Disopiramida
O que é
A Disopiramida é um agente antiarrítmico da classe I (interfere diretamente com a despolarização da membrana cardíaca e, portanto, serve como agente de estabilização da membrana) com ação depressiva sobre a coração, semelhante ao da guanidina.
Também possui algumas propriedades anestésicas locais e anticolinérgicas.
Também possui algumas propriedades anestésicas locais e anticolinérgicas.
Usos comuns
A Disopiramida é utilizada para tratar os padrões de batimentos cardíacos irregulares graves.
Tipo
Molécula pequena.
História
Sem informação.
Indicações
A Disopiramida está indicada para o tratamento da taquicardia paroxística supraventricular e da recorrência da fibrilhação e flutter após cardioversão.
Arritmias ventriculares, particularmente num contexto de enfarte do miocárdio.
Arritmias ventriculares, particularmente num contexto de enfarte do miocárdio.
Classificação CFT
3.2.1.1 : Classe Ia (tipo quinidina)
Mecanismo De Acção
Disopiramida é um fármaco antiarrítmico tipo 1A (ou seja, semelhante a procainamida e à quinidina). A Disopiramida inibe os canais rápidos de sódio.
Em estudos animais a Disopiramida diminui a taxa de despolarização diastólica (fase 4) em células com automaticidade aumentada, diminui a velocidade de movimento ascendente (fase 0) e aumenta a duração do potencial de ação das células cardíacas normais, diminui a disparidade entre refratariedade enfartada e adjacente normalmente perfundido miocárdio, e não tem nenhum efeito sobre os recetores alfa-adrenérgicos ou beta-adrenérgicos.
Em estudos animais a Disopiramida diminui a taxa de despolarização diastólica (fase 4) em células com automaticidade aumentada, diminui a velocidade de movimento ascendente (fase 0) e aumenta a duração do potencial de ação das células cardíacas normais, diminui a disparidade entre refratariedade enfartada e adjacente normalmente perfundido miocárdio, e não tem nenhum efeito sobre os recetores alfa-adrenérgicos ou beta-adrenérgicos.
Posologia Orientativa
Via oral - Dose inicial: 400 a 600 mg/dia, em doses fracionadas.
Dose de manutenção: 250 mg, 2 vezes/dia.
Reduzir dose na insuficiência hepática e na insuficiência renal.
Na insuficiência renal grave a dose não deverá exceder 150mg/dia.
Dose de manutenção: 250 mg, 2 vezes/dia.
Reduzir dose na insuficiência hepática e na insuficiência renal.
Na insuficiência renal grave a dose não deverá exceder 150mg/dia.
Administração
Via oral.
Contra-Indicações
Hipersensibilidade à Disopiramida.
Bloqueios auriculoventriculares e bibloqueios.
IC descompensada.
Glaucoma.
Hipertrofia prostática.
Gravidez.
Vigiar no aleitamento.
Bloqueios auriculoventriculares e bibloqueios.
IC descompensada.
Glaucoma.
Hipertrofia prostática.
Gravidez.
Vigiar no aleitamento.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Epigastralgias, secura de boca, obstipação, retenção urinária, diplopia, perturbações da acomodação, icterícia colestática. Agravamento da IC, hipotensão arterial, bloqueio auriculoventricular, taquicardia ventricular, torsades de pointes.
Advertências

Aleitamento:A disopiramida é excretada no leite humano. O metabólito principal, MND, é excretado e se concentra no leite humano. Não há relatos de efeitos adversos em lactentes de mães com níveis plasmáticos de disopiramida terapêutica. A Academia Americana de Pediatria considera a disopiramida compatível com a amamentação.

Insuf. Hepática:Pode ser necessário reduzir a dose.

Insuf. Renal:100 mg de 8 em 8 horas ou 150 mg de 12 em 12 horas na IR ligeira; 100 mg de 12 em 12 horas na IR moderada e 150 mg de 24 em 24 horas na IR grave.

Gravidez:Disopiramida deve ser administrada durante a gravidez apenas quando o benefício supera o risco.
Precauções Gerais
O médico deve verificar o seu progresso em visitas regulares para se certificar de que o medicamento está a funcionar correctamente.
Não pare de tomar Disopiramida sem primeiro consultar o médico. Parar de repente pode causar uma séria mudança na função do coração.
Tonturas, vertigens ou desmaios podem ocorrer, especialmente quando se levanta de uma posição deitado ou sentado. Isto é devido à pressão arterial. Levantar-se lentamente pode ajudar.
Este efeito não ocorre muitas vezes nas doses de Disopiramida geralmente usadas; no entanto, certifique-se que sabe como reagir aos efeitos de Disopiramida antes de conduzir, utilizar máquinas, ou executar tarefas que possam ser perigosa se não estiver alerta. Se o problema persistir ou piorar, consulte o médico.
A Disopiramida raramente pode causar hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue) em algumas pessoas. Se estes sinais aparecerem, ingerir um alimento ou bebida que contenha açúcar e contacte o médico imediatamente.
A Disopiramida pode causar visão turva ou outros problemas de visão. Se algum destes sintomas ocorrer, não conduza, utilize máquinas, ou execute tarefas que possam ser perigosas se não for capaz de ver bem.
A Disopiramida pode causar ressecamento dos olhos, boca e nariz. Para alívio temporário de secura da boca, use doces sem açúcar ou pastilhas, derreta pedaços de gelo na boca, ou use um substituto de saliva.
No entanto, se a boca seca persistir por mais de duas semanas, consulte o médico ou dentista. A secura da boca pode aumentar a probabilidade de doenças dentárias, incluindo a cárie dentária, doença gengival e infeções fúngicas orais.
Muitas vezes a Disopiramida vai fazer com que o Doente sue menos, permitindo que a temperatura do corpo aumente.
Redobre o cuidado para não sobreaquecer durante o exercício ou o tempo quente enquanto estiver a tomar Disopiramida, já que daí poderá resultar insolação.
Não pare de tomar Disopiramida sem primeiro consultar o médico. Parar de repente pode causar uma séria mudança na função do coração.
Tonturas, vertigens ou desmaios podem ocorrer, especialmente quando se levanta de uma posição deitado ou sentado. Isto é devido à pressão arterial. Levantar-se lentamente pode ajudar.
Este efeito não ocorre muitas vezes nas doses de Disopiramida geralmente usadas; no entanto, certifique-se que sabe como reagir aos efeitos de Disopiramida antes de conduzir, utilizar máquinas, ou executar tarefas que possam ser perigosa se não estiver alerta. Se o problema persistir ou piorar, consulte o médico.
A Disopiramida raramente pode causar hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue) em algumas pessoas. Se estes sinais aparecerem, ingerir um alimento ou bebida que contenha açúcar e contacte o médico imediatamente.
A Disopiramida pode causar visão turva ou outros problemas de visão. Se algum destes sintomas ocorrer, não conduza, utilize máquinas, ou execute tarefas que possam ser perigosas se não for capaz de ver bem.
A Disopiramida pode causar ressecamento dos olhos, boca e nariz. Para alívio temporário de secura da boca, use doces sem açúcar ou pastilhas, derreta pedaços de gelo na boca, ou use um substituto de saliva.
No entanto, se a boca seca persistir por mais de duas semanas, consulte o médico ou dentista. A secura da boca pode aumentar a probabilidade de doenças dentárias, incluindo a cárie dentária, doença gengival e infeções fúngicas orais.
Muitas vezes a Disopiramida vai fazer com que o Doente sue menos, permitindo que a temperatura do corpo aumente.
Redobre o cuidado para não sobreaquecer durante o exercício ou o tempo quente enquanto estiver a tomar Disopiramida, já que daí poderá resultar insolação.
Cuidados com a Dieta
Evite o álcool.
Tome, independentemente das refeições.
Tome, independentemente das refeições.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligue para o Centro de Intoxicações.
Os sintomas de uma overdose de Disopiramida incluem boca seca e os olhos, visão turva, obstipação, dificuldade em urinar, tontura, agravamento batimentos cardíacos irregulares, perda de consciência e morte.
Os sintomas de uma overdose de Disopiramida incluem boca seca e os olhos, visão turva, obstipação, dificuldade em urinar, tontura, agravamento batimentos cardíacos irregulares, perda de consciência e morte.
Terapêutica Interrompida
Tente não peder nenhuma dose deste medicamento. Doses em falta pode ser muito perigoso.
Se esquecer uma dose, tome-a assim que se lembrar. No entanto, se estiver quase na hora da sua próxima dose, ignore a dose esquecida e tome apenas a dose regularmente programada seguinte. Não tome uma dose dupla dessa medicação. A dose dupla pode ser perigosa.
Se esquecer uma dose, tome-a assim que se lembrar. No entanto, se estiver quase na hora da sua próxima dose, ignore a dose esquecida e tome apenas a dose regularmente programada seguinte. Não tome uma dose dupla dessa medicação. A dose dupla pode ser perigosa.
Cuidados no Armazenamento
Guarde o medicamento num recipiente fechado à temperatura ambiente, longe do calor, humidade e luz directa.
Evite congelamento.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Evite congelamento.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Antiarrítmicos Disopiramida
Observações: Aumentam a depressão do miocárdio quando são administrados com outros AA. Aumentam o risco de arritmias ventriculares quando são dados com AA que prolongam o intervalo QTInteracções: Aumentam o risco de arritmias ventriculares quando são dados com AA que prolongam o intervalo QT: - Disopiramido - Disopiramida

Tertatolol Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Associações que requerem precauções de utilização (disopiramida): Perturbações da contractilidade, do automatismo e da condução elétrica cardíaca (supressão dos mecanismos compensatórios do sistema simpático). É necessária uma vigilância clínica e eletrocardiográfica. - Disopiramida

Goserrelina Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Uma vez que o tratamento com antiandrogénios pode prolongar o intervalo QT, deve avaliar-se cuidadosamente o uso concomitante de Goserrelina com outros medicamentos capazes de prolongar o intervalo QT ou de induzir Torsades de pointes, como a disopiramida. - Disopiramida

Cetoconazol Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Contraindicado devido ao risco de acontecimentos cardiovasculares graves incluindo prolongamento do QT. - Disopiramida

Insulina glargina Disopiramida
Observações: Algumas substâncias afetam o metabolismo da glucose, o que pode implicar a necessidade de ajuste de dose da insulina glargina.Interacções: As substâncias que podem aumentar o efeito de redução da glicemia e aumentar a suscetibilidade à hipoglicemia incluem medicamentos antidiabéticos orais, inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECAs), disopiramida, fibratos, fluoxetina, inibidores da monoaminoxidase (IMAO), pentoxifilina, propoxifeno, salicilatos, análogos da somatostatina e sulfonamidas (antibióticos). - Disopiramida

Carbonato de lítio Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Recomenda-se precaução na administração concomitante de lítio com outros medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT, por ex., disopiramida. - Disopiramida

Paracetamol + Feniramina + Ácido ascórbico Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Associações em que devem ser tomadas precauções: Outros medicamentos derivados da atropina (devido à presença de feniramina) antidepressivos tricíclicos, a maior parte dos antihistamínicos atropinícos H1, agentes anticolinérgicos antiparkinsónicos, atropina antiespasmódica, disopiramida, neurolépticos fenotiazínicos, bem como clozapina. Podem ocorrer outros efeitos indesejáveis da atropina como retenção de urina, obstipação e boca seca. - Disopiramida

Butilescopolamina Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: O efeito anticolinérgico de disopiramida pode ser potenciado pela toma concomitante de Butilescopolamina. - Disopiramida

Ivabradina Disopiramida
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: Utilização concomitante não recomendada: Medicamentos cardiovasculares que prolongam o intervalo QT (por ex. quinidina, disopiramida, bepridilo, sotalol, ibutilida, amiodarona). A utilização concomitante de ivabradina com medicamentos cardiovasculares e não cardiovasculares que prolongam o intervalo QT deve ser evitada porque o prolongamento do intervalo QT pode ser exacerbado pela redução da frequência cardíaca. Se a combinação for necessária, impõe-se cuidadosa monitorização cardíaca. - Disopiramida

Insulina glulisina Disopiramida
Observações: Não foram realizados estudos sobre interações farmacocinéticas. Baseado num conhecimento empírico de medicamentos semelhantes, as interações farmacocinéticas clinicamente relevantes são improváveis. Um número variado de substâncias afetam o metabolismo da glucose e pode haver necessidade de um ajuste da posologia da insulina glulisina e em particular de uma monitorização apertada.Interacções: Entre as substâncias que podem aumentar o efeito hipoglicemiante e aumentar a suscetibilidade à hipoglicemia incluem-se os medicamentos antidiabéticos orais, inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECAs), disopiramida, fibratos, fluoxetina, inibidores da monoaminooxidase (IMAO), pentoxifilina, propoxifeno, salicilatos e antibióticos sulfonamídicos. - Disopiramida

Insulina humana + Insulina isofânica Disopiramida
Observações: Algumas substâncias afetam o metabolismo da glucose e podem requerer um ajuste da dose da insulina humana.Interacções: As substâncias que podem aumentar o efeito de redução da glicemia e aumentar a suscetibilidade à hipoglicemia, incluem medicamentos antidiabéticos orais, inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECAs), disopiramida, fibratos, fluoxetina, inibidores da monoaminoxidase (MAO), pentoxifilina, propoxifeno, salicilatos e antibióticos sulfonamídicos. - Disopiramida

Ranolazina Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Existe um risco teórico de o tratamento concomitante com ranolazina e outros fármacos que se saiba prolongarem o intervalo QTc poder originar uma interação farmacodinâmica e aumentar o possível risco de arritmias ventriculares. Como exemplos de tais fármacos, podemos referir certos Antihistamínicos (p.ex. terfenadina, astemizol, mizolastina), certos anti-arrítmicos (p.ex. quinidina, disopiramida, procainamida), a eritromicina e os antidepressivos tricíclicos (p.ex. imipramina, doxepina, amitriptilina). - Disopiramida

Flutamida Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Uma vez que o tratamento com antiandrogénios pode prolongar o intervalo QT, deve avaliar-se cuidadosamente o uso concomitante de Flutamida com outros medicamentos capazes de prolongar o intervalo QT ou de induzir Torsades de pointes, como os anti-arrítmicos da classe IA (por exemplo quinidina, disopiramida) ou da classe III (por exemplo amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida), metadona, moxifloxacina, antipsicóticos, etc. - Disopiramida

Nilutamida Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Uma vez que o tratamento com antiandrogénios pode prolongar o intervalo QT, deve avaliar-se cuidadosamente o uso concomitante de Nilutamida com outros medicamentos capazes de prolongar o intervalo QT ou de induzir Torsades de pointes, como os anti-arrítmicos da classe IA (por exemplo quinidina, disopiramida) ou da classe III (por exemplo amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida), metadona, moxifloxacina, antipsicóticos, etc. - Disopiramida

Pimozida Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: A pimozida é principalmente metabolizada pela via enzimática do citocromo P450, subtipo 3A4 (CYP 3A4) e mais discretamente pelo subtipo CYP2D6. Dados in vitro mostram que, especialmente os inibidores potentes do sistema enzimático CYP3A4, como os antimicóticos azóis, inibidores da protease antiviral, antibióticos macrólidos e nefazodona, inibem o metabolismo da pimozida, resultando num aumento acentuado dos seus níveis plasmáticos. Dados in vitro sugerem também, que a quinidina diminui o metabolismo da pimozida, dependente do CYP2D6. A elevação dos níveis plasmáticos de pimozida pode aumentar o risco de prolongamento do intervalo QT. A utilização concomitante com fármacos inibidores do citocromo P450 CYP3A4 ou CYP2D6 está contraindicada. O uso concomitante de pimozida com fármacos conhecidos por provocarem o prolongamento do intervalo QT também está contraindicado. Os exemplos incluem: - certos anti-arrítmicos de Classe IA (quinidina, disopiramida e procainamida) e de Classe III (amiodarona e sotalol), - antidepressivos tricíclicos (amitriptilina), - alguns antidepressivos tetraciclicos (maprotilina), - outros antipsicóticos (fenotiazinas e o sertindol), - certos anti-histaminicos (astemizol e terfenadina), - cisaprida, bepridilo, halofantrina e esparfloxacina. Esta lista é apenas indicativa e não exaustiva. - Disopiramida

Carvedilol + Ivabradina Disopiramida
Observações: Não se observaram interações entre o carvedilol e a ivabradina num estudo de interações efetuado em voluntários saudáveis. Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: Utilização concomitante não recomendada do Carvedilol / Ivabradina: Medicamentos cardiovasculares que prolongam o intervalo QT (por ex. quinidina, disopiramida, bepridilo, sotalol, ibutilida, amiodarona). Medicamentos não cardiovasculares que prolongam o intervalo QT (por ex. pimozida, ziprasidona, sertindol, mefloquina, halofantrina, pentamidina, cisaprida e eritromicina intravenosa). Ivabradina - Utilização concomitante não recomendada: A utilização concomitante de medicamentos cardiovasculares e não cardiovasculares que prolongam o intervalo QT e de ivabradina deve ser evitada, uma vez que o prolongamento do QT pode ser exacerbado pela diminuição da frequência cardíaca. Se a combinação for necessária, impõe-se cuidadosa monitorização cardíaca. Carvedilol - Utilização concomitante com precauções com a amiodarona: Em doentes com insuficiência cardíaca a amiodarona diminuiu a depuração do S-carvedilol, muito provavelmente através da inibição do CYP2C9. A concentração plasmática média de R-carvedilol permaneceu inalterada. Consequentemente, existe um risco potencial de aumento do bloqueio- beta provocado por um aumento da concentração plasmática de S- carvedilol. Foram observados casos isolados de perturbações da condução (raramente com implicação hemodinâmica) quando o carvedilol foi administrado com amioradona. A coadministração de carvedilol e amiodarona (oral) deve ser cuidadosamente monitorizada dado já terem sido notificados casos de bradicardia, paragem cardíaca e fibrilhação ventricular pouco tempo após o início do tratamento concomitante. - Disopiramida

Lidocaína + Tetracaína Disopiramida
Observações: Não foram realizados estudos de interacção.Interacções: Deve considerar-se o risco de toxicidade sistémica adicional quando Lidocaína/Tetracaína é aplicado a doentes que estejam a tomar medicamentos anti-arrítmicos de classe I (tais como a quinidina, disopiramida, tocainida e o mexiletina) e de classe III (ex: amiodarona) ou outros produtos que contenham agentes anestésicos locais. É improvável que surjam interações após o uso correto de Lidocaína/Tetracaína uma vez que, após administração tópica das doses recomendadas, as concentrações de lidocaína e tetracaína que se podem encontrar no plasma são baixas. - Disopiramida

Fosfato de alumínio Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Sais de ferro, fluoroquilonas, antihistamínicos H2, flureto de sódio. Não existe interação entre o Fosfato de alumínio gel e a prednisolona, o cetoprofeno, a amoxicilina, a disopiramida e a cimetidina. - Disopiramida

Roxitromicina Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Disopiramida: Um estudo in vitro demonstrou que a roxitromicina pode deslocar a disopiramida da sua ligação às proteínas. Este efeito in vivo pode originar um aumento do nível sérico de disopiramida livre. Sendo assim, deverá ser realizado um ECG e os níveis de disopiramida controlados. - Disopiramida

Beclometasona + Formoterol Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: O tratamento concomitante com disopiramida pode prolongar o intervalo QTc e aumentar o risco de arritmias ventriculares. - Disopiramida

Budesonida + Formoterol Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: O tratamento concomitante com disopiramida, pode prolongar o intervalo QT e aumentar o risco de arritmias ventriculares. - Disopiramida

Insulina glargina + Lixisenatido Disopiramida
Observações: Não foram realizados estudos de interacção com Insulina glargina + Lixisenatido. A informação fornecida a seguir baseia-se em estudos com os componentes individuais. Algumas substâncias afetam o metabolismo da glicose e podem exigir o ajuste posológico de Insulina glargina + LixisenatidoInteracções: As substâncias que podem aumentar o efeito de redução da glicemia e aumentar a suscetibilidade à hipoglicemia incluem medicamentos anti-hiperglicémicos, inibidores da enzima de conversão da angiotensina (ACE), disopiramida, fibratos, fluoxetina, inibidores da monoaminoxidase (MAO), pentoxifilina, propoxifeno, salicilatos e antibióticos sulfonamídicos. - Disopiramida

Oxibutinina Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: A potenciação dos efeitos da oxibutinina, com bloqueio colinérgico excessivo, pode sobrevir em caso de associação com alcaloide de beladona, anticolinérgicos de síntese ou de semi síntese (por exemplo, antiespasmódicos ou antiparkinsónicos), fenotiazinas, amantadina, butirofenonas, levodopa, antidepressivos tricíclicos, quinidina, Antihistamínicos, disopiramida, procaínamida ou cetoconazol (potente inibidor do CYP3A4); a associação de oxibutinina com estes fármacos deve ser feita com prudência. - Disopiramida

Paliperidona Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Recomenda-se precaução ao prescrever Paliperidona com medicamentos que prolonguem o intervalo QT, como por exemplo anti-arrítmicos de classe IA (p.ex. quinidina, disopiramida) e anti-arrítmicos de classe III (p.ex. amiodarona, sotalol), alguns Antihistamínicos, outros antipsicóticos e alguns antimaláricos (p.ex., mefloquina). - Disopiramida

Mequitazina Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Atropina e substâncias relacionadas (antidepressivos imipramínicos, antiparkinsónicos anticolinérgicos, antiespasmódicos atropínicos, disopiramida, neurolépticos fenotiazídicos): Adição dos efeitos indesejáveis atropínicos tais como retenção urinária, obstipação e xerostomia. - Disopiramida

Bisoprolol + Perindopril Disopiramida
Observações: Num estudo de interacção conduzido em voluntários sãos, não foram observadas interações entre o bisoprolol e o perindopril.Interacções: Utilização concomitante não recomendada: Relacionada com o BISOPROLOL: Anti-arrítmicos de classe I (ex: quinidina, disopiramida, lidocaina, fenitoina, flecainida, propafenona): O efeito sobre o tempo da condução auriculo-ventricular pode ser potenciado e o efeito inotrópico negativo pode ser aumentado. - Disopiramida

Panobinostate Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: interações farmacodinâmicas esperadas: Prolongamento do intervalo QT: Com base nos dados clínicos e pré-clínicos, panobinostate tem o potencial de prolongar o intervalo QT. O uso concomitante de medicamentos anti-arrítmicos (incluindo, mas não limitado a, amiodarona, disopiramida, procainamida, quinidina e sotalol) e outras substâncias conhecidas por prolongarem o intervalo QT (incluindo, mas não limitado a, cloroquina, halofantrina, claritromicina, metadona, moxifloxacina, bepridilo e pimozida) não é recomendado. - Disopiramida

Darunavir + Cobicistate Disopiramida
Observações: Não foram realizados estudos de interacção farmacológica com Darunavir / Cobicistate. Uma vez que Darunavir / Cobicistate contém darunavir e cobicistate, as interações que foram identificadas com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir) e com cobicistate determinam as interações que podem ocorrer com Darunavir / Cobicistate. Os ensaios de interacção com darunavir/ritonavir e com cobicistate apenas foram realizados em adultos.Interacções: Anti-arrítmicos: Disopiramida, Flecainida, Mexiletina, Propafenona: Tendo por base considerações teóricas, é expectável que Darunavir / Cobicistate aumente as concentrações plasmáticas destes anti-arrítmicos. (inibição do CYP3A) É recomendada precaução e monitorização da concentração terapêutica, se disponível, quando estes anti-arrítmicos são administrados concomitantemente com Darunavir / Cobicistate. - Disopiramida

Ceritinib Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: interações farmacodinâmicas: Em estudos clínicos, observou-se prolongamento do intervalo QT com ceritinib. Assim, ceritinib deve ser utilizado com precaução em doentes que têm ou podem desenvolver prolongamento do intervalo QT, incluindo os doentes que tomam medicamentos anti-arrítmicos tais como anti-arrítmicos de classe I (p. ex. quinidina, procainamida, disopiramida) ou anti-arrítmicos de classe III ( p.ex. amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida) ou outros medicamentos que possam provocar prolongamento do intervalo QT tais como astemizol, domperidona, droperidol, cloroquina, halofantrina, claritromicina, haloperidol, metadona, cisaprida e moxifloxacina. Recomenda-se a monitorização do intervalo QT em caso de associações destes medicamentos. - Disopiramida

Propranolol Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Associações a utilizar com precaução, com as quais pode ser necessário ajuste posológico: Anti-arrítmicos de Classe I (disopiramida, quinidina): Os anti-arrítmicos de Classe I e os bloqueadores beta têm efeitos inotrópicos negativos aditivos podendo resultar em hipotensão e efeitos secundários hemodinâmicos graves em doentes com perturbação da função ventricular esquerda. A quinidina parece aumentar os níveis plasmáticos de propranolol através da inibição da CYP2D6, diminuindo assim a sua depuração. Por conseguinte, a dose de propranolol deve ser diminuída ao iniciar-se o tratamento com quinidina. - Disopiramida

Lurasidona Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: interações farmacodinâmicas: Aconselha-se precaução quando se prescreve lurasidona com medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QT, por exemplo, anti-arrítmicos da classe IA (ex.: quinidina, disopiramida) e anti-arrítmicos da classe III (ex.: amiodarona, sotalol), alguns Antihistamínicos, outros antipsicóticos e alguns antimaláricos (ex.: mefloquina). - Disopiramida

Perindopril + Indapamida + Amlodipina Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Uso concomitante que requer cuidados especiais: INDAPAMIDA: Medicamentos que induzem “Torsades de pointes”: Devido ao risco de hipocaliemia, a indapamida deve ser administrada com precaução quando associada a outros medicamentos que induzem “torsades de pointes” como: - fármacos Anti-arrítmicos classe IA (quinidina, hidroquinidina, disopiramida); - fármacos Anti-arrítmicos classe III (amiodarona, dofetilida, ibutilida, bretilio, sotalol); - alguns neurolépticos (clorpromazina, ciamemazina, levomepromazina, tioridazina, trifluoperazina), benzamidas (amissulprida, sulpirida, sultoprida, tiaprida), butirofenonas (droperidol, haloperidol), outros neurolépticos (pimozida); - outras substâncias tais como bepridilo, cisaprida, difemanil, eritromicina IV, halofantrina, mizolastina, moxifloxacina, pentamidina, esparfloxacina, IV vincamina, metadona, astemizol, terfenadina. Prevenção de baixos níveis de potássio e correção se necessário: monitorização do intervalo QT. - Disopiramida

Indapamida + Amlodipina Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Associações que necessitam de precauções de utilização: Medicamentos que induzem « torsades de pointes »: - anti-arrítmicos classe Ia (quinidina, hidroquinidina, disopiramida), - anti-arrítmicos classe III (amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida), - alguns antipsicóticos: fenotiazinas (clorpromazina, ciamemazina, levomepromazina, tioridazina, trifluoperazina), benzamidas (amissulprida, sulpirida, sultoprida, tiaprida), butirofenonas (droperidol, haloperidol), outros: bepridilo, cisaprida, difemanil, eritromicina IV, halofantrina, mizolastina, pentamidina, esparfloxacina, moxifloxacina, vincamina IV. Risco aumentado de arritmias ventriculares, particularmente torsades de pointes (a hipocaliemia é um factor de risco). Vigilância e, se necessário, correcção da hipocaliemia antes da introdução desta associação. Monitorização clínica, dos electrólitos e do ECG. Utilizar substâncias que não provoquem « torsades de pointes » em presença de hipocaliemia. - Disopiramida

Eribulina Disopiramida
Observações: A eribulina é excretada principalmente (até 70%) por excreção biliar. Desconhece-se qual a proteína de transporte envolvida neste processo. A inibição completa do transporte poderá, em teoria, dar origem a um aumento três vezes superior das concentrações plasmáticas.Interacções: Não se recomenda a utilização de substâncias inibidoras das proteínas de transporte hepático como, por exemplo, proteínas transportadoras de aniões orgânicos (OATPs-organic anion-transporting proteins) e proteínas resistentes a múltiplos medicamentos (MRPs-multidrug resistant proteins), etc., em concomitância com a eribulina. Os inibidores destes transportadores incluem, mas não se limitam a: Ciclosporina, ritonavir, saquinavir, lopinavir e certos outros inibidores das proteases, efavirenz e, emtricitabina, quinina, quinidina, disopiramida, etc. - Disopiramida

Fluticasona + Formoterol Disopiramida
Observações: Não foram realizados estudos formais de interacção com o Fluticasona / Formoterol.Interacções: Tal como os outros agonistas β2, o fumarato de formoterol deve ser administrado com extrema precaução em doentes tratados com antidepressivos tricíclicos ou com inibidores da monoamino oxidase, mesmo durante o período imediato de duas semanas após a sua interrupção, ou com outros fármacos que reconhecidamente prolongam o intervalo QTc, tais como antipsicóticos (incluindo as fenotiazinas), quinidina, disopiramida, procainamida e Antihistamínicos. - Disopiramida

Formoterol Disopiramida
Observações: Não foram realizados estudos de interação específicos com formoterol.Interacções: Existe o risco teórico que o tratamento concomitante com outros medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QTc possam originar uma interação farmcodinâmica com formoterol e aumentar o possível risco de arritmias ventriculares. Os exemplos destes medicamentos incluem alguns antihistamínicos (p. ex., terfenadina, astemizol, mizolastina), alguns anti-arrítmicos (p. ex., quinidina, disopiramida, procainamida), eritromicina e antidepressivos tricíclicos. - Disopiramida

Pentamidina Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Associações desaconselhadas: Medicamentos que podem induzir torsade de pointes: Anti-arrítmicos de classe Ia (quinidina, hidroquinidina, disopiramida) Anti-arrítmicos de classe III (amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida) Alguns neurolépticos (tioridazina, clorpromazina, levomepromazina, trifluoperazina, ciamemazina, sulpirida, sultoprida, amissulprida, tiaprida, haloperidol, droperidol) Outros medicamentos como bepridil, cisaprida, eritromicina iv, halofantrina, mizolastina. Dado o risco aumentado de perturbações do ritmo ventricular, nomeadamente de torsade de pointes, a associação destes medicamentos com a administração de pentamidina deve ser evitada. Caso seja absolutamente necessária, deve controlar-se previamente o intervalo QT e fazer monitorização cuidadosa do ECG. - Disopiramida

Timolol Disopiramida
Observações: Não foram realizados estudos específicos de interacção com o timolol.Interacções: coadministração de timolol com fármacos anti-arrítmicos da classe I (p.ex. disopiramida, quinidina, propafenona) e amiodarona: Podem ter um efeito potenciador no tempo de condução atrial e induzir o efeito inotrópico negativo. - Disopiramida

Toremifeno Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Não pode ser excluído um efeito aditivo sobre o prolongamento do intervalo QT entre o Toremifeno e os seguintes medicamentos, e outros medicamentos que possam prolongar o intervalo QTc. Isto pode levar a um aumento do risco de arritmias ventriculares, incluindo Torsades de pointes. Assim sendo, a coadministração do Toremifeno com qualquer um dos medicamentos seguintes está contraindicada: Anti-arrítmicos classe IA (p.ex. quinidina, hidroquinidina, disopiramida) ou Anti-arrítmicos classe III (p.ex. amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida), Neurolépticos (p.ex. fenotiazidas, pimozida, sertindol, haloperidol, sultoprida), Determinados agentes antimicrobianos (moxifloxacina, eritromicina IV, pentamidina, antimaláricos particularmente halofantrina), Determinados Antihistamínicos (terfenadina, astemizol, mizolastina), Outros (cisaprida, vincamina IV, bepridilo, difemanilo). - Disopiramida

Isoniazida + Rifampicina Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: RIFAMPICINA: A rifampicina possui propriedades indutoras das enzimas hepáticas e pode reduzir a atividade de um certo número de fármacos, incluíndo os anticoagulantes orais, anticonvulsivos, anti-estrogénios, antipsicóticos, corticosteroides, agentes imunomoduladores (ciclosporina), digitálicos, Contracetivos orais, hipoglicemiantes orais, dapsona, analgésicos narcóticos, metadona, barbitúricos, losartan, bloqueadores beta-adrenérgicos, clorofibrato, progestina, teofilina, cloranfenicol, claritromicina, anti-arrítmicos (ex. disopiramida, mexiletina, quinidina), bloqueadores da entrada de cálcio, antifúngicos, benzodiazepinas, antidepressivos tricíclicos, anti-retrovirais, estrogéneos, gestrinona, fluoroquinolonas, levotiroxina, irinotecano, praziquantel, riluzol, antagonistas seletivos dos recetores 5-HT3, estatinas metabolizadas pelo citocromo CYP3A4, telitromicina, tiazolidinedionas e doxiciclina. Pode ser necessário ajustar a dose destes fármacos se forem administrados concomitantemente com a rifampicina. - Disopiramida

Eprosartan + Hidroclorotiazida Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: interações potenciais relacionadas com a HIDROCLOROTIAZIDA: Administração concomitante requerendo precaução: Medicamentos afetados por alterações no potássio sérico: Recomenda-se monitorização periódica dos níveis de potássio sérico e ECG quando o Eprosartan / Hidroclorotiazida é administrado com medicamentos que são afetados por alterações no potássio sérico (por ex. glicosídeos digitálicos e anti-arrítmicos) e com as seguintes “torsades de pointes” (taquicardia ventricular) induzidas por alguns medicamentos (incluindo alguns anti-arrítmicos), sendo a hipocaliemia um fator predisponente ao aparecimento de “torsades de pointes” (taquicardia ventricular): - Anti-arrítmicos de Classe Ia (por ex. quinidina, hidroquinidina, disopiramida). - Anti-arrítmicos de Classe III (por ex. amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida) - Alguns antipsicóticos (por ex. tioridazina, clorpromazina, levomepromazina, trifluoperazina, ciamemazina, sulpirida, sultoprida, amissulprida, tiaprida, pimozida, haloperidol, droperidol) - Outros (por ex. bepridil, cisaprida, difemanil, eritromicina IV, halofantrina, mizolastina, pentamidina, terfenadina, vincamina IV). - Disopiramida

Eritromicina Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: O uso de Eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos. Foram descritas interações da Eritromicina com carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus, quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com Eritromicina. - Disopiramida

Esmolol Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: A utilização concomitante de Esmolol e fármacos anti-arrítmicos de classe I (por exemplo, disopiramida, quinidina) e amiodarona pode potencialmente afectar o tempo de condução arterial e provocar efeitos inotrópicos negativos. - Disopiramida

Glimepirida Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Pode ocorrer uma potenciação do efeito hipoglicemiante e portanto, em alguns casos, hipoglicemia quando um dos seguintes medicamentos é administrado em simultâneo com glimepirida, por exemplo: - fenilbutazona, azapropazona e oxifenobutazona; - insulina e produtos antidiabéticos orais, tal como a metformina; - ácido p-amino-salicílico; - esteroides anabolizantes e hormonas sexuais masculinas; - cloranfenicol, algumas sulfonamidas de ação longa, tetraciclinas, antibióticos da classe das quinolonas e claritromicina; - anticoagulantes cumarínicos; - fenfluramina; - disopiramida; - fibratos; - inibidores da ECA; - fluoxetina, inibidores da MAO; - alopurinol, probenecida, sulfinpirazona; - simpaticolíticos; - ciclofosfamida, trofosfamida e ifosfamidas; - miconazol, fluconazol; - pentoxifilina (doses elevadas por via parentérica); - tritoqualina. - Disopiramida

Glimepirida + Pioglitazona Disopiramida
Observações: Não existem estudos formais de interacção para o Glimepirida / Pioglitazona, contudo, a utilização concomitante das substâncias ativas em doentes em utilização clínica não teve como resultado interações inesperadas. As informações disponíveis são sobre as substâncias ativas individualmente (pioglitazona e glimepirida).Interacções: GLIMEPIRIDA: Potenciação do efeito hipoglicemiante e como tal, em alguns casos, poderá ocorrer hipoglicemia quando uma das seguintes substâncias ativas é tomada, por exemplo: Fenilbutazona, azapropazona e oxifenbutazona; Insulina e outros produtos orais antidiabéticos; Metformina; Salicilatos e ácido p-amino salicílico; Esteroides anabolizantes e hormonas sexuais masculinas; Cloranfenicol; Claritromicina; Anticoagulantes cumarínicos; Disopiramida; Fenfluramina; Fibratos; Inibidores da ECA; Fluoxetina; Alopurinol; Simpatolíticos; Ciclo-, tro e ifosfamidas; Sulfinpirazona; Determinadas sulfonamidas de ação prolongada; tetraciclinas; Inibidores da MAO; Antibióticos que contêm quinolonas; Probenecida; Miconazol; Pentoxifilina (dose elevada, via parentérica); Tritoqualina; Fluconazol. - Disopiramida

Halofantrina Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Medicamentos que possam provocar torsades de pointes: Anti-arrítmicos de classe IA (por exemplo quinidina, hidroquinidina, disopiramida), anti-arrítmicos de classe III (por exemplo amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida), alguns neurolépticos (por exemplo tioridazina, cloropromazina, levomepormazina, trifluoperazina, ciamemazina, sulpirida, amisilprida, tiaprida, pimozida, haloperidol, droperidol, sultoprida), antiparasíticos (lumefantrina, pentamidina), bepridil, cisaprida, difemanil, eritromicina IV, metadona, mizolastina, veraliprida, vincamicina IV. A interação com a mefloquina demonstrou prolongar ainda mais o intervalo QTc. Risco aumentado de disrritmias ventriculares, especialmente torsades de pointes. Medicamentos passíveis de provocar torsade de pointes não anti-infecciosos devem ser interrompidos, mas se tal não for possível, o intervalo QTc deve ser controlado antes do início do tratamento e o ECG deve ser monitorizado durante o tratamento. Inibidores da protease (amprenavir, atazanavir, fosamprenavir, indinavir, lopinavir, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, tipranavir): risco aumentado de disrritmias ventrículares, especialmente torsades de pointes. - Disopiramida

Beclometasona + Formoterol + Brometo de glicopirrónio Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: interações farmacodinâmicas Relacionadas com o FORMOTEROL O tratamento concomitante com quinidina, disopiramida, procainamida, antihistamínicos, inibidores da monoamina oxidase, antidepressivos tricíclicos e fenotiazinas pode prolongar o intervalo QT e aumentar o risco de arritmias ventriculares. Além disso, a L-dopa, L-tiroxina, oxitocina e o álcool podem alterar a tolerância cardíaca para com os simpaticomiméticos beta2. - Disopiramida

Hidroxizina Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: A coadministração de hidroxizina com fármacos conhecidos por prolongarem o intervalo QT e/ou induzirem Torsade de Pointes, p.e. fármacos anti-arrítmicos da classe IA (p.e. quinidina, disopiramida) e da classe III (p.e. amiodarona, sotalol), alguns Antihistamínicos, alguns antipsicóticos (p.e. haloperidol), alguns antidepressivos (p.e. citalopram, escitalopram), alguns antimaláricos (p.e. mefloquina), alguns antibióticos (p.e. eritromicina, levofloxacina, moxifloxacina), alguns fármacos antifúngicos (p.e. pentamidina), alguns medicamentos gastrointestinais (p.e. prucaloprida), alguns medicamentos utilizados no tratamento do cancro (p.e. toremifeno, vandetanib), metadona, aumentam o risco de arritmia cardíaca. Deste modo, a combinação é contraindicada. - Disopiramida

Indapamida Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Associações que exigem precauções de utilização: Medicamentos que induzem Torsades de pointes: Anti-arrítmicos da classe Ia (quinidina, hidroquinidina, disopiramida), anti-arrítmicos da classe III (amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida). - Disopiramida

Lítio Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Outros: Recomenda-se precaução na administração concomitante de lítio com outros medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT, por ex., Anti-arrítmicos das classes IA (ex. quinidina, disopiramida) ou III (ex. amiodarona), cisaprida, antibióticos tais como a eritromicina, antipsicóticos como a tioridazina ou amissulprida. - Disopiramida

Losartan + Hidroclorotiazida Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: HIDROCLOROTIAZIDA: Quando administrados concomitantemente, os seguintes fármacos podem interferir com os medicamentos diuréticos tiazídicos. Medicamentos afetados pelos distúrbios no potássio sérico: É recomendada a monitorização periódica do potássio sérico e ECG quando losartan/hidroclorotiazida é administrado com medicamentos afetados pelos distúrbios no potássio sérico (ex., glicosídeos digitálicos e anti-arrítmicos) e com os seguintes medicamentos (incluindo alguns anti-arrítmicos) indutores de torsades de pointes (taquicardia ventricular), sendo que a hipocaliémia constitui um factor predisponente para torsades de pointes (taquicardia ventricular): • Anti-arrítmicos da classe Ia (ex., quinidina, hidroquinidina, disopiramida) • Anti-arrítmicos da classe III (ex., amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida) • Alguns antipsicóticos (ex., tioridazina, clorpromazina, levomepromazina, trifluoroperazina, ciamemazina, sulpirida, sultoprida, amissulprida, tiaprida, pimozida, haloperidol, droperidol) • Outros (ex. bepridilo, cisaprida, difemanilo, eritromicina IV, halofantrina, mizolastina, pentamidina, terfenatida, vincamida IV). - Disopiramida

Moxifloxacina Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: interações com medicamentos: Não pode ser excluído um efeito aditivo no prolongamento do intervalo QT da moxifloxacina e outros medicamentos que podem prolongar o intervalo QTc. Este facto pode levar a um risco aumentado de arritmias ventriculares, incluindo torsades de pointes. Deste modo, a coadministração de moxifloxacina com qualquer um dos seguintes medicamentos está contraindicada: - anti-arrítmicos de classe IA (ex. quinidina, hidroquinidina, disopiramida) - anti-arrítmicos de classe III (ex. amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida) - neurolépticos (ex. fenotiazidas, pimozida, sertindole, haloperidol, sultoprida) - agentes antidepressivos tricíclicos - alguns agentes antimicrobianos (saquinavir, esparfloxacina, eritromicina IV, pentamidina, antimaláricos com especial atenção para a halofantrina) - alguns antihistamínicos (terfenadina, astemizol, mizalostina) - outros (cisaprida, vincamina IV, bepridilo, difemanil). - Disopiramida

Nebivolol Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: interações farmacodinâmicas: As interações seguintes são as geralmente aplicáveis aos antagonistas beta-adrenérgicos. Associações não recomendadas: Anti-arrítmicos de classe I (quinidina, hidroquinidina, cibenzolina, flecaínida, disopiramida, lidocaína, mexiletina, propafenona): O efeito no tempo da condução aurículo-ventricular pode ser potenciado e o efeito inotrópico negativo aumentado. - Disopiramida

Nebivolol + Hidroclorotiazida Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: interações farmacodinâmicas: NEBIVOLOL: As seguintes interações são as geralmente aplicáveis aos antagonistas beta-adrenérgicos. Associações não recomendadas: Antiarritmicos de classe I (quinidina, hidroquinidina, cibenzolina, flecaínida, disopiramida, lidocaína, mexiletina, propafenona): O efeito no tempo da condução auriculoventricular pode ser potenciado e o efeito inotrópico negativo aumentado. HIDROCLOROTIAZIDA: Potenciais interações relacionadas com a hidroclorotiazida: Precauções necessárias em caso de uso concomitante com: Medicamentos afetados pelos distúrbios do potássio sérico: Recomenda-se uma monitorização periódica dos níveis séricos do potássio e a realização de ECG quando se administra Nevivolol / Hidroclorotiazida com medicamentos afetados pelos distúrbios do potássio sérico (por exemplo, glicosidos digitálicos e anti-arrítmicos) e com os seguintes medicamentos indutores de “torsades de pointes” (taquicardia ventricular) (incluindo alguns anti-arrítmicos), sendo que a hipocaliemia é um fator de predisposição para “torsades de pointes” (taquicardia ventricular): Anti-arrítmicos Classe IA (por exemplo, quinidina, hidroquinidina, disopiramida). Anti-arrítmicos Classe III (por exemplo, amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida). Alguns antipsicóticos (por exemplo, tioridazina, cloropromazina, levomepromazina, trifluoperazina, ciamemazina, sulpirida, sultoprida, amissulprida, tiaprida, pimozida, haloperidol, droperidol). Outros (por exemplo, bepridilo, cisaprida, difemanil, eritromicina I.V., halofantrina, mizolastina, pentamidina, esparfloxacina, terfenadina, vincamina I.V.). - Disopiramida

Nilotinib Disopiramida
Observações: O nilotinib é principalmente metabolizado no fígado e é também substrato para a bomba de efluxo multifármacos, glicoproteína-P (gp-P). Assim, a absorção e subsequente eliminação do nilotinib absorvido sistemicamente podem ser influenciadas por substâncias que afetem a CYP3A4 e/ou a gp-P.Interacções: Substâncias que podem ter a sua concentração sistémica alterada pelo nilotinib: Medicamentos anti-arrítmicos e outras substâncias que possam prolongar o intervalo QT: O nilotinib deve ser usado com precaução em doentes que tenham ou possam desenvolver prolongamento do intervalo QT, incluindo doentes a tomar medicamentos anti-arrítmicos, tais como amiodarona, disopiramida, procainamida, quinidina e sotalol ou outros medicamentos que possam levar a um prolongamento do intervalo QT, tais como cloroquina, halofantrina, claritromicina, haloperidol, metadona e moxifloxacina. - Disopiramida

Risperidona Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Como com outros antipsicóticos, aconselha-se precaução quando a risperidona é prescrita com medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT, por exemplo anti-arrítmicos de classe Ia (ex., quinidina, disopiramida, procainamida), anti-arrítmicos de classe III (ex., amiodarona, sotalol), antidepressores tricíclicos (ou seja, a amitriptilina), antidepressores tetracíclicos (ou seja, a maprotilina), alguns antihistamínicos, outros antipsicóticos, alguns antimaláricos (ex., quinina e mefloquina), e com medicamentos que causam desequilíbrios eletrolíticos (hipocaliemia, hipomagnesiemia), bradicardia, ou com medicamentos que inibem o metabolismo hepático da risperidona. - Disopiramida

Olmesartan medoxomilo + Hidroclorotiazida Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: interações potenciais relacionadas com HIDROCLOROTIAZIDA: Uso concomitante com precaução: Medicamentos afetados pelos desequilíbrios do potássio sérico: É recomendada uma monitorização periódica do potássio sérico e a realização de ECG quando o Olmesartan / Hidroclorotiazida é administrado com medicamentos afetados pelos desequilíbrios do potássio sérico (por exemplo, glicósidos digitálicos e anti-arrítmicos) e com os seguintes medicamentos indutores de “torsades de pointes” (taquicardia ventricular) (incluindo alguns anti-arrítmicos), sendo a hipocaliemia um fator de predisposição para “torsades de pointes” (taquicardia ventricular): Anti-arrítmicos Classe Ia (por exemplo, quinidina, hidroquinidina, disopiramida). Anti-arrítmicos Classe III (por exemplo, amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida). Alguns antipsicóticos (por exemplo, tioridazina, cloropromazina, levomepromazina, trifluoperazina, ciamemazina, sulpirida, sultoprida, amissulprida, tiaprida, pimozida, haloperidol, droperidol) Outros (por exemplo, bepridilo, cisaprida, difemanil, eritromicina I.V., halofantrina, mizolastina, pentamidina, esparfloxacina, terfenadina, vincamina I.V.). - Disopiramida

Pasireotido Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: interações farmacodinâmicas previstas: Medicamentos que prolongam o intervalo QT: O pasireotido deve ser utilizado com precaução em doentes que estão a tomar concomitantemente medicamentos que prolongam o intervalo QT, tais como anti-arrítmicos de classe Ia (por exemplo, quinidina, procainamida, disopiramida), anti-arrítmicos de classe III (por exemplo amiodarona, dronedarona, sotalol, dofetilida, ibutilida), determinados antibacterianos ( eritromicina endovenosa, injeção de pentamidina, claritromicina, moxifloxacina), determinados antipsicóticos (por exemplo cloropromazina, tioridazina, flufenazina, pimozida, haloperidol, tiaprida, amissulprida, sertindol, metadona ), determinados Antihistamínicos (por exemplo, terfenadina, astemizol, mizolastina), antimaláricos (por exemplo, cloroquina, halofantrina, lumefantrina) determinados antifúngicos (cetoconazol, exceto no champô). - Disopiramida

Perindopril + Indapamida Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Ligadas à INDAPAMIDA: Uso concomitante que requer cuidados especiais: Medicamentos que induzem “Torsades de pointes”: Devido ao risco de hipocaliemia, a indapamida deve ser administrada com precaução quando associada a medicamentos que induzem “torsades de pointes” tais como agentes anti-arrítmicos classe IA (quinidina, hidroquinidina, disopiramida); fármacos anti-arrítmicos classe III (amiodarona, dofetilida, ibutilida, bretilio, sotalol); certos neurolépticos (cloropromazina, ciamemazina, levomepromazina, tioridazina, trifluoperazina), benzamidas (amissulprida, sulpirida, sultoprida, tiaprida), butirofenonas (droperidol, haloperidol) outros neurolépticos (pimozida); outras substâncias tais como bepridilo, cisaprida, difemanilo, eritromicina IV, halofantrina, mizolastina, moxifloxacina, pentamidina, esparfloxacina, vincamina IV, metadona, astemizol, terfenadina. - Disopiramida

Ribociclib Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: interações previstas Medicamentos anti-arrítmicos e outros medicamentos que podem prolongar o intervalo QT: A coadministração de Ribociclib com medicamentos com potencial conhecido para prolongar o intervalo QT tais como medicamentos anti-arrítmicos (incluindo, mas não limitado a, amiodarona, disopiramida, procainamida, quinidina e sotalol), e outros medicamentos que são conhecidos por prolongar o intervalo QT (incluindo, mas não limitado a, cloroquina, halofantrina, claritromicina, haloperidol, metadona, moxifloxacina, bepridil, pimozid e ondansetron via intravenosa) deve ser evitada. - Disopiramida

Ritonavir Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Quando o ritonavir foi coadministrado com disopiramida, mexiletina ou nefazadona foram notificados acontecimentos neurológicos e cardíacos. Não pode ser excluída a possibilidade de interação medicamentosa. Dado que ritonavir possui elevada ligação às proteínas, deve ser considerada a possibilidade de aumento de efeitos tóxicos e efeitos terapêuticos, devido a substituição da ligação às proteínas dos medicamentos concomitantes. - Disopiramida

Triamcinolona Disopiramida
Observações: Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.Interacções: Medicamentos que prolongam o intervalo QT ou induzem torsades de pointes: O tratamento concomitante com Triamcinolona e agentes anti-arrítmicos de classe Ia, como disopiramida, quinidina e procainamida, ou outros medicamentos anti-arrítmicos de classe II, como amiodarona, bepridilo e sotalol, não é recomendado. - Disopiramida

Sulpirida Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Associações não recomendadas: Medicamentos indutores de hipocaliémia: Diuréticos espoliadores de potássio, laxantes estimulantes, anfotericina B IV, glucocorticoides, tetracosactidos. Deverá corrigir-se a hipocaliémia. Fármacos anti-arrítmicos da classe Ia tais como quinidina, disopiramida. Fármacos anti-arrítmicos da classe III tais como amiodarona, sotalol. Outros medicamentos tais como pimozide, sultopride, haloperidol; antidepressivos imipramínicos; lítio, bepridil, cisapride, tioridazina, metadona, eritromicina IV, vincamina IV, halofantrina, pentamidina, sparfloxacina. - Disopiramida

Varfarina Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Existem muitos compostos que interactuam com a varfarina, resultando da interação, quer de um aumento, quer de uma diminuição do efeito anticoagulante. Há também a considerar alterações da absorção, nomeadamente as induzidas pela colestiramina. Para além dos anticoagulantes, existem outros fármacos capazes de alterar o processo de coagulação e de causar hemorragia. São exemplos destes fármacos as hormonas tiroideias, o clofibrato, Ácido Acetilsalicílico, AINEs e trombolíticos. A administração concomitante destes fármacos com varfarina favorece a hemorragia. Mesmo que não tenham sido descritas interações da varfarina com certos compostos com ação a nível hematológico, o médico deve estar alertado para a possibilidade de um risco acrescido de hemorragia ao fazer a prescrição simultânea de varfarina com estes fármacos. Existe igualmente um risco acrescido de hemorragia nos doentes medicados com varfarina, quando são expostos a certos produtos, nomeadamente colaspase, alguns meios de contraste, epoprostenol. Quando há um sério risco de hemorragia resultante da interação, deve evitar-se a administração concomitante dos dois fármacos. Noutros casos, a atividade anticoagulante deve ser cuidadosamente monitorizada e proceder-se ao ajuste posológico de acordo com as necessidades. Os períodos considerados críticos correspondem, quer à introdução, quer à suspensão do fármaco interactuante, num doente com o regime de anticoagulação controlado. Os problemas decorrentes da administração concomitante da varfarina com alopurinol, Contracetivos orais ou disopiramida, resultam do facto de serem imprevisíveis os efeitos que estes fármacos produzem na atividade anticoagulante, já que umas vezes as diminuem e outras a aumentam. A administração de dipiridamol a doentes medicados com varfarina pode causar hemorragia, com a particularidade de não alterar os parâmetros de avaliação de atividade anticoagulante. - Disopiramida

Saquinavir Disopiramida
Observações: A maioria dos estudos de interacção medicamentosa com saquinavir foi desenvolvida com saquinavir não potenciado ou com saquinavir cápsulas moles não potenciado. Um número reduzido de estudos foi desenvolvido com saquinavir potenciado com ritonavir ou com saquinavir cápsulas moles potenciado com ritonavir. Os dados obtidos a partir dos estudos de interacção medicamentosa realizados com saquinavir não potenciado podem não ser representativos dos efeitos observados com a terapêutica de saquinavir/ritonavir. Adicionalmente, os resultados observados com saquinavir cápsulas moles podem não ser preditivos relativamente à magnitude destas interações com saquinavir/ritonavir.Interacções: Medicamentos que são substrato do CYP3A4: Por exemplo dapsona, disopiramida, quinina, fentanilo e alfentanilo (saquinavir não potenciado). Apesar de não se terem realizado estudos específicos, a coadministração de saquinavir/ritonavir com medicamentos principalmente metabolizados pela via CYP3A4 pode originar concentrações plasmáticas aumentadas destes medicamentos. contraindicados em combinação com saquinavir/ritonavir devido ao risco de arritmia cardíaca potencialmente fatal. - Disopiramida

Telitromicina Disopiramida
Observações: Os estudos de interacção foram apenas realizados em adultos.Interacções: Efeito do Telitromicina nos outros medicamentos: Deve tomar-se precaução quando o Telitromicina é administrado com outros medicamentos com potencial para prolongar o intervalo QT. Estes incluem anti-arrítmicos de Classe IA (ex., quinidina, procainamida, disopiramida) e anti-arrítmicos de Classe III (ex., dofetilida, amiodarona), citalopram, antidepressivos tricíclicos, metadona, alguns psicotrópicos (ex. fenotiazidas), fuoroquinolonas (ex. moxifloxacina), alguns antifúngicos (ex. fluconazol, pentamidina), e alguns medicamentos antivirais (ex., telaprevir). - Disopiramida

Telmisartan + Hidroclorotiazida Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Medicamentos influenciados pelos distúrbios de potássio sérico: Recomenda-se a monitorização periódica dos níveis séricos de potássio e ECG quando se procede à administração de Telmisartan / Hidroclorotiazida com estes medicamentos influenciados por distúrbios do potássio sérico (por exemplo, glicósidos digitálicos, anti-arrítmicos) e os seguintes medicamentos indutores de torsades de pointes (que incluem alguns anti-arrítmicos), quando a hipocaliemia é um fator predisponente a torsades de pointes: Anti-arrítmicos classe Ia (por exemplo, quinidina, hidroquinidina, disopiramida) Anti-arrítmicos classe III (por exemplo, amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida) Alguns antipsicóticos (por exemplo, tioridazina, cloropromazina, levomepromazina, trifluoperazina, ciamemazina, sulpirida, sultoprida, amissulprida, tiaprida, pimozida, haloperidol, droperidol). - Disopiramida

Valsartan + Hidroclorotiazida Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: interações relacionadas com HIDROCLOROTIAZIDA: Utilização concomitante com precaução: Medicamentos que podem induzir “Torsade de pointes”: Antiarritmícos classe Ia (ex. quinidina, hidroquinidina, disopiramida) Antiarritmícos classe III (e.g. amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida) Alguns antipsicóticos: (ex. tioridazina, clorpromazina, levomepromazina, trifluoperazina, ciamemazina, sulpirida, sultoprida, amissulprida, tiaprida, pimozida, haloperidol, droperidol) Outros: (ex. bepridilo, cisaprida, difemanila, eritromicina i.v., halofantrina, cetanserina, mizolastina, pentamidina, esparfloxacina, terfenadina, vincamina i.v.). Devido ao risco de hipocaliemia, a hidroclorotiazida deve ser administrada com precaução quando associada a medicamentos indutores de “torsade de pointes”. - Disopiramida

Xipamida Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Precauções particulares têm de ser tomadas com as seguintes associações: Anti-arrítmicos da classe Ia (ex: quinidina, hidroquinidina, disopiramide). - Disopiramida

Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida Disopiramida
Observações: Não foram realizados estudos de interacção farmacológica com este medicamento. As interações que foram identificadas em estudos com componentes individuais de este medicamento, isto é, com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir), cobicistate, emtricitabina ou tenofovir alafenamida, determinam as interações que podem ocorrer com este medicamento. As interações esperadas entre Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida e potenciais medicamentos concomitantes são baseadas em estudos realizados com os componentes deste medicamento, como agentes individuais ou em associação, ou são interações medicamentosas potenciais que podem ocorrer. Os ensaios de interacção com os componentes de este medicamento foram realizados apenas em adultos.Interacções: ANTIANGINOSOS/Anti-arrítmicos Disopiramida Flecainida Mexiletina Propafenona Lidocaína (sistémica) Tendo por base considerações teóricas, é expectável que DRV/COBI aumente as concentrações plasmáticas destes anti-arrítmicos. É recomendada precaução e monitorização da concentração terapêutica, se disponível, quando estes anti-arrítmicos são administrados concomitantemente com este medicamento. - Disopiramida

Rosuvastatina + Perindopril + Indapamida Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Relacionados com indapamida Uso concomitante que requer cuidados especiais: Medicamentos que induzem “torsades de pointes”: devido ao risco de hipocaliemia, a indapamida deve ser administrada com precaução quando associada a medicamentos que induzem “torsades de pointes” tais como agentes anti-arrítmicos classe IA (quinidina, hidroquinidina, disopiramida); agentes anti-arrítmicos classe III (amiodarona, dofetilida, ibutilida, bretilio, sotalol); certos neurolépticos (cloropromazina, ciamemazina, levomepromazina, tioridazina, trifluoperazina), benzamidas (amissulprida, sulpirida, sultoprida, tiaprida), butirofenonas (droperidol, haloperidol) outros neurolépticos (pimozida); outras substâncias tais como bepridilo, cisaprida, difemanilo, eritromicina IV, halofantrina, mizolastina, moxifloxacina, pentamidina, esparfloxacina, vincamina IV, metadona, astemizol, terfenadina. Prevenção da descida dos níveis de potássio e correção se necessário: monitorização do intervalo QT. - Disopiramida

Periciazina Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Associações a serem consideradas Atropina e outras substâncias atropínicas: antidepressivos imipramínicos, antihistamínicos H1 sedativos, medicamentos para Síndrome de Parkinson anticolinérgicos, antiespasmódicos atropínicos, disopiramida: potencializam os efeitos indesejáveis atropínicos, como retenção da urina, prisão de ventre e secura da boca. - Disopiramida

Rifampicina + Trimetoprim Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: interação com a enzima citocromo P-450: levando em consideração que a rifampicina possui propriedades indutoras de certas enzimas do citocromo P-450, a administração concomitante de Rifampicina / Trimetoprim com outros medicamentos que são metabolizados por essas enzimas do citocromo P-450 pode acelerar o metabolismo e reduzir a atividade desses medicamentos. Portanto, deve ser usado com cautela quando Rifampicina / Trimetoprim é prescrito com medicamentos metabolizados pelo citocromo P-450. Para manter níveis terapêuticos adequados no sangue, a dosagem do medicamento metabolizado por essas enzimas pode exigir um ajuste da dose, tanto no início quanto no final do tratamento concomitante com Rifampicina / Trimetoprim. Exemplos de drogas metabolizadas pelas enzimas do citocromo P-450 são: anticonvulsivantes (por exemplo, fenitoína), anti-arrítmicos (por exemplo, disopiramida, mexiletina, quinidina, propafenona, tocainida), estrógenos (por exemplo, tamoxifeno, toremifeno), antipsicóticos (por por exemplo, haloperidol), anticoagulantes orais (por exemplo, varfarina), antifúngicos (por exemplo, fluconazol, itraconazol, cetoconazol), medicamentos anti-retrovirais (por exemplo, zidovudina, saquinavir, indinavir, efavirenz), barbitúricos, bloqueadores beta-adrenérgicos, benzodiazepínicos por exemplo, diazepam), medicamentos relacionados à benzodiazepina (por exemplo, zopiclona, zolpidem), bloqueadores dos canais de cálcio (por exemplo, diltiazem, nifedipina, verapamil), cloranfenicol, claritromicina, corticosteroides, glicosídeos cardíacos, clofibrato, contracetivos hormonais, dapsona, doxiciclina, estrogénios, fluoroquinolonas, gestrinona, agentes hipoglicémicos orais (sulfonilureias), agentes imunossupressores (por exemplo, ciclosporina, tacrolimus), irinotecano, levotiroxina, losartan, analgésicos narcóticos, metadona, praziquantel, progestinas, quinina, riluzol, recetor antagonista seletivo de 5-HT3 (por exemplo, ondansetrona) estatinas metabolizadas pelo CYP 3A4, telitromicina, teofilina, tiazolidonas (por exemplo, rosiglitazona), antidepressivos tricíclicos (por exemplo, amitriptilina, nortriptilina). - Disopiramida

Bromazepam + Sulpirida Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Associações não recomendadas Anti-arrítmicos classe Ia como quinidina e disopiramida. Anti-arrítmicos classe III como amiodarona e sotalol. - Disopiramida

Darolutamida Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Efeitos da darolutamida noutros medicamentos Medicamentos que prolongam o intervalo QT Como a terapêutica de privação androgénica pode prolongar o intervalo QT, a coadministração com medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QT ou medicamentos capazes de induzir Torsade de pointes deve ser cuidadosamente avaliada. Incluem-se aqui medicamentos anti-arrítmicos da classe IA (por exemplo, quinidina, disopiramida) ou da classe III (por exemplo, amiodarona, sotalol, dofetilida, ibutilida), metadona, moxifloxacina e antipsicóticos (por exemplo, haloperidol). - Disopiramida

Budesonida + Formoterol + Brometo de glicopirrónio Disopiramida
Observações: Não foram realizados estudos clínicos de interacção fármaco-fármaco com este medicamento, no entanto, com base em estudos in vitro, o potencial para interações metabólicas é considerado baixo.Interacções: Interações farmacodinâmicas Outras interações farmacodinâmicas O tratamento concomitante com quinidina, disopiramida, procainamida, antihistamínicos, inibidores da monoamina oxidase, antidepressivos tricíclicos e fenotiazinas pode prolongar o intervalo QT e aumentar o risco de arritmias ventriculares. Além disso, L-dopa, L-tirosina, oxitocina e álcool podem prejudicar a tolerância cardíaca aos beta2-simpaticomiméticos. - Disopiramida

Labetalol Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Utilize com precaução: Os agentes anti-arrítmicos de Classe I (p. ex., disopiramida, quinidina) e a amiodarona podem ter efeitos potenciadores no tempo de condução auricular e induzir efeitos inotrópicos negativos. - Disopiramida

Ciprofloxacina + Ornidazol Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Pode ter interação com medicamentos para regular batimentos cardíacos irregulares (amiodarona, disopiramida, procainamida, quinidina). - Disopiramida

Metamizol + Prometazina + Adifenina Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Prometazina pode aumentar as reações indesejáveis da disopiramida. - Disopiramida

Aloína + Atropa belladonna + Cloreto de Metilionínio + Costus spicatus + Teobromina Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: Os efeitos anticolinérgicos da hiosciamina (substância presente na Beladona) podem ser intensificados pela administração concomitante de disopiramida. - Disopiramida

Nirmatrelvir + Ritonavir Disopiramida
Observações: n.d.Interacções: O ritonavir poderá aumentar as concentrações plasmáticas de disopiramida, o que pode resultar num aumento do risco de acontecimentos adversos, tais como arritmias cardíacas. É necessário ter precaução e recomenda-se a monitorização da concentração terapêutica da disopiramida, se disponível. - Disopiramida

Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.
Disopiramida deve ser administrada durante a gravidez apenas quando o benefício supera o risco.
A disopiramida é excretada no leite humano. O metabólito principal, MND, é excretado e se concentra no leite humano. Não há relatos de efeitos adversos em lactentes de mães com níveis plasmáticos de disopiramida terapêutica. A Academia Americana de Pediatria considera a disopiramida compatível com a amamentação.
Disopiramida deve ser administrada durante a gravidez apenas quando o benefício supera o risco.
A disopiramida é excretada no leite humano. O metabólito principal, MND, é excretado e se concentra no leite humano. Não há relatos de efeitos adversos em lactentes de mães com níveis plasmáticos de disopiramida terapêutica. A Academia Americana de Pediatria considera a disopiramida compatível com a amamentação.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 24 de Março de 2026