Losartan

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI com Advertência na Condução
O que é
O Losartan pertence a um grupo de medicamentos conhecidos como Antagonistas dos recetores de angiotensina II.

A angiotensina II é uma substância produzida no organismo que se liga aos recetores nos vasos sanguíneos, causando o seu estreitamento. Esta situação resulta num aumento da pressão arterial.

O Losartan previne a ligação da angiotensina II a estes recetores, causando o relaxamento dos vasos sanguíneos, o que por sua vez diminui a pressão arterial.

O Losartan retarda o agravamento da função renal em doentes com pressão arterial elevada e diabetes tipo II.
Usos comuns
– para tratar doentes com pressão arterial elevada (hipertensão) em adultos e em crianças e adolescentes dos 6-18 anos de idade.

– para proteger os rins em doentes hipertensos com diabetes tipo II e evidência laboratorial de compromisso da função renal e proteínas na urina ≥0,5 mg por dia (uma situação na qual a urina contém uma quantidade anormal de proteínas).

– para tratar doentes com insuficiência cardíaca crónica, quando o tratamento com medicamentos específicos chamados inibidores da enzima de conversão da angiotensina (inibidores da ECA, medicamentos usados para baixar a pressão arterial elevada) não são considerados apropriados pelo seu médico.

Se tiver a insuficiência cardíaca estabilizada com um inibidor da ECA não deve ser transferido para o losartan.

Em doentes com pressão arterial elevada e um espessamento do ventrículo esquerdo, Losartan demonstrou reduzir o risco de acidente vascular cerebral ("indicação LIFE").
Tipo
Molécula pequena.
História
Sem informação.
Indicações
Tratamento da hipertensão essencial em adultos e em crianças e adolescentes dos 6-18 anos de idade.

Tratamento da doença renal em doentes adultos com hipertensão e diabetes mellitus tipo 2 com proteinúria ≥0,5 g/dia como parte integrante de um tratamento anti-hipertensor.

Tratamento da insuficiência cardíaca crónica (em doentes ≥60 anos), quando não for considerado adequado o tratamento com um inibidor da Enzima de Conversão da Angiotensina (ECA) devido a incompatibilidade, especialmente tosse, ou contraindicação.

Em doentes com insuficiência cardíaca que se encontrem estabilizados com um inibidor ECA, não se recomenda a transferência para o losartan.

Os doentes devem ter uma fração de ejeção ventricular esquerda ≤40% e devem estar clinicamente estáveis e num regime de tratamento estabelecido para a insuficiência cardíaca crónica.

Redução do risco de acidente vascular cerebral em doentes adultos hipertensos com hipertrofia ventricular esquerda documentada por ECG.
Classificação CFT

03.04.02.02 : Antagonistas dos recetores da angiotensina

Mecanismo De Ação
O Losartan é um antagonista do recetor (tipo AT1) da angiotensina II, sintético, para administração oral.

A angiotensina II, um potente vasoconstritor, é a principal hormona ativa do sistema renina/angiotensina e importante na determinação da fisiopatologia da hipertensão.

A angiotensina II liga-se ao recetor AT1, que se encontra em vários tecidos (por exemplo, no músculo liso vascular, na glândula supra-renal, nos rins e no coração), e provoca várias ações biológicas importantes, incluindo vasoconstrição e libertação de aldosterona.

A angiotensina II também estimula a proliferação celular no músculo liso.
Losartan bloqueia seletivamente o recetor AT1.

Tanto o losartan como o seu metabolito ácido-carboxílico farmacologicamente ativo E-3174 bloqueiam, in vitro e in vivo, todas as ações fisiologicamente relevantes da angiotensina II, independentemente da origem ou da via de síntese.

O Losartan não tem um efeito agonista nem bloqueia outros recetores hormonais ou canais de iões importantes na regulação cardiovascular.
Além disso, o losartan não inibe a ECA (cininase II), a enzima que degrada a bradiquinina. Consequentemente, não há potenciação dos efeitos indesejáveis mediados pela bradiquinina.

Durante a administração de losartan, a supressão da resposta negativa da angiotensina II na secreção da renina conduz a uma atividade acrescida desta última no plasma.

Estes aumentos de atividade da renina plasmática conduzem a aumentos de angiotensina II no plasma. Apesar destes acréscimos, a atividade anti-hipertensora e a supressão da concentração plasmática de aldosterona mantêm-se, indicando um bloqueio eficaz ao recetor da angiotensina II.

Após a interrupção do losartan, os valores da atividade da renina plasmática e angiotensina II baixam em três dias para os valores iniciais. Tantoo losartan como o seu principal metabolito ativo têm uma afinidade muito maior para o recetor AT1 do que para o recetor AT2. O metabolito ativo é 10 a 40 vezes mais ativo que o losartan numa relação de peso por peso.
Posologia Orientativa
Hipertensão: A dose inicial e de manutenção habitual é de 50 mg uma vez por dia, para a maioria dos doentes.

Doentes hipertensos com diabetes tipo II e proteinúria ≥0,5 g/dia: A dose inicial habitual é de 50 mg uma vez por dia. Com base na resposta da pressão arterial, a dose poderá ser aumentada para 100 mg, uma vez por dia, um mês após o início do tratamento e daí em diante.

Insuficiência cardíaca: A dose inicial habitual de losartan em doentes com insuficiência cardíaca é de 12,5 mg, uma vez por dia. De modo geral, a dose deverá ser titulada semanalmente (i.e. 12,5 mg por dia, 25 mg por dia, 50 mg por dia) até à dose de manutenção habitual de 50 mg, uma vez por dia, conforme a tolerância do doente.

Redução no risco de acidente vascular cerebral em doentes hipertensos com hipertrofia ventricular esquerda documentada por ECG.
A dose inicial habitual é de 50 mg de losartan uma vez por dia. Com base na resposta da pressão arterial, deverá ser adicionada uma dose baixa de hidroclorotiazida e/ou aumentada a dose de losartan para 100 mg uma vez por dia.
Administração
Os comprimidos de losartan devem ser engolidos com um copo de água.

Deve tentar tomar o medicamento sempre à mesma hora, todos os dias.
Contraindicações
– Hipersensibilidade ao Losartan.
– Segundo e terceiro trimestres da gravidez.
– Compromisso hepático grave.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Hipertensão:
Em ensaios clínicos controlados em aproximadamente 3300 doentes adultos com idade igual ou superior a 18 anos, para a hipertensão essencial com losartan, foram notificadas as seguintes reações adversas.

Doenças do sistema nervoso:
Frequentes: tonturas, vertigens.
Pouco frequentes: sonolência, cefaleia, distúrbios do sono.

Cardiopatias:
Pouco frequentes: palpitações, angina de peito.

Vasculopatias:
Pouco frequentes: hipotensão sintomática (especialmente em doentes com depleção do volume intravascular, por ex., doentes com insuficiência cardíaca grave ou em tratamento com doses elevadas de diuréticos), efeitos ortostáticos relacionados com a dose, exantema.

Doenças gastrointestinais:
Pouco frequentes: dor abdominal, obstipação.

Perturbações gerais e alterações no local de administração:
pouco frequentes: astenia/fadiga edema.

Exames complementares de diagnóstico:
Em ensaios clínicos controlados, alterações clinicamente importantes nos parâmetros laboratoriais padrão foram raramente associadas com a administração de comprimidos de losartan.

Ocorreram raramente aumentos da ALT que se resolveram habitualmente com a interrupção da terapêutica.

Nos ensaios clínicos de hipertensão ocorreu hipercaliemia (potássio sérico > 5,5 mmol/l) em 1,5% dos doentes.

Doentes hipertensos com hipertrofia ventricular esquerda:
Num ensaio clínico controlado em 9193 doentes hipertensos, com 55 a 80 anos de idade, com hipertrofia ventricular esquerda, foram notificadas as seguintes reações adversas:

Doenças do sistema nervoso:
Frequentes: tonturas.

Afeções do ouvido e labirinto:
Frequentes: vertigens.

Perturbações gerais e alterações no local de administração:
frequentes: astenia/fadiga

Insuficiência cardíaca crónica
Num ensaio clínico controlado em aproximadamente 3900 doentes com idade igual ou superior a 20 anos, com insuficiência cardíaca, foram notificadas as seguintes reações adversas:

Doenças do sistema nervoso:
Pouco frequentes: tonturas, cefaleias.
Raras: parestesia.

Cardiopatias:
Raras: síncope, fibrilhação auricular, acidente vascular cerebral.

Vasculopatias:
Pouco frequentes: hipotensão, incluindo hipotensão ortostática.

Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino:
Pouco frequentes: dispneia.

Doenças gastrointestinais:
Pouco frequentes: diarreia, náuseas, vómitos.

Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos:
pouco frequentes: urticária, prurido, exantema.

Perturbações gerais e alterações no local de administração:
Pouco frequentes: astenia/fadiga.

Exames complementares de diagnóstico:
Pouco frequentes: foi notificado aumento da uremia, creatinina e potássio séricos.

Hipertensão e diabetes tipo 2 com doença renal:
Num ensaio clínico controlado em 1513 doentes diabéticos tipo 2, com idade igual ou superior a 31 anos, com proteinúria (estudo RENAAL), as reações adversas mais frequentes relacionadas com o fármaco que foram notificadas com o losartan são os seguintes:

Doenças do sistema nervoso:
Frequentes: tonturas.

Vasculopatias:
Frequentes: hipotensão.

Perturbações gerais e alterações no local de administração:
Frequentes: astenia/fadiga.

Exames complementares de diagnóstico:
Frequentes: hipoglicemia, hipercaliemia.

As seguintes reações adversas ocorreram mais frequentemente em doentes a tomar losartan do que placebo:
Doenças do sangue e do sistema linfático:
Não conhecida: anemia.

Cardiopatias:
Não conhecida: síncope, palpitações.

Vasculopatias:
Não conhecida: hipotensão ortostática.

Doenças gastrointestinais:
Não conhecida: diarreia.

Afeções musculosqueléticas e dos tecidos conjuntivos:
Não conhecida: dor nas costas.

Doenças renais e urinárias:
Não conhecida: infeções do trato urinário.

Perturbações gerais e alterações no local de administração:
Não conhecida: sintomas tipo gripe.

Exames complementares de diagnóstico:
Num estudo clínico realizado em doentes diabéticos tipo 2 com nefropatia, 9,9% dos doentes tratados com comprimidos de losartan e 3,4% dos doentes tratados com placebo desenvolveram hipercaliemia >5,5 mEq/l.

Experiência pós-comercialização:
As seguintes reações adversas foram notificadas na experiência pós-comercialização:
Doenças do sangue ou sistema linfático:
Não conhecida: anemia, trombocitopenia.

Afeções do ouvido e do labirinto:
Não conhecida: acufenos.

Doenças do sistema imunitário:
Raras: hipersensibilidade: reações anafiláticas, angioedema incluindo inchaço da laringe e glote, causando obstrução das vias aéreas e/ou inchaço da cara, lábios, faringe e/ou língua; em alguns destes doentes o angioedema tinha sido notificado anteriormente com outros fármacos, incluindo inibidores ECA; vasculite, incluindo púrpura de Henoch-Schonlein.

Doenças do sistema nervoso:
Não conhecida: enxaqueca.

Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino:
Não conhecida: tosse.

Doenças gastrointestinais:
Não conhecida: diarreia, pancreatite.

Perturbações gerais e alterações no local de administração:
Não conhecida: mal-estar.

Afeções Hepatobiliares:
Rara: hepatite.
Não conhecida: anomalias da função hepática.

Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos:
Não conhecida: urticária, prurido, exantema, fotossensibilidade.

Afeções musculosqueléticas e dos tecidos conjuntivos:
Não conhecida: mialgia, artralgia, rabdomiólise.

Doenças dos órgãos genitais e da mama:
Não conhecida: disfunção eréctil/impotência.

Doenças renais e urinárias:
Como consequência da inibição do sistema renina-angiotensina-aldosterona, foram notificadas alterações na função renal incluindo insuficiência renal em doentes de risco; estas alterações na função renal podem ser reversíveis após interrupção da terapêutica.

Perturbações do foro psiquiátrico:
Não conhecida: depressão.

Exames complementares de diagnóstico:
Não conhecida: hiponatremia.

População pediátrica:
O perfil de reações adversas para os doentes pediátricos parece ser idêntico ao observado em doentes adultos.
São limitados os dados na população pediátrica.
Advertências

Sem informação.

Precauções Gerais
Hipersensibilidade

Angioedema
Doentes com história de angioedema (inchaço da face, lábios, garganta, e/ou língua) devem ser cuidadosamente monitorizados.

Hipotensão e Desequilíbrio hidro-eletrolítico
Nos doentes com depleção do volume e/ou do sódio devido a tratamento diurético intenso, dieta com restrição de sal, diarreia ou vómitos pode ocorrer hipotensão sintomática, especialmente após a primeira dose e após aumento da dose. Estas situações deverão ser corrigidas antes da administração de losartan, ou então dever-se-á iniciar o tratamento com uma dose mais baixa.
Estas considerações são também aplicáveis às crianças dos 6 aos 18 anos.

Desequilíbrio eletrolítico:
Nos doentes com compromisso renal, com ou sem diabetes, são frequentes os desequilíbrios eletrolíticos, que devem ser tratados.

Num estudo clínico realizado em doentes com diabetes tipo II e nefropatia, a incidência de hipercaliemia foi superior no grupo tratado com losartan, em comparação com o grupo do placebo. Por isso, as concentrações plasmáticas de potássio, bem como os valores de depuração da creatinina devem ser cuidadosamente monitorizados, especialmente em doentes com insuficiência cardíaca e depuração da creatinina entre 30-50 ml/min.

Não é recomendada a utilização concomitante de diuréticos poupadores de potássio, suplementos de potássio e substitutos do sal contendo potássio com losartan.

Compromisso hepático
Nos doentes com antecedentes de compromisso hepático será aconselhável uma dose mais baixa, visto que os dados farmacocinéticos demonstraram concentrações plasmáticas de losartan significativamente aumentadas em doentes com cirrose.

Não há experiência terapêutica com losartan em doentes com compromisso hepático grave. Assim sendo, o losartan não pode ser administrado em doentes com compromisso hepático grave.
O losartan não é recomendado em crianças com compromisso hepático.

Compromisso renal
Como consequência da inibição do sistema renina-angiotensina, foram registadas alterações na função renal incluindo insuficiência renal (especialmente, em doentes cuja função renal está dependente do sistema renina-angiotensina-aldosterona tais como os doentes com insuficiência cardíaca grave ou disfunção renal pré-existente).

Tal como acontece com os outros medicamentos que afetam o sistema renina-angiotensina-aldosterona, foram também notificados aumentos da uremia e a creatinemia em doentes com estenose arterial renal bilateral ou estenose arterial renal em rim único, estas alterações na função renal podem ser reversíveis com a interrupção da terapêutica.

O Losartan deve ser usado com precaução em doentes com estenose arterial renal bilateral ou estenose arterial renal em rim único.

Utilização em doentes pediátricos com compromisso renal
O losartan não é recomendado em crianças com taxa de filtração glomerular <30 ml/ min/ 1,73 m2 uma vez que não existem dados disponíveis.
A função renal, uma vez que se pode deteriorar, deve ser monitorizada regularmente durante o tratamento com losartan.

Aplica-se especialmente quando o losartan é administrado em simultâneo a outras situações (febre, desidratação) suscetíveis de comprometer a função renal.
A utilização concomitante de losartan e inibidores da ECA demonstrou comprometer a função renal. Por isso, não é recomendada a sua utilização concomitante.

Transplante renal
Não há experiência em doentes com transplante renal recente.

Hiperaldosteronismo primário
Geralmente, os doentes com aldosteronismo primário não respondem aos medicamentos anti-hipertensores que atuam através da inibição do sistema renina-angiotensina.
Por isso, não é recomendada a utilização de losartan.

Doença coronária e doença vascular cerebral:
Tal como com qualquer fármaco anti-hipertensor, uma diminuição excessiva da pressão arterial em doentes com doença isquémica cardiovascular ou vascular cerebral pode resultar num enfarte do miocárdio ou num acidente vascular cerebral.

Insuficiência cardíaca
Em doentes com insuficiência cardíaca, com ou sem compromisso renal, existe – tal como com outros medicamentos que atuam no sistema renina-angiotensina – um risco de hipotensão arterial grave, e insuficiência renal (frequentemente aguda).

Não existe experiência terapêutica suficiente com losartan em doentes com insuficiência cardíaca e compromisso renal grave concomitante, em doentes com insuficiência cardíaca grave (classe IV da NYHA), assim como em doentes com insuficiência cardíaca e arritmias cardíacas sintomáticas ameaçadoras da vida. Por isso, losartan deve ser usado com precaução neste grupo de doentes.
Deve ser usada com precaução a associação de losartan com um bloqueador beta.

Estenose da válvula mitral e aórtica, cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva
Tal como com outros vasodilatadores, é indicada precaução especial em doentes com estenose mitral ou aórtica ou cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva.

Gravidez
Losartan não deve ser iniciado durante a gravidez. A não ser que a continuação da terapêutica com losartan seja considerada essencial, as doentes a planear engravidar devem ser transferidas para terapêuticas anti-hipertensoras alternativas com um perfil de segurança estabelecido para utilização na gravidez.

Quando é diagnosticada uma gravidez, o tratamento com losartan deve ser imediatamente interrompido e, se apropriado, deve ser iniciada uma terapêutica alternativa.

Outras advertências e precauções
Tal como observado para os inibidores da enzima de conversão da angiotensina, losartan e outros antagonistas da angiotensina são aparentemente menos eficazes na redução da pressão arterial em indivíduos negros do que nos indivíduos não negros, possivelmente por causa de uma maior prevalência de situações de renina baixa na população negra hipertensa.
Cuidados com a Dieta
Losartan pode ser administrado com ou sem alimentos.
Terapêutica Interrompida
Se acidentalmente se esqueceu de uma dose diária, retome o esquema habitual no dia seguinte.

Não tome uma dose a dobrar para compensar um comprimido que se esqueceu de tomar.

Se tem dúvidas adicionais sobre a utilização deste medicamento, fale com o seu médico ou farmacêutico.
Cuidados no Armazenamento
Manter fora do alcance e da vista das crianças.

O medicamento não necessita de precauções especiais de conservação.
Espectro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Antagonistas dos Receptores da Angiotensina II (ARA II) + Losartan

Observações: Por aumento do risco de hipercaliemia
Interações: O efeito antihipertensor dos ARA II é antagonizado por: Corticosteroides; Reduz a concentração do Losartan - Losartan - Losartan
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Losartan + Antihipertensores

Observações: N.D.
Interações: Outros medicamentos antihipertensores podem aumentar a acção hipotensora do losartan. - Antihipertensores
Usar com precaução

Rifampicina + Losartan

Observações: N.D.
Interações: A rifampicina tem propriedades indutoras de enzimas hepáticas e pode acelerar a metabolização e, portanto, reduzir a actividade de vários fármacos, tais como: Antiepilépticos, anticoagulantes orais, antiestrogéneos, antipsicóticos, antifúngicos, anti-retrovirais, barbitúricos, benzodiazepinas, bloqueadores da entrada de cálcio, cloranfenicol, claritromicina, clorofibrato, beta-bloqueantes, corticosteróides, agentes imunomoduladores (ciclosporina), digitálicos, antiarrítmicos (quinidina), contracetivos, hipoglicemiantes orais, dapsona, doxiciclina, estrogéneos, fluoroquinolonas, gestrinona, levotiroxina, irinotecano, metadona, praziquantel, progestina, riluzol, antagonistas do receptores 5-HT3, estatinas metabolizadas pelo CYP3A4, telitromicina, teofilina, tiazoledinedionas, losartan, antidepressivos triciclicos enarcóticos analgésicos. Pode tornar-se necessário ajustar a dosagem destes fármacos, no início e no fim do tratamento com rifampicina. - Losartan
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cloreto de cálcio + Cloreto de potássio + Cloreto de sódio + Lactato de sódio + Losartan

Observações: População pediátrica: Não existem características especiais.
Interações: A administração desta associação de acordo com as indicações e contraindicações recomendadas não eleva as concentrações plasmáticas dos eletrólitos que a solução contém. Em caso de aumento da concentração de qualquer eletrólito devido a outras causas as seguintes interações devem ser consideradas. Relacionadas com POTÁSSIO: O suxametónio, diuréticos poupadores de potássio (amilorida, espironolactona, triamterene, isolados ou em combinação), Inibidores da ECA (p.ex. captopril, enalapril), antagonistas dos recetores da Angiotensina II (p.ex. valsartan, losartan), tacrolimus, ciclosporina podem aumentar a concentração de potássio no plasma e conduzir a hipercalemia potencialmente fatal em particular em caso de falência renal que aumenta o efeito hipercalémico. - Losartan
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Losartan + Amlodipina + Losartan

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com o Losartan / Amlodipina e outros medicamentos. Não foram realizados estudos de interação medicamentosa na população pediátrica.
Interações: Interações relacionadas com o losartan O Losartan é predominantemente metabolizado pelo citocromo P450 (CYP) 2C9 no metabolito ativo ácido-carboxílico. Observou-se que o tratamento concomitante com losartan e rifampicina (indutor de enzimas metabólicas) resultou numa redução de 40% na concentração plasmática do metabolito ativo. Desconhece-se a relevância clínica deste efeito. - Losartan
Sem efeito descrito

Oxihidróxido sucroférrico + Losartan

Observações: N.D.
Interações: Os estudos de interações medicamentosas foram realizados apenas em voluntários saudáveis. Estes foram conduzidos em indivíduos saudáveis do sexo masculino e feminino com losartan, furosemida, digoxina, varfarina e omeprazol. A administração concomitante deste medicamento não afetou a biodisponibilidade desses medicamentos, conforme os resultados da área sob a curva (AUC). - Losartan
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Primidona + Losartan

Observações: Tanto a primidona como o seu principal metabolito, o fenobarbital, induzem a actividade enzimática hepática, principalmente o sistema enzimático CYP4503A4. Isto pode provocar alterações na farmacocinética de fármacos administrados simultaneamente.
Interações: Os fármacos cujo metabolismo possa ser aumentado e levar a uma diminuição da concentração plasmática e/ou diminuição do tempo de semi-vida, devido a uma terapêutica concomitante são: Androgéneos, beta-antagonistas, carbamazepina, ciclosporina, clonazepam, cloranfenicol, corticosteróides/glucocorticóides, ciclofosfamida, dicumarinas, digitoxina, doxiciclina, etosuxamida, etoposido, felbamato, granissetrom, lamotrigina, losartan, metadona, metronidazol, mianserina, Montelucaste, nelfinavir, nimodipina, contracetivos orais, oxcarbazepina, fentoína, quinidina, rocurónio, valproato de sódio, tiagabina, teofilinas, topiramato, antidepressores tricíclicos, vecurónio, varfarina e zonisamida. - Losartan
Potencialmente Fatal

Cloreto de potássio + Cloreto de sódio + Glucose + Losartan

Observações: N.D.
Interações: Interações relacionadas com a presença de potássio: A administração concomitante da solução com um dos seguintes medicamentos pode originar uma hipercalémia fatal, particularmente em doentes com insuficiência renal (adição de efeitos de hipercalémia): - Diuréticos poupadores de potássio (só ou em combinação) (amilorida, triamtereno, espironolactona, eplerenona) - Inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECA) (tais como captopril, enalapril, lisinopril) - Bloqueadores dos recetores da Angiotensina II (Candesartan, telmisartan, eprosartan, irbesartan, losartan, valsartan) - Medicamentos com potássio tais como sais potássicos de penicilina - Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) (diclofenac, indometacina, piroxicam, ácido mefenâmico, celecoxib) - Heparina (inibidor da síntese de aldosterona) - Pentamidina, trimetoprim (bloqueadores dos canais de sódio) - Ciclosporina, tacrolimus (inibidores da calcineurina) - Bloqueadores β-adrenérgicos (propranolol, nadolol, atenolol) - Succinilcolina (suxametonium) (relaxante muscular) - Losartan
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Losartan + Antidepressores (Tricíclicos)

Observações: N.D.
Interações: A utilização concomitante com outras substâncias que podem induzir a hipotensão como reacção adversa (como os antidepressivos tricíclicos, antipsicóticos, baclofeno e amifostina) pode aumentar o risco de hipotensão. - Antidepressores (Tricíclicos)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Losartan + Antipsicóticos

Observações: N.D.
Interações: A utilização concomitante com outras substâncias que podem induzir a hipotensão como reacção adversa (como os antidepressivos tricíclicos, antipsicóticos, baclofeno e amifostina) pode aumentar o risco de hipotensão. - Antipsicóticos
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Losartan + Baclofeno

Observações: N.D.
Interações: A utilização concomitante com outras substâncias que podem induzir a hipotensão como reacção adversa (como os antidepressivos tricíclicos, antipsicóticos, baclofeno e amifostina) pode aumentar o risco de hipotensão. - Baclofeno
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Losartan + Amifostina

Observações: N.D.
Interações: A utilização concomitante com outras substâncias que podem induzir a hipotensão como reacção adversa (como os antidepressivos tricíclicos, antipsicóticos, baclofeno e amifostina) pode aumentar o risco de hipotensão. - Amifostina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Losartan + Fluconazol

Observações: N.D.
Interações: Losartan é predominantemente metabolizado pelo citocromo P450 (CYP) 2C9 no metabolito activo ácido-carboxilíco. Num ensaio clínico observou-se que o fluconazol (inibidor do CYP2C9) diminui a exposição ao metabolito activo em, aproximadamente 50%. Observou-se que o tratamento concomitante com losartan e rifampicina (indutor das enzimas metabólicas) resultou numa redução de 40% na concentração plasmática do metabolito activo. Desconhece-se a relevância clínica deste efeito. Não se encontrou diferença na exposição no tratamento concomitante com a fluvastatina (fraco inibidor do CYP2C9). - Fluconazol
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Losartan + Inibidores do CYP2C9

Observações: N.D.
Interações: Losartan é predominantemente metabolizado pelo citocromo P450 (CYP) 2C9 no metabolito activo ácido-carboxilíco. Num ensaio clínico observou-se que o fluconazol (inibidor do CYP2C9) diminui a exposição ao metabolito activo em, aproximadamente 50%. Observou-se que o tratamento concomitante com losartan e rifampicina (indutor das enzimas metabólicas) resultou numa redução de 40% na concentração plasmática do metabolito activo. Desconhece-se a relevância clínica deste efeito. Não se encontrou diferença na exposição no tratamento concomitante com a fluvastatina (fraco inibidor do CYP2C9). - Inibidores do CYP2C9
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Losartan + Rifampicina

Observações: N.D.
Interações: Losartan é predominantemente metabolizado pelo citocromo P450 (CYP) 2C9 no metabolito activo ácido-carboxilíco. Num ensaio clínico observou-se que o fluconazol (inibidor do CYP2C9) diminui a exposição ao metabolito activo em, aproximadamente 50%. Observou-se que o tratamento concomitante com losartan e rifampicina (indutor das enzimas metabólicas) resultou numa redução de 40% na concentração plasmática do metabolito activo. Desconhece-se a relevância clínica deste efeito. Não se encontrou diferença na exposição no tratamento concomitante com a fluvastatina (fraco inibidor do CYP2C9). - Rifampicina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Losartan + Fluvastatina

Observações: N.D.
Interações: Losartan é predominantemente metabolizado pelo citocromo P450 (CYP) 2C9 no metabolito activo ácido-carboxilíco. Num ensaio clínico observou-se que o fluconazol (inibidor do CYP2C9) diminui a exposição ao metabolito activo em, aproximadamente 50%. Observou-se que o tratamento concomitante com losartan e rifampicina (indutor das enzimas metabólicas) resultou numa redução de 40% na concentração plasmática do metabolito activo. Desconhece-se a relevância clínica deste efeito. Não se encontrou diferença na exposição no tratamento concomitante com a fluvastatina (fraco inibidor do CYP2C9). - Fluvastatina
Não recomendado/Evitar

Losartan + Diuréticos poupadores de potássio

Observações: N.D.
Interações: Tal como outros medicamentos que bloqueiam a angiotensina II ou os seu efeitos, a utilização concomitante de outros medicamentos que retêm o potássio (por ex. diuréticos poupadores de potássio: amilorida, triamtereno, espironolactona) ou que podem aumentar os níveis de potássio (por ex. heparina), suplementos de potássio ou substitutos do sal contendo potássio, podem conduzir a aumentos do potássio sérico. A co-medicação não é aconselhável. - Diuréticos poupadores de potássio
Não recomendado/Evitar

Losartan + Amilorida

Observações: N.D.
Interações: Tal como outros medicamentos que bloqueiam a angiotensina II ou os seu efeitos, a utilização concomitante de outros medicamentos que retêm o potássio (por ex. diuréticos poupadores de potássio: amilorida, triamtereno, espironolactona) ou que podem aumentar os níveis de potássio (por ex. heparina), suplementos de potássio ou substitutos do sal contendo potássio, podem conduzir a aumentos do potássio sérico. A co-medicação não é aconselhável. - Amilorida
Não recomendado/Evitar

Losartan + Triamtereno

Observações: N.D.
Interações: Tal como outros medicamentos que bloqueiam a angiotensina II ou os seu efeitos, a utilização concomitante de outros medicamentos que retêm o potássio (por ex. diuréticos poupadores de potássio: amilorida, triamtereno, espironolactona) ou que podem aumentar os níveis de potássio (por ex. heparina), suplementos de potássio ou substitutos do sal contendo potássio, podem conduzir a aumentos do potássio sérico. A co-medicação não é aconselhável. - Triamtereno
Não recomendado/Evitar

Losartan + Espironolactona

Observações: N.D.
Interações: Tal como outros medicamentos que bloqueiam a angiotensina II ou os seu efeitos, a utilização concomitante de outros medicamentos que retêm o potássio (por ex. diuréticos poupadores de potássio: amilorida, triamtereno, espironolactona) ou que podem aumentar os níveis de potássio (por ex. heparina), suplementos de potássio ou substitutos do sal contendo potássio, podem conduzir a aumentos do potássio sérico. A co-medicação não é aconselhável. - Espironolactona
Não recomendado/Evitar

Losartan + Heparina

Observações: N.D.
Interações: Tal como outros medicamentos que bloqueiam a angiotensina II ou os seu efeitos, a utilização concomitante de outros medicamentos que retêm o potássio (por ex. diuréticos poupadores de potássio: amilorida, triamtereno, espironolactona) ou que podem aumentar os níveis de potássio (por ex. heparina), suplementos de potássio ou substitutos do sal contendo potássio, podem conduzir a aumentos do potássio sérico. A co-medicação não é aconselhável. - Heparina
Não recomendado/Evitar

Losartan + Suplementos de potássio

Observações: N.D.
Interações: Tal como outros medicamentos que bloqueiam a angiotensina II ou os seu efeitos, a utilização concomitante de outros medicamentos que retêm o potássio (por ex. diuréticos poupadores de potássio: amilorida, triamtereno, espironolactona) ou que podem aumentar os níveis de potássio (por ex. heparina), suplementos de potássio ou substitutos do sal contendo potássio, podem conduzir a aumentos do potássio sérico. A co-medicação não é aconselhável. - Suplementos de potássio
Não recomendado/Evitar

Losartan + Potássio

Observações: N.D.
Interações: Tal como outros medicamentos que bloqueiam a angiotensina II ou os seu efeitos, a utilização concomitante de outros medicamentos que retêm o potássio (por ex. diuréticos poupadores de potássio: amilorida, triamtereno, espironolactona) ou que podem aumentar os níveis de potássio (por ex. heparina), suplementos de potássio ou substitutos do sal contendo potássio, podem conduzir a aumentos do potássio sérico. A co-medicação não é aconselhável. - Potássio
Usar com precaução

Losartan + Lítio

Observações: N.D.
Interações: Foram notificados aumentos reversíveis das concentrações séricas de lítio e toxicidade, durante a administração concomitante de lítio e inibidores ECA. Foram também notificados casos muito raros com antagonistas dos receptores da angiotensina II. A co-administração de lítio e losartan deve ser utilizada com precaução. Caso esta associação terapêutica se revele essencial, recomenda-se a monitorização dos níveis séricos do lítio durante a utilização concomitante. - Lítio
Usar com precaução

Losartan + Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs)

Observações: N.D.
Interações: Quando os antagonistas da angiotensina II são administrados simultaneamente com fármacos anti-inflamatórios não esteróides (AINEs) (i.e., inibidores selectivos COX – 2, ácido acetilsalicílico em doses anti-inflamatórias e AINEs não selectivos), pode ocorrer uma atenuação do efeito anti-hipertensor. A utilização concomitante de antagonistas da angiotensina II ou diuréticos e AINEs pode resultar num aumento do risco de agravamento da função renal. A associação deve ser administrada com precaução, especialmente nos idosos. - Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs)
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Losartan + Inibidores da cicloxigenase (COX)

Observações: N.D.
Interações: Quando os antagonistas da angiotensina II são administrados simultaneamente com fármacos anti-inflamatórios não esteróides (AINEs) (i.e., inibidores selectivos COX – 2, ácido acetilsalicílico em doses anti-inflamatórias e AINEs não selectivos), pode ocorrer uma atenuação do efeito anti-hipertensor. - Inibidores da cicloxigenase (COX)
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Losartan + Ácido Acetilsalicílico

Observações: N.D.
Interações: Quando os antagonistas da angiotensina II são administrados simultaneamente com fármacos anti-inflamatórios não esteróides (AINEs) (i.e., inibidores selectivos COX – 2, ácido acetilsalicílico em doses anti-inflamatórias e AINEs não selectivos), pode ocorrer uma atenuação do efeito anti-hipertensor. - Ácido Acetilsalicílico
Usar com precaução

Losartan + Diuréticos

Observações: N.D.
Interações: A utilização concomitante de antagonistas da angiotensina II ou diuréticos e AINEs pode resultar num aumento do risco de agravamento da função renal. A associação deve ser administrada com precaução, especialmente nos idosos. Os doentes devem ser adequadamente hidratados e deve ter-se em consideração a monitorização da função renal após o início da terapêutica concomitante e periodicamente daí em diante. - Diuréticos
Sem efeito descrito

Orlistato + Losartan

Observações: N.D.
Interações: Ausência de interações: Não foram observadas interações com amitriptilina, atorvastatina, biguanidas, digoxina, fibratos, fluoxetina, losartan, fenitoína, fentermina, pravastatina, Sistema Terapêutico Gastrointestinal (GITS) de nifedipina, nifedipina de libertação controlada, sibutramina ou álcool. A ausência destas interações foi demonstrada em estudos específicos de interação fármaco-fármaco. - Losartan
Usar com precaução

Dronedarona + Losartan

Observações: N.D.
Interações: Efeito da dronedarona nos outros medicamentos: Interação com a varfarina e o losartan (substratos do CYP2C9): Varfarina e outros antagonistas da vitamina K: A dronedarona (600 mg duas vezes ao dia) provocou um aumento de 1,2-vezes da S-varfarina sem provocar qualquer alteração na R-varfarina e apenas um aumento de 1,07 na Razão Normalizada Internacional (INR). No entanto, nos doentes que tomam anticoagulantes orais foram notificados aumentos clinicamente significativos da INR (  5) normalmente na 1ª semana após o início da dronedarona. Consequentemente, nos doentes que tomam antagonistas da vitamina K, conforme está na sua rotulagem, a INR deve ser cuidadosamente monitorizada após o início da dronedarona. Interação com a varfarina e o losartan (substratos do CYP2C9): Losartan e outros ARAIIs (Antagonistas dos Recetores da Angiotensina II): Não foi observada qualquer interação entre a dronedarona e o losartan, não sendo de esperar a ocorrência de interação entre a dronedarona e outros ARAIIs (Antagonistas dos Recetores da Angiotensina II). - Losartan
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Isoniazida + Pirazinamida + Rifampicina + Losartan

Observações: A rifampicina possui propriedades indutoras enzimáticas, incluindo a indução da delta aminoácido levulínico sintetase. Têm sido registados casos isolados de exacerbação de porfíria com a administração de rifampicina.
Interações: O Isoniazida/Pirazinamida/Rifampicina possui propriedades indutoras das enzimas hepáticas e pode reduzir a actividade de um certo número de fármacos, incluindo anticoagulantes, anticonvulsivantes, anti-estrogénios, antipsicóticos, antiarrítmicos (quinidina), antifúngicos, antirretrovirais, barbitúricos, benzodiazepinas e seus derivados, betabloqueantes, bloqueadores da entrada de cálcio, cloranfenicol, claritromicina, corticosteróides, agentes imunossupressores (ciclosporina) digitálicos, clofibrato, doxiciclina, estrogéneos, fluoroquinolonas, gestrinona, irinotecano, losartan, metadona, praziquantel, progestina, riluzol, antagonistas selectivos dos receptores 5- HT3, estatinas metabolizadas pelo citocromo CYP3A4, telitromicina, tiazolidinedionas, antidepressivos tricíclicos, contracetivos orais, hipoglicemiantes orais, antipsicóticos (haloperidol), levotiroxina, teofilina, dapsona, narcóticos e analgésicos. Pode ser necessário ajustar a dose destes fármacos se forem administrados concomitantemente com Isoniazida/Pirazinamida/Rifampicina. As doentes a fazer contracetivos orais devem ser aconselhadas a mudar o método contracetivo para um método não-hormonal durante a terapêutica com Isoniazida/Pirazinamida/Rifampicina. A diabetes pode também tornar-se mais difícil de controlar. - Losartan
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Isoniazida + Rifampicina + Losartan

Observações: N.D.
Interações: RIFAMPICINA: A rifampicina possui propriedades indutoras das enzimas hepáticas e pode reduzir a actividade de um certo número de fármacos, incluíndo os anticoagulantes orais, anticonvulsivos, anti-estrogénios, antipsicóticos, corticosteróides, agentes imunomoduladores (ciclosporina), digitálicos, contracetivos orais, hipoglicemiantes orais, dapsona, analgésicos narcóticos, metadona, barbitúricos, losartan, bloqueadores beta-adrenérgicos, clorofibrato, progestina, teofilina, cloranfenicol, claritromicina, antiarrítmicos (ex. disopiramida, mexiletina, quinidina), bloqueadores da entrada de cálcio, antifúngicos, benzodiazepinas, antidepressivos tricíclicos, antirretrovirais, estrogéneos, gestrinona, fluoroquinolonas, levotiroxina, irinotecano, praziquantel, riluzol, antagonistas selectivos dos receptores 5-HT3, estatinas metabolizadas pelo citocromo CYP3A4, telitromicina, tiazolidinedionas e doxiciclina. Pode ser necessário ajustar a dose destes fármacos se forem administrados concomitantemente com a rifampicina. - Losartan
Usar com precaução

Fluconazol + Losartan

Observações: O fluconazol é um potente inibidor do citocromo P450 (CYP) isoenzima 2C9 e um inibidor moderado do CYP3A4. O fluconazol é também um inibidor da isoenzima CYP2C19. Adicionalmente às interações observadas/documentadas abaixo indicadas, existe um risco de aumento da concentração plasmática de outros compostos metabolizados pelo CYP2C9 e CYP3A4 coadministrados com fluconazol. Deste modo, deve-se ter precaução quando se utilizam estas associações e os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados. O efeito inibidor da enzima pelo fluconazol persiste 4-5 dias após a descontinuação do tratamento com fluconazol devido à sua longa semivida.
Interações: A utilização concomitante dos seguintes fámacos leva a precauções e ajustes de dose: O efeito de fluconazol noutros fármacos: Losartan: O fluconazol inibe o metabolismo do losartan no seu metabolito ativo (E-3174), responsável por grande parte do antagonismo do recetor da angiotensina II que ocorre durante o tratamento com losartan. Os doentes devem ter a sua pressão arterial monitorizada continuamente. - Losartan
Sem significado Clínico

Fluvastatina + Losartan

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Agentes cardiovasculares: Não ocorrem interações farmacocinéticas clinicamente significativas quando a fluvastatina é administrada concomitantemente com propranolol, digoxina, losartan, amlodipina ou IECA. Com base nos dados farmacocinéticos, não é necessária monitorização nem ajustes posológicos quando a fluvastatina é administrada concomitantemente com estes agentes. - Losartan
Sem efeito descrito

Glecaprevir + Pibrentasvir + Losartan

Observações: N.D.
Interações: ANTAGONISTAS DOS RECETORES DA ANGIOTENSINA II Losartan 50 mg dose única Não é necessário ajuste da dose. - Losartan
Sem significado Clínico

Ciclossilicato de zircónio sódico + Losartan

Observações: n.d.
Interações: Num estudo clínico de interação fármaco-fármaco realizado em indivíduos saudáveis com administração concomitante de amlodipina, clopidogrel, atorvastatina, furosemida, glipizida, varfarina, losartan ou levotiroxina não resultaram em interações fármaco-fármaco clinicamente significativas e não foram necessários ajustes de dose. - Losartan
Usar com precaução

Rifampicina + Trimetoprim + Losartan

Observações: n.d.
Interações: Interação com a enzima citocromo P-450: levando em consideração que a rifampicina possui propriedades indutoras de certas enzimas do citocromo P-450, a administração concomitante de Rifampicina / Trimetoprim com outros medicamentos que são metabolizados por essas enzimas do citocromo P-450 pode acelerar o metabolismo e reduzir a atividade desses medicamentos. Portanto, deve ser usado com cautela quando Rifampicina / Trimetoprim é prescrito com medicamentos metabolizados pelo citocromo P-450. Para manter níveis terapêuticos adequados no sangue, a dosagem do medicamento metabolizado por essas enzimas pode exigir um ajuste da dose, tanto no início quanto no final do tratamento concomitante com Rifampicina / Trimetoprim. Exemplos de drogas metabolizadas pelas enzimas do citocromo P-450 são: anticonvulsivantes (por exemplo, fenitoína), antiarrítmicos (por exemplo, disopiramida, mexiletina, quinidina, propafenona, tocainida), estrógenos (por exemplo, tamoxifeno, toremifeno), antipsicóticos (por por exemplo, haloperidol), anticoagulantes orais (por exemplo, varfarina), antifúngicos (por exemplo, fluconazol, itraconazol, cetoconazol), medicamentos antirretrovirais (por exemplo, zidovudina, saquinavir, indinavir, efavirenz), barbitúricos, bloqueadores beta-adrenérgicos, benzodiazepínicos por exemplo, diazepam), medicamentos relacionados à benzodiazepina (por exemplo, zopiclona, zolpidem), bloqueadores dos canais de cálcio (por exemplo, diltiazem, nifedipina, verapamil), cloranfenicol, claritromicina, corticosteróides, glicosídeos cardíacos, clofibrato, contraceptivos hormonais, dapsona, doxiciclina, estrogénios, fluoroquinolonas, gestrinona, agentes hipoglicémicos orais (sulfonilureias), agentes imunossupressores (por exemplo, ciclosporina, tacrolimus), irinotecano, levotiroxina, losartan, analgésicos narcóticos, metadona, praziquantel, progestinas, quinina, riluzol, receptor antagonista seletivo de 5-HT3 (por exemplo, ondansetrona) estatinas metabolizadas pelo CYP 3A4, telitromicina, teofilina, tiazolidonas (por exemplo, rosiglitazona), antidepressivos tricíclicos (por exemplo, amitriptilina, nortriptilina). - Losartan
Sem efeito descrito

Givosiran + Losartan

Observações: n.d.
Interações: Num estudo clínico de interação fármaco-fármaco, o givosiran provocou uma redução fraca a moderada da atividade de determinadas enzimas CYP450 no fígado, aumentando, assim, as exposições no plasma: • CYP2C9: sem efeito na exposição do losartan - Losartan
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interações do Losartan
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica ou suplementos à base de plantas e produtos naturais.

Tome especial cuidado se está a tomar qualquer dos seguintes medicamentos em simultâneo com o tratamento com Losartan: outros medicamentos para baixar a pressão arterial que podem ter um efeito adicional na redução da pressão arterial.

A pressão arterial pode também baixar com um dos seguintes fármacos/classe de fármacos: antidepressivos tricíclicos, antipsicóticos, baclofeno, amifostina, medicamentos que retêm o potássio, ou que podem aumentar os valores de potássio (por ex. suplementos de potássio, substitutos do sal contendo potássio ou medicamentos poupadores de potássio tais como alguns diuréticos[amilorida, triamtereno, espirolactona] ou heparina), medicamentos anti-inflamatórios não esteroides tais como a indometacina, incluindo os inibidores da Cox-2 (medicamentos que reduzem a inflamação e que podem ser usados para ajudar a aliviar as dores) uma vez que podem diminuir o efeito do losartan na redução da pressão arterial.

Se a sua função renal estiver comprometida, a utilização concomitante destes medicamentos pode conduzir a um agravamento da função renal.

Os medicamentos que contêm lítio não devem ser tomados em associação com losartan sem uma cuidadosa supervisão do seu médico. Podem ser necessárias medidas de precaução especiais (ex. análises ao sangue).

A administração de losartan não é recomendada durante o primeiro trimestre de gravidez.

A administração de losartan está contra-indicada durante o segundo e terceiro trimestres de gravidez Losartan não está recomendado em mães a amamentar, especialmente se o bebé for recém-nascido ou prematuro; nestes casos o seu médico poderá indicar outro tratamento.

Deve ter-se em conta que com a terapêutica anti-hipertensora pode ocorrer ocasionalmente, tonturas ou sonolência, especialmente no início do tratamento ou quando se aumenta a dose.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 18 de Setembro de 2020