Fingolimod

DCI com Advertência na Gravidez Uso Hospitalar DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica) DCI/Medicamento sujeito a Monitorização Adicional
O que é
Fingolimod é um modulador do receptor da esfingosina 1-fosfato indicado e aprovado para o tratamento de esclerose múltipla recorrente-remitente.
Usos comuns
Fingolimod é utilizado para o tratamento de formas reincidentes de esclerose múltipla (EM).

Fingolimod não cura a EM, mas pode retardar alguns efeitos incapacitantes e diminuir o número de recidivas da doença.

Fingolimod está disponível apenas com prescrição médica.
Tipo
small molecule
História
Primeiro sintetizado em 1992 por Yoshitomi Pharmaceuticals, Fingolimod foi derivada de um produto natural imunossupressor, myriocin ( ISP - I) através de modificação química.

Myriocin foi isolado a partir do caldo de cultura de um tipo de fungo entomopatogénico ( Isaria sinclairii ), que era usado como panaceia para a eterna juventude na medicina tradicional chinesa.

Mostrando resultados positivos, tanto in vitro (reação mista de linfócitos ) e na triagem vivo ( prolongamento da pele do rato o tempo de sobrevivência do enxerto ), myriocin foi modificado através de uma série de passos para se obter o Fingolimod, com o nome de código no momento FTY720.

Relação estrutura-actividade ( SAR ) os estudos sobre myriocin homólogos e derivados parcialmente sintéticos mostraram que a configuração no átomo de carbono que suporta o grupo 3 - hidroxi ou a 14 - cetona, a ligação dupla - 6, e o grupo 4 - hidroxi não são importantes para a sua atividade e simplificação da estrutura do ISP -I foi feito em uma tentativa de reduzir a toxicidade e melhorar drugability.

Eliminação das funcionalidades da cadeia lateral e a remoção dos centros quirais era parte do processo de simplificação e de um composto intermediário ( ISP - I- 28 ) foi gerado com o ácido carboxílico de myriocin transformado num grupo hidroximetilo.

ISP - I- 28 foi encontrado para ser menos tóxico e mais eficaz para o alongamento da pele de rato do que o tempo de aloenxertos ISP - 1.
Indicações
Está indicado como terapêutica única de modificação da doença na esclerose múltipla com exacerbação-remissão muito ativa para os seguintes grupos de doentes adultos:

– Pacientes com atividade elevada da doença apesar do tratamento com interferão beta.
Estes Doentes podem ser definidos como Doentes que não responderam a um ciclo completo e adequado (correspondendo normalmente a pelo menos um ano de tratamento) de interferão beta.

Os Doentes devem ter tido pelo menos 1 surto no ano anterior durante o tratamento e ter pelo menos 9 lesões T2 hiper-intensas na ressonância magnética craniana ou pelo menos 1 lesão realçada por gadolínio.

Um Doente “não respondedor” pode também ser definido como um doente com uma taxa de surtos inalterada ou aumentada ou com surtos graves contínuos, em comparação com o ano anterior.

ou
– Doentes com esclerose múltipla recidivante;
– remissão grave em rápida evolução, definida por 2 ou mais surtos incapacitantes no espaço de um ano e com 1 ou mais lesões realçadas por gadolínio na ressonância magnética cerebral ou um aumento significativo da carga de lesões T2 comparativamente com uma ressonância magnética anterior recente.
Classificação CFT
16.03     IMUNOMODULADORES
Mecanismo De Ação
Fingolimod é metabolizada pelo esfingosina quinase para o metabolito activo, fingolimod-fosfato.

Fingolimod-fosfato é um modulador do receptor da esfingosina 1-fosfato, e liga-se com elevada afinidade para os receptores esfingosina 1-fosfato de 1, 3, 4, e 5.

Blocos Fingolimod-fosfato dimunuem a capacidade dos linfócitos a saída dos gânglios linfáticos, reduzindo o número de linfócitos no sangue periférico.

O mecanismo pelo qual o Fingolimod exerce efeitos terapêuticos em esclerose múltipla é desconhecido, mas pode envolver a redução da migração de linfócitos para o sistema nervoso central.
Posologia Orientativa
Dose inicial: 0,5 mg por via oral uma vez ao dia.
Administração
Sem Informação.
Contraindicações
Síndrome de imunodeficiência conhecida.

Doentes com risco aumentado de infeções oportunistas, incluindo Doentes imunocomprometidos (incluindo doentes a fazer atualmente terapêuticas imunosupressoras ou imunocomprometidos por terapêuticas anteriores).

Infeções ativas graves, infeções crónicas ativas (hepatite, tuberculose).

Neoplasias ativas conhecidas, exceto no caso de Doentes com carcinoma cutâneo das células basais.

Afeção hepática grave (classe C de Child-Pugh).

Hipersensibilidade à substância ativa.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Obtenha ajuda médica de emergência se tiver algum destes sinais de reação alérgica: urticária; dificuldade em respirar, inchaço do rosto, lábios, língua ou garganta.

Chame o seu Médico imediatamente se tiver um efeito colateral grave, tais como:
– frequência cardíaca lenta, tonturas, sensação de muito cansaço ou fraqueza;
– dor no peito, batimentos cardíacos batendo ou vibrando em seu peito;
– dormência súbita ou fraqueza, cefaléia intensa, problemas com a linguagem ou os pés;
– chiadeira, aperto no peito, dificuldade em respirar, tosse com expectoração amarela ou verde;
– febre, calafrios, dores no corpo, sintomas de gripe, náuseas e vómitos, feridas na boca e garganta;
– inchaço, calor, vermelhidão, comichão ou outros sinais de infeção da pele;
– náuseas, dor de estômago superior, comichão, perda de apetite, urina escura, fezes cor de barro, icterícia (amarelecimento da pele ou olhos), ou
– problemas de visão, visão turva, dor ocular, aumento da sensibilidade à luz, ou ter um ponto cego ou sombras no centro de sua visão (problemas de visão podem ocorrer 3 a 4 meses depois de começar a tomar Fingolimod).

Efeitos secundários menos graves podem incluir:
– dor de cabeça, sensação de cansaço;
– dor nas costas;
– diarreia, ou
– nariz entupido, dor sinusal, ou tosse.

Esta não é uma lista completa dos efeitos secundários e outros podem ocorrer.

Peça aconselhamento médico sobre os efeitos secundários.
Advertências
Gravidez
Gravidez:Todos os trimestres: C - Não há estudos adequados em mulheres. Em experiências animais ocorreram alguns efeitos colaterais no feto, mas o benefício do produto pode justificar o risco potencial durante a gravidez.
Precauções Gerais
É muito importante que o seu Médico verifique o progresso em visitas regulares para se certificar de que Fingolimod está funcionando corretamente.

Podem ser necessários testes e testes para a função cardíaca de sangue para verificar se há efeitos indesejáveis.

Usando Fingolimod enquanto estiver grávida pode fazer mal ao feto.

Utilize uma forma eficaz de controle de natalidade para não ficar grávida.

Não deve engravidar enquanto estiver a tomar Fingolimod e durante 2 meses após interrompê-lo.

Se acha que engravidou durante o uso do medicamento, informe o seu Médico imediatamente.

Não use Fingolimod se também estiver a usar o medicamento para problemas do ritmo cardíaco, como amiodarona, disopiramida, dofetilida, procainamida, quinidina, sotalol, Betapace, Cardioquin, Cordarone, Norpace, Procanbid, Quinaglute, ou Tikosyn.

O uso destes medicamentos em conjunto com Fingolimod pode causar efeitos indesejados graves.

Fingolimod pode desacelerar a frequência cardíaca, especialmente depois de tomar a primeira dose. Irá ser observado num hospital ou clínica por 6 horas para os sinais e sintomas de bradicardia (diminuição do ritmo cardíaco).

Os sintomas podem incluir dor ou desconforto no peito, vertigens, tonturas ou desmaios, falta de ar, batimento cardíaco lento ou irregular, ou cansaço fora do comum.

Fingolimod pode reduzir temporariamente o número de glóbulos brancos no sangue, aumentando a possibilidade de contrair uma infeção. Se puder, evite as pessoas com infeções.

Verifique com o seu Médico imediatamente se acha que está com uma infeção ou se tiver febre ou calafrios, tosse ou rouquidão, dor na parte inferior das costas ou de lado, e dor ou dificuldade ao urinar.

Enquanto estiver a ser tratado com Fingolimod, não tome qualquer imunização (vacinas), sem a aprovação do seu Médico.

Vacinas de vírus vivos não devem ser administradas durante 2 meses após ou durante a recepção Fingolimod.

Deve receber uma vacina contra a varicela zoster (VZV) pelo menos 1 mês antes de iniciar o tratamento com Fingolimod, especialmente se ainda não teve varicela.

Pergunte ao seu Médico se tiver quaisquer perguntas.

Fingolimod pode causar edema macular (inchaço da parte de trás do olho), especialmente durante os primeiros 3-4 meses de tratamento.

Verifique com o seu Médico imediatamente se tem a visão turva, dificuldade de leitura, ou qualquer outra alteração na visão que ocorra durante ou após o tratamento.

O seu Médico pode querer que seja visto por um Oftalmologista para verificar os seus olhos.

Converse com o seu Médico imediatamente se sentir falta de ar, respiração difícil, aperto no peito, ou pieira enquanto estiver a tomar Fingolimod.

Contate o seu Médico imediatamente se tem dor ou sensibilidade na parte superior do estômago, palidez, fezes ou urina escura, perda de apetite, náuseas, cansaço ou fraqueza incomum, ou olhos ou pele amarelada. Estes podem ser sintomas de um problema grave de fígado.

Não tome outros medicamentos que não tenham sido discutidos com o seu Médico, incluindo de prescrição ou sem receita (OTC), medicamentos e ervas ou suplementos vitamínicos.
Cuidados com a Dieta
Tomar com ou sem alimentos.
Terapêutica Interrompida
Se estiver a tomar Fingolimod há menos de 1 mês e se se esquecer de 1 dose durante um dia inteiro, fale com o seu Médico antes de tomar a próxima dose.

O seu médico poderá decidir mantê-lo sob observação na altura de tomar a próxima dose.

Se estiver a tomar Fingolimod há pelo menos 1 mês e se se tiver esquecido de tomar o seu tratamento por mais de 2 semanas, fale com o seu Médico antes de tomar a próxima dose.

O seu Médico poderá decidir mantê-lo sob observação na altura de tomar a próxima dose.

No entanto, se se tiver esquecido de tomar o seu tratamento durante um período de até 2 semanas, pode tomar a próxima dose, como planeado
Cuidados no Armazenamento
Não conservar acima de 25°C.
Conservar na embalagem de origem para proteger da humidade.
Manter fora do alcance e da vista das crianças.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Propranolol + Fingolimod

Observações: N.D.
Interações: Associações não recomendadas: Fingolimod: Potenciação dos efeitos bradicárdicos com possíveis resultados fatais. O tratamento com Fingolimod não deve ser iniciado em doentes medicados com bloqueadores beta. No caso de associação, recomenda-se uma monitorização apropriada no início do tratamento, aconselhando-se a monitorização pelo menos durante a noite.

Fingolimod + Imunomoduladores

Observações: N.D.
Interações: Terapêuticas imunomoduladoras, imunossupressoras e antineoplásicas: Não devem ser administradas conjuntamente terapêuticas imunomoduladoras, imunossupressoras e antineoplásicas devido ao risco de efeitos aditivos no sistema imunitário. Deve ser tomada precaução na transição de doentes de tratamentos de longa ação com efeitos imunitários, tais como natalizumab ou mitoxantrona. Em ensaios clínicos de esclerose múltipla, o tratamento concomitante de recidivas com um regime de curta duração com corticosteroides não esteve associado a uma taxa aumentada de infeções.

Fingolimod + Imunossupressores

Observações: N.D.
Interações: Terapêuticas imunomoduladoras, imunossupressoras e antineoplásicas: Não devem ser administradas conjuntamente terapêuticas imunomoduladoras, imunossupressoras e antineoplásicas devido ao risco de efeitos aditivos no sistema imunitário. Deve ser tomada precaução na transição de doentes de tratamentos de longa ação com efeitos imunitários, tais como natalizumab ou mitoxantrona. Em ensaios clínicos de esclerose múltipla, o tratamento concomitante de recidivas com um regime de curta duração com corticosteroides não esteve associado a uma taxa aumentada de infeções.

Fingolimod + Antineoplásicos

Observações: N.D.
Interações: Terapêuticas imunomoduladoras, imunossupressoras e antineoplásicas: Não devem ser administradas conjuntamente terapêuticas imunomoduladoras, imunossupressoras e antineoplásicas devido ao risco de efeitos aditivos no sistema imunitário. Deve ser tomada precaução na transição de doentes de tratamentos de longa ação com efeitos imunitários, tais como natalizumab ou mitoxantrona. Em ensaios clínicos de esclerose múltipla, o tratamento concomitante de recidivas com um regime de curta duração com corticosteroides não esteve associado a uma taxa aumentada de infeções.

Fingolimod + Natalizumab

Observações: N.D.
Interações: Terapêuticas imunomoduladoras, imunossupressoras e antineoplásicas: Não devem ser administradas conjuntamente terapêuticas imunomoduladoras, imunossupressoras e antineoplásicas devido ao risco de efeitos aditivos no sistema imunitário. Deve ser tomada precaução na transição de doentes de tratamentos de longa ação com efeitos imunitários, tais como natalizumab ou mitoxantrona. Em ensaios clínicos de esclerose múltipla, o tratamento concomitante de recidivas com um regime de curta duração com corticosteroides não esteve associado a uma taxa aumentada de infeções.

Fingolimod + Mitoxantrona

Observações: N.D.
Interações: Terapêuticas imunomoduladoras, imunossupressoras e antineoplásicas: Não devem ser administradas conjuntamente terapêuticas imunomoduladoras, imunossupressoras e antineoplásicas devido ao risco de efeitos aditivos no sistema imunitário. Deve ser tomada precaução na transição de doentes de tratamentos de longa ação com efeitos imunitários, tais como natalizumab ou mitoxantrona. Em ensaios clínicos de esclerose múltipla, o tratamento concomitante de recidivas com um regime de curta duração com corticosteroides não esteve associado a uma taxa aumentada de infeções.

Fingolimod + Vacinas vivas

Observações: N.D.
Interações: Vacinação: A vacinação pode ser menos eficaz até dois meses após o tratamento com fingolimod. Deve ser evitada a utilização de vacinas vivas atenuadas devido ao risco de infeções.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fingolimod + Atenolol

Observações: N.D.
Interações: Substâncias indutoras de bradicardia: O fingolimod foi estudado em combinação com o atenolol e o diltiazem. Quando o fingolimod foi administrado com atenolol num estudo de interação em voluntários saudáveis, ocorreu uma redução adicional de 15% da frequência cardíaca no início de tratamento com fingolimod, um efeito que não ocorre com o diltiazem.

Fingolimod + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Substâncias indutoras de bradicardia: O fingolimod foi estudado em combinação com o atenolol e o diltiazem. Quando o fingolimod foi administrado com atenolol num estudo de interação em voluntários saudáveis, ocorreu uma redução adicional de 15% da frequência cardíaca no início de tratamento com fingolimod, um efeito que não ocorre com o diltiazem. O tratamento com fingolimod não deve ser iniciado em doentes tratados com beta-bloqueadores, ou outras substâncias que podem diminuir a frequência cardíaca, tais como antiarrítmicos de classe Ia e III, bloqueadores dos canais de cálcio (tais como ivabradina, verapamilo ou diltiazem), digoxina, agentes anticolinesterásicos ou pilocarpina devido aos potenciais efeitos aditivos na frequência cardíaca. Se o tratamento com fingolimod for considerado em tais doentes, deverá ser solicitado aconselhamento de um cardiologista acerca da substituição para medicamentos que não diminuam a frequência cardíaca ou monitorização mais apropriada para o início do tratamento. É recomendado, pelo menos, monitorização durante a noite caso o tratamento com medicamentos que diminuem a frequência cardíaca não possa ser suspenso.

Fingolimod + Bloqueadores beta-adrenérgicos

Observações: N.D.
Interações: O tratamento com fingolimod não deve ser iniciado em doentes tratados com beta-bloqueadores, ou outras substâncias que podem diminuir a frequência cardíaca, tais como antiarrítmicos de classe Ia e III, bloqueadores dos canais de cálcio (tais como ivabradina, verapamilo ou diltiazem), digoxina, agentes anticolinesterásicos ou pilocarpina devido aos potenciais efeitos aditivos na frequência cardíaca. Se o tratamento com fingolimod for considerado em tais doentes, deverá ser solicitado aconselhamento de um cardiologista acerca da substituição para medicamentos que não diminuam a frequência cardíaca ou monitorização mais apropriada para o início do tratamento. É recomendado, pelo menos, monitorização durante a noite caso o tratamento com medicamentos que diminuem a frequência cardíaca não possa ser suspenso.

Fingolimod + Antiarrítmicos

Observações: N.D.
Interações: O tratamento com fingolimod não deve ser iniciado em doentes tratados com beta-bloqueadores, ou outras substâncias que podem diminuir a frequência cardíaca, tais como antiarrítmicos de classe Ia e III, bloqueadores dos canais de cálcio (tais como ivabradina, verapamilo ou diltiazem), digoxina, agentes anticolinesterásicos ou pilocarpina devido aos potenciais efeitos aditivos na frequência cardíaca. Se o tratamento com fingolimod for considerado em tais doentes, deverá ser solicitado aconselhamento de um cardiologista acerca da substituição para medicamentos que não diminuam a frequência cardíaca ou monitorização mais apropriada para o início do tratamento. É recomendado, pelo menos, monitorização durante a noite caso o tratamento com medicamentos que diminuem a frequência cardíaca não possa ser suspenso.

Fingolimod + Bloqueadores da entrada de cálcio (antagonistas de cálcio)

Observações: N.D.
Interações: O tratamento com fingolimod não deve ser iniciado em doentes tratados com beta-bloqueadores, ou outras substâncias que podem diminuir a frequência cardíaca, tais como antiarrítmicos de classe Ia e III, bloqueadores dos canais de cálcio (tais como ivabradina, verapamilo ou diltiazem), digoxina, agentes anticolinesterásicos ou pilocarpina devido aos potenciais efeitos aditivos na frequência cardíaca. Se o tratamento com fingolimod for considerado em tais doentes, deverá ser solicitado aconselhamento de um cardiologista acerca da substituição para medicamentos que não diminuam a frequência cardíaca ou monitorização mais apropriada para o início do tratamento. É recomendado, pelo menos, monitorização durante a noite caso o tratamento com medicamentos que diminuem a frequência cardíaca não possa ser suspenso.

Fingolimod + Ivabradina

Observações: N.D.
Interações: O tratamento com fingolimod não deve ser iniciado em doentes tratados com beta-bloqueadores, ou outras substâncias que podem diminuir a frequência cardíaca, tais como antiarrítmicos de classe Ia e III, bloqueadores dos canais de cálcio (tais como ivabradina, verapamilo ou diltiazem), digoxina, agentes anticolinesterásicos ou pilocarpina devido aos potenciais efeitos aditivos na frequência cardíaca. Se o tratamento com fingolimod for considerado em tais doentes, deverá ser solicitado aconselhamento de um cardiologista acerca da substituição para medicamentos que não diminuam a frequência cardíaca ou monitorização mais apropriada para o início do tratamento. É recomendado, pelo menos, monitorização durante a noite caso o tratamento com medicamentos que diminuem a frequência cardíaca não possa ser suspenso.

Fingolimod + Verapamilo

Observações: N.D.
Interações: O tratamento com fingolimod não deve ser iniciado em doentes tratados com beta-bloqueadores, ou outras substâncias que podem diminuir a frequência cardíaca, tais como antiarrítmicos de classe Ia e III, bloqueadores dos canais de cálcio (tais como ivabradina, verapamilo ou diltiazem), digoxina, agentes anticolinesterásicos ou pilocarpina devido aos potenciais efeitos aditivos na frequência cardíaca. Se o tratamento com fingolimod for considerado em tais doentes, deverá ser solicitado aconselhamento de um cardiologista acerca da substituição para medicamentos que não diminuam a frequência cardíaca ou monitorização mais apropriada para o início do tratamento. É recomendado, pelo menos, monitorização durante a noite caso o tratamento com medicamentos que diminuem a frequência cardíaca não possa ser suspenso.

Fingolimod + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: O tratamento com fingolimod não deve ser iniciado em doentes tratados com beta-bloqueadores, ou outras substâncias que podem diminuir a frequência cardíaca, tais como antiarrítmicos de classe Ia e III, bloqueadores dos canais de cálcio (tais como ivabradina, verapamilo ou diltiazem), digoxina, agentes anticolinesterásicos ou pilocarpina devido aos potenciais efeitos aditivos na frequência cardíaca. Se o tratamento com fingolimod for considerado em tais doentes, deverá ser solicitado aconselhamento de um cardiologista acerca da substituição para medicamentos que não diminuam a frequência cardíaca ou monitorização mais apropriada para o início do tratamento. É recomendado, pelo menos, monitorização durante a noite caso o tratamento com medicamentos que diminuem a frequência cardíaca não possa ser suspenso.

Fingolimod + Inibidor da acetilcolinesterase (Agentes anticolinesterásicos)

Observações: N.D.
Interações: O tratamento com fingolimod não deve ser iniciado em doentes tratados com beta-bloqueadores, ou outras substâncias que podem diminuir a frequência cardíaca, tais como antiarrítmicos de classe Ia e III, bloqueadores dos canais de cálcio (tais como ivabradina, verapamilo ou diltiazem), digoxina, agentes anticolinesterásicos ou pilocarpina devido aos potenciais efeitos aditivos na frequência cardíaca. Se o tratamento com fingolimod for considerado em tais doentes, deverá ser solicitado aconselhamento de um cardiologista acerca da substituição para medicamentos que não diminuam a frequência cardíaca ou monitorização mais apropriada para o início do tratamento. É recomendado, pelo menos, monitorização durante a noite caso o tratamento com medicamentos que diminuem a frequência cardíaca não possa ser suspenso.

Fingolimod + Pilocarpina

Observações: N.D.
Interações: O tratamento com fingolimod não deve ser iniciado em doentes tratados com beta-bloqueadores, ou outras substâncias que podem diminuir a frequência cardíaca, tais como antiarrítmicos de classe Ia e III, bloqueadores dos canais de cálcio (tais como ivabradina, verapamilo ou diltiazem), digoxina, agentes anticolinesterásicos ou pilocarpina devido aos potenciais efeitos aditivos na frequência cardíaca. Se o tratamento com fingolimod for considerado em tais doentes, deverá ser solicitado aconselhamento de um cardiologista acerca da substituição para medicamentos que não diminuam a frequência cardíaca ou monitorização mais apropriada para o início do tratamento. É recomendado, pelo menos, monitorização durante a noite caso o tratamento com medicamentos que diminuem a frequência cardíaca não possa ser suspenso.

Fingolimod + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas de outras substâncias com fingolimod: O fingolimod é metabolizado maioritariamente pelo CYP4F2. Outras enzimas como CYP3A4 também contribuem para o seu metabolismo. A administração concomitante de fingolimod com cetoconazol resultou num aumento de 1,7 vezes da exposição de fingolimod e fosfato de fingolimod (AUC). Deverá ser tomada precaução com substâncias que podem inibir o CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, alguns macrólidos tais como claritromicina ou telitromicina).

Fingolimod + Inibidores da Protease (IP)

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas de outras substâncias com fingolimod: O fingolimod é metabolizado maioritariamente pelo CYP4F2. Outras enzimas como CYP3A4 também contribuem para o seu metabolismo. A administração concomitante de fingolimod com cetoconazol resultou num aumento de 1,7 vezes da exposição de fingolimod e fosfato de fingolimod (AUC). Deverá ser tomada precaução com substâncias que podem inibir o CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, alguns macrólidos tais como claritromicina ou telitromicina).

Fingolimod + Antifúngicos (Azol)

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas de outras substâncias com fingolimod: O fingolimod é metabolizado maioritariamente pelo CYP4F2. Outras enzimas como CYP3A4 também contribuem para o seu metabolismo. A administração concomitante de fingolimod com cetoconazol resultou num aumento de 1,7 vezes da exposição de fingolimod e fosfato de fingolimod (AUC). Deverá ser tomada precaução com substâncias que podem inibir o CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, alguns macrólidos tais como claritromicina ou telitromicina).

Fingolimod + Macrólidos

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas de outras substâncias com fingolimod: O fingolimod é metabolizado maioritariamente pelo CYP4F2. Outras enzimas como CYP3A4 também contribuem para o seu metabolismo. A administração concomitante de fingolimod com cetoconazol resultou num aumento de 1,7 vezes da exposição de fingolimod e fosfato de fingolimod (AUC). Deverá ser tomada precaução com substâncias que podem inibir o CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, alguns macrólidos tais como claritromicina ou telitromicina).

Fingolimod + Claritromicina

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas de outras substâncias com fingolimod: O fingolimod é metabolizado maioritariamente pelo CYP4F2. Outras enzimas como CYP3A4 também contribuem para o seu metabolismo. A administração concomitante de fingolimod com cetoconazol resultou num aumento de 1,7 vezes da exposição de fingolimod e fosfato de fingolimod (AUC). Deverá ser tomada precaução com substâncias que podem inibir o CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, alguns macrólidos tais como claritromicina ou telitromicina).

Fingolimod + Telitromicina

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas de outras substâncias com fingolimod: O fingolimod é metabolizado maioritariamente pelo CYP4F2. Outras enzimas como CYP3A4 também contribuem para o seu metabolismo. A administração concomitante de fingolimod com cetoconazol resultou num aumento de 1,7 vezes da exposição de fingolimod e fosfato de fingolimod (AUC). Deverá ser tomada precaução com substâncias que podem inibir o CYP3A4 (inibidores das proteases, antifúngicos azóis, alguns macrólidos tais como claritromicina ou telitromicina).

Fingolimod + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas de fingolimod com outras substâncias: É pouco provável que fingolimod interaja com substâncias eliminadas maioritariamente pelas enzimas do CYP450 ou por substratos das proteínas transportadoras principais. A administração concomitante de fingolimod com ciclosporina não alterou a exposição da ciclosporina ou do fingolimod. Portanto, não é expectável que fingolimod altere a farmacocinética de medicamentos que são substratos do CYP3A4. A administração concomitante de fingolimod com contracetivos orais (etinilestradiol e levonorgestrel) não alterou a exposição dos contracetivos orais. Não foram efetuados estudos de interação com contracetivos orais contendo outros progestagéneos, porém não é esperado um efeito do fingolimod na sua exposição.

Fingolimod + Substratos do CYP3A4

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas de fingolimod com outras substâncias: É pouco provável que fingolimod interaja com substâncias eliminadas maioritariamente pelas enzimas do CYP450 ou por substratos das proteínas transportadoras principais. A administração concomitante de fingolimod com ciclosporina não alterou a exposição da ciclosporina ou do fingolimod. Portanto, não é expectável que fingolimod altere a farmacocinética de medicamentos que são substratos do CYP3A4. A administração concomitante de fingolimod com contracetivos orais (etinilestradiol e levonorgestrel) não alterou a exposição dos contracetivos orais. Não foram efetuados estudos de interação com contracetivos orais contendo outros progestagéneos, porém não é esperado um efeito do fingolimod na sua exposição.

Fingolimod + Contracetivos orais

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas de fingolimod com outras substâncias: É pouco provável que fingolimod interaja com substâncias eliminadas maioritariamente pelas enzimas do CYP450 ou por substratos das proteínas transportadoras principais. A administração concomitante de fingolimod com ciclosporina não alterou a exposição da ciclosporina ou do fingolimod. Portanto, não é expectável que fingolimod altere a farmacocinética de medicamentos que são substratos do CYP3A4. A administração concomitante de fingolimod com contracetivos orais (etinilestradiol e levonorgestrel) não alterou a exposição dos contracetivos orais. Não foram efetuados estudos de interação com contracetivos orais contendo outros progestagéneos, porém não é esperado um efeito do fingolimod na sua exposição.

Fingolimod + Etinilestradiol + Levonorgestrel

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas de fingolimod com outras substâncias: É pouco provável que fingolimod interaja com substâncias eliminadas maioritariamente pelas enzimas do CYP450 ou por substratos das proteínas transportadoras principais. A administração concomitante de fingolimod com ciclosporina não alterou a exposição da ciclosporina ou do fingolimod. Portanto, não é expectável que fingolimod altere a farmacocinética de medicamentos que são substratos do CYP3A4. A administração concomitante de fingolimod com contracetivos orais (etinilestradiol e levonorgestrel) não alterou a exposição dos contracetivos orais. Não foram efetuados estudos de interação com contracetivos orais contendo outros progestagéneos, porém não é esperado um efeito do fingolimod na sua exposição.
Encorajar os Pacientes a ler o Guia de Medicação antes de iniciar a terapia e com cada recarga.

– Informar os Pacientes sobre os benefícios e riscos potenciais do tratamento com Fingolimod.

Instrua os Pacientes a tomar uma vez por dia, como prescrito.

Aconselhe os Pacientes a não interromper o tratamento sem falar primeiro com o Médico prescritor.

– Aconselhar os Pacientes que a iniciação dos resultados do tratamento arrasta uma diminuição transitória da frequência cardíaca.

Informar os Pacientes que terão de ser observados no escritório do prestador de cuidados de saúde ou outras instalações durante 6 horas após a primeira dose.

Informar os Pacientes de que se droga é interrompida por mais de 2 semanas, efeitos semelhantes aos observados com a primeira dose podem ocorrer e a observação por 6 h será necessária no reinício do tratamento.

– Informar os Pacientes que eles podem ser mais propensos a ter infeções quando se toma Fingolimod, e que devem contactar o seu Médico se desenvolverem sintomas de infeção.

Aconselhar os Pacientes de que o uso de algumas vacinas devem ser evitadas durante o tratamento e durante 2 meses após a interrupção.

Aconselhar os Pacientes que não tiveram varicela ou vacinação para considerar a vacinação VZV antes de iniciar o tratamento com Fingolimod.

– Aconselhar os Pacientes que o fármaco pode causar edema macular, e que devem contactar o seu prestador de cuidados de saúde se sentirem quaisquer alterações na visão.

Informar os Pacientes com diabetes mellitus ou com uma história de uveíte que o risco de edema macular é aumentado.

– Aconselhar os Pacientes que eles devem contactar o seu Médico se experimentarem novo aparecimento ou agravamento da dispnéia.

– Informar os Pacientes que O fármaco pode aumentar as enzimas hepáticas.

Aconselhar os Pacientes que eles devem contactar o seu Médico se eles têm dor abdominal inexplicável, anorexia, urina escura, fadiga, icterícia, náuseas e / ou vómitos.

– Aconselhar as mulheres em idade fértil sobre a necessidade de uma contracepção eficaz durante o tratamento e até 2 meses após a descontinuação.

– Informar os Pacientes que a substância permanece no sangue e continua a ter efeitos, incluindo contagem dimuída de linfócitos no sangue, até 2 meses após a última dose.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017