Midazolam

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI com Advertência na Condução
O que é
O Midazolam, de fórmula química C18H13ClFN3, à semelhança do diazepam, faz parte da classe das benzodiazepinas.

O seu principal mecanismo de ação é nos recetores gabarérgicos aumentando a permeabilidade neuronal aos iões cloretos, colocando a célula num estado de hiperpolarização.

Os seus principais efeitos são a ansiólise, relaxamento muscular, amnésia e em altas doses pode causar hipnose.

As principais vias de administração são a oral, intramuscular e endovenosa. É muito utilizado como pré-anestésico.

Tem uma ação poderosa em postergar memórias de abusos sexuais traumáticos, desde que eles ainda venham a ocorrer, tendo em vista que sua ação é anterógrada.

Pode ser utilizado como agente hipnótico em anestesia geral. É um fármaco muito utilizado como sedativo em cirugias extensivas.
Usos comuns
O Midazolam é utilizado para reduzir a ansiedade ou produzir sonolência ou anestesia antes de certos procedimentos médicos ou cirúrgicos.

Também pode ser administrado continuamente para manter a sedação ou anestesia em certos pacientes.

Pode ainda ser usado para outras condições, tal como determinado pelo Médico.
Tipo
Molécula pequena.
História
O Midazolam é um dos cerca de 35 benzodiazepínicos, que são atualmente utilizados clinicamente. Foi sintetizado em 1975 por Walser e Fryer em Hoffmann-LaRoche, Inc. nos Estados Unidos.

Devido à sua solubilidade em água, verificou-se ser menos propenso a causar tromboflebite que os medicamentos similares.

As propriedades anticonvulsivantes de Midazolam foram estudadas no final de 1970, mas não até a década de 1990 que ele emergir como um tratamento eficaz para estado de mal convulsivo.

A partir de 2010, é a benzodiazepina mais comumente utilizada em medicina como anestésico. Na medicina de emergência o Midazolam tornou-se mais popular do que outras benzodiazepinas, tais como o lorazepam e diazepam, uma vez que é de mais curta duração, mais potente e provoca menos dor no local da injeção.

O Midazolam também se está a tornar cada vez mais popular na medicina veterinária, devido à sua solubilidade em água.
Indicações
Oral:
Está indicado no tratamento de curta duração da insónia. As benzodiazepinas estão apenas indicadas em transtornos graves, incapacitantes ou quando sujeitam o indivíduo a extrema ansiedade.

Solução injetável:
É um medicamento indutor do sono de ação curta que está indicado:
Em adultos:
– Sedação consciente: antes e durante procedimentos de diagnóstico ou terapêuticos com ou sem anestesia local;
– Anestesia;
– Pré-medicação antes da indução da anestesia;
– Indução da anestesia;
– Como componente sedativo em anestesia combinada;
– Sedação em unidades de cuidados intensivos.

Em crianças:
– Sedação consciente antes e durante procedimentos de diagnóstico ou terapêuticos com ou sem anestesia local;
– Anestesia;
Pré-medicação antes da indução da anestesia;
– Sedação em unidades de cuidados intensivos.

Bucal:
Tratamento de convulsões agudas e prolongadas em lactentes, crianças e adolescentes (desde os 3 meses até menos de 18 anos de idade).

Só deve ser utilizado pelos pais/cuidadores quando o doente tiver sido diagnosticado como tendo epilepsia.

Nos lactentes entre os 3-6 meses de idade, o tratamento deve ser feito no enquadramento hospitalar onde é possível haver monitorização e existe equipamento de ressuscitação.
Classificação CFT

02.09.01 : Ansiolíticos, sedativos e hipnóticos

Mecanismo De Ação
Pensa-se que a ação das benzodiazepinas, tais como o midazolam, são mediadas através do neurotransmissor ácido gama-aminobutírico (GABA) inibitória, que é um dos principais neurotransmissores inibitórios no cérebro.

Os benzodiazepínicos aumentam a atividade do GABA, produzindo assim um efeito calmante, relaxando os músculos esqueléticos, e induzindo o sono.

As benzodiazepinas ligam-se ao local da benzodiazepina nos recetores GABA-A, o que potencia os efeitos do GABA através do aumento da frequência de abertura do canal de cloreto.
Posologia Orientativa
Bucal:
O seu Médico receitará a dose adequada que a criança necessita, geralmente de acordo com a sua idade.

Crianças com idade entre os 3 e os 6 meses devem ser tratadas apenas em enquadramento hospitalar onde seja possível a monitorização e esteja disponível equipamento de reanimação.

Oral:
A dose habitual é de meio comprimido (7,5 mg) ou de 1 comprimido (15 mg) por dia.
Nos idosos ou doentes debilitados, a dose recomendada é de meio comprimido (7,5 mg) por dia.

Solução injetável:
A dose é variável de um doente para outro. O Médico decidirá a quantidade a aplicar, o que depende da sua idade, do peso e do estado geral de saúde. Também depende do fim a que se destina o medicamento, da sua resposta ao tratamento e se vai tomar outros medicamentos ao mesmo tempo.

Depois do tratamento, tem de ser levado para casa por um adulto que possa ocupar-se do Paciente. A razão para issso é que pode causar-lhe sonolência ou lapsos de memória.

Também pode afetar a sua concentração e coordenação.
Administração
Tome o comprimido sem mastigar com muita água ou sumo de fruta, imediatamente antes de ir dormir.

Solução injetável:
Ser-lhe-á administrado por um Médico ou Enfermeiro.

Ser-lhe-á administrado num local com o equipamento necessário à monitorização e ao tratamento de quaisquer efeitos secundários. Poderá ser em hospital, clínica ou num consultório médico.

Em particular, será monitorizada a respiração, o coração e a circulação.
Contraindicações
Oral
– Miastenia gravis
– Hipersensibilidade à substância ativa, a qualquer um dos excipientes, ou a outras benzodiazepinas
– Insuficiência respiratória grave
– Síndrome de apneia do sono
– Insuficiência hepática grave
– Uso em crianças
– Tratamento concomitante com cetoconazol, itraconazol, voriconazol, inibidores da protease HIV incluindo formulações de inibidores da protease potenciados com ritonavir.

Bucal:
Hipersensibilidade à substância ativa, às benzodiazepinas
– Miastenia grave
– Insuficiência respiratória grave
– Síndrome de apneia do sono
– Compromisso hepático grave

Solução injetável:
– Utilização deste fármaco em doentes com conhecida hipersensibilidade às benzodiazepinas
– Utilização deste fármaco para sedação consciente em doentes com insuficiência respiratória grave ou depressão respiratória aguda.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Sonolência e descordenação motora, alterações gastrintestinais, obstipação, diarreia, vómitos e alterações do apetite; alterações visuais e irregularidades cardiovasculares; alteração da memória a curto prazo, confusão, depressão, vertigem.

O uso prolongado pode causar dependência e síndrome de abstinência quando a medicação é interrompida.
Advertências
Gravidez
Gravidez
Gravidez:O uso antes da cesariana tem um efeito depressor no RN; Ver Benzodiazepinas. Evidência fetal em animais, mas a necessidade pode justificar o risco.
Aleitamento
Aleitamento
Aleitamento:Ver Benzodiazepinas.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:Ver Benzodiazepinas.
Insuf. Renal
Insuf. Renal
Insuf. Renal:Ver Ansiolíticos e Hipnóticos.
Condução
Condução
Condução:Após a administrado deste medicamento, o doente não deve conduzir até ter recuperado completamente.
Precauções Gerais
Se vai receber Midazolam antes de cirurgia, o médico vai lhe dar o medicamento e acompanhar de perto o seu progresso, para se certificar de que o Midazolam está funcionando corretamente e para verificar se há efeitos indesejáveis.

O uso de Midazolam durante a gravidez pode prejudicar o feto. Utilize uma forma eficaz de controle de natalidade para não ficar grávida. Se acha que engravidou durante o uso do Midazolam, informe o médico imediatamente.

Para os pacientes regressam a casa no prazo de 24 horas após a administração de Midazolam:
O Midazolam pode levar algumas pessoas a sentir sonolência, cansaço ou fraqueza durante 1 ou 2 dias depois após a administração. Também pode causar problemas de coordenação e de agilidade para pensar.

Portanto, não conduza, utilize máquinas, ou execute tarefas que possam ser perigosas se não estiver alerta, até que os efeitos dos medicamento desapareçam ou até um dia ou por período de tempo mais longo após receber Midazolam.

Não ingira bebidas alcoólicas ou tomar outros depressores do SNC (medicamentos que retardam o sistema nervoso, podendo causar sonolência) durante cerca de 24 horas após ter recebido Midazolam, salvo indicado pelo médico.

Ao fazê-lo pode aumentar os efeitos do medicamento. Alguns exemplos de depressores do SNC são anti-histamínicos ou medicamentos para a febre dos fenos, outras alergias ou constipações, outros sedativos, tranquilizantes, ou fármacos para dormir, fármacos de prescrição para a dor ou narcóticos; ansiolíticos e relaxantes musculares.
Não beber sumo de toranja ou de uva enquanto estiver a usar o Midazolam. Além disso, não tomar Midazolam se tem alergia a cerejas.

Não tome outros medicamentos que não tenham sido discutidos com o médico.
Isso inclui a prescrição de medicamentos com ou sem receita (OTC), ervas ou suplementos vitamínicos.
Cuidados com a Dieta
Não deve ingerir bebidas alcoólicas.
Não deve beber sumo de toranja durante o tratamento.
Terapêutica Interrompida
Não tome uma dose a dobrar para compensar a dose que se esqueceu de tomar. Deve continuar a tomar o medicamento como lhe foi prescrito pelo Médico.
Cuidados no Armazenamento
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.
Não refrigerar ou congelar.

Manter a seringa para uso oral dentro do tubo protetor de plástico.
O seu Médico ou Farmacêutico são responsáveis pela conservação deste medicamento.
Mantenha as ampolas na embalagem exterior para proteger da luz
Espectro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Macrólidos + Midazolam

Observações: Podem interferir com a absorção de outros fármacos, inibir as enzimas metabolizadoras com aumento da toxicidade de alguns fármacos e, com menos frequência, reduzir a concentração plasmática de outros, por aceleração do metabolismo. Os macrólidos envolvidos com mais frequência são a eritromicina (em particular por via parentérica) e a claritromicina. A eritromicina em aplicação tópica não origina interacções.
Interações: Por inibição enzimática, com aumento da concentração plasmática e da toxicidade respectiva interferem com: Ansiolíticos e hipnóticos (buspirona, midazolam, zoplicone) - Midazolam - Midazolam
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranitidina + Midazolam

Observações: A ranitidina pode afectar a absorção, metabolismo ou a eliminação renal de outros medicamentos. A farmacocinética alterada do medicamento afectado, pode levar a um ajuste da dose do mesmo ou à descontinuação do tratamento.
Interações: As interações podem ocorrer devido a vários mecanismos tais como: Alteração do pH gástrico: A biodisponibilidade de certos medicamentos pode estar afectada. Isto pode resultar quer num aumento da absorção (ex. triazolam, midazolam, glipizida) ou de um decréscimo na absorção (ex. cetoconazol, atazanavir, delaviridina, gefitinib). Não existe nenhuma evidência de interacção entre a ranitidina e amoxicilina. Se os antiácidos ou elevadas doses (2 g) de sucralfato forem administrados em simultâneo com a ranitidina, a absorção deste último pode estar reduzida. A ranitidina deve ser tomada duas horas antes destes medicamentos. - Midazolam
Usar com precaução

Midazolam + Indutores do CYP3A4

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: O midazolam é metabolizado pelo CYP3A4. Os inibidores e os indutores do CYP3A potencialmente aumentam e reduzem, respetivamente, as concentrações plasmáticas e, subsequentemente, os efeitos do midazolam, requerendo ajustes de dose. As interações farmacocinéticas com os inibidores ou indutores do CYP3A são mais pronunciadas com midazolam oral do que com midazolam i.v., já que o CYP3A4 também existe no trato gastrointestinal superior. Por via oral ambas a depuração sistémica e a disponibilidade serão alteradas enquanto que por via parentérica apenas a alteração da depuração sistémica se efetiva. Após uma dose única de midazolam IV, a consequência da inibição do CYP3A no efeito clínico máximo será menor, mas a duração do efeito pode ser prolongada. Contudo, após dosagem prolongada de midazolam, ambas a intensidade e duração do efeito serão aumentadas na presença de inibição do CYP3A. Não existem estudos sobre a modulação do CYP3A na farmacocinética do midazolam após administração retal e intramuscular. Espera-se que estas interações sejam menos pronunciadas para a via retal do que para a oral, porque naquela há um desvio ao trato gastrointestinal, enquanto que após administração IM os efeitos da modulação do CYP3A não devem diferir substancialmente dos observados com midazolam intravenoso. Recomenda-se uma monitorização cuidadosa dos efeitos clínicos e sinais vitais durante a utilização de midazolam, tendo em conta que os efeitos clínicos podem ser mais fortes e mais prolongados após coadministração de um inibidor do CYP3A, seja ela efetuada uma única vez. De notar que a administração de altas doses ou perfusões prolongadas de midazolam em doentes a receber potentes inibidores do CYP3A4, por ex. durante os cuidados intensivos, podem resultar em efeitos hipnóticos duradouros, recuperação retardada e depressão respiratória, o que requer ajustes de dose. Relativamente à indução, deve ter-se em consideração que são necessários vários dias para o processo de indução alcançar o seu efeito máximo e vários dias também para dissipá-lo. Contrariamente ao tratamento de vários dias com um indutor, é esperado que um tratamento de curta duração resulte numa interação fármaco-fármaco menos aparente. Contudo, para indutores potentes, uma indução relevante mesmo após um tratamento curto não pode ser excluída. Não se conhecem alterações farmacocinéticas de outros fármacos causadas pelo midazolam. - Indutores do CYP3A4
Sem efeito descrito

Fulvestrant + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Um estudo de interação clínica com midazolam (substrato do CYP3A4) demonstrou que fulvestrant não inibe o CYP3A4. - Midazolam
Sem efeito descrito

Carfilzomib + Midazolam

Observações: Estudos in vitro indicaram que carfilzomib não induziu o CYP3A4 humano em meio de cultura fresco de hepatócitos humanos. Desconhece-se se carfilzomib é um indutor do CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19 e 2B6 em concentrações terapêuticas. Deve-se ter cuidado quando carfilzomib é combinado com medicamentos que são substratos destas enzimas. Carfilzomib não inibe a CYP1A2, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19 e 2D6 in vitro e, portanto, não está previsto que influencie a exposição dos medicamentos que são substratos destas enzimas como resultado da inibição. Carfilzomib é uma P-glicoproteína (P-gp) mas não um substrato da BCRP. No entanto, uma vez que Carfilzomib é administrado por via intravenosa e extensamente metabolizado, é pouco provável que o perfil farmacocinético de carfilzomib seja afetado pelos inibidores ou indutores de P-gp ou da BCRP. Em concentrações in vitro (3 µM) mais baixas do que as esperadas em doses terapêuticas, carfilzomib inibe o transporte de efluxo da digoxina, um substrato da P-gp, em 25%. In vitro, carfilzomib inibe OATP1B1 com um IC50 = 2,01µM, no entanto desconhece-se se carfilzomib pode ou não inibir outros transportadores OATP1B3, OAT1, OAT3, OCT2 e BSEP a nível sistémico. Considerando a eliminação rápida de carfilzomib, um declínio rápido notável na concentração sistémica 5 minutos após o final da perfusão, o risco de interações clinicamente relevantes com substratos destes transportadores é provavelmente baixo. Não está ainda estabelecida a inibição das enzimas UDP glucuronosiltransferase (UGT) pelo carfilzomib.
Interações: Um ensaio clínico que utilizou midazolam oral como substrato do CYP3A demonstrou que a farmacocinética de midazolam não foi afetada pela administração concomitante de carfilzomib, o que indica que não se prevê que carfilzomib iniba o metabolismo dos substratos dos CYP3A4/5 e não é um indutor dos CYP3A4 em indivíduos humanos. - Midazolam
Contraindicado

Cetoconazol + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: O Cetoconazol pode possivelmente reduzir a clearance de eliminação do clordiazepóxido e das benzodiazepinas metabolizadas tais como o midazolam e o triazolam. Está também contraindicada a administração concomitante com astemizol, mizilastatina, terfenadina, cisaprida, dofetelide, quinidina, pimozida, sinvastatina, lovastatina, midazolam oral e triazolam. - Midazolam
Sem efeito descrito

Cinacalcet + Midazolam

Observações: Cinacalcet é metabolizado em parte pela enzima CYP3A4. Dados in vitro indicam que o cinacalcet é em parte metabolizado pela CYP1A2. Cinacalcet é um potente inibidor da CYP2D6.
Interações: A coadministração por via oral de cinacalcet (90 mg) e midazolam (2 mg), um substrato da CYP3A4 e CYP3A5, não alterou a farmacocinética do midazolam. Estes dados sugerem que o cinacalcet não deve alterar a farmacocinética das classes de medicamentos metabolizados pelas CYP3A4 e CYP3A5, entre os quais alguns imunossupressores, como a ciclosporina e o tacrolimus. - Midazolam
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dexmedetomidina + Midazolam

Observações: Os estudos de interação foram realizados apenas em adultos. A inibição das enzimas CYP, incluindo a CYP2B6, pela dexmedetomidina tem sido estudada em incubações com microssomas hepáticos humanos. Estudos in vitro sugerem que existe potencial de interação in vivo entre a dexmedetomidina e substratos metabolizados predominantemente pela CYP2B6. A indução da dexmedetomidina in vitro foi observada nos CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9 e CYP3A4, e a indução in vivo não pode ser excluída. O significado clínico é desconhecido.
Interações: É provável que a administração concomitante de dexmedetomidina com anestésicos, sedativos, hipnóticos e opioides leve a uma potenciação dos efeitos. Estudos específicos confirmaram estes efeitos com isoflurano, propofol, alfentanilo e midazolam. Não foram demonstradas interações farmacocinéticas entre a dexmedetomidina e o isoflurano, propofol, alfentanilo e midazolam. No entanto, devido a possíveis interações farmacodinâmicas, quando administrados concomitantemente com dexmedetomidina, pode ser necessário reduzir a dose de dexmedetomidina ou do anestésico, sedativo, hipnótico ou opioide concomitante. - Midazolam
Sem efeito descrito

Vandetanib + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas: Efeitos de vandetanib sobre outros medicamentos: Em indivíduos saudáveis, a exposição para midazolam (substrato CYP3A4) não foi afetada quando administrado concomitantemente com uma dose única de vandetanib a 800 mg. - Midazolam
Sem efeito descrito

Ezetimiba + Midazolam

Observações: Só foram efetuados estudos de interação em adultos. Nos estudos pré-clínicos, demonstrou-se que a ezetimiba não induz as enzimas metabolizadoras de fármacos do citocromo P450. Não se observaram interações farmacocinéticas clinicamente significativas entre a ezetimiba e os fármacos metabolizados pelos citocromos P450 1A2, 2D6, 2C8, 2C9 e 3A4, ou pela N-acetiltransferase.
Interações: Em estudos de interação clínica, a ezetimiba não teve qualquer efeito na farmacocinética de midazolam, durante a administração concomitante. - Midazolam
Sem efeito descrito

Parecoxib + Midazolam

Observações: O parecoxib é rapidamente hidrolisado no metabolito activo, valdecoxib. Os doentes sob terapêutica com anticoagulantes orais deverão ser monitorizados cuidadosamente em relação ao tempo de protrombina INR, em especial nos primeiros dias de tratamento com parecoxib ou quando a dose de parecoxib é alterada. No ser humano, estudos demonstraram que o metabolismo do valdecoxib é predominantemente mediado pela via das isoenzimas CYP3A4 e 2C9. O efeito da indução enzimática não foi estudado. Não foram realizados estudos formais de interações com Anestésicos inalados.
Interações: A administração concomitante de 40 mg de parecoxib por via intravenosa com propofol (substrato do CYP2C9) ou midazolam (substracto do CYP3A4) não afectou a farmacocinética (metabolismo e exposição) nem a farmacodinâmica (efeitos na electroencefalografia (EEG), testes psicomotores e o acordar da sedação) do propofol por via intravenosa ou do midazolam por via intravenosa. Adicionalmente, a administração concomitante do valdecoxib não teve efeito clinicamente significativo no metabolismo hepático ou intestinal mediado pelo CYP3A4 do midazolam administrado por via oral. - Midazolam
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Desflurano + Midazolam

Observações: Não foi determinado o efeito do desflurano no metabolismo de outros medicamentos.
Interações: A administração de doses crescentes de midazolam por via intravenosa, mostrou uma pequena redução na CAM. Estas reduções na CAM são semelhantes às observadas com o isoflurano. - Midazolam
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Conivaptan + Midazolam

Observações: O Conivaptan é um substrato sensível do CYP3A. Conivaptan é um inibidor com base em mecanismo potente do CYP3A. O efeito de conivaptan na farmacocinética de substratos CYP3A co-administrada foi avaliada com a co-administração de conivaptan com midazolam, simvastatina, e amlodipina.
Interações: Conivaptan 40 mg / dia aumentou os valores médios de AUC em cerca de 2 a 3 vezes por 1 mg por via intravenosa ou 2 mg doses orais de midazolam, respectivamente. - Midazolam
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Daclatasvir + Midazolam

Observações: O daclatasvir é um substrato da CYP3A4 e da P-gp. O daclatasvir é um inibidor da P-gp, do polipeptídeo transportador de aniões orgânicos (organic anion transporting polypeptide, OATP) 1B1, do transportador de catiões orgânicos (organic cation transporter, OCT) 1 e da proteína de resistência ao cancro da mama (breast cancer resistance protein,BCRP).
Interações: O daclatasvir é um indutor muito fraco da CYP3A4 e causou uma diminuição de 13% na exposição a midazolam. - Midazolam
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tedizolida + Midazolam

Observações: O potencial de interações serotoninérgicas não foi estudado nem em doentes nem em voluntários saudáveis.
Interações: Baseado nos resultados in vitro, há um risco de indução enzimática pelo fosfato de tedizolida. Isto pode resultar numa redução da eficácia de medicamentos administrados concomitantemente que sejam substratos da CYP3A4 com um índice terapêutico estreito (tais como midazolam oral, triazolam, alfentanilo, ciclosporina, fentanilo, pimozida, quinidina, sirolimus e tacrolimus), da CYP2B6 (efavirenz), da CYP2C9 (varfarina) e P-gp (digoxina). - Midazolam
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Idelalisib + Midazolam

Observações: O idelalisib é metabolizado principalmente através da aldeído oxidase e, numa menor extensão, através da CYP3A e por glucuronidação (UGT1A4). O seu metabolito principal é o GS-563117, que não é farmacologicamente ativo. O idelalisib e o GS-563117 são substratos da P-gp e da BCRP. O metabolito principal de idelalisib, GS-563117, é um inibidor potente da CYP3A.
Interações: Um estudo clínico de interação medicamentosa verificou que a coadministração de idelalisib com midazolam (um substrato sensível à CYP3A) resultou num aumento de ~140% da Cmax e num aumento de ~440% da AUCinf do midazolam devido à inibição da CYP3A pelo GS-563117. A coadministração de idelalisib com substratos da CYP3A pode aumentar as suas exposições sistémicas e aumentar ou prolongar a sua atividade terapêutica e reações adversas. A inibição da CYP3A4 foi irreversível in vitro e, portanto, prevê-se que o retorno à atividade enzimática normal demore vários dias após interrupção da administração de idelalisib. - Midazolam
Usar com precaução

Amiodarona + Midazolam

Observações: Devido à semi-vida de eliminação longa e variável da amiodarona, podem ocorrer interações não só quando se administram outros fármacos concomitantemente, mas também com fármacos administrados após interrupção do tratamento com amiodarona.
Interações: Os seguintes fármacos devem ser utilizados com precaução quando em associação com a amiodarona: Fármacos metabolizados pelo citocromo P450 3A4: Quando estes fármacos são co-administrados com a amiodarona, que é um inibidor do CYP3A4, a associação pode resultar em aumento das suas concentrações plasmáticas, que poderá levar a um possível aumento da sua toxicidade. Outros fármacos metabolizados pelo CYP3A4: Lidocaína, tacrolimus, sildenafil, midazolam, triazolam, dihidroergotamina, ergotamina. - Midazolam
Contraindicado

Atazanavir + Midazolam

Observações: O atazanavir é metabolizado no fígado pela CYP3A4. Inibe a CYP3A4.
Interações: Consequentemente, o atazanavir com ritonavir estão contraindicados com medicamentos que sejam substratos da CYP3A4 e tenham índice terapêutico estreito: astemizol, terfenadina, cisaprida, pimozida, quinidina, bepridilo, triazolam, midazolam administrado por via oral e alcaloides da cravagem do centeio, nomeadamente ergotamina e di-hidroergotamina. - Midazolam
Contraindicado

Amprenavir + Midazolam

Observações: Foram realizados estudos de interacção com amprenavir como único inibidor da protease.
Interações: Poderá interagir com Amprenavir, quando administrados concomitantemente. Não se conhece, nem foi investigado, o significado clínico destas possíveis interações. Portanto, os doentes devem ser monitorizados relativamente a reacções tóxicas associadas a estes medicamentos, quando os mesmos forem administrados em associação com Amprenavir. O midazolam é metabolizado extensivamente pelo CYP3A4. A co-administração com Amprenavir com ou sem ritonavir pode originar um grande aumento na concentração desta benzodiazepina. Não foi realizado nenhum estudo sobre a interacção medicamentosa da coadministração de Amprenavir com benzodiazepinas. Com base na informação para outros inibidores do CYP3A4, espera-se que as concentrações plasmáticas do midazolam sejam significativamente superiores quando o midazolam é administrado oralmente. Assim, Amprenavir não deve ser coadministrado com midazolam administrado oralmente, pelo que, deve tomar-se precaução na coadministração de Amprenavir e midazolam via parentérica. A informação sobre a administração concomitante de midazolam via parentérica com outros inibidores da protease sugere um aumento possível de 3-4 vezes nos níveis plasmáticos de midazolam. Se Amprenavir com ou sem ritonavir for co administrado com midazolam via parentérica, deverá ser efectuado numa unidade de cuidados intensivos (UCI) ou ambiente semelhante que assegure uma monitorização clínica cuidadosa e controlo médico adequeado numa situção de depressão respiratória a/ou sedação prolongada. Deverá ser considerado um ajuste na dose do midazolam, especialmente se for administrada mais do que uma dose única de midazolam. - Midazolam
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Desferrasirox + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Num estudo com voluntários saudáveis, a administração concomitante de Desferrasirox e midazolam (um substrato do CYP3A4) resultou numa diminuição da exposição do midazolam em 17% (90% IC: 8%-26%). Em ambiente clínico, este efeito poderá ser mais pronunciado. Deste modo, devido à possibilidade de diminuição da eficácia, deve ter-se precaução ao combinar deferasirox com substratos metabolisados através do CYP3A4 (p.ex.: ciclosporina, sinvastatina, agentes contracetivos hormonais, bepridilo, ergotamina). - Midazolam
Sem efeito descrito

Drospirenona + Estradiol + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Com base em estudos de inibição in vitro e em estudos de interação in vivo em mulheres voluntárias recebendo doses no estado estacionário de 3 mg de drospirenona por dia e omeprazol, sinvastatina ou midazolam como substrato marcador, é improvável uma interação clinicamente relevante de drospirenona com o metabolismo de outros fármacos mediado pela enzima citocromo P450. - Midazolam
Sem efeito descrito

Drospirenona + Etinilestradiol + Midazolam

Observações: Os principais metabolitos de drospirenona no plasma humano são criados sem envolvimento do sistema citocromo P450. Desta forma, é pouco provável que os inibidores deste sistema enzimático influenciem o metabolismo da drospirenona.
Interações: Com base em estudos de inibição in vitro e em estudos de interacção in vivo em voluntárias que utilizam omeprazol, sinvastatina e midazolam como substrato marcador, é pouco provável a ocorrência de uma interacção da drospirenona em doses de 3 mg com o metabolismo de outras substâncias activas. - Midazolam
Usar com precaução

Estiripentol + Midazolam

Observações: Não se encontra devidamente esclarecida a influência de outros medicamentos antiepilépticos na farmacocinética do estiripentol. Estudos in vitro sugeriram que o metabolismo de fase 1 do estiripentol é catalizado pela CYP1A2, CYP2C19 e CYP3A4 e possivelmente outras enzimas. É aconselhada precaução ao associar o estiripentol com outras substâncias que inibem ou induzem uma ou mais destas enzimas.
Interações: Midazolam, triazolam, alprazolam: O aumento dos níveis plasmáticos de benzodizepina pode ocorrer, através de uma diminuição do metabolismo hepático, originando uma sedação excessiva. - Midazolam
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Perampanel + Midazolam

Observações: Perampanel não é considerado um indutor ou inibidor potente das enzimas do citocromo P450 ou da UGT. O perampanel é administrado até obtenção do efeito clínico independentemente de outros antiepiléticos. Os estudos de interação só foram realizados em adultos. Num estudo farmacocinético populacional dos doentes adolescentes dos estudos clínicos de Fase 3, não se observaram diferenças dignas de nota entre esta população e a população global.
Interações: Em indivíduos saudáveis, Perampanel (6 mg uma vez por dia durante 20 dias) diminuiu a AUC do midazolam em 13%. Não é de excluir uma diminuição mais pronunciada na exposição do midazolam (ou outros substratos sensíveis das CYP3A) para doses mais elevadas de Perampanel. - Midazolam
Usar com precaução

Ivacaftor + Midazolam

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. O ivacaftor é um substrato da CYP3A4 e da CYP3A5. É um inibidor fraco das CYP3A e da P-gp e um inibidor potencial da CYP2C9. O ivacaftor é um substrato sensível das CYP3A.
Interações: Com base em estudos in vitro, o ivacaftor e o seu metabolito M1 têm o potencial de inibir as CYP3A e a P-gp. A coadministração com midazolam (oral), um substrato sensível das CYP3A, aumentou 1,5 vezes a exposição ao midazolam, o que é consistente com a inibição fraca das CYP3A pelo ivacaftor. Utilizar com precaução e monitorizar quanto aos efeitos secundários relacionados com as benzodiazepinas durante a utilização concomitante com midazolam, alprazolam, diazepam ou triazolam. - Midazolam
Sem efeito descrito

Lacosamida + Midazolam

Observações: Os dados disponíveis sugerem que a lacosamida possui um potencial de interação baixo. Estudos in vitro indicam que os enzimas CYP1A2, 2B6 e 2C9 não são induzidos e que os CYP1A1, 1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2D6 e 2E1 não são inibidos pela lacosamida, nas concentrações plasmáticas observadas durante os ensaio s clínicos. Um estudo in vitro indicou que a lacosamida não é transportada por glicoproteína - P no intestino. Dados in vitro demonstram que o CYP2C9, CYP2C19 e CYP3A4 têm a capacidade de catalizar a formação do metabolito O - desmetil. A lacosamida tem um perfil de ligação às proteínas inferior a 15%, pelo que são consideradas pouco provaveis interações de competição pelo recetor proteico, com outros medicamentos.
Interações: A lacosamida não inibe nem induz os CYP2C19 e 3A4 numa extensão clinicamente relevante. A lacosamida não afetou a AUC do midazolam (metabolizado pelo CYP3A4, após toma de lacosamida 200 mg duas vezes ao dia) mas a Cmax do midazolam foi ligeiramente aumentada (30%). - Midazolam
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lapatinib + Midazolam

Observações: O lapatinib é predominantemente metabolizado pelo CYP3A.
Interações: O lapatinib inibe in vitro o CYP3A4 a concentrações clínicas relevantes. A administração concomitante de lapatinib com midazolam administrado por via oral resultou num aumento de aproximadamente 45% da AUC do midazolam. Não houve um aumento clínico significativo da AUC quando o midazolam foi administrado por via intravenosa. Deve evitar-se a administração concomitante de lapatinib com medicamentos com janelas terapêuticas estreitas administrados por via oral que sejam substrato do CYP3A4 (p.ex. cisaprida, pimozida e quinidina). - Midazolam
Sem efeito descrito

Rimonabant + Midazolam

Observações: O efeito inibitório in vivo no CYP2C8 não foi estudado. Contudo, in vitro, o rimonabant demonstrou um efeito inibitório ligeiro no CYP2C8. O potencial para inibição do CYP2C8 in vivo é aparentemente baixo.
Interações: Rimonabant não inibe ou induz outras enzimas do CYP ou P-glicoproteína (P-gp) in vitro. Isto foi confirmado clinicamente com estudos de sonda específica utilizando midazolam (substrato CYP3A4), varfarina (substrato CYP2C9) e digoxina (substrato P-gp). - Midazolam
Sem significado Clínico

Rivaroxabano + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Não foram observadas interações farmacocinéticas ou farmacodinâmicas clinicamente relevantes quando o rivaroxabano foi coadministrado com midazolam (substrato do CYP3A4), digoxina (substrato da gp-P), atorvastatina (substrato do CYP3A4 e da gp-P) ou omeprazol (inibidor da bomba de protões). O rivaroxabano não inibe nem induz nenhuma isoforma importante do CYP, como o CYP3A4. - Midazolam
Sem significado Clínico

Pioglitazona + Alogliptina + Midazolam

Observações: A coadministração de 25 mg de alogliptina uma vez ao dia e 45 mg de pioglitazona uma vez ao dia, durante 12 dias, em indivíduos saudáveis, não teve quaisquer efeitos clinicamente relevantes na farmacocinética da alogliptina, da pioglitazona ou dos seus metabolitos ativos. Não foram realizados estudos farmacocinéticos específicos de interação medicamentosa com este medicamento. A alogliptina é principalmente excretada sob a forma inalterada na urina e o metabolismo pelo sistema enzimático do citocromo (CYP) P450 é desprezável. Por conseguinte, não são esperadas nem foram observadas interações com os inibidores do CYP. Estudos realizados no ser humano não sugerem qualquer indução do principal citocromo induzível, o P450 (1A, 2C8/9 e 3A4). Estudos in vitro não demonstraram qualquer inibição de qualquer subtipo de citocromo P450. Não são esperadas interações com substâncias metabolizadas por estas enzimas p. ex., contracetivos orais, ciclosporina, bloqueadores do canal de cálcio e inibidores da HMGCoA redutase.
Interações: Em estudos clínicos, a alogliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da cafeína, (R)-varfarina, pioglitazona, gliburida, tolbutamida, (S)-varfarina, dextrometorfano, atorvastatina, midazolam, um contracetivo oral (noretindrona e etinilestradiol), digoxina, fexofenadina, metformina ou cimetidina, proporcionando assim provas in vivo de uma baixa tendência para causar interação com substratos do CYP1A2, CYP3A4, CYP2D6, CYP2C9, da glicoproteína-P e do OCT2. - Midazolam
Usar com precaução

Vemurafenib + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Foi observada a indução de CYP3A4 quando uma dose única de midazolam foi administrada concomitantemente após doses repetidas de vemurafenib durante 15 dias. Isto resultou na diminuição média de 32% (máximo até 80%) da exposição plasmática do midazolam após o tratamento com vemurafenib. - Midazolam
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dabrafenib + Midazolam

Observações: O dabrafenib é um indutor enzimático e aumenta a síntese das enzimas metabolizadoras de fármacos incluindo CYP3A4, CYP2Cs e CYP2B6 e pode aumentar a síntese dos transportadores. Tal resulta em níveis plasmáticos reduzidos dos medicamentos metabolizados por estas enzimas e pode afetar alguns medicamentos transportados. A redução nas concentrações plasmáticas pode levar a perda ou a redução dos efeitos clínicos destes medicamentos. Também existe um risco aumentado de formação de metabolitos ativos destes medicamentos. As enzimas que podem ser induzidas incluem CYP3A no fígado e no intestino, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e UGTs (enzimas conjugadas pelo glucoronido). A proteína de transporte gp-P pode também ser induzida assim como outros transportadores, por ex. MRP-2, BC RP e OATP1B1/1B3. In vitro, o dabrafenib produziu aumentos dependentes da dose no CYP2B6 e CYP3A4. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de dabrafenib noutros medicamentos: O dabrafenib é um indutor enzimático e aumenta a síntese das enzimas metabolizadoras de fármacos incluindo CYP3A4, CYP2Cs e CYP2B6 e pode aumentar a síntese dos transportadores. Tal resulta em níveis plasmáticos reduzidos dos medicamentos metabolizados por estas enzimas e pode afetar alguns medicamentos transportados. A redução nas concentrações plasmáticas pode levar a perda ou a redução dos efeitos clínicos destes medicamentos. Também existe um risco aumentado de formação de metabolitos ativos destes medicamentos. As enzimas que podem ser induzidas incluem CYP3A no fígado e no intestino, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e UGTs (enzimas conjugadas pelo glucoronido). A proteína de transporte gp-P pode também ser induzida assim como outros transportadores, por ex. MRP-2, BC RP e OATP1B1/1B3. In vitro, o dabrafenib produziu aumentos dependentes da dose no CYP2B6 e CYP3A4. Num estudo clínico de interação medicamentosa, a Cmax e AUC do midazolam oral (um substrato do CYP3A4) diminuiu 61% e 74% respetivamente com a coadministração de doses repetidas de dabrafenib utilizando uma formulação com uma biodisponibilidade mais baixa do que a formulação de dabrafenib. A administração de 150 mg de dabrafenib duas vezes por dia e varfarina resultou numa diminuição da AUC de S-e R-varfarina em 37% e 33% em comparação com a administração de varfarina em monoterapia. A Cmax de S-e R-varfarina aumentou 18% e 19%. São esperadas interações com muitos medicamentos eliminados através do metabolismo ou transporte ativo. Se o seu efeito terapêutico for de grande importância para o doente, e os ajustes posológicos não forem facilmente realizáveis com base na monitorização da eficácia ou concentrações plasmáticas, estes medicamentos devem ser evitados ou utilizados com precaução. Suspeita-se que o risco de lesão hepática após a administração de paracetamol é superior nos doentes tratados concomitantemente com indutores enzimáticos. Espera-se que o número de medicamentos afetados seja grande; embora a magnitude da interação possa variar. Os grupos de medicamentos que podem ser afetados incluem, mas não estão limitados a: - Analgésicos (por ex. fentanilo, metadona) - Antibióticos (por ex., claritromicina, doxiciclina) - Agentes anticancerígenos (por ex., cabazitaxel) - Anticoagulantes (por ex. acenocumarol, varfarina) - Antiepiléticos (por ex., carbamazepina, fenitoína, primidona, ácido valpróico) - Antipsicóticos (por ex., haloperidol) - Bloqueadores dos canais de cálcio (por ex., diltiazem, felodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil) - Glicosidos cardíacos (por ex., digoxina) - Corticosteroides (por ex., dexametasona, metilprednisolona) - Antivíricos para o VIH (por ex., amprenavir, atazanavir, darunavir, delavirdina, efavirenz, fosamprenavir, indinavir, lopinavir, nelfinavir, saquinavir, tipranavir) - Contracetivos hormonais - Hipnóticos (por ex., diazepam, midazolam, zolpidem) - Imunossupressores (por ex., ciclosporina, tacrolimus, sirolímus) - Estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 (por ex., atorvastatina, sinvastatina) É provável que o início da indução ocorra após 3 dias de administração repetida com dabrafenib. Aquando da descontinuação de dabrafenib, o equilibro da indução é gradual, as concentrações dos CYP3A4, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9 e CYP2C19, UDP-glucuronosil transferases (UGT) e substratos transportadores podem aumentar e os doentes devem ser monitorizados para toxicidade e a posologia destes agentes pode necessitar de ser ajustada. In vitro, o dabrafenib é um inibidor do mecanismo do CYP3A4. Como tal, a inibição transitória do CYP3A4 pode ser vista durante os primeiros dias do tratamento. - Midazolam
Não recomendado/Evitar

Etcorvinol + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Usando etclorvinol com qualquer um dos seguintes medicamentos normalmente não é recomendada, mas pode não ser necessária em alguns casos. Se ambos os medicamentos são prescritos em conjunto, o médico pode alterar a dose. - Adinazolam - Alfentanil - Alprazolam - Amobarbital - Anileridina - Aprobarbital - Brofaromina - Bromazepam - Brotizolam - Buprenorfina - Butabarbital - Butalbital - Carbinoxamina - Carisoprodol - Clorodiazepóxido - Clorzoxazona - Clobazam - Clonazepam - Clorazepato - Clorgilina - Codeína - Dantroleno - Diazepam - Estazolam - Fentanilo - Flunitrazepam - Flurazepam - Furazolidona - Halazepam - Hidrocodona - Hidromorfona - Iproniazida - Isocarboxazida - Cetazolam - Lazabemida - Levorfanol - Linezolida - lorazepam - lormetazepam - Meclizina - Medazepam - meperidina - mefenesina - meprobamato - metaxalone - metadona - Metocarbamol - Metoexital - Midazolam - Moclobemida - Morfina - Nialamida - Nitrazepam - Nordazepam - Oxazepam - Oxicodona - Oximorfona - Pargilina - Pentobarbital - Fenelzina - Fenobarbital - Prazepam - Primidona - Procarbazina - Propoxifeno - Quazepam - Rasagilina - Remifentanil - Secobarbital - Selegilina - Sufentanil - Suvorexanto - Tapentadol - Temazepam - Tiopental - Toloxatona - Tranilcipromina - Triazolam - Zolpidem - Midazolam
Usar com precaução

Ácido nicotínico + Laropiprant + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Midazolam: A administração de doses múltiplas de 40 mg de laropiprant não afetou a farmacocinética do midazolam, um substrato sensível do CYP3A4. Assim, laropiprant não é um indutor nem um inibidor do CYP3A4. No entanto, a concentração plasmática de um metabolito do midazolam, 1'-hidroximidazolam, aumentou cerca de 2 vezes com doses múltiplas de laropiprant. Como o 1'-hidroximidazolam é um metabolito ativo, pode ocorrer um aumento do efeito sedativo do midazolam pelo que se recomenda precaução quando o laropiprant é coadministrado com midazolam. A coadministração de 40mg de laropiprant com midazolam aumentou a AUC0-∞ e a Cmáx do 1'-hidroximidazolam, um metabolito do midazolam, em cerca de 98% e 59%, respetivamente. - Midazolam
Sem efeito descrito

Telavancina + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Foi demonstrado, num estudo clínico com midazolam intravenoso, que doses múltiplas de telavancina não tiveram efeito na farmacocinética do midazolam, que é um substrato sensível para a CYP3A4. - Midazolam
Sem significado Clínico

Tibolona + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Existe informação limitada relativamente às interações farmacocinéticas com tibolona. Um estudo in vivo demonstrou que o tratamento simultâneo com tibolona pode afetar moderadamente a farmacocinética do midazolam, um substrato do citocromo P4503A4. Com base nesse estudo, podem também ser esperadas interações com outros substratos do CYP3A4. - Midazolam
Sem efeito descrito

Dolutegravir + Abacavir + Lamivudina + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: In vivo, dolutegravir não parece ter um efeito no midazolam, substrato do CYP3A4, no entanto, não pode ser excluída uma fraca inibição. - Midazolam
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bicalutamida + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Estudos in vitro demonstraram que R-bicalutamida é um inibidor da CYP3A4, verificando-se um efeito inibidor menor sobre a actividade das CYP 2C9, 2C19 e 2D6. Embora estudos clínicos, que utilizaram antipirina como marcador da actividade do citocromo P450 (CYP), não demonstrassem qualquer evidência de um potencial de interacção medicamentosa com Bicalutamida, a exposição média (AUC) ao midazolam aumentou em 80% após co-administração de Bicalutamida durante 28 dias. No caso de medicamentos com um índice terapêutico baixo, um aumento deste tipo pode ser relevante. - Midazolam
Sem efeito descrito

Brentuximab vedotina + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de midazolam, um substrato do CYP3A4, e brentuximab vedotina não alterou o metabolismo de midazolam. Por conseguinte, não se prevê que brentuximab vedotina altere a exposição a medicamentos que são metabolizados por enzimas CYP3A4. - Midazolam
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Palbociclib + Midazolam

Observações: Palbociclib é metabolizado principalmente pela CYP3A e pela SULT2A1, uma enzima da família das sulfotransferases (SULT). In vivo, palbociclib é um inibidor fraco e dependente do tempo da CYP3A.
Interações: Palbociclib é um inibidor fraco e dependente do tempo da CYP3A após uma dose diária de 125 mg no estado estacionário. A coadministração de doses múltiplas de palbociclib com midazolam aumentou os valores da AUCinf e da Cmax do midazolam em 61% e 37%, respetivamente, comparado com a administração de midazolam isoladamente. - Midazolam
Usar com precaução

Eluxadolina + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Substratos do CYP3A: A eluxadolina pode aumentar a exposição de medicamentos coadministrados metabolizados pelo citocromo CYP3A4. Deve ter-se precaução quando se administrar tais fármacos (por exemplo, midazolam, eritromicina, nifedipina), especialmente para aqueles com índice terapêutico estreito (por exemplo, alfentanilo, di-hidroergotamina, ergotamina, fentanilo, pimozida, quinidina, sirolimus, tacrolimus). A concentração destes medicamentos com índice terapêutico estreito coadministrados ou dos seus outros marcadores farmacodinâmicos deve de ser monitorizada, quando o uso concomitante de eluxadolina for iniciado ou descontinuado. - Midazolam
Usar com precaução

Mitotano + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Substâncias metabolizadas através do citocromo P450: O mitotano revelou exercer um efeito indutor sobre as enzimas do citocromo P450. Por isso, as concentrações plasmáticas das substâncias metabolizadas via citocromo P450 podem ser modificadas. Na ausência de informações sobre as iso-6 enzimas P450 específicas envolvidas, dever-se-á atuar com precaução ao prescrever simultaneamente substâncias ativas metabolizadas por esta via, tais como, entre outros, anticonvulsivantes, rifabutina, rifampicina, griseofulvina e hipericão ( Hypericum perforatum ). Particularmente, o mitotano tem demonstrado exercer um efeito indutivo sobre o citocromo 3A4. Portanto, as concentrações plasmáticas das substâncias metabolizadas através do citocromo 3A4 podem ser alteradas. A prescrição em simultâneo de substâncias ativas metabolizadas por esta via como, por exemplo, entre outras, sunitinib e midazolam, deve ser feita com precaução. - Midazolam
Sem efeito descrito

Flumazenilo + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Não se observou qualquer alteração na farmacocinética do Flumazenilo em associação com as benzodiazepinas, midazolam, flunitrazepam e lormetazepam. - Midazolam
Sem significado Clínico

Aprepitant + Midazolam

Observações: O aprepitant é um substrato e um inibidor, dependente da dose e um indutor do CYP3A4. O aprepitant é também um indutor do CYP2C9. Durante o tratamento, o aprepitant na dose única de 40 mg recomendada para a náusea e vómito no pós-operatório resulta numa inibição fraca do CYP3A4. Após o tratamento, o Aprepitant causa uma indução ligeira transitória do CYP2C9, CYP3A4 e da glucuronidação. O aprepitant também foi estudado em doses superiores. Durante o tratamento da náusea e vómito induzidos pela quimioterapia (NVIQ), o aprepitant no esquema terapêutico de 3 dias de 125 mg/80 mg é um inibidor moderado do CYP3A4. O aprepitant não parece interagir com a glicoproteína-P transportadora, tal como demonstrado pela ausência de interação entre o aprepitant por via oral com a digoxina.
Interações: Midazolam: A AUC do midazolam administrado por via oral aumentou cerca de 1,2 vezes quando se coadministrou uma dose única de 40 mg de aprepitant com uma dose oral única de 2 mg de midazolam; este efeito não foi considerado clinicamente importante. - Midazolam
Usar com precaução

Brivaracetam + Midazolam

Observações: Os estudos de interação formais foram realizados apenas em adultos.
Interações: Efeitos do brivaracetam sobre outros medicamentos: O brivaracetam nas doses de 50 mg ou 150 mg/dia não afetou a área sob a curva (AUC) do midazolam (metabolizado pelo CYP3A4). O risco de interações clinicamente significativas com o CYP3A4 é considerado reduzido. Estudos in vitro demonstraram que o brivaracetam possui uma inibição reduzida ou inexistente das isoformas do CYP450 exceto para o CYP2C19. O brivaracetam pode aumentar as concentrações plasmáticas dos medicamentos metabolizados pelo CYP2C19 (por exemplo, lansoprazol, omeprazol, diazepam). Quando testado in vitro, o brivaracetam não induziu os enzimas CYPA1/2 mas induziu o CYP3A4 e o CYP2B6. Nos estudos in vivo, não foi detetada indução do CYP3A4 (ver midazolam acima). A indução do CYP2B6 não foi investigada em estudos in vivo mas o brivaracetam pode reduzir as concentrações plasmáticas dos medicamentos metabolizados pelo CYP2B6 (por exemplo, efavirenz). Estudos de interação in vitro, destinados a determinar os potenciais efeitos inibitórios sobre os transportadores, concluíram que não existiram efeitos clinicamente significativos exceto para o OAT3. Em estudos in vitro, o brivaracetam inibiu o OAT3 com uma concentração inibitória máxima média 42 vezes superior à Cmax para a dose máxima clínica. O brivaracetam na dose de 200 mg/dia pode aumentar as concentrações plasmáticas dos medicamentos transportados pelo OAT3. - Midazolam
Não recomendado/Evitar

Lumacaftor + Ivacaftor + Midazolam

Observações: O lumacaftor é um indutor potente das CYP3A e o ivacaftor é um inibidor fraco das CYP3A, quando administrados em monoterapia. Existe a possibilidade de outros medicamentos afetarem lumacaftor/ivacaftor quando administrados concomitantemente, assim como de lumacaftor/ivacaftor afetar outros medicamentos.
Interações: Midazolam, triazolam: A utilização concomitante de lumacaftor/ivacaftor com estas benzodiazepinas não é recomendada. Lumacaftor/ivacaftor diminuirá as exposições de midazolam ou de triazolam, o que reduzirá a sua eficácia. - Midazolam
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Roxitromicina + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Midazolam: A co-administração de roxitromicina e midazolam pode aumentar a AUC (área sob a curva) e o tempo de semi-vida de eliminação do midazolam resultando num aumento dos efeitos do midazolam. - Midazolam
Sem efeito descrito

Ruxolitinib + Midazolam

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. Ruxolitinib é eliminado através de metabolismo catalisado por CYP3A4 e CYP2C9. Assim, os medicamentos que inibem estas enzimas podem dar origem a um aumento da exposição a ruxolitinib.
Interações: Terapêuticas citoredutoras: A utilização concomitante de terapêuticas citoredutoras e Ruxolitinib não foi estudada. A segurança e eficácia desta co-administração não é conhecida. Um estudo em indivíduos saudáveis indicou que ruxolitinib não inibiu o metabolismo do substrato CYP3A4 midazolam, administrado via oral. Assim, não é de esperar nenhum aumento na exposição de substratos CYP3A4 quando associados a Ruxolitinib. - Midazolam
Sem significado Clínico

Azitromicina + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Midazolam: Em voluntários saudáveis, a coadministração de uma dose diária de 500 mg de azitromicina durante 3 dias não deu origem a alterações significativas na farmacocinética e farmacodinâmica de uma dose única de 15 mg de midazolam. - Midazolam
Contraindicado

Boceprevir + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Boceprevir, em associação com peginterferão alfa e ribavirina, é contraindicado quando administrado concomitantemente com medicamentos cuja depuração depende do CYP3A4/5, e para os quais as concentrações plasmáticas elevadas estejam associadas a acontecimentos adversos graves e/ou potencialmente fatais, tais como a administração oral de midazolam e triazolam, bepridilo, pimozida, lumefantrina, halofantrina, inibidores da tirosinacinase, sinvastatina, lovastatina, quetiapina, alfuzosina, silodosina e derivados da ergotamina (dihidroergotamina, ergonovina, ergotamina, metilergonovina). - Midazolam
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Brotizolam + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Brotizolam é metabolizado principalmente pela isoenzima CYP3A4 do citocromo P450. Os medicamentos que competem como substrato do CYP3A4 (inibição competitiva) e medicamentos que inibem a CYP3A4 podem, deste modo, aumentar o efeito de brotizolam. Os substratos conhecidos da CYP3A4 são astemizol, antimicóticos azóis (ex. itraconazol e cetoconazol), imunossupressores (ex. ciclosporina A, sirolimus e tacrolimus), antagonistas do cálcio, antibióticos macrólidos (ex. claritromicina e eritromicina), antimaláricos (ex. halofantrine e mefloquina), midazolam, pimozida, inibidores da protease (indinavir, nelfinavir e ritonavir), sildenafil, estatinas (ex. atorvastatina, lovastatina e sinvastatina), esteroides (ex. etinilestradiol), tamoxifeno e terfenadina. - Midazolam
Sem significado Clínico

Tenofovir alafenamida + Midazolam

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. O tenofovir alafenamida é um substrato do OATP1B1 e do OATP1B3 in vitro. A distribuição do tenofovir alafenamida no organismo pode ser afetada pela atividade do OATP1B1 e/ou do OATP1B3. O tenofovir alafenamida não é um inibidor do CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19 ou CYP2D6 in vitro. Não é inibidor do CYP3A in vivo. O tenofovir alafenamida não é um inibidor da uridina difosfato glucuronosiltransferase (UGT) 1A1 humana in vitro. Não se sabe se o tenofovir alafenamida é inibidor de outras enzimas UGT.
Interações: Midazolam (2,5 mg por via oral, s.d.) Midazolam (1 mg por IV, s.d.) Não são necessários ajustes posológicos de midazolam (administrado por via oral ou IV). - Midazolam
Sem efeito descrito

Citrato de tofacitinib + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Estudos in vitro indicam que o tofacitinib não inibe nem induz significativamente a atividade das principais enzimas CYP humanas metabolizadoras de medicamentos (CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e CYP3A4) em concentrações 160 e 268 vezes superiores às respetivas Cmax total e livre no estado estacionário, respetivamente, de uma dose de 5 mg duas vezes por dia em doentes com AR. Estes resultados in vitro foram confirmados por um estudo de interação medicamentosa em seres humanos que demonstrou ausência de alterações na farmacocinética de midazolam, um substrato altamente sensível do CYP3A4, quando coadministrado com Citrato de tofacitinib. - Midazolam
Sem significado Clínico

Alectinib + Midazolam

Observações: Com base nos dados in vitro, CYP3A4 é a principal enzima que medeia o metabolismo do alectinib e do metabolito principal M4, o CYP3A4 contribui para 40%-50% da totalidade do metabolismo hepático. O M4 mostrou potência e atividade in vitro similar contra o ALK.
Interações: Doses múltiplas de 600 mg de alectinib não tinham influência na exposição do midazolam (2 mg), um substrato sensível do CYP3A. Portanto, não são necessários ajustes de dose dos substratos do CYP3A administrados concomitantemente. - Midazolam
Sem significado Clínico

Rolapitant + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Substratos do CYP3A4 In vivo, não se espera que rolapitant exiba qualquer efeito inibidor ou indutor sobre o CYP3A4. Uma dose única de 180 mg de rolapitant não revelou efeitos significativos sobre a farmacocinética do midazolam, em comparação com 3 mg de midazolam oral em monoterapêutica no Dia 1, Dia 8 e Dia 11. - Midazolam
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenilbutirato de glicerol + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Foi demonstrado que o fenilbutirato de glicerol e/ou seus metabolitos, PAA e PBA, são indutores fracos da enzima CYP3A4 in vivo. A exposição in vivo ao fenilbutirato de glicerol resultou na diminuição da exposição sistémica ao midazolam em aproximadamente 32% e no aumento da exposição ao 1-hidroxi metabolito do midazolam, sugerindo que a administração de fenilbutirato de glicerol no estado de equilíbrio resulta na indução de CYP3A4. O potencial de interação do fenilbutirato de glicerol enquanto indutor de CYP3A4 e os produtos predominantemente metabolizados pela via de CYP3A4 é possível. - Midazolam
Sem efeito descrito

Peginterferão alfa-2b + Midazolam

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeito do Peginterferão alfa-2b nos Medicamentos Administrados Concomitantemente: A potencial interação do peginterferão alfa-2b com os substratos de enzimas metabólicas foi avaliada em 3 estudos clínicos de farmacologia em dose múltipla. Nestes estudos, os efeitos de regimes de tratamento em dose múltipla com peginterferão alfa-2b foram estudados em indivíduos com Hepatite C (1, 5 mcg/semana) ou indivíduos saudáveis (1 mcg/semana ou 3 mc g/semana). Não foi observada uma interação farmacocinética clinicamente relevante entre o peginterferão alfa-2b e a tolbutamida, o midazolam ou a dapsona; desta forma, não é necessário qualquer ajuste posológico quando o peginterferão alfa-2b é administrado com medicamentos metabolizados por CYP2C9, CYP3A4 e N - acetiltransferase. - Midazolam
Não recomendado/Evitar

Claritromicina + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Efeitos da Claritromicina em outros medicamentos: Sabe-se ou suspeita-se que os fármacos ou classes seguintes são metabolizados pela isoenzima CYP3A: Alprazolam, astemizol, carbamazepina, cilostazol, cisaprida, ciclosporina, disopiramida, alcaloides da cravagem do centeio, lovastatina, metilprednisolona, midazolam, omeprazol, anticoagulantes orais (por ex. varfarina), pimozida, quinidina, rifabutina, sildenafil, sinvastatina, tacrolímus, terfenadina, triazolam e vimblastina. Fármacos com interação por mecanismos semelhantes através de outras isoenzimas no sistema do citocromo P450 incluem a fenitoína, teofilina e valproato. Efeitos da Claritromicina em outros medicamentos: Triazolobenzodiazepinas (ex. alprazolam, midazolam, triazolam): Quando o midazolam foi coadministrado com comprimidos de claritromicina (500 mg duas vezes ao dia), a AUC do midazolam aumentou 2,7 vezes após administração intravenosa de midazolam e 7 vezes após administração oral. A administração concomitante de midazolam por via oral com claritromicina deve ser evitada. Se o midazolam intravenoso for concomitantemente administrado com a claritromicina, o doente deverá ser monitorizado rigorosamente para permitir o ajuste posológico. As mesmas precauções também se devem aplicar a outras benzodiazepinas que são metabolizadas pela CYP3A, incluindo o triazolam e o alprazolam. Para as benzodiazepinas que não são metabolizadas pela CYP3A (temazepam, nitrazepam, lorazepam), é pouco provável que ocorra interação clinicamente importante com a claritromicina. Têm ocorrido relatos pós-comercialização de interações medicamentosas e efeitos ao nível do sistema nervoso central (SNC) (ex. sonolência e confusão) com o uso concomitante de claritromicina e triazolam. Sugere-se a monitorização do doente em relação ao aumento dos efeitos farmacológicos ao nível do SNC. - Midazolam
Não recomendado/Evitar

Crizotinib + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas: Agentes cujas concentrações plasmáticas podem ser alteradas pelo crizotinib: Após 28 dias de crizotinib administrado na dosagem de 250 mg duas vezes por dia em doentes com cancro, a AUC do midazolam oral foi 3,7 vezes a observada quando o midazolam foi administrado isolado, sugerindo que o crizotinib é um inibidor moderado do CYP3A. Como tal, deve evitar-se a coadministração de crizotinib com substratos do CYP3A, com índices terapêuticos estreitos, incluindo, mas não limitado a, alfentanilo, cisaprida, ciclosporina, derivados da ergotamina, fentanilo, pimozida, quinidina, sirolímus e tacrolímus. Se a associação for necessária, deve ser feita uma monitorização clínica cuidadosa. Os estudos in vitro em hepatócitos humanos indicaram que o crizotinib pode induzir as enzimas reguladas pelo recetor X do pregnano (PXR) e pelo recetor constitutivo de androstanos (CAR) (por exemplo, CYP3A4, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, UGT1A1). No entanto, não foi observada indução in vivo durante a coadministração de crizotinib com midazolam como sonda de substrato do CYP3A4. Deve ter-se precaução na administração de crizotinib em associação com medicamentos que são predominantemente metabolizados por estas enzimas. - Midazolam
Sem efeito descrito

Roflumilaste + Midazolam

Observações: Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos.
Interações: Não foram observadas interações com salbutamol inalado, formoterol, budesonida, montelucaste oral, digoxina, varfarina, sildenafil e midazolam. - Midazolam
Sem significado Clínico

Netupitant + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Espera-se que os níveis de plasma sanguíneo do netupitant aumentem quando combinados com inibidores da enzima hepática CYP3A4 e baixem quando combinados com indutores desta enzima. O netupitant é um inibidor da CYP3A4, também pode aumentar os níveis plasmáticos de fármacos que são metabolizados pelo CYP3A4. Este efeito foi observado com a dexametasona, fármacos anticancerígenos, docetaxel e o etoposido, e numa extensão menor (não clinicamente significativa) com levonorgestrel, eritromicina e midazolam. - Midazolam
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Modafinil + Midazolam

Observações: Modafinil pode aumentar o seu próprio metabolismo através da indução da atividade do CYP3A4/5 mas o efeito é modesto, sendo improvável que tenha consequências clínicas significativas.
Interações: Adicionalmente, tem sido observada, em hepatócitos humanos, uma indução in vitro das atividades do CYP1A2, CYP2B6 e CYP3A4/5, as quais se ocorressem in vivo, poderiam diminuir os níveis sanguíneos dos fármacos metabolizados por estas enzimas, diminuindo assim possivelmente a sua eficácia terapêutica. Os resultados dos estudos de interação clínica sugerem que os efeitos mais pronunciados poderão ser a nível dos substratos do CYP3A4/5 que sofrem uma eliminação pré-sistémica significativa, particularmente através das enzimas do CYP3A no trato gastrointestinal. Exemplos incluem a ciclosporina, inibidores da HIV-protease, buspirona, triazolam, midazolam e a maioria dos bloqueadores dos canais de cálcio e das estatinas. Num caso relatado, observou-se uma redução de 50% na concentração de ciclosporina num doente medicado com ciclosporina no qual se iniciou um tratamento simultâneo com modafinil. - Midazolam
Sem efeito descrito

Alogliptina + Midazolam

Observações: A alogliptina é principalmente excretada sob a forma inalterada na urina e o metabolismo pelo sistema enzimático do citocromo (CYP) P450 é desprezável. Por conseguinte, não são esperadas nem foram observadas interações com os inibidores do CYP. Estudos in vitro sugerem que a alogliptina não inibe nem induz as isoformas do CYP 450 em concentrações obtidas com a dose recomendada de 25 mg de alogliptina. Por conseguinte, não é esperada nem foi observada interação com substratos das isoformas do CYP 450. Em estudos in vitro, constatou-se que a alogliptina não é um substrato nem um inibidor dos principais transportadores associados à disposição do fármaco no rim: transportador aniónico orgânico 1, transportador aniónico orgânico 3 ou transportador catiónico orgânico 2 (OCT2).
Interações: Efeitos da alogliptina sobre outros medicamentos: Em estudos clínicos, a alogliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da cafeína, (R)-varfarina, pioglitazona, gliburida, tolbutamida, (S)-varfarina, dextrometorfano, atorvastatina, midazolam, um contracetivo oral (noretindrona e etinilestradiol), digoxina, fexofenadina, metformina ou cimetidina, proporcionando assim provas in vivo de uma baixa tendência para causar interação com substratos do CYP1A2, CYP3A4, CYP2D6, CYP2C9, da glicoproteína-P e do OCT2. - Midazolam
Sem significado Clínico

Dolutegravir + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Efeito de dolutegravir na farmacocinética de outros agentes: In vitro, dolutegravir não demonstrou inibição direta ou fraca (IC50>50 μM) das enzimas do citocromo P450 (CYP)1A2, CYP2A6, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 CYP3A, uridina difosfato glucuronosiltransferase (UGT)1A1 ou UGT2B7, ou dos transportadores Pgp, BCRP, BSEP, OATP1B1, OATP1B3, OCT1,MATE2-K, MRP2 ou MRP4. In vitro, dolutegravir não induziu as CYP1A2, CYP2B6 ou CYP3A4. In vivo, dolutegravir não parece ter um efeito no midazolam, substrato da CYP3A4, no entanto, atualmente não pode ser excluída uma fraca inibição. Com base nestes dados, não se espera que dolutegravir afete a farmacocinética de medicamentos que sejam substratos destas enzimas ou transportadores. In vitro, dolutegravir inibiu o sistema renal de transporte catiónico orgânico 2 (OCT2) e o transportador de extrusão de múltiplos fármacos e toxinas (MATE) 1. In vivo, foi observado em doentes um decréscimo de 10-14% da depuração da creatinina (a fração secretória é dependente do transporte pelo OCT2 e MATE-1). In vivo, dolutegravir pode aumentar as concentrações plasmáticas de medicamentos cuja excreção é dependente do OCT2 ou MATE-1 (por exemplo, dofetilida, metformina). In vitro, dolutegravir inibiu os transportadores de captação renal (OAT1) e OAT3. Com base na falta de efeito na farmacocinética in vivo do substrato do OAT tenofovir, a inibição in vivo do OAT1 é improvável. A inibição do OAT3 não foi estudada in vivo. Dolutegravir pode aumentar as concentrações plasmáticas de medicamentos cuja excreção é dependente do OAT3. - Midazolam
Contraindicado

Elvitegravir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir + Midazolam

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Utilização concomitante contraindicada: A coadministração de Elvitegravir / Cobicistate / Emtricitabina / Tenofovir e alguns medicamentos que são metabolizados principalmente pelo CYP3A pode resultar no aumento das concentrações plasmáticas destes medicamentos, o qual está associado ao potencial para reações graves e/ou potencialmente fatais como vasospasmo periférico ou isquemia (p.ex., di-hidroergotamina, ergotamina, ergometrina), miopatia, incluindo rabdomiólise (p.ex., sinvastatina, lovastatina), ou prolongamento ou aumento de sedação ou de depressão respiratória (p.ex., midazolam administrado por via oral ou triazolam). - Midazolam
Sem efeito descrito

Cobimetinib + Midazolam

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. Efeitos do cobimetinib nos sistemas transportadores de fármacos: Estudos in vitro demonstraram que o cobimetinib não é um substrato dos transportadores de captação hepáticos OATP1B1, OATP1B3 e OCT1, sendo, contudo, um inibidor fraco destes transportadores. A relevância clínica festes resultados não foi investigada.
Interações: Efeito do cobimetinib noutros medicamentos: Substratos CYP3A e CYP2D6: Um estudo clínico de interação medicamentosa (DDI) em doentes com cancro mostrou que as concentrações plasmáticas de midazolam (um substrato sensível ao CYP3A) e dextrometorfano (um substrato sensível ao CYP2D6) não foram alterados na presença de cobimetinib. - Midazolam
Contraindicado

Atazanavir + Cobicistate + Midazolam

Observações: Ensaios de interações de fármacos não foram realizados para o Atazanavir / Cobicistate. Os mecanismos complexos ou não conhecidos de interações de fármacos opõem-se à extrapolação de interações medicamentosas com ritonavir a certas interações medicametosas com o cobicistate. As recomendações dadas mediante o uso concomitante de atazanavir e de outros medicamentos podem diferir consoante o atazanavir é potenciado com o ritonavir ou com o cobicistate. Em particular, o atazanavir potenciado com o cobicistate é mais sensível na indução da CYP3A. É também necessária precaução durante a primeira vez em que é efetuado o tratamento se for alternado o potenciador farmacológico do ritonavir para o cobicistate.
Interações: Medicamentos que possam ser afetados pelo atazanavir/cobicistate: O atazanavir é um inibidor da CYP3A4 e UGT1A1. O atazanavir é um inibidor fraco a moderado da CYP2C8. Foi demonstrado in vivo que o atazanavir não potencia o seu próprio metabolismo, nem aumenta a biotransformação de alguns medicamentos metabolizados pela CYP3A4. O cobicistate é um forte inibidor baseado no mecanismo de inibição da CYP3A e um fraco inibidor da CYP2D6. O cobicistate inibe os transportadores da glicoproteína-p (gp-P), BCRP, MATE1, OATP1B1 e OATP1B3. Não é esperado que o cobicistate iniba a CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9 ou CYP2C19. Não é esperado que o cobicistate induza a CYP3A4 ou a gp-P. Ao contrário do ritonavir, o cobicistate não é um indutor da CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19 ou UGT1A1. Uso concomitante contraindicado: A coadministração de medicamentos que são substratos da CYP3A e que possuem indices terapêuticos estreitos e para os quais concentrações plasmáticas elevadas estão associadas a acontecimentos graves e/ou fatais, são contraindicados com o Atazanavir / Cobicistate. Estes medicamentos incluem a alfuzosina, amiodarona, astemizol, bepridilo, cisaprida, colquicina, dronedarona, derivados ergot (por exemplo, dihidroergotamina, ergometrina, ergotamina, metilergonovina), lovastatina, midazolam administrado por via oral, pimozida, quetiapina, quinidina, sinvastatina, sildenafil (quando utilizado para o tratamento de hipertensão arterial pulmonar), avanafil, lidocaína sistémica, ticagrelor, terfenadina e triazolam. - Midazolam
Contraindicado

Darunavir + Midazolam

Observações: O perfil de interação do darunavir pode variar dependendo se é utilizado o ritonavir ou o cobicistate como fármacos potenciadores. As recomendações dadas para a utilização concomitante de darunavir e outros medicamentos podem por isso variar dependendo se darunavir é potenciado com ritonavir ou com cobicistate, e é também necessária precaução durante o primeiro tempo de tratamento, se se substituir o fármaco potenciador de ritonavir para cobicistate.
Interações: SEDATIVOS/HIPNÓTICOS: Buspirona, Clorazepato, Diazepam, Estazolam, Flurazepam, Midazolam (parentérico), Zolpidem: Não foi estudado. Os sedativos /hipnóticos são extensivamente metabolizados pelo CYP3A. A coadministração com Darunavir potenciado pode causar um aumento significativo na concentração destes medicamentos. Se midazolam parentérico é coadministrado com Darunavir potenciado, pode causar um grande aumento na concentração desta benzodiazepina. Os dados da utilização concomitante de midazolam parentérico com outros inibidores da protease sugerem um possível aumento de 3- 4 vezes nos níveis plasmáticos de midazolam. Recomenda-se monitorização clínica quando Darunavir potenciado é administrado concomitantemente com estes sedativos/hipnóticos, devendo ser considerada uma dose mais baixa destes sedativos/hipnóticos. Se o midazolam parentérico for administrado concomitantemente com Darunavir potenciado, tal deve ser realizado numa unidade de cuidados intensivos ou em condições equivalentes, que assegurem monitorização clínica rigorosa e atenção médica apropriada em caso de depressão respiratória e/ou sedação prolongada. Deve considerar-se um ajuste da dose de midazolam, especialmente se for administrada mais do que uma dose única de midazolam. SEDATIVOS/HIPNÓTICOS: Midazolam (oral), Triazolam: A administração concomitante de Darunavir com midazolam oral ou triazolam é contraindicada. - Midazolam
Contraindicado

Cobicistate + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Utilização concomitante contraindicada: Os medicamentos que são extensivamente metabolizados pelo CYP3A e que apresentam um elevado metabolismo de primeira passagem parecem ser os mais suscetíveis a grandes aumentos da exposição quando coadministrados com cobicistate. A coadministração de Cobicistate é contraindicada com medicamentos como a di-hidroergotamina, ergotamina, ergometrina, midazolam administrado por via oral, triazolam, amiodarona, quinidina, cisaprida, pimozida, alfuzosina, sinvastatina, lovastatina e sildenafil, que são altamente dependentes do CYP3A para a depuração e para os quais as elevadas concentrações plasmáticas estão associadas a acontecimentos graves e/ou potencialmente fatais. - Midazolam
Contraindicado

Darunavir + Cobicistate + Midazolam

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com Darunavir / Cobicistate. Uma vez que Darunavir / Cobicistate contém darunavir e cobicistate, as interações que foram identificadas com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir) e com cobicistate determinam as interações que podem ocorrer com Darunavir / Cobicistate. Os ensaios de interação com darunavir/ritonavir e com cobicistate apenas foram realizados em adultos.
Interações: SEDATIVOS/HIPNÓTICOS: Buspirona, Clorazepato, Diazepam, Estazolam, Flurazepam, Midazolam (parentérico), Zolpidem: Tendo por base considerações teóricas, é expectável que Darunavir / Cobicistate aumente as concentrações plasmáticas destes sedativos/ Darunavir / Cobicistate (inibição do CYP3A) Recomenda-se monitorização clínica quando Darunavir / Cobicistate é administrado concomitantemente com estes sedativos/hipnóticos, devendo ser considerada uma dose mais baixa destes sedativos/hipnóticos. Recomenda-se precaução na administração concomitante de Darunavir / Cobicistate e midazolam parentérico. Midazolam (oral), Triazolam: Tendo por base considerações teóricas, é expectável que Darunavir / Cobicistate aumente as concentrações plasmáticas destes sedativos/hipnóticos (inibição do CYP3A) Se Darunavir / Cobicistate for administrado concomitantemente com midazolam por via parentérica, tal deve ser realizado numa unidade de cuidados intensivos ou em condições equivalentes, que assegurem monitorização clínica rigorosa e atenção médica apropriada em caso de depressão respiratória e/ou sedação prolongada. Deve-se considerar um ajuste da dose de midazolam, especialmente se for administrada mais do que uma dose única de midazolam. A administração concomitante de midazolam ou triazolam oral e Darunavir / Cobicistate é contraindicada. - Midazolam
Contraindicado

Ombitasvir + Paritaprevir + Ritonavir + Midazolam

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir foi administrado em doses múltiplas em todos os estudos de interação medicamentosa, com exceção dos estudos de interação medicamentosa com carbamazepina, gemfibrozil e cetoconazol.
Interações: Interações entre Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir e outros medicamentos SEDATIVOS / HIPNÓTICOS: Midazolam oral, Triazolam Mecanismo: inibição do CYP3A4 pelo ritonavir. Administrado com: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir. Não estudado. A utilização concomitante está contraindicada. Se Midazolam parentérico for coadministrado com Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir, deve ser efetuada monitorização clínica rigorosa de depressão respiratória e/ou sedação prolongada e deve ser considerado o ajuste da dose. - Midazolam
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dapoxetina + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Efeitos da dapoxetina na farmacocinética de medicamentos administrados concomitantemente: Medicamentos metabolizados pelo CYP3A4: Tomas múltiplas de dapoxetina (60 mg/dia durante 6 dias) diminuíram a AUCinf do midazolam (dose única de 8 mg) em aproximadamente 20% (intervalo -60 a +18%). É provável que a relevância clínica do efeito sobre o midazolam seja pequena na maioria dos doentes. O aumento da atividade do CYP3A4 poderá ser clinicamente relevante nalguns indivíduos tratados concomitantemente com um medicamento metabolizado principalmente pelo CYP3A4 e com uma janela terapêutica estreita. - Midazolam
Não recomendado/Evitar

Ceritinib + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Agentes cuja concentração plasmática pode ser alterada por ceritinib: Com base nos dados in vitro, ceritinib inibe de forma competitiva o metabolismo de midazolam, um substrato da CYP3A, e diclofenac, um substrato da CYP2C9. Observou-se também inibição da CYP3A dependente do tempo. O valor de Cmax no estado de equilíbrio de ceritinib na dose clínica recomendada de 750 mg por dia pode exceder os valores Ki para CYP3A e CYP2C9, sugerindo que ceritinib possa inibir a eliminação de outros medicamentos metabolizados por estas enzimas em concentrações clinicamente relevantes. Pode ser necessária redução da dose com coadministração de medicamentos que são predominantemente metabolizados pela CYP3A e CYP2C9. A co-administração de ceritinib com substratos da CYP3A conhecidos por terem indíces terapêuticos estreitos (p. ex: astemizol, cisaprida, ciclosporina, ergotamina, fentanil, pimozida, quinidina, tacrolímus, alfentanil e sirolímus) e substratos da CYP2C9 conhecidos por terem indíces terapêuticos estreitos (p.ex: fenitoína e varfarina) devem ser evitadas. - Midazolam
Sem efeito descrito

Safinamida + Midazolam

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Interações medicamentosas farmacocinéticas in vivo e in vitro: Os estudos em seres humanos que avaliaram a interação de safinamida com os substratos da CYP1A2 e da CYP3A4 (cafeína e midazolam) não demonstraram quaisquer efeitos clinicamente significativos no perfil farmacocinético da safinamida. Este aspeto está em linha com os resultados dos testes in vitro nos quais não foi observada qualquer indução ou inibição significativa das enzimas CYP pela safinamida e demonstrou-se que as enzimas C YP desempenham um papel menor na biotransformação da safinamida. - Midazolam
Sem efeito descrito

Metformina + Alogliptina + Midazolam

Observações: A coadministração de 100 mg de alogliptina uma vez ao dia e 1.000 mg de cloridrato de metformina duas vezes ao dia, durante 6 dias, em indivíduos saudáveis, não teve quaisquer efeitos clinicamente relevantes na farmacocinética da alogliptina ou da metformina. Não foram realizados estudos farmacocinéticos específicos de interação medicamentosa com este medicamento.
Interações: Efeitos da alogliptina sobre outros medicamentos: Em estudos in vitro, constatou-se que a alogliptina não é um substrato nem um inibidor dos principais transportadores associados à disposição do fármaco no rim: transportador aniónico orgânico 1, transportador aniónico orgânico 3 ou transportador catiónico orgânico 2 (OCT2). Além disso, os dados clínicos não sugerem interação com os inibidores ou substratos da glicoproteína-P. Em estudos clínicos, a alogliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da cafeína, (R)-varfarina, pioglitazona, gliburida, tolbutamida, (S)-varfarina, dextrometorfano, atorvastatina, midazolam, um contracetivo oral (noretindrona e etinilestradiol), digoxina, fexofenadina, metformina ou cimetidina, proporcionando assim provas in vivo de uma baixa tendência para causar interação com substratos do CYP1A2, CYP3A4, CYP2D6, CYP2C9, da glicoproteína-P e do OCT2. Em indivíduos saudáveis, a alogliptina não tem qualquer efeito no tempo da protrombina ou Razão Normalizada Internacional (INR) quando administrada concomitantemente com a varfarina. - Midazolam
Usar com precaução

Lurasidona + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas: Potencial da lurasidona para afetar outros medicamentos: A administração concomitante de lurasidona com midazolam, um substrato sensível do CYP3A4, resultou num aumento < 1,5 vezes na exposição midazolam. É recomendada monitorização quando a lurasidona e substratos do CYP3A4 conhecidos por terem um índice terapêutico estreito (ex. astemizol, terfenadina, cisaprida, pimozida, quinidina, bepridilo ou alcalóides da cravagem do centeio [di-hidroergotamina]) são coadministrados. - Midazolam
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Armodafinil + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Ciclosporina, contraceptivos hormonais (p. Ex., Pílulas anticoncepcionais), midazolam ou triazolam porque a sua eficácia pode ser diminuída por armodafinil. - Midazolam
Sem efeito descrito

Vortioxetina + Midazolam

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial da vortioxetina para afetar outros medicamentos: Substratos do citocromo P450: In vitro, a vortioxetina não demonstrou nenhum potencial relevante de inibição ou indução das isoenzimas do citocromo P450. Após doses múltiplas de vortioxetina, não foi observado nenhum efeito inibitório em indivíduos saudáveis relativamente às isoenzimas do citocromo P450, CYP2C19 (omeprazol, diazepam), CYP3A4/5 (etinilestradiol, midazolam), CYP2B6 (bupropiom), CYP2C9 (tolbutamida, varfarina S-), CYP1A2 (cafeína) ou CYP2D6 (dextrometorfano). Não foram observadas interações farmacodinâmicas. Não foi observado nenhum compromisso significativo da função cognitiva, comparativamente ao placebo, após coadministração de vortioxetina com uma dose única de 10 mg de diazepam. Não foram observados efeitos significativos, comparativamente ao placebo, nos níveis de hormonas sexuais após coadministração da vortioxetina com um contracetivo oral combinado (etinilestradiol 30 μg/levonorgestrel150 μg). - Midazolam
Sem significado Clínico

Netupitant + Palonossetrom + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Eritromicina e midazolam: A exposição à eritromicina e ao midazolam aumentou aproximadamente 1,3 e 2,4 vezes, respetivamente, quando cada um foi coadministrado com o netupitant. Estes efeitos não foram considerados clinicamente importantes. O perfil farmacocinético do netupitant não foi afetado pela administração concomitante de midazolam ou de eritromicina. Deve ter-se em consideração os efeitos potenciais do aumento das concentrações plasmáticas do midazolam ou de outras benzodiazepinas metabolizadas através do CYP3A4 (alprazolam, triazolam) ao coadministrarem-se estas substâncias ativas com este medicamento. - Midazolam
Usar com precaução

Enzalutamida + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Potencial da enzalutamida para afetar a exposição a outros medicamentos: Indução enzimática: A enzalutamida é um potente inibidor enzimático levando ao aumento da síntese de muitas enzimas e transportadores; portanto é esperada a interação com muitos medicamentos comuns que são substratos destas enzimas ou transportadores. A redução das concentrações plasmáticas podem ser substanciais, e levar a perda ou reduzir o efeito clínico. Existe também um risco aumentado da formação de metabolitos ativos. As enzimas que podem ser induzidas são o CYP3A no fígado e intestino, o CYP2C9, o CYP2C19, o CYP1A2 e auridina 5’ difosfato-glucuronosiltransferases (conjugação das enzimas UGTs-glucuronida). A proteína de transporte de P-gp pode também ser induzida, e provavelmente outros transportadores, como por exemplo, a proteína de resistência múltipla 2 (MRP2), proteína de resistência do cancro da mama (BCRP) e do polipéptido transportador aniónico orgânico 1B1, (OATP1B1). Estudos in vivo demonstraram que a enzalutamida é um indutor potente do CYP3A4 e um indutor moderado do CYP2C9 e do CYP2C19. A coadministração da enzalutamida (160 mg uma vez por dia) com doses únicas orais de substratos sensíveis ao CYP em doentes com cancro da próstata, resultou numa diminuição de 86% da AUC do midazolam (substrato do CYP3A4), numa diminuição de 56% na AUC da S-varfarina (substrato do CYP2C9) e numa diminuição de 70% na AUC do omeprazol (substrato do CYP2C19). A UGT1A1 pode também ter sido induzida. São esperadas interações com alguns medicamentos que são eliminados através do metabolismo ou por transporte ativo. Se o seu efeito terapêutico é de grande importância para o doente, e se os ajustes de dose não são facilmente realizados com base na monitorização de eficácia ou da concentração plasmática, estes medicamentos devem ser evitados ou utilizados com precaução. O risco de lesão hepática após a administração de paracetamol é suspeito ser maior em doentes tratados concomitantemente com indutores de enzima. Grupos de medicamentos que podem ser afetados incluem, mas não se limitam a: Analgésicos (ex. fentanilo, tramadol) Antibióticos (ex. claritromicina, doxiciclina) Agentes antineoplásicos (ex. cabazitaxel) Anticoagulantes (ex. acenocumarol, varfarina) Antiepiléticos (ex. carbamazepina, clonazepam, fenitoína, primidona, ácido valpróico) Antipsicóticos (ex. haloperidol) Bloqueadores beta (ex. bisoprolol, propranolol) Bloqueadores da entrada do cálcio (ex. diltiazem, felodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil) Cardiotónicos digitálicos (ex. digoxina) Corticosteroides (ex. dexametasona, prednisolona) Antirretrovirais VIH (ex. indinavir, ritonavir) Hipnóticos (ex. diazepam, midazolam, zolpidem) Estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 (ex. atorvastatina, sinvastatina) - Midazolam
Sem efeito descrito

Regorafenib + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Substratos seletivos de isoformas CYP: Dados in vitro indicam que o regorafenib é um inibidor competitivo dos citocromos CYP2C8 (valor de Ki de 0,6 micromolar), CYP2C9 (valor de Ki de 4,7 micromolar), CYP2B6 (valor de Ki de 5,2 micromolar) em concentrações que são atingidas in vivo no estado estacionário (concentração plasmática máxima de 8,1 micromolar). A potência inibidora in vitro do CYP3A4 (valor de Ki de 11,1 micromolar) e do CYP2C19 (valor de Ki de 16,4 micromolar) foi menos pronunciada. Foi realizado um estudo de substratos sonda para avaliar o efeito de um tratamento de 14 dias com 160 mg de regorafenib na farmacocinética de substratos sonda do CYP2C8 (rosiglitazona), CYP2C9 (S-varfarina), CYP2C19 (omeprazol) e CYP3A4 (midazolam). Dados farmacocinéticos indicam que o regorafenib pode ser administrado concomitantemente com substratos do CYP2C8, CYP2C9, CYP3A4 e CYP2C19 sem uma interação medicamentosa clinicamente significativa. - Midazolam
Usar com precaução

Hipericão + Midazolam

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interações: Hipericão deve igualmente ser utilizado com precaução (redução dos níveis plasmáticos) em associação com: - Os inibidores da HMG-CoA redutase, sinvastatina e atorvastatina (porém não com a pravastatina) - O omeprazole (inibidor da bomba de protões) - A metadona (risco de síndrome de abstinência) - As benzodiazepinas, quazepam e midazolam - Midazolam
Contraindicado

Lopinavir + Ritonavir + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Os medicamentos que estão especificamente contraindicados, por se esperar interação importante e potencial para acontecimentos adversos graves: Midazolam por via oral, triazolam: Concentrações plasmáticas aumentadas de midazolam por via oral e triazolam. Por conseguinte, aumentando o risco de sedação extrema e depressão respiratória causadas por estes medicamentos. Para precauções sobre a administração parentérica de midazolam. - Midazolam
Sem efeito descrito

Darifenacina + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Efeitos da darifenacina sobre outros medicamentos: Substratos da CYP3A4: O tratamento com darifenacina resultou num aumento modesto na exposição ao substrato da CYP3A4, midazolam. No entanto, os dados disponíveis não indicam que a darifenacina altere a depuração ou a biodisponibilidade do midazolam. Por conseguinte pode ser concluído que a administração de darifenacina não altera a farmacocinética dos substratos da CYP3A4 in vivo. A interacção com o midazolam carece de relevância clínica, pelo que não é necessário ajustamento de dose para os substratos da CYP3A4. - Midazolam
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lercanidipina + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Interações metabólicas: Sabe-se que a lercanidipina é metabolizada pela enzima CYP3A4 e, portanto, os inibidores e os indutores da CYP3A4 administrados concomitantemente poderão interferir com o metabolismo e a eliminação da lercanidipina. Quando administrada concomitantemente numa dose de 20 mg com midazolam p.o. a voluntários idosos, a absorção da lercanidipina foi aumentada (em aproximadamente 40%) e a velocidade de absorção foi diminuída (o t máx. foi atrasado de 1,75 para 3 horas). As concentrações de midazolam não foram modificadas. - Midazolam
Sem efeito descrito

Diltiazem + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: COMBINAÇÕES A TER EM CONTA: Benzodiazepinas (midazolam, triazolam): O diltiazem aumenta significativamente as concentrações plasmáticas de midazolam e triazolam e prolonga a respectiva semi-vida. Deve usar-se de um cuidado especial ao prescrever benzodiazepinas de acção curta metabolizadas pela via do CYP3A4 em doentes a tomar diltiazem. - Midazolam
Usar com precaução

Brodalumab + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Em doentes com psoríase em placas, moderada a grave, uma única dose subcutânea de 210 mg de brodalumab aumentou a exposição de midazolam, um substrato de CYP3A4/3A5, em 24%. Com base na magnitude da alteração na exposição de midazolam, não é necessário o ajuste posológico dos substratos de CYP3A4/3A5, quando administrados de forma concomitante com Brodalumab. - Midazolam
Contraindicado

Efavirenz + Midazolam

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Contraindicações da utilização concomitante O efavirenz não pode ser administrado concomitantemente com terfenadina, astemizol, cisaprida, midazolam, triazolam, pimozida, bepridilo ou alcaloides da cravagem de centeio (por exemplo, ergotamina, di-hidroergotamina, ergonovina e metilergonovina) uma vez que a inibição dos respetivos metabolismos pode levar a acontecimentos graves, com risco de vida. - Midazolam
Contraindicado

Efavirenz + Emtricitabina + Tenofovir + Midazolam

Observações: As interações que foram identificadas com Efavirenz, Emtricitabina e Tenofovir individualmente podem ocorrer com esta associação. Os estudos de interação com estes medicamentos só foram realizados em adultos.
Interações: Contraindicações da utilização concomitante com Efavirenz / Emtricitabina / Tenofovir: Não pode ser administrado concomitantemente com terfenadina, astemizol, cisaprida, midazolam, triazolam, pimozida, bepridilo ou alcaloides da cravagem de centeio (por exemplo, ergotamina, di-hidroergotamina, ergonovina e metilergonovina), uma vez que a inibição dos respetivos metabolismos pode levar a acontecimentos graves, potencialmente fatais. - Midazolam
Contraindicado

Itraconazol + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Efeito do itraconazol no metabolismo de outros medicamentos: Itraconazol pode inibir o metabolismo dos medicamentos metabolizados pela família do citocromo 3A, o que pode conduzir a um aumento e/ou prolongamento dos seus efeitos, incluindo os seus efeitos secundários. Ao fazer medicação concomitante, a informação correspondente deve ser consultada para obter informações sobre a via metabólica. Após a interrupção do tratamento, as concentrações plasmáticas de itraconazol diminuem gradualmente, dependendo da dose e duração do tratamento. Isto deve ser tido em consideração quando o efeito inibitório de itraconazol em medicamentos coadministrados é considerado. Exemplos conhecidos são: Os seguintes medicamentos são contraindicados com itraconazol: Terfenadina, astemizol, bepridil, mizolastina, cisapride, inibidores da CoA-HMG redutase, tais como sinvastatina, atorvastatina e lovastatina, midazolam oral, dofetilide, levacetilmetadol (levometadil), mizolastina, quinidina, pimozida, sertindole e triazolam. Estes medicamentos estão contraindicados durante o tratamento com itraconazol, porque a coadministração pode resultar num aumento da concentração plasmática destes substratos, o que pode levar ao prolongamento do intervalo QT e a ocorrências raras de torsade de pointes. Caso se administre midazolam IV, é necessária uma precaução especial uma vez que se pode prolongar o efeito sedativo. - Midazolam
Sem significado Clínico

Eltrombopag + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do eltrombopag noutros medicamentos: Substratos do citocromo P450: Em estudos utilizando microssomas hepáticos humanos, o eltrombopag (até 100 µM) não mostrou inibição in vitro das enzimas CYP450 1A2, 2A6, 2C19, 2D6, 2E1, 3A4/5 e 4A9/11 e foi inibidor do CYP2C8 e CYP2C9, medido utilizando paclitaxel e diclofenac como substratos sonda. A administração durante 7 dias de 75 mg uma vez por dia de eltrombopag a 24 homens saudáveis não inibiu ou induziu o metabolismo dos substratos sonda para 1A2 (cafeína), 2C19 (omeprazol), 2C9 (flurbiprofeno), ou 3 A4 (midazolam) nos humanos. Não se esperam interações clinicamente significativas com a administração concomitante de eltrombopag e substratos CYP450. - Midazolam
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Enalapril + Lercanidipina + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: LERCANIDIPINA: Associações que devem ser tidas em consideração: Midazolam: Quando administrada concomitantemente com midazolam a voluntários idosos, numa dose de 20 mg por via oral, a absorção da lercanidipina foi aumentada (em aproximadamente 40%) e a taxa de absorção diminuída (tmáx foi retardada de 1,75 para 3 horas). As concentrações de midazolam não sofreram modificações. - Midazolam
Sem significado Clínico

Eplerenona + Midazolam

Observações: Estudos in vitro indicam que a eplerenona não é um inibidor das isoenzimas CYP1A2, CYP2C19, CYP2C9, CYP2D6 ou CYP3A4. A eplerenona não é um substrato nem um inibidor da glicoproteína-P.
Interações: Interações farmacocinéticas: Substratos da CYP3A4: Resultados de estudos farmacocinéticos com substratos da CYP3A4, i.e. midazolam e cisaprida, não demonstraram interações farmacocinéticas significativas quando co-administrados com a eplerenona. - Midazolam
Usar com precaução

Eritromicina + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Triazolobenzodiazepinas (como midazolam e alprazolam) e benzodiazepinas relacionadas: A Eritromicina revelou diminuir a depuração de triazolam, midazolam e benzodiazepinas relacionadas, e deste modo poder aumentar o efeito farmacológico destas benzodiazepinas. - Midazolam
Usar com precaução

Erlotinib + Midazolam

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Erlotinib e outros substratos do CYP: O erlotinib, in vitro, é um inibidor potente do CYP1A1, e um inibidor moderado do CYP3A4 e do CYP2C8, bem como um forte inibidor da glucuronidação por UGT1A1. Desconhece-se a relevância fisiológica da forte inibição do CYP1A1 devido à muito limitada expressão do CYP1A1 nos tecidos humanos. Quando o erlotinib foi administrado em simultâneo com ciprofloxacina, um inibidor moderado do CYP1A2, a exposição ao erlotinib [AUC] aumentou significativamente em 39% enquanto que não houve alteração estatisticamente significativa da concentração máxima (Cmax). Da mesma forma, a exposição ao metabolito ativo aumentou em cerca de 60% e 48% para a AUC e Cmax, respetivamente. A relevância clínica deste aumento não foi estabelecida. Quando a ciprofloxacina ou inibidores potentes do CYP1A2 (por ex. fluvoxamina) são associados com erlotinib, deve ter-se precaução. Caso se observem reações adversas relacionadas com erlotinib, a dose de erlotinib pode ser reduzida. O pré-tratamento ou a coadministração de Erlotinib não alterou a clearance de substratos prototípicos do CYP3A4, midazolam e eritromicina, mas parece ter originado uma diminuição da biodisponibilidade oral do midazolam até 24%. Noutro ensaio clínico, o erlotinib revelou não afetar os parâmetros farmacocinéticos do paclitaxel, substrato do CYP3A4/2C8, administrado concomitantemente. Desta forma, são improváveis interações significativas na clearance de outros substratos do CYP3A4. - Midazolam
Usar com precaução

Everolímus + Midazolam

Observações: O everolímus é um substrato da CYP3A4, e também é um substrato e inibidor modera do da gp-P. Por esta razão, a absorção e eliminação subsequente do everolímus pode ser influenciada por produtos que afetem a CYP3A4 e/ou a gp - P. In vitro, o everolímus é um inibidor competitivo da CYP3A4 e um inibidor misto da CYP2D6.
Interações: Indutores potentes e moderados da CYP3A4: Agentes cujas concentrações plasmáticas podem ser alteradas pelo everolímus Com base em resultados in vitro, as concentrações sistémicas obtidas após doses diárias orais de 10 mg provavelmente não irão inibir a gp - P, a CYP3A4, e a CYP2D6. No entanto, a inibição da CYP3A4 e da gp - P no intestino não pode ser excluída. Um estudo de interação em doentes saudáveis demonstrou que a coadministração de uma dose oral de midazolam, um pró - fármaco sensível ao CYP3A, com everolímus foi responsável pelo aumento de 25% da C max do midazolam e de um aumento de 30% na AUC (0 - inf). O efeito é provável que se deva à inibição da CYP3A4 intestinal pelo everolímus. Consequentemente o everolímus pode afetar a biodisponibilidade de substratos da CYP3A4 co-administrados oralmente. No entanto, não é esperado um efeito clínico relevante na exposição de substratos CYP3A4 administrados sistemicamente. - Midazolam
Usar com precaução

Fluconazol + Midazolam

Observações: O fluconazol é um potente inibidor do citocromo P450 (CYP) isoenzima 2C9 e um inibidor moderado do CYP3A4. O fluconazol é também um inibidor da isoenzima CYP2C19. Adicionalmente às interações observadas/documentadas abaixo indicadas, existe um risco de aumento da concentração plasmática de outros compostos metabolizados pelo CYP2C9 e CYP3A4 coadministrados com fluconazol. Deste modo, deve-se ter precaução quando se utilizam estas associações e os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados. O efeito inibidor da enzima pelo fluconazol persiste 4-5 dias após a descontinuação do tratamento com fluconazol devido à sua longa semivida.
Interações: A utilização concomitante dos seguintes fámacos leva a precauções e ajustes de dose: O efeito de fluconazol noutros fármacos: Benzodiazepinas (curta duração de ação), i.e midazolam, triazolam: Após a administração de midazolam por via oral a doentes medicados com fluconazol ocorreram aumentos significativos das concentrações de midazolam e dos efeitos psicomotores. A administração concomitante de fluconazol 200 mg e midazolam 7,5 mg por via oral aumentou a AUC e a semivida do midazolam em 3,7 e 2,2 vezes, respetivamente. 200 mg de fluconazol por dia concomitantemente com 0,25 mg de triazolam por via oral aumentaram a AUC e a semivida do triazolam em 4,4 e 2,3 vezes, respetivamente. Foram observados efeitos potenciadores e prolongados do triazolam em tratamento concomitante com o fluconazol. Se for necessária terapêutica concomitante de benzodiazepinas em doentes em tratamento com fluconazol, deve ser tida em consideração a diminuição da dosagem de benzodiazepinas e os doentes devem ser monitorizados apropriadamente. - Midazolam
Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Fosamprenavir + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Midazolam: Fosamprenavir/ritonavir não deve ser coadministrado com midazolan administrado por via oral, enquanto que se aconselha precaução na coadministração de Fosamprenavir/ritonavir com midazolan por via parentérica. Se Fosamprenavir/ritonavir for coadministrado com midazolan por via parentérica, tal deve ser efetuado numa Unidade de Cuidados Intensivos (UCI) ou instalações similares que assegurem uma monitorização clínica apertada e acompanhamento médico apropriado para o caso de ocorrer depressão respiratória e/ou sedação prolongada. Deve ser considerado um ajuste de dose do midazolam, especialmente se for administrada mais do que uma dose isolada. - Midazolam
Usar com precaução

Fosaprepitant + Midazolam

Observações: Quando administrado por via intravenosa o fosaprepitant é rapidamente convertido em aprepitant. As interações medicamentosas decorrentes da administração de intravenosa de fosaprepitant são passíveis de ocorrer com substâncias ativas que interagem com o aprepitant administrado por via oral. A informação seguinte resultou de dados obtidos com o aprepitant por via oral e de estudos realizados com fosaprepitant por via intravenosa coadministrados com dexametasona, midazolam ou diltiazem. O fosaprepitant 150 mg, em dose única, é um inibidor fraco do CYP3A4. O fosaprepitant não parece interagir com a glicoproteína-P transportadora, tal como demonstrado pela ausência de interação entre o aprepitant por via oral com a digoxina. Antevê-se que, quando comparado com a administração de aprepitant oral, o fosaprepitant provoque indução menor ou não superior do CYP2C9, do CYP3A4 e da glucuronidação. Não há dados sobre os efeitos no CYP2C8 e CYP2C19.
Interações: Efeito do aprepitant na farmacocinética de outras substâncias ativas: Midazolam: O fosaprepitant 150 mg administrado numa dose única no Dia 1, aumentou a AUC0-∞ do midazolam em 77% no Dia 1 e não surtiu efeito no Dia 4, quando midazolam foi coadministrado em dose única de 2 mg por via oral nos Dias 1 e 4. Fosaprepitant 150 mg, em dose única no Dia 1, é um inibidor fraco do CYP3A4, não revelando evidência de indução nem de inibição do CYP3A4 no Dia 4. Os potenciais efeitos do aumento das concentrações plasmáticas de midazolam ou de outras benzodiazepinas metabolizadas através do CYP3A4 (alprazolam, triazolam) devem ser considerados quando estes agentes são coadministrados com Fosaprepitant. Efeito do aprepitant na farmacocinética de outras substâncias ativas: Indução: O fosaprepitant 150 mg administrado numa dose única no Dia 1, não induziu o CYP3A4 nos Dias 1 e 4 no estudo de interação com midazolam. Prevê-se que Fosaprepitant cause uma indução menor ou não superior do CYP2C9, CYP3A4 e glucuronidação que a causada pela administração do regime de 3 dias de aprepitant oral, para o qual se observou uma indução transitória com efeito máximo aos 6-8 dias após administração da primeira dose de aprepitant. O regime de 3 dias de aprepitant oral resultou numa redução de cerca de 30-35% da AUC dos substratos do CYP2C9 e de um decréscimo de cerca de 64% na concentração de etinilestradiol. Não há dados sobre os efeitos no CYP2C8 e CYP2C19. É aconselhável precaução quando se administram com Fosaprepitant varfarina, acenocumarol, tolbutamida, fenitoína ou outras substâncias ativas que se sabe serem metabolizados pelo CYP2C9. - Midazolam
Sem significado Clínico

Glecaprevir + Pibrentasvir + Midazolam

Observações: N.D.
Interações: Potencial de Glecaprevir / Pibrentasvir para afetar outros medicamentos Glecaprevir e pibrentasvir são inibidores da glicoproteína-P (gp-P), da proteína de resistência do cancro da mama (BCRP) e polipeptídeo transportador do anião orgânico (OATP) 1B1/3. A coadministração com Glecaprevir / Pibrentasvir pode aumentar as concentrações plasmáticas de medicamentos que são substratos da gp-P (por exemplo, dabigatrano etexilato, digoxina), BCRP (por exemplo, rosuvastatina), ou OATP1B1/3 (por exemplo, atorvastatina, lovastatina, pravastatina, rosuvastatina, sinvastatina). Outros substratos P-gp, BCRP, ou OATP1B1/3, pode ser necessário ajuste de dose. Glecaprevir e pibrentasvir são inibidores fracos in vivo do citocromo P450 (CYP) 3A e uridina glucuronosiltransferase (UGT) 1A1. Não são esperados aumentos clinicamente significativos quando Glecaprevir / Pibrentasvir é coadministrado com substratos sensíveis do CYP3A (midazolam, felodipina) ou UGT1A1 (raltegravir). Quer glecaprevir quer pibrentasvir inibem in vitro a bomba de exportação de sais biliares (BSEP). Não é expectável inibição significativa do CYP1A2, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6, UGT1A6, UGT1A9, UGT1A4, UGT2B7, OCT1, OCT2, OAT1, OAT3, MATE1 ou MATE2K. Foram realizados estudos adicionais de interação medicamentosa com os seguintes medicamentos que não revelaram interações clinicamente significativas com Glecaprevir / Pibrentasvir: Abacavir, amlodipina, buprenorfina, cafeína, dextrometorfano, dolutegravir, emtricitabina, felodipina, lamivudina, lamotrigina, metadona, midazolam, naloxona, noretindrona ou outros contracetivos contendo apenas progestagénios, rilpivirina, tenofovir alafenamida e tolbutamida. - Midazolam
Não recomendado/Evitar

Indinavir + Midazolam

Observações: n.d.
Interações: Indinavir com ou sem ritonavir não deve ser administrado concomitantemente com amiodarona, terfenadina, cisaprida, astemizol, quetiapina, alprazolam, triazolam, midazolam administrado por via oral, pimozida, derivados da ergotamina, sinvastatina ou lovastatina. INDINAVIR NÃO POTENCIADO SEDATIVOS/HIPNÓTICOS: Midazolam (parentérico): Não estudado; espera-se que a administração em associação possa aumentar significativamente as concentrações de midazolam, particularmente quando o midazolam é administrado por via oral. O midazolam é extensamente metabolizado pelo CYP3A4. Indinavir não deve ser administrado concomitantemente com midazolam por via oral. Deve ter-se precaução com a administração concomitante de indinavir e midazolam por via parentérica. Se indinavir for administrado concomitantemente com midazolam por via parentérica, tal deve ser realizado numa unidade de cuidados intensivos, com estreita monitorização clínica em caso de depressão respiratória e/ou sedação prolongada. Deve considerar-se o ajuste da dose para o midazolam, especialmente se for administrada mais do que uma dose única de midazolam. INDINAVIR POTENCIADO COM RITONAVIR. SEDATIVOS/HIPNÓTICOS: Midazolam (parentérico): Interação com indinavir/ritonavir não estudada; espera-se que administrações em associação aumentem significativamente as concentrações de midazolam, particularmente quando o midazolam é administrado por via oral (inibição do CYP3A4). Indinavir com ritonavir e midazolam oral não devem ser administrados concomitantemente, devendo haver precaução com a administração concomitante de indinavir com ritonavir e midazolam por via parentérica. Se o indinavir com ritonavir for coadministrado com midazolam por via parentérica, tal deve ser feito numa unidade de cuidados intensivos que assegure uma estreita monitorização clínica em caso de depressão respiratória e/ou sedação prolongada. Deve considerar- se o ajuste da dose para o midazolam, especialmente se for administrada mais do que uma dose única de midazolam. - Midazolam
Sem significado Clínico

Maraviroc + Midazolam

Observações: n.d.
Interações: Estudos em microssomas hepáticos humanos e sistemas enzimáticos recombinantes demonstraram que maraviroc não inibe nenhuma das principais enzimas do P450, em concentrações clinicamente relevantes (CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e CYP3A4). O maraviroc não teve efeito clinicamente relevante na farmacocinética de midazolam, contracetivos orais de etinilestradiol e levonorgestrel, ou na razão de 6β-hidroxicortisol/cortisol urinário, sugerindo não existir inibição ou indução da CYP3A4 in vivo. Com exposições mais elevadas de maraviroc não se pode excluir a potencial inibição de CYP2D6. O potencial de maraviroc para afetar a farmacocinética de medicamentos administrados concomitantemente é baixa, com base na informação in vitro e clínica. A depuração renal contribui para, aproximadamente, 23% do total da depuração do maraviroc quando este é administrado sem inibidores da CYP3A4. Uma vez que ambos os processos ativo e passivo estão envolvidos, existe potencial para competição para a eliminação com outras substâncias ativas eliminadas por via urinária. No entanto, a coadministração de maraviroc com tenofovir (substrato para eliminação renal) e cotrimoxazol (contém trimetoprim, um inibidor do transporte de catiões ao nível renal), não demonstrou efeito na farmacocinética do maraviroc. Adicionalmente, a administração concomitante de maraviroc com lamivudina/zidovudina demonstrou que o maraviroc não teve efeito na farmacocinética da lamivudina (excretada principalmente por via renal) ou zidovudina (metabolismo não dependente do P450 e depuração renal). In vitro, maraviroc inibe a glicoproteína-P (IC50 é de 183 μM). Contudo, in vivo, maraviroc não afeta significativamente a farmacocinética da digoxina. Não se pode excluir que maraviroc possa aumentar a exposição ao substrato da glicoproteína-P dabigatrano etexilato. - Midazolam
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Voriconazol + Midazolam

Observações: n.d.
Interações: Benzodiazepinas (ex. midazolam, triazolam, alprazolam) [substratos do CYP3A4] Apesar de não ter sido estudado clinicamente, é provável que o voriconazol aumente as concentrações plasmáticas das benzodiazepinas que são metabolizadas pelo CYP3A4 e leve a um prolongamento do efeito sedativo. Deve ser considerada a redução da dose das benzodiazepinas. - Midazolam
Usar com precaução

Midazolam + Inibidores do CYP3A4

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: O midazolam é metabolizado pelo CYP3A4. Os inibidores e os indutores do CYP3A potencialmente aumentam e reduzem, respetivamente, as concentrações plasmáticas e, subsequentemente, os efeitos do midazolam, requerendo ajustes de dose. As interações farmacocinéticas com os inibidores ou indutores do CYP3A são mais pronunciadas com midazolam oral do que com midazolam i.v., já que o CYP3A4 também existe no trato gastrointestinal superior. Por via oral ambas a depuração sistémica e a disponibilidade serão alteradas enquanto que por via parentérica apenas a alteração da depuração sistémica se efetiva. Após uma dose única de midazolam IV, a consequência da inibição do CYP3A no efeito clínico máximo será menor, mas a duração do efeito pode ser prolongada. Contudo, após dosagem prolongada de midazolam, ambas a intensidade e duração do efeito serão aumentadas na presença de inibição do CYP3A. Não existem estudos sobre a modulação do CYP3A na farmacocinética do midazolam após administração retal e intramuscular. Espera-se que estas interações sejam menos pronunciadas para a via retal do que para a oral, porque naquela há um desvio ao trato gastrointestinal, enquanto que após administração IM os efeitos da modulação do CYP3A não devem diferir substancialmente dos observados com midazolam intravenoso. Recomenda-se uma monitorização cuidadosa dos efeitos clínicos e sinais vitais durante a utilização de midazolam, tendo em conta que os efeitos clínicos podem ser mais fortes e mais prolongados após coadministração de um inibidor do CYP3A, seja ela efetuada uma única vez. De notar que a administração de altas doses ou perfusões prolongadas de midazolam em doentes a receber potentes inibidores do CYP3A4, por ex. durante os cuidados intensivos, podem resultar em efeitos hipnóticos duradouros, recuperação retardada e depressão respiratória, o que requer ajustes de dose. Relativamente à indução, deve ter-se em consideração que são necessários vários dias para o processo de indução alcançar o seu efeito máximo e vários dias também para dissipá-lo. Contrariamente ao tratamento de vários dias com um indutor, é esperado que um tratamento de curta duração resulte numa interação fármaco-fármaco menos aparente. Contudo, para indutores potentes, uma indução relevante mesmo após um tratamento curto não pode ser excluída. Não se conhecem alterações farmacocinéticas de outros fármacos causadas pelo midazolam. - Inibidores do CYP3A4
Usar com precaução

Midazolam + Antifúngicos (Azol)

Observações: n.d.
Interações: Fármacos inibidores do CYP3A: Antifúngicos azólicos: O cetoconazol quintuplicou as concentrações plasmáticas do midazolam intravenoso enquanto que a semivida terminal aproximadamente triplicou. Se for administrado midazolam parentérico concomitantemente com o potente inibidor do CYP3A, cetoconazol, deve atuar-se em unidade de cuidados intensivos (UCI) ou ambiente semelhante que assegure monitorização clínica estreita e tratamento médico apropriado em caso de depressão respiratória e/ou sedação prolongada. Ponderar bem a dose e ajustes de dose, especialmente se for administrada mais do que uma dose i.v. unitária de midazolam. A mesma recomendação pode aplicar-se também a outros antifúngicos azólicos, uma vez que foram relatados aumentos, embora menos intensos, do efeito sedativo do midazolam. O voriconazol aumentou a exposição do midazolam intravenoso para o triplo, enquanto que a sua semivida de eliminação quase triplicou. O fluconazol e o itraconazol produziram concentrações plasmáticas de midazolam intravenoso aumentadas para o dobro ou triplo, associadas a incrementos da semivida terminal de 2,4 e 1,5 vezes para o itraconazol e fluconazol, respetivamente. O posaconazol aumentou as concentrações plasmáticas de midazolam intravenoso para cerca do dobro. Deve ter-se presente que se o midazolam for dado oralmente, a sua exposição será drasticamente mais alta do que as mencionadas acima, particularmente com cetoconazol, itraconazol, voriconazol. As ampolas de midazolam não são indicadas para administração oral. - Antifúngicos (Azol)
Usar com precaução

Midazolam + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: Fármacos inibidores do CYP3A: Antifúngicos azólicos: O cetoconazol quintuplicou as concentrações plasmáticas do midazolam intravenoso enquanto que a semivida terminal aproximadamente triplicou. Se for administrado midazolam parentérico concomitantemente com o potente inibidor do CYP3A, cetoconazol, deve atuar-se em unidade de cuidados intensivos (UCI) ou ambiente semelhante que assegure monitorização clínica estreita e tratamento médico apropriado em caso de depressão respiratória e/ou sedação prolongada. Ponderar bem a dose e ajustes de dose, especialmente se for administrada mais do que uma dose i.v. unitária de midazolam. A mesma recomendação pode aplicar-se também a outros antifúngicos azólicos, uma vez que foram relatados aumentos, embora menos intensos, do efeito sedativo do midazolam. O voriconazol aumentou a exposição do midazolam intravenoso para o triplo, enquanto que a sua semivida de eliminação quase triplicou. O fluconazol e o itraconazol produziram concentrações plasmáticas de midazolam intravenoso aumentadas para o dobro ou triplo, associadas a incrementos da semivida terminal de 2,4 e 1,5 vezes para o itraconazol e fluconazol, respetivamente. O posaconazol aumentou as concentrações plasmáticas de midazolam intravenoso para cerca do dobro. Deve ter-se presente que se o midazolam for dado oralmente, a sua exposição será drasticamente mais alta do que as mencionadas acima, particularmente com cetoconazol, itraconazol, voriconazol. As ampolas de midazolam não são indicadas para administração oral. - Cetoconazol
Usar com precaução

Midazolam + Voriconazol

Observações: n.d.
Interações: Fármacos inibidores do CYP3A: Antifúngicos azólicos: O cetoconazol quintuplicou as concentrações plasmáticas do midazolam intravenoso enquanto que a semivida terminal aproximadamente triplicou. Se for administrado midazolam parentérico concomitantemente com o potente inibidor do CYP3A, cetoconazol, deve atuar-se em unidade de cuidados intensivos (UCI) ou ambiente semelhante que assegure monitorização clínica estreita e tratamento médico apropriado em caso de depressão respiratória e/ou sedação prolongada. Ponderar bem a dose e ajustes de dose, especialmente se for administrada mais do que uma dose i.v. unitária de midazolam. A mesma recomendação pode aplicar-se também a outros antifúngicos azólicos, uma vez que foram relatados aumentos, embora menos intensos, do efeito sedativo do midazolam. O voriconazol aumentou a exposição do midazolam intravenoso para o triplo, enquanto que a sua semivida de eliminação quase triplicou. O fluconazol e o itraconazol produziram concentrações plasmáticas de midazolam intravenoso aumentadas para o dobro ou triplo, associadas a incrementos da semivida terminal de 2,4 e 1,5 vezes para o itraconazol e fluconazol, respetivamente. O posaconazol aumentou as concentrações plasmáticas de midazolam intravenoso para cerca do dobro. Deve ter-se presente que se o midazolam for dado oralmente, a sua exposição será drasticamente mais alta do que as mencionadas acima, particularmente com cetoconazol, itraconazol, voriconazol. As ampolas de midazolam não são indicadas para administração oral. - Voriconazol
Usar com precaução

Midazolam + Fluconazol

Observações: n.d.
Interações: Fármacos inibidores do CYP3A: Antifúngicos azólicos: O cetoconazol quintuplicou as concentrações plasmáticas do midazolam intravenoso enquanto que a semivida terminal aproximadamente triplicou. Se for administrado midazolam parentérico concomitantemente com o potente inibidor do CYP3A, cetoconazol, deve atuar-se em unidade de cuidados intensivos (UCI) ou ambiente semelhante que assegure monitorização clínica estreita e tratamento médico apropriado em caso de depressão respiratória e/ou sedação prolongada. Ponderar bem a dose e ajustes de dose, especialmente se for administrada mais do que uma dose i.v. unitária de midazolam. A mesma recomendação pode aplicar-se também a outros antifúngicos azólicos, uma vez que foram relatados aumentos, embora menos intensos, do efeito sedativo do midazolam. O voriconazol aumentou a exposição do midazolam intravenoso para o triplo, enquanto que a sua semivida de eliminação quase triplicou. O fluconazol e o itraconazol produziram concentrações plasmáticas de midazolam intravenoso aumentadas para o dobro ou triplo, associadas a incrementos da semivida terminal de 2,4 e 1,5 vezes para o itraconazol e fluconazol, respetivamente. O posaconazol aumentou as concentrações plasmáticas de midazolam intravenoso para cerca do dobro. Deve ter-se presente que se o midazolam for dado oralmente, a sua exposição será drasticamente mais alta do que as mencionadas acima, particularmente com cetoconazol, itraconazol, voriconazol. As ampolas de midazolam não são indicadas para administração oral. - Fluconazol
Usar com precaução

Midazolam + Itraconazol

Observações: n.d.
Interações: Fármacos inibidores do CYP3A: Antifúngicos azólicos: O cetoconazol quintuplicou as concentrações plasmáticas do midazolam intravenoso enquanto que a semivida terminal aproximadamente triplicou. Se for administrado midazolam parentérico concomitantemente com o potente inibidor do CYP3A, cetoconazol, deve atuar-se em unidade de cuidados intensivos (UCI) ou ambiente semelhante que assegure monitorização clínica estreita e tratamento médico apropriado em caso de depressão respiratória e/ou sedação prolongada. Ponderar bem a dose e ajustes de dose, especialmente se for administrada mais do que uma dose i.v. unitária de midazolam. A mesma recomendação pode aplicar-se também a outros antifúngicos azólicos, uma vez que foram relatados aumentos, embora menos intensos, do efeito sedativo do midazolam. O voriconazol aumentou a exposição do midazolam intravenoso para o triplo, enquanto que a sua semivida de eliminação quase triplicou. O fluconazol e o itraconazol produziram concentrações plasmáticas de midazolam intravenoso aumentadas para o dobro ou triplo, associadas a incrementos da semivida terminal de 2,4 e 1,5 vezes para o itraconazol e fluconazol, respetivamente. O posaconazol aumentou as concentrações plasmáticas de midazolam intravenoso para cerca do dobro. Deve ter-se presente que se o midazolam for dado oralmente, a sua exposição será drasticamente mais alta do que as mencionadas acima, particularmente com cetoconazol, itraconazol, voriconazol. As ampolas de midazolam não são indicadas para administração oral. - Itraconazol
Usar com precaução

Midazolam + Posaconazol

Observações: n.d.
Interações: Fármacos inibidores do CYP3A: Antifúngicos azólicos: O cetoconazol quintuplicou as concentrações plasmáticas do midazolam intravenoso enquanto que a semivida terminal aproximadamente triplicou. Se for administrado midazolam parentérico concomitantemente com o potente inibidor do CYP3A, cetoconazol, deve atuar-se em unidade de cuidados intensivos (UCI) ou ambiente semelhante que assegure monitorização clínica estreita e tratamento médico apropriado em caso de depressão respiratória e/ou sedação prolongada. Ponderar bem a dose e ajustes de dose, especialmente se for administrada mais do que uma dose i.v. unitária de midazolam. A mesma recomendação pode aplicar-se também a outros antifúngicos azólicos, uma vez que foram relatados aumentos, embora menos intensos, do efeito sedativo do midazolam. O voriconazol aumentou a exposição do midazolam intravenoso para o triplo, enquanto que a sua semivida de eliminação quase triplicou. O fluconazol e o itraconazol produziram concentrações plasmáticas de midazolam intravenoso aumentadas para o dobro ou triplo, associadas a incrementos da semivida terminal de 2,4 e 1,5 vezes para o itraconazol e fluconazol, respetivamente. O posaconazol aumentou as concentrações plasmáticas de midazolam intravenoso para cerca do dobro. Deve ter-se presente que se o midazolam for dado oralmente, a sua exposição será drasticamente mais alta do que as mencionadas acima, particularmente com cetoconazol, itraconazol, voriconazol. As ampolas de midazolam não são indicadas para administração oral. - Posaconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Macrólidos

Observações: n.d.
Interações: Fármacos inibidores do CYP3A: Antibióticos macrólidos: A eritromicina produziu concentrações plasmáticas do midazolam intravenoso aumentadas cerca de 1,6-2 vezes, associadas a aumentos da semivida terminal do midazolam de cerca de 1,5-1,8 vezes. A claritromicina produziu concentrações plasmáticas de midazolam aumentadas até 2,5 vezes, associadas ao aumento da semivida terminal de 1,5 – 2 vezes. - Macrólidos
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Eritromicina

Observações: n.d.
Interações: Fármacos inibidores do CYP3A: Antibióticos macrólidos: A eritromicina produziu concentrações plasmáticas do midazolam intravenoso aumentadas cerca de 1,6-2 vezes, associadas a aumentos da semivida terminal do midazolam de cerca de 1,5-1,8 vezes. A claritromicina produziu concentrações plasmáticas de midazolam aumentadas até 2,5 vezes, associadas ao aumento da semivida terminal de 1,5 – 2 vezes. - Eritromicina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Claritromicina

Observações: n.d.
Interações: Fármacos inibidores do CYP3A: Antibióticos macrólidos: A eritromicina produziu concentrações plasmáticas do midazolam intravenoso aumentadas cerca de 1,6-2 vezes, associadas a aumentos da semivida terminal do midazolam de cerca de 1,5-1,8 vezes. A claritromicina produziu concentrações plasmáticas de midazolam aumentadas até 2,5 vezes, associadas ao aumento da semivida terminal de 1,5 – 2 vezes. - Claritromicina
Sem significado Clínico

Midazolam + Roxitromicina

Observações: n.d.
Interações: Informação adicional sobre midazolam oral: Roxitromicina: Não existindo informação sobre roxitromicina com midazolam IV, o ligeiro efeito de aumento da semivida terminal do midazolam oral em 30%, indica que os efeitos da roxitromicina no midazolam intravenoso sejam menores. - Roxitromicina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Inibidores da Protease (IP)

Observações: n.d.
Interações: Informação adicional sobre midazolam oral: Inibidores da Protease HIV: Saquinavir e outros inibidores da protease HIV: A coadministração com inibidores da protease pode causar um grande aumento da concentração de midazolam. A coadministração de lopinavir potenciado com ritonavir, produziu concentrações plasmáticas de midazolam intravenoso aumentadas cerca de 5,4 vezes, associadas a aumento semelhante da semivida terminal. Se for administrado midazolam parentérico com inibidores da protease HIV, as condições de tratamento são as preconizadas acima para o antifúngico azólico, cetoconazol. Com base em dados de outros inibidores do CYP3A4, é de esperar que as concentrações plasmáticas de midazolam sejam significativamente mais altas quando o midazolam for dado oralmente. Portanto, os inibidores da protease não devem ser coadministrados com midazolam administrado oralmente. - Inibidores da Protease (IP)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Saquinavir

Observações: n.d.
Interações: Informação adicional sobre midazolam oral: Inibidores da Protease HIV: Saquinavir e outros inibidores da protease HIV: A coadministração com inibidores da protease pode causar um grande aumento da concentração de midazolam. A coadministração de lopinavir potenciado com ritonavir, produziu concentrações plasmáticas de midazolam intravenoso aumentadas cerca de 5,4 vezes, associadas a aumento semelhante da semivida terminal. Se for administrado midazolam parentérico com inibidores da protease HIV, as condições de tratamento são as preconizadas acima para o antifúngico azólico, cetoconazol. - Saquinavir
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Lopinavir + Ritonavir

Observações: n.d.
Interações: Informação adicional sobre midazolam oral: Inibidores da Protease HIV: Saquinavir e outros inibidores da protease HIV: A coadministração com inibidores da protease pode causar um grande aumento da concentração de midazolam. A coadministração de lopinavir potenciado com ritonavir, produziu concentrações plasmáticas de midazolam intravenoso aumentadas cerca de 5,4 vezes, associadas a aumento semelhante da semivida terminal. Se for administrado midazolam parentérico com inibidores da protease HIV, as condições de tratamento são as preconizadas acima para o antifúngico azólico, cetoconazol. - Lopinavir + Ritonavir
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Diltiazem

Observações: n.d.
Interações: Bloqueadores do canal de cálcio: Diltiazem: Uma dose única de diltiazem aumentou as concentrações plasmáticas de midazolam intravenoso cerca de 25% e prolongou a semivida cerca de 43%. Verapamil/diltiazem aumentaram as concentrações plasmáticas de midazolam oral 3 e 4 vezes, respetivamente. Aumentaram a semivida terminal do midazolam 41% e 49% respetivamente. - Diltiazem
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Bloqueadores da entrada de cálcio (antagonistas de cálcio)

Observações: n.d.
Interações: Bloqueadores do canal de cálcio: Diltiazem: Uma dose única de diltiazem aumentou as concentrações plasmáticas de midazolam intravenoso cerca de 25% e prolongou a semivida cerca de 43%. Verapamil/diltiazem aumentaram as concentrações plasmáticas de midazolam oral 3 e 4 vezes, respetivamente. Aumentaram a semivida terminal do midazolam 41% e 49% respetivamente. - Bloqueadores da entrada de cálcio (antagonistas de cálcio)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Verapamilo

Observações: n.d.
Interações: Bloqueadores do canal de cálcio: Diltiazem: Uma dose única de diltiazem aumentou as concentrações plasmáticas de midazolam intravenoso cerca de 25% e prolongou a semivida cerca de 43%. Verapamil/diltiazem aumentaram as concentrações plasmáticas de midazolam oral 3 e 4 vezes, respetivamente. Aumentaram a semivida terminal do midazolam 41% e 49% respetivamente. - Verapamilo
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Atorvastatina

Observações: n.d.
Interações: Fármacos vários/plantas: A atorvastatina evidenciou um aumento de cerca de 1,4 vezes das concentrações plasmáticas de midazolam IV em comparação com um grupo de controlo. Informação adicional sobre midazolam oral: A nefazodona aumentou as concentrações plasmáticas de midazolam oral cerca de 4,6 vezes e a semivida terminal 1,6 vezes. O aprepitant originou um aumento dose-dependente das concentrações plasmáticas de midazolam oral de 3,3 vezes após 80 mg/dia associado a um aumento para cerca do dobro da semivida terminal. - Atorvastatina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Nefazodona

Observações: n.d.
Interações: Fármacos vários/plantas: A atorvastatina evidenciou um aumento de cerca de 1,4 vezes das concentrações plasmáticas de midazolam IV em comparação com um grupo de controlo. Informação adicional sobre midazolam oral: A nefazodona aumentou as concentrações plasmáticas de midazolam oral cerca de 4,6 vezes e a semivida terminal 1,6 vezes. O aprepitant originou um aumento dose-dependente das concentrações plasmáticas de midazolam oral de 3,3 vezes após 80 mg/dia associado a um aumento para cerca do dobro da semivida terminal. - Nefazodona
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Aprepitant

Observações: n.d.
Interações: Fármacos vários/plantas: A atorvastatina evidenciou um aumento de cerca de 1,4 vezes das concentrações plasmáticas de midazolam IV em comparação com um grupo de controlo. Informação adicional sobre midazolam oral: A nefazodona aumentou as concentrações plasmáticas de midazolam oral cerca de 4,6 vezes e a semivida terminal 1,6 vezes. O aprepitant originou um aumento dose-dependente das concentrações plasmáticas de midazolam oral de 3,3 vezes após 80 mg/dia associado a um aumento para cerca do dobro da semivida terminal. - Aprepitant
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Rifampicina

Observações: n.d.
Interações: Fármacos indutores do CYP3A: A rifampicina reduziu em cerca de 60% as concentrações plasmáticas do midazolam intravenoso após 7 dias de rifampicina 600 mg o.d. A semivida terminal diminuiu cerca de 50-60%. Informação adicional sobre midazolam oral: A rifampicina reduziu em cerca de 96% as concentrações plasmáticas do midazolam oral em indivíduos saudáveis e perderam-se quase totalmente os seus efeitos psicomotores. Carbamazepina / fenitoína: Doses repetidas de carbazepina ou fenitoína reduziram as concentrações plasmáticas de midazolam oral até 90% e a semivida terminal em cerca de 60%. Efavirenz: Um aumento para o quíntuplo do rácio do metabolito a-hidroxymidazolam gerado pelo CYP3A versus midazolam confirma o efeito indutor do CYP3A. - Rifampicina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Carbamazepina

Observações: n.d.
Interações: Fármacos indutores do CYP3A: A rifampicina reduziu em cerca de 60% as concentrações plasmáticas do midazolam intravenoso após 7 dias de rifampicina 600 mg o.d. A semivida terminal diminuiu cerca de 50-60%. Informação adicional sobre midazolam oral: A rifampicina reduziu em cerca de 96% as concentrações plasmáticas do midazolam oral em indivíduos saudáveis e perderam-se quase totalmente os seus efeitos psicomotores. Carbamazepina / fenitoína: Doses repetidas de carbazepina ou fenitoína reduziram as concentrações plasmáticas de midazolam oral até 90% e a semivida terminal em cerca de 60%. Efavirenz: Um aumento para o quíntuplo do rácio do metabolito a-hidroxymidazolam gerado pelo CYP3A versus midazolam confirma o efeito indutor do CYP3A. - Carbamazepina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Fármacos indutores do CYP3A: A rifampicina reduziu em cerca de 60% as concentrações plasmáticas do midazolam intravenoso após 7 dias de rifampicina 600 mg o.d. A semivida terminal diminuiu cerca de 50-60%. Informação adicional sobre midazolam oral: A rifampicina reduziu em cerca de 96% as concentrações plasmáticas do midazolam oral em indivíduos saudáveis e perderam-se quase totalmente os seus efeitos psicomotores. Carbamazepina / fenitoína: Doses repetidas de carbazepina ou fenitoína reduziram as concentrações plasmáticas de midazolam oral até 90% e a semivida terminal em cerca de 60%. Efavirenz: Um aumento para o quíntuplo do rácio do metabolito a-hidroxymidazolam gerado pelo CYP3A versus midazolam confirma o efeito indutor do CYP3A. - Fenitoína
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Efavirenz

Observações: n.d.
Interações: Fármacos indutores do CYP3A: A rifampicina reduziu em cerca de 60% as concentrações plasmáticas do midazolam intravenoso após 7 dias de rifampicina 600 mg o.d. A semivida terminal diminuiu cerca de 50-60%. Informação adicional sobre midazolam oral: A rifampicina reduziu em cerca de 96% as concentrações plasmáticas do midazolam oral em indivíduos saudáveis e perderam-se quase totalmente os seus efeitos psicomotores. Carbamazepina / fenitoína: Doses repetidas de carbazepina ou fenitoína reduziram as concentrações plasmáticas de midazolam oral até 90% e a semivida terminal em cerca de 60%. Efavirenz: Um aumento para o quíntuplo do rácio do metabolito a-hidroxymidazolam gerado pelo CYP3A versus midazolam confirma o efeito indutor do CYP3A. - Efavirenz
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Hipericão (Erva de S. João)

Observações: n.d.
Interações: Plantas e alimentos: O hipericão produziu uma redução de cerca de 20-40% das concentrações plasmáticas de midazolam associada a redução da semivida terminal de 15-17%. Dependendo do extrato de hipericão específico, o efeito indutor do CYP3A4 pode variar. - Hipericão (Erva de S. João)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Sedativos

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Interações Fármaco-Fármaco (IFF): A administração concomitante de midazolam com outros sedativos/hipnóticos e depressores do SNC, incluindo o álcool, pode provavelmente causar sedação acentuada e depressão respiratória. São exemplos os derivados opiáceos (sejam eles utilizados como analgésicos, antitússicos ou tratamentos de substituição), antipsicóticos, outras benzodiazepinas usadas como ansiolíticos ou hipnóticos, barbitúricos, propofol, cetamina, etomidato; antidepressivos sedativos, antihistamínicos-H1 e antihipertensores de ação central. - Sedativos
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Hipnóticos

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Interações Fármaco-Fármaco (IFF): A administração concomitante de midazolam com outros sedativos/hipnóticos e depressores do SNC, incluindo o álcool, pode provavelmente causar sedação acentuada e depressão respiratória. São exemplos os derivados opiáceos (sejam eles utilizados como analgésicos, antitússicos ou tratamentos de substituição), antipsicóticos, outras benzodiazepinas usadas como ansiolíticos ou hipnóticos, barbitúricos, propofol, cetamina, etomidato; antidepressivos sedativos, antihistamínicos-H1 e antihipertensores de ação central. - Hipnóticos
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Depressores do SNC

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Interações Fármaco-Fármaco (IFF): A administração concomitante de midazolam com outros sedativos/hipnóticos e depressores do SNC, incluindo o álcool, pode provavelmente causar sedação acentuada e depressão respiratória. São exemplos os derivados opiáceos (sejam eles utilizados como analgésicos, antitússicos ou tratamentos de substituição), antipsicóticos, outras benzodiazepinas usadas como ansiolíticos ou hipnóticos, barbitúricos, propofol, cetamina, etomidato; antidepressivos sedativos, antihistamínicos-H1 e antihipertensores de ação central. - Depressores do SNC
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Álcool

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Interações Fármaco-Fármaco (IFF): A administração concomitante de midazolam com outros sedativos/hipnóticos e depressores do SNC, incluindo o álcool, pode provavelmente causar sedação acentuada e depressão respiratória. São exemplos os derivados opiáceos (sejam eles utilizados como analgésicos, antitússicos ou tratamentos de substituição), antipsicóticos, outras benzodiazepinas usadas como ansiolíticos ou hipnóticos, barbitúricos, propofol, cetamina, etomidato; antidepressivos sedativos, antihistamínicos-H1 e antihipertensores de ação central. O álcool pode intensificar fortemente o efeito sedativo do midazolam. Evitar vivamente a ingestão de álcool em caso de administração de midazolam. O midazolam reduz a concentração alveolar mínima (CAM) dos anestésicos de inalação. - Álcool
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Opiáceos

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Interações Fármaco-Fármaco (IFF): A administração concomitante de midazolam com outros sedativos/hipnóticos e depressores do SNC, incluindo o álcool, pode provavelmente causar sedação acentuada e depressão respiratória. São exemplos os derivados opiáceos (sejam eles utilizados como analgésicos, antitússicos ou tratamentos de substituição), antipsicóticos, outras benzodiazepinas usadas como ansiolíticos ou hipnóticos, barbitúricos, propofol, cetamina, etomidato; antidepressivos sedativos, antihistamínicos-H1 e antihipertensores de ação central. - Opiáceos
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Analgésicos

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Interações Fármaco-Fármaco (IFF): A administração concomitante de midazolam com outros sedativos/hipnóticos e depressores do SNC, incluindo o álcool, pode provavelmente causar sedação acentuada e depressão respiratória. São exemplos os derivados opiáceos (sejam eles utilizados como analgésicos, antitússicos ou tratamentos de substituição), antipsicóticos, outras benzodiazepinas usadas como ansiolíticos ou hipnóticos, barbitúricos, propofol, cetamina, etomidato; antidepressivos sedativos, antihistamínicos-H1 e antihipertensores de ação central. - Analgésicos
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Antitússicos

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Interações Fármaco-Fármaco (IFF): A administração concomitante de midazolam com outros sedativos/hipnóticos e depressores do SNC, incluindo o álcool, pode provavelmente causar sedação acentuada e depressão respiratória. São exemplos os derivados opiáceos (sejam eles utilizados como analgésicos, antitússicos ou tratamentos de substituição), antipsicóticos, outras benzodiazepinas usadas como ansiolíticos ou hipnóticos, barbitúricos, propofol, cetamina, etomidato; antidepressivos sedativos, antihistamínicos-H1 e antihipertensores de ação central. - Antitússicos
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Antipsicóticos

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Interações Fármaco-Fármaco (IFF): A administração concomitante de midazolam com outros sedativos/hipnóticos e depressores do SNC, incluindo o álcool, pode provavelmente causar sedação acentuada e depressão respiratória. São exemplos os derivados opiáceos (sejam eles utilizados como analgésicos, antitússicos ou tratamentos de substituição), antipsicóticos, outras benzodiazepinas usadas como ansiolíticos ou hipnóticos, barbitúricos, propofol, cetamina, etomidato; antidepressivos sedativos, antihistamínicos-H1 e antihipertensores de ação central. - Antipsicóticos
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Benzodiazepinas

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Interações Fármaco-Fármaco (IFF): A administração concomitante de midazolam com outros sedativos/hipnóticos e depressores do SNC, incluindo o álcool, pode provavelmente causar sedação acentuada e depressão respiratória. São exemplos os derivados opiáceos (sejam eles utilizados como analgésicos, antitússicos ou tratamentos de substituição), antipsicóticos, outras benzodiazepinas usadas como ansiolíticos ou hipnóticos, barbitúricos, propofol, cetamina, etomidato; antidepressivos sedativos, antihistamínicos-H1 e antihipertensores de ação central. - Benzodiazepinas
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Ansiolíticos

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Interações Fármaco-Fármaco (IFF): A administração concomitante de midazolam com outros sedativos/hipnóticos e depressores do SNC, incluindo o álcool, pode provavelmente causar sedação acentuada e depressão respiratória. São exemplos os derivados opiáceos (sejam eles utilizados como analgésicos, antitússicos ou tratamentos de substituição), antipsicóticos, outras benzodiazepinas usadas como ansiolíticos ou hipnóticos, barbitúricos, propofol, cetamina, etomidato; antidepressivos sedativos, antihistamínicos-H1 e antihipertensores de ação central. - Ansiolíticos
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Barbitúricos

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Interações Fármaco-Fármaco (IFF): A administração concomitante de midazolam com outros sedativos/hipnóticos e depressores do SNC, incluindo o álcool, pode provavelmente causar sedação acentuada e depressão respiratória. São exemplos os derivados opiáceos (sejam eles utilizados como analgésicos, antitússicos ou tratamentos de substituição), antipsicóticos, outras benzodiazepinas usadas como ansiolíticos ou hipnóticos, barbitúricos, propofol, cetamina, etomidato; antidepressivos sedativos, antihistamínicos-H1 e antihipertensores de ação central. - Barbitúricos
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Propofol

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Interações Fármaco-Fármaco (IFF): A administração concomitante de midazolam com outros sedativos/hipnóticos e depressores do SNC, incluindo o álcool, pode provavelmente causar sedação acentuada e depressão respiratória. São exemplos os derivados opiáceos (sejam eles utilizados como analgésicos, antitússicos ou tratamentos de substituição), antipsicóticos, outras benzodiazepinas usadas como ansiolíticos ou hipnóticos, barbitúricos, propofol, cetamina, etomidato; antidepressivos sedativos, antihistamínicos-H1 e antihipertensores de ação central. - Propofol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Cetamina

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Interações Fármaco-Fármaco (IFF): A administração concomitante de midazolam com outros sedativos/hipnóticos e depressores do SNC, incluindo o álcool, pode provavelmente causar sedação acentuada e depressão respiratória. São exemplos os derivados opiáceos (sejam eles utilizados como analgésicos, antitússicos ou tratamentos de substituição), antipsicóticos, outras benzodiazepinas usadas como ansiolíticos ou hipnóticos, barbitúricos, propofol, cetamina, etomidato; antidepressivos sedativos, antihistamínicos-H1 e antihipertensores de ação central. - Cetamina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Etomidato

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Interações Fármaco-Fármaco (IFF): A administração concomitante de midazolam com outros sedativos/hipnóticos e depressores do SNC, incluindo o álcool, pode provavelmente causar sedação acentuada e depressão respiratória. São exemplos os derivados opiáceos (sejam eles utilizados como analgésicos, antitússicos ou tratamentos de substituição), antipsicóticos, outras benzodiazepinas usadas como ansiolíticos ou hipnóticos, barbitúricos, propofol, cetamina, etomidato; antidepressivos sedativos, antihistamínicos-H1 e antihipertensores de ação central. - Etomidato
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Antihistamínicos

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Interações Fármaco-Fármaco (IFF): A administração concomitante de midazolam com outros sedativos/hipnóticos e depressores do SNC, incluindo o álcool, pode provavelmente causar sedação acentuada e depressão respiratória. São exemplos os derivados opiáceos (sejam eles utilizados como analgésicos, antitússicos ou tratamentos de substituição), antipsicóticos, outras benzodiazepinas usadas como ansiolíticos ou hipnóticos, barbitúricos, propofol, cetamina, etomidato; antidepressivos sedativos, antihistamínicos-H1 e antihipertensores de ação central. - Antihistamínicos
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Antihipertensores

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacodinâmicas: Interações Fármaco-Fármaco (IFF): A administração concomitante de midazolam com outros sedativos/hipnóticos e depressores do SNC, incluindo o álcool, pode provavelmente causar sedação acentuada e depressão respiratória. São exemplos os derivados opiáceos (sejam eles utilizados como analgésicos, antitússicos ou tratamentos de substituição), antipsicóticos, outras benzodiazepinas usadas como ansiolíticos ou hipnóticos, barbitúricos, propofol, cetamina, etomidato; antidepressivos sedativos, antihistamínicos-H1 e antihipertensores de ação central. - Antihipertensores
Contraindicado

Nelfinavir + Midazolam

Observações: n.d.
Interações: A coadministração é contraindicada com os seguintes fármacos que são substrato do CYP3A4 e que têm janela terapêutica estreita: Terfenadina, astemizol, cisaprida, amiodarona, quinidina, derivados da ergotamina, pimozida, midazolam oral, triazolam, alfuzosina e sildenafil quando utilizados para tratar a hipertensão arterial pulmonar. Prevê-se que a coadministração de um IP com sildenafil aumente substancialmente a concentração deste e resulte num aumento dos acontecimentos adversos associados ao sildenafil, incluindo hipotensão, alterações da visão e priapismo. Para outros substratos do CYP3A4 pode ser necessário reduzir a dose ou considerar uma alternativa. A coadministração de nelfinavir com propionato de fluticasona pode aumentar as concentrações plasmáticas do propionato de fluticasona. Considerar alternativas que não sejam metabolizadas pelo CYP3A4, como a beclometasona. A utilização concomitante de trazodona e nelfinavir pode aumentar as concentrações plasmáticas da trazodona e deve ser considerada uma dose mais baixa de trazodona. A coadministração de nelfinavir com sinvastatina ou lovastatina pode resultar em aumentos significativos das concentrações plasmáticas de sinvastatina e lovastatina e é contraindicada. Considerar alternativas que não sejam substractos do CYP3A4 como a pravastatina ou a fluvastatina. São previstas concentrações plasmáticas de midazolam significativamente mais elevadas quando o midazolam é administrado oralmente, portanto não deve ser coadministrado com nelfinavir. O midazolam parentérico deve de ser coadministrado numa unidade de cuidados intensivos para assegurar uma estreita monitorização clínica. Considerar o ajustamento de dose do midazolam se for administrada mais do que uma única dose. Sedativos/Ansiolíticos: Midazolam: Não foram realizados estudos de interação para a coadministração do nelfinavir com benzodiazepinas. O midazolam é extensamente metabolizado pelo CYP3A4. A coadministração de midazolam com nelfinavir pode causar um grande aumento da concentração desta benzodiazepina. Com base em informação referente a outros inibidores do CYP3A4, espera-se que as concentrações plasmáticas do midazolam aumentem significativamente quando o midazolam é administrado por via oral. Por conseguinte, o nelfinavir não deve ser coadministrado com midazolam administrado por via oral. Se o nelfinavir for coadministrado com midazolam administrado por via parentérica, a coadministração deverá ser feita numa unidade de cuidados intensivos (UCI) ou em local semelhante, de forma a garantir uma monitorização clínica rigorosa e gestão médica adequada, em caso de depressão respiratória e/ou sedação prolongada. Deve ser considerado o ajuste de dose de midazolam, principalmente se se administrar mais do que uma dose única de midazolam. - Midazolam
Usar com precaução

Nilotinib + Midazolam

Observações: O nilotinib é principalmente metabolizado no fígado e é também substrato para a bomba de efluxo multifármacos, glicoproteína-P (gp-P). Assim, a absorção e subsequente eliminação do nilotinib absorvido sistemicamente podem ser influenciadas por substâncias que afetem a CYP3A4 e/ou a gp-P.
Interações: Substâncias que podem ter a sua concentração sistémica alterada pelo nilotinib: Em doentes com LMC, o nilotinib administrado na dose de 400 mg duas vezes por dia durante 12 dias aumentou respetivamente 2,6 vezes e 2,0 vezes a exposição sistémica (AUC e Cmax) do midazolam administrado por via oral (um substrato da CYP3A4). Nilotinib é um inibidor moderado da CYP3A4. Consequentemente, a exposição sistémica de outros medicamentos metabolizados principalmente pela CYP3A4 (por exemplo, certos inibidores da HMG CoA redutase) pode aumentar quando administrados concomitantemente com nilotinib. Pode ser necessária monitorização adequada e ajuste de dose para fármacos que são substratos da CYP3A4 e com um índice terapêutico estreito (incluindo mas não limitado a alfentanil, ciclosporina, dihidroergotamina, ergotamina, fentanil, sirolímus e tacrolímus), quando co-administrados com nilotinib. - Midazolam
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Pazopanib + Midazolam

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do pazopanib noutros medicamentos: O pazopanib causou um aumento de aproximadamente 30% na AUC e Cmax médias do midazolam (substrato sonda do CYP3A4) e um aumento de cerca de 33% a 64% da razão concentração na urina de dextrometorfano a dextrofano após administração oral de dextrometorfano (substrato sonda do CYP2D6). - Midazolam
Usar com precaução

Posaconazol + Midazolam

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de posaconazol sobre outros medicamentos: Posaconazol é um potente inibidor do CYP3A4. A administração concomitante de posaconazol com substratos do CYP3A4 pode resultar num grande aumento da exposição aos substratos do CYP3A4 como exemplificado abaixo pelo efeito sobre tacrolimus, sirolimus, atazanavir e midazolam. Recomenda-se precaução durante a administração concomitante de posaconazol com substratos do CYP3A4 administrados por via intravenosa e poderá ser necessário reduzir a dose do substrato do CYP3A4. Se posaconazol for administrado concomitantemente com substratos do CYP3A4 administrados por via oral, e para os quais um aumento das concentrações plasmáticas poderá estar associado a reações adversas inaceitáveis, deve-se monitorizar cuidadosamente as concentrações plasmáticas do substrato de CYP3A4 e/ou as reações adversas, e ajustar a dose conforme necessário. Vários dos estudos de interação foram conduzidos em voluntários saudáveis nos quais ocorre uma exposição superior a posaconazol em comparação com os doentes administrados com a mesma dose. O efeito de posaconazol sobre os substratos de CYP3A4 em doentes pode ser inferior nalguns casos aos observados em voluntários saudáveis, e é expectável que seja variável entre os doentes devido à variável exposição de pos aconazol nos doentes. O efeito da administração concomitante com posaconazol nos níveis plasmáticos dos substratos CYP3A4 também pode ser variável no mesmo doente, exceto se posaconazol for administrado de um modo rigorosamente padronizado com a alimentação, dado o grande efeito da alimentação na exposição de posaconazol. Efeitos de posaconazol sobre outros medicamentos: Midazolam e outras benzodiazepinas metabolizadas pelo CYP3A4: Num estudo realizado em voluntários saudáveis, a suspensão oral de posaconazol (200 mg uma vez por dia durante 10 dias) aumentou a exposição (AUC) de midazolam intravenoso (0,05 mg/kg) em 83%. Num outro estudo realiza do em voluntários saudáveis, a administração de doses repetidas de posaconazol suspensão oral (200 mg duas vezes dia durante 7 dias) aumentou a Cmax e a AUC de midazolam intravenoso (0,4 mg em dose única) numa média, respetivamente em 1,3 e 4,6 vezes ( intervalo de 1,7 a 6,4 vezes); Posaconazol suspensão oral 400 mg duas vezes dia durante 7 dias aumentou a Cmax e a AUC de midazolam intravenoso, respetivamente em 1,6 e 6,2 vezes ( intervalo de 1,6 a 7,6 vezes). Ambas as doses de posaconazol aumentaram a Cmax e a AUC de midazolam por via oral (2 mg em dose oral única), respetivamente em 2,2 e 4,5 vezes. Adicionalmente, a suspensão oral de posaconazol (200 mg ou 400 mg), durante a administração concomitante, prolongou a semivida final média de midazolam desde aproximadamente de 3-4 horas para 8-10 horas. Devido ao risco de sedação prolongada recomenda-se que os ajustes de dose sejam considerados quando posaconazol é administrado concomitantemente com qualquer benzodiazepina que seja metabolizada pelo CYP3A4 (por exemplo midazolam, triazolam, alprazolam). - Midazolam
Sem significado Clínico

Raltegravir + Midazolam

Observações: Todos os ensaios de interação foram realizados em adultos.
Interações: Efeito do raltegravir na farmacocinética de outros medicamentos: Nos ensaios de interação, o raltegravir não teve um efeito clinicamente significativo na farmacocinética da etravirina, maraviroc, tenofovir, contracetivos hormonais, metadona, midazolam ou do boceprevir. Dados de Interações Farmacocinéticas: SEDATIVOS: Midazolam (raltegravir 400 mg Duas Vezes por Dia) Não é necessário ajuste posológico para o Raltegravir ou para o midazolam. Estes resultados indicam que o raltegravir não é um indutor ou inibidor do CYP3A4, logo, não se prevê que o raltegravir afete a farmacocinética de medicamentos que sejam substratos do CYP3A4. - Midazolam
Não recomendado/Evitar

Ribociclib + Midazolam

Observações: n.d.
Interações: Substâncias que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas por Ribociclib: A coadministração de midazolam (substrato da CYP3A4) com doses múltiplas de Ribociclib (400 mg) aumentou a exposição de midazolam em 280% (3,80 vezes) em indivíduos saudáveis, comparativamente com administração de midazolam isoladamente. Simulações utilizando modelos farmacocinéticos com base fisiológica sugerem que Ribociclib administrado na dose clinicamente relevante de 600 mg deverá aumentar a AUC de midazolam em 5,2 vezes. Substâncias que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas por Ribociclib: A administração concomitante de ribociclib na dose de 600 mg com os seguintes substratos da CYP3A4 deve ser evitada: alfuzosina, amiodarona, cisaprida, pimozida, quinidina, ergotamina, dihidroergotamina, quetiapina, lovastatina, sinvastatina, sildenafil, midazolam, triazolam. - Midazolam
Contraindicado

Ritonavir + Midazolam

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do Ritonavir nos Medicamentos Não Antirretrovirais Coadministrados: Sedativos/hipnóticos: Clorazepato, diazepam, estazolam, flurazepam, midazolam por via oral e parentérica e triazolam: É possível que a coadministração de ritonavir resulte em concentrações plasmáticas aumentadas de clorazepato, diazepam, estazolam e flurazepam, pelo que é contraindicada. Midazolam é extensamente metabolizado pelo CYP3A4. A coadministração com Ritonavir pode causar um grande aumento na concentração desta benzodiazepina. Não se realizou nenhum estudo de interação medicamentosa para a coadministração de Ritonavir com benzodiazepinas. Com base em informação referente outros inibidores da CYP3A4, espera-se que as concentrações plasmáticas do midazolam aumentem significativamente quando o midazolam é administrado por via oral. Por conseguinte, Ritonavir não deve ser coadministrado com midazolam administrado por via oral, no entanto deve usar-se de precaução ao coadministrar Ritonavir com midazolam administrado por via parentérica. A informação relativa ao uso concomitante de midazolam administrado por via parentérica com outros inibidores da protease sugere um possível aumento de 3-4 vezes nos níveis plasmáticos de midazolam. Se Ritonavir for coadministrado com midazolam administrado por via parentérica, a administração deverá ser feita numa unidade de cuidados intensivos (UCI) ou em local semelhante, de modo a garantir uma monitorização clínica rigorosa e gestão médica adequado em caso de depressão respiratória e/ou sedação prolongada. Deve ser considerado o ajuste da dose de midazolam, especialmente se for administrada mais do que uma dose única de midazolam. - Midazolam
Sem efeito descrito

Sorafenib + Midazolam

Observações: n.d.
Interações: Substratos do CYP3A4, CYP2D6 e CYP2C19: A administração concomitante de sorafenib e midazolam, dextrometorfano ou omeprazol, os quais são substratos dos citocromos CYP3A4, CYP2D6 e CYP2C19, respetivamente, não alterou a exposição a estes agentes. Isto indica que o sorafenib não é nem um inibidor nem um indutor destas isoenzimas do citocromo P450. Desta forma, são improváveis in terações farmacocinéticas clínicas de sorafenib com substratos destas enzimas. - Midazolam
Contraindicado

Saquinavir + Midazolam

Observações: A maioria dos estudos de interação medicamentosa com saquinavir foi desenvolvida com saquinavir não potenciado ou com saquinavir cápsulas moles não potenciado. Um número reduzido de estudos foi desenvolvido com saquinavir potenciado com ritonavir ou com saquinavir cápsulas moles potenciado com ritonavir. Os dados obtidos a partir dos estudos de interação medicamentosa realizados com saquinavir não potenciado podem não ser representativos dos efeitos observados com a terapêutica de saquinavir/ritonavir. Adicionalmente, os resultados observados com saquinavir cápsulas moles podem não ser preditivos relativamente à magnitude destas interações com saquinavir/ritonavir.
Interações: Benzodiazepinas: Midazolam 7,5 mg dose única (oral) (saquinavir/ritonavir 1000/100 mg bid) Não existe informação disponível sobre a utilização concomitante de saquinavir potenciado com ritonavir e midazolam administrado por via intravenosa. Os estudos com outros moduladores do CYP3A e midazolam administrado por via intravenosa sugerem um possível aumento dos níveis plasmáticos de midazolam de 3 a 4 vezes. A coadministração de saquinavir/ ritonavir com midazolam administrado por via oral está contraindicada. Deve ter-se precaução com a coadministração de saquinavir e midazolam administrado por via parentérica. Caso saquinavir seja coadministrado com midazolam administrado por via parentérica, esta administração deve realizar-se numa unidade de cuidados intensivos ou num ambiente semelhante, garantindo uma monitorização clínica apertada e apropriada gestão médica em caso de depressão respiratória e/ou sedação prolongada. Deve ser considerado o ajuste de dose, principalmente se for administrada mais do que uma dose de midazolam. - Midazolam
Usar com precaução

Tacrolímus + Midazolam

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do metabolismo: Estudos in vitro, demonstram que as substâncias a seguir indicadas são potenciais inibidores do metabolismo do tacrolímus: Bromocriptina, cortisona, dapsona, ergotamina, gestodeno, lidocaína, fenitoína, miconazol, midazolam, nilvadipina, noretisterona, quinidina, tamoxifeno, troleandomicina. O sumo de toranja tem sido relacionado com o aumento dos níveis sanguíneos de tacrolímus pelo que deverá ser evitado. - Midazolam
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Verapamilo + Midazolam

Observações: n.d.
Interações: Possíveis interacções medicamentosas associadas com o verapamilo, devido a razões de farmacocinética: Benzodiazepinas e outros ansiolíticos Buspirona - Aumento da AUC, Cmax da buspirona em 3,4 vezes; Midazolam - Aumento da AUC ( 3 vezes) e Cmax ( 2 vezes) do midazolam. Teofilina, ciclosporina, prazosina e midazolam Aumento dos níveis plasmáticos. - Midazolam
Contraindicado

Telaprevir + Midazolam

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Contraindicações de utilização concomitante: Telaprevir não pode ser administrado concomitantemente com substâncias ativas cuja eliminação seja predominantemente dependente do CYP3A e para as quais concentrações plasmáticas elevadas estão associadas a acontecimentos adversos graves e/ou que colocam a vida em risco, tais como arritmias cardíacas (i.e., amiodarona, astemizol, bepridil, cisaprida, pimozida, quinidina, terfenadina) ou vasoespasmo periférico ou isquémia (i.e. dihidroergotamina, ergonovina, ergotamina, metilergonovina) ou miopatia, incluindo rabdomiólise (i.e, lovastatina, sinvastatina, atorvastatina) ou sedação prolongada ou aumentada ou depressão respiratória (i.e. quetiapina e midazolam ou triazolam de administração oral) ou hipotensão ou arritmia cardíaca (i.e. alfuzosina e sildenafil para a hipertensão arterial pulmonar). BENZODIAZEPINAS: Midazolam administrado por via parentérica, Midazolam administrado por via oral: A administração concomitante deve ser feita num contexto que assegure a monitorização clínica e o tratamento médico adequado em caso de depressão respiratória e/ou sedação prolongada. Deve considerar-se a redução da dose de midazolam administrado por via parentérica, especialmente caso seja administrada mais do que uma dose única de midazolam. - Midazolam
Não recomendado/Evitar

Telitromicina + Midazolam

Observações: Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos.
Interações: Efeito do Telitromicina nos outros medicamentos: A telitromicina é um inibidor do CYP3A4 e um fraco inibidor do CYP2D6. Estudos in vivo com sinvastatina, midazolam e cisapride demonstraram uma inibição potente do CYP3A4 intestinal e uma inibição moderada do CYP3A4 hepático. O grau de inibição do CYP3A4 com diferentes substratos é difícil de prever. Como tal, a Telitromicina não deve ser usada durante o tratamento com medicamentos que sejam substratos do CYP3A4, a não ser que as concentrações no plasma do substrato do CYP3A4, a eficácia, ou reações adversas possam ser rigorosamente monitorizados. Em alternativa, a interrupção do tratamento com substrato do CYP3A4 deverá ser feita durante o tratamento com a Telitromicina. Efeito do Telitromicina nos outros medicamentos: Benzodiazepinas: Quando o midazolam foi coadministrado com Telitromicina, a AUC do midazolam aumentou 2,2 vezes após administração intravenosa e 6,1 vezes após administração oral. A semivida do midazolam aumentou cerca de 2,5 vezes. Deve ser evitada a administração oral do midazolam concomitantemente com o Telitromicina. A dose intravenosa de midazolam deve ser ajustada conforme necessário e a monitorização do doente deverá ser considerada. Devem ser aplicadas as mesmas precauções a outras benzodiazepinas que são metabolizadas pelo CYP3A4, (especialmente o triazolam mas também em menor grau o alprazolam). Para as benzodiazepinas que não são metabolizadas pelo CYP3A4 (temazepan, nitrazepam, lorazepam) é improvável uma interação com o Telitromicina. - Midazolam
Usar com precaução

Tipranavir + Midazolam

Observações: Os estudos de interação apenas foram realizados em adultos.
Interações: SEDATIVOS/HIPNÓTICOS: Midazolam 2 mg QD (iv) Midazolam 5 mg QD (po) O ritonavir é um potente inibidor do CYP3A4 e, por essa razão, influencia outros fármacos metabolizados por este enzima. A administração concomitante de Tipranavir, coadministrado com ritonavir em dose baixa, e midazolam oral está contraindicada. Se Tipranavir com ritonavir for administrado com midazolam parentérico, deve ser instituída monitorização rigorosa relativamente a depressão respiratória e/ou sedação prolongada e deve ser considerado um ajuste de dose. - Midazolam
Usar com precaução

Fluvoxamina + Midazolam

Observações: n.d.
Interações: CYP3A4: Os níveis plasmáticos de benzodiazepinas metabolizadas por via oxidativa (tais como triazolam, midazolam, alprazolam e diazepam) é provável que aumentem quando administrados concomitantemente com fluvoxamina. A dosagem destas benzodiazepinas deve ser reduzida durante a administração concomitante com fluvoxamina. - Midazolam
Usar com precaução

Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida + Midazolam

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com este medicamento. As interações que foram identificadas em estudos com componentes individuais de este medicamento, isto é, com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir), cobicistate, emtricitabina ou tenofovir alafenamida, determinam as interações que podem ocorrer com este medicamento. As interações esperadas entre Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida e potenciais medicamentos concomitantes são baseadas em estudos realizados com os componentes deste medicamento, como agentes individuais ou em associação, ou são interações medicamentosas potenciais que podem ocorrer. Os ensaios de interação com os componentes de este medicamento foram realizados apenas em adultos.
Interações: SEDATIVOS/HIPNÓTICOS Buspirona Clorazepato Diazepam Estazolam Flurazepam Midazolam (parentérico) Zolpidem Tendo por base considerações teóricas, é expectável que DRV/COB aumente as concentrações plasmáticas destes sedativos/hipnóticos. (inibição do CYP3A) Recomenda-se monitorização clínica quando este medicamento é administrado concomitantemente com estes sedativos/hipnóticos, devendo ser considerada uma dose mais baixa destes sedativos/hipnóticos. Recomenda-se precaução na administração concomitante de este medicamento e midazolam parentérico. Se este medicamento for administrado concomitantemente com midazolam por via parentérica, tal deve ser realizado numa unidade de cuidados intensivos ou em condições equivalentes, que assegurem monitorização clínica rigorosa e atenção médica apropriada em caso de depressão respiratória e/ou sedação prolongada. Deve-se considerar um ajuste da dose de midazolam, especialmente se for administrada mais do que uma dose única de midazolam. Midazolam(oral) Triazolam Tendo por base considerações teóricas, é expectável que DRV/COB aumente as concentrações plasmáticas destes sedativos/hipnóticos. (inibição do CYP3A) A administração concomitante de midazolam ou triazolam oral e este medicamento é contraindicada. - Midazolam
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Telotristate + Midazolam

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do Telotristate sobre outros medicamentos Substratos do CYP3A4 O uso concomitante de Telotristate pode diminuir a eficácia de medicamentos que são substratos do CYP3A4 (como por exemplo midazolam, everolímus, sunitinib, sinvastatina, etinilestradiol, amlodipina, ciclosporina ...), diminuindo a sua exposição sistémica. Recomenda-se monitorizar uma eficácia sub-ótima. - Midazolam
Sem efeito descrito

Midostaurina + Midazolam

Observações: A midostaurina sofre uma extensa metabolização hepática principalmente através das enzimas CYP3A4 que são induzidas ou inibidas por alguns medicamentos concomitantes.
Interações: Efeito de Midostaurina sobre outros medicamentos Midostaurina não é um inibidor da CYP3A4 in vivo. A farmacocinética de midazolam (sonda CYP3A4 sensíveis) não foi afetada após três dias de administração de midostaurina a indivíduos saudáveis. Com base em dados in vitro, a midostaurina e/ou os seus metabolitos têm o potencial de inibir as enzimas CYP1A2, CYP2D6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2E1 e CYP3A4/5. Com base em dados in vitro, a midostaurina e/ou os seus metabolitos têm o potencial de induzir as enzimas CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19 e CYP3A4. A midostaurina inibiu OATP1B1, BCRP e glicoproteína-p (P-gp) in vitro. A combinação dos dados de auto indução de midostaurina in vivo após administração repetida e o aumento dos níveis de colesterol 4β-OH no plasma sugerem que a midostaurina pode ser pelo menos um indutor moderado da CYP3A4 in vivo. Não foram realizados estudo in vivo para investigar a indução e inibição de enzimas e transportadores pela midostaurina e pelos metabolitos ativos. Os medicamentos com uma margem terapêutica estreita que são substratos da CYP1A2 (p.ex. tizanidina), CYP2D6 (p. ex. codeína) CYP2C8 (p.ex. paclitaxel), CYP2C9 (p.ex. varfarina), CYP2C19 (e.g. omeprazol), CYP2E1 (p.ex. clorzoxazona), CYP3A4/5 (p.ex. tacrolímus), CYP2B6 (p.ex. efavirenz), Gp-p (p.ex. paclitaxel), BCRP (p.ex. atorvastatina) ou OATP1B1 (p. ex. digoxina) devem ser utilizados com precaução quando administrados concomitantemente com midostaurina, e podem necessitar de ajuste de dose para manter uma exposição ótima. Atualmente desconhece-se se a midostaurina pode reduzir a eficácia de contracetivos hormonais e portanto as mulheres a utilizar contracetivos hormonais devem também utilizar um método anticoncecional de barreira. - Midazolam
Sem efeito descrito

Guselcumab + Midazolam

Observações: ok
Interações: Interações com substratos CYP450 Num estudo de Fase 1 realizado em doentes com psoríase em placas, moderada a grave, as alterações nas exposições sistémicas (Cmax e AUCinf) de midazolam, S-varfarina, omeprazol, dextrometorfano e cafeína após uma dose única de guselcumab não foram clinicamente relevantes, indicando que as interações medicamentosas entre guselcumab e os substratos de várias enzimas CYP (CYP3A4, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e CYP1A2) são improváveis. Não é necessário ajuste posológico na administração concomitante de guselcumab e substratos CYP450. - Midazolam
Usar com precaução

Letermovir + Midazolam

Observações: Informação geral sobre as diferenças na exposição entre os diferentes regimes de tratamento com letermovir - A exposição plasmática esperada de letermovir difere consoante o regime terapêutico utilizado. Desta forma, as consequências clínicas das interações medicamentosas do letermovir vão depender do regime de letermovir utilizado, e se o letermovir está ou não associado à ciclosporina. - A associação de ciclosporina e letermovir pode levar a efeitos potenciados ou adicionais dos medicamentos concomitantes quando comparado com letermovir isoladamente.
Interações: Sedativos Midazolam (1 mg dose única IV)/ letermovir (240 mg uma vez por dia PO) Midazolam (2 mg dose única PO) / letermovir (240 mg uma vez por dia PO): Deve ser efetuada monitorização clínica cuidada de depressão respiratória e/ou sedação prolongada durante a administração concomitante de Letermovir com midazolam. Deve ser considerado o ajuste de dose de midazolam. O aumento da concentração plasmática de midazolam pode ser maior quando midazolam oral é administrado com letermovir em doses clínicas do que com a dose estudada. - Midazolam
Sem efeito descrito

Bictegravir + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida + Midazolam

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Midazolam (2 mg, xarope oral, dose única), Bictegravir/Emtricitabina/Tenofovir alafenamida Não é necessário ajuste posológico com a coadministração. - Midazolam
Usar com precaução

Doravirina + Lamivudina + Tenofovir + Midazolam

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos da doravirina, lamivudina e tenofovir disoproxil noutros medicamentos Doravirina Não é provável que a doravirina na dose de 100 mg uma vez por dia tenha um efeito clinicamente relevante nas concentrações plasmáticas de medicamentos que são dependentes de proteínas de transporte para absorção e/ou eliminação ou que são metabolizados pelas enzimas CYP. No entanto, a administração concomitante de doravirina e do substrato sensível ao CYP3A, midazolam, resultou numa diminuição de 18% na exposição ao midazolam, sugerindo que a doravirina pode ser um indutor fraco do CYP3A. Por conseguinte, deve ter-se precaução ao administrar concomitantemente doravirina com medicamentos que sejam substratos sensíveis ao CYP3A que também tenham uma janela terapêutica estreita (por exemplo, tacrolímus e sirolímus). Sedativos/Hipnóticos Midazolam (2 mg DU, doravirina 120 mg 1x/dia): Não é necessário ajuste posológico. - Midazolam
Usar com precaução

Doravirina + Midazolam

Observações: n.d.
Interações: Efeitos da doravirina noutros medicamentos Não é provável que a doravirina na dose de 100 mg uma vez por dia tenha um efeito clinicamente relevante nas concentrações plasmáticas de medicamentos que são dependentes de proteínas de transporte para absorção e/ou eliminação ou que são metabolizados pelas enzimas CYP. No entanto, a administração concomitante de doravirina e do substrato sensível ao CYP3A, midazolam, resultou numa diminuição de 18% na exposição ao midazolam, sugerindo que a doravirina pode ser um indutor fraco do CYP3A. Por conseguinte, deve ter-se precaução ao administrar concomitantemente doravirina com medicamentos que sejam substratos sensíveis ao CYP3A que também tenham uma janela terapêutica estreita (por exemplo, tacrolímus e sirolímus). - Midazolam
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Apalutamida + Midazolam

Observações: n.d.
Interações: Efeito de Apalutamida em Enzimas Metabolizadoras de Medicamentos Estudos in vitro mostraram que a apalutamida e a N-desmetil-apalutamida são indutores moderados a fortes de CYP3A4 e CYP2B6, são inibidores moderados de CYP2B6 e CYP2C8 e inibidores fracos de CYP2C9, CYP2C19 e CYP3A4. Apalutamida e N-desmethyl apalutamide não afetam CYP1A2 e CYP2D6 em concentrações terapeuticamente relevantes. Em seres humanos, Apalutamida é um forte indutor de CYP3A4 e CYP2C19, e um indutor fraco de CYP2C9. Num estudo de interação medicamentosa usando uma abordagem de coquetel, a coadministração de Apalutamida com doses orais únicas de substratos CYP sensíveis resultou numa diminuição de 92% no ASC do midazolam (substrato da CYP3A4), diminuição de 85% no ASC do omeprazol (substrato da CYP2C19) e 46% de diminuição no ASC de S-warfarina (substrato da CYP2C9). Apalutamida não causou alterações clinicamente significativas na exposição ao substrato CYP2C8. O uso concomitante de Apalutamida com medicamentos que são principalmente metabolizados pelo CYP3A4, CYP2C19 ou CYP2C9 pode resultar em menor exposição a esses medicamentos. A substituição destes medicamentos é recomendada quando possível ou avalie a perda de eficácia se a medicação continuar. Se administrado com varfarina, monitorize a Relação Normalizada Internacional (INR) durante o tratamento Apalutamida. A indução de CYP3A4 pela apalutamida sugere que UDP-glucuronosil transferase (UGT) também pode ser induzida por ativação do receptor de pregnano X nuclear (PXR). A administração concomitante de Apalutamida com medicamentos que são substratos de UGT pode resultar em menor exposição a esses medicamentos. Tenha cuidado se substratos de UGT forem coadministrados com Apalutamida e avalie a perda de eficácia. - Midazolam
Sem efeito descrito

Sotagliflozina + Midazolam

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre a sotagliflozina Estudos de interação em voluntários saudáveis mostraram que a metformina, o metoprolol, o midazolam, a rosuvastatina e os contracetivos orais não tiveram efeito clinicamente relevante na farmacocinética da sotagliflozina. Efeitos da sotagliflozina sobre outros medicamentos Estudos de interação realizados em voluntários saudáveis mostram que a sotagliflozina não teve efeito clinicamente relevante na farmacocinética da metformina, do metoprolol, do midazolam e dos contraceptivos orais. - Midazolam
Usar com precaução

Meropenem + Vaborbactam + Midazolam

Observações: n.d.
Interações: Deve ter-se precaução quando se administrar meropenem/vaborbactam concomitantemente com medicamentos com janela terapêutica estreita que são metabolizados predominantemente por enzimas do CYP450 (por exemplo, imunosupressores como tacrolimus, everolimus e ciclosporina, lovastatina, midazolam, sildenafil e varfarina), visto que ainda não estão disponíveis dados conclusivos sobre se o meropenem ou vaborbactam podem ser inibidores ou indutores de enzimas do CYP450. Desconhece-se se uma potencial interação resultaria em concentrações plasmáticas aumentadas ou reduzidas e, por conseguinte, os doentes devem ser monitorizados tanto para detetar sinais de toxicidade como da falta de eficácia do fármaco com estreito índice terapêutico. - Midazolam
Sem significado Clínico

Gilteritinib + Midazolam

Observações: Gilteritinib é principalmente metabolizado pelas enzimas do CYP3A, que podem ser induzidas ou inibidas por diversos medicamentos concomitantes.
Interações: Gilteritinib enquanto indutor ou inibidor Gilteritinib não é um inibidor ou indutor do CYP3A4 ou um inibidor do MATE1 in vivo. A farmacocinética de midazolam (um substrato sensível do CYP3A4) não foi significativamente afetada (Cmax e AUC aumentaram aproximadamente 10%) após a administração única diária de gilteritinib (300 mg) durante 15 dias em doentes com LMA recidivante ou refratária com mutação FLT3. Adicionalmente, a farmacocinética de cefalexina (um substrato sensível do MATE1) não foi significativamente afetada (Cmax e AUC diminuíram menos de 10%) após a administração única diária de gilteritinib (200 mg) durante 15 dias em doentes com LMA recidivante ou refratária com mutação FLT3. - Midazolam
Sem efeito descrito

Upadacitinib + Midazolam

Observações: n.d.
Interações: Potencial de upadacitinib para afetar a farmacocinética de outros medicamentos A administração de doses múltiplas de 30 mg de upadacitinib uma vez por dia (uma dose que é duas vezes a dose de upadacitinib recomendada), a indivíduos saudáveis, teve um efeito limitado sobre as exposições plasmáticas a midazolam (fármaco substrato sensível à CYP3A) (diminuição de 26% na AUC e Cmax de midazolam), indicando que a administração de 30 mg de upadacitinib uma vez por dia pode ter um fraco efeito de indução sobre a CYP3A. Num estudo clínico, observou-se uma diminuição de 33% e 23% na AUC de rosuvastatina e atorvastatina, respetivamente, e a Cmax de rosuvastatina diminuiu 23% após a administração de doses múltiplas de 30 mg de upadacitinib uma vez por dia a indivíduos saudáveis. Upadacitinib não teve efeito relevante sobre a Cmax de atorvastatina ou sobre as exposições plasmáticas a orto-hidroxi-atorvastatina (principal metabolito ativo de atorvastatina). Não se recomenda ajuste posológico para substratos da CYP3A ou para rosuvastatina ou atorvastatina, quando coadministrados com upadacitinib. Upadacitinib não tem efeitos relevantes sobre as exposições plasmáticas a etinilestradiol, levonorgestrel, metotrexato ou medicamentos que sejam substratos para o metabolismo por CYP1A2, CYP2B6, CYP2C9, CYP2C19 ou CYP2D6. - Midazolam
Sem efeito descrito

Polatuzumab vedotina + Midazolam

Observações: Não foram realizados estudos formais de interação farmacológica com polatuzumab vedotina em humanos.
Interações: Não é previsível que MMAE não conjugado altere a AUC de medicação concomitante que seja substrato do CYP3A4 (ex. midazolam). - Midazolam
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclobenzaprina + Cafeína + Midazolam

Observações: n.d.
Interações: A cafeína reduz os efeitos sedativos e ansiolíticos (por efeito antagonista no SNC) do clonazepam, midazolam, diazepam, lorazepam, alprazolam, bromazepam, clordiazepóxido, nitrazepam, prazepam, flurazepam, halazepam, clobazam e triazolam. - Midazolam
Sem significado Clínico

Darolutamida + Midazolam

Observações: n.d.
Interações: Efeitos da darolutamida noutros medicamentos Substratos do CYP3A4 A darolutamida é um indutor ligeiro do CYP3A4. Não é esperada uma interação medicamentosa clinicamente relevante no caso da administração de substratos do CYP. A darolutamida pode ser administrada concomitantemente com substratos do CYP (por exemplo, varfarina, L-tiroxina, omeprazol). A administração de darolutamida (600 mg duas vezes por dia durante 9 dias) antes da coadministração de uma dose única do substrato sensível da CYP3A4, chamado midazolam (1 mg), com alimentos diminuiu a exposição média (AUC) e a Cmáx do midazolam em 29% e 32%, respetivamente. A darolutamida não inibiu o metabolismo de substratos selecionados do CYP in vitro em concentrações clinicamente relevantes. - Midazolam
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Givosiran + Midazolam

Observações: n.d.
Interações: Num estudo clínico de interação fármaco-fármaco, o givosiran provocou uma redução fraca a moderada da atividade de determinadas enzimas CYP450 no fígado, aumentando, assim, as exposições no plasma: • CYP3A4: aumento de 1,2 vezes da Cmáx. e aumento de 1,5 vezes da AUC0–∞ do midazolam - Midazolam
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fosnetupitant + Palonossetrom + Midazolam

Observações: n.d.
Interações: Eritromicina e midazolam A exposição à eritromicina e ao midazolam aumentou aproximadamente 1,3 e 2,4 vezes, respetivamente, quando cada um foi coadministrado com o netupitant administrado por via oral. Estes efeitos não foram considerados clinicamente importantes. O perfil farmacocinético do netupitant não foi afetado pela administração concomitante de midazolam ou de eritromicina. Deve ter-se em consideração os efeitos potenciais do aumento das concentrações plasmáticas do midazolam ou de outras benzodiazepinas metabolizadas através do CYP3A4 (alprazolam, triazolam) ao coadministrarem-se estas substâncias ativas com a associação de netupitant e cloridrato de palonossetrom. - Midazolam
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interações do Midazolam
Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

Midazolam pode fazer com que o doente fique sonolento, esquecido ou pode afetar a sua concentração e coordenação. Isto pode afetar o desempenho de tarefas que exigem perícia tal como conduzir, andar de bicicleta ou utilizar máquinas.

Após a administrado deste medicamento, o Doente não deve conduzir, andar de bicicleta ou utilizar máquinas até ter recuperado completamente.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 08 de Setembro de 2020