Ranelato de estrôncio

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica) DCI/Medicamento sujeito a Monitorização Adicional
O que é
O Ranelato de estrôncio, um sal de estrôncio (II) de ácido ranélico, é um medicamento para a osteoporose.

O corpo está constantemente a destruir osso antigo e a formar novo tecido ósseo.

Se tem osteoporose o corpo degrada mais osso do que forma, portanto gradualmente ocorre perda de osso e os seus ossos ficam mais finos e frágeis.

Isto é particularmente comum nas mulheres após a menopausa.


Muitas pessoas com osteoporose não têm sintomas e podem não saber que a têm.

No entanto, a osteoporose aumenta a sua probabilidade de ter fraturas (partir ossos), principalmente na sua coluna vertebral, colos do fémur e punhos.



Ranelato de estrôncio, pertence a um grupo de medicamentos utilizados para tratar doenças do osso.

Funciona através da redução da destruição do osso e da estimulação da sua reconstrução,reduzindo por isso o risco de fraturas.

O novo osso formado é de qualidade normal.
Usos comuns
Usado para tratar a osteoporose grave (uma doença que fragiliza os ossos) em mulheres que já passaram da menopausa e que estão em alto risco de fraturas (ossos quebrados) na coluna e no quadril.

É também utilizado para tratar a osteoporose severa em homens que estão em maior risco de fratura.
Tipo
Sem informação.
História
Sem informação.
Indicações
Tratamento da osteoporose grave:
– em mulheres pós-menopáusicas,
– em homens adultos, com elevado risco de fratura, para quem o tratamento com outros medicamentos autorizados na osteoporose não seja possível devido a, por exemplo, contraindicações ou intolerância.

Em mulheres pós-menopáusicas, o ranelato de estrôncio reduz o risco de fraturas vertebrais e do colo do fémur
Classificação CFT
09.06.04     Outros
Mecanismo De Ação
In vitro o ranelato de estrôncio:
- aumenta a formação de osso em culturas de tecido ósseo, bem como a replicação do precursor dos oste oblastos e a síntese de colagénio em cultura de células ósseas;
- reduz a reabsorção óssea através da diminuição da diferenciação dos osteoclastos e da atividade de reabsorção.

Isto resulta num reequilíbrio do turnover ósseo a favor da formação do osso.

A atividade do ranelato de estrôncio foi estudada em vários modelos não clínicos.

Particularmente em ratos intactos, o ranelato de estrôncio aumenta a massa óssea trabecular, o número de trabéculas e a sua espessura; isto resulta numa melhoria da força óssea.

No tecido ósseo de animais tratados e em humanos, o estrôncio é principalmente adsorvido à superfície do cristal e só substitui ligeiramente o cálcio nos cristais de apatite do novo osso formado.

O ranelato de estrôncio não modifica as características do cristal ósseo.

Em biopsias ósseas da cristailíaca obtidas após 60 meses de tratamento com ranelato de estrôncio 2 g/dia em estudos de fase III, não se observaram efeitos nocivos na qualidade ou na mineralização do osso.

Os efeitos combinados da distribuição do estrôncio no osso e o aumento da absorção de raios-X pelo estrôncio em comparação com o cálcio, leva a um aumento da densidade mineral óssea (DMO) medida por absorciometria radiológica de dupla energia (DXA).

Os dados disponíveis indicam que estes fatores contabilizam aproximadamente 50% da medida da variação da DMO ao longo de 3 anos de tratamento com ranelato de estrôncio, 2 g/dia.

Isto deve ser considerado quando se interpretarem as variações de DMO durante o tratamento com ranelato de estrôncio.

Em estudos de fase III, que demonstraram a eficácia antifraturas do tratamento com OSSEOR, a DMO média medida aumentou desde o início com ranelato de estrôncio, em aproximadamente 4% por ano na coluna lombar e 2% por ano no colo do fémur, atingindo 13 a 15% e 5 a 6% respetivamente após 3 anos, dependendo do estudo.

Em ensaios de fase III, em comparação com o placebo, os marcadores bioquímicos de formação de osso (fosfatase alcalina específica do osso e propeptido C-terminal do procolagénio tipo I) aumentaram e os de reabsorção óssea (ligações cruzadas de C-telopéptido sérico e N-telopéptido urinário) diminuíram desde o terceiro mês até ao terceiro ano de tratamento.

Secundariamente aos efeitos farmacológicos do ranelato de estrôncio foram observadas ligeiras reduções do nível sérico do cálcio e da hormona paratiroide (PTH), aumentos das concentrações sanguíneas do fósforo e da atividade da fosfatase alcalina total, sem consequências clínicas observadas.
Posologia Orientativa
A dose recomendada é de uma saqueta de 2 g por dia.
Administração
Devido à natureza da doença tratada o ranelato de estrôncio destina-se a uso prolongado.

A absorção do ranelato de estrôncio é reduzida pelos alimentos, leite e produtos derivados, portanto deve ser administrado no intervalo das refeições.

Devido à lenta absorção, deve ser tomado à hora de deitar, preferencialmente pelo menos duas horas após a refeição.

Os doentes tratados com ranelato de estrôncio devem receber suplemento de vitamina D e de cálcio se a dieta for inadequada.

O tratamento deve ser iniciado apenas por um médico com experiência no tratamento da osteoporose.

Para via oral.

O granulado nas saquetas tem de ser tomado como uma suspensão num copo contendo no mínimo 30 ml (aproximadamente um terço de um copo normal) de água.

Embora os estudos de utilização tenham demonstrado que o ranelato de estrôncio é estável em suspensão durante 24 h após preparação, a suspensão deve ser tomada imediatamente após ter sido preparada.
Contraindicações
- Hipersensibilidade ao Ranelato de estrôncio

- Antecedentes ou atuais fenómenos tromboembólicos venosos (VTE), incluindo trombose venosa profunda e embolismo pulmonar;

- Imobilização temporária ou permanente devido, por exemplo, a recuperação pós
- cirúrgica ou estar acamado de forma prolongada.

- Antecedentes ou atual doença cardíaca isquémica estabelecida, doença arterial periférica e/ou doença cerebrovascular.

- Hipertensão não controlada.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Se ocorrer o seguinte pare de tomar este emdicamento e fale imediatamente com o seu médico:

Frequente (pode afetar até 1 em cada 10 pessoas):
- Ataque cardíaco: dor súbita muito forte no seu peito que poderá chegar ao braço esquerdo, maxilar, estômago, costas e/ou ombros. Outros sintomas podem ser náuseas/vómitos, suores, falta de ar, palpitações, cansaço (extremo) e/ou tonturas. Ataque cardíaco, pode ocorrer frequentemente em doentes com elevado risco de doença cardíaca.

- Coágulos sanguíneos nas veias: dor, vermelhidão, inchaço da perna, dor súbita no peito ou dificuldade em respirar.

Raro (pode afetar até 1 em cada 1.000 pessoas):
- Sinais de reações de hipersensibilidade grave (DRESS): inicialmente como sintomas semelhantes à gripe e erupção na face seguida de uma extensão da erupção com temperatura elevada (pouco frequente), aumento dos níveis das enzimas hepáticas observáveis nos testes sanguíneos (pouco frequente), um aumento de um tipo de células brancas do sangue (eosinofilia) (raro) e aumento dos nódulos linfáticos (pouco frequente).

Muito raro (pode afetar até 1 em cada 10.000 pessoas):
- Sinais de reações na pele que podem colocar a vida em risco (Síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica): inicialmente pontos vermelhos tipo alvo ou manchas circulares habitualmente com bolhas centrais, no tronco. Sinais adicionais podem incluir úlceras da boca, garganta, nariz, genitais e conjuntivite (olhos inchados e vermelhos). Estas reações na pele que podem colocar a vida em risco são habitualmente acompanhadas de sintomas semelhantes à gripe.

A reação na pele pode evoluir para bolhas generalizadas ou descamação da pele.

Outros efeitos secundários possíveis

Muito raros (pode afetar até 1 em cada 10.000 pessoas):
Comichão, urticária, reação na pele, angioedema (tal como inchaço da face, língua ou garganta, dificuldade em respirar ou engolir), dor nos ossos, membros, músculos e/ou articulações, cãibras musculares,

Frequente:
Vómitos, dor abdominal, refluxo, indigestão, obstipação (prisão de ventre), flatulência (libertação de gases com mais frequência), dificuldade em dormir, inflamação do fígado (hepatite), inchaço dos membros, hiper-reatividade brônquica (sintomas que incluem pieira e falta de ar e tosse), aumento do nível de uma enzima muscular (creatinina fosfoquinase), aumento dos níveis de colesterol.
Náusea, diarreia, dor de cabeça, eczema, perturbação da memória, sensação de desmaio, dormência e formigueiro, tonturas, vertigem.

No entanto, estes efeitos foram ligeiros e passageiros e habitualmente não causaram a paragem do tratamento. Fale com o seu médico se qualquer destes efeitos o incomodarou persistir.

Pouco frequente (pode afetar até 1 em cada 100 pessoas):
Convulsões, irritação oral (tais como úlceras na boca e inflamação das gengivas), perda de cabelo, sentir-se confuso, sentir-se mal, boca seca, irritação da pele.

Raro:
Diminuição da produção de células do sangue pela medula.
Advertências
Gravidez
Gravidez:Evitar; toxicidade em estudos animais. Evidência fetal em animais, mas a necessidade pode justificar o risco.
Aleitamento
Aleitamento:Evitar.
Precauções Gerais
Eventos cardíacos isquémicos
Numa análise consolidada de estudos aleatorizados controlados com placebo, em mulheres pós-menopáusicas osteoporóticas, observou-se um aumento significativo de enfarte do miocárdio nas doentes tratadas com Ranelato de estrôncio comparativamente com o placebo.

Antes do início do tratamento, os doentes devem ser avaliados relativamente ao risco cardiovascular.

Os doentes com fatores de risco significativos para eventos cardiovasculares (isto é, hipertensão, hiperlipidémia, diabetes mellitus e tabagismo) só devem ser tratados com ranelato de estrôncio após cuidadosa avaliação.

Durante o tratamento estes riscos cardiovasculares devem ser monitorizados em intervalos regulares, usualmente cada 6 a 12 meses.


O tratamento deve ser descontinuado se os doentes desenvolverem doença cardíaca isquémica, doença arterial periférica, doença cerebrovascular ou se tiver hipertensão não controlada.



Tromboembolismo venoso
Nos estudos de fase III controlados com placebo, o tratamento com ranelato de estrôncio foi associado a um aumento da incidência anual de tromboembolismo venoso (VTE), incluindo embolismo pulmonar.

A causa deste achado é desconhecida.

Ranelato de estrôncio está contraindicado em doentes com história de fenómenos tromboembólicos venosos e deve ser usado com precaução em doentes em risco de VTE.


Deve ser reavaliada a necessidade de continuar o tratamento com Ranelato de estrôncio em doentes com mais de 80 anos de idade e em risco de VTE.


Este medicamento deve ser interrompido o mais cedo possível no caso de uma doença ou uma situação que leve à imobilização e tomadas as medidas preventivas adequadas.

A terapêutica não deve ser retomada até que a situação inicial esteja resolvida e a doente tenha recuperado a mobilidade.


Quando um VTE ocorre, este medicamento deve ser descontinuado.


Uso em doentes com compromisso renal
Na ausência de dados de segurança no osso, em doentes com compromisso renal grave tratados com ranelato de estrôncio, este medicamento não é recomendado em doentes com uma depuração da creatinina inferior a 30 ml/min.

De acordo com a boa prática clínica, recomenda-se a avaliação periódica da função renal nos doentes com compromisso renal crónico.

A continuação do tratamento com em doentes que desenvolvam compromisso renal grave deve ser considerada numa base individual.



Reações cutâneas
Têm sido notificadas com o uso do Ranelato de estrôncio reações cutâneas que colocam a vida em risco (Síndrome de Stevens-Johnson (SJS), necrólise epidérmica tóxica (TEN) e erupção cutânea medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistémicos (DRESS)).

Os doentes devem ser alertados sobre os sinais e sintomas e monitorizados cuidadosamente para o aparecimento de reações cutâneas.

O risco é mais elevado para ocorrência de SJS ou TEN nas primeiras semanas de tratamento e habitualmente cerca de 3-6 semanas para o DRESS.

Se houver sintomas ou sinais de SJS ou TEN (isto é erupção cutânea progressiva, geralmente com bolhas ou lesões das mucosas) ou DRESS (isto é erupção cutânea, febre, eosinofilia e envolvimento sistémico (por exemplo: adenopatia, hepatite, nefropatia intersticial, doença pulmonar intersticial) o tratamento com este medicamento deve ser interrompido imediatamente.

Os melhores resultados no controlo de SJS, TEN e DRESS advêm do diagnóstico precoce e da interrupção imediata do medicamento suspeito.

A descontinuação precoce está associada a um melhor prognóstico.

O resultado do DRESS é favorável na maioria dos casos após a interrupção deste medicamento e depois de se iniciar, quando necessário, a terapêutica com corticosteroides.

A recuperação pode ser lenta e têm sido notificados casos de recorrências da síndroma após a interrupção da terapêutica com corticosteroides.

Se as doentes desenvolveram SJS, TEN ou DRESS com Ranelato de estrôncio, este medicamento nunca mais pode ser reiniciado nestes doentes.


Tem existido uma maior incidência de notificações, ainda que rara, de reações de hipersensibilidade incluindo erupção cutânea, SJS ou TEN em doentes de origem asiática.



Interações com exames laboratoriais
O estrôncio interfere com os métodos colorimétricos para determinação das concentrações sanguíneas e urinárias de cálcio.

Por isso, na prática clínica, a espetrometria de massa com plasma indutivamente acoplado ou a espetrometria de absorção atómica deverão ser os métodos usados para garantir uma determinação exata das concentrações sanguíneas e urinárias de cálcio.
Cuidados com a Dieta
Alimentos, leite e produtos lácteos reduzem a absorção do ranelato de estrôncio.

É recomendável que tome Ranelato de estrôncio entre as refeições, de preferência à hora de deitar, pelo menos duas horas após uma refeição, leite ouprodutos lácteos ou suplementos de cálcio.
Terapêutica Interrompida
Não tome uma dose a dobrar para compensar a dose que se esqueceu de tomar.

Tome a dose seguinte à hora habitual.
Cuidados no Armazenamento
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

O medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranelato de estrôncio + Alimentos/Bebidas (Soja, fitinas, fitatos, oxalatos, taninos, pectinas)

Observações: N.D.
Interações: Alimentos, leite e produtos derivados e medicamentos que contenham cálcio podem reduzir a biodisponibilidade do ranelato de estrôncio em aproximadamente 60-70%. Por isso, a administração de Ranelato de estrôncio e daqueles produtos deve ser separada de pelo menos duas horas.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranelato de estrôncio + Leite/lacticínios

Observações: N.D.
Interações: Alimentos, leite e produtos derivados e medicamentos que contenham cálcio podem reduzir a biodisponibilidade do ranelato de estrôncio em aproximadamente 60-70%. Por isso, a administração de Ranelato de estrôncio e daqueles produtos deve ser separada de pelo menos duas horas.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranelato de estrôncio + Cálcio

Observações: N.D.
Interações: Alimentos, leite e produtos derivados e medicamentos que contenham cálcio podem reduzir a biodisponibilidade do ranelato de estrôncio em aproximadamente 60-70%. Por isso, a administração de Ranelato de estrôncio e daqueles produtos deve ser separada de pelo menos duas horas.

Ranelato de estrôncio + Tetraciclinas

Observações: N.D.
Interações: Como os catiões bivalentes formam complexos com as tetraciclinas orais (por exemplo doxiciclina) e quinolonas (por exemplo ciprofloxacina) ao nível gastrointestinal reduzindo por isso a sua absorção, não é recomendado a administração simultânea de ranelato de estrôncio com estes medicamentos. Como medida de precaução, o tratamento com Ranelato de estrôncio deve ser suspenso durante o tratamento com tetraciclinas orais ou quinolonas.

Ranelato de estrôncio + Quinolonas

Observações: N.D.
Interações: Como os catiões bivalentes formam complexos com as tetraciclinas orais (por exemplo doxiciclina) e quinolonas (por exemplo ciprofloxacina) ao nível gastrointestinal reduzindo por isso a sua absorção, não é recomendado a administração simultânea de ranelato de estrôncio com estes medicamentos. Como medida de precaução, o tratamento com Ranelato de estrôncio deve ser suspenso durante o tratamento com tetraciclinas orais ou quinolonas.

Ranelato de estrôncio + Ciprofloxacina

Observações: N.D.
Interações: Como os catiões bivalentes formam complexos com as tetraciclinas orais (por exemplo doxiciclina) e quinolonas (por exemplo ciprofloxacina) ao nível gastrointestinal reduzindo por isso a sua absorção, não é recomendado a administração simultânea de ranelato de estrôncio com estes medicamentos. Como medida de precaução, o tratamento com Ranelato de estrôncio deve ser suspenso durante o tratamento com tetraciclinas orais ou quinolonas.

Ranelato de estrôncio + Doxiciclina

Observações: N.D.
Interações: Como os catiões bivalentes formam complexos com as tetraciclinas orais (por exemplo doxiciclina) e quinolonas (por exemplo ciprofloxacina) ao nível gastrointestinal reduzindo por isso a sua absorção, não é recomendado a administração simultânea de ranelato de estrôncio com estes medicamentos. Como medida de precaução, o tratamento com Ranelato de estrôncio deve ser suspenso durante o tratamento com tetraciclinas orais ou quinolonas.
 Sem significado Clínico

Ranelato de estrôncio + Hidróxido de Alumínio

Observações: N.D.
Interações: Um estudo clínico de interação in vivo, demonstrou que a administração de hidróxidos de alumínio e magnésio duas horas antes ou em simultâneo com o ranelato de estrôncio causou uma ligeira diminuição na absorção do ranelato de estrôncio (diminuição de 20- 25% da AUC), enquanto que a absorção não foi praticamente afetada quando o antiácido foi tomado duas horas após o ranelato de estrôncio. Por isso, é preferível tomar os antiácidos pelo menos duas horas após Ranelato de estrôncio. No entanto, quando este regime posológico for impraticável devido à administração de Ranelato de estrôncio recomendada ao deitar, é aceitável a toma concomitante.
 Sem significado Clínico

Ranelato de estrôncio + Hidróxido de magnésio

Observações: N.D.
Interações: Um estudo clínico de interação in vivo, demonstrou que a administração de hidróxidos de alumínio e magnésio duas horas antes ou em simultâneo com o ranelato de estrôncio causou uma ligeira diminuição na absorção do ranelato de estrôncio (diminuição de 20- 25% da AUC), enquanto que a absorção não foi praticamente afetada quando o antiácido foi tomado duas horas após o ranelato de estrôncio. Por isso, é preferível tomar os antiácidos pelo menos duas horas após Ranelato de estrôncio. No entanto, quando este regime posológico for impraticável devido à administração de Ranelato de estrôncio recomendada ao deitar, é aceitável a toma concomitante.

Ranelato de estrôncio + Vitaminas D

Observações: N.D.
Interações: Não foi observada interação com suplementos orais de vitamina D.

Ranelato de estrôncio + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Não houve evidência de interações clínicas ou aumento relevante dos níveis sanguíneos de estrôncio, com os medicamentos habitualmente prescritos concomitantemente com ranelato de estrôncio na população alvo, durante os ensaios clínicos. Estes incluíram: Anti-inflamatórios não esteroides (incluindo ácido acetilsalicílico), anilidas (como o paracetamol), bloqueadores H2 e inibidores da bomba de protões, diuréticos, digoxina e glicosidos cardíacos, nitratos orgânicos e outros vasodilatadores para doenças cardíacas, bloqueadores dos canais de cálcio, bloqueadores beta, IECAs, antagonistas da angiotensina II, agonistas seletivos dos adrenoreceptores beta-2, anticoagulantes orais, inibidores da agregação plaquetária, estatinas, fibratos e derivados benzodiazepínicos.

Ranelato de estrôncio + Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs)

Observações: N.D.
Interações: Não houve evidência de interações clínicas ou aumento relevante dos níveis sanguíneos de estrôncio, com os medicamentos habitualmente prescritos concomitantemente com ranelato de estrôncio na população alvo, durante os ensaios clínicos. Estes incluíram: Anti-inflamatórios não esteroides (incluindo ácido acetilsalicílico), anilidas (como o paracetamol), bloqueadores H2 e inibidores da bomba de protões, diuréticos, digoxina e glicosidos cardíacos, nitratos orgânicos e outros vasodilatadores para doenças cardíacas, bloqueadores dos canais de cálcio, bloqueadores beta, IECAs, antagonistas da angiotensina II, agonistas seletivos dos adrenoreceptores beta-2, anticoagulantes orais, inibidores da agregação plaquetária, estatinas, fibratos e derivados benzodiazepínicos.

Ranelato de estrôncio + Paracetamol

Observações: N.D.
Interações: Não houve evidência de interações clínicas ou aumento relevante dos níveis sanguíneos de estrôncio, com os medicamentos habitualmente prescritos concomitantemente com ranelato de estrôncio na população alvo, durante os ensaios clínicos. Estes incluíram: Anti-inflamatórios não esteroides (incluindo ácido acetilsalicílico), anilidas (como o paracetamol), bloqueadores H2 e inibidores da bomba de protões, diuréticos, digoxina e glicosidos cardíacos, nitratos orgânicos e outros vasodilatadores para doenças cardíacas, bloqueadores dos canais de cálcio, bloqueadores beta, IECAs, antagonistas da angiotensina II, agonistas seletivos dos adrenoreceptores beta-2, anticoagulantes orais, inibidores da agregação plaquetária, estatinas, fibratos e derivados benzodiazepínicos.

Ranelato de estrôncio + Bloqueadores beta-adrenérgicos

Observações: N.D.
Interações: Não houve evidência de interações clínicas ou aumento relevante dos níveis sanguíneos de estrôncio, com os medicamentos habitualmente prescritos concomitantemente com ranelato de estrôncio na população alvo, durante os ensaios clínicos. Estes incluíram: Anti-inflamatórios não esteroides (incluindo ácido acetilsalicílico), anilidas (como o paracetamol), bloqueadores H2 e inibidores da bomba de protões, diuréticos, digoxina e glicosidos cardíacos, nitratos orgânicos e outros vasodilatadores para doenças cardíacas, bloqueadores dos canais de cálcio, bloqueadores beta, IECAs, antagonistas da angiotensina II, agonistas seletivos dos adrenoreceptores beta-2, anticoagulantes orais, inibidores da agregação plaquetária, estatinas, fibratos e derivados benzodiazepínicos.

Ranelato de estrôncio + Inibidores da Bomba de Protões (IBP)

Observações: N.D.
Interações: Não houve evidência de interações clínicas ou aumento relevante dos níveis sanguíneos de estrôncio, com os medicamentos habitualmente prescritos concomitantemente com ranelato de estrôncio na população alvo, durante os ensaios clínicos. Estes incluíram: Anti-inflamatórios não esteroides (incluindo ácido acetilsalicílico), anilidas (como o paracetamol), bloqueadores H2 e inibidores da bomba de protões, diuréticos, digoxina e glicosidos cardíacos, nitratos orgânicos e outros vasodilatadores para doenças cardíacas, bloqueadores dos canais de cálcio, bloqueadores beta, IECAs, antagonistas da angiotensina II, agonistas seletivos dos adrenoreceptores beta-2, anticoagulantes orais, inibidores da agregação plaquetária, estatinas, fibratos e derivados benzodiazepínicos.

Ranelato de estrôncio + Diuréticos

Observações: N.D.
Interações: Não houve evidência de interações clínicas ou aumento relevante dos níveis sanguíneos de estrôncio, com os medicamentos habitualmente prescritos concomitantemente com ranelato de estrôncio na população alvo, durante os ensaios clínicos. Estes incluíram: Anti-inflamatórios não esteroides (incluindo ácido acetilsalicílico), anilidas (como o paracetamol), bloqueadores H2 e inibidores da bomba de protões, diuréticos, digoxina e glicosidos cardíacos, nitratos orgânicos e outros vasodilatadores para doenças cardíacas, bloqueadores dos canais de cálcio, bloqueadores beta, IECAs, antagonistas da angiotensina II, agonistas seletivos dos adrenoreceptores beta-2, anticoagulantes orais, inibidores da agregação plaquetária, estatinas, fibratos e derivados benzodiazepínicos.

Ranelato de estrôncio + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Não houve evidência de interações clínicas ou aumento relevante dos níveis sanguíneos de estrôncio, com os medicamentos habitualmente prescritos concomitantemente com ranelato de estrôncio na população alvo, durante os ensaios clínicos. Estes incluíram: Anti-inflamatórios não esteroides (incluindo ácido acetilsalicílico), anilidas (como o paracetamol), bloqueadores H2 e inibidores da bomba de protões, diuréticos, digoxina e glicosidos cardíacos, nitratos orgânicos e outros vasodilatadores para doenças cardíacas, bloqueadores dos canais de cálcio, bloqueadores beta, IECAs, antagonistas da angiotensina II, agonistas seletivos dos adrenoreceptores beta-2, anticoagulantes orais, inibidores da agregação plaquetária, estatinas, fibratos e derivados benzodiazepínicos.

Ranelato de estrôncio + Glicosídeos cardiotónicos (cardíacos)

Observações: N.D.
Interações: Não houve evidência de interações clínicas ou aumento relevante dos níveis sanguíneos de estrôncio, com os medicamentos habitualmente prescritos concomitantemente com ranelato de estrôncio na população alvo, durante os ensaios clínicos. Estes incluíram: Anti-inflamatórios não esteroides (incluindo ácido acetilsalicílico), anilidas (como o paracetamol), bloqueadores H2 e inibidores da bomba de protões, diuréticos, digoxina e glicosidos cardíacos, nitratos orgânicos e outros vasodilatadores para doenças cardíacas, bloqueadores dos canais de cálcio, bloqueadores beta, IECAs, antagonistas da angiotensina II, agonistas seletivos dos adrenoreceptores beta-2, anticoagulantes orais, inibidores da agregação plaquetária, estatinas, fibratos e derivados benzodiazepínicos.

Ranelato de estrôncio + Nitratos

Observações: N.D.
Interações: Não houve evidência de interações clínicas ou aumento relevante dos níveis sanguíneos de estrôncio, com os medicamentos habitualmente prescritos concomitantemente com ranelato de estrôncio na população alvo, durante os ensaios clínicos. Estes incluíram: Anti-inflamatórios não esteroides (incluindo ácido acetilsalicílico), anilidas (como o paracetamol), bloqueadores H2 e inibidores da bomba de protões, diuréticos, digoxina e glicosidos cardíacos, nitratos orgânicos e outros vasodilatadores para doenças cardíacas, bloqueadores dos canais de cálcio, bloqueadores beta, IECAs, antagonistas da angiotensina II, agonistas seletivos dos adrenoreceptores beta-2, anticoagulantes orais, inibidores da agregação plaquetária, estatinas, fibratos e derivados benzodiazepínicos.

Ranelato de estrôncio + Vasodilatadores

Observações: N.D.
Interações: Não houve evidência de interações clínicas ou aumento relevante dos níveis sanguíneos de estrôncio, com os medicamentos habitualmente prescritos concomitantemente com ranelato de estrôncio na população alvo, durante os ensaios clínicos. Estes incluíram: Anti-inflamatórios não esteroides (incluindo ácido acetilsalicílico), anilidas (como o paracetamol), bloqueadores H2 e inibidores da bomba de protões, diuréticos, digoxina e glicosidos cardíacos, nitratos orgânicos e outros vasodilatadores para doenças cardíacas, bloqueadores dos canais de cálcio, bloqueadores beta, IECAs, antagonistas da angiotensina II, agonistas seletivos dos adrenoreceptores beta-2, anticoagulantes orais, inibidores da agregação plaquetária, estatinas, fibratos e derivados benzodiazepínicos.

Ranelato de estrôncio + Bloqueadores da entrada de cálcio (antagonistas de cálcio)

Observações: N.D.
Interações: Não houve evidência de interações clínicas ou aumento relevante dos níveis sanguíneos de estrôncio, com os medicamentos habitualmente prescritos concomitantemente com ranelato de estrôncio na população alvo, durante os ensaios clínicos. Estes incluíram: Anti-inflamatórios não esteroides (incluindo ácido acetilsalicílico), anilidas (como o paracetamol), bloqueadores H2 e inibidores da bomba de protões, diuréticos, digoxina e glicosidos cardíacos, nitratos orgânicos e outros vasodilatadores para doenças cardíacas, bloqueadores dos canais de cálcio, bloqueadores beta, IECAs, antagonistas da angiotensina II, agonistas seletivos dos adrenoreceptores beta-2, anticoagulantes orais, inibidores da agregação plaquetária, estatinas, fibratos e derivados benzodiazepínicos.

Ranelato de estrôncio + Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECAS)

Observações: N.D.
Interações: Não houve evidência de interações clínicas ou aumento relevante dos níveis sanguíneos de estrôncio, com os medicamentos habitualmente prescritos concomitantemente com ranelato de estrôncio na população alvo, durante os ensaios clínicos. Estes incluíram: Anti-inflamatórios não esteroides (incluindo ácido acetilsalicílico), anilidas (como o paracetamol), bloqueadores H2 e inibidores da bomba de protões, diuréticos, digoxina e glicosidos cardíacos, nitratos orgânicos e outros vasodilatadores para doenças cardíacas, bloqueadores dos canais de cálcio, bloqueadores beta, IECAs, antagonistas da angiotensina II, agonistas seletivos dos adrenoreceptores beta-2, anticoagulantes orais, inibidores da agregação plaquetária, estatinas, fibratos e derivados benzodiazepínicos.

Ranelato de estrôncio + Antagonistas dos Receptores da Angiotensina II (ARA II)

Observações: N.D.
Interações: Não houve evidência de interações clínicas ou aumento relevante dos níveis sanguíneos de estrôncio, com os medicamentos habitualmente prescritos concomitantemente com ranelato de estrôncio na população alvo, durante os ensaios clínicos. Estes incluíram: Anti-inflamatórios não esteroides (incluindo ácido acetilsalicílico), anilidas (como o paracetamol), bloqueadores H2 e inibidores da bomba de protões, diuréticos, digoxina e glicosidos cardíacos, nitratos orgânicos e outros vasodilatadores para doenças cardíacas, bloqueadores dos canais de cálcio, bloqueadores beta, IECAs, antagonistas da angiotensina II, agonistas seletivos dos adrenoreceptores beta-2, anticoagulantes orais, inibidores da agregação plaquetária, estatinas, fibratos e derivados benzodiazepínicos.

Ranelato de estrôncio + Anticoagulantes orais

Observações: N.D.
Interações: Não houve evidência de interações clínicas ou aumento relevante dos níveis sanguíneos de estrôncio, com os medicamentos habitualmente prescritos concomitantemente com ranelato de estrôncio na população alvo, durante os ensaios clínicos. Estes incluíram: Anti-inflamatórios não esteroides (incluindo ácido acetilsalicílico), anilidas (como o paracetamol), bloqueadores H2 e inibidores da bomba de protões, diuréticos, digoxina e glicosidos cardíacos, nitratos orgânicos e outros vasodilatadores para doenças cardíacas, bloqueadores dos canais de cálcio, bloqueadores beta, IECAs, antagonistas da angiotensina II, agonistas seletivos dos adrenoreceptores beta-2, anticoagulantes orais, inibidores da agregação plaquetária, estatinas, fibratos e derivados benzodiazepínicos.

Ranelato de estrôncio + Antiagregantes plaquetários

Observações: N.D.
Interações: Não houve evidência de interações clínicas ou aumento relevante dos níveis sanguíneos de estrôncio, com os medicamentos habitualmente prescritos concomitantemente com ranelato de estrôncio na população alvo, durante os ensaios clínicos. Estes incluíram: Anti-inflamatórios não esteroides (incluindo ácido acetilsalicílico), anilidas (como o paracetamol), bloqueadores H2 e inibidores da bomba de protões, diuréticos, digoxina e glicosidos cardíacos, nitratos orgânicos e outros vasodilatadores para doenças cardíacas, bloqueadores dos canais de cálcio, bloqueadores beta, IECAs, antagonistas da angiotensina II, agonistas seletivos dos adrenoreceptores beta-2, anticoagulantes orais, inibidores da agregação plaquetária, estatinas, fibratos e derivados benzodiazepínicos.

Ranelato de estrôncio + Estatinas

Observações: N.D.
Interações: Não houve evidência de interações clínicas ou aumento relevante dos níveis sanguíneos de estrôncio, com os medicamentos habitualmente prescritos concomitantemente com ranelato de estrôncio na população alvo, durante os ensaios clínicos. Estes incluíram: Anti-inflamatórios não esteroides (incluindo ácido acetilsalicílico), anilidas (como o paracetamol), bloqueadores H2 e inibidores da bomba de protões, diuréticos, digoxina e glicosidos cardíacos, nitratos orgânicos e outros vasodilatadores para doenças cardíacas, bloqueadores dos canais de cálcio, bloqueadores beta, IECAs, antagonistas da angiotensina II, agonistas seletivos dos adrenoreceptores beta-2, anticoagulantes orais, inibidores da agregação plaquetária, estatinas, fibratos e derivados benzodiazepínicos.

Ranelato de estrôncio + Fibratos

Observações: N.D.
Interações: Não houve evidência de interações clínicas ou aumento relevante dos níveis sanguíneos de estrôncio, com os medicamentos habitualmente prescritos concomitantemente com ranelato de estrôncio na população alvo, durante os ensaios clínicos. Estes incluíram: Anti-inflamatórios não esteroides (incluindo ácido acetilsalicílico), anilidas (como o paracetamol), bloqueadores H2 e inibidores da bomba de protões, diuréticos, digoxina e glicosidos cardíacos, nitratos orgânicos e outros vasodilatadores para doenças cardíacas, bloqueadores dos canais de cálcio, bloqueadores beta, IECAs, antagonistas da angiotensina II, agonistas seletivos dos adrenoreceptores beta-2, anticoagulantes orais, inibidores da agregação plaquetária, estatinas, fibratos e derivados benzodiazepínicos.

Ranelato de estrôncio + Benzodiazepinas

Observações: N.D.
Interações: Não houve evidência de interações clínicas ou aumento relevante dos níveis sanguíneos de estrôncio, com os medicamentos habitualmente prescritos concomitantemente com ranelato de estrôncio na população alvo, durante os ensaios clínicos. Estes incluíram: Anti-inflamatórios não esteroides (incluindo ácido acetilsalicílico), anilidas (como o paracetamol), bloqueadores H2 e inibidores da bomba de protões, diuréticos, digoxina e glicosidos cardíacos, nitratos orgânicos e outros vasodilatadores para doenças cardíacas, bloqueadores dos canais de cálcio, bloqueadores beta, IECAs, antagonistas da angiotensina II, agonistas seletivos dos adrenoreceptores beta-2, anticoagulantes orais, inibidores da agregação plaquetária, estatinas, fibratos e derivados benzodiazepínicos.

Ácido alendrónico + Cálcio + Colecalciferol + Ranelato de estrôncio

Observações: n.d.
Interações: Cálcio/colecalciferol Os sais de cálcio podem reduzir a absorção ferro, zinco e ranelato de estrôncio. Consequentemente preparações com ferro, zinco e ranelato de estrôncio devem ser administradas pelo menos duas horas antes ou após a administração de comprimidos de cálcio/colecalciferol.
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

Deve parar de tomar este emdicamento se tiver de tomar tetraciclinas orais, como doxiciclina, ou quinolonas, como a ciprofloxacina, (dois tipos de antibióticos).

Pode recomeçar a tomar Ranelato de estrôncio quando acabar de tomar estes antibióticos.

Se tiver alguma dúvida pergunte ao seu médico ou farmacêutico.

Se estiver a tomar medicamentos contendo cálcio, deve esperar pelo menos 2 horas, antes de tomar Ranelato de estrôncio.

Se toma antiácidos (medicamentos que aliviam a azia) deve tomá-los pelo menos 2 horas após tomar Ranelato de estrôncio.

Se tal não for possível, é aceitável tomar os dois medicamentos ao mesmo tempo.

Se precisar de fazer análises ao sangue ou urina para verificar o nível de cálcio, deve informar o laboratório que está a tomar Ranelato de estrôncio, pois pode interferir com alguns métodos analíticos.

Se for utilizado inadvertidamente durante a gravidez, o tratamento deverá ser parado.

Não deve ser utilizado durante a amamentação.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017