Etravirina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência na Condução Uso Hospitalar DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica)
O que é
A Etravirina é um inibidor da transcriptase reversa não nucleósidos (NNRTI).

Funciona através do bloqueio do crescimento do HIV.
Usos comuns
A Etravirina é utilizada com outros medicamentos para tratar o HIV em adultos e crianças que são pelo menos 6 anos de idade.

O HIV provoca a síndrome da imunodeficiência adquirida (SIDA).

A Etravirina não é uma cura para o HIV ou AIDS.
Tipo
Molécula pequena
História
A etravirina é comercializado pela Tibotec, uma subsidiária da Johnson & Johnson. Em janeiro de 2008, a Food and Drug Administration aprovou seu uso para pacientes com resistência a outras drogas estabelecida, tornando-se a droga anti-HIV 30 aprovado nos Estados Unidos eo primeiro a ser aprovado em 2008.

Também foi aprovado para uso no Canadá em 1 de abril de 2008.

A etravirina é licenciado nos Estados Unidos, Canadá, Israel, Rússia e União Europeia, e está sob revisão regulatória na Suíça e na Austrália.
Indicações
Etravirina, em combinação com um inibidor da protease potenciado e outros medicamentos antirretrovirais, é indicado para o tratamento da infeção pelo vírus da imunodeficiência humana tipo 1 (VIH-1) em doentes adultos com experiência prévia na terapêutica antirretroviral e em doentes pediátricos desde os 6 anos de idade com experiência prévia na terapêutica antirretroviral.

A indicação em adultos baseia-se em análises de 48 semanas de 2 ensaios de Fase III, realizados em doentes com extensa experiência prévia na terapêutica antirretroviral, nos quais este medicamento foi investigado em combinação com uma terapêutica de base otimizada (TBO) que incluiu darunavir/ritonavir.

A indicação em doentes pediátricos baseia-se numa análise de 48 semanas de um ensaio de Fase II com um único braço de tratamento, realizado em doentes pediátricos com experiência prévia na terapêutica antirretroviral.
Classificação CFT
01.03.01.02     Análogos não nucleosídeos inibidores da transcriptase inversa (reversa)
Mecanismo De Ação
A etravirina é um inibidor não nucleósido da transcriptase reversa (NNRTI) do VIH-1.

A etravirina 17 liga-se diretamente à transcriptase reversa (TR) e bloqueia as atividades ARN-dependentes e ADN-dependentes da DNA polimerase, provocando uma rutura do local catalítico da enzima.
Posologia Orientativa
Dose adulta usual para a Infecção pelo HIV:
200 mg por via oral duas vezes por dia, após uma refeição
Usual Dose pediátrica para a Infecção pelo HIV:
6 para menos de 18 anos;
16 kg a menos de 20 kg: 100 mg por via oral duas vezes por dia, após uma refeição
20 kg a menos de 25 kg: 125 mg por via oral duas vezes por dia após uma refeição
25 kg a menos de 30 kg: 150 mg por via oral duas vezes por dia, após uma refeição
30 kg ou mais: 200 mg por via oral duas vezes por dia após uma refeição
Administração
A terapêutica deve ser iniciada por um médico experiente no tratamento da infeção por VIH.

Deve ser sempre utilizado em associação com outros medicamentos antirretrovirais.

Administração oral.

Os doentes devem ser aconselhados a engolir o(s) comprimido(s) inteiros com líquido como água.


Os doentes que não são capazes de engolir o(s) comprimido(s) inteiros podem dispersá-los num copo com água.
Contraindicações
Hipersensibilidade à Etravirina.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Efeitos secundários muito frequente (afetam mais de 1 em cada 10 pessoas)
- erupção cutânea. A erupção cutânea é geralmente ligeira a moderada. Em situações raras, têm sido notificados casos de erupção cutânea muito graves, que podem colocar a vida em risco.
Assim, é importante contactar imediatamente o seu médico caso desenvolva erupção cutânea.

Efeitos secundários frequentes (afetam 1 em cada 10 pessoas)
- alterações em alguns valores das suas células sanguíneas ou de análises químicas. Estas podem ser observadas nos resultados das análises ao sangue. O seu médico irá explicar-lhe estas alterações. Os exemplos são: número de glóbulos vermelhos baixo, contagem de plaquetas sanguíneas baixa, níveis de gordura no sangue altos ou anormais, níveis de colesterol e levados, níveis de açúcar elevados;
- dor de cabeça, formigueiro ou dor nas mãos ou pés, dormência, cansaço, sonolência, ansiedade,
- diarreia, náuseas, vómitos, azia, dor abdominal, inflamação do estômago, flatulência;
- insuficiência renal, pressão arterial elevada, ataque cardíaco, diabetes,
- acumulação de gordura, suores noturnos.

Efeitos secundários pouco frequentes (afetam mais de 1 em cada 100 pessoas)
- angina, ritmo cardíaco irregular,
- perda de sensibilidade cutânea, preguiça, tremores, desmaios, sonolência, perda de memória, convulsões, acidente vascular cerebral, perturbação da atenção,
- visão turva, tonturas, letargia,
- dificuldade em respirar,
- boca seca, inflamação da boca, esforço para vomitar, prisão de ventre, distensão do abdómen, inflamação do pâncreas, vómito com sangue, diminuição do apetite,
- transpiração excessiva, comichão, pele seca, inchaço da face e/ou garganta,
- reações alérgicas (hipersensibilidade), sintomas de infeção (por exemplo, aumento dos nódulos linfáticos e febre),
- problemas do fígado, tais como hepatite,
- inchaço do peito nos homens,
- distúrbios do sono, sonhos anormais, confusão, desorientação, nervosismo,
- alterações corporais associadas a redistribuição da gordura.

Desconhecidos (a frequência não pode ser calculada a partir dos dados
disponíveis)
- reações de hipersensibilidade graves caracterizadas por erupção cutânea acompanhada por febre e inflamação de órgãos, tais como, hepatite.
Advertências
Conducao
Conducao:Não conduza se se sentir sonolento ou com tonturas após tomar o medicamento.
Precauções Gerais
Este medicamento não é uma cura para a infeção pelo VIH. Este faz parte de um tratamento para reduzir a quantidade do vírus que está no sangue.

Poderá continuar a transmitir o VIH enquanto toma este
medicamento, apesar de se reduzir o risco com uma terapêutica antirretroviral eficaz.

As pessoas que tomam este medicamento podem vir a desenvolver infeções ou outras doenças associadas à infeção pelo VIH. Deve manter um contacto regular com o seu médico.

Este medicamento foi utilizado num número limitado de doentes com idade igual ou superior a 65 anos.

Alguns doentes a tomar associações de medicamentos antirretrovirais podem desenvolver uma doença dos ossos chamada osteonecrose (morte do tecido ósseo causada por falta de fornecimento de sangue ao osso). A duração dos tratamentos com medicamentos antirretrovirais em associação, utilização de corticosteroides, o consumo de álcool, a imunossupressão grave, o índice de massa corporal aumentado, entre outros, poderão ser alguns dos muitos fatores de risco para o desenvolvimento desta doença. Os sinais da osteonecrose são rigidez nas articulações, sensação de dor e dores (especialmente da anca, joelho e ombro) e dificuldade nos movimentos. Se tiver algum destes sintomas, informe o seu médico.

Caso ocorra erupção cutânea, esta surge geralmente logo após o início do tratamento anti-VIH com este medicamento e desaparece, na maioria das vezes, dentro de 1 a 2 semanas, mesmo com a continuação da utilização do medicamento. Ocasionalmente, durante o tratamento com este medicamento pode ter reação de hipersensibilidade (reação alérgica incluindo erupção cutânea e febre, mas também inchaço da face, língua ou garganta, dificuldade em respirar ou engolir), que poderá potencialmente colocar a vida em risco.

Informe o seu médico se tem ou teve problemas de fígado, incluindo hepatite B e/ou C. O seu médico poderá avaliar o grau de gravidade da sua doença hepática antes de decidir se pode tomar este medicamento.
- Informe o seu médico se detetar alterações na forma ou gordura corporal. Pode ocorrer ganho, perda ou redistribuição da gordura corporal caso esteja a tomar uma associação de medicamentos anti-VIH.
- Informe imediatamente o seu médico se apresentar quaisquer sintomas de infeção. Alguns doentes com infeção pelo VIH avançada e com antecedentes de uma infeção oportunista, podem desenvolver sinais e sintomas de inflamação resultantes de uma infeção anterior logo após o início do tratamento anti-VIH. Pensa-se que estes sintomas são devidos a uma melhoria da resposta imunológica do organismo, que permite ao organismo combater infeções que podem estar presentes sem sintomas óbvios.
- Adicionalmente às infeções oportunistas, as doenças autoimunes (uma condição que ocorre quando o sistema imunitário ataca tecidos corporais saudáveis) também podem ocorrer depois de começar a tomar os medicamentos para o tratamento da sua infeção pelo VIH. As doenças autoimunes podem ocorrer muitos meses após o início do tratamento. Se notar quaisquer sintomas de infeção ou outros sintomas como fraqueza muscular, fraqueza a começar nas mãos e nos pés e dirigindo-se em direção ao tronco, palpitações, tremores ou hiperatividade, informe o seu médico imediatamente para procurar o tratamento necessário.

Não administre este medicamento a crianças com idade inferior a 6 anos e com peso corporal inferior a16 Kg pois os potenciais benefícios e riscos ainda não foram estabelecidos.

Não é recomendada a associação de Etravirina com qualquer um dos seguintes medicamentos:
- tipranavir/ritonavir (medicamentos anti-VIH)
- carbamazepina, fenobarbital, fenitoína (medicamentos que previnem as convulsões)
- rifampicina, porque é contraindicada com inibidores da protease potenciados e rifapentina (medicamentos para o tratamento de algumas infeções, tais como a tuberculose)
- produtos que contenham Hipericão (Hypericum perforatum) (uma preparação à base de plantas utilizada para a depressão).
Cuidados com a Dieta
É importante que tome Etravirina após a refeição. Se tomar com o estômago vazio, será absorvida apenas metade da quantidade. Siga o conselho do seu médico sobre o tipo de refeição que deve ser tomada com este medicamento.
Terapêutica Interrompida
Caso se recorde no período até 6 horas após a hora da toma habitual, deve tomar os comprimidos, assim que possível. Tome sempre os comprimidos após a refeição. Depois tome a próxima dose na toma habitual. Caso se recorde 6 horas ou mais após a hora da toma habitual, não tome a dose que se esqueceu e tome as doses seguintes conforme habitual. Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.
Os comprimidos deve ser conservado no frasco de origem. Manter o frasco bem fechado para proteger da humidade.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Atazanavir + Cobicistate + Etravirina

Observações: Ensaios de interações de fármacos não foram realizados para o Atazanavir / Cobicistate. Os mecanismos complexos ou não conhecidos de interações de fármacos opõem-se à extrapolação de interações medicamentosas com ritonavir a certas interações medicametosas com o cobicistate. As recomendações dadas mediante o uso concomitante de atazanavir e de outros medicamentos podem diferir consoante o atazanavir é potenciado com o ritonavir ou com o cobicistate. Em particular, o atazanavir potenciado com o cobicistate é mais sensível na indução da CYP3A. É também necessária precaução durante a primeira vez em que é efetuado o tratamento se for alternado o potenciador farmacológico do ritonavir para o cobicistate.
Interações: Medicamentos que afetam a exposição ao atazanavir/cobicistate: O atazanavir é metabolizado no fígado através da CYP3A4. O cobicistate é um substrato da CYP3A e é metabolizado com menor extensão pela CYP2D6. Uso concomitante não recomendado: A coadministração de Atazanavir / Cobicistate com medicamentos que são potenciadores moderados a fracos da CYP3A podem levar a uma diminuição das concentrações plasmáticas de atazanavir e/ou cobicistate, levando a uma perda do efeito terapêutico e possível desenvolvimento de resistência ao atazanavir. Alguns exemplos incluem, mas não estão limitados à etravirina, à nevirapina, ao efavirenz, ao boceprevir, à fluticasona e ao bosentan.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Guanfacina + Etravirina

Observações: N.D.
Interações: Indutores da CYP3A4: Quando os doentes estão a tomar Guanfacina concomitantemente com um indutor da CYP3A4, propõe-se um aumento da dose de Guanfacina no intervalo de doses recomendado. Verificou-se uma diminuição considerável da taxa e da extensão de exposição da guanfacina quando coadministrada com rifampicina, um indutor da CYP3A4. As concentrações plasmáticas máximas (Cmax) e a exposição (AUC) da guanfacina diminuíram respetivamente em 54% e 70%. Outros indutores da CYP3A4 podem ter um efeito comparável. Indutores da CYP3A4: Bosentano, Carbamazepina, Efavirenz, Etravirina, Modafinil, Nevirapina, Oxcarbazepina, Fenobarbital, Fenitoína, Primidona, Rifabutina, Rifampicina, Hipericão.

Tipranavir + Etravirina

Observações: Os estudos de interação apenas foram realizados em adultos.
Interações: MEDICAMENTOS ANTI-INFECCIOSOS: Análogos não nucleosídeos inibidores da transcriptase reversa (ITRNNs): Etravirina: A coadministração de etravirina e Tipranavir/ritonar não é recomendada.

Venetoclax + Etravirina

Observações: Venetoclax é metabolizado predominantemente pelo CYP3A.
Interações: Agentes que podem diminuir as concentrações plasmáticas de venetoclax: Indutores do CYP3A: A coadministração de rifampicina 600 mg uma vez por dia, um indutor forte do CYP3A, durante 13 dias em 10 indivíduos saudáveis, reduziu a Cmax em 42% e a AUC∞ em 71% de venetoclax. Deve ser evitada a utilização concomitante de Venetoclax com indutores fortes do CYP3A (p. ex. carbamazepina, fenitoína, rifampicina) ou indutores moderados do CYP3A (p. ex. bosentano, efavirenz, etravirina, modafinil, nafcilina). Devem considerar-se tratamentos alternativos com menor indução do CYP3A.

Bedaquilina + Etravirina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Indutores do CYP3A4: A exposição da bedaquilina pode ser reduzida durante a administração concomitante com indutores do CYP3A4. Num estudo de interação de dose única de bedaquilina e rifampicina uma vez por dia (potente indutor) em indivíduos saudáveis, a exposição (AUC) à bedaquilina foi reduzida em 52% [IC90% (-57;-46)]. Devido à possibilidade de redução do efeito terapêutico da bedaquilina resultante da diminuição da exposição sistémica, a administração concomitante de bedaquilina e indutores potentes ou moderados do CYP3A4 (ex. efavirenz, etravirina, rifamicinas incluindo rifampicina, rifapentina e rifabutina, carbamazepina, fenitoína, hipericão (Hypericum perforatum)) utilizados sistemicamente deve ser evitada.

Cariprazina + Etravirina

Observações: n.d.
Interações: Potencial de outros medicamentos para afetar a cariprazina: O metabolismo da cariprazina e dos seus principais metabolitos ativos, a desmetil cariprazina (DCAR) e a didesmetil cariprazina (DDCAR), é maioritariamente mediado pela CYP3A4 com um contributo menor da CYP2D6. Indutores da CYP3A4: A coadministração de cariprazina com indutores fortes e moderados da CYP3A4 pode resultar numa redução significativa na exposição à cariprazina total, pelo que a coadministração de cariprazina e indutores fortes ou moderados da CYP3A4 (p. ex. carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, rifampicina, hipericão (Hypericum perforatum), bosentano, efavirenz, etravirina, modafinil, nafcilina) é contraindicada.

Rilpivirina + Etravirina

Observações: A rilpivirina é um inibidor in vitro do transportador MATE-2K com um IC50 < 2,7 nM. As implicações clínicas deste achado são atualmente desconhecidas.
Interações: INTERAÇÕES E RECOMENDAÇÕES POSOLÓGICAS COM OUTROS MEDICAMENTOS ANTI-INFECIOSOS: Antirretrovirais: NNRTIs do VIH NNRTIs (delavirdina, efavirenz, etravirina, nevirapina): Não foi estudado. Não se recomenda a administração concomitante de Rilpivirina com outros NNRTIs.

Fosamprenavir + Etravirina

Observações: N.D.
Interações: Etravirina: Fosamprenavir pode requerer ajuste de dose (utilizando suspensão oral).

Darunavir + Cobicistate + Etravirina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com Darunavir / Cobicistate. Uma vez que Darunavir / Cobicistate contém darunavir e cobicistate, as interações que foram identificadas com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir) e com cobicistate determinam as interações que podem ocorrer com Darunavir / Cobicistate. Os ensaios de interação com darunavir/ritonavir e com cobicistate apenas foram realizados em adultos.
Interações: OUTROS MEDICAMENTOS ANTIRRETROVIRAIS VIH: Análogos não núcleo(s/t)ídeos inibidores da transcriptase reversa (NNRTI): Etravirina: Tendo por base considerações teóricas, é expectável que a etravirina diminua as concentrações plasmáticas de darunavir e/ou cobicistate. (Indução do CYP3A) A administração concomitante de Darunavir / Cobicistate e etravirina não é recomendada. Esta recomendação é diferente de darunavir potenciado com ritonavir.

Cobicistate + Etravirina

Observações: N.D.
Interações: Utilização concomitante não recomendada: A coadministração de Cobicistate com medicamentos que são indutores moderados a fracos do CYP3A pode resultar na diminuição da concentração plasmática de cobicistate e, consequentemente, da potenciação de atazanavir ou darunavir, levando a perda do efeito terapêutico e a possível desenvolvimento de resistência. Alguns exemplos incluem, mas não se limitam à etravirina, efavirenz, nevirapina, boceprevir, telaprevir, fluticasona e bosentano.

Osimertinib + Etravirina

Observações: Estudos in vitro demonstraram que a Fase I do metabolismo de osimertinib ocorre predominantemente via CYP3A4 e CYP3A5. Com base em estudos in vitro, osimertinib é um inibidor competitivo dos transportadores BCRP.
Interações: Indutores moderados do CYP3A4 (p.ex. bosentano, efavirenz, etravirina, modafinil) também podem diminuir a exposição do osimertinib e devem ser utilizados com precaução, ou evitados sempre que possível. Não existem dados clínicos disponíveis para recomendar um ajuste de dose de osimertinib.

Maraviroc + Etravirina

Observações: n.d.
Interações: ANTI-INFECCIOSOS: Antirretrovirais: Análogos dos não nucleósidos inibidores da transcriptase reversa (NNRTIs): Etravirina 200 mg BID: (maraviroc 300 mg BID) Etravirina só está aprovada para o uso com inibidores da protease potenciados. NNRTI +IP: Etravirina e darunavir/ritonavir: (maraviroc 150 mg BID) Etravirina e lopinavir/ritonavir, saquinavir/ritonavir ou atazanavir/ritonavir: Não foi estudado. Com base na extensão de inibição por lopinavir/ritonavir, saquinavir/ritonavir ou atazanavir/ritonavir na ausência de etravirina, é esperado um aumento da exposição. A dose de maraviroc deve ser reduzida para 150 mg duas vezes por dia quando coadministrado com etravirina e um IP.

Dasabuvir + Etravirina

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Dasabuvir deve ser sempre administrado em conjunto com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir. Quando coadministrados, exercem efeitos recíprocos um sobre o outro. Por conseguinte, o perfil de interação dos compostos tem de ser considerado como uma associação.
Interações: Interações entre Dasabuvir com ombitasvir/paritaprevir/ritonavir e outros medicamentos: ANTIVIRAIS ANTI-VIH: INIBIDORES NÃO NUCLEÓSIDOS DA TRANSCRIPTASE REVERSA: Nevirapina, Etravirina: Administrado com: Dasabuvir+ombitasvir/paritaprevir/ritonavir A utilização concomitante está contraindicada.

Raltegravir + Etravirina

Observações: Todos os ensaios de interação foram realizados em adultos.
Interações: Efeito do raltegravir na farmacocinética de outros medicamentos: Nos ensaios de interação, o raltegravir não teve um efeito clinicamente significativo na farmacocinética da etravirina, maraviroc, tenofovir, contracetivos hormonais, metadona, midazolam ou do boceprevir. Efeito de outros medicamentos na farmacocinética do raltegravir: Uma vez que o raltegravir é principalmente metabolizado pela UGT1A1, deve ter-se precaução quando se administra concomitantemente Raltegravir com indutores potentes da UGT1A1 (por ex., rifampicina). A rifampicina reduz os níveis plasmáticos de raltegravir; desconhece-se o impacto na eficácia do raltegravir. No entanto, se a administração concomitante com rifampicina não puder ser evitada, pode considerar-se uma duplicação da dose de Raltegravir em adultos. Não existem dados para orientar a administração concomitante de Raltegravir com rifampicina em doentes com idade inferior a 18 anos. Desconhece-se o impacto de outros indutores potentes de enzimas que metabolizam os fármacos, como a fenitoína e o fenobarbital na UGT1A1. Indutores menos potentes (por ex., efavirenz, nevirapina, etravirina, rifabutina, glucocorticoides, hipericão, pioglitazona) podem ser utilizados com a dose recomendada de Raltegravir. A administração concomitante de Raltegravir com medicamentos que sejam inibidores potentes da UGT1A1 (por exemplo, atazanavir) pode aumentar os níveis plasmáticos do raltegravir. Os inibidores menos potentes da UGT1A1 (por ex., indinavir, saquinavir) podem também aumentar os níveis plasmáticos do raltegravir, mas em menor extensão quando comparados com o atazanavir. Dados de Interações Farmacocinéticas: ANTIRRETROVÍRICOS: Análogos não nucleosídeos inibidores da transcriptase reversa (NNRTIs): Etravirina (raltegravir 400 mg Duas Vezes por Dia) Não é necessário ajuste posológico para o Raltegravir ou para a etravirina.

Telaprevir + Etravirina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: INIBIDORES DA TRANSCRIPTASE REVERSA: Etravirina: Não é necessário ajuste da dose quando administrado concomitantemente.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Etravirina + Indutores do CYP3A4

Observações: A etravirina é metabolizada pelo CYP3A4, CYP2C9 e CYP2C19 seguida de glucoronidação dos metabolitos efetuada pela glucoroniltransferase da uridina difosfato (UDPGT). A etravirina é um indutor fraco do CYP3A4. A administração concomitante de Etravirina com medicamentos metabolizados primariamente pelo CYP3A4 pode conduzir a uma diminuição das concentrações plasmáticas desses medicamentos, o que por sua vez pode diminuir ou encurtar os seus efeitos terapêuticos. A etravirina é um inibidor fraco do CYP2C9 e CYP2C19. A etravirina é também um inibidor fraco da glicoproteína P. A associação com medicamentos metabolizados primariamente pelo CYP2C9 ou CYP2C19 ou transportados pela glicoproteína P pode conduzir a um aumento das concentrações plasmáticas desses medicamentos, o que por sua vez pode aumentar ou prolongar o seu efeito terapêutico ou alterar o perfil de acontecimentos adversos.
Interações: Os medicamentos que induzem o CYP3A4, o CYP2C9 ou o CYP2C19 podem aumentar a depuração da etravirina, conduzindo a concentrações plasmáticas baixas de etravirina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Etravirina + Indutores do CYP2C9

Observações: A etravirina é metabolizada pelo CYP3A4, CYP2C9 e CYP2C19 seguida de glucoronidação dos metabolitos efetuada pela glucoroniltransferase da uridina difosfato (UDPGT). A etravirina é um indutor fraco do CYP3A4. A administração concomitante de Etravirina com medicamentos metabolizados primariamente pelo CYP3A4 pode conduzir a uma diminuição das concentrações plasmáticas desses medicamentos, o que por sua vez pode diminuir ou encurtar os seus efeitos terapêuticos. A etravirina é um inibidor fraco do CYP2C9 e CYP2C19. A etravirina é também um inibidor fraco da glicoproteína P. A associação com medicamentos metabolizados primariamente pelo CYP2C9 ou CYP2C19 ou transportados pela glicoproteína P pode conduzir a um aumento das concentrações plasmáticas desses medicamentos, o que por sua vez pode aumentar ou prolongar o seu efeito terapêutico ou alterar o perfil de acontecimentos adversos.
Interações: Os medicamentos que induzem o CYP3A4, o CYP2C9 ou o CYP2C19 podem aumentar a depuração da etravirina, conduzindo a concentrações plasmáticas baixas de etravirina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Etravirina + Inibidores do CYP2C19

Observações: A etravirina é metabolizada pelo CYP3A4, CYP2C9 e CYP2C19 seguida de glucoronidação dos metabolitos efetuada pela glucoroniltransferase da uridina difosfato (UDPGT). A etravirina é um indutor fraco do CYP3A4. A administração concomitante de Etravirina com medicamentos metabolizados primariamente pelo CYP3A4 pode conduzir a uma diminuição das concentrações plasmáticas desses medicamentos, o que por sua vez pode diminuir ou encurtar os seus efeitos terapêuticos. A etravirina é um inibidor fraco do CYP2C9 e CYP2C19. A etravirina é também um inibidor fraco da glicoproteína P. A associação com medicamentos metabolizados primariamente pelo CYP2C9 ou CYP2C19 ou transportados pela glicoproteína P pode conduzir a um aumento das concentrações plasmáticas desses medicamentos, o que por sua vez pode aumentar ou prolongar o seu efeito terapêutico ou alterar o perfil de acontecimentos adversos.
Interações: A associação de Etravirina com outros medicamentos que inibem o CYP3A4, o CYP2C9 ou o CYP2C19 podem diminuir a depuração da etravirina e podem conduzir ao aumento das concentrações plasmáticas da etravirina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Etravirina + Indutores do CYP2C19

Observações: A etravirina é metabolizada pelo CYP3A4, CYP2C9 e CYP2C19 seguida de glucoronidação dos metabolitos efetuada pela glucoroniltransferase da uridina difosfato (UDPGT). A etravirina é um indutor fraco do CYP3A4. A administração concomitante de Etravirina com medicamentos metabolizados primariamente pelo CYP3A4 pode conduzir a uma diminuição das concentrações plasmáticas desses medicamentos, o que por sua vez pode diminuir ou encurtar os seus efeitos terapêuticos. A etravirina é um inibidor fraco do CYP2C9 e CYP2C19. A etravirina é também um inibidor fraco da glicoproteína P. A associação com medicamentos metabolizados primariamente pelo CYP2C9 ou CYP2C19 ou transportados pela glicoproteína P pode conduzir a um aumento das concentrações plasmáticas desses medicamentos, o que por sua vez pode aumentar ou prolongar o seu efeito terapêutico ou alterar o perfil de acontecimentos adversos.
Interações: Os medicamentos que induzem o CYP3A4, o CYP2C9 ou o CYP2C19 podem aumentar a depuração da etravirina, conduzindo a concentrações plasmáticas baixas de etravirina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Etravirina + Inibidores do CYP3A4

Observações: A etravirina é metabolizada pelo CYP3A4, CYP2C9 e CYP2C19 seguida de glucoronidação dos metabolitos efetuada pela glucoroniltransferase da uridina difosfato (UDPGT). A etravirina é um indutor fraco do CYP3A4. A administração concomitante de Etravirina com medicamentos metabolizados primariamente pelo CYP3A4 pode conduzir a uma diminuição das concentrações plasmáticas desses medicamentos, o que por sua vez pode diminuir ou encurtar os seus efeitos terapêuticos. A etravirina é um inibidor fraco do CYP2C9 e CYP2C19. A etravirina é também um inibidor fraco da glicoproteína P. A associação com medicamentos metabolizados primariamente pelo CYP2C9 ou CYP2C19 ou transportados pela glicoproteína P pode conduzir a um aumento das concentrações plasmáticas desses medicamentos, o que por sua vez pode aumentar ou prolongar o seu efeito terapêutico ou alterar o perfil de acontecimentos adversos.
Interações: A associação de Etravirina com outros medicamentos que inibem o CYP3A4, o CYP2C9 ou o CYP2C19 podem diminuir a depuração da etravirina e podem conduzir ao aumento das concentrações plasmáticas da etravirina.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Etravirina + Inibidores do CYP2C9

Observações: A etravirina é metabolizada pelo CYP3A4, CYP2C9 e CYP2C19 seguida de glucoronidação dos metabolitos efetuada pela glucoroniltransferase da uridina difosfato (UDPGT). A etravirina é um indutor fraco do CYP3A4. A administração concomitante de Etravirina com medicamentos metabolizados primariamente pelo CYP3A4 pode conduzir a uma diminuição das concentrações plasmáticas desses medicamentos, o que por sua vez pode diminuir ou encurtar os seus efeitos terapêuticos. A etravirina é um inibidor fraco do CYP2C9 e CYP2C19. A etravirina é também um inibidor fraco da glicoproteína P. A associação com medicamentos metabolizados primariamente pelo CYP2C9 ou CYP2C19 ou transportados pela glicoproteína P pode conduzir a um aumento das concentrações plasmáticas desses medicamentos, o que por sua vez pode aumentar ou prolongar o seu efeito terapêutico ou alterar o perfil de acontecimentos adversos.
Interações: A associação de Etravirina com outros medicamentos que inibem o CYP3A4, o CYP2C9 ou o CYP2C19 podem diminuir a depuração da etravirina e podem conduzir ao aumento das concentrações plasmáticas da etravirina.
 Multiplos efeitos Terapêuticos/Tóxicos

Claritromicina + Etravirina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de outros medicamentos na claritromicina: Etravirina: A exposição da claritromicina diminuiu na presença da etravirina; no entanto as concentrações do metabolito ativo 14-OH-claritromicina aumentaram. Considerando que 14-OH-claritromicina tem uma atividade reduzida contra o complexo Mycobacterium avium (MAC), a atividade geral contra este patogénio poderá estar alterada; deste modo deverão ser consideradas alternativas à claritromicina no tratamento do MAC.

Lurasidona + Etravirina

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas: Outros potenciais medicamentos que podem afetar a lurasidona: Tanto a lurasidona como o seu metabolito ativo ID-14283 contribuem para o efeito farmacodinâmico nos recetores dopaminérgicos e serotoninérgicos. A lurasidona e seu metabolitoativo ID-14283 são principalmente metabolizados pelo CYP3A4. Indutores do CYP3A4: A lurasidona é contraindicada em concomitância com indutores fortes do CYP3A4 (por exemplo, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, rifampicina, hipericão (Hypericum perforatum)). A administração concomitante de lurasidona como indutor forte do CYP3A4 rifampicina resultou numa redução de 6 vezes na exposição da lurasidona. É esperado que a administração concomitante de lurasidona com indutores fracos (por exemplo, armodafinil, amprenavir, aprepitante, prednisona, rufinamida) ou moderados (por exemplo, bosentano, efavirenz, etravirina, modafinil, nafcilina) do CYP3A4 origine uma redução <2 vezes na exposição da lurasidona durante a administração concomitante e até 2 semanas após a interrupção de indutores fracos ou moderados do CYP3A4. Quando a lurasidona é coadministrada com indutores fracos ou moderados do CYP3A4, a eficácia da lurasidona deve ser cuidadosamente monitorizada e pode ser necessário um ajuste da dose.

Darunavir + Etravirina

Observações: O perfil de interação do darunavir pode variar dependendo se é utilizado o ritonavir ou o cobicistate como fármacos potenciadores. As recomendações dadas para a utilização concomitante de darunavir e outros medicamentos podem por isso variar dependendo se darunavir é potenciado com ritonavir ou com cobicistate, e é também necessária precaução durante o primeiro tempo de tratamento, se se substituir o fármaco potenciador de ritonavir para cobicistate.
Interações: Medicamentos que afetam a exposição a darunavir (cobicistate como fármaco potenciador): O darunavir e o cobicistate são metabolizados pelo CYP3A, e a administração concomitante com indutores do CYP3A pode resultar em exposições plasmáticas subterapêuticas ao darunavir. O darunavir potenciado com cobicistate é mais sensível à indução do CYP3A, do que darunavir potenciado com ritonavir: A administração concomitante de darunavir/cobicistate com indutores fracos a moderados do CYP3A (ex.: efavirenz, etravirina, nevirapina, boceprevir, telaprevir, fluticasona e bosentano) não é recomendada. À administração concomitante com inibidores fortes do CYP3A4, aplicam-se as mesmas recomendações independentemente de darunavir ser potenciado com ritonavir ou com cobicistate. ANTIRRETROVIRAIS PARA O VIH: Análogos não nucleo(s/t)ídeos inibidores da transcriptase reversa (NNRTIs): Etravirina 100 mg, duas vezes por dia: A associação de Darunavir coadministrado com uma dose baixa de ritonavir e 200 mg de etravirina, duas vezes por dia, pode ser utilizada sem ajustes posológicos. A coadministração de Darunavir coadministrado com cobicistate não está recomendada.

Ombitasvir + Paritaprevir + Ritonavir + Etravirina

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir foi administrado em doses múltiplas em todos os estudos de interação medicamentosa, com exceção dos estudos de interação medicamentosa com carbamazepina, gemfibrozil e cetoconazol.
Interações: Interações entre Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir e outros medicamentos ANTIVIRAIS ANTI-VIH: INIBIDORES NÃO NUCLEÓSIDOS DA TRANSCRIPTASE REVERSA: Nevirapina, Etravirina: Administrado com: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir. Não estudado. A utilização concomitante está contraindicada.

Isavuconazol + Etravirina

Observações: O isavuconazol é um substrato do CYP3A4 e do CYP3A5. O isavuconazol é um inibidor moderado do CYP3A4/5. O isavuconazol é um indutor ligeiro do CYP2B6. O isavuconazol é um inibidor ligeiro da P-glicoproteína (P-gp. O isavuconazol é um inibidor in vitro da BCRP. O isavuconazol é um inibidor ligeiro do transportador de catiões orgânicos 2 (OCT2. O isavuconazol é um inibidor ligeiro da UGT.
Interações: A administração concomitante de Isavuconazol com indutores potentes do CYP3A4/5, como a rifampicina, rifabutina, carbamazepina, barbitúricos de ação prolongada (por ex., fenobarbital), fenitoína e hipericão, ou com indutores moderados do CYP3A4/5, como o efavirenz, nafcilina e etravirina, é contraindicada, uma vez que estes medicamentos podem reduzir significativamente as concentrações plasmáticas do isavuconazol.

Bosutinib + Etravirina

Observações: N.D.
Interações: Indutores da CYP3A: A utilização concomitante de Bosutinib com indutores potentes (por exemplo, rifampicina, fenitoína, carbamazepina, erva de São João, rifabutina, fenobarbital) ou moderados (por exemplo, bosentano, nafcilina, efavirenz, modafinil, etravirina) da CYP3A deve ser evitada, devido à ocorrência de uma diminuição na concentração plasmática do bosutinib. Com base na acentuada redução da exposição ao bosutinib que ocorreu com a administração concomitante de bosutinib com rifampicina, é pouco provável que o aumento da dose de Bosutinib no caso de uma administração concomitante com indutores potentes ou moderados da CYP3A compense suficientemente a perda de exposição. Deve ser exercida precaução no caso de uma utilização concomitante de indutores ligeiros da CYP3A com Bosutinib. No seguimento da administração concomitante de uma única dose de bosutinib com seis doses diárias de 600 mg de rifampicina após as refeições, em 24 indivíduos saudáveis, a exposição ao bosutinib (Cmax e AUC no plasma) diminuiu para 14% e 6%, respetivamente, dos valores resultantes da administração isolada de 500 mg de bosutinib.
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

As mulheres grávidas não devem tomar este medicamento, exceto se for especificamente indicado pelo médico.

As mães infetadas pelo VIH não devem amamentar, uma vez que existe a possibilidade de infetar o bebé com o VIH.

Não conduza nem utilize máquinas se se sentir sonolento ou com tonturas após tomar o medicamento.

Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 04 de Julho de 2018