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Brigatinib

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Condução
O que é
Brigatinib é um tipo de medicamento para o cancro designado por inibidor da cinase.

Brigatinib é utilizado para tratar adultos com fases avançadas de um tipo de cancro do pulmão conhecido por cancro do pulmão de não-pequenas células.

É administrado a doentes cujo cancro do pulmão está relacionado com uma forma anómala de um gene designado por cinase do linfoma anaplásico (ALK).

O gene anómalo produz uma proteína conhecida como cinase que estimula o crescimento das células cancerígenas. Brigatinib bloqueia a ação desta proteína e abranda assim o crescimento e expansão do cancro.
Usos comuns
Brigatinib em monoterapia é indicado para o tratamento de doentes adultos com cancro do pulmão de não-pequenas células (CPNPC) avançado, positivo para a cinase do linfoma anaplásico (ALK) - previamente tratados com crizotinib.
Tipo
Molécula pequena.
História
Sem informação.
Indicações
Brigatinib em monoterapia é indicado para o tratamento de doentes adultos com cancro do pulmão de não-pequenas células (CPNPC) avançado, positivo para a cinase do linfoma anaplásico (ALK) - previamente tratados com crizotinib.
Classificação CFT

16.1.8 : Inibidores das tirosinacinases

Mecanismo De Ação
Brigatinib é um inibidor da tirosina cinase do ALK , do oncogene c-ros 1 (ROS1) e o recetor do fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1 (IGF -1R). Brigatinib inibiu a autofosforilação da ALK e a fosforilação mediada pela ALK do transdutor de sinal STAT3 em ensaios in vitro e in vivo.

Brigatinib inibiu a proliferação in vitro de linhas celulares que expressam as proteínas de fusão EML4- ALK e NPM -ALK e demonstrou inibição dependente da dose do crescimento do xenotransplante do CPNPC EML4 -ALK-positivo em ratinhos. Brigatinib inibiu a viabilidade in vitro e in vivo de células que expressam formas mutantes de EML4 -ALK associadas à resistência a inibidores ALK, incluindo a G1202R e a L1196M.
Posologia Orientativa
A dose inicial recomendada de Brigatinib é 90 mg uma vez por dia nos primeiros 7 dias, depois 180 mg uma vez por dia.
Administração
O tratamento com Brigatinib deve ser iniciado e supervisionado por um médico experiente na utilização de medicamentos antineoplásicos.

Brigatinib destina-se a via oral.

Os comprimidos devem ser engolidos inteiros e com água.
Brigatinib pode ser tomado com ou sem alimentos.
Tome o Brigatinib uma vez por dia, à mesma hora, todos os dias.
Engula os comprimidos inteiros, com um copo de água.
Não esmague nem dissolva os comprimidos.
Contraindicações
Hipersensibilidade ao Brigatinib.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Informe imediatamente o seu médico ou farmacêutico caso tenha qualquer um dos seguintes efeitos secundários graves:

Muito frequentes (podem afetar mais de 1 em 10 pessoas):
• tensão arterial alta
Informe o seu médico caso tenha dor de cabeça, tonturas, visão turva, dor no peito ou falta de ar.

• problemas de visão
Informe o seu médico caso sinta qualquer distúrbio na visão, tais como clarões de luz, visão turva ou sensibilidade à luz com dor. O seu médico pode interromper o tratamento com Brigatinib e encaminhá-lo para um oftalmologista.

• aumento do nível de creatina fosfoquinase no sangue em exames sanguíneos - pode indicar lesões musculares, tais como lesões no músculo do coração. Informe o seu médico caso tenha qualquer dor, sensibilidade ou fraqueza muscular sem explicação aparente.

• aumento dos níveis de amílase e lípase no sangue em exames sanguíneos - pode indicar inflamação do pâncreas
Informe o seu médico caso tenha dor na parte superior do abdómen, incluindo dor abdominal que piora quando come e que se pode espalhar para as costas, perda de peso ou náuseas.

• aumento dos níveis de enzimas hepáticas no sangue (aspartato aminotransferase, alanina aminotransferase) em exames sanguíneos - pode indicar danos nas células do fígado. Informe o seu médico caso tenha dor no lado direito da zona do estômago, amarelecimento da pele e da parte branca dos olhos ou urina escura.

• aumento do nível de açúcar no sangue
Informe o seu médico caso sinta muita sede, precisar de urinar mais do que o normal, sentir muita fome, mal-estar no estômago, fraqueza ou cansaço, ou confusão.

Frequentes (podem afetar até 1 em 10 pessoas):
• inflamação pulmonar
Informe o seu médico caso tenha quaisquer problemas novos ou agravamento dos problemas pulmonares ou respiratórios, incluindo dor no peito, tosse e febre, especialmente na primeira semana depois de tomar Brigatinib, pois pode ser um sinal de problemas pulmonares graves.

• batimento lento do coração
Informe o seu médico caso tenha dor ou desconforto no peito, alterações no batimento do coração, tonturas, atordoamento ou sensação de desmaio.

Os outros efeitos secundários são:
Informe o seu médico ou farmacêutico se observar qualquer um dos efeitos secundários seguintes:

Muito frequentes (podem afetar mais de 1 em 10 pessoas):
• infeção pulmonar (pneumonia)
• sintomas idênticos aos da gripe (infeção do trato respiratório superior)
• número reduzido de glóbulos vermelhos (anemia)
• número reduzido de glóbulos brancos, designados por neutrófilos e linfócitos, em exames sanguíneos
• aumento do tempo de coagulação do sangue demonstrado pelo teste designado por tempo de tromboplastina parcial ativada
• contagem baixa de plaquetas em exames sanguíneos, que pode aumentar o risco de hemorragias ou facilidade em fazer hematomas
• aumento do nível de insulina no sangue
• nível reduzido de fósforo no sangue
• diminuição do apetite
• nível reduzido de potássio no sangue
• nível reduzido de magnésio no sangue
• nível reduzido de sódio no sangue
• aumento do nível de cálcio no sangue
• dificuldade em dormir (insónia)
• dores de cabeça
• sintomas como dormência, formigueiro, sensação de picadas, fraqueza ou dor nas mãos ou pés (neuropatia periférica)
• tonturas
• tosse
• falta de ar
• náuseas
• diarreia
• vómitos
• obstipação (prisão de ventre)
• dores abdominais (de barriga)
• boca seca
• inflamação da boca e lábios (estomatite)
• aumento do nível da enzima fosfatase alcalina no sangue - pode indicar mau funcionamento ou lesão dos órgãos
• erupção na pele
• comichão na pele
• dor nas articulações ou dor muscular
• dor musculosquelética no peito
• aumento do nível de creatinina no sangue - pode indicar redução na função renal
• fadiga
• inchaço dos tecidos provocado por excesso de líquido
• febre

Frequentes (podem afetar até 1 em 10 pessoas):
• perda de memória
• alteração no paladar
• taquicardia (batimentos rápidos do coração)
• atividade elétrica anormal do coração (Prolongamento do intervalo QT no eletrocardiograma)
• palpitações
• indigestão
• flatulência (libertação de gases com mais frequência)
• aumento do nível de lactato desidrogenase no sangue - pode indicar deterioração tecidular
• aumento do nível de bilirrubina no sangue
• pele seca
• sensibilidade à luz do sol
• dor nos braços e pernas
• rigidez muscular e nas articulações
• dor
• dor e desconforto no peito
• perda de peso

Pouco frequente (pode afetar até 1 em 100 pessoas)
• inflamação do pâncreas, que pode provocar dor grave e persistente no estômago, com ou sem náuseas e vómitos (pancreatite)
Advertências
Gravidez
Gravidez:Brigatinib não é recomendado durante a gravidez, exceto quando os benefícios são superiores aos riscos para o bebé.
Aleitamento
Aleitamento:Não amamente durante o tratamento com Brigatinib. Não se sabe se o brigatinib passa para o leite materno e se pode prejudicar o bebé.
Condução
Condução:Brigatinib pode provocar perturbações visuais, tonturas e cansaço. Não conduza ou utilize máquinas durante o tratamento caso ocorram estes sinais.
Precauções Gerais
Reações adversas pulmonares graves, com risco de vida e fatais, incluindo reações que apresentam características consistentes com DPI/pneumonite, podem ocorrer em doentes tratados com Brigatinib.

A maioria das reações adversas pulmonares foi observada nos primeiros 7 dias de tratamento. As reações pulmonares adversas de Grau 1-2 resolveram-se com interrupção do tratamento ou alteração da dose. A idade mais avançada e o intervalo mais curto (inferior a 7 dias) entre a última dose de crizotinib e a primeira dose de Brigatinib foram associados de forma independente a um aumento na incidência destas reações adversas pulmonares . Estes fatores devem ser considerados quando se inicia o tratamento com Brigatinib. Os doentes com histórico de DPI ou pneumonite induzida pelo medicamento foram excluídos do ensaio principal.

Alguns doentes tiveram pneumonite numa fase mais tardia do tratamento com Brigatinib.

Os doentes devem ser monitorizados em relação a novos sintomas respiratórios ou agravamento dos sintomas anteriormente apresentados (por exemplo, dispneia, tosse, etc.), em especial na primeira semana de tratamento. A evidência de pneumonite em qualquer doente com agravamento dos sintomas respiratórios deve ser imediatamente investigada. Em caso de suspeita de pneumonite, a dose de Brigatinib deve ser suspensa e o doente deve ser avaliado em relação a outras causas dos sintomas (por exemplo, embolia pulmonar, progressão do tumor e pneumonia infeciosa). A dose deve ser adequadamente alterada.

Ocorreu hipertensão em doentes tratados com Brigatinib.

A pressão arterial deve ser monitorizada regularmente durante o tratamento com Brigatinib. A hipertensão deve ser tratada de acordo com as orientações padrão para controlo da pressão arterial. A frequência cardíaca deve ser monitorizada com maior frequência no caso dos doentes em que a utilização de terapêutica concomitante conhecida por causar bradicardia não possa ser evitada. Para hipertensão grave (≥ Grau 3), Brigatinib deve ser suspenso até que os níveis de hipertensão tenham recuperado para Grau 1 ou para a situação inicial. A dose deve ser adequadamente alterada.

Ocorreu bradicardia em doentes tratados com Brigatinib. Recomenda-se precaução quando Brigatinib for administrado em combinação com outros fármacos conhecidos por causar bradicardia. A frequência cardíaca e a pressão arterial devem ser monitorizadas regularmente.

Em caso de ocorrência de bradicardia sintomática, o tratamento com Brigatinib deve ser suspenso e os fármacos concomitantes conhecidos por causar bradicardia devem ser avaliados. Após recuperação, a dose deve ser adequadamente alterada. Em caso de bradicardia com risco de vida, caso não seja identificada qualquer medicação concomitante que contribua para a sintomatologia ou em caso de recidiva, o tratamento com Brigatinib deve ser descontinuado.

Ocorreram reações adversas de perturbação visual em doentes tratados com Brigatinib. Os doentes devem ser aconselhados a relatar quaisquer sintomas visuais. Para novos sintomas visuais ou agravamento dos sintomas anteriormente existentes, deve ser considerada uma avaliação oftalmológica e redução da dose.

Ocorreram aumentos da CPK em doentes tratados com Brigatinib. Os doentes devem ser aconselhados a relatar quaisquer dores, sensibilidade ou fraqueza musculares sem motivo aparente. Os níveis de CPK devem ser monitorizados regularmente durante o tratamento com Brigatinib. Com base na gravidade do aumento da CPK, o tratamento com Brigatinib deve ser suspenso e a dose deve ser adequadamente alterada.

Ocorreram aumentos da lípase e amílase em doentes tratados com Brigatinib. A lípase e amílase devem ser monitorizadas regularmente durante o tratamento com Brigatinib. Com base na gravidade das alterações laboratoriais, o tratamento com Brigatinib deve ser suspenso e a dose deve ser adequadamente alterada.

Ocorreram aumentos das enzimas hepáticas (aspartato aminotransferase (AST), alanina aminotransferase (ALT)) e bilirrubina em doentes tratados com Brigatinib. A função hepática, incluindo AST, ALT e bilirrubina total devem ser avaliadas antes do início do tratamento com Brigatinib e depois a cada 2 semanas durante os primeiros 3 meses de tratamento. Posteriormente, a monitorização deve ser realizada periodicamente. Com base na gravidade das alterações laboratoriais, o tratamento deve ser suspenso e a dose deve ser adequadamente alterada.

Ocorreram aumentos da glicose sérica em doentes tratados com Brigatinib. A glicose sérica em jejum deve ser avaliada antes do início do tratamento com Brigatinib e posteriormente monitorizada periodicamente. Os tratamentos anti-hiperglicémicos devem ser iniciados ou otimizados conforme necessário. Caso não seja possível alcançar um controlo hiperglicémico adequado com tratamento médico otimizado, tratamento com Brigatinib deve ser suspenso até ser alcançado o controlo hiperglicémico adequado.

A utilização concomitante de Brigatinib com inibidores potentes do CYP3A deve ser evitada. Caso não seja possível evitar a utilização de inibidores potentes do CYP3A, a dose de Brigatinib deve ser reduzida de 180 mg para 90 mg, ou de 90 mg para 60 mg. Após descontinuação de um inibidor potente do CYP3A, o tratamento com Brigatinib deve ser retomado na dose que era tolerada antes do início do tratamento com o inibidor potente do CYP3A.

A utilização concomitante de Brigatinib com indutores potentes e moderados do CYP3A deve ser evitada.

Doentes do sexo feminino com potencial para engravidar devem ser aconselhadas a usar métodos contracetivos não hormonais eficazes durante o tratamento com Brigatinib e durante pelo menos 4 meses após a última toma. Doentes do sexo masculino com parceiras com potencial para engravidar devem ser aconselhados a usar métodos contracetivos eficazes durante o tratamento e durante pelo menos 3 meses após a última toma de Brigatinib.
Cuidados com a Dieta
A toranja ou o sumo de toranja podem aumentar as concentrações plasmáticas de brigatinib e deve ser evitada a sua ingestão.
Terapêutica Interrompida
Se vomitar depois de tomar o Brigatinib, não tome mais comprimidos até à dose seguinte.

Não tome uma dose a dobrar para compensar a dose que se esqueceu de tomar. Tome a dose seguinte à hora habitual.
Cuidados no Armazenamento
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

O medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.

Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou lixo doméstico. Pergunte ao seu farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Brigatinib + Inibidores do CYP3A4

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem aumentar a concentração plasmática de brigatinib Inibidores do CYP3A Estudos in vitro demonstraram que brigatinib é um substrato do CYP3A4/5. Em indivíduos saudáveis, a administração concomitante de doses múltiplas de 200 mg duas vezes ao dia de itraconazol, um inibidor potente do CYP3A, com uma dose única de 90 mg de brigatinib aumentou a Cmáx em 21%, AUC0-INF em 101% (2 vezes) e a AUC0-120 em 82% (< 2 vezes) de brigatinib, em relação a uma dose de 90 mg de brigatinib administrada isoladamente. A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a determinados medicamentos antivirais (por exemplo, indinavir, nelfinavir, ritonavir, saquinavir), antibióticos macrólidos (por exemplo, claritromicina, telitromicina, troleandomicina), antifúngicos (por exemplo, cetoconazol, voriconazol), mibefradil e nefazodona, deverá ser evitada. Caso não seja possível evitar a utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A, a dose de Brigatinib deve ser reduzida em 50% (isto é, 180 mg para 90 mg ou de 90 mg para 60 mg). Após descontinuação de um inibidor potente do CYP3A, Brigatinib deve ser retomado na dose tolerada antes do início da toma do inibidor potente do CYP3A. Os inibidores moderados do CYP3A (por exemplo, diltiazem e verapamil) podem aumentar AUC de brigatinib em aproximadamente 40%, com base nas simulações de um modelo farmacocinético de base fisiológica. Não é necessário qualquer ajuste da dose de Brigatinib quando em combinação com inibidores moderados do CYP3A. Os doentes devem ser monitorizados cuidadosamente quando o Brigatinib é coadministrado com inibidores moderados do CYP3A. A toranja ou o sumo de toranja podem também aumentar a concentração plasmática de brigatinib e deve ser evitada a sua ingestão. Agentes que podem diminuir as concentrações plasmáticas de brigatinib Os inibidores moderados do CYP3A podem diminuir a AUC de brigatinib em aproximadamente 50%, com base nas simulações de um modelo farmacocinético de base fisiológica. A utilização concomitante de indutores moderados do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a efavirenz, modafinil, bosentan, etravirina e nafcilina, deve ser evitada.

Brigatinib + Inibidores do CYP3A5

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem aumentar a concentração plasmática de brigatinib Inibidores do CYP3A Estudos in vitro demonstraram que brigatinib é um substrato do CYP3A4/5. Em indivíduos saudáveis, a administração concomitante de doses múltiplas de 200 mg duas vezes ao dia de itraconazol, um inibidor potente do CYP3A, com uma dose única de 90 mg de brigatinib aumentou a Cmáx em 21%, AUC0-INF em 101% (2 vezes) e a AUC0-120 em 82% (< 2 vezes) de brigatinib, em relação a uma dose de 90 mg de brigatinib administrada isoladamente. A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a determinados medicamentos antivirais (por exemplo, indinavir, nelfinavir, ritonavir, saquinavir), antibióticos macrólidos (por exemplo, claritromicina, telitromicina, troleandomicina), antifúngicos (por exemplo, cetoconazol, voriconazol), mibefradil e nefazodona, deverá ser evitada. Caso não seja possível evitar a utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A, a dose de Brigatinib deve ser reduzida em 50% (isto é, 180 mg para 90 mg ou de 90 mg para 60 mg). Após descontinuação de um inibidor potente do CYP3A, Brigatinib deve ser retomado na dose tolerada antes do início da toma do inibidor potente do CYP3A. Os inibidores moderados do CYP3A (por exemplo, diltiazem e verapamil) podem aumentar AUC de brigatinib em aproximadamente 40%, com base nas simulações de um modelo farmacocinético de base fisiológica. Não é necessário qualquer ajuste da dose de Brigatinib quando em combinação com inibidores moderados do CYP3A. Os doentes devem ser monitorizados cuidadosamente quando o Brigatinib é coadministrado com inibidores moderados do CYP3A. A toranja ou o sumo de toranja podem também aumentar a concentração plasmática de brigatinib e deve ser evitada a sua ingestão. Agentes que podem diminuir as concentrações plasmáticas de brigatinib Os inibidores moderados do CYP3A podem diminuir a AUC de brigatinib em aproximadamente 50%, com base nas simulações de um modelo farmacocinético de base fisiológica. A utilização concomitante de indutores moderados do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a efavirenz, modafinil, bosentan, etravirina e nafcilina, deve ser evitada.

Brigatinib + Indinavir

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem aumentar a concentração plasmática de brigatinib Inibidores do CYP3A Estudos in vitro demonstraram que brigatinib é um substrato do CYP3A4/5. Em indivíduos saudáveis, a administração concomitante de doses múltiplas de 200 mg duas vezes ao dia de itraconazol, um inibidor potente do CYP3A, com uma dose única de 90 mg de brigatinib aumentou a Cmáx em 21%, AUC0-INF em 101% (2 vezes) e a AUC0-120 em 82% (< 2 vezes) de brigatinib, em relação a uma dose de 90 mg de brigatinib administrada isoladamente. A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a determinados medicamentos antivirais (por exemplo, indinavir, nelfinavir, ritonavir, saquinavir), antibióticos macrólidos (por exemplo, claritromicina, telitromicina, troleandomicina), antifúngicos (por exemplo, cetoconazol, voriconazol), mibefradil e nefazodona, deverá ser evitada. Caso não seja possível evitar a utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A, a dose de Brigatinib deve ser reduzida em 50% (isto é, 180 mg para 90 mg ou de 90 mg para 60 mg). Após descontinuação de um inibidor potente do CYP3A, Brigatinib deve ser retomado na dose tolerada antes do início da toma do inibidor potente do CYP3A.

Brigatinib + Nelfinavir

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem aumentar a concentração plasmática de brigatinib Inibidores do CYP3A Estudos in vitro demonstraram que brigatinib é um substrato do CYP3A4/5. Em indivíduos saudáveis, a administração concomitante de doses múltiplas de 200 mg duas vezes ao dia de itraconazol, um inibidor potente do CYP3A, com uma dose única de 90 mg de brigatinib aumentou a Cmáx em 21%, AUC0-INF em 101% (2 vezes) e a AUC0-120 em 82% (< 2 vezes) de brigatinib, em relação a uma dose de 90 mg de brigatinib administrada isoladamente. A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a determinados medicamentos antivirais (por exemplo, indinavir, nelfinavir, ritonavir, saquinavir), antibióticos macrólidos (por exemplo, claritromicina, telitromicina, troleandomicina), antifúngicos (por exemplo, cetoconazol, voriconazol), mibefradil e nefazodona, deverá ser evitada. Caso não seja possível evitar a utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A, a dose de Brigatinib deve ser reduzida em 50% (isto é, 180 mg para 90 mg ou de 90 mg para 60 mg). Após descontinuação de um inibidor potente do CYP3A, Brigatinib deve ser retomado na dose tolerada antes do início da toma do inibidor potente do CYP3A.

Brigatinib + Ritonavir

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem aumentar a concentração plasmática de brigatinib Inibidores do CYP3A Estudos in vitro demonstraram que brigatinib é um substrato do CYP3A4/5. Em indivíduos saudáveis, a administração concomitante de doses múltiplas de 200 mg duas vezes ao dia de itraconazol, um inibidor potente do CYP3A, com uma dose única de 90 mg de brigatinib aumentou a Cmáx em 21%, AUC0-INF em 101% (2 vezes) e a AUC0-120 em 82% (< 2 vezes) de brigatinib, em relação a uma dose de 90 mg de brigatinib administrada isoladamente. A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a determinados medicamentos antivirais (por exemplo, indinavir, nelfinavir, ritonavir, saquinavir), antibióticos macrólidos (por exemplo, claritromicina, telitromicina, troleandomicina), antifúngicos (por exemplo, cetoconazol, voriconazol), mibefradil e nefazodona, deverá ser evitada. Caso não seja possível evitar a utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A, a dose de Brigatinib deve ser reduzida em 50% (isto é, 180 mg para 90 mg ou de 90 mg para 60 mg). Após descontinuação de um inibidor potente do CYP3A, Brigatinib deve ser retomado na dose tolerada antes do início da toma do inibidor potente do CYP3A.

Brigatinib + Saquinavir

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem aumentar a concentração plasmática de brigatinib Inibidores do CYP3A Estudos in vitro demonstraram que brigatinib é um substrato do CYP3A4/5. Em indivíduos saudáveis, a administração concomitante de doses múltiplas de 200 mg duas vezes ao dia de itraconazol, um inibidor potente do CYP3A, com uma dose única de 90 mg de brigatinib aumentou a Cmáx em 21%, AUC0-INF em 101% (2 vezes) e a AUC0-120 em 82% (< 2 vezes) de brigatinib, em relação a uma dose de 90 mg de brigatinib administrada isoladamente. A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a determinados medicamentos antivirais (por exemplo, indinavir, nelfinavir, ritonavir, saquinavir), antibióticos macrólidos (por exemplo, claritromicina, telitromicina, troleandomicina), antifúngicos (por exemplo, cetoconazol, voriconazol), mibefradil e nefazodona, deverá ser evitada. Caso não seja possível evitar a utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A, a dose de Brigatinib deve ser reduzida em 50% (isto é, 180 mg para 90 mg ou de 90 mg para 60 mg). Após descontinuação de um inibidor potente do CYP3A, Brigatinib deve ser retomado na dose tolerada antes do início da toma do inibidor potente do CYP3A.

Brigatinib + Macrólidos

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem aumentar a concentração plasmática de brigatinib Inibidores do CYP3A Estudos in vitro demonstraram que brigatinib é um substrato do CYP3A4/5. Em indivíduos saudáveis, a administração concomitante de doses múltiplas de 200 mg duas vezes ao dia de itraconazol, um inibidor potente do CYP3A, com uma dose única de 90 mg de brigatinib aumentou a Cmáx em 21%, AUC0-INF em 101% (2 vezes) e a AUC0-120 em 82% (< 2 vezes) de brigatinib, em relação a uma dose de 90 mg de brigatinib administrada isoladamente. A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a determinados medicamentos antivirais (por exemplo, indinavir, nelfinavir, ritonavir, saquinavir), antibióticos macrólidos (por exemplo, claritromicina, telitromicina, troleandomicina), antifúngicos (por exemplo, cetoconazol, voriconazol), mibefradil e nefazodona, deverá ser evitada. Caso não seja possível evitar a utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A, a dose de Brigatinib deve ser reduzida em 50% (isto é, 180 mg para 90 mg ou de 90 mg para 60 mg). Após descontinuação de um inibidor potente do CYP3A, Brigatinib deve ser retomado na dose tolerada antes do início da toma do inibidor potente do CYP3A.

Brigatinib + Claritromicina

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem aumentar a concentração plasmática de brigatinib Inibidores do CYP3A Estudos in vitro demonstraram que brigatinib é um substrato do CYP3A4/5. Em indivíduos saudáveis, a administração concomitante de doses múltiplas de 200 mg duas vezes ao dia de itraconazol, um inibidor potente do CYP3A, com uma dose única de 90 mg de brigatinib aumentou a Cmáx em 21%, AUC0-INF em 101% (2 vezes) e a AUC0-120 em 82% (< 2 vezes) de brigatinib, em relação a uma dose de 90 mg de brigatinib administrada isoladamente. A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a determinados medicamentos antivirais (por exemplo, indinavir, nelfinavir, ritonavir, saquinavir), antibióticos macrólidos (por exemplo, claritromicina, telitromicina, troleandomicina), antifúngicos (por exemplo, cetoconazol, voriconazol), mibefradil e nefazodona, deverá ser evitada. Caso não seja possível evitar a utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A, a dose de Brigatinib deve ser reduzida em 50% (isto é, 180 mg para 90 mg ou de 90 mg para 60 mg). Após descontinuação de um inibidor potente do CYP3A, Brigatinib deve ser retomado na dose tolerada antes do início da toma do inibidor potente do CYP3A.

Brigatinib + Telitromicina

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem aumentar a concentração plasmática de brigatinib Inibidores do CYP3A Estudos in vitro demonstraram que brigatinib é um substrato do CYP3A4/5. Em indivíduos saudáveis, a administração concomitante de doses múltiplas de 200 mg duas vezes ao dia de itraconazol, um inibidor potente do CYP3A, com uma dose única de 90 mg de brigatinib aumentou a Cmáx em 21%, AUC0-INF em 101% (2 vezes) e a AUC0-120 em 82% (< 2 vezes) de brigatinib, em relação a uma dose de 90 mg de brigatinib administrada isoladamente. A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a determinados medicamentos antivirais (por exemplo, indinavir, nelfinavir, ritonavir, saquinavir), antibióticos macrólidos (por exemplo, claritromicina, telitromicina, troleandomicina), antifúngicos (por exemplo, cetoconazol, voriconazol), mibefradil e nefazodona, deverá ser evitada. Caso não seja possível evitar a utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A, a dose de Brigatinib deve ser reduzida em 50% (isto é, 180 mg para 90 mg ou de 90 mg para 60 mg). Após descontinuação de um inibidor potente do CYP3A, Brigatinib deve ser retomado na dose tolerada antes do início da toma do inibidor potente do CYP3A.

Brigatinib + Troleandomicina

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem aumentar a concentração plasmática de brigatinib Inibidores do CYP3A Estudos in vitro demonstraram que brigatinib é um substrato do CYP3A4/5. Em indivíduos saudáveis, a administração concomitante de doses múltiplas de 200 mg duas vezes ao dia de itraconazol, um inibidor potente do CYP3A, com uma dose única de 90 mg de brigatinib aumentou a Cmáx em 21%, AUC0-INF em 101% (2 vezes) e a AUC0-120 em 82% (< 2 vezes) de brigatinib, em relação a uma dose de 90 mg de brigatinib administrada isoladamente. A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a determinados medicamentos antivirais (por exemplo, indinavir, nelfinavir, ritonavir, saquinavir), antibióticos macrólidos (por exemplo, claritromicina, telitromicina, troleandomicina), antifúngicos (por exemplo, cetoconazol, voriconazol), mibefradil e nefazodona, deverá ser evitada. Caso não seja possível evitar a utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A, a dose de Brigatinib deve ser reduzida em 50% (isto é, 180 mg para 90 mg ou de 90 mg para 60 mg). Após descontinuação de um inibidor potente do CYP3A, Brigatinib deve ser retomado na dose tolerada antes do início da toma do inibidor potente do CYP3A.

Brigatinib + Antifúngicos

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem aumentar a concentração plasmática de brigatinib Inibidores do CYP3A Estudos in vitro demonstraram que brigatinib é um substrato do CYP3A4/5. Em indivíduos saudáveis, a administração concomitante de doses múltiplas de 200 mg duas vezes ao dia de itraconazol, um inibidor potente do CYP3A, com uma dose única de 90 mg de brigatinib aumentou a Cmáx em 21%, AUC0-INF em 101% (2 vezes) e a AUC0-120 em 82% (< 2 vezes) de brigatinib, em relação a uma dose de 90 mg de brigatinib administrada isoladamente. A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a determinados medicamentos antivirais (por exemplo, indinavir, nelfinavir, ritonavir, saquinavir), antibióticos macrólidos (por exemplo, claritromicina, telitromicina, troleandomicina), antifúngicos (por exemplo, cetoconazol, voriconazol), mibefradil e nefazodona, deverá ser evitada. Caso não seja possível evitar a utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A, a dose de Brigatinib deve ser reduzida em 50% (isto é, 180 mg para 90 mg ou de 90 mg para 60 mg). Após descontinuação de um inibidor potente do CYP3A, Brigatinib deve ser retomado na dose tolerada antes do início da toma do inibidor potente do CYP3A.

Brigatinib + Cetoconazol

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem aumentar a concentração plasmática de brigatinib Inibidores do CYP3A Estudos in vitro demonstraram que brigatinib é um substrato do CYP3A4/5. Em indivíduos saudáveis, a administração concomitante de doses múltiplas de 200 mg duas vezes ao dia de itraconazol, um inibidor potente do CYP3A, com uma dose única de 90 mg de brigatinib aumentou a Cmáx em 21%, AUC0-INF em 101% (2 vezes) e a AUC0-120 em 82% (< 2 vezes) de brigatinib, em relação a uma dose de 90 mg de brigatinib administrada isoladamente. A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a determinados medicamentos antivirais (por exemplo, indinavir, nelfinavir, ritonavir, saquinavir), antibióticos macrólidos (por exemplo, claritromicina, telitromicina, troleandomicina), antifúngicos (por exemplo, cetoconazol, voriconazol), mibefradil e nefazodona, deverá ser evitada. Caso não seja possível evitar a utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A, a dose de Brigatinib deve ser reduzida em 50% (isto é, 180 mg para 90 mg ou de 90 mg para 60 mg). Após descontinuação de um inibidor potente do CYP3A, Brigatinib deve ser retomado na dose tolerada antes do início da toma do inibidor potente do CYP3A.

Brigatinib + Voriconazol

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem aumentar a concentração plasmática de brigatinib Inibidores do CYP3A Estudos in vitro demonstraram que brigatinib é um substrato do CYP3A4/5. Em indivíduos saudáveis, a administração concomitante de doses múltiplas de 200 mg duas vezes ao dia de itraconazol, um inibidor potente do CYP3A, com uma dose única de 90 mg de brigatinib aumentou a Cmáx em 21%, AUC0-INF em 101% (2 vezes) e a AUC0-120 em 82% (< 2 vezes) de brigatinib, em relação a uma dose de 90 mg de brigatinib administrada isoladamente. A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a determinados medicamentos antivirais (por exemplo, indinavir, nelfinavir, ritonavir, saquinavir), antibióticos macrólidos (por exemplo, claritromicina, telitromicina, troleandomicina), antifúngicos (por exemplo, cetoconazol, voriconazol), mibefradil e nefazodona, deverá ser evitada. Caso não seja possível evitar a utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A, a dose de Brigatinib deve ser reduzida em 50% (isto é, 180 mg para 90 mg ou de 90 mg para 60 mg). Após descontinuação de um inibidor potente do CYP3A, Brigatinib deve ser retomado na dose tolerada antes do início da toma do inibidor potente do CYP3A.

Brigatinib + Mibefradil

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem aumentar a concentração plasmática de brigatinib Inibidores do CYP3A Estudos in vitro demonstraram que brigatinib é um substrato do CYP3A4/5. Em indivíduos saudáveis, a administração concomitante de doses múltiplas de 200 mg duas vezes ao dia de itraconazol, um inibidor potente do CYP3A, com uma dose única de 90 mg de brigatinib aumentou a Cmáx em 21%, AUC0-INF em 101% (2 vezes) e a AUC0-120 em 82% (< 2 vezes) de brigatinib, em relação a uma dose de 90 mg de brigatinib administrada isoladamente. A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a determinados medicamentos antivirais (por exemplo, indinavir, nelfinavir, ritonavir, saquinavir), antibióticos macrólidos (por exemplo, claritromicina, telitromicina, troleandomicina), antifúngicos (por exemplo, cetoconazol, voriconazol), mibefradil e nefazodona, deverá ser evitada. Caso não seja possível evitar a utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A, a dose de Brigatinib deve ser reduzida em 50% (isto é, 180 mg para 90 mg ou de 90 mg para 60 mg). Após descontinuação de um inibidor potente do CYP3A, Brigatinib deve ser retomado na dose tolerada antes do início da toma do inibidor potente do CYP3A.

Brigatinib + Nefazodona

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem aumentar a concentração plasmática de brigatinib Inibidores do CYP3A Estudos in vitro demonstraram que brigatinib é um substrato do CYP3A4/5. Em indivíduos saudáveis, a administração concomitante de doses múltiplas de 200 mg duas vezes ao dia de itraconazol, um inibidor potente do CYP3A, com uma dose única de 90 mg de brigatinib aumentou a Cmáx em 21%, AUC0-INF em 101% (2 vezes) e a AUC0-120 em 82% (< 2 vezes) de brigatinib, em relação a uma dose de 90 mg de brigatinib administrada isoladamente. A utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a determinados medicamentos antivirais (por exemplo, indinavir, nelfinavir, ritonavir, saquinavir), antibióticos macrólidos (por exemplo, claritromicina, telitromicina, troleandomicina), antifúngicos (por exemplo, cetoconazol, voriconazol), mibefradil e nefazodona, deverá ser evitada. Caso não seja possível evitar a utilização concomitante de inibidores potentes do CYP3A, a dose de Brigatinib deve ser reduzida em 50% (isto é, 180 mg para 90 mg ou de 90 mg para 60 mg). Após descontinuação de um inibidor potente do CYP3A, Brigatinib deve ser retomado na dose tolerada antes do início da toma do inibidor potente do CYP3A.

Brigatinib + Diltiazem

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem aumentar a concentração plasmática de brigatinib Inibidores do CYP3A Estudos in vitro demonstraram que brigatinib é um substrato do CYP3A4/5. Os inibidores moderados do CYP3A (por exemplo, diltiazem e verapamil) podem aumentar AUC de brigatinib em aproximadamente 40%, com base nas simulações de um modelo farmacocinético de base fisiológica. Não é necessário qualquer ajuste da dose de Brigatinib quando em combinação com inibidores moderados do CYP3A. Os doentes devem ser monitorizados cuidadosamente quando o Brigatinib é coadministrado com inibidores moderados do CYP3A.

Brigatinib + Verapamilo

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem aumentar a concentração plasmática de brigatinib Inibidores do CYP3A Estudos in vitro demonstraram que brigatinib é um substrato do CYP3A4/5. Os inibidores moderados do CYP3A (por exemplo, diltiazem e verapamil) podem aumentar AUC de brigatinib em aproximadamente 40%, com base nas simulações de um modelo farmacocinético de base fisiológica. Não é necessário qualquer ajuste da dose de Brigatinib quando em combinação com inibidores moderados do CYP3A. Os doentes devem ser monitorizados cuidadosamente quando o Brigatinib é coadministrado com inibidores moderados do CYP3A.

Brigatinib + Toranja

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem aumentar a concentração plasmática de brigatinib Inibidores do CYP3A Estudos in vitro demonstraram que brigatinib é um substrato do CYP3A4/5. A toranja ou o sumo de toranja podem também aumentar a concentração plasmática de brigatinib e deve ser evitada a sua ingestão.

Brigatinib + Sumo de toranja

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem aumentar a concentração plasmática de brigatinib Inibidores do CYP3A Estudos in vitro demonstraram que brigatinib é um substrato do CYP3A4/5. A toranja ou o sumo de toranja podem também aumentar a concentração plasmática de brigatinib e deve ser evitada a sua ingestão.

Brigatinib + Inibidores do CYP2C8

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem aumentar a concentração plasmática de brigatinib Inibidores do CYP2C8 Estudos in vitro demonstraram que brigatinib é um substrato do CYP2C8. Em indivíduos saudáveis, a coadministração de doses múltiplas de 600 mg duas vezes ao dia de genfibrozil, um inibidor potente do CYP2C8, com uma dose única de 90 mg de brigatinib aumentou a Cmáx em 41%, AUC0-INF em 12% e a AUC0-120 em 15% de brigatinib, em relação a uma dose de 90 mg de brigatinib administrada isoladamente. O efeito de genfibrozil na farmacocinética de brigatinib não é clinicamente relevante e o mecanismo subjacente para a menor exposição de brigatinib não é conhecido. Não é necessário ajuste da dose durante a coadministração com inibidores potentes do CYP2C8.

Brigatinib + Gemfibrozil

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem aumentar a concentração plasmática de brigatinib Inibidores do CYP2C8 Estudos in vitro demonstraram que brigatinib é um substrato do CYP2C8. Em indivíduos saudáveis, a coadministração de doses múltiplas de 600 mg duas vezes ao dia de genfibrozil, um inibidor potente do CYP2C8, com uma dose única de 90 mg de brigatinib aumentou a Cmáx em 41%, AUC0-INF em 12% e a AUC0-120 em 15% de brigatinib, em relação a uma dose de 90 mg de brigatinib administrada isoladamente. O efeito de genfibrozil na farmacocinética de brigatinib não é clinicamente relevante e o mecanismo subjacente para a menor exposição de brigatinib não é conhecido. Não é necessário ajuste da dose durante a coadministração com inibidores potentes do CYP2C8.

Brigatinib + Inibidores do BCRP (proteína de resistência do cancro da mama)

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem aumentar a concentração plasmática de brigatinib Inibidores de P-gp e BCRP Brigatinib é um substrato da glicoproteína P (P-gp) e da proteína de resistência do cancro da mama (BCRP) in vitro. Dado que brigatinib demonstra elevada solubilidade e elevada permeabilidade, não é esperado que a inibição da P-gp e da BCRP resulte em alterações clinicamente relevantes na exposição sistémica de brigatinib. Não é necessário qualquer ajuste de dose de Brigatinib durante a coadministração de inibidores da P-gp e BCRP.

Brigatinib + Inibidores da glicoproteína-P (Gp-P)

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem aumentar a concentração plasmática de brigatinib Inibidores de P-gp e BCRP Brigatinib é um substrato da glicoproteína P (P-gp) e da proteína de resistência do cancro da mama (BCRP) in vitro. Dado que brigatinib demonstra elevada solubilidade e elevada permeabilidade, não é esperado que a inibição da P-gp e da BCRP resulte em alterações clinicamente relevantes na exposição sistémica de brigatinib. Não é necessário qualquer ajuste de dose de Brigatinib durante a coadministração de inibidores da P-gp e BCRP.

Brigatinib + Indutores do CYP3A4

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem diminuir as concentrações plasmáticas de brigatinib Indutores do CYP3A Em indivíduos saudáveis, a coadministração de múltiplas doses de 600 mg diárias de rifampicina, um inibidor potente do CYP3A, com uma dose única de 180 mg de brigatinib diminuiu a Cmáx em 60%, AUC0-INF em 80% (5 vezes) e a AUC0-120 em 80% (5 vezes) de brigatinib, relativamente a uma dose de 180 mg de brigatinib administrada isoladamente. A utilização concomitante de indutores potentes do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a rifampicina, carbamazepina, fenitoína, rifabutina, fenobarbital e Erva de São João, deve ser evitada.

Brigatinib + Indutores do CYP3A5

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem diminuir as concentrações plasmáticas de brigatinib Indutores do CYP3A Em indivíduos saudáveis, a coadministração de múltiplas doses de 600 mg diárias de rifampicina, um inibidor potente do CYP3A, com uma dose única de 180 mg de brigatinib diminuiu a Cmáx em 60%, AUC0-INF em 80% (5 vezes) e a AUC0-120 em 80% (5 vezes) de brigatinib, relativamente a uma dose de 180 mg de brigatinib administrada isoladamente. A utilização concomitante de indutores potentes do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a rifampicina, carbamazepina, fenitoína, rifabutina, fenobarbital e Erva de São João, deve ser evitada.

Brigatinib + Rifampicina

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem diminuir as concentrações plasmáticas de brigatinib Indutores do CYP3A Em indivíduos saudáveis, a coadministração de múltiplas doses de 600 mg diárias de rifampicina, um inibidor potente do CYP3A, com uma dose única de 180 mg de brigatinib diminuiu a Cmáx em 60%, AUC0-INF em 80% (5 vezes) e a AUC0-120 em 80% (5 vezes) de brigatinib, relativamente a uma dose de 180 mg de brigatinib administrada isoladamente. A utilização concomitante de indutores potentes do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a rifampicina, carbamazepina, fenitoína, rifabutina, fenobarbital e Erva de São João, deve ser evitada.

Brigatinib + Carbamazepina

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem diminuir as concentrações plasmáticas de brigatinib Indutores do CYP3A Em indivíduos saudáveis, a coadministração de múltiplas doses de 600 mg diárias de rifampicina, um inibidor potente do CYP3A, com uma dose única de 180 mg de brigatinib diminuiu a Cmáx em 60%, AUC0-INF em 80% (5 vezes) e a AUC0-120 em 80% (5 vezes) de brigatinib, relativamente a uma dose de 180 mg de brigatinib administrada isoladamente. A utilização concomitante de indutores potentes do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a rifampicina, carbamazepina, fenitoína, rifabutina, fenobarbital e Erva de São João, deve ser evitada.

Brigatinib + Fenitoína

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem diminuir as concentrações plasmáticas de brigatinib Indutores do CYP3A Em indivíduos saudáveis, a coadministração de múltiplas doses de 600 mg diárias de rifampicina, um inibidor potente do CYP3A, com uma dose única de 180 mg de brigatinib diminuiu a Cmáx em 60%, AUC0-INF em 80% (5 vezes) e a AUC0-120 em 80% (5 vezes) de brigatinib, relativamente a uma dose de 180 mg de brigatinib administrada isoladamente. A utilização concomitante de indutores potentes do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a rifampicina, carbamazepina, fenitoína, rifabutina, fenobarbital e Erva de São João, deve ser evitada.

Brigatinib + Rifabutina

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem diminuir as concentrações plasmáticas de brigatinib Indutores do CYP3A Em indivíduos saudáveis, a coadministração de múltiplas doses de 600 mg diárias de rifampicina, um inibidor potente do CYP3A, com uma dose única de 180 mg de brigatinib diminuiu a Cmáx em 60%, AUC0-INF em 80% (5 vezes) e a AUC0-120 em 80% (5 vezes) de brigatinib, relativamente a uma dose de 180 mg de brigatinib administrada isoladamente. A utilização concomitante de indutores potentes do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a rifampicina, carbamazepina, fenitoína, rifabutina, fenobarbital e Erva de São João, deve ser evitada.

Brigatinib + Fenobarbital

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem diminuir as concentrações plasmáticas de brigatinib Indutores do CYP3A Em indivíduos saudáveis, a coadministração de múltiplas doses de 600 mg diárias de rifampicina, um inibidor potente do CYP3A, com uma dose única de 180 mg de brigatinib diminuiu a Cmáx em 60%, AUC0-INF em 80% (5 vezes) e a AUC0-120 em 80% (5 vezes) de brigatinib, relativamente a uma dose de 180 mg de brigatinib administrada isoladamente. A utilização concomitante de indutores potentes do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a rifampicina, carbamazepina, fenitoína, rifabutina, fenobarbital e Erva de São João, deve ser evitada.

Brigatinib + Hipericão (Erva de S. João)

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem diminuir as concentrações plasmáticas de brigatinib Indutores do CYP3A Em indivíduos saudáveis, a coadministração de múltiplas doses de 600 mg diárias de rifampicina, um inibidor potente do CYP3A, com uma dose única de 180 mg de brigatinib diminuiu a Cmáx em 60%, AUC0-INF em 80% (5 vezes) e a AUC0-120 em 80% (5 vezes) de brigatinib, relativamente a uma dose de 180 mg de brigatinib administrada isoladamente. A utilização concomitante de indutores potentes do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a rifampicina, carbamazepina, fenitoína, rifabutina, fenobarbital e Erva de São João, deve ser evitada.

Brigatinib + Efavirenz

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem diminuir as concentrações plasmáticas de brigatinib Os inibidores moderados do CYP3A podem diminuir a AUC de brigatinib em aproximadamente 50%, com base nas simulações de um modelo farmacocinético de base fisiológica. A utilização concomitante de indutores moderados do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a efavirenz, modafinil, bosentan, etravirina e nafcilina, deve ser evitada.

Brigatinib + Modafinil

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem diminuir as concentrações plasmáticas de brigatinib Os inibidores moderados do CYP3A podem diminuir a AUC de brigatinib em aproximadamente 50%, com base nas simulações de um modelo farmacocinético de base fisiológica. A utilização concomitante de indutores moderados do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a efavirenz, modafinil, bosentan, etravirina e nafcilina, deve ser evitada.

Brigatinib + Bosentano

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem diminuir as concentrações plasmáticas de brigatinib Os inibidores moderados do CYP3A podem diminuir a AUC de brigatinib em aproximadamente 50%, com base nas simulações de um modelo farmacocinético de base fisiológica. A utilização concomitante de indutores moderados do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a efavirenz, modafinil, bosentan, etravirina e nafcilina, deve ser evitada.

Brigatinib + Etravirina

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem diminuir as concentrações plasmáticas de brigatinib Os inibidores moderados do CYP3A podem diminuir a AUC de brigatinib em aproximadamente 50%, com base nas simulações de um modelo farmacocinético de base fisiológica. A utilização concomitante de indutores moderados do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a efavirenz, modafinil, bosentan, etravirina e nafcilina, deve ser evitada.

Brigatinib + Nafcilina sódica

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem diminuir as concentrações plasmáticas de brigatinib Os inibidores moderados do CYP3A podem diminuir a AUC de brigatinib em aproximadamente 50%, com base nas simulações de um modelo farmacocinético de base fisiológica. A utilização concomitante de indutores moderados do CYP3A com Brigatinib, incluindo mas não limitado a efavirenz, modafinil, bosentan, etravirina e nafcilina, deve ser evitada.

Brigatinib + Substratos do CYP3A4

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas pelo brigatinib Substratos do CYP3A Estudos in vitro em hepatócitos demonstraram que brigatinib é um indutor do CYP3A4. Não foram realizados estudos clínicos de interação medicamentosa com substratos sensíveis do CYP3A. Brigatinib pode reduzir os níveis plasmáticos de medicamentos coadministrados que sejam predominantemente metabolizados pelo CYP3A. Portanto, a coadministração de Brigatinib com substratos do CYP3A com um índice terapêutico estreito (por exemplo, alfentanilo, fentanilo, quinidina, ciclosporina, sirolímus, tacrolímus) deve ser evitada uma vez que a sua eficácia pode ser reduzida. Brigatinib pode também induzir outras enzimas e transportadores (por exemplo, CYP2C, P-gp) através dos mesmos mecanismos responsáveis pela indução do CYP3A (por exemplo, ativação do recetor pregnano X).

Brigatinib + Substratos do CYP3A5

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas pelo brigatinib Substratos do CYP3A Estudos in vitro em hepatócitos demonstraram que brigatinib é um indutor do CYP3A4. Não foram realizados estudos clínicos de interação medicamentosa com substratos sensíveis do CYP3A. Brigatinib pode reduzir os níveis plasmáticos de medicamentos coadministrados que sejam predominantemente metabolizados pelo CYP3A. Portanto, a coadministração de Brigatinib com substratos do CYP3A com um índice terapêutico estreito (por exemplo, alfentanilo, fentanilo, quinidina, ciclosporina, sirolímus, tacrolímus) deve ser evitada uma vez que a sua eficácia pode ser reduzida. Brigatinib pode também induzir outras enzimas e transportadores (por exemplo, CYP2C, P-gp) através dos mesmos mecanismos responsáveis pela indução do CYP3A (por exemplo, ativação do recetor pregnano X).

Brigatinib + Alfentanilo

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas pelo brigatinib Substratos do CYP3A Estudos in vitro em hepatócitos demonstraram que brigatinib é um indutor do CYP3A4. Não foram realizados estudos clínicos de interação medicamentosa com substratos sensíveis do CYP3A. Brigatinib pode reduzir os níveis plasmáticos de medicamentos coadministrados que sejam predominantemente metabolizados pelo CYP3A. Portanto, a coadministração de Brigatinib com substratos do CYP3A com um índice terapêutico estreito (por exemplo, alfentanilo, fentanilo, quinidina, ciclosporina, sirolímus, tacrolímus) deve ser evitada uma vez que a sua eficácia pode ser reduzida. Brigatinib pode também induzir outras enzimas e transportadores (por exemplo, CYP2C, P-gp) através dos mesmos mecanismos responsáveis pela indução do CYP3A (por exemplo, ativação do recetor pregnano X).

Brigatinib + Fentanilo

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas pelo brigatinib Substratos do CYP3A Estudos in vitro em hepatócitos demonstraram que brigatinib é um indutor do CYP3A4. Não foram realizados estudos clínicos de interação medicamentosa com substratos sensíveis do CYP3A. Brigatinib pode reduzir os níveis plasmáticos de medicamentos coadministrados que sejam predominantemente metabolizados pelo CYP3A. Portanto, a coadministração de Brigatinib com substratos do CYP3A com um índice terapêutico estreito (por exemplo, alfentanilo, fentanilo, quinidina, ciclosporina, sirolímus, tacrolímus) deve ser evitada uma vez que a sua eficácia pode ser reduzida. Brigatinib pode também induzir outras enzimas e transportadores (por exemplo, CYP2C, P-gp) através dos mesmos mecanismos responsáveis pela indução do CYP3A (por exemplo, ativação do recetor pregnano X).

Brigatinib + Quinidina

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas pelo brigatinib Substratos do CYP3A Estudos in vitro em hepatócitos demonstraram que brigatinib é um indutor do CYP3A4. Não foram realizados estudos clínicos de interação medicamentosa com substratos sensíveis do CYP3A. Brigatinib pode reduzir os níveis plasmáticos de medicamentos coadministrados que sejam predominantemente metabolizados pelo CYP3A. Portanto, a coadministração de Brigatinib com substratos do CYP3A com um índice terapêutico estreito (por exemplo, alfentanilo, fentanilo, quinidina, ciclosporina, sirolímus, tacrolímus) deve ser evitada uma vez que a sua eficácia pode ser reduzida. Brigatinib pode também induzir outras enzimas e transportadores (por exemplo, CYP2C, P-gp) através dos mesmos mecanismos responsáveis pela indução do CYP3A (por exemplo, ativação do recetor pregnano X).

Brigatinib + Ciclosporina

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas pelo brigatinib Substratos do CYP3A Estudos in vitro em hepatócitos demonstraram que brigatinib é um indutor do CYP3A4. Não foram realizados estudos clínicos de interação medicamentosa com substratos sensíveis do CYP3A. Brigatinib pode reduzir os níveis plasmáticos de medicamentos coadministrados que sejam predominantemente metabolizados pelo CYP3A. Portanto, a coadministração de Brigatinib com substratos do CYP3A com um índice terapêutico estreito (por exemplo, alfentanilo, fentanilo, quinidina, ciclosporina, sirolímus, tacrolímus) deve ser evitada uma vez que a sua eficácia pode ser reduzida. Brigatinib pode também induzir outras enzimas e transportadores (por exemplo, CYP2C, P-gp) através dos mesmos mecanismos responsáveis pela indução do CYP3A (por exemplo, ativação do recetor pregnano X).

Brigatinib + Sirolímus

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas pelo brigatinib Substratos do CYP3A Estudos in vitro em hepatócitos demonstraram que brigatinib é um indutor do CYP3A4. Não foram realizados estudos clínicos de interação medicamentosa com substratos sensíveis do CYP3A. Brigatinib pode reduzir os níveis plasmáticos de medicamentos coadministrados que sejam predominantemente metabolizados pelo CYP3A. Portanto, a coadministração de Brigatinib com substratos do CYP3A com um índice terapêutico estreito (por exemplo, alfentanilo, fentanilo, quinidina, ciclosporina, sirolímus, tacrolímus) deve ser evitada uma vez que a sua eficácia pode ser reduzida. Brigatinib pode também induzir outras enzimas e transportadores (por exemplo, CYP2C, P-gp) através dos mesmos mecanismos responsáveis pela indução do CYP3A (por exemplo, ativação do recetor pregnano X).

Brigatinib + Tacrolímus

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas pelo brigatinib Substratos do CYP3A Estudos in vitro em hepatócitos demonstraram que brigatinib é um indutor do CYP3A4. Não foram realizados estudos clínicos de interação medicamentosa com substratos sensíveis do CYP3A. Brigatinib pode reduzir os níveis plasmáticos de medicamentos coadministrados que sejam predominantemente metabolizados pelo CYP3A. Portanto, a coadministração de Brigatinib com substratos do CYP3A com um índice terapêutico estreito (por exemplo, alfentanilo, fentanilo, quinidina, ciclosporina, sirolímus, tacrolímus) deve ser evitada uma vez que a sua eficácia pode ser reduzida. Brigatinib pode também induzir outras enzimas e transportadores (por exemplo, CYP2C, P-gp) através dos mesmos mecanismos responsáveis pela indução do CYP3A (por exemplo, ativação do recetor pregnano X).

Brigatinib + Transportadores

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas pelo brigatinib Substratos de transportadores A coadministração de brigatinib com substratos da P-gp (por exemplo, digoxina, dabigatrano, colchicina, pravastatina), da BCRP (por exemplo, metotrexato, rosuvastatina, sulfasalazina), do transportador catiónico orgânico 1 (OCT1), da proteína de extrusão 1 de múltiplos fármacos e toxinas (MATE1) e 2K (MATE2K), pode aumentar as suas concentrações plasmáticas. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quando Brigatinib é coadministrado com substratos destes transportadores com um índice terapêutico estreito (por exemplo, digoxina, dabigatrano, metotrexato).

Brigatinib + Substratos da glicoproteína-P (Gp-P)

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas pelo brigatinib Substratos de transportadores A coadministração de brigatinib com substratos da P-gp (por exemplo, digoxina, dabigatrano, colchicina, pravastatina), da BCRP (por exemplo, metotrexato, rosuvastatina, sulfasalazina), do transportador catiónico orgânico 1 (OCT1), da proteína de extrusão 1 de múltiplos fármacos e toxinas (MATE1) e 2K (MATE2K), pode aumentar as suas concentrações plasmáticas. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quando Brigatinib é coadministrado com substratos destes transportadores com um índice terapêutico estreito (por exemplo, digoxina, dabigatrano, metotrexato).

Brigatinib + Digoxina

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas pelo brigatinib Substratos de transportadores A coadministração de brigatinib com substratos da P-gp (por exemplo, digoxina, dabigatrano, colchicina, pravastatina), da BCRP (por exemplo, metotrexato, rosuvastatina, sulfasalazina), do transportador catiónico orgânico 1 (OCT1), da proteína de extrusão 1 de múltiplos fármacos e toxinas (MATE1) e 2K (MATE2K), pode aumentar as suas concentrações plasmáticas. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quando Brigatinib é coadministrado com substratos destes transportadores com um índice terapêutico estreito (por exemplo, digoxina, dabigatrano, metotrexato).

Brigatinib + Dabigatrano etexilato

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas pelo brigatinib Substratos de transportadores A coadministração de brigatinib com substratos da P-gp (por exemplo, digoxina, dabigatrano, colchicina, pravastatina), da BCRP (por exemplo, metotrexato, rosuvastatina, sulfasalazina), do transportador catiónico orgânico 1 (OCT1), da proteína de extrusão 1 de múltiplos fármacos e toxinas (MATE1) e 2K (MATE2K), pode aumentar as suas concentrações plasmáticas. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quando Brigatinib é coadministrado com substratos destes transportadores com um índice terapêutico estreito (por exemplo, digoxina, dabigatrano, metotrexato).

Brigatinib + Colquicina (colchicina)

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas pelo brigatinib Substratos de transportadores A coadministração de brigatinib com substratos da P-gp (por exemplo, digoxina, dabigatrano, colchicina, pravastatina), da BCRP (por exemplo, metotrexato, rosuvastatina, sulfasalazina), do transportador catiónico orgânico 1 (OCT1), da proteína de extrusão 1 de múltiplos fármacos e toxinas (MATE1) e 2K (MATE2K), pode aumentar as suas concentrações plasmáticas. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quando Brigatinib é coadministrado com substratos destes transportadores com um índice terapêutico estreito (por exemplo, digoxina, dabigatrano, metotrexato).

Brigatinib + Pravastatina

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas pelo brigatinib Substratos de transportadores A coadministração de brigatinib com substratos da P-gp (por exemplo, digoxina, dabigatrano, colchicina, pravastatina), da BCRP (por exemplo, metotrexato, rosuvastatina, sulfasalazina), do transportador catiónico orgânico 1 (OCT1), da proteína de extrusão 1 de múltiplos fármacos e toxinas (MATE1) e 2K (MATE2K), pode aumentar as suas concentrações plasmáticas. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quando Brigatinib é coadministrado com substratos destes transportadores com um índice terapêutico estreito (por exemplo, digoxina, dabigatrano, metotrexato).

Brigatinib + Substratos do BCRP (proteína de resistência do cancro da mama)

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas pelo brigatinib Substratos de transportadores A coadministração de brigatinib com substratos da P-gp (por exemplo, digoxina, dabigatrano, colchicina, pravastatina), da BCRP (por exemplo, metotrexato, rosuvastatina, sulfasalazina), do transportador catiónico orgânico 1 (OCT1), da proteína de extrusão 1 de múltiplos fármacos e toxinas (MATE1) e 2K (MATE2K), pode aumentar as suas concentrações plasmáticas. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quando Brigatinib é coadministrado com substratos destes transportadores com um índice terapêutico estreito (por exemplo, digoxina, dabigatrano, metotrexato).

Brigatinib + Metotrexato

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas pelo brigatinib Substratos de transportadores A coadministração de brigatinib com substratos da P-gp (por exemplo, digoxina, dabigatrano, colchicina, pravastatina), da BCRP (por exemplo, metotrexato, rosuvastatina, sulfasalazina), do transportador catiónico orgânico 1 (OCT1), da proteína de extrusão 1 de múltiplos fármacos e toxinas (MATE1) e 2K (MATE2K), pode aumentar as suas concentrações plasmáticas. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quando Brigatinib é coadministrado com substratos destes transportadores com um índice terapêutico estreito (por exemplo, digoxina, dabigatrano, metotrexato).

Brigatinib + Rosuvastatina

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas pelo brigatinib Substratos de transportadores A coadministração de brigatinib com substratos da P-gp (por exemplo, digoxina, dabigatrano, colchicina, pravastatina), da BCRP (por exemplo, metotrexato, rosuvastatina, sulfasalazina), do transportador catiónico orgânico 1 (OCT1), da proteína de extrusão 1 de múltiplos fármacos e toxinas (MATE1) e 2K (MATE2K), pode aumentar as suas concentrações plasmáticas. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quando Brigatinib é coadministrado com substratos destes transportadores com um índice terapêutico estreito (por exemplo, digoxina, dabigatrano, metotrexato).

Brigatinib + Sulfassalazina

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas pelo brigatinib Substratos de transportadores A coadministração de brigatinib com substratos da P-gp (por exemplo, digoxina, dabigatrano, colchicina, pravastatina), da BCRP (por exemplo, metotrexato, rosuvastatina, sulfasalazina), do transportador catiónico orgânico 1 (OCT1), da proteína de extrusão 1 de múltiplos fármacos e toxinas (MATE1) e 2K (MATE2K), pode aumentar as suas concentrações plasmáticas. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quando Brigatinib é coadministrado com substratos destes transportadores com um índice terapêutico estreito (por exemplo, digoxina, dabigatrano, metotrexato).

Brigatinib + Substratos do OCT1

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas pelo brigatinib Substratos de transportadores A coadministração de brigatinib com substratos da P-gp (por exemplo, digoxina, dabigatrano, colchicina, pravastatina), da BCRP (por exemplo, metotrexato, rosuvastatina, sulfasalazina), do transportador catiónico orgânico 1 (OCT1), da proteína de extrusão 1 de múltiplos fármacos e toxinas (MATE1) e 2K (MATE2K), pode aumentar as suas concentrações plasmáticas. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quando Brigatinib é coadministrado com substratos destes transportadores com um índice terapêutico estreito (por exemplo, digoxina, dabigatrano, metotrexato).

Brigatinib + Substratos do MATE

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem ter as concentrações plasmáticas alteradas pelo brigatinib Substratos de transportadores A coadministração de brigatinib com substratos da P-gp (por exemplo, digoxina, dabigatrano, colchicina, pravastatina), da BCRP (por exemplo, metotrexato, rosuvastatina, sulfasalazina), do transportador catiónico orgânico 1 (OCT1), da proteína de extrusão 1 de múltiplos fármacos e toxinas (MATE1) e 2K (MATE2K), pode aumentar as suas concentrações plasmáticas. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados quando Brigatinib é coadministrado com substratos destes transportadores com um índice terapêutico estreito (por exemplo, digoxina, dabigatrano, metotrexato).

Toranja + Brigatinib

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem aumentar a concentração plasmática de brigatinib Inibidores do CYP3A Estudos in vitro demonstraram que brigatinib é um substrato do CYP3A4/5. A toranja ou o sumo de toranja podem também aumentar a concentração plasmática de brigatinib e deve ser evitada a sua ingestão.

Sumo de toranja + Brigatinib

Observações: n.d.
Interações: Agentes que podem aumentar a concentração plasmática de brigatinib Inibidores do CYP3A Estudos in vitro demonstraram que brigatinib é um substrato do CYP3A4/5. A toranja ou o sumo de toranja podem também aumentar a concentração plasmática de brigatinib e deve ser evitada a sua ingestão.
Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.

Brigatinib não é recomendado durante a gravidez, exceto quando os benefícios são superiores aos riscos para o bebé.

As mulheres em idade fértil que sejam tratadas com Brigatinib devem evitar engravidar. Devem ser usados contracetivos não hormonais eficazes durante o tratamento e nos 4 meses após a paragem do tratamento com Brigatinib.

Não amamente durante o tratamento com Brigatinib. Não se sabe se o brigatinib passa para o leite materno e se pode prejudicar o bebé.

Os homens que recebem tratamento com Brigatinib são aconselhados a não conceber uma criança durante o tratamento e a usarem contracetivos eficazes durante o tratamento e nos 3 meses após paragem do tratamento.

Brigatinib pode provocar perturbações visuais, tonturas e cansaço. Não conduza ou utilize máquinas durante o tratamento caso ocorram estes sinais.
Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 15 de Janeiro de 2020