Clorofenamina + Paracetamol

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Condução
O que é
Analgésicos e antipiréticos.
A clorfenamina (CP, CPM), também conhecida como clorfeniramina, é um anti-histamínico usado para tratar os sintomas de condições alérgicas, como rinite alérgica (febre do feno).
O paracetamol, também conhecido como acetaminofeno, é um medicamento usado para tratar a dor e a febre. É normalmente usado para o alívio da dor leve a moderada.
Usos comuns
É uma associação de paracetamol que reduz a febre e alivia a dor, e de clorofeniramina que ajuda a reduzir o corrimento nasal, o lacrimejar e os espirros.

Está indicado no tratamento sintomático de síndromes gripais e constipações.

Se não se sentir melhor, ou se piorar após 3 dias, deve consultar um médico.
Tipo
Sem informação.
História
A clorfenamina foi patenteada em 1948 e entrou em uso médico em 1949.

O paracetamol foi produzido pela primeira vez em 1877. Está na lista de medicamentos essenciais da Organização Mundial de Saúde.
Indicações
Está indicado no tratamento sintomático de síndromes gripais e constipações.
Classificação CFT

2.10 : Analgésicos e antipiréticos

Mecanismo De Acção
O paracetamol é um fármaco analgésico que também possui propriedades antipiréticas.

O mecanismo de acção analgésica não está totalmente determinado.

O paracetamol pode actuar predominantemente inibindo a síntese das prostaglandinas no sistema nervoso central e em menor grau bloqueando a génese do impulso doloroso a nível periférico.

A acção periférica pode ser também devida à inibição da síntese de prostaglandinas ou à inibição da síntese ou da acção de outras substâncias que sensibilizam os nocireceptores perante estímulos mecânicos ou químicos.

Provavelmente, o paracetamol produz um efeito antipirético actuando a nível central sobre o centro hipotalâmico regulador da temperatura, para produzir uma vasodilatação periférica que dá lugar a um aumento da sudação e do fluxo sanguíneo na pele e perda de calor.

A acção a nível central está relacionada provavelmente com a inibição da síntese de prostaglandinas no hipotálamo.

O maleato de Clorofeniramina é um antagonista dos receptores H1 da histamina que se administra por via oral para o alívio sintomático das reacções de hipersensibilidade e prurido cutâneo.
Posologia Orientativa
Adultos e crianças com idade superior a 12 anos: 1 a 2 comprimidos a cada 6 ou 8 horas (3 ou 4 vezes por dia).

Recomenda-se que uma das tomas seja efectuada ao deitar.

A dose máxima diária recomendada é de 8 comprimidos com um intervalo mínimo de 6 horas entre cada toma.
Administração
Via oral.
Contra-Indicações
Não tomar:
- se tiver alergia (hipersensibilidade) às substâncias;
- em caso de doença hepática ou renal;
- se estiver em tratamento com antidepressivos;
- em crianças com idade inferior a 12 anos ou com peso inferior a 30 Kg;
- insuficiência respiratória;
- tosse asmática e produtiva;
- insuficiência renal e
- alcoolismo.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Ocasionalmente podem surgir sedação ou sonolência.

Outros efeitos secundários incluem perturbações gastrintestinais (náuseas e vómitos), obstipação, confusão, euforia, alterações visuais, boca seca, e dificuldade em urinar.

Também estão descritas erupções cutâneas, urticária, reacções alérgicas e alterações sanguíneas (agranulocitose, leucopenia, trombocitopenia, anemia hemolítica).

Ocasionalmente, podem aparecer efeitos secundários renais, hepatotoxicidade (icterícia), piúria estéril (urina turva) e hipoglicémia.
Advertências
Aleitamento
Aleitamento
Aleitamento:Os anti-histamínicos podem inibir a lactação e são excretados no leite materno, pelo que não devem ser utilizados por mulheres a amamentar.
Gravidez
Gravidez
Gravidez:Recomenda-se que a sua administração apenas se os riscos potenciais justificarem os benefícios potenciais.
Condução
Condução
Condução:Durante o tratamento podem surgir, em ocasiões raras, uma diminuição da capacidade de reacção ou sonolência, as quais devem ser tidas em consideração no caso de conduzir veículos ou utilizar maquinaria perigosa.
Precauções Gerais
Fale com o médico ou farmacêutico antes de tomar Clorofenamina / Paracetamol).

- Alcoólicos crónicos não deverão tomar mais de 2 g de paracetamol.

- Se tiver alguma doença renal ou hepática grave, cardíaca ou pulmonar, anemia, se tiver a tensão ocular elevada (glaucoma).

Consultar o médico ou farmacêutico antes de tomar este medicamento, uma vez que pode agravar estas situações;

- Não utilizar este medicamento para a tosse persistente ou crónica, como a devida ao tabaco, asma ou enfisema, quando a tosse for acompanhada por secreções abundantes, uma vez que pode dificultar a expectoração e aumentar a resistência das vias respiratórias;

- Ter em conta que os idosos podem ser mais sensíveis aos efeitos da dose habitual recomendada para os adultos, pelo que se recomenda reduzir as doses e consultar o médico.

Se for realizar testes cutâneos que utilizam alergenos, deve suspender a medicação pelo menos 3 dias antes da realização dos testes.
Cuidados com a Dieta
A toma deste medicamento com álcool pode potenciar os efeitos sedativos do álcool ou dos anti-histamínicos sobre o Sistema Nervoso Central.

Portanto, não deve tomar bebidas alcoólicas enquanto durar o tratamento.

A utilização do paracetamol em doentes que consomem habitualmente bebidas alcoólicas (três ou mais bebidas por dia) pode provocar lesões hepáticas.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligar para o Centro de intoxicações.

Sintomas:
A sintomatologia por sobredosagem de paracetamol inclui náuseas, visão turva, vómitos, anorexia, icterícia, dor abdominal, inquietação, nervosismo, xerostomia, dificuldade na micção e insuficiência renal e hepática.

Em caso de sobredosagem o doente deve ser tratado imediatamente numa unidade hospitalar ainda que não existam sintomas ou sinais significativos, uma vez que apesar destes poderem causar a morte, frequentemente não se manifestam imediatamente após a ingestão, mas apenas a partir do terceiro dia.

Pode ocorrer morte por necrose hepática.

Também pode ocorrer falência renal aguda.

Pode ocorrer hepatotoxicidade.

A dose mínima tóxica é de 6 g no adulto e mais de 100 mg/kg de peso corporal nas crianças.

Doses superiores a 20-25 g são potencialmente fatais.

Os sintomas de hepatotoxicidade incluem náuseas, vómitos, anorexia, mal-estar, diaforese, dor abdominal e diarreia.

A hepatotoxicidade não se manifesta antes de 48-72 horas após a ingestão.

Se a dose ingerida for superior a 150 mg/kg ou se não for possível determinar a quantidade ingerida, é importante obter uma amostra do paracetamol sérico às 4 horas após a ingestão.

No caso de ocorrer hepatotoxicidade, deve realizar-se um estudo da função hepática e repeti-lo com intervalos de 24 horas.

A falência hepática pode desencadear encefalopatia, coma e morte.

Níveis plasmáticos de paracetamol superiores a 300 μg/ml, encontrados às 4 horas após a administração, estão associados a lesões hepáticas em 90% dos doentes.

Estas começam a produzir-se quando os níveis plasmáticos do paracetamol às 4 horas são superiores a 120 μg/ml ou superiores a 30 μg/ml às 12 horas.

A ingestão crónica de doses superiores a 4 g/dia pode originar hepatotoxicidade transitória.

Os rins podem sofrer necrose tubular e pode existir lesão do miocárdio.

Tratamento:
Em todos os casos deve proceder-se à aspiração e lavagem gástrica, de preferência nas 4 horas seguintes à ingestão.

Existe um antídoto específico para a toxicidade produzida pelo paracetamol: a N-acetilcisteína.

Recomendam-se 300 mg/kg de N-acetilcisteína (equivalentes a 1,5 ml/kg de solução aquosa a 20%; pH: 6,5), administrados por via intravenosa durante um período de 20 horas e 15 minutos, segundo o seguinte esquema:

Adultos
Dose inicial: 150 mg/kg (equivalentes a 0,75 ml/kg de solução aquosa a 20% de N-acetilcisteína; pH: 6,5), lentamente por via intravenosa ou diluídos em 200 ml de glicose a 5%, durante 15 minutos.

Dose de manutenção:
a) Inicialmente administram-se 50 mg/kg (equivalentes a 0,25 ml/kg de solução aquosa a 20% de N-acetilcisteína; pH: 6,5) em 500 ml de glicose a 5% em perfusão lenta durante 4 horas.

b) Posteriormente administram-se 100 mg/kg (equivalentes a 0,50 ml/kg de solução aquosa a 20% de N-acetilcisteína; pH: 6,5), em 1000 ml de glicose a 5% em perfusão lenta durante 16 horas.

Crianças
O volume da solução de glicose a 5% para perfusão deve ser ajustado com base na idade e peso da criança, de modo a evitar congestão vascular pulmonar.

A eficácia do antídoto é máxima quando se administra antes de terem decorrido 8 horas após a ingestão da dose tóxica.

A eficácia diminui progressivamente a partir da oitava hora e é ineficaz a partir das 15 horas após a ingestão da dose tóxica.

A administração da solução aquosa de N-acetilcisteína a 20% poderá ser interrompida quando os resultados da análise sanguínea apresentem níveis plasmáticos de paracetamol inferiores a 200 μg/ml.

Efeitos adversos da N-acetilcisteína por via intravenosa: excecionalmente, observaram-se erupções cutâneas e anafilaxia, geralmente no intervalo de 15 minutos a 1 hora após o início da perfusão.

Por via oral, é necessário administrar o antídoto de N-acetilcisteína antes que decorram 10 horas sobre a ingestão da dose tóxica.

A dose de antídoto recomendada para os adultos é:
- Dose inicial: 140 mg/kg de peso corporal
- Dose de manutenção: 70 mg/kg de peso corporal, de 4 em 4 horas, 17 vezes.

Cada dose deve ser diluída a 5% com uma bebida de cola, sumo de uva, de laranja ou água, antes de ser administrada, devido ao seu odor desagradável e às suas propriedades irritantes ou esclerosantes.

Se a dose for vomitada num período de uma hora após a administração, deve ser repetida.

Se necessário, o antídoto (diluído em água) pode ser administrado por entubação duodenal.
Terapêutica Interrompida
Não tomar uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Não conservar acima de 25ºC.

Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.

Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
Usar com precaução

Clorofenamina + Paracetamol Depressores do SNC

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de clorofenamina com depressores do Sistema Nervoso Central (SNC), inibidores da monoaminoxidase, antidepressivos tricíclicos e fenotiazinas pode conduzir a uma toxicidade aumentada, por depressão do SNC. - Depressores do SNC
Usar com precaução

Clorofenamina + Paracetamol Opiáceos

Observações: n.d.
Interacções: Opiáceos induzem as enzimas microssomais hepáticas podendo aumentar a toxicidade hepática induzida pelo paracetamol devido ao aumento da conversão do fármaco para metabolitos hepatotóxicos (toxicidade aguda do acetaminofeno por drogas indutoras enzimáticas). - Opiáceos
Usar com precaução

Clorofenamina + Paracetamol Anticonvulsivantes

Observações: n.d.
Interacções: Anticonvulsivantes (incluindo fenitoína, barbitúricos e carbamazepina) induzem as enzimas microssomais hepáticas podendo aumentar a toxicidade hepática induzida pelo paracetamol devido ao aumento da conversão do fármaco para metabolitos hepatotóxicos (toxicidade aguda do acetaminofeno por drogas indutoras enzimáticas). - Anticonvulsivantes
Usar com precaução

Clorofenamina + Paracetamol Álcool

Observações: n.d.
Interacções: Pode ocorrer potenciação dos efeitos depressores sobre o Sistema Nervoso Central do álcool. - Álcool
Usar com precaução

Clorofenamina + Paracetamol Barbitúricos

Observações: n.d.
Interacções: Pode ocorrer potenciação dos efeitos depressores sobre o Sistema Nervoso Central dos barbitúricos. - Barbitúricos
Usar com precaução

Clorofenamina + Paracetamol Hipnóticos

Observações: n.d.
Interacções: Pode ocorrer potenciação dos efeitos depressores sobre o Sistema Nervoso Central dos hipnóticos. - Hipnóticos
Usar com precaução

Clorofenamina + Paracetamol Narcóticos

Observações: n.d.
Interacções: Pode ocorrer potenciação dos efeitos depressores sobre o Sistema Nervoso Central dos analgésicos narcóticos. - Narcóticos
Usar com precaução

Clorofenamina + Paracetamol Sedativos

Observações: n.d.
Interacções: Pode ocorrer potenciação dos efeitos depressores sobre o Sistema Nervoso Central dos sedativos. - Sedativos
Usar com precaução

Clorofenamina + Paracetamol Tranquilizantes

Observações: n.d.
Interacções: Pode ocorrer potenciação dos efeitos depressores sobre o Sistema Nervoso Central dos tranquilizantes. - Tranquilizantes
Usar com precaução

Clorofenamina + Paracetamol Flucloxacilina

Observações: n.d.
Interacções: O uso concomitante de paracetamol com flucloxacilina deve ser feito com precaução, dado que a administração conjunta tem sido associada a acidose metabólica com hiato aniónico aumentado devido a acidose piroglutâmica, especialmente em doentes com fatores de risco. - Flucloxacilina
Usar com precaução

Clorofenamina + Paracetamol Anticoagulantes orais

Observações: n.d.
Interacções: O uso prolongado de paracetamol aumenta o efeito dos anticoagulantes (varfarina e outras cumarinas). - Anticoagulantes orais
Usar com precaução

Clorofenamina + Paracetamol Lamotrigina

Observações: n.d.
Interacções: O paracetamol reduz a eficácia da lamotrigina. - Lamotrigina
Usar com precaução

Clorofenamina + Paracetamol Probenecida

Observações: n.d.
Interacções: A ingestão concomitante de pobrenecid reduz a clearance renal do paracetamol. - Probenecida
Usar com precaução

Clorofenamina + Paracetamol Rifampicina

Observações: n.d.
Interacções: A rifampicina pode aumentar a hepatotoxicidade do paracetamol. - Rifampicina
Usar com precaução

Clorofenamina + Paracetamol Isoniazida

Observações: n.d.
Interacções: A isoniazida pode aumentar a hepatotoxicidade do paracetamol. - Isoniazida
Usar com precaução

Clorofenamina + Paracetamol Carvão activado

Observações: n.d.
Interacções: O carvão ativado reduz a absorção do paracetamol. - Carvão activado
Usar com precaução

Clorofenamina + Paracetamol Colestiramina

Observações: n.d.
Interacções: A colestiramina reduz a absorção do paracetamol. - Colestiramina
Usar com precaução

Clorofenamina + Paracetamol Medicamentos que aceleram o esvaziamento gástrico

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de medicamentos que aceleram o esvaziamento gástrico (como por exemplo a domperidona) aumentam a absorção do paracetamol. - Medicamentos que aceleram o esvaziamento gástrico
Usar com precaução

Clorofenamina + Paracetamol Medicamentos que retardam o esvaziamento gástrico

Observações: n.d.
Interacções: A utilização concomitante de produtos que retardam o esvaziamento gástrico levam ao atraso da absorção do paracetamol. - Medicamentos que retardam o esvaziamento gástrico
Sem efeito descrito

Clorofenamina + Paracetamol Acetilcisteína

Observações: n.d.
Interacções: A interação farmacodinâmica de paracetamol e N-acetilcisteína é utilizada no tratamento de sobredosagem. - Acetilcisteína
Usar com precaução

Clorofenamina + Paracetamol Cloranfenicol

Observações: n.d.
Interacções: A administração repetida de doses terapêuticas deste medicamento poderá eventualmente aumentar a concentração sérica de cloranfenicol. - Cloranfenicol
Usar com precaução

Clorofenamina + Paracetamol Interferões

Observações: n.d.
Interacções: Podem ocorrer interações entre o paracetamol e interferão. - Interferões
Usar com precaução

Clorofenamina + Paracetamol Vinblastina

Observações: n.d.
Interacções: Podem ocorrer interações entre o paracetamol e vimblastina (em grande quantidade). - Vinblastina
Usar com precaução

Clorofenamina + Paracetamol Fenotiazidas (fenotiazinas)

Observações: n.d.
Interacções: Podem ocorrer interações entre o paracetamol e fenotiazidas (associado a hipotermia grave). - Fenotiazidas (fenotiazinas)
Usar com precaução

Clorofenamina + Paracetamol Ácido Acetilsalicílico

Observações: n.d.
Interacções: Podem ocorrer interações entre o paracetamol e aspirina. - Ácido Acetilsalicílico
Usar com precaução

Clorofenamina + Paracetamol Cafeína

Observações: n.d.
Interacções: Podem ocorrer interações entre o paracetamol e cafeína. - Cafeína
Usar com precaução

Clorofenamina + Paracetamol Anticolinérgicos

Observações: n.d.
Interacções: A administração deste medicamento pode potenciar o efeito dos fármacos anticolinérgicos, como por exemplo a atropina. - Anticolinérgicos
Usar com precaução

Clorofenamina + Paracetamol Medicamentos serotoninérgicos

Observações: n.d.
Interacções: A utilização concomitante de clorfeniramina e outros medicamentos serotoninérgicos, incluindo ISRSs ou IRSNs, pode aumentar o risco de síndrome serotoninérgica. - Medicamentos serotoninérgicos
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interacções da Clorofenamina + Paracetamol
Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.

Não utilizar este medicamento com outros analgésicos sem consultar o médico.

A administração de Clorofenamina + Paracetamol durante a gravidez deverá ser cuidadosamente avaliada por um médico.
Embora não se tenham realizado estudos controlados, demonstrou-se que o paracetamol, atravessa a placenta, pelo que se recomenda a sua administração apenas se os riscos potenciais justificarem os benefícios potenciais.

Os anti-histamínicos podem inibir a lactação e são excretados no leite materno, pelo que não devem ser utilizados por mulheres a amamentar.

Durante o tratamento podem surgir, em ocasiões raras, uma diminuição da capacidade de reacção ou sonolência, as quais devem ser tidas em consideração no caso de conduzir veículos ou utilizar maquinaria perigosa.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 26 de Março de 2026