Dexcetoprofeno
O que é
O Dexcetoprofeno é um analgésico da classe dos anti-inflamatórios não esteróides (AINEs).
Usos comuns
Está indicado no tratamento da dor aguda, de intensidade moderada a grave, quando a administração de comprimidos não é adequada, como na dor pós-operatória, cólica renal (dor grave no rim) e dor lombar (lumbago).
Tipo
Sem informação.
História
Sem informação.
Indicações
Via Oral:
Tratamento sintomático da dor de intensidade leve a moderada, como dor músculo-esquelética, dismenorreia, odontalgia.
Via injectável:
Tratamento sintomático da dor aguda de intensidade moderada a grave, quando a administração oral não é adequada, como na dor pós-operatória, cólica renal e dor lombar.
Tratamento sintomático da dor de intensidade leve a moderada, como dor músculo-esquelética, dismenorreia, odontalgia.
Via injectável:
Tratamento sintomático da dor aguda de intensidade moderada a grave, quando a administração oral não é adequada, como na dor pós-operatória, cólica renal e dor lombar.
Classificação CFT
9.1.3 : Derivados do ácido propiónico
Mecanismo De Acção
O mecanismo de acção dos fármacos anti-inflamatórios não esteróides está associado à redução da síntese das prostaglandinas pela inibição da via da ciclo-oxigenase.
Especificamente, existe uma inibição da transformação do ácido araquidónico em endoperóxidos cíclicos, PGG2 e PGH2, que produzem prostaglandinas PGE1, PGE2, PGF2 e PGD2 e também prostaciclina PGI2 e tromboxanos (TxA2 e TxB2).
Além disso, a inibição da síntese das prostaglandinas pode afectar outros mediadores da inflamação tais como cininas, causando uma acção indirecta adicional.
Especificamente, existe uma inibição da transformação do ácido araquidónico em endoperóxidos cíclicos, PGG2 e PGH2, que produzem prostaglandinas PGE1, PGE2, PGF2 e PGD2 e também prostaciclina PGI2 e tromboxanos (TxA2 e TxB2).
Além disso, a inibição da síntese das prostaglandinas pode afectar outros mediadores da inflamação tais como cininas, causando uma acção indirecta adicional.
Posologia Orientativa
Oral:
Adultos: De acordo com a natureza e intensidade da dor, a dose recomendada é, em geral, 12,5 mg cada 4 ou 6 horas, ou 25 mg cada 8 horas.
A dose total diária não deve exceder os 75 mg por dia.
Injectável:
Adultos
A dose recomendada é 50 mg cada 8 a 12 horas.
Se necessário a dose pode ser repetida 6 horas depois.
A dose total diária não deve exceder 150 mg.
Adultos: De acordo com a natureza e intensidade da dor, a dose recomendada é, em geral, 12,5 mg cada 4 ou 6 horas, ou 25 mg cada 8 horas.
A dose total diária não deve exceder os 75 mg por dia.
Injectável:
Adultos
A dose recomendada é 50 mg cada 8 a 12 horas.
Se necessário a dose pode ser repetida 6 horas depois.
A dose total diária não deve exceder 150 mg.
Administração
Tome os comprimidos com uma quantidade de água adequada. Tome os comprimidos às refeições, visto que diminui o risco de efeitos secundários gástricos ou intestinais.
Contudo, se tiver uma dor aguda, tome os comprimidos com o estômago vazio, isto é, 30 minutos antes das refeições, uma vez que ajuda o medicamento a actuar mais rapidamente.
Dexcetoprofeno solução injectável destina-se a uso de curta duração e o tratamento deve ser limitado ao período sintomático agudo (não superior a 2 dias).
Dexcetoprofeno solução injectável pode ser administrado por via intramuscular ou intravenosa.
Via intramuscular: o conteúdo de uma ampola (2 ml) de Dexcetoprofeno solução injectável deve ser administrado por injecção intramuscular profunda e lenta.
Via intravenosa:
- Perfusão intravenosa: a solução diluída, deve ser administrada numa perfusão intravenosa lenta, durante 10 a 30 minutos.
A solução tem de ser sempre protegida da luz natural.
- Bolus Intravenoso: se necessário, o conteúdo de uma ampola (2 ml) de Dexcetoprofeno solução injectável pode ser administrado num bolus intravenoso lento, num período não inferior a 15 segundos.
Contudo, se tiver uma dor aguda, tome os comprimidos com o estômago vazio, isto é, 30 minutos antes das refeições, uma vez que ajuda o medicamento a actuar mais rapidamente.
Dexcetoprofeno solução injectável destina-se a uso de curta duração e o tratamento deve ser limitado ao período sintomático agudo (não superior a 2 dias).
Dexcetoprofeno solução injectável pode ser administrado por via intramuscular ou intravenosa.
Via intramuscular: o conteúdo de uma ampola (2 ml) de Dexcetoprofeno solução injectável deve ser administrado por injecção intramuscular profunda e lenta.
Via intravenosa:
- Perfusão intravenosa: a solução diluída, deve ser administrada numa perfusão intravenosa lenta, durante 10 a 30 minutos.
A solução tem de ser sempre protegida da luz natural.
- Bolus Intravenoso: se necessário, o conteúdo de uma ampola (2 ml) de Dexcetoprofeno solução injectável pode ser administrado num bolus intravenoso lento, num período não inferior a 15 segundos.
Contra-Indicações
Dexcetoprofeno não deve ser administrado nos seguintes casos:
– doentes hipersensíveis ao dexcetoprofeno, a algum dos AINEs.
– doentes aos quais substâncias com acção similar (ácido acetilsalicílico ou outros AINEs) tenham precipitado crises de asma, broncospasmo, rinite aguda ou originado polipos nasais, urticária ou edema angioneurótico.
– doentes com úlcera péptica/hemorragia suspeita ou em fase activa ou história recorrente de úlcera péptica/hemorragia (dois ou mais episódios distintos e comprovados de ulceração ou hemorragia) ou dispepsia crónica.
– doentes com história de hemorragia gastrointestinal ou perfuração, relacionada com terapêutica anterior com AINEs.
– doentes com hemorragia gastrointestinal ou outras hemorragias activas ou distúrbios hemorrágicos.
– doentes com Doença de Crohn ou colite ulcerosa.
– doentes com história de asma brônquica.
– doentes com insuficiência cardíaca grave.
– doentes com insuficiência renal moderada a grave (depuração da creatinina <50 ml / min.).
– doentes com insuficiência hepática grave (escala de pontuação Child- Pugh entre 10 a 15).
– doentes com diátese hemorrágica e outros distúrbios de coagulação.
– durante o terceiro trimestre de gravidez e o período de lactação.
Não tome Dexcetoprofeno se tiver idade inferior a 18 anos.
– doentes hipersensíveis ao dexcetoprofeno, a algum dos AINEs.
– doentes aos quais substâncias com acção similar (ácido acetilsalicílico ou outros AINEs) tenham precipitado crises de asma, broncospasmo, rinite aguda ou originado polipos nasais, urticária ou edema angioneurótico.
– doentes com úlcera péptica/hemorragia suspeita ou em fase activa ou história recorrente de úlcera péptica/hemorragia (dois ou mais episódios distintos e comprovados de ulceração ou hemorragia) ou dispepsia crónica.
– doentes com história de hemorragia gastrointestinal ou perfuração, relacionada com terapêutica anterior com AINEs.
– doentes com hemorragia gastrointestinal ou outras hemorragias activas ou distúrbios hemorrágicos.
– doentes com Doença de Crohn ou colite ulcerosa.
– doentes com história de asma brônquica.
– doentes com insuficiência cardíaca grave.
– doentes com insuficiência renal moderada a grave (depuração da creatinina <50 ml / min.).
– doentes com insuficiência hepática grave (escala de pontuação Child- Pugh entre 10 a 15).
– doentes com diátese hemorrágica e outros distúrbios de coagulação.
– durante o terceiro trimestre de gravidez e o período de lactação.
Não tome Dexcetoprofeno se tiver idade inferior a 18 anos.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Frequentes (podem afectar menos de 1 em 10 pessoas):
Náuseas e/ou vómitos, dor de estômago, diarreia, alterações digestivas (dispepsia).
Pouco frequentes (podem afectar menos de 1 em 100 pessoas):
Sensação de vertigens (vertigo), tonturas, sonolência, alterações do sono, nervosismo, dor de cabeça, palpitações, rubor, perturbações gástricas, obstipação, boca seca, flatulência, eritema cutâneo, fadiga, dor, sensação de febre e tremores, usualmente, sensação de mal-estar.
Raros (podem afectar menos de 1 em 1.000 pessoas):
Úlcera péptica, úlcera péptica com perfuração ou hemorragia, que se podem manifestar com vómitos sanguinolentos ou fezes negras, desmaio, tensão arterial alta, respiração muito lenta, retenção da líquidos e edema periférico (inchaço dos tornozelos), edema da laringe, perda de apetite (anorexia), sensação anormal, eritema pruriginoso, acne, aumento de transpiração, dor nas costas, aumento da frequência urinária, alterações menstruais, alterações prostáticas, testes hepáticos alterados (análises de sangue), lesão hepática (hepatite), insuficiência renal aguda.
Muito raros (podem afectar menos de 1 em 10.000 pessoas):
Reacção anafiláctica (reacção de hipersensibilidade que pode conduzir a um colapso), ulceração da pele, boca, olhos e áreas genitais (síndromes de Stevens Johnson e de Lyell), edema da face ou dos lábios e garganta (angioedema), falta de ar devido à contracção dos músculos que envolvem as vias respiratórias (broncospasmo), respiração ofegante, batimento cardíaco rápido, tensão arterial baixa, pancreatite, visão turva, zumbidos (tinido), reacções de hipersensibilidade cutânea e de hipersensibilidade à luz, prurido (comichão), alterações renais, diminuição do número de glóbulos brancos (neutropenia) e redução do número de plaquetas (trombocitopenia).
Informe imediatamente o médico se notar efeitos secundários gastrointestinais no início do tratamento (ex. dor de estômago, sensação de queimadura ou hemorragia), se já teve, anteriormente, algum destes efeitos devido ao uso prolongado de medicamentos anti-inflamatórios, e, especialmente, se é idoso.
Suspenda imediatamente Dexcetoprofeno, em caso de aparecimento de eritema cutâneo, lesões na mucosa da boca ou na área genital, ou qualquer outra manifestação de alergia.
Durante o tratamento com medicamentos anti-inflamatórios não esteróides foram descritos casos de retenção de líquidos e edema (especialmente tornozelos e pernas), elevação da pressão arterial e insuficiência cardíaca.
Os medicamentos como o Dexcetoprofeno podem estar associados a um pequeno aumento do risco de ataque cardíaco (enfarte de miocárdio) ou AVC.
Em doentes com alterações do sistema imunitário que afectem o tecido conjuntivo (lúpus eritematoso sistémico ou doença mista do tecido conjuntivo), os medicamentos anti-inflamatórios podem raramente provocar febre, dor de cabeça e rigidez do pescoço.
Náuseas e/ou vómitos, dor de estômago, diarreia, alterações digestivas (dispepsia).
Pouco frequentes (podem afectar menos de 1 em 100 pessoas):
Sensação de vertigens (vertigo), tonturas, sonolência, alterações do sono, nervosismo, dor de cabeça, palpitações, rubor, perturbações gástricas, obstipação, boca seca, flatulência, eritema cutâneo, fadiga, dor, sensação de febre e tremores, usualmente, sensação de mal-estar.
Raros (podem afectar menos de 1 em 1.000 pessoas):
Úlcera péptica, úlcera péptica com perfuração ou hemorragia, que se podem manifestar com vómitos sanguinolentos ou fezes negras, desmaio, tensão arterial alta, respiração muito lenta, retenção da líquidos e edema periférico (inchaço dos tornozelos), edema da laringe, perda de apetite (anorexia), sensação anormal, eritema pruriginoso, acne, aumento de transpiração, dor nas costas, aumento da frequência urinária, alterações menstruais, alterações prostáticas, testes hepáticos alterados (análises de sangue), lesão hepática (hepatite), insuficiência renal aguda.
Muito raros (podem afectar menos de 1 em 10.000 pessoas):
Reacção anafiláctica (reacção de hipersensibilidade que pode conduzir a um colapso), ulceração da pele, boca, olhos e áreas genitais (síndromes de Stevens Johnson e de Lyell), edema da face ou dos lábios e garganta (angioedema), falta de ar devido à contracção dos músculos que envolvem as vias respiratórias (broncospasmo), respiração ofegante, batimento cardíaco rápido, tensão arterial baixa, pancreatite, visão turva, zumbidos (tinido), reacções de hipersensibilidade cutânea e de hipersensibilidade à luz, prurido (comichão), alterações renais, diminuição do número de glóbulos brancos (neutropenia) e redução do número de plaquetas (trombocitopenia).
Informe imediatamente o médico se notar efeitos secundários gastrointestinais no início do tratamento (ex. dor de estômago, sensação de queimadura ou hemorragia), se já teve, anteriormente, algum destes efeitos devido ao uso prolongado de medicamentos anti-inflamatórios, e, especialmente, se é idoso.
Suspenda imediatamente Dexcetoprofeno, em caso de aparecimento de eritema cutâneo, lesões na mucosa da boca ou na área genital, ou qualquer outra manifestação de alergia.
Durante o tratamento com medicamentos anti-inflamatórios não esteróides foram descritos casos de retenção de líquidos e edema (especialmente tornozelos e pernas), elevação da pressão arterial e insuficiência cardíaca.
Os medicamentos como o Dexcetoprofeno podem estar associados a um pequeno aumento do risco de ataque cardíaco (enfarte de miocárdio) ou AVC.
Em doentes com alterações do sistema imunitário que afectem o tecido conjuntivo (lúpus eritematoso sistémico ou doença mista do tecido conjuntivo), os medicamentos anti-inflamatórios podem raramente provocar febre, dor de cabeça e rigidez do pescoço.
Advertências

Gravidez:Dexcetoprofeno está contraindicado durante a gravidez.

Aleitamento:Dexcetoprofeno está contraindicado durante a lactação.

Insuf. Hepática:Ver AINEs.

Condução:Dexcetoprofeno comprimidos pode causar uma influência mínima a moderada sobre a capacidade de conduzir veículos ou utilizar máquinas devido à possibilidade de ocorrência de vertigens ou sonolência.
Precauções Gerais
Não foi estabelecida a segurança do uso em crianças e adolescentes.
Administrar com cuidado em doentes com história de alergia.
O uso concomitante de Dexcetoprofeno com outros AINEs incluindo os inibidores selectivos da ciclo-oxigenase-2 deverá ser evitado.
Os efeitos indesejáveis podem ser minimizados utilizando a menor dose eficaz durante o menor espaço de tempo necessário para controlar os sintomas.
Hemorragia gastrointestinal, ulceração ou perfuração, que pode ser fatal, têm sido relatadas com todos os AINEs em qualquer altura do tratamento, com ou sem sintomas de alerta ou história anterior de eventos gastrointestinais graves.
Quando ocorrerem hemorragias gastrointestinais ou ulceração em doentes a tomar Dexcetoprofeno, o tratamento deverá ser suspenso.
O risco de hemorragia gastrointestinal, ulceração ou perfuração é maior com doses mais elevadas de AINEs, em doentes com história de úlcera, especialmente se acompanhada de hemorragia ou perfuração, e nos idosos.
Nos idosos existe um aumento da frequência de reacções adversas aos AINEs especialmente perfuração ou hemorragia gastrointestinal que pode ser fatal. Estes doentes deverão iniciar o tratamento com a dose mais baixa disponível.
Como com todos os AINEs, qualquer história de esofagite, gastrite e/ou úlcera péptica deverá ser tida em consideração para assegurar a cura total antes do início do tratamento com o Dexcetoprofeno trometamol.
Os doentes com sintomas gastrointestinais ou história de doença gastrointestinal deverão ser monitorizados em relação a perturbações digestivas, especialmente hemorragia gastrointestinal.
Os AINEs deverão ser administrados com cuidado a doentes com história de perturbações gastrointestinais (colite ulcerosa, doença de Crohn) dado que os sintomas poderão ser exacerbados.
Uma terapêutica associada com agentes protectores (como o misoprostol ou inibidores da bomba de protões) deverá ser considerada para estes doentes bem como para os doentes que necessitem de tomar concomitantemente uma baixa dose de aspirina, ou outros medicamentos que elevem também o risco gastrointestinal.
Doentes com história de toxicidade gastrointestinal, particularmente quando idosos, deverão reportar qualquer sintoma abdominal não usual (principalmente hemorragia gastrointestinal) especialmente na fase inicial do tratamento.
Deverão ser feitos avisos aos doentes a fazer medicação concomitante que possa aumentar o risco de ulceração ou hemorragia, tais como corticóides por via oral, anticoagulantes como a varfarina, inibidores selectivos da recaptação da serotonina ou antiagregantes plaquetários como a aspirina.
Todos os AINEs não selectivos podem inibir a agregação plaquetária e prolongar o tempo de hemorragia pela inibição da síntese das prostaglandinas.
Portanto, o uso de Dexcetoprofeno trometamol em doentes submetidos a outras terapêuticas que interfiram com a hemostase, tal como varfarina ou outras cumarinas ou heparinas não é recomendado. Como todos os AINEs, pode elevar os níveis plasmáticos da ureia e da creatinina.
Como outros inibidores da síntese de prostaglandinas pode ser associado com efeitos indesejáveis na função renal podendo causar nefrite glomerular, nefrite intersticial, necrose papilar renal, síndrome nefrótico e insuficiência renal aguda.
Como outros AINEs pode causar um ligeiro aumento transitório de alguns parâmetros hepáticos e também elevação significativa das SGOT e SGPT. Em caso de aumento significativo destes parâmetros, deverá suspender-se o tratamento.
Dexcetoprofeno comprimidos deve ser administrado com cuidado a doentes com distúrbios hematopoiéticos, lúpus eritematoso sistémico ou doença mista do tecido conjuntivo. Como outros AINEs, o Dexcetoprofeno pode mascarar os sintomas de doenças infecciosas.
Deve tomar-se cuidado em doentes com insuficiência hepática e/ou renal, bem como em doentes com história de hipertensão e/ou insuficiência cardíaca. Nestes doentes, o uso de AINEs pode provocar deterioração da função renal, retenção hídrica e edema.
É preciso também ter cuidado com os doentes submetidos a tratamento com diuréticos ou com os doentes que podem desenvolver hipovolémia já que existe um aumento de risco de nefrotoxicidade.
Devem ser tomados cuidados especiais com os doentes com história de doença cardíaca, em particular com aqueles que tiveram episódios anteriores de insuficiência cardíaca uma vez que existe um risco acrescido de aparecimento de insuficiência cardíaca. Os doentes idosos são muito mais sujeitos a alterações da função renal, cardiovascular ou hepática.
Reacções graves na pele, algumas delas fatais, incluindo dermatite esfoliativa, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, foram muito raramente reportadas quando associadas ao uso de AINEs.
Os doentes aparentam estar em maior risco de aparecimento destas reacções durante a fase inicial do tratamento, ocorrendo o início da reacção, na maioria dos casos, durante o primeiro mês de tratamento.
Dexcetoprofeno deverá ser suspenso ao primeiro aparecimento de erupções cutâneas, lesões nas mucosas ou outros sinais de hipersensibilidade.
Tal como com outros AINEs o uso de Dexcetoprofeno trometamol pode reduzir a fertilidade da fêmea pelo que não é recomendado nas mulheres que pretendem engravidar.
Nas mulheres que têm dificuldade de engravidar ou estão a fazer exames de investigação da infertilidade, a retirada do Dexcetoprofeno trometamol deve ser considerada.
Dexcetoprofeno não deve ser usado durante o primeiro e segundo trimestres de gravidez a menos que seja estritamente necessário.
Têm sido notificados casos de retenção de líquidos e edema associados ao tratamento com AINEs, pelo que os doentes com história de hipertensão arterial e/ou insuficiência cardíaca congestiva ligeira a moderada deverão ser adequadamente monitorizados e aconselhados.
Os dados dos ensaios clínicos e epidemiológicos sugerem que a administração de alguns AINEs (particularmente em doses elevadas e em tratamento de longa duração) poderá estar associada a um pequeno aumento do risco de eventos trombóticos arteriais (por exemplo enfarte do miocárdio ou AVC).
Não existem dados suficientes para eliminar o risco de ocorrência destes efeitos aquando da utilização de Dexcetoprofeno trometamol.
Os doentes com hipertensão arterial não controlada, insuficiência cardíaca congestiva, doença isquémica cardíaca estabelecida, doença arterial periférica e/ou doença cerebrovascular apenas devem ser tratados com Dexcetoprofeno trometamol após cuidadosa avaliação.
As mesmas precauções deverão ser tomadas antes de iniciar o tratamento de longa duração de doentes com factores de risco cardiovascular (ex. hipertensão arterial, hiperlipidémia, diabetes mellitus e hábitos tabágicos).
Administrar com cuidado em doentes com história de alergia.
O uso concomitante de Dexcetoprofeno com outros AINEs incluindo os inibidores selectivos da ciclo-oxigenase-2 deverá ser evitado.
Os efeitos indesejáveis podem ser minimizados utilizando a menor dose eficaz durante o menor espaço de tempo necessário para controlar os sintomas.
Hemorragia gastrointestinal, ulceração ou perfuração, que pode ser fatal, têm sido relatadas com todos os AINEs em qualquer altura do tratamento, com ou sem sintomas de alerta ou história anterior de eventos gastrointestinais graves.
Quando ocorrerem hemorragias gastrointestinais ou ulceração em doentes a tomar Dexcetoprofeno, o tratamento deverá ser suspenso.
O risco de hemorragia gastrointestinal, ulceração ou perfuração é maior com doses mais elevadas de AINEs, em doentes com história de úlcera, especialmente se acompanhada de hemorragia ou perfuração, e nos idosos.
Nos idosos existe um aumento da frequência de reacções adversas aos AINEs especialmente perfuração ou hemorragia gastrointestinal que pode ser fatal. Estes doentes deverão iniciar o tratamento com a dose mais baixa disponível.
Como com todos os AINEs, qualquer história de esofagite, gastrite e/ou úlcera péptica deverá ser tida em consideração para assegurar a cura total antes do início do tratamento com o Dexcetoprofeno trometamol.
Os doentes com sintomas gastrointestinais ou história de doença gastrointestinal deverão ser monitorizados em relação a perturbações digestivas, especialmente hemorragia gastrointestinal.
Os AINEs deverão ser administrados com cuidado a doentes com história de perturbações gastrointestinais (colite ulcerosa, doença de Crohn) dado que os sintomas poderão ser exacerbados.
Uma terapêutica associada com agentes protectores (como o misoprostol ou inibidores da bomba de protões) deverá ser considerada para estes doentes bem como para os doentes que necessitem de tomar concomitantemente uma baixa dose de aspirina, ou outros medicamentos que elevem também o risco gastrointestinal.
Doentes com história de toxicidade gastrointestinal, particularmente quando idosos, deverão reportar qualquer sintoma abdominal não usual (principalmente hemorragia gastrointestinal) especialmente na fase inicial do tratamento.
Deverão ser feitos avisos aos doentes a fazer medicação concomitante que possa aumentar o risco de ulceração ou hemorragia, tais como corticóides por via oral, anticoagulantes como a varfarina, inibidores selectivos da recaptação da serotonina ou antiagregantes plaquetários como a aspirina.
Todos os AINEs não selectivos podem inibir a agregação plaquetária e prolongar o tempo de hemorragia pela inibição da síntese das prostaglandinas.
Portanto, o uso de Dexcetoprofeno trometamol em doentes submetidos a outras terapêuticas que interfiram com a hemostase, tal como varfarina ou outras cumarinas ou heparinas não é recomendado. Como todos os AINEs, pode elevar os níveis plasmáticos da ureia e da creatinina.
Como outros inibidores da síntese de prostaglandinas pode ser associado com efeitos indesejáveis na função renal podendo causar nefrite glomerular, nefrite intersticial, necrose papilar renal, síndrome nefrótico e insuficiência renal aguda.
Como outros AINEs pode causar um ligeiro aumento transitório de alguns parâmetros hepáticos e também elevação significativa das SGOT e SGPT. Em caso de aumento significativo destes parâmetros, deverá suspender-se o tratamento.
Dexcetoprofeno comprimidos deve ser administrado com cuidado a doentes com distúrbios hematopoiéticos, lúpus eritematoso sistémico ou doença mista do tecido conjuntivo. Como outros AINEs, o Dexcetoprofeno pode mascarar os sintomas de doenças infecciosas.
Deve tomar-se cuidado em doentes com insuficiência hepática e/ou renal, bem como em doentes com história de hipertensão e/ou insuficiência cardíaca. Nestes doentes, o uso de AINEs pode provocar deterioração da função renal, retenção hídrica e edema.
É preciso também ter cuidado com os doentes submetidos a tratamento com diuréticos ou com os doentes que podem desenvolver hipovolémia já que existe um aumento de risco de nefrotoxicidade.
Devem ser tomados cuidados especiais com os doentes com história de doença cardíaca, em particular com aqueles que tiveram episódios anteriores de insuficiência cardíaca uma vez que existe um risco acrescido de aparecimento de insuficiência cardíaca. Os doentes idosos são muito mais sujeitos a alterações da função renal, cardiovascular ou hepática.
Reacções graves na pele, algumas delas fatais, incluindo dermatite esfoliativa, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, foram muito raramente reportadas quando associadas ao uso de AINEs.
Os doentes aparentam estar em maior risco de aparecimento destas reacções durante a fase inicial do tratamento, ocorrendo o início da reacção, na maioria dos casos, durante o primeiro mês de tratamento.
Dexcetoprofeno deverá ser suspenso ao primeiro aparecimento de erupções cutâneas, lesões nas mucosas ou outros sinais de hipersensibilidade.
Tal como com outros AINEs o uso de Dexcetoprofeno trometamol pode reduzir a fertilidade da fêmea pelo que não é recomendado nas mulheres que pretendem engravidar.
Nas mulheres que têm dificuldade de engravidar ou estão a fazer exames de investigação da infertilidade, a retirada do Dexcetoprofeno trometamol deve ser considerada.
Dexcetoprofeno não deve ser usado durante o primeiro e segundo trimestres de gravidez a menos que seja estritamente necessário.
Têm sido notificados casos de retenção de líquidos e edema associados ao tratamento com AINEs, pelo que os doentes com história de hipertensão arterial e/ou insuficiência cardíaca congestiva ligeira a moderada deverão ser adequadamente monitorizados e aconselhados.
Os dados dos ensaios clínicos e epidemiológicos sugerem que a administração de alguns AINEs (particularmente em doses elevadas e em tratamento de longa duração) poderá estar associada a um pequeno aumento do risco de eventos trombóticos arteriais (por exemplo enfarte do miocárdio ou AVC).
Não existem dados suficientes para eliminar o risco de ocorrência destes efeitos aquando da utilização de Dexcetoprofeno trometamol.
Os doentes com hipertensão arterial não controlada, insuficiência cardíaca congestiva, doença isquémica cardíaca estabelecida, doença arterial periférica e/ou doença cerebrovascular apenas devem ser tratados com Dexcetoprofeno trometamol após cuidadosa avaliação.
As mesmas precauções deverão ser tomadas antes de iniciar o tratamento de longa duração de doentes com factores de risco cardiovascular (ex. hipertensão arterial, hiperlipidémia, diabetes mellitus e hábitos tabágicos).
Cuidados com a Dieta
Não interfere com alimentos e bebidas. Tome os comprimidos às refeições.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligue para o Centro de Intoxicações.
A sintomatologia após uma sobredosagem não é conhecida.
Medicamentos similares têm causado distúrbios gastrointestinais (vómitos, anorexia, dor abdominal) e neurológicos (sonolência, vertigens, desorientação, dores de cabeça).
Em caso de ingestão acidental ou excessiva deve-se instituir uma terapêutica sintomática imediata de acordo com a condição clínica do doente.
Em caso de ingestão de uma quantidade superior a 5mg/kg, quer num adulto quer numa criança, deve-se administrar carvão activado, no prazo de 1 hora.
O Dexcetoprofeno trometamol pode ser eliminado por diálise.
A sintomatologia após uma sobredosagem não é conhecida.
Medicamentos similares têm causado distúrbios gastrointestinais (vómitos, anorexia, dor abdominal) e neurológicos (sonolência, vertigens, desorientação, dores de cabeça).
Em caso de ingestão acidental ou excessiva deve-se instituir uma terapêutica sintomática imediata de acordo com a condição clínica do doente.
Em caso de ingestão de uma quantidade superior a 5mg/kg, quer num adulto quer numa criança, deve-se administrar carvão activado, no prazo de 1 hora.
O Dexcetoprofeno trometamol pode ser eliminado por diálise.
Terapêutica Interrompida
Não tome uma dose a dobrar para compensar um comprimido que se esqueceu de tomar. Tome a próxima dose à hora devida
Cuidados no Armazenamento
Não conservar acima de 30°C. Manter os blisters dentro da embalagem exterior para proteger da luz.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Dexcetoprofeno Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs)
Observações: n.d.Interacções: Outros AINEs, (incluindo inibidores seletivos da ciclooxigenase-2) e doses elevadas de salicilatos ( 3 g/dia): a administração conjunta de vários AINEs pode elevar o risco de úlceras gastroduodenais e de hemorragia devido ao efeito sinergístico. - Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs)

Dexcetoprofeno Anticoagulantes
Observações: n.d.Interacções: Os AINEs podem potenciar o efeito dos anticoagulantes, tais como a varfarina, devido à elevada ligação do dexcetoprofeno às proteínas plasmáticas, à inibição da função plaquetar e à lesão da mucosa gastroduodenal. Se a associação não puder ser evitada, deve ser instituída uma vigilância clínica rigorosa e a monitorização dos parâmetros laboratoriais. - Anticoagulantes

Dexcetoprofeno Heparinas
Observações: n.d.Interacções: Risco acrescido de hemorragia (devido à inibição da função das plaquetas e à lesão da mucosa gastroduodenal). Se a associação não puder ser evitada, deve ser instituída uma vigilância clínica rigorosa e a monitorização dos parâmetros laboratoriais. - Heparinas

Dexcetoprofeno Corticosteroides
Observações: n.d.Interacções: Existe um risco acrescido de ulceração gastrointestinal ou hemorragia. - Corticosteroides

Dexcetoprofeno Lítio
Observações: n.d.Interacções: Os AINEs podem elevar os níveis sanguíneos do lítio, que podem atingir valores tóxicos (diminuição da excreção renal do lítio). Este parâmetro requer por isso monitorização durante o início, ajustamento e descontinuação do tratamento com dexcetoprofeno. - Lítio

Dexcetoprofeno Metotrexato
Observações: n.d.Interacções: Metotrexato, utilizado em doses elevadas de 15 mg/semana ou superiores: aumento da toxicidade hematológica do metotrexato devido a uma diminuição da depuração renal pelos anti-inflamatórios em geral. Metotrexato, utilizado em doses baixas, inferiores a 15 mg/semana: aumento da toxicidade hematológica do metotrexato devido a uma diminuição da depuração renal pelos anti-inflamatórios, em geral. Proceder à monitorização semanal da contagem hematológica durante as primeiras semanas de tratamento com a associação. Intensificar a vigilância clínica na presença de insuficiência renal mesmo ligeira, e em doentes idosos. - Metotrexato

Dexcetoprofeno Hidantoínas
Observações: n.d.Interacções: Os efeitos tóxicos destas substâncias podem ser potenciados. - Hidantoínas

Dexcetoprofeno Sulfonamidas (sulfanilamidas)
Observações: n.d.Interacções: Os efeitos tóxicos destas substâncias podem ser potenciados. - Sulfonamidas (sulfanilamidas)

Dexcetoprofeno Diuréticos
Observações: n.d.Interacções: O dexcetoprofeno pode diminuir o efeito dos diuréticos. Em caso de prescrição conjunta de dexcetoprofeno e de um diurético, é essencial assegurar a hidratação adequada do doente e monitorizar a função renal no início do tratamento. - Diuréticos

Dexcetoprofeno Anti-hipertensores
Observações: n.d.Interacções: O dexcetoprofeno pode diminuir o efeito dos fármacos anti-hipertensores. - Anti-hipertensores

Dexcetoprofeno Inibidores da cicloxigenase (COX)
Observações: n.d.Interacções: Em alguns doentes com a função renal comprometida (como os doentes desidratados ou os doentes idosos com a função renal comprometida), a coadministração de agentes inibidores da ciclooxigenase, de inibidores da ECA, de antagonistas dos recetores da angiotensina II ou antibióticos aminoglicosídeos pode originar uma degradação posterior da função renal, que é geralmente reversível. - Inibidores da cicloxigenase (COX)

Dexcetoprofeno Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECAS)
Observações: n.d.Interacções: Em alguns doentes com a função renal comprometida (como os doentes desidratados ou os doentes idosos com a função renal comprometida), a coadministração de agentes inibidores da ciclooxigenase, de inibidores da ECA, de antagonistas dos recetores da angiotensina II ou antibióticos aminoglicosídeos pode originar uma degradação posterior da função renal, que é geralmente reversível. - Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECAS)

Dexcetoprofeno Antagonistas da angiotensina II (AAII)
Observações: n.d.Interacções: Em alguns doentes com a função renal comprometida (como os doentes desidratados ou os doentes idosos com a função renal comprometida), a coadministração de agentes inibidores da ciclooxigenase, de inibidores da ECA, de antagonistas dos recetores da angiotensina II ou antibióticos aminoglicosídeos pode originar uma degradação posterior da função renal, que é geralmente reversível. - Antagonistas da angiotensina II (AAII)

Dexcetoprofeno Aminoglicosídeos
Observações: n.d.Interacções: Em alguns doentes com a função renal comprometida (como os doentes desidratados ou os doentes idosos com a função renal comprometida), a coadministração de agentes inibidores da ciclooxigenase, de inibidores da ECA, de antagonistas dos recetores da angiotensina II ou antibióticos aminoglicosídeos pode originar uma degradação posterior da função renal, que é geralmente reversível. - Aminoglicosídeos

Dexcetoprofeno Pentoxifilina
Observações: n.d.Interacções: Risco acrescido de hemorragia. Deve intensificar-se a monitorização clínica e controlar mais frequentemente o tempo de hemorragia. - Pentoxifilina

Dexcetoprofeno Zidovudina
Observações: n.d.Interacções: Risco de aumento de toxicidade para os eritrócitos devido à ação sobre os reticulócitos, ocorrendo anemia grave, uma semana após o início dos AINEs. Controlar o hemograma completo e a contagem dos reticulócitos, uma a duas semanas após o início do tratamento com AINEs. - Zidovudina

Dexcetoprofeno Sulfonilureias
Observações: n.d.Interacções: Os AINEs podem aumentar o efeito hipoglicémico dassulfonilureias, por deslocação dos pontos de ligação às proteínas plasmáticas. - Sulfonilureias

Dexcetoprofeno Bloqueadores adrenérgicos beta
Observações: n.d.Interacções: O tratamento com um AINE pode diminuir o efeito anti-hipertensor devido à inibição da síntese das prostaglandinas. - Bloqueadores adrenérgicos beta

Dexcetoprofeno Ciclosporina
Observações: n.d.Interacções: A nefrotoxicidade pode ser incrementada pelos AINEs devido aos efeitos mediadores da prostaglandina renal. Durante o tratamento concomitante, a função renal tem de ser avaliada. - Ciclosporina

Dexcetoprofeno Tacrolímus
Observações: n.d.Interacções: A nefrotoxicidade pode ser incrementada pelos AINEs devido aos efeitos mediadores da prostaglandina renal. Durante o tratamento concomitante, a função renal tem de ser avaliada. - Tacrolímus

Dexcetoprofeno Trombolíticos
Observações: n.d.Interacções: Com os trombolíticos, risco acrescido de hemorragia. - Trombolíticos

Dexcetoprofeno Antiagregantes plaquetários
Observações: n.d.Interacções: Com os antiagregantes plaquetários, risco acrescido de hemorragia gastrointestinal. - Antiagregantes plaquetários

Dexcetoprofeno Inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS)
Observações: n.d.Interacções: Com os inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRSs), risco acrescido de hemorragia gastrointestinal. - Inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS)

Dexcetoprofeno Probenecida
Observações: n.d.Interacções: As concentrações plasmáticas do dexcetoprofeno podem ser aumentadas; esta interação pode ser devida a um mecanismo inibitório no local de secreção tubular renal e da conjugação glucurónica, requerendo o ajustamento da dose do dexcetoprofeno. - Probenecida

Dexcetoprofeno Digitálicos
Observações: n.d.Interacções: Os AINEs podem aumentar a concentração plasmática dos glicosidos. - Digitálicos

Dexcetoprofeno Mifepristona
Observações: n.d.Interacções: Existe um hipotético risco dos inibidores da síntese das prostaglandinas poderem alterar a eficácia da mifepristona. A evidência limitada sugere que a coadminstração de AINEs no dia de administração da prostaglandina não influencia os efeitos de mifepristona ou de prostaglandina no amadurecimento cervical ou contratilidade uterina e não reduz a eficácia clínica na interrupção voluntária da gravidez. - Mifepristona

Dexcetoprofeno Quinolonas
Observações: n.d.Interacções: Estudos em animais indicam que doses elevadas de quinolonas em associação com os AINEs podem elevar o risco de aparecimento de convulsões. - Quinolonas

Lamivudina + Nevirapina + Zidovudina Dexcetoprofeno
Observações: n.d.Interacções: Dexcetoprofeno: Pode aumentar o efeito adverso / tóxico da zidovudina. Monitorizar a terapia - Dexcetoprofeno

Dexcetoprofeno Tenofovir
Observações: n.d.Interacções: O uso concomitante com AINEs pode aumentar os níveis de nitrogénio e creatinina na ureia plasmática, a função renal deve ser monitorada para controlar uma potencial influência sinérgica sobre a função renal. - Tenofovir

Dexcetoprofeno Deferasirox
Observações: n.d.Interacções: O uso concomitante com AINEs pode aumentar o risco de toxicidade gastrointestinal. É necessária uma monitorização clínica próxima quando o deferasirox é utilizado em combinação com essas substâncias. - Deferasirox

Dexcetoprofeno Pemetrexedo
Observações: n.d.Interacções: O uso concomitante com AINEs pode diminuir a eliminação de pemetrexedo, portanto, deve-se ter cuidado ao administrar doses mais elevadas de AINEs. Em doentes com insuficiência renal ligeira a moderada (clearance de creatinina de 45 a 79 ml/min), a administração concomitante de pemetrexedo com AINEs deve ser evitada durante 2 dias antes e 2 dias após a administração de pemetrexedo. - Pemetrexedo

Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.
Dexcetoprofeno está contra-indicado durante a gravidez e lactação.
Dexcetoprofeno comprimidos pode causar uma influência mínima a moderada sobre a capacidade de conduzir veículos ou utilizar máquinas devido à possibilidade de ocorrência de vertigens ou sonolência.
Dexcetoprofeno está contra-indicado durante a gravidez e lactação.
Dexcetoprofeno comprimidos pode causar uma influência mínima a moderada sobre a capacidade de conduzir veículos ou utilizar máquinas devido à possibilidade de ocorrência de vertigens ou sonolência.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 01 de Março de 2024