Cisplatina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI com Advertência na Insuficiência Renal DCI com Advertência na Condução
O que é
A cisplatina, cisplatinum ou cis-diaminodicloroplatina (II) (CDDP) é um medicamento quimioterápico à base de platina usado para tratar vários tipos de cancro, incluindo sarcomas, alguns carcinomas (por exemplo, cancro de pulmão de pequenas células e cancro de ovário), linfomas e tumores de células germinativas.

Foi o primeiro membro de sua classe, que agora também inclui a carboplatina e a oxaliplatina.
Usos comuns
A cisplatina é usada juntamente com outros medicamentos para tratar o cancro da bexiga, cancro testicular ou cancro do ovário.
Tipo
Molécula pequena.
História
A cisplatina foi sintetizada em 1844 por Michel Peyrone, ficando com a designação de cloreto de Peyrone.

Em 1893, a sua estrutura foi elucidada por Alfred Werner e, só em 1960, este composto é redescoberto por serendipismo através de experiências realizadas nos laboratórios da Michigan State University, por Barnett Rosenberg et al, que estudavam o efeito de uma corrente eléctrica no crescimento bacteriano de Escherichia coli.

Estes investigadores chegaram à conclusão que a mitose das bactérias era inibida não por fenómenos eléctricos mas por um agente químico-cisplatina.

Assim, em 1970 os efeitos da cisplatina foram testados e comprovados em sarcomas implantados artificialmente em ratos, seguidos por testes de toxicidade realizados em animais (cães e macacos).

Em 1972 o National Cancer Institute introduz a cisplatina em ensaios clínicos de fase 3.

Em 1978 é aprovada pela FDA (Food and Drug Administration) para uso clínico.
Indicações
Para ser usada em monoterapia, ou como parte de uma quimioterapia existente para tumores avançados ou metásticos: carcinoma do testículo (poliquimioterapia paliativa e curativa), carcinoma do ovário (estadios III e IV), epitelioma das células escamosas da cabeça e do pescoço (terapia paliativa).

No tratamento do cancro de pequenas células do pulmão.

No tratamento do cancro de células não pequenas do pulmão.
Classificação CFT

16.01.02 : Citotóxicos relacionados com alquilantes

Mecanismo De Acção
A cisplatina é uma substância inorgânica contendo um metal pesado [cis-diaminadicloroplatina(II)]. Esta substância inibe a síntese do ADN através da formação de ligações cruzadas intra e intercadeia no ADN.
A síntese de proteínas e de ARN são inibidas em menor grau.

Embora o mecanismo principal de acção da cisplatina consista aparentemente numa inibição da síntese do ADN, o processo antineoplásico inclui outras actividades, tal como um aumento da imunogenicidade tumoral.

As propriedades oncolíticas da cisplatina são comparáveis às dos alquilantes.

A cisplatina possui, além disso, propriedades imunossupressoras, radiossensibilizantes e antibacterianas. A cisplatina não parece ser específica de uma fase do ciclo celular.

O efeito citotóxico da cisplatina é causado pela ligação a todas as bases do ADN, preferencialmente a posição N-7 da guanina e da adenosina.
Posologia Orientativa
Em monoterapia são recomendados os dois regimes posológicos seguintes:
– uma dose única de 50 a 120 mg/m2 de superfície corporal cada 3 a 4 semanas;
– 15 a 20 mg/m2/dia durante 5 dias consecutivos cada 3 a 4 semanas.

Se a cisplatina for utilizada em quimioterapia de associação a dose de cisplatina deve ser reduzida.

Uma dose habitual de cisplatina é de 20 mg/m2 ou mais, uma vez, cada 3 a 4 semanas, excepto na terapia combinada do cancro de pequenas células e de células não pequenas do pulmão, na qual é administrada uma dose típica de 80 mg/m2.
Administração
A cisplatina só pode ser administrada sob a supervisão de um médico qualificado em oncologia com experiência na administração de quimioterapia antineoplásica.

O concentrado deve ser diluído numa solução de cloreto de sódio ou numa solução de cloreto de sódio com glucose ou numa solução de cloreto de sódio com manitol.

A cisplatina é administrada exclusivamente por via intravenosa (perfusão intravenosa).

A cisplatina não deve entrar em contacto com qualquer material contendo alumínio.
Contra-Indicações
A cisplatina está contra-indicada em doentes:
– com hipersensibilidade à cisplatina ou a quaisquer outros medicamentos contendo platina;
– com disfunção renal;
– com desidratação (é necessária a hidratação antes e depois da administração do medicamento para evitar uma disfunção renal grave);
– com mielossupressão;
– com disfunção auditiva;
– com neuropatia induzida pela cisplatina;
– que estão grávidas ou a amamentar;
– em combinação com vacinas da febre amarela e fenitoína em profilaxia.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
As reacções adversas da cisplatina reportadas com maior frequência (> 10%) foram hematológicas (leucopenia, trombocitopenia e anemia), gastrointestinais (anorexia, náuseas, vómitos e diarreia), perturbações do ouvido (disfunção auditiva), perturbações renais (insuficiência renal, nefrotoxicidade, hiperuricemia) e febre.

Têm sido reportados efeitos nefrotóxicos, imunossupressão e ototoxicidade em cerca de um terço dos doentes aos quais foi administrada uma dose única de cisplatina; os efeitos geralmente são dose-dependentes e cumulativos. A otoxicidade pode ser mais grave em crianças.

infecções e infestações
Frequentes:
infecções. Sépsis.
Neoplasias benignas, malignas e inespecíficas (incluindo quistos e polipos)

Raros:
A cisplatina aumenta o risco de leucemia secundária. O risco de leucemia secundária é dose-dependente e não está relacionado com o sexo nem com a idade.
A carcinogenicidade é teoricamente possível (com base no mecanismo de acção da cisplatina).

Doenças do sangue e do sistema linfático
Muito frequentes:
Têm sido observadas leucopenia, trombocitopenia e anemia dependentes da dose, cumulativas e geralmente reversíveis, em cerca de 25-30% dos doentes tratados com cisplatina.

Frequentes:
Observa-se frequentemente uma diminuição acentuada na contagem de leucócitos (contagem inferior a 1,5 x 109/l em 5% dos doentes) cerca de 14 dias após a administração. Após cerca de 21 dias ocorre uma diminuição na contagem de plaquetas (contagem inferior a 50 x 109/l em menos de 10% dos doentes) (o período de recuperação é cerca de 39 dias). Pode ocorrer anemia (diminuição superior a 2 g de hemoglobina), aproximadamente com a mesma frequência, mas geralmente mais tarde que a leucopenia e trombocitopenia.

Raros:
Tem sido observada anemia hemolítica positiva no ensaio de Coombs mas é reversível se se interromper a terapia com cisplatina. Há literatura publicada relativamente à hemólise possivelmente causada pela cisplatina. Pode ocorrer mielossupressão grave (incluindo agranulocitose e/ou anemia aplástica) após doses elevadas de cisplatina.

Muito raros:
Microangiopatia trombótica combinada com síndrome hemolítica urémica.

Doenças do sistema imunitário
Pouco frequentes:
Pode ocorrer hipersensibilidade na forma de exantema, urticária, eritema ou prurido alérgico.

Raros:
Foram reportados casos de reacções anafilácticas. Foram reportados casos de hipotensão, taquicardia, dispneia, broncoespasmo, edema facial e febre. Pode ser necessário recorrer ao tratamento com anti-histamínicos, epinefrina (adrenalina) e esteróides. Têm sido documentados casos de imunossupressão.

Doenças endócrinas
Muito raros:
Secreção inadequada da hormona ADH.

Doenças do metabolismo e da nutrição
Raros:
Ocorre hipomagnesiemia, hipocalcemia, hiponatremia, hipofosfatemia e hipocaliemia com espasmos musculares e/ou alterações no ECG como resultado de lesões nos rins causadas pela cisplatina, resultando numa diminuição da reabsorção tubular de catiões.
Hipercolesterolemia.
Aumento da amilase sérica.

Muito raros:
Aumento das concentrações sanguíneas de ferro.

Doenças do sistema nervoso
Frequentes:
A neurotoxicidade devida à cisplatina caracteriza-se por neuropatia periférica (tipicamente bilateral e sensorial) e raramente por perda do paladar ou tacto, ou por nevrite retrobulbar óptica com perda da acuidade visual e disfunções cerebrais (estados confusionais, disartria, casos isolados de cegueira cortical, perda de memória, paralisia). Foram observados sinais de Lhermitte’s, neuropatia autonómica e mielopatia da medula espinal.

Raros:
Distúrbios cerebrais (incluindo complicações cerebrovasculares agudas, arterite
cerebral, oclusão da artéria carótida e encefalopatia).

Muito raros:
Crises convulsivas.
A terapia tem de ser imediatamente interrompida se ocorrer algum destes sintomas cerebrais. A neurotoxicidade devida à cisplatina pode ser reversível. No entanto, em cerca de 30-50% dos doentes é irreversível, mesmo após a descontinuação do tratamento. A neurotoxicidade pode manifestar-se logo após a primeira dose de cisplatina ou após uma terapia prolongada. Pode ocorrer neurotoxicidade grave em doentes que tenham sido tratados com doses elevadas ou durante períodos longos.

Afecções oculares
Raros:
Cegueira durante terapias combinadas com cisplatina. Após a administração de doses elevadas de cisplatina têm sido reportados casos de alterações visuais das cores e alterações do movimento dos olhos.

Muito raros:
Observou-se a ocorrência de edema papilar, nevrite óptica e cegueira cortical após tratamento com cisplatina. Foi descrito um caso de nevrite óptica retrobulbar unilateral, com redução da acuidade visual, na sequência de quimioterapia combinada e tratamento subsequente com cisplatina.

Afecções do ouvido e do labirinto
Muito frequentes:
Foi documentada disfunção auditiva em cerca de 31% dos doentes tratados com 50 mg/m2 de cisplatina. Este efeito é cumulativo, pode ser irreversível e às vezes unilateral. A ototoxicidade manifesta-se como zumbido e/ou disfunção auditiva a altas-frequências (4000 – 8000 Hz). Observou-se disfunção auditiva em frequências entre 250 e 2000 Hz (gama de audição normal) em 10% a 15% dos doentes.

Frequentes:
Pode surgir surdez e toxicidade vestibular acompanhadas por vertigens. O risco de perda da audição aumenta em doentes sujeitos prévia ou simultaneamente a radiações cranianas.

Raros:
Os doentes podem perder a capacidade de participar numa conversação normal. A disfunção auditiva induzida pela cisplatina pode ser grave em crianças e idosos.

Cardiopatias
Frequentes:
Têm sido observadas, particularmente em combinação com outros citostáticos, arritmias incluindo bradicardia, taquicardia e outras alterações no electrocardiograma, p.ex. alterações no segmento ST, sinais de isquemia miocárdica.

Raros:
Pode ocorrer hipertensão e enfarte do miocárdio, mesmo alguns anos após a quimioterapia.

Muito raros:
Foi relatada paragem cardíaca após terapia de associação de cisplatina com outros agentes citostáticos.

Vasculopatias
Frequentes:
Pode ocorrer flebite no local de injecção após administração intravenosa.

Muito raros:
Alterações vasculares (isquemia cerebral ou miocárdica, distúrbios da circulação periférica relacionados com a síndroma de Raynaud) foram relacionadas com regimes de quimioterapia contendo cisplatina.

Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino
Frequentes:
Dispneia, pneumonia e insuficiência respiratória.

Doenças gastrointestinais
Muito frequentes:
Ocorre anorexia, náuseas, vómitos e diarreia entre 1 a 4 horas após a administração de cisplatina.

Pouco frequentes:
Depósito metálico nas gengivas.

Raros:
Estomatite.

Afecções hepatobiliares
Frequentes:
Disfunção hepática reversível acompanhada por aumento dos níveis séricos de transaminases e bilirrubina.

Raros:
Observaram-se reduções nos níveis sanguíneos de albumina, possivelmente relacionadas com a terapia com cisplatina.

Afecções dos tecidos cutâneos e subcutâneos
Frequentes:
Pode ocorrer eritema e úlceras cutâneas no local de injecção após administração intravenosa.

Pouco frequentes:
Alopecia.

Doenças renais e urinárias
Muito frequentes:
Insuficiência renal após doses únicas ou múltiplas de cisplatina. Após administração de uma dose única intermédia (20 mg/m2 a < 50 mg/m2) pode ocorrer disfunção renal ligeira e reversível. Após administração de doses únicas elevadas (50 – 120 mg/m2) ou após administrações repetidas diárias de cisplatina pode ocorrer insuficiência renal com necrose tubular renal sob a forma de uremia ou anúria. Esta insuficiência renal pode ser irreversível.

A nefrotoxicidade é cumulativa e pode surgir 2-3 dias ou duas semanas depois da dose inicial de cisplatina. Os níveis séricos de creatinina e ureia podem elevar-se. Foi observada nefrotoxicidade em 28-36% dos doentes sem hidratação adequada, após uma dose única de 50 mg/m2 de cisplatina.

Pode ocorrer hiperuricemia assintomática ou sob a forma de gota. Foi descrita hiperuricemia em 25-30% dos doentes em simultâneo com nefrotoxicidade.
Hiperuricemia e hiperalbuminemia podem predispor para nefrotoxicidade induzida pela cisplatina.

Doenças dos órgãos genitais e da mama
Pouco frequentes:
Disfunção da espermatogénese e da ovulação, e ginecomastia dolorosa.

Perturbações gerais e alterações no local de administração
Muito frequentes:
Febre.

Frequentes:
Pode ocorrer edema localizado e dor no local da injecção após administração intravenosa.
Advertências
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:Ver Citotóxicos (16.1).
Insuf. Renal
Insuf. Renal
Insuf. Renal:Evitar, se possível; nefro e neurotóxico.
Gravidez
Gravidez
Gravidez:A cisplatina está contra-indicada durante o período de gravidez.
Aleitamento
Aleitamento
Aleitamento:A amamentação durante a terapia está contra-indicada.
Condução
Condução
Condução:Devido ao perfil de efeitos indesejáveis (sistema nervoso central e sentidos) a capacidade de conduzir veículos ou de manipular máquinas pode estar ligeira ou moderadamente alterada. Doentes com este tipo de efeitos (p. ex sonolência ou vómitos) devem evitar conduzir ou utilizar máquinas.
Precauções Gerais
A cisplatina demonstrou exercer efeitos ototóxicos, nefrotóxicos e neurotóxicos cumulativos.

A utilização simultânea de outros medicamentos com acção tóxica nos mesmos órgãos ou sistemas poderá amplificar a toxicidade causada pela cisplatina.

Devem realizar-se audiogramas antes de se iniciar o tratamento com cisplatina e antes de se iniciar outro ciclo de tratamento.

A nefrotoxicidade pode ser evitada mantendo uma hidratação adequada antes, durante e depois da perfusão intravenosa de cisplatina.

A diurese forçada por hidratação ou por hidratação e diuréticos adequados antes e após a administração de cisplatina diminui o risco de nefrotoxicidade.

A hiperuricemia e a hiperalbuminemia podem predispor para nefrotoxicidade induzida pela cisplatina.

Antes, durante e após a administração de cisplatina devem ser determinados os seguintes parâmetros respectivos às funções orgânicas:
– função renal;
– função hepática;
– funções hematopoiéticas (número de eritrócitos, leucócitos e plaquetas sanguíneos);
– electrólitos séricos (cálcio, sódio, potássio, magnésio).

Estes exames devem ser repetidos semanalmente durante todo o período de tratamento com cisplatina.

A repetição da administração de cisplatina deve ser adiada até que sejam atingidos valores normais para os parâmetros seguintes:
– creatinina sérica ≤13 0 μmol/l ou 1,5 mg/dl;
– ureia < 25 mg/dl;
– número de leucócitos > 4 000/μl ou > 4,0 x 109/l;
– contagem de plaquetas > 100 000/μl ou > 100 x 109/l;
– audiograma: resultados dentro dos limites normais.

Doentes com neuropatia periférica não induzida pela cisplatina devem ser vigiados com atenção especial.

São necessárias precauções especiais no caso de doentes com infecções bacterianas ou virais agudas.

Em caso de extravasamento:
– interromper imediatamente a perfusão de cisplatina;
– não mover a agulha, remover o extravasado do tecido por aspiração e lavar com solução de cloreto de sódio a 0,9% (no caso de terem sido utilizadas soluções com concentrações de cisplatina superiores às recomendadas.

Após a administração de cisplatina ocorrem frequentemente náuseas, vómitos e diarrei.
Na maioria dos doentes estes sintomas desaparecem após 24 horas. Podem persistir náuseas e anorexia menos graves até sete dias após o tratamento.

A administração profiláctica de um antiemético pode ser eficaz no alívio ou prevenção das náuseas e vómitos. A perda de líquidos causada pelos vómitos e diarreia tem que ser compensada.

Doentes do sexo feminino e masculino durante, e pelo menos após 6 meses do tratamento com cisplatina.
Cuidados com a Dieta
Não interfere com alimentos e bebidas.
Terapêutica Interrompida
Este medicamento é administrado em meio hospitalar.
Cuidados no Armazenamento
Manter fora do alcance e da vista das crianças.

Não conservar acima de 25ºC. Não refrigerar ou congelar.

Manter o frasco para injectáveis dentro da embalagem exterior para proteger da luz.

Este medicamento é armazenado em meio hospitalar.
Espectro de susceptibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido lipoico Cisplatina

Observações: n.d.
Interacções: O efeito da cisplatina pode ser reduzido pela administração concomitante com Ácido lipoico. - Cisplatina
Potencialmente Fatal

Aldesleucina Cisplatina

Observações: n.d.
Interacções: O Síndrome da Lise Tumoral Fatal foi reportado no tratamento combinado com cisplatina, vinblastina e dacarbazina. Não é recomendado o uso concomitante das substâncias activas mencionadas. Foram descritas reacções de hipersensibilidade em doentes em tratamento com regimes combinados sequenciais contendo Aldesleucina em doses elevadas e agentes antineoplásicos, especificamente, dacarbazina, cisplatina, tamoxifeno e interferão alfa. Estas reacções consistiram em eritema, prurido e hipotensão e ocorreram nas horas que se seguiram à administração da quimioterapia. Estes acontecimentos implicaram, em alguns doentes, intervenção médica. - Cisplatina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Etoposido Cisplatina

Observações: A utilização prévia ou concomitante de fármacos com ação mielossupressora semelhante à do etoposido/fosfato de etoposido é expectável que tenha efeitos aditivos ou sinergéticos. A ligação às proteínas plasmáticas in vitro é de 97%.
Interacções: A terapêutica concomitante com cisplatina está associada a uma redução da depuração total corporal do etoposido. - Cisplatina
Sem efeito descrito

Palonossetrom Cisplatina

Observações: Palonossetrom é metabolizado principalmente pela isoenzima CYP2D6, com uma contribuição menor das isoenzimas CYP3A4 e CYP1A2. Com base em estudos in vitro, palonossetrom não demonstrou inibir nem induzir as isoenzimas do citocromo P450 em concentrações clinicamente relevantes.
Interacções: Em estudos pré-clínicos, palonossetrom não demonstrou inibir a actividade antitumoral dos cinco agentes quimioterapêuticos testados (cisplatina, ciclofosfamida, citarabina, doxorrubicina e mitomicina C). - Cisplatina
Usar com precaução

Paclitaxel Cisplatina

Observações: n.d.
Interacções: O regime recomendado para administração de paclitaxel na quimioterapia de primeira linha do carcinoma do ovário é que seja administrado antes de cisplatina. Quando o paclitaxel é administrado antes da cisplatina, o perfil de segurança do paclitaxel é consistente com as comunicações sobre a sua utilização em monoterapia. Quando o paclitaxel foi administrado após a cisplatina, os doentes apresentaram uma mielossupressão mais intensa e uma diminuição da depuração de paclitaxel de aproximadamente 20%. As doentes tratadas com paclitaxel e cisplatina podem ter um risco acrescido de insuficiência renal em comparação com a cisplatina em monoterapia em carcinomas ginecológicos. - Cisplatina
Sem efeito descrito

Vinflunina Cisplatina

Observações: Os estudos in vitro mostraram que a vinflunina não teve, nem efeitos indutivos na atividade no CYP1A2, CYP2B6 ou CYP3A4 nem efeitos de inibição no CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e no CYP3A4. Estudos in vitro mostraram que a vinflunina é um PGP-substrato tal como os outros alcaloides de vinca, mas com uma menor afinidade. Assim, deve ser pouco provável o risco de interações clinicamente significativas.
Interacções: Não foi observada nenhuma interacção farmacocinética em doentes quando a vinflunina foi combinada tanto com cisplatina, carboplatina, capecitabina, ou com gemcitabina. - Cisplatina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisplatina Mielossupressores

Observações: n.d.
Interacções: A administração simultânea de fármacos mielossupressores ou de radiação potencia os efeitos mielossupressores da cisplatina. - Mielossupressores
Sem efeito descrito

Epoetina beta Cisplatina

Observações: Os resultados clínicos até agora obtidos não indicam qualquer interacção da Epoetina beta com outros medicamentos.
Interacções: Estudos no animal revelaram que a epoetina beta não aumenta a mielotoxicidade medicamentos citostáticos como o etopósido, cisplatina, ciclofosfamida ou o fluoruracilo. - Cisplatina
Sem efeito descrito

Necitumumab Cisplatina

Observações: Não foram efetuados estudos formais de interacção com necitumumab em humanos.
Interacções: Não foram observadas interacções medicamentosas entre necitumumab e gemcitabina/cisplatina. A farmacocinética da gemcitabina/cisplatina não foi afetada durante a administração concomitante de necitumumab, e a farmacocinética do necitumumab não foi afetada durante a administração concomitante de gemcitabina/cisplatina. - Cisplatina
Usar com precaução

Gentamicina Cisplatina

Observações: n.d.
Interacções: Devido ao aumento do risco de aparecimento de efeitos indesejáveis, é necessário uma monitorização cuidadosa dos doentes tratados concorrentemente ou sequencialmente com fármacos potencialmente nefrotóxicos ou ototóxicos como por exemplo: Anfotericina B, colistina, ciclosporina, cisplatina, vancomicina, estreptomicina, viomicina, aminoglicosídeos, algumas cefalosporinas e diuréticos da ansa tais como o ácido etacrínico e furosemida. No caso de fármacos contendo cisplatina, deve ter-se em consideração que a nefrotoxicidade da gentamicina pode ser aumentada até 3 a 4 vezes após administração destas substâncias - Cisplatina
Potencialmente Grave

Vinblastina Cisplatina

Observações: n.d.
Interacções: Tem sido relatada que a administração concomitante de cisplatina provoca aumento das concentrações plasmáticas de vinblastina. Houve relatos do fenómeno de Reynaud e gangrena após a administração em simultâneo de vinblastina e bleomicina, assim como outros eventos vasculares (como enfarte do miocárdio e acidente vascular cerebral), após o tratamento combinado com vinblastina, cisplatina e bleomicina. A neurotoxicidade da cisplatina ou do interferão e a cardiotoxicidade do interferão podem ser potenciadas pela vinblastina. - Cisplatina
Não recomendado/Evitar

Amicacina Cisplatina

Observações: n.d.
Interacções: Produtos neurotóxicos ou nefrotóxicos: Deve-se evitar o uso simultâneo ou sequencial, por via sistémica, oral ou tópica, em particular de bacitracina, cisplatina, anfotericina B, gentamicina, tobramicina, kanamicina, neomicina, estreptomicina, cefaloridina, paramomicina, viomicina, polimixina B, colistina, vancomicina ou outros aminoglicosídeos, cidofovir e cefalosporinas; a indometacina provoca aumento da toxicidade sobretudo no período neonatal; em doentes com função renal diminuída pode haver redução da actividade dos aminoglicosídeos com o uso concomitante de penicilinas. - Cisplatina
Usar com precaução

Teicoplanina Cisplatina

Observações: Não foram realizados estudos de interacção específicos. Os estudos de interacção só foram realizados em adultos.
Interacções: A teicoplanina deve ser utilizada com precaução quando conjugada ou quando utilizada sequencialmente com outros medicamentos conhecidos por terem potencial nefrotóxico ou ototóxico. Estes incluem aminoglicosídeos, colistina, anfotericina B, ciclosporina, cisplatina, furosemida e ácido etacrínico. No entanto, não há evidência de toxicidade sinérgica em combinações com a teicoplanina. - Cisplatina
Usar com precaução

Topotecano Cisplatina

Observações: Não foram efetuados estudos de interacção farmacocinética in vivo no ser humano. O topotecano não inibe as enzimas P450 humanas.
Interacções: Quando topotecano é associado a outros compostos quimioterápicos pode ser necessária a redução da dose de cada um dos medicamentos, de forma a aumentar a tolerabilidade. Contudo, quando o topotecano é administrado em associação com compostos contendo platina, existe uma interacção sequência-dependente distinta, dependendo se o composto de platina é administrado no dia 1 ou 5 do regime terapêutico de topotecano. Se a toma de cisplatina ou carboplatina for realizada no dia 1 do regime terapêutico de topotecano, devem ser prescritas doses mais baixas de cada um dos compostos de forma a aumentar a tolerabilidade, compar activamente às doses que podem ser administradas se qualquer um dos compostos de platina for administrado no dia 5 do mesmo regime terapêutico. Quando topotecano (0,75 mg/m 2 /dia durante 5 dias consecutivos) e cisplatina (60 mg/m 2 /dia no dia 1) foram administrados em 13 doentes com cancro do ovário, foi verificado um pequeno aumento na AUC (12%, n = 9) e na C máx (23%, n = 11) no dia 5. Este aumento é improvável que tenha alguma relevância clínica. - Cisplatina
Sem efeito descrito

Trastuzumab Cisplatina

Observações: Não foram realizados estudos formais de interacção medicamentosa. Não foram observadas interações clinicamente significativas entre Trastuzumab e os medicamentos concomitantes utilizados em ensaios clínicos.
Interacções: Efeito do trastuzumab na farmacocinética de outros fármacos antineoplásicos: Os dados de farmacocinética dos estudos BO 15935 e M77004 em mulheres com cancro da mama metastizado HER2 positivo sugeriram que a exposição ao paclitaxel e doxorrubicina (e os seus principais metabólitos 6 α -hidroxipaclitaxel, POH, e doxorrubicinol, DOL) não era alterada na presença de trastuzumab (dose de carga de 8 mg/kg ou 4 mg/kg IV, seguida de 6 mg/kg IV de 3 em 3 semanas ou de 2 mg/kg IV semanalmente, respectivamente). No entanto, o trastuzumab pode elevar a exposição global de um metabólito da doxorrubicina (7- desoxi-13 dihidro-doxorrubicinona, D7D). A bioatividade do D7D e o impacto clínico do aumento deste metabólito não foram claros. Os dados do estudo JP16003, um estudo de um braço deste medicamento (dose de carga de 4 mg/kg IV e 2 mg/kg IV semanalmente) e docetaxel (60 mg/m 2 IV) em mulheres Japonesas com cancro da mama metastizado HER2 positivo sugeriram que a administração concomitante de trastuzumab não tinha efeito na farmacocinética de dose única do docetaxel. O estudo JP19959 foi um subestudo do BO18255 (ToGA), conduzido em doentes Japoneses masculinos e femininos com cancro gástrico avançado, para avaliação da farmacocinética da capecitabina e cisplatina quando utilizadas com ou sem Trastuzumab. Os resultados deste subestudo sugeriram que a exposição aos metabólitos bioativos da capecitabina (p. ex., 5-FU) não era afetada pela utilização concomitante da cisplatina nem pela utilização concomitante da cisplatina mais Trastuzumab. No entanto, a própria capecitabina demonstrou concentrações mais elevadas e uma semivida mais longa quando associada ao Trastuzumab. Os dados também sugerem que a farmacocinética da cisplatina não foi afetada pela utilização concomitante da capecitabina nem pela utilização concomitante da capecitabina mais Trastuzumab. Os dados de farmacocinética do estudo H4613g/GO0 1305 em doentes com cancro HER2 positivo, inoperável, metastizado ou localmente avançado demonstraram que o trastuzumab não tinha impacto na farmacocinética da carboplatina. - Cisplatina
Sem efeito descrito

Bevacizumab Cisplatina

Observações: n.d.
Interacções: Efeito de fármacos antineoplásicos na farmacocinética do bevacizumab: Com base nos resultados de uma análise farmacocinética populacional, não se observaram interacções farmacocinéticas clinicamente relevantes para a farmacocinética de Bevacizumab, decorrentes da co-administração com quimioterapia. Não houve diferença estatisticamente significativa ou clinicamente relevante na depuração de Bevacizumab em doentes tratados com Bevacizumab em monoterapia comparativamente a doentes tratados com Bevacizumab em associação com Interferão alfa-2a ou outras quimioterapias (IFL, 5-FU/LV, carboplatina/paclitaxel, capecitabina, doxorrubicina ou cisplatina/gemcitabina). O efeito potencial do bevacizumab na farmacocinética da cisplatina e gemcitabina foi estudado em doentes com cancro do pulmão de células não pequenas não escamosas. Os resultados do ensaio demonstraram que o bevacizumab não tem um efeito significativo na farmacocinética da cisplatina. - Cisplatina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bleomicina Cisplatina

Observações: n.d.
Interacções: Substâncias nefrotóxicas, como por exemplo cisplatina: A lesão renal induzida pela cisplatina pode provocar uma diminuição na depuração da bleomicina. Tem sido reportado aumento da toxicidade pulmonar em doentes que receberam bleomicina e cisplatina. - Cisplatina
Usar com precaução

Mepiramina (Pirilamina) Cisplatina

Observações: N:D:
Interacções: Álcool, antidepressivos cíclicos, anti-hipertensivos com efeitos depressores sobre o sistema nervoso cental, outros depressores do sistema nervoso central, sulfato de magnésio parenteral, maprotilina, trazodona, amantadina, antimuscarínicos ou outros medicamentos com acção antimuscarínica, haloperidol, ipratrópio, fenotiazinas, procainamida, apomorfina, IMAO, medicamentos ototóxicos (cisplatina, paromomicina, salicilatos, vancomicina), medicamentos fotossensibilizadores. - Cisplatina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Estreptomicina Cisplatina

Observações: n.d.
Interacções: Associação a ter em conta: Cisplatina: devido a um aumento dos efeitos nefro e ototóxicos. - Cisplatina
Sem efeito descrito

Mifamurtida Cisplatina

Observações: n.d.
Interacções: Num grande estudo aleatorizado controlado, o mifamurtida, utilizado à dose e regime posológico recomendados em conjunto com outros medicamentos com toxicidade renal (cisplatina, ifosfamida) ou hepática (dose elevada de metotrexato, ifosfamida) conhecidas, não exacerbou essas toxicidades e não houve necessidade de ajustar a dose de mifamurtida. - Cisplatina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Bendroflumetiazida Cisplatina

Observações: n.d.
Interacções: Citotóxicos: O uso concomitante com cisplatina pode levar ao aumento do risco de nefrotoxicidade e ototoxicidade. - Cisplatina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisplatina Anti-hipertensores

Observações: n.d.
Interacções: A ocorrência de nefrotoxicidade causada pela cisplatina pode ser intensificada pelo tratamento concomitante com antihipertensores contendo furosemida, hidralazina, diazóxido e propranolol. - Anti-hipertensores
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisplatina Furosemida

Observações: n.d.
Interacções: A ocorrência de nefrotoxicidade causada pela cisplatina pode ser intensificada pelo tratamento concomitante com antihipertensores contendo furosemida, hidralazina, diazóxido e propranolol. - Furosemida
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisplatina Hidralazina

Observações: n.d.
Interacções: A ocorrência de nefrotoxicidade causada pela cisplatina pode ser intensificada pelo tratamento concomitante com antihipertensores contendo furosemida, hidralazina, diazóxido e propranolol. - Hidralazina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisplatina Diazóxido

Observações: n.d.
Interacções: A ocorrência de nefrotoxicidade causada pela cisplatina pode ser intensificada pelo tratamento concomitante com antihipertensores contendo furosemida, hidralazina, diazóxido e propranolol. - Diazóxido
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisplatina Propranolol (propanolol)

Observações: n.d.
Interacções: A ocorrência de nefrotoxicidade causada pela cisplatina pode ser intensificada pelo tratamento concomitante com antihipertensores contendo furosemida, hidralazina, diazóxido e propranolol. - Propranolol (propanolol)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisplatina Nefrotóxicos

Observações: n.d.
Interacções: A utilização simultânea de medicamentos nefrotóxicos (p.ex. cefalosporinas, aminoglicosídeos ou anfotericina B ou meios de contraste) ou de fármacos ototóxicos (p.ex. aminoglicosídeos) irá potenciar os efeitos tóxicos da cisplatina sobre estes órgãos. - Nefrotóxicos
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisplatina Cefalosporinas

Observações: n.d.
Interacções: A utilização simultânea de medicamentos nefrotóxicos (p.ex. cefalosporinas, aminoglicosídeos ou anfotericina B ou meios de contraste) ou de fármacos ototóxicos (p.ex. aminoglicosídeos) irá potenciar os efeitos tóxicos da cisplatina sobre estes órgãos. - Cefalosporinas
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisplatina Aminoglicosídeos

Observações: n.d.
Interacções: A utilização simultânea de medicamentos nefrotóxicos (p.ex. cefalosporinas, aminoglicosídeos ou anfotericina B ou meios de contraste) ou de fármacos ototóxicos (p.ex. aminoglicosídeos) irá potenciar os efeitos tóxicos da cisplatina sobre estes órgãos. - Aminoglicosídeos
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisplatina Anfotericina B

Observações: n.d.
Interacções: A utilização simultânea de medicamentos nefrotóxicos (p.ex. cefalosporinas, aminoglicosídeos ou anfotericina B ou meios de contraste) ou de fármacos ototóxicos (p.ex. aminoglicosídeos) irá potenciar os efeitos tóxicos da cisplatina sobre estes órgãos. - Anfotericina B
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisplatina Agentes/Meios de Contraste

Observações: n.d.
Interacções: A utilização simultânea de medicamentos nefrotóxicos (p.ex. cefalosporinas, aminoglicosídeos ou anfotericina B ou meios de contraste) ou de fármacos ototóxicos (p.ex. aminoglicosídeos) irá potenciar os efeitos tóxicos da cisplatina sobre estes órgãos. - Agentes/Meios de Contraste
Usar com precaução

Cisplatina Bleomicina

Observações: n.d.
Interacções: Durante e após o tratamento com cisplatina é necessária uma precaução especial com substâncias predominantemente eliminadas por via renal, p.ex. fármacos citostáticos tais como a bleomicina e o metotrexato, uma vez que a excreção renal pode estar reduzida. A cisplatina administrada em combinação com a bleomicina e a vinblastina pode originar um fenómeno de Raynaud. - Bleomicina
Usar com precaução

Cisplatina Metotrexato (MTX)

Observações: n.d.
Interacções: Durante e após o tratamento com cisplatina é necessária uma precaução especial com substâncias predominantemente eliminadas por via renal, p.ex. fármacos citostáticos tais como a bleomicina e o metotrexato, uma vez que a excreção renal pode estar reduzida. - Metotrexato (MTX)
Usar com precaução

Cisplatina Citotóxicos (citostáticos)

Observações: n.d.
Interacções: Durante e após o tratamento com cisplatina é necessária uma precaução especial com substâncias predominantemente eliminadas por via renal, p.ex. fármacos citostáticos tais como a bleomicina e o metotrexato, uma vez que a excreção renal pode estar reduzida. - Citotóxicos (citostáticos)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisplatina Alopurinol

Observações: n.d.
Interacções: Pode ser necessário ajustar a dose de alopurinol, colchicina, probenecida, ou sulfimpirazona se utilizados juntamente com a cisplatina, uma vez que esta provoca um aumento da concentração sérica de ácido úrico. - Alopurinol
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisplatina Colquicina (colchicina)

Observações: n.d.
Interacções: Pode ser necessário ajustar a dose de alopurinol, colchicina, probenecida, ou sulfimpirazona se utilizados juntamente com a cisplatina, uma vez que esta provoca um aumento da concentração sérica de ácido úrico. - Colquicina (colchicina)
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisplatina Probenecida

Observações: n.d.
Interacções: Pode ser necessário ajustar a dose de alopurinol, colchicina, probenecida, ou sulfimpirazona se utilizados juntamente com a cisplatina, uma vez que esta provoca um aumento da concentração sérica de ácido úrico. - Probenecida
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisplatina Sulfimpirazona

Observações: n.d.
Interacções: Pode ser necessário ajustar a dose de alopurinol, colchicina, probenecida, ou sulfimpirazona se utilizados juntamente com a cisplatina, uma vez que esta provoca um aumento da concentração sérica de ácido úrico. - Sulfimpirazona
Usar com precaução

Cisplatina Diuréticos da ansa

Observações: n.d.
Interacções: Excepto nos doentes com doses de cisplatina superiores a 60 mg/m2, cuja excreção urinária seja inferior a 1000 ml por 24 horas, a diurese não deve ser forçada com diuréticos da ansa, considerando os possíveis danos para o tracto urinário e a ototoxicidade. - Diuréticos da ansa
Usar com precaução

Cisplatina Anti-histamínicos

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de Anti-histamínicos, buclizina, ciclizina, loxapina, meclozina, fenotiazinas, tioxantenos ou trimetobenzamidas pode mascarar os sintomas de ototoxicidade (como vertigens e zumbido). - Anti-histamínicos
Usar com precaução

Cisplatina Buclizina

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de Anti-histamínicos, buclizina, ciclizina, loxapina, meclozina, fenotiazinas, tioxantenos ou trimetobenzamidas pode mascarar os sintomas de ototoxicidade (como vertigens e zumbido). - Buclizina
Usar com precaução

Cisplatina Loxapina

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de Anti-histamínicos, buclizina, ciclizina, loxapina, meclozina, fenotiazinas, tioxantenos ou trimetobenzamidas pode mascarar os sintomas de ototoxicidade (como vertigens e zumbido). - Loxapina
Usar com precaução

Cisplatina Meclozina (meclizina)

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de Anti-histamínicos, buclizina, ciclizina, loxapina, meclozina, fenotiazinas, tioxantenos ou trimetobenzamidas pode mascarar os sintomas de ototoxicidade (como vertigens e zumbido). - Meclozina (meclizina)
Usar com precaução

Cisplatina Fenotiazidas (fenotiazinas)

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de Anti-histamínicos, buclizina, ciclizina, loxapina, meclozina, fenotiazinas, tioxantenos ou trimetobenzamidas pode mascarar os sintomas de ototoxicidade (como vertigens e zumbido). - Fenotiazidas (fenotiazinas)
Usar com precaução

Cisplatina Tioxantenos

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de Anti-histamínicos, buclizina, ciclizina, loxapina, meclozina, fenotiazinas, tioxantenos ou trimetobenzamidas pode mascarar os sintomas de ototoxicidade (como vertigens e zumbido). - Tioxantenos
Usar com precaução

Cisplatina Ciclizina

Observações: n.d.
Interacções: A administração concomitante de Anti-histamínicos, buclizina, ciclizina, loxapina, meclozina, fenotiazinas, tioxantenos ou trimetobenzamidas pode mascarar os sintomas de ototoxicidade (como vertigens e zumbido). - Ciclizina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisplatina Ifosfamida

Observações: n.d.
Interacções: A utilização simultânea de ifosfamida causa uma excreção proteica aumentada. A ototoxicidade causada pela cisplatina pode ser aumentada quando esta é utilizada em combinação com a ifosfamida, um fármaco que não é ototóxico quando administrado isoladamente. - Ifosfamida
Usar com precaução

Cisplatina Piridoxina (Vitamina B6)

Observações: n.d.
Interacções: Num ensaio randomizado em doentes com carcinoma do ovário avançado a resposta à terapia foi influenciada negativamente pela administração concomitante de piridoxina e hexametilmelamina. - Piridoxina (Vitamina B6)
Usar com precaução

Cisplatina Altretamina

Observações: n.d.
Interacções: Num ensaio randomizado em doentes com carcinoma do ovário avançado a resposta à terapia foi influenciada negativamente pela administração concomitante de piridoxina e hexametilmelamina. - Altretamina
Usar com precaução

Cisplatina Vinblastina

Observações: n.d.
Interacções: A cisplatina administrada em combinação com a bleomicina e a vinblastina pode originar um fenómeno de Raynaud. - Vinblastina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisplatina Paclitaxel

Observações: n.d.
Interacções: Foi demonstrado que o tratamento com cisplatina antes de uma perfusão com paclitaxel pode reduzir a clearance de paclitaxel em 70 – 75% e assim intensificar a neurotoxicidade (em 70% ou mais dos doentes). - Paclitaxel
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisplatina Docetaxel

Observações: n.d.
Interacções: Num estudo em doentes oncológicos com tumores metásticos ou em estado avançado, docetaxel em combinação com cisplatina induziu efeitos neurotóxicos mais graves (sensoriais e relacionados com a dose) do que cada fármaco isolado em doses similares. - Docetaxel
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisplatina Lítio

Observações: n.d.
Interacções: Foi verificada uma redução dos níveis sanguíneos de lítio em alguns casos após o tratamento com cisplatina combinada com bleomicina e etoposido. Recomenda-se, assim, a monitorização dos níveis de lítio. - Lítio
Contraindicado

Cisplatina Fenitoína

Observações: n.d.
Interacções: A cisplatina pode reduzir a absorção de fenitoína resultando num controlo reduzido da epilepsia quando a fenitoína é administrada como tratamento corrente. Durante a terapia com a cisplatina é estritamente contra-indicado o início de tratamento com um novo anticonvulsionante com fenitoína. - Fenitoína
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisplatina Penicilamina

Observações: n.d.
Interacções: Fármacos quelantes como a penicilamina podem diminuir a eficácia da cisplatina. - Penicilamina
Usar com precaução

Cisplatina Anticoagulantes orais

Observações: n.d.
Interacções: A elevada variabilidade intra-individual da coaguabilidade durante as doenças e a possibilidade de interacção entre anticoagulantes orais e a quimioterapia antineoplásica requer um aumento da frequência da monitorização do INR (tempo de protrombina). - Anticoagulantes orais
Usar com precaução

Cisplatina Quimioterapia

Observações: n.d.
Interacções: A elevada variabilidade intra-individual da coaguabilidade durante as doenças e a possibilidade de interacção entre anticoagulantes orais e a quimioterapia antineoplásica requer um aumento da frequência da monitorização do INR (tempo de protrombina). - Quimioterapia
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cisplatina Ciclosporina

Observações: n.d.
Interacções: Na utilização concomitante de cisplatina e ciclosporina deve considerar-se a excessiva imunossupressão com risco de linfoproliferação. - Ciclosporina
Não recomendado/Evitar

Cisplatina Vacinas vivas

Observações: n.d.
Interacções: Não devem ser administradas vacinas com vírus vivos nos primeiros três meses após o tratamento com cisplatina. - Vacinas vivas
Contraindicado

Cisplatina Vacina viva contra a febre amarela

Observações: n.d.
Interacções: A vacina da febre-amarela está estritamente contra-indicada devido ao risco de doença vacinal sistémica fatal. - Vacina viva contra a febre amarela
Sem efeito descrito

Vinorrelbina Cisplatina

Observações: n.d.
Interacções: interacções específicas da vinorrelbina: A combinação de Vinorrelbina com outros fármacos com conhecida toxicidade sobre a medula óssea pode provocar exacerbação dos efeitos adversos mielosupressores. Dado que o CYP3A4 está particularmente envolvido no metabolismo de Vinorrelbina, a combinação com inibidores fortes desta isoenzima (por exemplo: cetoconazol, itraconazol) pode aumentar as concentrações séricas de vinorrelbina e a combinação com indutores potentes desta isoenzima (por exemplo: rifampicina, fenitoína) pode diminuir as concentrações séricas de vinorrelbina. A associação Vinorrelbina-cisplatina mostra não existir interacção mútua sobre os parâmetros farmacocinéticos durante vários ciclos de tratamento. Contudo, a incidência de granulocitopenia associada à administração de Vinorrelbina em combinação com cisplatina, é mais elevada do que a associada com à utilização de Vinorrelbina isolada. - Cisplatina
Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cloreto de potássio + Cloreto de sódio + Glucose Cisplatina

Observações: n.d.
Interacções: interacções relacionadas com a presença de potássio: Doentes que recebem administração concomitante de soluções contendo potássio e um dos seguintes medicamentos, que reduzem os níveis séricos de potássio, podem necessitar de doses mais elevadas de potássio: - Corticosteróides - Diuréticos (diuréticos da ansa, tiazidas e análogos, diuréticos osmóticos, inibidores da anidrase carbónica) - Elevadas doses de penicilinas - Aminoglicosídeos - Cisplatina - Foscarnet - Anfotericina B - Teofilina - Insulina - Ácido fólico e vitamina B12 - Agonistas β 2 -adrenérgicos - Cisplatina
Usar com precaução

Fluorouracilo Cisplatina

Observações: Vários agentes têm sido referidos como moduladores bioquímicos da eficácia antitumoral ou a toxicidade do fluorouracilo. Entre os medicamentos comuns incluem-se o metotrexato, o metronidazol, a leucovorina, o interferão alfa e o alopurinol.
Interacções: Houve aumento da incidência de enfarte cerebral em doentes com cancro orofaríngeo tratados com fluorouracilo e cisplatina. - Cisplatina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Doxorrubicina Cisplatina

Observações: n.d.
Interacções: Os efeitos tóxicos de uma terapêutica com doxorrubicina podem aumentar numa associação com outros citostáticos (ex., citarabina, cisplatina, ciclofosfamida). Necroses do intestino grosso com hemorragia maciça e infecções graves podem ocorrer em relação com terapêuticas de associação com a citarabina. - Cisplatina
Não recomendado/Evitar

Neomicina Cisplatina

Observações: n.d.
Interacções: A Neomicina potencia a nefrotoxicidade de alguns fármacos, a exemplo de outros aminoglicosídeos, diuréticos da ansa, cefalosporinas, anfotericina B, ciclosporina, polimixinas (B e colistina), compostos de platina (cisplatina), glicopeptídeos, bacitracina, pelo que se devem evitar estas associações. A Neomicina potencia a ototoxicidade de alguns fármacos, a exemplo de diuréticos da ansa (ácido etacrínico, furosemida, etc.), outros aminoglicosídeos, glicopeptídeos e cisplatina. - Cisplatina
Não recomendado/Evitar

Netilmicina Cisplatina

Observações: n.d.
Interacções: Deve ser evitado o uso concomitante e/ou sequencial, sistémico ou tópico, de outros fármacos potencialmente neurotóxicos e/ou nefrotóxicos, tais como a cisplatina, bacitracina, polimixina B, colistina, cefaloridina, anfotericina B, canamicina, aciclovir, gentamicina, amicacina, sisomicina, tobramicina, neomicina, estreptomicina, paromomicina, viomicina e vancomicina. - Cisplatina
Usar com precaução

Vancomicina Cisplatina

Observações: n.d.
Interacções: Outros medicamentos possivelmente nefrotóxicos ou ototóxicos: A utilização simultânea e/ou subsequente, de outros fármacos potencialmente neurotóxicos e/ou nefrotóxicos, como gentamicina, anfotericina B, estreptomicina, neomicina, canamicina, amicacina, tobramicina, viomicina, bacitracina, polimixina B, colistina ou cisplatina, pode potenciar a nefrotoxicidade e/ou ototoxicidade da vancomicina e, consequentemente, requer uma monitorização cuidadosa. Devido à acção sinérgica (por exemplo, com gentamicina) nestes casos a dose máxima de vancomicina tem de ficar restrita a 0,5 g a cada 8 horas. - Cisplatina
Usar com precaução

Zalcitabina Cisplatina

Observações: n.d.
Interacções: Fármacos com potencial para causar neuropatia periférica: Zalcitabina deve ser utilizado com cuidado nos doentes a receber outros medicamentos com potencial para causar neuropatia periférica. Os fármacos que têm sido associados à ocorrência de neuropatia periférica incluem os análogos dos nucleósidos anti-retrovíricos, cloranfenicol, cisplatina, dapsona, dissulfiram, etionamida, glutetimida, ouro, hidralazina, iodoquinol, isoniazida, metronidazol, nitrofurantoína, fenitoína, ribavirina e vincristina. Fármacos como a anfotericina, o foscarnet e os aminoglicosidos podem aumentar o risco de desenvolvimento de neuropatia periférica ou outros efeitos adversos associados ao Zalcitabina, por interferência com a clearance renal da zalcitabina (o que aumenta a exposição sistémica). Os doentes para quem é necessário utilizar um destes fármacos com Zalcitabina, devem ser sujeitos a monitorização clínica e laboratorial frequente, com ajuste da dose se se detectar alguma alteração significativa na função renal. - Cisplatina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ifosfamida Cisplatina

Observações: A administração sequencial ou a coadministração planeada de outras substâncias ou tratamentos que possam aumentar a probabilidade ou a gravidade dos efeitos tóxicos (por meio de interações farmacodinâmicas ou farmacocinéticas) requer uma avaliação individual cuidadosa do benefício esperado e dos riscos. Os doentes que recebem tais combinações devem ser cuidadosamente monitorizados para sinais de toxicidade de forma a permitir a intervenção atempada. Doentes tratados com ifosfamida e agentes que reduzem a sua ativação devem ser monitorizados para uma potencial redução de eficácia terapêutica e da necessidade de ajuste de dose.
Interacções: Hematotoxicidade aumentada e/ou imunossupressão podem resultar de um efeito combinado da ifosfamida e, por exemplo: Inibidores da ECA: inibidores da ECA podem causar leucopenia. Carboplatina Cisplatina Natalizumab Nefrotoxicidade aumentada pode resultar de um efeito combinado da ifosfamida e, por exemplo: Aciclovir Aminoglicosídeos Anfotericina Carboplatina Cisplatina Cisplatina: A perda auditiva induzida pela cisplatina pode ser agravada pela terapia simultânea com ifosfamida. - Cisplatina
Sem significado Clínico

Sorafenib Cisplatina

Observações: n.d.
Interacções: Combinação com outros agentes antineoplásicos: Em estudos clínicos, sorafenib foi administrado com uma variedade de outros agentes antineoplásicos nos seus regimes posológicos usuais, incluindo a gemcitabina, cisplatina, oxaliplatina, paclitaxel, carboplatina, capecitabina, doxorrubicina, irinotecano, docetaxel e ciclofosfamida. O sorafenib não exerceu efeito clinicamente relevante sobre a farmacocinética da gemcitabina, cisplatina, carboplatina, oxaliplatina ou ciclofosfamida. - Cisplatina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ácido linoleico (ómega-6) Cisplatina

Observações: Pessoas que tomam medicamentos também tem que cuidar com o uso de suplementos de ómega 6. Se tomar qualquer um dos medicamentos abaixo, converse antes com o médico.
Interacções: Quimioterapia: GLA pode impulsionar os efeitos de tratamentos de cancro, como o doxorrubicina, cisplatina, carboplatina, Zavedos, mitoxantrona, tamoxifeno, vincristina e vimblastina. - Cisplatina
Usar com precaução

Cloreto de potássio + Furosemida Cisplatina

Observações: n.d.
Interacções: Medicamento – Medicamento Precauções de uso Cisplatina Existe risco de ototoxicidade quando da administração concomitante de cisplatina e furosemida. Além disto, a nefrotoxicidade da cisplatina pode ser aumentada caso a furosemida não seja administrada em baixas doses (por exemplo, 40 mg em pacientes com função renal normal) e com balanço de fluidos positivo quando utilizada para obter-se diurese forçada durante o tratamento com cisplatina. - Cisplatina
Não recomendado/Evitar

Dexametasona + Netilmicina Cisplatina

Observações: Não foram realizados estudos de interacção com Dexametasona / Netilmicina. A informação é sobre cada um dos componentes.
Interacções: Netilmicina: Não foram notificadas interacções medicamentosas significativas com a utilização de netilmicina colírio. A administração concomitante de outros antibióticos potencialmente nefrotóxicos e ototóxicos (mesmo de aplicação tópica, em particular intracavitária) poderá aumentar o risco destes efeitos. Foi comunicado um aumento potencial da nefrotoxicidade de alguns aminoglicósidos após a administração concomitante ou subsequente de outras substâncias potencialmente nefrotóxicas, tais como a cisplatina, polimixina B, colistina, viomicina, estreptomicina, vancomicina, outros aminoglicósidos e algumas cefalosporinas (cefaloridina) ou diuréticos potentes, tais como o ácido etacrínico e a furosemida, devido aos efeitos no rim. Deve evitar-se a administração concomitante ou subsequente destes fármacos com a netilmicina. - Cisplatina
Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Trilaciclib Cisplatina

Observações: Trilaciclib é um inibidor de OCT2, MATE1 e MATE-2K.
Interacções: Efeito de Trilaciclib noutras drogas, certos substratos OCT2, MATE1 e MATE-2K: Trilaciclib é um inibidor de OCT2, MATE1 e MATE-2K. A co-administração de Trilaciclib pode aumentar a concentração ou acúmulo líquido de substratos OCT2, MATE1 e MATE-2K no rim (por exemplo, dofetilida, dalfampridina e cisplatina). Cisplatina: Monitorizar de perto a nefrotoxicidade. O tratamento concomitante com Trilaciclib pode aumentar a exposição e alterar o acúmulo líquido de cisplatina no rim, o que pode estar associado à nefrotoxicidade relacionada à dose. - Cisplatina
Identificação dos símbolos utilizados na descrição das Interacções da Cisplatina
Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.

A cisplatina está contra-indicada durante o período de gravidez. É recomendada uma consulta genética se a doente desejar ter filhos após o tratamento.

Tanto os homens como as mulheres devem tomar medidas anticoncepcionais para prevenir a concepção e/ou reprodução durante, e pelo menos 6 meses após o tratamento com cisplatina.
É recomendada uma consulta genética se o doente desejar ter filhos após o final do tratamento.

Uma vez que o tratamento com cisplatina pode causar infertilidade irreversível, recomenda-se que os homens que desejem ser pais no futuro se informem relativamente à crioconservação do seu esperma antes do tratamento.

A amamentação durante a terapia está contra-indicada.

Devido ao perfil de efeitos indesejáveis (sistema nervoso central e sentidos) a capacidade de conduzir veículos ou de manipular máquinas pode estar ligeira ou moderadamente alterada. Doentes com este tipo de efeitos (p. ex sonolência ou vómitos) devem evitar conduzir ou utilizar máquinas.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Novembro de 2021