Levofloxacina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI com Advertência na Condução Uso Hospitalar DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica)
O que é
A levofloxacina é um agente antibacteriano sintético da classe das fluoroquinolonas e é o enantiómero S (-) da substância medicamentosa racémica ofloxacina.



Como agente antibacteriano do grupo das fluoroquinolonas, a levofloxacina actua no
complexo ADN-girase do ADN e na topoisomerase IV.
Usos comuns
A levofloxacina é um antibiótico utilizado para tratar infecções dos
seios nasais
pulmões, como por exemplo uma pneumonia
rins e vias urinárias
próstata
pele e tecidos moles (incluindo a gordura e os músculos).
Tipo
pequena molécula
História
A levofloxacina é um antibiótico fluoroquinolona, comercializada pela Sanofi -Aventis sob o nome comercial " Tavanic ".

Levaquin também é comercializado em todo o mundo para uso oral e IV, bem como utilizado em soluções oftálmicas. Daiichi Sankyo havia concedido uma licença exclusiva para a Sanofi -Aventis para fazer, usar e vender preparações farmacêuticas contendo levofloxacina no Reino Unido e México. Outros fabricantes incluem Novell Laboratórios Farmacêuticos ( Levores ).

Levaquin provou ser uma droga de grande sucesso para a Johnson e Johnson / Ortho McNeil, gerando bilhões de dólares em receita adicional. Levaquin foi a droga fluoroquinolona mais prescrito no mundo para 2007.

A levofloxacina foi patenteado pela primeira vez em 1987 (patente europeia levofloxacina - Daiichi Pharmaceutical Co., Ltd.) e foi aprovada pelos Estados Unidos Food and Drug Administration em 20 de Dezembro de 1996 para uso nos Estados Unidos para tratar a sinusite bacteriana, exacerbações bacterianas de bronquite, pneumonia, infecções cutâneas não complicadas, infecções do trato urinário complicadas e pielonefrite aguda adquirida na comunidade. [99] a levofloxacina é descrita em algumas publicações como fluoroquinolonas de segunda geração.

Outras publicações descrevem-no como uma fluoroquinolona de terceira geração.

A levofloxacina é considerado para ser o mesmo que os EUA Ofloxacina pelo Food and Drug Administration ( FDA ), com a excepção de a potência demonstrado in vitro contra as micobactérias. In vitro, o que é, em geral, duas vezes tão potente como a ofloxacina, enquanto d - ofloxacina é menos activa contra micobactérias.

A corrente de patente dos Estados Unidos é realizado pela Ortho -McNeil - Janssen.
A levofloxacina é comercializado mundialmente sob muitos nomes de marcas, dificultando a vigilância pós-comercialização.
Indicações
Em adultos com infeções de gravidade ligeira ou moderada, a Levofloxacina é indicada para o tratamento das seguintes infeções, quando causadas por microrganismos sensíveis à levofloxacina:

Sinusite aguda (diagnosticada de forma adequada em conformidade com as orientações nacionais e/ou locais para o tratamento de infeções das vias respiratórias, e quando se considera que não é adequada a utilização de agentes antibacterianos geralmente recomendados para o tratamento inicial desta infecão ou quando estes não resolveram a infeção);

Exacerbações agudas de bronquite crónica (diagnosticada de forma adequada em conformidade com as orientações nacionais e/ou locais para o tratamento de infeções das vias respiratórias, e quando se considera que não é adequada a utilização de agentes antibacterianos geralmente recomendados para o tratamento inicial desta infeção ou quando estes não resolveram a infeção), Pneumonia adquirida na comunidade (quando se considera que não é adequada a utilização de agentes antibacterianos geralmente recomendados para o tratamento inicial desta infeção);

Apenas para os comprimidos de 250 mg: infeções das vias urinárias sem complicações
Infeções das vias urinárias com complicações (incluindo pielonefrite); Prostatite bacteriana crónica; infeções da pele e tecidos moles.
Classificação CFT
01.01.10     Quinolonas 15.01.01     Antibacterianos
Mecanismo De Ação
A levofloxacina inibe bactérias topoisomerases tipo II, topoisomerase IV e DNA girase.


A levofloxacina, tal como outras fluoroquinolonas, inibe as subunidades A da girase de DNA, duas subunidades codificadas pelo gene gyrA.


Isto resulta em cadeia ruptura num cromossoma bacteriano, superenrolamento, e selar; replicação do ADN e a transcrição é inibida.
Posologia Orientativa
Via oral - Doses habituais
A maioria das pessoas necessita de 1 ou 2 comprimidos por dia.
Os doentes com doença renal podem ter necessidade de doses mais baixas.
A duração do tratamento com Levofloxacina depende do tipo e gravidade da sua infecção.

Via intravenosa:
A dose em adultos e em idosos com função renal normal é de 250 mg – 500 mg uma ou duas vezes por dia.
Se tiver algum problema nos rins, o seu médico irá reduzir a dose ou a frequência com que a levofloxacina lhe é administrada.
Administração
Via oral e intravenosa.

Levofloxacina é administrado uma ou duas vezes por dia.

Os comprimidos de levofloxacina devem ser engolidos inteiros e com uma quantidade suficiente de líquido.

Os comprimidos podem ser tomados com ou sem alimentos.

Levofloxacina solução para perfusão destina-se apenas a perfusão intravenosa lenta; é administrada uma ou duas vezes por dia.

O período de perfusão deve ser de, pelo menos, 30 minutos para 250 mg ou 60 minutos para 500 mg de Levofloxacina solução para perfusão.
Contraindicações
em doentes com hipersensibilidade à levofloxacina,
em doentes com epilepsia,
em doentes com antecedentes de afecções tendinosas relacionadas com a administração de fluoroquinolonas,
em crianças e adolescentes em crescimento (até aos 18 anos de idade) durante a gravidez,
em mulheres que estão a amamentar.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Infecções e infestações
Pouco frequentes: infecção fúngica (e proliferação de outros microrganismos resistentes)
Doenças do sangue e do sistema linfático
Pouco frequentes: leucopenia, eosinofilia
Raros: trombocitopenia, neutropenia
Muito raros: agranulocitose
Desconhecido: pancitopenia, anemia hemolítica

Doenças do sistema imunitário
Muito raros: choque anafiláctico
Podem ocorrer por vezes reacções anafilácticas e anafilactóides mesmo após a primeira dose
Desconhecido: hipersensibilidade

Doenças do metabolismo e da nutrição
Pouco frequentes: anorexia
Muito raros: hipoglicemia, especialmente em doentes diabéticos

Perturbações do foro psiquiátrico
Pouco frequentes: insónia, nervosismo
Raros: reacções psicótica, depressão, estado confusional, agitação, ansiedade
Muito raros: reacções psicóticas incluindo comportamento auto-destrutivo incluindo ideias e actos suicidas, alucinações

Doenças do sistema nervoso
Pouco frequentes: tonturas, cefaleias, sonolência
Raros: convulsões, tremores, parestesia
Muito raros: neuropatia periférica sensorial e sensorio-motora, disgeusia incluindo ageusia, parosmia incluindo anosmia

Afecções oculares
Muito raros: perturbações visuais

Afecções do ouvido e do labirinto
Pouco frequentes: vertigens
Muito raros: perturbação da audição
Desconhecido: acufenos

Cardiopatias
Raros: taquicardia
Desconhecido: arritmia ventricular e torsades de pointes (notificadas predominantemente em doentes com factores de risco para prolongamento de QT), prolongamento de QT no electrocardiograma.

Vasculopatias
Raros: hipotensão

Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino
Raros: broncospasmo, dispneia
Muito raros: pneumonite alérgica

Doenças gastrointestinais
Frequentes: diarreia, náuseas
Pouco frequentes: vómitos, dor abdominal, dispepsia, flatulência, obstipação
Raros: diarreia hemorrágica que, em casos muito raros, pode indicar uma enterocolite, incluindo colite pseudomembranosa

Afecções hepatobiliares
Frequentes: aumento das enzimas hepáticas (ALT/AST, fosfatase alcalina, γGT)
Pouco frequentes: aumento da bilirrubina sanguínea
Muito raros: hepatite
Desconhecido: icterícia e lesão hepática grave, incluindo casos de insuficiência hepática aguda, foram notificados com a levofloxacina, principalmente em doentes com doenças subjacentes graves.

Afecções dos tecidos cutâneos e subcutâneos
Pouco frequentes: exantema cutâneo, prurido
Raros: urticária
Muito raros: edema angioneurótico, reacção de fotossensibilidade
Desconhecido: necrólise epidérmica tóxica, síndrome de Stevens-Johnson, eritema multiforme, hiperhidrose

Podem ocorrer por vezes reacções mucocutâneas mesmo após a primeira dose
Afecções musculosqueléticas e dos tecidos conjuntivos
Raros: afecções tendinosas incluindo tendinite (p. ex., tendão de Aquiles), artralgia, mialgia
Muito raros: ruptura de tendões. Este efeito indesejável pode ocorrer no período de 48 horas após o início do tratamento e pode ser bilateral, fraqueza muscular que pode ser especialmente importante em doentes com miastenia grave
Desconhecido: rabdomiólise

Doenças renais e urinárias
Pouco frequentes: aumento da creatinina sanguínea
Muito raros: insuficiência renal aguda (p. ex., devida a nefrite intersticial)

Perturbações gerais e alterações no local de administração
Pouco frequentes: astenia
Muito raros: pirexia
Desconhecido: dor (incluindo dor nas costas, tórax e extremidades)

Outros efeitos indesejáveis que foram associados com a administração de fluoroquinolonas incluem:
sintomas extrapiramidais e outras perturbações da coordenação muscular,
vasculite devida a hipersensibilidade,
crises de porfiria em doentes com porfiria.
Advertências
Gravidez
Gravidez:Ver Quinolonas; deve ser considerado contra-indicado, uma vez que existem outras alternativas mais seguras. Risco fetal desconhecido, por falta de estudos alargados.
Aleitamento
Aleitamento:O produtor recomenda evitar.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:Reduzir dose em 50% na IR ligeira; reduzir dose e consultar literatura específica na IR moderada a grave.
Conducao
Conducao:A levofloxacina pode causar tonturas, sonolência, problemas visuais e confusão. Se sentir quaisquer efeitos não conduza.
Precauções Gerais
Nos casos mais graves de pneumonia pneumocócica, Levofloxacina pode não ser a terapêutica óptima.

As infecções nosocomiais causadas pela P.

Aeruginosa podem exigir uma terapêutica de associação.


Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA)
A levofloxacina não é eficaz contra infecções causadas pelo MRSA.

Em infecções que se suspeita serem causadas pelo MRSA, a levofloxacina deve ser associada a outra substância aprovada para o tratamento de infecções causadas por MRSA.



Tendinite e ruptura de tendões
Pode ocorrer raramente uma tendinite.

Envolve com mais frequência o tendão de Aquiles e pode causar a ruptura de tendões.

Existe um maior risco de tendinite e de ruptura de tendões nos idosos e em doentes medicados com corticosteróides.

Portanto, é necessária uma monitorização regular destes doentes se for prescrito Levofloxacina.

Todos os doentes devem consultar o seu médico se tiverem sintomas de tendinite.

No caso de suspeita de tendinite, o tratamento com Levofloxacina deve ser imediatamente interrompido, devendo ser iniciado o tratamento apropriado para o tendão afectado (por exemplo, imobilização).



Doença associada ao Clostridium difficile
A ocorrência de diarreia, especialmente se for grave, persistente e/ou sanguinolenta, durante ou após o tratamento com Levofloxacina, pode ser sintomática de doença associada ao Clostridium difficile, cuja forma mais grave é a enterocolite pseudomembranosa.

No caso de suspeita de enterocolite pseudomembranosa, o tratamento com Levofloxacina deve ser imediatamente interrompido e os doentes devem ser tratados imediatamente com medidas de suporte e terapêutica específica (por exemplo, metronidazol ou vancomicina oral).

Os medicamentos que inibem o peristaltismo são contra-indicados nesta situação clínica.



Doentes predispostos a convulsões
Levofloxacina é contra-indicado em doentes com uma história de epilepsia e, como com outras quinolonas, deve ser utilizado com extrema precaução em doentes com predisposição para convulsões, como por exemplo doentes com lesão preexistente do sistema nervoso central, doentes em tratamento concomitante com fenbufeno e anti-inflamatórios não esteróides similares ou com medicamentos que diminuem o limiar convulsivo cerebral, como a teofilina.

No caso de crises convulsivas, o tratamento com levofloxacina deve ser descontinuado.



Doentes com deficiência da G-6- fosfato desidrogenase
Doentes com deficiência latente ou existente da actividade da glucose-6-fosfato desidrogenase podem ser susceptíveis a reacções hemolíticas quando tratados com antibacterianos da classe das quinolonas; portanto, a levofloxacina deve ser utilizada com precaução.



Doentes com compromisso renal
Como a levofloxacina é excretada principalmente pelos rins, a dose de Levofloxacina deve ser ajustada em doentes com compromisso renal.



Reacções de hipersensibilidade
A levofloxacina pode causar reacções de hipersensibilidade graves, potencialmente fatais (por exemplo, desde angioedema até choque anafiláctico), ocasionalmente após a dose inicial.

Os doentes devem interromper imediatamente o tratamento e contactar o seu médico ou um médico de urgência, que iniciará as medidas de emergência adequadas.



Hipoglicemia
Tal como com todas as quinolonas, foi notificada hipoglicemia geralmente em doentes diabéticos submetidos a tratamento concomitante com um hipoglicemiante oral (por exemplo, glibenclamida) ou com insulina.

Nestes doentes diabéticos, recomenda-se a monitorização frequente da glicemia.



Prevenção de fotossensibilização
Embora a fotossensibilização seja muito rara com a levofloxacina, recomenda-se que os doentes não se exponham desnecessariamente à luz solar intensa ou a radiação UV artificial (por exemplo, lâmpada de raios solares, solário), a fim de evitar a fotossensibilização.



Doentes tratados com antagonistas da vitamina K
Devido ao possível aumento dos valores dos testes de coagulação (TP/INR - tempo de protrombina/razão internacional normalizada) e/ou de hemorragia em doentes tratados com levofloxacina em associação com um antagonista da vitamina K (por exemplo, varfarina), os testes de coagulação devem ser monitorizados quando estes medicamentos são administrados concomitantemente.



Reacções psicóticas
Foram notificadas reacções psicóticas em doentes medicados com quinolonas, incluindo a levofloxacina.

Em casos muito raros, estas progrediram para ideação suicida e comportamento auto-destrutivo, por vezes após apenas uma dose de levofloxacina.

No caso do doente desenvolver estas reacções, a levofloxacina deve ser interrompida e devem ser instituídas as medidas apropriadas.

Aconselha-se precaução se a levofloxacina for utilizada em doentes psicóticos ou em doentes com antecedentes de doença do foro psiquiátrico.



Cardiopatias
Devem tomar-se precauções quando se utilizam fluoroquinolonas, incluindo levofloxacina, em doentes com factores de risco conhecidos para prolongamento do intervalo QT como, por exemplo:
- síndrome congénita de QT longo - utilização concomitante de medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT (por exemplo, antiarrítmicos das Classes IA e III, antidepressores tricíclicos, macrólidos).


- desequilíbrio electrolítico não corrigido (por exemplo, hipocaliemia, hipomagnesiemia)
- idosos
- cardiopatia (por exemplo, insuficiência cardíaca, enfarte do miocárdio, bradicardia).



Neuropatia periférica
Em doentes medicados com fluoroquinolonas, incluindo a levofloxacina, foi notificada neuropatia periférica sensorial e sensorio-motora cujo início pode ser rápido.

A levofloxacina deve ser interrompida se o doente apresentar sintomas de neuropatia a fim de prevenir o desenvolvimento de uma situação irreversível.



Opióides
Em doentes tratados com levofloxacina, a determinação de opióides na urina pode dar resultados positivos falsos.

Pode ser necessário confirmar rastreios positivos de opióides utilizando um método mais específico.



Afecções hepatobiliares
Foram notificados casos de necrose hepática incluindo insuficiência hepática com risco de vida com a levofloxacina, principalmente em doentes com doenças subjacentes graves, como por exemplo, sépsis.

Os doentes devem ser aconselhados a interromper o tratamento e a contactar o seu médico caso se desenvolvam sinais e sintomas de doença hepática como anorexia, icterícia, urina escura, prurido ou abdómen sensível.
Cuidados com a Dieta
Tomar independentemente das refeições.
Terapêutica Interrompida
Caso se esqueça de tomar uma dose, tome-a logo que se lembrar.

Se for quase a altura de tomar a dose seguinte, então aguarde e tome-a à hora habitual.

Não tome uma dose a dobrar para compensar um comprimido que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
O medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.

Manter fora do alcance e da vista das crianças.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Apresenta atividade in vitro contra um amplo espectro de bactérias aeróbias e anaeróbias Gram-positivas e Gram-negativas, incluindo Staphylococcus aureus, Staphylococcus epidermidis, Enterococcus avium, Clostridium perfringens, Enterobacter aerogenes, Bacteroides fragilis, Proteus vulgaris e Neisseria gonorrhoeae. Também apresenta boa atividade contra Mycoplasma pneumoniae e Chlamydia sp., Moraxella catarrhalis, Streptococcus pneumoniae, Legionella pneumophilia, Staphylococcus pyogenes e Escherichia coli. In vitro é ativa contra o Mycobacterium tuberculosis (concentrações ≤ 1,3 μg/mL), contra micobactérias do Complexo Avium-intracelullare (MAC) (concentrações plasmáticas entre 10-100 μg/mL) e contra os Mycobacterium fortuitum e Mycobacterium kansasii (concentrações ≤ 3 μg/mL).

Levofloxacina + Alimentos/Bebidas (Soja, fitinas, fitatos, oxalatos, taninos, pectinas)

Observações: N.D.
Interações: Refeições: Não existe interacção clinicamente relevante com os alimentos. Levofloxacina pode, portanto, ser administrado independentemente da ingestão de alimentos.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Quinolonas + Levofloxacina

Observações: Susceptíveis à inibição da absorção gastrintestinal; Algumas quinolonas inibem o CYP1A2.
Interações: Teofilina: ciprofloxacina, enoxacina e, em menor extensão, a norfloxacina, inibem o metabolismo da teofilina; levofloxacina, lomefloxacina e ofloxacina parecem ter menos efeito. - Levofloxacina

Sulfato ferroso + Glicina + Levofloxacina

Observações: N.D.
Interações: A associação deve ser evitada. As seguintes associações podem requerer o ajuste da dose: O ferro inibe a absorção de muitos medicamentos por quelação. O intervalo entre a administração do Sulfato ferroso / Glicina e dos medicamentos abaixo mencionados deve ser o mais alargado possível. Fluoroquinolonas: Quando os sais de ferro são co-administrados com fluoroquinolonas, a absorção destas últimas é significativamente prejudicada. A absorção de norfloxacina, levofloxacina, ciprofloxacina, gatifloxacina e ofloxacina é inibida pelo ferro entre 30 a 90%. As fluoroquinolonas devem ser administradas pelo menos 2 horas antes ou 4 horas após a toma de Sulfato ferroso / Glicina.

Clonixina + Levofloxacina

Observações: N.D.
Interações: Utilizar Clonixina com precaução em associação com: Levofloxacina e outras quinolonas – possível aumento do risco de convulsões.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Antiarrítmicos + Levofloxacina

Observações: Aumentam a depressão do miocárdio quando são administrados com outros AA. Aumentam o risco de arritmias ventriculares quando são dados com AA que prolongam o intervalo QT
Interações: Amiodarona: aumento do risco de arritmias ventriculares em uso concomitante com: - Levofloxacina

Domperidona + Levofloxacina

Observações: N.D.
Interações: A utilização concomitante das seguintes substâncias é contraindicada: Medicamentos que prolonguem o intervalo QTc: - antiarrítmicos de classe IA (por exemplo, disopiramida, hidroquinidina e quinidina) - antiarrítmicos de classe III (por exemplo, amiodarona, dofetilida, dronedarona, ibutilida e sotalol) - determinados antipsicóticos (por exemplo, haloperidol, pimozida e sertindol) - determinados antidepressivos (por exemplo, citalopram e escitalopram) - determinados antibióticos (por exemplo, eritromicina, levofloxacina, moxifloxacina e espiramicina) - determinados agentes antifúngicos (por exemplo, pentamidina) - determinados agentes antimaláricos (sobretudo halofantrina e lumefantrina) - determinados medicamentos gastrointestinais (por exemplo, cisaprida, dolasetron e prucaloprida) - determinados antihistamínicos (por exemplo, mequitazina e mizolastina) - determinados medicamentos utilizados no cancro (por exemplo, toremifeno, vandetanib e vincamina) - alguns outros medicamentos (por exemplo, bepridilo, difemanil e metadona).

Fluindiona + Levofloxacina

Observações: N.D.
Interações: Associações que requerem precauções de utilização: Fluoroquinolonas (ofloxacina, pefloxacina, enoxacina, lomefloxacina, a moxifloxacina, ciprofloxacina, levofloxacina, norfloxacina): Efeito aumentado de anticoagulantes orais e risco de hemorragia. Monitorização mais frequente do INR. Se ajustar a dosagem de anticoagulante oral durante o tratamento com fluoroquinolonas e após a sua interrupção.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Levofloxacina + Ferro

Observações: N.D.
Interações: Efeito de outros medicamentos sobre a levofloxacina: Sais de ferro, antiácidos contendo magnésio ou alumínio: A absorção de levofloxacina diminui significativamente quando se administram em concomitância sais de ferro ou antiácidos contendo magnésio ou alumínio. Recomenda-se que as preparações que contêm catiões bivalentes ou trivalentes como os sais de ferro ou antiácidos que contêm magnésio ou alumínio não devem ser tomados no período de 2 horas que precede ou se segue à administração de Levofloxacina. Não foram observadas interações com o carbonato de cálcio.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Levofloxacina + Hidróxido de magnésio

Observações: N.D.
Interações: Efeito de outros medicamentos sobre a levofloxacina: Sais de ferro, antiácidos contendo magnésio ou alumínio: A absorção de levofloxacina diminui significativamente quando se administram em concomitância sais de ferro ou antiácidos contendo magnésio ou alumínio. Recomenda-se que as preparações que contêm catiões bivalentes ou trivalentes como os sais de ferro ou antiácidos que contêm magnésio ou alumínio não devem ser tomados no período de 2 horas que precede ou se segue à administração de Levofloxacina. Não foram observadas interações com o carbonato de cálcio.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Levofloxacina + Hidróxido de Alumínio

Observações: N.D.
Interações: Efeito de outros medicamentos sobre a levofloxacina: Sais de ferro, antiácidos contendo magnésio ou alumínio: A absorção de levofloxacina diminui significativamente quando se administram em concomitância sais de ferro ou antiácidos contendo magnésio ou alumínio. Recomenda-se que as preparações que contêm catiões bivalentes ou trivalentes como os sais de ferro ou antiácidos que contêm magnésio ou alumínio não devem ser tomados no período de 2 horas que precede ou se segue à administração de Levofloxacina. Não foram observadas interações com o carbonato de cálcio.

Levofloxacina + Carbonato de cálcio

Observações: N.D.
Interações: Efeito de outros medicamentos sobre a levofloxacina: Sais de ferro, antiácidos contendo magnésio ou alumínio: A absorção de levofloxacina diminui significativamente quando se administram em concomitância sais de ferro ou antiácidos contendo magnésio ou alumínio. Recomenda-se que as preparações que contêm catiões bivalentes ou trivalentes como os sais de ferro ou antiácidos que contêm magnésio ou alumínio não devem ser tomados no período de 2 horas que precede ou se segue à administração de Levofloxacina. Não foram observadas interações com o carbonato de cálcio. Outras informações relevantes: Estudos de farmacologia clínica demonstraram que a farmacocinética da levofloxacina não foi afectada de forma clinicamente relevante quando esta foi administrada juntamente com os seguintes medicamentos: Carbonato de cálcio. Digoxina. Glibenclamida. Ranitidina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Levofloxacina + Sucralfato

Observações: N.D.
Interações: Efeito de outros medicamentos sobre a levofloxacina: Sucralfato: A biodisponibilidade de Levofloxacina diminui significativamente quando administrada juntamente com sucralfato. Se o doente for medicado com sucralfato e Levofloxacina, é melhor administrar sucralfato 2 horas após a administração de comprimidos de levofloxacina.
 Sem significado Clínico

Levofloxacina + Teofilina

Observações: N.D.
Interações: Efeito de outros medicamentos sobre a levofloxacina: Teofilina, fenbufeno ou anti-inflamatórios não esteróides similares: Num estudo clínico, não se observaram interações farmacocinéticas da levofloxacina com a teofilina. Contudo, pode ocorrer uma diminuição marcada do limiar convulsivo cerebral quando as quinolonas são administradas simultaneamente com a teofilina, anti-inflamatórios não esteróides ou com outros medicamentos que diminuem o limiar convulsivo cerebral. As concentrações da levofloxacina tinham valores de cerca de 13% mais elevados na presença de fenbufeno do que em monoterapia.
 Sem significado Clínico

Levofloxacina + Fenbufeno

Observações: N.D.
Interações: Efeito de outros medicamentos sobre a levofloxacina: Teofilina, fenbufeno ou anti-inflamatórios não esteróides similares: Num estudo clínico, não se observaram interações farmacocinéticas da levofloxacina com a teofilina. Contudo, pode ocorrer uma diminuição marcada do limiar convulsivo cerebral quando as quinolonas são administradas simultaneamente com a teofilina, anti-inflamatórios não esteróides ou com outros medicamentos que diminuem o limiar convulsivo cerebral. As concentrações da levofloxacina tinham valores de cerca de 13% mais elevados na presença de fenbufeno do que em monoterapia.
 Sem significado Clínico

Levofloxacina + Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs)

Observações: N.D.
Interações: Efeito de outros medicamentos sobre a levofloxacina: Teofilina, fenbufeno ou anti-inflamatórios não esteróides similares: Num estudo clínico, não se observaram interações farmacocinéticas da levofloxacina com a teofilina. Contudo, pode ocorrer uma diminuição marcada do limiar convulsivo cerebral quando as quinolonas são administradas simultaneamente com a teofilina, anti-inflamatórios não esteróides ou com outros medicamentos que diminuem o limiar convulsivo cerebral. As concentrações da levofloxacina tinham valores de cerca de 13% mais elevados na presença de fenbufeno do que em monoterapia.

Levofloxacina + Probenecida

Observações: N.D.
Interações: Efeito de outros medicamentos sobre a levofloxacina: Probenecida e cimetidina: A probenecida e a cimetidina tiveram um efeito estatisticamente significativo na eliminação da levofloxacina. A depuração renal da levofloxacina foi diminuída pela cimetidina (24%) e pela probenecida (34%). Esta diminuição é devida ao facto de que os dois medicamentos são capazes de bloquear a secreção tubular renal da levofloxacina. Contudo, é improvável que, nas doses testadas no estudo, estas diferenças farmacocinéticas estatisticamente significativas sejam clinicamente relevantes. Devem tomar-se precauções quando a levofloxacina é administrada concomitantemente com medicamentos que afectam a secreção tubular renal como a probenecida e a cimetidina, especialmente em doentes com compromisso renal.

Levofloxacina + Cimetidina

Observações: N.D.
Interações: Efeito de outros medicamentos sobre a levofloxacina: Probenecida e cimetidina: A probenecida e a cimetidina tiveram um efeito estatisticamente significativo na eliminação da levofloxacina. A depuração renal da levofloxacina foi diminuída pela cimetidina (24%) e pela probenecida (34%). Esta diminuição é devida ao facto de que os dois medicamentos são capazes de bloquear a secreção tubular renal da levofloxacina. Contudo, é improvável que, nas doses testadas no estudo, estas diferenças farmacocinéticas estatisticamente significativas sejam clinicamente relevantes. Devem tomar-se precauções quando a levofloxacina é administrada concomitantemente com medicamentos que afectam a secreção tubular renal como a probenecida e a cimetidina, especialmente em doentes com compromisso renal.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Levofloxacina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Efeito da levofloxacina sobre outros medicamentos: Ciclosporina: A semi-vida da ciclosporina aumentou em 33% quando administrada concomitantemente com a levofloxacina.

Levofloxacina + Antagonistas da vitamina K

Observações: N.D.
Interações: Efeito da levofloxacina sobre outros medicamentos: Antagonistas da vitamina K: Foi notificado um aumento dos valores dos testes de coagulação (TP/INR) e/ou de hemorragia, que pode ser grave, em doentes tratados com levofloxacina em associação com um antagonista da vitamina K (por exemplo, varfarina). Portanto, os testes de coagulação devem ser monitorizados em doentes tratados com antagonistas da vitamina K.

Levofloxacina + Medicamentos que prolongam o intervalo QT

Observações: N.D.
Interações: Efeito da levofloxacina sobre outros medicamentos: Medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT: A levofloxacina, como outras fluoroquinolonas, deve ser utilizada com precaução em doentes submetidos a tratamento com medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT (por exemplo, antiarrítmicos das Classes IA e III, antidepressores tricíclicos, macrólidos e antipsicóticos).

Levofloxacina + Fluoroquinolonas

Observações: N.D.
Interações: Efeito da levofloxacina sobre outros medicamentos: Medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT: A levofloxacina, como outras fluoroquinolonas, deve ser utilizada com precaução em doentes submetidos a tratamento com medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT (por exemplo, antiarrítmicos das Classes IA e III, antidepressores tricíclicos, macrólidos e antipsicóticos).

Levofloxacina + Antiarrítmicos

Observações: N.D.
Interações: Efeito da levofloxacina sobre outros medicamentos: Medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT: A levofloxacina, como outras fluoroquinolonas, deve ser utilizada com precaução em doentes submetidos a tratamento com medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT (por exemplo, antiarrítmicos das Classes IA e III, antidepressores tricíclicos, macrólidos e antipsicóticos).

Levofloxacina + Antidepressores (Tricíclicos)

Observações: N.D.
Interações: Efeito da levofloxacina sobre outros medicamentos: Medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT: A levofloxacina, como outras fluoroquinolonas, deve ser utilizada com precaução em doentes submetidos a tratamento com medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT (por exemplo, antiarrítmicos das Classes IA e III, antidepressores tricíclicos, macrólidos e antipsicóticos).

Levofloxacina + Macrólidos

Observações: N.D.
Interações: Efeito da levofloxacina sobre outros medicamentos: Medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT: A levofloxacina, como outras fluoroquinolonas, deve ser utilizada com precaução em doentes submetidos a tratamento com medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT (por exemplo, antiarrítmicos das Classes IA e III, antidepressores tricíclicos, macrólidos e antipsicóticos).

Levofloxacina + Antipsicóticos

Observações: N.D.
Interações: Efeito da levofloxacina sobre outros medicamentos: Medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT: A levofloxacina, como outras fluoroquinolonas, deve ser utilizada com precaução em doentes submetidos a tratamento com medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT (por exemplo, antiarrítmicos das Classes IA e III, antidepressores tricíclicos, macrólidos e antipsicóticos).

Hidroxizina + Levofloxacina

Observações: N.D.
Interações: Associações contraindicadas: A coadministração de hidroxizina com fármacos conhecidos por prolongarem o intervalo QT e/ou induzirem Torsade de Pointes, p.e. fármacos antiarrítmicos da classe IA (p.e. quinidina, disopiramida) e da classe III (p.e. amiodarona, sotalol), alguns antihistamínicos, alguns antipsicóticos (p.e. haloperidol), alguns antidepressivos (p.e. citalopram, escitalopram), alguns antimaláricos (p.e. mefloquina), alguns antibióticos (p.e. eritromicina, levofloxacina, moxifloxacina), alguns fármacos antifúngicos (p.e. pentamidina), alguns medicamentos gastrointestinais (p.e. prucaloprida), alguns medicamentos utilizados no tratamento do cancro (p.e. toremifeno, vandetanib), metadona, aumentam o risco de arritmia cardíaca. Deste modo, a combinação é contraindicada.

Levofloxacina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Outras informações relevantes: Estudos de farmacologia clínica demonstraram que a farmacocinética da levofloxacina não foi afectada de forma clinicamente relevante quando esta foi administrada juntamente com os seguintes medicamentos: Carbonato de cálcio. Digoxina. Glibenclamida. Ranitidina.

Levofloxacina + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interações: Outras informações relevantes: Estudos de farmacologia clínica demonstraram que a farmacocinética da levofloxacina não foi afectada de forma clinicamente relevante quando esta foi administrada juntamente com os seguintes medicamentos: Carbonato de cálcio. Digoxina. Glibenclamida. Ranitidina.

Levofloxacina + Ranitidina

Observações: N.D.
Interações: Outras informações relevantes: Estudos de farmacologia clínica demonstraram que a farmacocinética da levofloxacina não foi afectada de forma clinicamente relevante quando esta foi administrada juntamente com os seguintes medicamentos: Carbonato de cálcio. Digoxina. Glibenclamida. Ranitidina.

Tramadol + Dexcetoprofeno + Levofloxacina

Observações: N.D.
Interações: A administração requer cuidado com levofloxacina utilizada para infecções bacterianas.
Importância da descontinuação da droga e informando médico ao primeiro sinal de erupção cutânea ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade.

Não deve tomar Levofloxacina se estiver grávida, a tentar engravidar ou a amamentar.

A levofloxacina pode causar tonturas, sonolência, problemas visuais e confusão.

Se sentir quaisquer efeitos não conduza, utilize máquinas ou efectue qualquer actividade potencialmente perigosa.

Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017