Carteolol
O que é
Carteolol é um antagonista beta-adrenérgico, utilizado como agente antiarrítmico, antianginoso, anti-hipertensivo e antiglaucomatoso.
Carteolol é um bloqueador beta não seletivo usado para tratar o glaucoma.
Carteolol é um bloqueador beta não seletivo usado para tratar o glaucoma.
Usos comuns
O Carteolol é usado para tratar a hipertensão (pressão arterial elevada).
Tipo
Molécula pequena.
História
Carteolol foi patenteado em 1972 e aprovado para uso médico em 1980.
Indicações
Tratamento crónico do glaucoma simples.
Classificação CFT
15.4.3 : Bloqueadores beta
Mecanismo De Acção
O mecanismo principal da ação hipotensora ocular de carteolol na redução da pressão intraocular é muito provavelmente uma diminuição na produção de humor aquoso.
Este processo é iniciado pelo bloqueador não-seletivo do recetor adrenérgico beta 1 e beta 2.
Este processo é iniciado pelo bloqueador não-seletivo do recetor adrenérgico beta 1 e beta 2.
Posologia Orientativa
Conforme prescrição médica.
Administração
Uso oftálmico.
Contra-Indicações
Hipersensibilidade ao Carteolol.
Doentes com bradicardia, IC ou asma.
Doentes com bradicardia, IC ou asma.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Irritação local, alterações da visão e fotofobia; pode ainda causar secura ocular e blefaroconjuntivite.
Pela probabilidade de absorção, pode ainda ocorrer bradicardia, depressão cardíaca e precipitar ataques de asma em indivíduos predispostos.
Pela probabilidade de absorção, pode ainda ocorrer bradicardia, depressão cardíaca e precipitar ataques de asma em indivíduos predispostos.
Advertências

Gravidez:O cloridrato de carteolol não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que tal seja absolutamente necessário.

Aleitamento:Os bloqueadores beta são excretados no leite humano. Contudo, em doses terapêuticas de cloridrato de carteolol, em colírio, não é provável que passem para o leite humano quantidades suficientes, capazes de produzirem sintomas clínicos de bloqueio beta no lactente.

Condução:Este colírio está associado a efeitos indesejáveis (em particular, perturbações visuais), que podem comprometer a capacidade de conduzir e utilizar máquinas.

Dopping:Os beta-bloqueantes são proibidos somente Em Competição nos seguintes desportos, excepto se especificado de outra forma: actividades Subaquáticas (CMAS), Automobilismo (FIA), Bilhar (todas as disciplinas) (WCBS), Esqui/Snowboard (FIS), Golfe (IGF), Setas (WDF). Proibido igualmente fora de competição: Tiro (ISSF, IPC), Tiro (ISSF, IPC), Tiro com Arco (WA).
Precauções Gerais
Não parar de tomar carteolol sem primeiro falar com o médico.
Parar de repente, pode piorar a condição.
Se precisar de se submeter a qualquer tipo de cirurgia, pode ser necessário interromper temporariamente a utilização do carteolol.
Certifique-se de que o cirurgião sabe antecipadamente que está a tomar carteolol.
O Carteolol pode causar efeitos secundários que podem afetar o seu pensamento ou reações.
Deve ter cuidado se conduzir ou fizer qualquer coisa que em que necessite de estar acordado e alerta.
Evitar consumir álcool, que pode aumentar a sonolência e tonturas enquanto estiver a tomar carteolol.
O Carteolol é apenas parte de um programa completo de tratamento para a hipertensão, que pode também incluir dieta, exercício e controleo de peso.
Seguir a dieta, medicação e rotinas de exercícios com muita atenção se estiver a ser tratado para a hipertensão.
A hipertensão muitas vezes não tem sintomas, por isso pode nem se aperceber que tem pressão arterial elevada.
Continuar a usar o medicamento conforme as instruções, mesmo que se sinta bem.
Pode ser necessário usar medicação para a tensão alta durante toda a vida.
Parar de repente, pode piorar a condição.
Se precisar de se submeter a qualquer tipo de cirurgia, pode ser necessário interromper temporariamente a utilização do carteolol.
Certifique-se de que o cirurgião sabe antecipadamente que está a tomar carteolol.
O Carteolol pode causar efeitos secundários que podem afetar o seu pensamento ou reações.
Deve ter cuidado se conduzir ou fizer qualquer coisa que em que necessite de estar acordado e alerta.
Evitar consumir álcool, que pode aumentar a sonolência e tonturas enquanto estiver a tomar carteolol.
O Carteolol é apenas parte de um programa completo de tratamento para a hipertensão, que pode também incluir dieta, exercício e controleo de peso.
Seguir a dieta, medicação e rotinas de exercícios com muita atenção se estiver a ser tratado para a hipertensão.
A hipertensão muitas vezes não tem sintomas, por isso pode nem se aperceber que tem pressão arterial elevada.
Continuar a usar o medicamento conforme as instruções, mesmo que se sinta bem.
Pode ser necessário usar medicação para a tensão alta durante toda a vida.
Cuidados com a Dieta
Não interfere com alimentos e bebidas.
Resposta à overdose
Procurar atendimento médico de emergência, ou ligar para o Centro de intoxicações.
Os sintomas de uma sobredosagem de carteolol podem incluir batimentos cardíacos irregulares, falta de ar, unhas de cor azulada, tonturas, fraqueza, desmaio, ou crises (convulsões).
Os sintomas de uma sobredosagem de carteolol podem incluir batimentos cardíacos irregulares, falta de ar, unhas de cor azulada, tonturas, fraqueza, desmaio, ou crises (convulsões).
Terapêutica Interrompida
Tomar a dose assim que se lembrar.
Se a próxima dose estiver a menos de 8 horas de distância, saltar a dose e tomar o medicamento à hora marcada.
Não tomar medicamento extra para compensar a dose esquecida.
Se a próxima dose estiver a menos de 8 horas de distância, saltar a dose e tomar o medicamento à hora marcada.
Não tomar medicamento extra para compensar a dose esquecida.
Cuidados no Armazenamento
Armazenar entre 15°-25° C (59°-77° F).
Proteger da luz.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Proteger da luz.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Carteolol Medicamentos oftálmicos
Observações: n.d.Interacções: Ocasionalmente foram relatados casos de midríase resultante do uso concomitante de bloqueadores beta oftálmicos e adrenalina. É necessário proceder à monitorização oftalmológica no caso do tratamento concomitante com colírios, solução contendo adrenalina (risco de midríase). Ao utilizar mais do que um medicamento oftálmico tópico, a administração dos fármacos deve ser espaçada em, pelo menos, 15 minutos. As pomadas oftálmicas devem ser administradas por último. - Medicamentos oftálmicos

Carteolol Bloqueadores adrenérgicos beta
Observações: n.d.Interacções: Embora as quantidades de bloqueadores beta que passam para a circulação sistémica, após a instilação ocular sejam reduzidas, existe o risco de interações medicamentosas. Por conseguinte, é apropriado ter em consideração as interações observadas com os bloqueadores beta, administrados por via sistémica. - Bloqueadores adrenérgicos beta

Carteolol Medicamentos que reduzem a frequência cardíaca
Observações: n.d.Interacções: Muitos fármacos podem causar bradicardia. Isto é especialmente o caso de anti-arrítmicos de classe Ia, bloqueadores beta, certos anti-arrítmicos de classe III, certos antagonistas do cálcio, digoxina, pilocarpina, agentes anticolinesterase, entre outros. Com outros fármacos que diminuem a frequência cardíaca (acebutolol, ambenónio, amiodarona, atenolol, betaxolol, bisoprolol, carteolol, carvedilol, celiprolol, clonidina, crizotinib, digoxina, diltiazem, disopiramida, donepezilo, dronedarona, esmolol, fampridina, fingolimod, galantamina, hidroquinidina, ivabradina, labetalol, levobunolol, mefloquina, metoprolol, midodrina, nadolol, nebivolol, neostigmina, pasireotido, pilocarpina, pindolol, propranolol, piridostigmina, quinidina, rivastigmina, sotalol, tertatolol, talidomida, timolol, verapamilo), risco de bradicardia excessiva (adição dos efeitos). - Medicamentos que reduzem a frequência cardíaca

Carteolol Diltiazem
Observações: n.d.Interacções: Perturbações do automatismo (bradicardia excessiva, paragem sinusal), perturbações da condução auriculoventricular e sinoauricular e insuficiência cardíaca. Esta associação apenas deve ser utilizada sob monitorização clínica e por ECG estreita, em especial nos idosos ou no início do tratamento. - Diltiazem

Carteolol Fingolimod
Observações: n.d.Interacções: Potenciação potencialmente fatal dos efeitos de redução da frequência cardíaca. Os bloqueadores beta apresentam um risco particular pois impedem os mecanismos de compensação adrenérgica. Monitorização clínica e por ECG contínua durante 24 horas após a primeira dose. - Fingolimod

Carteolol Ozanimod
Observações: n.d.Interacções: Potenciação potencialmente fatal dos efeitos de redução da frequência cardíaca. Os bloqueadores beta apresentam um risco particular pois impedem os mecanismos de compensação adrenérgica. Monitorização clínica e por ECG contínua durante, pelo menos, 6 horas. - Ozanimod

Carteolol Verapamilo
Observações: n.d.Interacções: Perturbações do automatismo (bradicardia excessiva, paragem sinusal), perturbações da condução auriculoventricular e sinoauricular e insuficiência cardíaca. Esta associação apenas deve ser utilizada sob monitorização clínica e por ECG estreita, em especial nos idosos ou no início do tratamento. - Verapamilo

Carteolol Amiodarona
Observações: n.d.Interacções: Alterações do automatismo e condução (supressão dos mecanismos simpáticos de compensação). Monitorização clínica e por ECG. - Amiodarona

Pasireotido Carteolol
Observações: n.d.Interacções: interações farmacodinâmicas previstas: Medicamentos bradicárdicos: A monitorização clínica da frequência cardíaca, especialmente no início do tratamento, é recomendada em doentes tratados concomitantemente com pasireotido e medicamentos bradicárdicos, tais como beta bloqueantes (por exemplo, metoprolol, carteolol, propranolol, sotalol), inibidores da acetilcolinesterase (por exemplo, rivastigmina, fisostigmina ), determinados bloqueadores dos canais de cálcio (por exemplo verapamilo, diltiazem, bepridilo), determinados anti-arrítmicos. - Carteolol

Carteolol Anestésicos halogenados
Observações: n.d.Interacções: Com os anestésicos halogenados voláteis (desflurano, halotano, isoflurano, metoxiflurano, sevoflurano), redução das reações cardiovasculares de compensação pelos bloqueadores beta. A inibição beta-adrenérgicos pode ser evitada durante o procedimento cirúrgico através da utilização de estimuladores betamiméticos. Regra geral, não descontinuar o tratamento com bloqueadores beta e, em todos os casos, evitar a descontinuação súbita. O anestesiologista deve ser informado acerca deste tratamento. - Anestésicos halogenados

Carteolol Anti-hipertensores
Observações: n.d.Interacções: Com os fármacos anti-hipertensores de ação central (clonidina, guanfacina, metildopa, moxonidina, rilmenidina), aumento significativo na pressão arterial se o tratamento com o fármaco anti-hipertensor de ação central for descontinuado de forma abrupta. Evitar a descontinuação abrupta do tratamento anti-hipertensor de ação central. Monitorização clínica. - Anti-hipertensores

Carteolol Glidinas
Observações: n.d.Interacções: Com as glidinas (nateglinida, repaglinida), todos os bloqueadores beta podem mascarar certos sintomas de hipoglicemia: palpitações e taquicardia. Advertir o doente e reforçar a automonitorização da glicemia, especialmente no início do tratamento. - Glidinas

Carteolol Gliptinas (Inibidores da dipeptidil peptidase 4 (IDPP4))
Observações: n.d.Interacções: Com as gliptinas (linagliptina, saxagliptina, sitagliptina, vildagliptina), todos os bloqueadores beta podem mascarar certos sintomas de hipoglicemia: palpitações e taquicardia. Advertir o doente e reforçar a automonitorização da glicemia, especialmente no início do tratamento. - Gliptinas (Inibidores da dipeptidil peptidase 4 (IDPP4))

Carteolol Insulinas
Observações: n.d.Interacções: Com as insulinas, todos os bloqueadores beta podem mascarar certos sintomas de hipoglicemia: palpitações e taquicardia. Advertir o doente e reforçar a automonitorização da glicemia, especialmente no início do tratamento. - Insulinas

Carteolol Lidocaína
Observações: n.d.Interacções: A lidocaína quando administrada por via IV, concentrações plasmáticas aumentadas de lidocaína com a possibilidade de efeitos indesejáveis cardíacos e neurológicos (diminuição da depuração hepática de lidocaína). Monitorização clínica e por ECG e possivelmente controlo das concentrações plasmáticas de lidocaína durante a associação e após a descontinuação do bloqueador beta. Ajustar a dose de lidocaína, se necessário. - Lidocaína

Carteolol Propafenona
Observações: n.d.Interacções: Com a propafenona, alterações da contratilidade, automatismo e condução (supressão dos mecanismos simpáticos de compensação). Monitorização clínica e por ECG. - Propafenona

Carteolol Medicamentos potenciadores de torsade de pointes
Observações: n.d.Interacções: Com as substâncias susceptíveis de causar torsade de pointes (amiodarona, amissulprida, arsénio, cloroquina, cloropromazina, citalopram, cocaína, crizotinib, ciamemazina, disopiramida, domperidona, dronedarona, droperidol, eritromicina, escitalopram, flupentixol, flufenazina, halofantrina, haloperidol, hidroquinidina, hidroxicloroquina, hidroxizina, levomepromazina, lumefantrina, mequitazina, metadona, moxifloxacina, pentamidina, pimozida, pipamperona, piperaquina, pipotiazina, quinidina, sotalol, espiramicina, sulpirida, tiaprida, toremifeno, vandetanib, vincamina, zuclopentixol), risco acrescido de perturbações no ritmo ventricular, nomeadamente torsade de pointes. Monitorização clínica e eletrocardiográfica durante a associação. - Medicamentos potenciadores de torsade de pointes

Carteolol Sulfonilureias
Observações: n.d.Interacções: Antidiabéticos - Sulfonilureias (glibenclamida, gliclazida, glimepirida, glipizida), todos os bloqueadores beta podem mascarar certos sintomas de hipoglicemia: palpitações e taquicardia. Advertir o doente e reforçar a automonitorização da glicemia, especialmente no início do tratamento. - Sulfonilureias

Carteolol Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs)
Observações: n.d.Interacções: Com os anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs) (aceclofenac, ácido mefenâmico, ácido niflúmico, ácido tiaprofénico, alminoprofeno, celecoxib, dexcetoprofeno, trometamol, diclofenac, etodolac, etoricoxib, fenoprofeno, flurbiprofeno,ibuprofeno, indometacina, cetoprofeno, meloxicam, morniflumato, nabumetona, naproxeno, nimesulida, parecoxib, piroxicam, rofecoxib, sulindac, tenoxicam), redução do efeito anti-hipertensor (inibição de prostaglandinas vasodilatadoras pelos AINE). - Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs)

Carteolol Bloqueadores adrenérgicos alfa
Observações: n.d.Interacções: Com os bloqueadores alfa para urologia (alfuzosina, doxazosina, prazosina, silodosina, tamsulosina, terazosina), aumento do efeito hipotensor, risco de hipotensão ortostática aumentada. Com os anti-hipertensores bloqueadores alfa (doxazosina, prazosina, urapidilo), aumento do efeito hipotensor, risco de hipotensão ortostática aumentada. - Bloqueadores adrenérgicos alfa

Carteolol Beta-2-miméticos
Observações: n.d.Interacções: Com os betamiméticos-2 (bambuterol, indacaterol, olodaterol, salbutamol, terbutalina, vilanterol), risco de eficácia reduzida reciproca devido ao antagonismo farmacodinâmico. - Beta-2-miméticos

Carteolol Dihidropiridinas
Observações: n.d.Interacções: Com as dihidropiridinas (amlodipina, clevidipina, felodipina, isradipina, lacidipina, lercanidipina, manidipino, nicardipina, nifedipina, nimodipina, nitrendipina), hipotensão, insuficiência cardíaca em doentes com insuficiência cardíaca latente ou não controlada (adição dos efeitos inotrópicos negativos). A presença de bloqueadores beta pode também diminuir a reação do reflexo simpático que surge em caso de repercussões hemodinâmicas excessivas. - Dihidropiridinas

Carteolol Dipiridamol
Observações: n.d.Interacções: Com dipiridamol IV, efeito hipotensor aumentado. - Dipiridamol

Carteolol Medicamentos que causam hipotensão ortostática
Observações: n.d.Interacções: Com os fármacos que causam hipotensão ortostática (alfuzosina, alimemazina, alizaprida, amantadina, amifostina, amissulprida, amitriptilina, amoxapina, apomorfina, aripiprazol, avanafil, baclofeno, bromocriptina, clorpromazina, clomipramina, clozapina, ciamemazina, dinitrato de isossorbida, dosulepina, doxazosina, doxepina, droperidol, entacapona, flupentixol, flufenazina, haloperidol, imipramina, isossorbida, levodopa, levomepromazina, levosimendana, lisurida, loxapina, maprotilina, metopimazina, molsidomina, nicorandilo, olanzapina, oxomemazina, paliperidona, penfluridol, perindopril, pimozida, pipamperona, pipotiazina, piribedil, pramipexol, prazosina, prometazina, propericiazina, quetiapina, rasagilina, riociguat, risperidona, ropinirol, rotigotina, selegilina, sildenafil, silodosina, sulpirida, tadalafil, tansulosina, terazosina, tiaprida, tolcapona, trimipramina, trinitrina, vardenafil, vortioxetina, zuclopentixol), risco de hipotensão aumentada, especialmente hipotensão ortostática. - Medicamentos que causam hipotensão ortostática

Informe o Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.
Não existem dados suficientes sobre a utilização de cloridrato de carteolol em mulheres grávidas.
O cloridrato de carteolol não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que tal seja absolutamente necessário.
Os bloqueadores beta são excretados no leite humano. Contudo, em doses terapêuticas de cloridrato de carteolol, em colírio, não é provável que passem para o leite humano quantidades suficientes, capazes de produzirem sintomas clínicos de bloqueio beta no lactente.
Este colírio está associado a efeitos indesejáveis (em particular, perturbações visuais), que podem comprometer a capacidade de conduzir e utilizar máquinas.
Não existem dados suficientes sobre a utilização de cloridrato de carteolol em mulheres grávidas.
O cloridrato de carteolol não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que tal seja absolutamente necessário.
Os bloqueadores beta são excretados no leite humano. Contudo, em doses terapêuticas de cloridrato de carteolol, em colírio, não é provável que passem para o leite humano quantidades suficientes, capazes de produzirem sintomas clínicos de bloqueio beta no lactente.
Este colírio está associado a efeitos indesejáveis (em particular, perturbações visuais), que podem comprometer a capacidade de conduzir e utilizar máquinas.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 24 de Março de 2026