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Rosuvastatina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI com Advertência na Condução
O que é
A rosuvastatina é um agente que inibe competitivamente antilipémica hidroximetilglutaril-coenzima A (HMG-CoA) redutase.

HMG-CoA reducuase catalisa a conversão de HMG-CoA em ácido mevalónico, o passo limitante da velocidade na biossíntese do colesterol.

Rosuvastatina pertence a uma classe de medicamentos conhecidos como estatinas e é utilizada para reduzir os níveis de colesterol no plasma e prevenir doenças cardiovasculares.
Usos comuns
A rosuvastatina é utilizado em conjunto com uma dieta adequada para reduzir o colesterol e triglicéridos (gorduras) no sangue.

Rosuvastatina pode ajudar a prevenir ou retardar a problemas médicos, tais como a aterosclerose (endurecimento das artérias), que são causadas por gorduras entupimento dos vasos sanguíneos.

Ele também pode ser usado para prevenir certos tipos de coração e vasos sanguíneos problemas em doentes com factores de risco para os problemas do coração.

Rosuvastatina pertence a um grupo de medicamentos chamados inibidores da HMG-CoA redutase ou estatinas.

Funciona através do bloqueio de uma enzima que é necessária ao organismo para produzir colesterol, então isso reduz a quantidade de colesterol no sangue.

Rosuvastatina está disponível apenas com prescrição médica.
Tipo
pequena molécula
História
Foi desenvolvida por Shionogi.
Indicações
Tratamento da hipercolesterolemia
Adultos, adolescentes e crianças com idade igual ou superior a 10 anos com hipercolesterolemia primária (tipo IIa incluindo hipercolesterolemia familiar heterozigótica) ou dislipidemia mista (tipo IIb) como adjuvante da dieta sempre que a resposta à dieta e a outros tratamentos não farmacológicos (por ex. exercício físico, perda de peso) seja inadequada.

Hipercolesterolemia familiar homozigótica, como adjuvante da dieta e de outros tratamentos antidislipidémicos (por ex., aférese de LDL) ou se tais tratamentos não forem apropriados.

Prevenção de Eventos Cardiovasculares
Prevenção de eventos cardiovasculares graves em doentes nos quais se pensa existir um risco elevado de ocorrência de um primeiro evento cardiovascular, como adjuvante da correção de outros fatores de risco.
Classificação CFT

3.7 : Antidislipidémicos

Mecanismo De Ação
A rosuvastatina é um inibidor seletivo e competitivo da HMG-CoA redutase, a enzima limitante da taxa de conversão da 3-hidroxi3-metilglutaril coenzima A em mevalonato, um precursor do colesterol.

O principal local de ação da rosuvastatina é o fígado, o órgão alvo para a diminuição do colesterol.


A rosuvastatina aumenta o número de recetores hepáticos das LDL na superfície celular, aumentando a captação e o catabolismo das LDL e inibindo a síntese hepática das VLDL, reduzindo desse modo o número total de partículas de VLDL e LDL.
Posologia Orientativa
Tratamento da hipercolesterolemia
A dose inicial recomendada é de 5 ou 10 mg por via oral, uma vez por dia

Prevenção de Eventos Cardiovasculares
No estudo de redução de risco de eventos cardiovasculares, a dose utilizada foi de 20 mg por dia
Administração
Antes do início do tratamento, o doente deverá ser submetido a uma dieta padronizada para diminuição dos níveis de colesterol, que deverá continuar durante o tratamento.

A dose deverá ser individualizada de acordo com o objetivo da terapêutica e a resposta do doente, de acordo com as diretrizes de consenso atuais.

Engula cada comprimido inteiro com água.

Tome Rosuvastatina uma vez por dia.

Pode tomá-lo em qualquer hora do dia.

Tente tomar o seu comprimido sempre à mesma hora todos os dias para o ajudar a lembrar-se de o tomar.
Contraindicações
Rosuvastatina é contraindicado:
- em doentes com hipersensibilidade à rosuvastatina.

- em doentes com doença hepática ativa incluindo elevações persistentes e inexplicáveis das transaminases séricas e qualquer elevação das transaminases séricas que exceda 3 vezes o limite superior do normal (LSN).

- em doentes com insuficiência renal grave (depuração da creatinina < 30 ml/min.).

- em doentes com miopatia.

- em doentes tratados concomitantemente com ciclosporina.

- durante a gravidez e o aleitamento e em mulheres de idade fértil que não adotam medidas contracetivas apropriadas.

A dose de 40 mg é contraindicada em doentes com fatores predisponentes para miopatia/rabdomiólise.
Esses fatores incluem:
- insuficiência renal moderada (depuração da creatinina < 60 ml/min)
- hipotiroidismo
- antecedentes pessoais ou familiares de perturbações musculares hereditárias
- antecedentes pessoais de toxicidade muscular com outro inibidor da HMG-CoA redutase ou fibrato
- abuso de álcool
- situações em que possa ocorrer um aumento dos níveis plasmáticos
- doentes asiáticos
- uso concomitante de fibratos.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Pare de tomar Rosuvastatina e procure imediatamente cuidados médicos se tiver alguma das seguintes reações alérgicas:
• Dificuldade em respirar, com ou sem inchaço da face, lábios, língua e/ou garganta
• Inchaço da face, lábios, língua e/ou garganta, o que poderá causar dificuldade em engolir
• Comichão intensa na pele (com pápulas).

Pare também de tomar Rosuvastatina e fale imediatamente com o seu médico se sentir dores musculares invulgares que se prolonguem mais do que o esperado. Tal como com outras estatinas, um número muito reduzido de pessoas sofreu efeitos musculares indesejáveis e raramente estes efeitos progrediram de modo a resultarem numa destruição muscular potencialmente fatal, conhecida como rabdomiólise.

Efeitos secundários frequentes possíveis (podem afetar até 1 em cada 10 utilizadores):
• Dor de cabeça
• Dor de estômago
• Prisão de ventre (obstipação)
• Náuseas
• Dor muscular
• Sensação de fraqueza
• Tonturas
• Aumento da quantidade de proteínas na urina – que geralmente volta ao normal sem que seja necessário parar de tomar os seus comprimidos de Rosuvastatina
• Diabetes, principalmente em doentes com valores de açúcar no sangue próximos do limite máximo do normal.

Efeitos secundários pouco frequentes possíveis (podem afetar até 1 em cada 100 utilizadores):
• Erupção cutânea, comichão ou outras reações cutâneas
• Aumento da quantidade de proteínas na urina – que geralmente volta ao normal sem que seja necessário parar de tomar os seus comprimidos de Rosuvastatina

Efeitos secundários raros possíveis (podem afetar até 1 em cada 1.000 utilizadores):
• Reações alérgicas graves – os sinais incluem inchaço da face, lábios, língua e/ou garganta, dificuldade em engolir e respirar, comichão intensa na pele (com pápulas).

Caso pense que está a ter uma reação alérgica, pare de tomar Rosuvastatina e procure imediatamente ajuda médica
• Lesão muscular em adultos – como precaução, pare de tomar Rosuvastatina e fale imediatamente com o seu médico se sentir dores musculares invulgares que se prolongam mais do que o esperado.
• Dor de estômago intensa (inflamação do pâncreas)
• Aumento das enzimas hepáticas no sangue
• Redução das plaquetas no sangue

Efeitos secundários muito raros possíveis (podem afetar até 1 em cada 10.000):
• icterícia (coloração amarela da pele e dos olhos)
• Hepatite (uma inflamação do fígado)
• Vestígios de sangue na sua urina
• Lesão dos nervos nas pernas e nos braços (p. ex. dormência)
• Dores nas articulações
• Perda de memória
Ginecomastia (aumento do volume mamário nos homens)

Efeitos secundários de frequência desconhecida (a frequência não pode ser calculada a partir dos dados disponíveis):
• Diarreia (fezes moles)
• Síndrome de Stevens-Johnson (doença grave que causa bolhas na pele, boca, olhos e órgãos genitais)
• Tosse
• Falta de ar
• Edema (inchaço)
• Distúrbios do sono, incluindo insónias e pesadelos
• Disfunção sexual
• Depressão
• Problemas respiratórios, incluindo tosse persistente e/ou falta de ar
• Lesão nos tendões

Um distúrbiodos nervos que pode provocar fraqueza, formigueiro ou dormência (neuropatia periférica)
Fraqueza muscular que é constante (miopatia necrosante imunomediada)
Advertências
Gravidez
Gravidez:Ver Estatinas. Nocivo para o feto; o risco ultrapassa o benefício e, portanto, está contra-indicado na gravidez. Trimestre: 1º, 2º e 3º
Aleitamento
Aleitamento:Ver Estatinas.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:Dose inicial – 5 mg 1 vez/dia e dose máxima – 10 mg/dia para Cl cr < 30 ml/minuto.
Condução
Condução:Na condução de veículos é necessário ter em conta que poderão ocorrer tonturas durante o tratamento.
Precauções Gerais
Efeitos renais
Foi observada proteinúria, detetada por tiras reagentes e maioritariamente de origem tubular, em doentes tratados com doses elevadas de rosuvastatina, em particular 40 mg, tendo sido transitória ou intermitente na maioria dos casos.

A proteinúria não demonstrou ser preditiva de doença renal aguda ou progressiva.

A taxa de notificação de eventos renais graves na experiência pós-comercialização é maior com a dose de 40 mg.

Deverá ser considerada uma avaliação da função renal durante o seguimento de rotina de doentes tratados com uma dose de 40 mg.



Efeitos músculo-esqueléticos
Foram notificados efeitos músculo-esqueléticos, p. ex. mialgia, miopatia e, raramente, rabdomiólise em doentes tratados com rosuvastatina para todas as doses, em particular com doses > 20 mg.

Foram notificados casos muito raros de rabdomiólise com a utilização de ezetimiba em associação com inibidores da HMG-CoA redutase.

Não pode ser excluída a existência de uma interação farmacodinâmica e a sua associação deverá ser utilizada com precaução.


Tal como com outros inibidores da HMG-CoA redutase, a taxa de notificação de rabdomiólise associada com rosuvastatina na experiência pós-comercialização é maior com a dose de 40 mg.



Doseamento da creatina cinase
A creatina cinase (CK) não deve ser doseada após exercício intenso ou na presença de causas alternativas plausíveis de aumento de CK, que possam confundir a interpretação dos resultados.

Se os níveis basais de CK estiverem significativamente elevados (> 5xLSN) deverá ser efetuado um teste de confirmação no intervalo de 5-7 dias.

Se a repetição do teste confirmar um valor basal de CK > 5xLSN, o tratamento não deverá ser iniciado.



Antes do Tratamento
A rosuvastatina, tal como com outros inibidores da HMG-CoA redutase, deverá ser prescrita com precaução em doentes com fatores predisponentes para
miopatia/rabdomiólise.

Esses fatores incluem:
• compromisso da função renal
• hipotiroidismo
• antecedentes pessoais ou familiares de perturbações musculares hereditárias
• antecedentes pessoais de toxicidade muscular com outro inibidor da HMG-CoA redutase ou fibrato
• abuso de álcool
• idade > 70 anos
• situações em que possa ocorrer um aumento dos níveis plasmáticos.
• uso concomitante de fibratos.


Nestes doentes deverá ser avaliado o risco do tratamento relativamente aos possíveis benefícios e é recomendada uma monitorização clínica.

Se os níveis basais de CK estiverem significativamente elevados (> 5xLSN), o tratamento não deverá ser iniciado.



Durante o tratamento
Os doentes devem ser advertidos a notificarem imediatamente dor muscular, fraqueza ou cãibras inexplicáveis, particularmente se associadas a mal-estar ou febre.

Nestes doentes deverão ser determinados os níveis de CK.

A terapêutica deverá ser interrompida se os níveis de CK estiverem acentuadamente elevados (> 5xLSN) ou se os sintomas musculares forem graves e provocarem desconforto diário (mesmo se os níveis de CK forem ≤5xLSN).

Se os sintomas desaparecerem e os níveis de CK regressarem ao normal, deverá considerar-se a reintrodução da rosuvastatina ou de um inibidor alternativo da HMG-CoA redutase na dose mais baixa e com uma monitorização apertada.

A monitorização de rotina dos níveis de CK em doentes assintomáticos não se justifica.

Foram notificados casos muito raros de miopatia necrosante imunomediada (IMNM) durante ou após o tratamento com estatinas, incluindo a rosuvastatina.

A IMNM é clinicamente caracterizada por fraqueza muscular proximal e elevação da creatinina quinase sérica, que persistem apesar da interrupção do tratamento com estatinas.


Os ensaios clínicos não demonstraram indícios de aumento de efeitos sobre o músculo esquelético no reduzido número de doentes tratados com rosuvastatina e terapêutica concomitante.

Observou-se, no entanto, aumento da incidência de miosite e de miopatia em doentes tratados com outros inibidores da HMG-CoA redutase em associação com derivados do ácido fíbrico, incluindo gemfibrozil, ciclosporina, ácido nicotínico, antifúngicos do grupo dos azóis, inibidores da protease e antibióticos macrólidos.

O gemfibrozil aumenta o risco de miopatia quando administrado concomitantemente com alguns inibidores da HMG-CoA redutase.

Portanto, a associação de rosuvastatina com gemfibrozil não é recomendada.

O benefício de alterações adicionais dos níveis lipídicos, resultantes da associação de rosuvastatina com fibratos ou niacina, deverá ser cuidadosamente considerado face aos potenciais riscos dessas associações.

A dose de 40 mg é contraindicada com o uso concomitante de fibratos.


A rosuvastatina não deverá ser utilizada em doentes com uma situação aguda grave, sugestiva de miopatia ou predisponente ao desenvolvimento de insuficiência renal secundária a rabdomiólise (p. ex. sépsis, hipotensão, grande cirurgia, traumatismo, disfunções metabólicas, endócrinas e eletrolíticas graves ou epilepsia não controlada).



Efeitos hepáticos
Tal como com os outros inibidores da HMG-CoA redutase, a rosuvastatina deverá ser utilizada com precaução em doentes que consumam quantidades excessivas de álcool e/ou tenham antecedentes de doença hepática.

Recomenda-se que sejam realizados testes da função hepática antes e 3 meses após o início do tratamento.

A rosuvastatina deverá ser descontinuada ou a sua dose deverá ser reduzida caso o nível das transaminases séricas exceda 3 vezes o limite superior do normal.

A taxa de notificação de eventos hepáticos graves (que consistiram principalmente em níveis aumentados das transaminases hepáticas) na experiência pós-comercialização é maior com a dose de 40 mg.


Em doentes com hipercolesterolemia secundária causada por hipotiroidismo ou síndrome nefrótica, a doença subjacente deverá ser tratada antes de se iniciar a terapêutica com rosuvastatina.



Raça
Os estudos de farmacocinética revelaram um aumento da exposição em indivíduos asiáticos, em comparação com indivíduos caucasianos.



Inibidores da protease
Um aumento da exposição sistémica à rosuvastatina tem sido observado em indivíduos tratados com rosuvastatina concomitantemente com vários inibidores da protease em combinação com ritonavir.

Deve ser considerado, quer o benefício de redução lipídica pelo uso de rosuvastatina em doentes com VIH tratados com inibidores da protease quer o potencial para o aumento das concentrações plasmáticas de rosuvastatina quando se inicia e se titulam doses de rosuvastatina em doentes tratados com inibidores da protease.


O uso concomitante com inibidores da protease não é recomendado a menos que a dose de rosuvastatina seja ajustada
Cuidados com a Dieta
Pode tomar com ou sem alimentos.
Terapêutica Interrompida
Não se preocupe, tome a próxima dose prevista de acordo com o seu esquema de tratamento habitual.

Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Manter fora da vista e do alcance das crianças.


O medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Dronedarona + Rosuvastatina

Observações: N.D.
Interações: Efeito da dronedarona nos outros medicamentos: Interação com medicamentos metabolizados pelo CYP3A4: Estatinas: A dronedarona pode aumentar a exposição às estatinas que sejam substratos do CYP3A4 e/ou da gp- P. A dronedarona (400 mg duas vezes ao dia) aumentou respetivamente em 4-vezes a exposição à sinvastatina e em 2-vezes à sinvastatina ácida. É previsível que a dronedarona possa também aumentar a exposição à lovastatina dentro da mesma amplitude do que se verifica com a sinvastatina ácida. Verificou-se uma interação fraca entre a dronedarona e a atorvastatina (que resultou num aumento médio de 1,7-vezes na exposição à atorvastatina). Houve uma interação fraca entre a dronedarona e as estatinas transportadas pelo OATP, tais como a rosuvastatina (que resultou num aumento médio de 1,4-vezes na exposição à rosuvastatina). No decorrer dos ensaios clínicos, não se evidenciaram quaisquer preocupações relativas à segurança aquando da administração concomitante da dronedarona com estatinas metabolizadas pelo CYP3A4. No entanto, foram relatados espontaneamente, casos de rabdomiólise quando a dronedarona foi administrada em combinação com uma estatina (sinvastatina, em particular) e portanto a utilização concomitante com estatinas deve ser efetuada com precaução. Devem considerar-se doses iniciais e de manutenção baixas, de acordo com as recomendações da rotulagem da estatina, bem como efetuar a monitorização de sinais de toxicidade muscular nos doentes.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tedizolida + Rosuvastatina

Observações: O potencial de interações serotoninérgicas não foi estudado nem em doentes nem em voluntários saudáveis.
Interações: Existe um potencial de interação entre o fosfato de tedizolida oral e os substratos, administrados oralmente, da Proteína de Resistência do Cancro da Mama (BCRP). A inibição da BCRP pode resultar num exposição acrescida a medicamentos como imatinib, lapatinib, metotrexato, pitavastatina, rosuvastatina, sulfassalazina e topotecano. Se possível, deve considerar-se a possibilidade de suspender o medicamento administrado concomitantemente durante os seis dias de tratamento com fosfato de tedizolida.

Ceritinib + Rosuvastatina

Observações: N.D.
Interações: Agentes que são substratos de transportadores: Com base nos dados in vitro, ceritinib não inibe o transportador de efluxo apical MRP2, transportadores da captação hepática OATP1B1 ou OATP1B3, transportadores da captação renal orgânicos aniónicos OAT1 e OAT3, ou transportadores da captação de catiões orgânicos OCT1 ou OCT2 em concentrações clinicamente relevantes. Assim, é pouco provável que existam interações clínicas farmacológicas resultantes da inibição de substratos mediadas por ceritinib. Com base em dados in vitro, prevê-se que ceritinib iniba a gp-P intestinal e BCRP em concentrações clinicamente relevantes. Assim, ceritinib pode ter o potencial de aumentar as concentrações plasmáticas de medicamentos co administrados, transportados por estas proteínas. Deve ter-se precaução com o uso concomitante de substratos da BCRP (por exemplo, rosuvastatina, topotecano, sulfassalazina) e substratos da gp-P (digoxina, dabigatrano, colchicina, pravastatina) e monitorizar cuidadosamente as reações adversas.

Sofosbuvir + Velpatasvir + Voxilaprevir + Rosuvastatina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas Potencial de Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir para afetar outros medicamentos: O velpatasvir e o voxilaprevir são inibidores dos transportadores de fármacos P-gp, da proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP), do polipéptido transportador de aniões orgânicos (OATP) 1B1 e OATP1B3. A coadministração de Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir com medicamentos que são substratos destes transportadores pode aumentar a exposição a tais medicamentos. Os medicamentos que são substratos sensíveis destes transportadores, e cujos níveis plasmáticos elevados estão associados a acontecimentos graves, são contraindicados. O dabigatrano etexilato (substrato da P-gp) e a rosuvastatina (substrato do OATP1B e da BCRP) são contraindicados. Interações farmacocinéticas: Potencial de Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir para afetar outros medicamentos: O velpatasvir e o voxilaprevir são inibidores dos transportadores de fármacos P-gp, da proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP), do polipéptido transportador de aniões orgânicos (OATP) 1B1 e OATP1B3. A coadministração de Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir com medicamentos que são substratos destes transportadores pode aumentar a exposição a tais medicamentos. Os medicamentos que são substratos sensíveis destes transportadores, e cujos níveis plasmáticos elevados estão associados a acontecimentos graves, são contraindicados. O dabigatrano etexilato (substrato da P-gp) e a rosuvastatina (substrato do OATP1B e da BCRP) são contraindicados. Interações entre Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir e outros medicamentos: INIBIDORES DA HMG-CoA REDUTASE Rosuvastatina Rosuvastatina (dose única de 10 mg) + sofosbuvir/velpatasvir/ voxilaprevir (400/100/ 100 mg uma vez por dia) + voxilaprevir (100 mg uma vez por dia) (Inibição do OATP1B e BCRP) Efeito no sofosbuvir, velpatasvir e voxilaprevir não estudado. Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir é contraindicado com rosuvastatina.

Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida + Rosuvastatina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com este medicamento. As interações que foram identificadas em estudos com componentes individuais de este medicamento, isto é, com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir), cobicistate, emtricitabina ou tenofovir alafenamida, determinam as interações que podem ocorrer com este medicamento. As interações esperadas entre Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida e potenciais medicamentos concomitantes são baseadas em estudos realizados com os componentes deste medicamento, como agentes individuais ou em associação, ou são interações medicamentosas potenciais que podem ocorrer. Os ensaios de interação com os componentes de este medicamento foram realizados apenas em adultos.
Interações: INIBIDORES DA HMG CO-A REDUTASE Atorvastatina Fluvastatina Pitavastatina Pravastatina Rosuvastatina Tendo por base considerações teóricas, é expectável que DRV/COBI aumente as concentrações plasmáticas destes inibidores da HMGCo-A redutase. (inibição do CYP3A e/ou do transporte) A utilização concomitante de um inibidor da HMG-CoA redutasee este medicamento pode aumentar as concentrações plasmáticas do agente redutor de lípidos, o que pode conduzir a acontecimentos adversos, tais como miopatia. Quando se pretenda efetuar a administração concomitante do inibidor da HMG-CoA redutase e este medicamento, recomenda-se iniciar com a dose mais baixa e titular até ao efeito clínico desejado, efetuando simultaneamente a monitorização da segurança.

Darunavir + Rosuvastatina

Observações: O perfil de interação do darunavir pode variar dependendo se é utilizado o ritonavir ou o cobicistate como fármacos potenciadores. As recomendações dadas para a utilização concomitante de darunavir e outros medicamentos podem por isso variar dependendo se darunavir é potenciado com ritonavir ou com cobicistate, e é também necessária precaução durante o primeiro tempo de tratamento, se se substituir o fármaco potenciador de ritonavir para cobicistate.
Interações: INIBIDORES DA HMG-COA REDUTASE: Rosuvastatina 10 mg uma vez por dia: Quando é necessário administrar rosuvastatina com Darunavir potenciado recomenda-se iniciar com a dose mais baixa de rosuvastatina e titular até ao efeito clínico desejável, enquanto se monitoriza a segurança.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Rosuvastatina + Inibidores do OATP1B1

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Inibidores das proteínas transportadoras: A rosuvastatina é um substrato para certas proteínas transportadoras incluindo o transportador de captação hepático OATP1B1 e o transportador de efluxo BCRP. A administração concomitante de rosuvastatina com medicamentos que são inibidores destes transportadores de proteínas pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas da rosuvastatina e num aumento do risco de miopatia.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Rosuvastatina + Inibidores do BCRP (proteína de resistência do cancro da mama)

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Inibidores das proteínas transportadoras: A rosuvastatina é um substrato para certas proteínas transportadoras incluindo o transportador de captação hepático OATP1B1 e o transportador de efluxo BCRP. A administração concomitante de rosuvastatina com medicamentos que são inibidores destes transportadores de proteínas pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas da rosuvastatina e num aumento do risco de miopatia.

Ezetimiba + Rosuvastatina

Observações: Só foram efetuados estudos de interação em adultos. Nos estudos pré-clínicos, demonstrou-se que a ezetimiba não induz as enzimas metabolizadoras de fármacos do citocromo P450. Não se observaram interações farmacocinéticas clinicamente significativas entre a ezetimiba e os fármacos metabolizados pelos citocromos P450 1A2, 2D6, 2C8, 2C9 e 3A4, ou pela N-acetiltransferase.
Interações: Não se observaram interações farmacocinéticas clinicamente significativas quando se administrou concomitantemente ezetimiba com rosuvastatina.

Letermovir + Rosuvastatina

Observações: Informação geral sobre as diferenças na exposição entre os diferentes regimes de tratamento com letermovir - A exposição plasmática esperada de letermovir difere consoante o regime terapêutico utilizado. Desta forma, as consequências clínicas das interações medicamentosas do letermovir vão depender do regime de letermovir utilizado, e se o letermovir está ou não associado à ciclosporina. - A associação de ciclosporina e letermovir pode levar a efeitos potenciados ou adicionais dos medicamentos concomitantes quando comparado com letermovir isoladamente.
Interações: Medicamentos metabolizados pelo CYP2B6, UGT1A1 ou transportados pelo BCRP ou OATP2B1 O letermovir é em geral um indutor in vivo mas também se observou que inibe o CYP2B6, UGT1A1, BCRP e OATP2B1 in vitro. O efeito real in vivo não é conhecido. Assim sendo, as concentrações plasmáticas de medicamentos que são substrato destas enzimas ou transportadores podem aumentar ou diminuir quando administrados concomitantemente com letermovir. Pode ser recomendada monitorização adicional; consultar a informação de prescrição dos medicamentos em questão. - Exemplos de medicamentos metabolizados pelo CYP2B6 incluem bupropiona e efavirenz. - Exemplos de medicamentos metabolizados pelo UGT1A1 são o raltegravir e dolutegravir. - Exemplos de medicamentos transportados pelo BCRP incluem rosuvastatina e sulfasalazina. - Um exemplo de medicamento transportado pelo OATP2B1 é o celiprolol. Inibidores da HMG-CoA redutase Sinvastatina, pitavastatina, rosuvastatina: Interação não estudada. Letermovir pode aumentar substancialmente as concentrações plasmáticas destas estatinas. Não é recomendada a utilização concomitante com Letermovir isoladamente. Quando Letermovir é administrado com ciclosporina, a utilização destas estatinas é contraindicada.

Rosuvastatina + Ciclosporina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Ciclosporina: Durante o tratamento concomitante com rosuvastatina e ciclosporina, os valores da AUC da rosuvastatina foram em média 7 vezes mais elevados do que os observados em voluntários saudáveis. Rosuvastatina é contraindicado em doentes a receber concomitantemente ciclosporina. A administração concomitante não afetou as concentrações plasmáticas de ciclosporina.

Rosuvastatina + Antagonistas da vitamina K

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Antagonistas da vitamina K: À semelhança dos outros inibidores da HMG-CoA redutase, o início do tratamento ou o aumento da dose de rosuvastatina em doentes tratados concomitantemente com antagonistas da vitamina K (ex.: varfarina ou outro anticoagulante cumarínico) poderá originar um aumento da Relação Internacional Normalizada (INR). A descontinuação ou a redução da dose de rosuvastatina poderão resultar num decréscimo do INR. Nessas situações, é desejável uma monitorização apropriada da INR.

Rosuvastatina + Varfarina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Antagonistas da vitamina K: À semelhança dos outros inibidores da HMG-CoA redutase, o início do tratamento ou o aumento da dose de rosuvastatina em doentes tratados concomitantemente com antagonistas da vitamina K (ex.: varfarina ou outro anticoagulante cumarínico) poderá originar um aumento da Relação Internacional Normalizada (INR). A descontinuação ou a redução da dose de rosuvastatina poderão resultar num decréscimo do INR. Nessas situações, é desejável uma monitorização apropriada da INR.

Rosuvastatina + Anticoagulantes orais (Derivados da Cumarina)

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Antagonistas da vitamina K: À semelhança dos outros inibidores da HMG-CoA redutase, o início do tratamento ou o aumento da dose de rosuvastatina em doentes tratados concomitantemente com antagonistas da vitamina K (ex.: varfarina ou outro anticoagulante cumarínico) poderá originar um aumento da Relação Internacional Normalizada (INR). A descontinuação ou a redução da dose de rosuvastatina poderão resultar num decréscimo do INR. Nessas situações, é desejável uma monitorização apropriada da INR.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Rosuvastatina + Ezetimiba

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Ezetimiba: O uso concomitante de 10 mg de rosuvastatina e 10 mg de ezetimiba resultou num aumento na AUC da rosuvastatina de 1,2 vezes em indivíduos hipercolestrolémicos. No entanto, não pode ser excluída a existência de uma interação farmacodinâmica, em termos de efeitos adversos entre a rosuvastatina e a ezetimiba.

Rosuvastatina + Gemfibrozil

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Gemfibrozil e outros medicamentos antidislipidémicos: O uso concomitante de rosuvastatina e gemfibrozil resultou num aumento para o dobro da Cmáx e da AUC da rosuvastatina. Com base em dados de estudos de interação específicos, não são de esperar interações farmacocinéticas relevantes com fenofibrato, contudo poderá ocorrer uma interação farmacodinâmica. O gemfibrozil, o fenofibrato, outros fibratos e a niacina (ácido nicotínico) em doses hipolipemiantes (> ou igual a 1 g/dia) aumentam o risco de miopatia quando administrados concomitantemente com inibidores da HMG-CoA redutase, provavelmente porque podem provocar miopatia quando administrados isoladamente. A dose de 40 mg é contraindicada com o uso concomitante de fibratos. Estes doentes deverão também iniciar o tratamento com a dose de 5 mg. Interações que requerem ajustes na dose de rosuvastatina: Quando for necessário administrar concomitantemente rosuvastatina com outros medicamentos conhecidos por aumentarem a exposição à rosuvastatina, as doses de rosuvastatina devem ser ajustadas. Iniciar com uma dose diária de 5 mg de rosuvastatina se o aumento expectável na exposição (AUC) é de aproximadamente 2 vezes ou superior. A dose máxima diária de rosuvastatina deve ser ajustada para que a exposição expectável à rosuvastatina não exceda os 40 mg diários de rosuvastatina tomados sem interações medicamentosas, por exemplo uma dose de 20 mg de rosuvastatina com gemfibrozil (aumenta 1,9 vezes), e uma dose de 10 mg de rosuvastatina com a combinação atazanavir/ritonavir (aumenta 3,1 vezes).

Rosuvastatina + Antidislipidémicos

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Gemfibrozil e outros medicamentos antidislipidémicos: O uso concomitante de rosuvastatina e gemfibrozil resultou num aumento para o dobro da Cmáx e da AUC da rosuvastatina. Com base em dados de estudos de interação específicos, não são de esperar interações farmacocinéticas relevantes com fenofibrato, contudo poderá ocorrer uma interação farmacodinâmica. O gemfibrozil, o fenofibrato, outros fibratos e a niacina (ácido nicotínico) em doses hipolipemiantes (> ou igual a 1 g/dia) aumentam o risco de miopatia quando administrados concomitantemente com inibidores da HMG-CoA redutase, provavelmente porque podem provocar miopatia quando administrados isoladamente. A dose de 40 mg é contraindicada com o uso concomitante de fibratos. Estes doentes deverão também iniciar o tratamento com a dose de 5 mg.

Rosuvastatina + Fenofibrato

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Gemfibrozil e outros medicamentos antidislipidémicos: O uso concomitante de rosuvastatina e gemfibrozil resultou num aumento para o dobro da Cmáx e da AUC da rosuvastatina. Com base em dados de estudos de interação específicos, não são de esperar interações farmacocinéticas relevantes com fenofibrato, contudo poderá ocorrer uma interação farmacodinâmica. O gemfibrozil, o fenofibrato, outros fibratos e a niacina (ácido nicotínico) em doses hipolipemiantes (> ou igual a 1 g/dia) aumentam o risco de miopatia quando administrados concomitantemente com inibidores da HMG-CoA redutase, provavelmente porque podem provocar miopatia quando administrados isoladamente. A dose de 40 mg é contraindicada com o uso concomitante de fibratos. Estes doentes deverão também iniciar o tratamento com a dose de 5 mg.

Rosuvastatina + Fibratos

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Gemfibrozil e outros medicamentos antidislipidémicos: O uso concomitante de rosuvastatina e gemfibrozil resultou num aumento para o dobro da Cmáx e da AUC da rosuvastatina. Com base em dados de estudos de interação específicos, não são de esperar interações farmacocinéticas relevantes com fenofibrato, contudo poderá ocorrer uma interação farmacodinâmica. O gemfibrozil, o fenofibrato, outros fibratos e a niacina (ácido nicotínico) em doses hipolipemiantes (> ou igual a 1 g/dia) aumentam o risco de miopatia quando administrados concomitantemente com inibidores da HMG-CoA redutase, provavelmente porque podem provocar miopatia quando administrados isoladamente. A dose de 40 mg é contraindicada com o uso concomitante de fibratos. Estes doentes deverão também iniciar o tratamento com a dose de 5 mg.

Rosuvastatina + Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP)

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Gemfibrozil e outros medicamentos antidislipidémicos: O uso concomitante de rosuvastatina e gemfibrozil resultou num aumento para o dobro da Cmáx e da AUC da rosuvastatina. Com base em dados de estudos de interação específicos, não são de esperar interações farmacocinéticas relevantes com fenofibrato, contudo poderá ocorrer uma interação farmacodinâmica. O gemfibrozil, o fenofibrato, outros fibratos e a niacina (ácido nicotínico) em doses hipolipemiantes (> ou igual a 1 g/dia) aumentam o risco de miopatia quando administrados concomitantemente com inibidores da HMG-CoA redutase, provavelmente porque podem provocar miopatia quando administrados isoladamente. A dose de 40 mg é contraindicada com o uso concomitante de fibratos. Estes doentes deverão também iniciar o tratamento com a dose de 5 mg.

Lapatinib + Rosuvastatina

Observações: O lapatinib é predominantemente metabolizado pelo CYP3A.
Interações: O lapatinib inibe in vitro as proteínas de transporte BCRP e OATP1B1. A relevância clínica deste efeito não foi avaliada. Não se pode excluir a possibilidade de lapatinib afetar a farmacocinética dos substratos da BCRP (por exemplo, topotecano) e da OATP1B1 (por exemplo, rosuvastatina).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Rosuvastatina + Inibidores da Protease (IP)

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Inibidores da protease: Apesar de ser desconhecido o mecanismo de interação exato, o uso concomitante com inibidores da protease poderá aumentar fortemente a exposição à rosuvastatina. Por exemplo, num estudo farmacocinético, a coadministração de 10 mg de rosuvastatina e um medicamento de associação de dois inibidores da protease (300 mg de atazanavir/ 100 mg de ritonavir) em voluntários saudáveis foi associada a um aumento da AUC(0-24) e da Cmáx da rosuvastatina em estado estacionário de aproximadamente 3 vezes e 7 vezes, respetivamente. O uso concomitante de rosuvastatina e algumas combinações de inibidores da protease pode ser considerado após cuidadosa avaliação dos ajustes na dose de rosuvastatina baseados no aumento expectável da exposição à rosuvastatinta.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Rosuvastatina + Atazanavir

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Inibidores da protease: Apesar de ser desconhecido o mecanismo de interação exato, o uso concomitante com inibidores da protease poderá aumentar fortemente a exposição à rosuvastatina. Por exemplo, num estudo farmacocinético, a coadministração de 10 mg de rosuvastatina e um medicamento de associação de dois inibidores da protease (300 mg de atazanavir/ 100 mg de ritonavir) em voluntários saudáveis foi associada a um aumento da AUC(0-24) e da Cmáx da rosuvastatina em estado estacionário de aproximadamente 3 vezes e 7 vezes, respetivamente. O uso concomitante de rosuvastatina e algumas combinações de inibidores da protease pode ser considerado após cuidadosa avaliação dos ajustes na dose de rosuvastatina baseados no aumento expectável da exposição à rosuvastatinta. Interações que requerem ajustes na dose de rosuvastatina: Quando for necessário administrar concomitantemente rosuvastatina com outros medicamentos conhecidos por aumentarem a exposição à rosuvastatina, as doses de rosuvastatina devem ser ajustadas. Iniciar com uma dose diária de 5 mg de rosuvastatina se o aumento expectável na exposição (AUC) é de aproximadamente 2 vezes ou superior. A dose máxima diária de rosuvastatina deve ser ajustada para que a exposição expectável à rosuvastatina não exceda os 40 mg diários de rosuvastatina tomados sem interações medicamentosas, por exemplo uma dose de 20 mg de rosuvastatina com gemfibrozil (aumenta 1,9 vezes), e uma dose de 10 mg de rosuvastatina com a combinação atazanavir/ritonavir (aumenta 3,1 vezes).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Rosuvastatina + Ritonavir

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Inibidores da protease: Apesar de ser desconhecido o mecanismo de interação exato, o uso concomitante com inibidores da protease poderá aumentar fortemente a exposição à rosuvastatina. Por exemplo, num estudo farmacocinético, a coadministração de 10 mg de rosuvastatina e um medicamento de associação de dois inibidores da protease (300 mg de atazanavir/ 100 mg de ritonavir) em voluntários saudáveis foi associada a um aumento da AUC(0-24) e da Cmáx da rosuvastatina em estado estacionário de aproximadamente 3 vezes e 7 vezes, respetivamente. O uso concomitante de rosuvastatina e algumas combinações de inibidores da protease pode ser considerado após cuidadosa avaliação dos ajustes na dose de rosuvastatina baseados no aumento expectável da exposição à rosuvastatinta. Interações que requerem ajustes na dose de rosuvastatina: Quando for necessário administrar concomitantemente rosuvastatina com outros medicamentos conhecidos por aumentarem a exposição à rosuvastatina, as doses de rosuvastatina devem ser ajustadas. Iniciar com uma dose diária de 5 mg de rosuvastatina se o aumento expectável na exposição (AUC) é de aproximadamente 2 vezes ou superior. A dose máxima diária de rosuvastatina deve ser ajustada para que a exposição expectável à rosuvastatina não exceda os 40 mg diários de rosuvastatina tomados sem interações medicamentosas, por exemplo uma dose de 20 mg de rosuvastatina com gemfibrozil (aumenta 1,9 vezes), e uma dose de 10 mg de rosuvastatina com a combinação atazanavir/ritonavir (aumenta 3,1 vezes).

Doravirina + Lamivudina + Tenofovir + Rosuvastatina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Estatinas Rosuvastatina, sinvastatina: Não é necessário ajuste posológico.

Rosuvastatina + Antiácidos

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Antiácidos: A administração simultânea de rosuvastatina com uma suspensão de antiácido contendo hidróxido de alumínio e de magnésio resultou numa diminuição de aproximadamente 50% da concentração plasmática da rosuvastatina. Este efeito foi atenuado quando o antiácido foi administrado 2 horas após a rosuvastatina. Não foi estudada a relevância clínica desta interação.

Rosuvastatina + Eritromicina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Eritromicina: O uso concomitante de rosuvastatina e eritromicina resultou num decréscimo de 20% da AUC (0-t) e numa diminuição de 30% da Cmáx da rosuvastatina. Esta interação pode ser provocada pelo aumento da motilidade intestinal causado pela eritromicina.

Rosuvastatina + Contracetivos orais

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Contracetivo oral/terapêutica hormonal de substituição (THS): O uso concomitante de rosuvastatina e um contracetivo oral resultou num aumento da AUC de etinilestradiol e norgestrel de 26% e 34%, respetivamente. Deve ter-se em consideração este aumento dos níveis plasmáticos na escolha das doses do contracetivo oral. Não existem dados farmacocinéticos disponíveis em indivíduos a tomar concomitantemente rosuvastatina e THS e portanto não se pode excluir a existência de um efeito semelhante. Contudo, em ensaios clínicos, esta associação foi amplamente utilizada em mulheres e foi bem tolerada.

Rosuvastatina + Terapêutica hormonal de substituição (THS)

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Contracetivo oral/terapêutica hormonal de substituição (THS): O uso concomitante de rosuvastatina e um contracetivo oral resultou num aumento da AUC de etinilestradiol e norgestrel de 26% e 34%, respetivamente. Deve ter-se em consideração este aumento dos níveis plasmáticos na escolha das doses do contracetivo oral. Não existem dados farmacocinéticos disponíveis em indivíduos a tomar concomitantemente rosuvastatina e THS e portanto não se pode excluir a existência de um efeito semelhante. Contudo, em ensaios clínicos, esta associação foi amplamente utilizada em mulheres e foi bem tolerada.
 Sem significado Clínico

Rosuvastatina + Digoxina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Com base em dados de estudos de interação específicos, não são esperadas interações clinicamente relevantes com digoxina.

Rosuvastatina + Citocromo P450

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Enzimas do citocromo P450: Os resultados de estudos in vitro e in vivo mostram que a rosuvastatina não é nem um inibidor nem um indutor das isoenzimas do citocromo P450. Além disso, a rosuvastatina é um mau substrato para estas isoenzimas. Por conseguinte, não são esperadas interações medicamentosas resultantes do metabolismo mediado pelo citocromo P450. Não foram observadas interações clinicamente relevantes entre a rosuvastatina e o fluconazol (inibidor das CYP2C9 e CYP3A4) ou o cetoconazol (um inibidor das CYP2A6 e CYP3A4).

Rosuvastatina + Fluconazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Enzimas do citocromo P450: Os resultados de estudos in vitro e in vivo mostram que a rosuvastatina não é nem um inibidor nem um indutor das isoenzimas do citocromo P450. Além disso, a rosuvastatina é um mau substrato para estas isoenzimas. Por conseguinte, não são esperadas interações medicamentosas resultantes do metabolismo mediado pelo citocromo P450. Não foram observadas interações clinicamente relevantes entre a rosuvastatina e o fluconazol (inibidor das CYP2C9 e CYP3A4) ou o cetoconazol (um inibidor das CYP2A6 e CYP3A4).

Rosuvastatina + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Enzimas do citocromo P450: Os resultados de estudos in vitro e in vivo mostram que a rosuvastatina não é nem um inibidor nem um indutor das isoenzimas do citocromo P450. Além disso, a rosuvastatina é um mau substrato para estas isoenzimas. Por conseguinte, não são esperadas interações medicamentosas resultantes do metabolismo mediado pelo citocromo P450. Não foram observadas interações clinicamente relevantes entre a rosuvastatina e o fluconazol (inibidor das CYP2C9 e CYP3A4) ou o cetoconazol (um inibidor das CYP2A6 e CYP3A4).

Rosuvastatina + Hidróxido de Alumínio

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Antiácidos: A administração simultânea de rosuvastatina com uma suspensão de antiácido contendo hidróxido de alumínio e de magnésio resultou numa diminuição de aproximadamente 50% da concentração plasmática da rosuvastatina. Este efeito foi atenuado quando o antiácido foi administrado 2 horas após a rosuvastatina. Não foi estudada a relevância clínica desta interação.

Rosuvastatina + Hidróxido de magnésio

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Antiácidos: A administração simultânea de rosuvastatina com uma suspensão de antiácido contendo hidróxido de alumínio e de magnésio resultou numa diminuição de aproximadamente 50% da concentração plasmática da rosuvastatina. Este efeito foi atenuado quando o antiácido foi administrado 2 horas após a rosuvastatina. Não foi estudada a relevância clínica desta interação.

Tipranavir + Rosuvastatina

Observações: Os estudos de interação apenas foram realizados em adultos.
Interações: INIBIDORES DA HMG-CoA REDUCTASE: Rosuvastatina 10 mg QD A administração concomitante de Tipranavir, coadministrado com ritonavir em dose baixa, e rosuvastatina deve ser iniciada com a dose mais baixa (5mg/dia) de rosuvastatina, titulada de acordo com a resposta terapêutica, e acompanhada de monitorização clínica cuidadosa relativamente aos sintomas associados à rosuvastatina, tal como descrito na informação da rosuvastatina.

Ritonavir + Rosuvastatina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do Ritonavir nos Medicamentos Não Antirretrovirais Coadministrados: Inibidores da HMG Co-A Reductase: Atorvastatina, Fluvastatina, Lovastatina, Pravastatina, Rosuvastatina, Sinvastatina: Os inibidores da HMG-CoA reductase que são altamente dependentes do metabolismo pela CYP3A, tais como a lovastatina e sinvastatina, podem ter as suas concentrações plasmáticas substancialmente aumentadas quando coadministrados com ritonavir como medicamento antirretroviral ou como potenciador farmacocinético. Dado que as concentrações aumentadas de lovastatina e sinvastatina podem causar miopatias, incluindo rabdomiólise, a associação destes medicamentos com ritonavir é contraindicada. A atorvastatina é menos dependente do metabolismo pela CYP3A. Embora a eliminação da rosuvastatina não seja dependente da CYP3A, foi descrito um aumento na exposição à rosuvastatina com a administração concomitante de ritonavir. O mecanismo desta interação não é claro, mas pode ser o resultado de inibição do transportador. Quando usadas com ritonavir como potenciador farmacocinético ou como medicamento antirretroviral, devem administrar-se as doses mais baixas possíveis de atorvastatina ou rosuvastatina. O metabolismo da pravastatina e fluvastatina não depende da CYP3A e não se esperam interações com ritonavir. Se for recomendado tratamento com um inibidor da HMG-CoA reductase, recomenda-se o uso de pravastatina ou fluvastatina.

Vismodegib + Rosuvastatina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos em enzimas e transportadores específicos: Os estudos in vitro indicam que o vismodegib tem o potencial de agir como inibidor da proteína de resistência do cancro da mama (BCRP). Não estão disponíveis dados de interação in vivo. Não se pode excluir que o vismodegib pode levar ao aumento da exposição dos medicamentos transportados por esta proteína, tais como a rosuvastatina, topotecano e sulfassalazina. A administração concomitante deve ser realizada com precaução e pode ser necessário o ajuste de dose. In vitro, o CYP2C8 foi a isoforma CYP mais sensível à inibição pelo vismodegib. No entanto, os resultados de um estudo de interação fármaco- fármaco realizado em doentes oncológicos demonstraram que a exposição sistémica da rosiglitazona (um substrato do CYP2C8) não é alterada quando coadministrada com vismodegib. Assim, a inibição in vivo das enzimas CYP pelo vismodegib pode ser excluída.

Tolvaptano + Rosuvastatina

Observações: N.D.
Interações: Efeito de tolvaptano na farmacocinética de outros medicamentos: Substratos transportadores: Estudos in vitro indicam que tolvaptano é um substrato e inibidor competitivo da P-glicoproteína (P-gp). Estudos in vitro indicam que tolvaptano ou o seu metabolito oxobutírico podem ter o potencial para inibir os transportadores OATP1B1, OATP1B3, OAT3, BCRP e OCT1. As concentrações de digoxina no estado estacionário foram aumentadas (aumento de 1,3 vezes na concentração plasmática máxima observada [C max ] e aumento de 1,2 vezes na área sob a curva da concentração plasmática -tempo ao longo do intervalo de dosagem [AUC τ ]) quando esta foi coadministrada com doses múltiplas de 60 mg de tolvaptano uma vez por dia. Os doentes a tomarem digoxina ou outros substratos terapêuticos estreitos P -gp (por exemplo, dabigatrano) devem, por conseguinte, ser controlados com prudência e avaliados quanto a efeitos excessivos quando tratados com tolvaptano. As estatinas vulgarmente utilizadas no ensaio de referência de fase 3 de tolvaptano (por exemplo, rosuvastatina e pitavastatina) são substratos de OATP1B1 ou OATP1B3, no entanto não foi observada qualquer diferença no perfil de efeitos adversos (EA) durante o ensaio de referência de fase 3 de tolvaptan o na DPRAD. Se substratos de OATP1B1 e OATP1B3 (por exemplo, estatinas como a rosuvastatina e a pitavastatina), substratos de OAT3 (por exemplo, metotrexato, ciprofloxacina), substratos de BCRP (por exemplo, sulfassalazina) ou substratos de OCT1 (por exemplo, metformina) forem coadministrados com tolvaptano, os doentes devem ser controlados com prudência e avaliados quanto aos efeitos excessivos destes medicamentos.

Telaprevir + Rosuvastatina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Telaprevir inibe os polipéptidos transportadores de aniões orgânicos (OATPs) OATP1B1 e OATP2B1. A administração concomitante de Telaprevir e fármacos transportados por estes transportadores, como sejam a fluvastatina, pravastatina, rosuvastatina, pitavastatina, bosentano e repaglinida deve ser realizada com precaução. A sinvastatina é contraindicada devido ao aumento previsto e acentuado na exposição provocada por múltiplos mecanismos. Com base em estudos in vitro, telaprevir pode potencialmente aumentar as concentrações plasmáticas de medicamentos cuja excreção é dependente do trasportador de extrusão de múltiplos fármacos e toxinas (MATE)-1 e MATE2-K. INIBIDORES DA HMG-CoA REDUCTASE: Fluvastatina, pitavastatina, pravastatina, rosuvastatina: Deve existir precaução e recomenda-se monitorização clínica.

Tafamidis + Rosuvastatina

Observações: N.D.
Interações: Num ensaio clínico em voluntários saudáveis, tafamidis não induziu ou inibiu a enzima CYP3A4 do citocromo P450. Os dados in vitro também indicaram que o tafamidis não inibe significativamente as enzimas CYP1A2, CYP3A4, CYP3A5, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e CYP2D6 do citocromo P450. Estudos in vitro com tafamidis sugerem que é improvável que o mesmo cause interações medicamentosas em concentrações clinicamente relevantes com substratos da UDP - glucuronosiltransferase (UGT ), transportadores da P - gp ou transportadores de polipeptídeos de transporte de aniões orgânicos ( OATP1B1 e 1 B3). No entanto, tafamidis in vitro inibe o transportador de efluxo BCRP (proteína resistente ao cancro da mama) com um a IC50=1, 16 μM e pode causar interações fármaco - fármaco em concentrações clinicamente relevantes com substratos deste transportador (p.ex. metotrexato, rosuvastatina e imatinib). Da mesma forma, tafamidis inibe os transportadores de captação OAT1 e OAT3 (transportadores de aniões orgânicos) com um a IC50=2, 9 μM e IC50=2, 36 μM, respetivamente, e pode causar interações fármaco - fármaco em concentrações clinicamente relevantes com substratos destes transportadores ( p.ex., medicamentos anti-inflamatórios não esteroides, bumetanida, furosemida, lamivudina, metotrexato, oseltamivir, tenofovir, ganciclovir, adefovir, cidofovir, zidovudina, zalcitabina ). Não foram realizados estudos de interação para avaliar o efeito de outros medicamentos no tafamidis.

Encorafenib + Rosuvastatina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de encorafenib noutros medicamentos Substratos do transportador Encorafenib inibe potencialmente uma série de transportadores. Os agentes que são substratos dos transportadores renais OAT1, OAT3, OCT2 (como furosemida, penicilina) ou agentes que são substratos dos transportadores hepáticos OATP1B1, OATP1B3, OCT1 (como atorvastatina, bosentano) ou substratos do BCRP (como metotrexato, rosuvastatina) ou substratos da gp-P (por ex. posaconazol) poderão ter uma exposição aumentada e deverão ser, consequentemente, administrados concomitantemente com precaução.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Osimertinib + Rosuvastatina

Observações: Estudos in vitro demonstraram que a Fase I do metabolismo de osimertinib ocorre predominantemente via CYP3A4 e CYP3A5. Com base em estudos in vitro, osimertinib é um inibidor competitivo dos transportadores BCRP.
Interações: Num estudo clínico farmacocinético, a administração concomitante de osimertinib com rosuvastatina (substrato BCRP sensível) aumentou a AUC e a Cmax da rosuvastatina em 35% e 72% respetivamente.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Canagliflozina + Rosuvastatina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos da canagliflozina noutros medicamentos: Não pode ser excluída a inibição da BCRP pela canagliflozina a nível intestinal e, deste modo, pode ocorrer um aumento da exposição de fármacos transportados pela BCRP, como por exemplo, certas estatinas como a rosuvastatina e alguns agentes anticancerígenos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Afatinib + Rosuvastatina

Observações: N.D.
Interações: Interações com a BCRP: Estudos in vitro indicaram que o afatinib é um substrato e um inibidor do transportador BCRP. O afatinib pode aumentar a biodisponibilidade de substratos da BCRP administrados oralmente (incluindo, mas não limitados a, rosuvastatina e sulfasalazina).

Ibrutinib + Rosuvastatina

Observações: N.D.
Interações: Agentes que podem apresentar alteração da concentração plasmática devida a ibrutinib: In vitro, o ibrutinib é um inibidor da P-gp da proteína de resistência do cancro da mama (BCRP). Como não estão disponíveis dados clínicos sobre esta interação, não se pode excluir o facto de o ibrutinib poder inibir a P-gp intestinal e a BCRP após uma dose terapêutica. De forma a minimizar o potencial de uma interação no trato gastrointestinal, os substratos da P-pg ou BCRP com uma janela terapêutica oral estreita, tais como a digoxina ou metotrexato devem ser tomados, pelo menos, 6 horas antes ou depois de Ibrutinib. O ibrutinib pode também inibir a BCRP no fígado e aumentar a exposição dos medicamentos que são submetidos a um efluxo hepático mediado pela BCRP, tal como a rosuvastatina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metformina + Canagliflozina + Rosuvastatina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica farmacocinética com este medicamento. Contudo, tais estudos foram realizados com as substâncias ativas individuais (canagliflozina e metformina). A administração concomitante de canagliflozina (300 mg uma vez por dia) e metformina (2000 mg uma vez por dia) não teve um efeito clínico relevante sobre a farmacocinética quer da canagliflozina, quer da metformina.
Interações: CANAGLIFLOZINA Efeitos da canagliflozina noutros medicamentos: Não pode ser excluída a inibição da BCRP pela canagliflozina a nível intestinal e, deste modo, pode ocorrer um aumento da exposição de medicamentos transportados pela BCRP, como por exemplo, certas estatinas como a rosuvastatina e alguns medicamentos anticancerígenos.

Neratinib + Rosuvastatina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do neratinib sobre outras substâncias Inibidores da proteína de resistência ao cancro da mama Neratinib pode inibir moderadamente a proteína de resistência do cancro da mama (BCRP), conforme sugerido pelos estudos in vitro. Não foram realizados estudos clínicos com substratos da BCRP. Os doentes tratados com inibidores da BCRP (por ex., rosuvastatina e sulfassalazina) devem ser monitorizados atentamente.

Efavirenz + Rosuvastatina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: MEDICAMENTOS ANTIDISLIPIDÉMICOS: Inibidores da redutase da HMG-CoA: Rosuvastatina/Efavirenz: Interação não estudada. A rosuvastatina é largamente excretada inalterada nas fezes, pelo que não é de esperar interação com o efavirenz. Não é necessário ajuste posológico de qualquer um destes medicamentos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ombitasvir + Paritaprevir + Ritonavir + Rosuvastatina

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir foi administrado em doses múltiplas em todos os estudos de interação medicamentosa, com exceção dos estudos de interação medicamentosa com carbamazepina, gemfibrozil e cetoconazol.
Interações: Interações farmacocinéticas: Potencial para Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir afetar a farmacocinética de outros medicamentos: Os estudos de interação medicamentosa in vivo avaliaram o efeito global do tratamento de associação, incluindo o ritonavir. Medicamentos transportados pela família OATP e OCT1: O paritaprevir é um inibidor dos transportadores de captação hepáticos OATP1B1 e OATP1B3, e paritaprevir e ritonavir são inibidores de OATP2B1. O ritonavir é um inibidor in vitro de OCT1, mas a sua relevância clínica é desconhecida. A coadministração de Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir com medicamentos que são substratos de OATP1B1, OATP1B3, OATP2B1 ou OCT1 pode aumentar as concentrações plasmáticas destes substratos de transportadores, requerendo potencialmente ajuste de dose/monitorização clínica. Tais medicamentos incluem algumas estatinas, fexofenadina, repaglinida e antagonistas dos recetores da angiotensina II (por exemplo, valsartan). Os substratos da OATP1B1/3 avaliados nos estudos de interação medicamentosa incluem pravastatina e rosuvastatina. Medicamentos transportados pelo BCRP: O paritaprevir, o ritonavir e o dasabuvir são inibidores do BCRP in vivo. A coadministração de Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir juntamente com medicamentos que são substratos do BCRP pode aumentar as concentrações plasmáticas destes substratos de transportadores, requerendo potencialmente ajuste de dose/monitorização clínica. Tais medicamentos incluem sulfassalazina, imatinib e algumas das estatinas. Os substratos de BCRP avaliados nos estudos de interação medicamentosa incluem rosuvastatina. Interações entre Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir e outros medicamentos INIBIDORES DA HMG-CoA REDUTASE: Rosuvastatina 5 mg uma vez por dia: Mecanismo: inibição de OATP1B Pelo paritaprevir e inibição de BCRP pelo paritaprevir, ritonavir ou dasabuvir. Administrado com: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir + dasabuvir: Não é necessário ajuste da dose para Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com dasabuvir. Administrado com: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir sem dasabuvir: A dose diária máxima de rosuvastatina deve ser 10 mg . Não é necessário ajuste da dose para Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir.

Ledipasvir + Sofosbuvir + Rosuvastatina

Observações: Quaisquer interações que tenham sido identificadas com cada uma destas substâncias ativas individualmente podem ocorrer com a associação de Ledipasvir/Sofosbuvir.
Interações: Interações entre Ledipasvir/sofosbuvir e outros medicamentos INIBIDORES DA HMG-COA REDUTASE Rosuvastatina A coadministração de Ledipasvir/sofosbuvir com rosuvastatina pode aumentar significativamente a concentração de rosuvastatina (aumento de várias vezes da AUC), o que está associado a um aumento do risco de miopatia, incluindo rabdomiólise. A coadministração de Ledipasvir/sofosbuvir com rosuvastatina é contraindicada.

Padeliporfina + Rosuvastatina

Observações: n.d.
Interações: Transportadores OATP1B1 e OATP1B3 Os estudos in vitro preveem que é improvável que Padeliporfina em concentrações terapêuticas iniba as enzimas do citocromo P450, mas que poderá inibir os transportadores OATP1B1 e OATP1B3. A magnitude da interação não foi investigada clinicamente, mas não é possível excluir um aumento transitório da concentração plasmática de substratos dos OATP1B1 e OATP1B3 coadministrados. A utilização de medicamentos que são substratos do OATP1B1 ou OATP1B3 (repaglinida, atorvastatina, pitavastatina, pravastatina, rosuvastatina, sinvastatina, bosentano, glibenclamida), para os quais foram observados acontecimentos adversos graves dependentes da concentração, deve ser evitada no dia da perfusão de Padeliporfina e durante pelo menos 24 horas após a administração. A coadministração deve ser efetuada com precaução e é recomendada uma monitorização apertada.

Dasabuvir + Rosuvastatina

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Dasabuvir deve ser sempre administrado em conjunto com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. Quando coadministrados, exercem efeitos recíprocos um sobre o outro. Por conseguinte, o perfil de interação dos compostos tem de ser considerado como uma associação.
Interações: Interações entre Dasabuvir com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir e outros medicamentos: INIBIDORES DA HMG-CoA REDUTASE: Rosuvastatina 5 mg uma vez por dia: Administrado com: Dasabuvir+ombitasvir/paritaprevir/ritonavir Mecanismo: inibição de OATP1B pelo paritaprevir inibição de BCRP pelo dasabuvir, paritaprevir ritonavir. A dose diária máxima de rosuvastatina deve ser 5 mg. Não é necessário ajuste da dose para Dasabuvir + ombitasvir/paritaprevir/ritonavir.

Ponatinib + Rosuvastatina

Observações: Ponatinib é metabolizado por CYP3A4. Substratos de transporte In vitro, o ponatinib é um inibidor de P-gp e BCRP. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Substratos de transporte In vitro, o ponatinib é um inibidor de P-gp e BCRP. Por esse motivo, o ponatinib poderá ter o potencial de aumentar as concentrações plasmáticas dos substratos coadministrados da P-gp (por exemplo, digoxina, dabigatrano, colquicina, pravastatina) ou da BCRP (por exemplo, metotrexato, rosuvastatina, sulfassalazina) e poderá aumentar o seu efeito terapêutico e reações adversas. Recomenda-se uma vigilância clínica apertada quando o ponatinib é administrado com estes medicamentos.

Gemfibrozil + Rosuvastatina

Observações: O perfil de interacção do gemfibrozil é complexo. Estudos in vivo indicam que o gemfibrozil é um potente inibidor da CYP2C8 (uma enzima importante no metabolismo da repaglinida, rosiglitazona e paclitaxel, por ex.). Estudos in vitro demonstraram que o gemfibrozil é um forte inibidor da CYP2C9 (uma enzima envolvida no metabolismo da varfarina e da glimepirida por ex.), mas também da CYP2C19, CYP1A2, UGTA1 e UGTA3.
Interações: Inibidores da HMG-CoA redutase: A utilização combinada de gemfibrozil com uma estatina deve ser normalmente evitada. A administração isolada de fibratos está ocasionalmente associada a miopatia. Foi reportado um risco aumentado de ocorrência de efeitos indesejáveis musculares, incluindo a rabdomiólise, quando os fibratos são co-administrados com estatinas. Foi também reportado que o gemfibrozil influencia a farmacocinética da sinvastatina, lovastatina, pravastatina e rosuvastatina. Um estudo indicou que a co-administração de uma dose única de 80 mg de rosuvastatina, a voluntários saudáveis em tratamento com gemfibrozil (600 mg duas vezes ao dia), originou um aumento de 2,2 vezes da Cmáx média e um aumento de 1,9 vezes da AUC média da rosuvastatina.

Darunavir + Cobicistate + Rosuvastatina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com Darunavir / Cobicistate. Uma vez que Darunavir / Cobicistate contém darunavir e cobicistate, as interações que foram identificadas com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir) e com cobicistate determinam as interações que podem ocorrer com Darunavir / Cobicistate. Os ensaios de interação com darunavir/ritonavir e com cobicistate apenas foram realizados em adultos.
Interações: INIBIDORES DA HMG CO-A REDUCTASE: Atorvastatina, Fluvastatina, Pitavastatina, Pravastatina, Rosuvastatina: Tendo por base considerações teóricas, é expectável que Darunavir / Cobicistate aumente as concentrações plasmáticas destes inibidores da HMG Co-A reductase. (inibição do CYP3A e/ou do transporte) A utilização concomitante de um inibidor da HMG-CoA reductase e Darunavir / Cobicistate pode aumentar as concentrações plasmáticas do agente redutor de lípidos, o que pode conduzir a acontecimentos adversos, tais como miopatia. Quando se pretenda efetuar a administração concomitante do inibidor da HMG-CoA reductase e Darunavir / Cobicistate, recomenda-se iniciar com a dose mais baixa e titular até ao efeito clínico desejado, efetuando simultaneamente a monitorização da segurança.

Tivozanib + Rosuvastatina

Observações: n.d.
Interações: Medicamentos para os quais a absorção intestinal é restringida pela BCRP O tivozanib inibe a proteína transportadora BCRP in vitro, mas a relevância clínica deste achado é desconhecida. É necessária precaução se o tivozanib for administrado concomitantemente com a rosuvastatina. Como alternativa, deve ser considerada uma estatina não sujeita a restrição da absorção intestinal pela BCRP. Os doentes que tomam um substrato BCRP oral com uma interação de efluxo clinicamente relevante no intestino devem assegurar que uma janela de tempo adequada (por exemplo, 2 horas) é aplicada entre a administração de tivozanib e o substrato BCRP.

Teriflunomida + Rosuvastatina

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas da teriflunomida sobre outras substâncias: Efeito da teriflunomida sobre substratos da BCRP e/ou do polipéptido transportador de aniões orgânicos B1 e B3 (OATP1B1/B3): Foi observado um aumento na Cmax média e AUC (de 2,65x e 2,51x, respetivamente) da rosuvastatina após doses repetidas de teriflunomida. No entanto, não foi observado um impacto aparente deste aumento sobre a exposição plasmática da rosuvastatina na atividade da HMB-CoA redutase. Para a rosuvastatina, recomenda-se uma redução de dose de 50% para coadministração com teriflunomida. Com outros substratos da BCRP (p.ex., metotrexato, topotecano, sulfassalazina, daunorrubicina, doxorrubicina) e da família de OATP, especialmente os inibidores da HMG-Co redutase (p.ex., sinvastatina, atorvastatina, pravastatina, metotrexato, nateglinida, repaglinida, rifampicina), a administração concomitante de teriflunomida também deve ser realizada com precaução. Os doentes devem ser monitorizados relativamente a sinais e sintomas de uma exposição excessiva aos fármacos, devendo ser considerada a redução da dose destes fármacos se necessário.

Indinavir + Rosuvastatina

Observações: n.d.
Interações: INDINAVIR NÃO POTENCIADO INIBIDORES DA REDUTASE DA HMG-CoA: Rosuvastatina: Interação não estudada. Associação não recomendada.

Ribociclib + Rosuvastatina

Observações: n.d.
Interações: Substâncias que são substratos de transportadores: Avaliações in vitro indicaram que ribociclib tem potencial para inibir as atividades dos transportadores Pgp, BCRP, OATP1B1/1B3, OCT1 OCT2, MATE1 e BSEP. Recomenda-se precaução e monitorização da toxicidade durante o tratamento concomitante com substratos sensíveis destes transportadores que exibem uma margem terapêutica estreita, incluindo mas não limitado a digoxina, pitavastatina, pravastatina, rosuvastatina e metformina.

Eltrombopag + Rosuvastatina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do eltrombopag noutros medicamentos: Inibidores da HMG CoA redutase: Estudos in vitro demonstraram que o eltrombopag não é um substrato para o polipéptido transportador aniónico orgânico, OATP1B1, mas é um inibidor deste transportador. Estudos in vitro também demonstraram que o eltrombopag é um substrato e inibidor da proteína de resistência do cancro da mama (BCRP). A administração de 75 mg de eltrombopag uma vez por dia durante 5 dias, com uma dose única de 10 mg de rosuvastatina, substrato do OATP1B e BCRP, a 39 adultos saudáveis levou ao aumento dos valores plasmáticos de rosuvastatina Cmax 103% (IC90%:82%, 126%) e AUC0- 55% (IC90%:42%, 69%). Prevêem-se também interações com outros inibidores da HMG-CoA redutase, incluindo pravastatina, sinvastatina e lovastatina, contudo, não são esperadas interações clinicamente significativas entre o eltrombopag e a atorvastatina ou fluvastatina. Deverá considerar-se uma redução da dose das estatinas quando administradas concomitantemente com eltrombopag, com cuidadosa monitorização das suas reações adversas.

Fluindiona + Rosuvastatina

Observações: N.D.
Interações: Associações que requerem precauções de utilização: HMG CoA redutase (atorvastatina, fluvastatina, rosuvastatina, sinvastatina): Efeito aumentado de anticoagulantes orais e risco de hemorragia. Monitorização mais frequente do INR. Ajustar a dose de anticoagulante oral.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fidaxomicina + Rosuvastatina

Observações: N.D.
Interações: Efeito da fidaxomicina nos outros transportadores: A fidaxomicina não tem um efeito clinicamente significativo na exposição da rosuvastatina, um substrato para os transportadores OATP2B1 e BCRP. A co-admnistração de 200 mg de fidaxomincina, duas vezes ao dia com uma dose única de 10 mg de rosuvastatina em pessoas saudáveis não afetou a AUCinf da rosuvastatina. A Cmax da rosuvastatina aumentou aproximadamente 17%, indicando que um aumento na taxa de absorção não pode ser excluído.

Olaparib + Rosuvastatina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica formais.
Interações: Interações farmacocinéticas: Efeito de olaparib sobre outros fármacos: Desconhece-se o potencial de olaparib para induzir o CYP3A, CYP1A2, CYP2B6, CYP2C9, CYP2C19 e o P-gp e não se pode excluir que o olaparib após administração concomitante possa reduzir a exposição aos substratos destas enzimas metabólicas e proteína transportadora. A eficácia dos contracetivos hormonais pode estar reduzida se forem administrados concomitantemente com olaparib. O olaparib in vitro pode ser um inibidor do P-gp e é um inibidor do BRCP, OATP1B1, OCT1 e OCT2. Não se pode excluir que olaparib possa aumentar a exposição aos substratos do P-gp (p.ex., estatinas, digoxina, dabigatrano, colquicina), BRCP (p.ex., metotrexato, rosuvastatina e sulfassalazina), OATP1B1 (p.ex., bosentano, glibenclamida, repaglinida, estatinas e valsartan), OCT1 (p.ex., metformina) e OCT2 (p.ex., creatinina sérica). Em particular, recomenda-se precaução se olaparib for administrado em associação com qualquer estatina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Palbociclib + Rosuvastatina

Observações: Palbociclib é metabolizado principalmente pela CYP3A e pela SULT2A1, uma enzima da família das sulfotransferases (SULT). In vivo, palbociclib é um inibidor fraco e dependente do tempo da CYP3A.
Interações: Baseado em dados in vitro, é de esperar que palbociclib iniba o transporte mediado pela glicoproteína P (P-gp) intestinal e pela proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP). Por conseguinte, a administração de palbociclib com medicamentos que são substratos da P-gp (por ex., digoxina, dabigatrano, colquicina, pravastatina) ou da BCRP (por ex., rosuvastatina, sulfassalazina) poderá aumentar o seu efeito terapêutico e as reações adversas.

Hidróxido de alumínio + Hidróxido de magnésio + Simeticone + Rosuvastatina

Observações: N.D.
Interações: Os antiácidos contendo alumínio podem impedir a absorção adequada de outros medicamentos tais como antagonistas H2, atenolol, cefedinir, cefpodoxima, bifosfonatos, cloroquina, cetoconazol, ciclinas, diflunisal, digoxina, etambutol, fluoroquinolonas, fluoreto de sódio, glucocorticoides, indometacina, isoniazida, polistireno sulfonato de sódio (kayexalate), levotiroxina, lincosamidas, metoprolol, neurolépticos, fenotiazinas, penicilamina, propranolol, rosuvastatina, sais de ferro. Recomenda-se alternar a administração destes medicamentos e do antiácido com pelo menos 2 horas de intervalo (4 horas para as fluoroquinolonas) a fim de minimizar a ocorrência de interações indesejáveis.

Glecaprevir + Pibrentasvir + Rosuvastatina

Observações: N.D.
Interações: Potencial de Glecaprevir / Pibrentasvir para afetar outros medicamentos Glecaprevir e pibrentasvir são inibidores da glicoproteína-P (gp-P), da proteína de resistência do cancro da mama (BCRP) e polipeptídeo transportador do anião orgânico (OATP) 1B1/3. A coadministração com Glecaprevir / Pibrentasvir pode aumentar as concentrações plasmáticas de medicamentos que são substratos da gp-P (por exemplo, dabigatrano etexilato, digoxina), BCRP (por exemplo, rosuvastatina), ou OATP1B1/3 (por exemplo, atorvastatina, lovastatina, pravastatina, rosuvastatina, sinvastatina). Outros substratos P-gp, BCRP, ou OATP1B1/3, pode ser necessário ajuste de dose. Glecaprevir e pibrentasvir são inibidores fracos in vivo do citocromo P450 (CYP) 3A e uridina glucuronosiltransferase (UGT) 1A1. Não são esperados aumentos clinicamente significativos quando Glecaprevir / Pibrentasvir é coadministrado com substratos sensíveis do CYP3A (midazolam, felodipina) ou UGT1A1 (raltegravir). Quer glecaprevir quer pibrentasvir inibem in vitro a bomba de exportação de sais biliares (BSEP). Não é expectável inibição significativa do CYP1A2, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6, UGT1A6, UGT1A9, UGT1A4, UGT2B7, OCT1, OCT2, OAT1, OAT3, MATE1 ou MATE2K. INIBIDORES DA HMG-CoA REDUTASE Rosuvastatina 5 mg uma vez por dia (Inibição de OATP1B1/3, BCRP) Recomenda-se precaução. A dose de rosuvastatina não deve exceder 5 mg por dia.

Rolapitant + Rosuvastatina

Observações: N.D.
Interações: Substratos da BCRP Rolapitant é um inibidor da proteína de resistência do cancro da mama (BCRP). O aumento das concentrações plasmáticas dos substratos da BCRP (por exemplo, metotrexato, irinotecano, topotecano, mitoxantrona, rosuvastatina, sulfassalazina, doxorrubicina, bendamustina) pode resultar em potenciais reações adversas. A coadministração de uma dose única de 180 mg de rolapitant com sulfassalazina, um substrato da BCRP, resultou aproximadamente na duplicação da Cmax e da AUC da sulfasalazina. Se a combinação não puder ser evitada, deve ser feita a monitorização clínica e biológica de reações adversas relacionadas com o medicamento concomitante. Deve ser usada a menor dose eficaz de rosuvastatina.

Niraparib + Rosuvastatina

Observações: Os estudos clínicos só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de niraparib sobre outros medicamentos Inibição de transportadores de efluxo (P-gp, BCRP, BSEP e MATE1/2) Niraparib não é um inibidor da BSEP. In vitro, niraparib inibe a P-gp de forma muito ligeira e a BCRP com um IC50 = 161 µM e 5,8 µM, respetivamente. Portanto, embora improvável, não pode ser excluída uma interação clinicamente significativa relacionada com uma inibição destes transportadores de efluxo. Recomenda-se precaução quando niraparib é associado com substratos da BCRP (irinotecano, rosuvastatina, sinvastatina, atorvastatina e metotrexato). Niraparib é um inibidor de MATE1 e MATE2 com IC50 de 0,18 µM e ≤ 0,14 µM, respetivamente. Não se pode excluir um aumento das concentrações plasmáticas no caso de administração concomitante de medicamentos que sejam substratos destes transportadores (por exemplo, metformina). O principal metabolito primário M1 não parece ser inibidor da P-gp, BCRP, BSEP ou MATE1/2.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lomitapida + Rosuvastatina

Observações: Avaliação in vitro das interações medicamentosas: A lomitapida inibe o CYP3A4. A lomitapida não induz os CYP 1A2, 3A4 ou 2B6, e também não inibe os CYP 1A2, 2B6, 2C9, 2C19, 2D6 ou 2E1. A lomitapida não é um substrato da glicoproteína P, mas inibe a glicoproteína P. A lomitapida não inibe a proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP).
Interações: Efeitos da lomitapida noutros medicamentos: Inibidores da HMG-CoA redutase (estatinas): A lomitapida aumenta as concentrações plasmáticas das estatinas. Quando se administrou lomitapida 60 mg em estado de equilíbrio antes de sinvastatina 40 mg, a AUC e a Cmax do ácido de sinvastatina aumentaram 68% e 57%, respetivamente. Quando se administrou lomitapida 60 mg em estado de equilíbrio antes de atorvastatina 20 mg, a AUC e a Cmax do ácido de atorvastatina aumentaram 52% e 63%, respetivamente. Quando se administrou lomitapida 60 mg em estado de equilíbrio antes de rosuvastatina 20mg, o Tmax da rosuvastatina aumentou de 1 para 4 horas, a AUC aumentou 32% e a Cmax permaneceu inalterada. O risco de miopatia com a sinvastatina está relacionado com a dose. O uso do Lomitapida está contraindicado em doentes tratados com doses altas de sinvastatina (>40 mg).

Eluxadolina + Rosuvastatina

Observações: N.D.
Interações: Substratos do OATP1B1: A eluxadolina aumenta a exposição do substrato do OATP1B1 coadministrado rosuvastatina em até 40% da exposição total, o que não é considerado normalmente como sendo clinicamente relevante. Contudo, o efeito sobre outras estatinas, que sejam substratos do OATP1B1 mais sensíveis (por exemplo, sinvastatina e atorvastatina) pode ser mais acentuado. Por conseguinte, deve ter-se precaução nos doentes que estejam a receber tais medicamentos, especialmente em doses elevadas. Outros substratos potencialmente afetados incluem, por exemplo, sartans (valasartan, olmesaran).

Telitromicina + Rosuvastatina

Observações: Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos.
Interações: Efeito do Telitromicina nos outros medicamentos: Estatinas: Quando a sinvastatina foi coadministrada com Telitromicina, houve um aumento de 5.3 vezes na C max da sinvastatina e um aumento de 8.9 vezes na AUC da sinvastatina, um aumento de 15 vezes na Cmax. da sinvastatina ácida e um aumento de 11 vezes na AUC da sinvastatina ácida. O Telitromicina pode originar uma interação semelhante com a lovastatina e atorvastatina que também são metabolizados sobretudo pelo CYP3A4, e, como tal, o Telitromicina não deverá ser usado concomitantemente com a sinvastatina, atorvastatina ou lovastatina. O tratamento com estes agentes deve ser interrompido durante o tratamento com Telitromicina. A exposição da pravastatina, rosuvastatina e em menor grau da fluvastatina pode estar aumentada devido ao possível envolvimento dos transportadores de proteínas, mas espera-se que este aumento seja menor do que as interações envolvendo a inibição do CYP3A4. Contudo, os doentes devem ser monitorizados cuidadosamente em termos de sinais e sintomas de miopatia e rabdomiólise quando tratados em simultâneo com pravastatina, rosuvastatina e fluvastatina.

Atalureno + Rosuvastatina

Observações: Com base em estudos in vitro, o atalureno é um substrato da UGT1A9 e da proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP). Com base em estudos in vitro, o atalureno é um inibidor da UGT1A9, do transportador de aniões orgânicos 1 (OAT1), do transportador de aniões orgânicos 3 (OAT3) e do polipéptido transportador de aniões orgânicos 1B3 (OATP1B3). Com base nos estudos in vitro, não se prevê que o atalureno seja um inibidor do transporte mediado pela glicoproteína P nem do metabolismo mediado pelo citocromo P450. De forma semelhante, não se prevê que, in vivo, o atalureno seja um indutor das isoenzimas do citocromo P450. Medicamentos que afetam a glicoproteína-P transportadora In vitro, o atalureno não é um substrato da glicoproteína-P transportadora. É improvável que a farmacocinética do atalureno seja afetada por medicamentos que inibem a glicoproteína-P transportadora. Desconhece-se qual é o efeito da administração concomitante do atalureno com outros medicamentos nefrotóxicos. Em alguns destes casos, a desidratação pode ser um fator contribuinte. Os doentes devem manter uma hidratação adequada durante a toma do atalureno.
Interações: É necessário ter cuidado quando o atalureno for administrado de forma concomitante com medicamentos que são substratos da UGT1A9, OAT1, OAT3 ou OATP1B3 devido ao risco de aumento da concentração destes medicamentos (por exemplo, oseltamivir, aciclovir, ciprofloxacina, captopril, furosemida, bumetanida, valsartan, pravastatina, rosuvastatina, atorvastatina e pitavastatina).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido ursodesoxicólico + Rosuvastatina

Observações: N.D.
Interações: Num estudo clínico em voluntários saudáveis, a utilização concomitante de AUDC (500 mg/dia) e rosuvastatina (20 mg/dia) resultou em níveis plasmáticos ligeiramente elevados de rosuvastatina. Desconhece-se a relevância clínica desta interação e também de interações relativamente a outras estatinas

Efavirenz + Emtricitabina + Tenofovir + Rosuvastatina

Observações: As interações que foram identificadas com Efavirenz, Emtricitabina e Tenofovir individualmente podem ocorrer com esta associação. Os estudos de interação com estes medicamentos só foram realizados em adultos.
Interações: MEDICAMENTOS HIPOLIPEMIANTES: Inibidores da Redutase da HMG-CoA: Rosuvastatina/Efavirenz: Interação não estudada. A rosuvastatina é amplamente excretada nas fezes na forma inalternada, pelo que não é esperada uma interação com o efavirenz. Rosuvastatina/Emtricitabina: Interação não estudada. Rosuvastatina/Tenofovir disoproxil fumarato: Interação não estudada. Efavirenz / Emtricitabina / Tenofovir e a rosuvastatina podem ser coadministrados sem ajustes da dose.

Pazopanib + Rosuvastatina

Observações: n.d.
Interações: Efeito da administração concomitante de pazopanib e sinvastatina: A administração concomitante de pazopanib e sinvastatina aumenta a incidência de elevações da ALT. Resultados de uma meta-análise que utilizou dados obtidos de estudos clínicos com pazopanib mostraram que foram notificados valores de ALT > 3x o LSN em 126/895 (14%) dos doentes que não tomaram estatinas, comparativamente a 11/41 (27%) dos doentes que tomaram sinvastatina em concomitância (p=0,038). Se um doente a tomar concomitantemente sinvastatina desenvolver elevação da ALT, devem-se seguir as orientações posológicas de pazopanib e interromper a sinvastatina. Adicionalmente, a administração concomitante de pazopanib e outras estatinas deve ser feita com precaução uma vez que os dados existentes são insuficientes para avaliar o impacto nos níveis de ALT. Não se pode excluir que o pazopanib afete a farmacocinética de outras estatinas (p.e. atorvastatina, fluvastatina, pravastatina, rosuvastatina).

Nelfinavir + Rosuvastatina

Observações: n.d.
Interações: Inibidores da HMG-CoA redutase (Estatinas): Pravastatina, fluvastatina, rosuvastatina: O metabolismo da pravastatina e fluvastatina não é dependente da CYP3A4, não se esperando interações com nelfinavir. Caso o tratamento com inibidores da HMG-CoA redutase em associação com nelfinavir esteja indicado, a pravastatina e a fluvastatina são recomendadas. Também se pode administrar rosuvastatina com nelfinavir, mas os doentes devem ser monitorizados.

Vemurafenib + Rosuvastatina

Observações: N.D.
Interações: Os estudos in vitro demonstraram que o vemurafenib é um inibidor dos transportadores de efluxo gp-P e BCRP. A relevância clínica desta observação é desconhecida. Não pode ser excluído que vemurafenib possa aumentar a exposição de outros medicamentos transportados por gp-P (por exemplo, aliscireno, colquicina, digoxina, everolímus, fexofenadina) ou BCRP (por exemplo, metotrexato, mitoxantrona, rosuvastatina). Muitos medicamentos antineoplásicos são substratos de gp-P e/ou BCRP. Por conseguinte, existe um risco teórico de interação com vemurafenib. O possível efeito de vemurafenib noutros transportadores é atualmente desconhecido.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Rosuvastatina + Inibidores do BCRP (proteína de resistência do cancro da mama)

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.
Interações: Inibidores das proteínas transportadoras: A rosuvastatina é um substrato para certas proteínas transportadoras incluindo o transportador de captação hepático OATP1B1 e o transportador de efluxo BCRP. A administração concomitante de rosuvastatina com medicamentos que são inibidores destes transportadores de proteínas pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas da rosuvastatina e num aumento do risco de miopatia.

Brigatinib + Rosuvastatina

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas pelo brigatinib Substratos de transportadores A coadministração de brigatinib com substratos da P-gp (por exemplo, digoxina, dabigatrano, colchicina, pravastatina), da BCRP (por exemplo, metotrexato, rosuvastatina, sulfasalazina), do transportador catiónico orgânico 1 (OCT1), da proteína de extrusão 1 de múltiplos fármacos e toxinas (MATE1) e 2K (MATE2K), pode aumentar as suas concentrações plasmáticas. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quando Brigatinib é coadministrado com substratos destes transportadores com um índice terapêutico estreito (por exemplo, digoxina, dabigatrano, metotrexato).
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Apalutamida + Rosuvastatina

Observações: n.d.
Interações: Efeito da apalutamida em Proteínas Transportadoras de medicamentos A apalutamida demonstrou ser um indutor fraco de P-glicoproteína (P-gp), proteína de resistência ao cancro de mama (BCRP) e polipéptido de transporte de aniões orgânicos 1B1 (OATP1B1) clinicamente. Um estudo de interação medicamentosa usando uma abordagem de coquetel mostrou que a coadministração de Apalutamida com doses orais únicas de substratos transportadores sensíveis resultou numa diminuição de 30% no ASC de fexofenadina (substrato da P-gp) e 41% de diminuição no ASC de rosuvastatina (substrato da BCRP/OATP1B1), mas não teve impacto no Cmax. O uso concomitante de Apalutamida com medicamentos que são substratos de P-gp, BCRP ou OATP1B1 pode resultar em menor exposição desses medicamentos. Tenha cuidado se os substratos de P-gp, BCRP ou OATP1B1 forem coadministrados com Apalutamida e avalie a perda de eficácia se a medicação for continuada. Com base em dados in vitro, a inibição do transportador de catiões orgânico 2 (OCT2), o transportador de aniões orgânicos 3 (OAT3) e as extrusões de multidrogas e toxinas (MATEs) pela apalutamida e seu metabolito N- desmetil-apalutamida não podem ser excluídos. Não foi observada inibição in vitro do transportador aniônico orgânico 1 (OAT1). As simulações sugerem que a apalutamida não causa alterações clinicamente significativas na exposição à metformina (substrato da OCT2/MATEs) e benzilpenicilina (substrato da OAT3).

Sotagliflozina + Rosuvastatina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre a sotagliflozina Estudos de interação em voluntários saudáveis mostraram que a metformina, o metoprolol, o midazolam, a rosuvastatina e os contracetivos orais não tiveram efeito clinicamente relevante na farmacocinética da sotagliflozina. Efeitos da sotagliflozina sobre outros medicamentos Foi demonstrado um aumento da exposição total e da Cmax da rosuvastatina de cerca de 1,2 e 1,4 vezes, respetivamente, quando coadministrada com sotagliflozina, não sendo considerado clinicamente relevante. Contudo, o mecanismo por detrás do aumento limitado da exposição não se encontra totalmente esclarecido, pois a sotagliflozina e o M19 (sotagliflozina 3-O-glucurónido) estão caracterizados como inibidores da BCRP in vitro e o M19 igualmente como inibidor da OATP1B3 e da OAT3. A rosuvastatina é um substrato conhecido da OATP, BCRP e da OAT3. Não se pode excluir que a sotagliflozina possa interagir com outros substratos sensíveis da OAT3, OATP e/ou BCRP (p. ex., fexofenadina, paclitaxel, bosentano, metotrexato, furosemida, benzilpenicilina) resultando em potenciais aumentos mais elevados da exposição do que o observado para a rosuvastatina. Deverá ser avaliado se é necessária monitorização adicional quando se usam estes substratos.
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

A rosuvastatina é contraindicada na gravidez e na amamentação.
As mulheres em idade fértil deverão utilizar métodos contracetivos apropriados

Na condução de veículos ou na utilização de máquinas é necessário ter em conta que poderão ocorrer tonturas durante o tratamento.



Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 31 de Outubro de 2019