Glibenclamida

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI com Advertência na Condução
O que é
Glibenclamida (AAN, BAN, INN), também conhecida como gliburida (USAN), é um medicamento antidiabético da classe de medicamentos conhecidos como sulfoniluréias, intimamente relacionados com antibióticos sulfonamida.
Usos comuns
Glibenclamida indicada no tratamento da diabetes tipo 2, quando o regime dietético, o exercício físico e a redução ponderal não são, por si só suficientes para restabelecer o equilíbrio glicémico.

Diabetes tipo 2 – É também chamado de diabetes não insulinodependente ou diabetes do adulto e corresponde a 90% dos casos de diabetes.

Ocorre geralmente em pessoas obesas com mais de 40 anos de idade embora na actualidade se vê com maior frequencia em jovens , em virtude de maus hábitos alimentares, sedentarismo e stress da vida urbana Neste tipo de diabetes encontra-se a presença de insulina porém sua acção é dificultada pela obesidade, o que é conhecido como resistência insulínica, uma das causas de HIPERGLICEMIA.

Por ser pouco sintomática o diabetes na maioria das vezes permanece por muitos anos sem diagnóstico e sem tratamento o que favorece a ocorrência de suas complicações no coração e no cérebro.
Tipo
Sem informação.
História
Sem informação.
Indicações
Glibenclamida está indicada no tratamento da diabetes tipo 2, quando o regime dietético, o exercício físico e a redução ponderal não são, por si só suficientes para restabelecer o equilíbrio glicémico.
Classificação CFT

08.04.02 : Antidiabéticos orais

Mecanismo De Ação
O efeito hipoglicemiante traduz-se numa insuficiência no metabolismo dos hidratos de carbono.

Os efeitos betazitotrópos no pâncreas intensificam a secreção de insulina e baixam o limiar de estímulo da glucose das células beta, aumentando assim a sua resposta à glucose.


Os efeitos extra-pancreáticos aumentam a ligação à insulina e a sensibilidade do local do efeito.
Posologia Orientativa
O tratamento inicia-se com 2,5 mg de Glibenclamida tomada imediatamente antes do pequeno-almoço (esquema que pode ser adaptado aos hábitos de cada país e/ou região).


Quando necessário, aumentar a dose em frações de 2,5 mg de Glibenclamida até a glicémia estar controlada.

O efeito máximo é obtido, em regra, com 15 mg diários ou mais raramente com 20 mg de Glibenclamida.



A dose máxima única de 10 mg de Glibenclamida não deve ser ultrapassada devendo ser tomada antes do pequeno-almoço, enquanto o resto da posologia deverá ser administrada antes da refeição nocturna.
Administração
Os comprimidos devem ser ingeridos sem mastigar com algum líquido.
Contraindicações
- Hipersensibilidade à Glibenclamida.

- Diabetes tipo 1

- Coma diabético

- Descompensação metabólica diabética (por ex. ceto-acidose)

- Transtornos graves da função renal

- Gravidez e aleitamento.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
No início do tratamento podem ocorrer transtornos visuais temporários.


Em raras ocasiões têm-se verificado reacções adversas que afectam o tracto gastrointestinal tais como náuseas, sensação de enfartamento ou peso gástrico e diarreia.

reacções de hipersensibilidade envolvendo em geral a pele, incluindo fotossensibilidade, ocorrem em casos isolados.

É possível uma alergia cruzada com as sulfonamidas ou derivados.


As reacções descritas em seguida são extremamente raras mas podem constituir ocasionalmente um risco vital:
Alterações do sistema hematopoiético como, por exemplo, diminuição ligeira a grave do número de plaquetas, eritrócitos e leucócitos podendo conduzir a depleção grave de granulócitos (agranulocitose) ou depressão de todos os elementos celulares do sangue (pancitopénia) têm ocorrido em casos isolados assim como uma destruição acelerada dos eritrócitos (anemia hemolítica).


Podem ocorrer estase biliar, inflamação hepática e dos vasos sanguíneos e hipoglicémia, em certos casos com transtornos neurológicos transitórios resultantes duma hipoglicémia excessiva sem contra-medidas adequadas.

Na ocorrência de tais efeitos deve ser consultado o médico assistente.
Advertências
Gravidez
Gravidez
Gravidez:Ver Sulfonilureias; os hipoclicemiantes orais não estão indicados na diabetes durante a gravidez. Risco fetal desconhecido, por falta de estudos alargados.
Aleitamento
Aleitamento
Aleitamento:Possibilidade teórica de hipoglicemia no lactente; Ver Sulfonilureias.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:Ver Sulfonilureias.
Insuf. Renal
Insuf. Renal
Insuf. Renal:Evitar na IR grave.
Condução
Condução
Condução:Risco de hipoglicemia.
Precauções Gerais
A observação da dieta prescrita e a toma regular dos comprimidos são da maior importância para garantir a eficiência do tratamento e evitar modificações indesejáveis dos níveis de glicémia.


A ingestão simultânea de álcool pode provocar uma indesejável potenciação da acção hipoglicemiante de Glibenclamida.


As reacções de hipoglicémia podem ser provocadas por sobredosagem de glibenclamida e interacções com outras substâncias, erros dietéticos (refeições omitidas), consumo de álcool, exercício físico intenso e insuficiência hepática e renal.

Daí ser indispensável uma dieta rigorosa e a toma regular de comprimidos para se manter a forma física e evitar o aumento da glicémia.


Os sinais das alterações do nível sanguíneo de glucose são:
- Hiperglicémia: sede intensa, secura da boca, noctúria frequente, pele seca.


- Hipoglicémia: fome intensa, sudação, tremor, inquietação, irritabilidade, humor depressivo, cefaleias, transtornos do sono ou perturbações neurológicas transitórias.


Os sinais de alarme de uma crise hipoglicémica podem estar ausentes ou ser mascarados em doentes com neuropatias diabéticas ou a serem tratados com bloqueadores beta, clonidina ou outros fármacos de acção similar.

Os mecanismos contra-reguladores podem ser ineficazes em doentes com insuficiência hepática.


Os sintomas de hipoglicémia podem quase sempre corrigir-se com a administração de hidratos de carbono (açúcar nas suas variadas formas, também em sumos de frutas ou chá açucarado), mas não por adoçantes artificiais.

Estas situações devem ser comunicadas de imediato ao médico assistente, em especial se não for possível dominá-las com rapidez.


As doenças que apareçam durante o tratamento com Glibenclamida devem ser comunicadas ao médico assistente.


No caso de mudança de médico (por ex.

admissão num hospital após acidente, doença nas férias), o doente deve dizer que é diabético.


As mulheres que pretendam engravidar devem consultar o médico assistente sobre a viabilidade do tratamento com Glibenclamida.


Este medicamento contém lactose mono-hidratada.

Doentes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose, deficiência de lactase ou má absorção de glucose-galactose não devem tomar este medicamento.


O tratamento de doentes com deficiência em glucose-6-fosfato desidrogenase (G6PD) com sulfonilureias pode provocar anemia hemolítica.

Pelo facto da glibenclamida pertencer à classe das sulfonilureias a sua administração em doentes com deficiência em G6PD deverá ser realizada com precaução, devendo nestes doentes ser ponderada a administração de outro antidiabético que não seja uma sulfonilureia.
Cuidados com a Dieta
O uso concomitante de certos medicamentos e álcool pode conduzir a uma indesejável potenciação ou atenuação do efeito hipoglicemiante da Glibenclamida.
Terapêutica Interrompida
Tome diariamente o medicamento conforme indicado pelo seu médico.

Caso se tenha esquecido de tomar uma dose, na administração seguinte não tome uma dose a dobrar para compensar a que se esqueceu.
Cuidados no Armazenamento
Manter fora do alcance e da vista das crianças.

O medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.
Espectro de susceptibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
Sem efeito descrito

Candesartan + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interacções: Os compostos investigados nos estudos de farmacocinética clínica incluem a hidroclorotiazida, varfarina, digoxina, Contraceptivos orais (nomeadamente, etinilestradiol/levonorgestrel), glibenclamida, nifedipina e enalapril. Não foram identificadas quaisquer interacções farmacocinéticas clinicamente significativas com estes medicamentos. - Glibenclamida
Não recomendado/Evitar

Glibenclamida + Álcool

Observações: N.D.
Interacções: O uso concomitante de certos fármacos e do álcool pode conduzir a uma indesejável potenciação ou atenuação do efeito hipoglicemiante da Glibenclamida. Assim, não devem ser tomados outros medicamentos sem aprovação ou prescrição do médico que tomará em conta as interacções possíveis. O álcool pode potenciar a acção hipoglicemiante da Glibenclamida devendo a quantidade de ingestão de álcool permitida ser da responsabilidade do médico assistente. - Álcool
Contraindicado

Bosentano + Glibenclamida

Observações: Bosentano é um indutor dos isoenzimas do citocromo P450 (CYP), CYP2C9 e CYP3A4. Dados in vitro sugerem também a indução de CYP2C19. Consequentemente, as concentrações plasmáticas das substâncias metabolizadas por estes isoenzimas estarão diminuídas com a administração concomitante de Bosentano. Deve ser considerada a possibilidade de uma alteração na eficácia dos medicamentos metabolizados por estes isoenzimas. A posologia destes produtos poderá ter de ser ajustada após o início do tratamento, uma alteração da dose de Bosentano ou interrupção do tratamento concomitante de Bosentano. Bosentano é metabolizado por CYP2C9 e CYP3A4. A inibição destes isoenzimas pode aumentar a concentração plasmática de bosentano.
Interacções: A administração concomitante deste fármaco com 125 mg de bosentano duas vezes ao dia durante 5 dias diminuiu as concentrações plasmáticas de glibenclamida (um substrato de CYP3A4) em 40%, com um decréscimo potencial significativo do efeito hipoglicemiante. As concentrações plasmáticas de bosentano diminuíram também 29%. Além disso, observou-se um aumento da incidência das transaminases elevadas em doentes a receber a terapia concomitante. Tanto a glibenclamida como bosentano inibem a bomba de saída dos sais biliares, o que pode explicar as transaminases elevadas. Neste contexto, não se deve utilizar esta combinação. Não se encontram disponíveis dados relativos à interacção fármaco-fármaco relativamente às outras sulfonilureias. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Celecoxib + Glibenclamida

Observações: O celecoxib é um inibidor do CYP2D6.
Interacções: O celecoxib não afeta a farmacocinética da glibenclamida de forma clinicamente relevante. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Nateglinida + Glibenclamida

Observações: Alguns medicamentos influenciam o metabolismo da glucose e, portanto, devem ser consideradas pelo médico possíveis interações. Quando os medicamentos - que aumentam ou reduzem o efeito hipoglicémico da nateglinida - são administrados ou retirados a doentes medicados com nateglinida, o doente deve ser cuidadosamente vigiado quanto a alterações no controlo da glicemia. Dados disponíveis de estudos in vitro e in vivo indicam que a nateglinida é metabolizada principalmente pela CYP2C9, com envolvimento da CYP3A4 em menor extensão. Não foram realizados estudos de interacção in vivo com um inibidor da 3A4. In vivo, a nateglinida não tem efeito clinicamente relevante na farmacocinética de medicamentos metabolizados pela CYP2C9 e CYP3A4. Em estudos in vitro, a nateglinida demonstrou um baixo potencial para deslocar as proteínas.
Interacções: De forma semelhante, também não se verificou interacção farmacocinética clinicamente significativa de Nateglinida com outros agentes antidiabéticos orais, tais como a metformina ou glibenclamida. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Parecoxib + Glibenclamida

Observações: O parecoxib é rapidamente hidrolisado no metabolito activo, valdecoxib. Os doentes sob terapêutica com anticoagulantes orais deverão ser monitorizados cuidadosamente em relação ao tempo de protrombina INR, em especial nos primeiros dias de tratamento com parecoxib ou quando a dose de parecoxib é alterada. No ser humano, estudos demonstraram que o metabolismo do valdecoxib é predominantemente mediado pela via das isoenzimas CYP3A4 e 2C9. O efeito da indução enzimática não foi estudado. Não foram realizados estudos formais de interações com Anestésicos inalados.
Interacções: A administração concomitante do valdecoxib com glibenclamida (substrato da CYP3A4) não afectou a farmacocinética (exposição) nem a farmacodinâmica (níveis de glucose sanguínea ou de insulina) da glibenclamida. - Glibenclamida
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metandienona + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interacções: Glibenclamida, metformina, insulina: podem potenciar o efeito hipoglicemiante. - Glibenclamida
Usar com precaução

Tramadol + Dexcetoprofeno + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interacções: Exige precaução o uso com a glibenclamida, usada para diabetes. - Glibenclamida
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tedizolida + Glibenclamida

Observações: O potencial de interações serotoninérgicas não foi estudado nem em doentes nem em voluntários saudáveis.
Interacções: Há um potencial para o fosfato de tedizolida inibir o transportador de aniões orgânicos (OATP1B1) com base nos dados in vitro. Desconhece-se a relevância in vivo. A inibição do OATP1B1 pode resultar num aumento da exposição a medicamentos, como as estatinas (atorvastatina, fluvastatina, pitavastatina e lovastatina), repaglinida, bosentano, valsartan, olmesartan e glibenclamida. Se possível, deve considerar-se a possibilidade de suspender o medicamento administrado concomitantemente durante os seis dias de tratamento com fosfato de tedizolida. - Glibenclamida
Consultar informação actualizada

Flupirtina + Glibenclamida

Observações: A utilização concomitante de flupirtina com outros fármacos conhecidos por causar lesões hepáticas induzidas por fármacos deve ser evitada.
Interacções: Devido à grande ligação da flupirtina às proteínas, é de esperar que na administração concomitante de outro fármaco também com grande ligação às proteínas, ocorra deslocação da ligação às proteínas. Foram realizados testes correspondentes in-vitro, com diazepam, varfarina, ácido acetilsalicílico, benzilpenicilina, digitoxina, glibenclamida, propranolol e clonidina. Apenas com varfarina e diazepam, o deslocamento da ligação à albumina atingiu um valor em que a intensificação destes medicamentos não pode ser desprezada no caso de administração concomitante com maleato de flupirtina. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Colessevelam + Glibenclamida

Observações: O Colessevelam pode afetar a biodisponibilidade de outros medicamentos. Por conseguinte, quando não é possível excluir a ocorrência de uma interacção medicamentosa com um medicamento administrado concomitantemente para o qual seriam clinicam ente importantes pequenas variações no nível terapêutico, Colessevelam deve ser administrado pelo menos quatro horas antes ou pelo menos quatro horas após a administração da medicação concomitante para minimizar o risco de redução da absorção dessa medicação. Para medicamentos concomitantes que exijam administração através de doses divididas, deve referir-se que a dose necessária de Colessevelam pode ser tomada uma vez por dia. Quando são administrados medicamentos nos quais as alterações nos níveis sanguíneos podem ter um impacto clinicamente significativo na segurança ou na eficácia, os médicos devem considerar a monitorização dos respetivos níveis séricos ou dos efeitos. Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: A co-administração de Colessevelam e gliburida (também conhecida como glibenclamida) causou uma diminuição na AUC0-inf e Cmáx de gliburida em 32% e 47%, respectivamente. Não se observou interacção quando o Colessevelam foi administrado quatro horas após a gliburida. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Eprosartan + Glibenclamida

Observações: Foi demonstrado in vitro que o eprosartan não inibe as isoenzimas CYP1A, 2A6, 2C9/8, 2C19, 2D6, 2E e 3A do citocromo P450 humano.
Interacções: Não foram demonstrados efeitos na farmacocinética da digoxina nem na farmacodinâmica da varfarina ou gliburida (glibenclamida) com eprosartan. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Linagliptina + Glibenclamida

Observações: A linagliptina é um inibidor competitivo fraco da CYP3A4 e um inibidor fraco a moderado do mecanismo desta isoenzima, mas não inibe outras isoenzimas do CYP. Não é um indutor de isoenzimas do CYP. A linagliptina é um substrato da glicoproteína-P e inibe com baixa potência o transporte de digoxina mediado pela glicoproteína-P. Com base nestes resultados e nos estudos de interacções in vivo, considera-se pouco provável que a linagliptina cause interacções com outros substratos da glicoproteína-P.
Interacções: A farmacocinética, no estado estacionário, de 5 mg de linagliptina não foi alterada com a administração concomitante de uma única dose de 1,75 mg de glibenclamida (gliburida). Em estudos clínicos, conforme adiante se descreve, a linagliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante sobre a farmacocinética da metformina, da gliburida, da sinvastatina, da varfarina, da digoxina ou dos Contraceptivos orais, fornecendo evidências in vivo de uma baixa tendência para causar interacções medicamentosas com substratos da CYP3A4, CYP2C9, CYP2C8, da glicoproteína-P e do transportador catiónico orgânico (OCT). A linagliptina não é um inibidor do transporte mediado pelo OCT. Sulfonilureias: A administração concomitante de múltiplas doses orais de 5 mg de linagliptina e de uma única dose oral de 1,75 mg de glibenclamida (gliburida) resultou numa redução clinicamente não relevante de 14% da AUC e da Cmax da glibenclamida. Como a glibenclamida é metabolizada principalmente pela CYP2C9, estes dados também sustentam a conclusão de que a linagliptina não é um inibidor da CYP2C9. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Saxagliptina + Dapagliflozina + Glibenclamida

Observações: Saxagliptina: O metabolismo da saxagliptina é mediado principalmente pelo citocromo P450 3A4/5 (CYP3A4/5). Dapagliflozina: O metabolismo da dapagliflozina é feito principalmente através de conjugação do glucuronido mediado pela UDP glucuroniltransferase 1A9 (UGT1A9).
Interacções: A saxagliptina não alterou significativamente a farmacocinética de dapagliflozina, metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, diltiazem ou sinvastatina. Estes medicamentos não alteraram a farmacocinética da saxagliptina ou do seu metabolito activo principal. Em estudos realizados em indivíduos saudáveis, nem a farmacocinética de saxagliptina nem do seu metabolito principal foram significativamente alterados pela metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, omeprazol, antiácidos ou famotidina. A saxagliptina não alterou significativamente a farmacocinética da metformina, glibenclamida (um substrato do CYP2C9), pioglitazona [um substrato do CYP2C8 (major) e CYP3A4 (minor)], digoxina (um substrato da P-gp), sinvastatina (um substrato do CYP3A4), dos componentes ativos de um contraceptivo oral combinado (etinilestradiol e norgestimato), diltiazem ou cetoconazol. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Metformina + Rosiglitazona + Glibenclamida

Observações: Não existem estudos formais de interacção para Metformina + Rosiglitazona, no entanto o uso concomitante das substâncias activas em doentes em estudos clínicos e na sua vasta utilização clínica não originou interações inesperadas.
Interacções: A administração concomitante da rosiglitazona com os agentes antidiabéticos orais, glibenclamida e acarbose não resultou em qualquer interacção farmacocinética clinicamente relevante. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Vildagliptina + Glibenclamida

Observações: A vildagliptina tem um fraco potencial de interação com outros medicamentos administrados em associação. Uma vez qu e a vildagliptina não é um substrato do citocromo P (CYP) 450 e não inibe nem induz as enzimas CYP 450, não é provável a interação com substâncias ativas que sejam substratos, inibidores ou indutores dessas enzimas.
Interacções: Associação com pioglitazona, metformina e glibenclamida: Os resultados dos estudos efetuados com estes antidiabéticos orais demonstraram que não existem interacções farmacocinéticas clinicamente relevantes. - Glibenclamida
Sem significado Clínico

Pantoprazol + Glibenclamida

Observações: O pantoprazol é metabolizado no fígado pelo sistema enzimático do citocromo P450. Não se pode excluir a interacção com outros fármacos ou compostos que são metabolizados utilizando o mesmo sistema enzimático.
Interacções: Não se observaram interacções clinicamente significativas em testes específicos com vários fármacos ou compostos, nomeadamente carbamazepina, cafeína, diazepam, diclofenac, digoxina, etanol, glibenclamida, metoprolol, naproxeno, nifedipina, fenitoína, piroxicam, teofilina e um contraceptivo oral. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Nimesulida + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interacções: Foram também estudadas in vivo as potenciais interacções farmacocinéticas com a glibenclamida, teofilina, varfarina, digoxina, cimetidina e um antiácido (i.e. uma associação de hidróxido de alumínio e hidróxido de magnésio). Não foram observadas interacções clinicamente significativas. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Vardenafil + Glibenclamida

Observações: Estudos in vitro Vardenafil é metabolizado predominantemente por enzimas hepáticas através da isoforma 3A4 do citocromo P450 (CYP), com alguma contribuição das isoformas CYP3A5 e CYP2C. Assim, os inibidores destas isoenzimas podem reduzir a taxa de depuração do vardenafil.
Interacções: A farmacocinética do vardenafil (20 mg) não foi afetada pela administração concomitante do antagonista-H2 ranitidina (150 mg duas vezes ao dia), digoxina, varfarina, glibenclamida, álcool (nível sanguíneo máximo médio de álcool de 73 mg/dl) ou doses únicas de antiácido (hidróxido de magnésio/hidróxido de alumínio). A biodisponibilidade relativa da glibenclamida (3,5 mg) não foi afetada quando foi concomitantemente administrada com vardenafil (20 mg). - Glibenclamida
Sem significado Clínico

Pioglitazona + Alogliptina + Glibenclamida

Observações: A coadministração de 25 mg de alogliptina uma vez ao dia e 45 mg de pioglitazona uma vez ao dia, durante 12 dias, em indivíduos saudáveis, não teve quaisquer efeitos clinicamente relevantes na farmacocinética da alogliptina, da pioglitazona ou dos seus metabolitos ativos. Não foram realizados estudos farmacocinéticos específicos de interacção medicamentosa com este medicamento. A alogliptina é principalmente excretada sob a forma inalterada na urina e o metabolismo pelo sistema enzimático do citocromo (CYP) P450 é desprezável. Por conseguinte, não são esperadas nem foram observadas interacções com os inibidores do CYP. Estudos realizados no ser humano não sugerem qualquer indução do principal citocromo induzível, o P450 (1A, 2C8/9 e 3A4). Estudos in vitro não demonstraram qualquer inibição de qualquer subtipo de citocromo P450. Não são esperadas interacções com substâncias metabolizadas por estas enzimas p. ex., contraceptivos orais, ciclosporina, bloqueadores do canal de cálcio e inibidores da HMGCoA redutase.
Interacções: Em estudos clínicos, a alogliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da cafeína, (R)-varfarina, pioglitazona, gliburida, tolbutamida, (S)-varfarina, dextrometorfano, atorvastatina, midazolam, um contraceptivo oral (noretindrona e etinilestradiol), digoxina, fexofenadina, metformina ou cimetidina, proporcionando assim provas in vivo de uma baixa tendência para causar interacção com substratos do CYP1A2, CYP3A4, CYP2D6, CYP2C9, da glicoproteína-P e do OCT2. Os resultados dos estudos com metformina, pioglitazona (tiazolidinediona), voglibose (inibidor da alfa-glucosidase) e gliburida (sulfonilureia) não demonstraram quaisquer interacções farmacocinéticas clinicamente relevantes. - Glibenclamida
Sem significado Clínico

Amlodipina + Candesartan + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interacções: A utilização concomitante de diuréticos poupadores de potássio, suplementos de potássio, substitutos do sal contendo potássio ou outros medicamentos (por ex., heparina) pode aumentar os níveis de potássio. A monitorização do potássio deve ser realizada quando apropriado. As substâncias ativas investigadas nos estudos de farmacocinética clínica incluem a hidroclorotiazida, varfarina, digoxina, Contraceptivos orais (i.e., etinilestradiol/levonorgestrel), glibenclamida, nifedipina e enalapril. Não foram identificadas interacções farmacocinéticas clinicamente significativas com estes medicamentos. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Tansulosina + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interacções: Não foi observada interacção da tansulosina com amitriptilina, salbutamol, glibenclamida ou finasterida durante estudos in vitro com fracções hepáticas microssomais (representando o sistema enzimático metabolizador de fármacos associados ao citocromo P-450). - Glibenclamida
Usar com precaução

Furazolidona + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interacções: O uso de furazolidona com qualquer um dos seguintes medicamentos pode causar um aumento do risco de alguns efeitos secundários. - Acarbose - Albiglutido - Alogliptina - Bromocriptina - Canagliflozina - Clorpropamida - Dapagliflozina - Dulaglutido - Empagliflozina - Exenatido - Ginseng - Glimepirida - Glipizida - Gliburida - Insulina - Insulina Aspart, Recombinante - Insulina Bovina - Insulina Degludec - Insulina Detemir - Insulina Glulisine - Insulina Lispro, Recombinante - Linagliptina - Liraglutido - Lixisenatido - Metformina - Miglitol - Nateglinida - Pioglitazona - Pramlintida - Repaglinida - Rosiglitazona - Saxagliptina - Sitagliptina - Tolazamida - Tolbutamida - Vildagliptina - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Rosuvastatina + Valsartan + Glibenclamida

Observações: Não foram efetuados estudos de interação com Rosuvastatina / Valsartan e outros medicamentos. Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A extensão das interacções na população pediátrica não é conhecida.
Interacções: Precaução recomendada no uso concomitante: Nos estudos de interacções medicamentosas com valsartan, não foram observadas quaisquer interacções clinicamente significativas com valsartan ou com qualquer um dos fármacos seguintes: cimetidina, varfarina, furosemida, digoxina, atenolol, indometacina, hidroclorotiazida, amlodipina, glibenclamida. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Empagliflozina + Linagliptina + Glibenclamida

Observações: Não foram realizados estudos de interacção medicamentosa com Empagliflozina / Linagliptinae outros medicamentos; contudo, foram realizados estudos desta natureza com as substâncias ativas individuais. Com base nos resultados dos estudos farmacocinéticos, não é recomendado qualquer ajuste posológico de Empagliflozina / Linagliptinaquando coadministrado com medicamentos habitualmente prescritos, exceto os mencionados à frente.
Interacções: Efeitos de outros medicamentos sobre a linagliptina: Estudos de interacção realizados com voluntários saudáveis sugerem que a farmacocinética da linagliptina não foi influenciada pela administração concomitante de metformina e glibenclamida. Efeitos da linagliptina sobre outros medicamentos A linagliptina é um inibidor competitivo fraco da isoenzima CYP3A4 e um inibidor fraco a moderado do mecanismo desta isoenzima, mas não inibe outras isoenzimas do CYP. Não é um indutor de isoenzimas do CYP. A linagliptina é um substrato da glicoproteína-P e inibe com baixa potência o transporte de digoxina mediado pela glicoproteína-P. A linagliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante sobre a farmacocinética da metformina, glibenclamida, sinvastatina, pioglitazona, varfarina, digoxina, empagliflozina ou dos Contraceptivos orais, apresentando provas in vivo de uma baixa tendência para causar interacções medicamentosas com substratos da CYP3A4, CYP2C9, CYP2C8, gp-P e do transportador catiónico orgânico (OCT). - Glibenclamida
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metilprednisolona + Lidocaína + Glibenclamida

Observações: As interacções medicamentosas do Metilprednisolona/Lidocaína são comuns aos outros corticosteróides. Contudo, devido ao padrão particular de absorção do Metilprednisolona/Lidocaína, o aspecto clínico pode ser alterado.
Interacções: interacções FARMACOLÓGICAS DOS CORTICOSTERÓIDES: Agentes antidiabéticos (insulina, glibenclamida, metformina): Controlo da diabetes diminuída. Os corticosteróides têm uma actividade hiperglicemiante intrínseca. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Amlodipina + Valsartan + Glibenclamida

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com Amlodipina / Valsartan e outros medicamentos.
Interacções: interacções associadas ao VALSARTAN: Outras: Em monoterapia com valsartan não se verificaram interacções clinicamente significativas com as seguintes substâncias: cimetidina, varfarina, furosemida, digoxina, atenolol, indometacina, hidroclorotiazida, amlodipina, glibenclamida. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Finasterida + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interacções: Não foram identificadas interacções medicamentosas clinicamente significativas. A finasterida parece não afetar de forma significativa o sistema enzimático metabolizador de medicamentos associado ao citocromo P450. Embora se estime que o risco da finasterida afetar a farmacocinética de outros medicamentos seja baixo, é provável que os inibidores e indutores do citocromo P450 3A4 afetem a concentração plasmática da finasterida. No entanto, com base nas margens de segurança estabelecidas, qualquer aumento devido à utilização concomitante de tais inibidores é pouco provável que tenha significância clínica. Os seguintes medicamentos foram investigados no homem não tendo sido detetadas interacções clinicamente significativas: propranolol, digoxina, glibenclamida, varfarina, teofilina, fenazona e antipirina, não tendo sido encontradas quaisquer interacções significativas do ponto de vista clínico. - Glibenclamida
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Miglitol + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interacções: A biodisponibilidade da glibenclamida e da metformina é ligeiramente reduzida quando administradas concomitantemente com o miglitol, embora os resultados dos ensaios clínicos com estas associações indiquem que é improvável que qualquer interacção farmacocinética entre estes dois fármacos tenha relevância clínica. - Glibenclamida
Sem significado Clínico

Rosiglitazona + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interacções: A administração concomitante com os medicamentos antidiabéticos orais metformina, glibenclamida e acarbose não resultou em nenhuma interacção farmacocinética relevante com a rosiglitazona. - Glibenclamida
Sem significado Clínico

Candesartan + Hidroclorotiazida + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interacções: Os compostos investigados nos estudos de farmacocinética clínica incluem varfarina, digoxina, Contraceptivos orais (isto é, etinilestradiol/levonorgestrel), glibenclamida e nifedipina. Não foram identificadas interacções farmacocinéticas clinicamente significativas nestes estudos. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Diacereína + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interacções: Não foram descritas interacções farmacológicas com varfarina, fenitoína, indometacina, ácido salicílico, glibenclamida e hidroclorotiazida. - Glibenclamida
Usar com precaução

Sertralina + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interacções: Fármacos metabolizados pelo citocromo P450: A sertralina pode actuar como um inibidor ligeiro a moderado de CYP2D6. A sertralina não actua como inibidor da CYP 3A4, CYP 2C9, CYP 2C19, e CYP 1A2 em grau clinicamente significativo. Tal foi confirmado por estudos de interacção in vivo com substratos da CYP3A4 (cortisol endógeno, carbamazepina, terfenadina, alprazolam), diazepam substrato da CYP2C19 e substratos da CYP2C9, tolbutamida, glibenclamida e fenitoína. Estudos in vitro indicam que a sertralina tem pouco, ou nenhum, potencial para inibir a CYP 1A2. - Glibenclamida
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ofloxacina + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interacções: Glibenclamida: A administração concomitante de ofloxacina e glibenclamida pode causar um ligeiro aumento das concentrações séricas de glibenclamida. Desta forma, é recomendável que os doentes medicados simultaneamente com ofloxacina e glibenclamida sejam estreitamente monitorizados. - Glibenclamida
Usar com precaução

Norfloxacina + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interacções: A administração concomitante de quinolonas, incluindo a norfloxacina, com gliburide (sulfonilureia), tem resultado, em raras ocasiões, em hipoglicemia grave. Deste modo, recomenda-se a monitorização dos níveis séricos de glucose quando os dois fármacos são administrados concomitantemente. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Nimodipina + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interacções: interacções que se comprovou não existirem: A administração concomitante de nimodipina oral e diazepam, digoxina, glibenclamida, indometacina, ranitidina e varfarina não revelou qualquer potencial para interacção mútua. - Glibenclamida
Não recomendado/Evitar

Glibenclamida + Outros medicamentos

Observações: N.D.
Interacções: O uso concomitante de certos fármacos e do álcool pode conduzir a uma indesejável potenciação ou atenuação do efeito hipoglicemiante da Glibenclamida. Assim, não devem ser tomados outros medicamentos sem aprovação ou prescrição do médico que tomará em conta as interacções possíveis. - Outros medicamentos
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glibenclamida + Esteróides anabolizantes

Observações: N.D.
Interacções: Reacções hipoglicémicas devidas à potenciação da acção da Glibenclamida podem ocorrer com a administração simultânea das seguintes substâncias: Anabolizantes, bezafibrato, biguanidas, bloqueadores beta, clofibrato, cloranfenicol, derivados cumarínicos, fenfluramina, fenilbutazona, feniramidol, fluoxetina, fosfamídios, guanetidina, inibidores da ECA, inibidores da MAO, miconazol, PAS, pentoxifilina (em doses elevadas por via parentérica), probenecida, reserpina, salicilatos, sulfimpirazona, sulfonamidas, tetraciclinas, tritoqualina. - Esteróides anabolizantes
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glibenclamida + Bezafibrato

Observações: N.D.
Interacções: Reacções hipoglicémicas devidas à potenciação da acção da Glibenclamida podem ocorrer com a administração simultânea das seguintes substâncias: Anabolizantes, bezafibrato, biguanidas, bloqueadores beta, clofibrato, cloranfenicol, derivados cumarínicos, fenfluramina, fenilbutazona, feniramidol, fluoxetina, fosfamídios, guanetidina, inibidores da ECA, inibidores da MAO, miconazol, PAS, pentoxifilina (em doses elevadas por via parentérica), probenecida, reserpina, salicilatos, sulfimpirazona, sulfonamidas, tetraciclinas, tritoqualina. - Bezafibrato
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glibenclamida + Biguanidas

Observações: N.D.
Interacções: Reacções hipoglicémicas devidas à potenciação da acção da Glibenclamida podem ocorrer com a administração simultânea das seguintes substâncias: Anabolizantes, bezafibrato, biguanidas, bloqueadores beta, clofibrato, cloranfenicol, derivados cumarínicos, fenfluramina, fenilbutazona, feniramidol, fluoxetina, fosfamídios, guanetidina, inibidores da ECA, inibidores da MAO, miconazol, PAS, pentoxifilina (em doses elevadas por via parentérica), probenecida, reserpina, salicilatos, sulfimpirazona, sulfonamidas, tetraciclinas, tritoqualina. - Biguanidas
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glibenclamida + Bloqueadores beta-adrenérgicos (betabloqueadores)

Observações: N.D.
Interacções: Reacções hipoglicémicas devidas à potenciação da acção da Glibenclamida podem ocorrer com a administração simultânea das seguintes substâncias: Anabolizantes, bezafibrato, biguanidas, bloqueadores beta, clofibrato, cloranfenicol, derivados cumarínicos, fenfluramina, fenilbutazona, feniramidol, fluoxetina, fosfamídios, guanetidina, inibidores da ECA, inibidores da MAO, miconazol, PAS, pentoxifilina (em doses elevadas por via parentérica), probenecida, reserpina, salicilatos, sulfimpirazona, sulfonamidas, tetraciclinas, tritoqualina. - Bloqueadores beta-adrenérgicos (betabloqueadores)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glibenclamida + Clofibrato

Observações: N.D.
Interacções: Reacções hipoglicémicas devidas à potenciação da acção da Glibenclamida podem ocorrer com a administração simultânea das seguintes substâncias: Anabolizantes, bezafibrato, biguanidas, bloqueadores beta, clofibrato, cloranfenicol, derivados cumarínicos, fenfluramina, fenilbutazona, feniramidol, fluoxetina, fosfamídios, guanetidina, inibidores da ECA, inibidores da MAO, miconazol, PAS, pentoxifilina (em doses elevadas por via parentérica), probenecida, reserpina, salicilatos, sulfimpirazona, sulfonamidas, tetraciclinas, tritoqualina. - Clofibrato
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glibenclamida + Cloranfenicol

Observações: N.D.
Interacções: Reacções hipoglicémicas devidas à potenciação da acção da Glibenclamida podem ocorrer com a administração simultânea das seguintes substâncias: Anabolizantes, bezafibrato, biguanidas, bloqueadores beta, clofibrato, cloranfenicol, derivados cumarínicos, fenfluramina, fenilbutazona, feniramidol, fluoxetina, fosfamídios, guanetidina, inibidores da ECA, inibidores da MAO, miconazol, PAS, pentoxifilina (em doses elevadas por via parentérica), probenecida, reserpina, salicilatos, sulfimpirazona, sulfonamidas, tetraciclinas, tritoqualina. - Cloranfenicol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glibenclamida + Anticoagulantes orais (Derivados da Cumarina)

Observações: N.D.
Interacções: Reacções hipoglicémicas devidas à potenciação da acção da Glibenclamida podem ocorrer com a administração simultânea das seguintes substâncias: Anabolizantes, bezafibrato, biguanidas, bloqueadores beta, clofibrato, cloranfenicol, derivados cumarínicos, fenfluramina, fenilbutazona, feniramidol, fluoxetina, fosfamídios, guanetidina, inibidores da ECA, inibidores da MAO, miconazol, PAS, pentoxifilina (em doses elevadas por via parentérica), probenecida, reserpina, salicilatos, sulfimpirazona, sulfonamidas, tetraciclinas, tritoqualina. - Anticoagulantes orais (Derivados da Cumarina)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glibenclamida + Fenfluramina

Observações: N.D.
Interacções: Reacções hipoglicémicas devidas à potenciação da acção da Glibenclamida podem ocorrer com a administração simultânea das seguintes substâncias: Anabolizantes, bezafibrato, biguanidas, bloqueadores beta, clofibrato, cloranfenicol, derivados cumarínicos, fenfluramina, fenilbutazona, feniramidol, fluoxetina, fosfamídios, guanetidina, inibidores da ECA, inibidores da MAO, miconazol, PAS, pentoxifilina (em doses elevadas por via parentérica), probenecida, reserpina, salicilatos, sulfimpirazona, sulfonamidas, tetraciclinas, tritoqualina. - Fenfluramina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glibenclamida + Fenilbutazona

Observações: N.D.
Interacções: Reacções hipoglicémicas devidas à potenciação da acção da Glibenclamida podem ocorrer com a administração simultânea das seguintes substâncias: Anabolizantes, bezafibrato, biguanidas, bloqueadores beta, clofibrato, cloranfenicol, derivados cumarínicos, fenfluramina, fenilbutazona, feniramidol, fluoxetina, fosfamídios, guanetidina, inibidores da ECA, inibidores da MAO, miconazol, PAS, pentoxifilina (em doses elevadas por via parentérica), probenecida, reserpina, salicilatos, sulfimpirazona, sulfonamidas, tetraciclinas, tritoqualina. - Fenilbutazona
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glibenclamida + Feniramidol

Observações: N.D.
Interacções: Reacções hipoglicémicas devidas à potenciação da acção da Glibenclamida podem ocorrer com a administração simultânea das seguintes substâncias: Anabolizantes, bezafibrato, biguanidas, bloqueadores beta, clofibrato, cloranfenicol, derivados cumarínicos, fenfluramina, fenilbutazona, feniramidol, fluoxetina, fosfamídios, guanetidina, inibidores da ECA, inibidores da MAO, miconazol, PAS, pentoxifilina (em doses elevadas por via parentérica), probenecida, reserpina, salicilatos, sulfimpirazona, sulfonamidas, tetraciclinas, tritoqualina. - Feniramidol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glibenclamida + Fluoxetina

Observações: N.D.
Interacções: Reacções hipoglicémicas devidas à potenciação da acção da Glibenclamida podem ocorrer com a administração simultânea das seguintes substâncias: Anabolizantes, bezafibrato, biguanidas, bloqueadores beta, clofibrato, cloranfenicol, derivados cumarínicos, fenfluramina, fenilbutazona, feniramidol, fluoxetina, fosfamídios, guanetidina, inibidores da ECA, inibidores da MAO, miconazol, PAS, pentoxifilina (em doses elevadas por via parentérica), probenecida, reserpina, salicilatos, sulfimpirazona, sulfonamidas, tetraciclinas, tritoqualina. - Fluoxetina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glibenclamida + Guanetidina

Observações: N.D.
Interacções: Reacções hipoglicémicas devidas à potenciação da acção da Glibenclamida podem ocorrer com a administração simultânea das seguintes substâncias: Anabolizantes, bezafibrato, biguanidas, bloqueadores beta, clofibrato, cloranfenicol, derivados cumarínicos, fenfluramina, fenilbutazona, feniramidol, fluoxetina, fosfamídios, guanetidina, inibidores da ECA, inibidores da MAO, miconazol, PAS, pentoxifilina (em doses elevadas por via parentérica), probenecida, reserpina, salicilatos, sulfimpirazona, sulfonamidas, tetraciclinas, tritoqualina. A atenuação do efeito hipoglicemiante da Glibenclamida com a consequente deterioração do controlo da diabetes pode resultar do uso concomitante de: Acetazolamida, ácido nicotínico (doses elevadas), clonidina, corticosteróides, derivados da fenotiazina, diazóxido, estrogéneos, gestagéneos, fenitoína, glucagom, hormonas da tiróide, saluréticos, simpaticomiméticos. Sob tratamento com bloqueadores beta assim como com clonidina, guanetidina ou reserpina, a percepção dos sinais do alarme de uma crise hipoglicémica pode estar diminuída. - Guanetidina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glibenclamida + Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECAS)

Observações: N.D.
Interacções: Reacções hipoglicémicas devidas à potenciação da acção da Glibenclamida podem ocorrer com a administração simultânea das seguintes substâncias: Anabolizantes, bezafibrato, biguanidas, bloqueadores beta, clofibrato, cloranfenicol, derivados cumarínicos, fenfluramina, fenilbutazona, feniramidol, fluoxetina, fosfamídios, guanetidina, inibidores da ECA, inibidores da MAO, miconazol, PAS, pentoxifilina (em doses elevadas por via parentérica), probenecida, reserpina, salicilatos, sulfimpirazona, sulfonamidas, tetraciclinas, tritoqualina. - Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECAS)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glibenclamida + Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO)

Observações: N.D.
Interacções: Reacções hipoglicémicas devidas à potenciação da acção da Glibenclamida podem ocorrer com a administração simultânea das seguintes substâncias: Anabolizantes, bezafibrato, biguanidas, bloqueadores beta, clofibrato, cloranfenicol, derivados cumarínicos, fenfluramina, fenilbutazona, feniramidol, fluoxetina, fosfamídios, guanetidina, inibidores da ECA, inibidores da MAO, miconazol, PAS, pentoxifilina (em doses elevadas por via parentérica), probenecida, reserpina, salicilatos, sulfimpirazona, sulfonamidas, tetraciclinas, tritoqualina. - Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glibenclamida + Miconazol

Observações: N.D.
Interacções: Reacções hipoglicémicas devidas à potenciação da acção da Glibenclamida podem ocorrer com a administração simultânea das seguintes substâncias: Anabolizantes, bezafibrato, biguanidas, bloqueadores beta, clofibrato, cloranfenicol, derivados cumarínicos, fenfluramina, fenilbutazona, feniramidol, fluoxetina, fosfamídios, guanetidina, inibidores da ECA, inibidores da MAO, miconazol, PAS, pentoxifilina (em doses elevadas por via parentérica), probenecida, reserpina, salicilatos, sulfimpirazona, sulfonamidas, tetraciclinas, tritoqualina. - Miconazol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glibenclamida + Pentoxifilina (oxipentifilina)

Observações: N.D.
Interacções: Reacções hipoglicémicas devidas à potenciação da acção da Glibenclamida podem ocorrer com a administração simultânea das seguintes substâncias: Anabolizantes, bezafibrato, biguanidas, bloqueadores beta, clofibrato, cloranfenicol, derivados cumarínicos, fenfluramina, fenilbutazona, feniramidol, fluoxetina, fosfamídios, guanetidina, inibidores da ECA, inibidores da MAO, miconazol, PAS, pentoxifilina (em doses elevadas por via parentérica), probenecida, reserpina, salicilatos, sulfimpirazona, sulfonamidas, tetraciclinas, tritoqualina. - Pentoxifilina (oxipentifilina)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glibenclamida + Probenecida

Observações: N.D.
Interacções: Reacções hipoglicémicas devidas à potenciação da acção da Glibenclamida podem ocorrer com a administração simultânea das seguintes substâncias: Anabolizantes, bezafibrato, biguanidas, bloqueadores beta, clofibrato, cloranfenicol, derivados cumarínicos, fenfluramina, fenilbutazona, feniramidol, fluoxetina, fosfamídios, guanetidina, inibidores da ECA, inibidores da MAO, miconazol, PAS, pentoxifilina (em doses elevadas por via parentérica), probenecida, reserpina, salicilatos, sulfimpirazona, sulfonamidas, tetraciclinas, tritoqualina. - Probenecida
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glibenclamida + Reserpina

Observações: N.D.
Interacções: Reacções hipoglicémicas devidas à potenciação da acção da Glibenclamida podem ocorrer com a administração simultânea das seguintes substâncias: Anabolizantes, bezafibrato, biguanidas, bloqueadores beta, clofibrato, cloranfenicol, derivados cumarínicos, fenfluramina, fenilbutazona, feniramidol, fluoxetina, fosfamídios, guanetidina, inibidores da ECA, inibidores da MAO, miconazol, PAS, pentoxifilina (em doses elevadas por via parentérica), probenecida, reserpina, salicilatos, sulfimpirazona, sulfonamidas, tetraciclinas, tritoqualina. A atenuação do efeito hipoglicemiante da Glibenclamida com a consequente deterioração do controlo da diabetes pode resultar do uso concomitante de: Acetazolamida, ácido nicotínico (doses elevadas), clonidina, corticosteróides, derivados da fenotiazina, diazóxido, estrogéneos, gestagéneos, fenitoína, glucagom, hormonas da tiróide, saluréticos, simpaticomiméticos. Sob tratamento com bloqueadores beta assim como com clonidina, guanetidina ou reserpina, a percepção dos sinais do alarme de uma crise hipoglicémica pode estar diminuída. - Reserpina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glibenclamida + Salicilatos

Observações: N.D.
Interacções: Reacções hipoglicémicas devidas à potenciação da acção da Glibenclamida podem ocorrer com a administração simultânea das seguintes substâncias: Anabolizantes, bezafibrato, biguanidas, bloqueadores beta, clofibrato, cloranfenicol, derivados cumarínicos, fenfluramina, fenilbutazona, feniramidol, fluoxetina, fosfamídios, guanetidina, inibidores da ECA, inibidores da MAO, miconazol, PAS, pentoxifilina (em doses elevadas por via parentérica), probenecida, reserpina, salicilatos, sulfimpirazona, sulfonamidas, tetraciclinas, tritoqualina. - Salicilatos
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glibenclamida + Sulfimpirazona

Observações: N.D.
Interacções: Reacções hipoglicémicas devidas à potenciação da acção da Glibenclamida podem ocorrer com a administração simultânea das seguintes substâncias: Anabolizantes, bezafibrato, biguanidas, bloqueadores beta, clofibrato, cloranfenicol, derivados cumarínicos, fenfluramina, fenilbutazona, feniramidol, fluoxetina, fosfamídios, guanetidina, inibidores da ECA, inibidores da MAO, miconazol, PAS, pentoxifilina (em doses elevadas por via parentérica), probenecida, reserpina, salicilatos, sulfimpirazona, sulfonamidas, tetraciclinas, tritoqualina. - Sulfimpirazona
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glibenclamida + Sulfonamidas (sulfanilamidas)

Observações: N.D.
Interacções: Reacções hipoglicémicas devidas à potenciação da acção da Glibenclamida podem ocorrer com a administração simultânea das seguintes substâncias: Anabolizantes, bezafibrato, biguanidas, bloqueadores beta, clofibrato, cloranfenicol, derivados cumarínicos, fenfluramina, fenilbutazona, feniramidol, fluoxetina, fosfamídios, guanetidina, inibidores da ECA, inibidores da MAO, miconazol, PAS, pentoxifilina (em doses elevadas por via parentérica), probenecida, reserpina, salicilatos, sulfimpirazona, sulfonamidas, tetraciclinas, tritoqualina. - Sulfonamidas (sulfanilamidas)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glibenclamida + Tetraciclinas

Observações: N.D.
Interacções: Reacções hipoglicémicas devidas à potenciação da acção da Glibenclamida podem ocorrer com a administração simultânea das seguintes substâncias: Anabolizantes, bezafibrato, biguanidas, bloqueadores beta, clofibrato, cloranfenicol, derivados cumarínicos, fenfluramina, fenilbutazona, feniramidol, fluoxetina, fosfamídios, guanetidina, inibidores da ECA, inibidores da MAO, miconazol, PAS, pentoxifilina (em doses elevadas por via parentérica), probenecida, reserpina, salicilatos, sulfimpirazona, sulfonamidas, tetraciclinas, tritoqualina. - Tetraciclinas
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glibenclamida + Tritoqualina

Observações: N.D.
Interacções: Reacções hipoglicémicas devidas à potenciação da acção da Glibenclamida podem ocorrer com a administração simultânea das seguintes substâncias: Anabolizantes, bezafibrato, biguanidas, bloqueadores beta, clofibrato, cloranfenicol, derivados cumarínicos, fenfluramina, fenilbutazona, feniramidol, fluoxetina, fosfamídios, guanetidina, inibidores da ECA, inibidores da MAO, miconazol, PAS, pentoxifilina (em doses elevadas por via parentérica), probenecida, reserpina, salicilatos, sulfimpirazona, sulfonamidas, tetraciclinas, tritoqualina. - Tritoqualina
Usar com precaução

Glibenclamida + Acetazolamida

Observações: N.D.
Interacções: A atenuação do efeito hipoglicemiante da Glibenclamida com a consequente deterioração do controlo da diabetes pode resultar do uso concomitante de: Acetazolamida, ácido nicotínico (doses elevadas), clonidina, corticosteróides, derivados da fenotiazina, diazóxido, estrogéneos, gestagéneos, fenitoína, glucagom, hormonas da tiróide, saluréticos, simpaticomiméticos. Sob tratamento com bloqueadores beta assim como com clonidina, guanetidina ou reserpina, a percepção dos sinais do alarme de uma crise hipoglicémica pode estar diminuída. - Acetazolamida
Usar com precaução

Glibenclamida + Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP)

Observações: N.D.
Interacções: A atenuação do efeito hipoglicemiante da Glibenclamida com a consequente deterioração do controlo da diabetes pode resultar do uso concomitante de: Acetazolamida, ácido nicotínico (doses elevadas), clonidina, corticosteróides, derivados da fenotiazina, diazóxido, estrogéneos, gestagéneos, fenitoína, glucagom, hormonas da tiróide, saluréticos, simpaticomiméticos. Sob tratamento com bloqueadores beta assim como com clonidina, guanetidina ou reserpina, a percepção dos sinais do alarme de uma crise hipoglicémica pode estar diminuída. - Ácido nicotínico (ou niacina, vitamina B3, vitamina PP)
Usar com precaução

Glibenclamida + Clonidina

Observações: N.D.
Interacções: A atenuação do efeito hipoglicemiante da Glibenclamida com a consequente deterioração do controlo da diabetes pode resultar do uso concomitante de: Acetazolamida, ácido nicotínico (doses elevadas), clonidina, corticosteróides, derivados da fenotiazina, diazóxido, estrogéneos, gestagéneos, fenitoína, glucagom, hormonas da tiróide, saluréticos, simpaticomiméticos. Sob tratamento com bloqueadores beta assim como com clonidina, guanetidina ou reserpina, a percepção dos sinais do alarme de uma crise hipoglicémica pode estar diminuída. - Clonidina
Usar com precaução

Glibenclamida + Corticosteroides

Observações: N.D.
Interacções: A atenuação do efeito hipoglicemiante da Glibenclamida com a consequente deterioração do controlo da diabetes pode resultar do uso concomitante de: Acetazolamida, ácido nicotínico (doses elevadas), clonidina, corticosteróides, derivados da fenotiazina, diazóxido, estrogéneos, gestagéneos, fenitoína, glucagom, hormonas da tiróide, saluréticos, simpaticomiméticos. Sob tratamento com bloqueadores beta assim como com clonidina, guanetidina ou reserpina, a percepção dos sinais do alarme de uma crise hipoglicémica pode estar diminuída. - Corticosteroides
Usar com precaução

Glibenclamida + Fenotiazidas (fenotiazinas)

Observações: N.D.
Interacções: A atenuação do efeito hipoglicemiante da Glibenclamida com a consequente deterioração do controlo da diabetes pode resultar do uso concomitante de: Acetazolamida, ácido nicotínico (doses elevadas), clonidina, corticosteróides, derivados da fenotiazina, diazóxido, estrogéneos, gestagéneos, fenitoína, glucagom, hormonas da tiróide, saluréticos, simpaticomiméticos. Sob tratamento com bloqueadores beta assim como com clonidina, guanetidina ou reserpina, a percepção dos sinais do alarme de uma crise hipoglicémica pode estar diminuída. - Fenotiazidas (fenotiazinas)
Usar com precaução

Glibenclamida + Diazóxido

Observações: N.D.
Interacções: A atenuação do efeito hipoglicemiante da Glibenclamida com a consequente deterioração do controlo da diabetes pode resultar do uso concomitante de: Acetazolamida, ácido nicotínico (doses elevadas), clonidina, corticosteróides, derivados da fenotiazina, diazóxido, estrogéneos, gestagéneos, fenitoína, glucagom, hormonas da tiróide, saluréticos, simpaticomiméticos. Sob tratamento com bloqueadores beta assim como com clonidina, guanetidina ou reserpina, a percepção dos sinais do alarme de uma crise hipoglicémica pode estar diminuída. - Diazóxido
Usar com precaução

Glibenclamida + Estrogénios

Observações: N.D.
Interacções: A atenuação do efeito hipoglicemiante da Glibenclamida com a consequente deterioração do controlo da diabetes pode resultar do uso concomitante de: Acetazolamida, ácido nicotínico (doses elevadas), clonidina, corticosteróides, derivados da fenotiazina, diazóxido, estrogéneos, gestagéneos, fenitoína, glucagom, hormonas da tiróide, saluréticos, simpaticomiméticos. Sob tratamento com bloqueadores beta assim como com clonidina, guanetidina ou reserpina, a percepção dos sinais do alarme de uma crise hipoglicémica pode estar diminuída. - Estrogénios
Usar com precaução

Glibenclamida + Gestagéneos

Observações: N.D.
Interacções: A atenuação do efeito hipoglicemiante da Glibenclamida com a consequente deterioração do controlo da diabetes pode resultar do uso concomitante de: Acetazolamida, ácido nicotínico (doses elevadas), clonidina, corticosteróides, derivados da fenotiazina, diazóxido, estrogéneos, gestagéneos, fenitoína, glucagom, hormonas da tiróide, saluréticos, simpaticomiméticos. Sob tratamento com bloqueadores beta assim como com clonidina, guanetidina ou reserpina, a percepção dos sinais do alarme de uma crise hipoglicémica pode estar diminuída. - Gestagéneos
Usar com precaução

Glibenclamida + Fenitoína

Observações: N.D.
Interacções: A atenuação do efeito hipoglicemiante da Glibenclamida com a consequente deterioração do controlo da diabetes pode resultar do uso concomitante de: Acetazolamida, ácido nicotínico (doses elevadas), clonidina, corticosteróides, derivados da fenotiazina, diazóxido, estrogéneos, gestagéneos, fenitoína, glucagom, hormonas da tiróide, saluréticos, simpaticomiméticos. Sob tratamento com bloqueadores beta assim como com clonidina, guanetidina ou reserpina, a percepção dos sinais do alarme de uma crise hipoglicémica pode estar diminuída. - Fenitoína
Usar com precaução

Glibenclamida + Glucagom

Observações: N.D.
Interacções: A atenuação do efeito hipoglicemiante da Glibenclamida com a consequente deterioração do controlo da diabetes pode resultar do uso concomitante de: Acetazolamida, ácido nicotínico (doses elevadas), clonidina, corticosteróides, derivados da fenotiazina, diazóxido, estrogéneos, gestagéneos, fenitoína, glucagom, hormonas da tiróide, saluréticos, simpaticomiméticos. Sob tratamento com bloqueadores beta assim como com clonidina, guanetidina ou reserpina, a percepção dos sinais do alarme de uma crise hipoglicémica pode estar diminuída. - Glucagom
Usar com precaução

Glibenclamida + Hormonas da tiróide

Observações: N.D.
Interacções: A atenuação do efeito hipoglicemiante da Glibenclamida com a consequente deterioração do controlo da diabetes pode resultar do uso concomitante de: Acetazolamida, ácido nicotínico (doses elevadas), clonidina, corticosteróides, derivados da fenotiazina, diazóxido, estrogéneos, gestagéneos, fenitoína, glucagom, hormonas da tiróide, saluréticos, simpaticomiméticos. Sob tratamento com bloqueadores beta assim como com clonidina, guanetidina ou reserpina, a percepção dos sinais do alarme de uma crise hipoglicémica pode estar diminuída. - Hormonas da tiróide
Usar com precaução

Glibenclamida + Simpaticomiméticos

Observações: N.D.
Interacções: A atenuação do efeito hipoglicemiante da Glibenclamida com a consequente deterioração do controlo da diabetes pode resultar do uso concomitante de: Acetazolamida, ácido nicotínico (doses elevadas), clonidina, corticosteróides, derivados da fenotiazina, diazóxido, estrogéneos, gestagéneos, fenitoína, glucagom, hormonas da tiróide, saluréticos, simpaticomiméticos. Sob tratamento com bloqueadores beta assim como com clonidina, guanetidina ou reserpina, a percepção dos sinais do alarme de uma crise hipoglicémica pode estar diminuída. - Simpaticomiméticos
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glibenclamida + Antagonistas dos Receptores H2 da Histamina

Observações: N.D.
Interacções: Em casos raros, tem sido observada uma indesejável potenciação ou atenuação do efeito hipoglicemiante da Glibenclamida durante a medicação concomitante com antagonistas dos receptores H2. - Antagonistas dos Receptores H2 da Histamina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glibenclamida + Laxantes

Observações: N.D.
Interacções: O alcoolismo crónico e o abuso crónico de laxantes podem deteriorar o controlo da diabetes. - Laxantes
Sem significado Clínico

Saxagliptina + Glibenclamida

Observações: Os dados clínicos a seguir descritos sugerem que é baixo o risco de interações clinicamente significativas com medicamentos coadministrados.
Interacções: Em estudos in vitro, a saxagliptina e o seu principal metabolito não inibiram o CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1, ou 3A4, nem induziram o CYP1A2, 2B6, 2C9, ou 3A4. Em estudos realizados em indivíduos saudáveis, a farmacocinética da saxagliptina e do seu principal metabolito não foram significativamente alteradas pela metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, omeprazol, antiácidos ou famotidina. Adicionalmente, a saxagliptina não alterou significativamente a farmacocinética da metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, dos componentes ativos de um contraceptivo oral combinado (etinilestradiol e norgestimato), do diltiazem ou cetoconazol. - Glibenclamida
Sem significado Clínico

Sitagliptina + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interacções: Os estudos in vitro sugerem que a sitagliptina não inibe nem induz as isoenzimas do CYP450. Nos estudos clínicos, a sitagliptina não alterou de forma significativa a farmacocinética da metformina, gliburida, sinvastatina, rosiglitazona, varfarina ou dos Contraceptivos orais, evidenciando in vivo uma baixa propensão para causar interacções com substratos do CYP3A4, CYP2C8, CYP2C9 e transportador catiónico orgânico (OCT). A sitagliptina pode ser um fraco inibidor da glicoproteína-p in vivo. - Glibenclamida
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Desmopressina + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interacções: A glibenclamida e o lítio podem diminuir o efeito anti-diurético. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Alogliptina + Glibenclamida

Observações: A alogliptina é principalmente excretada sob a forma inalterada na urina e o metabolismo pelo sistema enzimático do citocromo (CYP) P450 é desprezável. Por conseguinte, não são esperadas nem foram observadas interacções com os inibidores do CYP. Estudos in vitro sugerem que a alogliptina não inibe nem induz as isoformas do CYP 450 em concentrações obtidas com a dose recomendada de 25 mg de alogliptina. Por conseguinte, não é esperada nem foi observada interacção com substratos das isoformas do CYP 450. Em estudos in vitro, constatou-se que a alogliptina não é um substrato nem um inibidor dos principais transportadores associados à disposição do fármaco no rim: transportador aniónico orgânico 1, transportador aniónico orgânico 3 ou transportador catiónico orgânico 2 (OCT2).
Interacções: Efeitos da alogliptina sobre outros medicamentos: Em estudos clínicos, a alogliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da cafeína, (R)-varfarina, pioglitazona, gliburida, tolbutamida, (S)-varfarina, dextrometorfano, atorvastatina, midazolam, um contraceptivo oral (noretindrona e etinilestradiol), digoxina, fexofenadina, metformina ou cimetidina, proporcionando assim provas in vivo de uma baixa tendência para causar interacção com substratos do CYP1A2, CYP3A4, CYP2D6, CYP2C9, da glicoproteína-P e do OCT2. Associação com outros medicamentos antidiabéticos: Os resultados dos estudos com metformina, pioglitazona (tiazolidinediona), voglibose (inibidor da alfa-glucosidase) e gliburida (sulfonilureia) não demonstraram quaisquer interacções farmacocinéticas clinicamente relevantes. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Solifenacina + Tansulosina + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interacções: TANSULOSINA: A co-administração com outros antagonistas dos receptores alfa1-adrenérgicos pode originar efeitos hipotensores. In vitro, a fração livre da tansulosina no plasma humano não foi alterada pelo diazepam, propranolol, triclormetiazida, clormadinona, amitriptilina, diclofenac, glibenclamida, sinvastatina ou varfarina. Por sua vez, a tansulosina não altera as frações livres do diazepam, propranolol, triclormetiazida ou clormadinona. Contudo, o diclofenac e a varfarina podem aumentar a taxa de eliminação da tansulosina. Estudos in vitro com a tansulosina demonstraram que, em concentrações terapêuticas, a tansulosina não inibe CYP1A2, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 ou 3A4. Assim, é improvável a ocorrência de interacções da tansulosina com fármacos metabolizados por estas enzimas CYP. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Azilsartan medoxomil + Clorotalidona + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interacções: Azilsartan medoxomilo: Não foram notificadas interacções clinicamente significativas em estudos do azilsartan medoxomilo ou do azilsartan administrado com amlodipina, antiácidos, clorotalidona, digoxina, fluconazol, gliburida, cetoconazol, metformina e varfarina. O azilsartan medoxomilo é um profármaco, que é rapidamente hidrolisado na sua fração ativa azilsartan por esterases no trato gastrointestinal e/ou durante a absorção do fármaco. Estudos in vitro indicaram que é improvável a ocorrência de interacções baseadas na inibição das estearases. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Dapoxetina + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interacções: Efeitos da dapoxetina na farmacocinética de medicamentos administrados concomitantemente: Medicamentos metabolizados pelo CYP2C9: Tomas múltiplas de dapoxetina (60 mg/dia durante 6 dias) não afetaram a farmacocinética nem a farmacodinâmica de uma dose única de 5 mg de gliburida. É improvável que a dapoxetina afete a farmacocinética de outros substratos do CYP2C9. - Glibenclamida
Usar com precaução

Olaparib + Glibenclamida

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica formais.
Interacções: interacções farmacocinéticas: Efeito de olaparib sobre outros fármacos: Desconhece-se o potencial de olaparib para induzir o CYP3A, CYP1A2, CYP2B6, CYP2C9, CYP2C19 e o P-gp e não se pode excluir que o olaparib após administração concomitante possa reduzir a exposição aos substratos destas enzimas metabólicas e proteína transportadora. A eficácia dos Contraceptivos hormonais pode estar reduzida se forem administrados concomitantemente com olaparib. O olaparib in vitro pode ser um inibidor do P-gp e é um inibidor do BRCP, OATP1B1, OCT1 e OCT2. Não se pode excluir que olaparib possa aumentar a exposição aos substratos do P-gp (p.ex., estatinas, digoxina, dabigatrano, colquicina), BRCP (p.ex., metotrexato, rosuvastatina e sulfassalazina), OATP1B1 (p.ex., bosentano, glibenclamida, repaglinida, estatinas e valsartan), OCT1 (p.ex., metformina) e OCT2 (p.ex., creatinina sérica). Em particular, recomenda-se precaução se olaparib for administrado em associação com qualquer estatina. - Glibenclamida
Usar com precaução

Safinamida + Glibenclamida

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interacções: interacções medicamentosas farmacocinéticas in vivo e in vitro: A safinamida pode transitoriamente inibir a BCRP, por conseguinte, deverá manter-se um intervalo de 5 horas entre a dosagem de safinamida e de outros medicamentos que sejam substratos da BCRP com um T máx ≤2 horas (por exemplo, pitavastatina, pravastatina, ciprofloxacina, metotrexato, topotecano, diclofenac ou gliburida). A safinamida é quase exclusivamente eliminada via metabolismo, principalmente através de amidases de alta capacidade que ainda não foram caracterizadas. A safinamida é principalmente eliminada na urina. Em microssomas hepáticos humanos ( Human Liver Microsome, HLM), a etapa de N-desalquilação parece ser catalisada pela CYP3A4, uma vez que a depuração da safinamida nos HLM foi inibida em 90% pelo cetoconazol. Não existem atualmente no mercado quaisquer medicamentos conhecidos por causar interacções medicamentosas clinicamente significativas através da inibição ou indução das enzimas amidases. O metabolito NW-1153 é um substrato do OAT3 em concentrações clinicamente relevantes. Os medicamentos que são inibidores do OAT3 administrados concomitantemente com a safinamida podem reduzir a depuração de NW-1153, e consequentemente, podem aumentar a sua exposição sistémica. A exposição sistémica de N W-1153 é baixa (1/10 da safinamida principal ). Este potencial aumento não tem, muito provavelmente, qualquer relevância clínica, dado que o NW-1153, o primeiro produto na via metabólica, é adicionalmente transformado em metabolitos secundários e terciários. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Metformina + Alogliptina + Glibenclamida

Observações: A coadministração de 100 mg de alogliptina uma vez ao dia e 1.000 mg de cloridrato de metformina duas vezes ao dia, durante 6 dias, em indivíduos saudáveis, não teve quaisquer efeitos clinicamente relevantes na farmacocinética da alogliptina ou da metformina. Não foram realizados estudos farmacocinéticos específicos de interacção medicamentosa com este medicamento.
Interacções: Efeitos da alogliptina sobre outros medicamentos: Em estudos in vitro, constatou-se que a alogliptina não é um substrato nem um inibidor dos principais transportadores associados à disposição do fármaco no rim: transportador aniónico orgânico 1, transportador aniónico orgânico 3 ou transportador catiónico orgânico 2 (OCT2). Além disso, os dados clínicos não sugerem interacção com os inibidores ou substratos da glicoproteína-P. Em estudos clínicos, a alogliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da cafeína, (R)-varfarina, pioglitazona, gliburida, tolbutamida, (S)-varfarina, dextrometorfano, atorvastatina, midazolam, um contraceptivo oral (noretindrona e etinilestradiol), digoxina, fexofenadina, metformina ou cimetidina, proporcionando assim provas in vivo de uma baixa tendência para causar interacção com substratos do CYP1A2, CYP3A4, CYP2D6, CYP2C9, da glicoproteína-P e do OCT2. Em indivíduos saudáveis, a alogliptina não tem qualquer efeito no tempo da protrombina ou Razão Normalizada Internacional (INR) quando administrada concomitantemente com a varfarina. Efeitos da alogliptina sobre outros medicamentos: Associação da alogliptina com outros medicamentos antidiabéticos: Os resultados dos estudos com metformina, pioglitazona (tiazolidinediona), voglibose (inibidor da alfa-glucosidase) e gliburida (sulfonilureia) não demonstraram quaisquer interacções farmacocinéticas clinicamente relevantes. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Metformina + Canagliflozina + Glibenclamida

Observações: Não foram realizados estudos de interacção farmacológica farmacocinética com este medicamento. Contudo, tais estudos foram realizados com as substâncias ativas individuais (canagliflozina e metformina). A administração concomitante de canagliflozina (300 mg uma vez por dia) e metformina (2000 mg uma vez por dia) não teve um efeito clínico relevante sobre a farmacocinética quer da canagliflozina, quer da metformina.
Interacções: CANAGLIFLOZINA Efeitos da canagliflozina noutros medicamentos: Em estudos de interacção, a canagliflozina no estado estacionário não teve um efeito clinicamente relevante na farmacocinética da metformina, Contraceptivos orais (etinilestradiol e levonorgestrol), glibenclamida, paracetamol, hidroclorotiazida ou varfarina. - Glibenclamida
Sem significado Clínico

Metformina + Saxagliptina + Glibenclamida

Observações: A administração concomitante de doses múltiplas de saxagliptina (2,5 mg duas vezes por dia) e metformina (1.000 mg duas vezes por dia) não alterou significativamente o perfil farmacocinético da saxagliptina nem da metformina em doentes com diabetes tipo 2. Não foram realizados estudos formais de interação com Metformina/Saxagliptina.
Interacções: SAXAGLIPTINA: Os dados clínicos a seguir descritos sugerem que é baixo o risco de interacções clinicamente significativas com outros medicamentos administrados concomitantemente. O metabolismo da saxagliptina é mediado principalmente pelo citocromo P450 3A4/5 (CYP3A4/5). Em estudos in vitro, a saxagliptina e o seu principal metabolito não inibiram o CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1, ou 3A4, nem induziram o CYP1A2, 2B6, 2C9, ou 3A4. Em estudos realizados em indivíduos saudáveis, a farmacocinética da saxagliptina e do seu principal metabolito não foram significativamente alteradas pela metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, omeprazol, antiácidos ou famotidina. Adicionalmente, a saxagliptina não alterou significativamente a farmacocinética da metformina, glibenclamida, pioglitazona, digoxina, sinvastatina, os componentes ativos dos Contraceptivos orais combinados (etinilestradiol e norgestimato), diltiazem ou cetoconazol. A administração concomitante de saxagliptina com o diltiazem, um inibidor moderado do CYP3A4/5, aumentou a Cmax e a AUC da saxagliptina em cerca de 63% e 2,1 vezes, respectivamente, e os valores correspondentes para o metabolito activo diminuíram em cerca de 44% e 34%, respectivamente. A administração concomitante de saxagliptina com o cetoconazol, um inibidor potente do CYP3A4/5, aumentou a Cmax e a AUC da saxagliptina em cerca de 62% e 2,5 vezes, respectivamente, e os valores correspondentes para o metabolito activo diminuíram em cerca de 95% e 88%, respectivamente. - Glibenclamida
Sem significado Clínico

Metformina + Sitagliptina + Glibenclamida

Observações: A coadministração de doses múltiplas de sitagliptina (50 mg duas vezes por dia) e metformina (1.000 mg duas vezes por dia) não alterou significativamente o perfil farmacocinético da sitagliptina nem da metformina em doentes com diabetes tipo 2. Embora não tenham sido realizados estudos farmacocinéticos de interação medicamentosa com Metformina/Sitagliptina, foram efetuados estudos com as substâncias ativas individuais, a sitagliptina e a metformina. Existe um risco aumentado de acidose láctica na intoxicação alcoólica aguda (em particular nas situações de jejum, desnutrição ou insuficiência hepática) devido à metformina.
Interacções: Efeitos da sitagliptina noutros medicamentos: Os dados in vitro sugerem que a sitagliptina não inibe nem induz as isoenzimas do CYP450. Em estudos clínicos a sitagliptina não alterou de forma significativa a farmacocinética da metformina, gliburida, sinvastatina, rosiglitazona, varfarina ou dos Contraceptivos orais, evidenciando in vivo uma baixa propensão para causar interacções com substratos do CYP3A4, CYP2C8, CYP2C9 e transportador catiónico orgânico (OCT). A sitagliptina pode ser um fraco inibidor da glicoproteína-p in vivo. - Glibenclamida
Sem significado Clínico

Canagliflozina + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interacções: Efeitos da canagliflozina noutros medicamentos: Em estudos de interacção, a canagliflozina no estado estacionário não teve um efeito clinicamente relevante na farmacocinética da metformina, Contraceptivos orais (etinilestradiol e levonorgestrol), glibenclamida, paracetamol, hidroclorotiazida, ou varfarina. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Dutasterida + Tansulosina + Glibenclamida

Observações: Não foram realizados estudos de interacção fármaco-fármaco com Dutasterida / Tansulosina.
Interacções: TANSULOSINA: A administração concomitante do cloridrato de tansulosina com fármacos que possam reduzir a pressão arterial, incluindo anestésicos, inibidores PDE5 e outros bloqueadores adrenérgicos alfa-1, poderá levar à potenciação dos efeitos hipotensores. Dutasterida-tansulosina não deverá ser utilizada em associação com outros bloqueadores adrenérgicos alfa-1. A administração concomitante de cloridrato de tansulosina e cetoconazol (um inibidor forte do CYP3A4) resultou num aumento da Cmáx e AUC do cloridrato de tansulosina num fator de 2,2 e 2,8 respectivamente. A administração concomitante de cloridrato de tansulosina e paroxetina (um inibidor forte do CYP2D6) resultou num aumento da Cmáx e AUC do cloridrato de tansulosina num fator de 1,3 e 1,6 respectivamente. Quando administrado concomitantemente com um inibidor forte do CYP3A4, é esperado um aumento semelhante na exposição dos metabolizadores fracos do CYP2D6 quando comparados com os metabolisadores extensos. Os efeitos da administração concomitante de inibidores do CYP3A4 e CYP2D6 com cloridrato de tansulosina não foram avaliados clinicamente, contudo existe um potencial para aumento significativo da exposição à tansulosina. A administração concomitante de cloridrato de tansulosina (0,4 mg) e cimetidina (400 mg de seis em seis horas durante seis dias) resultou na diminuição da depuração (26%) e no aumento na AUC (44%) do cloridrato de tansulosina. Deverá ser tida precaução na utilização de dutasterida-tansulosina em associação com cimetidina. Não foi realizado um estudo de interacção de fármacos entre o cloridrato de tansulosina e a varfarina. Os resultados de estudos limitados in vitro e in vivo são inconclusivos. Deverá ser tida precaução na administração concomitante de varfarina e cloridrato de tansulosina. Não foram observadas interacções quando o cloridrato de tansulosina foi administrado concomitantemente com atenolol, enalapril, nifedipina ou teofilina. A administração concomitante de furosemida origina a diminuição dos níveis plasmáticos da tansulosina, no entanto não são necessários ajustes posológicos uma vez que os níveis permanecem dentro do intervalo normal. In vitro, nem o diazepam ou propanolol, triclorometiazida, clormadinona, amitriptilina, diclofenac, glibenclamida e sinvastatina alteram a fração livre da tansulosina no plasma humano. A tansulosina também não altera as frações livres de diazepam, propanolol, triclormetiazida e clormadinona. Não foram observadas interacções ao nível do metabolismo hepático durante os estudos in vitro com frações microssomais de fígado (representativas do sistema metabolizador enzimático de fármacos associado ao citocromo P450), envolvendo amitriptilina, salbutamol e glibenclamida. No entanto, o diclofenac pode aumentar a taxa de eliminação da tansulosina. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Levofloxacina + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interacções: Outras informações relevantes: Estudos de farmacologia clínica demonstraram que a farmacocinética da levofloxacina não foi afectada de forma clinicamente relevante quando esta foi administrada juntamente com os seguintes medicamentos: Carbonato de cálcio. Digoxina. Glibenclamida. Ranitidina. - Glibenclamida
Usar com precaução

Tenoxicam + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interacções: Antidiabéticos orais: Do mesmo modo, o efeito clínico dos fármacos antidiabéticos orais glibornurida, glibenclamida, tolbutamida, não foi modificado pelo Tenoxicam. No entanto, recomenda-se uma monitorização cuidadosa dos doentes tratados concomitantemente com antidiabéticos orais. - Glibenclamida
Usar com precaução

Topiramato + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interacções: Outras interacções medicamentosas: Gliburida: Um estudo de interacção medicamentosa conduzido em doentes com diabetes tipo 2 avaliou a farmacocinética no estado de equilíbrio da gliburida (5 mg/dia) em monoterapia e em concomitância com topiramato (150 mg/dia). Verificou-se uma diminuição de 25% da AUC24 da gliburida durante a administração de topiramato. A exposição sistémica dos metabolitos activos, 4-trans-hidróxi-gliburida (M1) e 3-cis-hidróxi-gliburida (M2), também estava diminuída respectivamente em 13% e 15%. A farmacocinética no estado de equilíbrio do topiramato não foi afectada pela administração concomitante de gliburida. Quando o topiramato é adicionado à terapêutica com gliburida ou a gliburida é adicionada à terapêutica com topiramato, deve prestar-se uma atenção especial à monitorização de rotina para garantir um controlo adequado da diabetes. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Torasemida + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interacções: Efeito da torasemida sobre outros medicamentos: A torasemida não afecta a ligação proteica da glibenclamida nem a da varfarina nem o efeito anticoagulante da fenprocumona (derivado cumarínico próximo), nem a farmacocinética da digoxina ou do carvedilol (vasodilatador / bloqueador beta). Nos indivíduos saudáveis, a co-administração de torasemida foi associada a uma redução significativa na excreção renal de espironolactona, com aumentos correspondentes na área sob curva (AUC). No entanto, a experiência clínica sugere que não será necessário o ajuste posológico de qualquer destes fármacos. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Valsartan + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interacções: Outros: Nos estudos de interacções medicamentosas com valsartan, não foram observadas quaisquer interacções clinicamente significativas com valsartan ou com qualquer um dos fármacos seguintes: cimetidina, varfarina, furosemida, digoxina, atenolol, indometacina, hidroclorotiazida, amlodipina, glibenclamida. - Glibenclamida
Usar com precaução

Fluconazol + Glibenclamida

Observações: O fluconazol é um potente inibidor do citocromo P450 (CYP) isoenzima 2C9 e um inibidor moderado do CYP3A4. O fluconazol é também um inibidor da isoenzima CYP2C19. Adicionalmente às interações observadas/documentadas abaixo indicadas, existe um risco de aumento da concentração plasmática de outros compostos metabolizados pelo CYP2C9 e CYP3A4 coadministrados com fluconazol. Deste modo, deve-se ter precaução quando se utilizam estas associações e os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados. O efeito inibidor da enzima pelo fluconazol persiste 4-5 dias após a descontinuação do tratamento com fluconazol devido à sua longa semivida.
Interacções: A utilização concomitante dos seguintes fámacos leva a precauções e ajustes de dose: O efeito de fluconazol noutros fármacos: Sulfonilureias: O fluconazol demonstrou prolongar a semivida sérica das sulfonilureias orais (por ex. cloropropamida, glibenclamida, glipizida e tolbutamida), quando administrado concomitantemente, em voluntários saudáveis. Os níveis sanguíneos de glucose devem ser frequentemente monitorizados e é recomendada uma redução apropriada da dose da sulfonilureia durante a co-administração. - Glibenclamida
Sem significado Clínico

Fluvastatina + Glibenclamida

Observações: n.d
Interacções: interacções farmacológicas: Agentes antidiabéticos orais: Para os doentes que estão a receber sulfonilureias orais (glibenclamida [glyburide], tolbutamida) para o tratamento da diabetes mellitus não-insulinodependente (tipo 2) (DMNID), a adição de fluvastatina não leva a alterações clinicamente significativas do controlo glicémico. Em doentes com DMNID tratados com glibenclamida (n=32), a administração de fluvastatina (40 mg duas vezes por dia durante 14 dias) aumentou as C máx, AUC e t1/2 médias da glibenclamida em aproximadamente 50%, 69% e 121%, respectivamente. A glibenclamida (5 a 20 mg diários) aumentou as C máx e AUC médias da fluvastatina em 44% e 51%, respectivamente. Neste estudo não se verificaram alterações nos níveis de glucose, insulina e péptido C. Contudo, os doentes sob terapêutica concomitante com glibenclamida (glyburide) e fluvastatina deverão continuar a ser monitorizados adequadamente quando a sua dose de fluvastatina é aumentada para 80 mg por dia. - Glibenclamida
Sem significado Clínico

Glimepirida + Rosiglitazona + Glibenclamida

Observações: Não existem estudos formais de interacção para este medicamento, no entanto o uso concomitante das substâncias activas em doentes em estudos clínicos e na sua vasta utilização clínica não originou interações inesperadas. Anformação disponível é acerca das substâncias activas individualmente (rosiglitazona e glimepirida).
Interacções: ROSIGLITAZONA: A administração concomitante da rosiglitazona com os agentes antidiabéticos orais, metformina, glimepirida, glibenclamida e acarbose não resultou em qualquer interacção farmacocinética clinicamente relevante. - Glibenclamida
Usar com precaução

Hidroclorotiazida + Amilorida + Glibenclamida

Observações: N.D.
Interacções: interacções com hidroclorotiazida: Gliburida: Os diuréticos tiazídicos podem ter um efeito diabetogénico em diabéticos e pré-diabéticos, que podem antagonizar os efeitos dos agentes hipoglicemiantes. Também foi relatada hiponatrémia em doentes recebendo ambos os tipos de fármacos concomitantemente. - Glibenclamida
Usar com precaução

Voriconazol + Glibenclamida

Observações: n.d.
Interacções: Sulfonilureias (ex. tolbutamida, glipizida, gliburida) [substratos do CYP2C9] Apesar de não ter sido estudado, é provável que o voriconazol aumente os níveis plasmáticos das sulfonilureias e cause hipoglicemia. Recomenda-se a monitorização cuidadosa da glicemia. Deve ser considerada a redução da dose das sulfonilureias. - Glibenclamida
Sem significado Clínico

Moxifloxacina + Glibenclamida

Observações: n.d.
Interacções: interacções com medicamentos: Nos estudos realizados em voluntários diabéticos, a administração concomitante de moxifloxacina oral com glibenclamida resultou numa diminuição de, aproximadamente, 21% das concentrações plasmáticas máximas de glibenclamida. A combinação de glibenclamida e moxifloxacina pode teoricamente resultar em hiperglicemia ligeira e transitória. Contudo, as alterações farmacocinéticas observadas para a glibenclamida não resultaram em alterações de parâmetros farmacodinâmicos (glucose sanguínea, insulina). Assim, não foi observada qualquer interacção clinicamente relevante entre a moxifloxacina e a glibenclamida. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Sirolímus + Glibenclamida

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: Não foi detetada nenhuma interacção farmacocinética com significado clínico entre o sirolímus e os seguintes fármacos: aciclovir, atorvastatina, digoxina, glibenclamida, metilprednisolona, nifedipina, prednisolona e trimetoprim/sulfametoxazol. - Glibenclamida
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Verapamilo + Glibenclamida

Observações: n.d.
Interacções: Possíveis interacções medicamentosas associadas com o verapamilo, devido a razões de farmacocinética: Antidiabéticos Gliburide - Aumento da Cmax (~ 28%) e AUC ( 26%) de gliburide. - Glibenclamida
Sem efeito descrito

Valsartan + Hidroclorotiazida + Glibenclamida

Observações: n.d.
Interacções: interacções relacionadas com VALSARTAN: Sem interacções: Nos estudos de interacções medicamentosas com valsartan, não foram observadas quaisquer interacções clinicamente significativas com valsartan ou com qualquer um dos fármacos seguintes: cimetidina, varfarina, furosemida, digoxina, atenolol, indometacina, hidroclorotiazida, amlodipina, glibenclamida. Digoxina e indometacina podem interagir com a hidroclorotiazida. - Glibenclamida
Usar com precaução

Padeliporfina + Glibenclamida

Observações: n.d.
Interacções: Transportadores OATP1B1 e OATP1B3 Os estudos in vitro preveem que é improvável que Padeliporfina em concentrações terapêuticas iniba as enzimas do citocromo P450, mas que poderá inibir os transportadores OATP1B1 e OATP1B3. A magnitude da interacção não foi investigada clinicamente, mas não é possível excluir um aumento transitório da concentração plasmática de substratos dos OATP1B1 e OATP1B3 co-administrados. A utilização de medicamentos que são substratos do OATP1B1 ou OATP1B3 (repaglinida, atorvastatina, pitavastatina, pravastatina, rosuvastatina, sinvastatina, bosentano, glibenclamida), para os quais foram observados acontecimentos adversos graves dependentes da concentração, deve ser evitada no dia da perfusão de Padeliporfina e durante pelo menos 24 horas após a administração. A co-administração deve ser efetuada com precaução e é recomendada uma monitorização apertada. - Glibenclamida
Usar com precaução

Letermovir + Glibenclamida

Observações: Informação geral sobre as diferenças na exposição entre os diferentes regimes de tratamento com letermovir - A exposição plasmática esperada de letermovir difere consoante o regime terapêutico utilizado. Desta forma, as consequências clínicas das interações medicamentosas do letermovir vão depender do regime de letermovir utilizado, e se o letermovir está ou não associado à ciclosporina. - A associação de ciclosporina e letermovir pode levar a efeitos potenciados ou adicionais dos medicamentos concomitantes quando comparado com letermovir isoladamente.
Interacções: Medicamentos transportados pelo OATP1B1/3 O letermovir é um inibidor dos transportadores OATP1B1/3. A administração de Letermovir pode resultar num aumento clinicamente relevante das concentrações plasmáticas dos medicamentos que são substratos do OATP1B1/3 administrados concomitantemente. - Exemplos destes medicamentos incluem inibidores da HMG-CoA redutase, fexofenadina, repaglinida e glibenclamida. Ao comparar o regime de letermovir administrado sem ciclosporina, o efeito é mais marcado após letermovir IV do que letermovir oral. A magnitude da inibição do OAT1B1/3 em medicamentos administrados concomitantemente é provavelmente maior quando Letermovir é administrado concomitantemente com ciclosporina (um inibidor OATP1B1/3 potente). É preciso ter isto em consideração quando o regime de letermovir é alterado durante o tratamento com um substrato OATP1B1/3. Medicamentos antidiabéticos Glibenclamida: interacção não estudada. Letermovir pode aumentar as concentrações plasmáticas de glibenclamida. É recomendada a monitorização frequente das concentrações de glucose nas 2 primeiras semanas após iniciar e após terminar letermovir, bem como após alterar a via de administração de letermovir. Quando Letermovir é administrado concomitantemente com ciclosporina, consultar também a informação de prescrição da glibenclamida para recomendações específicas sobre dosagem. - Glibenclamida
Sem significado Clínico

Ertugliflozina + Sitagliptina + Glibenclamida

Observações: Não foram efetuados estudos de interacção medicamentosa farmacocinética com Ertugliflozina + Sitagliptina; contudo, estes tipos de estudo foram efetuados com as substâncias ativas individuais de Ertugliflozina + Sitagliptina.
Interacções: Sitagliptina interacções farmacocinéticas Efeitos da sitagliptina noutros medicamentos Em estudos de interacção medicamentosa, a sitagliptina não teve efeitos clínicos significativos na farmacocinética dos seguintes medicamentos: metformina, rosiglitazona, glibenclamida, sinvastatina, varfarina e Contraceptivos orais. - Glibenclamida
Usar com precaução

Carisoprodol + Fenilbutazona + Paracetamol + Glibenclamida

Observações: n.d.
Interacções: Antidiabéticos orais Glibenclamida, clorpropamida, repaglinida, nateglinida, acarbose, rosiglitazona, pioglitazona, sitagliptina e vildagliptina. - Glibenclamida
Sem significado Clínico

Nateglinida + Cloridrato de Metformina + Glibenclamida

Observações: Dados disponíveis de estudos in vitro e in vivo indicam que a nateglinida é metabolizada principalmente pela enzima CYP 2C9 do citocromo P450 (70%) e, em menor extensão, pela CYP 3A4 (30%). A nateglinida é um potencial inibidor da CYP 2C9 in vivo, uma vez que inibe o metabolismo da tolbutamida, um substrato da CYP 2C9 in vitro. Com base nas experiências in vitro, nenhuma inibição das reações metabólicas da CYP 3A4 é observada. De uma forma geral, estes resultados sugerem um baixo potencial para interacções medicamentosas farmacocinéticas clinicamente significativas.
Interacções: Nateglinida interacções previstas a serem consideradas Efeitos da nateglinida sobre outros medicamentos A nateglinida não tem efeito clinicamente significativo nas propriedades farmacocinéticas da varfarina (um substrato para CYP 3A4 e CYP 2C9), diclofenaco (um substrato para CYP 2C9), troglitazona (um indutor da CYP 3A4) ou digoxina. Desta forma, nenhum ajuste de dose é necessário em consequência da administração concomitante da nateglinida com digoxina, varfarina ou diclofenaco. De forma semelhante, também não se verificou interacção farmacocinética clinicamente significativa da nateglinida com outros antidiabéticos orais, tais como o cloridrato de metformina ou glibenclamida. A nateglinida não tem nenhuma influência sobre a ligação proteica do propranolol, glibenclamida, nicardipino, varfarina, fenitoína, ácido acetilsalicílico. Efeitos da metformina sobre outros medicamentos Glibenclamida: Foram observadas reduções da Cmax, ASC da glibenclamida no sangue, mas foram altamente variáveis. Portanto, o significado clínico deste achado não é claro. Efeitos de outros medicamentos sobre a metformina Glibenclamida: A glibenclamida não produziu mudanças nos parâmetros farmacocinéticos/farmacodinâmicos da metformina. A nateglinida liga-se altamente às proteínas plasmáticas (98%), principalmente à albumina. Estudos de deslocamento in vitro com fármacos muito ligados às proteínas, tais como furosemida, propranolol, captopril, nicardipina, pravastatina, glibenclamida, varfarina, fenitoína, ácido acetilsalicílico, tolbutamida e cloridrato de metformina, não mostram influência na extensão da ligação da nateglinida às proteínas. Alguns medicamentos influenciam o metabolismo da glicose e, portanto, possíveis interacções devem ser consideradas pelo médico. - Glibenclamida
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interacções da Glibenclamida
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

O abuso crónico de laxantes pode deteriorar o controlo da diabetes.

Se está grávida ou a amamentar, não tome Glibenclamida.

Até a diabetes estar devidamente controlada, em situações de mudança de medicamento ou se os comprimidos não forem ingeridos com regularidade, o seu estado de vigília e a sua capacidade de reacção podem estar alteradas de tal modo que não seja capaz de conduzir, atravessar ruas ou utilizar máquinas.

Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 24 de Março de 2021