Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico
O que é
O Bisoprolol pertence a um grupo de medicamentos designados por bloqueadores adrenérgicos beta.
Este medicamento actua alterando a resposta do organismo a alguns impulsos nervosos, principalmente no coração e reduzindo a tensão arterial.
O Ácido acetilsalicílico actua prevenindo a formação de coágulos no sangue.
Este medicamento actua alterando a resposta do organismo a alguns impulsos nervosos, principalmente no coração e reduzindo a tensão arterial.
O Ácido acetilsalicílico actua prevenindo a formação de coágulos no sangue.
Usos comuns
A associação Bisoprolol e Ácido acetilsalicílico é utilizada no tratamento da tensão arterial elevada em doentes com risco de doença cardíaca, os quais foram anteriormente tratados com estas substâncias activas isoladas.
Tipo
Sem informação.
História
Sem informação.
Indicações
Tratamento da hipertensão.
Tratamento da angina de peito.
Tratamento da angina de peito.
Classificação CFT
3.4.4.2.1 : selectivos cardíacos
Mecanismo De Acção
O Bisoprolol é um potente e altamente selectivo bloqueador dos adrenoreceptores beta-1.
O mecanismo de acção na hipertensão não está esclarecido mas é conhecido que o Bisoprolol deprime marcadamente a actividade da renina plasmática. Em doentes com angina, o bloqueio dos receptores beta-1reduz a acção cardíaca e assim as exigências em oxigénio. Assim, o Bisoprolol é efectivo na eliminação e redução dos sintomas.
O Ácido acetilsalicílico inibe a activação plaquetária: o bloqueio da ciclo-oxigenase plaquetária através de acetilação inibe a síntese do tromboxano A2, uma substância activadora fisiológica libertada pelas plaquetas e que desempenharia um papel nas complicações das lesões ateromatosas.
Doses repetidas de 20 a 325 mg envolvem uma inibição da actividade enzimática de 30 para 95%. Dada a natureza irreversível da ligação, o efeito persiste durante o tempo de vida de um trombócito (7-10 dias).
O efeito inibitório não se esgota durante tratamentos prolongados e a actividade enzimática recomeça gradualmente após renovação plaquetária, 24 a 48 horas após interrupção do tratamento. O Ácido acetilsalicílico prolonga o tempo de hemorragia em média cerca de 50 a 100%, podendo-se observar variações individuais.
O mecanismo de acção na hipertensão não está esclarecido mas é conhecido que o Bisoprolol deprime marcadamente a actividade da renina plasmática. Em doentes com angina, o bloqueio dos receptores beta-1reduz a acção cardíaca e assim as exigências em oxigénio. Assim, o Bisoprolol é efectivo na eliminação e redução dos sintomas.
O Ácido acetilsalicílico inibe a activação plaquetária: o bloqueio da ciclo-oxigenase plaquetária através de acetilação inibe a síntese do tromboxano A2, uma substância activadora fisiológica libertada pelas plaquetas e que desempenharia um papel nas complicações das lesões ateromatosas.
Doses repetidas de 20 a 325 mg envolvem uma inibição da actividade enzimática de 30 para 95%. Dada a natureza irreversível da ligação, o efeito persiste durante o tempo de vida de um trombócito (7-10 dias).
O efeito inibitório não se esgota durante tratamentos prolongados e a actividade enzimática recomeça gradualmente após renovação plaquetária, 24 a 48 horas após interrupção do tratamento. O Ácido acetilsalicílico prolonga o tempo de hemorragia em média cerca de 50 a 100%, podendo-se observar variações individuais.
Posologia Orientativa
A dose habitual para o adulto é uma cápsula uma vez por dia, aproximadamente à mesma hora.
Administração
Via oral.
Contra-Indicações
Não tome Bisoprolol e Ácido acetilsalicílico se:
– sabe que é alérgico ao Bisoprolol ou ao Ácido acetilsalicílico.
– sabe que é alérgico a qualquer outro anti-inflamatório não esteróide (AINE).
– tem insuficiência cardíaca grave ou choque cardíaco com dificuldade em respirar e colapso circulatório.
– tem algumas perturbações graves do ritmo do coração, como por exemplo, bloqueio sino-auricular e/ou bloqueio aurículo-ventricular de segundo ou terceiro grau (sem pacemaker).
– tem frequência cardíaca lenta (menos de 60 batimentos por minuto). Contacte o Médico se tiver dúvidas.
– tem tensão arterial muito baixa (que pode originar tonturas ao levantar-se).
– tem asma grave ou respiracção ruidosa.
– sabe que tem hemofilia ou hipoprotrombinemia (problemas raros que afectam o sangue).
– tem feocromocitoma não tratado, que é um tumor raro das glândulas supra-renais.
– sofre de um problema em que se verifica uma perturbação do equilíbrio Ácido/base do organismo (acidose metabólica).
– tem problemas graves da circulação sanguínea nos dedos das mãos e dos pés, braços e pernas, tal como o Síndrome de Raynaud.
– tem úlcera gástrica ou duodenal (úlcera péptica) ou hemorragia gástrica/intestinal ou qualquer outro tipo de hemorragia, tal como hemorragia cerebral.
– tiver sofrido ou sofrer de problemas de estômago após a toma de Ácido acetilsalicílico.
– já tiver tido um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico.
– tem problemas de fígado ou renais graves.
– tem uma deficiência em glucose-6-fosfatase desidrogenase (uma doença hereditária caracterizada por baixos níveis de glucose-6-fosfatase desidrogenase (G6PD)).
– estiver a ser tratado com metotrexato (um medicamento utilizado no tratamento da psoríase, artrite reumatóide, doença de Crohn e alguns tipos de cancro) com doses superiores a 15 mg por semana.
Certifique-se de que o Médico tem conhecimento que sofre de alguma das limitações mencionadas anteriormente.
– sabe que é alérgico ao Bisoprolol ou ao Ácido acetilsalicílico.
– sabe que é alérgico a qualquer outro anti-inflamatório não esteróide (AINE).
– tem insuficiência cardíaca grave ou choque cardíaco com dificuldade em respirar e colapso circulatório.
– tem algumas perturbações graves do ritmo do coração, como por exemplo, bloqueio sino-auricular e/ou bloqueio aurículo-ventricular de segundo ou terceiro grau (sem pacemaker).
– tem frequência cardíaca lenta (menos de 60 batimentos por minuto). Contacte o Médico se tiver dúvidas.
– tem tensão arterial muito baixa (que pode originar tonturas ao levantar-se).
– tem asma grave ou respiracção ruidosa.
– sabe que tem hemofilia ou hipoprotrombinemia (problemas raros que afectam o sangue).
– tem feocromocitoma não tratado, que é um tumor raro das glândulas supra-renais.
– sofre de um problema em que se verifica uma perturbação do equilíbrio Ácido/base do organismo (acidose metabólica).
– tem problemas graves da circulação sanguínea nos dedos das mãos e dos pés, braços e pernas, tal como o Síndrome de Raynaud.
– tem úlcera gástrica ou duodenal (úlcera péptica) ou hemorragia gástrica/intestinal ou qualquer outro tipo de hemorragia, tal como hemorragia cerebral.
– tiver sofrido ou sofrer de problemas de estômago após a toma de Ácido acetilsalicílico.
– já tiver tido um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico.
– tem problemas de fígado ou renais graves.
– tem uma deficiência em glucose-6-fosfatase desidrogenase (uma doença hereditária caracterizada por baixos níveis de glucose-6-fosfatase desidrogenase (G6PD)).
– estiver a ser tratado com metotrexato (um medicamento utilizado no tratamento da psoríase, artrite reumatóide, doença de Crohn e alguns tipos de cancro) com doses superiores a 15 mg por semana.
Certifique-se de que o Médico tem conhecimento que sofre de alguma das limitações mencionadas anteriormente.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Muito Frequentes (afectam mais de 1 pessoa em cada 10):
– frequência cardíaca lenta, náuseas, dor ou desconforto no seu estômago ou dor na parte inferior do tórax após uma refeição.
Frequentes (afectam menos de 1 pessoa em cada 10):
– cansaço, sensação de fraqueza, tonturas, dor de cabeça (estes efeitos secundários ocorrem sobretudo no início do tratamento e são, geralmente, ligeiros e desaparecem habitualmente em 1-2 semanas), sensação de frio ou dormência nas mãos ou pés, tensão arterial baixa, náuseas, vómitos, diarreia ou obstipação, dor de estômago, fezes pretas ou escuras (o que pode ser provocado por sangue nas fezes), vómito acompanhado de sangue, aumento do risco de hemorragia.
Pouco frequentes (afectam menos de 1 pessoa em cada 100):
– distúrbios do sono, depressão, tonturas, problemas respiratórios em doentes com asma ou doença pulmonar crónica,
– fraqueza muscular e cãibras musculares, batimento cardíaco irregular, sangue na urina, reacções alérgicas, tais como prurido, vermelhidão, erupção cutânea e inchaço (face, mãos e pés), aumento das enzimas hepáticas, hemorragias e úlceras gástricas.
Raros (afectam menos de 1 pessoa em cada 1000):
– problemas auditivos, corrimento nasal devido a alergia, redução do fluxo lacrimal (importante se usar lentes de contacto), inflamação do fígado, a qual pode causar o amarelecimento da pele ou das partes brancas dos olhos, alterações dos resultados das análises ao sangue (por exemplo, aumento de um tipo de gordura no sangue (trigliceridos), reacções do tipo alérgico, tal como prurido, rubor, erupção cutânea, redução da potência sexual, pesadelos, alucinações, desmaios, hemorragias nasais, hemorragia das gengivas, aumento da hemorragia menstrual, zumbido nos ouvidos, dores de cabeça, tonturas: estes sinais refletem, geralmente, uma sobredosagem de Ácido acetilsalicílico.
Muito raros (afectam menos de 1 pessoa em 10000):
– irritação e vermelhidão dos olhos (conjuntivite), queda de cabelo, aparecimento ou agravamento de psoríase ou uma erupção cutânea semelhante a psoríase, níveis baixos de açúcar no sangue, problemas hepáticos e renais, níveis elevados de Ácido úrico no sangue, choque anafiláctico ou agravamento dos sintomas de alergia alimentar, reacções cutâneas graves (por exemplo, eritema exsudativo multiforme).
Informe imediatamente o Médico se ocorrer algum destes efeitos secundários.
– frequência cardíaca lenta, náuseas, dor ou desconforto no seu estômago ou dor na parte inferior do tórax após uma refeição.
Frequentes (afectam menos de 1 pessoa em cada 10):
– cansaço, sensação de fraqueza, tonturas, dor de cabeça (estes efeitos secundários ocorrem sobretudo no início do tratamento e são, geralmente, ligeiros e desaparecem habitualmente em 1-2 semanas), sensação de frio ou dormência nas mãos ou pés, tensão arterial baixa, náuseas, vómitos, diarreia ou obstipação, dor de estômago, fezes pretas ou escuras (o que pode ser provocado por sangue nas fezes), vómito acompanhado de sangue, aumento do risco de hemorragia.
Pouco frequentes (afectam menos de 1 pessoa em cada 100):
– distúrbios do sono, depressão, tonturas, problemas respiratórios em doentes com asma ou doença pulmonar crónica,
– fraqueza muscular e cãibras musculares, batimento cardíaco irregular, sangue na urina, reacções alérgicas, tais como prurido, vermelhidão, erupção cutânea e inchaço (face, mãos e pés), aumento das enzimas hepáticas, hemorragias e úlceras gástricas.
Raros (afectam menos de 1 pessoa em cada 1000):
– problemas auditivos, corrimento nasal devido a alergia, redução do fluxo lacrimal (importante se usar lentes de contacto), inflamação do fígado, a qual pode causar o amarelecimento da pele ou das partes brancas dos olhos, alterações dos resultados das análises ao sangue (por exemplo, aumento de um tipo de gordura no sangue (trigliceridos), reacções do tipo alérgico, tal como prurido, rubor, erupção cutânea, redução da potência sexual, pesadelos, alucinações, desmaios, hemorragias nasais, hemorragia das gengivas, aumento da hemorragia menstrual, zumbido nos ouvidos, dores de cabeça, tonturas: estes sinais refletem, geralmente, uma sobredosagem de Ácido acetilsalicílico.
Muito raros (afectam menos de 1 pessoa em 10000):
– irritação e vermelhidão dos olhos (conjuntivite), queda de cabelo, aparecimento ou agravamento de psoríase ou uma erupção cutânea semelhante a psoríase, níveis baixos de açúcar no sangue, problemas hepáticos e renais, níveis elevados de Ácido úrico no sangue, choque anafiláctico ou agravamento dos sintomas de alergia alimentar, reacções cutâneas graves (por exemplo, eritema exsudativo multiforme).
Informe imediatamente o Médico se ocorrer algum destes efeitos secundários.
Advertências

Gravidez:Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico não é recomendado durante a gravidez a menos que seja estritamente necessário.

Aleitamento:Não se recomenda a amamentação durante a administração deste medicamento.

Condução:Devido à variação individual de reacções ao fármaco, a capacidade de conduzir veículos ou de utilizar máquinas pode ser prejudicada. Este facto deve ser considerado particularmente no início do tratamento ou após a alteração da medicação, assim como na administração concomitante com o álcool.
Precauções Gerais
Tome especial cuidado com Bisoprolol e Ácido acetilsalicílico se:
– tem dificuldades respiratórias ou antecendentes de asma na sua família.
– tem diabetes (uma vez que o Bisoprolol pode mascarar os sintomas resultantes de baixos níveis de açúcar no sangue).
– estiver em jejum de alimentos sólidos ou jejum prolongado.
– tem problemas com o seu coração, como por exemplo, dor no peito e acompanhada de insuficiência cardíaca.
– estiver a ser tratado para reacções de hipersensibilidade (alérgicas), porque o Bisoprolol pode torná-lo mais susceptível a sofrer uma reacção alérgica ou essa reacção pode ser mais grave.
– tiver alguma perturbação na actividade eléctrica do coração.
– sofrer de angina de Prinzmetal que é um tipo de dor no peito causada por espasmo das artérias coronárias que irrigam o músculo cardíaco.
– tiver problemas de circulação nas mãos e pés.
– tiver de tomar um anestésico – certifique-se de que o anestesista sabe que está a tomar Bisoprolol e ácido acetilsalicílico.
– tem antecedentes de úlcera péptica ou distúrbios da coagulação sanguínea.
– sofre (ou sofreu) de uma doença da pele recorrente que envolve uma descamação, pele seca, erupção cutânea (psoríase).
– tem um tumor na medula da glândula supra-renal (feocromocitoma); este medicamento apenas pode ser utilizado em associação com determinados medicamentos (denominados bloqueadores alfa).
– sofre de um problema da tiróide, uma vez que este medicamento pode mascarar os sintomas de uma tiróide muito activa.
– sofre de uma doença de fígado ou renal ligeira ou moderada.
– tem urticária, ou nariz obstruído com corrimento nasal devido a alergia (rinite).
– tem gota (uma condição que causa dor, inflamação e inchaço de uma ou mais articulações).
– tem úlcera gástrica ou intestinais.
– sofre de menstruação excessiva.
– for submetido a uma cirurgia ou extracção dentária.
Certifique-se que o médico tem conhecimento destas situações.
Os atletas deverão ter conhecimento de que este medicamento contém uma substância activa que pode causar uma reacção positiva nos testes de doping.
– tem dificuldades respiratórias ou antecendentes de asma na sua família.
– tem diabetes (uma vez que o Bisoprolol pode mascarar os sintomas resultantes de baixos níveis de açúcar no sangue).
– estiver em jejum de alimentos sólidos ou jejum prolongado.
– tem problemas com o seu coração, como por exemplo, dor no peito e acompanhada de insuficiência cardíaca.
– estiver a ser tratado para reacções de hipersensibilidade (alérgicas), porque o Bisoprolol pode torná-lo mais susceptível a sofrer uma reacção alérgica ou essa reacção pode ser mais grave.
– tiver alguma perturbação na actividade eléctrica do coração.
– sofrer de angina de Prinzmetal que é um tipo de dor no peito causada por espasmo das artérias coronárias que irrigam o músculo cardíaco.
– tiver problemas de circulação nas mãos e pés.
– tiver de tomar um anestésico – certifique-se de que o anestesista sabe que está a tomar Bisoprolol e ácido acetilsalicílico.
– tem antecedentes de úlcera péptica ou distúrbios da coagulação sanguínea.
– sofre (ou sofreu) de uma doença da pele recorrente que envolve uma descamação, pele seca, erupção cutânea (psoríase).
– tem um tumor na medula da glândula supra-renal (feocromocitoma); este medicamento apenas pode ser utilizado em associação com determinados medicamentos (denominados bloqueadores alfa).
– sofre de um problema da tiróide, uma vez que este medicamento pode mascarar os sintomas de uma tiróide muito activa.
– sofre de uma doença de fígado ou renal ligeira ou moderada.
– tem urticária, ou nariz obstruído com corrimento nasal devido a alergia (rinite).
– tem gota (uma condição que causa dor, inflamação e inchaço de uma ou mais articulações).
– tem úlcera gástrica ou intestinais.
– sofre de menstruação excessiva.
– for submetido a uma cirurgia ou extracção dentária.
Certifique-se que o médico tem conhecimento destas situações.
Os atletas deverão ter conhecimento de que este medicamento contém uma substância activa que pode causar uma reacção positiva nos testes de doping.
Cuidados com a Dieta
Pode ser tomado com ou sem alimentos.
Não deve ser tomado por doentes que consomem regularmente grandes quantidades de álcool.
Não deve ser tomado por doentes que consomem regularmente grandes quantidades de álcool.
Resposta à overdose
Procurar atendimento Médico de emergência, ou ligue para o Centro de Intoxicações.
Os sintomas mais frequentes que podem ser esperados com uma sobredosagem com um bloqueador adrenérgico beta são bradicardia, hipotensão, broncospasmo, insuficiência cardíaca aguda e hipoglicemia.
Até à data foram notificados alguns casos de sobredosagem com Bisoprolol (máximo: 2000 mg). Foi registada bradicardia e/ou hipotensão. Todos os Doentes recuperaram.
Existe uma elevada variação interindividual na sensibilidade a uma dose única elevada de Bisoprolol.
De um modo geral, quando ocorre uma situação de sobredosagem, o tratamento com Bisoprolol deve ser interrompido e deve ser imediatamente iniciada uma terapêutica sintomática e de suporte.
Dados limitados sugerem que o Bisoprolol é dificilmente dialisável.
Com base nas acções farmacológicas esperadas e nas recomendações para outros bloqueadores adrenérgicos beta, são de considerar as seguintes medidas gerais de suporte, quando tidas por necessárias do ponto de vista clínico.
Bradicardia: Administrar atropina intravenosa.
Caso a resposta não seja adequada, podem ser administrados, com precaução, a isoprenalina ou outro fármaco com propriedades cronotrópicas positivas.
Em algumas circunstâncias poderá mesmo ser necessária a colocação de um pacemaker transvenoso.
Hipotensão: Devem ser administrados fluidos intravenosos e vasopressores.
O glucagon administrado por via intravenosa pode ser útil.
Bloqueio auriculo-sentricular (de segundo ou terceiro grau): os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados e tratados com isoprenalina por perfusão ou colocação transvenosa de um pacemaker cardíaco.
Agravamento agudo da insuficiência cardíaca: administrar diuréticos por via intravenosa, fármacos inotrópicos, fármacos vasodilatadores.
Broncospasmo: Administrar uma terapêutica broncodilatadora, como por exemplo, isoprenalina, fármacos beta-2 simpaticomiméticos e/ou aminofilina.
Hipoglicemia: Administrar glucose por via intravenosa.
Ácido acetilsalicílico
A sobredosagem é pouco provável devido à dose reduzida de Ácido acetilsalicílico presente neste medicamento.
Contudo a intoxicação (sobredosagem acidental) em crianças de tenra idade ou sobredosagem terapêutica em indivíduos idosos poderá apresentar-se da seguinte forma: associado a intoxicações moderadas: tonturas, cefaleias, acufenos, confusão e sintomas gastrointestinais (naúses, vómitos e dor gástrica).
Distúrbios graves no equílibrio Ácido-base acompanham as intoxicações graves.
A hiperventilacção inicial leva a alcalose respiratória. Consequentemente, ocorre acidose respiratória como resultado do efeito supressor no centro respiratório.
Ocorre também acidose metábolica devido à presença de salicilatos. Dado que as crianças e recém-nascidos são muitas vezes observados pelo Médico numa fase tardia da intoxicação, já terão normalmente atingido a fase de acidose.
Também poderá ocorrer o seguinte: hipertermia e perspiração, levando a desidratação, inquietação, convulsões, alucinações e hipoglicemia. A depressão do sistema nervoso pode levar ao coma, colapso cardiovascular e paragem respiratória. A dose letal de Ácido acetilsalicílico é de 25-30 gramas. Concentrações plasmáticas de salicilatos superiores a 300mg/l (1,67 mmol/l) sugerem intoxicação.
Se for ingerida uma dose tóxica é necessário o internamento hospitalar.
Em caso de intoxicação moderada a tentativa de indução do vómito poderá ser feita; se falhar, é indicada a lavagem gástrica. Posteriormente ocorre a administração de carvão activado (adsorvente) e sulfato de sódio (laxante). Está indicada a alcalinização da urina (250 mmol de NaHCO durante 3 horas) durante a monitorização do pH da urina.
Em caso de intoxicação grave o tratamento preferencial é a hemodiálise.
Tratar outros sinais de intoxicação consoante os sintomas.
Os sintomas mais frequentes que podem ser esperados com uma sobredosagem com um bloqueador adrenérgico beta são bradicardia, hipotensão, broncospasmo, insuficiência cardíaca aguda e hipoglicemia.
Até à data foram notificados alguns casos de sobredosagem com Bisoprolol (máximo: 2000 mg). Foi registada bradicardia e/ou hipotensão. Todos os Doentes recuperaram.
Existe uma elevada variação interindividual na sensibilidade a uma dose única elevada de Bisoprolol.
De um modo geral, quando ocorre uma situação de sobredosagem, o tratamento com Bisoprolol deve ser interrompido e deve ser imediatamente iniciada uma terapêutica sintomática e de suporte.
Dados limitados sugerem que o Bisoprolol é dificilmente dialisável.
Com base nas acções farmacológicas esperadas e nas recomendações para outros bloqueadores adrenérgicos beta, são de considerar as seguintes medidas gerais de suporte, quando tidas por necessárias do ponto de vista clínico.
Bradicardia: Administrar atropina intravenosa.
Caso a resposta não seja adequada, podem ser administrados, com precaução, a isoprenalina ou outro fármaco com propriedades cronotrópicas positivas.
Em algumas circunstâncias poderá mesmo ser necessária a colocação de um pacemaker transvenoso.
Hipotensão: Devem ser administrados fluidos intravenosos e vasopressores.
O glucagon administrado por via intravenosa pode ser útil.
Bloqueio auriculo-sentricular (de segundo ou terceiro grau): os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados e tratados com isoprenalina por perfusão ou colocação transvenosa de um pacemaker cardíaco.
Agravamento agudo da insuficiência cardíaca: administrar diuréticos por via intravenosa, fármacos inotrópicos, fármacos vasodilatadores.
Broncospasmo: Administrar uma terapêutica broncodilatadora, como por exemplo, isoprenalina, fármacos beta-2 simpaticomiméticos e/ou aminofilina.
Hipoglicemia: Administrar glucose por via intravenosa.
Ácido acetilsalicílico
A sobredosagem é pouco provável devido à dose reduzida de Ácido acetilsalicílico presente neste medicamento.
Contudo a intoxicação (sobredosagem acidental) em crianças de tenra idade ou sobredosagem terapêutica em indivíduos idosos poderá apresentar-se da seguinte forma: associado a intoxicações moderadas: tonturas, cefaleias, acufenos, confusão e sintomas gastrointestinais (naúses, vómitos e dor gástrica).
Distúrbios graves no equílibrio Ácido-base acompanham as intoxicações graves.
A hiperventilacção inicial leva a alcalose respiratória. Consequentemente, ocorre acidose respiratória como resultado do efeito supressor no centro respiratório.
Ocorre também acidose metábolica devido à presença de salicilatos. Dado que as crianças e recém-nascidos são muitas vezes observados pelo Médico numa fase tardia da intoxicação, já terão normalmente atingido a fase de acidose.
Também poderá ocorrer o seguinte: hipertermia e perspiração, levando a desidratação, inquietação, convulsões, alucinações e hipoglicemia. A depressão do sistema nervoso pode levar ao coma, colapso cardiovascular e paragem respiratória. A dose letal de Ácido acetilsalicílico é de 25-30 gramas. Concentrações plasmáticas de salicilatos superiores a 300mg/l (1,67 mmol/l) sugerem intoxicação.
Se for ingerida uma dose tóxica é necessário o internamento hospitalar.
Em caso de intoxicação moderada a tentativa de indução do vómito poderá ser feita; se falhar, é indicada a lavagem gástrica. Posteriormente ocorre a administração de carvão activado (adsorvente) e sulfato de sódio (laxante). Está indicada a alcalinização da urina (250 mmol de NaHCO durante 3 horas) durante a monitorização do pH da urina.
Em caso de intoxicação grave o tratamento preferencial é a hemodiálise.
Tratar outros sinais de intoxicação consoante os sintomas.
Terapêutica Interrompida
Se esqueceu a toma de uma cápsula, tome-a quando se lembrar dentro do período de 12 horas. Se tiverem decorrido mais de 12 horas, aguarde até à hora da sua próxima dose.
Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Cuidados no Armazenamento
Não conservar acima de 25°C.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.
Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu médico, enfermeiro ou farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.
Espectro de susceptibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Bloqueadores da entrada de cálcio
Observações: n.d.Interacções: Bloqueadores da entrada do cálcio, tal como o verapamilo e, em menor grau, o diltiazem: efeito negativo na contractilidade e na condução auriculoventricular. A administração intravenosa de verapamilo em doentes a receber tratamento com bloqueadores adrenérgicos beta pode levar a uma hipotensão profunda e a um bloqueio auriculoventricular. - Bloqueadores da entrada de cálcio

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Anti-hipertensores
Observações: n.d.Interacções: A utilização concomitante de fármacos anti-hipertensores com acção central (por exemplo, clonidina, metildopa, moxonidina, rilmenidina) pode levar a uma maior diminuição do tónus simpático central e deste modo conduzir a uma diminuição da frequência e do débito cardíaco e a uma vasodilatação. A interrupção abrupta, particularmente se anterior à descontinuação dos bloqueadores adrenérgicos beta, pode aumentar o risco de “hipertensão rebound”. - Anti-hipertensores

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Antiarrítmicos
Observações: n.d.Interacções: Com os antiarrítmicos de classe I (por exemplo, quinidina, disopiramida, lidocaína, fenitoína; flecainida, propafenona), o efeito sobre o tempo da condução auriculoventricular pode ser potenciado e o efeito inotrópico negativo pode ser aumentado. Com os antiarrítmicos de classe III (por exemplo, amiodarona), o efeito sobre o tempo de condução auriculoventricular pode ser potenciado. - Antiarrítmicos

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Dihidropiridinas
Observações: n.d.Interacções: Com os bloqueadores da entrada do cálcio do tipo da di-hidropiridina, tais como felodipina e amlodipina, a utilização concomitante pode aumentar o risco de hipotensão, e a um aumento do risco de uma maior deterioração da função ventricular em doentes em que a insuficiência cardíaca não pode ser excluída. - Dihidropiridinas

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Parassimpatomiméticos (PSNS)
Observações: n.d.Interacções: A utilização concomitante com os parassimpaticomiméticos pode aumentar o tempo de condução auriculoventricular e o risco de bradicardia. - Parassimpatomiméticos (PSNS)

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Bloqueadores beta-adrenérgicos (betabloqueadores)
Observações: n.d.Interacções: Os bloqueadores adrenérgicos beta de administração tópica (por exemplo, colírio para o tratamento do glaucoma) podem ter efeitos aditivos nos efeitos sistémicos do bisoprolol. - Bloqueadores beta-adrenérgicos (betabloqueadores)

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Insulinas
Observações: n.d.Interacções: Com as insulinas, aumento do efeito hipoglicemiante. O bloqueio dos adrenoreceptores beta pode mascarar os sintomas de hipoglicemia. - Insulinas

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Anestésicos
Observações: n.d.Interacções: Com os agentes anestésicos, atenuação da taquicardia reflexa e aumento do risco de hipotensão. - Anestésicos

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Glicósideos digitálicos
Observações: n.d.Interacções: Com os glicosídeos cardíacos (por exemplo digoxina), redução da frequência cardíaca, aumento do tempo de condução auriculoventricular. Os AINEs (incluindo o ácido acetilsalicílico) podem exacerbar a insuficiência cardíaca, reduzir a TFG e aumentar os níveis plasmáticos dos glicosídeos cardíacos. - Glicósideos digitálicos

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs)
Observações: n.d.Interacções: Os AINEs podem reduzir o efeito hipotensivo do bisoprolol. Com os AINEs, aumento do risco de hemorragia e de lesão da mucosa gastrointestinal e prolongamento do tempo de hemorragia. - Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs)

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Simpaticomiméticos
Observações: n.d.Interacções: Com os beta-simpaticomiméticos (por exemplo, isoprenalina, dobutamina), a associação com o bisoprolol pode reduzir o efeito de ambos os fármacos. Com os simpaticomiméticos que activem ambos os adrenoceptores alfa e beta (por exemplo, noradrenalina, adrenalina), a associação com bisoprolol pode desmascarar os efeitos vasoconstritores destes agentes, mediados pelos adrenoceptores alfa, levando a um aumento da pressão arterial e claudicação intermitente exacerbada. Tais interacções são mais prováveis com bloqueadores adrenérgicos beta não selectivos. - Simpaticomiméticos

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Outros medicamentos
Observações: n.d.Interacções: A utilização concomitante com agentes anti-hipertensores, bem como com outros medicamentos com potencial de redução da pressão arterial (por exemplo, antidepressivos tricíclicos, barbitúricos, fenotiazinas) podem aumentar o risco de hipotensão. Com outros anticoagulantes (derivados cumarínicos, heparina em doses de prevenção), outros antiagregantes plaquetários e outros trombolíticos, e inibidores selectivos da recaptação da serotonina (SSRI; tal como sertralina ou paroxetina), aumento do risco de hemorragia. - Outros medicamentos

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Mefloquina
Observações: n.d.Interacções: Com a mefloquina aumento do risco de bradicardia. - Mefloquina

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO)
Observações: n.d.Interacções: Com os inibidores da monoaminoxidase (excepto os inibidores da MAO-B), potenciação do efeito hipotensivo dos bloqueadores adrenérgicos beta, mas também risco de crises hipertensivas. - Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO)

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Rifampicina
Observações: n.d.Interacções: Com a rifampicina, redução ligeira da semi-vida do bisoprolol possivelmente devido à indução das enzimas hepáticas metabolizadoras dos fármacos. Normalmente não é necessário um ajuste da dose. - Rifampicina

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Derivados da ergotamina
Observações: n.d.Interacções: Com os derivados da ergotamina, exacerbação de distúrbios da circulação periférica. - Derivados da ergotamina

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Antiagregantes plaquetários
Observações: n.d.Interacções: A utilização de alguns inibidores da agregação plaquetária, isto é, ácido acetilsalicílico, AINEs, ticlopidina, clopidogrel, tirofibano, eptifibatido, aumenta o risco de hemorragia, bem como a sua associação com heparina e derivados (hirudina, fondaparinux), anticoagulantes orais e trombolíticos. Devem ser monitorizados regularmente os parâmetros clínicos e biológicos da hemostase. - Antiagregantes plaquetários

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Metotrexato
Observações: n.d.Interacções: Com o metotrexato (utilizado em doses >15 mg/semana), a associação dos fármacos, metotrexato e ácido acetilsalicílico, aumenta a toxicidade hematológica do metotrexato devido a uma diminuição da depuração renal do metotrexato pelo ácido acetilsalicílico. Assim, a utilização concomitante de metotrexato com este medicamento é contra-indicada. Com o metotrexato (utilizado em doses inferiores a 15 mg/semana), a associação dos fármacos, metotrexato e ácido acetilsalicílico, aumenta a toxicidade hematológica do metotrexato devido a uma diminuição da depuração renal do metotrexato pelo ácido acetilsalicílico. Deve ser realizado semanalmente um hemograma durante as primeiras semanas da terapêutica de associação. A monitorização deve ser reforçada na presença, mesmo que ligeira, de insuficiência da função renal, bem como nos idosos. - Metotrexato

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Uricosúricos
Observações: n.d.Interacções: Com os agentes uricosúricos (benzobromarona, probenecida, sulfinpirazona), efeito reduzido da excreção do ácido úrico por competição da eliminação tubular renal do ácido úrico. Assim, a utilização concomitante deste medicamento com agentes uricosúricos não é recomendada. - Uricosúricos

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECAS)
Observações: n.d.Interacções: Tal como para outros AINEs, a administração concomitante com inibidores da ECA aumenta o risco de insuficiência renal aguda. - Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECAS)

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Diuréticos
Observações: n.d.Interacções: Os AINEs podem diminuir os efeitos anti-hipertensivos dos diuréticos e outros agentes anti-hipertensores. Com os diuréticos, risco de insuficiência renal aguda devido à diminuição da filtração glomerular através da diminuição da síntese renal de protaglandinas. No início do tratamento recomenda-se que os doentes sejam adequadamente hidratados e a função renal monitorizada. - Diuréticos

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Espironolactona
Observações: n.d.Interacções: O ácido acetilsalicílico antagoniza o efeito diurético da espironolactona. - Espironolactona

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Esteróides
Observações: n.d.Interacções: A administração concomitante de esteróides pode aumentar o risco de ulceração ou hemorragia gastrointestinal. - Esteróides

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Heparina
Observações: n.d.Interacções: Quando o ácido acetilsalicílico é administrado concomitantemente com a heparina em doses terapêuticas ou em doentes idosos, existe um aumento do risco de hemorragia. Deve ser realizada uma estreita monitorização do INR, aPTT e/ou tempo de hemorragia no caso de administração concomitante de ambos os fármacos. - Heparina

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Lítio
Observações: n.d.Interacções: O ácido acetilsalicílico prejudica a eliminação renal do lítio, resultando em concentrações plasmáticas aumentadas. A monitorização das concentrações plasmáticas de digoxina e lítio é recomendada quando se inicia e termina o tratamento com bisoprolol e ácido acetilsalicílico. O ajuste da dose pode ser necessário. - Lítio

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Inibidores da Anidrase Carbónica
Observações: n.d.Interacções: Com os inibidores da anidrase carbónica (acetazolamida), pode resultar em acidose grave e aumento da toxicidade do sistema nervoso central. - Inibidores da Anidrase Carbónica

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Ciclosporina
Observações: n.d.Interacções: A utilização concomitante de AINEs e ciclosporina pode aumentar os efeitos nefrotóxicos da ciclosporina. A função renal deve ser monitorizada em caso de utilização concomitante destes agentes e do ácido acetilsalicílico. - Ciclosporina

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Tacrolímus
Observações: n.d.Interacções: a utilização concomitante de AINEs e tacrolímus pode aumentar os efeitos nefrotóxicos do tacrolímus. A função renal deve ser monitorizada em caso de utilização concomitante destes agentes e do ácido acetilsalicílico. - Tacrolímus

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Ácido Valpróico (Valproato de sódio)
Observações: n.d.Interacções: Foi notificado que o ácido acetilsalicílico diminui a ligação do valproato à albumina sérica, aumentando assim as suas concentrações plasmáticas livres no estado estacionário. - Ácido Valpróico (Valproato de sódio)

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Fenitoína
Observações: n.d.Interacções: O salicilato diminui a ligação da fenitoína à albumina plasmática. Isto pode levar à diminuição dos níveis totais de fenitoína no plasma, mas aumentando a fracção de fenitoína livre. A concentração não ligada e, portanto, o efeito terapêutico, não parece ser significativamente alterada. - Fenitoína

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Ibuprofeno
Observações: n.d.Interacções: Dados experimentais sugerem que o ibuprofeno pode inibir o efeito da dose baixa de ácido acetilsalicílico na agregação plaquetária quando estes são administrados concomitantemente. No entanto, as limitações destes dados, e as incertezas quanto à extrapolação dos dados ex vivo para a prática clínica, implicam que não se podem tirar conclusões seguras para a utilização regular de ibuprofeno e não se considera que qualquer efeito clinicamente relevante seja provável para a utilização ocasional de ibuprofeno. - Ibuprofeno

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Metamizol (Dipirona)
Observações: n.d.Interacções: Metamizol pode reduzir o efeito do ácido acetilsalicílico na agregação plaquetária, quando administrados concomitantemente. Assim sendo, esta associação deve ser usada com precaução em doentes tratados com ácido acetilsalicílico para cardio-protecção. - Metamizol (Dipirona)

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Antiácidos
Observações: n.d.Interacções: Os antiácidos podem aumentar a excreção renal do ácido acetilsalicílico pela alcalinização da urina. As principais incompatibilidades são sais de ferro, carbonatos e hidróxidos alcalinos. - Antiácidos

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Antidiabéticos
Observações: n.d.Interacções: Com os antidiabéticos, por exemplo sulfonilureias, o ácido acetilsalicílico pode aumentar o efeito hipoglicemiante. Com os antidiabéticos orais, aumento do efeito hipoglicemiante. O bloqueio dos adrenoreceptores beta pode mascarar os sintomas de hipoglicemia. - Antidiabéticos

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Álcool
Observações: n.d.Interacções: Com o álcool aumento do risco de hemorragia gastrointestinal. - Álcool

Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico Metoclopramida
Observações: n.d.Interacções: A metoclopramida potencia o efeito do ácido acetilsalicílico. - Metoclopramida

Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica (OTC), Produtos de Saúde, Suplementos Alimentares ou Fitoterapêuticos.
Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico não é recomendado durante a gravidez a menos que seja estritamente necessário.
Desconhece-se se o bisoprolol é excretado no leite humano. Os salicilatos e os seus metabólitos são excretados em pequenas quantidades no leite humano. Assim, não se recomenda a amamentação durante a administração deste medicamento.
Não foram realizados estudos sobre os efeitos na capacidade de conduzir veículos e utilizar máquinas. Num estudo efetuado em doentes com cardiopatia coronária, o bisoprolol não prejudicou a capacidade de conduzir. Contudo, devido à variação individual de reacções ao fármaco, a capacidade de conduzir veículos ou de utilizar máquinas pode ser prejudicada. Este facto deve ser considerado particularmente no início do tratamento ou após a alteração da medicação, assim como na administração concomitante com o álcool.
Bisoprolol + Ácido acetilsalicílico não é recomendado durante a gravidez a menos que seja estritamente necessário.
Desconhece-se se o bisoprolol é excretado no leite humano. Os salicilatos e os seus metabólitos são excretados em pequenas quantidades no leite humano. Assim, não se recomenda a amamentação durante a administração deste medicamento.
Não foram realizados estudos sobre os efeitos na capacidade de conduzir veículos e utilizar máquinas. Num estudo efetuado em doentes com cardiopatia coronária, o bisoprolol não prejudicou a capacidade de conduzir. Contudo, devido à variação individual de reacções ao fármaco, a capacidade de conduzir veículos ou de utilizar máquinas pode ser prejudicada. Este facto deve ser considerado particularmente no início do tratamento ou após a alteração da medicação, assim como na administração concomitante com o álcool.
Informação revista e actualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 23 de Setembro de 2025