Erlotinib

DCI com Advertência na Gravidez Uso Hospitalar DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica)
O que é
O Erlotinib, cloridrato, originalmente codificado como OSI-774 é ​​um medicamento usado para tratar o cancro do pulmão de células não pequenas, cancro do pâncreas e vários outros tipos de cancro.

Semelhante a gefitinib, Erlotinib, visa especificamente o recetor do fator de crescimento epidérmico (EGFR) da tirosina-quinase.

Liga-se de forma reversível, ao recetor do local de união do trifosfato de adenosina (ATP).

Ficou recentemente demonstrado que o Erlotinib é um inibidor potente da atividade do JAK2V617F.

JAK2V617F é um mutante da tirosina cinase JAK2, podendo ser encontrado na maioria dos pacientes com policitemia vera (PV) e uma proporção substancial de pacientes com mielofibrose idiopática ou trombocitemia essencial.

O estudo sugere que o Erlotinib pode ser utilizado para o tratamento de PV JAK2V617F-positivas e outras doenças reumáticas.
Usos comuns
O Erlotinib é utilizado para o tratamento de cancro avançado ou metastático (que já se disseminou) do pulmão de células não-pequenas.

Também é usado em conjunto com outro medicamento denominado gemcitabina (por exemplo, Gemzar) para o tratamento do cancro do pâncreas.

O Erlotinib pertence ao grupo de medicamentos denominados antineoplásicos (medicamentos para o cancro). Funciona interferindo com o crescimento de células cancerosas, que são eventualmente destruídas.

O Erlotinib está disponível apenas sob prescrição médica.
Tipo
pequena molécula
História
Sem informação.
Indicações
Para o tratamento de Pacientes com cancro do pulmão de não pequenas células localmente avançado ou metastático, após falha de pelo menos um regime de quimioterapia.

Também é usado em combinação com a gemcitabina, como tratamento de primeira linha de pacientes com cancro do pâncreas localmente avançado, inoperável ou metastático.
Classificação CFT
16.01.09     Outros citotóxicos
Mecanismo De Ação
O mecanismo de ação antitumoral clínica de Erlotinib não está completamente caracterizado. O Erlotinib inibe a fosforilação intracelular de tirosina-quinase associada ao recetor do fator de crescimento epidérmico (EGFR).

A especificidade da inibição em relação a outros recetores de tirosina-quinase não foi completamente caracterizada. O EGFR é expresso na superfície de células normais e cancerosas.
Posologia Orientativa
Dose adulta usual para não-pequenas células do cancro do pulmão:
– 150 mg por via oral uma vez por dia.
Duração do tratamento: O tratamento deve continuar até progressão da doença ou toxicidade inaceitável.

Comentários:
– O Erlotinib deve ser tomado pelo menos uma hora antes ou duas horas após a ingestão de alimentos.

-O Erlotinib não é recomendado para uso em combinação com quimioterapia à base de platina.
– A segurança e eficácia de Erlotinib não foram avaliadas como tratamento de primeira linha em pacientes com NSCLC metastático cujos tumores têm mutações de EGFR distintos de supressões exon-19 ou exon-21 de substituição (L858R).

Dose adulta usual para o cancro do pâncreas:
– 100 mg por via oral uma vez por dia
Duração do tratamento: O tratamento deve continuar até progressão da doença ou toxicidade inaceitável.

Comentários: O Erlotinib deve ser tomado pelo menos uma hora antes ou duas horas após a ingestão de alimentos.
Administração
Sem Informação.
Contraindicações
Não use Erlotinib se:
– é alérgico a qualquer ingrediente de Erlotinib
– está a ser tratado com quimioterapia à base de platina (por exemplo, cisplatina, carboplatina)
– também está tomando um inibidor da bomba de protões (IBP) (por exemplo, omeprazol).

Contacte o seu Médico ou Profissional de Saúde imediatamente se algum destes se aplicar a si.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Obtenha ajuda médica de emergência se tiver algum destes sinais de reação alérgica: urticária; dificuldade em respirar, inchaço do rosto, lábios, língua ou garganta.

Pare de tomar Erlotinib e chame seu Médico imediatamente se tiver um dos efeitos colaterais graves, tais como:
– problemas pulmonares novos ou agravamento dos existentes tais como dor no peito, tosse seca com febre, pieira, respiração rápida, sensação de falta de ar;
– dor no peito irradiando para o braço ou para os ombros, náusea, suores, mal-estar geral;
– dormência súbita ou fraqueza, dor de cabeça aguda súbita, ou problemas de visão, discurso, ou equilíbrio;
– dor nos olhos, vermelhidão, ou irritação;
– mudanças de humor, confusão, aumento da sede, urinar menos que o habitual ou não o fazer;
– inchaço, rápido aumneto de peso;
– diarreia grave ou contínua, vómitos ou perda de apetite;
– preto, sangrento, ou fezes;
– tosse com sangue ou vómito que se parece com borra de café;
– pele pálida ou amarelada, nódoas negras, hemorragia invulgar (nariz, boca, vagina ou reto), manchas puntiformes sob a pele roxas ou avermelhadas;
– manchas brancas ou feridas na boca ou nos lábios;
– febre, dor de garganta e dor de cabeça, bolhas na pele, descamação e erupções vermelhas;
– ao primeiro sinal de qualquer tipo de erupção cutânea, não importa mesmo que leve; ou
– náuseas, dor de estômago na zona superior, comichão, urina escura, fezes cor de barro, icterícia (amarelecimento da pele ou olhos).

Efeitos secundários menos graves que podem incluir:
– leves perturbações do estômago, náuseas ou diarréia;
– perda de peso;
– acne, pele seca, ou
– sensação de cansaço.

Esta não é uma lista completa dos efeitos secundários e outros podem ocorrer.

Peça aconselhamento Médico sobre os efeitos secundários.
Advertências
Gravidez
Gravidez:Todos os trimestres: D - Há evidências de risco em fetos humanos. Só usar se o benefício justificar o risco potencial. Em situação de risco de vida ou em caso de doenças graves para as quais não se possa utilizar drogas mais seguras, ou se estas drogas não forem eficazes.
Precauções Gerais
É muito importante que o seu Médico verifique o seu progresso em visitas regulares para se certificar de que Erlotinib está funcionando corretamente. Podem ser necessários exames de sangue para verificar se há efeitos indesejáveis.

Usando Erlotinib enquanto estiver grávida pode prejudicar o feto. Utilize uma forma eficaz de controle de natalidade para não ficar grávida. Deve continuar a utilizar métodos contracetivos durante pelo menos 14 dias após a última dose. Se acha que engravidou durante o uso do medicamento, informe o seu Médico imediatamente.

É importante que fale com o seu Médico imediatamente se tiver diarreia grave ou continuada, náuseas, perda de apetite ou vómitos.

Chame o seu Médico imediatamente se tem dificuldade inexplicável em respirar, tosse e febre repentina. Estes podem ser sintomas de uma doença pulmonar grave.

Fale com o seu Médico imediatamente se tem sangue nas fezes ou negras, dor de estômago grave, ou vómitos de sangue ou material que semelhante a borras de café. Estes podem ser sintomas de um grave problema no estômago ou intestino.

Informe o seu Médico imediatamente se tem urina escura ou fezes claras, pele ou olhos amarelecidos, náuseas ou vómitos, ou dor na parte superior do estômago. Estes podem ser sintomas de um problema de fígado.

Reações cutâneas graves pode ocorrer com Erlotinib.

Verifique com o seu Médico imediatamente se tem bolhas, descamação ou enrugamento da pele, lesões vermelhas, acne severa ou erupções cutâneas, feridas ou úlceras na pele, febre ou arrepios, enquanto estiver a usar Erlotinib.

Pode usar cremes sem álcool emolientes, protetor solar, ou loções bloqueadoras do sol, para prevenir a pele seca e outras reações cutâneas graves. Fale com o seu Médico imediatamente se tiver visão turva ou qualquer alteração de visão, dor nos olhos, ou irritação ocular que ocorra durante ou após o tratamento.

O seu Médico pode querer que seja observado por um oftalmologista.

Não tome outros medicamentos que não tenham sido prescritos ou discutidos com o seu Médico.

Isso inclui a prescrição de medicamentos com ou sem receita (OTC), e ervas (erva de São João) ou suplementos vitamínicos.
Cuidados com a Dieta
Tome o Erlotinib pelo menos uma hora antes ou duas horas depois da ingestão de alimentos.
Terapêutica Interrompida
Se se esquecer de tomar uma ou mais doses, contacte o seu Médico ou Farmacêutico logo que possível.
Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Guarde o medicamento num recipiente fechado à temperatura ambiente, longe do calor, humidade e luz direta. Evite congelamento.
Manter fora do alcance das crianças.
Não guarde medicamentos fora de prazo ou medicamento que já não mais necessários.
Pergunte ao seu Profissional de Saúde como deve dispor de qualquer medicamento que não use.
Guarde os comprimidos de 15 ° a 30 ° C.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Esomeprazol + Erlotinib

Observações: Os estudos de interação foram realizados apenas em adultos.
Interações: Efeitos de esomeprazol sobre a farmacocinética de outros medicamentos Medicamentos com absorção dependente do pH A supressão ácida gástrica durante o tratamento com esomeprazol e outros IBPs poderá diminuir ou aumentar a absorção de medicamentos com uma absorção dependente do pH. Como com outros medicamentos que diminuem a acidez intragástrica, a absorção de medicamentos como cetoconazol, itraconazol e erlotinib pode diminuir e a absorção de digoxina pode aumentar durante o tratamento com esomeprazol. O tratamento concomitante com omeprazol (20 mg diários) e digoxina em indivíduos saudáveis aumentou a biodisponibilidade da digoxina em 10% (até 30% em dois de dez indivíduos). A toxicidade da digoxina tem sido raramente notificada. No entanto, recomenda-se precaução quando o esomeprazol é administrado em doses elevadas a doentes idosos. A monitorização terapêutica da digoxina deve então ser reforçada.

Riociguat + Erlotinib

Observações: N.D.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre o riociguat: O riociguat é eliminado principalmente através de metabolismo oxidativo mediado pelo citocromo P450 (CYP1A1, CYP3A4, CYP2C8, CYP2J2), por excreção direta biliar/fecal do riociguat inalterado e por excreção renal do riociguat inalterado através de filtração glomerular. Das isoformas recombinantes CYP investigadas in vitro, a CYP1A1 catalisou mais eficazmente a formação do metabolito principal do riociguat. A classe de inibidores da tirosinacinase foi identificada como uma classe de inibidores potentes da CYP1A1, dos quais o erlotinib e o gefitinib exibiram a potência inibidora mais elevada in vitro. Por conseguinte, as interações medicamentosas por inibição da CYP1A1 poderão resultar na exposição aumentada ao riociguat, especialmente em fumadores. Os inibidores potentes da CYP1A1 devem ser utilizados com precaução. Efeitos do riociguat sobre outras substâncias: O riociguat e o seu metabolito principal não são inibidores ou indutores das principais isoformas CYP (incluindo a CYP3A4) ou de transportadores (p.ex., P-gp/BCRP) in vitro nas concentrações plasmáticas terapêuticas. O riociguat e o seu metabolito principal são inibidores potentes da CYP1A1 in vitro. Portanto, não se podem excluir interações medicamentosas clinicamente relevantes com comedicações que são eliminadas de forma significativa por biotransformação mediada pela CYP1A1, tais como o erlotinib ou o granissetrom.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido acetilsalicílico + Esomeprazol + Erlotinib

Observações: A supressão do ácido gástrico durante o tratamento com esomeprazol e outros IBPs poderá reduzir ou aumentar a absorção de medicamentos com uma absorção gástrica pH-dependente. O esomeprazol inibe o CYP2C19, a principal enzima metabolizadora do esomeprazol. O omeprazol tal como o esomeprazol atuam como inibidores do CYP2C19. O esomeprazol é metabolizado pelo CYP2C19 e CYP3A4.
Interações: À semelhança do que se verifica com outros medicamentos que reduzem a acidez intragástrica, a absorção de medicamentos tais como cetoconazol, itraconazol e erlotinib pode ser reduzida e a absorção de digoxina pode aumentar durante o tratamento com esomeprazol.

Erlotinib + Ciprofloxacina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Erlotinib e outros substratos do CYP: O erlotinib, in vitro, é um inibidor potente do CYP1A1, e um inibidor moderado do CYP3A4 e do CYP2C8, bem como um forte inibidor da glucuronidação por UGT1A1. Desconhece-se a relevância fisiológica da forte inibição do CYP1A1 devido à muito limitada expressão do CYP1A1 nos tecidos humanos. Quando o erlotinib foi administrado em simultâneo com ciprofloxacina, um inibidor moderado do CYP1A2, a exposição ao erlotinib [AUC] aumentou significativamente em 39% enquanto que não houve alteração estatisticamente significativa da concentração máxima (Cmax). Da mesma forma, a exposição ao metabolito ativo aumentou em cerca de 60% e 48% para a AUC e Cmax, respetivamente. A relevância clínica deste aumento não foi estabelecida. Quando a ciprofloxacina ou inibidores potentes do CYP1A2 (por ex. fluvoxamina) são associados com erlotinib, deve ter-se precaução. Caso se observem reações adversas relacionadas com erlotinib, a dose de erlotinib pode ser reduzida. O pré-tratamento ou a coadministração de Erlotinib não alterou a clearance de substratos prototípicos do CYP3A4, midazolam e eritromicina, mas parece ter originado uma diminuição da biodisponibilidade oral do midazolam até 24%. Noutro ensaio clínico, o erlotinib revelou não afetar os parâmetros farmacocinéticos do paclitaxel, substrato do CYP3A4/2C8, administrado concomitantemente. Desta forma, são improváveis interações significativas na clearance de outros substratos do CYP3A4.

Erlotinib + Fluvoxamina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Erlotinib e outros substratos do CYP: O erlotinib, in vitro, é um inibidor potente do CYP1A1, e um inibidor moderado do CYP3A4 e do CYP2C8, bem como um forte inibidor da glucuronidação por UGT1A1. Desconhece-se a relevância fisiológica da forte inibição do CYP1A1 devido à muito limitada expressão do CYP1A1 nos tecidos humanos. Quando o erlotinib foi administrado em simultâneo com ciprofloxacina, um inibidor moderado do CYP1A2, a exposição ao erlotinib [AUC] aumentou significativamente em 39% enquanto que não houve alteração estatisticamente significativa da concentração máxima (Cmax). Da mesma forma, a exposição ao metabolito ativo aumentou em cerca de 60% e 48% para a AUC e Cmax, respetivamente. A relevância clínica deste aumento não foi estabelecida. Quando a ciprofloxacina ou inibidores potentes do CYP1A2 (por ex. fluvoxamina) são associados com erlotinib, deve ter-se precaução. Caso se observem reações adversas relacionadas com erlotinib, a dose de erlotinib pode ser reduzida. O pré-tratamento ou a coadministração de Erlotinib não alterou a clearance de substratos prototípicos do CYP3A4, midazolam e eritromicina, mas parece ter originado uma diminuição da biodisponibilidade oral do midazolam até 24%. Noutro ensaio clínico, o erlotinib revelou não afetar os parâmetros farmacocinéticos do paclitaxel, substrato do CYP3A4/2C8, administrado concomitantemente. Desta forma, são improváveis interações significativas na clearance de outros substratos do CYP3A4.

Erlotinib + Substratos do CYP3A4

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Erlotinib e outros substratos do CYP: O erlotinib, in vitro, é um inibidor potente do CYP1A1, e um inibidor moderado do CYP3A4 e do CYP2C8, bem como um forte inibidor da glucuronidação por UGT1A1. Desconhece-se a relevância fisiológica da forte inibição do CYP1A1 devido à muito limitada expressão do CYP1A1 nos tecidos humanos. Quando o erlotinib foi administrado em simultâneo com ciprofloxacina, um inibidor moderado do CYP1A2, a exposição ao erlotinib [AUC] aumentou significativamente em 39% enquanto que não houve alteração estatisticamente significativa da concentração máxima (Cmax). Da mesma forma, a exposição ao metabolito ativo aumentou em cerca de 60% e 48% para a AUC e Cmax, respetivamente. A relevância clínica deste aumento não foi estabelecida. Quando a ciprofloxacina ou inibidores potentes do CYP1A2 (por ex. fluvoxamina) são associados com erlotinib, deve ter-se precaução. Caso se observem reações adversas relacionadas com erlotinib, a dose de erlotinib pode ser reduzida. O pré-tratamento ou a coadministração de Erlotinib não alterou a clearance de substratos prototípicos do CYP3A4, midazolam e eritromicina, mas parece ter originado uma diminuição da biodisponibilidade oral do midazolam até 24%. Noutro ensaio clínico, o erlotinib revelou não afetar os parâmetros farmacocinéticos do paclitaxel, substrato do CYP3A4/2C8, administrado concomitantemente. Desta forma, são improváveis interações significativas na clearance de outros substratos do CYP3A4.

Erlotinib + Midazolam

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Erlotinib e outros substratos do CYP: O erlotinib, in vitro, é um inibidor potente do CYP1A1, e um inibidor moderado do CYP3A4 e do CYP2C8, bem como um forte inibidor da glucuronidação por UGT1A1. Desconhece-se a relevância fisiológica da forte inibição do CYP1A1 devido à muito limitada expressão do CYP1A1 nos tecidos humanos. Quando o erlotinib foi administrado em simultâneo com ciprofloxacina, um inibidor moderado do CYP1A2, a exposição ao erlotinib [AUC] aumentou significativamente em 39% enquanto que não houve alteração estatisticamente significativa da concentração máxima (Cmax). Da mesma forma, a exposição ao metabolito ativo aumentou em cerca de 60% e 48% para a AUC e Cmax, respetivamente. A relevância clínica deste aumento não foi estabelecida. Quando a ciprofloxacina ou inibidores potentes do CYP1A2 (por ex. fluvoxamina) são associados com erlotinib, deve ter-se precaução. Caso se observem reações adversas relacionadas com erlotinib, a dose de erlotinib pode ser reduzida. O pré-tratamento ou a coadministração de Erlotinib não alterou a clearance de substratos prototípicos do CYP3A4, midazolam e eritromicina, mas parece ter originado uma diminuição da biodisponibilidade oral do midazolam até 24%. Noutro ensaio clínico, o erlotinib revelou não afetar os parâmetros farmacocinéticos do paclitaxel, substrato do CYP3A4/2C8, administrado concomitantemente. Desta forma, são improváveis interações significativas na clearance de outros substratos do CYP3A4.

Erlotinib + Eritromicina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Erlotinib e outros substratos do CYP: O erlotinib, in vitro, é um inibidor potente do CYP1A1, e um inibidor moderado do CYP3A4 e do CYP2C8, bem como um forte inibidor da glucuronidação por UGT1A1. Desconhece-se a relevância fisiológica da forte inibição do CYP1A1 devido à muito limitada expressão do CYP1A1 nos tecidos humanos. Quando o erlotinib foi administrado em simultâneo com ciprofloxacina, um inibidor moderado do CYP1A2, a exposição ao erlotinib [AUC] aumentou significativamente em 39% enquanto que não houve alteração estatisticamente significativa da concentração máxima (Cmax). Da mesma forma, a exposição ao metabolito ativo aumentou em cerca de 60% e 48% para a AUC e Cmax, respetivamente. A relevância clínica deste aumento não foi estabelecida. Quando a ciprofloxacina ou inibidores potentes do CYP1A2 (por ex. fluvoxamina) são associados com erlotinib, deve ter-se precaução. Caso se observem reações adversas relacionadas com erlotinib, a dose de erlotinib pode ser reduzida. O pré-tratamento ou a coadministração de Erlotinib não alterou a clearance de substratos prototípicos do CYP3A4, midazolam e eritromicina, mas parece ter originado uma diminuição da biodisponibilidade oral do midazolam até 24%. Noutro ensaio clínico, o erlotinib revelou não afetar os parâmetros farmacocinéticos do paclitaxel, substrato do CYP3A4/2C8, administrado concomitantemente. Desta forma, são improváveis interações significativas na clearance de outros substratos do CYP3A4. Os inibidores potentes da atividade do CYP3A4 diminuem o metabolismo do erlotinib e aumentam a sua concentração plasmática. Num ensaio clínico, a utilização concomitante do erlotinib com o cetoconazol (200 mg por via oral, duas vezes por dia, durante 5 dias), um inibidor potente do CYP3A4, resultou num aumento da exposição ao erlotinib (86% na AUC e 69% na Cmax). Assim, deve ter-se cuidado ao associar o erlotinib com um inibidor potente do CYP3A4, como por exemplo antifúngicos do grupo dos azóis (i.e. cetoconazol, itraconazol, voriconazol), inibidores da protease, eritromicina ou claritromicina. Se necessário, a dose de erlotinib deve ser diminuída, especialmente se for observada toxicidade.

Erlotinib + Paclitaxel

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Erlotinib e outros substratos do CYP: O erlotinib, in vitro, é um inibidor potente do CYP1A1, e um inibidor moderado do CYP3A4 e do CYP2C8, bem como um forte inibidor da glucuronidação por UGT1A1. Desconhece-se a relevância fisiológica da forte inibição do CYP1A1 devido à muito limitada expressão do CYP1A1 nos tecidos humanos. Quando o erlotinib foi administrado em simultâneo com ciprofloxacina, um inibidor moderado do CYP1A2, a exposição ao erlotinib [AUC] aumentou significativamente em 39% enquanto que não houve alteração estatisticamente significativa da concentração máxima (Cmax). Da mesma forma, a exposição ao metabolito ativo aumentou em cerca de 60% e 48% para a AUC e Cmax, respetivamente. A relevância clínica deste aumento não foi estabelecida. Quando a ciprofloxacina ou inibidores potentes do CYP1A2 (por ex. fluvoxamina) são associados com erlotinib, deve ter-se precaução. Caso se observem reações adversas relacionadas com erlotinib, a dose de erlotinib pode ser reduzida. O pré-tratamento ou a coadministração de Erlotinib não alterou a clearance de substratos prototípicos do CYP3A4, midazolam e eritromicina, mas parece ter originado uma diminuição da biodisponibilidade oral do midazolam até 24%. Noutro ensaio clínico, o erlotinib revelou não afetar os parâmetros farmacocinéticos do paclitaxel, substrato do CYP3A4/2C8, administrado concomitantemente. Desta forma, são improváveis interações significativas na clearance de outros substratos do CYP3A4. Erlotinib e Carboplatina/Paclitaxel: O erlotinib aumenta as concentrações de platina. Num estudo clínico, a utilização concomitante de erlotinib com carboplatina e paclitaxel originou um aumento de 10,6% na AUC 0-48 total da platina. Apesar de estatisticamente significativa, a magnitude desta diferença não é considerada clinicamente relevante. Na prática clínica outros fatores podem contribuir para o aumento da exposição à carboplatina, como o compromisso renal. A carboplatina e o paclitaxel não tiveram efeitos significativos na farmacocinética do erlotinib.

Pertuzumab + Erlotinib

Observações: N.D.
Interações: Quatro estudos avaliaram os efeitos de pertuzumab na farmacocinética de fármacos citotóxicos coadministrados, docetaxel, gemcitabina, erlotinib e capecitabina. Não houve evidência de qualquer interação farmacocinética entre pertuzumab e qualquer um destes fármacos. A farmacocinética de pertuzumab nestes estudos foi comparável à observada nos estudos com apenas um fármaco.

Erlotinib + Substratos do UGT1A1

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: A inibição da glucuronidação pode causar interações com medicamentos que são substratos do UGT1A1 e eliminados exclusivamente por esta via. Os doentes com baixo nível de expressão de UGT1A1 ou distúrbios genéticos da glucuronidação (por exemplo doença de Gilbert) podem apresentar concentração sérica au mentada de bilirrubina e devem ser tratados com cuidado. No ser humano, o erlotinib é metabolizado no fígado pelos citocromos hepáticos, essencialmente pelo CYP3A4 e, em menor extensão, pelo CYP1A2. O metabolismo extra-hepático pelo CYP3A4 no intestino, pelo CYP1A1 no pulmão e pelo CYP1B1 no tecido tumoral, também contribui potencialmente para a eliminação metabólica do erlotinib. Pode ocorrer interação com substâncias ativas que sejam metabolizadas por estes enzimas, ou que sejam seus inibidores ou indutores.

Erlotinib + Inibidores do CYP3A4

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os inibidores potentes da atividade do CYP3A4 diminuem o metabolismo do erlotinib e aumentam a sua concentração plasmática. Num ensaio clínico, a utilização concomitante do erlotinib com o cetoconazol (200 mg por via oral, duas vezes por dia, durante 5 dias), um inibidor potente do CYP3A4, resultou num aumento da exposição ao erlotinib (86% na AUC e 69% na Cmax). Assim, deve ter-se cuidado ao associar o erlotinib com um inibidor potente do CYP3A4, como por exemplo antifúngicos do grupo dos azóis (i.e. cetoconazol, itraconazol, voriconazol), inibidores da protease, eritromicina ou claritromicina. Se necessário, a dose de erlotinib deve ser diminuída, especialmente se for observada toxicidade.

Erlotinib + Cetoconazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os inibidores potentes da atividade do CYP3A4 diminuem o metabolismo do erlotinib e aumentam a sua concentração plasmática. Num ensaio clínico, a utilização concomitante do erlotinib com o cetoconazol (200 mg por via oral, duas vezes por dia, durante 5 dias), um inibidor potente do CYP3A4, resultou num aumento da exposição ao erlotinib (86% na AUC e 69% na Cmax). Assim, deve ter-se cuidado ao associar o erlotinib com um inibidor potente do CYP3A4, como por exemplo antifúngicos do grupo dos azóis (i.e. cetoconazol, itraconazol, voriconazol), inibidores da protease, eritromicina ou claritromicina. Se necessário, a dose de erlotinib deve ser diminuída, especialmente se for observada toxicidade.

Erlotinib + Antifúngicos (Azol)

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os inibidores potentes da atividade do CYP3A4 diminuem o metabolismo do erlotinib e aumentam a sua concentração plasmática. Num ensaio clínico, a utilização concomitante do erlotinib com o cetoconazol (200 mg por via oral, duas vezes por dia, durante 5 dias), um inibidor potente do CYP3A4, resultou num aumento da exposição ao erlotinib (86% na AUC e 69% na Cmax). Assim, deve ter-se cuidado ao associar o erlotinib com um inibidor potente do CYP3A4, como por exemplo antifúngicos do grupo dos azóis (i.e. cetoconazol, itraconazol, voriconazol), inibidores da protease, eritromicina ou claritromicina. Se necessário, a dose de erlotinib deve ser diminuída, especialmente se for observada toxicidade.

Erlotinib + Itraconazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os inibidores potentes da atividade do CYP3A4 diminuem o metabolismo do erlotinib e aumentam a sua concentração plasmática. Num ensaio clínico, a utilização concomitante do erlotinib com o cetoconazol (200 mg por via oral, duas vezes por dia, durante 5 dias), um inibidor potente do CYP3A4, resultou num aumento da exposição ao erlotinib (86% na AUC e 69% na Cmax). Assim, deve ter-se cuidado ao associar o erlotinib com um inibidor potente do CYP3A4, como por exemplo antifúngicos do grupo dos azóis (i.e. cetoconazol, itraconazol, voriconazol), inibidores da protease, eritromicina ou claritromicina. Se necessário, a dose de erlotinib deve ser diminuída, especialmente se for observada toxicidade.

Erlotinib + Voriconazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os inibidores potentes da atividade do CYP3A4 diminuem o metabolismo do erlotinib e aumentam a sua concentração plasmática. Num ensaio clínico, a utilização concomitante do erlotinib com o cetoconazol (200 mg por via oral, duas vezes por dia, durante 5 dias), um inibidor potente do CYP3A4, resultou num aumento da exposição ao erlotinib (86% na AUC e 69% na Cmax). Assim, deve ter-se cuidado ao associar o erlotinib com um inibidor potente do CYP3A4, como por exemplo antifúngicos do grupo dos azóis (i.e. cetoconazol, itraconazol, voriconazol), inibidores da protease, eritromicina ou claritromicina. Se necessário, a dose de erlotinib deve ser diminuída, especialmente se for observada toxicidade.

Erlotinib + Inibidores da Protease (IP)

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os inibidores potentes da atividade do CYP3A4 diminuem o metabolismo do erlotinib e aumentam a sua concentração plasmática. Num ensaio clínico, a utilização concomitante do erlotinib com o cetoconazol (200 mg por via oral, duas vezes por dia, durante 5 dias), um inibidor potente do CYP3A4, resultou num aumento da exposição ao erlotinib (86% na AUC e 69% na Cmax). Assim, deve ter-se cuidado ao associar o erlotinib com um inibidor potente do CYP3A4, como por exemplo antifúngicos do grupo dos azóis (i.e. cetoconazol, itraconazol, voriconazol), inibidores da protease, eritromicina ou claritromicina. Se necessário, a dose de erlotinib deve ser diminuída, especialmente se for observada toxicidade.

Erlotinib + Claritromicina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os inibidores potentes da atividade do CYP3A4 diminuem o metabolismo do erlotinib e aumentam a sua concentração plasmática. Num ensaio clínico, a utilização concomitante do erlotinib com o cetoconazol (200 mg por via oral, duas vezes por dia, durante 5 dias), um inibidor potente do CYP3A4, resultou num aumento da exposição ao erlotinib (86% na AUC e 69% na Cmax). Assim, deve ter-se cuidado ao associar o erlotinib com um inibidor potente do CYP3A4, como por exemplo antifúngicos do grupo dos azóis (i.e. cetoconazol, itraconazol, voriconazol), inibidores da protease, eritromicina ou claritromicina. Se necessário, a dose de erlotinib deve ser diminuída, especialmente se for observada toxicidade.

Erlotinib + Indutores do CYP3A4

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os indutores potentes da atividade do CYP3A4 aumentam o metabolismo do erlotinib e diminuem significativamente a sua concentração plasmática. Num ensaio clínico, a utilização concomitante de erlotinib e de rifampicina (600 mg por via oral, uma vez por dia durante 7 dias), um indutor potente do CYP3A4, resultou numa diminuição de 69% na mediana da AUC do erlotinib. A administração concomitante de rifampicina com uma dose única de 450 mg de Erlotinib originou uma exposição média (AUC) ao erlotinib de 57,5%, em relação à obtida após a administração de uma dose única de 150 mg de Erlotinib, na ausência de tratamento com rifampicina. Desta forma, deve evitar-se a administração concomitante de Erlotinib com indutores do CYP3A4. Em doentes que necessitem de tratamento concomitante com Erlotinib e um potente indutor do CYP3A4, como a rifampicina, deve considerar-se um aumento da dose para 300 mg e estes devem ser monitorizados cuidadosamente relativamente à sua segurança (incluindo funções renal e hepática e eletrólitos séricos). Caso tolerem bem a medicação ao longo de mais de 2 semanas, pode considerar-se o aumento da dose para 450 mg, mantendo uma monitorização de segurança cuidadosa. Pode ainda ocorrer diminuição da exposição com outros indutores ex. fenitoína, carbamazepina, barbitúricos ou hipericão (Hypericum perforatum). Deve ter-se cuidado ao usar estas substâncias a tivas em associação com o erlotinib. Sempre que possível, devem ser considerados tratamentos alternativos, que não tenham uma forte atividade indutora do CYP3A4.

Erlotinib + Rifampicina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os indutores potentes da atividade do CYP3A4 aumentam o metabolismo do erlotinib e diminuem significativamente a sua concentração plasmática. Num ensaio clínico, a utilização concomitante de erlotinib e de rifampicina (600 mg por via oral, uma vez por dia durante 7 dias), um indutor potente do CYP3A4, resultou numa diminuição de 69% na mediana da AUC do erlotinib. A administração concomitante de rifampicina com uma dose única de 450 mg de Erlotinib originou uma exposição média (AUC) ao erlotinib de 57,5%, em relação à obtida após a administração de uma dose única de 150 mg de Erlotinib, na ausência de tratamento com rifampicina. Desta forma, deve evitar-se a administração concomitante de Erlotinib com indutores do CYP3A4. Em doentes que necessitem de tratamento concomitante com Erlotinib e um potente indutor do CYP3A4, como a rifampicina, deve considerar-se um aumento da dose para 300 mg e estes devem ser monitorizados cuidadosamente relativamente à sua segurança (incluindo funções renal e hepática e eletrólitos séricos). Caso tolerem bem a medicação ao longo de mais de 2 semanas, pode considerar-se o aumento da dose para 450 mg, mantendo uma monitorização de segurança cuidadosa. Pode ainda ocorrer diminuição da exposição com outros indutores ex. fenitoína, carbamazepina, barbitúricos ou hipericão (Hypericum perforatum). Deve ter-se cuidado ao usar estas substâncias a tivas em associação com o erlotinib. Sempre que possível, devem ser considerados tratamentos alternativos, que não tenham uma forte atividade indutora do CYP3A4.

Erlotinib + Fenitoína

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os indutores potentes da atividade do CYP3A4 aumentam o metabolismo do erlotinib e diminuem significativamente a sua concentração plasmática. Num ensaio clínico, a utilização concomitante de erlotinib e de rifampicina (600 mg por via oral, uma vez por dia durante 7 dias), um indutor potente do CYP3A4, resultou numa diminuição de 69% na mediana da AUC do erlotinib. A administração concomitante de rifampicina com uma dose única de 450 mg de Erlotinib originou uma exposição média (AUC) ao erlotinib de 57,5%, em relação à obtida após a administração de uma dose única de 150 mg de Erlotinib, na ausência de tratamento com rifampicina. Desta forma, deve evitar-se a administração concomitante de Erlotinib com indutores do CYP3A4. Em doentes que necessitem de tratamento concomitante com Erlotinib e um potente indutor do CYP3A4, como a rifampicina, deve considerar-se um aumento da dose para 300 mg e estes devem ser monitorizados cuidadosamente relativamente à sua segurança (incluindo funções renal e hepática e eletrólitos séricos). Caso tolerem bem a medicação ao longo de mais de 2 semanas, pode considerar-se o aumento da dose para 450 mg, mantendo uma monitorização de segurança cuidadosa. Pode ainda ocorrer diminuição da exposição com outros indutores ex. fenitoína, carbamazepina, barbitúricos ou hipericão (Hypericum perforatum). Deve ter-se cuidado ao usar estas substâncias a tivas em associação com o erlotinib. Sempre que possível, devem ser considerados tratamentos alternativos, que não tenham uma forte atividade indutora do CYP3A4.

Erlotinib + Carbamazepina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os indutores potentes da atividade do CYP3A4 aumentam o metabolismo do erlotinib e diminuem significativamente a sua concentração plasmática. Num ensaio clínico, a utilização concomitante de erlotinib e de rifampicina (600 mg por via oral, uma vez por dia durante 7 dias), um indutor potente do CYP3A4, resultou numa diminuição de 69% na mediana da AUC do erlotinib. A administração concomitante de rifampicina com uma dose única de 450 mg de Erlotinib originou uma exposição média (AUC) ao erlotinib de 57,5%, em relação à obtida após a administração de uma dose única de 150 mg de Erlotinib, na ausência de tratamento com rifampicina. Desta forma, deve evitar-se a administração concomitante de Erlotinib com indutores do CYP3A4. Em doentes que necessitem de tratamento concomitante com Erlotinib e um potente indutor do CYP3A4, como a rifampicina, deve considerar-se um aumento da dose para 300 mg e estes devem ser monitorizados cuidadosamente relativamente à sua segurança (incluindo funções renal e hepática e eletrólitos séricos). Caso tolerem bem a medicação ao longo de mais de 2 semanas, pode considerar-se o aumento da dose para 450 mg, mantendo uma monitorização de segurança cuidadosa. Pode ainda ocorrer diminuição da exposição com outros indutores ex. fenitoína, carbamazepina, barbitúricos ou hipericão (Hypericum perforatum). Deve ter-se cuidado ao usar estas substâncias a tivas em associação com o erlotinib. Sempre que possível, devem ser considerados tratamentos alternativos, que não tenham uma forte atividade indutora do CYP3A4.

Erlotinib + Hipericão

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os indutores potentes da atividade do CYP3A4 aumentam o metabolismo do erlotinib e diminuem significativamente a sua concentração plasmática. Num ensaio clínico, a utilização concomitante de erlotinib e de rifampicina (600 mg por via oral, uma vez por dia durante 7 dias), um indutor potente do CYP3A4, resultou numa diminuição de 69% na mediana da AUC do erlotinib. A administração concomitante de rifampicina com uma dose única de 450 mg de Erlotinib originou uma exposição média (AUC) ao erlotinib de 57,5%, em relação à obtida após a administração de uma dose única de 150 mg de Erlotinib, na ausência de tratamento com rifampicina. Desta forma, deve evitar-se a administração concomitante de Erlotinib com indutores do CYP3A4. Em doentes que necessitem de tratamento concomitante com Erlotinib e um potente indutor do CYP3A4, como a rifampicina, deve considerar-se um aumento da dose para 300 mg e estes devem ser monitorizados cuidadosamente relativamente à sua segurança (incluindo funções renal e hepática e eletrólitos séricos). Caso tolerem bem a medicação ao longo de mais de 2 semanas, pode considerar-se o aumento da dose para 450 mg, mantendo uma monitorização de segurança cuidadosa. Pode ainda ocorrer diminuição da exposição com outros indutores ex. fenitoína, carbamazepina, barbitúricos ou hipericão (Hypericum perforatum). Deve ter-se cuidado ao usar estas substâncias a tivas em associação com o erlotinib. Sempre que possível, devem ser considerados tratamentos alternativos, que não tenham uma forte atividade indutora do CYP3A4.

Erlotinib + Barbitúricos

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Os indutores potentes da atividade do CYP3A4 aumentam o metabolismo do erlotinib e diminuem significativamente a sua concentração plasmática. Num ensaio clínico, a utilização concomitante de erlotinib e de rifampicina (600 mg por via oral, uma vez por dia durante 7 dias), um indutor potente do CYP3A4, resultou numa diminuição de 69% na mediana da AUC do erlotinib. A administração concomitante de rifampicina com uma dose única de 450 mg de Erlotinib originou uma exposição média (AUC) ao erlotinib de 57,5%, em relação à obtida após a administração de uma dose única de 150 mg de Erlotinib, na ausência de tratamento com rifampicina. Desta forma, deve evitar-se a administração concomitante de Erlotinib com indutores do CYP3A4. Em doentes que necessitem de tratamento concomitante com Erlotinib e um potente indutor do CYP3A4, como a rifampicina, deve considerar-se um aumento da dose para 300 mg e estes devem ser monitorizados cuidadosamente relativamente à sua segurança (incluindo funções renal e hepática e eletrólitos séricos). Caso tolerem bem a medicação ao longo de mais de 2 semanas, pode considerar-se o aumento da dose para 450 mg, mantendo uma monitorização de segurança cuidadosa. Pode ainda ocorrer diminuição da exposição com outros indutores ex. fenitoína, carbamazepina, barbitúricos ou hipericão (Hypericum perforatum). Deve ter-se cuidado ao usar estas substâncias a tivas em associação com o erlotinib. Sempre que possível, devem ser considerados tratamentos alternativos, que não tenham uma forte atividade indutora do CYP3A4.
 Potencialmente Grave

Erlotinib + Anticoagulantes orais (Derivados da Cumarina)

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Erlotinib e anticoagulantes derivados da cumarina: Foi notificado um aumento do Quociente Normalizado Internacional (INR) e de episódios hemorrágicos, que em alguns casos foram fatais, em doentes tratados com Erlotinib, devido a interação com anticoagulantes derivados da cumarina, incluindo a varfarina. Os doentes em tratamento com anticoagulantes derivados da cumarina devem ser monitorizados regularmente relativamente a quaisquer alterações no tempo de protrombina ou do INR.
 Potencialmente Grave

Erlotinib + Varfarina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Erlotinib e anticoagulantes derivados da cumarina: Foi notificado um aumento do Quociente Normalizado Internacional (INR) e de episódios hemorrágicos, que em alguns casos foram fatais, em doentes tratados com Erlotinib, devido a interação com anticoagulantes derivados da cumarina, incluindo a varfarina. Os doentes em tratamento com anticoagulantes derivados da cumarina devem ser monitorizados regularmente relativamente a quaisquer alterações no tempo de protrombina ou do INR.

Omeprazol + Erlotinib

Observações: A diminuição da acidez intragástrica durante o tratamento com omeprazol pode aumentar ou diminuir a absorção de substâncias activas com uma absorção dependente do pH gástrico.
Interações: A absorção de posaconazol, erlotinib, cetoconazol e itraconazol é significativamente reduzida e, portanto, a eficácia clínica pode ser comprometida. Para o posaconazol e erlotinib o uso concomitante deve ser evitado.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Erlotinib + Estatinas

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Erlotinib e estatinas: A associação de Erlotinib e uma estatina pode aumentar o potencial de miopatia induzida por estatina, incluindo rabdomiólise, que foi observada raramente.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Erlotinib + Tabaco (fumadores, Tabagismo)

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Erlotinib e fumadores: Os resultados de um estudo de interação farmacocinética indicam uma redução significativa de 2,8; 1,5 e 9 vezes na AUC inf, Cmax e concentração plasmática às 24 horas, respetivamente, após a administração de Erlotinib a fumadores, comparativamente a não fumadores. Desta forma, os doentes que fumam devem ser encorajados a deixar de fumar, o mais cedo possível, antes de iniciarem o tratamento com Erlotinib, caso contrário as concentrações plasmáticas de erlotinib são reduzidas. O efeito clínico de uma exposição menor não foi avaliado formalmente, mas é provável que seja clinicamente significativo.

Erlotinib + Inibidores da glicoproteína-P (Gp-P)

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Erlotinib e inibidores da glicoproteína P: O erlotinib é um substrato para o transportador de substâncias ativas glicoproteína P. A administração concomitante de inibidores da glicoproteína P, ex. ciclosporina e verapamil podem conduzir a alterações da distribuição e/ou da eliminação do erlotinib. As consequências desta interação, por ex. toxicidade para o SNC, não foram estabelecidas.

Erlotinib + Ciclosporina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Erlotinib e inibidores da glicoproteína P: O erlotinib é um substrato para o transportador de substâncias ativas glicoproteína P. A administração concomitante de inibidores da glicoproteína P, ex. ciclosporina e verapamil podem conduzir a alterações da distribuição e/ou da eliminação do erlotinib. As consequências desta interação, por ex. toxicidade para o SNC, não foram estabelecidas.

Erlotinib + Verapamilo

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Erlotinib e inibidores da glicoproteína P: O erlotinib é um substrato para o transportador de substâncias ativas glicoproteína P. A administração concomitante de inibidores da glicoproteína P, ex. ciclosporina e verapamil podem conduzir a alterações da distribuição e/ou da eliminação do erlotinib. As consequências desta interação, por ex. toxicidade para o SNC, não foram estabelecidas.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dexlansoprazol + Erlotinib

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. Foi demonstrado que o CYP2C19 e o CYP3A4 estão envolvidos no metabolismo do dexlansoprazol. O dexlansoprazol pode interferir com a absorção de medicamentos para os quais o pH gástrico é crítico em termos de biodisponibilidade. Estudos in vitro demonstraram que não é provável que Dexlansoprazol iniba as isoformas do CYP 1A1, 1A2, 2A6, 2B6, 2C8, 2C9, 2D6, 2E1 ou 3A4. Assim sendo, não são de esperar interações clinicamente relevantes com fármacos metabolizados por estas enzimas do CYP. Medicamentos transportados pela glicoproteína P: Observou-se que o lansoprazol inibe a proteína transportadora, P-gp in vitro. Podem esperar-se efeitos semelhantes com o dexlansoprazol. A relevância clínica deste facto é desconhecida.
Interações: A absorção do cetoconazol, itraconazol e erlotinib do trato gastrointestinal é aumentada pela presença de ácido gástrico. A administração de dexlansoprazol pode resultar em concentrações subterapêuticas do cetoconazol, itraconazol e erlotinib e a associação deve ser evitada.

Erlotinib + Omeprazol

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Deve ter-se cuidado nestas situações. Erlotinib e medicamentos que alteram o pH: O erlotinib é caracterizado por uma diminuição na solubilidade para valores de pH superiores a 5. Os medicamentos que alterem o pH do trato gastrointestinal (GI) superior podem modificar a solubilidade do erlotinib e consequentemente a sua biodisponibilidade. A administração simultânea de erlotinib e omeprazol, um inibidor da bomba de protões, diminuiu a exposição ao erlotinib [AUC] e a concentração máxima [C max ] em 46% e 61%, respetivamente. Não houve alteração do Tmax ou da semivida. A administração concomitante de erlotinib com 300 mg de ranitidina, um antagonista do recetor H2, reduziu a exposição ao erlotinib [AUC] e a concentração máxima [Cmax ] em 33% e 54%, respetivamente. Não é provável que o aumento da dose de Erlotinib, quando este é administrado em simultâneo com estes fármacos, compense esta perda de exposição. No entanto, quando Erlotinib é administrado de forma desfasada, 2 horas antes ou 10 horas após 150 mg de ranitidina 2 vezes por dia, a exposição ao erlotinib [AUC ] e a concentração máxima [Cmax ] diminuíram em apenas 15% e 7%, respetivamente. Não foi estudado o efeito dos antiácidos na absorção de erlotinib, mas esta pode estar comprometida conduzindo a níveis plasmáticos inferiores. Em suma, deve evitar-se a associação de erlotinib com inibidores da bomba de protões. Caso a utilização de antiácidos seja considerada necessária durante tratamento com Erlotinib, estes devem ser administrados pelo menos 4 horas antes ou 2 horas após a dose diária de Erlotinib. Ao considerar a utilização de ranitidina, esta deve ser feita de forma desfasada, isto é, Erlotinib deve ser administrado pelo menos 2 horas antes ou 10 horas após a administração de ranitidina.

Erlotinib + Inibidores da Bomba de Protões (IBP)

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Deve ter-se cuidado nestas situações. Erlotinib e medicamentos que alteram o pH: O erlotinib é caracterizado por uma diminuição na solubilidade para valores de pH superiores a 5. Os medicamentos que alterem o pH do trato gastrointestinal (GI) superior podem modificar a solubilidade do erlotinib e consequentemente a sua biodisponibilidade. A administração simultânea de erlotinib e omeprazol, um inibidor da bomba de protões, diminuiu a exposição ao erlotinib [AUC] e a concentração máxima [C max ] em 46% e 61%, respetivamente. Não houve alteração do Tmax ou da semivida. A administração concomitante de erlotinib com 300 mg de ranitidina, um antagonista do recetor H2, reduziu a exposição ao erlotinib [AUC] e a concentração máxima [Cmax ] em 33% e 54%, respetivamente. Não é provável que o aumento da dose de Erlotinib, quando este é administrado em simultâneo com estes fármacos, compense esta perda de exposição. No entanto, quando Erlotinib é administrado de forma desfasada, 2 horas antes ou 10 horas após 150 mg de ranitidina 2 vezes por dia, a exposição ao erlotinib [AUC ] e a concentração máxima [Cmax ] diminuíram em apenas 15% e 7%, respetivamente. Não foi estudado o efeito dos antiácidos na absorção de erlotinib, mas esta pode estar comprometida conduzindo a níveis plasmáticos inferiores. Em suma, deve evitar-se a associação de erlotinib com inibidores da bomba de protões. Caso a utilização de antiácidos seja considerada necessária durante tratamento com Erlotinib, estes devem ser administrados pelo menos 4 horas antes ou 2 horas após a dose diária de Erlotinib. Ao considerar a utilização de ranitidina, esta deve ser feita de forma desfasada, isto é, Erlotinib deve ser administrado pelo menos 2 horas antes ou 10 horas após a administração de ranitidina.

Erlotinib + Ranitidina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Deve ter-se cuidado nestas situações. Erlotinib e medicamentos que alteram o pH: O erlotinib é caracterizado por uma diminuição na solubilidade para valores de pH superiores a 5. Os medicamentos que alterem o pH do trato gastrointestinal (GI) superior podem modificar a solubilidade do erlotinib e consequentemente a sua biodisponibilidade. A administração simultânea de erlotinib e omeprazol, um inibidor da bomba de protões, diminuiu a exposição ao erlotinib [AUC] e a concentração máxima [C max ] em 46% e 61%, respetivamente. Não houve alteração do Tmax ou da semivida. A administração concomitante de erlotinib com 300 mg de ranitidina, um antagonista do recetor H2, reduziu a exposição ao erlotinib [AUC] e a concentração máxima [Cmax ] em 33% e 54%, respetivamente. Não é provável que o aumento da dose de Erlotinib, quando este é administrado em simultâneo com estes fármacos, compense esta perda de exposição. No entanto, quando Erlotinib é administrado de forma desfasada, 2 horas antes ou 10 horas após 150 mg de ranitidina 2 vezes por dia, a exposição ao erlotinib [AUC ] e a concentração máxima [Cmax ] diminuíram em apenas 15% e 7%, respetivamente. Não foi estudado o efeito dos antiácidos na absorção de erlotinib, mas esta pode estar comprometida conduzindo a níveis plasmáticos inferiores. Em suma, deve evitar-se a associação de erlotinib com inibidores da bomba de protões. Caso a utilização de antiácidos seja considerada necessária durante tratamento com Erlotinib, estes devem ser administrados pelo menos 4 horas antes ou 2 horas após a dose diária de Erlotinib. Ao considerar a utilização de ranitidina, esta deve ser feita de forma desfasada, isto é, Erlotinib deve ser administrado pelo menos 2 horas antes ou 10 horas após a administração de ranitidina.

Erlotinib + Antiácidos

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Deve ter-se cuidado nestas situações. Erlotinib e medicamentos que alteram o pH: O erlotinib é caracterizado por uma diminuição na solubilidade para valores de pH superiores a 5. Os medicamentos que alterem o pH do trato gastrointestinal (GI) superior podem modificar a solubilidade do erlotinib e consequentemente a sua biodisponibilidade. A administração simultânea de erlotinib e omeprazol, um inibidor da bomba de protões, diminuiu a exposição ao erlotinib [AUC] e a concentração máxima [C max ] em 46% e 61%, respetivamente. Não houve alteração do Tmax ou da semivida. A administração concomitante de erlotinib com 300 mg de ranitidina, um antagonista do recetor H2, reduziu a exposição ao erlotinib [AUC] e a concentração máxima [Cmax ] em 33% e 54%, respetivamente. Não é provável que o aumento da dose de Erlotinib, quando este é administrado em simultâneo com estes fármacos, compense esta perda de exposição. No entanto, quando Erlotinib é administrado de forma desfasada, 2 horas antes ou 10 horas após 150 mg de ranitidina 2 vezes por dia, a exposição ao erlotinib [AUC ] e a concentração máxima [Cmax ] diminuíram em apenas 15% e 7%, respetivamente. Não foi estudado o efeito dos antiácidos na absorção de erlotinib, mas esta pode estar comprometida conduzindo a níveis plasmáticos inferiores. Em suma, deve evitar-se a associação de erlotinib com inibidores da bomba de protões. Caso a utilização de antiácidos seja considerada necessária durante tratamento com Erlotinib, estes devem ser administrados pelo menos 4 horas antes ou 2 horas após a dose diária de Erlotinib. Ao considerar a utilização de ranitidina, esta deve ser feita de forma desfasada, isto é, Erlotinib deve ser administrado pelo menos 2 horas antes ou 10 horas após a administração de ranitidina.

Erlotinib + Gemcitabina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Erlotinib e Gemcitabina: Num estudo de Fase Ib, a gemcitabina não influenciou significativamente a farmacocinética do erlotinib; o erlotinib também não influenciou significativamente a farmacocinética da gemcitabina.
 Sem significado Clínico

Erlotinib + Carboplatina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Erlotinib e Carboplatina/Paclitaxel: O erlotinib aumenta as concentrações de platina. Num estudo clínico, a utilização concomitante de erlotinib com carboplatina e paclitaxel originou um aumento de 10,6% na AUC 0-48 total da platina. Apesar de estatisticamente significativa, a magnitude desta diferença não é considerada clinicamente relevante. Na prática clínica outros fatores podem contribuir para o aumento da exposição à carboplatina, como o compromisso renal. A carboplatina e o paclitaxel não tiveram efeitos significativos na farmacocinética do erlotinib.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Erlotinib + Capecitabina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Erlotinib e Capecitabina: A capecitabina pode aumentar as concentrações de erlotinib. Quando o erlotinib foi administrado em associação com a capecitabina, houve um aumento estatisticamente significativo na AUC do erlotinib e um aumento ligeiro da Cmax comparativamente aos valores observados noutro estudo em que o erlotinib foi administrado em monoterapia. O erlotinib não teve efeitos significativos na farmacocinética da capecitabina.

Naproxeno + Esomeprazol + Erlotinib

Observações: n.d.
Interações: Utilização concomitante com precaução: Medicamentos com absorção dependente do pH gástrico: A supressão do ácido gástrico durante o tratamento com esomeprazol e outros IBPs, pode reduzir ou aumentar a absorção de medicamentos com absorção dependente do pH. Como com outros medicamentos que diminuem a acidez intragástrica, a absorção de medicamentos tais como cetoconazol, itraconazol, posaconazol e erlotinib pode diminuir enquanto a absorção de medicamentos tais como digoxina pode aumentar durante o tratamento com esomeprazol. O uso concomitante de posaconazol e erlotinib deve ser evitado. O tratamento concomitante com omeprazol (20 mg diários) e digoxina em indivíduos saudáveis aumentou a biodisponibilidade da digoxina em 10% (até 30% em dois de dez indivíduos).

Erlotinib + Bortezomib

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Erlotinib e inibidores do proteosoma: Devido ao mecanismo de ação, pode-se esperar que os inibidores dos proteosomas incluindo o bortezomib influenciem o efeito dos inibidores do EGFR incluindo o erlotinib. Esta influência é suportada por estudos pré-clínicos e dados clínicos limitados que demonstram a degradação do EGFR pelos proteosomas.

Erlotinib + Inibidores do proteosoma

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Erlotinib e inibidores do proteosoma: Devido ao mecanismo de ação, pode-se esperar que os inibidores dos proteosomas incluindo o bortezomib influenciem o efeito dos inibidores do EGFR incluindo o erlotinib. Esta influência é suportada por estudos pré-clínicos e dados clínicos limitados que demonstram a degradação do EGFR pelos proteosomas.
Explicar ao Paciente o que é e para que serve, ação e potenciais reações adversas do regime de tratamento.

Estudar o regime de tratamento, incluindo o esquema de administração, duração do tratamento e monitorização que serão necessários.

– Aconselhar o Paciente a tomar a dose prescrita uma vez por dia, pelo menos 1 hora antes ou 2 horas após as refeições.

– Aconselhar o Paciente ou Cuidador a relatar imediatamente as reações adversas conhecidas ou significativas ao Prestador de Cuidados de Saúde, incluindo qualquer um dos seguintes: irritação dos olhos; novo aparecimento ou agravamento inexplicável de falta de ar ou tosse, aparecimento ou agravamento de erupção cutânea; diarréia grave ou persistente, náuseas, perda de apetite ou vómitos.

– A mulher em idade fértil deve ter cuidado para evitar engravidar durante o tratamento.

Aconselhe a Doente a utilizar métodos contracetivos eficazes durante e até 2 semanas após a conclusão da terapia.

– Aconselhar os fumadores a parar de fumar durante a terapia.

– Aconselhe os Pacientes a usar protetor solar durante a exposição ao sol ou evitar a exposição por completo.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017