Oseltamivir

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento
O que é
O Fosfato de Oseltamivir é um pró-fármaco ester etil que possui actividade antiviral, onde após metabolização pelo fígado e tracto gastrintestinal é transformado em carboxilato de oseltamivir (RO-64-0802) tornando-se, assim, selectivo contra o vírus influenza dos tipos A e B1.

O medicamento desenvolvido a partir deste princípio activo foi o primeiro a ser usado na pandemia de gripe A que eclodiu no México em 2009.

Recebeu aprovação do FDA em dezembro de 2012, para o tratamento da gripe em crianças com o mínimo de 2 semanas de idade.

O estudo para a aprovação do medicamento envolveu 136 crianças e possui restrição na administração, que é permitida por apenas dois dias.
Usos comuns
Oseltamivir pertence à família de medicamentos designados por antivirais, utilizados para tratar infecções provocadas por vírus.

Oseltamivir é usado no tratamento da infecção causada pelo vírus da gripe (influenza A e influenza B).

Oseltamivir também pode ser utilizado para prevenir e tratar a gripe suína A.

Oseltamivir pode reduzir os sintomas de gripe (fraqueza, dor de cabeça, febre, tosse, nariz escorrendo ou entupido e dor de garganta) por 1 dia.

Oseltamivir também é usado para prevenir a infecção pelo influenza, em caso de se ter estado em contacto próximo com alguém com a gripe.

Se o paciente receber a vacina contra a gripe todos os anos, deve continuar a fazê-lo.

Oseltamivir não é um substituto para a vacina anual contra a gripe.

Oseltamivir está disponível apenas sob prescrição médica.
Tipo
Molécula pequena.
História
Produzido pelos laboratórios Roche sob o nome comercial Tamiflu®.
Indicações
Tratamento e profilaxia de infecções pelo vírus influenza A ou B em adultos e crianças de idade igual ou superior a 13 anos.

Tratamento de infecções por vírus influenza A ou B em crianças de idade superior a 1 ano.
Classificação CFT

01.03.02 : Outros antivíricos

Mecanismo De Ação
Oseltamivir é um pró-fármaco éster etil que exige a hidrólise do éster para a conversão na forma activa, o carboxilato de oseltamivir.

O mecanismo de acção proposto do Oseltamivir é a inibição da neuraminidase do vírus influenza com a possibilidade de alteração da agregação e libertação de partículas do vírus.
Posologia Orientativa
Para tratamento da gripe, tomar diariamente duas doses.

Geralmente, é conveniente tomar uma dose de manhã e outra à noite.

É importante concluir o ciclo de 5 dias de tratamento, mesmo que se comecem a sentir melhoras rapidamente.

Para prevenção da gripe, ou após exposição a uma pessoa infectada, tomar uma dose diariamente durante 10 dias.

É preferível tomar de manhã com o pequeno-almoço.

Em situações especiais, tais como a disseminação da gripe, e para doentes com um sistema imunitário fraco, o tratamento irá continuar até 6 a 12 semanas.
Administração
Tomar o mais cedo possível, idealmente nos dois primeiros dias após o início dos sintomas.

Engolir as cápsulas inteiras com água.

Não abrir nem mastigar as cápsulas.

Pode ser tomado com ou sem alimentos, embora a toma com alimentos possa reduzir a probabilidade de sentir enjoos (com náuseas ou vómitos).
Contraindicações
Hipersensibilidade à substância activa.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Náuseas e vómitos.
Advertências
Gravidez
Gravidez
Gravidez:Evitar. Risco fetal desconhecido, por falta de estudos alargados.
Aleitamento
Aleitamento
Aleitamento:O produtor recomenda que se use apenas se o benefício for superior ao risco; presente no leite em estudos animais.
Precauções Gerais
Antes de tomar este medicamento deve certificar-se que o médico o sabe.

– se for alérgico a outros medicamentos
– se tiver doenças renais
Sendo o caso, a dose pode precisar de ser ajustada.
– se tiver uma doença grave, que possa necessitar de hospitalização imediata
– se o seu sistema imunitário não funcionar
– se tiver doença cardíaca ou respiratória crónica.

Durante o tratamento com o medicamento, informe o médico:
– se notar alterações de comportamento ou de humor (acontecimentos neuropsiquiátricos), especialmente em crianças e adolescentes.

O medicamento não é uma vacina da gripe.

O medicamento não é uma vacina: trata a infecção, ou previne que o vírus da gripe se dissemine.

A vacina fornece-lhe anticorpos contra o vírus.

O medicamento não altera a eficácia da vacina da gripe, podendo os dois ser-lhe prescritos pelo médico.
Cuidados com a Dieta
Pode ser tomado com ou sem alimentos.
Terapêutica Interrompida
Não tomar uma dose a dobrar para compensar uma que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Manter fora da vista e do alcance das crianças.

Não conservar acima de 25°C.
Espectro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Vírus influenza A e B.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Oseltamivir + Probenecida

Observações: As propriedades farmacocinéticas do oseltamivir, tais como a reduzida ligação às proteínas e o metabolismo independente dos sistemas de metabolização com intervenção do CYP450 e da glucuronidase, sugerem que é improvável a ocorrência de interações medicamentosas clinicamente relevantes, por estes mecanismos. É improvável a ocorrência de interações medicamentosas clinicamente importantes que envolvam a competição para a secreção tubular renal, devido às margens de segurança conhecidas para a maior parte destas substâncias, às características de eliminação do metabolito activo (filtração glomerular e secreção tubular aniónica) e à capacidade de excreção destas vias.
Interações: Não é necessário o ajuste da dose quando o fármaco é co-administrado com o probenecida, em doentes com função renal normal. A co-administração de probenecida, um inibidor potente da via aniónica da secreção tubular renal, resulta num aumento da exposição ao metabolito activo do oseltamivir de aproximadamente duas vezes. - Probenecida
Sem efeito descrito

Oseltamivir + Amoxicilina

Observações: As propriedades farmacocinéticas do oseltamivir, tais como a reduzida ligação às proteínas e o metabolismo independente dos sistemas de metabolização com intervenção do CYP450 e da glucuronidase, sugerem que é improvável a ocorrência de interações medicamentosas clinicamente relevantes, por estes mecanismos. É improvável a ocorrência de interações medicamentosas clinicamente importantes que envolvam a competição para a secreção tubular renal, devido às margens de segurança conhecidas para a maior parte destas substâncias, às características de eliminação do metabolito ativo (filtração glomerular e secreção tubular aniónica) e à capacidade de excreção destas vias.
Interações: O oseltamivir não tem qualquer interacção cinética com a amoxicilina, que é eliminada pela mesma via, o que sugere uma reduzida interacção do oseltamivir com esta via de eliminação. - Amoxicilina
Usar com precaução

Oseltamivir + Clorpropamida

Observações: As propriedades farmacocinéticas do oseltamivir, tais como a reduzida ligação às proteínas e o metabolismo independente dos sistemas de metabolização com intervenção do CYP450 e da glucuronidase, sugerem que é improvável a ocorrência de interações medicamentosas clinicamente relevantes, por estes mecanismos. É improvável a ocorrência de interações medicamentosas clinicamente importantes que envolvam a competição para a secreção tubular renal, devido às margens de segurança conhecidas para a maior parte destas substâncias, às características de eliminação do metabolito ativo (filtração glomerular e secreção tubular aniónica) e à capacidade de excreção destas vias.
Interações: Deve tomar-se cuidado ao prescrever oseltamivir a indivíduos que estejam a tomar fármacos com estreita margem terapêutica, excretados pela mesma via (como por exemplo clorpropamida, metotrexato, fenilbutazona). - Clorpropamida
Usar com precaução

Oseltamivir + Metotrexato

Observações: As propriedades farmacocinéticas do oseltamivir, tais como a reduzida ligação às proteínas e o metabolismo independente dos sistemas de metabolização com intervenção do CYP450 e da glucuronidase, sugerem que é improvável a ocorrência de interações medicamentosas clinicamente relevantes, por estes mecanismos. É improvável a ocorrência de interações medicamentosas clinicamente importantes que envolvam a competição para a secreção tubular renal, devido às margens de segurança conhecidas para a maior parte destas substâncias, às características de eliminação do metabolito ativo (filtração glomerular e secreção tubular aniónica) e à capacidade de excreção destas vias.
Interações: Deve tomar-se cuidado ao prescrever oseltamivir a indivíduos que estejam a tomar fármacos com estreita margem terapêutica, excretados pela mesma via (como por exemplo clorpropamida, metotrexato, fenilbutazona). - Metotrexato
Usar com precaução

Oseltamivir + Fenilbutazona

Observações: As propriedades farmacocinéticas do oseltamivir, tais como a reduzida ligação às proteínas e o metabolismo independente dos sistemas de metabolização com intervenção do CYP450 e da glucuronidase, sugerem que é improvável a ocorrência de interações medicamentosas clinicamente relevantes, por estes mecanismos. É improvável a ocorrência de interações medicamentosas clinicamente importantes que envolvam a competição para a secreção tubular renal, devido às margens de segurança conhecidas para a maior parte destas substâncias, às características de eliminação do metabolito ativo (filtração glomerular e secreção tubular aniónica) e à capacidade de excreção destas vias.
Interações: Deve tomar-se cuidado ao prescrever oseltamivir a indivíduos que estejam a tomar fármacos com estreita margem terapêutica, excretados pela mesma via (como por exemplo clorpropamida, metotrexato, fenilbutazona). - Fenilbutazona
Sem efeito descrito

Oseltamivir + Paracetamol

Observações: As propriedades farmacocinéticas do oseltamivir, tais como a reduzida ligação às proteínas e o metabolismo independente dos sistemas de metabolização com intervenção do CYP450 e da glucuronidase, sugerem que é improvável a ocorrência de interacções medicamentosas clinicamente relevantes, por estes mecanismos. É improvável a ocorrência de interacções medicamentosas clinicamente importantes que envolvam a competição para a secreção tubular renal, devido às margens de segurança conhecidas para a maior parte destas substâncias, às características de eliminação do metabolito ativo (filtração glomerular e secreção tubular aniónica) e à capacidade de excreção destas vias.
Interações: Não se observaram interacções farmacocinéticas entre o oseltamivir ou os seus principais metabolitos ao coadministrar oseltamivir e paracetamol, ácido acetilsalicílico, cimetidina, antiácidos (hidróxidos de magnésio e alumínio e carbonatos de cálcio), rimantadina ou varfarina (em indivíduos estáveis a tomar varfarina e sem gripe). - Paracetamol
Sem efeito descrito

Oseltamivir + Ácido Acetilsalicílico

Observações: As propriedades farmacocinéticas do oseltamivir, tais como a reduzida ligação às proteínas e o metabolismo independente dos sistemas de metabolização com intervenção do CYP450 e da glucuronidase, sugerem que é improvável a ocorrência de interacções medicamentosas clinicamente relevantes, por estes mecanismos. É improvável a ocorrência de interacções medicamentosas clinicamente importantes que envolvam a competição para a secreção tubular renal, devido às margens de segurança conhecidas para a maior parte destas substâncias, às características de eliminação do metabolito ativo (filtração glomerular e secreção tubular aniónica) e à capacidade de excreção destas vias.
Interações: Não se observaram interacções farmacocinéticas entre o oseltamivir ou os seus principais metabolitos ao coadministrar oseltamivir e paracetamol, ácido acetilsalicílico, cimetidina, antiácidos (hidróxidos de magnésio e alumínio e carbonatos de cálcio), rimantadina ou varfarina (em indivíduos estáveis a tomar varfarina e sem gripe). - Ácido Acetilsalicílico
Sem efeito descrito

Oseltamivir + Cimetidina

Observações: As propriedades farmacocinéticas do oseltamivir, tais como a reduzida ligação às proteínas e o metabolismo independente dos sistemas de metabolização com intervenção do CYP450 e da glucuronidase, sugerem que é improvável a ocorrência de interacções medicamentosas clinicamente relevantes, por estes mecanismos. É improvável a ocorrência de interacções medicamentosas clinicamente importantes que envolvam a competição para a secreção tubular renal, devido às margens de segurança conhecidas para a maior parte destas substâncias, às características de eliminação do metabolito ativo (filtração glomerular e secreção tubular aniónica) e à capacidade de excreção destas vias.
Interações: Não se observaram interacções farmacocinéticas entre o oseltamivir ou os seus principais metabolitos ao coadministrar oseltamivir e paracetamol, ácido acetilsalicílico, cimetidina, antiácidos (hidróxidos de magnésio e alumínio e carbonatos de cálcio), rimantadina ou varfarina (em indivíduos estáveis a tomar varfarina e sem gripe). - Cimetidina
Sem efeito descrito

Oseltamivir + Antiácidos

Observações: As propriedades farmacocinéticas do oseltamivir, tais como a reduzida ligação às proteínas e o metabolismo independente dos sistemas de metabolização com intervenção do CYP450 e da glucuronidase, sugerem que é improvável a ocorrência de interacções medicamentosas clinicamente relevantes, por estes mecanismos. É improvável a ocorrência de interacções medicamentosas clinicamente importantes que envolvam a competição para a secreção tubular renal, devido às margens de segurança conhecidas para a maior parte destas substâncias, às características de eliminação do metabolito ativo (filtração glomerular e secreção tubular aniónica) e à capacidade de excreção destas vias.
Interações: Não se observaram interacções farmacocinéticas entre o oseltamivir ou os seus principais metabolitos ao coadministrar oseltamivir e paracetamol, ácido acetilsalicílico, cimetidina, antiácidos (hidróxidos de magnésio e alumínio e carbonatos de cálcio), rimantadina ou varfarina (em indivíduos estáveis a tomar varfarina e sem gripe). - Antiácidos
Sem efeito descrito

Oseltamivir + Carbonato de cálcio

Observações: As propriedades farmacocinéticas do oseltamivir, tais como a reduzida ligação às proteínas e o metabolismo independente dos sistemas de metabolização com intervenção do CYP450 e da glucuronidase, sugerem que é improvável a ocorrência de interacções medicamentosas clinicamente relevantes, por estes mecanismos. É improvável a ocorrência de interacções medicamentosas clinicamente importantes que envolvam a competição para a secreção tubular renal, devido às margens de segurança conhecidas para a maior parte destas substâncias, às características de eliminação do metabolito ativo (filtração glomerular e secreção tubular aniónica) e à capacidade de excreção destas vias.
Interações: Não se observaram interacções farmacocinéticas entre o oseltamivir ou os seus principais metabolitos ao coadministrar oseltamivir e paracetamol, ácido acetilsalicílico, cimetidina, antiácidos (hidróxidos de magnésio e alumínio e carbonatos de cálcio), rimantadina ou varfarina (em indivíduos estáveis a tomar varfarina e sem gripe). - Carbonato de cálcio
Sem efeito descrito

Oseltamivir + Hidróxido de Alumínio

Observações: As propriedades farmacocinéticas do oseltamivir, tais como a reduzida ligação às proteínas e o metabolismo independente dos sistemas de metabolização com intervenção do CYP450 e da glucuronidase, sugerem que é improvável a ocorrência de interacções medicamentosas clinicamente relevantes, por estes mecanismos. É improvável a ocorrência de interacções medicamentosas clinicamente importantes que envolvam a competição para a secreção tubular renal, devido às margens de segurança conhecidas para a maior parte destas substâncias, às características de eliminação do metabolito ativo (filtração glomerular e secreção tubular aniónica) e à capacidade de excreção destas vias.
Interações: Não se observaram interacções farmacocinéticas entre o oseltamivir ou os seus principais metabolitos ao coadministrar oseltamivir e paracetamol, ácido acetilsalicílico, cimetidina, antiácidos (hidróxidos de magnésio e alumínio e carbonatos de cálcio), rimantadina ou varfarina (em indivíduos estáveis a tomar varfarina e sem gripe). - Hidróxido de Alumínio
Sem efeito descrito

Oseltamivir + Hidróxido de magnésio

Observações: As propriedades farmacocinéticas do oseltamivir, tais como a reduzida ligação às proteínas e o metabolismo independente dos sistemas de metabolização com intervenção do CYP450 e da glucuronidase, sugerem que é improvável a ocorrência de interacções medicamentosas clinicamente relevantes, por estes mecanismos. É improvável a ocorrência de interacções medicamentosas clinicamente importantes que envolvam a competição para a secreção tubular renal, devido às margens de segurança conhecidas para a maior parte destas substâncias, às características de eliminação do metabolito ativo (filtração glomerular e secreção tubular aniónica) e à capacidade de excreção destas vias.
Interações: Não se observaram interacções farmacocinéticas entre o oseltamivir ou os seus principais metabolitos ao coadministrar oseltamivir e paracetamol, ácido acetilsalicílico, cimetidina, antiácidos (hidróxidos de magnésio e alumínio e carbonatos de cálcio), rimantadina ou varfarina (em indivíduos estáveis a tomar varfarina e sem gripe). - Hidróxido de magnésio
Sem efeito descrito

Oseltamivir + Varfarina

Observações: As propriedades farmacocinéticas do oseltamivir, tais como a reduzida ligação às proteínas e o metabolismo independente dos sistemas de metabolização com intervenção do CYP450 e da glucuronidase, sugerem que é improvável a ocorrência de interacções medicamentosas clinicamente relevantes, por estes mecanismos. É improvável a ocorrência de interacções medicamentosas clinicamente importantes que envolvam a competição para a secreção tubular renal, devido às margens de segurança conhecidas para a maior parte destas substâncias, às características de eliminação do metabolito ativo (filtração glomerular e secreção tubular aniónica) e à capacidade de excreção destas vias.
Interações: Não se observaram interacções farmacocinéticas entre o oseltamivir ou os seus principais metabolitos ao coadministrar oseltamivir e paracetamol, ácido acetilsalicílico, cimetidina, antiácidos (hidróxidos de magnésio e alumínio e carbonatos de cálcio), rimantadina ou varfarina (em indivíduos estáveis a tomar varfarina e sem gripe). - Varfarina
Sem efeito descrito

Oseltamivir + Rimantadina

Observações: As propriedades farmacocinéticas do oseltamivir, tais como a reduzida ligação às proteínas e o metabolismo independente dos sistemas de metabolização com intervenção do CYP450 e da glucuronidase, sugerem que é improvável a ocorrência de interacções medicamentosas clinicamente relevantes, por estes mecanismos. É improvável a ocorrência de interacções medicamentosas clinicamente importantes que envolvam a competição para a secreção tubular renal, devido às margens de segurança conhecidas para a maior parte destas substâncias, às características de eliminação do metabolito ativo (filtração glomerular e secreção tubular aniónica) e à capacidade de excreção destas vias.
Interações: Não se observaram interacções farmacocinéticas entre o oseltamivir ou os seus principais metabolitos ao coadministrar oseltamivir e paracetamol, ácido acetilsalicílico, cimetidina, antiácidos (hidróxidos de magnésio e alumínio e carbonatos de cálcio), rimantadina ou varfarina (em indivíduos estáveis a tomar varfarina e sem gripe). - Rimantadina
Usar com precaução

Atalureno + Oseltamivir

Observações: Com base em estudos in vitro, o atalureno é um substrato da UGT1A9 e da proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP). Com base em estudos in vitro, o atalureno é um inibidor da UGT1A9, do transportador de aniões orgânicos 1 (OAT1), do transportador de aniões orgânicos 3 (OAT3) e do polipéptido transportador de aniões orgânicos 1B3 (OATP1B3). Com base nos estudos in vitro, não se prevê que o atalureno seja um inibidor do transporte mediado pela glicoproteína P nem do metabolismo mediado pelo citocromo P450. De forma semelhante, não se prevê que, in vivo, o atalureno seja um indutor das isoenzimas do citocromo P450. Medicamentos que afetam a glicoproteína-P transportadora In vitro, o atalureno não é um substrato da glicoproteína-P transportadora. É improvável que a farmacocinética do atalureno seja afetada por medicamentos que inibem a glicoproteína-P transportadora. Desconhece-se qual é o efeito da administração concomitante do atalureno com outros medicamentos nefrotóxicos. Em alguns destes casos, a desidratação pode ser um fator contribuinte. Os doentes devem manter uma hidratação adequada durante a toma do atalureno.
Interações: É necessário ter cuidado quando o atalureno for administrado de forma concomitante com medicamentos que são substratos da UGT1A9, OAT1, OAT3 ou OATP1B3 devido ao risco de aumento da concentração destes medicamentos (por exemplo, oseltamivir, aciclovir, ciprofloxacina, captopril, furosemida, bumetanida, valsartan, pravastatina, rosuvastatina, atorvastatina e pitavastatina). - Oseltamivir
Sem efeito descrito

Tafamidis + Oseltamivir

Observações: N.D.
Interações: Num ensaio clínico em voluntários saudáveis, tafamidis não induziu ou inibiu a enzima CYP3A4 do citocromo P450. Os dados in vitro também indicaram que o tafamidis não inibe significativamente as enzimas CYP1A2, CYP3A4, CYP3A5, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e CYP2D6 do citocromo P450. Estudos in vitro com tafamidis sugerem que é improvável que o mesmo cause interacções medicamentosas em concentrações clinicamente relevantes com substratos da UDP - glucuronosiltransferase (UGT ), transportadores da P - gp ou transportadores de polipeptídeos de transporte de aniões orgânicos ( OATP1B1 e 1 B3). No entanto, tafamidis in vitro inibe o transportador de efluxo BCRP (proteína resistente ao cancro da mama) com um a IC50=1, 16 μM e pode causar interacções fármaco - fármaco em concentrações clinicamente relevantes com substratos deste transportador (p.ex. metotrexato, rosuvastatina e imatinib). Da mesma forma, tafamidis inibe os transportadores de captação OAT1 e OAT3 (transportadores de aniões orgânicos) com um a IC50=2, 9 μM e IC50=2, 36 μM, respectivamente, e pode causar interacções fármaco - fármaco em concentrações clinicamente relevantes com substratos destes transportadores ( p.ex., medicamentos anti-inflamatórios não esteroides, bumetanida, furosemida, lamivudina, metotrexato, oseltamivir, tenofovir, ganciclovir, adefovir, cidofovir, zidovudina, zalcitabina ). Não foram realizados estudos de interacção para avaliar o efeito de outros medicamentos no tafamidis. - Oseltamivir
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interações do Oseltamivir
Deve informar o Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

As mulheres grávidas podem tomar o medicamento após consideração da informação de segurança disponível, da patogenicidade da estirpe do vírus da gripe em circulação, e do quadro subjacente da mulher grávida.

A administração de Oseltamivir pode ser considerada quando existam claros benefícios potenciais para as mães a amamentar.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 26 de Novembro de 2020