Salbutamol

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Condução DCI com Advertência no Dopping DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica)
O que é
Salbutamol (DCI) ou albuterol (USAN) é um agonista dos receptores adrenérgicos β2 de curta duração utilizado para o alívio do broncoespasmo em condições como asma e doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC).

É 29 vezes mais seletiva para os receptores beta2 do que os receptores beta1 dando-lhe maior especificidade para os receptores beta pulmonares contra receptores beta1 -adrenérgicos localizados no coração.

Salbutamol é formulada como uma mistura racémica de R- e S -isómeros.

O isómero-R tem 150 vezes mais afinidade para o receptor beta 2 do que o S - isómero e o isómero S foi associada com a toxicidade.

Isto levar ao desenvolvimento de levalbuterol, o único isómero R de salbutamol.

No entanto, o alto custo de levalbuterol em comparação com salbutamol tem desencorajado a utilização generalizada deste versão enantiomericamente puro da droga.

Salbutamol é geralmente usado para episódios agudos de broncoespasmo causados ​​pela asma brônquica, bronquite crónica e outras doenças broncopulmonares crónicas, como doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC).

É também utilizado profilaticamente para asma induzida pelo exercício.
Usos comuns
Para o alívio sintomático e prevenção de broncoespasmo devido à asma brônquica, bronquite crónica e outras doenças broncopulmonares crónicas como a DPOC.
Tipo
pequena molécula
História
Salbutamol foi o primeiro agonista do receptor β2 seletivo a ser comercializado em 1968. Foi vendido pela primeira vez por Allen & Hanburys sob a marca Aerolin.
Indicações
O salbutamol provoca broncodilatação num curto espaço de tempo (4 horas) com rápido início de ação (dentro de 5 minutos) na obstrução reversível das vias respiratórias devidas à asma, bronquite crónica e enfisema.


Salbutamol está indicado:
- em tratamento prolongado no alívio e prevenção dos sintomas asmáticos;
- no alívio dos sintomas e prevenção de situações reconhecidas pelo doente como desencadeadoras de uma crise asmática (ex.

antes de exercício ou exposição inevitável a alergénios);
- como terapêutica de urgência na asma ligeira, moderada ou grave, desde que a confiança nele depositada não faça adiar a introdução e uso regular de um corticosteróide inalado.


Salbutamol está indicado para adultos, adolescentes e crianças dos 4 aos 12 anos.

Para bebés e crianças com idade inferior a 4 anos
Classificação CFT
05.01.01     Agonistas adrenérgicos beta
Mecanismo De Ação
O salbutamol é um estimulante beta-adrenérgico que tem uma ação seletiva sobre os recetores beta2-adrenérgicos, com ação estimulante sobre os recetores beta2 nos músculos lisos dos brônquios, assegurando assim uma broncodilatação rápida que se torna significativa no espaço de alguns minutos e que se mantém durante um período de 4 a 6 horas.


O salbutamol provoca também vasodilatação que conduz a um efeito cronotrópico reflexo e efeitos metabólicos generalizados, incluindo hipocaliemia.
Posologia Orientativa
• Via inalatória
Adultos ou crianças com idade superior a 12 anos
Alívio dos ataques: 1-2 inalações, conforme necessário.

Dose máxima: 8 inalações por dia.

Para evitar sintomas induzidos por alergenos ou exercício, devem ser tomadas duas inalações 10/15 minutos antes da exposição.

Crianças de idade inferior a 12 anos
Alívio dos ataques: 1 inalação, conforme necessário.

Dose máxima: aproximadamente 8 doses por dia.

Para evitar sintomas induzidos por alergenos ou exercício, deve ser tomada uma inalação, ou duas, se necessário, 10-15 minutos antes da exposição.


Via oral:
Tratamento sintomático do broncospasmo
Adultos:
A dose recomendada é de 4 mg (1 comprimido) três a quatro vezes por dia.

Se não se obtém a broncodilatação desejada, cada dose única poderá ser gradualmente aumentada até 8 mg.

População Pediátrica:
Crianças com mais de 12 anos: 4 mg três ou quatro vezes por dia.


Injetável:
Adultos:
1. No broncospasmo grave e no estado de mal-asmático:
Via subcutânea: - 500 microgramas (8 microgramas/kg de peso); repetir de 4 em 4 horas, conforme necessário.

Via Intramuscular: - 500 microgramas (8 microgramas/kg de peso); repetir de 4 em 4 horas, conforme necessário.

Via Intravenosa: - 250 microgramas (4 microgramas/kg de peso) injetado lentamente.
Se necessário, a dose pode ser repetida.
Administração
• Via inalatória
Salbutamol pode ser utilizado com dispositivos como as camâras expansoras Vortex ou Aerochamber Plus pelas crianças e os doentes que têm dificuldade em sincronizar a actuação do aerossol com a inspiração. Para obter instruções sobre a utilização dos dispositivos Vortex ou Aerochamber Plus, por favor consulte as informações dos folhetos informativos dos dispositivos.

• Via oral: Os comprimidos devem ser administrados inteiros, por via oral.
O salbutamol tem, na maioria dos doentes, uma duração de ação de 4 a 6 horas.
Os comprimidos não devem ser mastigados ou esmagados.

• Injetável:
O conteúdo das ampolas de para perfusão I.V. não deve ser injetado sem ser diluído. A concentração deve ser reduzida 50% antes da administração.
As soluções injetáveis de Salbutamol não devem ser administradas na mesma seringa ou perfusão com qualquer outro medicamento.
Contraindicações
Via inalatória e via oral: Hipersensibilidade ao Salbutamol.

Injetável:
Hipersensibilidade à substância ativa.

Embora as soluções injetáveis de salbutamol sejam usadas no controlo do parto prematuro não complicado por situações tais como placenta prévia, anteparto hemorrágico ou toxemia da gravidez, as apresentações de salbutamol não devem ser usadas na ameaça de aborto.

Está contraindicado nas seguintes condições:
- Qualquer condição a uma idade gestacional < 22 semanas.

- Como agente tocolítico em doentes com doença cardíaca isquémica pré-existente ou doentes com fatores de risco significativos para doença cardíaca isquémica.

- Ameaça de aborto durante o 1º e 2º trimestres

- Qualquer condição da mãe ou do feto na qual o prolongamento da gravidez seja perigoso, por exemplo, toxemia grave, infeção intrauterina, hemorragia vaginal resultante de placenta prévia, eclâmpsia ou pré-eclâmpsia grave, descolamento da placenta ou compressão do cordão umbilical.

- Morte fetal intrauterina, malformação congénica letal ou malformação
cromossómica letal conhecidas.

Está também contraindicado em qualquer condição médica pré-existente na qual um beta-mimético terá um efeito indesejável, por exemplo hipertensão pulmonar e cardiopatias tais como cardiomiopatia obstrutiva hipertrófica ou qualquer tipo de obstrução do escoamento do ventrículo esquerdo, por exemplo estenose aórtica.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Pare de usar Salbutamol e contacte o seu médico imediatamente se desenvolver uma das seguintes características:
• reação alérgica sintomas como
• inchaço da face, da língua ou da garganta
• dificuldades em engolir
• sinais que parecem picadas de urtigas
• dificuldades respiratórias
• dor no peito ver abaixo em “Frequência desconhecida”
• a respiração agravar-se imediatamente após tomar Salbutamol Sandoz, embora Salbutamol reduza os sintomas. Isto pode significar que a sua doença se está a agravar e que necessita de outro tratamento é urgente.

Os efeitos secundários podem ocorrer com as seguintes frequências:

Frequentes, ocorrem em 1 a 10 por 100 utilizadores:
Tremores.
Aumento da frequência cardíaca.
Dores de cabeça.
Cãibras musculares.

Pouco frequentes, ocorrem em 1 a 10 por 1000 utilizadores:
Frequência cardíaca rápida.
Irritação na boca e garganta.
Raros, ocorrem em 1 a 10 por 10.000 utilizadores:
Reduzido nível de potássio no sangue.
Afrontamentos.

Muito raros, ocorrem em menos de 1 por 10.000 utilizadores:
Reações alérgicas.
Desmaios.
Colapso.
Aumento actividade.
Excitabilidade aumentada.
Alucinações.
Distúrbios do sono.
Irregularidade do ritmo cardíaco.
Dor no peito.
Erupção cutânea pruriginosa.
Agravamento da respiração imediatamente após tomar o seu inalador.

Frequência desconhecida
Embora não se saiba exactamente quantas vezes isso acontece, algumas pessoas podem ocasionalmente sentir dor no peito (devido a problemas cardíacos tais como angina). Informe o seu médico se desenvolver esses sintomas ao mesmo tempo que receber tratamento com Salbutamol, mas não pare de usar este medicamento a menos que lhe tenha sido indicado.
Advertências
Gravidez
Gravidez:Usado por inalação reduz-se a exposição fetal; se ocorre agravamento, associar um corticóide inalado. Usa-se no parto prematuro. Ausência de risco fetal, demonstrada em experimentação animal ou em estudos humanos. Trimestre: 3º
Aleitamento
Aleitamento:Presente no leite; recomenda-se controlar o lactente; seguro nas doses usuais – a quantidade presente no leite após inalação é provavelmente muito pequena para ser perigosa.
Dopping
Dopping:Beta-2 Agonistas. Exepto: quando administrado por via inalatória (máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas. A presença de salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL faz presumir que não se trata de um uso terapêutico da substância e será considerada como um resultado analítico positivo a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados. Diuréticos e Agentes Mascarantes. O uso Em Competição e Fora de Competição, conforme aplicável, de qualquer quantidade das seguintes substâncias sujeitas a um valor limite de deteção: formoterol, salbutamol, catina, efedrina, metilefedrina e pseudoefedrina, associado com um diurético ou outro agente mascarante, requer a obtenção de uma Autorização de Utilização Terapêutica especificamente para essa substância, para além da obtida para o diurético ou outro agente mascarante.
Conducao
Conducao:As reações individuais, especialmente com doses mais elevadas, podem ser tais que venham a afetar a capacidade dos doentes para conduzir, particularmente no início do tratamento e em conjunto com álcool.
Precauções Gerais
O controlo da asma deve seguir um programa em várias etapas e a resposta do doente à terapêutica deve ser monitorizada clinicamente e por testes da função pulmonar.

O aumento da frequência de utilização de agonistas ß2 de curta duração de acção inalados para controlar o alívio dos sintomas indica uma deterioração do controlo da asma.

Nestas condições, o plano terapêutico do doente deve ser revisto.


Os broncodilatadores não devem ser o único ou principal tratamento em doentes com asma moderada a grave ou asma instável.


Nos seguintes casos Salbutamol só deve ser usado com cautela e se estritamente indicados:
- Graves perturbações cardíacas, em especial enfarte do miocárdio recente
- Doença cardíaca coronária, cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva e taquiarritmia
- Hipertensão arterial severa e sem tratamento
- Aneurisma
Diabetes que é difícil de controlar
- Feocromocitoma
- Hipertiroidismo descontrolado
- Hipocaliémia sem tratamento.


Podem ocorrer efeitos cardiovasculares com medicamentos simpaticomiméticos incluindo o Salbutamol.


Existe evidência através de dados de pós-comercialização e da literatura de ocorrência de isquémia do miocárdio associada aos beta agonistas.


Doentes que sofram de doença coronária grave (i.e. doença coronária isquémica, arritmia ou insuficiência coronária grave) e que estejam em tratamento com salbutamol, devem ser advertidos a procurar assistência médica em caso de dor no peito ou outros sintomas de agravamento da doença coronária.


Deve ser dada atenção à avaliação de sintomas como dispneia e dor no peito, uma vez que podem ser de origem cardíaca ou respiratória.


A hipocaliemia pode ser aumentada em casos de tratamento concomitante com derivados da xantina, esteróides ou diuréticos e, em hipóxia.

Os níveis séricos de potássio devem ser monitorizados em doentes de risco, especialmente no tratamento da asma aguda grave com altas doses de Salbutamol Sandoz.


Ao iniciar o tratamento com Salbutamol em diabéticos, é recomendado extra controlo dos níveis glicémicos, já que os agonistas beta2 aumentam o risco de hiperglicemia.


Beta-bloqueadores adrenoreceptores não-seletivos podem inibir completamente o efeito de salbutamol.

Em doentes com asma a administração de medicamentos bloqueadores dos receptores-β está associada a um risco de grave broncoconstrição.


Portanto, Salbutamol e medicamentos bloqueadores de β-receptores não selectivos não devem ser normalmente prescritos em conjunto.


A deterioração súbita e progressiva do controlo da asma constitui potencial risco de vida.

Se o efeito de Salbutamol se tornar menos eficaz, o doente deve ser avisado a procurar aconselhamento médico, já que a repetição das inalações não deve atrasar o início de outras terapêuticas importantes.

O tratamento com o aumento de doses de corticóides deve ser considerado.

Tal como acontece com outras terapias por inalação, pode ocorrer broncospasmo paradoxal com aumento imediato sibilos após administração.

Caso isso ocorra, a preparação deve ser imediatamente interrompido e substituído por um tratamento alternativo.
Cuidados com a Dieta
Não interfere com alimentos e bebidas.
Terapêutica Interrompida
Tome uma dose assim que se lembrar.

Não tome uma dose a dobrar para compensar a dose que se esqueceu de tomar.

Seguidamente, prossiga como recomendado pelo médico.
Cuidados no Armazenamento
Manter fora do alcance e da vista das crianças.

Não conservar acima de 30ºC.

Não refrigerar.

Proteger da luz.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina humana (isofânica) + Salbutamol

Observações: Sabe-se que um número de medicamentos interfere com o metabolismo da glucose, por isso, deve consultar o médico quando utilizar outros medicamentos para além da insulina humana. Por conseguinte, o médico tem que ter em consideração possíveis interações e deve perguntar sempre aos seus doentes sobre quaisquer outros medicamentos que estes tomem.
Interações: As necessidades de insulina podem aumentar com a administração de fármacos com atividade hiperglicemiante, tais como glucocorticoides, hormona da tiroide, hormona de crescimento, danazol, estimulantes beta-2, simpaticomiméticos (tais como, ritodrina, salbutamol, terbutalina), tiazidas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glipizida + Salbutamol

Observações: N.D.
Interações: Os compostos mencionados a seguir podem originar hiperglicemia: Simpaticomiméticos (ex: ritodrina, salbutamol, terbutalina): Aumento da glicemia por estimulação do adrenoreceptor beta-2.

Gliclazida + Salbutamol

Observações: N.D.
Interações: Os seguintes medicamentos podem provocar um aumento da glicémia: Associações que requerem precauções durante a utilização: Ritodrina, salbutamol, terbutalina (via I.V.): Aumento dos níveis da glicémia devido aos efeitos dos agonistas beta-2. Reforçar a importância do controlo glicémico. Se necessário, substituir por insulina.

Atomoxetina + Salbutamol

Observações: N.D.
Interações: Salbutamol (ou outros agonistas beta2): A atomoxetina deve ser administrada com precaução a doentes a serem tratados com doses elevadas de salbutamol (ou outros agonistas beta2) por nebulização ou por administração sistémica (oral ou intravenosa) dado que a ação do salbutamol no sistema cardiovascular pode ser potenciada. Foram encontrados dados contraditórios relativamente a esta interação. Quando administrado por via sistémica, o salbutamol (600 mg I.V. durante 2 horas) em combinação com atomoxetina (60 mg duas vezes ao dia durante 5 dias) induziu aumentos de frequência cardíaca e da pressão arterial. Este efeito foi muito acentuado após a adminstração concomitante inicial de salbutamol e atomoxetina mas voltou ao valor inicial normal no final de 8 horas. No entanto, num estudo separado, em doentes asiáticos saudáveis que eram metabolizadores extensivos de atomoxetina, os efeitos na pressão arterial e ritmo cardíaco da dose padrão de salbutamol inalado (200 mg) não aumentaram com a administração concomitante num prazo curto, de atomoxetina (80 mg uma vez por dia durante 5 dias). Após múltiplas inalações de salbutamol (800 mg), a frequência cardíaca foi semelhante na presença ou na ausência de atomoxetina. Deve ter-se em atenção a monitorização do ritmo cardíaco e da pressão arterial. Os ajustes de doses podem ser justificados quer para atomoxetina quer para o salbutamol (ou outros agonistas beta2) no caso de aumentos significativos do ritmo cardíaco e da pressão arterial durante a administração concomitante destes fármacos. Deve ter-se em atenção a monitorização da pressão arterial e, no caso de se verificarem alterações significativas, pode justificar-se a reavaliação do tratamento com atomoxetina ou com medicamentos antihipertensores, Agentes tensores ou medicamentos que aumentam a pressão arterial: Devido a um possível aumento na pressão arterial, a atomoxetina deve ser usada com precaução com agentes tensores ou medicamentos que podem aumentar a pressão arterial (tais como o salbutamol). Deve ter-se em atenção a monitorização da pressão arterial e, no caso de se verificarem alterações significativas, pode justificar-se a reavaliação do tratamento com atomoxetina ou com agentes tensores.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina humana + Insulina isofânica + Salbutamol

Observações: Algumas substâncias afetam o metabolismo da glucose e podem requerer um ajuste da dose da insulina humana.
Interações: As substâncias que podem reduzir o efeito de redução da glicemia incluem corticosteroides, danazol, diazóxido, diuréticos, glucagon, isoniazida, estrogénios e progestogénios (p.ex: contracetivos orais), derivados das fenotiazinas, somatrofina, medicamentos simpaticomiméticos (p. ex. epinefrina [adrenalina], salbutamol e terbutalina), hormonas tiroideias, e medicamentos inibidores da protease e antipsicóticos atípicos (tal como Olanzapina e clozapina).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina lispro (protamina) + Salbutamol

Observações: O médico deve ser informado da utilização de outros medicamentos em simultâneo com a Insulina lispro (protamina).
Interações: As necessidades de insulina podem aumentar com a administração de medicamentos com actividade hiperglicemiante, tais como, contracetivos orais, corticosteróides ou terapêutica de substituição da hormona da tiróide, danazol, estimulantes beta - 2 (tais como ritodrina, salbutamol, terbutalina).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metilprednisolona + Salbutamol

Observações: N.D.
Interações: Agentes simpaticomiméticos, como o salbutamol, podem aumentar a eficácia e aumentar potencialmente a toxicidade por resposta aumentada aos agentes simpáticos, quando usados em simultâneo com a metilprednisolona.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Pirbuterol + Salbutamol

Observações: N.D.
Interações: Inibidores da catecol-O-metiltransferase (COMT) (por exemplo, entacapone), linezolid, um IMAO (por exemplo, fenelzina), broncodilatadores simpaticomiméticos de curta duração (por exemplo, albuterol), estimulantes (por exemplo, anfetamina), simpaticomiméticos (pseudoefedrina) ou antidepressivos tricíclicos (por exemplo, amitriptilina) porque podem aumentar o risco de efeitos secundários do pirbuterol
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Salbutamol

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem ser REDUZIDAS com administração concomitante dos seguintes fármacos: antiácidos, alguns laxantes expansores do volume, caolino-pectina, acarbose, neomicina, penicilamina, rifampicina, alguns citostáticos, metoclopramida, sulfasalazina, adrenalina, salbutamol, colestiramina e fenitoína.

Salbutamol + Propranolol

Observações: N.D.
Interações: O salbutamol e fármacos beta-bloqueantes não seletivos, tais como o propranolol, não devem geralmente ser prescritos em concomitância.

Salbutamol + Bloqueadores Beta não selectivos

Observações: N.D.
Interações: O salbutamol e fármacos beta-bloqueantes não seletivos, tais como o propranolol, não devem geralmente ser prescritos em concomitância.

Salbutamol + Glicosídeos cardiotónicos (cardíacos)

Observações: N.D.
Interações: Também se aconselha precaução em doentes que usam glicosídeos cardíacos.

Salbutamol + Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO)

Observações: N.D.
Interações: Apesar de não estar contraindicado em doentes em tratamento com inibidores da monoaminoxidase (IMAOs) e antidepressivos tricíclicos, o salbutamol deve ser administrado com precaução a esses doentes, pois pode haver o risco de efeitos adversos cardiovasculares.

Salbutamol + Antidepressores (Tricíclicos)

Observações: N.D.
Interações: Apesar de não estar contraindicado em doentes em tratamento com inibidores da monoaminoxidase (IMAOs) e antidepressivos tricíclicos, o salbutamol deve ser administrado com precaução a esses doentes, pois pode haver o risco de efeitos adversos cardiovasculares.

Salbutamol + Anestésicos halogenados

Observações: N.D.
Interações: Os doentes devem ser informados no sentido de interromperem o tratamento com salbutamol, sempre que possível, pelo menos 6 horas antes de uma anestesia já prevista com anestésicos halogenados.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina lispro (solúvel + protamina) + Salbutamol

Observações: O médico deve ser informado da utilização de outros medicamentos em simultâneo com a Insulina lispro (solúvel + protamina).
Interações: As necessidades de insulina podem aumentar com a administração de medicamentos com actividade hiperglicemiante, tais como, contracetivos orais, corticosteróides ou terapêutica de substituição da hormona da tiróide, danazol, estimulantes beta - 2 (tais como ritodrina, salbutamol, terbutalina).

Tansulosina + Salbutamol

Observações: N.D.
Interações: Não foi observada interacção da tansulosina com amitriptilina, salbutamol, glibenclamida ou finasterida durante estudos in vitro com fracções hepáticas microssomais (representando o sistema enzimático metabolizador de fármacos associados ao citocromo P-450).

Etoricoxib + Salbutamol

Observações: Com base em estudos in vitro, não é de se esperar que o etoricoxib iniba os citocromos P450 (CYP) 1A2, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 ou 3A4. Num estudo com indivíduos saudáveis, a administração diária de etoricoxib 120 mg não alterou a atividade hepática da CYP3A4, conforme avaliado pelo teste respiratório da eritromicina. A via principal do metabolismo do etoricoxib depende das enzimas CYP. A CYP3A4 parece contribuir para o metabolismo do etoricoxib in vivo. Estudos in vitro indicam que a CYP2D6, CYP2C9, CYP1A2 e CYP2C19 também conseguem catalisar a via metabólica principal, mas os seus papéis quantitativos não foram estudados in vivo.
Interações: Dado que o conhecimento dos efeitos das múltiplas sulfotransferases é atualmente limitado e estão ainda a ser examinadas as consequências clínicas para muitas substâncias ativas, pode ser prudente ter-se cuidado ao administrar-se etoricoxib concomitantemente com outras substâncias ativas primariamente metabolizadas pelas sulfotransferases humanas (por ex., salbutamol e minoxidil orais).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina lispro (solúvel) + Salbutamol

Observações: O médico deve ser informado da utilização de outros medicamentos em simultâneo com a Insulina lispro (solúvel).
Interações: As necessidades de insulina podem aumentar com a administração de medicamentos com actividade hiperglicemiante, tais como, contracetivos orais, corticosteróides ou terapêutica de substituição da hormona da tiróide, danazol, estimulantes beta - 2 (tais como ritodrina, salbutamol, terbutalina).

Furazolidona + Salbutamol

Observações: N.D.
Interações: A utilização de furazolidona com qualquer um dos seguintes medicamentos não é geralmente recomendada, mas pode ser necessária em alguns casos. - Salbutamol (albuterol) - Altretamina - Anfetamina - Formoterol (Arformoterol) - Abacate - Bambuterol - Laranja amarga - Clenbuterol - Difenoxina - Difenoxilato - Dolasetrona - Droperidol - Efedrina - Etcorvinol - Fenoterol - Fentanilo - Formoterol - Frovatriptano - Granisetron - Guaraná - Hexoprenalina - Hidrocodona - Hidromorfona - Indacaterol - Iobenguano (123I) - Isoetarina - Kava - Levalbuterol - Alcaçuz - Lisdexanfetamina - Lorcaserina - Ma Huang - Meperidina - Metaproterenol - Metaraminol - Morfina - Naratriptano - Norepinefrina - Olodaterol - Oxicodona - Palonossetrom - Fenilefrina - Fenilpropanolamina - Pirbuterol - Procaterol - Reboxetina - Reproterol - Ritodrina - Salmeterol - Erva de São João (Hipericão) - Terbutalina - Tretoquinol - Tulobuterol - Tirosina - Vilanterol - Ziprasidona

Roflumilaste + Salbutamol

Observações: Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos.
Interações: Não foram observadas interações com salbutamol inalado, formoterol, budesonida, montelucaste oral, digoxina, varfarina, sildenafil e midazolam.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina glargina + Salbutamol

Observações: Algumas substâncias afetam o metabolismo da glucose, o que pode implicar a necessidade de ajuste de dose da insulina glargina.
Interações: As substâncias que podem diminuir o efeito de redução da glicemia incluem corticosteroides, danazol, diazóxido, diuréticos, glucagon, isoniazida, estrogénios e progestagénios, derivados das fenotiazinas, somatropina, medicamentos simpaticomiméticos (p.ex.epinefrina [adrenalina], salbutamol, terbutalina), hormonas tiroideias, medicamentos antipsicóticos atípicos por ex. clozapina e olanzapina) e inibidores da protease.

Beta-histina + Salbutamol

Observações: N.D.
Interações: Não existem casos comprovados de interações perigosas. Foi notificado um caso de uma interacção com etanol e um composto que continha pirimetamina e dapsona e de outro caso de potenciação da beta-histina com salbutamol.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina glargina + Lixisenatido + Salbutamol

Observações: Não foram realizados estudos de interação com Insulina glargina + Lixisenatido. A informação fornecida a seguir baseia-se em estudos com os componentes individuais. Algumas substâncias afetam o metabolismo da glicose e podem exigir o ajuste posológico de Insulina glargina + Lixisenatido
Interações: As substâncias que podem diminuir o efeito de redução da glicemia incluem corticosteroides, danazol, diazóxido, diuréticos, glucagon, isoniazida, estrogénios e progestagénios, derivados das fenotiazinas, somatropina, medicamentos simpaticomiméticos (p. ex., epinefrina [adrenalina], salbutamol e terbutalina), hormonas tiroideias, medicamentos antipsicóticos atípicos (p. ex., clozapina e olanzapina) e inibidores da protease.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tolazamida + Salbutamol

Observações: N.D.
Interações: Os bloqueadores dos canais de cálcio (por exemplo, diltiazem), corticosteróides (por exemplo, prednisona), descongestionantes (por exemplo, pseudoefedrina), diazóxido, diuréticos (por exemplo, furosemida, hidroclorotiazida), estrogénios, contraceptivos hormonais (por exemplo, comprimidos anticoncepcionais), isoniazida, niacina, Fenotiazinas (por exemplo, prometazina), fenitoína, rifamicinas (por exemplo, rifampicina), simpaticomiméticos (por exemplo, albuterol, epinefrina, terbutalina) ou suplementos de tireóide (por exemplo, levotiroxina), porque podem diminuir a eficácia da tolazamida, resultando em níveis elevados de açúcar no sangue.

Dutasterida + Tansulosina + Salbutamol

Observações: Não foram realizados estudos de interação fármaco-fármaco com Dutasterida / Tansulosina.
Interações: TANSULOSINA: A administração concomitante do cloridrato de tansulosina com fármacos que possam reduzir a pressão arterial, incluindo anestésicos, inibidores PDE5 e outros bloqueadores adrenérgicos alfa-1, poderá levar à potenciação dos efeitos hipotensores. Dutasterida-tansulosina não deverá ser utilizada em associação com outros bloqueadores adrenérgicos alfa-1. A administração concomitante de cloridrato de tansulosina e cetoconazol (um inibidor forte do CYP3A4) resultou num aumento da Cmáx e AUC do cloridrato de tansulosina num fator de 2,2 e 2,8 respetivamente. A administração concomitante de cloridrato de tansulosina e paroxetina (um inibidor forte do CYP2D6) resultou num aumento da Cmáx e AUC do cloridrato de tansulosina num fator de 1,3 e 1,6 respetivamente. Quando administrado concomitantemente com um inibidor forte do CYP3A4, é esperado um aumento semelhante na exposição dos metabolizadores fracos do CYP2D6 quando comparados com os metabolisadores extensos. Os efeitos da administração concomitante de inibidores do CYP3A4 e CYP2D6 com cloridrato de tansulosina não foram avaliados clinicamente, contudo existe um potencial para aumento significativo da exposição à tansulosina. A administração concomitante de cloridrato de tansulosina (0,4 mg) e cimetidina (400 mg de seis em seis horas durante seis dias) resultou na diminuição da depuração (26%) e no aumento na AUC (44%) do cloridrato de tansulosina. Deverá ser tida precaução na utilização de dutasterida-tansulosina em associação com cimetidina. Não foi realizado um estudo de interação de fármacos entre o cloridrato de tansulosina e a varfarina. Os resultados de estudos limitados in vitro e in vivo são inconclusivos. Deverá ser tida precaução na administração concomitante de varfarina e cloridrato de tansulosina. Não foram observadas interações quando o cloridrato de tansulosina foi administrado concomitantemente com atenolol, enalapril, nifedipina ou teofilina. A administração concomitante de furosemida origina a diminuição dos níveis plasmáticos da tansulosina, no entanto não são necessários ajustes posológicos uma vez que os níveis permanecem dentro do intervalo normal. In vitro, nem o diazepam ou propanolol, triclorometiazida, clormadinona, amitriptilina, diclofenac, glibenclamida e sinvastatina alteram a fração livre da tansulosina no plasma humano. A tansulosina também não altera as frações livres de diazepam, propanolol, triclormetiazida e clormadinona. Não foram observadas interações ao nível do metabolismo hepático durante os estudos in vitro com frações microssomais de fígado (representativas do sistema metabolizador enzimático de fármacos associado ao citocromo P450), envolvendo amitriptilina, salbutamol e glibenclamida. No entanto, o diclofenac pode aumentar a taxa de eliminação da tansulosina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Insulina glulisina + Salbutamol

Observações: Não foram realizados estudos sobre interações farmacocinéticas. Baseado num conhecimento empírico de medicamentos semelhantes, as interações farmacocinéticas clinicamente relevantes são improváveis. Um número variado de substâncias afetam o metabolismo da glucose e pode haver necessidade de um ajuste da posologia da insulina glulisina e em particular de uma monitorização apertada.
Interações: Entre as substâncias que podem reduzir o efeito hipoglicemiante incluem-se os corticosteroides, danazol, diazóxido, diuréticos, glucagon, isoniazida, derivados das fenotiazinas, somatropina, medicamentos simpaticomiméticos (p.ex., epinefrina [adrenalina], salbutamol, terbutalina), hormonas da tiroide, estrogénios, progesteronas (p.ex., na pílula contracetiva), inibidores das proteases e fármacos antipsicóticos atípicos (p.ex., olanzapina e clozapina).
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

A administração de fármacos durante a gravidez deve ser apenas considerada se o
benefício esperado para a mãe for maior que qualquer possível risco para o feto.

Não é recomendada a administração de Salbutamol durante o período de lactação a menos que o benefício esperado ultrapasse qualquer risco potencial.

As reações individuais, especialmente com doses mais elevadas, podem ser tais que venham a afetar a capacidade dos doentes para conduzir ou utilizar máquinas, particularmente no início do tratamento e em conjunto com álcool.

Os possíveis efeitos secundários do salbutamol como, por exemplo, cãibras musculares passageiras e tremor, podem obrigar a que se tenha precaução na utilização de máquinas.

Dopping:
Beta-2 Agonistas. Exepto: quando administrado por via inalatória (máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas. A presença de salbutamol na urina numa concentração superior a 1000 ng/mL faz presumir que não se trata de um uso terapêutico da substância e será considerada como um resultado analítico positivo a não ser que o praticante desportivo prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que o resultado anormal foi a consequência de uma utilização terapêutica administrada por via inalatória dentro dos limites máximos acima indicados.

Diuréticos e Agentes Mascarantes. O uso Em Competição e Fora de Competição, conforme aplicável, de qualquer quantidade das seguintes substâncias sujeitas a um valor limite de deteção: formoterol, salbutamol, catina, efedrina, metilefedrina e pseudoefedrina, associado com um diurético ou outro agente mascarante, requer a obtenção de uma Autorização de Utilização Terapêutica especificamente para essa substância, para além da obtida para o diurético ou outro agente mascarante.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017