Rotigotina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Condução DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica)
O que é
A rotigotina é um agonista da dopamina não-ergolina indicado para o tratamento da doença de Parkinson (PD) e da síndrome das pernas inquietas (RLS), na Europa e nos Estados Unidos.

É formulado como um adesivo transdérmico, uma vez ao dia, que proporciona um fornecimento lento e constante do medicamento ao longo de 24 horas.

Tal como outros agonistas de dopamina, a rotigotina foi demonstrado possuir efeitos antidepressivos e pode ser útil no tratamento da depressão bem.
Usos comuns
Rotigotina é utilizado no tratamento de sinais e sintomas da Síndrome das Pernas Inquietas (SPI) em adultos, uma condição que se caracteriza pela necessidade irresistível de movimentar as pernas
Tipo
pequena molécula
História
A rotigotina foi desenvolvido por Aderis Farmacêutica. Em 1998, Aderis licenciado desenvolvimento mundial e direitos de comercialização para rotigotine à empresa farmacêutica alemã Schwarz Pharma (hoje uma subsidiária da empresa belga UCB SA).

A droga foi aprovada pela EMA para uso na Europa em 2006 e está hoje a ser vendido em vários países europeus. Em 2007, o remendo Neupro foi aprovado pela Food and Drug Administration (FDA) como o primeiro tratamento transdérmico da Doença de Parkinson, nos Estados Unidos.

No entanto, a partir de 2008, Schwarz Pharma recordou todos os patches Neupro nos Estados Unidos e alguns na Europa por causa de problemas com o mecanismo de entrega. Rotigotine foi autorizado para o tratamento de RLS desde agosto de 2008.
Indicações
Destina-se ao tratamento sintomático da síndrome das pernas inquietas idiopática grave a moderada em adultos.
Classificação CFT
02.05.02     Dopaminomiméticos
Mecanismo De Ação
A rotigotina é um agonista da dopamina do tipo não ergolínico para o tratamento de sinais e sintomas da doença de Parkinson e Síndrome das Pernas Inquietas.

Julga-se que a rotigotina desencadeia o seu efeito benéfico na doença de Parkinson através da ativação dos recetores D3, D2 e D1 do putamen-núcleo caudado no cérebro.


O mecanismo de ação preciso da rotigotina na Síndrome das Pernas Inquietas é desconhecido.

Pensa-se que a rotigotina pode exercer a sua atividade principalmente via recetores da dopamina
Posologia Orientativa
As recomendações de dose são feitas em dose individual.

Deve iniciar uma dose diária única de 1mg/24h.

Dependendo da resposta individual do doente, a dose pode aumentar em incrementos semanais de 1mg/24 h até à dose máxima de 3 mg/24 h.

A necessidade de manutenção do tratamento deve ser reavaliada de 6 em 6 meses
Administração
É aplicado uma vez ao dia, devendo ser aplicado aproximadamente à mesma hora todos os dias.


O sistema transdérmico deve ser aplicado em pele limpa, seca, intacta e saudável na zona do abdómen, coxa, anca, flanco, ombro ou braço.

O sistema transdérmico permanece na pele durante 24 horas.

Deve evitar a reaplicação no mesmo local num prazo de 14 dias.


Não deve ser colocado em pele vermelha, irritada ou lesada.


No caso do doente se esquecer de aplicar o sistema transdérmico na hora habitual do dia ou se o sistema se descolar, deve aplicar um novo sistema transdérmico durante o resto do dia.
Contraindicações
Hipersensibilidade à Rotigotina.

Imagiologia por ressonância magnética ou cardioversão.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Pode ter náuseas (enjoos) e vómitos no início do tratamento. Estes efeitos são geralmente de intensidade ligeira ou moderada e duram pouco tempo.

Problemas na pele provocados pelo sistema transdérmico
O sistema pode provocar reações cutâneas, como vermelhidão e comichão. Estas são normalmente ligeiras ou moderadas e afetam apenas a zona da pele na qual o sistema foi aplicado. As reações desaparecem normalmente algumashoras depois da remoção do sistema.
Fale com o seu médico se tiver uma reação cutânea que dure mais do que alguns dias, se uma reação se tornar grave ou se a reação cutânea alastrar para fora da zona coberta pelo sistema.

Poderá ter os seguintes efeitos secundários:
Incapacidade de resistir ao impulso, desejo ou tentação de realizar ações que podem ser prejudiciais para si ou para outras pessoas, que podem incluir:
• impulso intenso para jogar excessivamente jogos de azar, apesar das consequências graves pessoais ou familiares que isso pode ter;
• interesse sexual alterado ou aumentado e comportamentos significativamente preocupantes para si ou para outros, como por exemplo, um aumento do desejo sexual;
• fazer descontroladamente compras ou gastos excessivos;
• abuso da comida (comer grandes quantidades de comida num período curto de tempo) ou comer compulsivamente (comer mais comida que o normal e mais do que é necessário para saciar a fome).

Poderá ter inchaço da face, da língua e/ou dos lábios. Se desenvolver estes sintomas, fale com o seu médico.

Se está a utilizar Rotigotina para o tratamento da Síndrome das Pernas Inquietas podem ocorrer os seguintes efeitos secundários:

Efeitos secundários muito frequentes: podem afetar mais de 1 em 10 pessoas
• enjoos (náuseas)
• irritações cutâneas por baixo do sistema, tais como vermelhidão e comichão
• fraqueza (fadiga)
• dor de cabeça

Efeitos secundários frequentes: podem afetar até 1 em 10 pessoas
• vómitos, azia
• irritabilidade
• reação alérgica
• sonolência, adormecer de repente sem aviso, dificuldade em adormecer, perturbações do sono, sonhos invulgares
• aumento do desejo sexual
• comichão
• aumento da pressão arterial
• incapacidade para resistir ao impulso de realizar uma ação que seja arriscada, envolvendo jogo excessivo, ações repetidassem sentido e compras compulsivas
• tumefacção (inchaço) das pernas e pés
• níveis aumentados de creatina fosfoquinase (CPK) no sangue em doentes Japoneses (CPK é um enzima que se encontra principalmente nos músculos esqueléticos), não há informação disponível para outras populações

Efeitos secundários pouco frequentes: podem afetar até 1 em 100 pessoas
• tonturas ao levantar devidas à queda da tensão arterial
• desorientação
• agitação

Efeitos secundários raros: podem afetar até 1 em 1.000 pessoas
• comportamento agressivo/agressividade
• abuso da comida e comer compulsivamente
• alucinações
• delirium (diminuição da consciência, confusão, perda de contacto com a realidade)

Desconhecido: não pode ser calculado a partir dos dados disponíveis
• uso excessivo de Rotigotina (ansiedade de doses elevadas de fármacos dopaminérgicos superiores às necessárias para controlar os sintomas motores, conhecido como síndrome de desregulamentoda dopamina)
Advertências
Gravidez
Gravidez:Todos os trimestres: C - Não há estudos adequados em mulheres. Em experiências animais ocorreram alguns efeitos colaterais no feto, mas o benefício do produto pode justificar o risco potencial durante a gravidez.
Aleitamento
Aleitamento:Como a rotigotina diminui a secreção de prolactina no ser humano, prevê-se que ocorra a inibição do aleitamento. A amamentação deverá ser interrompida.
Conducao
Conducao:A rotigotina pode ter efeitos consideráveis sobre a capacidade de conduzir.
Precauções Gerais
Hipotensão ortostática
Sabe-se que os agonistas da dopamina comprometem a regulação sistémica da pressão arterial, resultando em hipotensão postural/ortostática.

Estes acontecimentos também têm sido observados durante o tratamento com rotigotina mas a incidência foi similar à observada em doentes tratados com placebo.


Recomenda-se a monitorização da pressão arterial, especialmente no início do tratamento, devido ao risco generalizado de hipotensão ortostática associada à terapêutica dopaminérgica.


Síncope
Tem sido observada síncope em ensaios clínicos com rotigotina mas numa taxa que foi similar à observada em doentes tratados com placebo.



Ataque súbito de sono e sonolência
A rotigotina tem sido associada a sonolência e a episódios de ataque súbito de sono.

Foi observado ataque súbito de sono durante as atividades diárias, nalguns casos sem a consciência de quaisquer sinais de aviso.

Os médicos devem reavaliar os doentes continuamente quanto a sonolência, visto os doentes poderem não a reconhecer até serem questionados diretamente.

Devem ser cuidadosamente considerados a redução da dose ou o fim da terapêutica.



Perturbações do controlo dos impulsos
Os doentes devem ser vigiados com regularidade quanto ao desenvolvimento de perturbações do controlo dos impulsos.

Os doentes e os seus cuidadores devem ser avisados que, em doentes tratados com agonistas da dopamina, incluindo a rotigotina, poderão ocorrer sintomas comportamentais de perturbações do controlo dos impulsos, incluindo jogo patológico, aumento da líbido, hiperssexualidade, gastos ou compras compulsivos, abuso da comida e comer compulsivamente.


Se estes sintomas se desenvolverem, deverá ser ponderada a redução da dose ou a descontinuação gradual.



Síndrome neuroléptica maligna
Foram observados sintomas sugestivos de síndrome neuroléptica maligna com a suspensão abrupta da terapêutica dopaminérgica.

Desta forma, é recomendadoreduzir gradualmente o tratamento.


Pensamentos e comportamentos anormais
Foram observados pensamentos e comportamentos anormais e podem consistir numa variedade de manifestações incluindo ideação paranoide, ilusões, alucinações, confusão, comportamento tipo psicótico, desorientação, comportamento agressivo, agitação e delírio.


Complicações fibróticas
Foram observados casos de fibrose retroperitoneal, infiltrados pulmonares, derrame pleural, espessamento pleural, pericardite e valvulopatia cardíaca em alguns doentes tratados com agentes dopaminérgicos derivados de ergotamina.

Embora estas complicações possam desaparecer quando o fármaco é suspenso, a recuperação completa nem sempre ocorre.

Apesar de se julgar que estas reações adversas estejam relacionadas com a estrutura de ergolina destes compostos, desconhece-se se outros agonistas da dopamina não derivados de ergotamina as podem provocar.



Neurolépticos
Os neurolépticos utilizados como antieméticos não devem ser administrados a doentes que estejam a tomar agonistas de dopamina.


Monitorização oftalmológica
É recomendada a monitorização oftalmológica em intervalos regulares ou se ocorrerem anomalias da visão.


Aplicação de calor
O calor externo (luz solar excessiva, almofadas de aquecimento e outras fontes de calor tais como sauna ou banho quente) não deve ser aplicado à zona do sistema.



Reações no local de aplicação
Podem ocorrer reações cutâneas no local de aplicação, que são habitualmente de intensidade ligeira ou moderada.

Recomenda-se que o local de aplicação seja alterado diariamente (p. ex. do lado direito para o lado esquerdo e da parte superior do corpo para a parte inferior do corpo).

Não se deve utilizar o mesmo local no espaço de 14 dias.

No caso de ocorrerem reações no local de aplicação que durem mais do que alguns dias ou que sejam persistentes, se houver um aumento na gravidade ou se a reação cutânea alastrar para fora do local de aplicação, deve ser realizadauma avaliação da relação risco/benefício para cada doente.

No caso de existir uma erupção ou irritação cutânea devido ao sistema transdérmico, deve evitar-se a luz solar direta sobre a zona até que a pele se restabeleça, uma vez que a exposição pode provocar alterações na cor da pele.

No caso de se observar uma reação cutânea generalizada (p. ex. erupção alérgica, incluindo erupção eritematosa, macular, papular ou prurido) associada à utilização de Rotigotina, este deve ser suspenso.


Edema periférico
Foi observado edema periférico em ensaios clínicos realizados em doentes com síndrome das pernas inquietas (SPI).


Exacerbação
Pode ocorrer exacerbação.

A exacerbação refere-se a um desencadear precoce dos sintomas à noite (ou até mesmo à tarde), a um incremento da gravidade dos sintomas e a uma propagação dos sintomas envolvendo outras partes do corpo.

Baseado em dois estudos de seguimento abertos, com um ano de duração, os sintomas que refletem uma exacerbação clinicamente relevante e não relevante podem ter um valor tão elevado quanto 9,4%.

Contudo, em dois estudos de 6 meses, controlados por placebo e com dupla-ocultação, foi observada uma exacerbação clinicamente relevante em 1,5% dos doentes tratados com rotigotina versus 0,5 % dos doentes tratados com placebo.

Em dois estudos de seguimento abertos, durante um período subsequente de 12 meses, a taxa da exacerbação clinicamente relevante foi de 2,9%.

Nenhum destes doentes descontinuou a terapêutica devido à exacerbação.

Num estudo aberto que decorreu durante 5 anos, a exacerbação ocorreu em 11,9% dos doentes tratados com doses aprovadas para a síndrome das pernas inquietas (SPI) (1-3 mg/24 h) e 5,1% dos casos foram considerados clinicamente significativos.

Neste estudo, a maioria dos episódios de exacerbação ocorreu no primeiro e segundo anos de tratamento.

Adicionalmente, neste estudo, foi também administrada uma dose mais elevada de 4 mg/24 h, que não se encontra aprovada para o tratamento da síndrome das pernas inquietas (SPI), e com a qual ocorreram taxas de exacerbação mais elevadas.
Cuidados com a Dieta
Como a rotigotina entra na circulação sanguínea através da pele, os alimentos e as bebidas não afetam a maneira como este medicamento funciona.

Deve conversar com o seu médico sobre se é seguro beber álcool durante o tratamento.
Terapêutica Interrompida
Caso se tenha esquecido de substituir o sistema à sua hora habitual, remova o sistema velho e utilize um novo logo que se lembre.

Caso se tenha esquecido de aplicar um novo sistema após ter removido o velho, utilize um novo sistema logo que se lembre.

Nas duas situações, no dia a seguir deve utilizar um sistema novo na hora habitual.

Não utilize uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de utilizar
Cuidados no Armazenamento
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.


Não conservar acima de 25ºC.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Rotigotina + Antagonistas da dopamina

Observações: N.D.
Interações: Como a rotigotina é um agonista da dopamina, presume-se que os antagonistas da dopamina, tais como os neurolépticos (p.ex. fenotiazinas, butirofenonas, tioxantenos) ou a metoclopramida, possam diminuir a eficácia de Rotigotina e a coadministração deve ser evitada.

Rotigotina + Neurolépticos

Observações: N.D.
Interações: Como a rotigotina é um agonista da dopamina, presume-se que os antagonistas da dopamina, tais como os neurolépticos (p.ex. fenotiazinas, butirofenonas, tioxantenos) ou a metoclopramida, possam diminuir a eficácia de Rotigotina e a coadministração deve ser evitada.

Rotigotina + Fenotiazidas (fenotiazinas)

Observações: N.D.
Interações: Como a rotigotina é um agonista da dopamina, presume-se que os antagonistas da dopamina, tais como os neurolépticos (p.ex. fenotiazinas, butirofenonas, tioxantenos) ou a metoclopramida, possam diminuir a eficácia de Rotigotina e a coadministração deve ser evitada.

Rotigotina + Butirofenonas

Observações: N.D.
Interações: Como a rotigotina é um agonista da dopamina, presume-se que os antagonistas da dopamina, tais como os neurolépticos (p.ex. fenotiazinas, butirofenonas, tioxantenos) ou a metoclopramida, possam diminuir a eficácia de Rotigotina e a coadministração deve ser evitada.

Rotigotina + Tioxantenos

Observações: N.D.
Interações: Como a rotigotina é um agonista da dopamina, presume-se que os antagonistas da dopamina, tais como os neurolépticos (p.ex. fenotiazinas, butirofenonas, tioxantenos) ou a metoclopramida, possam diminuir a eficácia de Rotigotina e a coadministração deve ser evitada.

Rotigotina + Metoclopramida

Observações: N.D.
Interações: Como a rotigotina é um agonista da dopamina, presume-se que os antagonistas da dopamina, tais como os neurolépticos (p.ex. fenotiazinas, butirofenonas, tioxantenos) ou a metoclopramida, possam diminuir a eficácia de Rotigotina e a coadministração deve ser evitada.

Rotigotina + Sedativos

Observações: N.D.
Interações: Devido a possíveis efeitos aditivos, recomenda-se precaução quando os doentes estiverem a tomar medicamentos sedativos ou outros depressores do SNC (sistema nervoso central) (p.ex. benzodiazepinas, antipsicóticos, antidepressivos) ou álcool em combinação com a rotigotina.

Rotigotina + Depressores do SNC

Observações: N.D.
Interações: Devido a possíveis efeitos aditivos, recomenda-se precaução quando os doentes estiverem a tomar medicamentos sedativos ou outros depressores do SNC (sistema nervoso central) (p.ex. benzodiazepinas, antipsicóticos, antidepressivos) ou álcool em combinação com a rotigotina.

Rotigotina + Benzodiazepinas

Observações: N.D.
Interações: Devido a possíveis efeitos aditivos, recomenda-se precaução quando os doentes estiverem a tomar medicamentos sedativos ou outros depressores do SNC (sistema nervoso central) (p.ex. benzodiazepinas, antipsicóticos, antidepressivos) ou álcool em combinação com a rotigotina.

Rotigotina + Antipsicóticos

Observações: N.D.
Interações: Devido a possíveis efeitos aditivos, recomenda-se precaução quando os doentes estiverem a tomar medicamentos sedativos ou outros depressores do SNC (sistema nervoso central) (p.ex. benzodiazepinas, antipsicóticos, antidepressivos) ou álcool em combinação com a rotigotina.

Rotigotina + Antidepressores

Observações: N.D.
Interações: Devido a possíveis efeitos aditivos, recomenda-se precaução quando os doentes estiverem a tomar medicamentos sedativos ou outros depressores do SNC (sistema nervoso central) (p.ex. benzodiazepinas, antipsicóticos, antidepressivos) ou álcool em combinação com a rotigotina.

Rotigotina + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Devido a possíveis efeitos aditivos, recomenda-se precaução quando os doentes estiverem a tomar medicamentos sedativos ou outros depressores do SNC (sistema nervoso central) (p.ex. benzodiazepinas, antipsicóticos, antidepressivos) ou álcool em combinação com a rotigotina.

Rotigotina + Levodopa

Observações: N.D.
Interações: A coadministração de levodopa e carbidopa com rotigotina não teve qualquer efeito na farmacocinética da rotigotina e a rotigotina não teve qualquer efeito na farmacocinética de levodopa e carbidopa.

Rotigotina + Carbidopa

Observações: N.D.
Interações: A coadministração de levodopa e carbidopa com rotigotina não teve qualquer efeito na farmacocinética da rotigotina e a rotigotina não teve qualquer efeito na farmacocinética de levodopa e carbidopa.

Rotigotina + Domperidona

Observações: N.D.
Interações: A coadministração de domperidona com rotigotina não teve efeito na farmacocinética da rotigotina.

Rotigotina + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: A coadministração de omeprazol (inibidor do CYP2C19), em doses de 40 mg/dia, não teve efeito na farmacocinética e metabolismo da rotigotina, em voluntários saudáveis.

Rotigotina + Inibidores do CYP2C19

Observações: N.D.
Interações: A coadministração de omeprazol (inibidor do CYP2C19), em doses de 40 mg/dia, não teve efeito na farmacocinética e metabolismo da rotigotina, em voluntários saudáveis.

Rotigotina + Contracetivos orais

Observações: N.D.
Interações: A coadministração de rotigotina (3 mg/24 h) não afetou a farmacodinâmica nem a farmacocinética dos contracetivos orais (0,03 mg etinilestradiol, 0,15 mg levonorgestrel).

Rotigotina + Etinilestradiol

Observações: N.D.
Interações: A coadministração de rotigotina (3 mg/24 h) não afetou a farmacodinâmica nem a farmacocinética dos contracetivos orais (0,03 mg etinilestradiol, 0,15 mg levonorgestrel).

Rotigotina + Levonorgestrel

Observações: N.D.
Interações: A coadministração de rotigotina (3 mg/24 h) não afetou a farmacodinâmica nem a farmacocinética dos contracetivos orais (0,03 mg etinilestradiol, 0,15 mg levonorgestrel).

Rotigotina + Contracetivos hormonais

Observações: N.D.
Interações: Não foram investigadas outras formas de contraceção hormonal.
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

As mulheres em idade fértil devem utilizar contraceção eficaz para evitar a gravidez durante o tratamento com rotigotina.

Rotigotina não deve ser utilizada durante a gravidez.

Como a rotigotina diminui a secreção de prolactina no ser humano, prevê-se que ocorra a inibição do aleitamento.

A amamentação deverá ser interrompida.

A rotigotina pode ter efeitos consideráveis sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas.

Os doentes que estejam a ser tratados com rotigotina e apresentem sonolência e/ou episódios de sono repentino devem ser informados para não conduzirem ou participarem em atividades em que a vigilância diminuída os possa colocar a eles próprios ou aos outros em risco de ferimentos graves ou morte (p. ex. utilizar máquinas) até que esses episódios recorrentes e a sonolência tenham desaparecido.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017