Ranolazina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência na Condução
O que é
Ranolazine é um medicamento anti-anginoso.
Usos comuns
A ranolazina é utilizada para tratar a angina de peito crónica (dor no peito).

Ranolazina é normalmente usada em conjunto com outros medicamentos, como bloqueadores dos canais de cálcio, bloqueadores beta ou nitratos.

Ranolazina está disponível apenas com prescrição do seu médico.
Tipo
Molécula pequena.
História
Em 31 de janeiro de 2006, ranolazina foi aprovado para uso nos Estados Unidos pela FDA para o tratamento da angina de peito crónicas.
Indicações
Para o tratamento da angina de peito crónica.

Deve ser utilizado em combinação com amlodipina, beta-bloqueadores ou nitratos.
Classificação CFT

03.05.01 : Antianginosos

Mecanismo De Ação
O mecanismo de ação da ranolazina é desconhecido.

Não aumenta o duplo-produto, uma medida do trabalho do miocárdio, no exercício máximo.

Os estudos in vitro sugerem que a ranolazina é um inibidor da P-gp.

Acredita-se que os efeitos da ranolazina através da alteração da corrente de sódio de trans-celular final.

E isto altera o nível de cálcio intracelular que a ranolazina afeta os canais de sódio dependentes de cálcio durante a isquemia do miocárdio.

Assim, ranolazine impede indiretamente a sobrecarga de cálcio que causa isquemia cardíaca.
Posologia Orientativa
A dose de ranolazina será diferente para diferentes pacientes.
Siga as ordens do seu médico ou o instruções no rótulo.

As informações a seguir inclui apenas as doses médias de ranolazina.
Se a sua dose é diferente, não deve alterá-la a menos que seu médico lhe diga para o fazer.

A quantidade de medicamento que toma depende de que a força do medicamento.
Além disso, o número de doses que toma diariamente, o intervalo entre doses e a duração de tempo que vai tomar o medicamento depende do problema médico para o qual o medicamento está a ser usado.

Dosagem oral (comprimidos de liberação prolongada):
Para angina crónica:
Adultos - Inicialmente, a 500 miligramas (mg) duas vezes por dia.
O seu médico pode ajustar a dose conforme necessário.
Em geral a dose não é mais do que 1000 mg, duas vezes por dia.

Crianças - uso e dose deve ser determinada pelo seu médico.
Administração
Sem informação.
Contraindicações
Não use ranolazina se:
– é alérgico a ranolazina
– tem cirrose hepática
– está a tomar certos antifúngicos (p.ex., itraconazol, cetoconazol), barbitúricos (por exemplo, fenobarbital), carbamazepina, hidantoínas (por exemplo, fenitoína), certos antibióticos macrolídeos (por exemplo, claritromicina), nefazodona, alguns inibidores de protease (por exemplo, indinavir, nelfinavir , ritonavir, saquinavir), a rifamicina (por exemplo, rifampicina), erva de São João, ou telitromicina.

Contacte o seu médico ou profissional de saúde imediatamente se algum destes se aplicar a si.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Todos os medicamentos podem causar efeitos adversos, mas muitas pessoas podem não os ter.
Fale com seu médico se qualquer destes efeitos secundários mais comuns persistirem ou se tornarem incómodos:
A constipação, tonturas, dor de cabeça, náuseas.

Procure ajuda médica imediatamente se algum destes efeitos secundários graves ocorrem:
Reações alérgicas graves (rash, urticária, comichão, dificuldade em respirar; aperto no peito, inchaço da boca, face, lábios ou língua, rouquidão incomum); sangue na urina; visão turva; mudança na quantidade de urina produzida; dor no peito, confusão, diminuição da sensação de toque, desmaios; rápido, batimento cardíaco lento ou irregular, febre, calafrios, dor de garganta ou persistente, dormência, queimação, sensação de formigueiro, tontura grave ou persistente, sensação de cabeça leve ou fraqueza, falta de ar, inchaço das mãos ou pés; tremor; nódoas negras ou sangramento.

Esta não é uma lista completa de todos os efeitos secundários que podem ocorrer.
Se tiver dúvidas sobre os efeitos secundários, entre em contacto com o seu médico.
Peça aconselhamento médico sobre efeitos secundários.
Advertências
Gravidez
Gravidez
Gravidez:Todos os trimestres: C - Não há estudos adequados em mulheres. Em experiências animais ocorreram alguns efeitos colaterais no feto, mas o benefício do produto pode justificar o risco potencial durante a gravidez.
Condução
Condução
Condução:Risco de tonturas e vertigens; evitar conduzir, até ganhar experiência de como reage ao medicamento.
Precauções Gerais
Se vai tomar ranolazina por um longo tempo, é muito importante que o médico acompanhe o tratamento em visitas regulares para quaisquer problemas ou efeitos adversos que podem ser causados ​​por ranolazina.

Ranolazina pode causar uma mudança no ritmo cardíaco chamada prolongamento do intervalo QT.

Esta condição pode alterar os batimentos cardíacos e pode causar palpitações ou desmaios.
Fale com o médico imediatamente se começar a ter algum destes sintomas.

Não use ranolazina se estiver a tomar carbamazepina, claritromicina, nefazodona, fenobarbital, fenitoína, rifabutina, a rifampicina, rifapentina, medicamento para tratar infeções fúngicas (como itraconazol, cetoconazol), medicamentos para tratar o HIV ou AIDS (como indinavir, nelfinavir, ritonavir, saquinavir) ou erva de São João.

Não use ranolazina para tratar um início súbito de dor torácica.
Ranolazina pode causar a algumas pessoas tonturas, sonolência ou menos alerta do que são normalmente.

Certifique-se que de como reage a ranolazina antes de conduzir, utilizar máquinas ou fazer qualquer outra coisa que possa ser perigoso se tiver tonturas ou menos agilidade mental.

A toranja e sumo de toranja pode aumentar os efeitos de ranolazina, aumentando a quantidade de medicamento no corpo.
Não deve comer toranja ou beber sumo de toranja enquanto estiver a tomar ranolazina.
Não tome outros medicamentos que não tenham sido falados com o médico.
Isso inclui medicamentos de venda livre, medicamentos de ervas ou suplementos vitamínicos.
Cuidados com a Dieta
O sumo de toranja e toranja devem ser evitados durante o tratamento.
Tome independentemente das refeições.
Terapêutica Interrompida
Se falhar uma dose de ranolazina, ignore a dose e volte ao seu esquema posológico normal. Não duplique doses.
Cuidados no Armazenamento
Guarde o medicamento num recipiente fechado à temperatura ambiente, longe do calor, humidade e luz direta.

Evite congelamento.

Manter fora do alcance das crianças.

Não guarde medicamentos desatualizados ou medicamento não mais necessários.

Pergunte ao seu profissional de saúde como deve descartar de qualquer medicamento que não use.
Espectro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
Contraindicado

Ranolazina + Inibidores do CYP3A4

Observações: N.D.
Interações: A ranolazina é um substrato do citocromo CYP3A4. Os inibidores do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de ranolazina. A possibilidade de ocorrência de episódios adversos relacionados com a dose (p.ex. náuseas, tonturas) pode também aumentar com o aumento das concentrações plasmáticas. O tratamento concomitante com 200 mg de cetoconazol duas vezes ao dia aumentou a AUC da ranolazina em 3,0 – 3,9 vezes durante o tratamento com ranolazina. A associação de ranolazina a inibidores potentes do CYP3A4 (p.ex. itraconazol, cetoconazol, voriconazol, posaconazol, inibidores da protease do VIH, claritromicina, telitromicina, nefazodona) está contraindicada. O sumo de toranja também é um inibidor potente do CYP3A4. O diltiazem (180 a 360 mg uma vez ao dia), um inibidor do CYP3A4 moderadamente potente, causa um aumento dependente da dose das concentrações médias em estado estacionário da ranolazina de 1,5 a 2,4 vezes. Recomenda-se o ajustamento cuidadoso da dosagem de Ranolazina em doentes tratados com diltiazem e outros inibidores do CYP3A4 de potência moderada (p.ex. eritromicina, fluconazol). Pode ser necessário reduzir a posologia de Ranolazina. - Inibidores do CYP3A4
Contraindicado

Ranolazina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: A ranolazina é um substrato do citocromo CYP3A4. Os inibidores do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de ranolazina. A possibilidade de ocorrência de episódios adversos relacionados com a dose (p.ex. náuseas, tonturas) pode também aumentar com o aumento das concentrações plasmáticas. O tratamento concomitante com 200 mg de cetoconazol duas vezes ao dia aumentou a AUC da ranolazina em 3,0 – 3,9 vezes durante o tratamento com ranolazina. A associação de ranolazina a inibidores potentes do CYP3A4 (p.ex. itraconazol, cetoconazol, voriconazol, posaconazol, inibidores da protease do VIH, claritromicina, telitromicina, nefazodona) está contraindicada. O sumo de toranja também é um inibidor potente do CYP3A4. O diltiazem (180 a 360 mg uma vez ao dia), um inibidor do CYP3A4 moderadamente potente, causa um aumento dependente da dose das concentrações médias em estado estacionário da ranolazina de 1,5 a 2,4 vezes. Recomenda-se o ajustamento cuidadoso da dosagem de Ranolazina em doentes tratados com diltiazem e outros inibidores do CYP3A4 de potência moderada (p.ex. eritromicina, fluconazol). Pode ser necessário reduzir a posologia de Ranolazina. - Cetoconazol
Contraindicado

Ranolazina + Itraconazol

Observações: N.D.
Interações: A ranolazina é um substrato do citocromo CYP3A4. Os inibidores do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de ranolazina. A possibilidade de ocorrência de episódios adversos relacionados com a dose (p.ex. náuseas, tonturas) pode também aumentar com o aumento das concentrações plasmáticas. O tratamento concomitante com 200 mg de cetoconazol duas vezes ao dia aumentou a AUC da ranolazina em 3,0 – 3,9 vezes durante o tratamento com ranolazina. A associação de ranolazina a inibidores potentes do CYP3A4 (p.ex. itraconazol, cetoconazol, voriconazol, posaconazol, inibidores da protease do VIH, claritromicina, telitromicina, nefazodona) está contraindicada. O sumo de toranja também é um inibidor potente do CYP3A4. O diltiazem (180 a 360 mg uma vez ao dia), um inibidor do CYP3A4 moderadamente potente, causa um aumento dependente da dose das concentrações médias em estado estacionário da ranolazina de 1,5 a 2,4 vezes. Recomenda-se o ajustamento cuidadoso da dosagem de Ranolazina em doentes tratados com diltiazem e outros inibidores do CYP3A4 de potência moderada (p.ex. eritromicina, fluconazol). Pode ser necessário reduzir a posologia de Ranolazina. - Itraconazol
Contraindicado

Ranolazina + Voriconazol

Observações: N.D.
Interações: A ranolazina é um substrato do citocromo CYP3A4. Os inibidores do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de ranolazina. A possibilidade de ocorrência de episódios adversos relacionados com a dose (p.ex. náuseas, tonturas) pode também aumentar com o aumento das concentrações plasmáticas. O tratamento concomitante com 200 mg de cetoconazol duas vezes ao dia aumentou a AUC da ranolazina em 3,0 – 3,9 vezes durante o tratamento com ranolazina. A associação de ranolazina a inibidores potentes do CYP3A4 (p.ex. itraconazol, cetoconazol, voriconazol, posaconazol, inibidores da protease do VIH, claritromicina, telitromicina, nefazodona) está contraindicada. O sumo de toranja também é um inibidor potente do CYP3A4. O diltiazem (180 a 360 mg uma vez ao dia), um inibidor do CYP3A4 moderadamente potente, causa um aumento dependente da dose das concentrações médias em estado estacionário da ranolazina de 1,5 a 2,4 vezes. Recomenda-se o ajustamento cuidadoso da dosagem de Ranolazina em doentes tratados com diltiazem e outros inibidores do CYP3A4 de potência moderada (p.ex. eritromicina, fluconazol). Pode ser necessário reduzir a posologia de Ranolazina. - Voriconazol
Contraindicado

Ranolazina + Posaconazol

Observações: N.D.
Interações: A ranolazina é um substrato do citocromo CYP3A4. Os inibidores do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de ranolazina. A possibilidade de ocorrência de episódios adversos relacionados com a dose (p.ex. náuseas, tonturas) pode também aumentar com o aumento das concentrações plasmáticas. O tratamento concomitante com 200 mg de cetoconazol duas vezes ao dia aumentou a AUC da ranolazina em 3,0 – 3,9 vezes durante o tratamento com ranolazina. A associação de ranolazina a inibidores potentes do CYP3A4 (p.ex. itraconazol, cetoconazol, voriconazol, posaconazol, inibidores da protease do VIH, claritromicina, telitromicina, nefazodona) está contraindicada. O sumo de toranja também é um inibidor potente do CYP3A4. O diltiazem (180 a 360 mg uma vez ao dia), um inibidor do CYP3A4 moderadamente potente, causa um aumento dependente da dose das concentrações médias em estado estacionário da ranolazina de 1,5 a 2,4 vezes. Recomenda-se o ajustamento cuidadoso da dosagem de Ranolazina em doentes tratados com diltiazem e outros inibidores do CYP3A4 de potência moderada (p.ex. eritromicina, fluconazol). Pode ser necessário reduzir a posologia de Ranolazina. - Posaconazol
Contraindicado

Ranolazina + Inibidores da Protease (IP)

Observações: N.D.
Interações: A ranolazina é um substrato do citocromo CYP3A4. Os inibidores do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de ranolazina. A possibilidade de ocorrência de episódios adversos relacionados com a dose (p.ex. náuseas, tonturas) pode também aumentar com o aumento das concentrações plasmáticas. O tratamento concomitante com 200 mg de cetoconazol duas vezes ao dia aumentou a AUC da ranolazina em 3,0 – 3,9 vezes durante o tratamento com ranolazina. A associação de ranolazina a inibidores potentes do CYP3A4 (p.ex. itraconazol, cetoconazol, voriconazol, posaconazol, inibidores da protease do VIH, claritromicina, telitromicina, nefazodona) está contraindicada. O sumo de toranja também é um inibidor potente do CYP3A4. O diltiazem (180 a 360 mg uma vez ao dia), um inibidor do CYP3A4 moderadamente potente, causa um aumento dependente da dose das concentrações médias em estado estacionário da ranolazina de 1,5 a 2,4 vezes. Recomenda-se o ajustamento cuidadoso da dosagem de Ranolazina em doentes tratados com diltiazem e outros inibidores do CYP3A4 de potência moderada (p.ex. eritromicina, fluconazol). Pode ser necessário reduzir a posologia de Ranolazina. - Inibidores da Protease (IP)
Contraindicado

Ranolazina + Claritromicina

Observações: N.D.
Interações: A ranolazina é um substrato do citocromo CYP3A4. Os inibidores do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de ranolazina. A possibilidade de ocorrência de episódios adversos relacionados com a dose (p.ex. náuseas, tonturas) pode também aumentar com o aumento das concentrações plasmáticas. O tratamento concomitante com 200 mg de cetoconazol duas vezes ao dia aumentou a AUC da ranolazina em 3,0 – 3,9 vezes durante o tratamento com ranolazina. A associação de ranolazina a inibidores potentes do CYP3A4 (p.ex. itraconazol, cetoconazol, voriconazol, posaconazol, inibidores da protease do VIH, claritromicina, telitromicina, nefazodona) está contraindicada. O sumo de toranja também é um inibidor potente do CYP3A4. O diltiazem (180 a 360 mg uma vez ao dia), um inibidor do CYP3A4 moderadamente potente, causa um aumento dependente da dose das concentrações médias em estado estacionário da ranolazina de 1,5 a 2,4 vezes. Recomenda-se o ajustamento cuidadoso da dosagem de Ranolazina em doentes tratados com diltiazem e outros inibidores do CYP3A4 de potência moderada (p.ex. eritromicina, fluconazol). Pode ser necessário reduzir a posologia de Ranolazina. - Claritromicina
Contraindicado

Ranolazina + Telitromicina

Observações: N.D.
Interações: A ranolazina é um substrato do citocromo CYP3A4. Os inibidores do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de ranolazina. A possibilidade de ocorrência de episódios adversos relacionados com a dose (p.ex. náuseas, tonturas) pode também aumentar com o aumento das concentrações plasmáticas. O tratamento concomitante com 200 mg de cetoconazol duas vezes ao dia aumentou a AUC da ranolazina em 3,0 – 3,9 vezes durante o tratamento com ranolazina. A associação de ranolazina a inibidores potentes do CYP3A4 (p.ex. itraconazol, cetoconazol, voriconazol, posaconazol, inibidores da protease do VIH, claritromicina, telitromicina, nefazodona) está contraindicada. O sumo de toranja também é um inibidor potente do CYP3A4. O diltiazem (180 a 360 mg uma vez ao dia), um inibidor do CYP3A4 moderadamente potente, causa um aumento dependente da dose das concentrações médias em estado estacionário da ranolazina de 1,5 a 2,4 vezes. Recomenda-se o ajustamento cuidadoso da dosagem de Ranolazina em doentes tratados com diltiazem e outros inibidores do CYP3A4 de potência moderada (p.ex. eritromicina, fluconazol). Pode ser necessário reduzir a posologia de Ranolazina. - Telitromicina
Contraindicado

Ranolazina + Nefazodona

Observações: N.D.
Interações: A ranolazina é um substrato do citocromo CYP3A4. Os inibidores do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de ranolazina. A possibilidade de ocorrência de episódios adversos relacionados com a dose (p.ex. náuseas, tonturas) pode também aumentar com o aumento das concentrações plasmáticas. O tratamento concomitante com 200 mg de cetoconazol duas vezes ao dia aumentou a AUC da ranolazina em 3,0 – 3,9 vezes durante o tratamento com ranolazina. A associação de ranolazina a inibidores potentes do CYP3A4 (p.ex. itraconazol, cetoconazol, voriconazol, posaconazol, inibidores da protease do VIH, claritromicina, telitromicina, nefazodona) está contraindicada. O sumo de toranja também é um inibidor potente do CYP3A4. O diltiazem (180 a 360 mg uma vez ao dia), um inibidor do CYP3A4 moderadamente potente, causa um aumento dependente da dose das concentrações médias em estado estacionário da ranolazina de 1,5 a 2,4 vezes. Recomenda-se o ajustamento cuidadoso da dosagem de Ranolazina em doentes tratados com diltiazem e outros inibidores do CYP3A4 de potência moderada (p.ex. eritromicina, fluconazol). Pode ser necessário reduzir a posologia de Ranolazina. - Nefazodona
Contraindicado

Ranolazina + Sumo de toranja

Observações: N.D.
Interações: A ranolazina é um substrato do citocromo CYP3A4. Os inibidores do CYP3A4 aumentam as concentrações plasmáticas de ranolazina. A possibilidade de ocorrência de episódios adversos relacionados com a dose (p.ex. náuseas, tonturas) pode também aumentar com o aumento das concentrações plasmáticas. O tratamento concomitante com 200 mg de cetoconazol duas vezes ao dia aumentou a AUC da ranolazina em 3,0 – 3,9 vezes durante o tratamento com ranolazina. A associação de ranolazina a inibidores potentes do CYP3A4 (p.ex. itraconazol, cetoconazol, voriconazol, posaconazol, inibidores da protease do VIH, claritromicina, telitromicina, nefazodona) está contraindicada. O sumo de toranja também é um inibidor potente do CYP3A4. O diltiazem (180 a 360 mg uma vez ao dia), um inibidor do CYP3A4 moderadamente potente, causa um aumento dependente da dose das concentrações médias em estado estacionário da ranolazina de 1,5 a 2,4 vezes. Recomenda-se o ajustamento cuidadoso da dosagem de Ranolazina em doentes tratados com diltiazem e outros inibidores do CYP3A4 de potência moderada (p.ex. eritromicina, fluconazol). Pode ser necessário reduzir a posologia de Ranolazina. - Sumo de toranja
Usar com precaução

Ranolazina + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: O diltiazem (180 a 360 mg uma vez ao dia), um inibidor do CYP3A4 moderadamente potente, causa um aumento dependente da dose das concentrações médias em estado estacionário da ranolazina de 1,5 a 2,4 vezes. Recomenda-se o ajustamento cuidadoso da dosagem de Ranolazina em doentes tratados com diltiazem e outros inibidores do CYP3A4 de potência moderada (p.ex. eritromicina, fluconazol). Pode ser necessário reduzir a posologia de Ranolazina. - Diltiazem
Usar com precaução

Ranolazina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: O diltiazem (180 a 360 mg uma vez ao dia), um inibidor do CYP3A4 moderadamente potente, causa um aumento dependente da dose das concentrações médias em estado estacionário da ranolazina de 1,5 a 2,4 vezes. Recomenda-se o ajustamento cuidadoso da dosagem de Ranolazina em doentes tratados com diltiazem e outros inibidores do CYP3A4 de potência moderada (p.ex. eritromicina, fluconazol). Pode ser necessário reduzir a posologia de Ranolazina. Existe um risco teórico de o tratamento concomitante com ranolazina e outros fármacos que se saiba prolongarem o intervalo QTc poder originar uma interação farmacodinâmica e aumentar o possível risco de arritmias ventriculares. Como exemplos de tais fármacos, podemos referir certos antihistamínicos (p.ex. terfenadina, astemizol, mizolastina), certos antiarrítmicos (p.ex. quinidina, disopiramida, procainamida), a eritromicina e os antidepressivos tricíclicos (p.ex. imipramina, doxepina, amitriptilina). - Eritromicina
Usar com precaução

Ranolazina + Fluconazol

Observações: N.D.
Interações: O diltiazem (180 a 360 mg uma vez ao dia), um inibidor do CYP3A4 moderadamente potente, causa um aumento dependente da dose das concentrações médias em estado estacionário da ranolazina de 1,5 a 2,4 vezes. Recomenda-se o ajustamento cuidadoso da dosagem de Ranolazina em doentes tratados com diltiazem e outros inibidores do CYP3A4 de potência moderada (p.ex. eritromicina, fluconazol). Pode ser necessário reduzir a posologia de Ranolazina. - Fluconazol
Usar com precaução

Ranolazina + Inibidores da glicoproteína-P (Gp-P)

Observações: N.D.
Interações: A ranolazina é um substrato da P-gp. Os inibidores do da P-gp (p. ex. ciclosporina, verapamilo) aumentam as concentrações plasmáticas de ranolazina. O verapamilo (120 mg três vezes ao dia) aumenta as concentrações da ranolazina no estado de equilíbrio em 2,2 vezes. Recomenda-se o aumento cuidadoso da dosagem de Ranolazina em doentes tratados com inibidores da P-g p. Pode ser necessário reduzir a posologia de Ranolazina. - Inibidores da glicoproteína-P (Gp-P)
Usar com precaução

Ranolazina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: A ranolazina é um substrato da P-gp. Os inibidores do da P-gp (p. ex. ciclosporina, verapamilo) aumentam as concentrações plasmáticas de ranolazina. O verapamilo (120 mg três vezes ao dia) aumenta as concentrações da ranolazina no estado de equilíbrio em 2,2 vezes. Recomenda-se o aumento cuidadoso da dosagem de Ranolazina em doentes tratados com inibidores da P-g p. Pode ser necessário reduzir a posologia de Ranolazina. A ranolazina é um inibidor moderado a potente da P-gp e um inibidor ligeiro do CYP3A4, podendo aumentar as concentrações plasmáticas dos substratos da P-gp o do CYP3A4. A distribuição tecidular dos fármacos transportados pela P-gp pode aumentar. Podem ser necessários ajustamentos de dose se substratos do CYP3A4 sensíveis (ex., sinvastatina, lovastatina ) e substratos do CYP3A4 com um intervalo terapêutico estreito (ex., ciclosporina, tacrolimus, sirolimus, everolimus) pois a Ranolazina pode aumentar as concentrações plasmáticas destes fármacos. Foram observadas concentrações plasmáticas aumentadas de tacrolimus, um substrato do CYP3A4, em doentes após a administração de ranolazina. Recomenda-se a monitorização dos níveis sanguíneos de tacrolimus aquando da coadministração de Ranolazina e tacrolimus e que a posologia do tacrolimus seja ajustada em conformidade. Tal também é recomendado para outros substratos do CYP3A4 com um intervalo terapêutico estreito (ex., ciclosporina, sirolimus, everolimus). - Ciclosporina
Usar com precaução

Ranolazina + Verapamilo

Observações: N.D.
Interações: A ranolazina é um substrato da P-gp. Os inibidores do da P-gp (p. ex. ciclosporina, verapamilo) aumentam as concentrações plasmáticas de ranolazina. O verapamilo (120 mg três vezes ao dia) aumenta as concentrações da ranolazina no estado de equilíbrio em 2,2 vezes. Recomenda-se o aumento cuidadoso da dosagem de Ranolazina em doentes tratados com inibidores da P-g p. Pode ser necessário reduzir a posologia de Ranolazina. - Verapamilo
Não recomendado/Evitar

Ranolazina + Rifampicina

Observações: N.D.
Interações: Indutores do CYP3A4: A rifampicina (600 mg uma vez ao dia) diminui as concentrações da ranolazina no estado de equilíbrio em cerca de 95%. O início do tratamento com Ranolazina deve ser evitado durante a administração de indutores do CYP3A4 (p.ex., rifampicina, fenitoína, fenobarbital, carbamazepina, hipericão). - Rifampicina
Não recomendado/Evitar

Ranolazina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Indutores do CYP3A4: A rifampicina (600 mg uma vez ao dia) diminui as concentrações da ranolazina no estado de equilíbrio em cerca de 95%. O início do tratamento com Ranolazina deve ser evitado durante a administração de indutores do CYP3A4 (p.ex., rifampicina, fenitoína, fenobarbital, carbamazepina, hipericão). - Fenitoína
Não recomendado/Evitar

Ranolazina + Fenobarbital

Observações: N.D.
Interações: Indutores do CYP3A4: A rifampicina (600 mg uma vez ao dia) diminui as concentrações da ranolazina no estado de equilíbrio em cerca de 95%. O início do tratamento com Ranolazina deve ser evitado durante a administração de indutores do CYP3A4 (p.ex., rifampicina, fenitoína, fenobarbital, carbamazepina, hipericão). - Fenobarbital
Não recomendado/Evitar

Ranolazina + Carbamazepina

Observações: N.D.
Interações: Indutores do CYP3A4: A rifampicina (600 mg uma vez ao dia) diminui as concentrações da ranolazina no estado de equilíbrio em cerca de 95%. O início do tratamento com Ranolazina deve ser evitado durante a administração de indutores do CYP3A4 (p.ex., rifampicina, fenitoína, fenobarbital, carbamazepina, hipericão). - Carbamazepina
Não recomendado/Evitar

Ranolazina + Hipericão (Erva de S. João)

Observações: N.D.
Interações: Indutores do CYP3A4: A rifampicina (600 mg uma vez ao dia) diminui as concentrações da ranolazina no estado de equilíbrio em cerca de 95%. O início do tratamento com Ranolazina deve ser evitado durante a administração de indutores do CYP3A4 (p.ex., rifampicina, fenitoína, fenobarbital, carbamazepina, hipericão). - Hipericão (Erva de S. João)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Inibidores do CYP2D6

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP2D6: A ranolazina é parcialmente metabolizada pelo CYP2D6; em consequência, os inibidor es desta enzima podem aumentar as suas concentrações plasmáticas. A paroxetina, potente inibidor do CYP2D6, numa posologia de 20 mg uma vez ao dia, aumentou as concentrações plasmáticas em estado de equilíbrio de 1000 mg de ranolazina duas vezes ao dia, em média, em 1,2 vezes. Não é necessário ajuste da dose. Com uma posologia de 500 mg duas vezes ao dia, a coadministração de um inibidor potente do CYP2D6 pode resultar num aumento da AUC da ranolazina de cerca de 62%. - Inibidores do CYP2D6
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Substratos do CYP3A4

Observações: N.D.
Interações: A ranolazina é um inibidor moderado a potente da P-gp e um inibidor ligeiro do CYP3A4, podendo aumentar as concentrações plasmáticas dos substratos da P-gp o do CYP3A4. A distribuição tecidular dos fármacos transportados pela P-gp pode aumentar. Podem ser necessários ajustamentos de dose se substratos do CYP3A4 sensíveis (ex., sinvastatina, lovastatina ) e substratos do CYP3A4 com um intervalo terapêutico estreito (ex., ciclosporina, tacrolimus, sirolimus, everolimus) pois a Ranolazina pode aumentar as concentrações plasmáticas destes fármacos. - Substratos do CYP3A4
Usar com precaução

Ranolazina + Substratos do CYP2D6

Observações: N.D.
Interações: Os dados existentes sugerem que a ranolazina é um inibidor ligeiro do CYP2D6. Ranolazina 750 mg duas vezes por dia aumentou 1,8 vezes as concentrações de metoprolol no plasma. Assim, a exposição ao metoprolol ou outros substratos do CYP2D6 (p.ex. propafenona e flecainida ou, em menor extensão, antidepressivos tricíclicos e antipsicóticos) pode aumentar durante a coadministração com Ranolazina, podendo ser necessário diminuir as doses destes medicamentos. - Substratos do CYP2D6
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Substratos da glicoproteína-P (Gp-P)

Observações: N.D.
Interações: A ranolazina é um inibidor moderado a potente da P-gp e um inibidor ligeiro do CYP3A4, podendo aumentar as concentrações plasmáticas dos substratos da P-gp o do CYP3A4. A distribuição tecidular dos fármacos transportados pela P-gp pode aumentar. - Substratos da glicoproteína-P (Gp-P)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Sinvastatina

Observações: N.D.
Interações: A ranolazina é um inibidor moderado a potente da P-gp e um inibidor ligeiro do CYP3A4, podendo aumentar as concentrações plasmáticas dos substratos da P-gp o do CYP3A4. A distribuição tecidular dos fármacos transportados pela P-gp pode aumentar. Podem ser necessários ajustamentos de dose se substratos do CYP3A4 sensíveis (ex., sinvastatina, lovastatina ) e substratos do CYP3A4 com um intervalo terapêutico estreito (ex., ciclosporina, tacrolimus, sirolimus, everolimus) pois a Ranolazina pode aumentar as concentrações plasmáticas destes fármacos. O metabolismo e a depuração da sinvastatina são altamente dependentes do CYP3A4. A administração de 1000 mg de Ranolazina duas vezes ao dia aumentou as concentrações plasmáticas de sinvastatina sob a forma de lactona, sinvastatina na forma ácida em cerca de 2 vezes. A rabdomiolise foi associada a doses elevadas de sinvastatina e foram observados casos de rabdomiolise em doentes a receber Ranolazina e sinvastatina, na experiência pós-comercialização. É necessário limitar a dose de sinvastatina para 20 mg uma vez por dia em doentes a tomar qualquer dose de Ranolazina. - Sinvastatina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Lovastatina

Observações: N.D.
Interações: A ranolazina é um inibidor moderado a potente da P-gp e um inibidor ligeiro do CYP3A4, podendo aumentar as concentrações plasmáticas dos substratos da P-gp o do CYP3A4. A distribuição tecidular dos fármacos transportados pela P-gp pode aumentar. Podem ser necessários ajustamentos de dose se substratos do CYP3A4 sensíveis (ex., sinvastatina, lovastatina ) e substratos do CYP3A4 com um intervalo terapêutico estreito (ex., ciclosporina, tacrolimus, sirolimus, everolimus) pois a Ranolazina pode aumentar as concentrações plasmáticas destes fármacos. A limitação de dose de outras estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 (ex. lovastatina) pode ser considerada ao tomar Ranolazina. - Lovastatina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Tacrolímus

Observações: N.D.
Interações: A ranolazina é um inibidor moderado a potente da P-gp e um inibidor ligeiro do CYP3A4, podendo aumentar as concentrações plasmáticas dos substratos da P-gp o do CYP3A4. A distribuição tecidular dos fármacos transportados pela P-gp pode aumentar. Podem ser necessários ajustamentos de dose se substratos do CYP3A4 sensíveis (ex., sinvastatina, lovastatina ) e substratos do CYP3A4 com um intervalo terapêutico estreito (ex., ciclosporina, tacrolimus, sirolimus, everolimus) pois a Ranolazina pode aumentar as concentrações plasmáticas destes fármacos. Foram observadas concentrações plasmáticas aumentadas de tacrolimus, um substrato do CYP3A4, em doentes após a administração de ranolazina. Recomenda-se a monitorização dos níveis sanguíneos de tacrolimus aquando da coadministração de Ranolazina e tacrolimus e que a posologia do tacrolimus seja ajustada em conformidade. - Tacrolímus
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Sirolímus

Observações: N.D.
Interações: A ranolazina é um inibidor moderado a potente da P-gp e um inibidor ligeiro do CYP3A4, podendo aumentar as concentrações plasmáticas dos substratos da P-gp o do CYP3A4. A distribuição tecidular dos fármacos transportados pela P-gp pode aumentar. Podem ser necessários ajustamentos de dose se substratos do CYP3A4 sensíveis (ex., sinvastatina, lovastatina ) e substratos do CYP3A4 com um intervalo terapêutico estreito (ex., ciclosporina, tacrolimus, sirolimus, everolimus) pois a Ranolazina pode aumentar as concentrações plasmáticas destes fármacos. Foram observadas concentrações plasmáticas aumentadas de tacrolimus, um substrato do CYP3A4, em doentes após a administração de ranolazina. Recomenda-se a monitorização dos níveis sanguíneos de tacrolimus aquando da coadministração de Ranolazina e tacrolimus e que a posologia do tacrolimus seja ajustada em conformidade. Tal também é recomendado para outros substratos do CYP3A4 com um intervalo terapêutico estreito (ex., ciclosporina, sirolimus, everolimus). - Sirolímus
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Everolímus

Observações: N.D.
Interações: A ranolazina é um inibidor moderado a potente da P-gp e um inibidor ligeiro do CYP3A4, podendo aumentar as concentrações plasmáticas dos substratos da P-gp o do CYP3A4. A distribuição tecidular dos fármacos transportados pela P-gp pode aumentar. Podem ser necessários ajustamentos de dose se substratos do CYP3A4 sensíveis (ex., sinvastatina, lovastatina ) e substratos do CYP3A4 com um intervalo terapêutico estreito (ex., ciclosporina, tacrolimus, sirolimus, everolimus) pois a Ranolazina pode aumentar as concentrações plasmáticas destes fármacos. Foram observadas concentrações plasmáticas aumentadas de tacrolimus, um substrato do CYP3A4, em doentes após a administração de ranolazina. Recomenda-se a monitorização dos níveis sanguíneos de tacrolimus aquando da coadministração de Ranolazina e tacrolimus e que a posologia do tacrolimus seja ajustada em conformidade. Tal também é recomendado para outros substratos do CYP3A4 com um intervalo terapêutico estreito (ex., ciclosporina, sirolimus, everolimus). - Everolímus
Usar com precaução

Ranolazina + Metoprolol

Observações: N.D.
Interações: Os dados existentes sugerem que a ranolazina é um inibidor ligeiro do CYP2D6. Ranolazina 750 mg duas vezes por dia aumentou 1,8 vezes as concentrações de metoprolol no plasma. Assim, a exposição ao metoprolol ou outros substratos do CYP2D6 (p.ex. propafenona e flecainida ou, em menor extensão, antidepressivos tricíclicos e antipsicóticos) pode aumentar durante a coadministração com Ranolazina, podendo ser necessário diminuir as doses destes medicamentos. - Metoprolol
Usar com precaução

Ranolazina + Propafenona

Observações: N.D.
Interações: Os dados existentes sugerem que a ranolazina é um inibidor ligeiro do CYP2D6. Ranolazina 750 mg duas vezes por dia aumentou 1,8 vezes as concentrações de metoprolol no plasma. Assim, a exposição ao metoprolol ou outros substratos do CYP2D6 (p.ex. propafenona e flecainida ou, em menor extensão, antidepressivos tricíclicos e antipsicóticos) pode aumentar durante a coadministração com Ranolazina, podendo ser necessário diminuir as doses destes medicamentos. - Propafenona
Usar com precaução

Ranolazina + Flecainida

Observações: N.D.
Interações: Os dados existentes sugerem que a ranolazina é um inibidor ligeiro do CYP2D6. Ranolazina 750 mg duas vezes por dia aumentou 1,8 vezes as concentrações de metoprolol no plasma. Assim, a exposição ao metoprolol ou outros substratos do CYP2D6 (p.ex. propafenona e flecainida ou, em menor extensão, antidepressivos tricíclicos e antipsicóticos) pode aumentar durante a coadministração com Ranolazina, podendo ser necessário diminuir as doses destes medicamentos. - Flecainida
Usar com precaução

Ranolazina + Antidepressores (Tricíclicos)

Observações: N.D.
Interações: Os dados existentes sugerem que a ranolazina é um inibidor ligeiro do CYP2D6. Ranolazina 750 mg duas vezes por dia aumentou 1,8 vezes as concentrações de metoprolol no plasma. Assim, a exposição ao metoprolol ou outros substratos do CYP2D6 (p.ex. propafenona e flecainida ou, em menor extensão, antidepressivos tricíclicos e antipsicóticos) pode aumentar durante a coadministração com Ranolazina, podendo ser necessário diminuir as doses destes medicamentos. Existe um risco teórico de o tratamento concomitante com ranolazina e outros fármacos que se saiba prolongarem o intervalo QTc poder originar uma interação farmacodinâmica e aumentar o possível risco de arritmias ventriculares. Como exemplos de tais fármacos, podemos referir certos antihistamínicos (p.ex. terfenadina, astemizol, mizolastina), certos antiarrítmicos (p.ex. quinidina, disopiramida, procainamida), a eritromicina e os antidepressivos tricíclicos (p.ex. imipramina, doxepina, amitriptilina). - Antidepressores (Tricíclicos)
Usar com precaução

Ranolazina + Antipsicóticos

Observações: N.D.
Interações: Os dados existentes sugerem que a ranolazina é um inibidor ligeiro do CYP2D6. Ranolazina 750 mg duas vezes por dia aumentou 1,8 vezes as concentrações de metoprolol no plasma. Assim, a exposição ao metoprolol ou outros substratos do CYP2D6 (p.ex. propafenona e flecainida ou, em menor extensão, antidepressivos tricíclicos e antipsicóticos) pode aumentar durante a coadministração com Ranolazina, podendo ser necessário diminuir as doses destes medicamentos. - Antipsicóticos
Usar com precaução

Ranolazina + Substratos do CYP2B6

Observações: N.D.
Interações: Aconselha-se prudência durante a coadministração de substratos de CYP2B6 (p.ex. bupropiona, efavirenz, ciclofosfamida). - Substratos do CYP2B6
Usar com precaução

Ranolazina + Bupropiom (Bupropiona)

Observações: N.D.
Interações: Aconselha-se prudência durante a coadministração de substratos de CYP2B6 (p.ex. bupropiona, efavirenz, ciclofosfamida). - Bupropiom (Bupropiona)
Usar com precaução

Ranolazina + Efavirenz

Observações: N.D.
Interações: Aconselha-se prudência durante a coadministração de substratos de CYP2B6 (p.ex. bupropiona, efavirenz, ciclofosfamida). - Efavirenz
Usar com precaução

Ranolazina + Ciclofosfamida

Observações: N.D.
Interações: Aconselha-se prudência durante a coadministração de substratos de CYP2B6 (p.ex. bupropiona, efavirenz, ciclofosfamida). - Ciclofosfamida
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Registou-se um aumento médio de 1,5 vezes das concentrações plasmáticas de digoxina quando esta e Ranolazina são coadministrados. Por conseguinte, deve monitorizar-se os valores de digoxina após o início e o fim da terapêutica com Ranolazina. - Digoxina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: A administração de 1000 mg de Ranolazina duas vezes ao dia aumentou a Cmax e a AUC da atorvastatina 80 mg uma vez por dia em 1,4 e 1,3 vezes, respetivamente e alterou a Cmax e a AUC dos metabolitos da atorvastatina em menos de 35%. A limitação de dose de atorvastatina e a monitorização clínica adequada podem ser consideradas ao tomar Ranolazina. - Atorvastatina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Metformina

Observações: N.D.
Interações: Fármacos transportados pelo Transporte Orgânico de Catiões-2 (OCT2): A exposição plasmática da metformina (administração de 1000 mg duas vezes ao dia) aumentou em 1,4 e 1,8 vezes em indivíduos com diabetes mellitus tipo 2 quando coadministrada com Ranolazina 500 mg e 1000 mg duas vezes ao dia respetivamente. - Metformina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Substratos do OCT (Transportador Catiónico Orgânico OCT)

Observações: N.D.
Interações: Fármacos transportados pelo Transporte Orgânico de Catiões-2 (OCT2): A exposição plasmática da metformina (administração de 1000 mg duas vezes ao dia) aumentou em 1,4 e 1,8 vezes em indivíduos com diabetes mellitus tipo 2 quando coadministrada com Ranolazina 500 mg e 1000 mg duas vezes ao dia respetivamente. A exposição a outros substratos do OCT2, incluindo, mas não apenas, o pindolol e a vareniciclina, pode ser afetada em grau semelhante. Existe um risco teórico de o tratamento concomitante com ranolazina e outros fármacos que se saiba prolongarem o intervalo QTc poder originar uma interação farmacodinâmica e aumentar o possível risco de arritmias ventriculares. Como exemplos de tais fármacos, podemos referir certos antihistamínicos (p.ex. terfenadina, astemizol, mizolastina), certos antiarrítmicos (p.ex. quinidina, disopiramida, procainamida), a eritromicina e os antidepressivos tricíclicos (p.ex. imipramina, doxepina, amitriptilina). - Substratos do OCT (Transportador Catiónico Orgânico OCT)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Pindolol

Observações: N.D.
Interações: Fármacos transportados pelo Transporte Orgânico de Catiões-2 (OCT2): A exposição plasmática da metformina (administração de 1000 mg duas vezes ao dia) aumentou em 1,4 e 1,8 vezes em indivíduos com diabetes mellitus tipo 2 quando coadministrada com Ranolazina 500 mg e 1000 mg duas vezes ao dia respetivamente. A exposição a outros substratos do OCT2, incluindo, mas não apenas, o pindolol e a vareniciclina, pode ser afetada em grau semelhante. - Pindolol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Vareniclina

Observações: N.D.
Interações: Fármacos transportados pelo Transporte Orgânico de Catiões-2 (OCT2): A exposição plasmática da metformina (administração de 1000 mg duas vezes ao dia) aumentou em 1,4 e 1,8 vezes em indivíduos com diabetes mellitus tipo 2 quando coadministrada com Ranolazina 500 mg e 1000 mg duas vezes ao dia respetivamente. A exposição a outros substratos do OCT2, incluindo, mas não apenas, o pindolol e a vareniciclina, pode ser afetada em grau semelhante. - Vareniclina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Antihistamínicos

Observações: N.D.
Interações: Existe um risco teórico de o tratamento concomitante com ranolazina e outros fármacos que se saiba prolongarem o intervalo QTc poder originar uma interação farmacodinâmica e aumentar o possível risco de arritmias ventriculares. Como exemplos de tais fármacos, podemos referir certos antihistamínicos (p.ex. terfenadina, astemizol, mizolastina), certos antiarrítmicos (p.ex. quinidina, disopiramida, procainamida), a eritromicina e os antidepressivos tricíclicos (p.ex. imipramina, doxepina, amitriptilina). - Antihistamínicos
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Terfenadina

Observações: N.D.
Interações: Existe um risco teórico de o tratamento concomitante com ranolazina e outros fármacos que se saiba prolongarem o intervalo QTc poder originar uma interação farmacodinâmica e aumentar o possível risco de arritmias ventriculares. Como exemplos de tais fármacos, podemos referir certos antihistamínicos (p.ex. terfenadina, astemizol, mizolastina), certos antiarrítmicos (p.ex. quinidina, disopiramida, procainamida), a eritromicina e os antidepressivos tricíclicos (p.ex. imipramina, doxepina, amitriptilina). - Terfenadina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Astemizol

Observações: N.D.
Interações: Existe um risco teórico de o tratamento concomitante com ranolazina e outros fármacos que se saiba prolongarem o intervalo QTc poder originar uma interação farmacodinâmica e aumentar o possível risco de arritmias ventriculares. Como exemplos de tais fármacos, podemos referir certos antihistamínicos (p.ex. terfenadina, astemizol, mizolastina), certos antiarrítmicos (p.ex. quinidina, disopiramida, procainamida), a eritromicina e os antidepressivos tricíclicos (p.ex. imipramina, doxepina, amitriptilina). - Astemizol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Mizolastina

Observações: N.D.
Interações: Existe um risco teórico de o tratamento concomitante com ranolazina e outros fármacos que se saiba prolongarem o intervalo QTc poder originar uma interação farmacodinâmica e aumentar o possível risco de arritmias ventriculares. Como exemplos de tais fármacos, podemos referir certos antihistamínicos (p.ex. terfenadina, astemizol, mizolastina), certos antiarrítmicos (p.ex. quinidina, disopiramida, procainamida), a eritromicina e os antidepressivos tricíclicos (p.ex. imipramina, doxepina, amitriptilina). - Mizolastina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Antiarrítmicos

Observações: N.D.
Interações: Existe um risco teórico de o tratamento concomitante com ranolazina e outros fármacos que se saiba prolongarem o intervalo QTc poder originar uma interação farmacodinâmica e aumentar o possível risco de arritmias ventriculares. Como exemplos de tais fármacos, podemos referir certos antihistamínicos (p.ex. terfenadina, astemizol, mizolastina), certos antiarrítmicos (p.ex. quinidina, disopiramida, procainamida), a eritromicina e os antidepressivos tricíclicos (p.ex. imipramina, doxepina, amitriptilina). - Antiarrítmicos
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Quinidina

Observações: N.D.
Interações: Existe um risco teórico de o tratamento concomitante com ranolazina e outros fármacos que se saiba prolongarem o intervalo QTc poder originar uma interação farmacodinâmica e aumentar o possível risco de arritmias ventriculares. Como exemplos de tais fármacos, podemos referir certos antihistamínicos (p.ex. terfenadina, astemizol, mizolastina), certos antiarrítmicos (p.ex. quinidina, disopiramida, procainamida), a eritromicina e os antidepressivos tricíclicos (p.ex. imipramina, doxepina, amitriptilina). - Quinidina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Disopiramida

Observações: N.D.
Interações: Existe um risco teórico de o tratamento concomitante com ranolazina e outros fármacos que se saiba prolongarem o intervalo QTc poder originar uma interação farmacodinâmica e aumentar o possível risco de arritmias ventriculares. Como exemplos de tais fármacos, podemos referir certos antihistamínicos (p.ex. terfenadina, astemizol, mizolastina), certos antiarrítmicos (p.ex. quinidina, disopiramida, procainamida), a eritromicina e os antidepressivos tricíclicos (p.ex. imipramina, doxepina, amitriptilina). - Disopiramida
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Procainamida

Observações: N.D.
Interações: Existe um risco teórico de o tratamento concomitante com ranolazina e outros fármacos que se saiba prolongarem o intervalo QTc poder originar uma interação farmacodinâmica e aumentar o possível risco de arritmias ventriculares. Como exemplos de tais fármacos, podemos referir certos antihistamínicos (p.ex. terfenadina, astemizol, mizolastina), certos antiarrítmicos (p.ex. quinidina, disopiramida, procainamida), a eritromicina e os antidepressivos tricíclicos (p.ex. imipramina, doxepina, amitriptilina). - Procainamida
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Imipramina

Observações: N.D.
Interações: Existe um risco teórico de o tratamento concomitante com ranolazina e outros fármacos que se saiba prolongarem o intervalo QTc poder originar uma interação farmacodinâmica e aumentar o possível risco de arritmias ventriculares. Como exemplos de tais fármacos, podemos referir certos antihistamínicos (p.ex. terfenadina, astemizol, mizolastina), certos antiarrítmicos (p.ex. quinidina, disopiramida, procainamida), a eritromicina e os antidepressivos tricíclicos (p.ex. imipramina, doxepina, amitriptilina). - Imipramina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Doxepina

Observações: N.D.
Interações: Existe um risco teórico de o tratamento concomitante com ranolazina e outros fármacos que se saiba prolongarem o intervalo QTc poder originar uma interação farmacodinâmica e aumentar o possível risco de arritmias ventriculares. Como exemplos de tais fármacos, podemos referir certos antihistamínicos (p.ex. terfenadina, astemizol, mizolastina), certos antiarrítmicos (p.ex. quinidina, disopiramida, procainamida), a eritromicina e os antidepressivos tricíclicos (p.ex. imipramina, doxepina, amitriptilina). - Doxepina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Amitriptilina

Observações: N.D.
Interações: Existe um risco teórico de o tratamento concomitante com ranolazina e outros fármacos que se saiba prolongarem o intervalo QTc poder originar uma interação farmacodinâmica e aumentar o possível risco de arritmias ventriculares. Como exemplos de tais fármacos, podemos referir certos antihistamínicos (p.ex. terfenadina, astemizol, mizolastina), certos antiarrítmicos (p.ex. quinidina, disopiramida, procainamida), a eritromicina e os antidepressivos tricíclicos (p.ex. imipramina, doxepina, amitriptilina). - Amitriptilina
Contraindicado

Darunavir + Ranolazina

Observações: O perfil de interação do darunavir pode variar dependendo se é utilizado o ritonavir ou o cobicistate como fármacos potenciadores. As recomendações dadas para a utilização concomitante de darunavir e outros medicamentos podem por isso variar dependendo se darunavir é potenciado com ritonavir ou com cobicistate, e é também necessária precaução durante o primeiro tempo de tratamento, se se substituir o fármaco potenciador de ritonavir para cobicistate.
Interações: ANTIANGINOSOS/ANTIARRÍTMICOS: Amiodarona, Bepridilo, Dronedarona, Lidocaína (sistémica), Quinidina, Ranolazina: Não foi estudado. É expectável que Darunavir potenciado aumente as concentrações plasmáticas destes antiarrítmicos (inibição do CYP3A). Darunavir potenciado e amiodarona, bepridilo, dronedarona, lidocaína (sistémica), quinidina, ou ranolazina é contraindicado. - Ranolazina
Contraindicado

Darunavir + Cobicistate + Ranolazina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com Darunavir / Cobicistate. Uma vez que Darunavir / Cobicistate contém darunavir e cobicistate, as interações que foram identificadas com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir) e com cobicistate determinam as interações que podem ocorrer com Darunavir / Cobicistate. Os ensaios de interação com darunavir/ritonavir e com cobicistate apenas foram realizados em adultos.
Interações: ANTIARRÍTMICOS: Amiodarona, Bepridilo, Dronedarona, Lidocaína (sistémica), Quinidina, Ranolazina: Tendo por base considerações teóricas, é expectável que Darunavir / Cobicistate aumente as concentrações plasmáticas destes antiarrítmicos. (inibição do CYP3A) A administração concomitante de amiodarona, bepridilo, dronedarona, lidocaína (sistémica), quinidina, ou ranolazina com Darunavir / Cobicistate é contraindicada. - Ranolazina
Usar com precaução

Eliglustato + Ranolazina

Observações: N.D.
Interações: Em MF, deve proceder-se com cuidado relativamente aos inibidores fracos da CYP3A (por exemplo, amlodipina, cilostazol, fluvoxamina, goldenseal (Hydrastis Canadensis), isoniazida, ranitidina, ranolazina). - Ranolazina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cabozantinib + Ranolazina

Observações: N.D.
Interações: Efeito de cabozantinib sobre outros medicamentos: Substratos da glicoproteína-P: Cabozantinib era um inibidor (IC50 = 7,0 μM), mas não um substrato, de atividades de transporte P-gp num sistema de ensaio bidirecional usando células MDCK-MDR1. Portanto, cabozantinib pode ter o potencial de aumentar as concentrações plasmáticas de substratos co-administrados de P-gp. Os participantes devem ser avisados no que se refere ao substrato P-gp (por exemplo, fexofenadina, aliscireno, ambrisentano, etexilato dabigatran, digoxina, colchicina, maraviroc, posaconazol, ranolazina, saxagliptina, sitagliptina, talinolol, tolvaptan) enquanto recebem cabozantinib. - Ranolazina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lomitapida + Ranolazina

Observações: Avaliação in vitro das interações medicamentosas: A lomitapida inibe o CYP3A4. A lomitapida não induz os CYP 1A2, 3A4 ou 2B6, e também não inibe os CYP 1A2, 2B6, 2C9, 2C19, 2D6 ou 2E1. A lomitapida não é um substrato da glicoproteína P, mas inibe a glicoproteína P. A lomitapida não inibe a proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP).
Interações: Efeitos da lomitapida noutros medicamentos: Substratos da glicoproteína P: A lomitapida inibe a glicoproteína P in vitro e pode aumentar a absorção dos substratos da glicoproteína P. A administração concomitante do Lomitapida com substratos da glicoproteína P (como aliscireno, ambrisentan, colquicina, dabigatrano-etexilato, digoxina, everolímus, fexofenadina, imatinib, lapatinib, maraviroc, nilotinib, posaconazol, ranolazina, saxagliptina, sirolímus, sitagliptina, talinolol, tolvaptan, topotecano) pode aumentar a absorção dos substratos da glicoproteína P. Deve ser ponderada a redução da dose do substrato da glicoproteína P quando utilizado de forma concomitante com o Lomitapida. - Ranolazina
Contraindicado

Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida + Ranolazina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com este medicamento. As interações que foram identificadas em estudos com componentes individuais de este medicamento, isto é, com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir), cobicistate, emtricitabina ou tenofovir alafenamida, determinam as interações que podem ocorrer com este medicamento. As interações esperadas entre Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida e potenciais medicamentos concomitantes são baseadas em estudos realizados com os componentes deste medicamento, como agentes individuais ou em associação, ou são interações medicamentosas potenciais que podem ocorrer. Os ensaios de interação com os componentes de este medicamento foram realizados apenas em adultos.
Interações: ANTIANGINOSOS/ANTIARRÍTMICOS Amiodarona Dronedarona Quinidina Ranolazina Tendo por base considerações teóricas, é expectável que DRV/COBI aumente as concentrações plasmáticas destes antiarrítmicos. (inibição do CYP3A) A administração concomitante de amiodarona, dronedarona, quinidina, ou ranolazina e este medicamento é contraindicada. - Ranolazina
Usar com precaução

Letermovir + Ranolazina

Observações: Informação geral sobre as diferenças na exposição entre os diferentes regimes de tratamento com letermovir - A exposição plasmática esperada de letermovir difere consoante o regime terapêutico utilizado. Desta forma, as consequências clínicas das interações medicamentosas do letermovir vão depender do regime de letermovir utilizado, e se o letermovir está ou não associado à ciclosporina. - A associação de ciclosporina e letermovir pode levar a efeitos potenciados ou adicionais dos medicamentos concomitantes quando comparado com letermovir isoladamente.
Interações: Inibidores da gp-P/BCRP Resultados in vitro indicam que letermovir é um substrato da gp-P/BCRP. Não se antecipa que a alteração da concentração plasmática de letermovir, devido à inibição da gp-P/BCRP, seja clinicamente relevante. Contudo, aconselha-se precaução se forem adicionados inibidores gp-P/BCRP à associação de letermovir com ciclosporina. - Exemplos de inibidores da gp-P/BCRP incluem claritromicina, eritromicina, azitromicina, itraconazol, cetoconazol, verapamilo, quinidina, fluvoxamina, ranolazina e alguns dos inibidores da protease do VIH. - Ranolazina
Usar com precaução

Ertugliflozina + Metformina + Ranolazina

Observações: Não foram efetuados estudos de interação medicamentosa farmacocinética com Ertugliflozina + Metformina; contudo, estes tipos de estudo foram efetuados com as substâncias ativas individuais de Ertugliflozina + Metformina.
Interações: Metformina Associações que requerem precauções de utilização Transportadores orgânicos catiónicos (OCT) A metformina é um substrato de ambos os transportadores OCT1 e OCT2. A coadmnistração da metformina com: • Inibidores do OCT1 (tais como o verapamilo) podem reduzir a eficácia da metformina. • Inibidores do OCT1 (tais como a rifampicina) podem aumentar a absorção gastrointestinal e a eficácia da metformina. • Inibidores do OCT2 (tais como a cimetidina, dolutegravir, ranolazina, trimetoprim, vandetanib, isavuconazol) podem diminuir a eliminação renal da metformina o que leva a um aumento da concentração plasmática da metformina. • Inibidores de ambos OCT1 e OCT2 (tais como crizotinib, olaparib) podem alterar a eficácia e a eliminação renal da metformina. Recomenda-se precaução, especialmente em doentes com compromisso renal, quando estes medicamentos são coadmnistrados com metformina uma vez que a concentração plasmática de metformina pode aumentar. Se necessário, pode ser considerado um ajuste da dose de metformina uma vez que os inibidores/indutores do OCT podem alterar a eficácia da metformina. - Ranolazina
Não recomendado/Evitar

Talazoparib + Ranolazina

Observações: Talazoparib é um substrato da P-gp e da proteína resistente ao cancro da mama (BCRP), que são transportadoras de fármacos, e é eliminado principalmente por depuração renal sob a forma de composto inalterado.
Interações: Agentes que podem afetar as concentrações plasmáticas de talazoparib Inibidores da P-gp Os dados de um estudo de interação medicamentosa em doentes com tumores sólidos avançados indicaram que a administração concomitante de doses múltiplas diárias de um inibidor da P-gp, itraconazol 100 mg duas vezes por dia com uma dose única de 0,5 mg de talazoparib aumentou a exposição total ao talazoparib (AUCinf) e a concentração máxima (Cmax) em aproximadamente 56% e 40%, respetivamente, comparativamente a uma dose única de 0,5 mg de talazoparib administrada em monoterapia. A análise farmacocinética (FC) populacional também demonstrou que a utilização concomitante de inibidores potentes da P-gp aumentou a exposição a talazoparib em 45% comparativamente ao talazoparib administrado em monoterapia. A utilização concomitante de inibidores potentes da P-gp (incluindo, mas não limitado a amiodarona, carvedilol, claritromicina, cobicistate, darunavir, dronedarona, eritromicina, indinavir, itraconazol, cetoconazol, lapatinib, lopinavir, propafenona, quinidina, ranolazina, ritonavir, saquinavir, telaprevir, tipranavir e verapamilo) deve ser evitada. Se a administração concomitante com um inibidor potente da P- gp for inevitável, a dose de Talazoparib deve ser reduzida. - Ranolazina
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interações da Ranolazina
Risco de alterações no ECG (ou seja, prolongamento do intervalo QT corrigido para a frequência [QT]).

Alertar para a importância de informar os médicos de qualquer história pessoal ou familiar de prolongamento do intervalo QTc ou síndrome do QT longo congénito.

Alertar para a importância de informar os médicos se o paciente está a tomar medicamentos que prolongam o intervalo QT (por exemplo, classe Ia [por exemplo, quinidina] ou III [eg, dofetilida, sotalol] antiarrítmicos, eritromicina, antipsicóticos [por exemplo, tioridazina, ziprasidona]).

Importância de aconselhar os pacientes que ranolazina deve ser evitada em pacientes que recebem medicamentos que são inibidores potentes do CYP3A (por exemplo, claritromicina, cetoconazol, nefazodona, ritonavir).

Risco de tonturas e vertigens; evitar conduzir, operar máquinas ou outra atividades que exija prontidão ou coordenação mental, até ganhar experiência de como reage ao medicamento.

Importância de aconselhar os pacientes que ranolazina deve ser evitada em pacientes que recebem medicamentos que são indutores do CYP3A (por exemplo, barbitúricos, carbamazepina, fenitoína, rifabutina, rifampicina, rifapentina, erva de São João).

Importância de informar os médicos se o paciente está a tomar medicamentos que são inibidores moderados do CYP3A (por exemplo, diltiazem, eritromicina, verapamil) ou inibidores da P-glicoproteína (por exemplo, ciclosporina).

Importância de informar os pacientes que doses superiores a 1 g ranolazina duas vezes ao dia não deve ser usada.

Importância de aconselhar os pacientes a engolir comprimidos inteiros e não quebrar, mastigar ou esmagar os comprimidos.

Importância de informar os pacientes que ranolazina pode ser tomada independentemente das refeições.

Importância de aconselhar os pacientes que se uma dose for omitida, a próxima dose deve ser tomada no horário habitual; não deve duplicar dosagens.

Importância de informar os pacientes que ranolazina não vai diminuir um episódio agudo de angina.

Importância de informar o paciente de que a ranolazina não deve ser usada em pacientes com cirrose hepática.

Importância de informar os médicos se ocorrerem desmaios.

Importância de informar os médicos se ocorrer inchaço dos olhos, face, lábios, língua ou garganta.

Importância das mulheres informarem os médicos se estão ou se planeia engravidar ou planeia amamentar.

Importância de informar os clínicos de terapia existente ou prevista, incluindo prescrição e OTC medicamentos e suplementos dietéticos ou à base de plantas, bem como todas as doenças concomitantes (por exemplo, doença cardiovascular).

Importância de limitar o suco de toranja e de produtos que contenham toranja.

Importância de informar os pacientes de outras informações de precaução importante.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 08 de Setembro de 2020