Cloromadinona + Etinilestradiol
O que é
O composto Cloromadinona + Etinilestradiol é um contraceptivo hormonal contendo duas hormonas e tomado por via oral (contraceptivo oral combinado), progesterona (acetato de cloromadinona) e estrogénio (etinilestradiol).
Uma vez que ambas as hormonas estão presentes na mesma quantidade nos 21 comprimidos para um ciclo, Cloromadinona, Etinilestradiol é também denominada de preparação monofásica.
Cloromadinona, Etinilestradiol não protege contra a infecção pelo VIH ou qualquer outra doença sexualmente transmissível.
Só os preservativos conferem protecção eficaz.
Uma vez que ambas as hormonas estão presentes na mesma quantidade nos 21 comprimidos para um ciclo, Cloromadinona, Etinilestradiol é também denominada de preparação monofásica.
Cloromadinona, Etinilestradiol não protege contra a infecção pelo VIH ou qualquer outra doença sexualmente transmissível.
Só os preservativos conferem protecção eficaz.
Usos comuns
Contracepção hormonal.
Tipo
Sem informação.
História
A clormadinona foi patenteada em 1958 e aprovada para uso médico em 1963. Embora a clormadinona às vezes seja usada como sinónimo de acetato de clormadinona, o que quase sempre é referido é o acetato de clormadinona e não a clormadinona.
Etinilestradiol (EE) foi desenvolvido na década de 1930 e foi introduzido para uso médico em 1943. O medicamento começou a ser usado em pílulas anticoncepcionais na década de 1960. Hoje, o EE é encontrado em quase todas as formas combinadas de pílulas anticoncepcionais e é quase o estrogénio exclusivo usado para esse propósito, tornando-o um dos estrogénios mais amplamente usados.
Etinilestradiol (EE) foi desenvolvido na década de 1930 e foi introduzido para uso médico em 1943. O medicamento começou a ser usado em pílulas anticoncepcionais na década de 1960. Hoje, o EE é encontrado em quase todas as formas combinadas de pílulas anticoncepcionais e é quase o estrogénio exclusivo usado para esse propósito, tornando-o um dos estrogénios mais amplamente usados.
Indicações
Contracepção hormonal.
Classificação CFT
8.5.1.2 : Anticoncepcionais
Mecanismo De Acção
A administração continuada de Cloromadinona, Etinilestradiol durante 21 dias, origina a inibição da secreção hipofisária de FSH e LH e consequentemente a inibição da ovulação.
O endométrio prolifera e sofre uma transformação secretória. A consistência do muco cervical altera-se. Isto resulta numa prevenção da migração do esperma através do colo do útero e altera a mobilidade dos espermatezóides.
A dose diária mais baixa de acetato de cloromadinona para a completa inibição da ovulação é de 1,7 mg.
A dose para completa transformação do endométrio é de 25 mg por ciclo. O acetato de cloromadinona é um progestagénio antiandrogénico. O seu efeito baseia-se na capacidade para deslocar os androgénios dos respectivos receptores.
O endométrio prolifera e sofre uma transformação secretória. A consistência do muco cervical altera-se. Isto resulta numa prevenção da migração do esperma através do colo do útero e altera a mobilidade dos espermatezóides.
A dose diária mais baixa de acetato de cloromadinona para a completa inibição da ovulação é de 1,7 mg.
A dose para completa transformação do endométrio é de 25 mg por ciclo. O acetato de cloromadinona é um progestagénio antiandrogénico. O seu efeito baseia-se na capacidade para deslocar os androgénios dos respectivos receptores.
Posologia Orientativa
Tomar um comprimido todos os dias, seguindo a direção da seta no blister, se possível sempre à mesma hora, de preferência à noite.
Tanto quanto possível, o intervalo entre as tomas dos comprimidos deverá ser de 24 horas. Os dias impressos no blister permitem verificar diariamente se já tomou o comprimido.
Tome um comprimido por dia durante 21 dias consecutivos. Após este período de tempo, intercala-se um intervalo de sete dias durante os quais não são tomados comprimidos.
Tanto quanto possível, o intervalo entre as tomas dos comprimidos deverá ser de 24 horas. Os dias impressos no blister permitem verificar diariamente se já tomou o comprimido.
Tome um comprimido por dia durante 21 dias consecutivos. Após este período de tempo, intercala-se um intervalo de sete dias durante os quais não são tomados comprimidos.
Administração
Deve tomar-se um comprimido todos os dias (de preferência à noite) durante 21 dias consecutivos.
Os comprimidos devem ser retirados do blister: o comprido assinalado com o dia da semana apropriado deve ser engolido inteiro sem mastigar, de preferência com um pouco de líquido.
Os comprimidos são tomados diariamente seguindo o sentido indicado pela seta do blister.
Os comprimidos devem ser retirados do blister: o comprido assinalado com o dia da semana apropriado deve ser engolido inteiro sem mastigar, de preferência com um pouco de líquido.
Os comprimidos são tomados diariamente seguindo o sentido indicado pela seta do blister.
Contra-Indicações
Não tome Cloromadinona, Etinilestradiol
– se tem alergia (hipersensibilidade) ao Etinilestradiol ou ao acetato de Cloromadinona
– se sofre ou sofreu de alguma doença resultante da formação de coágulos nas veias ou artérias (por exemplo trombose venosa profunda, embolia pulmonar, enfarte do miocárdio, trombose cerebral)
– se apresenta sinais ou sintomas sugestivos das primeiras fases de existência de um coágulo no sangue, inflamação das veias ou embolismo, tais como dor súbita lacinante, dor ou aperto no peito
– se for forçada a estar imobilizada durante um longo período de tempo (por exemplo no caso de estar acamada ou de lhe ter sido colocado gesso) ou se planeia ser submetida a uma intervenção cirúrgica (pare de tomar Cloromadinona, Etinilestradiol pelo menos quatro semanas antes da data prevista para a operação)
– se sofre de diabetes mellitus e a sua glicémia apresenta flutuações difíceis de controlar ou se apresenta alterações nos vasos sanguíneos
– se sofre de hipertensão difícil de controlar ou se a sua pressão arterial tem elevações bruscas (valores constantemente acima de 140/90mm Hg)
– se tem preturbações na coagulação sanguínea (por exemplo, deficiência em Proteína C)
– se sofre de inflamação no fígado (por exemplo causada por vírus) ou icterícia e os valores que permitem avaliar o funcionamento do fígado não voltaram à normalidade
– se tiver comichão por todo o corpo ou sofrer de perturbações do fluxo biliar ou se isso tiver ocorrido durante uma gravidez ou tratamento anterior com estrogénios
– se apresenta níveis elevados de bilirrubina (um produto de degradação do pigmento sanguíneo) no sangue, por exemplo devido a uma perturbação inata na sua excreção (síndrome de Dubin-Johnson ou síndrome de Rotor)
– se tem ou tiver tido tumor do fígado
– se apresentar dor de estômago intensa, fígado aumentado ou sinais de hemorragia digestiva
– se ocorrer porfíria (perturbação no metabolismo sanguíneo) pela primeira vez ou em repetição
– se tem, teve ou suspeita ter um tumor maligno hormono-dependente, como por exemplo cancro da mama ou do útero
– se sofre de perburbações graves no metabolismo das gorduras
– se tiver doença do pâncreas ou antecedentes, se associado com valores elevados de triglicéridos
– se tiver enxaqueca pela primeira vez
– se sofre de cefaleia (dor de cabeça) intensa, frequente ou prolongada
– se sofre de enxaqueca acompanhada por perturbações dos sentidos, perceção e/ou movimento (migraine accompagnée)
– se apresentar perturbações subitas da perceção (disturbios da visão ou audição)
– se apresentar perturbações do movimento (em particular sinais de paralisia)
– se, sendo epilética, referir aumento de frequência das crises convulsivas
– se sofrer de depressão grave
– se sofrer de um certo tipo de surdez (otosclerose) que aumentou em gravidezes anteriores
– se, por razão desconhecida, não tenha tido período menstrual
– se tiver um crescimento anormal das membranas do útero (hiperplasia do endométrio)
– se, inexplicavelmente, ocorrer hemorragia vaginal.
– se tem alergia (hipersensibilidade) ao Etinilestradiol ou ao acetato de Cloromadinona
– se sofre ou sofreu de alguma doença resultante da formação de coágulos nas veias ou artérias (por exemplo trombose venosa profunda, embolia pulmonar, enfarte do miocárdio, trombose cerebral)
– se apresenta sinais ou sintomas sugestivos das primeiras fases de existência de um coágulo no sangue, inflamação das veias ou embolismo, tais como dor súbita lacinante, dor ou aperto no peito
– se for forçada a estar imobilizada durante um longo período de tempo (por exemplo no caso de estar acamada ou de lhe ter sido colocado gesso) ou se planeia ser submetida a uma intervenção cirúrgica (pare de tomar Cloromadinona, Etinilestradiol pelo menos quatro semanas antes da data prevista para a operação)
– se sofre de diabetes mellitus e a sua glicémia apresenta flutuações difíceis de controlar ou se apresenta alterações nos vasos sanguíneos
– se sofre de hipertensão difícil de controlar ou se a sua pressão arterial tem elevações bruscas (valores constantemente acima de 140/90mm Hg)
– se tem preturbações na coagulação sanguínea (por exemplo, deficiência em Proteína C)
– se sofre de inflamação no fígado (por exemplo causada por vírus) ou icterícia e os valores que permitem avaliar o funcionamento do fígado não voltaram à normalidade
– se tiver comichão por todo o corpo ou sofrer de perturbações do fluxo biliar ou se isso tiver ocorrido durante uma gravidez ou tratamento anterior com estrogénios
– se apresenta níveis elevados de bilirrubina (um produto de degradação do pigmento sanguíneo) no sangue, por exemplo devido a uma perturbação inata na sua excreção (síndrome de Dubin-Johnson ou síndrome de Rotor)
– se tem ou tiver tido tumor do fígado
– se apresentar dor de estômago intensa, fígado aumentado ou sinais de hemorragia digestiva
– se ocorrer porfíria (perturbação no metabolismo sanguíneo) pela primeira vez ou em repetição
– se tem, teve ou suspeita ter um tumor maligno hormono-dependente, como por exemplo cancro da mama ou do útero
– se sofre de perburbações graves no metabolismo das gorduras
– se tiver doença do pâncreas ou antecedentes, se associado com valores elevados de triglicéridos
– se tiver enxaqueca pela primeira vez
– se sofre de cefaleia (dor de cabeça) intensa, frequente ou prolongada
– se sofre de enxaqueca acompanhada por perturbações dos sentidos, perceção e/ou movimento (migraine accompagnée)
– se apresentar perturbações subitas da perceção (disturbios da visão ou audição)
– se apresentar perturbações do movimento (em particular sinais de paralisia)
– se, sendo epilética, referir aumento de frequência das crises convulsivas
– se sofrer de depressão grave
– se sofrer de um certo tipo de surdez (otosclerose) que aumentou em gravidezes anteriores
– se, por razão desconhecida, não tenha tido período menstrual
– se tiver um crescimento anormal das membranas do útero (hiperplasia do endométrio)
– se, inexplicavelmente, ocorrer hemorragia vaginal.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Em estudos clínicos, os efeitos indesejáveis mais frequentes (>20%) reportados foram hemorragias intracíclicas, spotting, cefaleias e mal-estar mamário, após a ingestão de 0,030 mg de Etinilestradiol e 2 mg de acetato de Cloromadinona.
Os seguintes efeitos indesejáveis foram reportados após a administração de 0,030 mg de Etinilestradiol e 2 mg de acetato de Cloromadinona num estudo clínico em 1629 mulheres.
Os efeitos secundários mais graves foram:
Frequente: pode afectar mais do que 1 em cada 10 utilizadoras:
Enxaqueca (e/ou a sua exacerbação)
– Se desenvolver enxaqueca pela primeira vez, não deve tomar ou deve parar de tomar imediatamente Cloromadinona, Etinilestradiol.
– Se tiver um aumento na frequência ou na gravidade das crises de enxaqueca enquanto toma Cloromadinona, Etinilestradiol, que pode indicar uma diminuição da circulação de sangue no cérebro, contacte o Médico logo que possível.
O Médico aconselhá-la-á a parar de tomar imediatamente Cloromadinona, Etinilestradiol.
Raro: pode afectar até 1 em cada 1000 utilizadoras:
Surdez súbita, colapso circulatório e trombose venosa.
– Se desenvolver perda súbita de audição, colapso circulatório e sinais ou sintomas de trombose venosa, aconselhe-se com o Médico o mais rápido possível.
Nesta situação não deverá tomar ou parar de tomar imediatamente Cloromadinona, Etinilestradiol.
Outros efeitos secundários:
Muito frequente: pode afectar mais do que 1 em cada 10 utilizadoras:
Náuseas, corrimento vaginal, dor durante a menstruação, ausência de menstruação
Frequente: pode afectar até 1 em cada 10 utilizadores:
Humor depressivo, irritabilidade, nervosismo, tonturas, distúrbios visuais, vómitos, acne, sensação de peso, dor nos quadrantes inferiores do abdómen, cansaço, sensação de pernas pesadas, retenção de líquidos, aumento de peso, aumento da pressão arterial.
Pouco frequente: pode afectar até 1 em cada 100 utilizadores:
Hipersensibilidade a medicamentos incluindo reacções alérgicas na pele, dor abdominal, flatulência, diarreia, distúrbios de pigmentação, manchas castanhas na face, queda de cabelo, pele seca, dor nas costas, perturbações musculares, secreções da glândula mamária, alterações benignas no tecido mamário, infecção fúngica na vagina, quisto no ovário, diminuição do desejo sexual, sudação aumentada, alteração no valores sanguíneos de lípidos incluindo um aumento no conteúdo em triglicéridos.
Raro: pode afectar até 1 em cada 1000 utilizadoras:
Conjuntivite, irritação nos olhos quando se utiliza lentes de contacto, zumbidos, pressão arterial elevada, pressão arterial baixa, varizes, urticária, reacção alérgica na pele, erupções cutâneas (eczema), vermelhidão da pele, comichão, exacerbação de psoriase existente, aumento do crescimento de pelos no corpo e face, aumento mamário, inflamação da vagina, menstruação prolongada e/ou exacerbada, síndrome pré-menstrual (queixas físicas e psicológicas que antecedem o início da menstruação), aumento do apetite.
Muito raro: pode afectar até 1 em cada 10 000 utilizadoras:
Eritema nodoso (nódulos vermelhos).
Os contraceptivos orais combinados estão também associados ao aumento do risco das seguintes doenças e efeitos secundários graves:
Risco de formação de coágulos nas veias e artérias.
Risco de doenças do tracto biliar.
Risco de desenvolver tumores (isto é, tumores do fígado, que em casos isolados podem causar hemorragias no abdómen que podem ser fatais, cancro do colo do itero e da mama.
Agravamento de doença inflamatória crónica do intestino (Doença de Crohn, colite ulcerosa).
Os seguintes efeitos indesejáveis foram reportados após a administração de 0,030 mg de Etinilestradiol e 2 mg de acetato de Cloromadinona num estudo clínico em 1629 mulheres.
Os efeitos secundários mais graves foram:
Frequente: pode afectar mais do que 1 em cada 10 utilizadoras:
Enxaqueca (e/ou a sua exacerbação)
– Se desenvolver enxaqueca pela primeira vez, não deve tomar ou deve parar de tomar imediatamente Cloromadinona, Etinilestradiol.
– Se tiver um aumento na frequência ou na gravidade das crises de enxaqueca enquanto toma Cloromadinona, Etinilestradiol, que pode indicar uma diminuição da circulação de sangue no cérebro, contacte o Médico logo que possível.
O Médico aconselhá-la-á a parar de tomar imediatamente Cloromadinona, Etinilestradiol.
Raro: pode afectar até 1 em cada 1000 utilizadoras:
Surdez súbita, colapso circulatório e trombose venosa.
– Se desenvolver perda súbita de audição, colapso circulatório e sinais ou sintomas de trombose venosa, aconselhe-se com o Médico o mais rápido possível.
Nesta situação não deverá tomar ou parar de tomar imediatamente Cloromadinona, Etinilestradiol.
Outros efeitos secundários:
Muito frequente: pode afectar mais do que 1 em cada 10 utilizadoras:
Náuseas, corrimento vaginal, dor durante a menstruação, ausência de menstruação
Frequente: pode afectar até 1 em cada 10 utilizadores:
Humor depressivo, irritabilidade, nervosismo, tonturas, distúrbios visuais, vómitos, acne, sensação de peso, dor nos quadrantes inferiores do abdómen, cansaço, sensação de pernas pesadas, retenção de líquidos, aumento de peso, aumento da pressão arterial.
Pouco frequente: pode afectar até 1 em cada 100 utilizadores:
Hipersensibilidade a medicamentos incluindo reacções alérgicas na pele, dor abdominal, flatulência, diarreia, distúrbios de pigmentação, manchas castanhas na face, queda de cabelo, pele seca, dor nas costas, perturbações musculares, secreções da glândula mamária, alterações benignas no tecido mamário, infecção fúngica na vagina, quisto no ovário, diminuição do desejo sexual, sudação aumentada, alteração no valores sanguíneos de lípidos incluindo um aumento no conteúdo em triglicéridos.
Raro: pode afectar até 1 em cada 1000 utilizadoras:
Conjuntivite, irritação nos olhos quando se utiliza lentes de contacto, zumbidos, pressão arterial elevada, pressão arterial baixa, varizes, urticária, reacção alérgica na pele, erupções cutâneas (eczema), vermelhidão da pele, comichão, exacerbação de psoriase existente, aumento do crescimento de pelos no corpo e face, aumento mamário, inflamação da vagina, menstruação prolongada e/ou exacerbada, síndrome pré-menstrual (queixas físicas e psicológicas que antecedem o início da menstruação), aumento do apetite.
Muito raro: pode afectar até 1 em cada 10 000 utilizadoras:
Eritema nodoso (nódulos vermelhos).
Os contraceptivos orais combinados estão também associados ao aumento do risco das seguintes doenças e efeitos secundários graves:
Risco de formação de coágulos nas veias e artérias.
Risco de doenças do tracto biliar.
Risco de desenvolver tumores (isto é, tumores do fígado, que em casos isolados podem causar hemorragias no abdómen que podem ser fatais, cancro do colo do itero e da mama.
Agravamento de doença inflamatória crónica do intestino (Doença de Crohn, colite ulcerosa).
Advertências

Insuf. Renal:Pode induzir alterações da FR.

Gravidez:Cloromadinona / Etinilestradiol não está indicado durante a gravidez.

Aleitamento:Se tomar Cloromadinona / Etinilestradiol enquanto estiver a amamentar, deve lembrar-se que a produção de leite pode ser reduzida e a qualidade afectada. Os contraceptivos orais do tipo Cloromadinona / Etinilestradiol só deverão ser utilizados após o aleitamento.
Precauções Gerais
Tome especial cuidado se:
– fumar
– tiver um pressão arterial alta, níveis anormalmente altos de lípidos no sangue, peso excessivo ou diabetes.
É também necessária supervisão médica especial se:
– sofrer de epilépsia
– sofrer de esclerose múltipla
– sofrer de cãimbras musculares graves (tetania)
– sofrer de enxaquecas
– sofrer de asma
– sofrer de doenças do coração ou dos rins
– sofrer de “Dança de S. Vito” (coreia menor)
– for diabética
– sofrer de doenças no fígado
– sofrer de perturbações no metabolismo das gorduras
– sofrer de doenças do sistema autoimune (incluindo lúpus eritematoso sistémico)
– tiver excesso de peso
– sofrer de hipertensão
– tiver sido diagnosticada com proliferação benigna da mucosa uterina (endometriose)
– tiver veias varicosas ou inflamação nas veias
– tiver problemas de coagulação
– tiver tido tumor benigno do útero (mioma)
– sofrer de uma doença nas glândulas mamárias (mastopatia)
– tiver sofrido de herpes numa gravidez anterior (herpes gestacional)
– sofrer de depressão
– sofrer de inflamação crónica do intestino (Doença de Crohn, colite ulcerosa).
– fumar
– tiver um pressão arterial alta, níveis anormalmente altos de lípidos no sangue, peso excessivo ou diabetes.
É também necessária supervisão médica especial se:
– sofrer de epilépsia
– sofrer de esclerose múltipla
– sofrer de cãimbras musculares graves (tetania)
– sofrer de enxaquecas
– sofrer de asma
– sofrer de doenças do coração ou dos rins
– sofrer de “Dança de S. Vito” (coreia menor)
– for diabética
– sofrer de doenças no fígado
– sofrer de perturbações no metabolismo das gorduras
– sofrer de doenças do sistema autoimune (incluindo lúpus eritematoso sistémico)
– tiver excesso de peso
– sofrer de hipertensão
– tiver sido diagnosticada com proliferação benigna da mucosa uterina (endometriose)
– tiver veias varicosas ou inflamação nas veias
– tiver problemas de coagulação
– tiver tido tumor benigno do útero (mioma)
– sofrer de uma doença nas glândulas mamárias (mastopatia)
– tiver sofrido de herpes numa gravidez anterior (herpes gestacional)
– sofrer de depressão
– sofrer de inflamação crónica do intestino (Doença de Crohn, colite ulcerosa).
Cuidados com a Dieta
Não interfere com alimentos e bebidas.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligue para o Centro de Intoxicações.
Não existe informação sobre os efeitos tóxicos graves de sobredosagem.
Podem ocorrer os seguintes sintomas: náuseas, vómitos e, em particular em raparigas mais jovens, uma ligeira hemorragia vaginal. Não há antídoto; o tratamento deve ser sintomático.
Em casos raros, pode ser necessário controlar o equilíbrio electrolítico, a volémia e a função hepática.
Não existe informação sobre os efeitos tóxicos graves de sobredosagem.
Podem ocorrer os seguintes sintomas: náuseas, vómitos e, em particular em raparigas mais jovens, uma ligeira hemorragia vaginal. Não há antídoto; o tratamento deve ser sintomático.
Em casos raros, pode ser necessário controlar o equilíbrio electrolítico, a volémia e a função hepática.
Terapêutica Interrompida
Se esquecer a toma do comprimido à hora habitual, deverá tomá-lo nas 12 horas seguintes. Se o fizer, não serão necessários métodos contraceptivos adicionais e poderá continuar a tomar os comprimidos como habitualmente.
Se o intervalo for superior a 12 horas, o efeito contraceptivo de Cloromadinona, Etinilestradiol deixa de estar garantido. Neste caso, tome imediatamente o comprimido de que se esqueceu e continue a tomar Cloromadinona, Etinilestradiol normalmente.
Pode acontecer ter de tomar 2 comprimidos no mesmo dia.
No entanto, terá que usar um método de Contracepção mecânico adicional (por exemplo preservativo) durante os sete dias seguintes. Se durante esses sete dias terminar os comprimidos do blister corresponde a esse ciclo, inicie a toma do blister seguinte, sem fazer qualquer intervalo (regra dos sete dias).
Provalvelmente não haverá hemorragia de privação habitual até que acabe de tomar os comprimidos do segundo blister. No entanto, poderá existir um aumento das hemorragias intracíclicas ou da ocorrência de spotting durante a toma do segundo blister.
Quanto maior o número de comprimidos esquecidos, maior o risco de gravidez.
Se se esqueceu de um ou mais comprimidos na primeira semana ou se teve relações sexuais na semana do esquecimento, poderá estar grávida.
O mesmo se aplica se se esqueceu de um ou mais comprimidos e não teve hemorragia de privação no intervalo seguinte de sete dias sem medicação. Neste caso deverá consultar o Médico.
Se o intervalo for superior a 12 horas, o efeito contraceptivo de Cloromadinona, Etinilestradiol deixa de estar garantido. Neste caso, tome imediatamente o comprimido de que se esqueceu e continue a tomar Cloromadinona, Etinilestradiol normalmente.
Pode acontecer ter de tomar 2 comprimidos no mesmo dia.
No entanto, terá que usar um método de Contracepção mecânico adicional (por exemplo preservativo) durante os sete dias seguintes. Se durante esses sete dias terminar os comprimidos do blister corresponde a esse ciclo, inicie a toma do blister seguinte, sem fazer qualquer intervalo (regra dos sete dias).
Provalvelmente não haverá hemorragia de privação habitual até que acabe de tomar os comprimidos do segundo blister. No entanto, poderá existir um aumento das hemorragias intracíclicas ou da ocorrência de spotting durante a toma do segundo blister.
Quanto maior o número de comprimidos esquecidos, maior o risco de gravidez.
Se se esqueceu de um ou mais comprimidos na primeira semana ou se teve relações sexuais na semana do esquecimento, poderá estar grávida.
O mesmo se aplica se se esqueceu de um ou mais comprimidos e não teve hemorragia de privação no intervalo seguinte de sete dias sem medicação. Neste caso deverá consultar o Médico.
Cuidados no Armazenamento
Não conservar acima de 30ºC. Conservar na embalagem de origem.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Cloromadinona + Etinilestradiol Indutores enzimáticos
Observações: n.d.Interacções: Efeitos de outros medicamentos sobre cloromadinona + etinilestradiol Podem ocorrer interações com medicamentos que induzam as enzimas microssomais, o que pode resultar num aumento da depuração das hormonas sexuais, podendo conduzir a hemorragia intercorrente e/ou falha contracetiva. Pode ser observada indução enzimática logo após alguns dias de tratamento. A indução enzimática máxima é geralmente observada dentro de algumas semanas. Após a interrupção da terapêutica com o medicamento, a indução enzimática pode manter-se durante cerca de 4 semanas. As mulheres sob tratamento com medicamentos indutores enzimáticos devem, temporariamente, utilizar um método de barreira ou outro método contracetivo adicionalmente ao COC. O método de barreira deve ser utilizado durante todo o período de terapêutica concomitante e durante 28 dias após a sua cessação. Se a administração concomitante de outro medicamento ultrapassar os últimos comprimidos do blister do COC, o blister seguinte de COC deverá ser iniciado imediatamente após o anterior, sem o intervalo habitual sem comprimidos. Em mulheres sob tratamento de longa duração com substâncias ativas indutoras de enzimas hepáticas, recomenda-se a utilização de outro método contracetivo de confiança, não-hormonal. - Indutores enzimáticos

Cloromadinona + Etinilestradiol Outros medicamentos
Observações: n.d.Interacções: Substâncias que aumentam a depuração dos COCs (eficácia reduzida de COCs por indução enzimática), p. ex.: Barbitúricos, bosentano, carbamazepina, barbexaclona, fenitoína, primidona, modafinil, rifampicina, rifabutina e os medicamentos para o VIH ritonavir, nevirapina e efivarez, e possivelmente também felbamato, griseofulvina, oxcarbazepina, topimarato e produtos contendo Hipericão (Hypericum perforatum). Os seguintes medicamentos/substâncias ativas podem reduzir as concentrações séricas de etinilestradiol, aumentando a motilidade gastrointestinal ou afetando a absorção: Metoclopramida, carvão ativado. Quando administrados concomitantemente com COCs, muitas associações de inibidores da protease do VIH e inibidores da transcriptase reversa não análogos de nucleosídeos, incluindo associações com inibidores do VHC, podem aumentar ou diminuir as concentrações plasmáticas de estrogénios e progesteronas. O efeito final destas alterações pode ser clinicamente relevante em alguns casos. Assim, deve ser consultada a informação de prescrição referente de medicamentos para o VIH/VHC administrados concomitantemente para identificar potenciais interações e recomendações relacionadas. No caso de dúvida, deve ser utilizado um método de barreira adicional pela mulher que esteja sob terapêutica com inibidores da protease ou com inibidores da transcriptase reversa não análogos de nucleosídeos, ser clinicamente relevante em alguns casos. Os contracetivos orais poderão afetar o metabolismo de certas substâncias ativas. Consequentemente, as concentrações plasmáticas e nos tecidos podem tanto poderão aumentar como diminuir. - Outros medicamentos

Cloromadinona + Etinilestradiol Ácido ascórbico (vitamina C)
Observações: n.d.Interacções: Pode aumentar as concentrações séricas de etinilestradiol as substâncias ativas que inibem a sulfatação de etinilestradiol na parede intestinal, por exemplo, ácido ascórbico. - Ácido ascórbico (vitamina C)

Cloromadinona + Etinilestradiol Paracetamol
Observações: n.d.Interacções: Pode aumentar as concentrações séricas de etinilestradiol as substâncias ativas que inibem a sulfatação de etinilestradiol na parede intestinal, por exemplo, o paracetamol. Por induzir a glucuronidação hepática e, por esse motivo, reduzir as concentrações séricas de paracetamol. - Paracetamol

Cloromadinona + Etinilestradiol Atorvastatina
Observações: n.d.Interacções: Pode aumentar as concentrações séricas de etinilestradiol as substâncias ativas que inibem a sulfatação de etinilestradiol na parede intestinal, por exemplo, a atorvastatina (aumenta a AUC de etinilestradiol em 20%). - Atorvastatina

Cloromadinona + Etinilestradiol Enzimas hepáticas
Observações: n.d.Interacções: Pode aumentar as concentrações séricas de etinilestradiol as substâncias ativas que inibem a sulfatação de etinilestradiol na parede intestinal, por exemplo, substâncias ativas que inibem as enzimas microssomais hepáticas, tais como antimicóticos imidazólicos (por exemplo, fluconazol) - Enzimas hepáticas

Cloromadinona + Etinilestradiol Indinavir
Observações: n.d.Interacções: Pode aumentar as concentrações séricas de etinilestradiol as substâncias ativas que inibem a sulfatação de etinilestradiol na parede intestinal, por exemplo, o indinavir. - Indinavir

Cloromadinona + Etinilestradiol Troleandomicina
Observações: n.d.Interacções: Pode aumentar as concentrações séricas de etinilestradiol as substâncias ativas que inibem a sulfatação de etinilestradiol na parede intestinal, por exemplo, a troleandomicina. - Troleandomicina

Cloromadinona + Etinilestradiol Diazepam
Observações: n.d.Interacções: Por inibir as enzimas microssomais hepáticas e, por esse motivo, aumentar as concentrações séricas de substâncias ativas, tais como diazepam (e outras benzodiazepinas metabolizadas por hidroxilação). - Diazepam

Cloromadinona + Etinilestradiol Ciclosporina
Observações: n.d.Interacções: Por inibir as enzimas microssomais hepáticas e, por esse motivo, aumentar as concentrações séricas de substâncias ativas, tais como ciclosporina. - Ciclosporina

Cloromadinona + Etinilestradiol Teofilina
Observações: n.d.Interacções: Por inibir as enzimas microssomais hepáticas e, por esse motivo, aumentar as concentrações séricas de substâncias ativas, tais como teofilina. - Teofilina

Cloromadinona + Etinilestradiol Prednisolona
Observações: n.d.Interacções: Por inibir as enzimas microssomais hepáticas e, por esse motivo, aumentar as concentrações séricas de substâncias ativas, tais como prednisolona. - Prednisolona

Cloromadinona + Etinilestradiol Lamotrigina
Observações: n.d.Interacções: Por induzir a glucuronidação hepática e, por esse motivo, reduzir as concentrações séricas de lamotrigina. - Lamotrigina

Cloromadinona + Etinilestradiol Clofibrato
Observações: n.d.Interacções: Por induzir a glucuronidação hepática e, por esse motivo, reduzir as concentrações séricas de clofibrato. - Clofibrato

Cloromadinona + Etinilestradiol Morfina
Observações: n.d.Interacções: Por induzir a glucuronidação hepática e, por esse motivo, reduzir as concentrações séricas de morfina. - Morfina

Cloromadinona + Etinilestradiol Lorazepam
Observações: n.d.Interacções: Por induzir a glucuronidação hepática e, por esse motivo, reduzir as concentrações séricas de lorazepam. - Lorazepam

Cloromadinona + Etinilestradiol Antidiabéticos Orais
Observações: n.d.Interacções: As necessidades de antidiabéticos orais podem alterar-se em consequência dos efeitos sobre os níveis de tolerância à glucose. O mesmo pode ser válido para os medicamentos tomados pouco tempo antes. - Antidiabéticos Orais

Cloromadinona + Etinilestradiol Insulinas
Observações: n.d.Interacções: As necessidades de insulina pode alterar-se em consequência dos efeitos sobre os níveis de tolerância à glucose. O mesmo pode ser válido para os medicamentos tomados pouco tempo antes. - Insulinas

Cloromadinona + Etinilestradiol Testes Laboratoriais/Diagnóstico/Teste ergométrico
Observações: n.d.Interacções: A utilização de esteroides contracetivos poderá influenciar os resultados de certos testes laboratoriais, incluindo parâmetros bioquímicos das funções hepática, tiroideia, suprarrenal e renal, níveis plasmáticos de proteínas (de transporte), por ex., globulinas de ligação aos corticosteroides e frações lipídicas/lipoproteicas, parâmetros do metabolismo dos hidratos de carbono e parâmetros de coagulação e fibrinólise. Geralmente, as alterações verificadas mantêm-se dentro dos valores laboratoriais normais. - Testes Laboratoriais/Diagnóstico/Teste ergométrico

Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.
Cloromadinona / Etinilestradiol não está indicado durante a gravidez. Se ficar grávida durante a utilização de Cloromadinona / Etinilestradiol, deverá parar imediatamente de tomar. Porém, não é motivo para interromper a gravidez.
Se tomar Cloromadinona / Etinilestradiol enquanto estiver a amamentar, deve lembrar-se que a produção de leite pode ser reduzida e a qualidade afectada.
Quantidades muito pequenas das substâncias activas passam para o leite.
Os contraceptivos orais do tipo Cloromadinona / Etinilestradiol só deverão ser utilizados após o aleitamento.
Cloromadinona / Etinilestradiol não está indicado durante a gravidez. Se ficar grávida durante a utilização de Cloromadinona / Etinilestradiol, deverá parar imediatamente de tomar. Porém, não é motivo para interromper a gravidez.
Se tomar Cloromadinona / Etinilestradiol enquanto estiver a amamentar, deve lembrar-se que a produção de leite pode ser reduzida e a qualidade afectada.
Quantidades muito pequenas das substâncias activas passam para o leite.
Os contraceptivos orais do tipo Cloromadinona / Etinilestradiol só deverão ser utilizados após o aleitamento.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 23 de Setembro de 2025