Prolactina

O que é
A prolactina (abrev. PRL) é uma hormona secretada pela adenoipófise e tem como principal função estimular a produção de leite pelas glândulas mamárias e o aumento das mamas.
O aumento de produção da prolactina provoca a hiperprolactinemia, causando nas mulheres alteração menstrual e infertilidade.
No homem, gera impotência sexual por prejudicar a produção de testosterona e também o aumento das mamas (ginecomastia).

A causa mais comum de hiperprolactinemia (aumento do nível sérico da prolactina fora da gravidez) é uso de medicamentos, em especial os anticoncecionais orais combinados e as subastâncias antipsicóticas do grupo dos antagonistas da dopamina (principal neurotransmissor envolvido na inibição da secreção de prolactina).

Adenomas secretores da hipófise, lesão da haste hipotalâmica (as quais impedem a inibição pela dopamina) e hipotireoidismo também são causas da síndrome. Ainda, uma hiperprolactinemia faz parte da síndrome dos ovários políticos.
Usos comuns
A prolactina elevada pode estar relacionada com:
- Gravidez ou amamentação;
- Exercício físico intenso;
- Sono acumulado e stress psicológico;
- Estimulação mamária;
- Síndrome dos ovários policísticos;
- Uso de remédios antidepressivos ou remédios para convulsão, anestesia, alergia, pressão alta, estrogénios, enjôo;
- Hipotireoidismo primário;
- Cirurgia na cabeça ou no tórax ou traumatismos nestes locais;
- Doença de Addison ou doenças como acromegalia, hipofisite ou adenoma;
- Tumor no cérebro;
- Exposição à radiação na região da cabeça.

Nas mulheres em cerca de 30% dos casos do aumento da prolactina, sem estar relacionada a gravidez ou amamentação, se deve a Síndrome dos Ovários Policísticos, ou devido a presença de um pequeno tumor com menos de 10 mm de diâmetro, que muito raramente aumenta de tamanho e que nem sempre pode ser visto numa Ressonância Magnética.

Como baixar a prolactina
O tratamento para normalizar os valores da prolactina é indicado quando os sintomas são desagradáveis e prejudicam a vida da pessoa.

Nos casos onde a causa é uso de remédios, deve-se conversar com o médico para verificar a possibilidade de trocar por outro medicamento que não interfira na produção de prolactina.

Também é importante iniciar o tratamento quando o casal possui o desejo de engravidar, mas não tem sido possível devido a infertilidade. Certos casais conseguem engravidar com valores de 50 a 60 ng/mL, mas pode ser preciso baixar ainda mais esses valores com o uso de remédios como Dostinex ou Parlodel, por exemplo, porque a prolactina alta aumenta o risco de aborto espontâneo.

Quando a causa é um tumor, deve-se realizar o tratamento com medicamentos, como Cabergolina e Bromocriptina, que normalmente reduzem o seu tamanho, em aproximadamente 2 anos e em casos mais raros pode ser necessário fazer cirurgia, e por vezes, radioterapia, que só é indicada para tumores agressivos ou malignos.
Tipo
Sem informação.
História
Sem informação.
Indicações
A prolactina elevada pode estar relacionada com:
- Gravidez ou amamentação;
- Exercício físico intenso;
- Sono acumulado e stress psicológico;
- Estimulação mamária;
- Síndrome dos ovários policísticos;
- Uso de remédios antidepressivos ou remédios para convulsão, anestesia, alergia, pressão alta, estrogénios, enjôo;
- Hipotireoidismo primário;
- Cirurgia na cabeça ou no tórax ou traumatismos nestes locais;
- Doença de Addison ou doenças como acromegalia, hipofisite ou adenoma;
- Tumor no cérebro;
- Exposição à radiação na região da cabeça.

Nas mulheres em cerca de 30% dos casos do aumento da prolactina, sem estar relacionada a gravidez ou amamentação, se deve a Síndrome dos Ovários Policísticos, ou devido a presença de um pequeno tumor com menos de 10 mm de diâmetro, que muito raramente aumenta de tamanho e que nem sempre pode ser visto numa Ressonância Magnética.

Como baixar a prolactina
O tratamento para normalizar os valores da prolactina é indicado quando os sintomas são desagradáveis e prejudicam a vida da pessoa.

Nos casos onde a causa é uso de remédios, deve-se conversar com o médico para verificar a possibilidade de trocar por outro medicamento que não interfira na produção de prolactina.

Também é importante iniciar o tratamento quando o casal possui o desejo de engravidar, mas não tem sido possível devido a infertilidade. Certos casais conseguem engravidar com valores de 50 a 60 ng/mL, mas pode ser preciso baixar ainda mais esses valores com o uso de remédios como Dostinex ou Parlodel, por exemplo, porque a prolactina alta aumenta o risco de aborto espontâneo.

Quando a causa é um tumor, deve-se realizar o tratamento com medicamentos, como Cabergolina e Bromocriptina, que normalmente reduzem o seu tamanho, em aproximadamente 2 anos e em casos mais raros pode ser necessário fazer cirurgia, e por vezes, radioterapia, que só é indicada para tumores agressivos ou malignos.
Classificação CFT

N.D.

N.D.

Mecanismo De Ação
Sem informação.
Posologia Orientativa
Sem informação.
Administração
Sem informação.
Contraindicações
Sem informação.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Sintomas de prolactina alta

Em caso de prolactina alta em mulheres podem surgir sintomas como:
- Atraso ou ausência de menstruação por mais de 35 dias em cada ciclo;
- Produção de leite materno, mesmo sem estar grávida ou ter tido um bebé recentemente;
- Diminuição da líbido;
- Infertilidade, havendo dificuldade para engravidar por longos meses ou anos;
- Pode haver osteoporose, com diminuição de 25% da massa óssea na coluna.

Nos homens o aumento da prolactina pode causar sintomas como:
- Saída de leite pelas mamas do homem;
- Diminuição da líbido;
- Disfunção erétil;
- Diminuição da produção de testosterona;
- Diminuição da produção de espermatozoides;
- Infertilidade;
- Aumento das mamas;
- Osteoporose.

Outros sintomas comumente encontrados tanto na mulher como no homem são dor de cabeça e alterações na visão.
Advertências

Sem informação.

Precauções Gerais
Para realizar o exame da prolactina de forma mais correta deve-se seguir alguns cuidados como tirar sangue pelo menos 1 hora depois de acordar e tomar o café da manhã. Normalmente basta 1 exame para identificar alterações na prolactina, mas quando o resultado é entre 20 e 60 ng/mL, o médico pode achar mais seguro fazer mais um exame para confirmar o resultado.

De forma geral, os valores de referência da prolactina são:

Mulheres não grávidas e fora do período de amamentação: 2,8 a 29,2 ng/mL;
Mulheres grávidas: 9,7 a 208,5 ng/mL;
Mulheres pós menopausa: 1,8 a 20,3 ng/mL;
Homens: abaixo de 20 ng/mL.

Quando a prolactina está acima de 100 ng/mL a causa mais comum é o uso de remédios ou a presença de micro tumores, e quando os valores estão acima de 250 ng/mL provavelmente se trata de um tumor maior. Se existir a suspeita de um tumor o médico pode optar por repetir o exame da prolactina a cada 6 meses durante 2 anos, fazendo depois somente 1 exame por ano, para verificar se houve alguma alteração.
Cuidados com a Dieta
Não ingerir alimentos antes do exame.
Terapêutica Interrompida
Não utilize uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de aplicar/tomar.
Cuidados no Armazenamento
Manter fora do alcance e da vista das crianças.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Citrato de gálio (67Ga) + Prolactina

Observações: N.D.
Interações: Os medicamentos que provocam aumentos dos níveis de prolactina plasmática podem provocar um aumento da captação de gálio pelos tecidos mamários.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 26 de Junho de 2020