Fenitoína

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI com Advertência na Condução Uso Hospitalar DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica) DCI/Medicamento Psicofármaco
O que é
Fenitoína ou difenilhidantoína

Fenitoína é um anticonvulsivo usado em uma ampla variedade de convulsões.

É também um antirarrítmico e relaxante muscular.

O mecanismo de ação terapêutica não está claro, embora várias ações celulares têm sido descritas, incluindo efeitos sobre os canais iónicos, transporte ativo, e estabilização de membrana geral.

O mecanismo do seu efeito relaxante muscular parece envolver uma redução na sensibilidade dos fusos musculares ao esticar.

Fenitoína foi proposto por vários outros usos terapêuticos, mas seu uso tem sido limitado por seus muitos efeitos adversos e interações com outras drogas.
Usos comuns
- Tratamento dos seguintes tipos de convulsões:
- Estado epiléptico (um estado de convulsões persistentes).

Uma convulsão é persistente quando:
- você tem uma convulsão que não pára;
ou
- você tem várias convulsões durante as quais permanece inconsciente.


- Prevenção da ocorrência de convulsões durante ou após uma neurocirurgia (operação ao cérebro).
Tipo
pequena molécula
História
Fenitoína (difenilhidantoína) foi sintetizado pela primeira vez pelo químico alemão Heinrich Biltz em 1908.

Biltz vendeu sua descoberta a Parke-Davis, que não encontrou um uso imediato para ele.

Em 1938, cientistas de fora, incluindo H. Houston Merritt e Tracy Putnam descobriu a utilidade da fenitoína para convulsões controladores, sem os efeitos sedativos associados com fenobarbital.

Foi aprovado pela EUA Food and Drug Administration em 1953 para uso em crises.
Indicações
Tratamento do estado de mal epiléptico e prevenção das convulsões que possam ocorrer durante ou após a neurocirurgia.

Arritmias auriculares e ventriculares especialmente quando são provocadas por intoxicação digitálica.
Classificação CFT
02.06     Antiepiléticos e anticonvulsivantes
Mecanismo De Ação
Os principais efeitos farmacológicos da fenitoína são similares aos de outros anticonvulsivantes derivados da hidantoína.


A fenitoína exibe, também, propriedades anti-arrítmicas semelhantes às da quinidina e da procaínamida.

Apesar do fármaco possuir um pequeno efeito na excitabilidade eléctrica do músculo cardíaco, diminui a força de contracção, diminui o efeito pacemaker e incrementa a condução atrioventricular, particularmente quando esta foi diminuída por glicosídeos digitálicos.


A fenitoína actua por estabilização das membranas dos neurónios.

Exerce a sua actividade antiepiléptica por limitar o desenvolvimento da actividade convulsiva máxima e por reduzir a propagação do processo convulsivo de um foco activo.
Posologia Orientativa
A dose normal é:
Estado de mal epiléptico (crise epilépticas com convulsões):
Adultos: Deve administrar-se uma dose de carga de aproximadamente 10-15 mg/kg, via intravenosa, a uma velocidade não superior a 50 mg/minuto.

A dose de carga deve ser seguida da doses de manutenção de 100 mg, via oral ou intravenosa, a cada 6-8 horas.



Recém-nascidos e crianças pequenas: Doses de carga de 15-20 mg/kg podem produzir concentrações efectivas no sangue de (10-20mg/ml).

A velocidade de injecção deve ser inferior a 1-3 mg/kg/minuto não ultrapassando a dose de 50 mg por minuto.

As doses de manutenção serão de 4-7 mg/kg/24h, en 2 fracções.



Neurocirurgia:
Adultos: Administrar uma dose de carga de 100-200 mg (2-4 ml) com intervalos de 4 horas aproximadamente, continuar com dose de manutenção, durante o período pós-operatório, durante 48-72 horas.



Arritmias:
Administrar 100 mg a cada 5 minutos até que desapareça a arritmia ou até alcançar uma dose máxima de 1000 mg.

A injecção deve ser aplicada com as máximas precauções, aconselhando-se a monitorização (observação) contínua do ECG (electrocardiograma) e da pressão sanguínea.

A velocidade de injecção não deve ultrapassar os 25-50 mg/minuto
Administração
Fenitoína administra-se por via intramuscular e via intravenosa.

A adição de fenitoína a soluções para perfusão não é recomendada devido à falta de solubilidade e consequente precipitação.


O ritmo de administração intravenosa não deve exceder os 50 mg/minuto, nos adultos, e 1-3 mg/kg/min.

nos recém-nascidos.

O fármaco possui uma estreita janela terapêutica.
Contraindicações
Pacientes com hipersensibilidade às hidantoínas.


Bradicardia sinusal, bloqueio sinoatrial, bloqueio AV de segundo e de terceiro grau e síndrome de Adams-Stokes.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Os principais sinais de toxicidade associados com a administração intravenosa de fenitoína são o colapso cardiovascular e/ou a depressão do sistema nervoso central.


Cardiovasculares: depressão da condução atrio-ventricular e fibrilação ventricular.


Quando se administra rapidamente, pode aparecer hipotensão.


SNC: nistagmo, ataxia, fala trémula, coordenação diminuída e confusão mental.


Vertigo, insónias, nervosismo e cefaleias.


Gastrintestinais: náuseas, vómitos e obstipação.


Dermatológicos: rash cutâneo por vezes com febre, dermatite exfoliativa, lupus eritematoso e síndrome de Stevens-Johnson.


Hematopoiéticos: em casos muito raros trombocitopenia, leucopenia, granulocitopenia, agranulocitose, linfadenopatia.


Dada a alcalinidade do medicamento, as injecções intravenosas são irritantes e podem causar flebite, por isso é aconselhável a administração antes e depois de solução salina estéril e através do mesmo catéter.


Local de injecção: pode ocorrer irritação local, inflamação e sensibilização.

Necrose tissular e perda de tecido já foi reportada após injecção subcutânea ou perivascular.

A irritação dos tecidos moles e a inflamação ocorreram no local da injecção com e sem extravasão da fenitoína intravenosa.
Advertências
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:Redução posológica.
Conducao
Conducao:Altera significativamente a capacidade de condução.
Gravidez
Gravidez:Todos os trimestres: D - Há evidências de risco em fetos humanos. Só usar se o benefício justificar o risco potencial. Em situação de risco de vida ou em caso de doenças graves para as quais não se possa utilizar drogas mais seguras, ou se estas drogas não forem eficazes.
Precauções Gerais
A fenitoína é metabolizada no fígado e deve ser administrada com precaução a pacientes com insuficiência hepática, pacientes idosos ou gravemente doentes.


Têm sido verificados casos de hiperglicémia, resultante dos efeitos inibidores na libertação de insulina.

A fenitoína pode também aumentar os níveis plasmáticos de glucose em diabéticos.


A ligação às proteínas pode ser reduzida em pacientes urémicos.


A fenitoína por via intravenosa deve ser administrada lentamente e o extravasamento deve ser evitado.


A fenitoína não deve ser administrada por via intravenosa em pacientes com sintomas de bradicardia, bloqueio cardíaco ou síndroma de Stokes-Adams e deve ser utilizada com precaução em pacientes com hipotensão, insuficiência cardíaca e doença do miocárdio, é recomendada a monitorização da pressão sanguínea e ECG durante o tratamento por via intravenosa.


Não se aconselha a administração por via intramuscular porque podem transcorrer 24 horas para a obtenção dos máximos plasmáticos, uma vez que a absorção do fármaco por esta via é errática.


A suspensão brusca da fenitoína em doentes epilépticos pode precipitar o status epilepticus.

Quando é necessário, a redução da dose, interrupção ou substituição de antiepiléticos, deve ser feita gradualmente.

No entanto, no caso de reacções de hipersensibilidade ou alérgicas, pode ser necessária uma substituição rápida da terapia alternativa.

Neste caso a terapia alternativa deve ser um antiepiléptico não pertencente ao grupo das hidantoínas.


Foram notificados casos de ideação e comportamento suicida em doentes tratados com medicamentos antiepilépticos, em várias indicações terapêuticas.

Uma meta-análise de ensaios aleatorizados de medicamentos antiepilépticos, contra placebo, mostrou também um pequeno aumento do risco de ideação e comportamento suicida.

Não é ainda conhecido o mecanismo que explica este risco e os dados disponíveis não excluem a possibilidade de um aumento do risco para a fenitoína.


Os doentes devem ser monitorizados quanto aos sinais de ideação e comportamento suicida, devendo ser considerada a necessidade de tratamento adequado.

Os doentes (e os prestadores de cuidados aos doentes) devem ser aconselhados a contactar o médico assim que surjam sinais de ideação e comportamento suicida.


A administração da fenitoína deve ser suspensa caso surja "rash" cutâneo.

Se o rash for exfoliativo, púrpurico ou bolhoso ou se suspeita de lúpus eritematoso, síndroma de Stevens-Johnson ou necrólise epidérmica tóxica, a terapia com fenitoína não deve ser retomada.

Se o rash for morbiliforme ou escarlatiniforme a terapia só pode ser retomada após desaparecimento total do rash.

A fenitoína é contra-indicada caso surja rash após a retoma da terapia.


A ingestão aguda de bebidas alcoólicas pode aumentar os níveis plasmáticos de fenitoína, enquanto que o uso crónico de álcool os pode diminuir.


Uma vez que foram referenciados casos de exacerbação da porfíria, o uso deste medicamento em doentes que sofram de porfíria deve ser feito com cuidado.


A solução só pode ser utilizada se não se verificar opalescência ou formação de precipitado.

Após refrigeração ou congelamento pode verificar-se a formação de um precipitado, que se dissolverá logo que as soluções atinjam a temperatura ambiente.

O medicamento pode ser administrado.

Só as soluções límpidas podem ser utilizadas.

Pode desenvolver-se uma fraca coloração amarelada, não afectando a potência da solução.


Produtos naturais ou extractos vegetais contendo Hypericum perforatum não devem ser utilizados concomitantemente com a fenitoína, devido ao risco de diminuição dos seus efeitos terapêuticos.
Cuidados com a Dieta
Não interfere com alimentos e bebidas.

O álcool pode aumentar os níveis de fenitoína.
Terapêutica Interrompida
Este medicamento é administrado em meio hospitalar.
Cuidados no Armazenamento
Manter fora do alcance e da vista das crianças.

Conservar a temperatura inferior a 25ºC.

Não refrigerar ou congelar
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Fenitoína + Varfarina

Observações: N.D.
Interações: Fármacos cujos efeitos são melhorados pela fenitoína incluem a varfarina.

Liotironina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Fármacos indutores enzimáticos, como cloroquina, rifampicina, carbamazepina, fenitoína ou barbitúricos, podem acelerar o metabolismo das hormonas da tiróide podendo ser necessário aumentar a sua dosagem.
 Risco Moderado

Sucralfato + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Estudos em animais mostraram que a administração simultânea de sucralfato com tetraciclina, fenitoína, digoxina, cimetidina, ranitidina, ciprofloxacina, norfloxacina e teofilina originou uma redução estatisticamente significativa na biodisponibilidade destes agentes. O mecanismo destas interações é de natureza não sistémica, resultante da ligação do sucralfato ao fármaco administrado concomitantemente, no tracto gastrointestinal. A biodisponibilidade destes fármacos poderá ser restabelecida fazendo a sua administração duas horas antes da toma de Sucralfato.

Enalapril + Lercanidipina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: LERCANIDIPINA: Associações que necessitam de precaução para utilização: Indutores do CYP3A4: A coadministração de lercanidipina com indutores do CYP3A4, tais como anticonvulsivantes (p.ex.: fenitoína, carbamazepina) e rifampicina deve ser abordada com cuidado, dado que o efeito anti-hipertensor pode ser diminuído, devendo-se monitorizar a pressão arterial mais frequentemente do que o habitual.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Estradiol + Levonorgestrel + Fenitoína

Observações: Nota: A informação de prescrição de quaisquer medicações concomitantes deve ser sempre consultada para identificar interações potenciais.
Interações: As interações medicamentosas que resultam num aumento da depuração das hormonas sexuais podem levar à ocorrência de hemorragias intracíclicas e ao insucesso contracetivo. Isto foi demostrado com as hidantoínas (por ex., fenitoína, barbitúricos, primidona, carbamazepina e rifampicina).
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Fenitoína + Testes Laboratoriais/Diagnóstico

Observações: N.D.
Interações: A fenitoína pode originar diminuição nos níveis séricos do iodo ligado às proteínas. Pode originar valores mais baixos que os normais para os testes da dexametasona ou da metirapona. A fenitoina pode causar aumento dos níveis séricos da glucose, fosfatase alcalina, gama glutamil-transpeptidase e diminuir os níveis séricos do cálcio e do ácido fólico.

Fenitoína + Hipericão

Observações: N.D.
Interações: Os níveis séricos de fenitoína podem ser reduzidos pela utilização concomitante de preparações contendo Hypericum perforatum, atribuindo-se este facto à sua propriedade de induzir enzimas envolvidas na metabolização de determinados fármacos. Assim, as preparações contendo Hypericum perforatum não devem ser utilizadas simultaneamente com Fenitoína. Caso o doente já se encontre a tomar qualquer tipo de preparação contendo Hypericum perforatum, os níveis séricos de anticonvulsivante devem ser avaliados e deve ser suspensa a utilização de Hypericum perforatum. Pode haver um aumento dos níveis séricos de anticonvulsivante após a suspensão de Hypericum perforatum, pelo que a dose de anticonvulsivante pode necessitar de ser ajustada. O efeito de indução enzimática do Hypericum perforatum pode persistir pelo menos durante duas semanas após a suspensão da sua utilização.

Hipericão + Fenitoína

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interações: Hipericão é contra-indicado (interacções farmacocinéticas) em associação com: - Certos imunossupressores tais como a ciclosporina e o tacrolimo (risco de rejeição de transplantes), - Os anticoagulantes orais, varfarina e o acenocoumarol (risco de trombose), - Os antiretrovirais inibidores da protease como o indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir, e os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa como o efavirenz e nevirapina (risco de redução da concentração plasmática com diminuição possível da resposta virológica), - Os anticancerosos, irinotecan e mesilato de imatinib (risco de falha terapêutica), - Os seguintes anticonvulsivantes (exceto a gabapentina e a vigabatrina): carbamazepina, etosuximida, felbamate, fosfenitoína, lamotrigina, fenobarbital, fenitoína, primidona, tiagabina, topiramato, ácido valpróico, valpromida (risco de diminuição do efeito terapêutico).

Rosiglitazona + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Não se poderá excluir o facto de outros indutores (p.ex: fenitoína, carbamazepina, fenobarbital, Erva de São João) poderem também afectar a exposição à rosiglitazona. Poderá ser necessário aumentar a dose de rosiglitazona. Deverá ser considerada a monitorização cuidadosa do controlo glicémico.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido fólico (Vitamina B9) + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Se os suplementos de ácido fólico são indicados para tratar a deficiência de folatos, que pode ser causada pelo uso de medicamentos antiepiléticos (fenitoína, fenobarbital e primidona), os níveis séricos de antiepiléticos podem diminuir, levando à diminuição do controle das crises em alguns doentes.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Guanfacina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Indutores da CYP3A4: Quando os doentes estão a tomar Guanfacina concomitantemente com um indutor da CYP3A4, propõe-se um aumento da dose de Guanfacina no intervalo de doses recomendado. Verificou-se uma diminuição considerável da taxa e da extensão de exposição da guanfacina quando coadministrada com rifampicina, um indutor da CYP3A4. As concentrações plasmáticas máximas (Cmax) e a exposição (AUC) da guanfacina diminuíram respetivamente em 54% e 70%. Outros indutores da CYP3A4 podem ter um efeito comparável. Indutores da CYP3A4: Bosentano, Carbamazepina, Efavirenz, Etravirina, Modafinil, Nevirapina, Oxcarbazepina, Fenobarbital, Fenitoína, Primidona, Rifabutina, Rifampicina, Hipericão.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sibutramina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A rifampicina, fenitoína, carbamazepina, fenobarbital e a dexametasona são indutores da enzima CYP3A4 e podem acelerar o metabolismo da sibutramina, embora este facto não tenha sido objecto de estudos experimentais.

Tezacaftor + Ivacaftor + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Medicamentos que afetam a farmacocinética de tezacaftor e de ivacaftor Indutores da CYP3A O tezacaftor e o ivacaftor são substratos da CYP3A (o ivacaftor é um substrato sensível da CYP3A). A utilização concomitante de indutores da CYP3A poderá resultar em exposições reduzidas e, por conseguinte, numa redução da eficácia de Tezacaftor/Ivacaftor e do ivacaftor. A coadministração do ivacaftor com rifampicina, um indutor forte da CYP3A, diminuiu significativamente a exposição ao ivacaftor (área sob a curva [AUC]) em 89%. É também de esperar que as exposições do tezacaftor possam diminuir de forma significativa durante a coadministração com indutores fortes da CYP3A; por conseguinte, não se recomenda a coadministração com indutores fortes da CYP3A. Exemplos de indutores fortes da CYP3A incluem: • rifampicina, rifabutina, fenobarbital, carbamazepina, fenitoína e hipericão (Hypericum perforatum)

Apixabano + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Indutores da CYP3A4 e da P-gp: A coadministração do apixabano com rifampicina, um indutor potente da CYP3A4 e da P-gp, levou a uma diminuição de aproximadamente 54% e 42% na AUC e Cmax médias de apixabano, respetivamente. A utilização concomitante de apixabano com outros indutores potentes da CYP3A4 e da P-gp (por exemplo, fenítoina, carbamazepina, fenobarbital ou hipericão) podem também conduzir a uma redução das concentrações plasmáticas de apixabano. Não é necessário efetuar ajuste da dose do apixabano durante a terapêutica concomitante com estas substâncias, no entanto, indutores potentes da CYP3A4 e da P-gp deverão ser coadministrados com precaução.

Elvitegravir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Utilização concomitante contraindicada: A coadministração de Elvitegravir / Cobicistate / Emtricitabina / Tenofovir e de alguns medicamentos que induzem o CYP3A como, por exemplo, o hipericão (Hypericum perforatum), rifampicina, carbamazepina, fenobarbital e fenitoína pode resultar na diminuição significativa das concentrações plasmáticas de cobicistate e elvitegravir, o que pode causar perda do efeito terapêutico e desenvolvimento de resistência.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Folinato de cálcio + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: O folinato de cálcio pode diminuir o efeito das substâncias Antiepiléticas: fenobarbital, primidona, fenitoína e succinimidas, e pode aumentar a frequência de convulsões (observa-se um decréscimo dos níveis plasmáticos do indutor enzimático do medicamento anti-convulsivante porque o metabolismo hepático está aumentado em virtude dos folatos serem um dos cofactores).
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Letermovir + Fenitoína

Observações: Informação geral sobre as diferenças na exposição entre os diferentes regimes de tratamento com letermovir - A exposição plasmática esperada de letermovir difere consoante o regime terapêutico utilizado. Desta forma, as consequências clínicas das interações medicamentosas do letermovir vão depender do regime de letermovir utilizado, e se o letermovir está ou não associado à ciclosporina. - A associação de ciclosporina e letermovir pode levar a efeitos potenciados ou adicionais dos medicamentos concomitantes quando comparado com letermovir isoladamente.
Interações: Medicamentos metabolizados pelo CYP2C9 e/ou CYP2C19 A administração concomitante de Letermovir com voriconazol (um substrato CYP2C19) resulta numa diminuição significativa das concentrações plasmáticas de voriconazol, o que indica que letermovir é um indutor do CYP2C19. O CYP2C9 é provavelmente induzido também. O letermovir tem o potencial para diminuir a exposição dos substratos de CYP2C9 e/ou CYP2C19, resultando potencialmente em níveis sub-terapêuticos. - Exemplos destes medicamentos incluem varfarina, fenitoína, voriconazol, diazepam, lansoprazol, omeprazol, esomeprazol, pantoprazol, tilidina e tolbutamida. É esperado que o efeito não seja tão pronunciado para letermovir oral sem ciclosporina do que para letermovir IV com ou sem ciclosporina, ou letermovir oral com ciclosporina. Isto deve ser tido em consideração quando o regime de letermovir é alterado durante o tratamento com um substrato CYP2C9 ou CYP2C19. Fenitoína: Interação não estudada. Letermovir pode diminuir as concentrações plasmáticas de fenitoína. A monitorização frequente das concentrações de fenitoína deve ser efetuada quando a fenitoína é administrada concomitantemente com o tratamento de Letermovir. É recomendada TDM nas 2 primeiras semanas após iniciar ou após terminar letermovir, bem com após alterar a via de administração de letermovir ou do imunossupressor. A redução da concentração de letermovir pode levar a uma redução da eficácia.

Memantina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Devido aos efeitos farmacológicos e ao mecanismo de ação da memantina, poderão ocorrer as seguintes interações: Existe um relatório de caso clínico publicado de um possível risco da combinação da memantina com fenitoína.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metoxipsoraleno (Metoxaleno) + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A fenitoína diminui a sua concentração plasmática, possivelmente por indução das enzimas hepáticas.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nateglinida + Fenitoína

Observações: Alguns medicamentos influenciam o metabolismo da glucose e, portanto, devem ser consideradas pelo médico possíveis interações. Quando os medicamentos - que aumentam ou reduzem o efeito hipoglicémico da nateglinida - são administrados ou retirados a doentes medicados com nateglinida, o doente deve ser cuidadosamente vigiado quanto a alterações no controlo da glicemia. Dados disponíveis de estudos in vitro e in vivo indicam que a nateglinida é metabolizada principalmente pela CYP2C9, com envolvimento da CYP3A4 em menor extensão. Não foram realizados estudos de interação in vivo com um inibidor da 3A4. In vivo, a nateglinida não tem efeito clinicamente relevante na farmacocinética de medicamentos metabolizados pela CYP2C9 e CYP3A4. Em estudos in vitro, a nateglinida demonstrou um baixo potencial para deslocar as proteínas.
Interações: Os seguintes agentes podem reduzir o efeito hipoglicémico da nateglinida: Diuréticos, corticosteroides, agonistas beta2, somatropina, análogos da somatostatina (por ex. lanreótido, octreótido), rifampicina, fenitoína e erva de S. João.

Cabozantinib + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Efeito de outros medicamentos sobre cabozantinib: Inibidores e indutores CYP3A4: Deve portanto evitar-se a co-administração crónica de fortes indutores CYP3A4 (por exemplo, fenitoína, carbamazepina, rifampicina, fenobarbital ou preparações de plantas contendo erva de S. João [Hypericum perforatum]) com cabozantinib.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Carboplatina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Observou-se uma diminuição dos níveis séricos da fenitoína em casos de administração concomitante de carboplatina e fenitoína. Esta diminuição pode causar o reaparecimento de crises epilépticas, podendo ser necessário um aumento das doses de fenitoína.

Eplerenona + Fenitoína

Observações: Estudos in vitro indicam que a eplerenona não é um inibidor das isoenzimas CYP1A2, CYP2C19, CYP2C9, CYP2D6 ou CYP3A4. A eplerenona não é um substrato nem um inibidor da glicoproteína-P.
Interações: Interações farmacocinéticas: Indutores da CYP3A4: A co-administração de hipericão ou Erva de São João (um potente indutor da CYP3A4) com a eplerenona provocou um decréscimo de 30% na AUC da eplerenona. Pode ocorrer um decréscimo mais acentuado na AUC da eplerenona com indutores mais potentes da CYP3A4, tais como a rifampicina. Devido ao risco de redução da eficácia da eplerenona, não é recomendada a utilização concomitante de indutores potentes da CYP3A4 (rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital e Erva de São João) com a eplerenona.

Vemurafenib + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de indutores potentes de gp-P, glucoronidação e/ou CYP3A4 (por exemplo rifampicina, rifabutina, carbamazepina, fenitoína ou erva de São João [Hypericum perforatum]) pode originar exposição subótima de vemurafenib e deve ser evitada.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ifosfamida + Fenitoína

Observações: A administração sequencial ou a coadministração planeada de outras substâncias ou tratamentos que possam aumentar a probabilidade ou a gravidade dos efeitos tóxicos (por meio de interações farmacodinâmicas ou farmacocinéticas) requer uma avaliação individual cuidadosa do benefício esperado e dos riscos. Os doentes que recebem tais combinações devem ser cuidadosamente monitorizados para sinais de toxicidade de forma a permitir a intervenção atempada. Doentes tratados com ifosfamida e agentes que reduzem a sua ativação devem ser monitorizados para uma potencial redução de eficácia terapêutica e da necessidade de ajuste de dose.
Interações: Indutores das enzimas microssomais extra-hepáticas e hepáticas humanas (por exemplo, enzimas do citocromo P450): O potencial de aumento da formação de metabolitos responsáveis pela citotoxicidade e outras toxicidades (dependendo das enzimas induzidas) deve ser considerado no caso de tratamento anterior ou concomitante com, por exemplo: Carbamazepina Corticosteroides Rifampicina Fenobarbital Fenitoína Erva de São João No caso de tratamento anterior ou concomitante com fenobarbital, fenitoina, benzodiazepinas, primidona, carbamazepina, rifampicina ou hidrato de cloral, existe um risco de induzir a isoenzima CYP microssomal ubíqua, particularmente presente no fígado.

Zidovudina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Em alguns doentes em tratamento com Zidovudina foram relatados níveis sanguíneos de fenitoína baixos, tendo sido relatado um caso de níveis sanguíneos elevados. Estas observações sugerem que os níveis de fenitoína devem ser cuidadosamente monitorizados nos doentes em tratamento com ambos os fármacos.

Tiotepa + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Utilização concomitante não recomendada: Risco de exacerbação das convulsões resultantes da diminuição da absorção digestiva da fenitoína devido a medicamento citotóxico ou risco de aumento de toxicidade e perda de eficácia do medicamento citotóxico devido a um aumento do metabolismo hepático provocado pela fenitoína.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ácido fólico + Cianocobalamina + Iodo + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Anticonvulsivantes (fenitoína): tratamentos prolongados com a fenitoína podem diminuir os níveis plasmáticos do ácido fólico. Por outro lado, registou-se uma inibição do efeito anticonvulsivante.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metoxsaleno + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Um relatório descreve um doente psoriático e epilético no qual a administração de fenitoína induziu um aumento do metabolismo do metoxsaleno, provocando níveis baixos de metoxsaleno e o fracasso da terapêutica PUVA. A substituição da fenitoína por valproato resultou num aumento de três a quatro vezes nos valores de metoxsaleno, que retornaram ao intervalo terapêutico assumido.

Vinorrelbina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Utilização concomitante não recomendada: Fenitoína: Risco de exacerbação das convulsões como resultado da redução da absorção gastrointestinal da fenitoína pelo fármaco citotóxico ou risco de aumento da toxicidade ou perda de eficácia do fármaco citotóxico devido ao aumento do metabolismo hepático pela fenitoína. Interações específicas da vinorrelbina: A combinação de Vinorrelbina com outros fármacos com conhecida toxicidade sobre a medula óssea pode provocar exacerbação dos efeitos adversos mielosupressores. Dado que o CYP3A4 está particularmente envolvido no metabolismo de Vinorrelbina, a combinação com inibidores fortes desta isoenzima (por exemplo: cetoconazol, itraconazol) pode aumentar as concentrações séricas de vinorrelbina e a combinação com indutores potentes desta isoenzima (por exemplo: rifampicina, fenitoína) pode diminuir as concentrações séricas de vinorrelbina. A associação Vinorrelbina-cisplatina mostra não existir interação mútua sobre os parâmetros farmacocinéticos durante vários ciclos de tratamento. Contudo, a incidência de granulocitopenia associada à administração de Vinorrelbina em combinação com cisplatina, é mais elevada do que a associada com à utilização de Vinorrelbina isolada.

Panobinostate + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Agentes que com probabilidade de diminuirem as concentrações de panobinostate: A fração de panobinostate metabolizada pela CYP3A4 é aproximadamente 40%. Em estudos clínicos no mieloma múltiplo, a exposição a panobinostate diminui em aproximadamente 20% devido ao uso concomitante de dexametasona, que é um indutor dependente da dose, ligeiro a moderado da CYP3A4. Espera-se que indutores potentes tenham efeitos maiores e possam reduzir a eficácia de panobinostate, assim deve ser evitado o uso concomitante de indutores potentes da CYP3A4 incluindo, mas não limitado a, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, rifabutina, rifampicina e hipericão (Hypericum perforatum).
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Clozapina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de fármacos que se sabe induzirem as enzimas do citocromo P450 pode diminuir os níveis plasmáticos de clozapina, conduzindo à redução de eficácia. Fármacos que se sabe induzirem a actividade das enzimas do citocromo P450 e com interações descritas com a clozapina incluem, por exemplo, carbamazepina (não usar concomitantemente com clozapina, devido ao seu potencial mielossupressor), fenitoína e rifampicina. Fenitoína: A adição de fenitoína ao tratamento com clozapina pode provocar uma diminuição nas concentrações plasmáticas de clozapina. Se for necessário usar fenitoína, o doente deve ser cuidadosamente monitorizado quanto ao agravamento ou recorrência dos sintomas psicóticos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Estradiol + Nomegestrol + Fenitoína

Observações: Clinicamente, um metabolismo aumentado de estrogénios e progestagénios pode conduzir a uma diminuição do efeito e alterações no perfil da hemorragia uterina.
Interações: O metabolismo dos estrogénios e dos progestagénios pode ser aumentado pela utilização concomitante de substâncias conhecidas por induzirem a metabolização enzimática de fármacos, especificamente as enzimas do citocromo P450, tais como os anticonvulsivantes (por exemplo fenobarbital, fenitoína, carbamazepina) e anti-infecciosos (por exemplo, rifampicina, rifabutina, nevirapina e efavirenz).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido acetilsalicílico + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Potencia o efeito da fenitoína e do valproato.

Sofosbuvir + Velpatasvir + Voxilaprevir + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas Medicamentos que podem diminuir a exposição plasmática de Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir: Medicamentos que são indutores fortes da P-gp ou indutores fortes do CYP2B6, CYP2C8 ou CYP3A4 (por ex., rifampicina, rifabutina, hipericão, carbamazepina, fenobarbital e fenitoína) podem diminuir as concentrações plasmáticas de sofosbuvir, velpatasvir e/ou voxilaprevir, levando à redução do efeito terapêutico de Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir. A utilização destes medicamentos com Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir é contraindicada. Interações farmacocinéticas: Medicamentos que podem diminuir a exposição plasmática de Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir: Medicamentos que são indutores fortes da P-gp ou indutores fortes do CYP2B6, CYP2C8 ou CYP3A4 (por ex., rifampicina, rifabutina, hipericão, carbamazepina, fenobarbital e fenitoína) podem diminuir as concentrações plasmáticas de sofosbuvir, velpatasvir e/ou voxilaprevir, levando à redução do efeito terapêutico de Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir. A utilização destes medicamentos com Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir é contraindicada. Interações entre Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir e outros medicamentos: ANTICONVULSIVANTES Fenitoína, Fenobarbital (Indução da P-gp e CYPs) Interação não estudada. Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir é contraindicado com fenobarbital e fenitoína.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Acitretina + Fenitoína

Observações: O tratamento sistémico com retinóides pode causar um aumento da pressão intracraniana.
Interações: Ao administrar-se concomitantemente fenitoína e Acitretina, deve ter-se presente que Acitretina diminui parcialmente a ligação da fenitoína às proteínas.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Levonorgestrel + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: O metabolismo do levonorgestrel é aumentado pela utilização concomitante de enzimas hepáticas: anticonvulsivantes (fenobarbital, fenitoína, primidona, carbamazepina); rifabutina; rifampicina; griseofulvina, ritonavir, Hypericum perforatum (hipericão ou Erva de S. João). A eficácia de Levonorgestrel pode ser reduzida em caso de administração concomitante destas substâncias ativas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bisoprolol + Perindopril + Fenitoína

Observações: Num estudo de interação conduzido em voluntários sãos, não foram observadas interações entre o bisoprolol e o perindopril.
Interações: Utilização concomitante não recomendada: Relacionada com o BISOPROLOL: Antiarrítmicos de classe I (ex: quinidina, disopiramida, lidocaina, fenitoina, flecainida, propafenona): O efeito sobre o tempo da condução auriculo-ventricular pode ser potenciado e o efeito inotrópico negativo pode ser aumentado.

Fenobarbital + Fenitoína

Observações: Para além das interações acima mencionadas, está descrito que muitos outros fármacos podem alterar a resposta aos barbitúricos ou ver a sua própria resposta alterada. Por isso deve haver precaução sempre que se adiciona ou retira um fármaco de um regime terapêutico que contém fenobarbital, tendo sempre em consideração a possibilidade de ser necessário efectuar ajustes de doses.
Interações: O fenobarbital pode estimular o sistema enzimático que metaboliza a fenitoína ou ainda inibir competitivamente o seu metabolismo. A administração concomitante destes fármacos pode resultar num aumento, diminuição ou manutenção das concentrações sanguíneas da fenitoína.

Cisplatina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A cisplatina pode reduzir a absorção de fenitoína resultando num controlo reduzido da epilepsia quando a fenitoína é administrada como tratamento corrente. Durante a terapia com a cisplatina é estritamente contra-indicado o início de tratamento com um novo anticonvulsionante com fenitoína.

Efedrina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Associações que requerem cuidados na utilização: Antiepiléticos: Aumento da concentração plasmática da fenitoína e, possivelmente, da fenobarbitona e primidona.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fluorouracilo + Fenitoína

Observações: Vários agentes têm sido referidos como moduladores bioquímicos da eficácia antitumoral ou a toxicidade do fluorouracilo. Entre os medicamentos comuns incluem-se o metotrexato, o metronidazol, a leucovorina, o interferão alfa e o alopurinol.
Interações: Em doentes a receber concomitantemente fenitoína e fluorouracilo foi notificado um aumento da concentração plasmática de fenitoína que causou sintomas de toxicidade da fenitoína.

Repaglinida + Fenitoína

Observações: Não foram efetuados estudos de interação em crianças.
Interações: A rifampicina, um potente indutor de CYP3A4 e também de CYP2C8, age simultaneamente como indutor e como inibidor do metabolismo de repaglinida. Um tratamento inicial de sete dias com rifampicina (600 mg), seguido de uma administração concomitante de repaglinida (uma dose única de 4 mg) no sétimo dia de tratamento, resultou numa AUC 50% mais baixa (efeito combinado de uma indução e uma inibição). Quando a repaglinida foi administrada 24 horas após a última dose de rifampicina, observou-se uma redução de 80% da AUC de repaglinida (efeito de indução apenas). A utilização concomitante de rifampicina e repaglinida pode, assim, induzir a necessidade de ajustamento da dose de repaglinida, a qual deverá basear-se na monitorização cuidadosa das concentrações de glucose sanguínea no início do tratamento com rifampicina (inibição aguda), na dose seguinte (efeito misto de inibição e indução), na suspensão (só indução) e até aproximadamente duas semanas após a suspensão da rifampicina, quando já não se verifica o seu efeito indutor. Não pode ser excluída a hipótese de outros indutores, como por exemplo a fenitoína, carbamazepina, fenobarbital e Erva de S. João, poderem ter um efeito semelhante.

Edoxabano + Fenitoína

Observações: O edoxabano é predominantemente absorvido no trato gastrointestinal (GI) superior. Desta forma, os medicamentos ou afeções que aumentam o esvaziamento gástrico e a motilidade intestinal têm o potencial de reduzir a dissolução e absorção do edoxabano.
Interações: Indutores da gp-P: A coadministração de edoxabano com o indutor da gp-P, rifampicina, originou uma redução na média da AUC do edoxabano e a uma semivida mais curta, com possíveis reduções dos seus efeitos farmacodinâmicos. A utilização concomitante de edoxabano com outros indutores da gp-P (por exemplo, fenitoína, carbamazepina, fenobarbital ou hipericão) pode originar redução das concentrações plasmáticas de edoxabano. O edoxabano deve ser utilizado com precaução quando coadministrado com indutores da gp-P.
 Sem significado Clínico

Ertugliflozina + Sitagliptina + Fenitoína

Observações: Não foram efetuados estudos de interação medicamentosa farmacocinética com Ertugliflozina + Sitagliptina; contudo, estes tipos de estudo foram efetuados com as substâncias ativas individuais de Ertugliflozina + Sitagliptina.
Interações: Ertugliflozina Interações farmacocinéticas Efeitos de outros medicamentos na farmacocinética da ertugliflozina O metabolismo pela UGT1A9 e UGT2B7 é o principal mecanismo de depuração para a ertugliflozina. A administração de doses múltiplas de rifampicina (um indutor da UGT e do CYP) diminui a AUC e a Cmax da ertugliflozina em 39% e 15%, respetivamente. Esta diminuição na exposição não é considerada clinicamente relevante e, por conseguinte, não é recomendado qualquer ajuste posológico. Não é de esperar um efeito clinicamente relevante com outros indutores (p. ex., carbamazepina, fenitoína, fenobarbital).
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dienogest + Etinilestradiol + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. As interações do etinilestradiol e o dienogest, com outros medicamentos podem aumentar ou diminuir ou ambas, as concentrações séricas das hormonas esteroides. A redução das concentrações séricas de etinilestradiol/dienogest pode levar a um aumento das hemorragias intercorrentes e dos distúrbios menstruais e reduzir a eficácia do contracetivo do Dienogest / Etinilestradiol; o aumento de etinilestradiol/dienogest nos níveis séricos pode levar a um aumento de incidência e aumento da expressão de efeitos secundários.
Interações: Os seguintes medicamentos podem diminuir as concentrações séricas das hormonas esteroides contidas no Dienogest / Etinilestradiol: - todos os agentes que aumentam o risco de motilidade gastrointestinal, tais como a metoclopramida, - Medicamentos indutores, as enzimas microssomais hepáticas, tais como a rifampicina, rifabutina, barbitúricos, anticonvulsivantes (como barbexaclona, carbamazepina, oxcarbazepina, fenitoína, primidona, topiramato e felbamato), griseofulvina, modafinil, Erva de São João (Hypericum perforatum). Foi notificado que tanto os inibidores da protease do VIH (por exemplo, ritonavir) como os inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa (por exemplo, nevirapina), bem como a combinação de ambos, podem influenciar o metabolismo hepático. - Certos antibióticos (por exemplo, ampicilina, tetraciclina) em algumas mulheres, possivelmente através de uma redução da circulação entero-hepática dos estrogénios. Deve ser utilizado um método não hormonal contracetivo adicional quando existir terapia concomitante com estes medicamentos e a toma de Dienogest / Etinilestradiol, durante o tratamento e nos primeiros 7 dias. As mulheres a fazerem um tratamento a curto prazo (até uma semana) com um medicamento dos grupos acima referidos, ou com qualquer uma das substâncias ativas para além da rifampicina devem utilizar temporariamente um método de barreira juntamente com as COCs, ou seja, durante o período de tempo de administração concomitante, bem como durante 14 dias após a descontinuação do mesmo. As mulheres tratadas com rifampicina devem utilizar para além do COC um método de barreira adicional durante o período de tempo de administração da rifampicina, assim como durante 28 dias após a sua descontinuação. Em mulheres com tratamento crónico com fármacos indutores das enzimas hepáticas, recomenda-se a utilização de outro método contracetivo não hormonal fiável. Se existir utilização concomitante de medicamentos com essas substâncias durante o último comprimido da embalagem deve iniciar-se imediatamente o novo blister após o último comprimido do primeiro blister sem fazer o habitual intervalo sem toma de comprimidos. Se for necessário um tratamento a longo prazo com estes medicamentos, deve-se utilizar de preferência métodos contracetivos não hormonais.

Amlodipina + Valsartan + Fenitoína

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com Amlodipina / Valsartan e outros medicamentos.
Interações: Interações associadas à AMLODIPINA: Indutores do CYP3A4 (agentes anticonvulsivantes [ex. carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, fosfenitoína, primidona], rifampicina, Hypericum perforatum): Não existem dados disponíveis sobre o efeito dos indutores da CYP3A4 na amlodipina. O uso concomitante de indutores da CYP3A4 (por exemplo, rifampicina, Hypericum perforatum) pode originar concentrações plasmáticas mais baixas de amlodipina. A amlodipina deve ser utilizada com precaução quando administrada simultaneamente com indutores da CYP3A4.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sulfadiazina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A sulfadiazina diminui a metabolização hepática da fenitoína, aumentando a sua semi-vida em cerca de 80%, pelo que as suas concentrações deverão ser monitorizadas e as dosagens diminuídas, especialmente se a associação se mantiver mais de 5 dias.

Vortioxetina + Fenitoína

Observações: A vortioxetina é extensamente metabolizada no fígado, principalmente por oxidação catalisada pelo CYP2D6, e numa menor extensão pelo CYP3A4/5 e CYP2C9.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a vortioxetina: Indutores do citocromo P450: Quando uma dose única de 20 mg de vortioxetina foi coadministrada em indivíduos saudáveis após 10 dias de tratamento com rifampicina 600 mg/dia (um indutor extenso das isoenzimas CYP), foi observado um decréscimo de 72% na AUC da vortioxetina. Dependendo da resposta individual do doente, pode considerar-se um ajuste da dose se um indutor extenso do citocromo P450 (por exemplo, rifampicina, carbamazepina, fenitoína) for adicionado ao tratamento com vortioxetina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ansiolíticos + Fenitoína

Observações: Aumento do efeito sedativo por inibição do CYP3A4. Efeito aditivo com depressores do SNC. Inibição enzimática.
Interações: Inibição do metabolismo dos ansiolíticos - Fenitoína
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Etinilestradiol + Norelgestromina + Fenitoína

Observações: As interações entre contracetivos orais e outros medicamentos podem conduzir a hemorragias intra cíclicas e/ou falência do contracetivo.
Interações: Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações medicamentosas com medicamentos que induzem a atividade das enzimas hepáticas, o que pode resultar num aumento da depuração das hormonas sexuais (por exemplo: fenobarbital, primidona, rifampicina, rifabutina, bosentano, (fos)aprepitant, alguns anti-epileticos (por exemplo: carbamazepina, a cetato de eslicarbazepina, felbamato, oxcarbazepina, fenitoína, rufinamida, topiramato) e alguns medicamentos para a infeção pelo VIH ( nelfinavir, ritonavir, nevirapina, efavirenz e possivelmente também, griseofulvina e preparações à base de plantas contendo hipericão (Hypericum perforatum). A indução enzimática máxima é, geralmente, observada em 10 dias, mas pode ser mantida durante pelo menos 4 semanas após cessação da terapia. As mulheres em tratamento de curto prazo com qualquer das classes terapêuticas ou substâncias ativas individuais supracitadas que induzem as enzimas hepáticas (exceto a rifampicina), devem utilizar, temporariamente, um método de barreira para além de Etinilestradiol + Norelgestromina, durante o período da administração concomitante e durante 7 dias após a sua descontinuação. No caso das mulheres em terapêutica prolongada com qualquer uma das classes terapêuticas supracitadas, é recomendada a utilização de outro método de contraceção não hormonal fiável. As mulheres em tratamento com antibióticos (exceto a rifampicina) devem utilizar o método de barreira até 7 dias após a descontinuação. Se a administração concomitante de medicamentos se prolongar para além do final do período de utilização correspondente a uma semana, deve aplicar-se o próximo sistema transdérmico, sem o habitual intervalo livre de sistema transdérmico.

Tegafur + Gimeracilo + Oteracilo + Fenitoína

Observações: Não foram realizados estudos de interacção em doentes adultos ou pediátricos.
Interações: Fenitoína: As fluoropirimidinas podem aumentar a concentração plasmática de fenitoína, quando administradas concomitantemente, causando toxicidade devido à fenitoína. É aconselhada a monitorização frequente dos níveis de fenitoína no sangue/plasma quando Tegafur/Gimeracilo/Oteracilo e a fenitoína forem administrados concomitantemente. Se indicado, a dose de fenitoína deve ser ajustada de acordo com o RCM da fenitoína. Se ocorreu toxicidade devido à fenitoína, devem ser tomadas as medidas adequadas.

Docetaxel + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: O docetaxel tem uma elevada ligação às proteínas (>95%). Embora a possível interacção in vivo do docetaxel com outros medicamentos administrados concomitantemente não tenha sido investigada formalmente, as interações in vitro com agentes fortemente ligados às proteínas tais como eritromicina, difenidramina, propranolol, propafenona, fenitoína, salicilato, sulfametoxazol e valproato de sódio não afectou a ligação às proteínas do docetaxel.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Estradiol + Noretisterona + Fenitoína

Observações: Clinicamente, um metabolismo aumentado de estrogénios e progestagénios pode originar um efeito diminuído e alterações no perfil de hemorragia uterina.
Interações: O metabolismo dos estrogénios e progestagénios pode aumentar através do uso concomitante de substâncias indutoras das enzimas metabolizadoras, especificamente as enzimas do citocromo P450, tais como anticonvulsivantes (por exemplo: fenobarbital, fenitoína, carbamazepina) e antiinfecciosos (por exemplo: rifampicina, rifabutina, nevirapina, efavirenze).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Brometo de pancurónio + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Aumento do efeito: Antibióticos: Aminoglicosídeos, lincosamidas e polimixinas, penicilinas; Diuréticos: Quinidina, quinina, sais de magnésio, inibidores dos canais de cálcio, sais de lítio, anestésicos locais (lidocaína IV, bupivacaína epidural), fenitoína ou agentes bloqueadores β. A recuperação do bloqueio, no pós-operatório, foi observada após a administração de: aminoglicosídeos, lincosamidas, polimixinas e penicilinas, quinidina, quinina e sais de magnésio. Administração crónica de fenitoína ou carbamazepina. Efeito variável: A administração de outros agentes bloqueadores neuromusculares não despolarizantes em combinação com brometo de pancurónio pode atenuar ou potenciar o bloqueio neuromuscular, dependendo do modo de administração e do agente bloqueador neuromuscular utilizado. O suxametónio após a administração do brometo de pancurónio pode ampliar ou atenuar o efeito de bloqueio neuromuscular.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dextrometorfano + Quinidina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A quinidina é metabolizada pela CYP3A4. Os indutores potentes da CYP3A4 (por exemplo, rifampicina, fenitoína, fenobarbital, carbamazepina, hipericão/Hypericum perforatum) poderão acelerar o metabolismo da quinidina, o que resulta em concentrações plasmáticas mais baixas e, por conseguinte, numa inibição diminuída da CYP2D6. Isto pode levar a concentrações plasmáticas mais baixas e potencialmente subterapêuticas do dextrometorfano e a uma eficácia diminuída deste medicamento.

Ivabradina + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Utilização concomitante com precauções: Os indutores do CYP3A4 (por ex. rifampicina, barbitúricos, fenitoína, Hypericum perforatum [hipericão]) podem diminuir a exposição e a atividade da ivabradina. A utilização concomitante de medicamentos indutores do CYP3A4 pode requerer um ajuste de dose de ivabradina.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Teofilina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A depuração da teofilina poderá ser aumentada e/ou a sua biodisponibilidade e eficácia reduzidas em casos de administração concomitante com as substâncias seguintes: - Barbiturícos, por exemplo fenobarbital, pentobarbital e primidona, - Carbamazepina, - Fenitoína e fosfenitoína, - Rifampicina e rifapentina, - Sulfinpirazona, - Preparações contendo hipericão (medicamentos à base de Erva de São João) Nos fumadores, a depuração da teofilina poderá ser aumentada e/ou a sua biodisponibilidade e eficácia reduzidas. Em alguns casos, poderá ser necessário um aumento da dose de teofilina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Enalapril + Nitrendipina + Fenitoína

Observações: O sumo de toranja inibe o metabolismo oxidativo da nitrendipina. A sua ingestão simultânea com sumo de toranja aumenta a concentração plasmática de nitrendipina, o que pode aumentar o efeito hipotensor do medicamento.
Interações: A nitrendipina é metabolizada pelo sistema citocromo P450 3A4, localizado na mucosa intestinal e no fígado. Os fármacos indutores deste sistema enzimático, tais como anticonvulsivantes (como, por exemplo, fenitoína, o fenobarbital ou a carbamazepina) e a rifampicina podem provocar uma redução significativa da biodisponibilidade da nitrendipina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sulfametoxazol + Trimetoprim + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Foram relatadas as seguintes interações: Efeito aumentado (potenciado) dos anticoagulantes orais (reforço do efeito hipoprotrombinémico dos cumarínicos), antidiabéticos orais do grupo das sulfonilureias, difenilhidantoína (fenitoína), metotrexato e barbitúricos de acção curta de administração intravenosa (por ex. tiopental) assim como um aumento dos níveis de digoxina, no caso de doentes mais idosos;
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tegafur + Uramustina + Fenitoína

Observações: As interações farmacocinéticas de Tegafur/Uramustina com outros medicamentos administrados concomitantemente não foram formalmente investigadas. Nem o tegafur nem o uracilo inibem de forma significativa a actividade in vitro da CYP3A4 ou da CYP2D6. Além disso, in vitro, o tegafur não é metabolizado pela CYP1A1, -1A2, -2B6, -2C8, -2C9, -2C19, -2D6, 2E1 ou - 3A4, o que sugere ser improvável a ocorrência de interações com medicamentos metabolizados por estas enzimas.
Interações: Com a utilização concomitante de UFT e fenitoína foram relatadas concentrações plasmáticas de fenitoína aumentadas, resultando em sintomas de intoxicação por fenitoína.

Venetoclax + Fenitoína

Observações: Venetoclax é metabolizado predominantemente pelo CYP3A.
Interações: Agentes que podem diminuir as concentrações plasmáticas de venetoclax: Indutores do CYP3A: A coadministração de rifampicina 600 mg uma vez por dia, um indutor forte do CYP3A, durante 13 dias em 10 indivíduos saudáveis, reduziu a Cmax em 42% e a AUC∞ em 71% de venetoclax. Deve ser evitada a utilização concomitante de Venetoclax com indutores fortes do CYP3A (p. ex. carbamazepina, fenitoína, rifampicina) ou indutores moderados do CYP3A (p. ex. bosentano, efavirenz, etravirina, modafinil, nafcilina). Devem considerar-se tratamentos alternativos com menor indução do CYP3A.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Aminofilina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Degradação acelerada da Aminofilina (Teofilina Etilenodiamina) e/ou biodisponibilidade reduzida e, por conseguinte, eficácia reduzida, pode ser encontrada em fumadores ou doentes a receber concomitantemente os seguintes medicamentos: barbitúricos, especialmente a fenobarbitona ou pentobarbitona, carbamazepina, fenitoína, rifampicina, primidona, ou sulfinpirazona. Estas condições possivelmente necessitam de um aumento da dose de Aminofilina (Teofilina Etilenodiamina).

Glibenclamida + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A atenuação do efeito hipoglicemiante da Glibenclamida com a consequente deterioração do controlo da diabetes pode resultar do uso concomitante de: Acetazolamida, ácido nicotínico (doses elevadas), clonidina, corticosteróides, derivados da fenotiazina, diazóxido, estrogéneos, gestagéneos, fenitoína, glucagom, hormonas da tiróide, saluréticos, simpaticomiméticos. Sob tratamento com bloqueadores beta assim como com clonidina, guanetidina ou reserpina, a percepção dos sinais do alarme de uma crise hipoglicémica pode estar diminuída.

Elbasvir + Grazoprevir + Fenitoína

Observações: Grazoprevir é um substrato do OATP1B1/3 transportadores. Elbasvir e grazoprevir são substratos para CYP3A e P-gp, mas o papel da P-gp intestinal na absorção de elbasvir e grazoprevir parece ser mínima.
Interações: Drogas que são contra-indicados com Elbasvir/ grazoprevir: Fenitoína e Carbamazepina: Pode levar à perda de resposta virológica ao Elbasvir / grazoprevir devido a reduções significativas das concentrações elbasvir e plasma grazoprevir causadas por indução CYP3A forte.

Famotidina + Fenitoína

Observações: Não foram identificadas quaisquer interações de importância clínica.
Interações: A Famotidina não interage com o sistema enzimática biotransformador de fármacos dependente do citocromo P-450. Foram ensaiados no homem compostos metabolizados por este sistema tais como: varfarina, teofilina, fenitoína, diazepam, propranolol, aminopirina e antipirina.

Fluoxetina + Fenitoína

Observações: Estudos de interacção só foram efectuados em adultos.
Interações: Combinações que requerem precauções na utilização: Fenitoína: Quando combinada com a fluoxetina, foram observadas alterações dos níveis séricos. Em alguns casos ocorreram manifestações de toxicidade. Deve ter-se em consideração a utilização de esquemas conservadores de titulação do fármaco concomitante e proceder à monitorização clínica.

Tiagabina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Uso concomitante com fármacos que envolvem metabolismo CYP3A4/5: Os agentes antiepiléticos que induzem as enzimas hepáticas (CYP P450) tais como fenitoína, carbamazepina, fenobarbital e primidona aceleram o metabolismo de tiagabina. A rifampicina (indutor CYP) acelera o metabolismo da tiagabina. Em caso de associação com um ou vários destes fármacos (agentes antiepiléticos, rifampicina), a dose de tiagabina pode ser ajustada: aumento da dose diária e/ou a uma maior frequência de administração, de forma a obter-se resposta clínica. Tiagabina não tem qualquer efeito clinicamente significativo nas concentrações plasmáticas de fenitoína, carbamazepina, fenobarbital, valproato, varfarina, digoxina, teofilina e das hormonas contidas nos contracetivos orais.

Ruxolitinib + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. Ruxolitinib é eliminado através de metabolismo catalisado por CYP3A4 e CYP2C9. Assim, os medicamentos que inibem estas enzimas podem dar origem a um aumento da exposição a ruxolitinib.
Interações: Indutores da CYP3A4 (tais como, mas não limitados a, avasimiba, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, rifabutina, rifampina (rifampicina), hipericão (Hypericum perforatum)). Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados e a dose ajustada com base na segurança e na eficácia. Em indivíduos saudáveis a quem foi administrado Ruxolitinib (dose única 50 mg) depois do indutor potente da CYP3A4 rifampicina (dose diária de 600 mg durante 10 dias), a AUC de ruxolitinib foi 70% mais baixa, face à administração de Ruxolitinib isoladamente. A exposição de metabolitos ativos de ruxolitinib foi inalterada. Em geral, a atividade farmacodinamica de ruxolitinib foi semelhante, sugerindo que a indução da CYP3A4 resultou num efeito farmacodinâmico mínimo. Contudo, isto pode estar relacionado com a dose alta de ruxolitinib que resultou num efeito farmacodinamico próximo Emax. É possível que no doente, seja necessário um aumento da dose de ruxolitinib quando o tratamento é iniciado com um indutor potente das enzimas.

Sildenafil + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafil: Estudos in vivo: Embora não se tenham realizado estudos específicos de interacção com todos os medicamentos, a análise farmacocinética populacional não revelou qualquer efeito da medicação concomitante sobre a farmacocinética do sildenafil quando associado com inibidores da CYP2C9 (como a tolbutamida, varfarina, fenitoína), inibidores da CYP2D6 (como os inibidores selectivos da recaptação da serotonina, antidepressores tricíclicos), tiazida e diuréticos relacionados, diuréticos da ansa e poupadores de potássio, inibidores da enzima de conversão da angiotensina, bloqueadores dos canais do cálcio, antagonistas dos receptores beta-adrenérgicos ou com indutores do metabolismo associado ao CYP450 (como a rifampicina, barbituratos).

Abemaciclib + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos na farmacocinética do abemaciclib O abemaciclib é principalmente metabolizado pela CYP3A4. Indutores da CYP3A4 A coadministração de abemaciclib com o indutor forte da CYP3A4 rifampicina diminuiu a concentração plasmática de abemaciclib em 95% e a concentração plasmática de abemaciclib livre ajustada à potência mais dos seus metabolitos ativos em 77% com base na AUC0-∞. A utilização concomitante de indutores fortes da CYP3A4 (incluem, mas não se limitam: carbamazepina, fenitoína, rifampicina e hipericão) deve ser evitada, devido ao risco de eficácia reduzida do abemaciclib.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido fólico + Ferro + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Em doentes epilépticos a fazer tratamento com fenitoína, os medicamentos contendo ácido fólico podem aumentar o metabolismo da fenitoína, reduzindo as suas concentrações séricas e aumentando a frequência das convulsões.

Darunavir + Cobicistate + Fenitoína

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com Darunavir / Cobicistate. Uma vez que Darunavir / Cobicistate contém darunavir e cobicistate, as interações que foram identificadas com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir) e com cobicistate determinam as interações que podem ocorrer com Darunavir / Cobicistate. Os ensaios de interação com darunavir/ritonavir e com cobicistate apenas foram realizados em adultos.
Interações: Medicamentos que afetam a exposição a darunavir/cobicistate: O darunavir e o cobicistate são metabolizados pelo CYP3A. É expectável que os medicamentos que induzem a atividade do CYP3A aumentem a depuração do darunavir e do cobicistate, o que resulta na diminuição das concentrações plasmáticas de darunavir e cobicistate (ex.: efavirenz, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, rifampicina, rifapentina, rifabutina, hipericão). ANTICONVULSIVANTES: Carbamazepina, Fenobarbital, Fenitoína: Tendo por base considerações teóricas, é expectável que estes anticonvulsivantes diminuam as concentrações plasmáticas de darunavir e/ou cobicistate. (indução do CYP3A). A administração concomitante de Darunavir / Cobicistate com estes anticonvulsivantes é contraindicada.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Cafeína + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Embora existam poucos dados sobre as interações entre a cafeína e outras substâncias ativas em recém-nascidos prematuros, podem ser necessárias doses inferiores de citrato de cafeína após coadministração de substâncias ativas que se saiba reduzirem a eliminação da cafeína em adultos (por exemplo, a cimetidina e o cetoconazol) e doses mais elevadas de citrato de cafeína após coadministração de substâncias ativas que aumentem a eliminação da cafeína (por exemplo, o fenobarbital e a fenitoína). Em caso de dúvida sobre as possíveis interações, devem determinar-se as concentrações plasmáticas de cafeína.
 Sem significado Clínico

Dapagliflozina + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de outros medicamentos na dapagliflozina: Não é esperado um efeito clinicamente relevante com outros indutores (p.ex. carbamazepina, fenitoína, fenobarbital).

Gabapentina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Não se observaram interações entre a gabapentina e fenobarbital, fenitoína, ácido valpróico ou carbamazepina. A farmacocinética da gabapentina no estado estacionário é semelhante em indivíduos saudáveis e em doentes com epilepsia medicados com estes medicamentos antiepiléticos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lasofoxifeno + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A depuração de lasofoxifeno pode estar aumentada em doentes tratados cronicamente com indutores do CYP3A4 e uridina 5'-difosfato glucuronosiltransferases (UGTs) (por exemplo, fenitoína, carbamazepina, barbitúricos e hipericão), resultando em concentrações reduzidas no estado estacionário e que podem resultar numa eficácia reduzida.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tadalafil + Fenitoína

Observações: Estudos de interação foram efetuados com 10 e/ou 20 mg de tadalafil, tal como abaixo indicado. No que respeita aqueles estudos de interação onde apenas foi utilizada a dose de 10 mg de tadalafil, não se podem ignorar completamente possíveis interações clínicas relevantes com doses mais altas.
Interações: Indutores do citocromo P450: Um indutor do CYP3A4, a rifampicina, reduziu a AUC do tadalafil em cerca de 88% relativamente aos valores da AUC para tadalafil isoladamente (10 mg). Pode-se antecipar que esta reduzida exposição diminua a eficácia do tadalafil; desconhece-se qual a magnitude desta diminuição de eficácia. Outros indutores do CYP3A4 tais como o fenobarbital, a fenitoína e a carbamazepina também podem diminuir as concentrações do tadalafil no plasma.

Apremilaste + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Não é recomendado o uso de indutores do citocromo P450 por exemplo fenitoína com este medicamento.

Cariprazina + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a cariprazina: O metabolismo da cariprazina e dos seus principais metabolitos ativos, a desmetil cariprazina (DCAR) e a didesmetil cariprazina (DDCAR), é maioritariamente mediado pela CYP3A4 com um contributo menor da CYP2D6. Indutores da CYP3A4: A coadministração de cariprazina com indutores fortes e moderados da CYP3A4 pode resultar numa redução significativa na exposição à cariprazina total, pelo que a coadministração de cariprazina e indutores fortes ou moderados da CYP3A4 (p. ex. carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, rifampicina, hipericão (Hypericum perforatum), bosentano, efavirenz, etravirina, modafinil, nafcilina) é contraindicada.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Hidrocortisona + Fenitoína

Observações: População pediátrica: Não foram realizados estudos de interação.
Interações: Medicamentos que induzem as enzimas hepáticas, como a rifampicina, rifabutina, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, primidona e aminoglutetimida, aumentam o metabolismo dos corticosteróides e os seus efeitos terapêuticos podem ser diminuídos.

Fluconazol + Fenitoína

Observações: O fluconazol é um potente inibidor do citocromo P450 (CYP) isoenzima 2C9 e um inibidor moderado do CYP3A4. O fluconazol é também um inibidor da isoenzima CYP2C19. Adicionalmente às interações observadas/documentadas abaixo indicadas, existe um risco de aumento da concentração plasmática de outros compostos metabolizados pelo CYP2C9 e CYP3A4 coadministrados com fluconazol. Deste modo, deve-se ter precaução quando se utilizam estas associações e os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados. O efeito inibidor da enzima pelo fluconazol persiste 4-5 dias após a descontinuação do tratamento com fluconazol devido à sua longa semivida.
Interações: A utilização concomitante dos seguintes fámacos leva a precauções e ajustes de dose: O efeito de fluconazol noutros fármacos: Fenitoína: O fluconazol inibe o metabolismo hepático da fenitoína. A administração concomitante repetida de 200 mg de fluconazol e 250 mg de fenitoína intravenosamente, causou um aumento da AUC24 da fenitoína em 75% e Cmin em 128%. Com a coadministração, os níveis da concentração sérica da fenitoína devem ser monitorizados de modo a evitar concentrações tóxicas.

Nilotinib + Fenitoína

Observações: O nilotinib é principalmente metabolizado no fígado e é também substrato para a bomba de efluxo multifármacos, glicoproteína-P (gp-P). Assim, a absorção e subsequente eliminação do nilotinib absorvido sistemicamente podem ser influenciadas por substâncias que afetem a CYP3A4 e/ou a gp-P.
Interações: Substâncias que podem diminuir as concentrações séricas do nilotinib: A rifampicina, um indutor potente do CYP3A4, diminui a Cmax de nilotinib em 64% e reduz a AUC de nilotinib em 80%. A rifampicina e o nilotinib não devem ser utilizados concomitantemente. A administração concomitante de outros fármacos que induzam a CYP3A4 (por ex.: fenitoína, rifampicina, carbamazepina, fenobarbital e hipericão) poderá, da mesma forma, reduzir a exposição ao nilotinib de uma forma clinicamente relevante. Em doentes nos quais estejam indicados indutores da CYP3A4 deverão ser selectionados agentes alternativos com menor potencial de indução enzimático.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Calcifediol + Fenitoína

Observações: Para evitar uma sobredosagem, não associar a uma preparação contendo a vitamina D ou seus derivados ao calcifediol.
Interações: A fenitoína e a primidona podem acentuar o metabolismo do calcifediol e reduzir a sua actividade.

Letrozol + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: In vitro, o letrozol inibe a isoenzima 2A6 e, moderadamente, a isoenzima 2C19 do citocromo P450, mas desconhece-se qual a relevância clínica. Recomenda-se portanto precaução na administração concomitante com medicamentos cuja eliminação dependa sobretudo destas isoenzimas e cujo índice terapêutico seja estreito (p. ex. fenitoína, clopidogrel).

Crizotinib + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas: Agentes que podem diminuir as concentrações plasmáticas do crizotinib: A coadministração de uma dose única de 250 mg de crizotinib com rifampicina (600 mg QD), um indutor potente do CYP3A4, resultou em diminuições de 82% e 69% na AUC inf e Cmax do crizotinib, respetivamente, quando comparado com a administração de crizotinib isolado. A coadministração de crizotinib com indutores potentes do CYP3A pode diminuir as concentrações plasmáticas do crizotinib. O uso concomitante de indutores potentes do CYP3A, incluindo mas não limitado a carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, rifabutina, rifampicina e Erva de S. João, deve ser evitado. Para além disso, o efeito dos indutores do CYP3A na exposição do crizotinib em estado estacionário não foi estabelecido.

Ácido folínico (Leucovorina) + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Uso concomitante implicando precauções de utilização: Fenobarbital, primidona, fenitoína: Diminuição dos níveis plasmáticos de fármacos anti-epilépticos indutores enzimáticos por aumento da metabolização hepática, para a qual os folatos são um dos co-factores.

Orlistato + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Ausência de interações: Não foram observadas interações com amitriptilina, atorvastatina, biguanidas, digoxina, fibratos, fluoxetina, losartan, fenitoína, fentermina, pravastatina, Sistema Terapêutico Gastrointestinal (GITS) de nifedipina, nifedipina de libertação controlada, sibutramina ou álcool. A ausência destas interações foi demonstrada em estudos específicos de interação fármaco-fármaco.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Vismodegib + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de medicamentos concomitantes no vismodegib: Os estudos in vitro indicam que o vismodegib é um substrato do transportador de efluxo da glicoproteína-P (gp-P) e das enzimas metabolizadoras de fármacos CYP2C9 e CYP3A4. A exposição de vismodegib pode ser menor quando o vismodegib é administrado com indutores CYP (rifampicina, carbamazepina, fenitoína ou erva de S. João).

Bedaquilina + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Indutores do CYP3A4: A exposição da bedaquilina pode ser reduzida durante a administração concomitante com indutores do CYP3A4. Num estudo de interação de dose única de bedaquilina e rifampicina uma vez por dia (potente indutor) em indivíduos saudáveis, a exposição (AUC) à bedaquilina foi reduzida em 52% [IC90% (-57;-46)]. Devido à possibilidade de redução do efeito terapêutico da bedaquilina resultante da diminuição da exposição sistémica, a administração concomitante de bedaquilina e indutores potentes ou moderados do CYP3A4 (ex. efavirenz, etravirina, rifamicinas incluindo rifampicina, rifapentina e rifabutina, carbamazepina, fenitoína, hipericão (Hypericum perforatum)) utilizados sistemicamente deve ser evitada.

Mirtazapina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas: A carbamazepina e a fenitoína, indutores do CYP3A4, aumentaram a depuração da mirtazapina para o dobro, resultando num decréscimo das concentrações plasmáticas de mirtazapina de 60 e 45%, respetivamente. Quando a carbamazepina ou qualquer outro indutor do metabolismo hepático (tal como a rifampicina) for adicionado à terapêutica com mirtazapina, pode ser necessário o aumento da dose de mirtazapina. Se o tratamento com quaisquer destes fármacos for interrompido, pode ser necessária a redução da dose de mirtazapina.

Tolvaptano + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Efeito de outros medicamentos na farmacocinética de tolvaptano: Indutores do CYP3A: O uso concomitante de medicamentos que sejam indutores potentes do CYP3A (por exemplo, rifampicina) diminui a exposição e eficácia de tolvaptano. A coadministração de tolvaptano com rifampicina reduz a Cmax e a AUC de tolvaptano em cerca de 85%. Por conseguinte, a administração concomitante de tolvaptano com indutores potentes do CYP3A (por exemplo, rifampicina, rifabutina, rifapentina, fenitoína, carbamazepina e hipericão) deve ser evitada.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glipizida + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Os compostos mencionados a seguir podem originar hiperglicemia: Progestogénios: efeito diabetogénico de doses elevadas de progestogénios. Deve-se avisar o doente e proceder ao autodiagnóstico da glicémia e glicosúria. Pode ser necessário o ajuste da dose do medicamento antidiabético durante o tratamento com Neurolépticos corticóides ou progestogénios e após a sua suspensão. Existem outros fármacos que podem provocar hiperglicemia e originar uma perda de controlo, nomeadamente tiazidas e outros diuréticos, derivados da tiroide, Estrogénios, contracetivos orais, fenitoína, ácido nicotínico, fármacos bloqueadores dos canais de cálcio e isoniazida. Quando se suspende o tratamento com estes fármacos a um doente a tomar glipizida, deve-se ter precaução para evitar hiperglicemia.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Multivitaminas + Ácido linoleico + Lecitina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A piridoxina pode reduzir a actividade de altretamina e diminuir as concentrações plasmáticas de fenobarbital e fenitoína.

Tipranavir + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação apenas foram realizados em adultos.
Interações: ANTICONVULSIVANTES: Fenobarbital, Fenitoína Não foi realizado qualquer estudo de interação O fenobarbital e a fenitoína são indutores do CYP3A4. A combinação de fenobarbital e fenitoína com Tipranavir, coadministrado com ritonavir em dose baixa, deve ser utilizada com precaução.

Buprenorfina + Naloxona + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Indutores do CYP3A4: A utilização concomitante de indutores do CYP3A4 com buprenorfina pode diminuir as concentrações plasmáticas de buprenorfina, podendo resultar num tratamento subótimo da dependência de opiáceos com buprenorfina. Recomenda-se que os doentes tratados com buprenorfina/naloxona sejam cuidadosamente monitorizados em caso de administração concomitante com estes indutores (por ex., fenobarbital, carbamazepina, fenitoína, rifampicina). A dose de buprenorfina ou do indutor do CYP3A4 poderá ter de ser ajustada em conformidade.

Lumacaftor + Ivacaftor + Fenitoína

Observações: O lumacaftor é um indutor potente das CYP3A e o ivacaftor é um inibidor fraco das CYP3A, quando administrados em monoterapia. Existe a possibilidade de outros medicamentos afetarem lumacaftor/ivacaftor quando administrados concomitantemente, assim como de lumacaftor/ivacaftor afetar outros medicamentos.
Interações: Carbamazepina, fenobarbital, fenitoína: A utilização concomitante de lumacaftor/ivacaftor com estes anticonvulsivantes não é recomendada. As exposições de ivacaftor e do anticonvulsante podem diminuir significativamente, o que pode reduzir a eficácia das duas substâncias ativas.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Saxagliptina + Fenitoína

Observações: Os dados clínicos a seguir descritos sugerem que é baixo o risco de interações clinicamente significativas com medicamentos coadministrados.
Interações: O metabolismo da saxagliptina é mediado principalmente pelo citocromo P450 3A4/5 (CYP3A4/5). A administração concomitante de saxagliptina e indutores do CYP3A4/5, que não seja a rifampicina (tais como carbamazepina, dexametasona, fenobarbital e fenitoína) não foi estudada e pode resultar numa concentração plasmática reduzida da saxagliptina e numa concentração aumentada do seu metabolito principal. O controlo glicémico deverá ser cuidadosamente avaliado quando a saxagliptina é utilizada concomitantemente com um indutor potente do CYP3A4/5.

Aprepitant + Fenitoína

Observações: O aprepitant é um substrato e um inibidor, dependente da dose e um indutor do CYP3A4. O aprepitant é também um indutor do CYP2C9. Durante o tratamento, o aprepitant na dose única de 40 mg recomendada para a náusea e vómito no pós-operatório resulta numa inibição fraca do CYP3A4. Após o tratamento, o Aprepitant causa uma indução ligeira transitória do CYP2C9, CYP3A4 e da glucuronidação. O aprepitant também foi estudado em doses superiores. Durante o tratamento da náusea e vómito induzidos pela quimioterapia (NVIQ), o aprepitant no esquema terapêutico de 3 dias de 125 mg/80 mg é um inibidor moderado do CYP3A4. O aprepitant não parece interagir com a glicoproteína-P transportadora, tal como demonstrado pela ausência de interação entre o aprepitant por via oral com a digoxina.
Interações: A coadministração de Aprepitant com substâncias ativas que se sabe serem metabolizadas pelo CYP2C9 (ex. fenitoína, varfarina), pode resultar em concentrações plasmáticas mais baixas destas substâncias ativas. A administração concomitante de Aprepitant com substâncias ativas que induzam fortemente a atividade do CYP3A4 (ex. rifampicina, fenitoína, carbamazepina, fenobarbital) deve ser evitada, uma vez que da associação resulta uma redução das concentrações plasmáticas do aprepitant, o que poderá diminuir a eficácia.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cloromadinona + Etinilestradiol + Fenitoína

Observações: A interação do etinilestradiol, com outros medicamentos, pode aumentar ou reduzir as concentrações séricas de etinilestradiol. Em caso de necessidade de tratamento prolongado com essas subtâncias ativas, devem ser utilizados métodos contracetivos não hormonais. Concentrações séricas reduzidas de etinilestradiol podem aumentar as hemorragias intracíclicas e as perturbações dos ciclos, e reduzir a eficácia contracetiva de Cloromadinona / Etinilestradiol; concentrações séricas aumentadas de etinilestradiol podem aumentar a frequência e a gravidade dos efeitos indesejáveis.
Interações: Os seguintes medicamentos/substâncias ativas podem resuzir as concentrações séricas de etinilestradiol: Todas as substâncias que aumentem a motilidade gastrointestinal (por exemplo metoclopramida) ou reduzem a absorção (por exemplo carvão ativado) Substâncias que indutoras de enzimas microssomais hepáticas, tais como rifampicina, rifabutina, barbitúricos, antiepiléticos (por exemplo carbamazepina, fenitoína e topiramato), griseofulvina, barbexalona, primidona, modafinil, alguns inibidores da protease (por exemplo ritonavir) e erva de São João. Certos antibióticos (por exemplo ampicilina, tetraciclina) em algumas mulheres, provavelmente devido à diminuição da circulação entero-hepática por ação dos estrogénios. No tratamento concomitante destes medicamentos/substâncias ativas com Cloromadinona / Etinilestradiol devem ser utilizados métodos contracetivos adicionais durante o tratamento e após os primeiros 7 dias. Com substâncias ativas que reduzam os níveis séricos de etinilestradiol por indução das enzimas microssomais hepáticas devem ser utilizados métodos contracetivos adicionais durante 28 dias após a suspensão da medicação.

Etinilestradiol + Norgestimato + Fenitoína

Observações: Aconselha-se que os médicos consultem a rotulagem dos medicamentos utilizados concomitantemente, para obter mais informações acerca das interações com contracetivos hormonais e da possível necessidade de ajustar as dosagens.
Interações: Indutores das enzimas hepáticas: Produtos ou medicamentos à base de plantas que induzem as enzimas, especialmente o CYP3A4, podem diminuir as concentrações plasmáticas das hormonas contracetivas e podem diminuir a sua eficácia e/ ou aumentar a hemorragia intercorrente. Exemplos incluem: barbitúricos bosentano carbamazepina felbamato hidantoínas primidona griseofulvina alguns inibidores da protease VIH (por ex., ritonavir) modafinil alguns inibidores não nucleósidos da transcriptase reversa (por ex., nevirapina) oxcarbazepina fenitoína rifampicina e rifabutina hipericão topiramato Mulheres a utilizar medicamentos indutores das enzimas hepáticas devem utilizar temporariamente um método contracetivo de barreira para além de Etinilestradiol / Norgestimato durante o tempo da administração do medicamento concomitante e durante 28 dias após a sua descontinuação.
 Sem significado Clínico

Pantoprazol + Fenitoína

Observações: O pantoprazol é metabolizado no fígado pelo sistema enzimático do citocromo P450. Não se pode excluir a interacção com outros fármacos ou compostos que são metabolizados utilizando o mesmo sistema enzimático.
Interações: Não se observaram interações clinicamente significativas em testes específicos com vários fármacos ou compostos, nomeadamente carbamazepina, cafeína, diazepam, diclofenac, digoxina, etanol, glibenclamida, metoprolol, naproxeno, nifedipina, fenitoína, piroxicam, teofilina e um contracetivo oral.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Isoniazida + Pirazinamida + Rifampicina + Fenitoína

Observações: A rifampicina possui propriedades indutoras enzimáticas, incluindo a indução da delta aminoácido levulínico sintetase. Têm sido registados casos isolados de exacerbação de porfíria com a administração de rifampicina.
Interações: A isoniazida pode diminuir a excreção da fenitoína e da carbamazepina, podendo também aumentar os seus efeitos. Devem ser feitos os ajustamentos necessários à dose anticonvulsivante.

Levetiracetam + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Dados provenientes de ensaios clínicos pré-comercialização conduzidos em adultos indicam que o Levetiracetam não influencia as concentrações séricas de medicamentos antiepiléticos existentes (fenitoína, carbamazepina, ácido valpróico, fenobarbital, lamotrigina, gabapentina e primidona) e que estes medicamentos antiepiléticos não influenciam a farmacocinética de Levetiracetam.

Encorafenib + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos no encorafenib Encorafenib é essencialmente metabolizado pelo CYP3A4. Indutores do CYP3A4 A administração concomitante de encorafenib com um indutor do CYP3A4 não foi avaliada em estudos clínicos; no entanto, é provável uma redução da exposição ao encorafenib e poderá comprometer a eficácia. Os exemplos de indutores potentes e moderados do CYP3A4 incluem, entre outros, carbamazepina, rifampicina, fenitoína e hipericão. Deverão ser considerados agentes alternativos sem indução ou com uma indução mínima do CYP3A.

Fotemustina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: É desaconselhada a associação com Fenitoína (e, por extrapolação, fosfenitoína): Risco de convulsões através da diminuição, apenas, da absorção gastrointestinal da fenitoína pelo agente citotóxico, ou risco de maior toxicidade ou perda de eficácia do agente citotóxico através de um aumento do seu metabolismo hepático, pela fenitoína ou fosfenitoína.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido acetilsalisílico + Atorvastatina + Ramipril + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: O ácido acetilsalicílico pode aumentar os níveis plasmáticos da fenitoína.

Parecoxib + Fenitoína

Observações: O parecoxib é rapidamente hidrolisado no metabolito activo, valdecoxib. Os doentes sob terapêutica com anticoagulantes orais deverão ser monitorizados cuidadosamente em relação ao tempo de protrombina INR, em especial nos primeiros dias de tratamento com parecoxib ou quando a dose de parecoxib é alterada. No ser humano, estudos demonstraram que o metabolismo do valdecoxib é predominantemente mediado pela via das isoenzimas CYP3A4 e 2C9. O efeito da indução enzimática não foi estudado. Não foram realizados estudos formais de interações com Anestésicos inalados.
Interações: O metabolismo do valdecoxib pode aumentar quando administrado concomitantemente com indutores enzimáticos, como a rifampicina, fenitoína, carbamazepina ou dexametasona. Recomenda-se precaução quando se administrar Parecoxib com medicamentos que sejam substratos da CYP2C19 (por exemplo, fenitoína, diazepam ou imipramina).

Tibolona + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Dados de metabolismo in vitro sugerem que a tibolona e os seus metabolitos podem inibir o CYP2C9, uma enzima P450. É preciso ter muito cuidado se se combinar tibolona com outros medicamentos metabolizados pelo CYP2C9. Isto aplica-se sobretudo aos medicamentos com intervalo terapêutico estreito, como a varfarina, a fenitoína e a tolbutamida.
 Sem significado Clínico

Retigabina + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Com base nesses dados agrupados, a retigabina não causou efeitos clinicamente significativos no plasma nas concentrações dos seguintes antiepiléticos: Carbamazepina, clobazam, clonazepam, gabapentina, lamotrigina, levetiracetam, oxcarbazepina, fenobarbital, fenitoína, pregabalina, topiramato, valproato, zonisamida. Esta análise também mostrou que não existe efeito clinicamente significativo dos indutores (fenitoína, carbamazepina e fenobarbital) na depuração da retigabina. No entanto, dados em estado estacionário de um número limitado de doentes em estudos menores de fase II indicaram que: - a fenitoína pode reduzir a exposição sistémica da retigabina em 35% - a carbamazepina pode reduzir a exposição sistémica da retigabina em 33%
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Hidrogenofosfato de cálcio + Colecalciferol + Fenitoína

Observações: O álcool, tabaco e o café diminuem a absorção intestinal de cálcio.
Interações: O tratamento concomitante com fenitoína, barbitúricos e glucocorticóides pode diminuir o efeito da vitamina D.

Mexazolam + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Nos animais de experiência verificaram-se as seguintes interações: Fármacos que não mostraram qualquer interacção com o mexazolam: Difenilhidatoína, escopolamina butilbromido, gerfanato, propranolol e pindolol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Desogestrel + Fenitoína

Observações: As interações entre os contracetivos hormonais e outros medicamentos podem conduzir a hemorragias intracíclicas e/ou falência contracetiva. Os contracetivos hormonais podem interferir com o metabolismo de outros medicamentos. Por este motivo, as concentrações plasmáticas e tecidulares destes podem estar aumentadas ou diminuídas. Nota: A informação sobre a prescrição da medicação concomitante deve ser consultada de forma a identificar potenciais interações.
Interações: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas microssomais, o que poderá resultar na depuração aumentada das hormonas sexuais (tais como: hidantoínas (por exemplo, fenitoína), barbitúricos (por exemplo, fenobarbital), primidona, carbamazepina, rifampicina e, possivelmente também com oxcarbazepina, topiramato, rifabutina, felbamato, ritonavir, nelfinavir, griseofulvina e produtos contendo hipericão (Hipericum perforatum)). A indução máxima enzimática não é detetada durante 2 a 3 semanas, mas pode manter-se, pelo menos, durante 4 semanas após a interrupção do tratamento. As mulheres que estejam a ser tratadas com qualquer um destes medicamentos devem, temporariamente, utilizar um método contracetivo de barreira adicional em conjunto com Desogestrel. Se o medicamento utilizado for indutor das enzimas microssomais hepáticas, o método de barreira deve ser usado durante o tempo de uso concomitante do medicamento e até 28 dias após a sua descontinuação. Para mulheres que façam terapêutica de longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, deve ser considerado um método contracetivo não hormonal.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dienogest + Valerato de estradiol + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: O metabolismo dos estrogénios e dos progestagénios pode estar aumentado com a utilização concomitante de substâncias indutoras das enzimas metabolizadoras de fármacos, particularmente enzimas do citocromo P450, tais como anticonvulsivantes (por ex. fenobarbital, fenitoína, carbamazepina) e anti-infecciosos (por ex. rifampicina, rifabutina, nevirapina, efavirenz).
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Canagliflozina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas: Efeitos de outros medicamentos na canagliflozina: O metabolismo da canagliflozina é principalmente efetuado via conjugação com glucuronido mediado pela enzima UDP glucuronil transferase 1A9 (UGT1A9) e 2B4 (UGT2B4). A canagliflozina é transportada pela glicoproteína-P (gp-P) e pela proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP). Os indutores enzimáticos (tais como a erva de São João [Hypericum perforatum], rifampicina, barbitúricos, fenitoína, carbamazepina, ritonavir, efavirenz) podem dar origem a uma diminuição da exposição da canagliflozina. Após a administração concomitante de canagliflozina com rifampicina (um indutor de vários transportadores ativos e enzimas metabolizadoras de fármacos), foram observadas reduções de 51% e 28% na exposição sistémica (AUC) e na concentração máxima (Cmax) de canagliflozina. Estas diminuições na exposição à canagliflozina podem diminuir a eficácia. Se um indutor combinado destas enzimas UGTs e de proteínas de transporte for administrado concomitantemente com canagliflozina, é apropriado efetuar a monitorização do controlo da glicemia para avaliar a resposta à canagliflozina. Se um indutor destas enzimas UGT for administrado concomitantemente com canagliflozina, deve-se considerar o aumento da dose para 300 mg uma vez ao dia em doentes que toleram 100 mg de canagliflozina uma vez ao dia, que apresentam uma TFGe ≥ 60 ml/min/1,73 m2 ou CrCl≥ 60 ml/min e necessitam de um controlo adicional da glicemia. Em doentes a tomar 100 mg de canagliflozina com uma TFGe de 45 ml/min/1,73 m2 a <60 ml/min/1,73 m2 ou CrCl de 45 ml/min a <60 ml/min, que estão a receber terapêutica concomitante com um indutor da enzima UGT e que requerem controlo glicémico adicional, devem ser consideradas outras terapêuticas hipoglicemiantes. A colestiramina pode reduzir potencialmente a exposição à canagliflozina. A dose de canagliflozina deve ser administrada pelo menos 1 hora antes ou 4 -6 horas após a administração de sequestradores de ácidos biliares de forma a minimizar uma possível interferência com a absorção. Os estudos de interação sugerem que a farmacocinética da canagliflozina não é alterada pela metformina, hidroclorotiazida, contracetivos orais (etinilestradiol e levonorgestrel), ciclosporina, e/ou probenecida.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Clomipramina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas: A administração concomitante de medicamentos que se sabe induzirem enzimas do citocromo P450, particularmente CYP3A4, CYP2C19 e/ou CYP1A2 pode acelerar o metabolismo e diminuir a eficácia da Clomipramina. Os indutores de CYP3A e CYP2C, tais como a rifampicina ou anticonvulsivantes (por exemplo, barbituratos, carbamazepina, fenobarbital e fenitoína) podem diminuir as concentrações de clomipramina.

Ivacaftor + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. O ivacaftor é um substrato da CYP3A4 e da CYP3A5. É um inibidor fraco das CYP3A e da P-gp e um inibidor potencial da CYP2C9. O ivacaftor é um substrato sensível das CYP3A.
Interações: A coadministração com indutores potentes das CYP3A, como a rifampicina, rifabutina, fenobarbital, carbamazepina, fenitoína e hipericão (Hypericum perforatum) não é recomendada.

Ledipasvir + Sofosbuvir + Fenitoína

Observações: Quaisquer interações que tenham sido identificadas com cada uma destas substâncias ativas individualmente podem ocorrer com a associação de Ledipasvir/Sofosbuvir.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar Ledipasvir/sofosbuvir: O ledipasvir e o sofosbuvir são substratos do transportador de fármacos P-gp e da BCRP, enquanto o GS-331007 não é. Os medicamentos que são indutores potentes da P-gp (rifampicina, rifabutina, hipericão, carbamazepina, fenobarbital e fenitoína) podem diminuir significativamente as concentrações plasmáticas de ledipasvir e de sofosbuvir, reduzindo o efeito terapêutico de ledipasvir/sofosbuvir e, portanto, são contraindicados com Ledipasvir/sofosbuvir. Interações entre Ledipasvir/sofosbuvir e outros medicamentos ANTICONVULSIVANTES Carbamazepina Fenobarbital Fenitoína Ledipasvir/sofosbuvir é contraindicado com carbamazepina, fenobarbital e fenitoína, indutores potentes da P-gp no intestino
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Levotiroxina sódica + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Salicilatos, dicoumarol, furosemida, clofibrato, fenitoína: A levotiroxina pode ser deslocada da ligação a proteínas plasmáticas por salicilatos, dicoumarol, doses elevadas (250 mg) de furosemida, clofibrato, fenitoína e outras substâncias. Isto leva a um aumento no nível plasmático de tiroxina livre (fT4 ).

Doxazosina + Fenitoína

Observações: Não foram realizados estudos com formulações de doxazosina de libertação prolongada. A maior parte da doxazosina plasmática (98%) está ligada às proteínas.
Interações: Dados obtidos in vitro com o plasma humano indicam que a doxazosina não interfere com a ligação da digoxina, da varfarina, da fenitoína ou da indometacina às proteínas.

Felbamato + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: O felbamato altera as concentrações plasmáticas de carbamazepina, fenitoína, fenobarbital e ácido valpróico e/ou seus metabolitos. Para reduzir a probabilidade de ocorrência de possíveis reacções adversas devido a interações medicamentosas, as posologias de carbamazepina, fenitoína, fenobarbital e de ácido valpróico devem ser reduzidas conforme necessário, com base na observação clínica e nas concentrações plasmáticas no estado estacionário, se aplicável. Efeitos do felbamato sobre outros fármacos antiepiléticos: Fenitoína: O felbamato inibe a depuração da fenitoína de uma forma dose-dependente. A concentração plasmática de fenitoína pode aumentar entre 20% e 60%. Efeitos de outros fármacos antiepiléticos sobre o felbamato: Carbamazepina/Fenitoína/Fenobarbital: Quando se administra concomitantemente carbamazepina ou fenitoína com felbamato, a redução das concentrações plasmáticas no estado estacionário de felbamato pode ser da ordem dos 20%.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Clonazepam + Fenitoína

Observações: O clonazepam não induz os enzimas responsáveis pelo seu próprio metabolismo.
Interações: O tratamento concomitante com fenitoína ou primidona pode alterar a concentração plasmática de fenitoína ou primidona (em geral, um aumento). Os fármacos antiepiléticos, fenitoína, fenobarbital, carbamazepina e valproato podem aumentar a depuração do clonazepam, reduzindo assim as concentrações plasmáticas de clonazepam durante uma terapêutica combinada.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Imatinib + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Substâncias ativas que podem diminuir as concentrações plasmáticas de imatinib: As substâncias que são indutoras da atividade da CYP3A4 (por ex. dexametasona, fenitoína, carbamazepina, rifampicina, fenobarbital, fosfenitoína, primidona ou Hypericum perfuratum, também conhecido como hipericão) podem reduzir significativamente a exposição a imatinib, aumentando potencialmente o risco de falência terapêutica. O tratamento prévio com doses múltiplas de 600 mg de rifampicina, seguido da administração de uma dose única de 400 mg de imatinib, resultou numa diminuição na Cmax e na AUC (0-∞ ) de, pelo menos, 54% e 74% dos valores correspondentes obtidos na ausência de tratamento com rifampicina. Foram observados resultados semelhantes em doentes com gliomas malignos tratados com imatinib simultaneamente com fármacos antiepiléticos indutores enzimáticos (EIAED), tais como carbamazepina, oxcarbazepina e fenitoína. A AUC plasmática do imatinib diminuiu em 73% comparativamente com doentes não tratados com EIAED.

Silodosina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A silodosina é extensamente metabolizada, principalmente através da CYP3A4, da álcool-desidrogenase e da UGT2B7. A silodosina também é um substrato da glicoproteína P. As substâncias que inibem (tais como cetoconazol, itraconazol, ritonavir ou ciclosporina) ou induzem (tais como rifampicina, barbitúricos, carbamazepina, fenitoína) estas enzimas e transportadores podem afetar as concentrações plasmáticas de silodosina e do seu metabolito ativo.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Brometo de rocurónio + Fenitoína

Observações: Não foram realizados estudos de interação formais. As interações mencionadas anteriormente para os doentes adultos e as suas advertências e precauções especiais de utilização devem ser igualmente tidas em conta no caso de doentes pediátricos.
Interações: Aumento de Efeito: Diuréticos, quinidina e o seu isómero quinina, protamina, agentes bloqueadores adrenérgicos, sais de magnésio, bloqueadores dos canais de cálcio e sais de lítio e anestésicos locais (lidocaína i.v. e bupivacaína epidural) e administração aguda de fenitoína ou de agentes beta-bloqueadores. Diminuição de efeito: Administração crónica prévia de fenitoína ou carbamazepina.

Dolutegravir + Rilpivirina + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Anticonvulsivantes Oxcarbazepina Fenitoína Fenobarbital/Dolutegravir: Os indutores metabólicos podem reduzir significativamente as concentrações plasmáticas dolutegravir/rilpivirina, resultando na perda do efeito terapêutico. A administração concomitante de Dolutegravir + Rilpivirina com estes indutores metabólicos é contraindicada. Oxcarbazepina Fenitoína Fenobarbital/Rilpivirina: Os indutores metabólicos podem reduzir significativamente as concentrações plasmáticas dolutegravir/rilpivirina, resultando na perda do efeito terapêutico. A administração concomitante de Dolutegravir + Rilpivirina com estes indutores metabólicos é contraindicada.

Empagliflozina + Linagliptina + Fenitoína

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com Empagliflozina / Linagliptinae outros medicamentos; contudo, foram realizados estudos desta natureza com as substâncias ativas individuais. Com base nos resultados dos estudos farmacocinéticos, não é recomendado qualquer ajuste posológico de Empagliflozina / Linagliptinaquando coadministrado com medicamentos habitualmente prescritos, exceto os mencionados à frente.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre a linagliptina: A administração concomitante de rifampicina diminuiu a exposição a linagliptina em 40%, sugerindo que a eficácia da linagliptina pode diminuir quando administrada em associação com um indutor forte da glicoproteína P (gp-P) ou da isoenzima CYP3A4 do citocromo P450 (CYP), sobretudo quando estes são administrados a longo prazo. A administração concomitante com outros indutores potentes da gp-P e da CYP3A4, tais como carbamazepina, fenobarbital e fenitoína, não foi estudada.

Maprotilina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A maprotilina é primariamente metabolizada pela CYP2D6 e nalguma extensão pela CYP1A2. Não se verificou indução da CYP2D6 mas a administração concomitante de substâncias conhecidas por inibir a CYP1A2 pode aumentar a formação de desmetilmaprotilina. Não é expectável que o efeito farmacodinâmico global se reduza, uma vez que este metabolito é activo. No entanto, a indução de enzimas ainda por identificar na desactivação da maprotilina e desmetilmaprotilina (por exemplo, enzimas de fase II do citocromo P450) podem acelerar a depuração dos componentes activos e diminuir a eficácia de Maprotilina. Podem ser necessários ajustes de dose quando Maprotilina é administrado concomitantemente com substâncias que induzem o citocromo P450 hepático, particularmente aquelas que estão tipicamente envolvidas no metabolismo dos anti-depressivos tricíclicos, tais como a CYP3A4, CYP2C19 e/ou CYP1A2 (por exemplo, rifampicina, carbamazepina, fenobarbital e fenitoína.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Prednisolona + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Recomenda-se aumento das doses de manutenção de prednisolona quando se administram ao mesmo tempo os fármacos seguintes: antiepiléticos (fenobarbital, fenitoína), alguns antibióticos (rifampicina), anticoagulantes (cumarínicos) ou broncodilatadores (efedrina).

Abiraterona + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Num estudo de interação farmacocinética clínica de indivíduos saudáveis pré-tratados com um forte indutor do CYP3A4, a rifampicina, 600 mg por dia durante 6 dias, seguido de uma dose única de 1.000 mg de acetato de abiraterona, a AUC∞ média plasmática da abiraterona diminui em 55%. Durante o tratamento deve ser evitada a utilização de fortes indutores do CYP3A4 (p.ex., fenitoína,carbamazepina, rifampicina, rifabutina, rifapentina, fenobarbital, hipericão [Hypericum perforatum]), a menos que não exista alternativa terapêutica. Num outro estudo de interação farmacocinética clínica de indivíduos saudáveis, a co-administração de cetoconazol, um potente inibidor do CYP3A4, não teve efeito clinicamente significativo na farmacocinética de abiraterona.

Cobicistate + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Utilização concomitante contraindicada: Os medicamentos que são extensivamente metabolizados pelo CYP3A e que apresentam um elevado metabolismo de primeira passagem parecem ser os mais suscetíveis a grandes aumentos da exposição quando coadministrados com cobicistate. A coadministração de Cobicistate com medicamentos que são indutores fortes do CYP3A (como, por exemplo, o hipericão (Hypericum perforatum), rifampicina, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína), pode resultar na diminuição das concentrações plasmáticas de cobicistate e, consequentemente, da potenciação de atazanavir ou darunavir, levando à perda do efeito terapêutico e ao possível desenvolvimento de resistência.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A administração simultânea de paracetamol com outros fármacos, que aumentam a indução enzimática ao nível hepático, p.ex. determinados sedativos e anticonvulsivantes (incluindo fenobarbital, fenitoína, carbamazepina) e rifampicina, pode provocar ou agravar a lesão hepática. O mesmo se aplica à administração de paracetamol em situações de alcoolismo crónico. A associação de paracetamol e medicamentos antiepiléticos (incluindo a fenitoína, barbitúricos, carbamazepina) indutores das enzimas hepáticas pode aumentar a toxicidade hepática induzida pelo paracetamol devido ao aumento da conversão do fármaco a metabolitos hepatotóxicos.

Amiodarona + Fenitoína

Observações: Devido à semi-vida de eliminação longa e variável da amiodarona, podem ocorrer interações não só quando se administram outros fármacos concomitantemente, mas também com fármacos administrados após interrupção do tratamento com amiodarona.
Interações: Os seguintes fármacos devem ser utilizados com precaução quando em associação com a amiodarona: A amiodarona aumenta as concentrações plasmáticas de fenitoína pela inibição do citocromo P450 2C9. A associação de fenitoína com amiodarona pode conduzir à sobredosagem por fenitoína, resultando em sinais neurológicos. Deve ser implementada uma monitorização clínica, devendo a dose de fenitoína ser reduzida logo que os sinais/sintomas de sobredosagem surjam. Os níveis plasmáticos de fenitoína devem ser determinados.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Vitaminas do complexo B + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: É possível que a administração do cloridrato de piridoxina origine uma diminuição nas concentrações séricas do fenobarbital e da fenitoína.

Amlodipina + Valsartan + Hidroclorotiazida + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Requerida PRECAUÇÃO com a utilização concomitante: AMLODIPINA: Indutores do CYP3A4 (agentes anticonvulsivantes [ex. carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, fosfenitoína, primidona], rifampicina, Hypericum perforatum [Hipericão]): Não existem dados disponíveis sobre o efeito dos indutores da CYP3A4 na amlodipina. O uso concomitante de indutores da CYP3A4 (por exemplo, rifampicina, Hypericum perforatum) pode originar concentrações plasmáticas mais baixas de amlodipina. A amlodipina deve ser utilizada com precaução quando administrada simultaneamente com indutores da CYP3A4.

Bleomicina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Fenitoína e fosfofenitoína: Existem relatos de casos de níveis reduzidos de fenitoína quando combinada com a bleomicina. Risco de exacerbação de convulsões resultantes da diminuição da absorção digestiva da fenitoína por fármacos citotóxicos, ou risco de toxicidade acessória ou perda de eficácia do fármaco citotóxico devido ao aumento do metabolismo hepático pela fenitoína. O uso concomitante não é recomendado.

Metilfenidato + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Interação farmacocinética: Não se sabe de que forma o metilfenidato pode afetar concentrações plasmáticas de fármacos administrados concomitantemente. Por conseguinte recomenda-se precaução na associação do metilfenidato a outros fármacos, especialmente àqueles com uma janela terapêutica estreita. O metilfenidato não é metabolizado pelo citocromo P450 até um nível clinicamente relevante. Não se espera que os indutores ou inibidores do citocromo P450 tenham algum impacto relevante na farmacocinética do metilfenidato. De forma inversa, os enantiómeros d e l do metilfenidato não inibem de forma relevante o citocromo P450 1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 ou 3A. Contudo, existem relatórios indicando que o metilfenidato pode inibir o metabolismo de anticoagulantes cumarínicos, anticonvulsivantes (por exemplo, fenobarbitol, fenitoína, primodone) e alguns antidepressivos (tricíclicos e inibidores seletivos de recaptação da serotonina). Quando se inicia ou para o tratamento com metilfenidato, pode ser necessário ajustar a dosagem destes medicamentos que já estão a ser tomados e estabelecer concentrações plasmáticas do fármaco (ou para cumarina, tempos de coagulação)

Osimertinib + Fenitoína

Observações: Estudos in vitro demonstraram que a Fase I do metabolismo de osimertinib ocorre predominantemente via CYP3A4 e CYP3A5. Com base em estudos in vitro, osimertinib é um inibidor competitivo dos transportadores BCRP.
Interações: Recomenda-se que seja evitada a utilização concomitante de indutores fortes do CYP3A (p.ex. Fenitoína, rifampicina, carbamazepina) com Osimertinib.

Metformina + Canagliflozina + Fenitoína

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica farmacocinética com este medicamento. Contudo, tais estudos foram realizados com as substâncias ativas individuais (canagliflozina e metformina). A administração concomitante de canagliflozina (300 mg uma vez por dia) e metformina (2000 mg uma vez por dia) não teve um efeito clínico relevante sobre a farmacocinética quer da canagliflozina, quer da metformina.
Interações: CANAGLIFLOZINA Efeitos de outros medicamentos na canagliflozina: O metabolismo da canagliflozina é principalmente efetuado via conjugação com glucuronido mediada pela enzima UDP glucuronil transferase 1A9 (UGT1A9) e 2B4 (UGT2B4). A canagliflozina é transportada pela glicoproteína-P (gp-P) e pela proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP). Os indutores enzimáticos (tais como a erva de São João [Hypericum perforatum], rifampicina, barbitúricos, fenitoína, carbamazepina, ritonavir, efavirenz) podem dar origem a uma diminuição da exposição da canagliflozina.

Bupropiom (Bupropiona) + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Uma vez que o bupropiom é extensamente metabolizado, deve ter-se especial cuidado quando o bupropiom é administrado concomitantemente com indutores do metabolismo (por ex.: carbamazepina, fenitoína, ritonavir, efavirenz) ou inibidores do metabolismo (por ex.: valproato), dado que podem afetar a sua eficácia clínica e segurança. As consequências clínicas da exposição reduzida não são claras, mas podem incluir eficácia reduzida no tratamento da depressão major. Os doentes tratados com qualquer um destes medicamentos e bupropiom poderão necessitar de um aumento da dose de bupropiom, no entanto a dose máxima recomendada de bupropiom não deverá ser excedida.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nilutamida + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A nilutamida actuando sobre certos mecanismos enzimáticos microssomais, pode reduzir o metabolismo hepático de certas substâncias, tais como: antivitaminas K, fenitoína, propranolol, clordiazepóxido, diazepam e teofilina, cuja eliminação pode ser retardada e os seus níveis plasmáticos aumentados. A posologia destes medicamentos ou de outros com metabolismo semelhante, pode necessitar de um ajustamento, quando administrados com a nilutamida.

Diacereína + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Não foram descritas interações farmacológicas com varfarina, fenitoína, indometacina, ácido salicílico, glibenclamida e hidroclorotiazida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Drospirenona + Estradiol + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: O metabolismo de estrogénios [e progestagénios] poderá ser aumentado pela utilização concomitante de substâncias conhecidas por induzir enzimas metabolizantes do fármaco, especificamente enzimas do citocromo P450, tais como anticonvulsivantes (por exemplo fenobarbital, fenitoína, carbamazepina) e anti-infecciosos (por exemplo rifampicina, rifabutina, nevirapina, efavirenz).
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Mianserina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: O tratamento concomitante com antiepiléticos que sejam indutores do CYP3A4 (como a fenitoína e carbamazepina), pode resultar na diminuição dos níveis plasmáticos de mianserina. Deve ser considerado o ajuste posológico quando é iniciado ou suspenso o tratamento com estes medicamentos.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Topiramato + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do topiramato sobre outros medicamentos antiepiléticos: A associação de topiramato a outros antiepiléticos (fenitoína, carbamazepina, ácido valpróico, fenobarbital, primidona) não tem qualquer efeito sobre as suas concentrações plasmáticas no estado de equilíbrio, excepto em certos doentes nos quais a associação de topiramato com a fenitoína pode produzir um aumento das concentrações plasmáticas de fenitoína. Este é possivelmente devido à inibição de uma isoforma polimórfica de uma enzima específica (CYP2C19). Em consequência, devem ser monitorizados os níveis de fenitoína em todos doentes medicados com fenitoína que apresentem sinais ou sintomas clínicos de toxicidade. Efeitos de outros medicamentos antiepiléticos no topiramato: A fenitoína e a carbamazepina diminuem a concentração plasmática de topiramato. A associação ou interrupção de fenitoína ou carbamazepina na terapêutica com topiramato pode exigir um ajuste da dose deste último. Este ajuste deve ser efectuado titulando a dose até se obter o efeito clínico.

Solifenacina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Efeito de outros medicamentos na farmacocinética da solifenacina: A solifenacina é metabolizada pelo CYP3A4. Uma vez que a solifenacina é metabolizada pelo CYP3A4, são possíveis interações farmacocinéticas com outros substratos com maior afinidade (por exemplo, verapamilo, diltiazem) e indutores do CYP3A4 (por exemplo, rifampicina, fenitoína, carbamazepina).

Efavirenz + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: ANTICONVULSIVANTES: Fenitoína, Fenobarbital, e outros anticonvulsantes que sejam substratos das isoenzimas do CYP450: Interação não estudada. Existe um potencial de redução ou aumento das concentrações plasmáticas de fenitoína, fenobarbital ou outros anticonvulsivantes que sejam substratos das isoenzimas do CYP450, quando coadministrados com efavirenz. Deve ser efetuada a monitorização periódica dos níveis plasmáticos do anticonvulsivante quando o efavirenz é coadministrado com anticonvulsivantes que sejam substratos das isoenzimas do CYP450.

Ranitidina + Fenitoína

Observações: A ranitidina pode afectar a absorção, metabolismo ou a eliminação renal de outros medicamentos. A farmacocinética alterada do medicamento afectado, pode levar a um ajuste da dose do mesmo ou à descontinuação do tratamento.
Interações: As interações podem ocorrer devido a vários mecanismos tais como: Inibição do sistema oxigenase com função mista citocromo P450-ligado: A ranitidina, em doses terapêuticas habituais, não potencia a acção de medicamentos que são inactivados por este sistema tais como o diazepam (CYP2C19), lidocaína e propanolol. Têm havido notificações de tempos de protrombina alterados com anticoagulantes cumarínicos (ex. varfarina) quando o tratamento com ranitidina foi iniciado. Devido à estreita janela terapêutica, recomenda-se uma monitorização apertada do aumento ou diminuição do tempo de protrombina, durante o tratamento com a ranitidina. Há relatos de vários casos de aumento das concentrações plasmáticas de teofilina. Embora, a interação não tenha sido observada em vários estudos clínicos, as informações disponíveis não podem excluir a possibilidade de que pode ocorrer uma interação em alguns indivíduos. Também têm havido notificações de um aumento das concentrações plasmáticas de fenitoína.

Ticagrelor + Fenitoína

Observações: Ticagrelor é principalmente um substrato do CYP3A4 e um inibidor ligeiro do CYP3A4. O ticagrelor é igualmente um substrato da glicoproteína-P ( P-gp) e um inibidor fraco da P-gp e pode aumentar a exposição de substratos P-gp.
Interações: Indutores do CYP3A: A administração concomitante de rifampicina com ticagrelor diminuiu a Cmaxe a AUC de ticagrelor em 73% e 86%, respetivamente. A Cmax do metabolito ativo manteve-se inalterada e a AUC foi diminuída em 46%, respetivame nte. É esperado que outros indutores do CYP3A (p.ex. fenitoína, carbamazepina e fenobarbital) diminuam também a exposição ao ticagrelor. A administração conjunta de ticagrelor com indutores potentes do CYP3A pode diminuir a exposição e eficácia de ticagrelor, como tal a utilização concomitante com Ticagrelor é desaconselhada.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glisentida (glipentida) + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Fenitoína em doses elevadas parece diminuir a libertação de insulina, diminuindo os níveis de sódio, por estimulação da bomba sódio-potássio. Isso poderia levar a uma diminuição dos efeitos terapêuticos das sulfonilureias, com o risco de perda de controlo da diabetes. Pode precisar de doses mais baixas de fenitoína ou aumento de sulfonilureias.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Afatinib + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Efeitos dos indutores da gp-P no afatinib: O tratamento anterior com rifampicina (600 mg 1xdia, durante 7 dias), um potente indutor da gp-P, diminuiu a exposição plasmática ao afatinib em 34% (AUC0-∞) e 22% (Cmax), após a administração de uma dose única de 40 mg de afatinib. Fortes indutores da gp-P (incluindo, mas não limitados a, rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital ou erva de São João (Hypericum perforatum)) podem diminuir a exposição ao afatinib.

Trimetoprim + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Os doentes deverão ser cuidadosamente controlados visto que o trimetoprim poderá aumentar a semi-vida de eliminação da fenitoína e digoxina.

Cetoconazol + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Estão igualmente descritas interações com outros fármacos nomeadamente rifabutina, carbamazepina, fenitoína, ritonavir, inibidores das proteases, tacrolimus, sirolimus, digoxina, buspirona, alfentanil, sildenafil, metilprednisolona, dihidropiridinas e eventualmente o verapamil e alguns antineoplásicos.

Ibrutinib + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Agentes que podem diminuir as concentrações plasmáticas de ibrutinib: A administração concomitante de rifampicina, um indutor potente do CYP3A4, em 18 indivíduos saudáveis em condições de jejum, diminuiu a exposição (Cmax e AUC) de ibrutinib em 92 e 90%, respetivamente. A utilização concomitante de indutores moderados ou fortes do CYP3A4 (ex.: carbamazepina, rifampicina, fenitoína) deve ser evitada.

Bictegravir + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Oxcarbazepina Fenobarbital Fenitoína (Indução de CYP3A, UGT1A1 e gp-P) Interação não estudada com qualquer um dos componentes deste medicamento. A coadministração de oxcarbazepina, fenobarbital ou fenitoína pode diminuir as concentrações plasmáticas do bictegravir e do tenofovir alafenamida. A coadministração não é recomendada.

Prednisolona + Cloranfenicol + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: O cloranfenicol inibe de forma irreversível as enzimas microssomais hepáticas, como o citocromo P450, e por conseguinte, pode prolongar a semi-vida dos medicamentos que são metabolizados por este sistema. Entre estes medicamentos estão o dicumarol, a fenitoína, a clorpropamida e a tolbutamida. Da mesma forma, outros medicamentos podem alterar a eliminação do cloranfenicol.

Fosamprenavir + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Fenitoína: É recomendado que as concentrações plasmáticas da fenitoína sejam monitorizadas e que a dose de fenitoína seja aumentada se apropriado.

Ospemifeno + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o ospemifeno: A rifampicina, um potente indutor das enzimas CYP3A / CYP2C9, diminuíu a AUC do ospemifeno 58%. Assim, deve prever-se que a administração concomitante de Ospemifeno com indutores potentes das enzimas, como carbamazepina, fenitoína, hipericão e rifabutina, diminua a exposição ao ospemifeno, podendo diminuir o efeito clínico. A administração concomitante de Ospemifeno com inibidores potentes/moderados do CYP3A4 deve ser evitada em doentes que se sabe ou suspeite serem metabolizadoras fracas do CYP2C9, com base em genotipagem ou antecedentes/experiência prévia com outros substratos do CYP2C9.

Paracetamol + Bromofeniramina + Cafeína + Ácido ascórbico + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: O uso simultâneo de medicamentos que provocam indução enzimática hepática, por exemplo: Certos hipnóticos e antiepiléticos (incluindo glutetimida, fenobarbital, fenitoína, carbamazepina) e rifampicina podem, com doses de paracetamol que normalmente não são prejudiciais, provocar lesão hepática. O mesmo se aplica com o abuso de álcool.

Telaprevir + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Carbamazepina, fenitoína e fenobarbital: A administração concomitante com indutores pode causar diminuição da exposição a telaprevir com risco de reduzir a eficácia. Estão contraindicados inibidores potentes das enzimas CYP3A, tais como a carbamazepina, fenitoína e fenobarbital. ANTICONVULSIVANTES: Fenitoína: A administração concomitante com fenitoína é contraindicada.

Vitaminas do complexo B + Ácido ascórbico + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Este medicamento pode ter interacção com outros medicamentos nomeadamente tetraciclinas, aminoglicosídeos, varfarina, antiácido com alumínio, colchicina, isoniazida, fenitoína, fenobarbital e carbamazepina.

Cilostazol + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Não foram avaliados os efeitos dos indutores da CYP3A4 e da CYP2C19 (como carbamazepina, fenitoína, rifampicina e Erva-de-São-João) na farmacocinética de cilostazol. Teoricamente, o efeito antiplaquetário pode alterar-se, pelo que deve ser feita uma monitorização cuidada quando cilostazol é coadministrado com indutores da CYP3A4 e da CYP2C19.

Cloreto de mivacúrio + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Determinados fármacos podem raramente agravar ou revelar situações de miastenia gravis latente, ou mesmo induzir um síndrome miasténico com aumento da sensibilidade ao Cloreto de mivacúrio. Estes fármacos incluem antibióticos vários, bloqueadores beta (propranolol, oxprenolol), fármacos antiarrítmicos (procainamida, quinidina), fármacos antirreumáticos (cloroquina, D- penicilamina), trimetofano, clorpromazina, esteroides, fenitoína e lítio.

Dasabuvir + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Dasabuvir deve ser sempre administrado em conjunto com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. Quando coadministrados, exercem efeitos recíprocos um sobre o outro. Por conseguinte, o perfil de interação dos compostos tem de ser considerado como uma associação.
Interações: Interações entre Dasabuvir com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir e outros medicamentos: ANTICONVULSIVANTES: Fenitoína: Administrado com: Dasabuvir+ombitasvir/paritaprevir/ritonavir Mecanismo: indução do CYP3A4 pela fenitoína. Não estudado. A utilização concomitante está contraindicada.

Neratinib + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outras substâncias sobre o neratinib Indutores da CYP3A4/Pgp Após a administração concomitante com doses repetidas de 600 mg de rifampina, um potente indutor da CYP3A4/Pgp, as exposições ao neratinib diminuíram significativamente com valores médios de 24% e 13% dos valores de referência (neratinib administrado em monoterapia) para a Cmáx e a AUC, respetivamente. Deve evitar-se a utilização concomitante de neratinib com indutores potentes da CYP3A4/Pgp (por ex., fenitoína, carbamazepina, rifampina, fenobarbital ou com preparações à base de plantas contendo erva de S. João/Hypericum perforatum).

Paroxetina + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Enzimas metabolizantes de fármacos: O metabolismo e farmacocinética da paroxetina podem ser afectados pela indução ou inibição de enzimas metabolizantes de fármacos. Nos casos em que a paroxetina seja administrada concomitantemente com um inibidor conhecido das enzimas metabolizantes de fármacos, deve considerar-se a utilização de doses no limite inferior do intervalo de doses recomendado. Quando a paroxetina for administrada concomitantemente com indutores conhecidos das enzimas metabolizantes de fármacos (ex: carbamazepina, rifampicina, fenobarbital, fenitoína) não é considerado necessário ajuste inicial de dose. Qualquer ajuste de dose subsequente deve ser orientado pelo efeito clínico (tolerância e eficácia). Anticonvulsivantes: Carbamazepina, fenitoína, valproato de sódio. A administração concomitante não demonstrou qualquer efeito sobre o perfil farmacocinético/dinâmico em doentes epilépticos.

Saxagliptina + Dapagliflozina + Fenitoína

Observações: Saxagliptina: O metabolismo da saxagliptina é mediado principalmente pelo citocromo P450 3A4/5 (CYP3A4/5). Dapagliflozina: O metabolismo da dapagliflozina é feito principalmente através de conjugação do glucuronido mediado pela UDP glucuroniltransferase 1A9 (UGT1A9).
Interações: A administração concomitante de saxagliptina e indutores do CYP3A4/5, que não a rifampicina (tais como a carbamazepina, dexametasona, fenobarbital e fenitoína) não foi estudada e pode resultar numa concentração plasmática reduzida de saxagliptina e numa concentração aumentada do seu metabolito principal. O controlo glicémico deverá ser cuidadosamente avaliado quando a saxagliptina é utilizada concomitantemente com um indutor potente do CYP3A4/5.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metilprednisolona + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos que induzem as enzimas hepáticas, como rifampicina, rifabutina, carbamazepina, fenobarbitona, fenitoína, primidona e aminoglutetimida aumentam o metabolismo dos corticosteroides pelo que os seus efeitos terapêuticos podem ser reduzidos. Desta forma, pode ser necessário aumentar a dose de metilprednisolona para atingir a resposta desejada.

Paclitaxel + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: O metabolismo do paclitaxel é catalisado, em parte, pelas isoenzimas CYP2C8 e CYP3A4 do citocromo P450. Estudos clínicos demonstraram que o metabolismo do paclitaxel mediado pela CYP2C8 em 6-hidroxipaclitaxel é a principal via metabólica no ser humano. A administração concomitante de cetoconazol, um inibidor potente conhecido da CYP3A4, não inibe a eliminação de paclitaxel em doentes; pelo que ambos os medicamentos podem ser administrados simultaneamente sem qualquer ajuste posológico. Dados adicionais sobre o potencial de interações medicamentosas entre o paclitaxel e outros substratos/inibidores da CYP3A4 são limitados. Portanto, devem tomar-se precauções quando se administra paclitaxel em concomitância com medicamentos conhecidos por inibirem (por exemplo, eritromicina, fluoxetina, gemfibrozil) ou induzirem (por exemplo, rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, efavirenze, nevirapina) a CYP2C8 ou a CYP3A4.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Acarbose + Fenitoína

Observações: Como resultado de um aumento da fermentação de hidratos de carbono no cólon, a sacarose (açúcar de cana) e os alimentos que contêm sacarose provocam, frequentemente, mal-estar abdominal ou mesmo diarreia durante o tratamento com os comprimidos de acarbose. A acarbose exerce um efeito anti-hiperglicemiante, mas não induz, por si só, hipoglicémia. Em casos individuais pode ocorrer choque hipoglicémico. Quando os medicamentos que produzem hiperglicémia são descontinuados nos doentes controlados com acarbose deve-se reavaliar o controlo destes doentes.
Interações: É necessário monitorizar e efectuar os ajustes posológicos necessários, quando se administra concomitantemente acarbose com medicamentos que produzem hiperglicémia, como: tiazidas e outros diuréticos, corticosteróides, fenotiazinas, estrogénios, anticonceptivos orais, fenitoína, ácido nicotínico, simpaticomiméticos, bloqueadores dos canais de cálcio e isoniazida.

Aripiprazol + Fenitoína

Observações: Deverá ter-se precaução se o aripiprazol for administrado concomitantemente com medicamentos que se sabe que causam intervalo QT prolongado ou desequilíbrio eletrolítico.
Interações: Após a administração concomitante de carbamazepina, um indutor potente da CYP3A4, as médias geométricas da Cmax e AUC para o aripiprazol foram 68% e 73% inferiores, respetivamente, em comparação com a administração do aripiprazol (30 mg) em monoterapia. Similarmente, para o dehidro-aripiprazol, as médias geométricas de Cmax e AUC após a coadministração de carbamazepina foram 69% e 71% inferiores, respetivamente, às obtidas após o tratamento com o aripiprazol em monoterapia. A dose de Aripiprazol deve ser duplicada na administração concomitante de Aripiprazol com carbamazepina. Pode-se esperar que outros indutores potentes da CYP3A4 (tais como rifampicina, rifabutina, fenitoína, fenobarbital, primidona, efavirenz, nevirapina e Hipericão) tenham efeitos semelhantes e, consequentemente, devem ser aplicados aumentos similares das doses. Após a interrupção dos indutores potentes da CYP3A4, a dose de Aripiprazol deve ser reduzida para a dose recomendada.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Bloqueadores beta-adrenérgicos + Fenitoína

Observações: Os bloqueadores adrenérgicos beta (em especial os não selectivos como o propranolol) alteram a resposta aos simpaticomiméticos com actividade agonista-beta (ex.: adrenalina). Os bloqueadores que sofrem um metabolismo de primeira passagem extenso, podem ser afectados por fármacos capazes de alterar este processo. Estes bloqueadores podem reduzir o fluxo sanguíneo hepático.
Interações: Fármacos que podem diminuir o efeito de bloqueio beta: Indutores enzimáticos: barbitúricos, fenitoína e rifampicina podem aumentar o metabolismo dos bloqueadores beta; outros indutores enzimáticos podem produzir efeitos semelhantes. - Fenitoína

Piracetam + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Uma dose de 20 g diários de piracetam durante 4 semanas não modificou os níveis séricos pico e vale de fármacos Antiepiléticos (carbamazepina, fenitoína, fenobarbitona, valproato) em doentes epilépticos que estavam a receber doses estáveis.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Estrogéneos + Fenitoína

Observações: Metabolismo induzível; A circulação entero-hepática do estrogénio pode ser interrompida por alteração da flora intestinal (p.ex: por antibióticos)
Interações: Fármacos que aumentam o metabolismo dos estrogénios com possível redução da eficácia dos contraceptivos orais: - Fenitoína

Agalsidase alfa + Fenitoína

Observações: Como a α-galactosidase é ela própria uma enzima, seria um candidato pouco provável às interações medicamentosas mediadas pelo citocromo P450
Interações: Em estudos clínicos foram administrados ao mesmo tempo medicamentos para dores neuropáticas (como, por exemplo, carbamazepina, fenitoína e gabapentina) à maioria dos doentes sem que se tivesse registado qualquer evidência de interação.

Cimetidina + Fenitoína

Observações: Aparentemente, através de uma acção nos sistemas enzimáticos microssómicos, Cimetidina pode causar alterações significativas no metabolismo de certos fármacos, causando um atraso na sua eliminação e provocando, por consequência, um prolongamento ou um aumento das suas concentrações sanguíneas.
Interações: Estão descritas interações com anticoagulantes do tipo da varfarina, fenitoína, teofilina e nifedipina. É necessário fazer um ajuste da dose da fenitoína e da teofilina quando do início ou suspensão da terapêutica concomitante com cimetidina.

Etonogestrel + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Influência de outros medicamentos sobre Etonogestrel: As interações entre contracetivos hormonais e outros medicamentos poderão originar hemorragia menstrual e /ou falência contracetiva. As seguintes interações têm sido referidas na literatura (principalmente com contracetivos combinados, mas também ocasionalmente com contracetivos apenas com progestagénio). Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, especificamente enzimas do citocromo P450, as quais podem resultar na depuração aumentada de hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, bosentano, carbamazepina, rifampicina) e medicação para o tratamento do VIH (por exemplo, ritonavir, nelfinavir, nevirapina, efavirenz) e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina e produtos medicinais à base de erva de S. João (Hypericum perforatum). Tratamento: As mulheres a fazer tratamento com qualquer um dos medicamentos acima mencionados, devem usar um método contracetivo não hormonal em adição ao Etonogestrel. Com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, o método contracetivo não hormonal deve ser utilizado durante o tempo da administração concomitante e nos 28 dias após a sua suspensão. Em caso de tratamento a longo prazo com medicamentos indutores das enzimas hepáticas, é recomendada a remoção do implante e a utilização de um método contracetivo que não seja afetado por esta interação medicamentosa.

Raloxifeno + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: In vitro, não se produziram interações de raloxifeno com a varfarina, fenitoína ou tamoxifeno.

Felodipina + Ramipril + Fenitoína

Observações: A felodipina é um substrato do CYP3A4. Os dados de ensaios clínicos têm demonstrado que o duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) através do uso combinado de inibidores da ECA, antagonistas dos recetores da angiotensina II ou aliscireno está associado a uma maior frequência de acontecimentos adversos, tais como hipotensão, hipercaliemia e função renal diminuída (incluindo insuficiência renal aguda) em comparação com o uso de um único fármaco com ação no SRAA.
Interações: A felodipina é um substrato do CYP3A4. Medicamentos que induzam ou inibam o CYP3A4 têm uma grande influência nas concentrações de felodipina no plasma. Medicamentos que aumentem o metabolismo da felodipina através da indução do citocromo P450 3A4 incluem a carbamazepina, fenitoína, fenobarbital e rifampicina assim como hipericão (Hypericum perforatum). Durante a administração concomitante de felodipina com carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, a AUC diminuiu 93% e a Cmax 82%. É esperado um efeito semelhante com o hipericão. A associação com indutores do CYP3A4 deve ser evitada.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Vitaminas do complexo B + Ácido ascórbico + Biotina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: É possível que a administração do cloridrato de piridoxina origine uma diminuição nas concentrações séricas do fenobarbital e da fenitoína.

Gefitinib + Fenitoína

Observações: O metabolismo de gefitinib faz-se via citocromo P450 isoenzima CYP3A4 (predominantemente) e via CYP2D6. Substâncias ativas que podem aumentar as concentrações plasmáticas de gefitinib Estudos in vitro demonstraram que gefitinib é um substrato da glicoproteína-p (gpP). Os dados disponíveis não sugerem qualquer consequência clínica em relação a este efeito in vitro. As substâncias que inibem o CYP3A4 podem diminuir a depuração de gefitinib.
Interações: As substâncias que são indutoras da atividade do CYP3A4 podem aumentar o metabolismo e diminuir as concentrações plasmáticas de gefitinib, e consequentemente, podem reduzir a eficácia de Gefitinib. Os medicamentos concomitantes indutores do CYP3A4 (por exemplo, fenitoína, carbamazepina, rifampicina, barbitúricos ou hipericão (Hypericum perforatum)) devem ser evitados.

Nilvadipina + Fenitoína

Observações: Estudos in vitro mostram que Nilvadipina é metabolizado pelo citocromo P-450 3A4 (CYP3A4). Tal como acontece com outros bloqueadores do canal de cálcio do grupo das diidropiridininas, tem sido relatado um forte aumento das concentrações de nilvadipina no sangue quando nilvadipina é tomada com sumo de toranja ou quando é tomado com água. Uma vez que em casos raros Nilvadipina pode causar um aumento no nível de digoxina no plasma, recomenda-se a monitorização deste parâmetro.
Interações: É recomendado não usar em doentes tratados concomitantemente com anticonvulsivantes indutores de enzimas, tais como fenitoína, carbamazepina e fenobarbital administração concomitante de cimetidina, e, em menor escala, outras substâncias estruturalmente relacionadas, em um estudo de interacção específica, levaram em média a uma duplicação dos níveis plasmáticos de nilvadipina.

Ponatinib + Fenitoína

Observações: Ponatinib é metabolizado por CYP3A4. Substratos de transporte In vitro, o ponatinib é um inibidor de P-gp e BCRP. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Deve evitar-se a administração concomitante de indutores de CYP3A4 fortes, tais como a carbamazepina, o fenobarbital, a fenitoína, a rifabutina, a rifampicina e a Erva de S. João, com ponatinib, devendo procurar-se alternativas ao indutor de CYP3A4, a menos que o benefício supere o eventual risco de subexposição do ponatinib.

Ranolazina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Indutores do CYP3A4: A rifampicina (600 mg uma vez ao dia) diminui as concentrações da ranolazina no estado de equilíbrio em cerca de 95%. O início do tratamento com Ranolazina deve ser evitado durante a administração de indutores do CYP3A4 (p.ex., rifampicina, fenitoína, fenobarbital, carbamazepina, hipericão).
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Isoniazida + Rifampicina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: ISONIAZIDA: A isoniazida pode inibir o metabolismo da carbamazepina e da fenitoína.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Mercaptopurina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Os agentes citotóxicos podem diminuir a absorção intestinal da fenitoína. Aconselha-se uma monitorização cuidadosa dos níveis séricos de fenitoína.

Cloropromazina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Fenitoína: O uso concomitante com a Cloropromazina pode diminuir as concentrações deste último (por indução enzimática) mas as consequências clínicas deste efeito não são consistentes. A fenitoína pode eventualmente agravar a discinesia tardia dos neurolépticos.

Fluindiona + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Associações que requerem precauções de utilização: Anticonvulsivantes: Enzima de indução (carbamazepina, fenitoina, fenobarbital, primidona): Diminuir (ou, raramente, aumentar a fenitoína) o efeito do anticoagulante oral, aumentando o seu metabolismo hepático induzindo anticonvulsivo. Monitorização mais frequente do INR. Ajustar a dosagem de anticoagulante oral durante o tratamento com o anticonvulsivante e 8 dias após a interrupção.

Atovaquona + Fenitoína

Observações: Dada a experiência ser limitada, deve tomar-se precaução ao associar outros fármacos com Atovaquona. A atovaquona liga-se fortemente às proteínas plasmáticas, devendo tomar-se precaução ao administrar Atovaquona simultaneamente com outros fármacos com elevada taxa de ligação às proteínas e com baixos índices terapêuticos. A atovaquona não afeta a farmacocinética, metabolismo ou extensão de ligação às proteínas da fenitoína in vivo.
Interações: In vitro não se verifica interação de ligação às proteínas plasmáticas entre a atovaquona e quinino, fenitoína, varfarina, sulfametoxazol, indometacina ou diazepam.

Cobimetinib + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. Efeitos do cobimetinib nos sistemas transportadores de fármacos: Estudos in vitro demonstraram que o cobimetinib não é um substrato dos transportadores de captação hepáticos OATP1B1, OATP1B3 e OCT1, sendo, contudo, um inibidor fraco destes transportadores. A relevância clínica festes resultados não foi investigada.
Interações: Efeitos de outros medicamentos em cobimetinib: Indutores CYP3A: A coadministração de cobimetinib com um indutor potente do CYP3A não foi avaliada num estudo clínico, contudo, é provável a redução da exposição ao cobimetinib. Portanto, o uso concomitante de indutores moderados e potentes do CYP3A (e.g. carbamazepina, rifampicina, fenitoína e hipericão) deve ser evitado. Devem ser consideradas alternativas terapêuticas com nenhuma, ou mínima, indução do CYP3A. Dado que é provável que as concentrações de cobimetinib sejam significativamente reduzidas quando coadministrado com indutores moderados ou potentes do CYP3A, a eficácia para o doente pode ser comprometida.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Trandolapril + Verapamilo + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Associações a ter em consideração Rifampicina, fenitoína e fenobarbital reduzem a concentração plasmática do verapamilo, enquanto a cimetidina pode aumentar a concentração plasmática do verapamilo.

Atomoxetina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com elevada ligação às proteínas do plasma: Foram efetuados estudos sobre o deslocamento de fármacos in vitro com atomoxetina e fármacos de elevada ligação em concentrações terapêuticas. Varfarina, ácido acetilsalicílico, fenitoína ou diazepam não afetaram a ligação de atomoxetina à albumina humana. De modo semelhante, a atomoxetina não afetou a ligação destes compostos à albumina humana.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Cafeína + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de paracetamol e outros fármacos que aumentem a indução enzimática a nível hepático (determinados sedativos e antiepiléticos - como a fenitoína, os barbitúricos e a carbamazepina – e a rifampicina) pode provocar ou agravar a lesão hepática induzida pelo paracetamol, devido ao aumento da conversão do fármaco a metabolitos hepatotóxicos. O mesmo se aplica à administração de paracetamol em situações de alcoolismo crónico.

Lumiracoxib + Fenitoína

Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos. Com base nos estudos in vitro, não é expectável que as interações envolvendo ligação às proteínas plasmáticas tenham efeitos clinicamente relevantes no que concerne o lumiracoxib ou fármacos administrados concomitantemente.
Interações: Digoxina: Os AINEs podem reduzir a depuração renal da digoxina. Quando se inicia ou termina o tratamento com AINEs em doentes tratados com digoxina, aconselha-se a monitorização das concentrações plasmáticas da digoxina. Os estudos in vivo indicam que o lumiracoxib tem baixo potencial para interações com os substratos da CYP2C9. No entanto, recomenda-se precaução na administração concomitante de lumiracoxib com substratos da CYP2C9 com uma estreita margem terapêutica, tais com fenitoína e varfarina. Os estudos in vitro indicam que o lumiracoxib não inibe significativamente as outras isoformas do citocromo P450, incluindo a CYP1A2, CYP2C8, CYP2C19, CYP2D6, CYP2E1 e CYP3A4. Efeito de outros fármacos sobre a farmacocinética do lumiracoxib: Várias vias aparentam estar envolvidas no metabolismo de lumiracoxib, incluindo a glucuronidação e oxidação.

Doxilamina + Dicloverina + Piridoxina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: O Succinato de doxilamina interfere com acidificantes, alcalinizantes, álcool, anestésicos, tranquilizantes, brometos, fenotiazinas, reserpina, barbitúricos, anfetaminas, colinérgicos e anticolinérgicos, corticosteróides, hormonas sexuais, difenilhidantoína, griseofulvina, beta-bloqueantes, betazol, IMAO, simpaticomiméticos, parassimpaticolíticos, dilatadores coronários e procarbazina. Num estudo realizado utilizando a dose de 200 mg/ dia de piridoxina verificou-se uma redução de 50% nas concentrações séricas de fenobarbital e fenitoína.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bloqueadores da entrada de cálcio (antagonistas de cálcio) + Fenitoína

Observações: Verapamilo, diltiazem e talvez a nicardipina (mas não a nifedipina) inibem as enzimas hepáticas metabolizadoras de fármacos. O metabolismo do diltiazem, nifedipina, verapamilo e provavelmente outros bloqueadores da entrada de cálcio estão sujeitos a indução e inibição.
Interações: Fenitoína: aumento do metabolismo dos bloqueadores da entrada de cálcio - Fenitoína

Rivaroxabano + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: O uso concomitante de rivaroxabano com outros indutores potentes do CYP3A4 (ex.: fenitoína, carbamazepina, fenobarbital ou hipericão (Hypericum perforatum)) pode originar também a redução das concentrações plasmáticas do rivaroxabano. Os indutores potentes do CYP3A4 devem ser coadministrados com precaução.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Brometo de vecurónio + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Aumento do efeito: Antibióticos: Aminoglicosidos, lincosamida e antibióticos polipeptidicos, antibióticos acilaminopenicílinicos Diuréticos, quinidina, sais de magnésio, bloqueadores dos canais de cálcio, sais de lítio, cimetidina, lidocaína e administração aguda de fenitoína ou agentes β-bloqueadores. Diminuição do efeito: Administração crónica prévia de fenitoína ou carbamazepina.

Miconazol + Fenitoína

Observações: A administração sistémica de miconazol inibe o CYP3A4/2C9. Devido à baixa disponibilidade sistémica após aplicação tópica, é muito rara a ocorrência de interações clinicamente relevantes.
Interações: A acção e os efeitos secundários de alguns fármacos (ex.: hipoglicemiantes orais e fenitoína), quando administrados simultaneamente com miconazol, podem ser potenciados, recomendando-se precaução.

Modafinil + Fenitoína

Observações: Modafinil pode aumentar o seu próprio metabolismo através da indução da atividade do CYP3A4/5 mas o efeito é modesto, sendo improvável que tenha consequências clínicas significativas.
Interações: Anticonvulsivantes: A administração concominante de indutores potentes da atividade do CYP, tais como a carbamazepina e o fenobarbital, pode reduzir os níveis plasmáticos de modafinil. Devido à possível inibição do CYP2C19 pelo modafinil e à supressão do CYP2C9, a depuração da fenitoína pode ser reduzida quando o modafinil é concomitantemente administrado. Os doentes devem ser monitorizados relativamente a sinais de toxicidade da fenitoína e a realização de medições repetidas dos níveis plasmáticos de fenitoína, após o início ou a suspensão do tratamento com modafinil, pode ser apropriada.

Diazepam + Fenitoína

Observações: O metabolismo oxidativo de diazepam, que leva à formação de N-desmetildiazepam, de 3-hidroxiazepam (temazepam) e de oxazepam, é mediado pelas isoenzimas CYP2C19 e CYP3A do citocromo P450. Como demonstrado por estudo in vitro, a reacção de hidroxilação é executada principalmente pela isoforma CYP3A, enquanto que a N-desmetilação é mediada por ambas a CYP3A e CYP2C19. Resultados de estudos in vivo em humanos voluntários confirmaram as observações in vitro. Consequentemente, substratos que sejam moduladores de CYP3A e/ou de CYP2C19 podem potencialmente alterar a farmacocinética de diazepam.
Interações: Alguns relatórios indicam igualmente que o diazepam modifica a eliminação metabólica da fenitoína.

Leflunomida + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram efetuados em adultos.
Interações: Estudos in vitro indicam que o A771726 inibe a atividade do citocromo P4502C9 (CYP2C9). Em ensaios clínicos, não foram observados problemas de segurança quando a leflunomida e AINE metabolizados pelo CYP2C9, foram administrados concomitantemente. Recomenda-se precaução quando a leflunomida é administrada em conjunto com medicamentos (para além dos AINE) metabolizados pelo CYP2C9, como a fenitoína, a varfarina, fenprocumon e a tolbutamida.

Bupropiom + Naltrexona + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Indutores, inibidores e substratos da CYP2B6: O bupropiom é metabolizado no seu principal metabolito ativo – hidroxibupropiom – pela isoenzima CYP2B6. Existe potencial para uma interação medicamentosa entre a associação naltrexona/bupropiom e fármacos que induzam ou sejam substratos da isoenzima CYP2B6. Como o bupropiom é extensivamente metabolizado, aconselha-se precaução quando a associação naltrexona/bupropiom é coadministrada com medicamentos conhecidos por induzir a CYP2B6 (por exemplo, carbamazepina, fenitoína, ritonavir, efavirenz), visto que estes podem afetar a eficácia clínica da associação naltrexona/bupropiom. Numa série de estudos realizados em voluntários saudáveis, a administração de ritonavir (100 mg duas vezes ao dia ou 600 mg duas vezes ao dia) ou de 100 mg de ritonavir mais 400 mg de lopinavir por dia reduziu a exposição do bupropiom e dos principais metabolitos de uma forma dependente da dose em 20 a 80%. Similarmente, a administração de 600 mg de efavirenz, uma vez ao dia, ao longo de um período de duas semanas, reduziu a exposição do bupropiom em aproximadamente 55% nos voluntários saudáveis.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Etoposido + Fenitoína

Observações: A utilização prévia ou concomitante de fármacos com ação mielossupressora semelhante à do etoposido/fosfato de etoposido é expectável que tenha efeitos aditivos ou sinergéticos. A ligação às proteínas plasmáticas in vitro é de 97%.
Interações: A terapêutica concomitante com fenitoína está associada a um aumento da depuração do etoposido e a uma redução da eficácia.
 Sem significado Clínico

Metformina + dapagliflozina + Fenitoína

Observações: A administração concomitante de doses múltiplas de dapagliflozina e metformina não alterou significativamente o perfil farmacocinético quer da dapagliflozina ou da metformina em indivíduos saudáveis. Não foram realizados estudos de interação para Metformina / dapagliflozina. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: DAPAGLIFLOZINA: Interações farmacocinéticas: O metabolismo da dapagliflozina é principalmente via conjugação do glicuronídeo mediado pela UDP-glicuronosiltransferase 1A9 (UGT1A9). Em estudos in vitro, a dapagliflozina não inibiu o citocromo P450 (CYP) 1A2, CYP2A6, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6, CYP3A4, nem induziu o CYP1A2, CYP2B6 ou CYP3A4. Assim, não é esperado que este medicamento altere a depuração metabólica de medicamentos administrados concomitantemente e que são metabolizados por estas enzimas. Efeitos de outros medicamentos na dapagliflozina: Não é esperado um efeito clinicamente relevante com outros indutores (p.ex. carbamazepina, fenitoína, fenobarbital).

Raltegravir + Fenitoína

Observações: Todos os ensaios de interação foram realizados em adultos.
Interações: Efeito de outros medicamentos na farmacocinética do raltegravir: Uma vez que o raltegravir é principalmente metabolizado pela UGT1A1, deve ter-se precaução quando se administra concomitantemente Raltegravir com indutores potentes da UGT1A1 (por ex., rifampicina). A rifampicina reduz os níveis plasmáticos de raltegravir; desconhece-se o impacto na eficácia do raltegravir. No entanto, se a administração concomitante com rifampicina não puder ser evitada, pode considerar-se uma duplicação da dose de Raltegravir em adultos. Não existem dados para orientar a administração concomitante de Raltegravir com rifampicina em doentes com idade inferior a 18 anos. Desconhece-se o impacto de outros indutores potentes de enzimas que metabolizam os fármacos, como a fenitoína e o fenobarbital na UGT1A1. Indutores menos potentes (por ex., efavirenz, nevirapina, etravirina, rifabutina, glucocorticoides, hipericão, pioglitazona) podem ser utilizados com a dose recomendada de Raltegravir. A administração concomitante de Raltegravir com medicamentos que sejam inibidores potentes da UGT1A1 (por exemplo, atazanavir) pode aumentar os níveis plasmáticos do raltegravir. Os inibidores menos potentes da UGT1A1 (por ex., indinavir, saquinavir) podem também aumentar os níveis plasmáticos do raltegravir, mas em menor extensão quando comparados com o atazanavir.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Armodafinil + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Anticoagulantes (por exemplo, varfarina), benzodiazepínicos (por exemplo, diazepam), clomipramina, hidantoínas (por exemplo, fenitoína), omeprazol ou propranolol porque o risco de seus efeitos secundários pode ser aumentado pelo armodafinil

Besilato de atracúrio + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Raramente, certos fármacos podem agravar ou expor a miastenia gravis latente ou mesmo induzir um síndrome miasténico. O aumento da sensibilidade ao Besilato de Atracúrio pode ser uma consequência deste desenvolvimento. Estes fármacos incluem vários antibióticos, beta-bloqueadores (propranolol, oxprenolol), fármacos antiarrítmicos (procaínamida, quinidina), fármacos antirreumáticos (cloroquina, D-penicilamina), trimetafano, clorpromazina, esteróides, fenitoína e lítio.

Miconazol + Hidrocortisona + Fenitoína

Observações: O miconazol, quando administrado por via sistémica, inibe o CYP3A4/2C9. No entanto, após aplicação tópica a disponibilidade sistémica é limitada, pelo que a ocorrência de interações clínicas relevantes pode suceder muito raramente.
Interações: Recomenda-se precaução na co-administração de miconazol com outros medicamentos, como a fenitoína e certos hipoglicemiantes orais, uma vez que pode ocorrer um aumento da sua acção, assim como dos efeitos adversos.

Ribociclib + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Substâncias que podem reduzir as concentrações plasmáticas de ribociclib: A utilização concomitante de indutores potentes da CYP3A4 pode portanto levar a uma diminuição da exposição e consequentemente a um risco de falta de eficácia. Deve ser evitada a utilização concomitante de indutores potentes da CYP3A4 incluindo, mas não limitado a, fenitoína, rifampicina, carbamazepina e hipericão (Hypericum perforatum). Em alternativa deve ser considerado um medicamento concomitante sem potencial indutor ou com potencial mínimo indutor da CYP3A4.

Teriflunomida + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas de outras substâncias sobre a teriflunomida: A hidrólise é a via de biotransformação principal da teriflunomida, podendo também sofrer oxidação numa via secundária. Indutores potentes do citocromo P450 (CYP) e de proteínas de transporte: A coadministração de doses repetidas (600 mg uma vez por dia durante 22 dias) de rifampicina (um indutor de CYP2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 3A), assim como de um indutor da bomba de efluxo glicoproteína- P [P -gp] e da proteína resistente do cancro da mama [BCRP] com teriflunomida (dose única de 70 mg), resultou numa redução de aproximadamente 40% na exposição à teriflunomida. A rifampicina e outros indutores potentes conhecidos do CYP e das proteínas transportadores, como a carbamazepina, fenobarbital, fenitoína e hipericão (erva de S. João), devem ser utilizados com precaução durante o tratamento com teriflunomida.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metilprednisolona + Lidocaína + Fenitoína

Observações: As interações medicamentosas do Metilprednisolona/Lidocaína são comuns aos outros corticosteróides. Contudo, devido ao padrão particular de absorção do Metilprednisolona/Lidocaína, o aspecto clínico pode ser alterado.
Interações: Interações FARMACOLÓGICAS DOS CORTICOSTERÓIDES: Fenitoína: Diminuição da metabolização dos corticosteróides. Indução dos enzimas microssomais hepáticos.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Rimonabant + Fenitoína

Observações: O efeito inibitório in vivo no CYP2C8 não foi estudado. Contudo, in vitro, o rimonabant demonstrou um efeito inibitório ligeiro no CYP2C8. O potencial para inibição do CYP2C8 in vivo é aparentemente baixo.
Interações: Apesar de não ter sido estudado o efeito do uso concomitante de indutores do CYP3A4 (tais como rifampicina, fenitoína, fenobarbital, carbamazepina, hipericão), espera-se que ocorra diminuição das concentrações plasmáticas de rimonabant, o que poderá resultar na perda de eficácia.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Albendazol + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Existem medicamentos que potencialmente podem reduzir as concentrações plasmáticas do sulfóxido de albendazol, metabolito ativo do albendazol. Estes são o ritonavir, fenitoína, carbamazepina e fenobarbital. A importância clínica deste facto é desconhecida, mas poderá resultar numa diminuição da eficácia, especialmente no tratamento de infeções sistémicas por helmintas. Os doentes deverão ser monitorizados e eventualmente poderão requerer doses e terapêuticas alternativas.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclofosfamida + Fenitoína

Observações: A coadministração planeada ou a administração sequencial de outras substâncias ou tratamentos que podem aumentar os efeitos semelhantes ou a gravidade da toxicidade (através de interações farmacodinâmicas ou farmacocinéticas) exigem uma avaliação individual cuidada dos benefícios e dos riscos esperados. Os doentes que recebem tais combinações devem ser monitorizados cuidadosamente quanto a sinais de toxicidade para permitir uma intervenção atempada. Os doentes em tratamento com ciclofosfamida e agentes que reduzem a sua ativação devem ser monitorizados quanto a uma possível redução da eficácia terapêutica e a necessidade de um ajuste de dose.
Interações: Interações que afetam a farmacocinética da ciclofosfamida e dos seus metabolitos - A reduzida ativação da ciclofosfamida pode alterar a eficácia do tratamento com ciclofosfamida. Um aumento da concentração do metabolito citotóxico pode ocorrer com: – Alopurinol – Hidrato de cloral – Cimetidina – Dissulfiram – Gliceraldeído – Indutores das enzimas microssomais hepáticas e extrahepáticas humanas (por ex. Enzimas do citocromo P450): A capacidade de indução das enzimas microssomais hepáticas e extrahepáticas tem de ser considerada no caso de tratamento anterior ou concomitante com substâncias conhecidas por induzirem uma atividade aumentada de tais enzimas como rifampina, fenobarbital, carbamazepina, fenitoina, hipericão e corticosteroides. – Inibidores da protease: a utilização concomitante de inibidores da protease pode aumentar a concentração de metabolitos citotóxicos. A utilização de regimes com base em inibidores da protease foi determinado estar associado com uma incidência mais elevada de infeções e neutropenia em doentes a receber ciclofosfamida, doxorubicina e etoposido (CDE) do que o uso de um regime com base NNRTI.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Vitaminas do complexo B + Biotina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: É possível que a administração do cloridrato de piridoxina origine uma diminuição nas concentrações séricas do fenobarbital e da fenitoína.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lacosamida + Fenitoína

Observações: Os dados disponíveis sugerem que a lacosamida possui um potencial de interação baixo. Estudos in vitro indicam que os enzimas CYP1A2, 2B6 e 2C9 não são induzidos e que os CYP1A1, 1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2D6 e 2E1 não são inibidos pela lacosamida, nas concentrações plasmáticas observadas durante os ensaio s clínicos. Um estudo in vitro indicou que a lacosamida não é transportada por glicoproteína - P no intestino. Dados in vitro demonstram que o CYP2C9, CYP2C19 e CYP3A4 têm a capacidade de catalizar a formação do metabolito O - desmetil. A lacosamida tem um perfil de ligação às proteínas inferior a 15%, pelo que são consideradas pouco provaveis interações de competição pelo recetor proteico, com outros medicamentos.
Interações: A análise farmacocinética populacional demonstrou que o tratamento concomitante com outros antiepiléticos indutores enzimáticos (carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, em várias doses) reduziu a exposição sistémica geral da lacosamida em 25%.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Levodopa + Fenitoína

Observações: A levodopa é degradada no intestino antes de alcançar os locais de absorção. Os agentes que alteram a motilidade gastrintestinal podem alterar o grau de degradação intra-luminal. O efeito anti-parkinsoniano da levodopa é susceptível à inibição por outros fármacos.
Interações: Fármacos que inibem o efeito antiparkinsónico - Fenitoína

Ticlopidina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Fenitoína: Estudos in vitro demonstraram que a Ticlopidina não altera a ligação da fenitoína ás proteínas plasmáticas. No entanto as interações das ligações da Ticlopidina ás proteínas plasmáticas não foram estudadas in vivo. A administração concomitante de fenitoína e de Ticlopidina deve ser encarada com precaução, sendo aconselhável reavaliar as concentrações plasmáticas de fenitoína.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem ser REDUZIDAS com administração concomitante dos seguintes fármacos: antiácidos, alguns laxantes expansores do volume, caolino-pectina, acarbose, neomicina, penicilamina, rifampicina, alguns citostáticos, metoclopramida, sulfasalazina, adrenalina, salbutamol, colestiramina e fenitoína.

Esomeprazol + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação foram realizados apenas em adultos.
Interações: Efeitos de esomeprazol sobre a farmacocinética de outros medicamentos Medicamentos metabolizados pelo CYP2C19 O esomeprazol inibe o CYP2C19, a principal enzima metabolizadora do esomeprazol. Assim, quando o esomeprazol é associado a medicamentos metabolizados pelo CYP2C19, como o diazepam, citalopram, imipramina, clomipramina, fenitoína, etc., poderá verificar-se um aumento das concentrações plasmáticas destes medicamentos e ser necessária uma redução da dose. Não foram efetuados estudos de interação in vivo com a dose mais elevada do regime intravenoso (80 mg+8 mg/h). O efeito do esomeprazol nos medicamentos metabolizados pelo CYP2C19 pode estar mais pronunciada durante este regime, e os doentes devem ser rigorosamente monitorizados no que respeita a efeitos adversos, durante o período de tratamento intravenoso de 3 dias. Fenitoína A administração concomitante por via oral de 40 mg de esomeprazol e fenitoína resultou num aumento de 13% do valor dos níveis plasmáticos de fenitoína em doentes epiléticos. Recomenda-se a monitorização das concentrações plasmáticas de fenitoína ao instituir ou suspender o tratamento com esomeprazol.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Prednisona + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Rifampicina, fenitoína, barbitúricos, bupropiona e primidona: a eficácia dos glucocorticoides está diminuída.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glimepirida + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Pode ocorrer uma baixa do efeito hipoglicemiante, e portanto um aumento dos níveis da glicemia, quando um dos medicamentos seguintes é administrado em simultâneo com a glimepirida, por exemplo: - estrogéneos e progestagéneos; - saluréticos, diuréticos tiazídicos; - tireomiméticos e glucocorticoides; - derivados fenotiazínicos, clorpromazina; - adrenalina e simpaticomiméticos; - ácido nicotínico (doses elevadas) e seus derivados; - laxantes (uso prolongado); - fenitoína, diazóxido; - glucagon, barbitúricos e rifampicina; - acetozolamida.

Temozolomida + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Com base numa análise farmacocinética da população nos ensaios de fase II, a depuração de TMZ não foi alterada pela administração concomitante de dexametasona, procloroperazina, fenitoína, carbamazepina, ondansetrom, antagonistas dos recetores H2 ou fenobarbital.

Lidocaína + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Recomenda-se precaução quando medicamentos antiepiléticos (fenítoina), barbitúricos e outros inibidores enzimáticos, foram tomados durante períodos de longa duração, porque podem diminuir a eficácia da lidocaína, requerendo assim doses superiores. Por outro lado, a administração intravenosa da fenitoína pode aumentar o efeito de depressão cardíaca da lidocaína.

Dasatinib + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Substâncias ativas que podem diminuir as concentrações plasmáticas de dasatinib: Quando dasatinib foi administrado após 8 tomas diárias, à noite, de 600 mg de rifampicina, um potente indutor da CYP3A4, a AUC do dasatinib diminuíu cerca de 82%. Outros medicamentos que induzem a atividade da CYP3A4 (ex. dexametasona, fenitoína, carbamazepina, fenobarbital ou preparações à base de plantas contendo Hypericum perforatum, também conhecido por Hipericão) podem aumentar também o metabolismo e diminuir as concentrações plasmáticas do dasatinib. Consequentemente, não é recomendado o uso concomitante de indutores potentes da CYP3A4 com dasatinib. Nos doentes a quem a rifampicina ou outros indutores da CYP3A4 estejam indicados devem ser utilizados medicamentos alternativos com menor potencial de indução enzimática.

Fesoterodina + Fenitoína

Observações: Dados in vitro demonstram que o metabolito ativo da fesoterodina não inibe o CYP 1A2, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1, ou 3A4, ou induz o CYP 1A2, 2B6, 2C9, 2C19 ou 3A4 em concentrações plasmáticas clinicamente relevantes. Assim, é pouco provável que a fesoterodina altere a depuração dos medicamentos que são metabolizados por estas enzimas. Não são recomendados ajustes de dose na presença de inibidores moderados do CYP3A4 (p.ex.sumo de toranja).
Interações: Após a administração oral de 8 mg de fesoterodina, seguido da indução do CYP3A4 mediante a co-administração de 600 mg de rifampicina uma vez por dia, a Cmax e a AUC do metabolito ativo da fesoterodina diminuíram em aproximadamente 70% e 75%, respetivamente. A indução do CYP3A4 pode conduzir a níveis plasmáticos subterapêuticos. Não é recomendada a utilização concomitante com indutores do CYP3A4 (p.ex., carbamazepina, rifampicina, fenobarbital, fenitoína, hipericão).

Sonidegib + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Agentes que podem diminuir a concentração plasmática de sonidegib: Em indivíduos saudáveis, a coadministração de uma dose única de 800 mg de sonidegib com rifampicina (600 mg por dia durante 14 dias), um indutor potente da CYP3A, resultou em diminuições de 72% e 54% na AUC e Cmax de sonidegib, respetivamente, comparativamente com quando o sonidegib foi administrado isoladamente. A coadministração de sonidegib com indutores potentes da CYP3A diminui a concentração plasmática do sonidegib. A utilização concomitante de indutores potentes da CYP3A deve ser evitada; isto inclui, mas não é limitado a, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, rifabutina, rifampicina e hipericão (Hypericum perforatum). Se um indutor potente da CYP3A4 tiver de ser usado concomitantemente com sonidegib, deve considerar-se o aumento da dose diária de sonidegib para 400-800 mg. Prevê-se que esta seja a dose de sonidegib que ajuste a AUC para o intervalo observado sem indutores, com base em dados farmacocinéticos quando o tratamento concomitante com o indutor não dura mais que 14 dias. Não é recomendado o tratamento concomitante de duração mais prolongada com indutores, uma vez que a exposição ao sonidegib será reduzida e isto pode comprometer a eficácia. A dose de sonidegib usada antes de se iniciar o indutor forte deve ser retomada quando o indutor forte for descontinuado.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dabigatrano etexilato + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Indutores da gp-P: É previsível que a administração concomitante de um indutor da gp-P (tal como rifampicina, hipericão, carbamazepina ou fenitoína) resulte na diminuição das concentrações de dabigatrano, devendo ser evitada.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido acetilsalicílico + Dipiridamol + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Potencia o efeito da fenitoína e do valproato.

Carbonato de cálcio + Colecalciferol + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Uso concomitante que requer precauções: Fenitoina ou barbitúricos: Podem diminuir o efeito da vitamina D por causa da inactivação metabólica.

Eliglustato + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Agentes que podem diminuir a exposição ao eliglustato Indutores potentes da CYP3A: Após doses repetidas de 127 mg de eliglustato duas vezes por dia em doentes não-MF, a administração concomitante de doses repetidas de 600 mg de rifampicina (um indutor potente da CYP3A bem como do transportador de efluxo gp-P) uma vez por dia resultou numa diminuição de aproximadamente 85% da exposição ao eliglustato. Após doses repetidas de 84 mg de eliglustato duas vezes por dia em doentes MF, a administração concomitante de doses repetidas de 600 mg de rifampicina uma vez por dia resultou numa diminuição de aproximadamente 95% da exposição ao eliglustato. Em MI, ME e MF, não se recomenda a utilização de um indutor potente da CYP3A (p.ex., rifampicina, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, rifabutina e hipericão) com o eliglustato. Agentes cuja exposição pode ser aumentada pelo eliglustato Substratos da gp-P: Após uma dose única de 0,25 mg de digoxina, um substrato da gp-P, a administração concomitante de doses de 127 mg de eliglustato duas vezes por dia resultou num aumento de 1,7 e 1,5 vezes da Cmax e da AUClast da digoxina, respetivamente. Podem ser necessárias doses inferiores de substâncias que são substratos da gp-P (p.ex., digoxina, colquicina, dabigatrano, fenitoína, pravastatina).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Medroxiprogesterona + Valerato de estradiol + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: O metabolismo dos estrogénios e progestagénios pode ser potenciado pela utilização concomitante de substâncias conhecidas por induzir as enzimas metabolizadoras de fármacos, especialmente as enzimas do citocromo P450, como os anticonvulsivantes (por exemplo, fenobarbital, fenitoína, carbamazepina) e os Anti-infecciosos (por exemplo, rifampicina, rifabutina, nevirapina, efavirenz). Do ponto de vista clínico, o aumento do metabolismo dos estrogénios e dos progestagénios pode levar à diminuição do efeito e a alterações no perfil da hemorragia uterina.

Olaparib + Fenitoína

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica formais.
Interações: Interações farmacocinéticas: Efeito de outros fármacos sobre olaparib: Os CYP3A4/5 são as isoenzimas predominantemente responsáveis pela eliminação metabólica de olaparib. Não foram realizados estudos clínicos para avaliar o impacto dos inibidores e indutores do CYP3A conhecidos e portanto recomenda-se evitar a utilização dos inibidores potentes conhecidos (p.ex., itraconazol, telitromicina, claritromicina, inibidores da protease potenciados, indinavir, saquinavir, nelfinavir, boceprevir, telaprevir) ou indutores (p.ex., fenobarbital, fenitoína, rifampicina, rifabutina, rifapentina, carbamazepina, nevirapina e hipericão) destas isoenzimas com olaparib. O olaparib in vitro é um substrato para o transportador de efluxo P-gp. Não foram realizados estudos clínicos para avaliar o impacto dos inibidores e indutores conhecidos do P-gp.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Perampanel + Fenitoína

Observações: Perampanel não é considerado um indutor ou inibidor potente das enzimas do citocromo P450 ou da UGT. O perampanel é administrado até obtenção do efeito clínico independentemente de outros antiepiléticos. Os estudos de interação só foram realizados em adultos. Num estudo farmacocinético populacional dos doentes adolescentes dos estudos clínicos de Fase 3, não se observaram diferenças dignas de nota entre esta população e a população global.
Interações: As interações potenciais entre Perampanel (até 12 mg uma vez por dia) e outros medicamentos antiepiléticos foram analisadas em estudos clínicos e avaliadas na análise farmacocinética populacional de quatro estudos agrupados de Fase 3, incluindo doentes com crises epiléticas parciais e convulsões tónico-clónicas generalizadas primárias. Fenitoína: Influência do antiepilético na concentração de Perampanel: Diminuição de 1,7 vezes Influência de Perampanel na concentração do antiepilético: Sem influência Demonstrou-se que alguns medicamentos antiepiléticos conhecidos como indutores enzimáticos (carbamazepina, fenitoína, oxcarbazepina) aumentam a depuração do perampanel e, consequentemente, diminuem as concentrações plasmáticas do mesmo. Numa análise farmacocinética populacional de doentes com crises epiléticas parciais medicados com Perampanel até 12 mg/dia em ensaios clínicos controlados com placebo, Perampanel não afetou a depuração do clonazepam, levetiracetam, fenobarbital, fenitoína, topiramato, zonisamida, carbamazepina, clobazam, lamotrigina e ácido valpróico de maneira clinicamente relevante com a dose mais elevada de perampanel avaliada (12 mg/dia).

Metirapona + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Em relação à utilização como auxiliar diagnóstico: Anticonvulsivantes (por exemplo, fenitoína, barbitúricos), antidepressivos e neurolépticos (por exemplo, amitriptilina, clorpromazina, alprazolam), hormonas que afetam o eixo hipotálamo – hipófise, corticosteroides, agentes antitireoideios e ciproeptadina podem influenciar os resultados do teste de Metopirone. Se estes fármacos não puderem ser retirados, a necessidade de realizar o teste de Metopirone deve ser revista.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Alprazolam + Fenitoína

Observações: As interações farmacocinéticas podem ocorrer quando o alprazolam é administrado concomitantemente com compostos que inibem a enzima hepática CYP3A4, aumentando os níveis plasmáticos de alprazolam.
Interações: Um efeito reduzido de alprazolam pode ocorrer em doentes que tomam indutores do CYP3A4 como a rifampicina, fenitoína, carbamazepina ou hipericão. As concentrações plasmáticas de alprazolam na fase de eliminação são dependentes de certas enzimas hepáticas, CYP3A4 (em particular), para o metabolismo e são reduzidos por medicamentos que induzem estas enzimas. Quando a terapia com hipericão ou tratamento com outros agentes indutores do CYP3A4 é subitamente interrompido, podem ocorrer sintomas de sobredosagem por alprazolam.

Paracetamol + Codeína + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Quando administrados concomitantemente, os medicamentos indutores das enzimas hepáticas, tais como certos hipnóticos e Antiepiléticos (de entre outros, fenobarbital, fenitoína, carbamazepina) ou rifampicina, poderão tornar doses terapêuticas inofensivas de paracetamol em doses tóxicas para o fígado, eventualmente causadores de lesão hepática.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Binimetinib + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos no binimetinib Os indutores das enzimas CYP1A2 (tais como carbamazepina e rifampicina) e indutores do transporte da gp-P (como hipericão ou fenitoína) podem diminuir a exposição ao binimetinib, o que poderia resultar numa diminuição da eficácia.

Diclofenac + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: As interações potencialmente perigosas ocorrem com: Fenitoína: Ao utilizar fenitoína concomitantemente com diclofenac, é recomendada a monitorização de fenitoína plasmática devido a um aumento esperado da exposição à fenitoína.

Indinavir + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: INDINAVIR NÃO POTENCIADO ANTICONVULSIVANTES: Carbamazepina, fenobarbital, fenitoína: Indinavir inibe o CYP3A4, logo espera-se que aumente as concentrações plasmáticas destes anticonvulsivantes. A utilização concomitante de medicamentos indutores do CYP3A4, tais como a carbamazepina, fenobarbital e fenitoína pode reduzir as concentrações plasmáticas de indinavir. É recomendada cuidadosa monitorização da terapêutica e dos efeitos adversos, quando estes medicamentos são administrados concomitantemente com o indinavir. INDINAVIR POTENCIADO COM RITONAVIR. ANTICONVULSIVANTES: Divalproex, lamotrigina, fenitoína: Interação com indinavir/ritonavir não estudada. O ritonavir induz a oxidação pelo CYP2C9 e a glucuronização, logo espera-se que diminuam as concentrações plasmáticas dos anticonvulsivantes. É recomendada uma monitorização cuidadosa dos níveis séricos ou dos efeitos terapêuticos quando estes medicamentos são administrados concomitantemente com indinavir/ritonavir. A fenitoína pode diminuir os níveis séricos de ritonavir.

Metformina + Linagliptina + Fenitoína

Observações: Embora não tenham sido realizados estudos farmacocinéticos de interação medicamentosa com Metformina/Linagliptina, estes estudos foram efetuados com as substâncias ativas individuais, i.e.linagliptin a e metformina. A administração concomitante de doses múltiplas de linagliptina e metformina não alterou significativamente o perfil farmacocinético da linagliptina nem da metformina em voluntários saudáveis e doentes.
Interações: LINAGLIPTINA: Efeitos de outros medicamentos sobre a linagliptina: Rifampicina: A administração concomitante múltipla de 5 mg de linagliptina com rifampicina, um potente indutor da glicoproteína-p e da CYP3A4, resultou numa redução de 39,6% e 43,8% da AUC e da Cmax da linagliptina no estado estacionário, respetivamente, e numa redução de cerca de 30% da inibição da DPP-4 no vale. Assim, a eficácia total da linagliptina pode não ser atingida, quando em associação com indutores fortes da glicoproteína-P, particularmente se estes forem administrados durante longos períodos de tempo. A administração concomitante de outros indutores potentes da glicoproteína-P e da CYP3A4, como carbamazepina, fenobarbital e fenitoína, não foi estudada.

Palbociclib + Fenitoína

Observações: Palbociclib é metabolizado principalmente pela CYP3A e pela SULT2A1, uma enzima da família das sulfotransferases (SULT). In vivo, palbociclib é um inibidor fraco e dependente do tempo da CYP3A.
Interações: A utilização concomitante de indutores potentes da CYP3A incluindo, entre outros: carbamazepina, enzalutamida, fenitoína, rifampicina e hipericão deve ser evitada.

Posaconazol + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre posaconazol: Fenitoína: A fenitoína (200 mg uma vez por dia) reduziu a Cmax e a AUC de posaconazol em 41% e 50%, respetivamente. O uso concomitante de posaconazol e fenitoína e de indutores semelhantes (por exemplo, carbamazepina, fenobarbital, primidona) deverá ser evitado, exceto nos casos em que os benefícios para o doente suplantem os riscos.

Ácido alendrónico + Alfacalcidol + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A difenilhidantoína pode igualmente prejudicar o efeito do alfacalcidol.

Temsirolímus + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Agentes indutores do metabolismo CYP3A: A administração concomitante de temsirolímus com rifampicina, um potente indutor do CYP3A4/5, não teve efeito significativo na concentração máxima (Cmax ) do temsirolímus e área sob a curva concentração vs. tempo (AUC ) após administração intravenosa, mas diminuiu a Cmax do sirolímus em 65% e a AUC em 56%, comparativamente com o tratamento com temsirolímus em monoterapia. Por isso, deve evitar-se o tratamento concomitante com agentes com potencial de indução do CYP3A4/5 [p.ex., carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, rifampicina e Hipericão (Erva de S. João)].

Xipamida + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Precauções particulares têm de ser tomadas com as seguintes associações: Fenitoína (por extrapolação da fosfenitoína): Até 50% de redução do efeito diurético. Podem ser necessárias doses mais altas do diurético.

Eribulina + Fenitoína

Observações: A eribulina é excretada principalmente (até 70%) por excreção biliar. Desconhece-se qual a proteína de transporte envolvida neste processo. A inibição completa do transporte poderá, em teoria, dar origem a um aumento três vezes superior das concentrações plasmáticas.
Interações: Não se pode excluir que o tratamento concomitante com substâncias indutoras como a carbamazepina, fenitoína, hipericão (Hypericum perforatum) possa causar a diminuição das concentrações plasmáticas de eribulina, e a coadministração com indutores deve ser efetuada com precaução tendo em consideração um potencial risco de diminuição da eficácia do medicamento.

Trazodona + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Gerais: Os efeitos sedativos dos antipsicóticos, hipnóticos, sedativos ansiolíticos e medicamentos antihistamínicos podem ser intensificados; nestes casos, recomenda-se a redução da dosagem. O metabolismo dos antidepressivos é acelerado pelos contracetivos orais, fenitoína, carbamazepina e barbitúricos devido aos efeitos hepáticos. O metabolismo dos antidepressivos é inibido pela cimetidina e outros antipsicóticos. O uso concomitante de trazodona com digoxina ou fenitoína pode resultar em níveis séricos elevados destas substâncias. A monitorização dos níveis séricos deve ser considerada nesses doentes.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Verapamilo + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Fenobarbital e fenitoína Redução do nível plasmático e atenuação do efeito de cloridrato de verapamilo.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Clopidogrel + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Dados recolhidos em estudos efectuados em microssomas de fígado humano, indicaram que o metabolito do clopidogrel, ácido carboxílico, pode inibir a actividade do citocromo P4502C9. Este facto pode conduzir a um aumento dos níveis plasmáticos de fármacos tais como fenitoína, tolbutamida e AINEs, que são metabolizados pelo citocromo P4502C9. Os dados recolhidos do estudo CAPRIE, indicam que a fenitoína e a tolbutamida podem ser co-administradas em segurança com o clopidogrel.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Fármacos indutores do CYP3A: A rifampicina reduziu em cerca de 60% as concentrações plasmáticas do midazolam intravenoso após 7 dias de rifampicina 600 mg o.d. A semivida terminal diminuiu cerca de 50-60%. Informação adicional sobre midazolam oral: A rifampicina reduziu em cerca de 96% as concentrações plasmáticas do midazolam oral em indivíduos saudáveis e perderam-se quase totalmente os seus efeitos psicomotores. Carbamazepina / fenitoína: Doses repetidas de carbazepina ou fenitoína reduziram as concentrações plasmáticas de midazolam oral até 90% e a semivida terminal em cerca de 60%. Efavirenz: Um aumento para o quíntuplo do rácio do metabolito a-hidroxymidazolam gerado pelo CYP3A versus midazolam confirma o efeito indutor do CYP3A.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido acetilsalicílico + Esomeprazol + Fenitoína

Observações: A supressão do ácido gástrico durante o tratamento com esomeprazol e outros IBPs poderá reduzir ou aumentar a absorção de medicamentos com uma absorção gástrica pH-dependente. O esomeprazol inibe o CYP2C19, a principal enzima metabolizadora do esomeprazol. O omeprazol tal como o esomeprazol atuam como inibidores do CYP2C19. O esomeprazol é metabolizado pelo CYP2C19 e CYP3A4.
Interações: O salicilato pode deslocar a ligação às proteínas da fenitoína e do ácido valpróico, originando uma diminuição da concentração total de fenitoína e um aumento dos níveis sanguíneos de ácido valpróico. Quando o esomeprazol é associado com medicamentos metabolizados pelo CYP2C19, como o diazepam, citalopram, imipramina, clomipramina, fenitoína etc., pode verificar-se um aumento das concentrações plasmáticas destes medicamentos, e uma redução da dose poderá ser necessária. Esta redução deve ser considerada, especialmente quando se prescreve esomeprazol numa terapêutica on demand. A administração concomitante de 30 mg de esomeprazol reduziu em 45% a depuração de diazepam, substrato do CYP2C19. A administração concomitante de 40 mg de esomeprazol induziu um aumento de 13% do valor dos níveis plasmáticos de fenitoína em doentes epiléticos. Recomenda-se a monitorização das concentrações plasmáticas de fenitoína ao instituir ou suspender o tratamento com esomeprazol.

Isradipina + Fenitoína

Observações: A isradipina não parece inibir as enzimas do citocromo P450, em particular CYP3A4, numa extensão clínica significativa. A ingestão concomitante de sumo de toranja pode aumentar a biodisponibilidade da isradipina.
Interações: Uso concomitante não recomendado: Com base num caso relatado com isradipina e nos riscos conhecidos relativos à coadministração de fenitoína com os bloqueadores de canais de cálcio, deve-se evitar a administração concomitante com a fenitoína.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Zolpidem + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A rifampicina induz o metabolismo do tartarato de zolpidem resultando numa redução de, aproximadamente, 60% no pico da concentração plasmática, com possível redução da eficácia. Efeitos semelhantes são também esperados com outros fortes indutores das enzimas do citocromo P450 tais como a carbamazepina e a fenitoína.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Alectinib + Fenitoína

Observações: Com base nos dados in vitro, CYP3A4 é a principal enzima que medeia o metabolismo do alectinib e do metabolito principal M4, o CYP3A4 contribui para 40%-50% da totalidade do metabolismo hepático. O M4 mostrou potência e atividade in vitro similar contra o ALK.
Interações: A administração concomitante de doses múltiplas de 600 mg de rifampicina uma vez ao dia, um indutor potente do CYP3A, com 600 mg de uma dose única oral de alectinib reduziu a Cmáx e e AUCinf: de alectinib em 51% e 73%, respectivamente e aumentou a Cmáx e e AUCinf: de M4 em 2,20 e 1,79 vezes, respetivamente. O efeito na exposição combinada de alectinib e M4 foi mínimo, reduzindo Cmáx: e AUCinf: em 4% e 18%, respetivamente. Com base nos efeitos da exposição combinada a alectinib e M4, não são necessários ajustes de dose quando Alectinib é administrado concomitantemente com indutores CYP3A. Recomenda-se a monitorização adequada em doentes a tomar concomitantemente indutores do CYP3A (incluindo, mas não limitado a, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, rifabutina, rifampicina e Erva de S.João (hipericão)).

Lurasidona + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas: Outros potenciais medicamentos que podem afetar a lurasidona: Tanto a lurasidona como o seu metabolito ativo ID-14283 contribuem para o efeito farmacodinâmico nos recetores dopaminérgicos e serotoninérgicos. A lurasidona e seu metabolitoativo ID-14283 são principalmente metabolizados pelo CYP3A4. Indutores do CYP3A4: A lurasidona é contraindicada em concomitância com indutores fortes do CYP3A4 (por exemplo, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, rifampicina, hipericão (Hypericum perforatum)). A administração concomitante de lurasidona como indutor forte do CYP3A4 rifampicina resultou numa redução de 6 vezes na exposição da lurasidona. É esperado que a administração concomitante de lurasidona com indutores fracos (por exemplo, armodafinil, amprenavir, aprepitante, prednisona, rufinamida) ou moderados (por exemplo, bosentano, efavirenz, etravirina, modafinil, nafcilina) do CYP3A4 origine uma redução <2 vezes na exposição da lurasidona durante a administração concomitante e até 2 semanas após a interrupção de indutores fracos ou moderados do CYP3A4. Quando a lurasidona é coadministrada com indutores fracos ou moderados do CYP3A4, a eficácia da lurasidona deve ser cuidadosamente monitorizada e pode ser necessário um ajuste da dose.

Oxcarbazepina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Inibição enzimática: A Oxcarbazepina foi avaliada em microssomas hepáticos humanos com o objectivo de determinar a sua capacidade de inibir as principais enzimas do citocromo P450 responsáveis pelo metabolismo de outros fármacos. Os resultados demonstram que a oxcarbazepina e o seu metabolito farmacologicamente activo (derivado monohidroxi, DMH) inibem a CYP2C19. Assim, poderão surgir interações quando se co-administram doses elevadas de oxcarbazepina com fármacos que são metabolizados pela CYP2C19 (por ex. fenobarbitona, fenitoína). Em alguns doentes tratados com oxcarbazepina e fármacos metabolizados via CYP2C19 poderá ser necessária uma redução dos fármacos co-administrados. Fármacos antiepiléticos: Nos estudos clínicos foram avaliadas as potenciais interações entre oxcarbazepina e outros fármacos antiepiléticos (AEs). O efeito destas interações nas AUCs e Cmin médias está resumido a seguir. Influência da oxcarbazepina na concentração do fármaco AE: Carbamazepina: 0-22% de diminuição (30% de aumento de carbamazepina-epóxido) Clobazan: Não estudada. Felbamato: Não estudada. Fenobarbitona: 14-15% de aumento. Fenitoína: 0-40% de aumento. Ácido valpróico: Sem influência. Influência do fármaco AE na concentração do DMH: Carbamazepina: 40% de diminuição. Clobazan: Sem influência. Felbamato: Sem influência. Fenobarbitona: 30-31% de diminuição. Fenitoína: 29-35% de diminuição. Ácido valpróico: 0-18% de diminuição. In vivo, os níveis plasmáticos de fenitoína aumentaram em até 40% quando a oxcarbazepina foi administrada em doses acima de 1200 mg/dia. Assim, quando se utilizam doses de oxcarbazepina maiores que 1200 mg/dia durante a terapia a adjuvante, poderá ser necessário diminuir a dose de fenitoína. Fortes indutores das enzimas do citocromo P450 (i.e. carbamazepina, fenitoína e fenobarbitona) demonstraram diminuir os níveis plasmáticos do DMH (29-40%). Não foi observada auto-indução com oxcarbazepina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sorafenib + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Outros indutores da atividade do CYP3A4 e/ou glucoronidação (ex.: hipericão também conhecido co mo erva S. João, fenitoína, carbamazepina, fenobarbital e dexametasona) podem também aumentar o metabolismo do sorafenib e assim diminuir as concentrações de sorafenib.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Besilato de cisatracúrio + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Observa-se uma diminuição do efeito após administração crónica prévia de fenitoína ou carbamazepina. Raramente, alguns fármacos poderão agravar ou expor miastenia grave latente ou mesmo induzir a síndrome miasténica; uma sensibilidade aumentada a bloqueadores neuromusculares não despolarizantes seria uma consequência de tal desenvolvimento. Estes fármacos incluem vários antibióticos, bloqueadores beta (propranolol, oxprenolol), antiarrítmicos (procainamida, quinidina), fármacos antirreumatismais (cloroquina, D- penicilamina), trimetafano, clorpromazina, esteroides, fenitoína e lítio.

Claritromicina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de outros medicamentos na claritromicina: Os fármacos indutores do CYP3A (por exemplo, rifampicina, fenitoína, carbamazepina, fenobarbital, hipericão) podem induzir o metabolismo da claritromicina. Isso pode originar níveis subterapêuticos de claritromicina, levando à redução da eficácia. Adicionalmente, pode ser necessário monitorizar os níveis plasmáticos do indutor do CYP3A, que podem estar aumentados devido à inibição do CYP3A pela claritromicina (ver igualmente a informação relevante do medicamento para o inibidor do CYP3A4 administrado). Efeitos da Claritromicina em outros medicamentos: Sabe-se ou suspeita-se que os fármacos ou classes seguintes são metabolizados pela isoenzima CYP3A: Alprazolam, astemizol, carbamazepina, cilostazol, cisaprida, ciclosporina, disopiramida, alcaloides da cravagem do centeio, lovastatina, metilprednisolona, midazolam, omeprazol, anticoagulantes orais (por ex. varfarina), pimozida, quinidina, rifabutina, sildenafil, sinvastatina, tacrolímus, terfenadina, triazolam e vimblastina. Fármacos com interação por mecanismos semelhantes através de outras isoenzimas no sistema do citocromo P450 incluem a fenitoína, teofilina e valproato. Fenitoína e Valproato: Foram notificados casos espontâneos ou publicados de interações dos inibidores da CYP3A incluindo a claritromicina com medicamentos que não se pensam serem metabolizados pela CYP3A (por ex. fenitoína e valproato). Recomendam-se determinações de níveis séricos para estes medicamentos quando administrados concomitantemente com claritromicina. Foram descritos níveis séricos aumentados.

Boceprevir + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de Boceprevir com rifampicina e anticonvulsivantes (tais como fenitoína, fenobarbital ou carbamazepina) pode reduzir, de forma significativa, a exposição plasmática ao Boceprevir. Não existe m dados disponíveis, pelo que não é recomendada a combinação destes medicamentos com boceprevir.

Fosaprepitant + Fenitoína

Observações: Quando administrado por via intravenosa o fosaprepitant é rapidamente convertido em aprepitant. As interações medicamentosas decorrentes da administração de intravenosa de fosaprepitant são passíveis de ocorrer com substâncias ativas que interagem com o aprepitant administrado por via oral. A informação seguinte resultou de dados obtidos com o aprepitant por via oral e de estudos realizados com fosaprepitant por via intravenosa coadministrados com dexametasona, midazolam ou diltiazem. O fosaprepitant 150 mg, em dose única, é um inibidor fraco do CYP3A4. O fosaprepitant não parece interagir com a glicoproteína-P transportadora, tal como demonstrado pela ausência de interação entre o aprepitant por via oral com a digoxina. Antevê-se que, quando comparado com a administração de aprepitant oral, o fosaprepitant provoque indução menor ou não superior do CYP2C9, do CYP3A4 e da glucuronidação. Não há dados sobre os efeitos no CYP2C8 e CYP2C19.
Interações: Efeito de outros medicamentos na farmacocinética do aprepitant, decorrentes da administração de fosaprepitant 150 mg: A administração concomitante de fosaprepitant com substâncias ativas que induzam fortemente a atividade do CYP3A4 (ex. rifampicina, fenitoína, carbamazepina, fenobarbital) deve ser evitada, uma vez que da associação resulta uma redução das concentrações plasmáticas do aprepitant, o que poderá diminuir a sua eficácia. A semivida terminal média de aprepitant oral diminuiu 68% com rifampicina.

Ulipristal (Acetato de ulipristal) + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Efeitos potenciais de outros medicamentos sobre o acetato de ulipristal: O acetato de ulipristal é metabolizado in vitro pelo CYP3A4. Indutores do CYP3A4: Os resultados in vivo revelam que a administração do acetato de ulipristal com um forte indutor do CYP3A4 como a rifampicina diminui marcadamente a Cmax e a AUC do acetato de ulipristal em 90% ou mais e diminuia semivida do acetato de ulipristal em 2,2 vezes correspondendo a uma diminuição em aproximadamente 10 vezes da exposição ao acetato de ulipristal. A utilização concomitante de Ulipristal com indutores do CYP3A4 (por ex., rifampicina, fenitoína, fenobarbital, carbamazepina, efavirenz, fosfenitoína, nevirapina, oxcarbazepina, primidona, rifabutina, hipericão/Hypericum perforatum) reduz, assim, as concentrações de plasma do acetado de ulipristal e pode resultar numa diminuição da eficácia de Ulipristal, logo não é recomendada.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido alendrónico + Cálcio + Colecalciferol + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Cálcio/colecalciferol A administração concomitante de fenitoína ou barbitúricos pode reduzir o efeito da Vitamina D3 uma vez que o seu metabolismo aumenta.

Ombitasvir + Paritaprevir + Ritonavir + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir foi administrado em doses múltiplas em todos os estudos de interação medicamentosa, com exceção dos estudos de interação medicamentosa com carbamazepina, gemfibrozil e cetoconazol.
Interações: Interações entre Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir e outros medicamentos ANTICONVULSIVANTES: Fenitoína: Mecanismo: Indução do CYP3A4 pela fenitoína. Administrado com: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir. Não estudado. A utilização concomitante está contraindicada.

Roflumilaste + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos.
Interações: A administração do indutor enzimático do citocromo P450 rifampicina provocou a redução da atividade inibitória de PD E4 total em cerca de 60%. Portanto, o uso de indutores enzimáticos potentes do citocromo P450 (exemplo: fenobarbital, carbamazepina, fenitoína) pode reduzir a eficácia terapêutica de roflumilaste. Assim, o tratamento com roflumilaste não é recomendado em doentes a receber indutores enzimáticos potentes do citocromo P450.

Vorapaxar + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de outros medicamentos no vorapaxar: Indutores potentes do CYP3A: A administração concomitante de rifampicina (600 mg uma vez por dia) com vorapaxar diminuiu substancialmente a Cmax média e a AUC de vorapaxar em 39% e 55%, respetivamente. A utilização concomitante de Vorapaxar com indutores fortes (potentes) do CYP3A (p.ex., rifampicina, carbamazepina e fenitoína) deve ser evitada.

Zonisamida + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeito de Zonisamida nas enzimas do citocromo P450: Estudos in vitro utilizando microssomas hepáticos humanos demonstraram pouca ou nenhuma inibição (< 25%) das isoenzimas do citocromo P450 1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 ou 3A4 para níveis de zonisamida superiores em aproximadamente duas vezes ou mais relativamente às concentrações séricas clinicamente relevantes de zonisamida livre. Deste modo, não é de esperar que Zonisamida afete a farmacocinética de outros medicamentos por intermédio de mecanismos mediados pelo citocromo P450, tal como demonstrado in vivo para a carbamazepina, fenitoína, etinilestradiol e desipramina. Potencial de Zonisamida para afetar outros medicamentos: Medicamentos antiepiléticos: Em doentes epiléticos, a dosagem estabilizada com Zonisamida não resultou em qualquer efeito farmacocinético clinicamente relevante sobre a carbamazepina, a lamotrigina, a fenitoína, ou o valproato de sódio. Potenciais interações medicamentosas que afetem Zonisamida: Em estudos clínicos a co-administração de lamotrigina não aparentou ter qualquer efeito na farmacocinética da zonisamida. A conjugação de Zonisamida com outros medicamentos suscetíveis de provocar urolitíase pode potenciar o risco de desenvolvimento de cálculos renais devendo, deste modo, a administração concomitante destes medicamentos ser evitada. A zonisamida é parcialmente metabolizada pela CYP3A4 (clivagem redutora) e também pelas N-acetiltransferases com conjugação com o ácido glucurónico. Deste modo, substâncias que podem induzir ou inibir estas enzimas podem afetar a farmacocinética da zonisamida: Indução enzimática: A exposição a zonisamida é mais baixa em doentes epiléticos a receber agentes indutores da CYP3A4 como a fenitoína, a carbamazepina e a fenobarbitona. É pouco provável que estes efeitos tenham significado clínico quando Zonisamida é adicionado a uma terapêutica preexistente. No entanto, podem ocorrer alterações nas concentrações de zonisamida caso um antiepilético concomitante ou qualquer outro fármaco indutor da CYP3A4 seja retirado, introduzido ou tenha a sua dose alterada podendo a dose de Zonisamida necessitar de ser ajustada. A rifampicina é um potente indutor da CYP3A4. Caso seja necessária a co-administração, o doente deve ser cuidadosamente monitorizado e a dose de Zonisamida e de outros substratos da CYP3A4 ajustada, conforme necessário.

Artenimol + Piperaquina + Fenitoína

Observações: Não se realizaram estudos farmacocinéticos de interacção medicamentosa com Artenimol / Piperaquina. A avaliação do potencial de ocorrência de interações medicamentosas baseia-se em estudos in vitro.
Interações: Medicamentos indutores das enzimas tais como rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital e hipericão (Hypericum perforatum) têm o potencial de reduzir as concentrações plasmáticas de piperaquina. A concentração de DHA pode também ser reduzida. Não é recomendado o tratamento concomitante com estes produtos.

Bisoprolol + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Associações não recomendadas: Aplica-se apenas à insuficiência cardíaca crónica: Antiarrítmicos de classe I (p.ex., quinidina, disopiramida, lidocaína, fenitoína, flecainida, propafenona): o efeito no tempo de condução aurículo-ventricular pode ser potenciado e o efeito inotrópico negativo aumentado. Associações a utilizar com precaução: Aplica-se apenas à hipertensão ou à angina de peito: Antiarrítmicos de classe I (p.ex., quinidina, disopiramida, lidocaína, fenitoína, flecainida, propafenona): O efeito no tempo de condução aurículo-ventricular pode ser potenciado e o efeito inotrópico negativo aumentado.

Duloxetina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos que atuam no Sistema Nervoso Central (SNC): O risco da utilização de duloxetina em combinação com outros medicamentos ativos no SNC não foi sistematicamente avaliado, com exceção dos casos descritos nesta secção. Consequentemente, recomenda-se precaução na administração simultânea de Duloxetina com outros medicamentos ou substâncias que atuem a nível central, incluindo álcool e sedativos (benzodiazepinas, morfinomiméticos, antipsicóticos, fenobarbital, antihistamínicos sedativos).

Carvedilol + Ivabradina + Fenitoína

Observações: Não se observaram interações entre o carvedilol e a ivabradina num estudo de interações efetuado em voluntários saudáveis. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Utilização concomitante com precauções de Carvedilol / Ivabradina: Indutores enzimáticos citocromo P450. Ivabradina - Utilização concomitante precauções: Indutores do CYP3A4: os indutores do CYP3A4 (por ex. rifampicina, barbitúricos, fenitoína, Hypericum perforatum [Hipericão - Erva de S. João]) podem diminuir a exposição e a atividade da ivabradina. A utilização concomitante de medicamentos indutores do CYP3A4 pode requerer um ajuste de dose de ivabradina. A combinação de ivabradina 10 mg duas vezes por dia com o hipericão mostrou reduzir a AUC da ivabradina em metade. A ingestão do hipericão deve ser restringida durante o tratamento com ivabradina. Carvedilol - Utilização concomitante com precauções com rifampicina: Num estudo em 12 indivíduos saudáveis, a administração de rifampicina com carvedilol diminuiu as concentrações plasmáticas de carvedilol em cerca de 70%, muito provavelmente ao induzir a glicoproteína-P, o que provocou uma diminuição na absorção intestinal de carvedilol e um efeito anti-hipertensor.

Dabrafenib + Fenitoína

Observações: O dabrafenib é um indutor enzimático e aumenta a síntese das enzimas metabolizadoras de fármacos incluindo CYP3A4, CYP2Cs e CYP2B6 e pode aumentar a síntese dos transportadores. Tal resulta em níveis plasmáticos reduzidos dos medicamentos metabolizados por estas enzimas e pode afetar alguns medicamentos transportados. A redução nas concentrações plasmáticas pode levar a perda ou a redução dos efeitos clínicos destes medicamentos. Também existe um risco aumentado de formação de metabolitos ativos destes medicamentos. As enzimas que podem ser induzidas incluem CYP3A no fígado e no intestino, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e UGTs (enzimas conjugadas pelo glucoronido). A proteína de transporte gp-P pode também ser induzida assim como outros transportadores, por ex. MRP-2, BC RP e OATP1B1/1B3. In vitro, o dabrafenib produziu aumentos dependentes da dose no CYP2B6 e CYP3A4. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: A coadministração de dabrafenib com indutores potentes do CYP2C8 ou CYP3A4 (por ex., rifampicina, fenitoína, carbamazepina, fenobarbital, ou Erva de S. João (Hypericum perforatum) deve ser evitada. Efeitos de dabrafenib noutros medicamentos: O dabrafenib é um indutor enzimático e aumenta a síntese das enzimas metabolizadoras de fármacos incluindo CYP3A4, CYP2Cs e CYP2B6 e pode aumentar a síntese dos transportadores. Tal resulta em níveis plasmáticos reduzidos dos medicamentos metabolizados por estas enzimas e pode afetar alguns medicamentos transportados. A redução nas concentrações plasmáticas pode levar a perda ou a redução dos efeitos clínicos destes medicamentos. Também existe um risco aumentado de formação de metabolitos ativos destes medicamentos. As enzimas que podem ser induzidas incluem CYP3A no fígado e no intestino, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e UGTs (enzimas conjugadas pelo glucoronido). A proteína de transporte gp-P pode também ser induzida assim como outros transportadores, por ex. MRP-2, BC RP e OATP1B1/1B3. In vitro, o dabrafenib produziu aumentos dependentes da dose no CYP2B6 e CYP3A4. Num estudo clínico de interação medicamentosa, a Cmax e AUC do midazolam oral (um substrato do CYP3A4) diminuiu 61% e 74% respetivamente com a coadministração de doses repetidas de dabrafenib utilizando uma formulação com uma biodisponibilidade mais baixa do que a formulação de dabrafenib. A administração de 150 mg de dabrafenib duas vezes por dia e varfarina resultou numa diminuição da AUC de S-e R-varfarina em 37% e 33% em comparação com a administração de varfarina em monoterapia. A Cmax de S-e R-varfarina aumentou 18% e 19%. São esperadas interações com muitos medicamentos eliminados através do metabolismo ou transporte ativo. Se o seu efeito terapêutico for de grande importância para o doente, e os ajustes posológicos não forem facilmente realizáveis com base na monitorização da eficácia ou concentrações plasmáticas, estes medicamentos devem ser evitados ou utilizados com precaução. Suspeita-se que o risco de lesão hepática após a administração de paracetamol é superior nos doentes tratados concomitantemente com indutores enzimáticos. Espera-se que o número de medicamentos afetados seja grande; embora a magnitude da interação possa variar. Os grupos de medicamentos que podem ser afetados incluem, mas não estão limitados a: - Analgésicos (por ex. fentanilo, metadona) - Antibióticos (por ex., claritromicina, doxiciclina) - Agentes anticancerígenos (por ex., cabazitaxel) - Anticoagulantes (por ex. acenocumarol, varfarina) - Antiepiléticos (por ex., carbamazepina, fenitoína, primidona, ácido valpróico) - Antipsicóticos (por ex., haloperidol) - Bloqueadores dos canais de cálcio (por ex., diltiazem, felodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil) - Glicosidos cardíacos (por ex., digoxina) - Corticosteroides (por ex., dexametasona, metilprednisolona) - Antivíricos para o VIH (por ex., amprenavir, atazanavir, darunavir, delavirdina, efavirenz, fosamprenavir, indinavir, lopinavir, nelfinavir, saquinavir, tipranavir) - Contracetivos hormonais - Hipnóticos (por ex., diazepam, midazolam, zolpidem) - Imunossupressores (por ex., ciclosporina, tacrolimus, sirolímus) - Estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 (por ex., atorvastatina, sinvastatina) É provável que o início da indução ocorra após 3 dias de administração repetida com dabrafenib. Aquando da descontinuação de dabrafenib, o equilibro da indução é gradual, as concentrações dos CYP3A4, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9 e CYP2C19, UDP-glucuronosil transferases (UGT) e substratos transportadores podem aumentar e os doentes devem ser monitorizados para toxicidade e a posologia destes agentes pode necessitar de ser ajustada. In vitro, o dabrafenib é um inibidor do mecanismo do CYP3A4. Como tal, a inibição transitória do CYP3A4 pode ser vista durante os primeiros dias do tratamento.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Mefloquina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Em doentes que fazem tratamentos com anticonvulsivantes como ácido valpróico, carbamazepina, fenobarbital ou fenitoína, a administração simultânea de Mefloquina pode baixar a concentração plasmática do anticonvulsivante, provocando ataques. Nestes casos pode ser necessário um ajuste de dose do anticonvulsivante.

Ibuprofeno + Paracetamol + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Foram detetadas as seguintes interações de ibuprofeno com outros medicamentos: • O ibuprofeno pode também interferir com probenecida, medicamentos antidiabéticos e fenitoína.

Perfenazina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Têm sido referidos casos clínicos raros de inibição do metabolismo da fenitoína induzida pela fenotiazina. A administração concomitante de perfenazina e de fenitoína deve ser efectuada com cuidado. Os antipsicóticos podem aumentar ou diminuir os níveis séricos de fenitoína.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Prednisona + Tetraciclina + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Interações da PREDNISONA: Rifampicina, fenitoína, barbitúricos, bupropiona e primidona: A eficácia dos glucocorticoides está diminuída.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Imipramina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Indutores das enzimas hepáticas: Os fármacos que ativam o sistema enzimático da mono-amino-oxigenase hepática (por ex. barbitúricos, carbamazepina, fenitoína, nicotina e contracetivos orais) podem acelerar o metabolismo e diminuir as concentrações plasmáticas da imipramina, reduzindo a eficácia. Pode registar-se um aumento dos níveis plasmáticos da fenitoína e carbamazepina, com os correspondentes efeitos adversos. Poderá ser necessário ajustar a dose destes fármacos.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Doxilamina + Piridoxina + Fenitoína

Observações: Não foram efetuados estudos de interação com Doxilamina + Piridoxina.
Interações: Conhecem-se interações entre a piridoxina e os seguintes medicamentos: - Foi descrita uma redução dos níveis plasmáticos de alguns antiepiléticos como o fenobarbital e a fenitoína.

Levodopa + Carbidopa + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Deve-se ter cuidado quando se administram concomitantemente Levodopa / Carbidopa e os fármacos a seguir indicados: Outros medicamentos: Registaram-se casos em que a fenitoína e a papaverina reverteram os efeitos benéficos da levodopa na Doença de Parkinson. Os doentes que tomarem estes medicamentos com Levodopa / Carbidopa deverão ser observados cuidadosamente para detetar perda da resposta terapêutica.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Nintedanib + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. Nintedanib é um substrato da gp-P. Apenas uma pequena parte da biotransformação do nintedanib é feita pelas vias do CYP. Nintedanib e os seus metabolitos, a fração ácido livre BIBF 1202 e o seu glucoronido BIBF 1202-glucoronido, não inibiram ou induziram as enzimas do CYP em estudos pré-clínicos. Assim, a probabilidade de interações medicamentosas com nintedanib com base no metabolismo do CYP é considerada baixa.
Interações: Os indutores potentes da gp-P (p. ex. rifampicina, carbamazepina, fenitoína e erva de São João (hipericão)) podem diminuir a exposição ao nintedanib. A administração concomitante com nintedanib deve ser cuidadosamente ponderada.

Enzalutamida + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Potencial da enzalutamida para afetar a exposição a outros medicamentos: Indução enzimática: A enzalutamida é um potente inibidor enzimático levando ao aumento da síntese de muitas enzimas e transportadores; portanto é esperada a interação com muitos medicamentos comuns que são substratos destas enzimas ou transportadores. A redução das concentrações plasmáticas podem ser substanciais, e levar a perda ou reduzir o efeito clínico. Existe também um risco aumentado da formação de metabolitos ativos. As enzimas que podem ser induzidas são o CYP3A no fígado e intestino, o CYP2C9, o CYP2C19, o CYP1A2 e auridina 5’ difosfato-glucuronosiltransferases (conjugação das enzimas UGTs-glucuronida). A proteína de transporte de P-gp pode também ser induzida, e provavelmente outros transportadores, como por exemplo, a proteína de resistência múltipla 2 (MRP2), proteína de resistência do cancro da mama (BCRP) e do polipéptido transportador aniónico orgânico 1B1, (OATP1B1). Estudos in vivo demonstraram que a enzalutamida é um indutor potente do CYP3A4 e um indutor moderado do CYP2C9 e do CYP2C19. A coadministração da enzalutamida (160 mg uma vez por dia) com doses únicas orais de substratos sensíveis ao CYP em doentes com cancro da próstata, resultou numa diminuição de 86% da AUC do midazolam (substrato do CYP3A4), numa diminuição de 56% na AUC da S-varfarina (substrato do CYP2C9) e numa diminuição de 70% na AUC do omeprazol (substrato do CYP2C19). A UGT1A1 pode também ter sido induzida. São esperadas interações com alguns medicamentos que são eliminados através do metabolismo ou por transporte ativo. Se o seu efeito terapêutico é de grande importância para o doente, e se os ajustes de dose não são facilmente realizados com base na monitorização de eficácia ou da concentração plasmática, estes medicamentos devem ser evitados ou utilizados com precaução. O risco de lesão hepática após a administração de paracetamol é suspeito ser maior em doentes tratados concomitantemente com indutores de enzima. Grupos de medicamentos que podem ser afetados incluem, mas não se limitam a: Analgésicos (ex. fentanilo, tramadol) Antibióticos (ex. claritromicina, doxiciclina) Agentes antineoplásicos (ex. cabazitaxel) Anticoagulantes (ex. acenocumarol, varfarina) Antiepiléticos (ex. carbamazepina, clonazepam, fenitoína, primidona, ácido valpróico) Antipsicóticos (ex. haloperidol) Bloqueadores beta (ex. bisoprolol, propranolol) Bloqueadores da entrada do cálcio (ex. diltiazem, felodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil) Cardiotónicos digitálicos (ex. digoxina) Corticosteroides (ex. dexametasona, prednisolona) Antirretrovirais VIH (ex. indinavir, ritonavir) Hipnóticos (ex. diazepam, midazolam, zolpidem) Estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 (ex. atorvastatina, sinvastatina)
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lidocaína + Prilocaína + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A prilocaína em doses elevadas pode causar um aumento no nível de meta-hemoglobina, especialmente em combinação com fármacos indutores da meta-hemoglobinémia (por exemplo sulfonamidas, acetominofeno/paracetamol, benzocaína, cloroquina, primaquina, quinidina, dapsona, nitrofurasona, nitroglicerina, fenitoína e fenobarbital). Em neonatais com idades compreendidas entre 0-12 meses apenas se deve considerar a interacção com as sulfonamidas, não sendo provável o tratamento com outro dos fármacos mencionados.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Toremifeno + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Os indutores enzimáticos, como o fenobarbital, fenitoína e carbamazepina, podem aumentar a taxa de metabolismo do toremifeno, reduzindo assim a concentração no soro durante a fase de equilíbrio. Nesses casos pode ser necessária uma duplicação da dose diária.

Bussulfano + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Procedeu-se à administração tanto de fenitoína como de benzodiazepinas, para profilaxia de convulsões, em doentes que participavam em ensaios clínicos conduzidos com o bussulfano intravenoso. A administração sistémica concomitante de fenitoína a doentes a fazer doses elevadas de bussulfano por via oral tem sido relacionada com o aumento da depuração do bussulfano, devido à indução da glutationa-S-transferase, enquanto que não foi relatada qualquer interação com a utilização de benzodiazepinas como o diazepam, clonazepam, ou lorazepam na prevenção de convulsões provocadas por doses elevadas de bussulfano. Nos dados com Bussulfano, não existe evidência de um efeito de indução da fenitoína.

Eritromicina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Anticoagulantes orais + Fenitoína

Observações: Intensamente ligados às proteínas plasmáticas. O metabolismo pode ser induzido. Susceptível à inibição do metabolismo pelo CYP2C9. A resposta anticoagulante pode ser alterada por fármacos que afectam a síntese ou o catabolismo de factores da coagulação.
Interações: Dabigatrano: Diminuem a concentração plasmática de dabigatrano: - Fenitoína

Cetoprofeno + Omeprazol + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Ligadas ao componente OMEPRAZOL: Combinações que podem ser administradas com precaução: Medicamentos metabolizados pelo citocromo P450: O Omeprazol é metabolizdo no fígado através do citocromo P450 (principalmente CYP 2C19, S-mefenitoína hidroxilase) e inibe enzimas da sub família CYP2C (CYP 2C19 e CYP 2C9) e pode retardar a eliminação de outras substâncias activas metabolizadas por estes enzimas. Isto foi observado para a fenitoína, varfarina e benzodiazepinas como o diazepam, triazolam e flurazepam. Recomenda-se a monitorização periódica dos doentes tratados com varfarina ou fenitoína, podendo ser necessário a redução da dose. Outras substâncias activas que podem ser afectadas são hexabarbital, citalopram, imipramina e clomipramina. O Omeprazol pode inibir o metabolismo hepático do disulfiram sendo possível a ocorrência de alguns casos de rigidez muscular.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Riociguat + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o riociguat: O riociguat é eliminado principalmente através de metabolismo oxidativo mediado pelo citocromo P450 (CYP1A1, CYP3A4, CYP2C8, CYP2J2), por excreção direta biliar/fecal do riociguat inalterado e por excreção renal do riociguat inalterado através de filtração glomerular. O bosentano, citado como um indutor moderado da CYP3A4, causou uma diminuição de 27% das concentrações plasmáticas de riociguat no estado de equilíbrio estacionário em doentes com HAP. A utilização concomitante de riociguat com indutores potentes da CYP3A4 (p.ex., fenitoína, carbamazepina, fenobarbitona ou hipericão) pode causar também uma diminuição da concentração plasmática de riociguat.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Brivaracetam + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação formais foram realizados apenas em adultos.
Interações: Medicamentos antiepiléticos como potentes indutores enzimáticos: As concentrações plasmáticas de brivaracetam são reduzidas quando coadministrado com medicamentos antiepiléticos que são potentes indutores enzimáticos (carbamazepina, fenobarbital, fenitoína) mas não é necessário ajustar a dose. Medicamentos antiepiléticos: As interações potenciais entre o brivaracetam (50 mg/dia a 200 mg/dia) e outros medicamentos antiepiléticos foram investigadas numa análise de grupo para as concentrações plasmáticas do medicamento de todos os ensaios de fase 2-3 numa análise farmacocinética da população dos ensaios de fase 2-3 controlados por placebo, e em estudos de interação farmacológica (para os seguintes antiepiléticos: carbamazepina, lamotrigina, fenitoína e topiramato). Fenitoína: Influência dos medicamentos antiepiléticos sobre as concentrações plasmáticas do brivaracetam: AUC 21 % ↓ Sem necessidade de ajuste de dose. Influência do brivaracetam nas concentrações plasmáticas dos medicamentos antiepiléticos: Nenhuma.

Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida + Fenitoína

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com este medicamento. As interações que foram identificadas em estudos com componentes individuais de este medicamento, isto é, com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir), cobicistate, emtricitabina ou tenofovir alafenamida, determinam as interações que podem ocorrer com este medicamento. As interações esperadas entre Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida e potenciais medicamentos concomitantes são baseadas em estudos realizados com os componentes deste medicamento, como agentes individuais ou em associação, ou são interações medicamentosas potenciais que podem ocorrer. Os ensaios de interação com os componentes de este medicamento foram realizados apenas em adultos.
Interações: O darunavir e o cobicistate são metabolizados pelo CYP3A. É expectável que os medicamentos que induzem a atividade do CYP3A aumentem a depuração do darunavir e do cobicistate, o que resulta na diminuição das concentrações plasmáticas de darunavir e cobicistate (ex.: efavirenz, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, rifampicina, rifapentina, rifabutina, erva de São João). ANTICONVULSIVANTES Carbamazepina Fenobarbital Fenitoína Tendo por base considerações teóricas, é expectável que estes anticonvulsivantes diminuamas concentrações plasmáticas de darunavir e/ou cobicistatee/ou tenofovir alafenamida. (indução do CYP3A e/ou da glicoproteína-P) A administração concomitante de este medicamento com estes anticonvulsivantes é contraindicada.

Darunavir + Fenitoína

Observações: O perfil de interação do darunavir pode variar dependendo se é utilizado o ritonavir ou o cobicistate como fármacos potenciadores. As recomendações dadas para a utilização concomitante de darunavir e outros medicamentos podem por isso variar dependendo se darunavir é potenciado com ritonavir ou com cobicistate, e é também necessária precaução durante o primeiro tempo de tratamento, se se substituir o fármaco potenciador de ritonavir para cobicistate.
Interações: Medicamentos que afetam a exposição a darunavir (cobicistate como fármaco potenciador): O darunavir e o cobicistate são metabolizados pelo CYP3A, e a administração concomitante com indutores do CYP3A pode resultar em exposições plasmáticas subterapêuticas ao darunavir. O darunavir potenciado com cobicistate é mais sensível à indução do CYP3A, do que darunavir potenciado com ritonavir: A utilização concomitante de darunavir/cobicistate com medicamentos que sejam indutores fortes do CYP3A ( ex.: erva de S. João, rifampicina, carbamazepina, fenobarbital e fenitoína) está contraindicada. ANTICONVULSIVANTES: Fenobarbital, Fenitoína: Não foi estudado. É esperado que o fenobarbital e a fenitoína diminuam as concentrações plasmáticas do darunavir e o seu fármaco potenciador. (indutores das enzimas CYP450). Darunavir, coadministrado com uma dose baixa de ritonavir não deve ser utilizado em associação com estes medicamentos. A utilização destes medicamentos com Darunavir/cobicistate é contraindicada.

Bortezomib + Fenitoína

Observações: Os estudos in vitro indicam que o bortezomib é um inibidor fraco das isoenzimas 1A2, 2C9, 2C19, 2D6 e 3A4 do citocromo P450 (CYP). Com base na contribuição limitada (7%) do CYP2D6 para o metabolismo do bortezomib, não é esperado que o fenotipo de metabolizador lento CYP2D6 afete a eliminação total do bortezomib.
Interações: Um estudo de interação medicamentosa que avaliou o efeito da rifampicina, um potente indutor do CYP3A4, na farmacocinética do bortezomib (administrado por injeção intravenosa), demonstrou uma redução média da AUC de bortezomib de 45%, com base em dados de 6 doentes. Como tal, o uso concomitante de Bortezomib com inibidores potentes do CYP3A4 (p.e. rifampicina, a carbamazepina, a fenitoína, o fenobarbital e o hipericão) não é recomendado, uma vez que a sua eficácia pode ser reduzida.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciclosporina + Fenitoína

Observações: Interações medicamentosas: Encontram-se descritos de seguida os vários fármacos para os quais há relatos de interações com a ciclosporina, devidamente fundamentadas e consideradas como tendo implicações clínicas. São conhecidos vários fármacos que aumentam ou diminuem os níveis plasmáticos ou sanguíneos de ciclosporina habitualmente pela inibição ou indução de enzimas envolvidos no metabolismo da ciclosporina, em particular as enzimas do citocromo P450.
Interações: Fármacos que diminuem os níveis de ciclosporina: Barbituratos, carbamazepina, fenitoína, nafcilina, sulfadimidina iv, rifampicina, octreótido, probucol, orlistat, Hypericum perforatum (hipericão, erva de S. João), troglitazona, fenobarbital e ticlopidina.

Midostaurina + Fenitoína

Observações: A midostaurina sofre uma extensa metabolização hepática principalmente através das enzimas CYP3A4 que são induzidas ou inibidas por alguns medicamentos concomitantes.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre Midostaurina Medicamentos ou substâncias que se sabe afetarem a atividade da CYP3A4 podem afetar as concentrações plasmáticas de midostaurina e consequentemente a segurança e/ou a eficácia de Midostaurina. Indutores potentes da CYP3A4 A utilização concomitante de Midostaurina com indutores potentes da CYP3A4 (p. ex. carbamazepina, rifampicina, enzalutamida, fenitoína, hipericão [Hypericum perforatum]) é contraindicada. Os indutores potentes da CYP3A4 reduzem a exposição da midostaurina e dos seus metabolitos ativos (CGP52421 e CGP62221). Num estudo em indivíduos saudáveis, a co-administração do indutor potente da CYP3A4 rifampicina (600 mg por dia) até ao estado de equilíbrio com uma dose única de 50 mg de midostaurina reduziu em média a Cmax de midostaurina em 73% e a AUCinf em 96%, respetivamente. A CGP62221 revelou um padrão similar. A média de AUClast de CGP52421 reduziu 60%.

Colecalciferol (ou Vitamina D3) + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Fenitoína ou barbitúricos podem comprometer o efeito da vitamina D.

Lercanidipina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Interações metabólicas: Sabe-se que a lercanidipina é metabolizada pela enzima CYP3A4 e, portanto, os inibidores e os indutores da CYP3A4 administrados concomitantemente poderão interferir com o metabolismo e a eliminação da lercanidipina. Indutores da CYP3A4: A co-administração de lercanidipina com indutores da CYP3A4, como anticonvulsivantes (p. ex. fenitoína, carbamazepina) e rifampicina, deverá ser abordada com precaução, pois o efeito anti-hipertensor poderá ser reduzido, devendo a pressão arterial ser monitorizada mais frequentemente do que o habitual.

Sertindol + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: CYP3A: Foram verificados pequenos aumentos (<25%) nas concentrações plasmáticas de sertindol quando co-administrados com antibióticos da classe dos macrólidos (por ex. eritromicina, um inibidor CYP3A) e antagonistas dos canais de cálcio (diltiazem, verapamil). Contudo, as consequências poderiam ser maiores nos metabolizadores fracos CYP2D6 (dado que a eliminação de sertindol pelas CYP2D6 e CYP3A seria afectada). Por conseguinte, uma vez que não é possível identificar por rotina os doentes metabolizadores fracos CYP2D6, é contraindicada a administração concomitante de inibidores de CYP3A e sertindol, pois pode conduzir a um aumento significativo dos níveis de sertindol. O metabolismo de sertindol pode ser aumentado de forma significativa por agentes conhecidos por induzirem as isoenzimas CYP, especialmente a rifampicina, carbamazepina, fenitoína, e fenobarbital as quais podem diminuir as concentrações plasmáticas de sertindol por um factor de 2 a 3. A reduzida eficácia antipsicótica em doentes a receber estes fármacos ou outros agentes indutores, pode requerer um ajustamento na dose de sertindol para o limite superior de intervalo posológico.

Donepezilo + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Indutores enzimáticos, como a rifampicina, fenitoína, carbamazepina e o álcool, podem diminuir os níveis de donepezilo. Como a grandeza do efeito inibidor ou indutor é desconhecida, estas associações medicamentosas devem ser utilizadas com precaução.

Niraparib + Fenitoína

Observações: Os estudos clínicos só foram realizados em adultos.
Interações: Interações farmacocinéticas Efeitos de outros medicamentos sobre niraparib Niraparib como substrato de citocromos P (CYP) (CYP1A2 e CYP3A4) Niraparib é um substrato de carboxilesterases (CE) e glucuronosiltransferases de UDP (UGT) in vivo. O metabolismo oxidativo de niraparib é mínimo in vivo. Não é necessário ajustar a dose para Niraparib quando administrado concomitantemente com medicamentos conhecidos por inibir (por exemplo, itraconazol, ritonavir e claritromicina) ou induzir enzimas CYP (por exemplo, rifampicina, carbamazepina e fenitoína).
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ciprofloxacina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Efeitos da ciprofloxacina noutros medicamentos: Fenitoína: A administração simultânea de ciprofloxacina e fenitoína pode resultar em níveis séricos de fenitoína aumentados ou reduzidos, pelo que se recomenda a monitorização dos fármacos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Deflazacorte + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Recomenda-se aumento das doses de manutenção dos corticosteróides quando se administram ao mesmo tempo os seguintes fármacos: antiepiléticos (fenobarbital, fenitoína), certos antibióticos (rifampicina), anticoagulantes (cumarínicos) ou broncodilatadores (efedrina).

Metadona + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas: Indutores da enzima CYP3A4: A metadona é um substrato do CYP3A4. Por indução do CYP3A4, a depuração plasmática da metadona vai aumentar e os níveis plasmáticos vão diminuir. Os indutores dessa enzima (barbitúricos, carbamazepina, fenitoína, nevirapina, rifampicina, efavirenz, amprenavir, espironolactona, dexametasona, Hypericum perforatum (erva de São João), podem induzir o metabolismo hepático. Por exemplo, depois de três semanas de tratamento com 600 mg de efavirenz por dia, a média da concentração máxima no plasma e a ASC diminuíram em 48% e 57%, respetivamente, em doentes tratados com metadona (35-100 mg por dia). As consequências da indução enzimática são mais acentuadas se o indutor for administrado após o tratamento com a metadona já ter começado. Foram notificados sintomas de abstinência após estas interações e, portanto, pode ser necessário aumentar a dose de metadona. Se o tratamento com um indutor de CYP3A4 for interrompido, a dose de metadona deve ser reduzida.

Lamivudina + Zidovudina + Fenitoína

Observações: Os ensaios clínicos demonstraram que não existem interações clinicamente significativas entre a lamivudina e a zidovudina. A zidovudina é principalmente metabolizada pelas enzimas UGT; a administração concomitante de indutores ou inibidores das enzimas UGT pode alterar a exposição à zidovudina. A lamivudina é depurada ao nível renal. A secreção renal ativa da lamivudina na urina é mediada através de transportadores catiónicos orgânicos (OCTs); a administração concomitante de lamivudina com inibidores OCT ou fármacos nefrotóxicos pode aumentar a exposição à lamivudina. A lamivudina e a zidovudina não são significativamente metabolizadas pelas enzimas do citocromo P450 (tais como CYP 3A4, CYP 2C9 ou CYP 2D6) nem inibem ou induzem este sistema enzimático. Assim, o potencial para interações com antirretrovirais inibidores da protease, não nucleosídeos e outros medicamentos metabolizados pelas principais enzimas P450 é baixo. Foram realizados estudos de interação apenas em adultos.
Interações: Fenitoína/Lamivudina: Interação não estudada. Monitorizar as concentrações de fenitoína. Fenitoína/Zidovudina: Monitorizar as concentrações de fenitoína.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Teniposido + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Os medicamentos antiepiléticos, tais como o fenobarbital e a fenitoína, aumentam a taxa de depuração do Teniposido, produzindo menor exposição sistémica, pelo que podem ser necessárias doses mais altas nos doentes medicados com antiepiléticos.

Betametasona + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: O uso concomitante de fenobarbital, rifampicina, fenitoína ou efedrina pode potenciar o metabolismo dos corticosteróides, reduzindo os seus efeitos terapêuticos.

Montelucaste + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Dado que o montelucaste é metabolizado pelo CYP 3A4, dever-se-á ter precaução, particularmente nas crianças, quando o montelucaste for coadministrado com indutores do CYP3A4, tais como fenitoína, fenobarbital e rifampicina.

Valproato semisódico (ácido valpróico) + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de Valproato com outros fármacos que se ligam extensivamente às proteínas plasmáticas (ex. Ácido acetilsalicílico, Carbamazepina, Dicumarol e Fenitoína), pode provocar alterações nas concentrações séricas dos mesmos. Têm-se registado alterações nos níveis séricos de Fenitoína, quando esta é administrada concomitantemente, contudo têm-se verificado tanto um aumento na concentração sérica total de Fenitoína, como uma diminuição com posterior aumento. Adicionalmente tem sido observada uma diminuição da Fenitoína sérica total com um aumento das concentrações de Fenitoína livre versus Fenitoína ligada às proteínas. A dosagem de Fenitoína deve ser reajustada de acordo com o quadro clínico. O uso concomitante de Valproato e Clonazepam poderá produzir estados de ausência.

Levodopa + Carbidopa + Entacapona + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Os antagonistas de recetores de dopamina (por exemplo, alguns antipsicóticos e antieméticos), fenitoína e papaverina podem diminuir o efeito terapêutico de levodopa. Doentes que estejam a tomar estes medicamentos juntamente com Levodopa / Carbidopa / Entacapona deverão ser cuidadosamente observados relativamente à perda da resposta terapêutica.

Dexibuprofeno + Fenitoína

Observações: A informação desta secção é baseada na experiência já existente com o ibuprofeno racémico e com outros AINEs. Em geral, os AINEs devem ser usados com precaução, quando são administrados simultaneamente com outros fármacos que podem aumentar o risco de ulceração gastrointestinal, ou de hemorragia gastrointestinal, ou de insuficiência renal.
Interações: Precauções: Fenitoína: Alguns AINEs podem deslocar a fenitoína dos locais de ligação às proteínas, levando possivelmente ao aumento dos níveis séricos da fenitoína e da toxicidade. Apesar da evidência clínica para esta interação ser limitada, recomenda-se o ajuste da dose da fenitoína, baseado na monitorização das concentrações plasmáticas e/ou observação de sinais de toxicidade. Fenitoina, fenobarbital e rifampicina: A administração concomitante de substâncias indutoras do CYP2C8 e CYP2C9 podem diminuir o efeito de dexibuprofeno.

Pregabalina + Fenitoína

Observações: Como a pregabalina é predominantemente excretada na urina na forma inalterada, sofre uma metabolização negligenciável no ser humano (< 2% da dose recuperada na urina na forma de metabolitos), não inibe o metabolismo dos fármacos in vitro e não se fixa às proteínas plasmáticas, é improvável que produza ou esteja sujeita a interações farmacocinéticas. Não foram conduzidos estudos específicos de interação farmacodinâmica em voluntários idosos. Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos.
Interações: Por conseguinte, nos estudos in vivo não se observaram interações farmacocinéticas, clinicamente relevantes, entre a pregabalina e fenitoína, carbamazepina, ácido valproico, lamotrigina, gabapentina, lorazepam, oxicodona ou etanol.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Reboxetina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Foram notificados níveis séricos baixos de reboxetina com a administração concomitante de indutores da CYP3A4 como o fenobarbital e a carbamazepina. Exemplos de outros indutores CYP3A4 que podem reduzir os níveis séricos de reboxetina incluem, mas não são limitados a, fenitoína, rifampicina e Erva de S. João (Hypericum perforatum).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sirolímus + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os indutores da CYP3A4 podem aumentar o metabolismo do sirolímus e reduzir os seus níveis sanguíneos (e.g. chá de hipericão (Hypericum perforatum), anticonvulsivantes: carbamazepina, fenobarbital e fenitoína).

Itraconazol + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Medicamentos que afetam o metabolismo de itraconazol: O itraconazol é metabolizado principalmente pelo CYP3A4. Foram realizados estudos de interação com a rifampicina, rifabutina e fenitoína, que são potentes indutores do CYP3A4. A associação de itraconazol a estes potentes indutores enzimáticos não é recomendada já que a biodisponibilidade do itraconazol e de hidro-itraconazol foi de tal modo reduzida que a eficácia pode estar altamente reduzida. Não estão disponíveis dados de estudos formais para outras enzimas indutoras potentes, tais como a carbamazepina, Hypericum perforatum (erva de S. João), fenobarbital e isoniazida, mas podem-se antecipar efeitos idênticos. Inibidores potentes desta enzima, tais como ritonavir, indinavir, claritromicina e eritromicina, podem aumentar a biodisponibilidade do itraconazol.

Sertralina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Contraindicados: Depressores do SNC e álcool: Em indivíduos saudáveis, a co-administração de sertralina na dose diária de 200 mg não potenciou os efeitos do álcool, carbamazepina, haloperidol ou fenitoína, sobre o desempenho cognitivo e psicomotor; contudo, não é recomendada a administração concomitante de sertralina e álcool. Precauções especiais: Fenitoína: Um ensaio clínico controlado com placebo, efectuado em voluntários saudáveis, sugeriu que a administração crónica de 200 mg/dia de sertralina não causa inibição clinicamente importante no metabolismo da fenitoína. No entanto, como algumas notificações resultaram de elevada exposição à fenitoína em doentes a utilizar sertralina, recomenda-se a monitorização das concentrações plasmáticas de fenitoína após o início da terapêutica com sertralina, com ajustes adequados da dose de fenitoína. Além disso, a administração concomitante de fenitoína pode provocar uma redução dos níveis plasmáticos de sertralina. Fármacos metabolizados pelo citocromo P450: A sertralina pode actuar como um inibidor ligeiro a moderado de CYP2D6. A sertralina não actua como inibidor da CYP 3A4, CYP 2C9, CYP 2C19, e CYP 1A2 em grau clinicamente significativo. Tal foi confirmado por estudos de interacção in vivo com substratos da CYP3A4 (cortisol endógeno, carbamazepina, terfenadina, alprazolam), diazepam substrato da CYP2C19 e substratos da CYP2C9, tolbutamida, glibenclamida e fenitoína. Estudos in vitro indicam que a sertralina tem pouco, ou nenhum, potencial para inibir a CYP 1A2.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Doxorrubicina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Os barbitúricos podem produzir uma depuração plasmática acelerada da doxorrubicina, enquanto que a administração concomitante de fenitoína pode resultar em níveis plasmáticos mais baixos de fenitoína.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Acetato de Eslicarbazepina + Fenitoína

Observações: É um fraco indutor da CYP3A4 e das UDP - glicuronil transferases (conjugação); É inibidora do CYP2C19
Interações: Fármacos cujo metabolismo é induzido pela eslicarbazepina (Fenitoína: necessidade de ajuste da dose) - Fenitoína

Estiripentol + Fenitoína

Observações: Não se encontra devidamente esclarecida a influência de outros medicamentos antiepilépticos na farmacocinética do estiripentol. Estudos in vitro sugeriram que o metabolismo de fase 1 do estiripentol é catalizado pela CYP1A2, CYP2C19 e CYP3A4 e possivelmente outras enzimas. É aconselhada precaução ao associar o estiripentol com outras substâncias que inibem ou induzem uma ou mais destas enzimas.
Interações: Efeitos noutros antiepiléticos: A inibição de CYP450 isoenzima CYP2C19 e CYP3A4 pode provocar interações farmacocinéticas (inibição do seu metabolismo hepático) com fenobarbital, primidona, fenitoína, carbamazepina, clobazam, valproato, diazepam (aumento do miorrelaxamento), etossuximida e tiagabina. As consequências são o aumento dos níveis plasmáticos destes anticonvulsivantes, com potencial risco de sobredosagem. Recomenda-se a monitorização clínica dos níveis plasmáticos de outros anticonvulsivantes, quando combinados com estiripentol, com possíveis ajustes posológicos.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metformina + Rosiglitazona + Fenitoína

Observações: Não existem estudos formais de interacção para Metformina + Rosiglitazona, no entanto o uso concomitante das substâncias activas em doentes em estudos clínicos e na sua vasta utilização clínica não originou interações inesperadas.
Interações: A administração concomitante de rosiglitazona com rifampicina (um indutor do CYP2C8) originou uma diminuição de 66% na concentração plasmática da rosiglitazona. Não se poderá excluir o facto de outros indutores (p.ex: fenitoína, carbamazepina, fenobarbital, Hipericão) poderem também afectar a exposição à rosiglitazona. Poderá ser necessário aumentar a dose de rosiglitazona. Deverá ser considerada a monitorização cuidadosa do controlo glicémico.

Tocilizumab + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos.
Interações: Ao iniciar ou interromper tratamento com tocilizumab, os doentes que tomam medicamentos ajustados individualmente e metabolizados via CYP450 3A 4, 1A2 ou 2C9 (por exemplo atorvastatina, bloqueadores dos canais de cálcio, teofilina, varfarina, fenprocoumon, fenitoína, ciclosporina ou benzodiazepinas) devem ser monitorizados, pois pode haver necessidade de aumento de doses para manter o efeito terapêutico. Dada a longa semi-vida (t 1/2 ) de eliminação, o efeito de tocilizumab na atividade enzimática do CYP450 pode persistir durante várias semanas após a interrupção da terapêutica.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Irinotecano + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Vários estudos demonstraram que a administração concomitante de fármacos anticonvulsivantes indutores do CYP3A (ex., carbamazepina, fenobarbital ou fenitoína) leva a uma diminuição da exposição ao irinotecano, ao SN-38 e ao glucorónido do SN-38 e a uma redução dos efeitos farmacodinâmicos. Os efeitos desses fármacos anticonvulsivantes reflectiram-se numa diminuição da AUC do SN- 38 e do glucorónido do SN-38 de 50% ou mais. Além da indução das enzimas do citocromo P450 3A, a glucuronidação aumentada e a excreção biliar aumentada poderão desempenhar um papel na diminuição da exposição ao irinotecano e aos seus metabolitos. Um estudo demonstrou que a co-administração de cetoconazol resultou numa diminuição da AUC do APC de 87% e num aumento da AUC do SN-38 de 109% em comparação com o irinotecano administrado isoladamente. Deverá ser tomado particular cuidado em doentes que estão a tomar concomitantemente fármacos que se sabe serem inibidores (ex., cetoconazol) ou indutores (ex., rifampicina, carbamazepina, fenobarbital ou fenitoína) do metabolismo dos fármacos através do citocromo P450 3A4. A administração concomitante do irinotecano com um inibidor/indutor desta via metabólica poderá alterar o metabolismo do irinotecano e deverá ser evitada.

Sunitinib + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Medicamentos que podem diminuir as concentrações plasmáticas de sunitinib: A administração concomitante de uma dose única de sunitinib com o indutor do CYP3A4, rifampicina, em voluntários saudáveis resultou na redução de, respetivamente, 23% e 46% nos valores de Cmáx e AUC0- da combinação [sunitinib+metabolito principal]. A administração de sunitinib com indutores potentes do CYP3A4 (ex., dexametasona, fenitoína, carbamazepina, rifampicina, fenobarbital ou preparações à base de plantas contendo hipericão/Hypericum perforatum) poderá diminuir as concentrações de sunitinib. Como tal, a administração concomitante com indutores do CYP3A4 deverá ser evitada ou deverá ser considerada a seleção de medicação concomitante alternativa sem ou com potencial mínimo de indução do CYP3A4. Se tal não for possível, poderá ser necessário aumentar a dose de Sunitinib em incrementos de 12,5 mg (até 87,5 mg por diapara GIST e MRCC ou 62,5 mg por dia para pNET), com base na monitorização cuidadosa da tolerabilidade.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Brotizolam + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Os medicamentos que podem resultar num aumento (indução de) da atividade enzimática da CYP3A4 podem reduzir o efeito de brotizolam, por ex. carbamazepina, efavirenz, erva de São João, nevirapina, fenobarbital, fenitoína, primidona, rifabutina e rifampicina.

Levodropropizina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Os estudos de farmacologia animal demonstraram que a levodropropizina não potencia o efeito farmacológico das substâncias com atividade a nível do sistema nervoso central (ex: benzodiazepinas, álcool, fenitoína, imipramina).
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Valpromida + Fenitoína

Observações: Porque o principal metabolito da valpromida é o valproato, produzem-se as mesmas interações que com o valproato.
Interações: Valpromida reduz a concentração total de plasma de fenitoína. Além disso, aumenta a valpromida fracção livre de fenitoína que pode causar sinais de sobredosagem (o ácido valpróico desloca fenitoína dos seus locais de ligação às proteínas plasmáticas e reduz o catabolismo hepática). Recomenda-se monitorização. Deve ser avaliar-se a forma livre quando se determina os níveis de fenitoína.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciproterona + Fenitoína

Observações: Com base em estudos de inibição "in vitro", é possível uma inibição das enzimas CYP2C8, 2C9, 2C19, 3A4 e 2D6 do citocromo P450 a doses terapêuticas altas de acetato de ciproterona de 3 vezes 100 mg por dia.
Interações: Por outro lado, os indutores do CYP3A4 tais como a rifampicina, fenitoína e produtos que contenham erva de S. João podem reduzir os níveis de acetato de ciproterona.

Clopidogrel + Ácido acetilsalicílico + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Outros medicamentos: Os dados recolhidos do estudo CAPRIE, indicam que a fenitoína e a tolbutamida que são metabolizados pelo CYP2C9 podem ser coadministradas em segurança com o clopidogrel. Outras interações com AAS: Foram também notificadas interações, com doses mais elevadas (anti-inflamatórias) de AAS, com os seguintes medicamentos: Inibidores da enzima de conversão da angiotensina (ECA), acetazolamida, anticonvulsivos (fenitoína e ácido valpróico), bloqueadores beta, diuréticos e agentes hipoglicemiantes orais.

Barnidipina + Fenitoína

Observações: O perfil de interacção farmacocinética da barnidipina não foi estudado na totalidade. Estudos in vitro mostram que a barnidipina é metabolizada pelo citocromo P450 3A4 (CYP3A4). Não foram efectuados estudos complexos de interacção in vivo sobre o efeito de fármacos inibidores ou indutores da enzima CYP3A4 na farmacocinética da barnidipina.
Interações: Pode ser necessária uma dose mais elevada de barnidipina quando esta é administrada concomitantemente com medicamentos indutores enzimáticos, como a fenitoína, a carbamazepina e a rifampicina. Caso o doente deixe de usar o medicamento indutor enzimático, deve ser considerada a diminuição da dose de barnidipina.

Butilescopolamina + Paracetamol + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Doses de paracetamol habitualmente inócuas são susceptíveis de desencadear lesões hepáticas em caso de administração simultânea de medicamentos que conduzam a indução enzimática, tais como determinados hipnóticos e Antiepiléticos (por exemplo, fenobarbital, fenitoína, glutetimida, carbamazepina), bem como a rifampicina. O mesmo se aplica a substâncias potencialmente hepatotóxicas e ao abuso do álcool.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ciproterona + Etinilestradiol + Fenitoína

Observações: Interações medicamentosas entre combinações estrogénio-progestagénio como o Ciproterona / Etinilestradiol e outros medicamentos podem originar uma hemorragia de disrupção e/ou falha contracetiva.
Interações: Podem ocorrer interações com substâncias que induzem as enzimas microssomais o que pode resultar numa depuração aumentada de hormonas sexuais (por ex. fenitoína, barbitúricos, primidona, carbamazepina, rifampicina, e possivelmente também oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofluvina e produtos contendo Erva de São João ou hipericão).

Everolímus + Fenitoína

Observações: O everolímus é um substrato da CYP3A4, e também é um substrato e inibidor modera do da gp-P. Por esta razão, a absorção e eliminação subsequente do everolímus pode ser influenciada por produtos que afetem a CYP3A4 e/ou a gp - P. In vitro, o everolímus é um inibidor competitivo da CYP3A4 e um inibidor misto da CYP2D6.
Interações: Indutores potentes e moderados da CYP3A4: Dexametasona, Carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, Efavirenz, nevirapina: Não estudada. É esperada uma diminuição na exposição. Evite o uso concomitante de indutores potentes da CYP3A4. Se for necessário co-administrar um indutor potente da CYP3A4, deve considerar-se um aumento da dose de de 10 mg por dia até 20 mg por dia utilizando incrementos de 5 mg ou menos efetuados no 4.º e no 8.º dia após o início do indutor. Esta dose de Everolímus é calculada para ajustar a AUC ao intervalo observado sem indutores. No entanto, não existem dados clínicos com este ajuste de dose. Caso o indutor seja descontinuado, considerar um período de lavagem de pelo menos 3 a 5 dias (tempo razoável para eliminação significativa da indução da enzima) antes de restabelecer a dose de conforme prescrita antes do início da coadministração.

Patirómero + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Os estudos in vitro demonstraram não haver potencial interação de Patirómero com as seguintes substâncias ativas: alopurinol, amoxicilina, apixabano, ácido acetilsalicílico, atorvastatina, cefalexina, digoxina, glipizida, lisinopril, fenitoína, riboflavina, rivaroxabano, espironolactona e valsartan.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Rifabutina + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: As doses múltiplas de rifabutina têm vindo a ser associadas à indução das enzimas metabólicas hepáticas da subfamília CYP450 IIIA. O principal metabolito da rifabutina (25-desacetil rifabutina; LM 565) também pode contribuir para este efeito. A indução metabólica provocada pela rifabutina vai produzir provavelmente uma diminuição dos níveis circulantes dos fármacos administrados concomitantemente (em particular os metabolizados pela via do CYP450 IIIA). Dados cinéticos sugerem que a indução enzimática originada pela rifabutina é completa ao fim de 5 dias e é independente da dose no intervalo de dose 300 a 600 mg. Do mesmo modo, fármacos administrados concomitantemente que inibam competitivamente a atividade do CYP450 IIIA podem aumentar os níveis circulantes de rifabutina. De modo similar, a Rifabutina pode reduzir a atividade de analgésicos, anticoagulantes, corticosteroides, ciclosporina, digitálicos (embora não a digoxina), dapsona, hipoglicemiantes orais, analgésicos narcóticos, fenitoina e quinidina. Com base nas considerações metabólicas acima referidas não são esperadas interações significativas com o etambutol, teofilina, sulfonamidas, pirazinamida e zalcitabina (DDC).

Tretinoína (ou Ácido retinóico) + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Uma vez que a tretinoína é metabolizada pelo sistema P450 hepático, existe a possibilidade de alteração dos parâmetros farmacocinéticos nos doentes a receber concomitantemente medicamentos indutores ou inibidores deste sistema. Os medicamentos que habitualmente induzem as enzimas P450 hepáticas são rifampicina, glucocorticoides, fenobarbital e pentobarbital. Os medicamentos que habitualmente inibem as enzimas P450 hepáticas são cetoconazol, cimetidina, eritromicina, verapamil, diltiazem e ciclosporina. Não existem dados que sugiram que a utilização concomitante destes medicamentos aumente ou diminua quer a eficácia quer a toxicidade da tretinoína.

Amprenavir + Fenitoína

Observações: Foram realizados estudos de interacção com amprenavir como único inibidor da protease.
Interações: Poderá interagir com Amprenavir, quando administrados concomitantemente. Não se conhece, nem foi investigado, o significado clínico destas possíveis interações. Portanto, os doentes devem ser monitorizados relativamente a reacções tóxicas associadas a estes medicamentos, quando os mesmos forem administrados em associação com Amprenavir. A administração concomitante de substâncias activas anticonvulsivantes, conhecidas como indutores enzimáticos (fenitoína, fenobarbital, carbamazepina) com amprenavir, pode levar a uma diminuição da concentração plasmática de amprenavir. Estas associações devem ser utilizadas com precaução, recomendando-se a monitorização da concentração terapêutica.

Hidroxizina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: No rato, a hidroxizina antagonizou a ação anticonvulsivante da fenitoína.

Dopamina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A administração de fenitoína a doentes submetidos a terapêutica com Cloridrato de Dopamina tem sido reportada por provocar hipotensão e bradicardia. É sugerido que nestes casos, se considerem alternativas à fenitoína, caso seja necessário uma terapêutica anti-convulsivante.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glimepirida + Pioglitazona + Fenitoína

Observações: Não existem estudos formais de interação para o Glimepirida / Pioglitazona, contudo, a utilização concomitante das substâncias ativas em doentes em utilização clínica não teve como resultado interações inesperadas. As informações disponíveis são sobre as substâncias ativas individualmente (pioglitazona e glimepirida).
Interações: GLIMEPIRIDA Enfraquecimento do efeito hipoglicemiante e como tal, poderá ocorrer aumento dos níveis de glicemia quando uma das seguintes substâncias ativas é tomada, por exemplo: estrogénios e progestogénios, saluréticos, diuréticos de tiazida, agentes estimuladores da tiroide, glucocorticoides, derivados de fenotiazina, cloropromazina, adrenalina e simpaticomiméticos, ácido nicotínico (doses elevadas) e derivados de ácido nicotínico, laxantes (utilização prolongada), fenitoína, diazóxido, glucagon, barbitúricos e rifampicina, acetazolamida.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bosentano + Fenitoína

Observações: Bosentano é um indutor dos isoenzimas do citocromo P450 (CYP), CYP2C9 e CYP3A4. Dados in vitro sugerem também a indução de CYP2C19. Consequentemente, as concentrações plasmáticas das substâncias metabolizadas por estes isoenzimas estarão diminuídas com a administração concomitante de Bosentano. Deve ser considerada a possibilidade de uma alteração na eficácia dos medicamentos metabolizados por estes isoenzimas. A posologia destes produtos poderá ter de ser ajustada após o início do tratamento, uma alteração da dose de Bosentano ou interrupção do tratamento concomitante de Bosentano. Bosentano é metabolizado por CYP2C9 e CYP3A4. A inibição destes isoenzimas pode aumentar a concentração plasmática de bosentano.
Interações: Estão em falta dados sobre outros indutores de CYP3A4, como por exemplo carbamazepina, fenobarbital, fenitoína e Hipericão, mas é esperado que a sua administração concomitante conduza a exposição sistémica reduzida ao bosentano. Não pode ser excluída uma redução clinicamente significativa de eficácia.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Oxibato de sódio + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Inibidores da GHB desidrogenase: Dado que o oxibato de sódio é metabolizado pela GHB desidrogenase, há um risco potencial de interação com medicamentos que estimulem ou inibam esta enzima (p.e. valproato, fenitoína ou etossuximida). A coadministração de oxibato de sódio (6 g por dia) com valproato ( 1250 mg por dia) resultou num aumento da exposição sistémica ao oxibato de sódio de aproximadamente 25% e sem alterações significativas na Cmax. Não foram observados efeitos na farmacocinética do valproato. Os efeitos farmacodinâmicos resultantes, incluindo aumento do compromisso das funções cognitivas e sonolência, foram maiores com a coadmnistração do que os observados com o fármaco isolado. Se administrados concomitantemente, a resposta e tolerância do doente devem ser monitorizadas e a dose deve ser ajustada em conformidade.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Petidina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: O metabolismo hepático da petidina pode ser aumentado pela fenitoína. A administração concomitante resulta numa redução da semi-vida e biodisponibilidade em adultos saudáveis; as concentrações plasmáticas de norpetidina podem estar aumentadas.

Voriconazol + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Fenitoína [substrato do CYP2C9 e potente indutor do CYP450] 300 mg OD 300 mg OD (coadministração de 400 mg BID com voriconazol)* O uso concomitante de voriconazol e fenitoína deve ser evitado, a menos que o benefício supere o risco. Recomenda-se a monitorização cuidadosa dos níveis plasmáticos da fenitoína. A fenitoína pode ser coadministrada com voriconazol se a dose de manutenção do voriconazol for aumentada para 5 mg/kg BID por via intravenosa ou de 200 mg para 400 mg BID por via oral (100 mg para 200 mg BID por via oral em doentes com peso inferior a 40 kg). O asterisco (*) indica uma interação de dois sentidos.
 Risco Moderado

Alfacalcidol + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A difenilhidantoína também pode inibir o efeito do alfacalcidol.

Lamotrigina + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de outros medicamentos na glucuronidação da LAMOTRIGINA Medicamentos que induzem significativamente a glucuronidação da lamotrigina: Fenitoína; Carbamazepina; Fenobarbital; Primidona; Rifampicina; Lopinavir/ritonavir; Associação de etinilestradiol/ levonorgestrel** Atazanavir/ritonavir. ** Não foram estudados outros contracetivos orais nem fármacos usados na TSH, no entanto estes poderão também afetar os parâmetros farmacocinéticos da lamotrigina. Interações envolvendo fármacos antiepiléticos: Alguns fármacos AE (tais como fenitoína, carbamazepina, fenobarbital e primidona) indutores das enzimas metabolizadoras hepáticas induzem a glucuronidação da lamotrignia e aumentam o metabolismo da lamotrigina. Em doentes tratados com terapêutica de associação com fenitoína, carbamazepina, fenobarbital ou primidona, deverá ser utilizado o regime terapêutico apropriado. Após a introdução da lamotrigina, em doentes em tratamento com carbamazepina, foram notificados efeitos no sistema nervoso central, incluindo tonturas, ataxia, diplopia, visão turva e náuseas. Estes efeitos resolvem, geralmente, com redução da dose de carbamazepina. Foi observado um efeito semelhante durante um estudo com lamotrigina e oxcarbazepina, em voluntários adultos saudáveis, no entanto, não foi estudada a redução da dose. Existem dados da literatura publicada sobre diminuição dos níveis de lamotrigina, quando a lamotrigina foi administrada em associação à oxcarbazepina. No entanto, num estudo com voluntários adultos saudáveis, utilizando doses de 200 mg de lamotrigina e 1200 mg de oxcarbazepina, verificou-se que a oxcarbazepina não alterou o metabolismo da lamotrigina e a lamotrigina também não alterou o metabolismo da oxcarbazepina. Assim, nos doentes tratados com terapêutica de associação com oxcarbazepina, deverá ser utilizado o regime terapêutico para a lamotrigina em terapêutica de associação sem valproato e sem indutores da glucuronidação da lamotrigina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Colessevelam + Fenitoína

Observações: O Colessevelam pode afetar a biodisponibilidade de outros medicamentos. Por conseguinte, quando não é possível excluir a ocorrência de uma interação medicamentosa com um medicamento administrado concomitantemente para o qual seriam clinicam ente importantes pequenas variações no nível terapêutico, Colessevelam deve ser administrado pelo menos quatro horas antes ou pelo menos quatro horas após a administração da medicação concomitante para minimizar o risco de redução da absorção dessa medicação. Para medicamentos concomitantes que exijam administração através de doses divididas, deve referir-se que a dose necessária de Colessevelam pode ser tomada uma vez por dia. Quando são administrados medicamentos nos quais as alterações nos níveis sanguíneos podem ter um impacto clinicamente significativo na segurança ou na eficácia, os médicos devem considerar a monitorização dos respetivos níveis séricos ou dos efeitos. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Houve notificações muito raras de níveis reduzidos de fenitoína em doentes que receberam Colessevelam administrado com fenitoína.

Glecaprevir + Pibrentasvir + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar Glecaprevir / Pibrentasvir Utilização com indutores potentes de P-gp e CYP3A Os medicamentos que são potentes indutores de P-gp e CYP3A (por exemplo rifampicina, carbamazepina, hipericão (Hypericum perforatum), fenobarbital, fenitoína e primidona) podem reduzir significativamente as concentrações plasmáticas de glecaprevir e pibrentasvir e podem reduzir o efeito terapêutico de Glecaprevir / Pibrentasvir ou perda de resposta virológica. A coadministração de tais medicamentos com Glecaprevir / Pibrentasvir está contraindicada. ANTICONVULSIVANTES Fenitoína, fenobarbital, primidona A coadministração pode levar a efeito terapêutico e é contraindicada
 Potencialmente Grave

Ácido salicílico + Fluorouracilo + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Foram notificados níveis elevados de fenitoína no plasma que originaram sintomas de intoxicação por fenitoína com a administração concomitante de fluorouracilo por via sistémica e fenitoína.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Limeciclina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: O uso concomitante de barbitúricos, fenitoína ou carbamazepina pode diminuir os níveis plasmáticos de tetraciclinas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Paracetamol + Fenilefrina + Guaifenesina + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: PARACETAMOL: O risco de hepatoxicidade do paracetamol pode ser aumentado pelo uso de medicamentos que induzem as enzimas microssomais hepáticas tais como barbitúricos, antidepressivos tricíclicos, antiepiléticos (i.e., fenitoína, fenobarbital e carbamazepina), medicamentos utilizados no tratamento da tuberculose (i.e., rifampicina e isoniazida) e pela ingestão excessiva de álcool.

Saquinavir + Fenitoína

Observações: A maioria dos estudos de interação medicamentosa com saquinavir foi desenvolvida com saquinavir não potenciado ou com saquinavir cápsulas moles não potenciado. Um número reduzido de estudos foi desenvolvido com saquinavir potenciado com ritonavir ou com saquinavir cápsulas moles potenciado com ritonavir. Os dados obtidos a partir dos estudos de interação medicamentosa realizados com saquinavir não potenciado podem não ser representativos dos efeitos observados com a terapêutica de saquinavir/ritonavir. Adicionalmente, os resultados observados com saquinavir cápsulas moles podem não ser preditivos relativamente à magnitude destas interações com saquinavir/ritonavir.
Interações: Anticonvulsivantes: Carbamazepina; Fenobarbital; Fenitoína (saquinavir/ritonavir) Interação com saquinavir/ritonavir não foi estudada.

Viloxazina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Existe a probabilidade de ocorrência de uma interacção medicamentosa ao administrar-se Viloxazina simultaneamente com fármacos sujeitos a metabolismo hepático envolvendo reacções de oxidação. Pode, por conseguinte, ser necessário ajustar as doses de fármacos tais como, por exemplo, fenitoína, carbamazepina, teofilina e outros anticoagulantes orais (tais como, fluindiona, nicoumalona e varfarina) que possuem estreitas margens de segurança.

Efavirenz + Emtricitabina + Tenofovir + Fenitoína

Observações: As interações que foram identificadas com Efavirenz, Emtricitabina e Tenofovir individualmente podem ocorrer com esta associação. Os estudos de interação com estes medicamentos só foram realizados em adultos.
Interações: ANTICONVULSIVANTES: Fenitoína, Fenobarbital e outros anticonvulsivantes que sejam substratos das isozimas do CYP: Interação não estudada com efavirenz, emtricitabina ou tenofovir disoproxil fumarato. Com efavirenz existe um potencial de redução ou aumento das concentrações plasmáticas de fenitoína, fenobarbital e de outros anticonvulsivantes que sejam substratos das isozimas do CYP. Quando Efavirenz / Emtricitabina / Tenofovir é coadministrado com um anticonvulsivante que é um substrato de isozimas do CYP, deve ser efetuada a monitorização periódica dos níveis de anticonvulsivantes.

Erlotinib + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os indutores potentes da atividade do CYP3A4 aumentam o metabolismo do erlotinib e diminuem significativamente a sua concentração plasmática. Num ensaio clínico, a utilização concomitante de erlotinib e de rifampicina (600 mg por via oral, uma vez por dia durante 7 dias), um indutor potente do CYP3A4, resultou numa diminuição de 69% na mediana da AUC do erlotinib. A administração concomitante de rifampicina com uma dose única de 450 mg de Erlotinib originou uma exposição média (AUC) ao erlotinib de 57,5%, em relação à obtida após a administração de uma dose única de 150 mg de Erlotinib, na ausência de tratamento com rifampicina. Desta forma, deve evitar-se a administração concomitante de Erlotinib com indutores do CYP3A4. Em doentes que necessitem de tratamento concomitante com Erlotinib e um potente indutor do CYP3A4, como a rifampicina, deve considerar-se um aumento da dose para 300 mg e estes devem ser monitorizados cuidadosamente relativamente à sua segurança (incluindo funções renal e hepática e eletrólitos séricos). Caso tolerem bem a medicação ao longo de mais de 2 semanas, pode considerar-se o aumento da dose para 450 mg, mantendo uma monitorização de segurança cuidadosa. Pode ainda ocorrer diminuição da exposição com outros indutores ex. fenitoína, carbamazepina, barbitúricos ou hipericão (Hypericum perforatum). Deve ter-se cuidado ao usar estas substâncias a tivas em associação com o erlotinib. Sempre que possível, devem ser considerados tratamentos alternativos, que não tenham uma forte atividade indutora do CYP3A4.

Axitinib + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Dados in vitro indicam que o axitinib é metabolizado principalmente pelo CYP3A4/5 e, em menor grau, pelo CYP1A2, CYP2C19 e pela uridina difosfato glucuronosiltransferase (UGT) 1A1. Indutores do CYP3A4/5: A administração de rifampicina, um indutor potente do CYP3A4/5, numa dose de 600 mg uma vez por dia durante 9 dias, reduziu a AUC média em 79% e a Cmax em 71% de uma dose única de 5 mg de axitinib em voluntários saudáveis. A coadministração de axitinib com indutores potentes do CYP3A4/5 (por exemplo, rifampicina, dexametasona, fenitoína, carbamazepina, rifabutina, rifapentina, fenobarbital e Hypericum perforatum [erva de São João]) pode diminuir as concentrações plasmáticas do axitinib. Recomenda-se a seleção de medicamentos concomitantes sem ou com um potencial indutor do CYP3A4/5 mínimo. Se for necessária a coadministração de um indutor potente do CYP3A4/5, recomenda-se um ajuste posológico do axitinib.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ibuprofeno + Pseudoefedrina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Fenitoína: A administração concomitante de Ibuprofeno / Pseudoefedrina com formulações contendo fenitoína pode aumentar o nível sérico destes medicamentos. A verificação do nível sérico da fenitoína não é normalmente necessária em caso de administração correta (no máximo durante 5 dias).
 Sem significado Clínico

Carbonato de lantânio + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Num modelo de simulação do suco gástrico, o carbonato de lantânio hidratado não formou complexos insolúveis com a varfarina, digoxina, furosemida, fenitoína, metoprolol ou enalapril, o que sugere que o seu potencial para afetar a absorção destes fármacos é reduzido.

Fluvastatina + Fenitoína

Observações: n.d
Interações: Interações farmacológicas: Fenitoína: Num estudo de interacção a administração concomitante de fluvastatina e fenitoína resultou num aumento dos valores médios de AUC e Cmáx da fluvastatina de 40% e 27% respectivamente. Esta associação deverá ser utilizada com precaução devido ao risco aumentado de desenvolvimento de miopatia e/ou rabdomiólise. A co-administração de fluvastatina (40 mg duas vezes por dia durante 5 dias) aumentou a Cmáx média da fenitoína em 5% enquanto a AUC média foi aumentada 22%. Os doentes sob tratamento com fenitoína deverão ser alvo de uma monitorização cuidadosa quando a terapêutica com fluvastatina é iniciada ou quando a dose é aumentada.

Nitazoxanida + Fenitoína

Observações: Não existem interações com o citocromo CYP 450, não havendo, portanto, contra-indicação de uso concomitante com outros medicamentos.
Interações: O uso de Nitazoxanida com anticoagulantes do tipo cumarínicos como a varfarina e com o anticonvulsivante fenitoína deve ser avaliado com cautela.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Risperidona + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Potencial para outros medicamentos afetarem Risperidona: Demonstrou-se que a carbamazepina diminui os níveis plasmáticos da fração antipsicótica ativa da risperidona. Podem observar-se efeitos semelhantes com, por exemplo, a rifampicina, a fenitoína e o fenobarbital que também induzem a enzima hepática CYP3A4 assim como a glicoproteína P. O médico deve reavaliar a posologia de Risperidona quando a carbamazepina ou outros indutores da enzima hepática CYP3A4 e da glicoproteína P são iniciados ou interrompidos.

Zalcitabina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com potencial para causar neuropatia periférica: Zalcitabina deve ser utilizado com cuidado nos doentes a receber outros medicamentos com potencial para causar neuropatia periférica. Os fármacos que têm sido associados à ocorrência de neuropatia periférica incluem os análogos dos nucleósidos anti-retrovíricos, cloranfenicol, cisplatina, dapsona, dissulfiram, etionamida, glutetimida, ouro, hidralazina, iodoquinol, isoniazida, metronidazol, nitrofurantoína, fenitoína, ribavirina e vincristina. Fármacos como a anfotericina, o foscarnet e os aminoglicosidos podem aumentar o risco de desenvolvimento de neuropatia periférica ou outros efeitos adversos associados ao Zalcitabina, por interferência com a clearance renal da zalcitabina (o que aumenta a exposição sistémica). Os doentes para quem é necessário utilizar um destes fármacos com Zalcitabina, devem ser sujeitos a monitorização clínica e laboratorial frequente, com ajuste da dose se se detectar alguma alteração significativa na função renal.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Didrogesterona + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Dados in vitro indicam que a didrogesterona e o seu metabolito principal 20 α- dihidrodidrogesterona (DHD) podem ser metabolizados pelas isoenzimas 3A4 e 2C19 do citocromo P 450. Como tal, o metabolismo da didrogesterona poderá estar aumentado pela utilização concomitante de substâncias conhecidas por induzir estas isoenzimas, tais como, anticonvulsionantes (por ex. fenobarbital, fenítoina, carbamazepina), anti-infeciosos (por ex. rifampicina, rifambutina, nevirapina, efavirenz) e preparações à base de plantas contendo, por ex., Erva de São João (Hyperium perforatum), raiz de valeriana, salva ou ginkgo biloba.

Etinilestradiol + Etonogestrel + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Interações com outros medicamentos As interações entre contracetivos hormonais e outros medicamentos podem originar hemorragias intracíclicas e/ou falência contracetiva. Foram descritas na literatura as seguintes interações: Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com medicamentos indutores das enzimas microssomais, o que pode resultar numa depuração aumentada das hormonas sexuais (por exemplo, fenitoína, fenobarbital, primidona, carbamazepina, rifampicina e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, ritonavir, griseofulvina e produtos contendo hipericão [Hypericum perforatum]). As mulheres que estejam a fazer tratamento com qualquer um destes fármacos deverão usar, temporariamente, um método de barreira. Durante o tempo de uso concomitante com fármacos indutores das enzimas microssomais hepáticas e 28 dias após a sua suspensão, deverá ser usado um método de barreira.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Glimepirida + Rosiglitazona + Fenitoína

Observações: Não existem estudos formais de interacção para este medicamento, no entanto o uso concomitante das substâncias activas em doentes em estudos clínicos e na sua vasta utilização clínica não originou interações inesperadas. Anformação disponível é acerca das substâncias activas individualmente (rosiglitazona e glimepirida).
Interações: ROSIGLITAZONA: A administração concomitante de rosiglitazona com rifampicina (um indutor do CYP2C8) originou uma diminuição de 66% na concentração plasmática da rosiglitazona. Não se poderá excluir o facto de outros indutores (p.ex: fenitoína, carbamazepina, fenobarbital, Hypericum perforatum) poderem também afectar a exposição à rosiglitazona. Poderá ser necessário aumentar a dose de rosiglitazona. Deverá ser considerada a monitorização cuidadosa do controlo glicémico. GLIMEPIRIDA: Com base na experiência com glimepirida e outras sulfonilureias, deverão ser mencionadas as seguintes interações. Diminuição do efeito de redução de glucose no sangue, pelo que poderão ocorrer casos de níveis aumentados de glucose no sangue quando um dos seguintes fármacos é administrado, por exemplo: Estrogénios e progestagénios, saluréticos, diuréticos tiazídicos, agentes estimuladores da tiróide, glucocorticóides, derivados da fenotiazina, clorpromazina, adrenalina e simpaticomiméticos, ácido nicotínico (doses elevadas) e derivados do ácido nicotínico, laxantes (utilização a longo prazo), fenitoína, diazóxido, glucagina, barbitúricos e rifampicina, acetozolamida.

Isavuconazol + Fenitoína

Observações: O isavuconazol é um substrato do CYP3A4 e do CYP3A5. O isavuconazol é um inibidor moderado do CYP3A4/5. O isavuconazol é um indutor ligeiro do CYP2B6. O isavuconazol é um inibidor ligeiro da P-glicoproteína (P-gp. O isavuconazol é um inibidor in vitro da BCRP. O isavuconazol é um inibidor ligeiro do transportador de catiões orgânicos 2 (OCT2. O isavuconazol é um inibidor ligeiro da UGT.
Interações: A administração concomitante de Isavuconazol com indutores potentes do CYP3A4/5, como a rifampicina, rifabutina, carbamazepina, barbitúricos de ação prolongada (por ex., fenobarbital), fenitoína e hipericão, ou com indutores moderados do CYP3A4/5, como o efavirenz, nafcilina e etravirina, é contraindicada, uma vez que estes medicamentos podem reduzir significativamente as concentrações plasmáticas do isavuconazol.

Bisoprolol + Hidroclorotiazida + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Associações a UTILIZAR COM CUIDADO: Antiarrítmicos de classe I (ex. disopiramida, quinidina, lidocaína, fenitoína, flecainida, propafenona): O efeito sobre o tempo de condução auriculo-ventricular pode ser potenciado e o efeito inotrópico negativo pode ser aumentado.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido acetilsalicílico + Paracetamol + Ácido ascórbico + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A associação de paracetamol e medicamentos antiepilépticos (incluíndo a fenitoína, barbitúricos, carbamazepina) indutores das enzimas hepáticas pode aumentar a toxicidade hepática induzida pelo paracetamol devido ao aumento da conversão do fármaco a metabolitos hepatotóxicos. Geralmente não é necessário a redução das doses em doentes que recebam concomitantemente doses terapêuticas de paracetamol e antiepiléticos. Contudo, os doentes devem limitar a auto-medicação com paracetamol quando estão medicados com antiepiléticos.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Flunarizina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A administração crónica da flunarizina não afetou a distribuição de fenitoína, carbamazepina, valproato ou fenobarbital. As concentrações plasmáticas da flunarizina foram geralmente mais baixas em doentes com epilepsia a tomar estes medicamentos antiepiléticos em comparação com indivíduos saudáveis a tomar doses semelhantes. A ligação às proteínas plasmáticas da carbamazepina, valproato e fenitoína não é afetada pela coadministração com a flunarizina.

Capecitabina + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Deve-se ter precaução quando a capecitabina é coadministrada com substratos 2C9 (p.ex., fenitoína). Foi relatada a ocorrência de aumento das concentrações plasmáticas de fenitoína, que em casos isolados resultou em sintomas de intoxicação pela fenitoína, durante a utilização concomitante de capecitabina e fenitoína. Os doentes a tomar concomitantemente fenitoína e capecitabina, devem ser regularmente monitorizados relativamente ao aumento das concentrações plasmáticas de fenitoína.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Omeprazol + Fenitoína

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interações: O omeprazol é um inibidor moderado da CYP2C19, a principal enzima que metaboliza omeprazol. Assim, o metabolismo concomitante de substâncias activas também metabolizadas pela CYP2C19 pode ser diminuída e a exposição sistémica a essas substâncias aumentada. Exemplos de tais substâncias são R-varfarina e outros antagonistas da vitamina K, cilostazol, diazepam e fenitoína. Recomenda-se a monitorização da concentração plasmática da fenitoína durante as primeiras duas semanas após o início do tratamento com omeprazol e, em caso de ajuste de dose da fenitoína, deve ocorrer monitorização e ajuste adicional da dose após a suspensão do tratamento com omeprazol.

Rolapitant + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Indutores enzimáticos A administração concomitante de rifampicina, um forte indutor enzimático, diminuiu significativamente a exposição sistémica ao rolapitant e ao seu metabolito ativo. Quando foram administrados 600 mg de rifampicina uma vez por dia durante 7 dias antes e 7 dias após a administração de uma dose única de 180 mg de rolapitant, a AUC média foi reduzida em 87% e o seu metabolito ativo em 89%, em comparação com a administração de rolapitant em monoterapêutica. Rolapitant não é recomendado em doentes que requerem a administração crónica de indutores fortes (por exemplo, rifampicina, carbamazepina, enzalutamida, fenitoína). O efeito de indutores moderados (por exemplo, efavirenz, rifabutina) não está estabelecido; portanto, não é recomendado o uso de rolapitant em doentes a quem já foi administrado um indutor moderado.

Cetorolac + Fenitoína

Observações: O cetorolac tem uma elevada ligação às proteínas plasmáticas humanas (média de 99,2%) e a ligação não depende da concentração. Não existe evidência em estudos humanos ou animais que cetorolac induza ou iniba as enzimas hepáticas capazes de o metabolizar a ele ou a outros fármacos. Como tal, não se espera que Cetorolac altere a farmacocinética de outros fármacos devido a mecanismos de indução ou inibição enzimática.
Interações: Em concentrações terapêuticas, a digoxina, varfarina, ibuprofeno, naproxeno, piroxicam, acetaminofeno, fenitoína e tolbutamida não alteraram a ligação de cetorolac às proteínas.

Dexlansoprazol + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. Foi demonstrado que o CYP2C19 e o CYP3A4 estão envolvidos no metabolismo do dexlansoprazol. O dexlansoprazol pode interferir com a absorção de medicamentos para os quais o pH gástrico é crítico em termos de biodisponibilidade. Estudos in vitro demonstraram que não é provável que Dexlansoprazol iniba as isoformas do CYP 1A1, 1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2D6, 2E1 ou 3A4. Assim sendo, não são de esperar interações clinicamente relevantes com fármacos metabolizados por estas enzimas do CYP. Medicamentos transportados pela glicoproteína P: Observou-se que o lansoprazol inibe a proteína transportadora, P-gp in vitro. Podem esperar-se efeitos semelhantes com o dexlansoprazol. A relevância clínica deste facto é desconhecida.
Interações: Estudos in vivo demonstraram que Dexlansoprazol não teve impacto na farmacocinética da fenitoína (substrato do CYP2C9) ou teofilina (substrato do CYP1A2) administradas concomitantemente.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Vinblastina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante de fenitoína por via oral ou intravenosa e combinações de fármacos quimioterápicos incluindo o sulfato de vinblastina pode levar à redução dos níveis séricos de fenitoína e a uma maior frequência de ataques convulsivos. O ajuste da dose de fenitoína deve ocorrer com base nos níveis sanguíneos. A contribuição do sulfato de vinblastina nesta interacção não está esclarecida. A interacção é possivelmente o resultado de uma redução da absorção de fenitoína e do aumento na taxa metabolização e eliminação.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Acetazolamida + Fenitoína

Observações: Aparentemente a acetazolamida aumenta a excreção urinária de cálcio e fosfatos.
Interações: A acetazolamida pode potenciar o risco de osteomalácia em pacientes a receber anticonvulsivantes, nomeadamente fenitoína.

Epirrubicina + Fenitoína

Observações: A Epirrubicina é principalmente utilizada em associação com outros agentes anticancerígenos. Pode ocorrer toxicidade aditiva, especialmente no que respeita a efeitos sobre a medula óssea/hematológicos e gastrointestinais. A Epirrubicina é extensamente metabolizada pelo fígado. As alterações da função hepática induzidas por terapêuticas concomitantes podem afectar o metabolismo, farmacocinética, eficácia terapêutica e/ou toxicidade da Epirrubicina.
Interações: É necessário estar ciente da possibilidade de perturbação marcada da hematopoiese com o tratamento prévio ou concomitante com medicamentos que afectam a medula óssea (isto é, citostásticos, sulfonamida, cloranfenicol, difenilhidantoína, derivados do amidopireno e anti-retrovirais).
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Mifepristona + Fenitoína

Observações: Não foram realizados estudos de interacção. Com base no metabolismo deste fármaco por CYP3A4, é possível o sumo de toranja iniba o seu metabolismo (aumentando os níveis séricos da mifepristona).
Interações: A rifampicina, a dexametasona, a erva de S. João e determinados anticonvulsivantes (fenitoína, fenobarbital, carbamazepina) podem induzir o metabolismo da mifepristona (diminuindo os níveis séricos da mifepristona).

Tenofovir alafenamida + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. O tenofovir alafenamida é um substrato do OATP1B1 e do OATP1B3 in vitro. A distribuição do tenofovir alafenamida no organismo pode ser afetada pela atividade do OATP1B1 e/ou do OATP1B3. O tenofovir alafenamida não é um inibidor do CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19 ou CYP2D6 in vitro. Não é inibidor do CYP3A in vivo. O tenofovir alafenamida não é um inibidor da uridina difosfato glucuronosiltransferase (UGT) 1A1 humana in vitro. Não se sabe se o tenofovir alafenamida é inibidor de outras enzimas UGT.
Interações: Medicamentos que podem afetar tenofovir alafenamida O tenofovir alafenamida é transportado pela gpP e pela proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP). Prevê-se que os medicamentos que são indutores da gpP (por ex., rifampicina, rifabutina, carbamazepina, fenobarbital ou hipericão) diminuam as concentrações plasmáticas do tenofovir alafenamida, o que pode levar à perda do efeito terapêutico de Tenofovir alafenamida. A coadministração destes medicamentos com Tenofovir alafenamida não é recomendada. Fenitoína: A coadministração não é recomendada.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Cloranfenicol

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que podem aumentar os níveis séricos de fenitoína incluem: cloranfenicol, sulfonamidas, dicumarol, disulfiram, isoniazida, cimetidina, sultiamo, fenilbutazona, tolbutamida, salicilatos, clordiazepóxido, fenotiazinas, diazepam e alcoolismo agudo.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Flecainida + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Antiepilépticos: os dados limitados sobre doentes que estejam a ser tratados com conhecidos indutores enzimáticos (fenitoína, fenobarbital, carbamazepina) indicam apenas um aumento de 30% na taxa de eliminação da flecainida.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Exemestano + Fenitoína

Observações: Os dados obtidos in vitro demonstraram que o fármaco é metabolizado através do citocromo P450 (CYP) 3A4 e das aldo-ceto redutases e que não inibe qualquer uma das principais isoenzimas do CYP.
Interações: A co-administração de fármacos como a fenitoína conhecida por induzir a CYP3A4 pode reduzir a eficácia do exemestano.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Sulfonamidas

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que podem aumentar os níveis séricos de fenitoína incluem: cloranfenicol, sulfonamidas, dicumarol, disulfiram, isoniazida, cimetidina, sultiamo, fenilbutazona, tolbutamida, salicilatos, clordiazepóxido, fenotiazinas, diazepam e alcoolismo agudo.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Dicumarol

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que podem aumentar os níveis séricos de fenitoína incluem: cloranfenicol, sulfonamidas, dicumarol, disulfiram, isoniazida, cimetidina, sultiamo, fenilbutazona, tolbutamida, salicilatos, clordiazepóxido, fenotiazinas, diazepam e alcoolismo agudo. Fármacos cuja eficácia é reduzida pela fenitoína incluem: corticosteróides, dicumarol, doxiciclina, contraceptivos orais, quinidina, vitamina D, digoxina, rifampicina, estrogénios e furosemida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Dissulfiram

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que podem aumentar os níveis séricos de fenitoína incluem: cloranfenicol, sulfonamidas, dicumarol, disulfiram, isoniazida, cimetidina, sultiamo, fenilbutazona, tolbutamida, salicilatos, clordiazepóxido, fenotiazinas, diazepam e alcoolismo agudo.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Dissulfiram + Fenitoína

Observações: Inibe as enzimas microssomais hepáticas metabolizadoras de fármacos. Inibe a aldeído-desidrogenase
Interações: Fenitoína: inibição do metabolismo e aumento dos níveis plasmáticos - Fenitoína
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Isoniazida

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que podem aumentar os níveis séricos de fenitoína incluem: cloranfenicol, sulfonamidas, dicumarol, disulfiram, isoniazida, cimetidina, sultiamo, fenilbutazona, tolbutamida, salicilatos, clordiazepóxido, fenotiazinas, diazepam e alcoolismo agudo.

Fosfato tricálcico + Colecalciferol + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A colestiramina, os corticosteroides e outros minerais interferem, reduzindo, com a absorção da vitamina D, enquanto que a difenilhidantoína e o fenobarbital favorecem a inactivação.
 Sem significado Clínico

Metformina + Saxagliptina + Fenitoína

Observações: A administração concomitante de doses múltiplas de saxagliptina (2,5 mg duas vezes por dia) e metformina (1.000 mg duas vezes por dia) não alterou significativamente o perfil farmacocinético da saxagliptina nem da metformina em doentes com diabetes tipo 2. Não foram realizados estudos formais de interação com Metformina/Saxagliptina.
Interações: SAXAGLIPTINA: Os dados clínicos a seguir descritos sugerem que é baixo o risco de interações clinicamente significativas com outros medicamentos administrados concomitantemente. O metabolismo da saxagliptina é mediado principalmente pelo citocromo P450 3A4/5 (CYP3A4/5). Em estudos in vitro, a saxagliptina e o seu principal metabolito não inibiram o CYP1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1, ou 3A4, nem induziram o CYP1A2, 2B6, 2C9, ou 3A4. A administração concomitante de saxagliptina com a rifampicina, um indutor potente do CYP3A4/5, reduziu a Cmax e a AUC da saxagliptina em cerca de 53% e 76%, respetivamente. A exposição ao metabolito ativo e a inibição da atividade plasmática da DPP4 num intervalo de dose não foram afetadas pela rifampicina. A administração concomitante de saxagliptina e indutores da CYP3A4/5, que não seja a rifampicina (tais como carbamazepina, dexametasona, fenobarbital e fenitoína) não foi estudada e pode resultar numa concentração plasmática reduzida da saxagliptina e numa concentração aumentada do seu metabolito principal. O controlo glicémico deverá ser cuidadosamente avaliado quando a saxagliptina é utilizada concomitantemente com um indutor potente do CYP3A4.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bexaroteno + Fenitoína

Observações: Não se efectuaram quaisquer estudos formais para avaliar as interações medicamentosas com bexaroteno.
Interações: Além disso, a co-administração com indutores de CYP3A4, como rifampicina, fenitoína, dexametasona ou fenobarbital, pode, teoricamente, causar uma redução das concentrações plasmáticas de bexaroteno.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Didrogesterona + Estradiol + Fenitoína

Observações: Não foram realizados estudos de interação.
Interações: A eficácia dos estrogénios e progestagénios pode ser prejudicada: O metabolismo dos estrogénios e dos progestagénios pode ser aumentado com a utilização concomitante de substâncias indutoras dos enzimas metabolizadores de fármacos, particularmente enzimas do citocromo P450, tais como anticonvulsivantes (por ex. fenobarbital, fenitoína, carbamazepina) e anti-infecciosos (por ex. rifampicina, rifabutina, nevirapina, efavirenz).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Cimetidina

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que podem aumentar os níveis séricos de fenitoína incluem: cloranfenicol, sulfonamidas, dicumarol, disulfiram, isoniazida, cimetidina, sultiamo, fenilbutazona, tolbutamida, salicilatos, clordiazepóxido, fenotiazinas, diazepam e alcoolismo agudo.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Inibidores da bomba de protões (IBP) + Fenitoína

Observações: A redução da acidez gástrica pode alterar a absorção de fármacos para os quais a acidez gástrica afecta a biodisponibilidade; Todos são metabolizados pelo cit. P450, incluindo o CYP2C19 e o CYP3A4; São raras as interacções clinicamente significativas.
Interações: Potenciam os efeitos por inibição do metabolismo: - Fenitoína
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cloreto de suxametónio + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A administração concomitante com antiepilépticos, nomeadamente, fenitoína e/ou carbamazepina reduz o tempo de recuperação após a administração de suxametónio.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Sultiamo

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que podem aumentar os níveis séricos de fenitoína incluem: cloranfenicol, sulfonamidas, dicumarol, disulfiram, isoniazida, cimetidina, sultiamo, fenilbutazona, tolbutamida, salicilatos, clordiazepóxido, fenotiazinas, diazepam e alcoolismo agudo.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Primidona + Fenitoína

Observações: Tanto a primidona como o seu principal metabolito, o fenobarbital, induzem a actividade enzimática hepática, principalmente o sistema enzimático CYP4503A4. Isto pode provocar alterações na farmacocinética de fármacos administrados simultaneamente.
Interações: Os fármacos cujo metabolismo possa ser aumentado e levar a uma diminuição da concentração plasmática e/ou diminuição do tempo de semi-vida, devido a uma terapêutica concomitante são: Androgéneos, beta-antagonistas, carbamazepina, ciclosporina, clonazepam, cloranfenicol, corticosteróides/glucocorticóides, ciclofosfamida, dicumarinas, digitoxina, doxiciclina, etosuxamida, etoposido, felbamato, granissetrom, lamotrigina, losartan, metadona, metronidazol, mianserina, Montelucaste, nelfinavir, nimodipina, contracetivos orais, oxcarbazepina, fentoína, quinidina, rocurónio, valproato de sódio, tiagabina, teofilinas, topiramato, antidepressores tricíclicos, vecurónio, varfarina e zonisamida.

Cloranfenicol + Fenitoína

Observações: O cloranfenicol é metabolizado no fígado e, como tal, pode interagir com os fármacos metabolizados pelas enzimas microssomais hepáticas.
Interações: Quando administrado conjuntamente com a fenitoína podem ser atingidas concentrações muito elevadas, potencialmente tóxicas de cloranfenicol, pelo que esta associação deve ser evitada.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Fenilbutazona

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que podem aumentar os níveis séricos de fenitoína incluem: cloranfenicol, sulfonamidas, dicumarol, disulfiram, isoniazida, cimetidina, sultiamo, fenilbutazona, tolbutamida, salicilatos, clordiazepóxido, fenotiazinas, diazepam e alcoolismo agudo.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Levofolinato de cálcio + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: O levofolinato de cálcio pode reduzir o efeito das substâncias antiepiléticas: fenobarbital, primidona, fenitoína e succinimidas, e pode aumentar a frequência de convulsões (pode ser observada uma redução dos níveis plasmáticos dos fármacos anticonvulsivos indutores enzimáticos, porque o metabolismo hepático está potenciado uma vez que os folatos são um dos cofatores).

Telitromicina + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos.
Interações: Efeito de outros medicamentos com o Telitromicina: Durante a administração concomitante da rifampicina e telitromicina em doses repetidas, a Cmax e AUC da telitromicina diminuíram em média de 79% e 86%, respetivamente. Portanto, a administração concomitante de indutores de CYP3A4 (tais como a rifampicina, fenitoína, carbamazepina, hipericão) pode resultar em níveis subterapêuticos da telitromicina e perda de efeito. A indução diminui gradualmente durante duas semanas após a suspensão do tratamento com indutores do CYP3A4. O Telitromicina não deve ser usado durante e após duas semanas de tratamento com indutores de CYP3A4.

Tramadol + Dexcetoprofeno + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Não é recomendado com Hidantoínas e fenitoína, utilizada para a epilepsia.

Amlodipina + Atorvastatina + Fenitoína

Observações: Os dados de um estudo de interação fármaco-fármaco que envolveu 10 mg de amlodipina e 80 mg de atorvastatina em indivíduos saudáveis indicam que a farmacocinética da amlodipina não é alterada quando os fármacos são coadministrados. Não foi demonstrado nenhum efeito da amlodipina na Cmáx da atorvastatina, mas a AUC da atorvastatina aumentou 18% (IC 90% [109-127%]) na presença de amlodipina. Não foi realizado nenhum estudo de interação medicamentosa com a associação fixa de amlodipina e atorvastatina e outros fármacos, embora tenham sido realizados estudos com os componentes individuais amlodipina e atorvastatina.
Interações: Interações relacionadas com a AMLODIPINA: Precaução especial com o uso concomitante: Indutores da CYP3A4 (agentes anticonvulsivantes como carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, fosfenitoína, primidona, rifampicina). Devido a um aumento do metabolismo hepático provocado pelos indutores da CYP3A4, existe um risco de níveis plasmáticos diminuídos dos bloqueadores da entrada do cálcio. Deverá ser efetuada monitorização clínica. Se necessário, deverá efetuar-se ajuste da dose e subsequentemente descontinuação da amlodipina durante o tratamento com estes indutores.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bazedoxifeno + Estrogénios conjugados + Fenitoína

Observações: O bazedoxifeno é sujeito a metabolismo pelas enzimas uridina difosfato glucuronil transferase (UGT) no trato intestinal e no fígado. O bazedoxifeno é sujeito a pouco, ou nenhum, metabolismo mediado pelo citocromo P450 (CYP). O bazedoxifeno não induz nem inibe as atividades das principais isoenzimas do CYP e é pouco provável que interaja com medicamentos coadministrados através do metabolismo mediado pelo CYP.
Interações: O metabolismo dos estrogénios pode aumentar através do uso concomitante de substâncias indutoras das enzimas metabolizadoras de medicamentos, especificamente das enzimas do citocromo P450, tais como anticonvulsivantes (por exemplo: fenobarbital, fenitoína, carbamazepina) e anti-infecciosos (por exemplo, rifampicina, rifabutina, nevirapina, efavirenz). Clinicamente, um metabolismo aumentado de estrogénios pode originar um efeito diminuído e alterações no perfil de hemorragia uterina. O metabolismo do bazedoxifeno pode ser aumentado pela utilização concomitante de substâncias conhecidas por induzir as UGT, como a rifampicina, o fenobarbital, a carbamazepina e a fenitoína, podendo conduzir a uma diminuição das concentrações sistémicas do bazedoxifeno. Uma redução da exposição ao bazedoxifeno pode estar associada a um aumento do risco de hiperplasia do endométrio. Caso surja hemorragia ou spotting (pequenas perdas de sangue) após algum tempo de terapêutica ou se continuarem após interrupção do tratamento, a causa deverá ser investigada, o que pode incluir uma biopsia ao endométrio para excluir malignidade no mesmo.

Ceritinib + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Agentes que podem reduzir as concentrações plasmáticas de ceritinib: Em indivíduos saudáveis, a co-administração de uma dose única de 750 mg de ceritinib com rifampicina (600 mg por dia durante 14 dias), um indutor potente da CYP3A /gp-P, resultou em reduções de 70% e 44% na AUC inf e Cmax de ceritinib, respetivamente, comparativamente com ceritinib administrado isoladamente. A co-administração de ceritinib com indutores potentes da CYP3A/gp-P reduz as concentrações plasmáticas de ceritinib. A utilização concomitante de indutores potentes da CYP3A deve ser evitada; incluindo, mas não limitado a, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, rifabutina, rifampicina e Erva de S. João ( Hypericum perforatum ). Com base nos dados in vitro, ceritinib inibe de forma competitiva o metabolismo de midazolam, um substrato da CYP3A, e diclofenac, um substrato da CYP2C9. Observou-se também inibição da CYP3A dependente do tempo. O valor de Cmax no estado de equilíbrio de ceritinib na dose clínica recomendada de 750 mg por dia pode exceder os valores Ki para CYP3A e CYP2C9, sugerindo que ceritinib possa inibir a eliminação de outros medicamentos metabolizados por estas enzimas em concentrações clinicamente relevantes. Pode ser necessária redução da dose com coadministração de medicamentos que são predominantemente metabolizados pela CYP3A e CYP2C9. A co-administração de ceritinib com substratos da CYP3A conhecidos por terem indíces terapêuticos estreitos (p. ex: astemizol, cisaprida, ciclosporina, ergotamina, fentanil, pimozida, quinidina, tacrolímus, alfentanil e sirolímus) e substratos da CYP2C9 conhecidos por terem indíces terapêuticos estreitos (p.ex: fenitoína e varfarina) devem ser evitadas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Estradiol + Fenitoína

Observações: Na administração transdérmica, o efeito de primeira passagem no fígado é evitado, sendo o medicamento menos afectado pelos indutores enzimáticos, do que as hormonas orais. Clinicamente, um metabolismo aumentado de estrogénios e progestagénios pode originar um efeito diminuído e alterações no perfil de hemorragia uterina.
Interações: O metabolismo dos estrogénios pode ser aumentado pela utilização concomitante de substâncias indutoras das enzimas que metabolizam o fármaco, especialmente enzimas do citocromo P450, tais como anticonvulsivantes (por exemplo, fenobarbital, fenitoína, carbamazepina) e anti-infecciosos (por exemplo, rifampicina, rifabutina, nevirapina, efavirenz).
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Tolbutamida

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que podem aumentar os níveis séricos de fenitoína incluem: cloranfenicol, sulfonamidas, dicumarol, disulfiram, isoniazida, cimetidina, sultiamo, fenilbutazona, tolbutamida, salicilatos, clordiazepóxido, fenotiazinas, diazepam e alcoolismo agudo.

Naproxeno + Esomeprazol + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: O seguinte foi também observado relativamente às mesmas enzimas: A administração concomitante de 30 mg de esomeprazol resulta numa diminuição de 45% na depuração do diazepam substrato CYP2C19. Não é provável que esta interação tenha relevância clínica. A administração concomitante de 40 mg de esomeprazol resulta num aumento de 13% nos níveis plasmáticos de fenitoína em doentes epiléticos. A administração concomitante de esomeprazol e um inibidor combinado do CYP2C19 e CYP3A4, tal como voriconazol, pode originar mais do que o dobro da exposição ao esomeprazol. A administração concomitante de esomeprazol e um inibidor CYP3A4, claritromicina (500 mg duas vezes ao dia), pode originar mais do que o dobro da exposição (AUC) ao esomeprazol. Não são necessários ajustes posológicos de esomeprazol em qualquer destes casos. Os fármacos conhecidos por induzir o CYP2C19 ou CYP3A4 ou ambos (tais como a rifampicina e o hipericão) podem levar à redução dos níveis séricos de esomeprazol, através do aumento do metabolismo de esomeprazol. O omeprazol, assim como o esomeprazol atuam como inibidores do CYP2C19. O omeprazol, administrado em doses de 40 mg em indivíduos saudáveis num estudo cruzado, aumentou a Cmax e a AUC para o cilostazol em 18% e 26% respetivamente, e um dos seus metabolitos ativos em 29% e 69% respetivamente. Dados em animais indicam que os AINEs podem aumentar o risco de convulsões associadas aos antibióticos do grupo das quinolonas. Doentes a tomar quinolonas podem ter um risco aumentado de desenvolvimento de convulsões.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Salicilatos

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que podem aumentar os níveis séricos de fenitoína incluem: cloranfenicol, sulfonamidas, dicumarol, disulfiram, isoniazida, cimetidina, sultiamo, fenilbutazona, tolbutamida, salicilatos, clorodiazepóxido, fenotiazinas, diazepam e alcoolismo agudo.

Regorafenib + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4 e UGT1A9/indutores do CYP3A4: Dados in vitro indicam que o regorafenib é metabolizado pelo citocromo CYP3A4 e pela uridina difosfato glucuronosil transferase UGT1A9. A administração de cetoconazol (400 mg durante 18 dias), um inibidor potente do CYP3A4, com uma dose única de regorafenib (160 mg no dia 5) resultou num aumento da exposição média do regorafenib (AUC) de aproximadamente 33% e numa diminuição da exposição média dos metabolitos ativos, M-2 (N-óxido) e M-5 (N-óxido e N-desmetil), de aproximadamente 90%. Recomenda-se evitar a utilização concomitante de inibidores potentes da atividade do CYP3A4 (ex.: claritromicina, sumo de toranja, itraconazol, cetoconazol, posaconazol, telitromicina e voriconazol) uma vez que a sua influência na exposição do regorafenib no estado estacionário e os seus metabolitos não foram estudados. Durante o tratamento com regorafenib deve ser evitada a coadministração de um inibidor potente da UGT1A9 (ex.: ácido mefenâmico, diflunisal e ácido niflúmico), uma vez que a sua influência na exposição do regorafenib no estado estacionário e os seus metabolitos não foram estudados. A administração de rifampicina (600mg durante 9 dias), um indutor potente do CYP3A4, com uma dose única de regorafenib (160 mg no dia 7) resultou numa diminuição da exposição média do regorafenib (AUC) de aproximadamente 50%, num aumento de 3 a 4 vezes da exposição média do metabolito ativo M-5 e em nenhuma alteração da exposição do metabolito ativo M-2. Outros indutores potentes da atividade do CYP3A4 (ex.: fenitoína, carbamazepina, fenobarbital, hipericão) também podem aumentar o metabolismo do regorafenib. Devem evitar-se os indutores potentes do CYP3A4 ou considerar-se a seleção de um medicamento alternativo concomitante sem potencial ou com um potencial mínimo de indução do CYP3A4.

Triamcinolona + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Indutores das enzimas hepáticas (por exemplo, barbitúricos, fenitoína, carbamazepina, rifampicina, primidona, aminoglutetimida): Pode verificar-se uma depuração metabólica aumentada de Triamcinolona. Os doentes devem ser observados cuidadosamente para verificar um possível efeito reduzido de Triamcinolona, e a dose deve ser ajustada em conformidade.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Clorodiazepóxido

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que podem aumentar os níveis séricos de fenitoína incluem: cloranfenicol, sulfonamidas, dicumarol, disulfiram, isoniazida, cimetidina, sultiamo, fenilbutazona, tolbutamida, salicilatos, clorodiazepóxido, fenotiazinas, diazepam e alcoolismo agudo.

Subcitrato de bismuto potássico + Metronidazol + Tetraciclina + Fenitoína

Observações: Não foram realizados estudos formais de interação com esta associação. Antes do tratamento, deve ser verificada a necessidade de outra medicação concomitante em doentes que estejam a tomar este medicamento. Apesar de não ter sido detetada qualquer interação específica com a associação, os doentes que tomem um grande número de medicamentos concomitantes têm geralmente um risco mais elevado de sofrerem efeitos indesejáveis e, por conseguinte, devem ser tratados com cuidado.
Interações: Interações com o metronidazol: Fenitoína, fenobarbital: A administração simultânea de fármacos que induzem as enzimas hepáticas microssomais, como a fenitoína ou o fenobarbital, podem acelerar a eliminação do metronidazol, resultando em níveis plasmáticos reduzidos. Também foi notificada a depuração diminuída da fenitoína em tais situações. É desconhecida a importância clínica da exposição sistémica reduzida ao metronidazol, uma vez que a contribuição relativa da atividade antimicrobiana sistémica versus a atividade antimicrobiana local contra o Helicobacter pylori não foi estabelecida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Fenotiazidas (fenotiazinas)

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que podem aumentar os níveis séricos de fenitoína incluem: cloranfenicol, sulfonamidas, dicumarol, disulfiram, isoniazida, cimetidina, sultiamo, fenilbutazona, tolbutamida, salicilatos, clorodiazepóxido, fenotiazinas, diazepam e alcoolismo agudo. Fármacos com potencial epilepticogénico, tais como os antidepressivos triciclicos ou as fenotiazinas, podem precipitar convulsões em doentes susceptíveis e a dose de fenitoína pode necessitar ser ajustada.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Pitolisant + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Medicamentos que afetam o metabolismo do pitolisant: Indutores enzimáticos: A administração concomitante de pitolisant com rifampicina em doses múltiplas diminui significativamente a Cmax média e o rácio da AUC do pitolisant em cerca de 39% e 50%, respetivamente. Por conseguinte, a administração concomitante de pitolisant com indutores potentes da CYP3A4 (por exemplo, rifampicina, fenobarbital, carbamazepina, fenitoína) deve ser feita com precaução. Quando o hipericão (Hypericum Perforatum) é tomado concomitantemente com pitolisant, devem ser tomadas precauções, devido ao seu potente efeito de indução da CYP3A4. Quando ambas as substâncias ativas são associadas, deve ser feita uma monitorização clínica e, eventualmente, um ajuste da dosagem durante a associação e uma semana após o tratamento com o indutor. Medicamentos cujo metabolismo pode ser afetado pelo pitolisant: Substratos da CYP3A4 e da CYP2B6: Com base nos dados in vitro, o pitolisant e os seus metabolitos principais podem induzir a CYP3A4 e a CYP2B6 em concentrações terapêuticas, e a CYP2C, UGT e glicoproteína-P por extrapolação. Não existem dados clínicos disponíveis sobre a magnitude desta interação. Por conseguinte, a associação de pitolisant com substratos da CYP3A4 com uma margem terapêutica estreita (por exemplo, imunossupressores, docetaxel, inibidores das quinases, cisaprida, pimozida, halofantrina), deve ser evitada. Medicamentos cujo metabolismo pode ser afetado pelo pitolisant: Com outros substratos da CYP3A4, CYP2B6 (por exemplo, efavirenz, bupropiona), CYP2C (por exemplo, repaglinida, fenitoína, varfarina), glicoproteína-P (por exemplo, dabigatrano, digoxina) e UGT (por exemplo, morfina, paracetamol, irinotecano), é necessária precaução quanto à monitorização clínica da sua eficácia.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cloranfenicol + Benzocaína + Fenitoína

Observações: Ao se administrar um antibiótico com um bactericida pode desencadear um antagonismo entre ambos.
Interações: Ao agir sobre o sistema de enzima P450 no fígado de forma reversível, prolonga a meia vida de clorpropamida, tolbutamida, dicumarol e fenitoína.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Diazepam

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que podem aumentar os níveis séricos de fenitoína incluem: cloranfenicol, sulfonamidas, dicumarol, disulfiram, isoniazida, cimetidina, sultiamo, fenilbutazona, tolbutamida, salicilatos, clorodiazepóxido, fenotiazinas, diazepam e alcoolismo agudo.

Fluvoxamina + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: CYP2C: Doentes recebendo administração concomitante de fluvoxamina e drogas com estreita margem terapêutica metabolizadas pelo CYP2C (tal como a fenitoína) devem ser cuidadosamente monitorizados e, se necessário, recomenda-se ajustamento da dose dessas drogas. Varfarina: Quando administrada com fluvoxamina, as concentrações plasmáticas de varfarina foram significativamente aumentadas e os tempos de protrombina prolongados. As isoenzimas do citocromo P450 envolvidas no metabolismo da varfarina incluem 2C9, 2C19, 2C8, 2C18, 1A2 e 3A4. O 2C9 é provavelmente a forma principal humana do citocromo P450 hepático que modula a atividade anticoagulante in vivo da varfarina.

Ritonavir + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Medicamentos que afetam os níveis de ritonavir: Os níveis séricos de ritonavir podem ser afetados por determinados medicamentos coadministrados (por ex. delavirdina, efavirenz, fenitoína e rifampicina). Efeitos do Ritonavir nos Medicamentos Não Antirretrovirais Coadministrados: Anticonvulsivantes: Divalproato, lamotrigina, fenitoína: Ritonavir administrado como potenciador farmacocinético ou como medicamento antirretroviral induz oxidação pela CYP2C9 e glucuronidação, pelo que se prevê que diminua as concentrações plasmáticas dos anticonvulsivantes. Recomenda-se monitorização cuidadosa dos níveis séricos ou efeitos terapêuticos quando estes medicamentos são administrados concomitantemente com ritonavir. A fenitoína pode diminuir os níveis séricos de ritonavir.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Caspofungina + Fenitoína

Observações: Estudos in vitro mostram que a caspofungina não é um inibidor de qualquer das enzimas do sistema do citocromo P450 (CYP). Em estudos clínicos, a caspofungina não induziu o metabolismo de outras substâncias pelo CYP3A4. A caspofungina não é um substrato para a glicoproteína - P e é um substrato pobre para as enzimas do citocromo P450. No entanto, em estudos farmacológicos e clínicos, foi demonstrado que a caspofungina interage com outros medicamentos. Todos os estudos de interação em adultos supracitados foram conduzidos com doses diárias de 50 ou 70 mg de caspofungina. A interação de doses mais elevadas de caspofungina com outros medicamentos não foi formalmente estudada.
Interações: Os dados limitados sobre os estudos farmacocinéticos na população indicam que a utilização concomitante de caspofungina com os indutores efavirenz, nevirapina, rifampicina, dexametasona, fenitoína ou carbamazepina, podem resultar numa diminuição da AUC da caspofungina. Quando se coadministram indutores das enzimas metabólicas em doentes adultos, deve considerar-se um aumento da dose diária de caspofungina para 70 mg, a seguir à dose de carga de 70 mg. Quando a caspofungina é coadministrada a doentes pediátricos (12 meses a 17 anos de idade) com indutores da depuração de fármacos como a rifampicina, efavirenz, nevirapina, fenitoína, dexametasona ou carbamazepina, deve ser considerada uma dose diária de 70 mg/m2 de caspofungina (não excedendo uma dose real diária de 70 mg).
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Fenitoína + Álcool

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que podem aumentar os níveis séricos de fenitoína incluem: cloranfenicol, sulfonamidas, dicumarol, disulfiram, isoniazida, cimetidina, sultiamo, fenilbutazona, tolbutamida, salicilatos, clorodiazepóxido, fenotiazinas, diazepam e alcoolismo agudo. Fármacos que podem diminuir os níveis séricos de fenitoína incluem: carbamazepina e abuso crónico de álcool; ácido fólico.

Fluodesoxiglucose (18 F) + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Todos os medicamentos que modifiquem as concentrações séricas de glucose podem afectar a sensibilidade da exploração (p.ex., corticosteróides, valproato, carbamacepina, fenitoina, fenobarbital e catecolaminas).
 Sem significado Clínico

Ertugliflozina + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Interações farmacocinéticas A administração de doses múltiplas de rifampicina (um indutor da UGT e do CYP) diminui a AUC e a Cmax da ertugliflozina em 39% e 15%, respetivamente. Esta diminuição na exposição não é considerada clinicamente relevante e, por conseguinte, não é recomendado qualquer ajuste posológico. Não é de esperar um efeito clinicamente relevante com outros indutores (p. ex., carbamazepina, fenitoína, fenobarbital). O impacto dos inibidores da UGT na farmacocinética da ertugliflozina não foi estudado clinicamente, mas não é esperado que qualquer potencial aumento à exposição de ertugliflozina devido à inibição da UGT, seja clinicamente relevante.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Carbamazepina

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que podem diminuir os níveis séricos de fenitoína incluem: carbamazepina e abuso crónico de álcool; ácido fólico.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Vincristina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Sulfato de Vincristina/Fenitoína: A administração simultânea, oral ou endovenosa, de Fenitoína e associações de quimioterapia antineoplásica que incluam a Vincristina, podem reduzir os níveis sanguíneos do anticonvulsivante e aumentar a actividade convulsiva. O ajuste da posologia deverá realizar-se com base em determinações, em série, dos níveis sanguíneos. Não está bem determinado qual o contributo da Vincristina para esta interacção. Pode resultar de uma insuficiente absorção da Fenitoína, um aumento na taxa do seu metabolismo ou eliminação.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Abacavir + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A rifampicina, o fenobarbital e a fenítoina podem reduzir as concentrações plasmáticas do abacavir.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Ácido fólico (Vitamina B9)

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que podem diminuir os níveis séricos de fenitoína incluem: carbamazepina e abuso crónico de álcool; ácido fólico.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Ondansetrom + Fenitoína

Observações: O ondansetrom é metabolizado por várias enzimas hepáticas do citocromo P-450: CYP3A4, CYP2D6 e CYP1A2. Devido à multiplicidade de enzimas metabólicas capazes de metabolizar o ondansetrom, a inibição enzimática ou a diminuição da actividade de uma enzima (ex., deficiência genética de CYP2D6) é normalmente compensada por outras enzimas e não deve produzir alterações significativas ou apenas uma alteração mínima da depuração total ou das necessidades posológicas de ondansetrom. A utilização de ondansetrom com medicamentos que prolongam o intervalo QT pode causar um prolongamento adicional de QT.
Interações: Em doentes tratados com indutores potentes da CYP3A4 (isto é, fenitoína, carbamazepina e rifampicina), a depuração oral de ondansetrom aumentou e as suas concentrações sanguíneas diminuíram.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Quetiapina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Carbamazepina e fenitoína: Num ensaio clínico de doses múltiplas em doentes para avaliar a farmacocinética da quetiapina administrada antes e durante o tratamento com carbamazepina (um conhecido indutor das enzimas hepáticas), a coadministração de carbamazepina aumentou significativamente a depuração da quetiapina. Este aumento da depuração reduziu a exposição sistémica à quetiapina (de acordo com a AUC) para uma média de 13% da exposição registada durante a administração de quetiapina isoladamente, embora tenha sido observado um efeito superior em alguns doentes. Como consequência desta interação, pode ocorrer uma diminuição das concentrações plasmáticas, o que poderá afetar a eficácia da terapêutica com quetiapina. A coadministração de quetiapina e fenitoína (outro indutor enzimático microssomal) causou um maior aumento da depuração da quetiapina de aproximadamente 450%. Em doentes que estejam a tomar indutores das enzimas hepáticas, o tratamento com quetiapina deverá apenas iniciar-se se o médico considerar que os benefícios de quetiapina se sobrepõem aos riscos associados à retirada do fármaco indutor. É importante que qualquer alteração no fármaco indutor seja gradual e, se necessário, dever-se-á proceder à sua substituição por fármacos não indutores (por ex. valproato de sódio).

Ácido acetilsalicílico + Paracetamol + Cafeína + Fenitoína

Observações: Não existem interações de segurança relevantes entre o ácido acetilsalicílico e o paracetamol.
Interações: Ácido acetilsalicílico e Fenitoína: O ASA aumenta os seus níveis séricos; a fenitoína sérica deve ser rigorosamente monitorizada. Paracetamol e Indutores enzimáticos ou substâncias potencialmente hepatotóxicas (exemplo, álcool, rifampicina, isoniazida, hipnóticos e antiepilépticos incluindo fenobarbital, fenitoína e carbamazepina): Aumento da toxicidade do paracetamol que pode conduzir a lesão hepática mesmo com doses não prejudiciais de paracetamol; assim, a função hepática deve ser monitorizada. O uso concomitante não é recomendado. Cafeína e Nicotina, fenitoína e fenilpropanolamina: Reduzem a semi-vida de eliminação da cafeína.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Fenitoína + Fenobarbital

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que podem aumentar ou diminuir os níveis séricos de fenitoína incluem: fenobarbital, valproato de sódio e certos antiácidos. O efeito da fenitoína sobre os níveis séricos do fenobarbital, ácido valpróico e valproato de sódio são também imprevisíveis.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Levofolinato dissódico + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: O levofolinato dissódico pode reduzir o efeito das substâncias antiepilépticas: Fenobarbital, primidona, fenitoína e succinimidas, e pode aumentar a frequência de convulsões (pode ser observada uma redução dos níveis plasmáticos do indutor enzimático dos fármacos anticonvulsivos, porque o metabolismo hepático é potenciado pelos folatos, um dos co-factores).

Cabazitaxel + Fenitoína

Observações: Os estudos in vitro mostraram que cabazitaxel é principalmente metabolizado através do CYP3A (80% a 90%).
Interações: A administração concomitante de indutores potentes do CYP3A (p.ex. fenitoína, carbamazepina, rifampicina, rifabutina, rifapentina, fenobarbital) deve ser evitada uma 7 vez que pode ocorrer uma diminuição das concentrações plasmáticas do cabazitaxel.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dienogest + Fenitoína

Observações: Com base em estudos de inibição in vitro, é pouco provável uma interacção clinicamente relevante do dienogest com o metabolismo mediado pelas enzimas do citocromo P450 de outros medicamentos. Nota: A informação de prescrição da medicação concomitante deverá ser consultada para identificar potenciais interações.
Interações: Podem ocorrer interações com fármacos (por ex., fenitoína, barbitúricos, primidona, carbamazepina, rifampicina e, possivelmente, também a oxcarbazepina, topiramato, felbamato, griseofulvina, nevirapina e produtos contendo hipericão (Hypericum perforatum)) que induzem enzimas microssómicas (por ex., enzimas do citocromo P450), o que pode resultar numa depuração aumentada de hormonas sexuais. Geralmente, a indução enzimática máxima não é observada durante 2 a 3 semanas, no entanto, poderá depois manter-se durante pelo menos 4 semanas após ter terminado a terapêutica.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Fenitoína + Ácido Valpróico (Valproato de sódio)

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que podem aumentar ou diminuir os níveis séricos de fenitoína incluem: fenobarbital, valproato de sódio e certos antiácidos. O efeito da fenitoína sobre os níveis séricos do fenobarbital, ácido valpróico e valproato de sódio são também imprevisíveis.

Ácido valpróico (Valproato de sódio) + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: O valproato diminui a concentração plasmática total da fenitoína. Aumenta sobretudo a fracção livre de fenitoína, podendo provocar sinais de sobredosagem (o ácido valpróico desloca a fenitoína dos seus locais de fixação às proteínas plasmáticas e reduz o seu catabolismo hepático). Recomenda-se, pois, uma vigilância clínica. Quando se determinam os níveis plasmáticos de fenitoína, deve sobretudo ter-se em conta a forma livre. Os antiepiléticos com efeito indutor enzimático (nomeadamente fenitoína, fenobarbital, carbamazepina) diminuem as concentrações séricas do valproato. Em caso de associação, ajustar a posologia em função dos níveis sanguíneos.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Fenitoína + Antiácidos

Observações: N.D.
Interações: Fármacos que podem aumentar ou diminuir os níveis séricos de fenitoína incluem: fenobarbital, valproato de sódio e certos antiácidos. O efeito da fenitoína sobre os níveis séricos do fenobarbital, ácido valpróico e valproato de sódio são também imprevisíveis.

Idelalisib + Fenitoína

Observações: O idelalisib é metabolizado principalmente através da aldeído oxidase e, numa menor extensão, através da CYP3A e por glucuronidação (UGT1A4). O seu metabolito principal é o GS-563117, que não é farmacologicamente ativo. O idelalisib e o GS-563117 são substratos da P-gp e da BCRP. O metabolito principal de idelalisib, GS-563117, é um inibidor potente da CYP3A.
Interações: Um estudo clínico de interação medicamentosa verificou que a coadministração de uma dose única de 150 mg de idelalisib com rifampicina (um indutor potente da CYP3A) resultou numa diminuição de ~75% da AUCinf de idelalisib. A coadministração de deste medicamento com indutores moderados ou potentes da CYP3A como a rifampicina, fenitoína, hipericão ou carbamazepina deve ser evitada, dado que pode resultar numa diminuição da eficácia.

Tacrolímus + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Inibidores do metabolismo: Estudos in vitro, demonstram que as substâncias a seguir indicadas são potenciais inibidores do metabolismo do tacrolímus: Bromocriptina, cortisona, dapsona, ergotamina, gestodeno, lidocaína, fenitoína, miconazol, midazolam, nilvadipina, noretisterona, quinidina, tamoxifeno, troleandomicina. O sumo de toranja tem sido relacionado com o aumento dos níveis sanguíneos de tacrolímus pelo que deverá ser evitado. Indutores do metabolismo: As substâncias a seguir indicadas demonstraram diminuir clinicamente os níveis sanguíneos de tacrolímus: Fortes interações foram observadas com rifampicina, fenitoína ou hipericão (Hypericum perforatum) o que pode requerer o aumento das doses de tacrolímus em praticamente todos os doentes. Foram reportadas interações clínicas relevantes com o fenobarbital. As doses de manutenção com corticosteróides demonstraram poder reduzir os níveis sanguíneos de tacrolímus. Doses elevadas de prednisolona ou metilprednisolona, administradas para o tratamento da rejeição aguda, têm o potencial de aumentar ou diminuir os níveis sanguíneos de tacrolímus. A carbamazepina, metamizol e isoniazida têm potencial para diminuir as concentrações de tacrolímus. Efeito do tacrolímus no metabolismo de outros medicamentos: O tacrolímus demonstrou aumentar os níveis sanguíneos de fenitoína.

Bosutinib + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Indutores da CYP3A: A utilização concomitante de Bosutinib com indutores potentes (por exemplo, rifampicina, fenitoína, carbamazepina, erva de São João, rifabutina, fenobarbital) ou moderados (por exemplo, bosentano, nafcilina, efavirenz, modafinil, etravirina) da CYP3A deve ser evitada, devido à ocorrência de uma diminuição na concentração plasmática do bosutinib. Com base na acentuada redução da exposição ao bosutinib que ocorreu com a administração concomitante de bosutinib com rifampicina, é pouco provável que o aumento da dose de Bosutinib no caso de uma administração concomitante com indutores potentes ou moderados da CYP3A compense suficientemente a perda de exposição. Deve ser exercida precaução no caso de uma utilização concomitante de indutores ligeiros da CYP3A com Bosutinib. No seguimento da administração concomitante de uma única dose de bosutinib com seis doses diárias de 600 mg de rifampicina após as refeições, em 24 indivíduos saudáveis, a exposição ao bosutinib (Cmax e AUC no plasma) diminuiu para 14% e 6%, respetivamente, dos valores resultantes da administração isolada de 500 mg de bosutinib.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Desferrasirox + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: O metabolismo de deferasirox depende das enzimas UGT. Num estudo com voluntários saudáveis, a administração concomitante de Desferrasirox (dose única de 30 mg/kg) e o indutor potente do UGT, rifampicina, (dose repetida de 600 mg/dia), resultaram numa diminuição da exposição do deferasirox em 44% (90% IC: 37%-51%). Pelo que, o uso concomitante de Desferrasirox com indutores potentes do UGT (p.ex. rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, ritonavir) pode resultar numa diminuição da eficácia de Desferrasirox. A ferritina sérica do doente deve ser monitorizada durante e após a associação e se necessário a dose de Desferrasirox pode ser ajustada.

Dexrazoxano + Fenitoína

Observações: O dexrazoxano pode aumentar a toxicidade induzida pelo ciclo de quimioterapia no qual ocorreu o acidente, os parâmetros hematológicos devem ser monitorizados cuidadosamente. Quando testado em cinco das principais isoenzimas do citocromo P450 CYP1A, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e CYP3A4, nenhuma destas foi inibida pelo dexrazoxano.
Interações: Os agentes citotóxicos que podem reduzir a absorção da fenitoína originando uma exacerbação das convulsões. O dexrazoxano não é recomendado em combinação com a fenitoína.

Fenitoína + Antidepressores (Tricíclicos)

Observações: N.D.
Interações: Fármacos com potencial epilepticogénico, tais como os antidepressivos triciclicos ou as fenotiazinas, podem precipitar convulsões em doentes susceptíveis e a dose de fenitoína pode necessitar ser ajustada.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Abacavir + Lamivudina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A rifampicina, o fenobarbital e a fenítoina podem reduzir as concentrações plasmáticas do abacavir e lamivudina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Corticosteroides

Observações: N.D.
Interações: Fármacos cuja eficácia é reduzida pela fenitoína incluem: corticosteróides, dicumarol, doxiciclina, contraceptivos orais, quinidina, vitamina D, digoxina, rifampicina, estrogénios e furosemida.

Nifedipina + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: A extensão e duração das interações devem ser tidas em consideração quando se administrar nifedipina juntamente com os seguintes medicamentos: Indutores do CYP3A4: Rifampicina: A rifampicina induz fortemente o sistema do citocromo P450 3A4. Com a administração concomitante de rifampicina, a exposição da nifedipina foi reduzida em cerca de 97%. Por conseguinte, a utilização de nifedipina em associação com rifampicina é contraindicada. Com a administração concomitante de indutores do CYP 3A4, como a fenitoína, carbamazepina, fenobarbital ou Erva de S. João (hipericão), a resposta clínica à nifedipina deve ser monitorizada e, se necessário, deve ser considerado um aumento na dose de nifedipina. Se a dose de nifedipina for aumentada durante a administração concomitante de ambos os medicamentos, deve considerar-se a redução da dose de nifedipina quando o tratamento for descontinuado. Medicamentos antiepiléticos indutores do sistema do citocromo P450 3A4, tais como a fenitoína, a carbamazepina e o fenobarbital. A fenitoína induz o sistema do citocromo P450 3A4. Com a administração concomitante de fenitoína, a biodisponibilidade da nifedipina é reduzida e, por conseguinte, a sua eficácia diminui. Quando os dois medicamentos são administrados concomitantemente, a resposta clínica à nifedipina deve ser monitorizada e, se necessário, considerar um aumento da dose de nifedipina. Se a dose de nifedipina for aumentada durante a administração concomitante de ambos os medicamentos, deve considerar-se a redução da dose de nifedipina quando o tratamento com fenitoína for descontinuado. Não foram realizados estudos formais destinados a investigar uma potencial interação entre a nifedipina e a carbamazepina ou a fenobarbitona. Como foi demonstrado que ambos os medicamentos reduzem as concentrações plasmáticas da nimodipina, um bloqueador dos canais de cálcio estruturalmente similar, devido a indução enzimática, não se pode excluir a possibilidade de uma descida nas concentrações plasmáticas de nifedipina e, consequentemente, uma redução da sua eficácia.

Anacinra + Fenitoína

Observações: Não foram formalmente estudadas as interações entre o Anacinra e outros fármacos.
Interações: Substratos do citocromo P450: A formação de enzimas CYP450 é suprimida pelo aumento dos níveis de citocinas (por exemplo, IL-1) durante a inflamação crónica. Assim, poderá presumir-se que, para um antagonista do recetor da IL-1, tal como o anacinra, a formação de enzimas CYP450 poderá ser normalizada durante o tratamento. Isto seria clinicamente relevante para substratos do CYP450 com um índice terapêutico estreito (por exemplo, varfarina e fenitoína). Após o início ou o fim do tratamento com Anacinra em doentes a receber estes tipos de medicamentos, poderá ser relevante considerar a monitorização terapêutica do efeito ou concentração destes produtos, podendo ser necessário ajustar a dose individual do medicamento.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Estradiol + Gestodeno + Fenitoína

Observações: Clinicamente, um aumento do metabolismo dos estrogénios e progestagénios pode conduzir à diminuição dos efeitos terapêuticos e a alterações no perfil de hemorragia uterina.
Interações: O metabolismo de estrogénios e progestagénios pode ser aumentado pelo uso concomitante de substâncias que induzem o sistema enzimático, nomeadamente as enzimas do citocromo P450, tais como os anticonvulsivantes (por exemplo, fenobarbital, fenitoína, carbamazepina) e anti-infecciosos (por exemplo, rifampicina, rifabutina, nevirapina, efavirenz).
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Doxiciclina

Observações: N.D.
Interações: Fármacos cuja eficácia é reduzida pela fenitoína incluem: corticosteróides, dicumarol, doxiciclina, contracetivos orais, quinidina, vitamina D, digoxina, rifampicina, estrogénios e furosemida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tolazamida + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Os bloqueadores dos canais de cálcio (por exemplo, diltiazem), corticosteróides (por exemplo, prednisona), descongestionantes (por exemplo, pseudoefedrina), diazóxido, diuréticos (por exemplo, furosemida, hidroclorotiazida), estrogénios, contraceptivos hormonais (por exemplo, comprimidos anticoncepcionais), isoniazida, niacina, Fenotiazinas (por exemplo, prometazina), fenitoína, rifamicinas (por exemplo, rifampicina), simpaticomiméticos (por exemplo, albuterol, epinefrina, terbutalina) ou suplementos de tireóide (por exemplo, levotiroxina), porque podem diminuir a eficácia da tolazamida, resultando em níveis elevados de açúcar no sangue.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Contracetivos orais

Observações: N.D.
Interações: Fármacos cuja eficácia é reduzida pela fenitoína incluem: corticosteróides, dicumarol, doxiciclina, contracetivos orais, quinidina, vitamina D, digoxina, rifampicina, estrogénios e furosemida.

Atazanavir + Cobicistate + Fenitoína

Observações: Ensaios de interações de fármacos não foram realizados para o Atazanavir / Cobicistate. Os mecanismos complexos ou não conhecidos de interações de fármacos opõem-se à extrapolação de interações medicamentosas com ritonavir a certas interações medicametosas com o cobicistate. As recomendações dadas mediante o uso concomitante de atazanavir e de outros medicamentos podem diferir consoante o atazanavir é potenciado com o ritonavir ou com o cobicistate. Em particular, o atazanavir potenciado com o cobicistate é mais sensível na indução da CYP3A. É também necessária precaução durante a primeira vez em que é efetuado o tratamento se for alternado o potenciador farmacológico do ritonavir para o cobicistate.
Interações: Medicamentos que afetam a exposição ao atazanavir/cobicistate: O atazanavir é metabolizado no fígado através da CYP3A4. O cobicistate é um substrato da CYP3A e é metabolizado com menor extensão pela CYP2D6. Uso concomitante contraindicado: A coadministração do Atazanavir / Cobicistate com medicamentos que são indutores fortes da CYP3A (tais como a carbamazepina, o fenobarbital, a fenitoína, a rifampicina, e o hipericão ou a Erva de São João [Hypericum perforatum]) pode resultar numa diminuição das concentrações plasmáticas do atazanavir e/ou do cobicistate, levando a perda do efeito terapêutico e possível desenvolvimento de resistência ao atazanavir.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Quinidina

Observações: N.D.
Interações: Fármacos cuja eficácia é reduzida pela fenitoína incluem: corticosteróides, dicumarol, doxiciclina, contracetivos orais, quinidina, vitamina D, digoxina, rifampicina, estrogénios e furosemida.

Nelfinavir + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Anticonvulsivantes: Fenitoína: Não se recomenda o ajuste de dose de nelfinavir. O nelfinavir pode levar à diminuição da AUC da fenitoína; por conseguinte, as concentrações da fenitoína devem ser monitorizadas durante a utilização concomitante com o nelfinavir.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Colecalciferol (ou Vitamina D3)

Observações: N.D.
Interações: Fármacos cuja eficácia é reduzida pela fenitoína incluem: corticosteróides, dicumarol, doxiciclina, contracetivos orais, quinidina, vitamina D, digoxina, rifampicina, estrogénios e furosemida.
 Sem significado Clínico

Rufinamida + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Outros medicamentos antiepiléticos: As interações farmacocinéticas entre a rufinamida e outros medicamentos antiepiléticos foram avaliadas em doentes com epilepsia utilizando mode lação farmacocinética populacional. A rufinamida não aparenta ter qualquer efeito clinicamente relevante nas concentrações de estado estacionário da carbamazepina, lamotrigina, fenobarbital, topiramato, fenitoina ou valproato.

Doravirina + Lamivudina + Tenofovir + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Anticonvulsivantes Carbamazepina, oxcarbazepina, fenobarbital, fenitoína: A administração concomitante é contraindicada.

Dronedarona + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Efeito de outros medicamentos na Dronedarona: Indutores do CYP3A4: A administração de rifampicina (600 mg uma vez por dia) diminuiu a exposição à dronedarona em 80% sem qualquer alteração significativa na exposição do seu metabolito ativo. Consequentemente, a coadministração de rifampicina e outros indutores potentes do CYP3A4, tais como o fenobarbital, carbamazepina, fenitoína, ou Hipericão não são recomendáveis, uma vez que provocam uma diminuição da exposição à dronedarona.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Ergocalciferol (vitamina D2)

Observações: N.D.
Interações: Fármacos cuja eficácia é reduzida pela fenitoína incluem: corticosteróides, dicumarol, doxiciclina, contracetivos orais, quinidina, vitamina D, digoxina, rifampicina, estrogénios e furosemida.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Floctafenina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: Anticoagulantes, sulfonilureias, sulfonamidas, fenitoína, lítio, metotrexato: Floctafenina, tal como outros medicamentos anti-inflamatórios, liga-se largamente à albumina sérica, esta sua característica pode levar a interações (deslocamento dos locais de ligação com proteínas) com esses medicamentos, cuja co-administração, portanto, requer cautela.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Metamizol sódico + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: O metamizol poderá intensificar o efeito de anticoagulantes derivados cumarínicos, antidiabéticos orais, fenitoína e sulfonamidas.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Sofosbuvir + Fenitoína

Observações: O sofosbuvir é um pró-fármaco nucleótido. Após a administração oral de Sofosbuvir, o sofosbuvir é rapidamente absorvido e sujeito a extensos metabolismos hepático de primeira passagem e intestinal. A clivagem hidrolítica intracelular do pró-fármaco, catalisada por enzimas incluindo a carboxilesterase 1 e os passos sequenciais de fosforilação catalisados por cinases de nucleótidos, resulta na formação do trifosfato análogo do nucleósido de uridina farmacologicamente ativo. O metabolito inativo circulante predominante GS-331007, que é responsável por mais de 90% da exposição sistémica às substâncias relacionadas com o fármaco é formado por vias sequenciais e paralelas à formação do metabolito ativo. A substância de origem sofosbuvir é responsável por aproximadamente 4% da exposição sistémica às substâncias relacionadas com o fármaco. Em estudos de farmacologia clínica, tanto o sofosbuvir como o GS-331007 foram monitorizados para fins de análises farmacocinéticas. O sofosbuvir é um substrato do transportador de fármacos P-gp e da proteína de resistência ao cancro da mama (breast cancer resistance protein, BCRP), enquanto que o GS-331007 não é. A via de ativação metabólica intracelular do sofosbuvir é mediada por vias de fosforilação de nucleótidos e de hidrolases geralmente de baixa afinidade e alta capacidade, o que é improvável que estas sejam afetadas por medicamentos concomitantes.
Interações: Os medicamentos que são indutores potentes da P-gp no intestino (p. ex., rifampicina, hipericão, carbamazepina e fenitoína) podem diminuir a concentração plasmática do sofosbuvir, reduzindo o efeito terapêutico de Sofosbuvir e, portanto, não devem ser utilizados com Sofosbuvir.
 Sem significado Clínico

Ertugliflozina + Metformina + Fenitoína

Observações: Não foram efetuados estudos de interação medicamentosa farmacocinética com Ertugliflozina + Metformina; contudo, estes tipos de estudo foram efetuados com as substâncias ativas individuais de Ertugliflozina + Metformina.
Interações: Ertugliflozina Interações farmacocinéticas Efeitos de outros medicamentos na farmacocinética da ertugliflozina O metabolismo pela UGT1A9 e UGT2B7 é o principal mecanismo de depuração para a ertugliflozina. A administração de doses múltiplas de rifampicina (um indutor da UGT e do CYP) diminui a AUC e a Cmax da ertugliflozina em 39% e 15%, respetivamente. Esta diminuição na exposição não é considerada clinicamente relevante e, por conseguinte, não é recomendado qualquer ajuste posológico. Não é de esperar um efeito clinicamente relevante com outros indutores (p. ex., carbamazepina, fenitoína, fenobarbital).
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Fármacos cuja eficácia é reduzida pela fenitoína incluem: corticosteróides, dicumarol, doxiciclina, contracetivos orais, quinidina, vitamina D, digoxina, rifampicina, estrogénios e furosemida.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Rifampicina

Observações: N.D.
Interações: Fármacos cuja eficácia é reduzida pela fenitoína incluem: corticosteróides, dicumarol, doxiciclina, contracetivos orais, quinidina, vitamina D, digoxina, rifampicina, estrogénios e furosemida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Isoniazida + Fenitoína

Observações: A isoniazida é um inibidor do metabolismo hepático de vários fármacos, o que pode potenciar a toxicidade de alguns fármacos tomados concomitantemente. Alimentos ricos em tiramina (queijo e peixe): A isoniazida com o consumo destes alimentos, pode causar elevação dos valores tensionais, taquicardia e rubor facial.
Interações: A isoniazida inibe o metabolismo hepático da fenitoína, resultando num aumento das concentrações plasmáticas de fenitoína e consequentemente, toxicidade em alguns doentes.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Abacavir + Lamivudina + Zidovudina + Fenitoína

Observações: N.D.
Interações: A rifampicina, o fenobarbital e a fenítoina podem reduzir as concentrações plasmáticas do abacavir, lamivudina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Estrogénios

Observações: N.D.
Interações: Fármacos cuja eficácia é reduzida pela fenitoína incluem: corticosteróides, dicumarol, doxiciclina, contracetivos orais, quinidina, vitamina D, digoxina, rifampicina, estrogénios e furosemida.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Etinilestradiol + Levonorgestrel + Fenitoína

Observações: Interações medicamentosas entre Contracetivos orais e outros medicamentos podem originar uma hemorragia de disrupção e/ou falha contraceptiva.
Interações: Metabolismo hepático: Podem ocorrer interações com substâncias que induzem as enzimas microssomais o que pode resultar numa depuração aumentada de hormonas sexuais (por ex. fenitoína, barbitúricos, primidona, carbamazepina, rifampicina, e possivelmente também oxcarbazepina, topiramato, felbamato, Griseofulvina e produtos contendo Erva de São João ou hipericão). Também a protease VIH (por ex. ritonavir) e inibidores não-nucleósidos da transcriptase reversa (por ex. nevirapina), e combinações dos dois, têm sido reportados como afectando potencialmente o metabolismo hepático.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Fenitoína + Furosemida

Observações: N.D.
Interações: Fármacos cuja eficácia é reduzida pela fenitoína incluem: corticosteróides, dicumarol, doxiciclina, contracetivos orais, quinidina, vitamina D, digoxina, rifampicina, estrogénios e furosemida.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

Todas as mulheres em idade fértil (com possibilidade de engravidar) deverão receber aconselhamento médico especializado antes de iniciarem o tratamento, devido ao aumento do risco de malformações congénitas.

O tratamento com medicamentos anti-epilépticos deverá ser reavaliado sempre que a mulher pretenda engravidar.

O risco de malformações congénitas é 2 a 3 vezes maior nos descendentes de grávidas medicadas com anti-epilépticos.

As malformações mais frequentes são dos lábios e cavidade oral, aparelho cardiovascular e tubo neural.

O tratamento com vários medicamentos anti-epilépticos (politerapia) poderá estar associado a um maior risco de malformações congénitas relativamente ao tratamento com um único medicamento (monoterapia).

Sempre que possível deverá ser utilizado um regime de medicamento único (monoterapia).

O tratamento com anti-epilépticos não deverá ser interrompido subitamente uma vez que pode aumentar o risco de crises epilépticas com consequências graves para a mãe e/ou para o feto.

Têm sido referenciados defeitos na coagulação nas primeiras 24 horas nos recém-nascidos de mães a que foram administrados fenobarbital e/ou fenitoína.

A vitamina k demonstrou prevenir ou corrigir este defeito e tem sido recomendado a sua administração às mães antes do parto e ao recém-nascido logo após o parto.

O aleitamento é desaconselhado devido à passagem da fenitoína para o leite materno e aos riscos de toxicidade ligados a este fármaco.

Recomenda-se precaução na condução e utilização de máquinas, dado os efeitos secundários descritos.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017