Fentanilo

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI com Advertência na Condução DCI com Advertência no Dopping Uso Hospitalar DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica) DCI/Medicamento Psicofármaco
O que é
Narcóticos.

O Fentanilo é um analgésico narcótico potente, cujo abuso conduz a habituação ou dependência.

É principalmente um agonista miu-opióide.

É também utilizado como adjuvante de anestesia geral, e como anestésico para a indução e manutenção.

Dopping: Substância probida - Portaria n.º 411/2015, de 26 de novembro - Aprova a Lista de Substâncias e Métodos Proibidos para 2016 e revoga a Portaria n.º 270/2014, de 22 de dezembro.
Usos comuns
O Fentanilo oral é usado para tratar a dor provocada por cancro em estado avançado, que não é controlável por outros medicamentos.

O Fentanilo oral é tomado concomitantemente com outros medicamentos estupefacientes para a dor, não fentanilo, que são usados ao longo do dia.

Este medicamento não é usado para tratar a dor não relacionada com cancro, tais como dores de cabeça gerais ou dor nas costas.
Tipo
pequena molécula
História
O Fentanilo foi sintetizado pela primeira vez por Paul Janssen, sob registo de sua relativamente recém-formada Janssen Pharmaceutica em 1959.

Na década de 1960, o Fentanilo foi introduzido como anestésico intravenoso, sob o nome comercial de Sublimaze.

Em meados da década de 1990, a Janssen Pharmaceutica desenvolveu e introduziu em ensaios clínicos o "patch" Duragesic, um adesivo composto por um gel inerte de álcool infundido com certas doses de Fentanilo que são usados ​​para fornecer uma administração constante do opióide ao longo de um período de 48 a 72 horas.

Depois de um conjunto de ensaios clínicos de sucesso, os adesivos de Fentanilo Duragesic foram introduzidos na prática médica.

Depois do adesivo, foram introduzidos comprimidos para chupar com sabor a citrato de Fentanilo misturado com cargas inertes, sob a marca de Actiq, tendo-se tornado na primeira formulação de ação rápida avançada do Fentanilo para uso na dor crónica.

Mais recentemente, o Fentanilo converteu-se num comprimido efervescente para absorção oral de ação rápida, idêntico ao Actiq, seguido de um dispositivo de pulverização bucal, estando outros métodos de entrega atualmente em desenvolvimento.

Um novo produto de Fentanilo foi aprovado pela Food and Drug Administration (FDA) para a dor oncológica avançada chamado Onsolis. Este usa uma tecnologia de entrega de droga chamada BEMA (película solúvel bucal de Fentanilo) num pequeno disco que é colocado na boca. Ao contrário de muitos outros produtos de Fentanilo, a droga não pode ser objeto de abuso por esmagamento e inalação.
Indicações
Tratamento de episódios súbitos de dor em doentes adultos utilizando tratamento com opioides para a dor crónica provocada pelo cancro.

A dor episódica é uma exacerbação transitória da dor crónica provocada pelo cancro controlada em outros contextos.
Classificação CFT
02.12     Analgésicos estupefacientes
Mecanismo De Ação
Os recetores opióides estão acoplados aos recetores da função da proteína G, e funcionam como reguladores positivos e negativos da transmissão sinática através de proteínas G que ativam proteínas efetoras.

A ligação do opiáceo estimula o intercâmbio de GTP por GDP no complexo da proteína G.

Tal como o sistema efetor da adenilato ciclase e AMPc localizado na superfície interna da membrana plasmática, os opióides diminuem o cAMP intracelular mediante a inibição da adenilato ciclase.

Subsequentemente, é inibida a libertação de neurotransmissores nociceptivos, tais como a substância P, o GABA, dopamina, acetilcolina e noradrenalina. Os opióides também inibem a libertação de vasopressina, somatostatina, insulina e glucagon.

A atividade analgésica de Fentanilo deve-se, muito provavelmente, à sua conversão em morfina.

Os opióides próximos dos canais tipo N funcionam com a tensão do cálcio (agonistas do recetor OP2) e canais abertos interiormente dependentes dos retificadores dos canais de potássio (OP3 e agonista do recetor OP1). Isto resulta em hiperpolarização e reduz a excitabilidade neuronal.
Posologia Orientativa
Caso o alívio da dor conseguido com um comprimido seja insatisfatório, o seu Médico pode prescrever-lhe dois comprimidos para tratar um caso de dor episódica.

O seu Médico recomendar-lhe-á a dosagem que deve tomar.
Administração
É um medicamento de administração sublingual. Deve colocar o comprimido debaixo da língua onde este se dissolve rapidamente com vista a permitir que o Fentanilo seja absorvido pelas paredes da boca.

Uma vez absorvido, o Fentanilo começa a atuar no sentido de atenuar a dor.

Num caso de dor episódica, tome a dose prescrita pelo seu Médico de acordo com as indicações que se seguem:
– Se a boca estiver seca, beba um gole de água para a humedecer. Deite fora ou engula a água.

– Retire o comprimido do blister, imediatamente antes de o tomar, do seguinte modo:

– Separe um dos quadrados do blister rasgando ao longo do tracejado/picotado (mantenha os restantes quadrados do blister juntos)

– Puxe a ponta da película onde a seta é indicada para trás e retire-o suavemente.

Não tente fazer pressão sobre os comprimidos sublinguais para que sejam expelidos do interior da película, uma vez que isso poderá danificá-los.

– Coloque o comprimido debaixo da sua língua o mais para trás possível da boca e deixe-o dissolver-se completamente.

– O comprimido dissolver-se-á rapidamente debaixo da língua e será absorvido para aliviar a dor.

Por isso, é importante que não chupe, mastigue ou engula o comprimido.

Não deverá beber ou comer nada até que o comprido se tenha dissolvido por completo debaixo da língua.
Contraindicações
O Fentanilo tem as contrarindicações comuns dos opiáceos.

Para os dispositivos transdérmicos, as reações adversas e interac+ções podem observar-se mesmo após remoção do dispositivo.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Os efeitos secundários muito frequentes (aqueles que afectam mais do que 1 doente em cada 10) incluem:
– náuseas, dor de cabeça, sonolência/fadiga, tonturas.

Os efeitos secundários frequentes (aqueles que afectam de 1 a 10 doentes em cada 100) incluem:
– vómitos, diarreia, obstipação, dor de estômago, sensação de inchaço, indigestão, perda de apetite;
– depressão, dificuldade de concentração, sensação excessiva de bem-estar;
– sensibilidade acentuada ao som e ao ruído, visão turva ou dupla;
– baixa pressão arterial, rubor/sensação de calor, respiração lenta e superficial, sensação de fraqueza, sensação de desmaio, sensibilidade reduzida ao toque, entorpecimento ou comichão;
– nariz a pingar ou bloqueado, xerostomia, garganta inflamada, comichão, erupção cutânea, irritação debaixo da língua.

Outros efeitos secundários de que há conhecimento que estão associados aos medicamentos à base de fentanilo incluem:
– Efeitos secundários muito frequentes (aqueles que afectam mais do que 1 doente em cada 10): transpiração excessiva.

– Efeitos secundários frequentes (aqueles que afectam de 1 a 10 doentes em cada 100):
sensação de confusão, ansiedade ou nervosismo, alucinações, pensamento anormal, contracção muscular, insónias, sonhos estranhos, problemas na língua ou no paladar, rubor, úlceras bocais/bolhas, bloqueio do intestino, dificuldade em engolir, propensão para acidentes.

– Efeitos secundários pouco frequentes (aqueles que afectam de 1 a 10 doentes em cada 1000): agitação, isolamento, alteração de humor, tremores, dificuldade em falar, esquecimento, perda de coordenação, vertigens, batimentos cardíacos lentos ou rápidos, pressão arterial elevada, dificuldade respiratória, respiração lenta ou superficial, asma, inchaço, hálito, sede, dificuldade em ir à casa de banho, variação da frequência de idas à casa de banho, indisposição.

– Efeitos secundários raros (aqueles que afectam de 1 a 10 doentes em cada 10000): soluços.

– Os efeitos secundários muito raros (aqueles que afectam menos do que 1 doente em cada 10 000) incluem: batimentos cardíacos irregulares, paragem respiratória, sangue na saliva, diminuição da quantidade de urina, contracção dolorosa da bexiga;
Advertências
Gravidez
Gravidez:Bradicardia fetal, depressão respiratória neonatal. Ver Analgésicos opiáceos. Ausência de risco fetal, demonstrada em experimentação animal ou em estudos humanos (evidência fetal em animais, mas a necessidade pode justificar o risco, se usado por períodos prolongados ou em doses altas). Trimestre: 3º
Aleitamento
Aleitamento:Evitar; pode causar depressão respiratória no RN.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:Ver Analgésicos opiáceos.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:Ver Analgésicos opiáceos.
Conducao
Conducao:Altera significativamente a capacidade de condução. Os doentes devem ser advertidos para o facto de não deverem conduzir ou utilizar maquinaria, caso sintam tonturas ou sonolência ou tenham visão turva ou dupla visão
Dopping
Dopping:Dopping: Substância probida - Portaria n.º 411/2015, de 26 de novembro - Aprova a Lista de Substâncias e Métodos Proibidos para 2016 e revoga a Portaria n.º 270/2014, de 22 de dezembro.
Precauções Gerais
O Fentanilo oral está disponível somente no âmbito de programas especiais.

O Paciente deve ser cadastrado e assinar documentos onde afirme que entenda os riscos e benefícios de tomar esta medicação.

Não use o Fentanilo, a menos que já esteja a ser tratado com um medicamento semelhante para a dor com opióides e seu corpo ser tolerante ao fármaco.

Fale com seu médico se não tem a certeza de ser opióide-tolerante. O Fentanilo comprimidos orais são usados ​​para tratar a dor do cancro avnaçado.

Este medicamento não é para tratar a dor não originada por cancro, tais como dores de cabeça gerais ou das costas.

Não use Fentanilo se tiver usado um inibidor da MAO como a furazolidona (Furoxone), isocarboxazida (Marplan), fenelzina (Nardil), rasagilina (Azilect), selegilina (Eldepryl, Emsam, Zelapar), ou tranilcipromina (Parnate), nos últimos 14 dias.

Antes de usar o Fentanilo, informe o seu Médico se tiver um distúrbio respiratório, um tumor cerebral ou traumatismo craniano, convulsões, doença mental, um distúrbio do ritmo cardíaco, pressão arterial baixa, doença hepática ou renal, ou uma história de drogas ou álcool.

Manter este medicamento fora do alcance de crianças ou animais de estimação.

A quantidade de Fentanilo em cada comprimido oral pode ser fatal para uma criança ou um animal de estimação que suga acidentalmente ou engole. Procurar atendimento médico de emergência se isso acontecer.

O Fentanilo pode criar habituação e deve ser utilizado apenas pela pessoa a quem foi prescrito.

Nunca compartilhe Fentanilo com outra pessoa, especialmente alguém com história de abuso de drogas ou vício.

Manter o medicamento num lugar onde terceiros não lhe possam chegar.
Cuidados com a Dieta
Não consuma álcool.
Não beba sumo de toranja durante o tratamento.
Terapêutica Interrompida
Fentanilo oral só é usado quando necessário.
Não estará disponível em esquema de administração.
Não tome medicamento extra para compensar a dose esquecida.
Cuidados no Armazenamento
Não conservar acima de 25°C.
Conservar na embalagem de origem para proteger da humidade.
Manter fora do alcance e da vista das crianças.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Ritonavir + Fentanilo

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do Ritonavir nos Medicamentos Não Antirretrovirais Coadministrados: Analgésicos: Fentanil: Ritonavir administrado como potenciador farmacocinético ou como medicamento antirretroviral inibe a CYP3A4 pelo que se prevê aumento nas concentrações plasmáticas de fentanil. Recomenda-se monitorização dos efeitos terapêuticos e adversos (incluindo depressão respiratória) quando o fentanil é administrado concomitantemente com ritonavir.
 Potencialmente Grave

Sibutramina + Fentanilo

Observações: N.D.
Interações: A utilização simultânea de vários fármacos, que aumentam os níveis de serotonina no cérebro, pode originar interações graves. Este fenómeno é designado por síndrome da serotonina e poderá ocorrer, em caso raros, em associação com o uso simultâneo de um inibidor selectivo da recaptação da serotonina [ISRS] com certos fármacos utilizados no tratamento da enxaqueca (como o sumatriptano e a dihidroergotamina), ou conjuntamente com certos opiáceos (como a pentazocina, petidina, fentanil, dextrometorfano), ou em caso de utilização simultânea de dois ISRS. Dado que a sibutramina inibe a recaptação de serotonina (entre outros efeitos), não deve ser utilizada concomitantemente com outros fármacos que também elevem os níveis cerebrais de serotonina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Desflurano + Fentanilo

Observações: Não foi determinado o efeito do desflurano no metabolismo de outros medicamentos.
Interações: Doentes anestesiados com diferentes concentrações de desflurano que receberam doses crescentes de fentanilo, mostraram uma redução acentuada da quantidade de anestésico necessária ou da CAM.

Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida + Fentanilo

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com este medicamento. As interações que foram identificadas em estudos com componentes individuais de este medicamento, isto é, com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir), cobicistate, emtricitabina ou tenofovir alafenamida, determinam as interações que podem ocorrer com este medicamento. As interações esperadas entre Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida e potenciais medicamentos concomitantes são baseadas em estudos realizados com os componentes deste medicamento, como agentes individuais ou em associação, ou são interações medicamentosas potenciais que podem ocorrer. Os ensaios de interação com os componentes de este medicamento foram realizados apenas em adultos.
Interações: ANALGÉSICOS NARCÓTICOS / TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA DE OPIOIDES Fentanilo Oxicodona Tramadol Tendo por base considerações teóricas, é expectável que DRV/COB possa aumentar as concentrações plasmáticas de analgésicos. (inibição do CYP2D6 e/ou CYP3A). Recomenda-se monitorização clínica quando este medicamento é administrado concomitantemente com estes analgésicos.
 Potencialmente Grave

Fluconazol + Fentanilo

Observações: O fluconazol é um potente inibidor do citocromo P450 (CYP) isoenzima 2C9 e um inibidor moderado do CYP3A4. O fluconazol é também um inibidor da isoenzima CYP2C19. Adicionalmente às interações observadas/documentadas abaixo indicadas, existe um risco de aumento da concentração plasmática de outros compostos metabolizados pelo CYP2C9 e CYP3A4 coadministrados com fluconazol. Deste modo, deve-se ter precaução quando se utilizam estas associações e os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados. O efeito inibidor da enzima pelo fluconazol persiste 4-5 dias após a descontinuação do tratamento com fluconazol devido à sua longa semivida.
Interações: A utilização concomitante dos seguintes fámacos leva a precauções e ajustes de dose: O efeito de fluconazol noutros fármacos: Fentanilo: Foi notificado um caso fatal de intoxicação com fentanilo devido a uma possível interação entre o fentanilo e o fluconazol. Além disso, foi demonstrado em voluntários saudáveis que o fluconazol atrasou significativamente a eliminação do fentanilo. A concentração elevada de fentanilo pode levar a depressão respiratória. Os doentes têm de ser monitorizados cuidadosamente para o risco potencial de depressão respiratória. Pode ser necessário ajuste posológico do fentanilo.

Saquinavir + Fentanilo

Observações: A maioria dos estudos de interação medicamentosa com saquinavir foi desenvolvida com saquinavir não potenciado ou com saquinavir cápsulas moles não potenciado. Um número reduzido de estudos foi desenvolvido com saquinavir potenciado com ritonavir ou com saquinavir cápsulas moles potenciado com ritonavir. Os dados obtidos a partir dos estudos de interação medicamentosa realizados com saquinavir não potenciado podem não ser representativos dos efeitos observados com a terapêutica de saquinavir/ritonavir. Adicionalmente, os resultados observados com saquinavir cápsulas moles podem não ser preditivos relativamente à magnitude destas interações com saquinavir/ritonavir.
Interações: Medicamentos que são substrato do CYP3A4: Por exemplo dapsona, disopiramida, quinina, fentanilo e alfentanilo (saquinavir não potenciado). Apesar de não se terem realizado estudos específicos, a coadministração de saquinavir/ritonavir com medicamentos principalmente metabolizados pela via CYP3A4 pode originar concentrações plasmáticas aumentadas destes medicamentos. Contraindicados em combinação com saquinavir/ritonavir devido ao risco de arritmia cardíaca potencialmente fatal.

Letermovir + Fentanilo

Observações: Informação geral sobre as diferenças na exposição entre os diferentes regimes de tratamento com letermovir - A exposição plasmática esperada de letermovir difere consoante o regime terapêutico utilizado. Desta forma, as consequências clínicas das interações medicamentosas do letermovir vão depender do regime de letermovir utilizado, e se o letermovir está ou não associado à ciclosporina. - A associação de ciclosporina e letermovir pode levar a efeitos potenciados ou adicionais dos medicamentos concomitantes quando comparado com letermovir isoladamente.
Interações: Agonistas opioides Exemplos: alfentanilo, fentanilo: Interação não estudada. É recomendada a monitorização frequente de reações adversas relacionadas com estes medicamentos durante a administração concomitante. Pode ser necessário o ajuste de dose dos opioides metabolizados pelo CYP3A. A monitorização é também recomendada se a via de administração for alterada. Quando Letermovir é administrado concomitantemente com ciclosporina, a magnitude do aumento das concentrações plasmáticas dos opioides metabolizados pelo CYP3A pode ser superior. Deve ser feita monitorização cuidada para depressão respiratória e/ou sedação prolongada durante a administração concomitante de Letermovir em associação com ciclosporina e alfentanilo ou fentanilo. Consultar a respetiva informação de prescrição.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Brometo de rocurónio + Fentanilo

Observações: Não foram realizados estudos de interação formais. As interações mencionadas anteriormente para os doentes adultos e as suas advertências e precauções especiais de utilização devem ser igualmente tidas em conta no caso de doentes pediátricos.
Interações: Aumento de Efeito: Doses elevadas de: Tiopental, metohexital, cetamina, fentanilo, gama-hidroxibutirato, etomidato e propofol. Após intubação com suxametónio. A administração concomitante e a longo prazo de corticosteroides e rocurónio na UCI pode resultar num prolongamento do bloqueio neuromuscular, ou miopatia.

Crizotinib + Fentanilo

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas: Agentes cujas concentrações plasmáticas podem ser alteradas pelo crizotinib: Após 28 dias de crizotinib administrado na dosagem de 250 mg duas vezes por dia em doentes com cancro, a AUC do midazolam oral foi 3,7 vezes a observada quando o midazolam foi administrado isolado, sugerindo que o crizotinib é um inibidor moderado do CYP3A. Como tal, deve evitar-se a coadministração de crizotinib com substratos do CYP3A, com índices terapêuticos estreitos, incluindo, mas não limitado a, alfentanilo, cisaprida, ciclosporina, derivados da ergotamina, fentanilo, pimozida, quinidina, sirolímus e tacrolímus. Se a associação for necessária, deve ser feita uma monitorização clínica cuidadosa.

Fentanilo + Inibidores do CYP3A4

Observações: N.D.
Interações: O fentanilo é metabolizado pela isoenzima CYP3A4 nas mucosas hepática e intestinal. Inibidores potentes do CYP3A4 tais como os antibióticos macrólidos (e.g. eritromicina), antifúngicos azóis (e.g. cetoconazol, itraconazol e fluconazol) e alguns inibidores da protease (e.g. ritonavir), podem aumentar a biodisponibilidade do fentanilo ingerido e podem também diminuir a sua depuração sistémica, a qual pode resultar num efeito opiáceo aumentado ou prolongado. Efeitos semelhantes podem ser observados após a ingestão concomitante de sumo de toranja, que se sabe inibir o citocromo CYP3A4. Assim aconselha-se precaução na administração concomitante de fentanilo com inibidores do CYP3A4.

Fentanilo + Macrólidos

Observações: N.D.
Interações: O fentanilo é metabolizado pela isoenzima CYP3A4 nas mucosas hepática e intestinal. Inibidores potentes do CYP3A4 tais como os antibióticos macrólidos (e.g. eritromicina), antifúngicos azóis (e.g. cetoconazol, itraconazol e fluconazol) e alguns inibidores da protease (e.g. ritonavir), podem aumentar a biodisponibilidade do fentanilo ingerido e podem também diminuir a sua depuração sistémica, a qual pode resultar num efeito opiáceo aumentado ou prolongado. Efeitos semelhantes podem ser observados após a ingestão concomitante de sumo de toranja, que se sabe inibir o citocromo CYP3A4. Assim aconselha-se precaução na administração concomitante de fentanilo com inibidores do CYP3A4.

Fentanilo + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: O fentanilo é metabolizado pela isoenzima CYP3A4 nas mucosas hepática e intestinal. Inibidores potentes do CYP3A4 tais como os antibióticos macrólidos (e.g. eritromicina), antifúngicos azóis (e.g. cetoconazol, itraconazol e fluconazol) e alguns inibidores da protease (e.g. ritonavir), podem aumentar a biodisponibilidade do fentanilo ingerido e podem também diminuir a sua depuração sistémica, a qual pode resultar num efeito opiáceo aumentado ou prolongado. Efeitos semelhantes podem ser observados após a ingestão concomitante de sumo de toranja, que se sabe inibir o citocromo CYP3A4. Assim aconselha-se precaução na administração concomitante de fentanilo com inibidores do CYP3A4.

Fentanilo + Antifúngicos (Azol)

Observações: N.D.
Interações: O fentanilo é metabolizado pela isoenzima CYP3A4 nas mucosas hepática e intestinal. Inibidores potentes do CYP3A4 tais como os antibióticos macrólidos (e.g. eritromicina), antifúngicos azóis (e.g. cetoconazol, itraconazol e fluconazol) e alguns inibidores da protease (e.g. ritonavir), podem aumentar a biodisponibilidade do fentanilo ingerido e podem também diminuir a sua depuração sistémica, a qual pode resultar num efeito opiáceo aumentado ou prolongado. Efeitos semelhantes podem ser observados após a ingestão concomitante de sumo de toranja, que se sabe inibir o citocromo CYP3A4. Assim aconselha-se precaução na administração concomitante de fentanilo com inibidores do CYP3A4.

Fentanilo + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: O fentanilo é metabolizado pela isoenzima CYP3A4 nas mucosas hepática e intestinal. Inibidores potentes do CYP3A4 tais como os antibióticos macrólidos (e.g. eritromicina), antifúngicos azóis (e.g. cetoconazol, itraconazol e fluconazol) e alguns inibidores da protease (e.g. ritonavir), podem aumentar a biodisponibilidade do fentanilo ingerido e podem também diminuir a sua depuração sistémica, a qual pode resultar num efeito opiáceo aumentado ou prolongado. Efeitos semelhantes podem ser observados após a ingestão concomitante de sumo de toranja, que se sabe inibir o citocromo CYP3A4. Assim aconselha-se precaução na administração concomitante de fentanilo com inibidores do CYP3A4.

Fentanilo + Itraconazol

Observações: N.D.
Interações: O fentanilo é metabolizado pela isoenzima CYP3A4 nas mucosas hepática e intestinal. Inibidores potentes do CYP3A4 tais como os antibióticos macrólidos (e.g. eritromicina), antifúngicos azóis (e.g. cetoconazol, itraconazol e fluconazol) e alguns inibidores da protease (e.g. ritonavir), podem aumentar a biodisponibilidade do fentanilo ingerido e podem também diminuir a sua depuração sistémica, a qual pode resultar num efeito opiáceo aumentado ou prolongado. Efeitos semelhantes podem ser observados após a ingestão concomitante de sumo de toranja, que se sabe inibir o citocromo CYP3A4. Assim aconselha-se precaução na administração concomitante de fentanilo com inibidores do CYP3A4.

Fentanilo + Fluconazol

Observações: N.D.
Interações: O fentanilo é metabolizado pela isoenzima CYP3A4 nas mucosas hepática e intestinal. Inibidores potentes do CYP3A4 tais como os antibióticos macrólidos (e.g. eritromicina), antifúngicos azóis (e.g. cetoconazol, itraconazol e fluconazol) e alguns inibidores da protease (e.g. ritonavir), podem aumentar a biodisponibilidade do fentanilo ingerido e podem também diminuir a sua depuração sistémica, a qual pode resultar num efeito opiáceo aumentado ou prolongado. Efeitos semelhantes podem ser observados após a ingestão concomitante de sumo de toranja, que se sabe inibir o citocromo CYP3A4. Assim aconselha-se precaução na administração concomitante de fentanilo com inibidores do CYP3A4.

Nilotinib + Fentanilo

Observações: O nilotinib é principalmente metabolizado no fígado e é também substrato para a bomba de efluxo multifármacos, glicoproteína-P (gp-P). Assim, a absorção e subsequente eliminação do nilotinib absorvido sistemicamente podem ser influenciadas por substâncias que afetem a CYP3A4 e/ou a gp-P.
Interações: Substâncias que podem ter a sua concentração sistémica alterada pelo nilotinib: Em doentes com LMC, o nilotinib administrado na dose de 400 mg duas vezes por dia durante 12 dias aumentou respetivamente 2,6 vezes e 2,0 vezes a exposição sistémica (AUC e Cmax) do midazolam administrado por via oral (um substrato da CYP3A4). Nilotinib é um inibidor moderado da CYP3A4. Consequentemente, a exposição sistémica de outros medicamentos metabolizados principalmente pela CYP3A4 (por exemplo, certos inibidores da HMG CoA redutase) pode aumentar quando administrados concomitantemente com nilotinib. Pode ser necessária monitorização adequada e ajuste de dose para fármacos que são substratos da CYP3A4 e com um índice terapêutico estreito (incluindo mas não limitado a alfentanil, ciclosporina, dihidroergotamina, ergotamina, fentanil, sirolímus e tacrolímus), quando co-administrados com nilotinib.

Fentanilo + Inibidores da Protease (IP)

Observações: N.D.
Interações: O fentanilo é metabolizado pela isoenzima CYP3A4 nas mucosas hepática e intestinal. Inibidores potentes do CYP3A4 tais como os antibióticos macrólidos (e.g. eritromicina), antifúngicos azóis (e.g. cetoconazol, itraconazol e fluconazol) e alguns inibidores da protease (e.g. ritonavir), podem aumentar a biodisponibilidade do fentanilo ingerido e podem também diminuir a sua depuração sistémica, a qual pode resultar num efeito opiáceo aumentado ou prolongado. Efeitos semelhantes podem ser observados após a ingestão concomitante de sumo de toranja, que se sabe inibir o citocromo CYP3A4. Assim aconselha-se precaução na administração concomitante de fentanilo com inibidores do CYP3A4.

Fentanilo + Ritonavir

Observações: N.D.
Interações: O fentanilo é metabolizado pela isoenzima CYP3A4 nas mucosas hepática e intestinal. Inibidores potentes do CYP3A4 tais como os antibióticos macrólidos (e.g. eritromicina), antifúngicos azóis (e.g. cetoconazol, itraconazol e fluconazol) e alguns inibidores da protease (e.g. ritonavir), podem aumentar a biodisponibilidade do fentanilo ingerido e podem também diminuir a sua depuração sistémica, a qual pode resultar num efeito opiáceo aumentado ou prolongado. Efeitos semelhantes podem ser observados após a ingestão concomitante de sumo de toranja, que se sabe inibir o citocromo CYP3A4. Assim aconselha-se precaução na administração concomitante de fentanilo com inibidores do CYP3A4.

Fentanilo + Sumo de toranja

Observações: N.D.
Interações: O fentanilo é metabolizado pela isoenzima CYP3A4 nas mucosas hepática e intestinal. Inibidores potentes do CYP3A4 tais como os antibióticos macrólidos (e.g. eritromicina), antifúngicos azóis (e.g. cetoconazol, itraconazol e fluconazol) e alguns inibidores da protease (e.g. ritonavir), podem aumentar a biodisponibilidade do fentanilo ingerido e podem também diminuir a sua depuração sistémica, a qual pode resultar num efeito opiáceo aumentado ou prolongado. Efeitos semelhantes podem ser observados após a ingestão concomitante de sumo de toranja, que se sabe inibir o citocromo CYP3A4. Assim aconselha-se precaução na administração concomitante de fentanilo com inibidores do CYP3A4.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fentanilo + Indutores do CYP3A4

Observações: N.D.
Interações: A coadministração com agentes indutores da atividade 3A4 pode reduzir a eficácia de Fentanilo.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fentanilo + Depressores do SNC

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante com outros depressores do SNC, incluindo outros opiáceos, sedativos ou hipnóticos, anestésicos gerais, fenotiazinas, tranquilizantes, relaxantes do músculo esquelético, antihistamínicos sedativos e álcool, pode resultar em efeitos aditivos depressores.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fentanilo + Opiáceos

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante com outros depressores do SNC, incluindo outros opiáceos, sedativos ou hipnóticos, anestésicos gerais, fenotiazinas, tranquilizantes, relaxantes do músculo esquelético, antihistamínicos sedativos e álcool, pode resultar em efeitos aditivos depressores.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fentanilo + Sedativos

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante com outros depressores do SNC, incluindo outros opiáceos, sedativos ou hipnóticos, anestésicos gerais, fenotiazinas, tranquilizantes, relaxantes do músculo esquelético, antihistamínicos sedativos e álcool, pode resultar em efeitos aditivos depressores.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fentanilo + Hipnóticos

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante com outros depressores do SNC, incluindo outros opiáceos, sedativos ou hipnóticos, anestésicos gerais, fenotiazinas, tranquilizantes, relaxantes do músculo esquelético, antihistamínicos sedativos e álcool, pode resultar em efeitos aditivos depressores.
 Sem significado Clínico

Parecoxib + Fentanilo

Observações: O parecoxib é rapidamente hidrolisado no metabolito activo, valdecoxib. Os doentes sob terapêutica com anticoagulantes orais deverão ser monitorizados cuidadosamente em relação ao tempo de protrombina INR, em especial nos primeiros dias de tratamento com parecoxib ou quando a dose de parecoxib é alterada. No ser humano, estudos demonstraram que o metabolismo do valdecoxib é predominantemente mediado pela via das isoenzimas CYP3A4 e 2C9. O efeito da indução enzimática não foi estudado. Não foram realizados estudos formais de interações com Anestésicos inalados.
Interações: A administração de 40 mg de parecoxib por via intravenosa não apresentou efeito significativo na farmacocinética quer do fentanil por via intravenosa quer do alfentanil por via intravenosa (substratos do CYP3A4).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fentanilo + Anestésicos gerais

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante com outros depressores do SNC, incluindo outros opiáceos, sedativos ou hipnóticos, anestésicos gerais, fenotiazinas, tranquilizantes, relaxantes do músculo esquelético, antihistamínicos sedativos e álcool, pode resultar em efeitos aditivos depressores.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fentanilo + Fenotiazidas (fenotiazinas)

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante com outros depressores do SNC, incluindo outros opiáceos, sedativos ou hipnóticos, anestésicos gerais, fenotiazinas, tranquilizantes, relaxantes do músculo esquelético, antihistamínicos sedativos e álcool, pode resultar em efeitos aditivos depressores.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fentanilo + Tranquilizantes

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante com outros depressores do SNC, incluindo outros opiáceos, sedativos ou hipnóticos, anestésicos gerais, fenotiazinas, tranquilizantes, relaxantes do músculo esquelético, antihistamínicos sedativos e álcool, pode resultar em efeitos aditivos depressores.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fentanilo + Relaxantes musculares

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante com outros depressores do SNC, incluindo outros opiáceos, sedativos ou hipnóticos, anestésicos gerais, fenotiazinas, tranquilizantes, relaxantes do músculo esquelético, antihistamínicos sedativos e álcool, pode resultar em efeitos aditivos depressores.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fentanilo + Antihistamínicos

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante com outros depressores do SNC, incluindo outros opiáceos, sedativos ou hipnóticos, anestésicos gerais, fenotiazinas, tranquilizantes, relaxantes do músculo esquelético, antihistamínicos sedativos e álcool, pode resultar em efeitos aditivos depressores.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fentanilo + Álcool

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante com outros depressores do SNC, incluindo outros opiáceos, sedativos ou hipnóticos, anestésicos gerais, fenotiazinas, tranquilizantes, relaxantes do músculo esquelético, antihistamínicos sedativos e álcool, pode resultar em efeitos aditivos depressores.

Amiodarona + Fentanilo

Observações: Devido à semi-vida de eliminação longa e variável da amiodarona, podem ocorrer interações não só quando se administram outros fármacos concomitantemente, mas também com fármacos administrados após interrupção do tratamento com amiodarona.
Interações: Os seguintes fármacos devem ser utilizados com precaução quando em associação com a amiodarona: Fármacos metabolizados pelo citocromo P450 3A4: Quando estes fármacos são co-administrados com a amiodarona, que é um inibidor do CYP3A4, a associação pode resultar em aumento das suas concentrações plasmáticas, que poderá levar a um possível aumento da sua toxicidade. Fentanilo: A sua associação com a amiodarona pode potenciar os efeitos farmacológicos do fentanilo e aumentar o risco da sua toxicidade.

Fentanilo + Naloxona

Observações: N.D.
Interações: A administração de fármacos com atividade antagonista dos opiáceos, como e.g. a naloxona, ou analgésicos mistos agonista/antagonista (e.g. pentazocina, butorfanol, buprenorfina, nalbufina) podem precipitar sintomas de privação.

Fentanilo + Analgésicos

Observações: N.D.
Interações: A administração de fármacos com atividade antagonista dos opiáceos, como e.g. a naloxona, ou analgésicos mistos agonista/antagonista (e.g. pentazocina, butorfanol, buprenorfina, nalbufina) podem precipitar sintomas de privação.

Fentanilo + Pentazocina

Observações: N.D.
Interações: A administração de fármacos com atividade antagonista dos opiáceos, como e.g. a naloxona, ou analgésicos mistos agonista/antagonista (e.g. pentazocina, butorfanol, buprenorfina, nalbufina) podem precipitar sintomas de privação.

Fentanilo + Buprenorfina

Observações: N.D.
Interações: A administração de fármacos com atividade antagonista dos opiáceos, como e.g. a naloxona, ou analgésicos mistos agonista/antagonista (e.g. pentazocina, butorfanol, buprenorfina, nalbufina) podem precipitar sintomas de privação.

Fentanilo + Nalbufina

Observações: N.D.
Interações: A administração de fármacos com atividade antagonista dos opiáceos, como e.g. a naloxona, ou analgésicos mistos agonista/antagonista (e.g. pentazocina, butorfanol, buprenorfina, nalbufina) podem precipitar sintomas de privação.

Fentanilo + Butorfanol

Observações: N.D.
Interações: A administração de fármacos com atividade antagonista dos opiáceos, como e.g. a naloxona, ou analgésicos mistos agonista/antagonista (e.g. pentazocina, butorfanol, buprenorfina, nalbufina) podem precipitar sintomas de privação.

Imatinib + Fentanilo

Observações: N.D.
Interações: O imatinib aumenta a Cmax e a AUC da sinvastatina (substrato da CYP3A4 ) em 2 e 3,5 vezes, respetivamente, indicando uma inibição da CYP3A4 pelo imatinib. Como tal, é recomendada precaução quando se administra imatinib com substratos da CYP3A4 com uma janela terapêutica estreita (por ex. ciclosporina, pimozida, tacrolímus, sirolímus, ergotamina, diergotamina, fentanil, alfentanil, terfenadina, bortezomib, docetaxel e quinidina).

Telaprevir + Fentanilo

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: ANALGÉSICOS: Alfentanilo, fentanilo: Recomenda-se uma monitorização cuidadosa do efeito terapêutico e efeitos adversos (incluindo depressão respiratória) quando telaprevir é coadministrado com alfentanilo ou fentanilo, incluindo oral, bucal, nasal e sistemas transdérmicos ou transmucosos de libertação prolongada de fentanilo, especialmente no início do tratamento. Pode ser necessário o ajuste da dose de fentanilo ou alfentanilo. Espera-se efeitos mais marcados com formulações orais, nasais e bucais/sublinguais de fentanilo.

Ibrutinib + Fentanilo

Observações: N.D.
Interações: Agentes que podem apresentar alteração da concentração plasmática devida a ibrutinib: Com base em dados in vitro, o ibrutinib é um inibidor reversível fraco do CYP3A4 a nível intestinal e pode portanto aumentar a exposição a substratos do CYP3A4 dependentes do metabolismo do CYP3A intestinal. Não estão disponíveis dados clínicos sobre esta interação. Recomenda-se precaução na coadministração de ibrutinib com substratos CYP3A4, administrados oralmente, de janela terapêutica estreita (tais como a dihidroergotamina, a ergotamina, o fentanilo, a ciclosporina, o tacrolímus e o sirolímus).
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Etomidato + Fentanilo

Observações: N.D.
Interações: Quando administrado em associação com Fentanilo IV, a depuração plasmática total e o volume de distribuição do etomidato diminui num factor de 2 a 3 sem alteração no tempo de semi-vida. Assim, a dose do etomidato pode necessitar de ser reduzida.

Moclobemida + Fentanilo

Observações: N.D.
Interações: A morfina e o fentanil devem ser utilizados com precaução. Pode ser necessário um ajuste da dose destes fármacos.

Fosaprepitant + Fentanilo

Observações: Quando administrado por via intravenosa o fosaprepitant é rapidamente convertido em aprepitant. As interações medicamentosas decorrentes da administração de intravenosa de fosaprepitant são passíveis de ocorrer com substâncias ativas que interagem com o aprepitant administrado por via oral. A informação seguinte resultou de dados obtidos com o aprepitant por via oral e de estudos realizados com fosaprepitant por via intravenosa coadministrados com dexametasona, midazolam ou diltiazem. O fosaprepitant 150 mg, em dose única, é um inibidor fraco do CYP3A4. O fosaprepitant não parece interagir com a glicoproteína-P transportadora, tal como demonstrado pela ausência de interação entre o aprepitant por via oral com a digoxina. Antevê-se que, quando comparado com a administração de aprepitant oral, o fosaprepitant provoque indução menor ou não superior do CYP2C9, do CYP3A4 e da glucuronidação. Não há dados sobre os efeitos no CYP2C8 e CYP2C19.
Interações: Efeito do aprepitant na farmacocinética de outras substâncias ativas: Inibição do CYP3A4: Como inibidor fraco do CYP3A4, o fosaprepitant 150 mg em dose única, pode aumentar transitoriamente as concentrações plasmáticas das substâncias ativas coadministradas por via oral que são metabolizadas via CYP3A4. A exposição total dos substratos do CYP3A4 pode aumentar até ao dobro durante os Dias 1 e 2, após coadministração com uma dose única de fosaprepitant. Fosaprepitant não pode ser usado concomitantemente com pimozida, terfenadina, astemizol ou cisaprida. A inibição do CYP3A4 pelo fosaprepitant pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas destas substâncias ativas podendo causar reações graves ou ameaçadoras da vida. É aconselhável precaução durante a administração concomitante de fosaprepitant e de substâncias ativas que são principalmente metabolizadas através do CYP3A4 e com um intervalo terapêutico estreito, tais como ciclosporina, tacrolímus, sirolímus, everolímus, alfentanilo, diergotamina, ergotamina, fentanilo, e quinidina.

Ribociclib + Fentanilo

Observações: n.d.
Interações: Substâncias que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas por Ribociclib: Recomenda-se precaução em caso de utilização concomitante com substratos da CYP3A4 sensíveis com uma margem terapêutica estreita. A dose de um substrato da CYP3A4 sensível com uma margem terapêutica estreita, incluindo mas não limitado a alfentanilo, ciclosporina, everolímus, fentanilo, sirolímus e tacrolímus, pode necessitar de ser reduzido uma vez que ribociclib pode aumentar a sua exposição.

Etcorvinol + Fentanilo

Observações: N.D.
Interações: Usando etclorvinol com qualquer um dos seguintes medicamentos normalmente não é recomendada, mas pode não ser necessária em alguns casos. Se ambos os medicamentos são prescritos em conjunto, o médico pode alterar a dose. - Adinazolam - Alfentanil - Alprazolam - Amobarbital - Anileridina - Aprobarbital - Brofaromina - Bromazepam - Brotizolam - Buprenorfina - Butabarbital - Butalbital - Carbinoxamina - Carisoprodol - Clorodiazepóxido - Clorzoxazona - Clobazam - Clonazepam - Clorazepato - Clorgilina - Codeína - Dantroleno - Diazepam - Estazolam - Fentanilo - Flunitrazepam - Flurazepam - Furazolidona - Halazepam - Hidrocodona - Hidromorfona - Iproniazida - Isocarboxazida - Cetazolam - Lazabemida - Levorfanol - Linezolida - lorazepam - lormetazepam - Meclizina - Medazepam - meperidina - mefenesina - meprobamato - metaxalone - metadona - Metocarbamol - Metoexital - Midazolam - Moclobemida - Morfina - Nialamida - Nitrazepam - Nordazepam - Oxazepam - Oxicodona - Oximorfona - Pargilina - Pentobarbital - Fenelzina - Fenobarbital - Prazepam - Primidona - Procarbazina - Propoxifeno - Quazepam - Rasagilina - Remifentanil - Secobarbital - Selegilina - Sufentanil - Suvorexanto - Tapentadol - Temazepam - Tiopental - Toloxatona - Tranilcipromina - Triazolam - Zolpidem

Darunavir + Cobicistate + Fentanilo

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com Darunavir / Cobicistate. Uma vez que Darunavir / Cobicistate contém darunavir e cobicistate, as interações que foram identificadas com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir) e com cobicistate determinam as interações que podem ocorrer com Darunavir / Cobicistate. Os ensaios de interação com darunavir/ritonavir e com cobicistate apenas foram realizados em adultos.
Interações: ANALGÉSICOS NARCÓTICOS / TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA DE OPIÓIDES: Fentanilo, Oxicodona, Tramadol: Tendo por base considerações teóricas, é expectável que Darunavir / Cobicistate possa aumentar as concentrações plasmáticas de analgésicos. (inibição do CYP2D6 e/ou CYP3A) Recomenda-se monitorização clínica quando Darunavir / Cobicistate é administrado concomitantemente com estes analgésicos.

Olaparib + Fentanilo

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica formais.
Interações: Interações farmacocinéticas: Efeito de olaparib sobre outros fármacos: In vitro o olaparib pode inibir o CYP3A4 e não se pode excluir que olaparib possa incrementar as exposições a substratos desta enzima in vivo. Portanto, recomenda-se precaução quando se associam substratos do CYP3A4 com olaparib, em particular os que têm uma margem terapêutica estreita (p.ex., sinvastatina, cisaprida, ciclosporina, alcaloides ergóticos, fentanilo, pimozida, sirolímus, tacrolímus e quetiapina).

Enzalutamida + Fentanilo

Observações: N.D.
Interações: Potencial da enzalutamida para afetar a exposição a outros medicamentos: Indução enzimática: A enzalutamida é um potente inibidor enzimático levando ao aumento da síntese de muitas enzimas e transportadores; portanto é esperada a interação com muitos medicamentos comuns que são substratos destas enzimas ou transportadores. A redução das concentrações plasmáticas podem ser substanciais, e levar a perda ou reduzir o efeito clínico. Existe também um risco aumentado da formação de metabolitos ativos. As enzimas que podem ser induzidas são o CYP3A no fígado e intestino, o CYP2C9, o CYP2C19, o CYP1A2 e auridina 5’ difosfato-glucuronosiltransferases (conjugação das enzimas UGTs-glucuronida). A proteína de transporte de P-gp pode também ser induzida, e provavelmente outros transportadores, como por exemplo, a proteína de resistência múltipla 2 (MRP2), proteína de resistência do cancro da mama (BCRP) e do polipéptido transportador aniónico orgânico 1B1, (OATP1B1). Estudos in vivo demonstraram que a enzalutamida é um indutor potente do CYP3A4 e um indutor moderado do CYP2C9 e do CYP2C19. A coadministração da enzalutamida (160 mg uma vez por dia) com doses únicas orais de substratos sensíveis ao CYP em doentes com cancro da próstata, resultou numa diminuição de 86% da AUC do midazolam (substrato do CYP3A4), numa diminuição de 56% na AUC da S-varfarina (substrato do CYP2C9) e numa diminuição de 70% na AUC do omeprazol (substrato do CYP2C19). A UGT1A1 pode também ter sido induzida. São esperadas interações com alguns medicamentos que são eliminados através do metabolismo ou por transporte ativo. Se o seu efeito terapêutico é de grande importância para o doente, e se os ajustes de dose não são facilmente realizados com base na monitorização de eficácia ou da concentração plasmática, estes medicamentos devem ser evitados ou utilizados com precaução. O risco de lesão hepática após a administração de paracetamol é suspeito ser maior em doentes tratados concomitantemente com indutores de enzima. Grupos de medicamentos que podem ser afetados incluem, mas não se limitam a: Analgésicos (ex. fentanilo, tramadol) Antibióticos (ex. claritromicina, doxiciclina) Agentes antineoplásicos (ex. cabazitaxel) Anticoagulantes (ex. acenocumarol, varfarina) Antiepiléticos (ex. carbamazepina, clonazepam, fenitoína, primidona, ácido valpróico) Antipsicóticos (ex. haloperidol) Bloqueadores beta (ex. bisoprolol, propranolol) Bloqueadores da entrada do cálcio (ex. diltiazem, felodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil) Cardiotónicos digitálicos (ex. digoxina) Corticosteroides (ex. dexametasona, prednisolona) Antirretrovirais VIH (ex. indinavir, ritonavir) Hipnóticos (ex. diazepam, midazolam, zolpidem) Estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 (ex. atorvastatina, sinvastatina)
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Palbociclib + Fentanilo

Observações: Palbociclib é metabolizado principalmente pela CYP3A e pela SULT2A1, uma enzima da família das sulfotransferases (SULT). In vivo, palbociclib é um inibidor fraco e dependente do tempo da CYP3A.
Interações: A dose de substratos sensíveis da CYP3A com um índice terapêutico estreito (por ex., alfentanilo, ciclosporina, di-hidroergotamina, ergotamina, everolímus, fentanilo, pimozida, quinidina, sirolímus e tacrolímus) poderá ter de ser reduzida quando coadministrada com Palbociclib, pois Palbociclib pode aumentar a sua exposição.

Indinavir + Fentanilo

Observações: n.d.
Interações: INDINAVIR POTENCIADO COM RITONAVIR. ANALGÉSICOS: Fentanilo: Interação com indinavir/ritonavir não estudada. O indinavir e ritonavir inibem o CYP3A4, logo, espera-se que aumentem as concentrações plasmáticas de fentanilo. É recomendada monitorização cuidadosa da terapêutica e dos efeitos adversos quando o fentanilo é administrado concomitantemente com indinavir/ritonavir.

Dabrafenib + Fentanilo

Observações: O dabrafenib é um indutor enzimático e aumenta a síntese das enzimas metabolizadoras de fármacos incluindo CYP3A4, CYP2Cs e CYP2B6 e pode aumentar a síntese dos transportadores. Tal resulta em níveis plasmáticos reduzidos dos medicamentos metabolizados por estas enzimas e pode afetar alguns medicamentos transportados. A redução nas concentrações plasmáticas pode levar a perda ou a redução dos efeitos clínicos destes medicamentos. Também existe um risco aumentado de formação de metabolitos ativos destes medicamentos. As enzimas que podem ser induzidas incluem CYP3A no fígado e no intestino, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e UGTs (enzimas conjugadas pelo glucoronido). A proteína de transporte gp-P pode também ser induzida assim como outros transportadores, por ex. MRP-2, BC RP e OATP1B1/1B3. In vitro, o dabrafenib produziu aumentos dependentes da dose no CYP2B6 e CYP3A4. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de dabrafenib noutros medicamentos: O dabrafenib é um indutor enzimático e aumenta a síntese das enzimas metabolizadoras de fármacos incluindo CYP3A4, CYP2Cs e CYP2B6 e pode aumentar a síntese dos transportadores. Tal resulta em níveis plasmáticos reduzidos dos medicamentos metabolizados por estas enzimas e pode afetar alguns medicamentos transportados. A redução nas concentrações plasmáticas pode levar a perda ou a redução dos efeitos clínicos destes medicamentos. Também existe um risco aumentado de formação de metabolitos ativos destes medicamentos. As enzimas que podem ser induzidas incluem CYP3A no fígado e no intestino, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e UGTs (enzimas conjugadas pelo glucoronido). A proteína de transporte gp-P pode também ser induzida assim como outros transportadores, por ex. MRP-2, BC RP e OATP1B1/1B3. In vitro, o dabrafenib produziu aumentos dependentes da dose no CYP2B6 e CYP3A4. Num estudo clínico de interação medicamentosa, a Cmax e AUC do midazolam oral (um substrato do CYP3A4) diminuiu 61% e 74% respetivamente com a coadministração de doses repetidas de dabrafenib utilizando uma formulação com uma biodisponibilidade mais baixa do que a formulação de dabrafenib. A administração de 150 mg de dabrafenib duas vezes por dia e varfarina resultou numa diminuição da AUC de S-e R-varfarina em 37% e 33% em comparação com a administração de varfarina em monoterapia. A Cmax de S-e R-varfarina aumentou 18% e 19%. São esperadas interações com muitos medicamentos eliminados através do metabolismo ou transporte ativo. Se o seu efeito terapêutico for de grande importância para o doente, e os ajustes posológicos não forem facilmente realizáveis com base na monitorização da eficácia ou concentrações plasmáticas, estes medicamentos devem ser evitados ou utilizados com precaução. Suspeita-se que o risco de lesão hepática após a administração de paracetamol é superior nos doentes tratados concomitantemente com indutores enzimáticos. Espera-se que o número de medicamentos afetados seja grande; embora a magnitude da interação possa variar. Os grupos de medicamentos que podem ser afetados incluem, mas não estão limitados a: - Analgésicos (por ex. fentanilo, metadona) - Antibióticos (por ex., claritromicina, doxiciclina) - Agentes anticancerígenos (por ex., cabazitaxel) - Anticoagulantes (por ex. acenocumarol, varfarina) - Antiepiléticos (por ex., carbamazepina, fenitoína, primidona, ácido valpróico) - Antipsicóticos (por ex., haloperidol) - Bloqueadores dos canais de cálcio (por ex., diltiazem, felodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil) - Glicosidos cardíacos (por ex., digoxina) - Corticosteroides (por ex., dexametasona, metilprednisolona) - Antivíricos para o VIH (por ex., amprenavir, atazanavir, darunavir, delavirdina, efavirenz, fosamprenavir, indinavir, lopinavir, nelfinavir, saquinavir, tipranavir) - Contracetivos hormonais - Hipnóticos (por ex., diazepam, midazolam, zolpidem) - Imunossupressores (por ex., ciclosporina, tacrolimus, sirolímus) - Estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 (por ex., atorvastatina, sinvastatina) É provável que o início da indução ocorra após 3 dias de administração repetida com dabrafenib. Aquando da descontinuação de dabrafenib, o equilibro da indução é gradual, as concentrações dos CYP3A4, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9 e CYP2C19, UDP-glucuronosil transferases (UGT) e substratos transportadores podem aumentar e os doentes devem ser monitorizados para toxicidade e a posologia destes agentes pode necessitar de ser ajustada. In vitro, o dabrafenib é um inibidor do mecanismo do CYP3A4. Como tal, a inibição transitória do CYP3A4 pode ser vista durante os primeiros dias do tratamento.

Furazolidona + Fentanilo

Observações: N.D.
Interações: A utilização de furazolidona com qualquer um dos seguintes medicamentos não é geralmente recomendada, mas pode ser necessária em alguns casos. - Salbutamol (albuterol) - Altretamina - Anfetamina - Formoterol (Arformoterol) - Abacate - Bambuterol - Laranja amarga - Clenbuterol - Difenoxina - Difenoxilato - Dolasetrona - Droperidol - Efedrina - Etcorvinol - Fenoterol - Fentanilo - Formoterol - Frovatriptano - Granisetron - Guaraná - Hexoprenalina - Hidrocodona - Hidromorfona - Indacaterol - Iobenguano (123I) - Isoetarina - Kava - Levalbuterol - Alcaçuz - Lisdexanfetamina - Lorcaserina - Ma Huang - Meperidina - Metaproterenol - Metaraminol - Morfina - Naratriptano - Norepinefrina - Olodaterol - Oxicodona - Palonossetrom - Fenilefrina - Fenilpropanolamina - Pirbuterol - Procaterol - Reboxetina - Reproterol - Ritodrina - Salmeterol - Erva de São João (Hipericão) - Terbutalina - Tretoquinol - Tulobuterol - Tirosina - Vilanterol - Ziprasidona

Voriconazol + Fentanilo

Observações: n.d.
Interações: Opiáceos de curta ação [substratos do CYP3A4] Alfentanilo (dose única de 20 μg/kg, com naloxona concomitante) Fentanilo (dose única de 5 µg/kg) Deve considerar-se a redução na dose de alfentanilo, fentanilo e outros opiáceos de curta ação com estrutura semelhante à do alfentanilo e metabolisados pelo CYP3A4 (ex. sufentanilo). Recomenda-se a monitorização alongada e frequente para a depressão respiratória e reações adversas associa as com outros opiáceos.

Morfina + Fentanilo

Observações: N.D.
Interações: Associações a ter em conta: Outros analgésicos morfínicos agonistas (alfentanilo, codeína, dextromoramida, dextropropoxifeno, di-hidrocodeína, fentanilo, oxicodona, petidina, fenoperidina, remifentanilo, sufentanilo, tramadol).

Eluxadolina + Fentanilo

Observações: N.D.
Interações: Substratos do CYP3A: A eluxadolina pode aumentar a exposição de medicamentos coadministrados metabolizados pelo citocromo CYP3A4. Deve ter-se precaução quando se administrar tais fármacos (por exemplo, midazolam, eritromicina, nifedipina), especialmente para aqueles com índice terapêutico estreito (por exemplo, alfentanilo, di-hidroergotamina, ergotamina, fentanilo, pimozida, quinidina, sirolimus, tacrolimus). A concentração destes medicamentos com índice terapêutico estreito coadministrados ou dos seus outros marcadores farmacodinâmicos deve de ser monitorizada, quando o uso concomitante de eluxadolina for iniciado ou descontinuado.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tedizolida + Fentanilo

Observações: O potencial de interações serotoninérgicas não foi estudado nem em doentes nem em voluntários saudáveis.
Interações: Baseado nos resultados in vitro, há um risco de indução enzimática pelo fosfato de tedizolida. Isto pode resultar numa redução da eficácia de medicamentos administrados concomitantemente que sejam substratos da CYP3A4 com um índice terapêutico estreito (tais como midazolam oral, triazolam, alfentanilo, ciclosporina, fentanilo, pimozida, quinidina, sirolimus e tacrolimus), da CYP2B6 (efavirenz), da CYP2C9 (varfarina) e P-gp (digoxina).

Ceritinib + Fentanilo

Observações: N.D.
Interações: Agentes cuja concentração plasmática pode ser alterada por ceritinib: Com base nos dados in vitro, ceritinib inibe de forma competitiva o metabolismo de midazolam, um substrato da CYP3A, e diclofenac, um substrato da CYP2C9. Observou-se também inibição da CYP3A dependente do tempo. O valor de Cmax no estado de equilíbrio de ceritinib na dose clínica recomendada de 750 mg por dia pode exceder os valores Ki para CYP3A e CYP2C9, sugerindo que ceritinib possa inibir a eliminação de outros medicamentos metabolizados por estas enzimas em concentrações clinicamente relevantes. Pode ser necessária redução da dose com coadministração de medicamentos que são predominantemente metabolizados pela CYP3A e CYP2C9. A co-administração de ceritinib com substratos da CYP3A conhecidos por terem indíces terapêuticos estreitos (p. ex: astemizol, cisaprida, ciclosporina, ergotamina, fentanil, pimozida, quinidina, tacrolímus, alfentanil e sirolímus) e substratos da CYP2C9 conhecidos por terem indíces terapêuticos estreitos (p.ex: fenitoína e varfarina) devem ser evitadas.
Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

No entanto, o Fentanilo pode diminuir a capacidade mental ou física para a realização de tarefas potencialmente perigosas tais como a condução ou utilização de maquinaria.

Os doentes devem ser advertidos para o facto de não deverem conduzir ou utilizar maquinaria, caso sintam tonturas ou sonolência ou tenham visão turva ou dupla visão enquanto tomam.

Dopping: Substância probida - Portaria n.º 411/2015, de 26 de novembro - Aprova a Lista de Substâncias e Métodos Proibidos para 2016 e revoga a Portaria n.º 270/2014, de 22 de dezembro.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017