Omeprazol

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI com Advertência na Condução Uso Hospitalar DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica)
O que é
Omeprazol é um medicamento da classe dos inibidores da bomba de protões, usado como antiulceroso.

É um pó branco ou quase branco, muito pouco solúvel na água.

Está indicado nas úlceras pépticas benignas, tanto gástrica como duodenal.

Os resultados obtidos na úlcera duodenal são superiores aos obtidos na úlcera gástrica, verificando-se índices de cicatrização de cerca de 100% após 2 a 4 semanas de tratamento, com as doses recomendadas.

Outra característica resultante dos estudos clínicos foi a eficácia do Omeprazol no tratamento de úlceras resistentes a outros tipos de agentes antiulcerosos, embora seu papel exato, nessas condições, não tenha sido totalmente esclarecido.

Os resultados na úlcera duodenal, com apenas 2 semanas de tratamento, evidenciam níveis de cura geralmente superiores a 70%, que estão acima dos observados com outros agentes antiulcerosos.

A esofagite de refluxo requer períodos mais prolongados de tratamento.

Mesmo assim, após 4 semanas já se observam índices de cura superiores a 80% Pelas suas características de ação, o Omeprazol está indicado também nos estados de hiperacidez gástrica, na prevenção de recidivas de úlceras gástricas ou duodenais e na síndrome de Zollinger-Ellison.

O Omeprazol também é indicado no tratamento de erradicação do H.pylori em esquemas de terapia múltipla e na proteção da mucosa gástrica contra danos causados por anti-inflamatórios não-esteroidais.

Na esofagite de refluxo em crianças com mais de 1 ano de idade.
Usos comuns
Adultos
Tratamento de úlceras duodenais
Prevenção da recidiva de úlceras duodenais
Tratamento de úlceras gástricas
Prevenção da recidiva de úlceras gástricas
Em combinação com antibióticos adequados, para erradicação do Helicobacter pylori (H.pylori) na úlcera péptica
Tratamento de úlceras gástricas e duodenais relacionadas com a toma de AINEs
Prevenção de úlceras gástricas e duodenais relacionadas com a toma de AINEs em doentes de risco
Tratamento da esofagite de refluxo
Tratamento de manutenção em doentes após cura da esofagite de refluxo
Tratamento sintomático da doença de refluxo gastro-esofágico
Tratamento da síndrome de Zollinger-Ellison
Uso pediátrico
Crianças com mais de 1 ano de idade e peso ≥10 kg
Tratamento da esofagite de refluxo.
Tratamento sintomático da azia e regurgitação ácida na doença de refluxo gastro-esofágico.


Crianças e adolescentes com mais de 4 anos de idade
Em combinação com antibióticos no tratamento da úlcera duodenal causada pelo H.pylori.
Tipo
pequena molécula
História
O omeprazol foi comercializado pela primeira vez nos Estados Unidos em 1989 pelo Astra AB, agora AstraZeneca, sob as marcas de Losec e Prilosec.

Uma marca over-the-counter, Prilosec OTC, está disponível em os EUA para o tratamento de azia.

Agora também está disponível a partir de fabricantes de genéricos sob várias marcas.

Em 1990, a pedido de os EUA Food and Drug Administration, a marca Losec foi mudado para Prilosec para evitar confusão com o Lasix diurético (furosemida).

O novo nome tem levado a confusão entre omeprazol (Prilosec) e fluoxetina (Prozac), um antidepressivo.

O omeprazol é comercializado como Zegerid por Santarus, Prilosec OTC pela Procter & Gamble e Zegerid OTC pela Schering-Plough e como Segazole por Laboratories Estrelas em Paquistão.

Embora a patente da Prilosec EUA expirou em abril de 2001, a AstraZeneca foi capaz de atrasar a introdução de versões genéricas por meio de ações judiciais e pedidos de patentes periférica.
Indicações
Omeprazol está indicado para o tratamento de:
- Úlceras duodenais.


- Úlceras gástricas benignas.


- Esofagite de refluxo.


- Tratamento de manutenção da esofagite de refluxo para prevenção da recidiva.


- Síndrome de Zollinger-Ellison.


- Tratamento de úlceras gástricas e duodenais ou erosões relacionadas com AINEs.


- Tratamento de manutenção de úlceras gástricas e duodenais ou erosões relacionadas com AINEs para prevenção de recidivas.


Tratamento sintomático da doença do refluxo gastro-esofágico.


Em combinação com regimes terapêuticos antibacterianos adequados para erradicação do Helicobacter pyloriem doentes com H. pyloriassociado a úlceras pépticas.


Dispepsia ácida.
Classificação CFT
06.02.02.03     Inibidores da “bomba de protões”
Mecanismo De Ação
O omeprazol, uma mistura racémica de dois enantiómeros, reduz a secreção ácida gástrica através de um mecanismo de acção altamente específico.

É um inibidor específico da bomba ácida na célula parietal.

Tem uma acção rápida e proporciona controlo através da inibição reversível da secreção ácida gástrica com uma toma diária.


O omeprazol é uma base fraca, concentrada e convertida na forma activa no meio altamente acídico dos canalículos intracelulares dentro da célula parietal, onde inibe a enzima H+K+ -ATPase - a bomba ácida.

Este efeito na etapa final do processo de formação de ácido gástrico é dose-dependente e providencia uma inibição altamente eficaz tanto da secreção ácida basal, como da secreção ácida estimulada, independentemente do estímulo.
Posologia Orientativa
Úlcera duodenal, úlcera gástrica, esofagite de refluxo
A dose usual para o tratamento da úlcera duodenal é de 20 mg de Omeprazol, uma vez ao dia, durante 2 a 4 semanas.


A dose usual para o tratamento da úlcera gástrica e da esofagite de refluxo é de 20 mg de Omeprazol, uma vez ao dia, durante 4 a 8 semanas.


Nota: Em casos isolados de úlcera duodenal, úlcera gástrica e refluxo gastro-esofágico, a dose de Omeprazol pode ser aumentada para 40 mg uma vez ao dia.


A dose recomendada em crianças com esofagite de refluxo é de:
- 10 mg uma vez ao dia em crianças com peso entre 10 e 20 kg, durante 4 a 8 semanas;
- 20 mg uma vez ao dia em crianças com peso superior a 20 kg, durante 4 a 8 semanas.


Tratamento de manutenção da esofagite de refluxo para prevenção de recidiva
A dose usual de Omeprazol é de 10 mg a 20 mg, dependendo da resposta clínica.


Síndrome de Zollinger-Ellison
A dose inicial recomendada é de 60 mg por dia.

O seu médico ajustará a dose de acordo com as suas necessidades e também decidirá durante quanto tempo deverá tomar o seu medicamento.

Se a dose diária for superior a 80 mg deverá ser repartida por duas tomas diárias.


Úlceras gástricas e duodenais ou erosões associadas à toma de anti-inflamatórios não esteróides
Para o tratamento da úlcera causada pela toma de medicamentos, que se destinam a tratar dores e problemas das articulações, recomenda-se 20 mg de Omeprazol uma vez ao dia durante 4 a 8 semanas.


Tratamento de manutenção de úlceras gástricas e duodenais ou erosões associadas à toma de anti-inflamatórios não esteróides para prevenção de recidivas
Para evitar o reaparecimento da úlcera ou dores, a dose usual de Omeprazol é de 20 mg por dia.


Doença do refluxo gastro-esofágico sintomático
A dose usual de Omeprazol é de 10-20 mg uma vez ao dia durante 2 a 4 semanas.

O seu médico poderá ajustar a dose de acordo com as suas necessidades.


Erradicação do Helicobacter pylori na úlcera péptica:
A dose usual de Omeprazol é de 20 mg duas vezes ao dia em combinação com os antibióticos abaixo indicados:
- 1000 mg de amoxicilina e 500 mg de claritromicina, ambos duas vezes ao dia, durante
uma semana.


ou
- 250 mg de claritromicina e 400-500 mg de metronidazol, ambos duas vezes ao dia, durante uma semana.


Se os sintomas não desaparecerem após um destes tratamentos, o seu médico poderá tentar outro tratamento utilizando um antibiótico diferente.


Dispepsia
Para o alívio dos sintomas de dor ou desconforto abdominais, a dose recomendada de Omeprazol é de 10-20 mg uma vez ao dia.
Administração
Via oral.

Geralmente a toma de Omeprazol deve ser feita de manhã.

Omeprazol pode ser tomado com os alimentos ou em jejum.

As cápsulas devem ser tomadas inteiras com líquido e não devem ser mastigadas nem esmagadas.


Se tiver dificuldades em engolir, a cápsula poderá ser aberta e o seu conteúdo engolido ou suspendido num líquido levemente ácido (por ex.: sumo, iogurte ou em água não gaseificada).

Pode beber imediatamente o líquido ou nos 30 minutos seguintes.

Agite sempre antes de beber.

Para se assegurar que toma todo o medicamento, volte a encher o copo com líquido até meio e beba novamente o líquido.

Alternativamente poderá abrir a cápsula e engolir os grânulos com o líquido.

Os grânulos não devem ser mastigados ou esmagados.
Contraindicações
O Omeprazol está contra-indicado em doentes com hipersensibilidade conhecida ao Omeprazol.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Distúrbios gastrointestinais:
Frequentes: diarreia, obstipação, flatulência (possivelmente dor abdominal), náuseas e vómitos.

Na maioria destes casos, os sintomas melhoram se a terapêutica for continuada.


Muito raros: secura da boca, estomatite e candidíase gastrointestinal.


Pele e distúrbios do tecido subcutâneo:
Pouco frequentes: prurido e erupções cutâneas.


Raros: alopécia, eritema multiforme ou fotossensibilidade e tendência para sudorese, síndroma de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica (NET).


Distúrbios músculo-esqueléticos:
Raros: fraqueza muscular, mialgia e dor articular.


Distúrbios renais:
Muito raros: nefrite (nefrite intersticial).


Distúrbios do sistema nervoso:
Frequentes: sonolência, distúrbios do sono (insónia), vertigens e cefaleias.

Estas queixas geralmente melhoram durante a continuação do tratamento.


Raros: parestesias e ligeiras dores de cabeça.

Confusão mental e alucinações, predominantemente em indivíduos gravemente doentes ou idosos.


Muito raros: agitação, agressividade e reacções depressivas, sobretudo em indivíduos gravemente doentes ou doentes idosos.


Distúrbios em órgãos sensoriais:
Pouco frequentes: distúrbios da visão (visão turva, perda da acuidade visual ou redução do campo de visão) ou distúrbios do paladar.

Estas condições geralmente resolvem-se com a interrupção da terapêutica.


Distúrbios hematológicos:
Raros: alterações das contagens sanguíneas, leucopenia e trombocitopenia reversível, pancitopenia ou agranulocitose.


Distúrbios hepáticos:
Raros: aumento da enzimologia hepática.


Muito raros: encefalopatia em doentes com doença hepática grave pré-existente, hepatite com ou sem
icterícia, insuficiência hepática.


Reacções de hipersensibilidade:
Muito raros: urticária, temperatura corporal elevada, angioedema, broncoconstrição, choque anafiláctico
e febre.


Outros efeitos adversos:
Pouco frequentes: edema periférico (o qual foi resolvido com a interrupção da terapêutica).


Muito raros: hiponatrémia, ginecomastia.
Advertências
Gravidez
Gravidez:Toxicidade em estudos animais; os estudos em humanos levam a aceitar não ser teratogénico na espécie humana. Risco fetal desconhecido, por falta de estudos alargados.
Aleitamento
Aleitamento:Presente no leite mas desconhece- se se é perigoso; evitar.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:Não exceder 20 mg/dia.
Conducao
Conducao:Podem ocorrer reacções adversas tais como tonturas e perturbações visuais. Se forem afectados, os doentes não devem conduzir.
Precauções Gerais
No caso de ocorrer qualquer sintoma de alarme (por ex.: perda de peso significativa não intencional, vómitos recorrentes, disfagia, hematemese ou melena) e quando se suspeita de uma úlcera gástrica, deve excluir-se a possibilidade de malignidade antes de se instituir o tratamento com Omeprazol, uma vez que o tratamento pode aliviar os sintomas e atrasar o diagnóstico.


A acidez gástrica diminuída por quaisquer meios (incluindo os inibidores da bomba de protões) aumenta as contagens gástricas de bactérias normalmente presentes no tracto gastrointestinal.


Assim, o tratamento com fármacos redutores do ácido conduz a um ligeiro aumento das infecções gastrointestinais, tais como as por Salmonella e Campylobacter.


O Omeprazol deve ser usado com precaução em doentes idosos e nos insuficientes renais ou hepáticos, especialmente em elevadas doses.

Os valores das enzimas hepáticas devem ser verificados periodicamente em doentes com insuficiência hepática grave.


O tratamento de manutenção de úlceras associado à ingestão de anti-inflamatórios não esteróides deve ser restringido a doentes de risco.


No uso prolongado, especialmente quando se excede 1 ano, o médico deve proceder a uma revisão regular do tratamento e avaliação periódica da relação benefício-risco.


Durante a terapêutica com Omeprazol, nos casos que requerem a administração combinada de outros medicamentos (úlceras relacionadas com AINEs ou erradicação), deve-se ter cuidado quando se administram adicionalmente outros medicamentos pois poder-se-á verificar o aparecimento ou potenciação de interacções (ver características de outros medicamentos).


Deve-se ter também cuidado durante o tratamento de combinação em doentes com insuficiência renal ou hepática.


O Omeprazol não deve ser usado em bebés ou crianças com menos de 2 anos.
Cuidados com a Dieta
Pode tomar as cápsulas com alimentos ou de estômago vazio.
Terapêutica Interrompida
Se falhar uma toma de Omeprazol deverá tomá-la assim que se lembrar, voltando em seguida ao horário habitual.

No entanto se já for próximo da toma seguinte não tome a cápsula esquecida e tome apenas a dose seguinte na hora normal
Cuidados no Armazenamento
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

Não guardar acima de 25ºC.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Metotrexato + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Uma potencial interação entre metotrexato e inibidores de bomba de protões (ex. Omeprazol, pantoprazol). Omeprazol pode inibir a depuração do metotrexato, potenciando os níveis de toxicidade pelo metotrexato.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Letermovir + Omeprazol

Observações: Informação geral sobre as diferenças na exposição entre os diferentes regimes de tratamento com letermovir - A exposição plasmática esperada de letermovir difere consoante o regime terapêutico utilizado. Desta forma, as consequências clínicas das interações medicamentosas do letermovir vão depender do regime de letermovir utilizado, e se o letermovir está ou não associado à ciclosporina. - A associação de ciclosporina e letermovir pode levar a efeitos potenciados ou adicionais dos medicamentos concomitantes quando comparado com letermovir isoladamente.
Interações: Medicamentos metabolizados pelo CYP2C9 e/ou CYP2C19 A administração concomitante de Letermovir com voriconazol (um substrato CYP2C19) resulta numa diminuição significativa das concentrações plasmáticas de voriconazol, o que indica que letermovir é um indutor do CYP2C19. O CYP2C9 é provavelmente induzido também. O letermovir tem o potencial para diminuir a exposição dos substratos de CYP2C9 e/ou CYP2C19, resultando potencialmente em níveis sub-terapêuticos. - Exemplos destes medicamentos incluem varfarina, fenitoína, voriconazol, diazepam, lansoprazol, omeprazol, esomeprazol, pantoprazol, tilidina e tolbutamida. É esperado que o efeito não seja tão pronunciado para letermovir oral sem ciclosporina do que para letermovir IV com ou sem ciclosporina, ou letermovir oral com ciclosporina. Isto deve ser tido em consideração quando o regime de letermovir é alterado durante o tratamento com um substrato CYP2C9 ou CYP2C19. Inibidores da bomba de protões Omeprazol: Interação não estudada. Letermovir pode diminuir as concentrações plasmáticas dos substratos do CYP2C19. Pode ser necessário monitorização clínica e ajuste de dose.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido fólico + Cianocobalamina + Iodo + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Antiulcerosos (cimetidina, omeprazol e ranitidina): estes fármacos podem produzir uma diminuição da absorção oral da vitamina B12 com possível inibição do seu efeito por possível influência da alteração do pH gástrico.

Hipericão + Omeprazol

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interações: Hipericão deve igualmente ser utilizado com precaução (redução dos níveis plasmáticos) em associação com: - Os inibidores da HMG-CoA redutase, sinvastatina e atorvastatina (porém não com a pravastatina) - O omeprazole (inibidor da bomba de protões) - A metadona (risco de síndrome de abstinência) - As benzodiazepinas, quazepam e midazolam

Elvitegravir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir + Omeprazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Estudos realizados com outros medicamentos: Com base em estudos de interações medicamentosas realizados com os componentes deste medicamento, não se observaram nem são de prever interações medicamentosas clinicamente significativas entre os componentes de Elvitegravir / Cobicistate / Emtricitabina / Tenofovir e os seguintes fármacos: Entecavir, famciclovir, famotidina, omeprazol e ribavirina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Clozapina + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Indutores conhecidos do CYP1A2, tal com o omeprazol, podem conduzir à diminuição dos níveis de clozapina. Deve considerar-se o potencial para a redução da eficácia da clozapina quando esta é usada concomitantemente com estes fármacos. Substâncias indutoras do CYP1A2 (p.ex. Omeprazol): A utilização concomitante pode diminuir os níveis de clozapina. Deverá ser tido em consideração o potencial para diminuir a eficácia de clozapina.

Dronedarona + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Efeito da dronedarona nos outros medicamentos: Interação com omeprazol (substrato CYP2C19) A dronedarona não afeta a farmacocinética do omeprazole, um substrato do CYP 2C19.

Guselcumab + Omeprazol

Observações: ok
Interações: Interações com substratos CYP450 Num estudo de Fase 1 realizado em doentes com psoríase em placas, moderada a grave, as alterações nas exposições sistémicas (Cmax e AUCinf) de midazolam, S-varfarina, omeprazol, dextrometorfano e cafeína após uma dose única de guselcumab não foram clinicamente relevantes, indicando que as interações medicamentosas entre guselcumab e os substratos de várias enzimas CYP (CYP3A4, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e CYP1A2) são improváveis. Não é necessário ajuste posológico na administração concomitante de guselcumab e substratos CYP450.

Saquinavir + Omeprazol

Observações: A maioria dos estudos de interação medicamentosa com saquinavir foi desenvolvida com saquinavir não potenciado ou com saquinavir cápsulas moles não potenciado. Um número reduzido de estudos foi desenvolvido com saquinavir potenciado com ritonavir ou com saquinavir cápsulas moles potenciado com ritonavir. Os dados obtidos a partir dos estudos de interação medicamentosa realizados com saquinavir não potenciado podem não ser representativos dos efeitos observados com a terapêutica de saquinavir/ritonavir. Adicionalmente, os resultados observados com saquinavir cápsulas moles podem não ser preditivos relativamente à magnitude destas interações com saquinavir/ritonavir.
Interações: Medicamentos que são substrato da glicoproteína-P: Inibidores da bomba de protões: Omeprazol 40 mg qd (saquinavir/ritonavir 1000/100 mg bid) Combinação não Recomendada.

Darunavir + Omeprazol

Observações: O perfil de interação do darunavir pode variar dependendo se é utilizado o ritonavir ou o cobicistate como fármacos potenciadores. As recomendações dadas para a utilização concomitante de darunavir e outros medicamentos podem por isso variar dependendo se darunavir é potenciado com ritonavir ou com cobicistate, e é também necessária precaução durante o primeiro tempo de tratamento, se se substituir o fármaco potenciador de ritonavir para cobicistate.
Interações: INIBIDORES DA BOMBA DE PROTÕES: Omeprazol 20 mg, uma vez por dia: Darunavir potenciado, pode ser coadministrado com inibidores da bomba de protões sem necessidade de ajustes posológicos.

Vortioxetina + Omeprazol

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Interações em metabolizadores fracos do CYP2D6: A coadministração de inibidores fortes do CYP3A4 (tais como itraconazol, voriconazol, claritromicina, telitromicina, nefazodona, conivaptan e muitos dos inibidores da protease do VIH) e inibidores do CYP2C9 (tais como o fluconazol e amiodarona) a metabolizadores fracos do CYP2D6 não foi investigada especificamente, mas antecipa-se que levará a uma exposição aumentada da vortioxetina mais evidente nestes doentes em comparação com o efeito moderado acima descrito. Não foi observado nenhum efeito inibitório de uma dose única de 40 mg de omeprazol (inibidor do CYP2C19) na farmacocinética de dose múltipla da vortioxetina em indivíduos saudáveis. Potencial da vortioxetina para afetar outros medicamentos: Substratos do citocromo P450: In vitro, a vortioxetina não demonstrou nenhum potencial relevante de inibição ou indução das isoenzimas do citocromo P450. Após doses múltiplas de vortioxetina, não foi observado nenhum efeito inibitório em indivíduos saudáveis relativamente às isoenzimas do citocromo P450, CYP2C19 (omeprazol, diazepam), CYP3A4/5 (etinilestradiol, midazolam), CYP2B6 (bupropiom), CYP2C9 (tolbutamida, varfarina S-), CYP1A2 (cafeína) ou CYP2D6 (dextrometorfano). Não foram observadas interações farmacodinâmicas. Não foi observado nenhum compromisso significativo da função cognitiva, comparativamente ao placebo, após coadministração de vortioxetina com uma dose única de 10 mg de diazepam. Não foram observados efeitos significativos, comparativamente ao placebo, nos níveis de hormonas sexuais após coadministração da vortioxetina com um contracetivo oral combinado (etinilestradiol 30 μg/levonorgestrel150 μg).

Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida + Omeprazol

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com este medicamento. As interações que foram identificadas em estudos com componentes individuais de este medicamento, isto é, com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir), cobicistate, emtricitabina ou tenofovir alafenamida, determinam as interações que podem ocorrer com este medicamento. As interações esperadas entre Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida e potenciais medicamentos concomitantes são baseadas em estudos realizados com os componentes deste medicamento, como agentes individuais ou em associação, ou são interações medicamentosas potenciais que podem ocorrer. Os ensaios de interação com os componentes de este medicamento foram realizados apenas em adultos.
Interações: INIBIDORES DAS BOMBAS DE PROTÕES Dexlansoprazol Esomeprazol Lansoprazol Omeprazol Pantoprazol Rabeprazol Tendo por base considerações teóricas, não são esperadas interações mecanísticas. este medicamento pode ser administrado concomitantemente com inibidores da bomba de protões sem qualquer ajuste de dose.

Ivabradina + Omeprazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Estudos específicos de interação medicamentosa demonstraram que não existe efeito clinicamente significativo dos seguintes medicamentos na farmacocinética e farmacodinâmica da ivabradina: Inibidores da bomba de protões (omeprazol, lansoprazol), sildenafil, inibidores da redutase HMG CoA (sinvastatina), bloqueadores dos canais de cálcio dihidropiridinicos (amlodipina, lacidipina), digoxina e varfarina.

Sofosbuvir + Velpatasvir + Voxilaprevir + Omeprazol

Observações: n.d.
Interações: Interações entre Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir e outros medicamentos: AGENTES REDUTORES DE ÁCIDO Inibidores da bomba de protões Omeprazol (20 mg uma vez por dia) + sofosbuvir/velpatasvir/voxilaprevir (dose única de 400/100/100 mg) Omeprazol administrado 2 horas antes de Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir Lansoprazol, Rabeprazol, Pantoprazol, Esomeprazol (Aumento do pH gástrico diminui a solubilidade de velpatasvir) Omeprazol (20 mg uma vez por dia) + sofosbuvir/velpatasvir/ voxilaprevir (dose única de 400/100/100 mg) Omeprazol administrado 4 horas após Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir (Aumento do pH gástrico diminui a solubilidade de velpatasvir) Os inibidores da bomba de protões podem ser administrados com Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir numa dose que não exceda doses comparáveis a 20 mg

Escitalopram + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas: Influência de outros medicamentos na farmacocinética do escitalopram: O metabolismo do escitalopram é mediado principalmente pela CYP2C19. A CYP3A4 e a CYP2D6 também podem contribuir para o metabolismo embora num menor grau. O metabolismo do metabolito principal S-DCT (escitalopram desmetilado) parece ser parcialmente catalisado pela CYP2D6. A co-administração de escitalopram com 30 mg de omeprazol uma vez por dia (um inibidor da CYP2C19) resultou num aumento moderado (aproximadamente 50%) das concentrações plasmáticas de escitalopram. A co-administração de escitalopram com 400 mg de cimetidina duas vezes por dia (inibidor enzimático geral moderadamente potente) resultou num aumento moderado (aproximadamente 70%) das concentrações plasmáticas de escitalopram. Portanto, devem tomar-se precauções durante a sua utilização concomitante com inibidores da CYP2C19 (p. ex., omeprazol, esomeprazol, fluvoxamina, lansoprazol, ticlopidina) ou com cimetidina. Pode ser necessária uma diminuição da dose de escitalopram baseada na monitorização de efeitos secundários durante o tratamento concomitante.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Parecoxib + Omeprazol

Observações: O parecoxib é rapidamente hidrolisado no metabolito activo, valdecoxib. Os doentes sob terapêutica com anticoagulantes orais deverão ser monitorizados cuidadosamente em relação ao tempo de protrombina INR, em especial nos primeiros dias de tratamento com parecoxib ou quando a dose de parecoxib é alterada. No ser humano, estudos demonstraram que o metabolismo do valdecoxib é predominantemente mediado pela via das isoenzimas CYP3A4 e 2C9. O efeito da indução enzimática não foi estudado. Não foram realizados estudos formais de interações com Anestésicos inalados.
Interações: A exposição plasmática de 40 mg de omeprazol (substrato da CYP2C19), uma vez por dia, foi aumentada em 46% após a administração de 40 mg de valdecoxib, duas vezes por dia, durante 7 dias, enquanto que a exposição plasmática do valdecoxib não foi afectada. Estes resultados indicam que o valdecoxib, apesar de não ser metabolizado pela CYP2C19, pode ser um inibidor desta isoenzima.

Oxihidróxido sucroférrico + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Os estudos de interações medicamentosas foram realizados apenas em voluntários saudáveis. Estes foram conduzidos em indivíduos saudáveis do sexo masculino e feminino com losartan, furosemida, digoxina, varfarina e omeprazol. A administração concomitante deste medicamento não afetou a biodisponibilidade desses medicamentos, conforme os resultados da área sob a curva (AUC).
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dasabuvir + Omeprazol

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Dasabuvir deve ser sempre administrado em conjunto com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. Quando coadministrados, exercem efeitos recíprocos um sobre o outro. Por conseguinte, o perfil de interação dos compostos tem de ser considerado como uma associação.
Interações: Interações farmacocinéticas: Potencial para Dasabuvir afetar a farmacocinética de outros medicamentos: Os estudos de interação medicamentosa in vivo avaliaram o efeito global do tratamento de associação, incluindo o ritonavir. Transportadores específicos e as enzimas metabolizadoras que são afetados pelo dasabuvir quando associado a ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. Medicamentos metabolizados pelo CYP2C19: A coadministração de dasabuvir com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir pode diminuir a exposição a medicamentos que são metabolizados pelo CYP2C19 (por exemplo lansoprazol, esomeprazol, s-mefenitoína), o que pode requerer ajuste da dose/monitorização clínica. Os substratos do CP2C19 avaliados nos estudos de interação medicamentosa incluem omeprazol e escitalopram. Interações entre Dasabuvir com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir e outros medicamentos: INIBIDORES DA BOMBA DE PROTÕES: Omeprazol 40 mg uma vez por dia: Administrado com: Dasabuvir+ombitasvir/paritaprevir/ritonavir Mecanismo: indução do CYP2C19 pelo ritonavir. Não é necessário ajuste da dose para Dasabuvir + ombitasvir/paritaprevir/ritonavir.
 Sem significado Clínico

Saxagliptina + Omeprazol

Observações: Os dados clínicos a seguir descritos sugerem que é baixo o risco de interações clinicamente significativas com medicamentos coadministrados.
Interações: Em estudos in vitro, a saxagliptina e o seu principal metabolito não inibiram o CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1, ou 3A4, nem induziram o CYP1A2, 2B6, 2C9, ou 3A4. Em estudos realizados em indivíduos saudáveis, a farmacocinética da saxagliptina e do seu principal metabolito não foram significativamente alteradas pela metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, omeprazol, antiácidos ou famotidina. Adicionalmente, a saxagliptina não alterou significativamente a farmacocinética da metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, dos componentes ativos de um contracetivo oral combinado (etinilestradiol e norgestimato), do diltiazem ou cetoconazol.

Citalopram + Omeprazol

Observações: Interações farmacocinéticas: A biotransformação do citalopram para desmetilcitalopram é mediada pelas isoenzimas do sistema citocromo P450 CYP2C19 (aproximadamente 38%), CYP3A4 (aproximadamente 31%) e CYP2D6 (aproximadamente 31%). O facto do citalopram ser metabolizado por mais de um CYP significa que a inibição da sua biotransformação é menos provável, uma vez que a inibição de uma enzima pode ser compensada por outra. Consequentemente, a administração concomitante de citalopram com outros medicamentos na prática clínica tem uma probabilidade muito baixa de originar interações farmacocinéticas medicamentosas.
Interações: Influência com outros medicamentos na farmacocinética do citalopram: Omeprazol e outros inibidores do CYP2C19: A administração concomitante de escitalopram (o enantiómero ativo do citalopram) com 30 mg de omeprazol uma vez por dia (um inibidor da CYP2C19) resultou num aumento moderado (aproximadamente 50%) das concentrações plasmáticas de escitalopram. Assim, deverá ser tomada precaução quando utilizado concomitantemente com inibidores da CYP2C19 (p.ex. omeprazol, esomeprazol, fluvoxamina, lansoprazol, ticlopidina). Poderá ser necessária uma redução da dose de citalopram com base na monitorização dos efeitos indesejáveis durante o tratamento concomitante.

Cianocobalamina (57Co) + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: A capacidade do organismo absorver Cianocobalamina diminui quando se administram concomitantemente medicamentos que reduzem a acidez do estômago tais como o omeprazol e a cimetidina. Esta interferência tem maior probabilidade de ocorrência com o uso prolongado destes fármacos.

Tipranavir + Omeprazol

Observações: Os estudos de interação apenas foram realizados em adultos.
Interações: ANTIÁCIDOS Inibidores da Bomba de Protões (IBPs): Omeprazol 40 mg QD Não se recomenda a administração concomitante de Tipranavir, coadministrado com ritonavir em dose baixa, e omeprazol ou esomeprazol. Se for inevitável, poder-se-á considerar um ajuste para aumentar a dose de omeprazol ou esomeprazol, com base na resposta clínica à terapêutica. Não existem dados disponíveis que indiquem que ajustes de dose do omeprazol ou do esomeprazol irão ultrapassar a interação farmacocinética observada. As recomendações relativas às doses máximas de omeprazol ou esomeprazol encontram-se na informação do produto correspondente. Não é necessário ajustar a dose de tipranavir com ritonavir.

Lumacaftor + Ivacaftor + Omeprazol

Observações: O lumacaftor é um indutor potente das CYP3A e o ivacaftor é um inibidor fraco das CYP3A, quando administrados em monoterapia. Existe a possibilidade de outros medicamentos afetarem lumacaftor/ivacaftor quando administrados concomitantemente, assim como de lumacaftor/ivacaftor afetar outros medicamentos.
Interações: Esomeprazol, lansoprazol, omeprazol: Pode ser necessária uma dose mais elevada de inibidores da bomba de protões para obter o efeito clínico desejado. Lumacaftor/ivacaftor pode diminuir as exposições destes inibidores da bomba de protões, o que pode reduzir a sua eficácia.

Rilpivirina + Omeprazol

Observações: A rilpivirina é um inibidor in vitro do transportador MATE-2K com um IC50 < 2,7 nM. As implicações clínicas deste achado são atualmente desconhecidas.
Interações: INTERAÇÕES E RECOMENDAÇÕES POSOLÓGICAS COM OUTROS MEDICAMENTOS INIBIDORES DA BOMBA DE PROTÕES: Omeprazol*# 20 mg uma vez por dia: (reduzida absorção devido ao aumento do pH gástrico) Rilpivirina não deve ser utilizado em associação com inibidores da bomba de protões, uma vez que é provável que a administração concomitante resulte na perda do efeito terapêutico de Rilpivirina. * A interação entre Rilpivirina e o medicamento foi avaliada num estudo clínico. Todas as outras interações medicamentosas apresentadas são previstas. # Este estudo de interação foi realizado com uma dose superior à dose recomendada de Rilpivirina, para avaliar o efeito máximo no medicamento administrado concomitantemente. A recomendação posológica é aplicável à dose recomendada de Rilpivirina de 25 mg uma vez por dia.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cilostazol + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: A administração de cilostazol com omeprazol (um inibidor da CYP2C19) aumentou em 22% a AUC de cilostazol, acompanhado por um aumento de 68% na AUC do metabolito desidro e numa diminuição de 36% na AUC do metabolito 4´-trans-hidroxi. Com base na AUC, a atividade farmacológica global aumenta em 47%, quando coadministrado com omeprazol. Com base nestes dados, a dose recomendada de cilostazol é de 50 mg duas vezes por dia na presença de omeprazol.

Dolutegravir + Rilpivirina + Omeprazol

Observações: n.d.
Interações: Inibidores da bomba de protões Omeprazol/Dolutegravir: A administração concomitante pode reduzir significativamente as concentrações plasmáticas de rilpivirina. Tal pode resultar na perda do efeito terapêutico de Dolutegravir + Rilpivirina. A administração concomitante de Dolutegravir + Rilpivirina com inibidores da bomba de protões é contraindicada. Omeprazol/Rilpivirina: A administração concomitante pode reduzir significativamente as concentrações plasmáticas de rilpivirina. Tal pode resultar na perda do efeito terapêutico de Dolutegravir + Rilpivirina. A administração concomitante de Dolutegravir + Rilpivirina com inibidores da bomba de protões é contraindicada.

Osimertinib + Omeprazol

Observações: Estudos in vitro demonstraram que a Fase I do metabolismo de osimertinib ocorre predominantemente via CYP3A4 e CYP3A5. Com base em estudos in vitro, osimertinib é um inibidor competitivo dos transportadores BCRP.
Interações: Num estudo clínico farmacocinético, a administração concomitante de omeprazol não resultou em alterações clinicamente relevantes na exposição do osimertinib. Os agentes modificadores do pH gástrico podem ser administrados concomitantemente com osimertinib sem qualquer restrição.
 Sem significado Clínico

Ledipasvir + Sofosbuvir + Omeprazol

Observações: Quaisquer interações que tenham sido identificadas com cada uma destas substâncias ativas individualmente podem ocorrer com a associação de Ledipasvir/Sofosbuvir.
Interações: Interações entre Ledipasvir/sofosbuvir e outros medicamentos AGENTES REDUTORES DE ÁCIDO Inibidores da bomba de protões Omeprazol (20 mg uma vez por dia)/ledipasvir (dose única de 90 mg)c/ sofosbuvir (dose única de 400 mg) Omeprazol administrado simultaneamente com Ledipasvir/sofosbuvir Lansoprazol Rabeprazol Pantoprazol Esomeprazol As doses de inibidores da bomba de protões comparáveis a 20 mg de omeprazol podem ser administradas simultaneamente com Ledipasvir/sofosbuvir. Os inibidores da bomba de protões não devem ser tomados antes de Ledipasvir/sofosbuvir.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ritonavir + Omeprazol

Observações: n.d.
Interações: Inibidores da bomba de protões e antagonistas dos recetores H2: Os inibidores da bomba de protões e antagonistas dos recetores H2 (por ex. omeprazol ou ranitidina) podem diminuir as concentrações dos inibidores da protease coadministrados. Para informação específica relativa ao impacto da administração concomitante de fármacos redutores de acidez, consultar o RCM do inibidor da protease coadministrado. Com base nos estudos de interação com inibidores da protease potenciados com ritonavir (lopinavir/ritonavir, atazanavir), a administração concomitante de omeprazol ou ranitidina não modifica significativamente a eficácia do ritonavir como potenciador farmacocinético, apesar de uma ligeira alteração na exposição (cerca de 6 – 18%).

Cianocobalamina (Cobalamina, Vitamina B12) + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: A capacidade do organismo absorver Cianocobalamina diminui quando se administram concomitantemente medicamentos que reduzem a acidez do estômago tais como o omeprazol e a cimetidina. Esta interferência tem maior probabilidade de ocorrência com o uso prolongado destes fármacos.

Dapoxetina + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Efeitos da dapoxetina na farmacocinética de medicamentos administrados concomitantemente: Medicamentos metabolizados pelo CYP2C19: Tomas múltiplas de dapoxetina (60 mg/dia durante 6 dias) não inibiram o metabolismo de uma dose única de 40 mg de omeprazol. É improvável que a dapoxetina afete a farmacocinética de outros substratos do CYP2C19.

Topiramato + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do topiramato sobre outros medicamentos antiepiléticos: O topiramato inibe a enzima CYP2C19 e pode interferir com outras substâncias metabolizadas através desta enzima (ex., diazepam, imipramina, moclobemida, proguanil, omeprazol).

Drospirenona + Estradiol + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Com base em estudos de inibição in vitro e em estudos de interação in vivo em mulheres voluntárias recebendo doses no estado estacionário de 3 mg de drospirenona por dia e omeprazol, sinvastatina ou midazolam como substrato marcador, é improvável uma interação clinicamente relevante de drospirenona com o metabolismo de outros fármacos mediado pela enzima citocromo P450.

Sacubitril + Valsartan + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Sem interação significativa: Não foi observada nenhuma interação medicamentosa clinicamente significativa quando Sacubitril / Valsartan foi coadministrado com digoxina, varfarina, hidroclorotiazida, amlodipina, omeprazol, carvedilol ou com a associação de levonorgestrel/etinilestradiol.

Saxagliptina + Dapagliflozina + Omeprazol

Observações: Saxagliptina: O metabolismo da saxagliptina é mediado principalmente pelo citocromo P450 3A4/5 (CYP3A4/5). Dapagliflozina: O metabolismo da dapagliflozina é feito principalmente através de conjugação do glucuronido mediado pela UDP glucuroniltransferase 1A9 (UGT1A9).
Interações: Em estudos realizados em indivíduos saudáveis, nem a farmacocinética de saxagliptina nem do seu metabolito principal foram significativamente alterados pela metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, omeprazol, antiácidos ou famotidina.

Vandetanib + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas: Efeitos de outros medicamentos no vandetanib: Em indivíduos saudáveis, a Cmax para vandetanib diminuiu em 15% enquanto a AUC (0-t) para vandetanib não foi afetada quando administrado em conjunto com omeprazol. Nem a Cmax nem a AUC (0-t) para vandetanib foram afetadas quando administrado em conjunto com a ranitidina. Assim não é necessário alterar a dose de vandetanib quando vandetanib é administrado com omeprazol ou a ranitidina.

Ospemifeno + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do ospemifeno sobre outros medicamentos: Foram realizados estudos de interação medicamentosa com substratos de prova para o CYP2C9 (varfarina), CYP2C19 e CYP3A4 (omeprazol) e CYP2B6 (bupropiona). O ospemifeno não causou uma alteração clinicamente significativa na exposição aos substratos, indicando que o ospemifeno não afeta a atividade destas enzimas in vivo de forma clinicamente significativa.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Flurazepam + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Inibidores conhecidos das enzimas hepáticas particularmente a cimetidina, omeprazol e dissulfuram, mostraram reduzir a depuração das benzodiazepinas e podem potenciar a sua ação.

Atomoxetina + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que aumentam o pH gástrico (hidróxido de magnésio/hidróxido de alumínio, omeprazol) não tiveram efeito na biodisponibilidade da atomoxetina.

Aripiprazol + Omeprazol

Observações: Deverá ter-se precaução se o aripiprazol for administrado concomitantemente com medicamentos que se sabe que causam intervalo QT prolongado ou desequilíbrio eletrolítico.
Interações: Em estudos clínicos, doses de 10-30 mg/dia de aripiprazol não tiveram efeito significativo no metabolismo de substratos das CYP2D6 (razão dextrometorfano/3-metoximorfinano), 2C9 (varfarina), 2C19 (omeprazol) e 3A4 (dextrometorfano). Adicionalmente, o aripiprazol e o dehidro-aripiprazol não mostraram potencial para alterar in vitro o metabolismo mediado pela CYP1A2. Consequentemente, não é provável que o aripiprazol cause interações medicamentosas clinicamente importantes mediadas por estas enzimas.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ombitasvir + Paritaprevir + Ritonavir + Omeprazol

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir foi administrado em doses múltiplas em todos os estudos de interação medicamentosa, com exceção dos estudos de interação medicamentosa com carbamazepina, gemfibrozil e cetoconazol.
Interações: Interações farmacocinéticas: Potencial para Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir afetar a farmacocinética de outros medicamentos: Os estudos de interação medicamentosa in vivo avaliaram o efeito global do tratamento de associação, incluindo o ritonavir. Medicamentos metabolizados pelo CYP2C19: A coadministração de Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir pode diminuir a exposição a medicamentos que são metabolizados pelo CYP2C19 (por exemplo lansoprazol, esomeprazol, s-mefenitoína) o que pode requerer ajuste da dose/monitorização clínica. Os substratos do CYP2C19 avaliados nos estudos de interação medicamentosa incluem omeprazol e escitalopram. Interações entre Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir e outros medicamentos INIBIDORES DA BOMBA DE PROTÕES: Omeprazol 40 mg uma vez por dia Mecanismo: indução do CYP2C19 Pelo ritonavir. Administrado com: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir + dasabuvir Administrado com: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir sem dasabuvir Se for clinicamente indicado utilizar doses mais elevadas de omeprazol. Não é necessário ajuste da dose para Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir.

Drospirenona + Etinilestradiol + Omeprazol

Observações: Os principais metabolitos de drospirenona no plasma humano são criados sem envolvimento do sistema citocromo P450. Desta forma, é pouco provável que os inibidores deste sistema enzimático influenciem o metabolismo da drospirenona.
Interações: Com base em estudos de inibição in vitro e em estudos de interacção in vivo em voluntárias que utilizam omeprazol, sinvastatina e midazolam como substrato marcador, é pouco provável a ocorrência de uma interacção da drospirenona em doses de 3 mg com o metabolismo de outras substâncias activas.

Lacosamida + Omeprazol

Observações: Os dados disponíveis sugerem que a lacosamida possui um potencial de interação baixo. Estudos in vitro indicam que os enzimas CYP1A2, 2B6 e 2C9 não são induzidos e que os CYP1A1, 1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2D6 e 2E1 não são inibidos pela lacosamida, nas concentrações plasmáticas observadas durante os ensaio s clínicos. Um estudo in vitro indicou que a lacosamida não é transportada por glicoproteína - P no intestino. Dados in vitro demonstram que o CYP2C9, CYP2C19 e CYP3A4 têm a capacidade de catalizar a formação do metabolito O - desmetil. A lacosamida tem um perfil de ligação às proteínas inferior a 15%, pelo que são consideradas pouco provaveis interações de competição pelo recetor proteico, com outros medicamentos.
Interações: A lacosamida não afetou a farmacocinética do omeprazol (metabolizado pelo CYP2C19 e 3A4, após toma de lacosamida 300 mg duas vezes ao dia). O omeprazol, inibidor do CYP2C19, (40 mg/dia) não originou um aumento clinicamente significativo da exposição da lacosamida. Deste modo, é pouco provável que inibidores moderados do CYP2C19 afetem numa extensão clinicamente relevante a exposição sistémica à lacosamida.

Lumiracoxib + Omeprazol

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos. Com base nos estudos in vitro, não é expectável que as interações envolvendo ligação às proteínas plasmáticas tenham efeitos clinicamente relevantes no que concerne o lumiracoxib ou fármacos administrados concomitantemente.
Interações: Várias vias aparentam estar envolvidas no metabolismo de lumiracoxib, incluindo a glucuronidação e oxidação. A principal via oxidativa é mediada pela CYP2C9. O omeprazol, um inibidor da CYP2C19, não teve efeito na farmacocinética de lumiracoxib.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nalmefeno + Omeprazol

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa in vivo.
Interações: A administração concomitante com um indutor da UGT (por exemplo, dexametasona, fenobarbital, rifampicina, omeprazol) pode potencialmente originar concentrações plasmáticas subterapêuticas de nalmefeno.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Diazepam + Omeprazol

Observações: O metabolismo oxidativo de diazepam, que leva à formação de N-desmetildiazepam, de 3-hidroxiazepam (temazepam) e de oxazepam, é mediado pelas isoenzimas CYP2C19 e CYP3A do citocromo P450. Como demonstrado por estudo in vitro, a reacção de hidroxilação é executada principalmente pela isoforma CYP3A, enquanto que a N-desmetilação é mediada por ambas a CYP3A e CYP2C19. Resultados de estudos in vivo em humanos voluntários confirmaram as observações in vitro. Consequentemente, substratos que sejam moduladores de CYP3A e/ou de CYP2C19 podem potencialmente alterar a farmacocinética de diazepam.
Interações: Fármacos como cimetidina, cetoconazol, fluvoxamina, fluoxetina e omeprazol, que são inibidores CYP3A ou CYP2C19 podem originar uma sedação aumentada e prolongada.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Riluzol + Omeprazol

Observações: Não se realizaram estudos clínicos para avaliar as interações de riluzol com outros medicamentos.
Interações: Os indutores do CYP1A2 (p.ex. tabaco, alimentos grelhados em carvão, rifampicina e omeprazol) podem aumentar a taxa de eliminação do riluzol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Armodafinil + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Anticoagulantes (por exemplo, varfarina), benzodiazepínicos (por exemplo, diazepam), clomipramina, hidantoínas (por exemplo, fenitoína), omeprazol ou propranolol porque o risco de seus efeitos secundários pode ser aumentado pelo armodafinil
 Sem significado Clínico

Rivaroxabano + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Não foram observadas interações farmacocinéticas ou farmacodinâmicas clinicamente relevantes quando o rivaroxabano foi coadministrado com midazolam (substrato do CYP3A4), digoxina (substrato da gp-P), atorvastatina (substrato do CYP3A4 e da gp-P) ou omeprazol (inibidor da bomba de protões). O rivaroxabano não inibe nem induz nenhuma isoforma importante do CYP, como o CYP3A4.

Clopidogrel + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Outras terapêuticas concomitantes: Uma vez que o clopidogrel é metabolizado no seu metabolito activo em parte pelo CYP2C19, o uso de medicamentos que inibem a actividade desta enzima têm um resultado esperado de redução dos níveis do metabolito activo do clopidogrel e uma redução na eficácia clínica. O uso concomitante de medicamentos que inibem o CYP2C19 deve ser desencorajado. Os fármacos que inibem o CYP2C19 incluem omeprazol e esomeprazol, fluvoxamina, fluoxetina, moclobemida, voriconazol, fluconazol, ticlopidina, ciprofloxacina, cimetidina, carbamazepina, oxcarbazepina e cloranfenicol.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Modafinil + Omeprazol

Observações: Modafinil pode aumentar o seu próprio metabolismo através da indução da atividade do CYP3A4/5 mas o efeito é modesto, sendo improvável que tenha consequências clínicas significativas.
Interações: Outros medicamentos: Substâncias que são largamente eliminadas pelo metabolismo a nível do CYP2C19, como é o caso do diazepam, propranolol e omeprazol, poderão ter a sua depuração reduzida com a administração concomitante de modafinil, pelo que poderão necessitar de uma redução da dose.

Dasatinib + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Antagonistas dos recetores da histamina-2 e inibidores da bomba de protões: É provável que a supressão a longo prazo da secreção ácida gástrica pelos antagonistas dos recetores H2 e inibidores da bomba de protões (ex. famotidina e omeprazol) reduza a exposição ao dasatinib. Num estudo de dose única em indivíduos saudáveis, a administração de famotidina 10 horas antes de uma dose única de dasatinib reduziu a exposição ao dasatinib em cerca de 61%. Num estudo de 14 indivíduos saudáveis, a administração de uma dose única de 100 mg de dasatinib 22 horas após omeprazol na dose de 40 mg durante 4 dias no estado estacionário, levou à redução da AUC do dasatinib em 43% e da Cmax do dasatinib em 42%. Em doentes a receber terapêutica com dasatinib deve ser considerada a utilização de antiácidos em substituição dos antagonistas dos recetores H2 ou dos inibidores da bomba de protões.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Raltegravir + Omeprazol

Observações: Todos os ensaios de interação foram realizados em adultos.
Interações: Efeito de outros medicamentos na farmacocinética do raltegravir: A administração concomitante de Raltegravir com outros medicamentos que aumentam o pH gástrico (ex., omeprazol e famotidina) pode aumentar a taxa de absorção de raltegravir e conduzir a níveis plasmáticos de raltegravir aumentados. Nos ensaios clínicos de fase III, os perfis de segurança nos subgrupos de doentes a tomar inibidores da bomba de protões ou antagonistas H2 foram comparáveis aos que não estavam a tomar estes antiácidos. Deste modo, não é necessário ajuste de dose com a utilização de inibidores da bomba de protões ou antagonistas H2. Dados de Interações Farmacocinéticas: BLOQUEADORES H2 E INIBIDORES DA BOMBA DE PROTÕES: Omeprazol raltegravir 400 mg Duas Vezes por Dia) Não é necessário ajuste posológico para o Raltegravir.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Artenimol + Piperaquina + Omeprazol

Observações: Não se realizaram estudos farmacocinéticos de interacção medicamentosa com Artenimol / Piperaquina. A avaliação do potencial de ocorrência de interações medicamentosas baseia-se em estudos in vitro.
Interações: A piperaquina é metabolizada, em pequena extensão, pela CYP2C19 e também é um inibidor desta enzima. Existe o potencial de diminuir a velocidade do metabolismo de outros substratos desta enzima, como o omeprazol, com o aumento consequente da sua concentração plasmática e, portanto, da sua toxicidade.

Fexofenadina + Omeprazol

Observações: A fexofenadina não sofre biotransformação hepática, não havendo assim interação com outros medicamentos através de mecanismos hepáticos.
Interações: Não foi observada qualquer interação entre a fexofenadina e o omeprazol.

Enzalutamida + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Potencial da enzalutamida para afetar a exposição a outros medicamentos: Indução enzimática: A enzalutamida é um potente inibidor enzimático levando ao aumento da síntese de muitas enzimas e transportadores; portanto é esperada a interação com muitos medicamentos comuns que são substratos destas enzimas ou transportadores. A redução das concentrações plasmáticas podem ser substanciais, e levar a perda ou reduzir o efeito clínico. Existe também um risco aumentado da formação de metabolitos ativos. As enzimas que podem ser induzidas são o CYP3A no fígado e intestino, o CYP2C9, o CYP2C19, o CYP1A2 e auridina 5’ difosfato-glucuronosiltransferases (conjugação das enzimas UGTs-glucuronida). A proteína de transporte de P-gp pode também ser induzida, e provavelmente outros transportadores, como por exemplo, a proteína de resistência múltipla 2 (MRP2), proteína de resistência do cancro da mama (BCRP) e do polipéptido transportador aniónico orgânico 1B1, (OATP1B1). Estudos in vivo demonstraram que a enzalutamida é um indutor potente do CYP3A4 e um indutor moderado do CYP2C9 e do CYP2C19. A coadministração da enzalutamida (160 mg uma vez por dia) com doses únicas orais de substratos sensíveis ao CYP em doentes com cancro da próstata, resultou numa diminuição de 86% da AUC do midazolam (substrato do CYP3A4), numa diminuição de 56% na AUC da S-varfarina (substrato do CYP2C9) e numa diminuição de 70% na AUC do omeprazol (substrato do CYP2C19). A UGT1A1 pode também ter sido induzida. São esperadas interações com alguns medicamentos que são eliminados através do metabolismo ou por transporte ativo. Se o seu efeito terapêutico é de grande importância para o doente, e se os ajustes de dose não são facilmente realizados com base na monitorização de eficácia ou da concentração plasmática, estes medicamentos devem ser evitados ou utilizados com precaução. O risco de lesão hepática após a administração de paracetamol é suspeito ser maior em doentes tratados concomitantemente com indutores de enzima. Grupos de medicamentos que podem ser afetados incluem, mas não se limitam a: Analgésicos (ex. fentanilo, tramadol) Antibióticos (ex. claritromicina, doxiciclina) Agentes antineoplásicos (ex. cabazitaxel) Anticoagulantes (ex. acenocumarol, varfarina) Antiepiléticos (ex. carbamazepina, clonazepam, fenitoína, primidona, ácido valpróico) Antipsicóticos (ex. haloperidol) Bloqueadores beta (ex. bisoprolol, propranolol) Bloqueadores da entrada do cálcio (ex. diltiazem, felodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil) Cardiotónicos digitálicos (ex. digoxina) Corticosteroides (ex. dexametasona, prednisolona) Antirretrovirais VIH (ex. indinavir, ritonavir) Hipnóticos (ex. diazepam, midazolam, zolpidem) Estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 (ex. atorvastatina, sinvastatina)
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Pirfenidona + Omeprazol

Observações: Os doentes devem ser monitorizados rigorosamente para o surgimento de reações adversas associadas à terapêutica com Pirfenidona. Descontinuar Pirfenidona se necessário.
Interações: No caso dos indutores moderados da CYP1A2 (por exemplo, omeprazol), a utilização concomitante pode, teoricamente, resultar numa diminuição dos níveis plasmáticos da pirfenidona.

Darunavir + Cobicistate + Omeprazol

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com Darunavir / Cobicistate. Uma vez que Darunavir / Cobicistate contém darunavir e cobicistate, as interações que foram identificadas com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir) e com cobicistate determinam as interações que podem ocorrer com Darunavir / Cobicistate. Os ensaios de interação com darunavir/ritonavir e com cobicistate apenas foram realizados em adultos.
Interações: INIBIDORES DAS BOMBAS DE PROTÕES: Dexlansoprazol, Esomeprazol, Lansoprazol, Omeprazol, Pantoprazol, Rabeprazol: Tendo por base considerações teóricas, não são esperadas interações mecanísticas. Darunavir / Cobicistate pode ser administrado concomitantemente com inibidores da bomba de protões sem qualquer ajuste de dose.

Clopidogrel + Ácido acetilsalicílico + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Outras terapêuticas concomitantes com clopidogrel: Uma vez que o clopidogrel é metabolizado no seu metabolito ativo em parte pelo CYP2C19, o uso de medicamentos que inibem a atividade desta enzima têm um resultado esperado de redução dos níveis do metabolito ativo do clopidogrel. A relevância clínica desta interação é incerta. Como precaução o uso concomitante de inibidores fortes ou moderados do CYP2C19 deve ser desencorajado. Os medicamentos que inibem o CYP2C19 incluem omeprazol e esomeprazol, fluvoxamina, fluoxetina, moclobemida, voriconazol, fluconazol, ticlopidina, ciprofloxacina, cimetidina, carbamazepina, oxcarbazepina e cloranfenicol. Inibidores da Bomba de Protões (IBP): O omeprazol 80 mg administrado uma vez ao dia ao mesmo tempo que o clopidogrel ou com 12 horas de intervalo entre as administrações dos dois medicamentos diminuiu a exposição do metabolito ativo em 45% (dose de carga) e 40% (dose de manutenção). A diminuição foi associada a uma redução na inibição da agregação plaquetária em 39% (dose de carga) e 21% (dose de manutenção). É esperado que o Esomeprazol tenha uma interação similar com o clopidogrel. Dados inconsistentes sobre as implicações clínicas desta interação farmacocinética (PK)/farmacodinâmica (PD) em termos de acontecimentos cardiovasculares major foram notificados tanto em estudos observacionais como clínicos. Como precaução, o uso concomitante de omeprazol ou esomeprazol deve ser desencorajado. Foram observadas reduções menos pronunciadas na exposição do metabolito com pantoprazol e lansoprazol. As concentrações plasmáticas de metabolito ativo foram reduzidas em 20% (dose de carga) e 14% (dose de manutenção) durante o tratamento concomitante com pantoprazol 80 mg uma vez ao dia. Isto foi associado a uma redução média da inibição da agregação plaquetária em 15% e 11%, respetivamente. Estes resultados indicam que o clopidogrel pode ser administrado com pantoprazol.

Bortezomib + Omeprazol

Observações: Os estudos in vitro indicam que o bortezomib é um inibidor fraco das isoenzimas 1A2, 2C9, 2C19, 2D6 e 3A4 do citocromo P450 (CYP). Com base na contribuição limitada (7%) do CYP2D6 para o metabolismo do bortezomib, não é esperado que o fenotipo de metabolizador lento CYP2D6 afete a eliminação total do bortezomib.
Interações: Num estudo de interação medicamentosa, que avaliou o efeito do omeprazol, um inibidor potente do CYP2C19, na farmacocinética do bortezomib (administrado por injeção intravenosa), não se demonstrou efeito significativo na farmacocinética de bortezomib, com base em dados de 17 doentes.
 Sem significado Clínico

Eltrombopag + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do eltrombopag noutros medicamentos: Substratos do citocromo P450: Em estudos utilizando microssomas hepáticos humanos, o eltrombopag (até 100 µM) não mostrou inibição in vitro das enzimas CYP450 1A2, 2A6, 2C19, 2D6, 2E1, 3A4/5 e 4A9/11 e foi inibidor do CYP2C8 e CYP2C9, medido utilizando paclitaxel e diclofenac como substratos sonda. A administração durante 7 dias de 75 mg uma vez por dia de eltrombopag a 24 homens saudáveis não inibiu ou induziu o metabolismo dos substratos sonda para 1A2 (cafeína), 2C19 (omeprazol), 2C9 (flurbiprofeno), ou 3 A4 (midazolam) nos humanos. Não se esperam interações clinicamente significativas com a administração concomitante de eltrombopag e substratos CYP450.

Sorafenib + Omeprazol

Observações: n.d.
Interações: Substratos do CYP3A4, CYP2D6 e CYP2C19: A administração concomitante de sorafenib e midazolam, dextrometorfano ou omeprazol, os quais são substratos dos citocromos CYP3A4, CYP2D6 e CYP2C19, respetivamente, não alterou a exposição a estes agentes. Isto indica que o sorafenib não é nem um inibidor nem um indutor destas isoenzimas do citocromo P450. Desta forma, são improváveis in terações farmacocinéticas clínicas de sorafenib com substratos destas enzimas.

Tasimelteom + Omeprazol

Observações: A CYP1A2 e a CYP3A4 são enzimas que foram identificadas como desempenhando um papel importante no metabolismo do tasimelteom. Foi demonstrado que os medicamentos que inibem a CYP1A2 e a CYP3A4 alteram o metabolismo do tasimelteom in vivo. Não é conhecido o envolvimento de outras enzimas (por exemplo, CYP2C19) no metabolismo do tasimelteom.
Interações: Recomenda-se precaução ao administrar o tasimelteom em associação com inibidores potentes da CYP2C19, como o omeprazol, devido a incertezas relativamente ao envolvimento da CYP2C19 e ao facto de o efeito da administração concomitante de inibidores potentes da CYP2C19 não ter sido estudado.

Baricitinib + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Agentes modificadores do pH gástrico A elevação do pH gástrico com omeprazol não teve qualquer efeito clinicamente significativo sobre a exposição ao baricitinib.

Brivaracetam + Omeprazol

Observações: Os estudos de interação formais foram realizados apenas em adultos.
Interações: Efeitos do brivaracetam sobre outros medicamentos: O brivaracetam nas doses de 50 mg ou 150 mg/dia não afetou a área sob a curva (AUC) do midazolam (metabolizado pelo CYP3A4). O risco de interações clinicamente significativas com o CYP3A4 é considerado reduzido. Estudos in vitro demonstraram que o brivaracetam possui uma inibição reduzida ou inexistente das isoformas do CYP450 exceto para o CYP2C19. O brivaracetam pode aumentar as concentrações plasmáticas dos medicamentos metabolizados pelo CYP2C19 (por exemplo, lansoprazol, omeprazol, diazepam). Quando testado in vitro, o brivaracetam não induziu os enzimas CYPA1/2 mas induziu o CYP3A4 e o CYP2B6. Nos estudos in vivo, não foi detetada indução do CYP3A4 (ver midazolam acima). A indução do CYP2B6 não foi investigada em estudos in vivo mas o brivaracetam pode reduzir as concentrações plasmáticas dos medicamentos metabolizados pelo CYP2B6 (por exemplo, efavirenz). Estudos de interação in vitro, destinados a determinar os potenciais efeitos inibitórios sobre os transportadores, concluíram que não existiram efeitos clinicamente significativos exceto para o OAT3. Em estudos in vitro, o brivaracetam inibiu o OAT3 com uma concentração inibitória máxima média 42 vezes superior à Cmax para a dose máxima clínica. O brivaracetam na dose de 200 mg/dia pode aumentar as concentrações plasmáticas dos medicamentos transportados pelo OAT3.

Claritromicina + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Efeitos da Claritromicina em outros medicamentos: Sabe-se ou suspeita-se que os fármacos ou classes seguintes são metabolizados pela isoenzima CYP3A: Alprazolam, astemizol, carbamazepina, cilostazol, cisaprida, ciclosporina, disopiramida, alcaloides da cravagem do centeio, lovastatina, metilprednisolona, midazolam, omeprazol, anticoagulantes orais (por ex. varfarina), pimozida, quinidina, rifabutina, sildenafil, sinvastatina, tacrolímus, terfenadina, triazolam e vimblastina. Fármacos com interação por mecanismos semelhantes através de outras isoenzimas no sistema do citocromo P450 incluem a fenitoína, teofilina e valproato. Efeitos da Claritromicina em outros medicamentos: Omeprazol: Foi administrada claritromicina (500 mg de 8 em 8 horas) em associação com omeprazol (40 mg uma vez por dia) a indivíduos adultos saudáveis. As concentrações plasmáticas de omeprazol no estado estacionário foram aumentadas (Cmax, AUC0-24 e t1/2 aumentaram 30%, 89% e 34%, respetivamente) com a administração concomitante de claritromicina. O valor médio a 24 horas de pH gástrico foi 5,2 quando o omeprazol foi administrado isoladamente e 5,7 quando o omeprazol foi coadministrado com a claritromicina.
 Sem significado Clínico

Avanafil + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do avanafil noutros medicamentos: Inibição do citocromo P450: Em estudos in vitro em microssomas hepáticos humanos, o avanafil apresentou um potencial desprezível para interações medicamentosas com CYP1A1/2, 2A6, 2B6 e 2E1. Além disso, os metabolitos do avanafil (M4, M16 e M27) demonstraram igualmente uma inibição mínima das CYP 1A1/2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A4. Com base nestes dados, não se prevê que o avanafil tenha um efeito significativo noutros medicamentos metabolizados por estas enzimas. Na medida em que os dados in vitro identificaram potenciais interações do avanafil com as CYP 2C19, 2C8/9, 2D6 e 3A4, estudos clínicos adicionais com o omeprazol, a rosiglitazona e a desipramina não revelaram interações clinicamente relevantes com as CYP 2C19, 2C8/9 e 2D6.

Midostaurina + Omeprazol

Observações: A midostaurina sofre uma extensa metabolização hepática principalmente através das enzimas CYP3A4 que são induzidas ou inibidas por alguns medicamentos concomitantes.
Interações: Efeito de Midostaurina sobre outros medicamentos Midostaurina não é um inibidor da CYP3A4 in vivo. A farmacocinética de midazolam (sonda CYP3A4 sensíveis) não foi afetada após três dias de administração de midostaurina a indivíduos saudáveis. Com base em dados in vitro, a midostaurina e/ou os seus metabolitos têm o potencial de inibir as enzimas CYP1A2, CYP2D6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2E1 e CYP3A4/5. Com base em dados in vitro, a midostaurina e/ou os seus metabolitos têm o potencial de induzir as enzimas CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19 e CYP3A4. A midostaurina inibiu OATP1B1, BCRP e glicoproteína-p (P-gp) in vitro. A combinação dos dados de auto indução de midostaurina in vivo após administração repetida e o aumento dos níveis de colesterol 4β-OH no plasma sugerem que a midostaurina pode ser pelo menos um indutor moderado da CYP3A4 in vivo. Não foram realizados estudo in vivo para investigar a indução e inibição de enzimas e transportadores pela midostaurina e pelos metabolitos ativos. Os medicamentos com uma margem terapêutica estreita que são substratos da CYP1A2 (p.ex. tizanidina), CYP2D6 (p. ex. codeína) CYP2C8 (p.ex. paclitaxel), CYP2C9 (p.ex. varfarina), CYP2C19 (e.g. omeprazol), CYP2E1 (p.ex. clorzoxazona), CYP3A4/5 (p.ex. tacrolímus), CYP2B6 (p.ex. efavirenz), Gp-p (p.ex. paclitaxel), BCRP (p.ex. atorvastatina) ou OATP1B1 (p. ex. digoxina) devem ser utilizados com precaução quando administrados concomitantemente com midostaurina, e podem necessitar de ajuste de dose para manter uma exposição ótima. Atualmente desconhece-se se a midostaurina pode reduzir a eficácia de contracetivos hormonais e portanto as mulheres a utilizar contracetivos hormonais devem também utilizar um método anticoncecional de barreira.
 Sem significado Clínico

Carvedilol + Ivabradina + Omeprazol

Observações: Não se observaram interações entre o carvedilol e a ivabradina num estudo de interações efetuado em voluntários saudáveis. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Estudos específicos de interação medicamentosa demonstraram que não existe efeito clinicamente significativo dos seguintes medicamentos na farmacocinética e farmacodinâmica da ivabradina: Inibidores da bomba de protões (omeprazol, lansoprazol), sildenafil, inibidores da redutase HMG CoA (sinvastatina), bloqueadores dos canais de cálcio dihidropiridinicos (amlodipina,lacidipina), digoxina e varfarina. Adicionalmente não houve qualquer efeito clinicamente significativo da ivabradina sobre a farmacocinética da sinvastatina, amlodipina, lacidipina, sobre a farmacocinética e farmacodinâmica da digoxina e da varfarina e sobre a farmacodinâmica do ácido acetilsalicílico.

Oxibato de sódio + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Omeprazol: A coadministração de omeprazol não tem efeito clinicamente significativo na farmacocinética do oxibato de sódio. Assim, a dose do oxibato de sódio não requer ajuste, quando este é administrado concomitantemente com inibidores da bomba de protões.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Varfarina + Omeprazol

Observações: n.d.
Interações: Os compostos que reconhecidamente potenciam a acção da varfarina ou que habitualmente são referidos como exercendo esse efeito são: Ácido etacrínico, ácido mefenâmico, ácido tielínico, álcool (ingestão aguda), alopurinol, amiodarona, Ácido Acetilsalicílico, azapropazona, cefamandol, ciprofloxacina, claritromicina, cloranfenicol, cimetidina, clofibrato, cotrimoxazol, danazol, dextropropoxifeno, dipiramidol, dissulfiram, eritromicina, estanozolol, etiloestrenol, fenilbutazona, fibratos, fluconazol, glucagão, halofenato, hormonas tiroideias, cetoconazol, latamofex, meclofenamato de sódio, metronidazol, miconazol, noretandrolona, omeprazol, oxifenbutazona, oximetolona, paracetamol, piroxicam, propafenona, quetoquenazol, quinidina, quinina, sinvastatina, ISRS antidepressivos, sulfinpirazona, sulfonamidas, sulindac, tetraciclina, valproato, vitamina E.

Omeprazol + Atazanavir

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interações: Os níveis plasmáticos de nelfinavir e atazanavir são diminuídos em caso de co- administração de omeprazol. A administração concomitante de omeprazol com atazanavir não é recomendada. A administração concomitante de omeprazol (40 mg uma vez por dia) e atazanavir 300 mg/ritonavir 100 mg a voluntários saudáveis resultou numa redução de 75% da exposição ao atazanavir. Aumentar a dose de atazanavir para 400 mg não compensou o impacto do omeprazol na exposição ao atazanavir. A co-administração de omeprazol (20 mg uma vez por dia) com atazanavir 400 mg/ritonavir 100 mg a voluntários saudáveis resultou numa diminuição de aproximadamente 30% na exposição ao atazanavir quando comparado ao atazanavir 300 mg/ritonavir 100 mg uma vez por dia.

Omeprazol + Nelfinavir

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interações: Os níveis plasmáticos de nelfinavir e atazanavir são diminuídos em caso de co-administração de omeprazol. A administração concomitante de omeprazol com nelfinavir é contraindicada. A co-administração de omeprazol (40 mg uma vez por dia) reduziu a exposição média ao nelfinavir em cerca de 40% e a exposição média ao metabolito M8 farmacologicamente activo foi reduzida em cerca de 75-90%. A interacção pode também envolver a inibição do CYP2C19.

Budesonida + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Nas doses recomendadas, o omeprazol não afeta a farmacocinética da budesonida oral, ao passo que a cimetidina tem um efeito ligeiro mas clinicamente não significativo.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fluvastatina + Omeprazol

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Antagonistas dos receptores H2 da histamina e inibidores da bomba de protões: A administração concomitante de fluvastatina com cimetidina, ranitidina ou omeprazol resulta num aumento da biodisponibilidade da fluvastatina, que, contudo, não tem relevância clínica.

Omeprazol + Digoxina

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interações: O tratamento concomitante com omeprazol (20 mg por dia) e digoxina em indivíduos saudáveis aumentou a biodisponibilidade da digoxina em 10%. A toxicidade da digoxina tem sido raramente notificada. No entanto, recomenda-se precaução quando o omeprazol é administrado em altas doses em doentes idosos. A monitorização terapêutica da digoxina deve ser reforçada.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Omeprazol + Clopidogrel

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interações: Num estudo clínico cruzado, clopidogrel (dose de carga 300 mg seguida de 75 mg/dia), em monoterapia e com omeprazol (80 mg ao mesmo tempo que clopidogrel) foram administrados durante 5 dias. A exposição ao metabolito activo do clopidogrel foi diminuída em 46% (Dia 1) e 42% (Dia 5), quando o clopidogrel e o omeprazol foram administrados em conjunto. A média da inibição da agregação plaquetária (IPA) foi diminuída em 47% (24 horas) e 30% (Dia 5), quando o clopidogrel e omeprazol foram administrados em conjunto. Noutro estudo foi demonstrado que a administração de clopidogrel e omeprazol em tempos diferentes não preveniu a sua interacção, que é susceptível de ser impulsionada pelo efeito inibitório do omeprazol sobre a CYP2C19. Dados inconsistentes sobre as implicações clínicas dessa interacção PK/DP em termos de eventos cardiovasculares major foram notificados a partir de estudos observacionais e clínicos.

Dronabinol + Canabidiol + Omeprazol

Observações: O delta-9-tetrahidrocanabinol (THC) e o canabidiol (CBD) são metabolizados pelo sistema enzimático do citocromo P 450 . Os efeitos inibidores deste medicamento sobre o sistema do citocromo P 450 observados in vitro e em modelos animais foram observados apenas em exposições significativamente mais elevadas do que a exposição máxima observada em ensaios clínicos. Num estudo in vitro com a substância medicamentosa de origem botânica THC a 1:1% (v/v) e com a substância medicamentosa de origem botânica CBD, não se observou indução relevante das enzimas do citocromo P 450 no que respeita às enzimas humanas CYP1A2, CYP2C9, CYP2C19 e CYP3A4 em hepatocitos humanos, em doses até 1 μ M (314 ng/ml). Quando este medicamento foi coadministrado com alimentos, a Cmax e a AUC médias do THC foram 1,6 e 2,8 vezes mais elevadas em comparação com o estado de jejum. Os valores correspondentes do CBD foram de 3,3 e 5,1 vezes.
Interações: O tratamento concomitante com o inibidor da CYP2C19 omeprazol não causou alteração significativa dos parâmetros farmacocinéticos.

Omeprazol + Posaconazol

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interações: A absorção de posaconazol, erlotinib, cetoconazol e itraconazol é significativamente reduzida e, portanto, a eficácia clínica pode ser comprometida. Para o posaconazol e erlotinib o uso concomitante deve ser evitado.

Omeprazol + Erlotinib

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interações: A absorção de posaconazol, erlotinib, cetoconazol e itraconazol é significativamente reduzida e, portanto, a eficácia clínica pode ser comprometida. Para o posaconazol e erlotinib o uso concomitante deve ser evitado.
 Sem significado Clínico

Rolapitant + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Outros CYP Não é de esperar nenhuma interação clinicamente significativa com os seguintes medicamentos, quando administrados com uma dose única de 180 mg de rolapitant no Dia 1 e sem rolapitant no Dia 8: repaglinida 0,25 mg (um substrato do CYP2C8), efavirenz 600 mg (um substrato do CYP2B6), tolbutamida 500 mg (um substrato do CYP2C9) ou omeprazol 40 mg (um substrato do CYP2C19). Ainda não é conhecido o potencial de rolapitant como inibidor do CYP1A2.

Omeprazol + Cetoconazol

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interações: A absorção de posaconazol, erlotinib, cetoconazol e itraconazol é significativamente reduzida e, portanto, a eficácia clínica pode ser comprometida. Para o posaconazol e erlotinib o uso concomitante deve ser evitado.

Omeprazol + Itraconazol

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interações: A absorção de posaconazol, erlotinib, cetoconazol e itraconazol é significativamente reduzida e, portanto, a eficácia clínica pode ser comprometida. Para o posaconazol e erlotinib o uso concomitante deve ser evitado.

Voriconazol + Omeprazol

Observações: n.d.
Interações: Omeprazol (40 mg [inibidor do CYP2C19; substrato CYP2C19 e do CYP3A4] Outros inibidores da bomba de protões que são substrato do CYP2C19 também podem ser inibidos pelo voriconazol e pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas destes medicamentos. Não é recomendado ajuste posológico do voriconazol. Quando se inicia o tratamento com voriconazol em doentes em terapêutica com dose de 40 mg ou superiores de omeprazol, recomenda-se que a dose de omeprazol seja reduzida para metade.
 Sem significado Clínico

Metformina + Saxagliptina + Omeprazol

Observações: A administração concomitante de doses múltiplas de saxagliptina (2,5 mg duas vezes por dia) e metformina (1.000 mg duas vezes por dia) não alterou significativamente o perfil farmacocinético da saxagliptina nem da metformina em doentes com diabetes tipo 2. Não foram realizados estudos formais de interação com Metformina/Saxagliptina.
Interações: SAXAGLIPTINA: Os dados clínicos a seguir descritos sugerem que é baixo o risco de interações clinicamente significativas com outros medicamentos administrados concomitantemente. O metabolismo da saxagliptina é mediado principalmente pelo citocromo P450 3A4/5 (CYP3A4/5). Em estudos in vitro, a saxagliptina e o seu principal metabolito não inibiram o CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1, ou 3A4, nem induziram o CYP1A2, 2B6, 2C9, ou 3A4. Em estudos realizados em indivíduos saudáveis, a farmacocinética da saxagliptina e do seu principal metabolito não foram significativamente alteradas pela metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, omeprazol, antiácidos ou famotidina. Adicionalmente, a saxagliptina não alterou significativamente a farmacocinética da metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, os componentes ativos dos contracetivos orais combinados (etinilestradiol e norgestimato), diltiazem ou cetoconazol. A administração concomitante de saxagliptina com o diltiazem, um inibidor moderado do CYP3A4/5, aumentou a Cmax e a AUC da saxagliptina em cerca de 63% e 2,1 vezes, respetivamente, e os valores correspondentes para o metabolito ativo diminuíram em cerca de 44% e 34%, respetivamente. A administração concomitante de saxagliptina com o cetoconazol, um inibidor potente do CYP3A4/5, aumentou a Cmax e a AUC da saxagliptina em cerca de 62% e 2,5 vezes, respetivamente, e os valores correspondentes para o metabolito ativo diminuíram em cerca de 95% e 88%, respetivamente.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Omeprazol + Varfarina

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interações: O omeprazol é um inibidor moderado da CYP2C19, a principal enzima que metaboliza omeprazol. Assim, o metabolismo concomitante de substâncias activas também metabolizadas pela CYP2C19 pode ser diminuída e a exposição sistémica a essas substâncias aumentada. Exemplos de tais substâncias são R-varfarina e outros antagonistas da vitamina K, cilostazol, diazepam e fenitoína.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Omeprazol + Antagonistas da vitamina K

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interações: O omeprazol é um inibidor moderado da CYP2C19, a principal enzima que metaboliza omeprazol. Assim, o metabolismo concomitante de substâncias activas também metabolizadas pela CYP2C19 pode ser diminuída e a exposição sistémica a essas substâncias aumentada. Exemplos de tais substâncias são R-varfarina e outros antagonistas da vitamina K, cilostazol, diazepam e fenitoína.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Omeprazol + Cilostazol

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interações: O omeprazol é um inibidor moderado da CYP2C19, a principal enzima que metaboliza omeprazol. Assim, o metabolismo concomitante de substâncias activas também metabolizadas pela CYP2C19 pode ser diminuída e a exposição sistémica a essas substâncias aumentada. Exemplos de tais substâncias são R-varfarina e outros antagonistas da vitamina K, cilostazol, diazepam e fenitoína. O omeprazol, administrado em doses de 40 mg a indivíduos saudáveis num estudo cruzado, aumentou a Cmáx e AUC de cilostazol em 18% e 26% respectivamente, e um dos seus metabolitos activos em 29% e 69% respectivamente.

Erlotinib + Omeprazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Deve ter-se cuidado nestas situações. Erlotinib e medicamentos que alteram o pH: O erlotinib é caracterizado por uma diminuição na solubilidade para valores de pH superiores a 5. Os medicamentos que alterem o pH do trato gastrointestinal (GI) superior podem modificar a solubilidade do erlotinib e consequentemente a sua biodisponibilidade. A administração simultânea de erlotinib e omeprazol, um inibidor da bomba de protões, diminuiu a exposição ao erlotinib [AUC] e a concentração máxima [C max ] em 46% e 61%, respetivamente. Não houve alteração do Tmax ou da semivida. A administração concomitante de erlotinib com 300 mg de ranitidina, um antagonista do recetor H2, reduziu a exposição ao erlotinib [AUC] e a concentração máxima [Cmax ] em 33% e 54%, respetivamente. Não é provável que o aumento da dose de Erlotinib, quando este é administrado em simultâneo com estes fármacos, compense esta perda de exposição. No entanto, quando Erlotinib é administrado de forma desfasada, 2 horas antes ou 10 horas após 150 mg de ranitidina 2 vezes por dia, a exposição ao erlotinib [AUC ] e a concentração máxima [Cmax ] diminuíram em apenas 15% e 7%, respetivamente. Não foi estudado o efeito dos antiácidos na absorção de erlotinib, mas esta pode estar comprometida conduzindo a níveis plasmáticos inferiores. Em suma, deve evitar-se a associação de erlotinib com inibidores da bomba de protões. Caso a utilização de antiácidos seja considerada necessária durante tratamento com Erlotinib, estes devem ser administrados pelo menos 4 horas antes ou 2 horas após a dose diária de Erlotinib. Ao considerar a utilização de ranitidina, esta deve ser feita de forma desfasada, isto é, Erlotinib deve ser administrado pelo menos 2 horas antes ou 10 horas após a administração de ranitidina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Omeprazol + Diazepam

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interações: O omeprazol é um inibidor moderado da CYP2C19, a principal enzima que metaboliza omeprazol. Assim, o metabolismo concomitante de substâncias activas também metabolizadas pela CYP2C19 pode ser diminuída e a exposição sistémica a essas substâncias aumentada. Exemplos de tais substâncias são R-varfarina e outros antagonistas da vitamina K, cilostazol, diazepam e fenitoína.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Omeprazol + Fenitoína

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interações: O omeprazol é um inibidor moderado da CYP2C19, a principal enzima que metaboliza omeprazol. Assim, o metabolismo concomitante de substâncias activas também metabolizadas pela CYP2C19 pode ser diminuída e a exposição sistémica a essas substâncias aumentada. Exemplos de tais substâncias são R-varfarina e outros antagonistas da vitamina K, cilostazol, diazepam e fenitoína. Recomenda-se a monitorização da concentração plasmática da fenitoína durante as primeiras duas semanas após o início do tratamento com omeprazol e, em caso de ajuste de dose da fenitoína, deve ocorrer monitorização e ajuste adicional da dose após a suspensão do tratamento com omeprazol.

Rotigotina + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: A coadministração de omeprazol (inibidor do CYP2C19), em doses de 40 mg/dia, não teve efeito na farmacocinética e metabolismo da rotigotina, em voluntários saudáveis.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Omeprazol + Saquinavir

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interações: A administração concomitante de omeprazol com saquinavir/ritonavir resultou em aumento dos níveis plasmáticos até cerca de 70% para o saquinavir associado a uma boa tolerabilidade em doentes infectados pelo VIH.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Omeprazol + Ritonavir

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interações: A administração concomitante de omeprazol com saquinavir/ritonavir resultou em aumento dos níveis plasmáticos até cerca de 70% para o saquinavir associado a uma boa tolerabilidade em doentes infectados pelo VIH.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Estiripentol + Omeprazol

Observações: Não se encontra devidamente esclarecida a influência de outros medicamentos antiepilépticos na farmacocinética do estiripentol. Estudos in vitro sugeriram que o metabolismo de fase 1 do estiripentol é catalizado pela CYP1A2, CYP2C19 e CYP3A4 e possivelmente outras enzimas. É aconselhada precaução ao associar o estiripentol com outras substâncias que inibem ou induzem uma ou mais destas enzimas.
Interações: Em concentrações terapêuticas, o estiripentol inibe significativamente várias isoenzimas CYP450: por exemplo, CYP2C19, CYP2D6 e CYP3A4. Como resultado, poderão ser esperadas interações farmacocinéticas de origem metabólica com outros medicamentos. Estas interações podem originar aumento dos níveis sistémicos destas substâncias activas, susceptível de conduzir a uma elevação dos efeitos farmacológicos e a um aumento das reacções adversas. É necessário actuar com cautela se as circunstâncias clínicas exigirem a combinação de estiripentol com substâncias metabolizadas por CYP2C19 (como citalopram, omeprazol) ou CYP3A4 (inibidores de protease HIV, antihistamínicos como astemizol, clorofenamina, bloqueadores dos canais de cálcio, estatinas, contracetivos orais, codeína), devido ao maior risco de reacções adversas. Recomenda-se o controlo das concentrações plasmáticas ou das reacções adversas. Poderá ser necessário proceder a um ajuste posológico.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Omeprazol + Tacrolímus

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interações: Tem sido relatado que a administração concomitante de omeprazol aumenta os níveis séricos de tacrolimus. Deve ser efectuada uma monitorização reforçada das concentrações de tacrolimus, bem como da função renal (clearance de creatinina), e a dose de tacrolimus ajustada, se necessário.

Omeprazol + Inibidores do CYP2C19

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interações: Como o omeprazol é metabolizado por CYP2C19 e CYP3A4, as substâncias activas que inibem a CYP2C19 ou CYP3A4 (tais como a claritromicina e voriconazol) podem levar a um aumento dos níveis séricos de omeprazol, por diminuir a taxa de metabolismo do omeprazol. O tratamento concomitante com voriconazol resultou numa exposição ao omeprazol superior ao dobro. Uma vez que altas doses de omeprazol têm sido bem toleradas, o ajuste da dose de omeprazol geralmente não é necessário. No entanto, deve considerar-se o ajuste da dose em doentes com compromisso hepático grave e se estiver indicado um tratamento a longo prazo.

Omeprazol + Inibidores do CYP3A4

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interações: Como o omeprazol é metabolizado por CYP2C19 e CYP3A4, as substâncias activas que inibem a CYP2C19 ou CYP3A4 (tais como a claritromicina e voriconazol) podem levar a um aumento dos níveis séricos de omeprazol, por diminuir a taxa de metabolismo do omeprazol. Uma vez que altas doses de omeprazol têm sido bem toleradas, o ajuste da dose de omeprazol geralmente não é necessário. No entanto, deve considerar-se o ajuste da dose em doentes com compromisso hepático grave e se estiver indicado um tratamento a longo prazo.

Omeprazol + Voriconazol

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interações: Como o omeprazol é metabolizado por CYP2C19 e CYP3A4, as substâncias activas que inibem a CYP2C19 ou CYP3A4 (tais como a claritromicina e voriconazol) podem levar a um aumento dos níveis séricos de omeprazol, por diminuir a taxa de metabolismo do omeprazol. O tratamento concomitante com voriconazol resultou numa exposição ao omeprazol superior ao dobro. Uma vez que altas doses de omeprazol têm sido bem toleradas, o ajuste da dose de omeprazol geralmente não é necessário. No entanto, deve considerar-se o ajuste da dose em doentes com compromisso hepático grave e se estiver indicado um tratamento a longo prazo.

Omeprazol + Claritromicina

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interações: Como o omeprazol é metabolizado por CYP2C19 e CYP3A4, as substâncias activas que inibem a CYP2C19 ou CYP3A4 (tais como a claritromicina e voriconazol) podem levar a um aumento dos níveis séricos de omeprazol, por diminuir a taxa de metabolismo do omeprazol. Uma vez que altas doses de omeprazol têm sido bem toleradas, o ajuste da dose de omeprazol geralmente não é necessário. No entanto, deve considerar-se o ajuste da dose em doentes com compromisso hepático grave e se estiver indicado um tratamento a longo prazo.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Omeprazol + Indutores do CYP2C19

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interações: As substâncias activas conhecidas por induzir CYP2C19 ou CYP3A4, ou ambos (como a rifampicina e hipericão) podem levar à diminuição dos níveis séricos de omeprazol por aumentar a taxa de metabolismo do omeprazol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Subcitrato de bismuto potássico + Metronidazol + Tetraciclina + Omeprazol

Observações: Não foram realizados estudos formais de interação com esta associação. Antes do tratamento, deve ser verificada a necessidade de outra medicação concomitante em doentes que estejam a tomar este medicamento. Apesar de não ter sido detetada qualquer interação específica com a associação, os doentes que tomem um grande número de medicamentos concomitantes têm geralmente um risco mais elevado de sofrerem efeitos indesejáveis e, por conseguinte, devem ser tratados com cuidado.
Interações: Interações com o bismuto: O omeprazol aumenta a absorção do bismuto. Por conseguinte, é recomendado que este medicamento e o omeprazol sejam tomados após a ingestão de alimentos, de modo a reduzir a absorção do bismuto.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Omeprazol + Indutores do CYP3A4

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interações: As substâncias activas conhecidas por induzir CYP2C19 ou CYP3A4, ou ambos (como a rifampicina e hipericão) podem levar à diminuição dos níveis séricos de omeprazol por aumentar a taxa de metabolismo do omeprazol.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Omeprazol + Hipericão

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interações: As substâncias activas conhecidas por induzir CYP2C19 ou CYP3A4, ou ambos (como a rifampicina e hipericão) podem levar à diminuição dos níveis séricos de omeprazol por aumentar a taxa de metabolismo do omeprazol.
 Sem significado Clínico

Pazopanib + Omeprazol

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do pazopanib noutros medicamentos: Estudos de farmacologia clínica com 800 mg de pazopanib uma vez por dia demonstraram que o pazopanib não tem um efeito clínico relevante na farmacocinética da cafeína (substrato sonda do CYP1A2), da varfarina (substrato sonda do CYP2C9), ou do omeprazol (substrato sonda do CYP2C19) em doentes com cancro.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Omeprazol + Rifampicina

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interações: As substâncias activas conhecidas por induzir CYP2C19 ou CYP3A4, ou ambos (como a rifampicina e hipericão) podem levar à diminuição dos níveis séricos de omeprazol por aumentar a taxa de metabolismo do omeprazol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tacrolímus + Omeprazol

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do metabolismo: Foi demonstrado clinicamente que as seguintes substâncias aumentam os níveis sanguíneos de tacrolímus: Foram observadas interações fortes com os antifúngicos cetoconazol, fluconazol, itraconazol e voriconazol, com o antibiótico macrólido eritromicina ou inibidores da protease VIH (por exemplo, ritonavir). O uso concomitante destas substâncias pode requerer a diminuição das doses de tacrolímus em praticamente todos os doentes. Interações mais fracas foram observadas com clotrimazol, claritromicina, josamicina, nifedipina, nicardipina, diltiazem, verapamilo, danazol, etinilestradiol, omeprazol e nefazodona.
 Sem significado Clínico

Sitaxentano + Omeprazol

Observações: O sitaxentano sódico é metabolizado no fígado pelas isoenzimas CYP2C9 e CYP3A4/5 do citocromo P450. O sitaxentano sódico é um inibidor da CYP2C9 e, em menor grau, CYP2C19, CYP3A4/5 e CYP 2C8. As concentrações plasmáticas dos fármacos metabolizados pela CYP2C9, podem aumentar durante a co-administração de sitaxentano sódico. Não se espera que a co-administração com fármacos metabolizados pela CYP2C19 ou CYP3A4/5 resulte em interações medicamentosas clinicamente significativas. O Sitaxentano sódico não afecta o transportador de p-glicoproteína, mas está estabelecido que o sitaxentano sódico é um substrato das proteínas transportadoras PTAO.
Interações: Efeitos do sitaxentano sódico noutros medicamentos: Omeprazol (substrato da CYP2C19): A administração concomitante de sitaxentano sódico com omeprazol aumentou a AUC 0 -24 do omeprazol em 30%; a Cmax ficou inalterada. A alteração na AUC (área sob a curva) não foi considerada clinicamente significativa.

Glecaprevir + Pibrentasvir + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: INIBIDORES DA BOMBA DE PROTÕES Omeprazol 20 mg uma vez por dia (Aumento do valor o pH gástrico) Omeprazol 40 mg uma vez por dia (1 hora antes do pequeno-almoço) Omeprazol 40 mg uma vez por dia (à noite sem alimentos) A coadministração de Glecaprevir / Pibrentasvir com omeprazol 40 mg pode levar a uma redução do efeito terapêutico e não é recomendada.

Doravirina + Lamivudina + Tenofovir + Omeprazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Agentes que alteram o pH gástrico Omeprazol: Não é necessário ajuste posológico.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Itraconazol + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: A coadministração de omeprazol e itraconazol reduz a concentração plasmática e a AUC do itraconazol em aproximadamente 65%, provavelmente devido à absorção reduzida, a qual é dependente do pH. Presume-se que o esomeprazol apresenta uma interação semelhante.

Nelfinavir + Omeprazol

Observações: n.d.
Interações: Inibidores da bomba de protões: Omeprazol: O omeprazol não deve ser coadministrado com o nelfinavir. A absorção do nelfinavir pode ser reduzida em situações em que o pH gástrico se encontra aumentado independentemente da causa. A coadministração do nelfinavir com omeprazol pode levar à perda de resposta virológica e por conseguinte, a utilização concomitante está contraindicada. Recomenda-se precaução quando o nelfinavir é coadministrado com outros inibidores da bomba de protões.

Pilocarpina + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Enquanto não se realizarem estudos formais de interações medicamentosas, foram utilizados os seguintes medicamentos concomitantemente em pelo menos 10% dos doentes num ou em ambos os estudos de eficácia na síndrome de Sjögren: Ácido acetilsalicílico, lágrimas artificiais, cálcio, estrogénios conjugados, sulfato de hidroxicloroquina, ibuprofeno, levotiroxina de sódio, acetato de medroxiprogesterona, metotrexato, multivitaminas, naproxeno, omeprazol, paracetamol e prednisolona. Não existiram notificações de toxicidade farmacológica durante qualquer estudo de eficácia.

Regorafenib + Omeprazol

Observações: N.D.
Interações: Substratos seletivos de isoformas CYP: Dados in vitro indicam que o regorafenib é um inibidor competitivo dos citocromos CYP2C8 (valor de Ki de 0,6 micromolar), CYP2C9 (valor de Ki de 4,7 micromolar), CYP2B6 (valor de Ki de 5,2 micromolar) em concentrações que são atingidas in vivo no estado estacionário (concentração plasmática máxima de 8,1 micromolar). A potência inibidora in vitro do CYP3A4 (valor de Ki de 11,1 micromolar) e do CYP2C19 (valor de Ki de 16,4 micromolar) foi menos pronunciada. Foi realizado um estudo de substratos sonda para avaliar o efeito de um tratamento de 14 dias com 160 mg de regorafenib na farmacocinética de substratos sonda do CYP2C8 (rosiglitazona), CYP2C9 (S-varfarina), CYP2C19 (omeprazol) e CYP3A4 (midazolam). Dados farmacocinéticos indicam que o regorafenib pode ser administrado concomitantemente com substratos do CYP2C8, CYP2C9, CYP3A4 e CYP2C19 sem uma interação medicamentosa clinicamente significativa.
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

O omeprazol pode ser usado durante a gravidez.

O omeprazol quando usado nas doses terapêuticas pode ser usado na amamentação.

Podem ocorrer reacções adversas tais como tonturas e perturbações visuais. Se forem afectados, os doentes não devem conduzir ou operar máquinas.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017