Heparina sódica
O que é
A Heparina pertence a um grupo de medicamentos designados por anticoagulantes.
Usos comuns
- para prevenir o bloqueio dos vasos sanguíneos por coágulos de sangue (trombose, tromboembolia);
- no tratamento do bloqueio de vasos sanguíneos por coágulos de sangue em artérias ou veias (incluindo o tratamento inicial do enfarte do miocárdio e da angina de peito instável);
- para prevenir a coagulação sanguínea durante a hemodiálise ou uma cirurgia que utilize uma máquina coração-pulmão.
- no tratamento do bloqueio de vasos sanguíneos por coágulos de sangue em artérias ou veias (incluindo o tratamento inicial do enfarte do miocárdio e da angina de peito instável);
- para prevenir a coagulação sanguínea durante a hemodiálise ou uma cirurgia que utilize uma máquina coração-pulmão.
Tipo
Sem informação.
História
Sem informação.
Indicações
Profilaxia do tromboembolismo:
Utilização como anticoagulante na terapêutica do tromboembolismo venoso e arterial agudos (incluindo no tratamento inicial de enfarte do miocárdio e da angina de peito instável).
Prevenção da formação de trombos durante a circulação extracorporal (máquina coração-pulmão, hemodiálise).
Utilização como anticoagulante na terapêutica do tromboembolismo venoso e arterial agudos (incluindo no tratamento inicial de enfarte do miocárdio e da angina de peito instável).
Prevenção da formação de trombos durante a circulação extracorporal (máquina coração-pulmão, hemodiálise).
Classificação CFT
4.3.1.1 : Heparinas
Mecanismo De Acção
A heparina é um éster do ácido mucopolissacarido-poli-sulfúrico constituído por ésteres do ácido N-glucosamina-sulfúrico e do ácido sulfúrico do ácido glucurónico, os quais se encontram unidos pela ligação glicosídica.
Devido à sua carga negativa elevada forma complexos com algumas proteínas, alterando deste modo a sua actividade biológica.
De um modo particular, a antitrombina III (AT III) é activada por um factor de cerca de 700 vezes através da formação de um complexo com a heparina.
A antitrombina III inibe várias proteases que actuam sobre a serina, entre estas os factores de coagulação XIIa, XIa, Xa, VIIa e IIa.
Enquanto que o factor VIIa é apenas moderadamente sensível, o factor IIa (trombina), pelo contrário, é altamente sensível à acção do complexo antitrombina III-heparina.
Mesmo doses baixas de heparina aceleram a inactivação dos factores IIa (trombina) e Xa. Isto explica a eficácia das doses baixas de heparina na profilaxia do tromboembolismo.
O efeito anticoagulante da heparina depende da concentração da antitrombina e do fibrinogénio.
Adicionalmente, doses elevadas de heparina inactivam ainda a trombina formada em excesso e, deste modo, previnem a formação de fibrina a partir do fibrinogénio.
A heparina afecta ainda a função plaquetária.
Certas substâncias contidas nas plaquetas (fator plaquetário 4) neutralizam a heparina.
Devido à sua carga negativa elevada forma complexos com algumas proteínas, alterando deste modo a sua actividade biológica.
De um modo particular, a antitrombina III (AT III) é activada por um factor de cerca de 700 vezes através da formação de um complexo com a heparina.
A antitrombina III inibe várias proteases que actuam sobre a serina, entre estas os factores de coagulação XIIa, XIa, Xa, VIIa e IIa.
Enquanto que o factor VIIa é apenas moderadamente sensível, o factor IIa (trombina), pelo contrário, é altamente sensível à acção do complexo antitrombina III-heparina.
Mesmo doses baixas de heparina aceleram a inactivação dos factores IIa (trombina) e Xa. Isto explica a eficácia das doses baixas de heparina na profilaxia do tromboembolismo.
O efeito anticoagulante da heparina depende da concentração da antitrombina e do fibrinogénio.
Adicionalmente, doses elevadas de heparina inactivam ainda a trombina formada em excesso e, deste modo, previnem a formação de fibrina a partir do fibrinogénio.
A heparina afecta ainda a função plaquetária.
Certas substâncias contidas nas plaquetas (fator plaquetário 4) neutralizam a heparina.
Posologia Orientativa
A dosagem depende dos valores dos parâmetros de coagulação sanguínea, do tipo e evolução da doença, da resposta do doente à terapêutica, do tipo e gravidade dos efeitos adversos, assim como da idade e do peso corporal (PC) do doente.
Dosagens recomendadas:
Profilaxia de tromboembolismo.
Para a profilaxia de tromboembolismo recomenda-se a injecção subcutânea.
As recomendações gerais relativas à dosagem são as seguintes:
Profilaxia pré e pós-operatória de tromboembolismo:
Pré-operatório: injecção subcutânea de 5000 a 7500 U.I.
2 horas antes do início da operação.
Pós-operatório: consoante o risco de trombose, injecção subcutânea de 5000 U.I.
a cada 8 a 12 horas ou 7500 U.I.
a cada 12 horas, até o doente poder ser mobilizado ou até que os antagonistas da vitamina K sejam suficientemente eficazes.
Para ajustar a dose pode ser necessário determinar os parâmetros de coagulação.
Profilaxia de tromboembolismo em medicina não-cirúrgica:
(por exemplo, em doentes acamados durante longos períodos de tempo, doentes com elevado risco de trombose ou em caso de doenças com risco de trombose):
Consoante o risco de trombose injecção subcutânea de 5000 U.I. a cada 8 a 12 horas ou 7500 U.I. a cada 12 horas.
A dosagem deve ser ajustada de acordo com o risco de trombose individual e a actividade do sistema de coagulação do doente, e deve ser determinada a partir do controlo dos parâmetros de coagulação do doente.
- Tratamento de tromboembolismo venoso ou arterial agudos
Na presença de trombos nos vasos sanguíneos, recomenda-se a administração intravenosa contínua.
Adultos:
Inicialmente, 5000 U.I. são injectadas por via intravenosa, em bólus, seguidas de perfusão contínua de 1000 U.I. por hora usando uma bomba perfusora.
Crianças:
Inicialmente, 50 U.I./Kg de peso corporal, seguidas de 20 U.I./Kg de peso corporal/h.
Tratamento de tromboembolia venosa:
Inicialmente, 5000 U.I. são injectadas por via intravenosa, em bólus, seguidas de perfusão contínua de 1000 U.I. por hora usando uma bomba perfusora.
A dosagem deve ser ajustada de acordo com o aPTT, que deve ser 1,5 a 2,5 vezes o valor de referência.
Estes valores devem ser alcançados nas primeiras 24 horas da terapêutica.
O tratamento deve prosseguir durante pelo menos 4 dias ou até que a terapêutica oral anticoagulante seja suficientemente eficaz.
Utilização na terapêutica de angina de peito instável ou enfarte do miocárdio sem onda Q:
Em regra, injectam-se no início 5000 U.I. por via intravenosa, em bólus, seguido-se a perfusão contínua de 1000 U.I. por hora.
A dosagem é ajustada de acordo com os valores de aPTT, que devem ser 1,5 a 2,5 vezes o valor de referência.
A heparina deve ser administrada durante pelo menos 48 horas.
Terapêutica adjuvante durante trombólise com agentes trombolíticos específicos para a fibrina (p. ex. r-tPA) na terapêutica do enfarte agudo do miocárdio:
Inicialmente, injectam-se 5000 U.I. por via intravenosa, em bólus, seguindo-se a perfusão contínua de 1000 U.I. por hora.
A dosagem é ajustada de acordo com os valores de aPTT, que devem ser 1,5 a 2,5 vezes o valor de referência.
A heparina deve ser administrada durante pelo menos 48 horas.
Terapêutica adjuvante durante trombólise com agentes trombolíticos não específicos para a fibrina (p. ex. estreptoquinase)
Quando se utilizam agentes trombolíticos não específicos para a fibrina, a alternativa é administrar-se 12500 U.I.
A dose exata de heparina depende do medicamento trombolítico utilizado; as instruções dadas para o medicamento trombolítico têm de ser cumpridas.
- Anticoagulação durante a terapêutica ou procedimentos cirúrgicos usando a circulação extracorporal
Hemodiálise:
A dose deve ser determinada individualmente, dependendo dos parâmetros de coagulação do doente e do tipo de equipamento utilizado.
Dosagens recomendadas:
Profilaxia de tromboembolismo.
Para a profilaxia de tromboembolismo recomenda-se a injecção subcutânea.
As recomendações gerais relativas à dosagem são as seguintes:
Profilaxia pré e pós-operatória de tromboembolismo:
Pré-operatório: injecção subcutânea de 5000 a 7500 U.I.
2 horas antes do início da operação.
Pós-operatório: consoante o risco de trombose, injecção subcutânea de 5000 U.I.
a cada 8 a 12 horas ou 7500 U.I.
a cada 12 horas, até o doente poder ser mobilizado ou até que os antagonistas da vitamina K sejam suficientemente eficazes.
Para ajustar a dose pode ser necessário determinar os parâmetros de coagulação.
Profilaxia de tromboembolismo em medicina não-cirúrgica:
(por exemplo, em doentes acamados durante longos períodos de tempo, doentes com elevado risco de trombose ou em caso de doenças com risco de trombose):
Consoante o risco de trombose injecção subcutânea de 5000 U.I. a cada 8 a 12 horas ou 7500 U.I. a cada 12 horas.
A dosagem deve ser ajustada de acordo com o risco de trombose individual e a actividade do sistema de coagulação do doente, e deve ser determinada a partir do controlo dos parâmetros de coagulação do doente.
- Tratamento de tromboembolismo venoso ou arterial agudos
Na presença de trombos nos vasos sanguíneos, recomenda-se a administração intravenosa contínua.
Adultos:
Inicialmente, 5000 U.I. são injectadas por via intravenosa, em bólus, seguidas de perfusão contínua de 1000 U.I. por hora usando uma bomba perfusora.
Crianças:
Inicialmente, 50 U.I./Kg de peso corporal, seguidas de 20 U.I./Kg de peso corporal/h.
Tratamento de tromboembolia venosa:
Inicialmente, 5000 U.I. são injectadas por via intravenosa, em bólus, seguidas de perfusão contínua de 1000 U.I. por hora usando uma bomba perfusora.
A dosagem deve ser ajustada de acordo com o aPTT, que deve ser 1,5 a 2,5 vezes o valor de referência.
Estes valores devem ser alcançados nas primeiras 24 horas da terapêutica.
O tratamento deve prosseguir durante pelo menos 4 dias ou até que a terapêutica oral anticoagulante seja suficientemente eficaz.
Utilização na terapêutica de angina de peito instável ou enfarte do miocárdio sem onda Q:
Em regra, injectam-se no início 5000 U.I. por via intravenosa, em bólus, seguido-se a perfusão contínua de 1000 U.I. por hora.
A dosagem é ajustada de acordo com os valores de aPTT, que devem ser 1,5 a 2,5 vezes o valor de referência.
A heparina deve ser administrada durante pelo menos 48 horas.
Terapêutica adjuvante durante trombólise com agentes trombolíticos específicos para a fibrina (p. ex. r-tPA) na terapêutica do enfarte agudo do miocárdio:
Inicialmente, injectam-se 5000 U.I. por via intravenosa, em bólus, seguindo-se a perfusão contínua de 1000 U.I. por hora.
A dosagem é ajustada de acordo com os valores de aPTT, que devem ser 1,5 a 2,5 vezes o valor de referência.
A heparina deve ser administrada durante pelo menos 48 horas.
Terapêutica adjuvante durante trombólise com agentes trombolíticos não específicos para a fibrina (p. ex. estreptoquinase)
Quando se utilizam agentes trombolíticos não específicos para a fibrina, a alternativa é administrar-se 12500 U.I.
A dose exata de heparina depende do medicamento trombolítico utilizado; as instruções dadas para o medicamento trombolítico têm de ser cumpridas.
- Anticoagulação durante a terapêutica ou procedimentos cirúrgicos usando a circulação extracorporal
Hemodiálise:
A dose deve ser determinada individualmente, dependendo dos parâmetros de coagulação do doente e do tipo de equipamento utilizado.
Administração
Via subcutânea ou via intravenosa.
A heparina é administrada por injecção subcutânea ou intravenosa ou através de perfusão intravenosa após a diluição com uma solução de veículo adequada.
A heparina é administrada por injecção subcutânea ou intravenosa ou através de perfusão intravenosa após a diluição com uma solução de veículo adequada.
Contra-Indicações
Hipersensibilidade à heparina.
Trombocitopenia tipo II induzida pela heparina, conhecida pela história clínica do doente ou por suspeita com base em observações clínicas, como a ocorrência de trombocitopenia ou novas complicações tromboembólicas arteriais e/ou venosas durante a terapêutica.
Doenças associadas a diátese hemorrágica, tais como:
- coagulopatias
- trombocitopenia
- doenças hepáticas, renais e pancreáticas graves.
Doenças onde existe suspeita de lesões vasculares, tais como:
- úlceras no tracto gastrointestinal
- hipertensão com pressão sanguínea diastólica superior a 105 mm Hg
- hemorragia intracraniana
- lesões ou procedimentos cirúrgicos no sistema nervoso central
- aneurisma arterial cerebral
- retinopatias, hemorragia intra-ocular
- procedimentos de cirurgia oftálmica
- endocardite infecciosa.
Risco de aborto:
Anestesia espinal ou epidural, punção lombar.
Lesões nos órgãos associadas a diátese hemorrágica.
Trombocitopenia tipo II induzida pela heparina, conhecida pela história clínica do doente ou por suspeita com base em observações clínicas, como a ocorrência de trombocitopenia ou novas complicações tromboembólicas arteriais e/ou venosas durante a terapêutica.
Doenças associadas a diátese hemorrágica, tais como:
- coagulopatias
- trombocitopenia
- doenças hepáticas, renais e pancreáticas graves.
Doenças onde existe suspeita de lesões vasculares, tais como:
- úlceras no tracto gastrointestinal
- hipertensão com pressão sanguínea diastólica superior a 105 mm Hg
- hemorragia intracraniana
- lesões ou procedimentos cirúrgicos no sistema nervoso central
- aneurisma arterial cerebral
- retinopatias, hemorragia intra-ocular
- procedimentos de cirurgia oftálmica
- endocardite infecciosa.
Risco de aborto:
Anestesia espinal ou epidural, punção lombar.
Lesões nos órgãos associadas a diátese hemorrágica.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Doenças do sangue e do sistema linfático
Muito frequentes:
Dependendo da dose, aumento da incidência de hemorragia, p. ex. hemorragia cutânea, das membranas mucosas, de feridas, aparelho digestivo, aparelho urinário e aparelho genital.
As complicações hemorrágicas podem também afectar órgãos, como o cérebro e os pulmões.
Frequentes:
No início da terapêutica com heparina, trombocitopenia ligeira induzida por heparina não mediada por anticorpos (contagem de plaquetas 100 000 – 150 000 por microlitro), sem trombose.
Doenças do sistema imunitário
Pouco frequentes:
reacções alérgicas sistémicas, incluindo náuseas, cefaleia, aumento da temperatura, dor nos membros, urticária, vómitos, prurido, dispneia, broncoespasmo e queda da tensão arterial, reacções de hipersensibilidade locais e gerais, incluindo angioedema.
Raros:
- Reacções tóxicas ou anafilactóides ao álcool benzílico
- Trombocitopenia severa induzida por heparina, mediada por anticorpos (trombocitopenia de tipo II, ver detalhes abaixo).
Muito raros:
- Choque anafiláctico, sobretudo em doentes sensibilizados previamente tratados com heparina.
- Aparecimento de trombocitopenia tipo II, que pode surgir até várias semanas após o fim da administração de heparina.
Doenças endócrinas
Raros:
Hipoaldosteronismo, resultando em hipercaliemia e acidose metabólica, sobretudo em doentes com insuficiência renal e diabetes mellitus.
Vasculopatias
Muito raros:
Vasoespasmo.
Afecções hepatobiliares
Muito frequentes:
Aumentos das concentrações séricas das transaminases (GOT, GPT), da gama-glutamil-transpeptidase, da lactato-desidrogenase e da lipase, que são contudo reversíveis e destituídas de significado clínico.
Afecções dos tecidos cutâneos e subcutâneos
Pouco frequentes:
Alopécia transitória, necroses cutâneas.
Afecções musculosqueléticas e dos tecidos conjuntivos
Após a administração prolongada (durante meses): sobretudo após doses elevadas e em doentes predispostos, pode surgir osteoporose.
Doenças dos órgãos genitais e da mama
Muito raros:
Priapismo.
Perturbações gerais e alterações no local de administração
Frequentes:
reacções locais nos tecidos do local de injecção, como induração, rubor, descoloração e hematomas ligeiros.
Muito raros:
Calcinose no local de injecção, sobretudo em doentes com insuficiência renal severa.
Informação sobre efeitos indesejáveis particulares:
Trombocitopenia tipo II induzida por heparina.
A trombocitopenia severa induzida por heparina mediada por anticorpos (trombocitopenia tipo II) é caracterizada por um número de plaquetas marcadamente inferior a 100 000 por microlitro ou um rápido decréscimo para menos de 50% do valor inicial, acompanhado por tromboses ou embolias arteriais ou venosas, coagulopatia de consumo, necroses cutâneas no local de injecção, hemorragias pontuais (petéquias) e fezes cor de alcatrão (melena).
O efeito anticoagulante da heparina pode ser reduzido.
Em doentes sem hipersensibilidade pré-existente à heparina, a diminuição do número de plaquetas começa habitualmente 6 a 14 dias após o início da terapêutica com heparina.
Em doentes com hipersensibilidade existente à heparina, esta diminuição pode iniciar-se logo passadas poucas horas.
Assim que ocorra a trombocitopenia tipo II, a administração de heparina tem de ser suspensa imediatamente.
O tratamento de emergência depende da natureza e da severidade dos sintomas.
A reexposição do doente a heparina parentérica é absolutamente contra-indicada.
Muito frequentes:
Dependendo da dose, aumento da incidência de hemorragia, p. ex. hemorragia cutânea, das membranas mucosas, de feridas, aparelho digestivo, aparelho urinário e aparelho genital.
As complicações hemorrágicas podem também afectar órgãos, como o cérebro e os pulmões.
Frequentes:
No início da terapêutica com heparina, trombocitopenia ligeira induzida por heparina não mediada por anticorpos (contagem de plaquetas 100 000 – 150 000 por microlitro), sem trombose.
Doenças do sistema imunitário
Pouco frequentes:
reacções alérgicas sistémicas, incluindo náuseas, cefaleia, aumento da temperatura, dor nos membros, urticária, vómitos, prurido, dispneia, broncoespasmo e queda da tensão arterial, reacções de hipersensibilidade locais e gerais, incluindo angioedema.
Raros:
- Reacções tóxicas ou anafilactóides ao álcool benzílico
- Trombocitopenia severa induzida por heparina, mediada por anticorpos (trombocitopenia de tipo II, ver detalhes abaixo).
Muito raros:
- Choque anafiláctico, sobretudo em doentes sensibilizados previamente tratados com heparina.
- Aparecimento de trombocitopenia tipo II, que pode surgir até várias semanas após o fim da administração de heparina.
Doenças endócrinas
Raros:
Hipoaldosteronismo, resultando em hipercaliemia e acidose metabólica, sobretudo em doentes com insuficiência renal e diabetes mellitus.
Vasculopatias
Muito raros:
Vasoespasmo.
Afecções hepatobiliares
Muito frequentes:
Aumentos das concentrações séricas das transaminases (GOT, GPT), da gama-glutamil-transpeptidase, da lactato-desidrogenase e da lipase, que são contudo reversíveis e destituídas de significado clínico.
Afecções dos tecidos cutâneos e subcutâneos
Pouco frequentes:
Alopécia transitória, necroses cutâneas.
Afecções musculosqueléticas e dos tecidos conjuntivos
Após a administração prolongada (durante meses): sobretudo após doses elevadas e em doentes predispostos, pode surgir osteoporose.
Doenças dos órgãos genitais e da mama
Muito raros:
Priapismo.
Perturbações gerais e alterações no local de administração
Frequentes:
reacções locais nos tecidos do local de injecção, como induração, rubor, descoloração e hematomas ligeiros.
Muito raros:
Calcinose no local de injecção, sobretudo em doentes com insuficiência renal severa.
Informação sobre efeitos indesejáveis particulares:
Trombocitopenia tipo II induzida por heparina.
A trombocitopenia severa induzida por heparina mediada por anticorpos (trombocitopenia tipo II) é caracterizada por um número de plaquetas marcadamente inferior a 100 000 por microlitro ou um rápido decréscimo para menos de 50% do valor inicial, acompanhado por tromboses ou embolias arteriais ou venosas, coagulopatia de consumo, necroses cutâneas no local de injecção, hemorragias pontuais (petéquias) e fezes cor de alcatrão (melena).
O efeito anticoagulante da heparina pode ser reduzido.
Em doentes sem hipersensibilidade pré-existente à heparina, a diminuição do número de plaquetas começa habitualmente 6 a 14 dias após o início da terapêutica com heparina.
Em doentes com hipersensibilidade existente à heparina, esta diminuição pode iniciar-se logo passadas poucas horas.
Assim que ocorra a trombocitopenia tipo II, a administração de heparina tem de ser suspensa imediatamente.
O tratamento de emergência depende da natureza e da severidade dos sintomas.
A reexposição do doente a heparina parentérica é absolutamente contra-indicada.
Advertências

Gravidez:O tratamento anticoagulante em mulheres grávidas requer o envolvimento de um especialista. A heparina não atravessa a placenta e pode ser utilizada em todos os trimestres da gravidez, se clinicamente necessária.

Aleitamento:A heparina não é excretada no leite humano e pode ser utilizada durante a amamentação.

Insuf. Renal:Maior risco de hemorragia na IR grave.

Condução:Os efeitos da Heparina sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas são nulos ou desprezíveis.
Precauções Gerais
Advertências especiais:
A administração de Heparina Sódica deverá ser normalmente evitada nas seguintes situações, a menos que os benefícios esperados ultrapassem os riscos possíveis:
Suspeita de tumor maligno com risco de hemorragia;
Nefrolitíase e ureterolitíase;
Abuso crónico de álcool.
A anestesia loco-regional está contra-indicada em procedimentos cirúrgicos eletivos em doentes que estejam a receber tratamento com heparina.
Quando a heparina é utilizada apenas profilacticamente esta contra-indicação não se aplica.
Deve ser realizada uma monitorização cuidada especial nos seguintes casos:
- durante a gravidez, especialmente se está prevista a administração de heparina por períodos prolongados,
- em doentes idosos, especialmente nas mulheres,
- durante a medicação com fibrinolíticos, anticoagulantes orais, medicamentos inibidores da agregação plaquetária, como ácido acetilsalicílico, ticlopidina, clopidogrel e/ou bloqueadores dos receptores da glicoproteína IIb/IIIa.
- em doentes tratados com medicamentos que aumentem os valores séricos de potássio.
No geral, os valores séricos de potássio devem ser vigiados nos doentes em risco de hipercaliemia (p. ex. devido a diabetes mellitus, insuficiência renal ou medicamentos que aumentem os valores séricos de potássio).
Durante a terapêutica com heparina as injecções intramusculares devem ser evitadas devido ao risco de formação de hematoma.
Caso ocorram complicações tromboembólicas durante a terapêutica com heparina, tem de se considerar a possibilidade de trombocitopenia tipo II induzida por heparina e determinar-se o número de plaquetas.
Se a heparina for administrada a crianças e doentes com insuficiência hepática ou renal, é obrigatório proceder a uma monitorização cuidada, incluindo avaliação dos parâmetros de coagulação.
Isto aplica-se também ao uso de heparina na profilaxia da tromboembolia (terapêutica de “baixa dosagem”).
Os doentes sob terapêutica com heparina (superior a 2500 U.I./dia) não devem ser expostos a riscos.
A heparina pode provocar aumento e prolongamento da menorragia.
Em caso de hemorragia uterina invulgarmente forte ou acíclica, deve-se excluir qualquer doença orgânica que requeira tratamento específico através da realização de exames ginecológicos suplementares.
Precauções de utilização:
A terapêutica com heparina tem de ser sempre acompanhada de controlos regulares do aPTT e de contagens do número de plaquetas.
A determinação do tempo de tromboplastina parcial activada (aPTT) e do tempo de protrombina (PT) deve ser realizada antes da administração da heparina e os valores devem estar dentro dos intervalos regulares.
Com o objectivo de detectar o mais rapidamente possível a ocorrência de trombocitopenia tipo II induzida por heparina, a contagem de plaquetas deve ser realizada:
- antes do início da terapêutica com a heparina
- no 1º dia da terapêutica
- todos os 3ºs e 4ºs dias durante as três primeiras semanas de terapêutica
- no fim da terapêutica.
A heparina pode alterar o tempo de protrombina, esta influência deve ser tida em consideração quando se proceder à determinação da dose dos derivados da cumarina.
Influência da heparina nos testes laboratoriais:
A heparina pode produzir resultados incorrectos em vários testes laboratoriais, tais como velocidade de sedimentação, resistência eritrocitária e testes de fixação ao complemento.
Durante a terapêutica com heparina, os testes de função tiróideia podem conduzir a resultados incorrectos, tais como valores falsamente elevados dos níveis de T3 e T4.
Este medicamento contém álcool benzílico.
Não pode ser administrado a bebés prematuros ou recém-nascidos. Poderá causar reacções tóxicas e anafiláctóides em crianças até aos 3 anos de idade.
Este medicamento contém sódio.
Este medicamento contém menos do que 1 mmol (23 mg) de sódio por frasco para injectáveis (5ml), ou seja, é praticamente “isento de sódio”.
A administração de Heparina Sódica deverá ser normalmente evitada nas seguintes situações, a menos que os benefícios esperados ultrapassem os riscos possíveis:
Suspeita de tumor maligno com risco de hemorragia;
Nefrolitíase e ureterolitíase;
Abuso crónico de álcool.
A anestesia loco-regional está contra-indicada em procedimentos cirúrgicos eletivos em doentes que estejam a receber tratamento com heparina.
Quando a heparina é utilizada apenas profilacticamente esta contra-indicação não se aplica.
Deve ser realizada uma monitorização cuidada especial nos seguintes casos:
- durante a gravidez, especialmente se está prevista a administração de heparina por períodos prolongados,
- em doentes idosos, especialmente nas mulheres,
- durante a medicação com fibrinolíticos, anticoagulantes orais, medicamentos inibidores da agregação plaquetária, como ácido acetilsalicílico, ticlopidina, clopidogrel e/ou bloqueadores dos receptores da glicoproteína IIb/IIIa.
- em doentes tratados com medicamentos que aumentem os valores séricos de potássio.
No geral, os valores séricos de potássio devem ser vigiados nos doentes em risco de hipercaliemia (p. ex. devido a diabetes mellitus, insuficiência renal ou medicamentos que aumentem os valores séricos de potássio).
Durante a terapêutica com heparina as injecções intramusculares devem ser evitadas devido ao risco de formação de hematoma.
Caso ocorram complicações tromboembólicas durante a terapêutica com heparina, tem de se considerar a possibilidade de trombocitopenia tipo II induzida por heparina e determinar-se o número de plaquetas.
Se a heparina for administrada a crianças e doentes com insuficiência hepática ou renal, é obrigatório proceder a uma monitorização cuidada, incluindo avaliação dos parâmetros de coagulação.
Isto aplica-se também ao uso de heparina na profilaxia da tromboembolia (terapêutica de “baixa dosagem”).
Os doentes sob terapêutica com heparina (superior a 2500 U.I./dia) não devem ser expostos a riscos.
A heparina pode provocar aumento e prolongamento da menorragia.
Em caso de hemorragia uterina invulgarmente forte ou acíclica, deve-se excluir qualquer doença orgânica que requeira tratamento específico através da realização de exames ginecológicos suplementares.
Precauções de utilização:
A terapêutica com heparina tem de ser sempre acompanhada de controlos regulares do aPTT e de contagens do número de plaquetas.
A determinação do tempo de tromboplastina parcial activada (aPTT) e do tempo de protrombina (PT) deve ser realizada antes da administração da heparina e os valores devem estar dentro dos intervalos regulares.
Com o objectivo de detectar o mais rapidamente possível a ocorrência de trombocitopenia tipo II induzida por heparina, a contagem de plaquetas deve ser realizada:
- antes do início da terapêutica com a heparina
- no 1º dia da terapêutica
- todos os 3ºs e 4ºs dias durante as três primeiras semanas de terapêutica
- no fim da terapêutica.
A heparina pode alterar o tempo de protrombina, esta influência deve ser tida em consideração quando se proceder à determinação da dose dos derivados da cumarina.
Influência da heparina nos testes laboratoriais:
A heparina pode produzir resultados incorrectos em vários testes laboratoriais, tais como velocidade de sedimentação, resistência eritrocitária e testes de fixação ao complemento.
Durante a terapêutica com heparina, os testes de função tiróideia podem conduzir a resultados incorrectos, tais como valores falsamente elevados dos níveis de T3 e T4.
Este medicamento contém álcool benzílico.
Não pode ser administrado a bebés prematuros ou recém-nascidos. Poderá causar reacções tóxicas e anafiláctóides em crianças até aos 3 anos de idade.
Este medicamento contém sódio.
Este medicamento contém menos do que 1 mmol (23 mg) de sódio por frasco para injectáveis (5ml), ou seja, é praticamente “isento de sódio”.
Cuidados com a Dieta
Não aplicável.
Resposta à overdose
Sintomas:
Hemorragias, na maioria dos casos na pele, membranas mucosas, feridas, no tracto gastrointestinal, no tracto urinário e no tracto genital (por exemplo, epistáxis, hematúria, melenas, hematomas, petéquias).
Uma descida da pressão arterial, diminuição no hematócrito ou outros sintomas podem ser sinais de que existe uma hemorragia dissimulada.
Tratamento:
Hemorragia ligeira. Pode ser tratada pela simples redução da dose.
Hemorragia moderada, que não ponha em risco a vida do doente:
A heparina deve ser interrompida.
Hemorragia grave, que coloque o doente em risco de vida:
Após exclusão de outras causas tais como deficiência dos factores de coagulação ou coagulopatia de consumo, necessita da administração de protamina para neutralizar o efeito da heparina.
A protamina deve ser administrada com muito cuidado e apenas para hemorragias que coloquem a vida em risco, porque a neutralização completa da heparina irá induzir o risco de trombose.
Concomitantemente, nas Unidades de Cuidados Intensivos, os parâmetros vitais do doente devem ser monitorizados e corrigidos.
A protamina é uma proteína rica em arginina, que é normalmente usada sob a forma de cloreto ou sulfato. Em regra, 1 mg de protamina neutraliza 100 U.I. de heparina.
Devem ser considerados o tempo de semi-vida plasmática e a via de administração da heparina.
Deste modo, 90 minutos após a administração intravenosa da heparina deve ser administrada apenas metade da quantidade de protamina calculada, 3 horas após a administração de heparina deve ser administrada apenas 25% da dose de protamina calculada.
A sobredosagem com a protamina pode activar a fibrinólise e deste modo originar uma maior tendência para a hemorragia.
Uma injecção intravenosa de protamina demasiado rápida poderá originar uma descida da pressão arterial, bradicardia, dispneia e sensação de desconforto.
A protamina é eliminada da circulação mais rapidamente do que a heparina.
A eficácia da neutralização deve ser controlada através da determinação do tempo de trombina e do aPTT.
A heparina não é dialisável.
Hemorragias, na maioria dos casos na pele, membranas mucosas, feridas, no tracto gastrointestinal, no tracto urinário e no tracto genital (por exemplo, epistáxis, hematúria, melenas, hematomas, petéquias).
Uma descida da pressão arterial, diminuição no hematócrito ou outros sintomas podem ser sinais de que existe uma hemorragia dissimulada.
Tratamento:
Hemorragia ligeira. Pode ser tratada pela simples redução da dose.
Hemorragia moderada, que não ponha em risco a vida do doente:
A heparina deve ser interrompida.
Hemorragia grave, que coloque o doente em risco de vida:
Após exclusão de outras causas tais como deficiência dos factores de coagulação ou coagulopatia de consumo, necessita da administração de protamina para neutralizar o efeito da heparina.
A protamina deve ser administrada com muito cuidado e apenas para hemorragias que coloquem a vida em risco, porque a neutralização completa da heparina irá induzir o risco de trombose.
Concomitantemente, nas Unidades de Cuidados Intensivos, os parâmetros vitais do doente devem ser monitorizados e corrigidos.
A protamina é uma proteína rica em arginina, que é normalmente usada sob a forma de cloreto ou sulfato. Em regra, 1 mg de protamina neutraliza 100 U.I. de heparina.
Devem ser considerados o tempo de semi-vida plasmática e a via de administração da heparina.
Deste modo, 90 minutos após a administração intravenosa da heparina deve ser administrada apenas metade da quantidade de protamina calculada, 3 horas após a administração de heparina deve ser administrada apenas 25% da dose de protamina calculada.
A sobredosagem com a protamina pode activar a fibrinólise e deste modo originar uma maior tendência para a hemorragia.
Uma injecção intravenosa de protamina demasiado rápida poderá originar uma descida da pressão arterial, bradicardia, dispneia e sensação de desconforto.
A protamina é eliminada da circulação mais rapidamente do que a heparina.
A eficácia da neutralização deve ser controlada através da determinação do tempo de trombina e do aPTT.
A heparina não é dialisável.
Terapêutica Interrompida
Este medicamento é administrado em meio hospitalar.
Cuidados no Armazenamento
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.
O medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.
Após a primeira abertura:
O frasco para injectáveis pode ser conservado até 14 dias após ter sido retirada solução pela primeira vez, desde que este procedimento tenha sido realizado em condições rigorosamente assépticas.
A data da primeira abertura tem de ser indicada na etiqueta.
Após a diluição:
As diluições realizadas com as soluções indicadas na seção Precauções especiais de eliminação e manuseamento são química e fisicamente estáveis à temperatura ambiente (25 ± 2°C) durante 48 horas.
Do ponto de vista microbiológico, as diluições devem ser utilizadas imediatamente.
Se não forem utilizadas imediatamente, a duração e as condições de conservação das diluições em uso são da responsabilidade do utilizador e não devem exceder normalmente 24 horas entre 2ºC e 8ºC, a menos que a diluição tenha sido realizada em condições assépticas controladas e validadas.
Este medicamento é armazenado em meio hospitalar.
O medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.
Após a primeira abertura:
O frasco para injectáveis pode ser conservado até 14 dias após ter sido retirada solução pela primeira vez, desde que este procedimento tenha sido realizado em condições rigorosamente assépticas.
A data da primeira abertura tem de ser indicada na etiqueta.
Após a diluição:
As diluições realizadas com as soluções indicadas na seção Precauções especiais de eliminação e manuseamento são química e fisicamente estáveis à temperatura ambiente (25 ± 2°C) durante 48 horas.
Do ponto de vista microbiológico, as diluições devem ser utilizadas imediatamente.
Se não forem utilizadas imediatamente, a duração e as condições de conservação das diluições em uso são da responsabilidade do utilizador e não devem exceder normalmente 24 horas entre 2ºC e 8ºC, a menos que a diluição tenha sido realizada em condições assépticas controladas e validadas.
Este medicamento é armazenado em meio hospitalar.
Espectro de susceptibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Heparina sódica Antiagregantes plaquetários
Observações: n.d.Interacções: Aumento do efeito da heparina: O aumento clinicamente significativo do efeito da heparina e o aumento da tendência para hemorragia podem ser provocados por: inibidores da agregação plaquetária, como ácido acetilsalicílico, ticlopidina, clopidogrel, dipiridamol em doses elevadas. Fibrinolíticos, Outros anticoagulantes (derivados da cumarina), Anti-inflamatórios não-esteróides (fenilbutazona, indometacina, sulfinpirazona), Bloqueadores dos receptores da glicoproteína IIb/ IIIa, Penicilina de alta dose, Medicamentos citostáticos, exceto a doxorrubicina, Dextranos - Antiagregantes plaquetários

Candesartan + Hidroclorotiazida Heparina sódica
Observações: n.d.Interacções: O uso concomitante de Candesartan / Hidroclorotiazida e de diuréticos poupadores de potássio, suplementos de potássio ou substitutos do sal ou outros medicamentos que podem aumentar os níveis de potássio sérico (ex., a heparina sódica) pode levar a aumentos dos níveis de potássio sérico. A monitorização do potássio dever ser realizada quando apropriado. - Heparina sódica

Heparina sódica Ácido Acetilsalicílico
Observações: n.d.Interacções: Aumento do efeito da heparina: O aumento clinicamente significativo do efeito da heparina e o aumento da tendência para hemorragia podem ser provocados por: inibidores da agregação plaquetária, como ácido acetilsalicílico, ticlopidina, clopidogrel, dipiridamol em doses elevadas. Fibrinolíticos, Outros anticoagulantes (derivados da cumarina), Anti-inflamatórios não-esteróides (fenilbutazona, indometacina, sulfinpirazona), Bloqueadores dos receptores da glicoproteína IIb/ IIIa, Penicilina de alta dose, Medicamentos citostáticos, exceto a doxorrubicina, Dextranos - Ácido Acetilsalicílico

Heparina sódica Ticlopidina
Observações: n.d.Interacções: Aumento do efeito da heparina: O aumento clinicamente significativo do efeito da heparina e o aumento da tendência para hemorragia podem ser provocados por: inibidores da agregação plaquetária, como ácido acetilsalicílico, ticlopidina, clopidogrel, dipiridamol em doses elevadas. Fibrinolíticos, Outros anticoagulantes (derivados da cumarina), Anti-inflamatórios não-esteróides (fenilbutazona, indometacina, sulfinpirazona), Bloqueadores dos receptores da glicoproteína IIb/ IIIa, Penicilina de alta dose, Medicamentos citostáticos, exceto a doxorrubicina, Dextranos - Ticlopidina

Heparina sódica Clopidogrel
Observações: n.d.Interacções: Aumento do efeito da heparina: O aumento clinicamente significativo do efeito da heparina e o aumento da tendência para hemorragia podem ser provocados por: inibidores da agregação plaquetária, como ácido acetilsalicílico, ticlopidina, clopidogrel, dipiridamol em doses elevadas. Fibrinolíticos, Outros anticoagulantes (derivados da cumarina), Anti-inflamatórios não-esteróides (fenilbutazona, indometacina, sulfinpirazona), Bloqueadores dos receptores da glicoproteína IIb/ IIIa, Penicilina de alta dose, Medicamentos citostáticos, exceto a doxorrubicina, Dextranos - Clopidogrel

Heparina sódica Dipiridamol
Observações: n.d.Interacções: Aumento do efeito da heparina: O aumento clinicamente significativo do efeito da heparina e o aumento da tendência para hemorragia podem ser provocados por: inibidores da agregação plaquetária, como ácido acetilsalicílico, ticlopidina, clopidogrel, dipiridamol em doses elevadas. Fibrinolíticos, Outros anticoagulantes (derivados da cumarina), Anti-inflamatórios não-esteróides (fenilbutazona, indometacina, sulfinpirazona), Bloqueadores dos receptores da glicoproteína IIb/ IIIa, Penicilina de alta dose, Medicamentos citostáticos, exceto a doxorrubicina, Dextranos - Dipiridamol

Heparina sódica Fibrinolíticos
Observações: n.d.Interacções: Aumento do efeito da heparina: O aumento clinicamente significativo do efeito da heparina e o aumento da tendência para hemorragia podem ser provocados por: inibidores da agregação plaquetária, como ácido acetilsalicílico, ticlopidina, clopidogrel, dipiridamol em doses elevadas. Fibrinolíticos, Outros anticoagulantes (derivados da cumarina), Anti-inflamatórios não-esteróides (fenilbutazona, indometacina, sulfinpirazona), Bloqueadores dos receptores da glicoproteína IIb/ IIIa, Penicilina de alta dose, Medicamentos citostáticos, exceto a doxorrubicina, Dextranos - Fibrinolíticos

Heparina sódica Anticoagulantes orais (Derivados da Cumarina)
Observações: n.d.Interacções: Aumento do efeito da heparina: O aumento clinicamente significativo do efeito da heparina e o aumento da tendência para hemorragia podem ser provocados por: inibidores da agregação plaquetária, como ácido acetilsalicílico, ticlopidina, clopidogrel, dipiridamol em doses elevadas. Fibrinolíticos, Outros anticoagulantes (derivados da cumarina), Anti-inflamatórios não-esteróides (fenilbutazona, indometacina, sulfinpirazona), Bloqueadores dos receptores da glicoproteína IIb/ IIIa, Penicilina de alta dose, Medicamentos citostáticos, exceto a doxorrubicina, Dextranos - Anticoagulantes orais (Derivados da Cumarina)

Heparina sódica Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs)
Observações: n.d.Interacções: Aumento do efeito da heparina: O aumento clinicamente significativo do efeito da heparina e o aumento da tendência para hemorragia podem ser provocados por: inibidores da agregação plaquetária, como ácido acetilsalicílico, ticlopidina, clopidogrel, dipiridamol em doses elevadas. Fibrinolíticos, Outros anticoagulantes (derivados da cumarina), Anti-inflamatórios não-esteróides (fenilbutazona, indometacina, sulfinpirazona), Bloqueadores dos receptores da glicoproteína IIb/ IIIa, Penicilina de alta dose, Medicamentos citostáticos, exceto a doxorrubicina, Dextranos - Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs)

Heparina sódica Fenilbutazona
Observações: n.d.Interacções: Aumento do efeito da heparina: O aumento clinicamente significativo do efeito da heparina e o aumento da tendência para hemorragia podem ser provocados por: inibidores da agregação plaquetária, como ácido acetilsalicílico, ticlopidina, clopidogrel, dipiridamol em doses elevadas. Fibrinolíticos, Outros anticoagulantes (derivados da cumarina), Anti-inflamatórios não-esteróides (fenilbutazona, indometacina, sulfinpirazona), Bloqueadores dos receptores da glicoproteína IIb/ IIIa, Penicilina de alta dose, Medicamentos citostáticos, exceto a doxorrubicina, Dextranos - Fenilbutazona

Heparina sódica Indometacina
Observações: n.d.Interacções: Aumento do efeito da heparina: O aumento clinicamente significativo do efeito da heparina e o aumento da tendência para hemorragia podem ser provocados por: inibidores da agregação plaquetária, como ácido acetilsalicílico, ticlopidina, clopidogrel, dipiridamol em doses elevadas. Fibrinolíticos, Outros anticoagulantes (derivados da cumarina), Anti-inflamatórios não-esteróides (fenilbutazona, indometacina, sulfinpirazona), Bloqueadores dos receptores da glicoproteína IIb/ IIIa, Penicilina de alta dose, Medicamentos citostáticos, exceto a doxorrubicina, Dextranos - Indometacina

Heparina sódica Sulfinpirazona
Observações: n.d.Interacções: Aumento do efeito da heparina: O aumento clinicamente significativo do efeito da heparina e o aumento da tendência para hemorragia podem ser provocados por: inibidores da agregação plaquetária, como ácido acetilsalicílico, ticlopidina, clopidogrel, dipiridamol em doses elevadas. Fibrinolíticos, Outros anticoagulantes (derivados da cumarina), Anti-inflamatórios não-esteróides (fenilbutazona, indometacina, sulfinpirazona), Bloqueadores dos receptores da glicoproteína IIb/ IIIa, Penicilina de alta dose, Medicamentos citostáticos, exceto a doxorrubicina, Dextranos - Sulfinpirazona

Heparina sódica Antagonistas da glicoproteína IIb/IIIa
Observações: n.d.Interacções: Aumento do efeito da heparina: O aumento clinicamente significativo do efeito da heparina e o aumento da tendência para hemorragia podem ser provocados por: inibidores da agregação plaquetária, como ácido acetilsalicílico, ticlopidina, clopidogrel, dipiridamol em doses elevadas. Fibrinolíticos, Outros anticoagulantes (derivados da cumarina), Anti-inflamatórios não-esteróides (fenilbutazona, indometacina, sulfinpirazona), Bloqueadores dos receptores da glicoproteína IIb/ IIIa, Penicilina de alta dose, Medicamentos citostáticos, exceto a doxorrubicina, Dextranos - Antagonistas da glicoproteína IIb/IIIa

Heparina sódica Penicilinas
Observações: n.d.Interacções: Aumento do efeito da heparina: O aumento clinicamente significativo do efeito da heparina e o aumento da tendência para hemorragia podem ser provocados por: inibidores da agregação plaquetária, como ácido acetilsalicílico, ticlopidina, clopidogrel, dipiridamol em doses elevadas. Fibrinolíticos, Outros anticoagulantes (derivados da cumarina), Anti-inflamatórios não-esteróides (fenilbutazona, indometacina, sulfinpirazona), Bloqueadores dos receptores da glicoproteína IIb/ IIIa, Penicilina de alta dose, Medicamentos citostáticos, exceto a doxorrubicina, Dextranos - Penicilinas

Heparina sódica Citotóxicos (citostáticos)
Observações: n.d.Interacções: Aumento do efeito da heparina: O aumento clinicamente significativo do efeito da heparina e o aumento da tendência para hemorragia podem ser provocados por: inibidores da agregação plaquetária, como ácido acetilsalicílico, ticlopidina, clopidogrel, dipiridamol em doses elevadas. Fibrinolíticos, Outros anticoagulantes (derivados da cumarina), Anti-inflamatórios não-esteróides (fenilbutazona, indometacina, sulfinpirazona), Bloqueadores dos receptores da glicoproteína IIb/ IIIa, Penicilina de alta dose, Medicamentos citostáticos, exceto a doxorrubicina, Dextranos - Citotóxicos (citostáticos)

Heparina sódica Dextrano
Observações: n.d.Interacções: Aumento do efeito da heparina: O aumento clinicamente significativo do efeito da heparina e o aumento da tendência para hemorragia podem ser provocados por: inibidores da agregação plaquetária, como ácido acetilsalicílico, ticlopidina, clopidogrel, dipiridamol em doses elevadas. Fibrinolíticos, Outros anticoagulantes (derivados da cumarina), Anti-inflamatórios não-esteróides (fenilbutazona, indometacina, sulfinpirazona), Bloqueadores dos receptores da glicoproteína IIb/ IIIa, Penicilina de alta dose, Medicamentos citostáticos, exceto a doxorrubicina, Dextranos - Dextrano

Heparina sódica Doxorrubicina
Observações: n.d.Interacções: Diminuição do efeito da heparina: O efeito da heparina pode ser diminuido por doxorrubicina Trinitrato de glicerilo (nitroglicerina) intravenoso: Após a suspensão do trinitrato de glicerilo, o aPTT pode aumentar subitamente. Caso a administração da heparina seja durante a perfusão de trinitrato de glicerilo, é necessário vigiar cuidadosamente o aPTT e ajustar a dose de heparina. - Doxorrubicina

Heparina sódica Nitroglicerina
Observações: n.d.Interacções: Diminuição do efeito da heparina: O efeito da heparina pode ser diminuido por doxorrubicina Trinitrato de glicerilo (nitroglicerina) intravenoso: Após a suspensão do trinitrato de glicerilo, o aPTT pode aumentar subitamente. Caso a administração da heparina seja durante a perfusão de trinitrato de glicerilo, é necessário vigiar cuidadosamente o aPTT e ajustar a dose de heparina. - Nitroglicerina

Heparina sódica Ácido ascórbico (vitamina C)
Observações: n.d.Interacções: Inibição do efeito da heparina: O efeito da heparina pode ser inibido por: - ácido ascórbico, - anti-histamínicos, - digitálicos (glicósidos cardíacos), tetraciclinas, - Ácido ascórbico (vitamina C)

Heparina sódica Anti-histamínicos
Observações: n.d.Interacções: Inibição do efeito da heparina: O efeito da heparina pode ser inibido por: - ácido ascórbico, - anti-histamínicos, - digitálicos (glicósidos cardíacos), tetraciclinas, Influência da heparina no efeito de outros fármacos: Fármacos alcalinos (agentes psicotrópicos tricíclicos, anti-histamínicos ou quinina): A heparina forma sais com estes, provocando uma redução mútua dos seus efeitos. - Anti-histamínicos

Heparina sódica Glicósideos digitálicos
Observações: n.d.Interacções: Inibição do efeito da heparina: O efeito da heparina pode ser inibido por: - ácido ascórbico, - anti-histamínicos, - digitálicos (glicósidos cardíacos), tetraciclinas, - Glicósideos digitálicos

Heparina sódica Tetraciclinas
Observações: n.d.Interacções: Inibição do efeito da heparina: O efeito da heparina pode ser inibido por: - ácido ascórbico, - anti-histamínicos, - digitálicos (glicósidos cardíacos), tetraciclinas, - Tetraciclinas

Heparina sódica Propranolol
Observações: n.d.Interacções: Influência da heparina no efeito de outros fármacos: Outros fármacos ligados a proteínas plasmáticas (p. ex., propranolol): A heparina pode deslocá-los da sua ligação às proteínas, provocando um aumento do seu efeito. - Propranolol

Heparina sódica Outros medicamentos
Observações: n.d.Interacções: Influência da heparina no efeito de outros fármacos: Fármacos que provocam um aumento do nível sérico de potássio: Apenas devem ser administrados concomitantemente com heparina sob vigilância rigorosa. - Outros medicamentos

Heparina sódica Psicotrópicos (psicofármacos)
Observações: n.d.Interacções: Influência da heparina no efeito de outros fármacos: Fármacos alcalinos (agentes psicotrópicos tricíclicos, anti-histamínicos ou quinina): A heparina forma sais com estes, provocando uma redução mútua dos seus efeitos. - Psicotrópicos (psicofármacos)

Heparina sódica Quinina
Observações: n.d.Interacções: Influência da heparina no efeito de outros fármacos: Fármacos alcalinos (agentes psicotrópicos tricíclicos, anti-histamínicos ou quinina): A heparina forma sais com estes, provocando uma redução mútua dos seus efeitos. - Quinina

Heparina sódica Nicotina
Observações: n.d.Interacções: Abuso de nicotina: É possível a inibição do efeito da heparina. - Nicotina

Citrato de potássio + Hidrogenocarbonato de potássio Heparina sódica
Observações: n.d.Interacções: Medicamentos que podem aumentar o potássio no plasma sanguíneo ou induzir hipercaliemia: O uso concomitante de Citrato de potássio + Hidrogenocarbonato de potássio com medicamentos que podem aumentar os níveis de potássio ou induzir hipercaliemia (por exemplo, heparina sódica) requer monitorização dos níveis plasmáticos de potássio. - Heparina sódica

Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.
O tratamento anticoagulante em mulheres grávidas requer o envolvimento de um especialista.
Um grande número de dados em mulheres grávidas (mais de 1000 resultados de gravidez) indicam que não existir malformações ou toxicidade feto/neonatal associadas à heparina.
A heparina não atravessa a placenta e pode ser utilizada em todos os trimestres da gravidez, se clinicamente necessária.
Deve ser tomada precaução em relação ao risco de hemorragia, especialmente durante o parto e anestesia epidural.
Devido ao risco de hematoma espinal, as doses de tratamento de heparina estão contra-indicadas em doentes submetidos a anestesia neuraxial.
Assim, a anestesia epidural em mulheres grávidas deve ser sempre atrasada até pelo 4 a 6 horas após a administração intravenosa do último tratamento de heparina, e 8 a 12 horas após a administração subcutânea do último tratamento de heparina.
No entanto, as doses profilácticas podem ser utilizadas desde que se permita um intervalo de 4 a 6 horas entre a última administração de heparina e a colocação de agulha ou cateter.
A heparina não é excretada no leite humano e pode ser utilizada durante a amamentação.
Os efeitos da Heparina sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas são nulos ou desprezíveis.
O tratamento anticoagulante em mulheres grávidas requer o envolvimento de um especialista.
Um grande número de dados em mulheres grávidas (mais de 1000 resultados de gravidez) indicam que não existir malformações ou toxicidade feto/neonatal associadas à heparina.
A heparina não atravessa a placenta e pode ser utilizada em todos os trimestres da gravidez, se clinicamente necessária.
Deve ser tomada precaução em relação ao risco de hemorragia, especialmente durante o parto e anestesia epidural.
Devido ao risco de hematoma espinal, as doses de tratamento de heparina estão contra-indicadas em doentes submetidos a anestesia neuraxial.
Assim, a anestesia epidural em mulheres grávidas deve ser sempre atrasada até pelo 4 a 6 horas após a administração intravenosa do último tratamento de heparina, e 8 a 12 horas após a administração subcutânea do último tratamento de heparina.
No entanto, as doses profilácticas podem ser utilizadas desde que se permita um intervalo de 4 a 6 horas entre a última administração de heparina e a colocação de agulha ou cateter.
A heparina não é excretada no leite humano e pode ser utilizada durante a amamentação.
Os efeitos da Heparina sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas são nulos ou desprezíveis.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 12 de Abril de 2022