Maraviroc

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Condução Uso Hospitalar DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica)
O que é
Maraviroc pertence a um grupo de medicamentos chamados antagonistas CCR5.

Maraviroc atua por bloqueio de um recetor chamado CCR5 que o VIH utiliza para entrar e infetar as suas células sanguíneas.

Maraviroc tem de ser tomado em combinação com outros medicamentos que também são usados para tratar a infeção por VIH.

Estes medicamentos são todos chamados de medicamentos anti-VIH ou antirretrovirais.

Maraviroc, como parte da terapêutica combinada, reduz a quantidade de vírus no seu organismo e mantém-na num nível baixo.

Isto ajuda o seu organismo a aumentar o número de células CD4 no seu sangue.

As células CD4 são um tipo de glóbulo branco e são importantes para ajudar o seu organismo no combate à infeção
Usos comuns
Maraviroc é utilizado com outros medicamentos para tratar a CCR5 do vírus da imunodeficiência humana (HIV) do tipo 1.

O HIV provoca a síndrome da imunodeficiência adquirida (SIDA).
Tipo
pequena molécula
História
Sem informação.
Indicações
O Maraviroc em associação com outros medicamentos antirretrovirais está indicado para o tratamento de doentes adultos sujeitos a tratamento prévio, infetados pelo VIH-1 com tropismo detetável apenas para o recetor CCR5.

Esta indicação é baseada tem por base dados de segurança e eficácia de dois ensaios em dupla ocultação, controlados por placebo, em doentes sujeitos a tratamento prévio.
Classificação CFT
01.03.02     Outros antivíricos
Mecanismo De Ação
Maraviroc é um membro de uma classe terapêutica designada antagonistas dos recetores CCR5.

O maraviroc liga-se seletivamente ao recetor humano da quimiocina CCR5, impedindo o VHI-1 com tropismo para o recetor CCR5 de entrar nas células.
Posologia Orientativa
Adultos
A dose recomendada é de 150 mg, 300 mg ou 600 mg duas vezes por dia, dependendo das interações com a terapêutica antirretroviral concomitante e com outros medicamentos
Administração
A terapêutica deve ser iniciada por um médico experiente no controlo da infeção pelo VIH

Via oral, com ou sem alimentos.
Contraindicações
Hipersensibilidade ao Maraviroc.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Situações a que deve estar atento incluem as seguintes:
Problemas de fígado com reações alérgicas
Foram notificados muito raramente e podem afetar até 1 em cada 10.000 pessoas a tomar este medicamento.

Os sinais incluem:
• perda de apetite
• náuseas/vómitos
• amarelecimento da pele ou dos olhos
• erupção na pele ou comichão

Contacte um médico imediatamente se tiver estes sintomas
- Pare de tomar este medicamento

Efeitos secundários frequentes (podem afetar até 1 em cada 10 pessoas)
• diarreia, mal-estar, dor de estômago, flatulência, indigestão
• dor de cabeça, alterações do sono, depressão
• erupção na pele, sensação de fraqueza, anemia
• perda de apetite
• aumento das enzimas hepáticas (aspartato e alanino transaminases bem como gama glutamiltransferase).

Estes podem ser observados nos resultados das análises sanguíneas e podem ser um sinal da diminuição da função ou deterioração do fígado.



Efeitos secundários pouco frequentes (podem afetar até 1 em 100 pessoas)
• pneumonia, infeção fúngica do esófago
• convulsões
• aumento de uma substância que pode ser encontrada em análises sanguíneas, quando os músculos estão inflamados ou lesionados
• falência renal, perda de proteínas pela urina

Efeitos secundários raros (podem afetar até 1 em 1000 pessoas)
• diminuição do número de células sanguíneas
• dor no peito causada pela diminuição do fluxo sanguíneo para o coração, diminuição do tamanho do músculo
• alguns tipos de cancro como cancro do esófago e dos ductos biliares
• sentir-se com tonturas, desmaiar ou ficar atordoado quando se levanta

Outros efeitos secundários da terapêutica combinada para o VIH
Pode ter problemas com os seus ossos
Algumas pessoas a fazer terapêutica combinada para o VIH desenvolvem uma doença denominada osteonecrose.

Com esta doença, partes do tecido ósseo morrem, devido à diminuição do fornecimento de sangue ao osso.

A frequência é desconhecida, mas terá maior probabilidade de desenvolver esta doença se:
• estiver a tomar terapêutica combinada há muito tempo
• estiver também a tomar medicamentos anti-inflamatórios chamados corticosteroides
• consumir álcool
• tiver um sistema imunitário muito debilitado
• tiver excesso de peso

Os sinais a que deve estar atento incluem:
• rigidez nas articulações
• moinhas e dores (especialmente na anca, joelho e ombro)
• dificuldade em movimentar-se
Advertências
Gravidez
Gravidez:Todos os trimestres: B - Não há estudos adequados em mulheres. Em experiência em animais não foram encontrados riscos, mas foram encontrados efeitos colaterais que não foram confirmado nas mulheres, especialmente durante o último trimestre de gravidez.
Aleitamento
Aleitamento:As mães devem ser aconselhadas a não amamentar se estiverem a tomar maraviroc devido à potencial transmissão do VIH assim como devido às possíveis reações adversas nos lactentes.
Conducao
Conducao:Se tiver tonturas enquanto está a tomar Maraviroc, não conduza.
Precauções Gerais
Embora uma supressão vírica eficaz com terapêutica antirretroviral tenha provado reduzir substancialmente o risco de transmissão sexual, não pode ser excluída a existência de um risco residual.

Para prevenir a transmissão devem ser tomadas precauções de acordo com as orientações nacionais.


Doença hepática
A segurança e eficácia de maraviroc não foram especificamente estudadas em doe ntes com doenças hepáticas subjacentes significativas.

Casos de hepatotoxicidade e de insuficiência hepática com características alérgicas foram relatados em associação com maraviroc .

Adicionalmente, nos estudos em indivíduos infetados pelo VIH sujeitos a terapêutica prévia, foi observado um aumento das reações adversas hepáticas com maraviroc, embora sem um aumento global de alterações dos testes da função hepática de Grau 3/4 ACTG.

As afeções hepatobiliares notificadas em doentes sem trat amento prévio foram pouco frequentes e equilibradas entre os grupos de tratamento.

Os doentes com disfunção hepática pré - existente, incluindo hepatite crónica ativa, podem ter um aumento da frequência de alterações da função hepática duran te a terapêutica de associação antirretrovírica e devem ser monitorizados de acordo com a prática estabelecida.

A suspensão de maraviroc deve ser fortemente considerada em qualquer doente com sinais ou sintomas de hepatite aguda, em especial se se suspeita r de hipersensibilidade relacionada com o fármaco ou com aumento das transaminases hepáticas associado a erupção cutânea ou outros sintomas sistémicos de potencial hipersensibilidade (por exemplo erupção pruriginosa, eosinofilia ou IgE elevada).

Uma vez que a informação disponível referente a doentes com coinfeção por hepatite B/C é muito limitada, deve ter-se especial cuidado ao tratar estes doentes com maraviroc .

No caso de terapêutica antivírica concomitante para a hepatite B e/ou C, consultar a informa ção relevante para estes medicamentos.

A experiência em doentes com função hepática diminuída é limitada, pelo que maraviroc deve ser utilizado com precaução nesta população.


Reações de hipersensibilidade e cutâneas graves
Foram n otificadas reações de hipersensibilidade incluindo casos graves e com potencial risco de vida em doentes a tomar CELSENTRI, na maioria dos casos concomitantemente com outros fármacos associados a estas reações.

Estas reações incluíram erupção cutânea, febr e e por vezes disfunção orgânica e insuficiência hepática.

Se ocorrerem sinais ou sintomas de reações de hipersensibilidade ou cutâneas graves, suspenda imediatamente este medicamento e outros fármacos suspeitos.

O estado clínico e a bioquímica sanguínea relevant e devem ser monitorizados e deve ser iniciada terapêutica sintomática apropriada.


Segurança cardiovascular
Em doentes com doença cardiovascular grave a informação sobre a utilização de maraviroc é limitada.

Deste modo, deve ter - se especial cuidado ao trat ar estes doentes com maraviroc .

Nos estudos principais de tratamento de doentes sujeitos a tratamento prévio os acontecimentos de doença cardíaca coronária foram mais frequentes em doentes tratados com maraviroc do que em doentes tratados com placebo (11 durante 609 doentes/ano de seguimento vs 0 durante 111 doentes/ano de seguimento).

No tratamento de doentes sem terapêutica prévia, tais acontecimentos ocorreram numa taxa baixa, semelhante entre o maraviroc e o controlo (efavirenz).


Hipotensão ortostática
Quando maraviroc foi administrado, em estudos com voluntários saudáveis em doses superiores à dose recomendada, foram observados casos de hipotensão ortostática sintomática com uma frequência superior à observada com placebo.

Deve ter - se precaução quando se administra maraviroc a doentes com terapêutica concomitante com medicamentos que se saiba baixarem a tensão arterial.

Maraviroc deve também ser utilizado com precaução em doentes com compromisso renal grave e em doentes que tenham fatores de risco para, ou tenham história de, hipotensão ortostática.

Doentes com comorbilidades cardiovasculares podem estar em risco acrescido de acontecimentos adversos cardiovasculares desencadeados pela hipotensão ortostática.


Compromisso renal
Pode ocorrer u m risco aumen tado de hipotensão ortostática em doentes com insuficiência renal grave tratados com inibidores potentes da CYP3A ou inibidores da protease potenciados (IPs) e maraviroc.

Este risco é devido ao aumento potencial nas concentrações máximas de maraviroc quand o maraviroc é coadministrado com inibidores potentes da CYP3A ou IPs potenciados nestes doentes.


Síndrome de reativação imunológica
Em doentes infetados pelo VIH com deficiência imunológica grave à data da instituição da terapêutica antirretroviral combin ada (TARC), pode ocorrer uma reação inflamatória a patogéneos oportunistas assintomáticos ou residuais e causar situações clínicas graves, ou agravamento dos sintomas.

Tipicamente, estas reações foram observadas durante as primeiras semanas ou meses após i nício da TARC.

São exemplos relevantes a retinite por citomegalovírus, as infeções micobacterianas generalizadas e/ou focais e a pneumonia causada por Pneumocystis jiroveci (antes conhecido como Pneumocystis carinii ) .

Qualquer sintoma de inflamação deve se r avaliado e, quando necessário, instituído o tratamento.

Doenças autoimunes (tal como a Doença de Graves), também têm sido 5 descritas como tendo ocorrido no contexto de reativação imunitária; no entanto, o tempo de início descrito é mais variável e estes acontecimentos podem ocorrer muitos meses após o início do tratamento.


Tropismo
Maraviroc deve ser tomado como parte de um regime de associação antirretrovírica.

Idealmente, maraviroc deve ser associado a outros antirretrovirais aos quais o vírus do doen te é sensível (ver secção 5.1).

Maraviroc apenas deve ser utilizado quando é detetado o VIH - 1 com tropismo apenas para o CCR5 (isto é, não é detetado vírus com tropismo duplo/misto ou tropismo para o CXCR4), utilizando um método de deteção sensível e adeq uadamente validado.

O ensaio Monogram Trofile foi utilizado nos ensaios clínicos de maraviroc.

Estão a ser avaliados outros ensaios fenotípicos e genotípicos.

O tropismo vírico não pode ser previsto com segurança pela história terapêutica e avaliação de amostras prévias.

Em doentes infetados pelo VIH - 1, o tropismo vírico altera - se ao longo do tempo.

Deste modo, a terapêutica deve ser iniciada rapidamente, após o resultado do teste de tropismo.

Foi demonstrado que a resistênci a já existente a outras classes de antirretrovirais encontrada na população minoritária de vírus com tropismo para o CXCR4, previamente indetetáveis, é similar à resistência encontrada nos vírus com tropismo para o CCR5.

Maraviroc não é recomendado em doe ntes sem tratamento prévio com base nos resultados de um estudo clínico nesta população.


Ajuste da dose
Os médicos devem assegurar - se de que é efetuado o correto ajuste da dose de maraviroc quando maraviroc é coadministrado com inibidores e/ou indutores da CYP3A4, uma vez que as concentrações de maraviroc e os seus efeitos terapêuticos podem ser afetados.

Ler, por favor, o respetivo Resumo das Características do Medicamento dos outros medicamentos antirretrovirais que são utilizados em associação.


Osteonecrose
Foram notificados casos de osteonecrose, particularmente em doentes com doen ça por VIH avançada e/ou exposição prolongada a terapêutica antirretro viral combinada (TARC), apesar da etiologia ser considerada multifatorial (incluindo utilização de corticosteroides, consumo de álcool, imunossupressão grave e índice de massa corporal e levado).

Os doentes devem ser instruídos a procurar aconselhamento médico caso sintam mal - estar e dor articular, rigidez articular ou dificuldade de movimentos.

Potencial efeito na imunidade
Os antagonistas do CCR5 podem, potencialmente, diminuir a respos ta imunitária a certas infeções.

Este facto deve ser tido em consideração ao tratar - se infeções tais como tuberculose ativa ou infeções fúngicas invasivas.

Nos estudos principais a incidência de infeções definidoras de SIDA foi similar nos braços maraviroc e placebo.
Cuidados com a Dieta
Pode ser tomado com ou sem alimentos
Terapêutica Interrompida
Se se esqueceu de uma dose, tome-a logo que possível e tome a próxima dose planeada na altura devida.

Se estiver quase na hora da próxima dose, não tome a dose esquecida.


Aguarde e tome a próxima dose à hora habitual.


Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Manter fora da vista e do alcance das crianças.

Este medicamento não necessita de quaisquer condições especiais de conservação.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Ativo contra HIV com tropismo R5.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cabozantinib + Maraviroc

Observações: N.D.
Interações: Efeito de cabozantinib sobre outros medicamentos: Substratos da glicoproteína-P: Cabozantinib era um inibidor (IC50 = 7,0 μM), mas não um substrato, de atividades de transporte P-gp num sistema de ensaio bidirecional usando células MDCK-MDR1. Portanto, cabozantinib pode ter o potencial de aumentar as concentrações plasmáticas de substratos co-administrados de P-gp. Os participantes devem ser avisados no que se refere ao substrato P-gp (por exemplo, fexofenadina, aliscireno, ambrisentano, etexilato dabigatran, digoxina, colchicina, maraviroc, posaconazol, ranolazina, saxagliptina, sitagliptina, talinolol, tolvaptan) enquanto recebem cabozantinib.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Darunavir + Cobicistate + Maraviroc

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com Darunavir / Cobicistate. Uma vez que Darunavir / Cobicistate contém darunavir e cobicistate, as interações que foram identificadas com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir) e com cobicistate determinam as interações que podem ocorrer com Darunavir / Cobicistate. Os ensaios de interação com darunavir/ritonavir e com cobicistate apenas foram realizados em adultos.
Interações: ANTAGONISTAS CCR5: Maraviroc 150 mg, duas vezes por dia: Tendo por base considerações teóricas, é expectável que Darunavir / Cobicistate aumente as concentrações plasmáticas de maraviroc. (inibição do CYP3A) A dose recomendada de maraviroc é de 150 mg, duas vezes por dia, quando administrado concomitantemente com Darunavir / Cobicistate.

Efavirenz + Maraviroc

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: ANTI-INFECCIOSOS: Antagonistas do CCR5: Maraviroc/Efavirenz: (100 mg duas vezes ao dia/600 mg uma vez ao dia). Concentrações de Efavirenz não determinadas, não é de esperar efeito. Consultar o Resumo das Características do Medicamento do produto com maraviroc.

Rilpivirina + Maraviroc

Observações: A rilpivirina é um inibidor in vitro do transportador MATE-2K com um IC50 < 2,7 nM. As implicações clínicas deste achado são atualmente desconhecidas.
Interações: INTERAÇÕES E RECOMENDAÇÕES POSOLÓGICAS COM OUTROS MEDICAMENTOS ANTI-INFECIOSOS: Antirretrovirais: Antagonistas dos recetores CCR5: Maraviroc: Não foi estudado. Não são esperadas interações medicamentosas clinicamente relevantes. Não é necessário qualquer ajuste da dose.

Fosamprenavir + Maraviroc

Observações: N.D.
Interações: Maraviroc: O uso concomitante não é recomendado. Reduções significativas da Cmin do amprenavir observadas podem resultar resultar em falência virológica nos doentes.

Maraviroc + Indutores do CYP3A4

Observações: n.d.
Interações: Maraviroc é um substrato do citocromo P450 CYP3A4. A administração concomitante de maraviroc com medicamentos que induzam a CYP3A4 pode diminuir as concentrações de maraviroc e reduzir os seus efeitos terapêuticos. A coadministração de maraviroc com medicamentos que inibam a CYP3A4 pode aumentar as concentrações plasmáticas de maraviroc. Recomenda-se o ajuste da dose de maraviroc quando maraviroc é administrado concomitantemente com inibidores e/ou indutores potentes da CYP3A4.

Maraviroc + Inibidores do CYP3A4

Observações: n.d.
Interações: Maraviroc é um substrato do citocromo P450 CYP3A4. A administração concomitante de maraviroc com medicamentos que induzam a CYP3A4 pode diminuir as concentrações de maraviroc e reduzir os seus efeitos terapêuticos. A coadministração de maraviroc com medicamentos que inibam a CYP3A4 pode aumentar as concentrações plasmáticas de maraviroc. Recomenda-se o ajuste da dose de maraviroc quando maraviroc é administrado concomitantemente com inibidores e/ou indutores potentes da CYP3A4.

Maraviroc + Citocromo P450

Observações: n.d.
Interações: Estudos em microssomas hepáticos humanos e sistemas enzimáticos recombinantes demonstraram que maraviroc não inibe nenhuma das principais enzimas do P450, em concentrações clinicamente relevantes (CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e CYP3A4). O maraviroc não teve efeito clinicamente relevante na farmacocinética de midazolam, contracetivos orais de etinilestradiol e levonorgestrel, ou na razão de 6β-hidroxicortisol/cortisol urinário, sugerindo não existir inibição ou indução da CYP3A4 in vivo. Com exposições mais elevadas de maraviroc não se pode excluir a potencial inibição de CYP2D6. O potencial de maraviroc para afetar a farmacocinética de medicamentos administrados concomitantemente é baixa, com base na informação in vitro e clínica. A depuração renal contribui para, aproximadamente, 23% do total da depuração do maraviroc quando este é administrado sem inibidores da CYP3A4. Uma vez que ambos os processos ativo e passivo estão envolvidos, existe potencial para competição para a eliminação com outras substâncias ativas eliminadas por via urinária. No entanto, a coadministração de maraviroc com tenofovir (substrato para eliminação renal) e cotrimoxazol (contém trimetoprim, um inibidor do transporte de catiões ao nível renal), não demonstrou efeito na farmacocinética do maraviroc. Adicionalmente, a administração concomitante de maraviroc com lamivudina/zidovudina demonstrou que o maraviroc não teve efeito na farmacocinética da lamivudina (excretada principalmente por via renal) ou zidovudina (metabolismo não dependente do P450 e depuração renal). In vitro, maraviroc inibe a glicoproteína-P (IC50 é de 183 μM). Contudo, in vivo, maraviroc não afeta significativamente a farmacocinética da digoxina. Não se pode excluir que maraviroc possa aumentar a exposição ao substrato da glicoproteína-P dabigatrano etexilato.
 Sem significado Clínico

Maraviroc + Midazolam

Observações: n.d.
Interações: Estudos em microssomas hepáticos humanos e sistemas enzimáticos recombinantes demonstraram que maraviroc não inibe nenhuma das principais enzimas do P450, em concentrações clinicamente relevantes (CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e CYP3A4). O maraviroc não teve efeito clinicamente relevante na farmacocinética de midazolam, contracetivos orais de etinilestradiol e levonorgestrel, ou na razão de 6β-hidroxicortisol/cortisol urinário, sugerindo não existir inibição ou indução da CYP3A4 in vivo. Com exposições mais elevadas de maraviroc não se pode excluir a potencial inibição de CYP2D6. O potencial de maraviroc para afetar a farmacocinética de medicamentos administrados concomitantemente é baixa, com base na informação in vitro e clínica. A depuração renal contribui para, aproximadamente, 23% do total da depuração do maraviroc quando este é administrado sem inibidores da CYP3A4. Uma vez que ambos os processos ativo e passivo estão envolvidos, existe potencial para competição para a eliminação com outras substâncias ativas eliminadas por via urinária. No entanto, a coadministração de maraviroc com tenofovir (substrato para eliminação renal) e cotrimoxazol (contém trimetoprim, um inibidor do transporte de catiões ao nível renal), não demonstrou efeito na farmacocinética do maraviroc. Adicionalmente, a administração concomitante de maraviroc com lamivudina/zidovudina demonstrou que o maraviroc não teve efeito na farmacocinética da lamivudina (excretada principalmente por via renal) ou zidovudina (metabolismo não dependente do P450 e depuração renal). In vitro, maraviroc inibe a glicoproteína-P (IC50 é de 183 μM). Contudo, in vivo, maraviroc não afeta significativamente a farmacocinética da digoxina. Não se pode excluir que maraviroc possa aumentar a exposição ao substrato da glicoproteína-P dabigatrano etexilato.
 Sem significado Clínico

Maraviroc + Etinilestradiol + Levonorgestrel

Observações: n.d.
Interações: Estudos em microssomas hepáticos humanos e sistemas enzimáticos recombinantes demonstraram que maraviroc não inibe nenhuma das principais enzimas do P450, em concentrações clinicamente relevantes (CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e CYP3A4). O maraviroc não teve efeito clinicamente relevante na farmacocinética de midazolam, contracetivos orais de etinilestradiol e levonorgestrel, ou na razão de 6β-hidroxicortisol/cortisol urinário, sugerindo não existir inibição ou indução da CYP3A4 in vivo. Com exposições mais elevadas de maraviroc não se pode excluir a potencial inibição de CYP2D6. O potencial de maraviroc para afetar a farmacocinética de medicamentos administrados concomitantemente é baixa, com base na informação in vitro e clínica. A depuração renal contribui para, aproximadamente, 23% do total da depuração do maraviroc quando este é administrado sem inibidores da CYP3A4. Uma vez que ambos os processos ativo e passivo estão envolvidos, existe potencial para competição para a eliminação com outras substâncias ativas eliminadas por via urinária. No entanto, a coadministração de maraviroc com tenofovir (substrato para eliminação renal) e cotrimoxazol (contém trimetoprim, um inibidor do transporte de catiões ao nível renal), não demonstrou efeito na farmacocinética do maraviroc. Adicionalmente, a administração concomitante de maraviroc com lamivudina/zidovudina demonstrou que o maraviroc não teve efeito na farmacocinética da lamivudina (excretada principalmente por via renal) ou zidovudina (metabolismo não dependente do P450 e depuração renal). In vitro, maraviroc inibe a glicoproteína-P (IC50 é de 183 μM). Contudo, in vivo, maraviroc não afeta significativamente a farmacocinética da digoxina. Não se pode excluir que maraviroc possa aumentar a exposição ao substrato da glicoproteína-P dabigatrano etexilato.
 Sem significado Clínico

Maraviroc + Tenofovir

Observações: n.d.
Interações: Estudos em microssomas hepáticos humanos e sistemas enzimáticos recombinantes demonstraram que maraviroc não inibe nenhuma das principais enzimas do P450, em concentrações clinicamente relevantes (CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e CYP3A4). O maraviroc não teve efeito clinicamente relevante na farmacocinética de midazolam, contracetivos orais de etinilestradiol e levonorgestrel, ou na razão de 6β-hidroxicortisol/cortisol urinário, sugerindo não existir inibição ou indução da CYP3A4 in vivo. Com exposições mais elevadas de maraviroc não se pode excluir a potencial inibição de CYP2D6. O potencial de maraviroc para afetar a farmacocinética de medicamentos administrados concomitantemente é baixa, com base na informação in vitro e clínica. A depuração renal contribui para, aproximadamente, 23% do total da depuração do maraviroc quando este é administrado sem inibidores da CYP3A4. Uma vez que ambos os processos ativo e passivo estão envolvidos, existe potencial para competição para a eliminação com outras substâncias ativas eliminadas por via urinária. No entanto, a coadministração de maraviroc com tenofovir (substrato para eliminação renal) e cotrimoxazol (contém trimetoprim, um inibidor do transporte de catiões ao nível renal), não demonstrou efeito na farmacocinética do maraviroc. Adicionalmente, a administração concomitante de maraviroc com lamivudina/zidovudina demonstrou que o maraviroc não teve efeito na farmacocinética da lamivudina (excretada principalmente por via renal) ou zidovudina (metabolismo não dependente do P450 e depuração renal). In vitro, maraviroc inibe a glicoproteína-P (IC50 é de 183 μM). Contudo, in vivo, maraviroc não afeta significativamente a farmacocinética da digoxina. Não se pode excluir que maraviroc possa aumentar a exposição ao substrato da glicoproteína-P dabigatrano etexilato. ANTI-INFECCIOSOS: Antirretrovirais: Análogos dos nucleósidos/nucleótidos inibidores da transcriptase reversa (NRTIs): Tenofovir 300 mg QD (uma vez por dia): (maraviroc 300 mg BID) As concentrações de tenofovir não foram calculadas; não se espera efeito.
 Sem significado Clínico

Maraviroc + Trimetoprim

Observações: n.d.
Interações: Estudos em microssomas hepáticos humanos e sistemas enzimáticos recombinantes demonstraram que maraviroc não inibe nenhuma das principais enzimas do P450, em concentrações clinicamente relevantes (CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e CYP3A4). O maraviroc não teve efeito clinicamente relevante na farmacocinética de midazolam, contracetivos orais de etinilestradiol e levonorgestrel, ou na razão de 6β-hidroxicortisol/cortisol urinário, sugerindo não existir inibição ou indução da CYP3A4 in vivo. Com exposições mais elevadas de maraviroc não se pode excluir a potencial inibição de CYP2D6. O potencial de maraviroc para afetar a farmacocinética de medicamentos administrados concomitantemente é baixa, com base na informação in vitro e clínica. A depuração renal contribui para, aproximadamente, 23% do total da depuração do maraviroc quando este é administrado sem inibidores da CYP3A4. Uma vez que ambos os processos ativo e passivo estão envolvidos, existe potencial para competição para a eliminação com outras substâncias ativas eliminadas por via urinária. No entanto, a coadministração de maraviroc com tenofovir (substrato para eliminação renal) e cotrimoxazol (contém trimetoprim, um inibidor do transporte de catiões ao nível renal), não demonstrou efeito na farmacocinética do maraviroc. Adicionalmente, a administração concomitante de maraviroc com lamivudina/zidovudina demonstrou que o maraviroc não teve efeito na farmacocinética da lamivudina (excretada principalmente por via renal) ou zidovudina (metabolismo não dependente do P450 e depuração renal). In vitro, maraviroc inibe a glicoproteína-P (IC50 é de 183 μM). Contudo, in vivo, maraviroc não afeta significativamente a farmacocinética da digoxina. Não se pode excluir que maraviroc possa aumentar a exposição ao substrato da glicoproteína-P dabigatrano etexilato.
 Sem significado Clínico

Maraviroc + Lamivudina + Zidovudina

Observações: n.d.
Interações: Estudos em microssomas hepáticos humanos e sistemas enzimáticos recombinantes demonstraram que maraviroc não inibe nenhuma das principais enzimas do P450, em concentrações clinicamente relevantes (CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e CYP3A4). O maraviroc não teve efeito clinicamente relevante na farmacocinética de midazolam, contracetivos orais de etinilestradiol e levonorgestrel, ou na razão de 6β-hidroxicortisol/cortisol urinário, sugerindo não existir inibição ou indução da CYP3A4 in vivo. Com exposições mais elevadas de maraviroc não se pode excluir a potencial inibição de CYP2D6. O potencial de maraviroc para afetar a farmacocinética de medicamentos administrados concomitantemente é baixa, com base na informação in vitro e clínica. A depuração renal contribui para, aproximadamente, 23% do total da depuração do maraviroc quando este é administrado sem inibidores da CYP3A4. Uma vez que ambos os processos ativo e passivo estão envolvidos, existe potencial para competição para a eliminação com outras substâncias ativas eliminadas por via urinária. No entanto, a coadministração de maraviroc com tenofovir (substrato para eliminação renal) e cotrimoxazol (contém trimetoprim, um inibidor do transporte de catiões ao nível renal), não demonstrou efeito na farmacocinética do maraviroc. Adicionalmente, a administração concomitante de maraviroc com lamivudina/zidovudina demonstrou que o maraviroc não teve efeito na farmacocinética da lamivudina (excretada principalmente por via renal) ou zidovudina (metabolismo não dependente do P450 e depuração renal). In vitro, maraviroc inibe a glicoproteína-P (IC50 é de 183 μM). Contudo, in vivo, maraviroc não afeta significativamente a farmacocinética da digoxina. Não se pode excluir que maraviroc possa aumentar a exposição ao substrato da glicoproteína-P dabigatrano etexilato.
 Sem significado Clínico

Maraviroc + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: Estudos em microssomas hepáticos humanos e sistemas enzimáticos recombinantes demonstraram que maraviroc não inibe nenhuma das principais enzimas do P450, em concentrações clinicamente relevantes (CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e CYP3A4). O maraviroc não teve efeito clinicamente relevante na farmacocinética de midazolam, contracetivos orais de etinilestradiol e levonorgestrel, ou na razão de 6β-hidroxicortisol/cortisol urinário, sugerindo não existir inibição ou indução da CYP3A4 in vivo. Com exposições mais elevadas de maraviroc não se pode excluir a potencial inibição de CYP2D6. O potencial de maraviroc para afetar a farmacocinética de medicamentos administrados concomitantemente é baixa, com base na informação in vitro e clínica. A depuração renal contribui para, aproximadamente, 23% do total da depuração do maraviroc quando este é administrado sem inibidores da CYP3A4. Uma vez que ambos os processos ativo e passivo estão envolvidos, existe potencial para competição para a eliminação com outras substâncias ativas eliminadas por via urinária. No entanto, a coadministração de maraviroc com tenofovir (substrato para eliminação renal) e cotrimoxazol (contém trimetoprim, um inibidor do transporte de catiões ao nível renal), não demonstrou efeito na farmacocinética do maraviroc. Adicionalmente, a administração concomitante de maraviroc com lamivudina/zidovudina demonstrou que o maraviroc não teve efeito na farmacocinética da lamivudina (excretada principalmente por via renal) ou zidovudina (metabolismo não dependente do P450 e depuração renal). In vitro, maraviroc inibe a glicoproteína-P (IC50 é de 183 μM). Contudo, in vivo, maraviroc não afeta significativamente a farmacocinética da digoxina. Não se pode excluir que maraviroc possa aumentar a exposição ao substrato da glicoproteína-P dabigatrano etexilato. ANTIARRÍTMICOS: Digoxina 0,25 mg Dose única (maraviroc 300 mg BID) As concentrações de maraviroc não foram calculadas; não se espera interação. Maraviroc 300 mg duas vezes por dia e digoxina podem ser coadministrados sem ajuste da dose. Não foi estudado o efeito de maraviroc, na dose de 600 mg BID, na digoxina.
 Sem significado Clínico

Maraviroc + Substratos da glicoproteína-P (Gp-P)

Observações: n.d.
Interações: Estudos em microssomas hepáticos humanos e sistemas enzimáticos recombinantes demonstraram que maraviroc não inibe nenhuma das principais enzimas do P450, em concentrações clinicamente relevantes (CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e CYP3A4). O maraviroc não teve efeito clinicamente relevante na farmacocinética de midazolam, contracetivos orais de etinilestradiol e levonorgestrel, ou na razão de 6β-hidroxicortisol/cortisol urinário, sugerindo não existir inibição ou indução da CYP3A4 in vivo. Com exposições mais elevadas de maraviroc não se pode excluir a potencial inibição de CYP2D6. O potencial de maraviroc para afetar a farmacocinética de medicamentos administrados concomitantemente é baixa, com base na informação in vitro e clínica. A depuração renal contribui para, aproximadamente, 23% do total da depuração do maraviroc quando este é administrado sem inibidores da CYP3A4. Uma vez que ambos os processos ativo e passivo estão envolvidos, existe potencial para competição para a eliminação com outras substâncias ativas eliminadas por via urinária. No entanto, a coadministração de maraviroc com tenofovir (substrato para eliminação renal) e cotrimoxazol (contém trimetoprim, um inibidor do transporte de catiões ao nível renal), não demonstrou efeito na farmacocinética do maraviroc. Adicionalmente, a administração concomitante de maraviroc com lamivudina/zidovudina demonstrou que o maraviroc não teve efeito na farmacocinética da lamivudina (excretada principalmente por via renal) ou zidovudina (metabolismo não dependente do P450 e depuração renal). In vitro, maraviroc inibe a glicoproteína-P (IC50 é de 183 μM). Contudo, in vivo, maraviroc não afeta significativamente a farmacocinética da digoxina. Não se pode excluir que maraviroc possa aumentar a exposição ao substrato da glicoproteína-P dabigatrano etexilato.
 Sem significado Clínico

Maraviroc + Dabigatrano etexilato

Observações: n.d.
Interações: Estudos em microssomas hepáticos humanos e sistemas enzimáticos recombinantes demonstraram que maraviroc não inibe nenhuma das principais enzimas do P450, em concentrações clinicamente relevantes (CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e CYP3A4). O maraviroc não teve efeito clinicamente relevante na farmacocinética de midazolam, contracetivos orais de etinilestradiol e levonorgestrel, ou na razão de 6β-hidroxicortisol/cortisol urinário, sugerindo não existir inibição ou indução da CYP3A4 in vivo. Com exposições mais elevadas de maraviroc não se pode excluir a potencial inibição de CYP2D6. O potencial de maraviroc para afetar a farmacocinética de medicamentos administrados concomitantemente é baixa, com base na informação in vitro e clínica. A depuração renal contribui para, aproximadamente, 23% do total da depuração do maraviroc quando este é administrado sem inibidores da CYP3A4. Uma vez que ambos os processos ativo e passivo estão envolvidos, existe potencial para competição para a eliminação com outras substâncias ativas eliminadas por via urinária. No entanto, a coadministração de maraviroc com tenofovir (substrato para eliminação renal) e cotrimoxazol (contém trimetoprim, um inibidor do transporte de catiões ao nível renal), não demonstrou efeito na farmacocinética do maraviroc. Adicionalmente, a administração concomitante de maraviroc com lamivudina/zidovudina demonstrou que o maraviroc não teve efeito na farmacocinética da lamivudina (excretada principalmente por via renal) ou zidovudina (metabolismo não dependente do P450 e depuração renal). In vitro, maraviroc inibe a glicoproteína-P (IC50 é de 183 μM). Contudo, in vivo, maraviroc não afeta significativamente a farmacocinética da digoxina. Não se pode excluir que maraviroc possa aumentar a exposição ao substrato da glicoproteína-P dabigatrano etexilato.

Maraviroc + Cobicistate

Observações: n.d.
Interações: ANTI-INFECCIOSOS: Antirretrovirais: Potenciador Farmacocinético: Cobicistate: Interação não estudada Cobicistate é um inibidor potente da CYP3A4. A dose de maraviroc deve ser reduzida para 150 mg duas vezes por dia quando administrado concomitantemente com um regime contendo cobicistate.

Maraviroc + Lamivudina

Observações: n.d.
Interações: ANTI-INFECCIOSOS: Antirretrovirais: Análogos dos nucleósidos/nucleótidos inibidores da transcriptase reversa (NRTIs): Lamivudina 150 mg BID (duas vezes por dia): (maraviroc 300 mg BID) As concentrações de maraviroc não foram calculadas; não se espera efeito.

Maraviroc + Zidovudina

Observações: n.d.
Interações: ANTI-INFECCIOSOS: Antirretrovirais: Análogos dos nucleósidos/nucleótidos inibidores da transcriptase reversa (NRTIs): Zidovudina 300 mg BID: (maraviroc 300 mg BID) As concentrações de maraviroc não foram calculadas; não se espera efeito. Sem interação significativa observada/esperada. Maraviroc 300 mg duas vezes por dia e NRTIs podem ser coadministrados sem ajuste da dose.

Maraviroc + Elvitegravir

Observações: n.d.
Interações: ANTI-INFECCIOSOS: Antirretrovirais: Inibidores da Integrase: Elvitegravir/ritonavir 150/100 mg QD (maraviroc 150 mg BID) Elvitegravir como agente único é indicado apenas em combinação com certos Ips potenciados com ritonavir. Elvitegravir por si só não se espera que afete a exposição ao maraviroc num grau clinicamente relevante e o efeito observado é atribuído ao ritonavir. Assim, a dose de maraviroc deve ser modificada em linha com a recomendação de administração concomitante com a combinação IP/ritonavir repetiva.

Maraviroc + Ritonavir

Observações: n.d.
Interações: ANTI-INFECCIOSOS: Antirretrovirais: Inibidores da Integrase: Elvitegravir/ritonavir 150/100 mg QD (maraviroc 150 mg BID) Elvitegravir como agente único é indicado apenas em combinação com certos Ips potenciados com ritonavir. Elvitegravir por si só não se espera que afete a exposição ao maraviroc num grau clinicamente relevante e o efeito observado é atribuído ao ritonavir. Assim, a dose de maraviroc deve ser modificada em linha com a recomendação de administração concomitante com a combinação IP/ritonavir repetiva. Inibidores da Protease do VIH (IPs): Atazanavir/ritonavir 300 mg/100 mg QD: (maraviroc 300 mg BID) As concentrações de atazanavir/ritonavir não foram calculadas; não se espera efeito. Saquinavir/ritonavir 1000 mg/100 mg BID: (maraviroc 100 mg BID) As concentrações de saquinavir/ritonavir não foram calculadas; não se espera efeito. Darunavir/ritonavir 600 mg/100 mg BID: (maraviroc 150 mg BID) As concentrações de darunavir/ritonavir foram consistentes com os dados históricos. Tripanavir/ritonavir 500 mg/200 mg BID: (maraviroc 150 mg BID) As concentrações de tipranavir/ritonavir foram consistentes com os dados históricos. A dose de maraviroc deve ser reduzida para 150 mg duas vezes por dia quando coadministrado com um IP, exceto em associação com tipranavir/ritonavir quando a dose de maraviroc deve ser 300 mg duas vezes ao dia. Fosamprenavir/ritonavir 700 mg/100 mg BID: (maraviroc 300 mg BID) A utilização concomitante não é recomendada. As reduções significativas na Cmin de amprenavir observadas podem resultar em falência virológica nos doentes. A utilização concomitante de maraviroc e fosamprenavir/ritonavir não é recomendada. Etravirina e darunavir/ritonavir: (maraviroc 150 mg BID) Etravirina e lopinavir/ritonavir, saquinavir/ritonavir ou atazanavir/ritonavir: Não foi estudado. Com base na extensão de inibição por lopinavir/ritonavir, saquinavir/ritonavir ou atazanavir/ritonavir na ausência de etravirina, é esperado um aumento da exposição. A dose de maraviroc deve ser reduzida para 150 mg duas vezes por dia quando coadministrado com etravirina e um IP.
 Sem significado Clínico

Maraviroc + Raltegravir

Observações: n.d.
Interações: ANTI-INFECCIOSOS: Antirretrovirais: Inibidores da Integrase: Raltegravir 400 mg BID: (maraviroc 300 mg BID) Sem interação clinicamente significativa observada. Maraviroc 300 mg duas vezes por dia e raltegravir podem ser coadministrados sem ajuste de dose.

Maraviroc + Efavirenz

Observações: n.d.
Interações: ANTI-INFECCIOSOS: Antirretrovirais: Análogos dos não nucleósidos inibidores da transcriptase reversa (NNRTIs): Efavirenz 600 mg QD: (maraviroc 100 mg BID) As concentrações de efavirenz não foram calculadas; não se espera efeito. A dose de maraviroc deve ser aumentada para 600 mg duas vezes por dia quando se coadministra efavirenz na ausência de um inibidor potente da CYP3A4. NNRTI +IP: Efavirenz 600 mg QD + lopinavir/ritonavir 400 mg/100 mg BID: (maraviroc 300 mg BID) As concentrações de efavirenz, lopinavir/ritonavir não foram calculadas; não se espera efeito. Efavirenz 600 mg QD + saquinavir/ritonavir 1000 mg/100 mg BID: (maraviroc 100 mg BID) As concentrações de efavirenz, saquinavir/ritonavir não foram calculadas; não se espera efeito. Efavirenz e atazanavir/ritonavir ou darunavir/ritonavir: Não foram estudados. Com base na extensão da inibição causada por atazanavir/ritonavir ou darunavir/ritonavir, na ausência de efavirenz, espera-se um aumento da exposição. A dose de maraviroc deve ser reduzida para 150 mg duas vezes por dia quando coadministrado com efavirenz e um IP (exceto tipranavir/ritonavir devendo a dose ser 600 mg duas vezes ao dia). ANTIBIÓTICOS: Rifampicina + efavirenz: Não foi estudada a associação com estes dois indutores. Pode existir o risco de níveis inferiores ao adequado com risco de baixa resposta virológica e desenvolvimento de resistências. O uso concomitante de maraviroc e rifampicina + efavirenz não está recomendado.

Maraviroc + Etravirina

Observações: n.d.
Interações: ANTI-INFECCIOSOS: Antirretrovirais: Análogos dos não nucleósidos inibidores da transcriptase reversa (NNRTIs): Etravirina 200 mg BID: (maraviroc 300 mg BID) Etravirina só está aprovada para o uso com inibidores da protease potenciados. NNRTI +IP: Etravirina e darunavir/ritonavir: (maraviroc 150 mg BID) Etravirina e lopinavir/ritonavir, saquinavir/ritonavir ou atazanavir/ritonavir: Não foi estudado. Com base na extensão de inibição por lopinavir/ritonavir, saquinavir/ritonavir ou atazanavir/ritonavir na ausência de etravirina, é esperado um aumento da exposição. A dose de maraviroc deve ser reduzida para 150 mg duas vezes por dia quando coadministrado com etravirina e um IP.

Maraviroc + Nevirapina

Observações: n.d.
Interações: ANTI-INFECCIOSOS: Antirretrovirais: Análogos dos não nucleósidos inibidores da transcriptase reversa (NNRTIs): Nevirapina 200 mg BID: (maraviroc 300 mg Dose Única) As concentrações de nevirapina não foram calculadas; não se espera efeito. A comparação com a exposição em controlos históricos sugere que maraviroc 300 mg duas vezes por dia e nevirapina podem ser coadministrados sem ajuste da dose.

Maraviroc + Boceprevir

Observações: n.d.
Interações: ANTI-INFECCIOSOS: Antirretrovirais: Inibidores da Protease do VHC: Boceprevir 800 mg TID: (maraviroc 150 mg BID) Não é provável que as concentrações de boceprevir sejam afetadas pela coadministração de maraviroc (com base em dados históricos e na via de eliminação do boceprevir). Maraviroc 150 mg duas vezes por dia quando coadministrado com boceprevir.

Maraviroc + Telaprevir

Observações: n.d.
Interações: ANTI-INFECCIOSOS: Antirretrovirais: Inibidores da Protease do VHC: Telaprevir 750 mg TID: (maraviroc 150 mg BID) Não é provável que as concentrações de telaprevir sejam afetadas pela coadministração de maraviroc (com base em dados históricos e na via de eliminação do telaprevir). Maraviroc 150 mg duas vezes por dia quando coadministrado com telaprevir.

Maraviroc + Atazanavir

Observações: n.d.
Interações: ANTI-INFECCIOSOS: Antirretrovirais: Inibidores da Protease do VIH (IPs): Atazanavir 400 mg QD: (maraviroc 300 mg BID) As concentrações de atazanavir não foram calculadas; não se espera efeito. Atazanavir/ritonavir 300 mg/100 mg QD: (maraviroc 300 mg BID) As concentrações de atazanavir/ritonavir não foram calculadas; não se espera efeito. NNRTI +IP: Etravirina e darunavir/ritonavir: (maraviroc 150 mg BID) Etravirina e lopinavir/ritonavir, saquinavir/ritonavir ou atazanavir/ritonavir: Não foi estudado. Com base na extensão de inibição por lopinavir/ritonavir, saquinavir/ritonavir ou atazanavir/ritonavir na ausência de etravirina, é esperado um aumento da exposição. A dose de maraviroc deve ser reduzida para 150 mg duas vezes por dia quando coadministrado com etravirina e um IP.

Maraviroc + Lopinavir + Ritonavir

Observações: n.d.
Interações: ANTI-INFECCIOSOS: Antirretrovirais: Inibidores da Protease do VIH (IPs): Lopinavir/ritonavir 400 mg/100 mg BID: (maraviroc 300 mg BID) lopinavir/ritonavir não foram calculadas; não se espera efeito. NNRTI +IP: Etravirina e darunavir/ritonavir: (maraviroc 150 mg BID) Etravirina e lopinavir/ritonavir, saquinavir/ritonavir ou atazanavir/ritonavir: Não foi estudado. Com base na extensão de inibição por lopinavir/ritonavir, saquinavir/ritonavir ou atazanavir/ritonavir na ausência de etravirina, é esperado um aumento da exposição. A dose de maraviroc deve ser reduzida para 150 mg duas vezes por dia quando coadministrado com etravirina e um IP.

Maraviroc + Saquinavir

Observações: n.d.
Interações: ANTI-INFECCIOSOS: Antirretrovirais: Inibidores da Protease do VIH (IPs): Saquinavir/ritonavir 1000 mg/100 mg BID: (maraviroc 100 mg BID) As concentrações de saquinavir/ritonavir não foram calculadas; não se espera efeito. NNRTI +IP: Etravirina e darunavir/ritonavir: (maraviroc 150 mg BID) Etravirina e lopinavir/ritonavir, saquinavir/ritonavir ou atazanavir/ritonavir: Não foi estudado. Com base na extensão de inibição por lopinavir/ritonavir, saquinavir/ritonavir ou atazanavir/ritonavir na ausência de etravirina, é esperado um aumento da exposição. A dose de maraviroc deve ser reduzida para 150 mg duas vezes por dia quando coadministrado com etravirina e um IP.

Maraviroc + Darunavir

Observações: n.d.
Interações: ANTI-INFECCIOSOS: Antirretrovirais: Inibidores da Protease do VIH (IPs): Darunavir/ritonavir 600 mg/100 mg BID: (maraviroc 150 mg BID) As concentrações de darunavir/ritonavir foram consistentes com os dados históricos. NNRTI +IP: Etravirina e darunavir/ritonavir: (maraviroc 150 mg BID) Etravirina e lopinavir/ritonavir, saquinavir/ritonavir ou atazanavir/ritonavir: Não foi estudado. Com base na extensão de inibição por lopinavir/ritonavir, saquinavir/ritonavir ou atazanavir/ritonavir na ausência de etravirina, é esperado um aumento da exposição. A dose de maraviroc deve ser reduzida para 150 mg duas vezes por dia quando coadministrado com etravirina e um IP.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Maraviroc + Nelfinavir

Observações: n.d.
Interações: ANTI-INFECCIOSOS: Antirretrovirais: Inibidores da Protease do VIH (IPs): Nelfinavir: Os dados existentes relativos à coadministração com nelfinavir são limitados. Nelfinavir é um potente inibidor da CYP3A4 e é de esperar que aumente as concentrações de maraviroc.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Maraviroc + Indinavir

Observações: n.d.
Interações: ANTI-INFECCIOSOS: Antirretrovirais: Inibidores da Protease do VIH (IPs): Indinavir: Os dados existentes relativos à coadministração com indinavir são limitados. Indinavir é um potente inibidor da CYP3A4. A análise da farmacocinética da população em estudos de fase 3 sugere que a redução da dose de maraviroc quando coadministrado com indinavir, fornece uma exposição adequada ao maraviroc.

Maraviroc + Tipanavir

Observações: n.d.
Interações: ANTI-INFECCIOSOS: Antirretrovirais: Inibidores da Protease do VIH (IPs): Tripanavir/ritonavir 500 mg/200 mg BID: (maraviroc 150 mg BID) As concentrações de tipranavir/ritonavir foram consistentes com os dados históricos. A dose de maraviroc deve ser reduzida para 150 mg duas vezes por dia quando coadministrado com um IP, exceto em associação com tipranavir/ritonavir quando a dose de maraviroc deve ser 300 mg duas vezes ao dia.

Maraviroc + Fosamprenavir

Observações: n.d.
Interações: ANTI-INFECCIOSOS: Antirretrovirais: Inibidores da Protease do VIH (IPs): Fosamprenavir/ritonavir 700 mg/100 mg BID: (maraviroc 300 mg BID) A utilização concomitante não é recomendada. As reduções significativas na Cmin de amprenavir observadas podem resultar em falência virológica nos doentes. A utilização concomitante de maraviroc e fosamprenavir/ritonavir não é recomendada.

Maraviroc + Sulfametoxazol + Trimetoprim (Cotrimoxazol)

Observações: n.d.
Interações: ANTIBIÓTICOS: Sulfametoxazol/Trimetoprim 800 mg/160 mg BID: (maraviroc 300 mg BID) As concentrações de sulfametoxazol/trimetoprim não foram calculadas; não se espera efeito. maraviroc 300 mg duas vezes por dia e sulfametoxazol/trimetoprim podem ser coadministrados sem ajuste da dose.

Maraviroc + Rifampicina

Observações: n.d.
Interações: ANTIBIÓTICOS: Rifampicina 600 mg QD: (maraviroc 100 mg BID) As concentrações de rifampicina não foram calculadas; não se espera efeito. A dose de maraviroc deve ser aumentada para 600 mg duas vezes por dia quando coadministrado com rifampicina na ausência de um inibidor potente da CYP3A4. Este ajuste da dose não foi estudado em doentes com VIH. Rifampicina + efavirenz: Não foi estudada a associação com estes dois indutores. Pode existir o risco de níveis inferiores ao adequado com risco de baixa resposta virológica e desenvolvimento de resistências. O uso concomitante de maraviroc e rifampicina + efavirenz não está recomendado.

Maraviroc + Rifabutina

Observações: n.d.
Interações: ANTIBIÓTICOS: Rifabutina + IP: Não foi estudado. Considera-se que a rifabutina é um indutor mais fraco que a rifampicina. Quando se associa rifabutina com inibidores da protease que são inibidores potentes da CYP3A4, espera-se um efeito inibitório desta última no maraviroc. A dose de maraviroc deve ser reduzida para 150 mg duas vezes por dia quando coadministrado com rifabutina e um IP (exceto tipranavir/ritonavir devendo a dose ser de 300 mg duas vezes por dia).

Maraviroc + Inibidores da Protease (IP)

Observações: n.d.
Interações: ANTIBIÓTICOS: Rifabutina + IP: Não foi estudado. Considera-se que a rifabutina é um indutor mais fraco que a rifampicina. Quando se associa rifabutina com inibidores da protease que são inibidores potentes da CYP3A4, espera-se um efeito inibitório desta última no maraviroc. A dose de maraviroc deve ser reduzida para 150 mg duas vezes por dia quando coadministrado com rifabutina e um IP (exceto tipranavir/ritonavir devendo a dose ser de 300 mg duas vezes por dia).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Maraviroc + Claritromicina

Observações: n.d.
Interações: ANTIBIÓTICOS: Claritromicina, Telitromicina: Não foi estudado, mas ambos são inibidores potentes da CYP3A4 e é esperado que aumentem as concentrações de maraviroc. A dose de maraviroc deve ser reduzida para 150 mg duas vezes por dia quando coadministrado com claritromicina ou telitromicina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Maraviroc + Telitromicina

Observações: n.d.
Interações: ANTIBIÓTICOS: Claritromicina, Telitromicina: Não foi estudado, mas ambos são inibidores potentes da CYP3A4 e é esperado que aumentem as concentrações de maraviroc. A dose de maraviroc deve ser reduzida para 150 mg duas vezes por dia quando coadministrado com claritromicina ou telitromicina.

Maraviroc + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: ANTIFÚNGICOS: Cetoconazol 400 mg QD: (maraviroc 100 mg BID) As concentrações de cetoconazol não foram calculadas, não é esperado efeito. A dose de maraviroc deve ser reduzida para 150 mg duas vezes por dia quando coadministrado com cetoconazol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Maraviroc + Itraconazol

Observações: n.d.
Interações: ANTIFÚNGICOS: Itraconazol: Não foi estudado. Itraconazol é um inibidor potente da CYP3A4 e é esperado que aumente a exposição ao maraviroc. A dose de maraviroc deve ser reduzida para 150 mg duas vezes por dia quando coadministrado com itraconazol.

Maraviroc + Fluconazol

Observações: n.d.
Interações: ANTIFÚNGICOS: Fluconazol: Fluconazol é considerado um inibidor moderado da CYP3A4. Estudos de farmacocinética na população sugerem que não é necessário ajuste da dose de maraviroc. Maraviroc 300 mg duas vezes por dia deve ser administrado com precaução quando coadministrado com fluconazol.

Maraviroc + Interferões

Observações: n.d.
Interações: ANTIVÍRICOS: Fármacos para o VHC: O interferão peguilado e a ribavirina não foram estudados, não se esperam interações. Maraviroc 300 mg duas vezes por dia e interferão peguilato ou ribavirina podem ser coadministrados sem ajuste da dose.
 Sem significado Clínico

Raltegravir + Maraviroc

Observações: Todos os ensaios de interação foram realizados em adultos.
Interações: Efeito do raltegravir na farmacocinética de outros medicamentos: Nos ensaios de interação, o raltegravir não teve um efeito clinicamente significativo na farmacocinética da etravirina, maraviroc, tenofovir, contracetivos hormonais, metadona, midazolam ou do boceprevir. Dados de Interações Farmacocinéticas: ANTIRRETROVÍRICOS: Antagonistas do CCR5: Maraviroc (raltegravir 400 mg Duas Vezes por Dia) Não é necessário ajuste posológico para o Raltegravir ou para o maraviroc.

Maraviroc + Ribavirina

Observações: n.d.
Interações: ANTIVÍRICOS: Fármacos para o VHC: O interferão peguilado e a ribavirina não foram estudados, não se esperam interações. Maraviroc 300 mg duas vezes por dia e interferão peguilato ou ribavirina podem ser coadministrados sem ajuste da dose.

Maraviroc + Metadona

Observações: n.d.
Interações: FÁRMACOS QUE PROVOCAM DEPENDÊNCIA: Metadona: Não foi estudado; não se espera interação. Maraviroc 300 mg duas vezes por dia e metadona podem ser coadministrados sem ajuste da dose.

Maraviroc + Buprenorfina

Observações: n.d.
Interações: FÁRMACOS QUE PROVOCAM DEPENDÊNCIA: Buprenorfina: Não foi estudado; não se espera interação. Maraviroc 300 mg duas vezes por dia e buprenorfina podem ser coadministrados sem ajuste da dose.

Maraviroc + Estatinas

Observações: n.d.
Interações: FÁRMACOS ANTIDISLIPIDÉMICOS: Estatinas: Não foi estudado; não se espera interação. Maraviroc 300 mg duas vezes por dia e estatinas podem ser coadministrados sem ajuste da dose.

Maraviroc + Etinilestradiol

Observações: n.d.
Interações: CONTRACETIVOS ORAIS: Etinilestradiol 30 mcg QD: (maraviroc 100 mg BID) As concentrações de maraviroc não foram calculadas; não se espera interação. Maraviroc 300 mg duas vezes por dia e etinilestradiol podem ser coadministrados sem ajuste da dose.

Maraviroc + Levonorgestrel

Observações: n.d.
Interações: CONTRACETIVOS ORAIS: Levonorgestrel 150 mcg QD: (maraviroc 100 mg BID) As concentrações de maraviroc não foram calculadas; não se espera interação. Maraviroc 300 mg duas vezes por dia e levonorgestrel podem ser coadministrados sem ajuste da dose.

Maraviroc + Benzodiazepinas

Observações: n.d.
Interações: SEDATIVOS: Benzodiazepinas: Midazolam 7,5 mg: Dose Única (maraviroc 300 mg BID) As concentrações de maraviroc não foram calculadas; não se espera interação. Maraviroc 300 mg duas vezes por dia e midazolam podem ser coadministrados sem ajuste da dose.

Maraviroc + Hipericão

Observações: n.d.
Interações: PRODUTOS À BASE DE ERVAS: Erva de S. João (Hypericum Perforatum): É esperado que a coadministração de maraviroc com Erva de S. João diminua substancialmente as concentrações de maraviroc e pode originar níveis inferiores aos adequados de maraviroc levando a perda de resposta virológica e possível resistência ao maraviroc. Não se recomenda o uso concomitante de maraviroc e Erva de S. João ou produtos contendo Erva de S. João.

Telaprevir + Maraviroc

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: ANTAGONISTAS CCR5 Maraviroc: Não é provável que as concentrações de telaprevir sejam afetadas pela administração concomitante de maraviroc (com base em dados históricos e na via de eliminação de telaprevir). Maraviroc 150 mg duas vezes ao dia quando co-administrado com telaprevir.

Efavirenz + Emtricitabina + Tenofovir + Maraviroc

Observações: As interações que foram identificadas com Efavirenz, Emtricitabina e Tenofovir individualmente podem ocorrer com esta associação. Os estudos de interação com estes medicamentos só foram realizados em adultos.
Interações: ANTI-INFECCIOSOS: Antivirais para o VIH Antagonista dos recetores CCR5: Maraviroc/Efavirenz: (100 mg b.i.d./600 mg q.d.). As concentrações de efavirenz não foram determinadas, nenhum efeito é esperado. Maraviroc/Tenofovir disoproxil fumarato: (300 mg b.i.d./300 mg q.d.). As concentrações de tenofovir não foram determinadas, nenhum efeito é esperado. Maraviroc/Emtricitabina: Interação não estudada. Consultar o Resumo das Características do Medicamento do medicamento que contém maraviroc.
 Sem significado Clínico

Saquinavir + Maraviroc

Observações: A maioria dos estudos de interação medicamentosa com saquinavir foi desenvolvida com saquinavir não potenciado ou com saquinavir cápsulas moles não potenciado. Um número reduzido de estudos foi desenvolvido com saquinavir potenciado com ritonavir ou com saquinavir cápsulas moles potenciado com ritonavir. Os dados obtidos a partir dos estudos de interação medicamentosa realizados com saquinavir não potenciado podem não ser representativos dos efeitos observados com a terapêutica de saquinavir/ritonavir. Adicionalmente, os resultados observados com saquinavir cápsulas moles podem não ser preditivos relativamente à magnitude destas interações com saquinavir/ritonavir.
Interações: Fármacos antirretrovíricos Antagonistas CCR5 do VIH: Maraviroc 100 mg bid (saquinavir/ritonavir 1000/100 mg bid) Não foram calculadas as Concentrações saquinavir/ritonavir, não se prevê nenhum efeito. Não é necessário ajuste de dose de saquinavir/ritonavir. A dose de maraviroc deve ser reduzida para 150 mg bid com monitorização.

Nevirapina + Maraviroc

Observações: n.d.
Interações: INIBIDORES DE ENTRADA: Maraviroc 300 mg uma vez por dia As concentrações de Nevirapina não foram analisadas; não é esperado qualquer efeito. Maraviroc e Nevirapina podem ser coadministrados sem ajuste de dose.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Darunavir + Maraviroc

Observações: O perfil de interação do darunavir pode variar dependendo se é utilizado o ritonavir ou o cobicistate como fármacos potenciadores. As recomendações dadas para a utilização concomitante de darunavir e outros medicamentos podem por isso variar dependendo se darunavir é potenciado com ritonavir ou com cobicistate, e é também necessária precaução durante o primeiro tempo de tratamento, se se substituir o fármaco potenciador de ritonavir para cobicistate.
Interações: ANTAGONISTAS DOS RECETORES CCR5: Maraviroc 150 mg, duas vezes por dia: A dose de maraviroc deve ser de 150 mg, duas vezes por dia quando coadministrado com Darunavir potenciado.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lomitapida + Maraviroc

Observações: Avaliação in vitro das interações medicamentosas: A lomitapida inibe o CYP3A4. A lomitapida não induz os CYP 1A2, 3A4 ou 2B6, e também não inibe os CYP 1A2, 2B6, 2C9, 2C19, 2D6 ou 2E1. A lomitapida não é um substrato da glicoproteína P, mas inibe a glicoproteína P. A lomitapida não inibe a proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP).
Interações: Efeitos da lomitapida noutros medicamentos: Substratos da glicoproteína P: A lomitapida inibe a glicoproteína P in vitro e pode aumentar a absorção dos substratos da glicoproteína P. A administração concomitante do Lomitapida com substratos da glicoproteína P (como aliscireno, ambrisentan, colquicina, dabigatrano-etexilato, digoxina, everolímus, fexofenadina, imatinib, lapatinib, maraviroc, nilotinib, posaconazol, ranolazina, saxagliptina, sirolímus, sitagliptina, talinolol, tolvaptan, topotecano) pode aumentar a absorção dos substratos da glicoproteína P. Deve ser ponderada a redução da dose do substrato da glicoproteína P quando utilizado de forma concomitante com o Lomitapida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ritonavir + Maraviroc

Observações: n.d.
Interações: Interações Medicamentosas: Ritonavir com Medicamentos Antirretrovirais Além dos Inibidores da Protease: Maraviroc: Ritonavir aumenta os níveis séricos de maraviroc como resultado da inibição da CYP3A. Maraviroc pode ser administrado com ritonavir para potenciar a exposição ao maraviroc.
 Sem significado Clínico

Tenofovir alafenamida + Maraviroc

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. O tenofovir alafenamida é um substrato do OATP1B1 e do OATP1B3 in vitro. A distribuição do tenofovir alafenamida no organismo pode ser afetada pela atividade do OATP1B1 e/ou do OATP1B3. O tenofovir alafenamida não é um inibidor do CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19 ou CYP2D6 in vitro. Não é inibidor do CYP3A in vivo. O tenofovir alafenamida não é um inibidor da uridina difosfato glucuronosiltransferase (UGT) 1A1 humana in vitro. Não se sabe se o tenofovir alafenamida é inibidor de outras enzimas UGT.
Interações: Maraviroc: Não são necessários ajustes posológicos de Tenofovir alafenamida ou de maraviroc.
 Sem significado Clínico
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

Maraviroc só deve ser utilizado durante a gravidez se o potencial benefício justificar o risco potencial para o feto.

As mães devem ser aconselhadas a não amamentar se estiverem a tomar maraviroc devido à potencial transmissão do VIH assim como devido às possíveis reações adversas nos lactentes.

Maraviroc pode provocar tonturas.

Se tiver tonturas enquanto está a tomar Maraviroc, não conduza e não utilize quaisquer ferramentas ou máquinas.


Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017