas vezes ao dia poderá não ser um inibidor in vivo do CYP2B6 ou CYP2C8. Adicionalmente, o tratamento concomitante com sorafenib e varfarina, um substrato do CYP2C9, não originou alterações na média do TP-INR em comparação com o placebo. Assim, pode também ser esperado que o risco para uma inibição clinicamente relevante in vivo do CYP2C9 pelo sorafenib seja baixo. Contudo, doentes a tomar varfarina ou fenprocumom, devem verificar regularmente o seu INR.
 Sem significado Clínico

Sorafenib + Femprocumona

Observações: n.d.
Interações: Substratos do CYP2B6, CYP2C8 e CYP2C9: O sorafenib inibiu o CYP2B6, CYP2C8 e CYP2C9 in vitro com potência similar. Contudo, em estudos farmacocinéticos clínicos, a administração concomitante de sorafenib 400 mg duas vezes ao dia com ciclofosfamida, um substrato do CYP2B6, ou paclitaxel, um substrato do CYP2C8, não originou uma inibição clinicamente significativa. Estes dados sugerem que o sorafenib na dose recomendada de 400 mg duas vezes ao dia poderá não ser um inibidor in vivo do CYP2B6 ou CYP2C8. Adicionalmente, o tratamento concomitante com sorafenib e varfarina, um substrato do CYP2C9, não originou alterações na média do TP-INR em comparação com o placebo. Assim, pode também ser esperado que o risco para uma inibição clinicamente relevante in vivo do CYP2C9 pelo sorafenib seja baixo. Contudo, doentes a tomar varfarina ou fenprocumom, devem verificar regularmente o seu INR.

Sorafenib + Substratos do CYP3A4

Observações: n.d.
Interações: Substratos do CYP3A4, CYP2D6 e CYP2C19: A administração concomitante de sorafenib e midazolam, dextrometorfano ou omeprazol, os quais são substratos dos citocromos CYP3A4, CYP2D6 e CYP2C19, respetivamente, não alterou a exposição a estes agentes. Isto indica que o sorafenib não é nem um inibidor nem um indutor destas isoenzimas do citocromo P450. Desta forma, são improváveis in terações farmacocinéticas clínicas de sorafenib com substratos destas enzimas.

Sorafenib + Substratos do CYP2D6

Observações: n.d.
Interações: Substratos do CYP3A4, CYP2D6 e CYP2C19: A administração concomitante de sorafenib e midazolam, dextrometorfano ou omeprazol, os quais são substratos dos citocromos CYP3A4, CYP2D6 e CYP2C19, respetivamente, não alterou a exposição a estes agentes. Isto indica que o sorafenib não é nem um inibidor nem um indutor destas isoenzimas do citocromo P450. Desta forma, são improváveis in terações farmacocinéticas clínicas de sorafenib com substratos destas enzimas.

Sorafenib + Substratos do CYP2C19

Observações: n.d.
Interações: Substratos do CYP3A4, CYP2D6 e CYP2C19: A administração concomitante de sorafenib e midazolam, dextrometorfano ou omeprazol, os quais são substratos dos citocromos CYP3A4, CYP2D6 e CYP2C19, respetivamente, não alterou a exposição a estes agentes. Isto indica que o sorafenib não é nem um inibidor nem um indutor destas isoenzimas do citocromo P450. Desta forma, são improváveis in terações farmacocinéticas clínicas de sorafenib com substratos destas enzimas.

Sorafenib + Midazolam

Observações: n.d.
Interações: Substratos do CYP3A4, CYP2D6 e CYP2C19: A administração concomitante de sorafenib e midazolam, dextrometorfano ou omeprazol, os quais são substratos dos citocromos CYP3A4, CYP2D6 e CYP2C19, respetivamente, não alterou a exposição a estes agentes. Isto indica que o sorafenib não é nem um inibidor nem um indutor destas isoenzimas do citocromo P450. Desta forma, são improváveis in terações farmacocinéticas clínicas de sorafenib com substratos destas enzimas.

Sorafenib + Dextrometorfano

Observações: n.d.
Interações: Substratos do CYP3A4, CYP2D6 e CYP2C19: A administração concomitante de sorafenib e midazolam, dextrometorfano ou omeprazol, os quais são substratos dos citocromos CYP3A4, CYP2D6 e CYP2C19, respetivamente, não alterou a exposição a estes agentes. Isto indica que o sorafenib não é nem um inibidor nem um indutor destas isoenzimas do citocromo P450. Desta forma, são improváveis in terações farmacocinéticas clínicas de sorafenib com substratos destas enzimas.

Sorafenib + Omeprazol

Observações: n.d.
Interações: Substratos do CYP3A4, CYP2D6 e CYP2C19: A administração concomitante de sorafenib e midazolam, dextrometorfano ou omeprazol, os quais são substratos dos citocromos CYP3A4, CYP2D6 e CYP2C19, respetivamente, não alterou a exposição a estes agentes. Isto indica que o sorafenib não é nem um inibidor nem um indutor destas isoenzimas do citocromo P450. Desta forma, são improváveis in terações farmacocinéticas clínicas de sorafenib com substratos destas enzimas.

Sorafenib + Substratos do UGT1A1

Observações: n.d.
Interações: Substratos do UGT1A1 e UGT1A9 In vitro, o sorafenib inibiu a glucoronidação via UGT1A1 e UGT1A9. Desconhece-se a relevância clínica desta observação.

Sorafenib + Substratos do UGT1A9

Observações: n.d.
Interações: Substratos do UGT1A1 e UGT1A9 In vitro, o sorafenib inibiu a glucoronidação via UGT1A1 e UGT1A9. Desconhece-se a relevância clínica desta observação.

Sorafenib + Outros medicamentos

Observações: n.d.
Interações: Estudos in vitro de indução de enzimas CYP: As atividades do CYP1A2 e CYP3A4 não foram alteradas após tratamento de culturas de hepatócitos humanos com sorafenib, o que indica que é improvável que o sorafenib seja um indutor do CYP1A2 e CYP3A4.

Sorafenib + Substratos da glicoproteína-P (Gp-P)

Observações: n.d.
Interações: Substratos-gp-P: In vitro, o sorafenib demonstrou inibir a proteína de transporte glicoproteína-p (gp-P). Durante o tratamento concomitante com sorafenib, não podem excluir-se concentrações de plasma aumentadas de substratos gp-P, tais como a digoxina.

Sorafenib + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: Substratos-gp-P: In vitro, o sorafenib demonstrou inibir a proteína de transporte glicoproteína-p (gp-P). Durante o tratamento concomitante com sorafenib, não podem excluir-se concentrações de plasma aumentadas de substratos gp-P, tais como a digoxina.
 Sem significado Clínico

Sorafenib + Antineoplásicos

Observações: n.d.
Interações: Combinação com outros agentes antineoplásicos: Em estudos clínicos, sorafenib foi administrado com uma variedade de outros agentes antineoplásicos nos seus regimes posológicos usuais, incluindo a gemcitabina, cisplatina, oxaliplatina, paclitaxel, carboplatina, capecitabina, doxorrubicina, irinotecano, docetaxel e ciclofosfamida. O sorafenib não exerceu efeito clinicamente relevante sobre a farmacocinética da gemcitabina, cisplatina, carboplatina, oxaliplatina ou ciclofosfamida.
 Sem significado Clínico

Sorafenib + Gemcitabina

Observações: n.d.
Interações: Combinação com outros agentes antineoplásicos: Em estudos clínicos, sorafenib foi administrado com uma variedade de outros agentes antineoplásicos nos seus regimes posológicos usuais, incluindo a gemcitabina, cisplatina, oxaliplatina, paclitaxel, carboplatina, capecitabina, doxorrubicina, irinotecano, docetaxel e ciclofosfamida. O sorafenib não exerceu efeito clinicamente relevante sobre a farmacocinética da gemcitabina, cisplatina, carboplatina, oxaliplatina ou ciclofosfamida.
 Sem significado Clínico

Sorafenib + Cisplatina

Observações: n.d.
Interações: Combinação com outros agentes antineoplásicos: Em estudos clínicos, sorafenib foi administrado com uma variedade de outros agentes antineoplásicos nos seus regimes posológicos usuais, incluindo a gemcitabina, cisplatina, oxaliplatina, paclitaxel, carboplatina, capecitabina, doxorrubicina, irinotecano, docetaxel e ciclofosfamida. O sorafenib não exerceu efeito clinicamente relevante sobre a farmacocinética da gemcitabina, cisplatina, carboplatina, oxaliplatina ou ciclofosfamida.
 Sem significado Clínico

Sorafenib + Oxaliplatina

Observações: n.d.
Interações: Combinação com outros agentes antineoplásicos: Em estudos clínicos, sorafenib foi administrado com uma variedade de outros agentes antineoplásicos nos seus regimes posológicos usuais, incluindo a gemcitabina, cisplatina, oxaliplatina, paclitaxel, carboplatina, capecitabina, doxorrubicina, irinotecano, docetaxel e ciclofosfamida. O sorafenib não exerceu efeito clinicamente relevante sobre a farmacocinética da gemcitabina, cisplatina, carboplatina, oxaliplatina ou ciclofosfamida.
 Sem significado Clínico

Sorafenib + Carboplatina

Observações: n.d.
Interações: Combinação com outros agentes antineoplásicos: Em estudos clínicos, sorafenib foi administrado com uma variedade de outros agentes antineoplásicos nos seus regimes posológicos usuais, incluindo a gemcitabina, cisplatina, oxaliplatina, paclitaxel, carboplatina, capecitabina, doxorrubicina, irinotecano, docetaxel e ciclofosfamida. O sorafenib não exerceu efeito clinicamente relevante sobre a farmacocinética da gemcitabina, cisplatina, carboplatina, oxaliplatina ou ciclofosfamida.
 Sem significado Clínico

Sorafenib + Capecitabina

Observações: n.d.
Interações: Combinação com outros agentes antineoplásicos: Em estudos clínicos, sorafenib foi administrado com uma variedade de outros agentes antineoplásicos nos seus regimes posológicos usuais, incluindo a gemcitabina, cisplatina, oxaliplatina, paclitaxel, carboplatina, capecitabina, doxorrubicina, irinotecano, docetaxel e ciclofosfamida. O sorafenib não exerceu efeito clinicamente relevante sobre a farmacocinética da gemcitabina, cisplatina, carboplatina, oxaliplatina ou ciclofosfamida. Capecitabina: A coadministração de capecitabina (750-1050 mg/m2 duas vezes ao dia, Dias 1-14 a cada 21 dias) e sorafenib (200 ou 400 mg duas vezes ao dia, administração ininterrupta e contínua) resultou numa alteração não significativa na exposição ao sorafenib, mas a um aumento de 15-50% na exposição à capecitabina e a um aumento de 0-52% na expos ição ao 5-FU. Desconhece-se o significado clínico destes pequenos a ligeiros aumentos na exposição à capecitabina e 5-FU quando coadministrados com sorafenib.
 Sem significado Clínico

Sorafenib + Doxorrubicina

Observações: n.d.
Interações: Combinação com outros agentes antineoplásicos: Em estudos clínicos, sorafenib foi administrado com uma variedade de outros agentes antineoplásicos nos seus regimes posológicos usuais, incluindo a gemcitabina, cisplatina, oxaliplatina, paclitaxel, carboplatina, capecitabina, doxorrubicina, irinotecano, docetaxel e ciclofosfamida. O sorafenib não exerceu efeito clinicamente relevante sobre a farmacocinética da gemcitabina, cisplatina, carboplatina, oxaliplatina ou ciclofosfamida. Doxorrubicina/Irinotecano: O tratamento concomitante com sorafenib resultou num aumento de 21% na AUC da doxorrubicina. Quando administrado com irinotecano, cujo metabolito ativo SN-38 é metabolizado pela via do UGT1A1, houve um aumento de 67 – 120% na AUC do SN-38 e de 26 – 42% na AUC do irinotecano. Desconhece-se o significado clínico destas observações.
 Sem significado Clínico

Sorafenib + Irinotecano

Observações: n.d.
Interações: Combinação com outros agentes antineoplásicos: Em estudos clínicos, sorafenib foi administrado com uma variedade de outros agentes antineoplásicos nos seus regimes posológicos usuais, incluindo a gemcitabina, cisplatina, oxaliplatina, paclitaxel, carboplatina, capecitabina, doxorrubicina, irinotecano, docetaxel e ciclofosfamida. O sorafenib não exerceu efeito clinicamente relevante sobre a farmacocinética da gemcitabina, cisplatina, carboplatina, oxaliplatina ou ciclofosfamida. Doxorrubicina/Irinotecano: O tratamento concomitante com sorafenib resultou num aumento de 21% na AUC da doxorrubicina. Quando administrado com irinotecano, cujo metabolito ativo SN-38 é metabolizado pela via do UGT1A1, houve um aumento de 67 – 120% na AUC do SN-38 e de 26 – 42% na AUC do irinotecano. Desconhece-se o significado clínico destas observações.

Sorafenib + Docetaxel

Observações: n.d.
Interações: Combinação com outros agentes antineoplásicos: Em estudos clínicos, sorafenib foi administrado com uma variedade de outros agentes antineoplásicos nos seus regimes posológicos usuais, incluindo a gemcitabina, cisplatina, oxaliplatina, paclitaxel, carboplatina, capecitabina, doxorrubicina, irinotecano, docetaxel e ciclofosfamida. O sorafenib não exerceu efeito clinicamente relevante sobre a farmacocinética da gemcitabina, cisplatina, carboplatina, oxaliplatina ou ciclofosfamida. Docetaxel: O docetaxel (75 ou 100 mg/m2 administrado uma vez a cada 21 dias) quando coadministrado com sorafenib (200 mg duas vezes ao dia ou 400 mg duas vezes ao dia administrados nos Dias 2 a 19 de um ciclo de 21 dias com um intervalo de 3 dias na dosagem em torno da administração de docetaxel) resultou num aumento de 36-80% na AUC de docetaxel e num aumento de 16-32% na Cmax de docetaxel. Recomenda-se precaução ao coadministrar sorafenib com docetaxel.
 Sem significado Clínico

Sorafenib + Carboplatina + Paclitaxel

Observações: n.d.
Interações: Paclitaxel/carboplatina: A administração de paclitaxel (225 mg/m2 ) e carboplatina (AUC = 6) com sorafenib ( 400 mg duas vezes ao dia), administrado com um intervalo de 3 dias durante o regime de sorafenib (dois dias antes e no dia de administração do paclitaxel/carboplatina), resultou num efeito não significativo na farmacocinética do paclitaxel. A coadministração de paclitaxel (225 mg/m2, uma vez a cada 3 semanas) e carboplatina (AUC=6) com sorafenib (400 mg duas vezes ao dia, sem um intervalo durante o regime de sorafenib) resultou num aumento de 47% na exposição ao sorafenib, um aumento de 29% na exposição ao paclitaxel e um aumento de 50% na exposição ao 6-OH paclitaxel. A farmacocinética da carboplatina não foi afetada. Estes dados indicam que não são necessários ajustes da dose quando o paclitaxel e a carboplatina são coadministrados com o sorafenib com um intervalo de 3 dias durante o regime de sorafenib (dois dias antes e no dia da administração de paclitaxel/ carboplatina). Desconhece-se o significado clínico dos aumentos da exposição ao sorafenib e paclitaxel, em coadministração com sorafenib sem um intervalo durante o regime de sorafenib.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sorafenib + Neomicina

Observações: n.d.
Interações: Neomicina: A coadministração de neomicina, um agente antimicrobiano não sistémico utilizado para erradicar a flora gastrointestinal, interfere com a recirculação enterohepática do sorafenib, resultando numa exposição diminuída ao sorafenib. Em voluntários saudáveis tratados com um regime de 5 dias de neomicina, a exposição média ao sorafenib diminuiu em 54%. Não foram estudados os efeitos de outros antibióticos, mas provavelmente irá depender da sua capacidade para interferir com microrganismos com atividade da glucuronidase.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico
Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.

Alguns medicamentos podem afetar este medicamento, ou ser afetados por ele.
- Rifampicina, Neomicina ou outros medicamentos utilizados para tratar infeções (antibióticos)
- Hipericão, um tratamento à base de plantas para a depressão
- Fenitoína, carbamazepina ou fenobarbital, tratamentos para a epilepsia e outras situações
- Dexametasona, um corticosteroide utilizado em várias situações
- Varfarina ou fenprocumom, anticoagulantes utilizados para prevenir coágulos sanguíneos
- Doxorrubicina, capecitabina, docetaxel, paclitaxel e irinotecano, também usados no tratamento do cancro
- Digoxina, um tratamento para a insuficiência cardíaca ligeira a moderada

As mulheres com potencial para engravidar devem utilizar medidas de contraceção efetiva durante o tratamento.

As mulheres não devem amamentar durante o tratamento com sorafenib.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017