Ranitidina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI com Advertência na Condução DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica)
O que é
Um bloqueador de não-imidazole de tais receptores de histamina que medeiam a secreção gástrica (receptores H2).

É utilizado para o tratamento de úlceras gastrointestinais.

O ácido gástrico do estômago é uma causa importante de úlceras do duodeno e do estômago. Ranitidina diminui a produção de histamina (uma substância que ocorre naturalmente no organismo), que estimula as células produtoras de ácido da mucosa do estômago, de modo que a produção de suco gástrico seja reduzida.
Usos comuns
Ranitidina é utilizada para tratar: úlceras do duodeno úlceras benignas do estômago sintomas causados pelo refluxo do suco gástrico para o esófago (doença do refluxo gastroesofágico) inflamação do esófago inferior causada por refluxo do suco gástrico para o esófago (refluxo esofágico) doenças associadas com uma produção anormalmente elevada de suco gástrico (Síndrome de Zollinger-Ellison).


Úlceras crónicas recorrentes do duodeno a ranitidina, que está contida na Ranitidina, também pode ser utilizada para tratar outras doenças, que não são mencionados neste folheto.



A Ranitidina pode também ser utilizada em crianças a partir de 3 anos de idade para o tratamento de úlceras do estômago e os sintomas causados pelo refluxo do suco gástrico para o esófago.
Tipo
pequena molécula
História
A ranitidina foi preparada pela primeira vez como AH19065 por John Bradshaw nos laboratórios de pesquisa Ware de Allen & Hanburys Ltd, parte da organização Glaxo.

O seu desenvolvimento foi a resposta à primeira na classe da histamina antagonista do receptor H2, cimetidina, desenvolvido por Sir James Black no Smith, Kline e French, e lançado no Reino Unido como Tagamet em novembro de 1976.

Ambas as empresas acabariam por se fundir como GlaxoSmithKline seguindo uma sequência de fusões e aquisições começando com a integração de Allen & Hanbury Ltd e Glaxo para formar o Glaxo Research Group em 1979 e, finalmente, com a fusão da Glaxo Wellcome e SmithKline Beecham em 2000.


A ranitidina foi introduzida em 1981 e foi o medicamento com receita mais vendido do mundo em 1988.
Indicações
Adultos
Úlcera duodenal, úlcera gástrica benigna, esofagite de refluxo, síndrome de Zollinger-Ellison.
Tratamento sintomático da doença de refluxo gastro-esofágico.

Tratamento profiláctico da úlcera duodenal recorrente.


Crianças (3-18 anos)
Tratamento de curta duração de úlcera péptica.

O tratamento do refluxo gastro-esofágico, incluindo esofagite de refluxo e alívio sintomático da doença do refluxo gastro-esofágico.
Classificação CFT
06.02.02.02     Antagonistas dos recetores H2
Mecanismo De Ação
A ranitidina, uma amina alquil-furano quimicamente substituida, é um antagonista dos receptores H2, o qual bloqueia competitivamente a acção da histamina no receptor H2.

A ranitidina inibe portanto a secreção basal e estimulada do suco gástrico, tanto em volume como em percentagem de ácido clorídrico.

Durante a redução do volume de suco gástrico, a secreção total de pepsinogénio é também reduzida.
Posologia Orientativa
VIA ORAL:
A dose habitual é:
Adultos e crianças com mais de 12 anos:
Úlceras do duodeno, úlceras benignas do estômago: 300 mg por dia, quer como uma dose de 300 mg à noite ou como 150 mg de manhã e à noite.

A duração normal do tratamento é de quatro semanas, mas se a úlcera não tiver cicatrizado após o tratamento de quatro semanas, o tratamento deve continuar por mais quatro semanas.

Se necessário, a dose pode ser aumentada para 300 mg de manhã e à noite, durante quatro semanas.


Tratamento preventivo de úlcera crónica recorrente do duodeno: 150 mg à noite.


Tratamento dos sintomas de refluxo do suco gástrico para o esófago (doença do refluxo gastro-esofágico): 150 mg pela manhã e à noite por 2-4 semanas.


Tratamento da inflamação no esófago inferior, causada por refluxo do suco gástrico para o esófago (esofagite de refluxo): 150 mg pela manhã e à noite ou uma dose de 300 mg à noite por 4-8 semanas.

Em casos graves, a dose pode ser aumentada para um total de 600 mg por dia, distribuídos em várias doses durante 12 semanas.

Para o tratamento de manutenção, a dose recomendada é de 150 mg de manhã e à noite.


Tratamento da produção anormalmente elevada de suco gástrico (Síndrome de Zollinger-Ellison): 150 mg 3 vezes ao dia, mas, se necessário, a dose pode ser aumentada de acordo com as instruções do seu médico.


Redução da função renal e/ou hepática:
É necessário ajuste da dose.

Siga as instruções do seu médico.


Doentes idosos
É necessário ajuste da dose.

Siga as instruções do seu médico.


Crianças dos 3 aos 11 ou mais anos de idade e com peso superior a 30 kg:
Tratamento agudo da úlcera do estômago: O médico decidirá qual dose que deverá ser administrada, dependendo do peso corporal da criança, mas nunca superior a 300 mg por dia.

O tratamento normalmente dura 4 semanas, mas no caso de cura incompleta da úlcera, podem ser necessárias outras 4 semanas de tratamento.


Tratamento da sintomatologia do refluxo do suco gástrico para o esófago (doença do refluxo gastroesofágico): O médico decidirá qual dose que deve ser administrada dependendo do peso corporal da criança, mas nunca mais de 600 mg diários.


VIA INJETÁVEL:
Injeção intramuscular:
50 mg (2 ml) cada 6-8 horas (não é necessário efetuar qualquer diluição).

Injeção intravenosa:
50 mg (2 ml) cada 6-8 horas (diluir a ampola em solução de NaCl a 0,9% ou qualquer outra solução I.V. comum até atingir um volume total de 20 ml, e administrar durante um período de tempo não inferior a 5 minutos).

Perfusão intravenosa contínua:
50 mg (2 ml) cada 6-8 horas (diluir a ampola em 100 ml de solução de Dextrose a 5% ou qualquer outra solução I.V. comum e administrar durante 15-20 minutos; quando for necessário aumentar a dose, devendo efetuar-se através de uma maior frequência de administração, nunca se excedendo os 400 mg por dia).
Administração
Via oral e injetável.

A ranhura/linha de divisão serve apenas para facilitar a quebra do comprimido de forma a poder engolir melhor, e não para a divisão em doses iguais.

Os comprimidos podem ser engolidos inteiros, divididos ou esmagados.
Contraindicações
Hipersensibilidade à Ranitidina.


A ranitidina deve ser evitada em doentes com história de porfíria aguda.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Efeitos secundários frequentes (ocorrem em mais do que 1 em 100 doentes mas em menos do que 1 em 10 doentes):
Cansaço,
Reacções cutâneas.

Efeitos secundários pouco frequentes (ocorrem em mais do que 1 em 1000 doentes mas em menos do que 1 em 100 doentes):
Dor de estômago
Náuseas
Diarreia
Obstipação
Efeitos secundários raros (ocorrem em mais do que 1 em 10000 doentes mas em menos do que 1 em 1000 doentes):
Urticária
Reacção de hipersensibilidade grave com inchaço da face, língua e garganta ou espasmos nas vias respiratórias
Hepatite devido a hipersensibilidade à ranitidina
Pressão arterial diminuída
Redução do conteúdo de hemoglobina no sangue
Febre
Disfunção eréctil
Efeito transitório sobre a função hepática
Efeito sobre a função renal
Falência hepática.

Efeitos secundários muito raros (ocorrem em menos do que 1 em 10000 doentes):
Dor de cabeça
Tonturas
Movimentos involuntários
Dores musculares e articulares
Pulsação lenta
Alterações na função cardíaca (bloqueio arteriovascular)
Secreção invulgar de leite ou aumento das glândulas mamárias no homem
Impotência reversível
Inflamação aguda do pâncreas e dos rins
Hepatite com ou sem icterícia
Erupções cutâneas vermelhas não uniformes
Queda de cabelo
Visão desfocada
Efeitos na composição sanguínea e na medula óssea
Inflamação dos vasos sanguíneos
Reacções alérgicas graves.

Pessoas gravemente doentes e idosas, em particular, podem sofrer de confusão transitória, depressão e alucinações.

Deve parar de tomar Ranitidina e consultar o seu médico imediatamente se tiver sintomas de:
- angioedema, como inchaço da face, língua ou faringe, dificuldade em engolir, urticária e dificuldade em respirar
- número reduzido de glóbulos brancos (agranulocitose), que pode causar aumento da sensibilidade a infecções com febre, dor de garganta/faringe/boca ou problemas urinários.
Advertências
Gravidez
Gravidez:Desconhece-se se é perigosa; o produtor recomenda evitar, a menos que seja essencial. Ausência de risco fetal, demonstrada em experimentação animal ou em estudos humanos.
Aleitamento
Aleitamento:Quantidade significativa presente no leite mas não se sabe se é perigosa para o lactente.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:Redução posológica; risco de confusão mental.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:Reduzir dose em 50% na IR grave; risco de confusão mental.
Conducao
Conducao:Não altera a capacidade de condução.
Precauções Gerais
A suspeita de doença ulcerosa deve ser verificada objectivamente num estadio inicial por raio X ou endoscopia, de modo a evitar tratamento desadequado.

No tratamento da úlcera gástrica, a malignidade deve ser excluida, visto o tratamento poder mascarar os sintomas de carcinoma do estômago.


A ranitidina é excretada via renal, por isso, os níveis plasmáticos do medicamento estão aumentados em doentes com um grave compromisso renal.

A dose deve ser ajustada no caso de compromisso renal.


É recomendada uma dose baixa nos doentes com comprometimento da função renal e/ou hepática e em doentes idosos.

Deve ser evitada a ranitidina em doentes com história de porfíria aguda, porque pode desencadear crises de porfíria agudas.


Um estudo epidemiológico de grande dimensão revelou um risco aumentado de desenvolvimento de pneumonia adquirida na comunidade nos actuais utilizadores de antagonistas do receptor H2 em comparação com aqueles que pararam o tratamento, com um aumento de risco relativo ajustado observado de 1,82 (IC 95%, 1,26 -2,64).

Este aumento de risco foi principalmente observado em doentes tais como idosos, pessoas com doenças pulmonares crónicas diabetes, insuficiência cardíaca ou em doentes imunocomprometidos.


É recomendada a supervisão de doentes que estejam a tomar concomitantemente medicamentos anti inflamatórios não esteróides e ranitidina, especialmente em idosos e nos doentes que têm histórial clínico de úlcera péptica.
Cuidados com a Dieta
Os comprimidos revestidos por película Ranitidina podem ser tomados durante ou no intervalo entre refeições, pois a absorção da ranitidina não é afectada pelos alimentos.

Os comprimidos podem ser engolidos inteiros, divididos ou esmagados.


A utilização simultânea de ranitidina e de álcool pode aumentar o efeito do álcool.
Terapêutica Interrompida
Tome a dose recomendada pelo médico assim que se lembrar.

Não tome uma dose a dobrar para compensar a dose a dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Manter fora do alcance e da vista das crianças.


Comprimidos:
Não conservar acima de 25°C.

Solução injetável:
Conservar a temperatura inferior a 25ºC.

Conservar na embalagem de origem para proteger da luz.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Gengibre + Ranitidina

Observações: N.D.
Interações: Indicações/Ações terapêuticas: profilaxia de náuseas causada por movimento (cinetose) e pós-cirúrgicas. Padronização/marcador: Gingeróis (6-gingerol, 8-gingerol, 10-gingerol, 6-shogaol, capsaicina) [dose diária: crianças acima de 6 anos: 4-16 mg de gingeróis; adulto: 16-32 mg de gingeróis].

Interações medicamentosas: Há evidências de que o gengibre estimula a produção de ácido clorídrico estomacal e, como consequência, em teoria, poderá comprometer a ação de medicamentos contendo sucralfato, ranitidina ou lansoprazol; contrariamente, ao que foi verificado em animais, ou seja, proteção estomacal. Teoricamente o gengibre poderá aumentar o risco de sangramento quando administrado conjuntamente ao ácido acetilsalicílico, varfarina, heparina, clopidogrel, ibuprofeno ou naproxeno ou outros medicamentos que apresentem esta ação; em doses elevadas poderá desencadear sonolência, além de que poderá interferir com medicamentos que alteram a contração cardíaca incluindo os beta-bloqueadores, digoxina e outros medicamentos para o coração. Existe a possibilidade de diminuição dos níveis de açúcar no sangue e, portanto, poderá interferir com medicamentos administrados por via oral para diabéticos ou com a insulina. Estudos sugerem que fitoquímicos presentes em dietas como capsaína, curcumina, [6]-gengerol e resveratrol apresentam efeito inibitório na P-glicoproteína potencializando interações alimentos-medicamentos.
 Risco Moderado

Sucralfato + Ranitidina

Observações: N.D.
Interações: Estudos em animais mostraram que a administração simultânea de sucralfato com tetraciclina, fenitoína, digoxina, cimetidina, ranitidina, ciprofloxacina, norfloxacina e teofilina originou uma redução estatisticamente significativa na biodisponibilidade destes agentes. O mecanismo destas interações é de natureza não sistémica, resultante da ligação do sucralfato ao fármaco administrado concomitantemente, no tracto gastrointestinal. A biodisponibilidade destes fármacos poderá ser restabelecida fazendo a sua administração duas horas antes da toma de Sucralfato.

Memantina + Ranitidina

Observações: N.D.
Interações: Devido aos efeitos farmacológicos e ao mecanismo de ação da memantina, poderão ocorrer as seguintes interações: Outras substâncias ativas, como a cimetidina, ranitidina, procaínamida, quinidina, quinina e nicotina, que utilizam o mesmo sistema de transporte renal de catiões que a amantadina, também poderão interagir com a memantina, conduzindo a um risco potencial de aumento dos seus níveis séricos.

Darunavir + Ranitidina

Observações: O perfil de interação do darunavir pode variar dependendo se é utilizado o ritonavir ou o cobicistate como fármacos potenciadores. As recomendações dadas para a utilização concomitante de darunavir e outros medicamentos podem por isso variar dependendo se darunavir é potenciado com ritonavir ou com cobicistate, e é também necessária precaução durante o primeiro tempo de tratamento, se se substituir o fármaco potenciador de ritonavir para cobicistate.
Interações: ANTAGONISTAS DO RECETOR- H2: Ranitidina 150 mg, duas vezes por dia: Darunavir potenciado, pode ser coadministrado com antagonistas do recetor-H2 sem necessidade de ajustes posológicos.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido fólico + Cianocobalamina + Iodo + Ranitidina

Observações: N.D.
Interações: Antiulcerosos (cimetidina, omeprazol e ranitidina): estes fármacos podem produzir uma diminuição da absorção oral da vitamina B12 com possível inibição do seu efeito por possível influência da alteração do pH gástrico.

Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida + Ranitidina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com este medicamento. As interações que foram identificadas em estudos com componentes individuais de este medicamento, isto é, com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir), cobicistate, emtricitabina ou tenofovir alafenamida, determinam as interações que podem ocorrer com este medicamento. As interações esperadas entre Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida e potenciais medicamentos concomitantes são baseadas em estudos realizados com os componentes deste medicamento, como agentes individuais ou em associação, ou são interações medicamentosas potenciais que podem ocorrer. Os ensaios de interação com os componentes de este medicamento foram realizados apenas em adultos.
Interações: ANTAGONISTAS DOS RECETORES H2 Cimetidina Famotidina Nizatidina Ranitidina Tendo por base considerações teóricas, não são esperadas interações mecanísticas. este medicamento pode ser administrado concomitantemente com antagonistas dos recetores H2 sem ajuste de dose.

Moxifloxacina + Ranitidina

Observações: n.d.
Interações: Interações com medicamentos: Estudos clínicos demonstraram que não existem interações após a administração concomitante de moxifloxacina com: Ranitidina, probenecide, contracetivos orais, suplementos de cálcio, morfina administrada por via parentérica, teofilina, ciclosporina ou itraconazol. Os estudos in vitro com enzimas do citocromo P450 humano apoiam estes dados. Considerando estes resultados é improvável a ocorrência de uma interação metabólica mediada por enzimas do citocromo P450.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Enalapril + Nitrendipina + Ranitidina

Observações: O sumo de toranja inibe o metabolismo oxidativo da nitrendipina. A sua ingestão simultânea com sumo de toranja aumenta a concentração plasmática de nitrendipina, o que pode aumentar o efeito hipotensor do medicamento.
Interações: A cimetidina e, em menor extensão, a ranitidina, podem aumentar os níveis plasmáticos de nitrendipina, embora se desconheça ainda a relevância clínica deste efeito.

Eprosartan + Ranitidina

Observações: Foi demonstrado in vitro que o eprosartan não inibe as isoenzimas CYP1A, 2A6, 2C9/8, 2C19, 2D6, 2E e 3A do citocromo P450 humano.
Interações: Similarmente não foi demonstrado efeito da ranitidina, cetoconazol ou fluconazol na farmacocinética do eprosartan.

Sofosbuvir + Velpatasvir + Voxilaprevir + Ranitidina

Observações: n.d.
Interações: Interações entre Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir e outros medicamentos: AGENTES REDUTORES DE ÁCIDO Antagonistas dos recetores H2 Famotidina (dose única de 40 mg) + sofosbuvir/velpatasvir/ voxilaprevir (dose única de 400/100/100 mg) Famotidina administrada simultaneamente com Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir Cimetidina, Nizatidina, Ranitidina (Aumento do pH gástrico diminui a solubilidade de velpatasvir) Famotidina (dose única de 40 mg) + sofosbuvir/velpatasvir/ voxilaprevir (dose única de 400/100/100 mg)c Famotidina administrada 12 horas antes de Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir (Aumento do pH gástrico diminui a solubilidade de velpatasvir) Os antagonistas dos recetores H2 podem ser administrados simultaneamente ou alternados com Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir numa dose que não exceda doses comparáveis a 40 mg de famotidina duas vezes por dia.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Aminofilina + Ranitidina

Observações: N.D.
Interações: A degradação retardada e/ou o aumento dos níveis plasmáticos de Aminofilina (Teofilina Etilenodiamina), acompanhados de um risco aumentado de sobredosagem ou de uma incidência aumentada de efeitos secundários, pode ser provocada por medicação concomitante com contracetivos orais, antibióticos macrólidos (ex. eritromicina, iosamicina e lincomicina), bloqueadores dos canais de cálcio (ex. diltiazem, verapamil), inibidores da girase, cimetidina, ranitidina, ácido isonicótico hidrazida, alopurinol, propranolol, e interferão. Em tais casos, pode-se tornar necessária uma redução da dose.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Teofilina + Ranitidina

Observações: N.D.
Interações: A depuração da teofilina poderá ser retardada e/ou a sua concentração plasmática poderá ser aumentada – com risco acrescido de sobredosagem e efeitos adversos – em casos de administração simultânea das substâncias seguintes: - Contracetivos orais, - Antibióticos macrólidos (especialmente eritromicina e troleandomicina), - Quinolonas (inibidores da girase, especialmente ciprofloxacina, enoxacina e pefloxacina - Imipenem, especialmente efeitos secundários do SNC, tal como convulsões. - Isoniazida, - Tiabendazol, - Bloqueadores dos canais de cálcio (ex. verapamil ou diltiazem), - Propranolol, - Metilxantina, - Propafenona, - Ticlopidina, - Cimetidina, ranitidina, - Alopurinol, febuxostate, - Fluvoxamina, - Alfa-interferão e peginterferão alfa-2, - Zafirlucaste, - Vacinas da gripe, - Etintidina, - Idrocilamida e - Zileuton Nestes casos poderá ser necessária uma redução da dose. Quando a teofilina é administrada simultaneamente com a ciprofloxacina e com a enoxacina, a dose de teofilina deve ser reduzida para no máximo 60% e 30% da dose recomendada, respetivamente. Outras quinolonas (ex: peploxacina ou ácido pipemidico) podem também potenciar a ação de medicamentos contendo teofilina. Consequentemente, recomenda-se fortemente o controlo frequente das concentrações de teofilina durante a terapêutica concomitante com quinolonas.

Nebivolol + Ranitidina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: A coadministração de ranitidina não afecta a farmacocinética do nebivolol.

Lornoxicam + Ranitidina

Observações: N.D.
Interações: Administração de lornoxicam em simultâneo com: Cimetidina: aumento das concentrações plasmáticas de lornoxicam. (Não foi demonstrada qualquer interacção entre o lornoxicam e a ranitidina ou lornoxicam e antiácidos).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranitidina + Midazolam

Observações: A ranitidina pode afectar a absorção, metabolismo ou a eliminação renal de outros medicamentos. A farmacocinética alterada do medicamento afectado, pode levar a um ajuste da dose do mesmo ou à descontinuação do tratamento.
Interações: As interações podem ocorrer devido a vários mecanismos tais como: Alteração do pH gástrico: A biodisponibilidade de certos medicamentos pode estar afectada. Isto pode resultar quer num aumento da absorção (ex. triazolam, midazolam, glipizida) ou de um decréscimo na absorção (ex. cetoconazol, atazanavir, delaviridina, gefitinib). Não existe nenhuma evidência de interacção entre a ranitidina e amoxicilina. Se os antiácidos ou elevadas doses (2 g) de sucralfato forem administrados em simultâneo com a ranitidina, a absorção deste último pode estar reduzida. A ranitidina deve ser tomada duas horas antes destes medicamentos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranitidina + Triazolam

Observações: A ranitidina pode afectar a absorção, metabolismo ou a eliminação renal de outros medicamentos. A farmacocinética alterada do medicamento afectado, pode levar a um ajuste da dose do mesmo ou à descontinuação do tratamento.
Interações: As interações podem ocorrer devido a vários mecanismos tais como: Alteração do pH gástrico: A biodisponibilidade de certos medicamentos pode estar afectada. Isto pode resultar quer num aumento da absorção (ex. triazolam, midazolam, glipizida) ou de um decréscimo na absorção (ex. cetoconazol, atazanavir, delaviridina, gefitinib). Não existe nenhuma evidência de interacção entre a ranitidina e amoxicilina. Se os antiácidos ou elevadas doses (2 g) de sucralfato forem administrados em simultâneo com a ranitidina, a absorção deste último pode estar reduzida. A ranitidina deve ser tomada duas horas antes destes medicamentos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranitidina + Glipizida

Observações: A ranitidina pode afectar a absorção, metabolismo ou a eliminação renal de outros medicamentos. A farmacocinética alterada do medicamento afectado, pode levar a um ajuste da dose do mesmo ou à descontinuação do tratamento.
Interações: As interações podem ocorrer devido a vários mecanismos tais como: Alteração do pH gástrico: A biodisponibilidade de certos medicamentos pode estar afectada. Isto pode resultar quer num aumento da absorção (ex. triazolam, midazolam, glipizida) ou de um decréscimo na absorção (ex. cetoconazol, atazanavir, delaviridina, gefitinib). Não existe nenhuma evidência de interacção entre a ranitidina e amoxicilina. Se os antiácidos ou elevadas doses (2 g) de sucralfato forem administrados em simultâneo com a ranitidina, a absorção deste último pode estar reduzida. A ranitidina deve ser tomada duas horas antes destes medicamentos.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranitidina + Cetoconazol

Observações: A ranitidina pode afectar a absorção, metabolismo ou a eliminação renal de outros medicamentos. A farmacocinética alterada do medicamento afectado, pode levar a um ajuste da dose do mesmo ou à descontinuação do tratamento.
Interações: As interações podem ocorrer devido a vários mecanismos tais como: Alteração do pH gástrico: A biodisponibilidade de certos medicamentos pode estar afectada. Isto pode resultar quer num aumento da absorção (ex. triazolam, midazolam, glipizida) ou de um decréscimo na absorção (ex. cetoconazol, atazanavir, delaviridina, gefitinib). Não existe nenhuma evidência de interacção entre a ranitidina e amoxicilina. Se os antiácidos ou elevadas doses (2 g) de sucralfato forem administrados em simultâneo com a ranitidina, a absorção deste último pode estar reduzida. A ranitidina deve ser tomada duas horas antes destes medicamentos.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranitidina + Atazanavir

Observações: A ranitidina pode afectar a absorção, metabolismo ou a eliminação renal de outros medicamentos. A farmacocinética alterada do medicamento afectado, pode levar a um ajuste da dose do mesmo ou à descontinuação do tratamento.
Interações: As interações podem ocorrer devido a vários mecanismos tais como: Alteração do pH gástrico: A biodisponibilidade de certos medicamentos pode estar afectada. Isto pode resultar quer num aumento da absorção (ex. triazolam, midazolam, glipizida) ou de um decréscimo na absorção (ex. cetoconazol, atazanavir, delaviridina, gefitinib). Não existe nenhuma evidência de interacção entre a ranitidina e amoxicilina. Se os antiácidos ou elevadas doses (2 g) de sucralfato forem administrados em simultâneo com a ranitidina, a absorção deste último pode estar reduzida. A ranitidina deve ser tomada duas horas antes destes medicamentos.

Glisentida (glipentida) + Ranitidina

Observações: N.D.
Interações: Cimetidina e ranitidina têm mostrado a afectar a farmacocinética de algumas sulfonilureias, particularmente glipizida, gliburida, tolbutamida. O mecanismo desta interacção pode envolver um aumento na absorção ou redução da depuração da sulfonilureia. Como resultado desta interacção foi observada hipoglicemia assintomática. Não se sabe se esta interacção ocorre mesmo com famotidina e nizatidina. Por conseguinte, deve monitorar a resposta glicémica dos pacientes tratados com sulfonilureias em que é introduzido ou um interromper o tratamento antiácido com antagonistas H2.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranitidina + Delavirdina

Observações: A ranitidina pode afectar a absorção, metabolismo ou a eliminação renal de outros medicamentos. A farmacocinética alterada do medicamento afectado, pode levar a um ajuste da dose do mesmo ou à descontinuação do tratamento.
Interações: As interações podem ocorrer devido a vários mecanismos tais como: Alteração do pH gástrico: A biodisponibilidade de certos medicamentos pode estar afectada. Isto pode resultar quer num aumento da absorção (ex. triazolam, midazolam, glipizida) ou de um decréscimo na absorção (ex. cetoconazol, atazanavir, delaviridina, gefitinib). Não existe nenhuma evidência de interacção entre a ranitidina e amoxicilina. Se os antiácidos ou elevadas doses (2 g) de sucralfato forem administrados em simultâneo com a ranitidina, a absorção deste último pode estar reduzida. A ranitidina deve ser tomada duas horas antes destes medicamentos.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranitidina + Gefitinib

Observações: A ranitidina pode afectar a absorção, metabolismo ou a eliminação renal de outros medicamentos. A farmacocinética alterada do medicamento afectado, pode levar a um ajuste da dose do mesmo ou à descontinuação do tratamento.
Interações: As interações podem ocorrer devido a vários mecanismos tais como: Alteração do pH gástrico: A biodisponibilidade de certos medicamentos pode estar afectada. Isto pode resultar quer num aumento da absorção (ex. triazolam, midazolam, glipizida) ou de um decréscimo na absorção (ex. cetoconazol, atazanavir, delaviridina, gefitinib). Não existe nenhuma evidência de interacção entre a ranitidina e amoxicilina. Se os antiácidos ou elevadas doses (2 g) de sucralfato forem administrados em simultâneo com a ranitidina, a absorção deste último pode estar reduzida. A ranitidina deve ser tomada duas horas antes destes medicamentos.

Ranitidina + Amoxicilina

Observações: A ranitidina pode afectar a absorção, metabolismo ou a eliminação renal de outros medicamentos. A farmacocinética alterada do medicamento afectado, pode levar a um ajuste da dose do mesmo ou à descontinuação do tratamento.
Interações: As interações podem ocorrer devido a vários mecanismos tais como: Alteração do pH gástrico: A biodisponibilidade de certos medicamentos pode estar afectada. Isto pode resultar quer num aumento da absorção (ex. triazolam, midazolam, glipizida) ou de um decréscimo na absorção (ex. cetoconazol, atazanavir, delaviridina, gefitinib). Não existe nenhuma evidência de interacção entre a ranitidina e amoxicilina. Se os antiácidos ou elevadas doses (2 g) de sucralfato forem administrados em simultâneo com a ranitidina, a absorção deste último pode estar reduzida. A ranitidina deve ser tomada duas horas antes destes medicamentos.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranitidina + Sucralfato

Observações: A ranitidina pode afectar a absorção, metabolismo ou a eliminação renal de outros medicamentos. A farmacocinética alterada do medicamento afectado, pode levar a um ajuste da dose do mesmo ou à descontinuação do tratamento.
Interações: As interações podem ocorrer devido a vários mecanismos tais como: Alteração do pH gástrico: A biodisponibilidade de certos medicamentos pode estar afectada. Isto pode resultar quer num aumento da absorção (ex. triazolam, midazolam, glipizida) ou de um decréscimo na absorção (ex. cetoconazol, atazanavir, delaviridina, gefitinib). Não existe nenhuma evidência de interacção entre a ranitidina e amoxicilina. Se os antiácidos ou elevadas doses (2 g) de sucralfato forem administrados em simultâneo com a ranitidina, a absorção deste último pode estar reduzida. A ranitidina deve ser tomada duas horas antes destes medicamentos.

Ranitidina + Diazepam

Observações: A ranitidina pode afectar a absorção, metabolismo ou a eliminação renal de outros medicamentos. A farmacocinética alterada do medicamento afectado, pode levar a um ajuste da dose do mesmo ou à descontinuação do tratamento.
Interações: As interações podem ocorrer devido a vários mecanismos tais como: Inibição do sistema oxigenase com função mista citocromo P450-ligado: A ranitidina, em doses terapêuticas habituais, não potencia a acção de medicamentos que são inactivados por este sistema tais como o diazepam (CYP2C19), lidocaína e propanolol. Têm havido notificações de tempos de protrombina alterados com anticoagulantes cumarínicos (ex. varfarina) quando o tratamento com ranitidina foi iniciado. Devido à estreita janela terapêutica, recomenda-se uma monitorização apertada do aumento ou diminuição do tempo de protrombina, durante o tratamento com a ranitidina. Há relatos de vários casos de aumento das concentrações plasmáticas de teofilina. Embora, a interação não tenha sido observada em vários estudos clínicos, as informações disponíveis não podem excluir a possibilidade de que pode ocorrer uma interação em alguns indivíduos. Também têm havido notificações de um aumento das concentrações plasmáticas de fenitoína.

Ranitidina + Lidocaína

Observações: A ranitidina pode afectar a absorção, metabolismo ou a eliminação renal de outros medicamentos. A farmacocinética alterada do medicamento afectado, pode levar a um ajuste da dose do mesmo ou à descontinuação do tratamento.
Interações: As interações podem ocorrer devido a vários mecanismos tais como: Inibição do sistema oxigenase com função mista citocromo P450-ligado: A ranitidina, em doses terapêuticas habituais, não potencia a acção de medicamentos que são inactivados por este sistema tais como o diazepam (CYP2C19), lidocaína e propanolol. Têm havido notificações de tempos de protrombina alterados com anticoagulantes cumarínicos (ex. varfarina) quando o tratamento com ranitidina foi iniciado. Devido à estreita janela terapêutica, recomenda-se uma monitorização apertada do aumento ou diminuição do tempo de protrombina, durante o tratamento com a ranitidina. Há relatos de vários casos de aumento das concentrações plasmáticas de teofilina. Embora, a interação não tenha sido observada em vários estudos clínicos, as informações disponíveis não podem excluir a possibilidade de que pode ocorrer uma interação em alguns indivíduos. Também têm havido notificações de um aumento das concentrações plasmáticas de fenitoína.

Ranitidina + Propranolol

Observações: A ranitidina pode afectar a absorção, metabolismo ou a eliminação renal de outros medicamentos. A farmacocinética alterada do medicamento afectado, pode levar a um ajuste da dose do mesmo ou à descontinuação do tratamento.
Interações: As interações podem ocorrer devido a vários mecanismos tais como: Inibição do sistema oxigenase com função mista citocromo P450-ligado: A ranitidina, em doses terapêuticas habituais, não potencia a acção de medicamentos que são inactivados por este sistema tais como o diazepam (CYP2C19), lidocaína e propanolol. Têm havido notificações de tempos de protrombina alterados com anticoagulantes cumarínicos (ex. varfarina) quando o tratamento com ranitidina foi iniciado. Devido à estreita janela terapêutica, recomenda-se uma monitorização apertada do aumento ou diminuição do tempo de protrombina, durante o tratamento com a ranitidina. Há relatos de vários casos de aumento das concentrações plasmáticas de teofilina. Embora, a interação não tenha sido observada em vários estudos clínicos, as informações disponíveis não podem excluir a possibilidade de que pode ocorrer uma interação em alguns indivíduos. Também têm havido notificações de um aumento das concentrações plasmáticas de fenitoína.

Ranitidina + Anticoagulantes orais (Derivados da Cumarina)

Observações: A ranitidina pode afectar a absorção, metabolismo ou a eliminação renal de outros medicamentos. A farmacocinética alterada do medicamento afectado, pode levar a um ajuste da dose do mesmo ou à descontinuação do tratamento.
Interações: As interações podem ocorrer devido a vários mecanismos tais como: Inibição do sistema oxigenase com função mista citocromo P450-ligado: A ranitidina, em doses terapêuticas habituais, não potencia a acção de medicamentos que são inactivados por este sistema tais como o diazepam (CYP2C19), lidocaína e propanolol. Têm havido notificações de tempos de protrombina alterados com anticoagulantes cumarínicos (ex. varfarina) quando o tratamento com ranitidina foi iniciado. Devido à estreita janela terapêutica, recomenda-se uma monitorização apertada do aumento ou diminuição do tempo de protrombina, durante o tratamento com a ranitidina. Há relatos de vários casos de aumento das concentrações plasmáticas de teofilina. Embora, a interação não tenha sido observada em vários estudos clínicos, as informações disponíveis não podem excluir a possibilidade de que pode ocorrer uma interação em alguns indivíduos. Também têm havido notificações de um aumento das concentrações plasmáticas de fenitoína.

Ledipasvir + Sofosbuvir + Ranitidina

Observações: Quaisquer interações que tenham sido identificadas com cada uma destas substâncias ativas individualmente podem ocorrer com a associação de Ledipasvir/Sofosbuvir.
Interações: Interações entre Ledipasvir/sofosbuvir e outros medicamentos AGENTES REDUTORES DE ÁCIDO Antagonistas dos recetores H2 Famotidina (dose única de 40 mg)/ledipasvir (dose única de 90 mg)c/ sofosbuvir (dose única de 400 mg) Famotidina administrada simultaneamente com Ledipasvir/sofosbuvir Cimetidina Nizatidina Ranitidina Famotidina (dose única de 40 mg)/ledipasvir (dose única de90 mg)c/ sofosbuvir (dose única de 400 mg) Famotidina administrada 12 horas antes de Ledipasvir/sofosbuvir Os antagonistas dos recetores H2 podem ser administrados simultaneamente ou alternados com Ledipasvir/sofosbuvir numa dose que não exceda doses comparáveis a 40 mg de famotidina duas vezes por dia.

Ranitidina + Varfarina

Observações: A ranitidina pode afectar a absorção, metabolismo ou a eliminação renal de outros medicamentos. A farmacocinética alterada do medicamento afectado, pode levar a um ajuste da dose do mesmo ou à descontinuação do tratamento.
Interações: As interações podem ocorrer devido a vários mecanismos tais como: Inibição do sistema oxigenase com função mista citocromo P450-ligado: A ranitidina, em doses terapêuticas habituais, não potencia a acção de medicamentos que são inactivados por este sistema tais como o diazepam (CYP2C19), lidocaína e propanolol. Têm havido notificações de tempos de protrombina alterados com anticoagulantes cumarínicos (ex. varfarina) quando o tratamento com ranitidina foi iniciado. Devido à estreita janela terapêutica, recomenda-se uma monitorização apertada do aumento ou diminuição do tempo de protrombina, durante o tratamento com a ranitidina. Há relatos de vários casos de aumento das concentrações plasmáticas de teofilina. Embora, a interação não tenha sido observada em vários estudos clínicos, as informações disponíveis não podem excluir a possibilidade de que pode ocorrer uma interação em alguns indivíduos. Também têm havido notificações de um aumento das concentrações plasmáticas de fenitoína.

Ranitidina + Teofilina

Observações: A ranitidina pode afectar a absorção, metabolismo ou a eliminação renal de outros medicamentos. A farmacocinética alterada do medicamento afectado, pode levar a um ajuste da dose do mesmo ou à descontinuação do tratamento.
Interações: As interações podem ocorrer devido a vários mecanismos tais como: Inibição do sistema oxigenase com função mista citocromo P450-ligado: A ranitidina, em doses terapêuticas habituais, não potencia a acção de medicamentos que são inactivados por este sistema tais como o diazepam (CYP2C19), lidocaína e propanolol. Têm havido notificações de tempos de protrombina alterados com anticoagulantes cumarínicos (ex. varfarina) quando o tratamento com ranitidina foi iniciado. Devido à estreita janela terapêutica, recomenda-se uma monitorização apertada do aumento ou diminuição do tempo de protrombina, durante o tratamento com a ranitidina. Há relatos de vários casos de aumento das concentrações plasmáticas de teofilina. Embora, a interação não tenha sido observada em vários estudos clínicos, as informações disponíveis não podem excluir a possibilidade de que pode ocorrer uma interação em alguns indivíduos. Também têm havido notificações de um aumento das concentrações plasmáticas de fenitoína.

Ranitidina + Fenitoína

Observações: A ranitidina pode afectar a absorção, metabolismo ou a eliminação renal de outros medicamentos. A farmacocinética alterada do medicamento afectado, pode levar a um ajuste da dose do mesmo ou à descontinuação do tratamento.
Interações: As interações podem ocorrer devido a vários mecanismos tais como: Inibição do sistema oxigenase com função mista citocromo P450-ligado: A ranitidina, em doses terapêuticas habituais, não potencia a acção de medicamentos que são inactivados por este sistema tais como o diazepam (CYP2C19), lidocaína e propanolol. Têm havido notificações de tempos de protrombina alterados com anticoagulantes cumarínicos (ex. varfarina) quando o tratamento com ranitidina foi iniciado. Devido à estreita janela terapêutica, recomenda-se uma monitorização apertada do aumento ou diminuição do tempo de protrombina, durante o tratamento com a ranitidina. Há relatos de vários casos de aumento das concentrações plasmáticas de teofilina. Embora, a interação não tenha sido observada em vários estudos clínicos, as informações disponíveis não podem excluir a possibilidade de que pode ocorrer uma interação em alguns indivíduos. Também têm havido notificações de um aumento das concentrações plasmáticas de fenitoína.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranitidina + Procainamida

Observações: A ranitidina pode afectar a absorção, metabolismo ou a eliminação renal de outros medicamentos. A farmacocinética alterada do medicamento afectado, pode levar a um ajuste da dose do mesmo ou à descontinuação do tratamento.
Interações: As interações podem ocorrer devido a vários mecanismos tais como: Competição para a secreção tubular renal: Dado que a ranitidina é parcialmente eliminada por secreção activa pelo sistema de transporte catiónico (OCT) no rim, ela pode afectar a depuração de outros medicamentos eliminados por esta via. Elevadas doses de ranitidina (ex. tais como doses utilizadas no tratamento do sindroma Zollinger-Elisson) podem reduzir a eliminação de procainamida e de N-acetilprocainamida o que resulta num nível plasmático aumentado destes medicamentos. O efeito do álcool pode aumentar com a ingestão de ranitidina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranitidina + Álcool

Observações: A ranitidina pode afectar a absorção, metabolismo ou a eliminação renal de outros medicamentos. A farmacocinética alterada do medicamento afectado, pode levar a um ajuste da dose do mesmo ou à descontinuação do tratamento.
Interações: As interações podem ocorrer devido a vários mecanismos tais como: Competição para a secreção tubular renal: Dado que a ranitidina é parcialmente eliminada por secreção activa pelo sistema de transporte catiónico (OCT) no rim, ela pode afectar a depuração de outros medicamentos eliminados por esta via. Elevadas doses de ranitidina (ex. tais como doses utilizadas no tratamento do sindroma Zollinger-Elisson) podem reduzir a eliminação de procainamida e de N-acetilprocainamida o que resulta num nível plasmático aumentado destes medicamentos. O efeito do álcool pode aumentar com a ingestão de ranitidina.

Fosamprenavir + Ranitidina

Observações: N.D.
Interações: Ranitidina e Esomeprazole: Não são necessários ajustes de dose com antiácidos, inibidores da bomba de protões ou antagonistas do recetor da histamina H2.

Rilpivirina + Ranitidina

Observações: A rilpivirina é um inibidor in vitro do transportador MATE-2K com um IC50 < 2,7 nM. As implicações clínicas deste achado são atualmente desconhecidas.
Interações: INTERAÇÕES E RECOMENDAÇÕES POSOLÓGICAS COM OUTROS MEDICAMENTOS ANTAGONISTAS DOS RECETORES H2: Cimetidina, Nizatidina, Ranitidina: Não foi estudado. (reduzida absorção devido ao aumento do pH gástrico) A associação de Rilpivirina e antagonistas dos recetores H2 deve ser utilizada com particular precaução. Apenas devem ser utilizados os antagonistas dos recetores H2 que podem ser administrados uma vez por dia. Deverá ser utilizado um esquema posológico restrito, com toma de antagonistas dos recetores H2 pelos menos 12 horas antes ou pelo menos 4 horas após a administração de Rilpivirina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ritonavir + Ranitidina

Observações: n.d.
Interações: Inibidores da bomba de protões e antagonistas dos recetores H2: Os inibidores da bomba de protões e antagonistas dos recetores H2 (por ex. omeprazol ou ranitidina) podem diminuir as concentrações dos inibidores da protease coadministrados. Para informação específica relativa ao impacto da administração concomitante de fármacos redutores de acidez, consultar o RCM do inibidor da protease coadministrado. Com base nos estudos de interação com inibidores da protease potenciados com ritonavir (lopinavir/ritonavir, atazanavir), a administração concomitante de omeprazol ou ranitidina não modifica significativamente a eficácia do ritonavir como potenciador farmacocinético, apesar de uma ligeira alteração na exposição (cerca de 6 – 18%).

Dolutegravir + Rilpivirina + Ranitidina

Observações: n.d.
Interações: Antagonistas dos recetores H2 Ranitidina/Dolutegravir: A associação de Dolutegravir + Rilpivirina e antagonistas dos recetores H2 deve ser utilizada com particular precaução. Apenas devem ser utilizados os antagonistas dos recetores H2 que podem ser administrados uma vez por dia. Ranitidina/Rilpivirina Os antagonistas dos recetores H2 devem ser tomados de forma bem separada da administração de Dolutegravir + Rilpivirina (no mínimo 4 horas após ou 12 horas antes).
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lidocaína + Ranitidina

Observações: n.d.
Interações: A ranitidina provoca uma pequena redução da clearance da lidocaína.

Lumacaftor + Ivacaftor + Ranitidina

Observações: O lumacaftor é um indutor potente das CYP3A e o ivacaftor é um inibidor fraco das CYP3A, quando administrados em monoterapia. Existe a possibilidade de outros medicamentos afetarem lumacaftor/ivacaftor quando administrados concomitantemente, assim como de lumacaftor/ivacaftor afetar outros medicamentos.
Interações: Bloqueadores de H2: Ranitidina: Pode ser necessário um ajuste posológico da ranitidina para se obter o efeito clínico desejado. Lumacaftor/ivacaftor pode alterar a exposição da ranitidina.

Vandetanib + Ranitidina

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas: Efeitos de outros medicamentos no vandetanib: Em indivíduos saudáveis, a Cmax para vandetanib diminuiu em 15% enquanto a AUC (0-t) para vandetanib não foi afetada quando administrado em conjunto com omeprazol. Nem a Cmax nem a AUC (0-t) para vandetanib foram afetadas quando administrado em conjunto com a ranitidina. Assim não é necessário alterar a dose de vandetanib quando vandetanib é administrado com omeprazol ou a ranitidina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Gefitinib + Ranitidina

Observações: O metabolismo de gefitinib faz-se via citocromo P450 isoenzima CYP3A4 (predominantemente) e via CYP2D6. Substâncias ativas que podem aumentar as concentrações plasmáticas de gefitinib Estudos in vitro demonstraram que gefitinib é um substrato da glicoproteína-p (gpP). Os dados disponíveis não sugerem qualquer consequência clínica em relação a este efeito in vitro. As substâncias que inibem o CYP3A4 podem diminuir a depuração de gefitinib.
Interações: A administração concomitante de ranitidina numa dose que provocou elevações sustentadas no pH gástrico ≥5, resultou numa redução de 47% da AUC média de gefitinib em voluntários saudáveis.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cefpodoxima + Ranitidina

Observações: Não foram comunicadas quaisquer interações medicamentosas clinicamente relevantes durante a realização dos estudos clínicos.
Interações: Os estudos demonstraram que a biodisponibilidade é reduzida em cerca de 30% quando a cefpodoxima é administrada com fármacos que neutralizam o pH gástrico ou inibem as secreções ácidas. Por conseguinte, tais fármacos, como antiácidos do tipo mineral e bloqueadores H 2, como a ranitidina, que pode causar uma subida do pH gástrico, devem ser tomados 2 a 3 horas depois da administração da cefpodoxima. A biodisponibilidade aumenta, se o produto for administrado durante as refeições.

Hidróxido de alumínio + Ranitidina

Observações: N.D.
Interações: Os antiácidos provocam uma diminuição da absorção dum número considerável de fármacos, entre os quais: ranitidina. Deve ser evitada a administração simultânea do hidróxido de alumínio com os referidos fármacos.

Temozolomida + Ranitidina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Num estudo separado, de fase I, a administração de TMZ com ranitidina não provocou alterações no grau de absorção de TMZ ou na exposição ao seu metabolito ativo, a monometil triazenoimidazol carboxamida (MTIC).

Eliglustato + Ranitidina

Observações: N.D.
Interações: Em MF, deve proceder-se com cuidado relativamente aos inibidores fracos da CYP3A (por exemplo, amlodipina, cilostazol, fluvoxamina, goldenseal (Hydrastis Canadensis), isoniazida, ranitidina, ranolazina).

Trissilicato de magnésio + Ranitidina

Observações: N.D.
Interações: Anfetaminas ou quinidina, esteróides anabolizantes, anticoagulantes orais derivados da cumarina ou da indandiona, antidiscinéticos, antimuscarínicos (especialmente a atropina e seus derivados), benzodiazepinas, fosfato sódico de celulose, cimetidina ou ranitidina, diflunisal, glicosídeos digitálicos, efedrina, preparações orais de ferro, cetoconazol, levodopa, loxapina oral, mecamilamina, metenamina, lipase pancreática, fenotiazinas, fosfatos orais, salicilatos, resina de poliestirensulfonato de sódio, sucralfato, tetraciclinas orais, tioxantenos orais, vitamina D. O Trissilicato de magnésio pode diminuir a absorção destes medicamentos.

Vardenafil + Ranitidina

Observações: Estudos in vitro Vardenafil é metabolizado predominantemente por enzimas hepáticas através da isoforma 3A4 do citocromo P450 (CYP), com alguma contribuição das isoformas CYP3A5 e CYP2C. Assim, os inibidores destas isoenzimas podem reduzir a taxa de depuração do vardenafil.
Interações: A farmacocinética do vardenafil (20 mg) não foi afetada pela administração concomitante do antagonista-H2 ranitidina (150 mg duas vezes ao dia), digoxina, varfarina, glibenclamida, álcool (nível sanguíneo máximo médio de álcool de 73 mg/dl) ou doses únicas de antiácido (hidróxido de magnésio/hidróxido de alumínio).

Ceftibuteno + Ranitidina

Observações: A ingestão concomitante de alimentos não interfere com a eficácia de Ceftibuteno cápsulas.
Interações: Hidróxido de alumínio/magnésio em alta dose, ranitidina e teofilina intravenosa em dose única. Não se registaram quaisquer interações farmacológicas significativas.

Darunavir + Cobicistate + Ranitidina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com Darunavir / Cobicistate. Uma vez que Darunavir / Cobicistate contém darunavir e cobicistate, as interações que foram identificadas com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir) e com cobicistate determinam as interações que podem ocorrer com Darunavir / Cobicistate. Os ensaios de interação com darunavir/ritonavir e com cobicistate apenas foram realizados em adultos.
Interações: ANTAGONISTAS DOS RECETORES H2: Cimetidina, Famotidina, Nizatidina, Ranitidina: Tendo por base considerações teóricas, não são esperadas interações mecanísticas. Darunavir / Cobicistate pode ser administrado concomitantemente com antagonistas dos recetores H2 sem ajuste de dose.

Dabigatrano etexilato + Ranitidina

Observações: N.D.
Interações: pH gástrico: Ranitidina: A administração de ranitidina juntamente com Dabigatrano etexilato não teve efeito clínico relevante na extensão da absorção do dabigatrano.

Nimodipina + Ranitidina

Observações: N.D.
Interações: Interações que se comprovou não existirem: A administração concomitante de nimodipina oral e diazepam, digoxina, glibenclamida, indometacina, ranitidina e varfarina não revelou qualquer potencial para interação mútua.
 Sem significado Clínico

Zolpidem + Ranitidina

Observações: N.D.
Interações: Não foram reportadas interações farmacocinéticas significativas quando o zolpidem foi administrado com ranitidina.

Lamivudina + Ranitidina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A probabilidade de interações metabólicas é baixa devido aos limitados metabolismo e ligação às proteínas plasmáticas e à quase completa depuração renal. O metabolismo da lamivudina não envolve o CYP3A, pelo que são pouco prováveis as interações com medicamentos metabolizados por este sistema (por ex. PIs).
Interações: Deve considerar-se a possibilidade de interação com outros medicamentos administrados concomitantemente, particularmente quando a principal via de eliminação é a secreção renal ativa através do sistema de transporte catiónico orgânico, por ex. trimetoprim. Outros medicamentos (por ex. ranitidina, cimetidina) são eliminados apenas em parte por este mecanismo e mostraram não interagir com a lamivudina.

Diltiazem + Ranitidina

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES QUE REQUEREM PRECAUÇÃO: Agentes anti-H2 (cimetidina e ranitidina): Aumento nas concentrações plasmáticas do diltiazem. Os doentes em terapêutica com diltiazem devem ser cuidadosamente monitorizados ao iniciarem ou interromperem a terapêutica com agentes anti-H2. Pode ser necessário um ajustamento da posologia diária de diltiazem.

Nebivolol + Hidroclorotiazida + Ranitidina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: NEBIVOLOL: A administração concomitante de ranitidina não afeta a farmacocinética do nebivolol.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Carbonato de di-hidróxido de alumínio e sódio + Ranitidina

Observações: O uso concomitante de carbonato de di-hidróxido de alumínio e sódio com outros medicamentos pode alterar a absorção destes últimos. O uso concomitante de antiácidos contendo alumínio e o ácido contido em algumas bebidas (sumo de fruta, vinho, etc) pode aumentar a absorção intestinal de alumínio. Devido à grande variedade de interações medicamentosas é recomendado, exceto indicação contrária do médico, um intervalo de 2 horas entre a administração do antiácido e outros medicamentos.
Interações: Foram encontradas pequenas diminuições na absorção de digoxina, captopril, cimetidina, ranitidina, famotidina, teofilina, propranolol, atenolol, sulfato de ferro e clorpromazina. Estas diminuições não são clinicamente relevantes.

Claritromicina + Ranitidina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos da Claritromicina em outros medicamentos: Sabe-se ou suspeita-se que os fármacos ou classes seguintes são metabolizados pela isoenzima CYP3A: Alprazolam, astemizol, carbamazepina, cilostazol, cisaprida, ciclosporina, disopiramida, alcaloides da cravagem do centeio, lovastatina, metilprednisolona, midazolam, omeprazol, anticoagulantes orais (por ex. varfarina), pimozida, quinidina, rifabutina, sildenafil, sinvastatina, tacrolímus, terfenadina, triazolam e vimblastina. Fármacos com interação por mecanismos semelhantes através de outras isoenzimas no sistema do citocromo P450 incluem a fenitoína, teofilina e valproato.

Lamivudina + Zidovudina + Ranitidina

Observações: Os ensaios clínicos demonstraram que não existem interações clinicamente significativas entre a lamivudina e a zidovudina. A zidovudina é principalmente metabolizada pelas enzimas UGT; a administração concomitante de indutores ou inibidores das enzimas UGT pode alterar a exposição à zidovudina. A lamivudina é depurada ao nível renal. A secreção renal ativa da lamivudina na urina é mediada através de transportadores catiónicos orgânicos (OCTs); a administração concomitante de lamivudina com inibidores OCT ou fármacos nefrotóxicos pode aumentar a exposição à lamivudina. A lamivudina e a zidovudina não são significativamente metabolizadas pelas enzimas do citocromo P450 (tais como CYP 3A4, CYP 2C9 ou CYP 2D6) nem inibem ou induzem este sistema enzimático. Assim, o potencial para interações com antirretrovirais inibidores da protease, não nucleosídeos e outros medicamentos metabolizados pelas principais enzimas P450 é baixo. Foram realizados estudos de interação apenas em adultos.
Interações: Ranitidina/Lamivudina: Interação não estudada. Improvável uma interação clinicamente significativa. A ranitidina é eliminada apenas em parte pelo sistema renal de transporte catiónico orgânico. Não é necessário ajuste de dose. Ranitidina/Zidovudina: Interação não estudada. Não é necessário ajuste de dose.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Carbonato de di-hidróxido de alumínio e sódio + Dimeticone + Ranitidina

Observações: Carbonato de di-hidróxido de alumínio e sódio/ Dimeticone pode interferir com a biodisponibilidade oral de vários fármacos. O uso concomitante de antiácidos contendo alumínio com outros fármacos pode alterar a absorção destes últimos. O uso concomitante de antiácidos contendo alumínio e o ácido contido em algumas bebidas (sumo de fruta, vinho, etc) pode aumentar a absorção intestinal de alumínio.
Interações: Foram encontradas pequenas diminuições na absorção de digoxina, captopril, cimetidina, ranitidina, famotidina, teofilina, propranolol, atenolol, sulfato de ferro e clorpromazina. Estas diminuições não são clinicamente relevantes. Tendo em conta uma possível diminuição da absorção, deve considerar-se um intervalo de uma a duas horas entre a administração de antiácidos e de outros fármacos.

Didanosina + Ranitidina

Observações: N.D.
Interações: Foram conduzidos estudos específicos de interações com zidovudina, estavudina, ranitidina, loperamida, metoclopramida, foscarneto, trimetoprim, sulfametoxazol, dapsona e rifabutina, sem evidência de interações.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fluvastatina + Ranitidina

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Antagonistas dos receptores H2 da histamina e inibidores da bomba de protões: A administração concomitante de fluvastatina com cimetidina, ranitidina ou omeprazol resulta num aumento da biodisponibilidade da fluvastatina, que, contudo, não tem relevância clínica.

Prasugrel + Ranitidina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre Prasugrel: Medicamentos que aumentam o pH gástrico: A coadministração de ranitidina (um bloqueador H2) ou lansoprazol (um inibidor da bomba de protões) não alterou a AUC nem o Tmax do metabolito ativo do prasugrel, mas diminuiu a Cmax em cerca de 14% e 29%, respetivamente. No estudo clínico de fase 3, Prasugrel foi administrado independentemente da coadministração de um inibidor da bomba de protões ou de um bloqueador H2. A administração da dose de carga de 60 mg de prasugrel sem a utilização concomitante de inibidores da bomba de protões, pode proporcionar um início de ação mais rápido.

Erlotinib + Ranitidina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Deve ter-se cuidado nestas situações. Erlotinib e medicamentos que alteram o pH: O erlotinib é caracterizado por uma diminuição na solubilidade para valores de pH superiores a 5. Os medicamentos que alterem o pH do trato gastrointestinal (GI) superior podem modificar a solubilidade do erlotinib e consequentemente a sua biodisponibilidade. A administração simultânea de erlotinib e omeprazol, um inibidor da bomba de protões, diminuiu a exposição ao erlotinib [AUC] e a concentração máxima [C max ] em 46% e 61%, respetivamente. Não houve alteração do Tmax ou da semivida. A administração concomitante de erlotinib com 300 mg de ranitidina, um antagonista do recetor H2, reduziu a exposição ao erlotinib [AUC] e a concentração máxima [Cmax ] em 33% e 54%, respetivamente. Não é provável que o aumento da dose de Erlotinib, quando este é administrado em simultâneo com estes fármacos, compense esta perda de exposição. No entanto, quando Erlotinib é administrado de forma desfasada, 2 horas antes ou 10 horas após 150 mg de ranitidina 2 vezes por dia, a exposição ao erlotinib [AUC ] e a concentração máxima [Cmax ] diminuíram em apenas 15% e 7%, respetivamente. Não foi estudado o efeito dos antiácidos na absorção de erlotinib, mas esta pode estar comprometida conduzindo a níveis plasmáticos inferiores. Em suma, deve evitar-se a associação de erlotinib com inibidores da bomba de protões. Caso a utilização de antiácidos seja considerada necessária durante tratamento com Erlotinib, estes devem ser administrados pelo menos 4 horas antes ou 2 horas após a dose diária de Erlotinib. Ao considerar a utilização de ranitidina, esta deve ser feita de forma desfasada, isto é, Erlotinib deve ser administrado pelo menos 2 horas antes ou 10 horas após a administração de ranitidina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Risperidona + Ranitidina

Observações: n.d.
Interações: Potencial para outros medicamentos afetarem Risperidona: A cimetidina e a ranitidina aumentam a biodisponibilidade da risperidona, no entanto aumentam apenas ligeiramente a biodisponibilidade da fração antipsicótica ativa.

Levofloxacina + Ranitidina

Observações: N.D.
Interações: Outras informações relevantes: Estudos de farmacologia clínica demonstraram que a farmacocinética da levofloxacina não foi afectada de forma clinicamente relevante quando esta foi administrada juntamente com os seguintes medicamentos: Carbonato de cálcio. Digoxina. Glibenclamida. Ranitidina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Subcitrato de bismuto potássico + Metronidazol + Tetraciclina + Ranitidina

Observações: Não foram realizados estudos formais de interação com esta associação. Antes do tratamento, deve ser verificada a necessidade de outra medicação concomitante em doentes que estejam a tomar este medicamento. Apesar de não ter sido detetada qualquer interação específica com a associação, os doentes que tomem um grande número de medicamentos concomitantes têm geralmente um risco mais elevado de sofrerem efeitos indesejáveis e, por conseguinte, devem ser tratados com cuidado.
Interações: Interações com o bismuto: A ranitidina potencia a absorção do bismuto.

Palonossetrom + Ranitidina

Observações: Palonossetrom é metabolizado principalmente pela isoenzima CYP2D6, com uma contribuição menor das isoenzimas CYP3A4 e CYP1A2. Com base em estudos in vitro, palonossetrom não demonstrou inibir nem induzir as isoenzimas do citocromo P450 em concentrações clinicamente relevantes.
Interações: Numa análise farmacocinética populacional, demonstrou-se não haver qualquer efeito significativo na depuração de palonossetrom quando este era coadministrado com inibidores (incluindo amiodarona, celecoxib, cloropromazina, cimetidina, doxorrubicina, fluoxetina, haloperidol, paroxetina, quinidina, ranitidina, ritonavir, sertralina ou terbinafina) da CYP2D6.
 Sem significado Clínico

Telitromicina + Ranitidina

Observações: Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos.
Interações: Efeito de outros medicamentos com o Telitromicina: A ranitidina (tomada uma hora antes do Telitromicina) e antiácidos contendo hidróxido de alumínio e magnésio não têm influência clinicamente relevante na farmacocinética da telitromicina.

Voriconazol + Ranitidina

Observações: n.d.
Interações: Ranitidina (150 mg BID) [aumento do pH gástrico] Não necessário ajuste de dose

Saquinavir + Ranitidina

Observações: A maioria dos estudos de interação medicamentosa com saquinavir foi desenvolvida com saquinavir não potenciado ou com saquinavir cápsulas moles não potenciado. Um número reduzido de estudos foi desenvolvido com saquinavir potenciado com ritonavir ou com saquinavir cápsulas moles potenciado com ritonavir. Os dados obtidos a partir dos estudos de interação medicamentosa realizados com saquinavir não potenciado podem não ser representativos dos efeitos observados com a terapêutica de saquinavir/ritonavir. Adicionalmente, os resultados observados com saquinavir cápsulas moles podem não ser preditivos relativamente à magnitude destas interações com saquinavir/ritonavir.
Interações: Medicamentos que são substrato da glicoproteína-P: Antagonistas dos recetores H2 da histamina: Ranitidina (saquinavir/ritonavir) Ranitidina (saquinavir não potenciado) A interação com saquinavir/ ritonavir não foi estudada. AUC do saquinavir ↑ 67 % Este aumento não é considerado clinicamente relevante. Não se recomenda o ajuste de dose do saquinavir.
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

A ranitidina atravessa a placenta.

Tal como outros medicamentos a ranitidina só deve ser utilizada na gravidez se considerada essencial.



Tal como outros medicamentos a ranitidina só deve ser utilizada durante o período de amamentação se considerada essencial.



A toma de Ranitidina pode aumentar o efeito do álcool, além disso, podem eventualmente ocorrer efeitos secundários como, por exemplo cefaleias, tonturas, cansaço, confusão mental e alucinações.

Nestas circunstâncias, a capacidade de reagir, bem como o poder de decisão podem ser reduzidos, prejudicando assim a capacidade de condução e a capacidade de operar máquinas.



Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017