Cabergolina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI com Advertência na Condução DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica)
O que é
A Cabergolina pertence a um grupo terapêutico de medicamentos designados por inibidores da prolactina.

Cabergolina, um derivado da cravagem do centeio, é um agonista da dopamina e prolactina, um inibidor de ação prolongada.

A cabergolina possui actividade agonista potente nos recetores de dopamina D2.
Usos comuns
É usado para tratar distúrbios de hiperprolactinemia e síndrome parkinsónica.

A Cabergolina evita ou interrompe a lactação (produção de leite), diminuindo os níveis da hormona prolactina.

A Cabergolina também pode ser utilizada para reduzir quantidades anormais da hormona prolactina no sangue.
Tipo
pequena molécula
História
A cabergolina foi inventada por cientistas a trabalhar na empresa farmacêutica italiana Farmitalia-Carlo Erba SpA, em Milão, em 1981/82, que faziam experiências com derivados semi-sintéticos dos alcalóides da cravagem do centeio.

A Farmitalia-Carlo Erba foi adquirida pela Pharmacia em 1992 que, por sua vez, foi adquirida pela Pfizer em 2002.

A substância foi aprovada pela FDA a 23 de dezembro de 1996.

Tornou-se um genérico no final de 2005 após expirado a patente dos EUA.
Indicações
Inibição da lactação por razões médicas.

Perturbações de hiperprolactinémia.

Adenomas hipofisários com secreção de prolactina.

Hiperprolactinémia idiopática.

Recomenda-se que o medicamento seja inicialmente prescrito por um especialista apropriado ou após a consulta com um especialista.
Classificação CFT
08.01.03     Antagonistas hipofisários
Mecanismo De Ação
A cabergolina é um alcalóide da cravagem do centeio sintético e um derivado da ergolina com uma potente e prolongada actividade agonista da dopamina e de redução da prolactina.

O efeito central dopaminérgico via a estimulação do receptor D2 é atingido através de doses elevadas, inibindo deste modo os níveis séricos de prolactina.

O efeito redutor de prolactina é dependente da dose, iniciando-se dentro de 3 horas e permanecendo por 2-3 semanas.

O efeito prolongado significa que a dose única é geralmente suficiente para parar a iniciação da secreção do leite.

No tratamento da hiperprolactinémia, os níveis séricos de prolactina são normalmente regularizados dentro de 2 a 4 semanas após se atingir a dose óptima.

A prolactina pode apresentar-se significativamente reduzida após vários meses da suspensão do tratamento.

No que respeita aos efeitos endócrinos da cabergolina não relacionados com o efeito antiprolactinémico, os dados disponíveis em humanos confirmam os resultados experimentais em animais, indicando que o composto em estudo é dotado de uma acção muito selectiva, sem efeito na secreção basal de outras hormonas hipofisárias ou cortisol.

As acções farmacodinâmicas da cabergolina não correlacionadas com o efeito terapêutico, referem-se apenas à diminuição da pressão arterial.

O efeito hipotensor máximo da cabergolina em dose única, ocorre normalmente durante as primeiras seis horas após a administração do fármaco e depende da dose, em termos de diminuição máxima e frequência.
Posologia Orientativa
Tratamento de perturbações hiperprolactinémicas:
A dose inicial recomendada de cabergolina é de 0,5 mg por semana em uma ou duas doses, por exemplo à segunda e à quinta-feira.

A dose semanal deve ser aumentada gradualmente, de preferência por adição de 0,5 mg por semana em intervalos mensais até se atingir uma resposta terapêutica óptima.

A dose terapêutica é normalmente 1 mg por semana e varia entre 0,25 mg e 2 mg por semana.

Doses de cabergolina até 4,5 mg por semana têm sido utilizadas em doentes com hiperprolactinémia.

Para a inibição da lactação:
A cabergolina deve ser administrada durante as primeiras 24 horas após o parto.

A dose terapêutica recomendada é de 1 mg de cabergolina administrada em dose única.
Administração
A cabergolina é administrada por via oral.

De forma a reduzir o risco dos efeitos indesejáveis gastrointestinais recomenda-se que a cabergolina seja tomada durante as refeições para todas as indicações terapêuticas.
Contraindicações
Pré-eclampsia, eclampsia.

Hipertensão pós-parto ou hipertensão não controlada.

Hipersensibilidade à cabergolina, ou a outros alcalóides da cravagem do centeio ou a qualquer um dos excipientes.

Insuficiência hepática grave.

História de reacções adversas pulmonares, tais como pleurite e fibrose, associadas à utilização de agonistas da dopamina.

História de psicose ou risco de psicose pós-parto.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Inibição da lactação: Aproximadamente 14% dos doentes experimentaram efeitos indesejáveis.

Os efeitos indesejáveis mais comuns são hipotensão (12%), tonturas (6%) e cefaleias (5%).

O tratamento a longo-termo aumenta a frequência dos efeitos indesejáveis em aproximadamente 70%.

Frequentes (>1/100, <1/10):
Doenças do sistema nervoso: depressão, cefaleias e tonturas, parestesias, fadiga, sonolência.
Cardiopatias: hipotensão, palpitações e dor no peito.
Doenças gastrointestinais: Náusea, vómitos, dores gástricas, gastrite, obstipação,
Afecções dos tecidos cutâneos e subcutâneos: vermelhidão facial.

Pouco frequentes (>1/1000, <1/100):
Afecções oculares: hemianopsia.
Vasculopatias: sangramento do nariz.

Raros (>1/10000, <1/1000):
Vasculopatias: Desmaios.
Afecções musculoesqueléticas e dos tecidos conjuntivos: cãibras nos dedos e nas pernas.
Estudos de pós-parto reportaram pressão arterial baixa (> 20 mmHg sistólica e > 10 mmHg diastólica) nos 3-4 dias após a administração de uma dose única de 1 mg de cabergolina.

Os efeitos indesejáveis geralmente ocorrem nas primeiras duas semanas, e depois diminuem ou desaparecem.

Tendo em conta os efeitos indesejáveis, apenas 3% dos doentes tiveram de descontinuar o seu tratamento.

Vigilância de pós-mercado:
A cabergolina está associada a sonolência e tem sido associada menos frequentemente a sonolência diurna excessiva e episódios de sono súbito.

Foram reportados em doentes tratados com agonistas dopaminérgicos para o tratamento da doença de Parkinson, incluindo a cabergolina, especialmente em doses elevadas, casos de jogo patológico ou compulsivo, aumento da libido e hipersexualidade, geralmente reversíveis após a redução da dose ou interrupção do tratamento.

Têm sido reportados em associação com a cabergolina os seguintes efeitos indesejáveis:
Valvulopatia e fibrose.

Alucinações.
Advertências
Gravidez
Gravidez:Não há evidência de agressividade fetal; o produtor recomenda que se interrompa 1 mês antes de uma concepção programada e evitar durante a gravidez. Evidência fetal em animais, mas a necessidade pode justificar o risco.
Aleitamento
Aleitamento:Suprime a lactação.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:Reduzir a dose ou evitar.
Conducao
Conducao:Os doentes tratados com cabergolina e que apresentem sonolência e/ou episódios de sono súbito devem ser informados para evitarem a condução, até que estes episódios e a sonolência estejam resolvidos.
Precauções Gerais
Geral:
A avaliação da segurança e eficácia da cabergolina em doentes com insuficiência hepática e renal é limitada.

Tal como com outros alcalóides da cravagem do centeio, a cabergolina deve ser administrada com precaução a doentes com doença cardiovascular, hipotensão, síndrome de Raynaud, úlcera péptica ou hemorragia gastrointestinal.

O efeito do álcool na tolerabilidade da cabergolina é actualmente desconhecido.

Pode ocorrer hipotensão sintomática com a cabergolina, particularmente quando administrada em simultâneo com outros medicamentos hipotensores.

Recomenda-se a monitorização do tratamento com avaliações regulares da pressão arterial durante os primeiros 3-4 dias após o início do tratamento.

Tratamento da hiperprolactinémia:
Dado que a hiperprolactinémia com amenorreia e infertilidade podem estar associadas a tumores da pituitária, a causa subjacente da hiperprolactinémia deve ser investigada antes de iniciar o tratamento com a cabergolina.

Aconselha-se a monitorização dos níveis séricos de prolactina em intervalos mensais uma vez que atingido o regime da dose terapêutica efectiva, a normalização da prolactina sérica é observada normalmente dentro de duas a 4 semanas.

Após a descontinuação da cabergolina, é observada normalmente hiperprolactinémia recorrente.

No entanto, tem-se constatado que a supressão dos níveis de prolactina persiste durante vários meses em alguns doentes.

Fibrose/Valvulopatia:
Tal como com outros derivados da cravagem do centeio, tem sido reportada fibrose pulmonar/efusão pulmonar e valvulopatia após a administração de cabergolina a longo termo.

Alguns casos relatados ocorreram em doentes tratados previamente com agonistas dopaminérgicos.

No seguimento do diagnóstico da efusão pleural/fibrose pulmonar ou valvulopatia, tem sido reportado que a interrupção da cabergolina resulta numa melhoria dos sinais e sintomas.

No caso do aparecimento de novos sintomas clínicos de doenças no sistema respiratório, recomenda-se um raio-X pulmonar.

Em doentes com fibrose/efusão pleural tem sido observada elevada taxa de sedimentação de eritrócitos.

Consequentemente, o raio-X pulmonar é recomendado em casos anormais de elevada taxa de sedimentação de eritrócitos sem explicação clínica aparente.

Sonolência:
A cabergolina tem sido associada a sonolência e episódios de sono súbito, particularmente em doentes com a doença de Parkinson.

O sono súbito durante a actividade quotidiana, em alguns casos sem quaisquer sinais prévios, tem sido notificado como pouco frequente.

Os doentes devem ser informados no sentido de tomarem precauções enquanto conduzem ou utilizam máquinas durante o tratamento com a cabergolina.

Os doentes a quem ocorreu sonolência e/ou sono súbito devem evitar conduzir ou utilizar máquinas potencialmente perigosas durante o tratamento com a cabergolina.

Além disso, deve ser considerada a redução da dose ou a suspensão do tratamento.

Insuficiência renal:
Não se observaram diferenças na farmacocinética da cabergolina na insuficiência renal grave e moderada.

A farmacocinética da cabergolina não foi estudada em doentes em estadio terminal de insuficiência renal, ou em doentes em hemodiálise; estes doentes devem ser tratados com precaução.

Outros:
Este medicamento contém lactose.

Não é aconselhado em doentes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose, insuficiência em lactase ou síndroma da má-absorção da glucose-galactose.

Foram reportados casos de jogo patológico ou compulsivo, aumento da libido e hipersexualidade em doentes tratados com agonistas da dopamina para a doença de Parkinson, incluindo a cabergolina.
Cuidados com a Dieta
A Cabergolina deve ser administrada de preferência durante as refeições.
Terapêutica Interrompida
Se se esqueceu de tomar uma dose à hora correta, pode tomá-la assim que se lembrar.

Se já está quase na hora da próxima toma, deve omitir a dose esquecida e tomar a próxima dose como habitual.
Cuidados no Armazenamento
Manter fora do alcance e da vista das crianças.

Conservar na embalagem de origem para proteger da humidade.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Cabergolina + Tioxantenos

Observações: N.D.
Interações: Dado que Cabergolina exerce o seu efeito terapêutico por estimulação directa dos receptores da dopamina, não deve ser administrado concomitantemente com fármacos que tenham actividade antagonista da dopamina (tais como fenotiazinas, butirofenonas, tioxantenos, metoclopramida), uma vez que estes podem diminuir o efeito de redução da prolactina promovido por Cabergolina.

Cabergolina + Antagonistas da dopamina

Observações: N.D.
Interações: Dado que Cabergolina exerce o seu efeito terapêutico por estimulação directa dos receptores da dopamina, não deve ser administrado concomitantemente com fármacos que tenham actividade antagonista da dopamina (tais como fenotiazinas, butirofenonas, tioxantenos, metoclopramida), uma vez que estes podem diminuir o efeito de redução da prolactina promovido por Cabergolina.

Ciamemazina + Cabergolina

Observações: N.D.
Interações: Associações contraindicadas: Risco de torsade de pointes: Dopaminérgicos em pacientes não parkinsónicos (amantadina, apomorfina, bromocriptina, cabergolina, entacapona, lisurida, pergolida, piribedilo, pramipexol, quinagolida, ropinirol). Associações desaconselhadas: Dopaminérgicos (amantadina, apomorfina, bromocriptina, cabergolina, entacapona, lisurida, pergolida, piribedil, pramipexol, quinagolida, ropinirol) em doentes parkinsónicos.

Desloratadina + Pseudoefedrina + Cabergolina

Observações: N.D.
Interações: DESLORATADINA / PSEUDOEFEDRINA As seguintes associações não são recomendadas: - digitálicos - bromocriptina - cabergolina - lisurida, pergolida: risco de vasoconstrição e aumento da pressão arterial.

Loratadina + Pseudoefedrina + Cabergolina

Observações: N.D.
Interações: Não se recomendam as seguintes associações: Bromocriptina, cabergolina, lisurida, pergolida: risco de vasoconstrição e aumento da pressão arterial.

Veraliprida + Cabergolina

Observações: N.D.
Interações: Associação contraindicada: Levodopa e agonistas dopaminérgicos: (amantadina, apomorfina, bromocriptina, cabergolina, entacapona, lisurida, pergolida, piribedil, pramipexol, quinagolida, ropinirol) Antagonismo mútuo de efeitos entre agonistas da dopamina e neurolépticos. - Neurolépticos antipsicóticos - Neurolépticos antieméticos Aumento dos efeitos indesejáveis neurológicos e psicóticos.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Macrólidos + Cabergolina

Observações: Podem interferir com a absorção de outros fármacos, inibir as enzimas metabolizadoras com aumento da toxicidade de alguns fármacos e, com menos frequência, reduzir a concentração plasmática de outros, por aceleração do metabolismo. Os macrólidos envolvidos com mais frequência são a eritromicina (em particular por via parentérica) e a claritromicina. A eritromicina em aplicação tópica não origina interacções.
Interações: Por inibição enzimática, com aumento da concentração plasmática e da toxicidade respectiva interferem com: Dopaminérgicos (bromocriptina, cabergolina) - Cabergolina

Cabergolina + Alcalóides da cravagem do centeio

Observações: N.D.
Interações: Não existe informação disponível sobre a interacção entre o Cabergolina e outros alcalóides da cravagem do centeio; assim a utilização concomitante destes medicamentos durante o tratamento prolongado com Cabergolina não é recomendada.

Cabergolina + Fenotiazidas (fenotiazinas)

Observações: N.D.
Interações: Dado que Cabergolina exerce o seu efeito terapêutico por estimulação directa dos receptores da dopamina, não deve ser administrado concomitantemente com fármacos que tenham actividade antagonista da dopamina (tais como fenotiazinas, butirofenonas, tioxantenos, metoclopramida), uma vez que estes podem diminuir o efeito de redução da prolactina promovido por Cabergolina.

Cabergolina + Metoclopramida

Observações: N.D.
Interações: Dado que Cabergolina exerce o seu efeito terapêutico por estimulação directa dos receptores da dopamina, não deve ser administrado concomitantemente com fármacos que tenham actividade antagonista da dopamina (tais como fenotiazinas, butirofenonas, tioxantenos, metoclopramida), uma vez que estes podem diminuir o efeito de redução da prolactina promovido por Cabergolina.

Cabergolina + Macrólidos

Observações: N.D.
Interações: Por analogia com outros derivados dos alcalóides da cravagem do centeio, Cabergolina não deve ser utilizado com antibióticos macrólidos (por exemplo, eritromicina) uma vez que aumenta a biodisponibilidade sistémica da cabergolina.

Cabergolina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Por analogia com outros derivados dos alcalóides da cravagem do centeio, Cabergolina não deve ser utilizado com antibióticos macrólidos (por exemplo, eritromicina) uma vez que aumenta a biodisponibilidade sistémica da cabergolina.

Cabergolina + Butirofenonas

Observações: N.D.
Interações: Dado que Cabergolina exerce o seu efeito terapêutico por estimulação directa dos receptores da dopamina, não deve ser administrado concomitantemente com fármacos que tenham actividade antagonista da dopamina (tais como fenotiazinas, butirofenonas, tioxantenos, metoclopramida), uma vez que estes podem diminuir o efeito de redução da prolactina promovido por Cabergolina.
Deve informar o médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo os medicamentos/produtos naturais obtidos sem receita médica.

Certos medicamentos utilizados para a redução da pressão arterial (ex. fenotiazinas, butirofenonas, tioxantenos) e para o tratamento de doenças psicológicas (esquizofrenia ou psicoses) podem interferir com o efeito deste medicamento, se administrados ao mesmo tempo.

O médico deve ser informado de tal medicação em simultâneo.

Existem outros medicamentos tais como os alcalóides da cravagem do centeio, medicamentos contra o vómito (metoclopramida), anti-hipertensivos, psicotrópicos e antibióticos macrólidos (tais como a eritromicina), que podem afectar a actividade e a tolerabilidade da Cabergolina.

Antes da administração da cabergolina, deve excluir-se a possibilidade de gravidez e após o tratamento deve evitar-se a gravidez pelo menos até um mês.

Devido à experiência limitada da cabergolina durante a gravidez, a cabergolina deve ser descontinuada antes da gravidez planeada.

Se a doente ficar grávida durante o tratamento, a cabergolina deve ser imediatamente interrompida.

Deverá continuar-se a contracepção até pelo menos quatro semanas após a suspensão da cabergolina.

A cabergolina só deverá ser utilizada durante a gravidez se claramente necessária.

A cabergolina não deve ser administrada a mães que pretendam amamentar as suas crianças uma vez que esta evita a lactação.

O aleitamento deve ser evitado durante o tratamento com a cabergolina.

A cabergolina reduz a pressão arterial, a qual pode alterar a reacção a certos doentes.

Isto deve ser tido em consideração em situações que requerem estado de alerta intenso, como sejam a condução de veículos.

Os doentes tratados com cabergolina e que apresentem sonolência e/ou episódios de sono súbito devem ser informados para evitarem a condução ou a realização de actividades nas quais o estado de alerta deficiente possa comprometer a vida dos próprios ou a de outros, até que estes episódios e a sonolência estejam resolvidos.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017