Atorvastatina

DCI com Advertência na Gravidez DCI com Advertência no Aleitamento DCI com Advertência na Insuficiência Hepática DCI/Medicamento Sujeito a Receita Médica (a ausência deste simbolo pressupõe Medicamento Não Sujeito a Receita Médica)
O que é
Atorvastatina é um fármaco da classe de medicamentos conhecidas como estatinas, usadas para baixar os níveis de colesterol no sangue.

Também se utiliza para estabilizar a placa ateromatosa evitando AVCs.

A Atorvastatina inibe a HMG-CoA redutase, uma enzima localizada no tecido hepático, que produz mevalonato, uma pequena molécula usada na síntese de colesterol e outros derivados do mevalonato.

Isso reduz a quantidade de colesterol produzida, o que, por sua vez, reduz a quantidade total de colesterol LDL.
Usos comuns
A Atorvastatina é utlizada principalmente para o tratamento de dislipidemia e a prevenção de doenças cardiovasculares.
Tipo
pequena molécula
História
A Atorvastatina foi sintetizada pela primeira vez em 1985 por Bruce Roth, enquanto trabalhava em na Lambert Company Parke-Davis Warner (atual Pfizer).
Indicações
A Atorvastatina utiliza-se para reduzir os níveis de colesterol em doentes em quem o Médico considera que a dieta, de forma isolada, não é suficiente.
Classificação CFT
03.07     Antidislipidémicos
Mecanismo De Ação
A Atorvastatina é um inibidor competitivo e seletivo da HMG-CoA redutase, a enzima limitante da taxa de conversão, responsável pela conversão da 3-hidroxi-3-metilglutaril-coenzima A em mevalonato, um precursor dos esteróis, incluindo o colesterol.

Os triglicéridos e o colesterol no fígado são incorporados em lipoproteínas de muito baixa densidade (VLDL - very low-density lipoproteins) e são libertados no plasma para distribuição nos tecidos periféricos.

A lipoproteína de baixa densidade (LDL - low-density lipoproteins) forma-se a partir das VLDL e é catabolizada principalmente através do recetor com alta afinidade para as LDL (recetor das LDL).

A Atorvastatina diminui as concentrações séricas de colesterol e lipoproteínas no plasma inibindo a HMG-CoA redutase e subsequentemente a biossíntese do colesterol no fígado, e aumenta o número de recetores hepáticos das LDL na superfície celular para aumentar a captação e o catabolismo das LDL.

A Atorvastatina diminui a produção de LDL e o número de partículas de LDL.
A atorvastatina produz um aumento profundo e sustido da atividade dos recetores das LDL juntamente com uma alteração benéfica da qualidade de partículas circulantes de LDL.

A Atorvastatina é eficaz na redução de C-LDL (colesterol-LDL) em doentes com hipercolesterolemia familiar homozigótica, uma população que, habitualmente, não responde a medicamentos hipolipemiantes.

Num estudo de dose-resposta, a Atorvastatina demonstrou diminuir as concentrações de colesterol total (C total) (30% - 46%), C-LDL (41% - 61%), apolipoproteína B (34% - 50%) e triglicéridos (14% - 33%), produzindo ao mesmo tempo aumentos variáveis de C-HDL e da apoliproteína A.

Estes resultados são consistentes em doentes com hipercolesterolemia familiar heterozigótica, com formas não familiares de hipercolesterolemia e com hiperlipidemia mista, incluindo doentes com diabetes mellitus não dependente da insulina.

Demonstrou-se que as reduções de C total, C-LDL e apoliproteína B diminuem o risco de acontecimentos cardiovasculares e de mortalidade cardiovascular.
Posologia Orientativa
A dose inicial habitual é de atorvastatina 5 mg/10 mg uma vez por dia.
Administração
Atorvastatina destina-se a uso oral.
As doses podem ser tomadas em qualquer altura do dia com ou sem alimentos.
Contraindicações
– Hipersensibilidade a dihidropiridinas, ou a qualquer componente da fórmula da atorvastatina.
– Doença hepática ativa ou elevações inexplicáveis persistentes das transaminases séricas que ultrapassem 3 vezes o limite superior do normal.
– Hipotensão grave.
– Choque (incluindo choque cardiogénico).
– Obstrução do trato de saída do ventrículo esquerdo (p. ex., estenose aórtica de elevado grau).
– Insuficiência cardíaca hemodinamicamente instável após enfarte agudo do miocárdio.
– Gravidez e aleitamento e em mulheres de idade fértil que não utilizem medidas contracetivas apropriadas.
– Uso concomitante com itraconazol, cetoconazol e telitromicina.
Efeitos Indesejáveis/Adversos
Frequentes (poderão afetar 1 em 10 pessoas):
– Reações alérgicas que podem incluir elevações na pele (pápulas) vermelhas, que provocam comichão (urticária).

Pouco frequentes (poderão afetar 1 em 100 pessoas):
– Inflamação do pâncreas (pancreatite).
Os sintomas podem incluir dor intensa no abdómen e nas costas, náuseas e vómitos.

– Inflamação do fígado (hepatite).
Os sintomas podem incluir amarelecimento da pele, perda de apetite e geralmente sensação de mal-estar.

Raros (poderão afetar 1 em 1000 pessoas):
– Fraqueza, cãibras, sensibilidade ou dor musculares inexplicáveis, especialmente se forem acompanhadas por uma sensação inusual de mal-estar ou febre (em casos raros, esta associação de sintomas levou a uma patologia grave, por vezes fatal, designada rabdomiólise, que significa rotura das células musculares).

– Reações alérgicas cutâneas graves com sintomas como manchas vermelhas na pele, erupção cutânea, formação de bolhas (erupção bolhosa), descolamento da pele que poderá rapidamente espalhar-se a todo o corpo.
Podem também ocorrer concomitantemente sintomas gripais, como febre, garganta inflamada e fadiga.

Muito raros (poderão afetar 1 em 10000 pessoas):
– Uma reação alérgica grave (designada anafilaxia) que inclui sintomas como um rápido inchaço da face, língua ou garganta que poderão provocar grandes dificuldades respiratórias, erupção cutânea com comichão e baixa pressão arterial.

– Insuficiência hepática.
Os sintomas poderão incluir amarelecimento da pele e dos olhos, abdómen inchado, urina escura, náuseas, perda de apetite, febre e fadiga.

Outros efeitos secundários possíveis:
Frequentes (poderão afetar 1 em 10 pessoas):
– Constipação (infeção do trato respiratório superior com sintomas como tosse, garganta inflamada, corrimento nasal e febre)
– Aumento dos níveis de açúcar no sangue
– Dores de cabeça, tonturas, cansaço, sonolência
– Vermelhidão da pele (rubor)
– Dor de garganta, sangramento do nariz
– Sensação de enjoo (náusea), dor abdominal, problemas gástricos (indigestão), diarreia, obstipação e flatulência (gases)
– Dor muscular e articular, cãibras musculares, espasmos musculares, dor lombar, dor nos membros
– Articulações e tornozelos inchados (edema)
– Observadas alterações nas análises ao sangue, nomeadamente aumento da enzima “creatina fosfocinase” e de certas enzimas hepáticas.

Pouco frequentes (poderão afetar 1 em 100 pessoas):
– Dificuldade em dormir
– Diminuição dos níveis de açúcar no sangue
– Desmaios (síncope)
– Perda de apetite
– Aumento ou perda de peso
– Alterações do humor, ansiedade, depressão, tremores, pesadelos
– Perda de memória, reduzido sentido do tato ou dor, formigueiros ou sensação de picadas nos dedos das mãos ou dos pés
– Perturbações da visão, visão turva, zumbidos ou campainhas nos ouvidos (acufenos)
– Perceção de batimentos cardíacos inusuais (palpitações)
– Pressão arterial reduzida
– Falta de ar
– Boca seca, alterações do paladar, vómitos, nariz entupido (rinite), eructação
– Erupção na pele ou comichão, erupção na pele com comichão (urticária), queda de cabelo, nódoas negras ou pequenas manchas na pele, descoloração da pele, sudação aumentada
– Dor no pescoço, fraqueza muscular
– Dor no peito
– Perturbações urinárias (micção noturna excessiva e aumento da frequência de micções)
– Impotência, inchaço do tecido mamário nos homens
– Sensação de desconforto, sensação de fraqueza, dor, sensação geral de mal-estar, febre
– Glóbulos brancos na urina.

Raros (poderão afetar 1 em 1000 pessoas):
– Reduzido número de plaquetas no sangue
– Sensação de confusão
– Problemas nos nervos dos braços ou das pernas com sintomas como reduzida sensibilidade e fraqueza (“neuropatia periférica”)
– Dor no peito (angina)
– Bloqueio dos ductos biliares (colestase) com sintomas como amarelecimento dos olhos e da pele e urina escura
– Inchaço da pele ou das membranas mucosas
– Inflamação ou inchaço dos músculos esqueléticos (miosite), inflamação dos tendões ou lesão dos tendões.

Muito raros (poderão afetar 1 em 10000 pessoas):
– Diminuição do número de glóbulos brancos
– Rigidez ou tensão muscular, inflamação dos tendões ou lesão dos tendões
– Ritmo cardíaco anormal (lento ou rápido), ataque de coração, inflamação dos pequenos vasos sanguíneos
– Inflamação das gengivas (hiperplasia gengival)
– Inflamação do revestimento do estômago (gastrite)
– Tosse
– Diminuição da audição
– Inchaço das camadas profundas da pele incluindo inchaço dos lábios, pálpebras e língua, descamação da pele, sensibilidade da pele à luz solar.

Desconhecida (não é possível estimar a frequência a partir dos dados disponíveis):
– Inflamação dos pulmões designada “doença pulmonar intersticial” que origina dificuldades respiratórias, tosse persistente e febre.

– Patologia designada “síndrome extrapiramidal” com sintomas como movimentos involuntários, tremores, rigidez muscular e espasmos, geralmente na face e no pescoço
– Diabetes, que é mais provável se tiver elevados níveis de açúcar e gorduras no sangue, excesso de peso e pressão arterial alta.
O seu Médico irá monitorizá-lo enquanto estiver a tomar este medicamento.
Advertências
Gravidez
Gravidez:Contra-indicado na gravidez; Ver Inibidores da redutase da HMG-CoA (Estatinas). Nocivo para o feto; o risco ultrapassa o benefício e, portanto, está contra-indicado na gravidez.
Aleitamento
Aleitamento:Evitar; não há informação útil. Ver Estatinas.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:Ver Estatinas.
Precauções Gerais
Efeitos hepáticos
Deverão ser efetuadas análises da função hepática antes do início do tratamento, periodicamente após o início do tratamento e em doentes que desenvolvam algum sinal ou sintoma sugestivo de lesão hepática.
Caso se verifiquem níveis aumentados das transaminases, deverá ser efetuada monitorização até que essa anomalia desapareça.

Caso persista um aumento da ALT ou da AST superior a 3 vezes o limite superior do normal (LSN), o tratamento deverá ser descontinuado.

Atorvastatina deverá ser utilizada com precaução em doentes que consumam quantidades substanciais de álcool, em doentes com insuficiência hepática e/ou nos que tenham antecedentes de doenças hepáticas.

Efeitos no músculo-esquelético
Tal como com outros inibidores da HMG-CoA reductase, a Atorvastatina poderá afetar o músculo esquelético e provocar mialgia, miosite e miopatia que, raramente, poderão progredir para rabdomiólise, caracterizada por níveis acentuadamente elevados de CPK (>10 vezes o LSN), mioglobinemia e mioglobinúria que poderão conduzir a insuficiência renal e, em casos raros, poderão ser fatais.

Não é recomendado um controlo regular dos níveis de CPK ou de outras enzimas musculares em doentes assintomáticos tratados com estatinas.
No entanto, é recomendada a monitorização da CPK antes de iniciar qualquer tratamento com uma estatina e durante o tratamento com uma estatina em doentes com fatores predisponentes para rabdomiólise e nos que apresentam sintomas musculares.

Antes do tratamento
Atorvastatina deverá ser prescrita com precaução em doentes com fatores predisponentes para rabdomiólise.
Deverá medir-se o nível de creatina fosfocinase (CPK) antes de iniciar o tratamento com uma estatina nas seguintes situações:
– Em idosos (idade >70 anos); a necessidade dessa medição deverá ser considerada, de acordo com a presença de outros fatores predisponentes para rabdomiólise;
– Insuficiência renal;
– Hipotiroidismo;
– Antecedentes pessoais ou familiares de doenças musculares hereditárias;
– Antecedentes de toxicidade muscular com uma estatina ou um fibrato;
– Abuso de álcool;
– Situações em que possa ocorrer um aumento dos níveis plasmáticos, como interações e populações especiais, incluindo subpopulações genéticas.

Nessas situações, deverá considerar-se o risco do tratamento em relação ao possível benefício e é recomendada monitorização clínica.

Se os níveis basais de CPK estiverem significativamente elevados (>5 vezes o LSN), não se deverá iniciar o tratamento.

Medição da creatina fosfocinase
A creatina fosfocinase (CPK) não deve ser medida após exercício físico vigoroso ou na presença de qualquer causa alternativa plausível de aumento da CPK, pois isso torna difícil a interpretação dos resultados.
Se os níveis basais de CPK estiverem significativamente elevados (>5 vezes o LSN), os níveis devem ser medidos após 5 a 7 dias para confirmar os resultados.
Se os níveis basais de CPK > 5 vezes o LSN forem confirmados, o tratamento não deverá ser iniciado.

Durante o tratamento
– Deve ser pedido aos doentes para comunicarem imediatamente dores musculares, cãibras ou fraqueza musculares inexplicáveis especialmente se acompanhadas por mal-estar ou febre.

– Se esses sintomas ocorrerem enquanto um doente estiver a receber tratamento, os seus níveis de CPK deverão ser medidos.
Caso se verifique que esses níveis estão significativamente aumentados (>5 vezes o LSN), o tratamento deverá ser interrompido.

– Se os sintomas musculares forem graves e provocarem desconforto diário, mesmo se os níveis de CPK estiverem aumentados para ≤5 x LSN, deverá ser considerada a descontinuação do tratamento.

– Se os sintomas se resolverem e os níveis de CPK regressarem ao normal, então poderá ser considerada a reintrodução de Amlodipina Atorvastatina com monitorização apertada.

– Atorvastatina deve ser descontinuado se ocorrer uma elevação clinicamente significativa dos níveis de CK (> 10 x LSN) ou caso se suspeite de rabdomiólise ou se a mesma for diagnosticada.

Medicação concomitante
A associação de Atorvastatina com dantroleno (perfusão), gemfibrozil e outros fibratos não é recomendada.

Como com outros fármacos da classe das estatinas, o risco de rabdomiólise e miopatia é aumentado quando Atorvastatina é administrada concomitantemente com certos medicamentos como: ciclosporina, eritromicina, claritromicina, itraconazol, cetoconazol, nefazodona, niacina, gemfibrozil, outros derivados do ácido fíbrico ou inibidores da protease do VIH.
O uso concomitante de Atorvastatina e ácido fusídico não é recomendado.
Poderá ser necessária a suspensão temporária da terapia com Atorvastatina durante o tratamento com ácido fusídico.

Prevenção de AVC por redução agressiva dos níveis de colesterol
Numa análise post-hoc dos subtipos de AVC em doentes sem doença cardíaca coronária (DCC) que tinham sofrido há pouco tempo um AVC ou um acidente isquémico transitório (AIT), verificou-se uma maior incidência de AVC hemorrágico em doentes que iniciaram tratamento com 80 mg de Atorvastatina em comparação com placebo.

O risco aumentado foi particularmente notado em doentes com um AVC hemorrágico ou enfarte lacunar anterior à entrada no estudo.
Para os doentes com um AVC hemorrágico ou enfarte lacunar anterior, o balanço dos riscos e benefícios de 80 mg de Atorvastatina é incerto, e o potencial risco de AVC hemorrágico deverá ser cuidadosamente considerado antes de iniciar o tratamento.

Doença intersticial pulmonar
Foram notificados casos excecionais de doença pulmonar intersticial com algumas estatinas, especialmente com o tratamento prolongado.
As características com que se manifesta podem incluir dispneia, tosse não produtiva e deterioração do estado geral de saúde (fadiga, perda de peso e febre).
Caso se suspeite que um doente desenvolveu doença pulmonar intersticial, o tratamento com estatinas deverá ser descontinuado.

Diabetes Mellitus
Alguns dados sugerem que as estatinas como classe aumentam a glicemia e nalguns doentes, com elevado risco de surgimento de diabetes, poderão originar um nível de hiperglicemia em que são apropriados cuidados formais da diabetes.
No entanto, este risco é superado pela redução do risco vascular com estatinas e, por conseguinte, não deverá constituir um motivo para interrupção do tratamento com estatinas.
Os doentes em risco (glucose em jejum de 5,6 a 6,9 mmol/L, IMC>30 kg/m2, triglicéridos aumentados, hipertensão) deverão ser monitorizados clínica e bioquimicamente de acordo com as diretrizes nacionais.
Cuidados com a Dieta
Atorvastatina pode ser tomada em qualquer altura do dia com ou sem alimentos.

Não beba excessivamente sumo de toranja durante o tratamento com Atorvastatina, pois beber grandes quantidades (mais de 1 a 2 copos por dia) de sumo de toranja pode alterar os efeitos da Atorvastatina.
Evite beber demasiado álcool enquanto estiver a tomar Atorvastatina.
Terapêutica Interrompida
Caso falhe uma dose de Atorvastatina, tome a dose seguinte na altura habitual. Não tome uma dose a dobrar para compensar uma toma que se esqueceu de administrar.
Cuidados no Armazenamento
Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.
O medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.
Espetro de Suscetibilidade e Tolerância Bacteriológica
Sem informação.

Dronedarona + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: Efeito da dronedarona nos outros medicamentos: Interação com medicamentos metabolizados pelo CYP3A4: Estatinas: A dronedarona pode aumentar a exposição às estatinas que sejam substratos do CYP3A4 e/ou da gp- P. A dronedarona (400 mg duas vezes ao dia) aumentou respetivamente em 4-vezes a exposição à sinvastatina e em 2-vezes à sinvastatina ácida. É previsível que a dronedarona possa também aumentar a exposição à lovastatina dentro da mesma amplitude do que se verifica com a sinvastatina ácida. Verificou-se uma interação fraca entre a dronedarona e a atorvastatina (que resultou num aumento médio de 1,7-vezes na exposição à atorvastatina). Houve uma interação fraca entre a dronedarona e as estatinas transportadas pelo OATP, tais como a rosuvastatina (que resultou num aumento médio de 1,4-vezes na exposição à rosuvastatina). No decorrer dos ensaios clínicos, não se evidenciaram quaisquer preocupações relativas à segurança aquando da administração concomitante da dronedarona com estatinas metabolizadas pelo CYP3A4. No entanto, foram relatados espontaneamente, casos de rabdomiólise quando a dronedarona foi administrada em combinação com uma estatina (sinvastatina, em particular) e portanto a utilização concomitante com estatinas deve ser efetuada com precaução. Devem considerar-se doses iniciais e de manutenção baixas, de acordo com as recomendações da rotulagem da estatina, bem como efetuar a monitorização de sinais de toxicidade muscular nos doentes.

Saquinavir + Atorvastatina

Observações: A maioria dos estudos de interação medicamentosa com saquinavir foi desenvolvida com saquinavir não potenciado ou com saquinavir cápsulas moles não potenciado. Um número reduzido de estudos foi desenvolvido com saquinavir potenciado com ritonavir ou com saquinavir cápsulas moles potenciado com ritonavir. Os dados obtidos a partir dos estudos de interação medicamentosa realizados com saquinavir não potenciado podem não ser representativos dos efeitos observados com a terapêutica de saquinavir/ritonavir. Adicionalmente, os resultados observados com saquinavir cápsulas moles podem não ser preditivos relativamente à magnitude destas interações com saquinavir/ritonavir.
Interações: Medicamentos que são substrato da glicoproteína-P: Inibidores da HMG-CoA redutase: Atorvastatina (saquinavir/ritonavir) A atorvastatina é menos dependente do metabolismo pelo CYP3A4. Quando utilizada com saquinavir/ritonavir, deve administrar-se a menor dose possível de atorvastatina e o doente deve ser cuidadosamente monitorizado em relação a sinais/sintomas de miopatia (fraqueza muscular, dor muscular, aumento da creatinina quinase plasmática).

Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida + Atorvastatina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com este medicamento. As interações que foram identificadas em estudos com componentes individuais de este medicamento, isto é, com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir), cobicistate, emtricitabina ou tenofovir alafenamida, determinam as interações que podem ocorrer com este medicamento. As interações esperadas entre Darunavir + Cobicistate + Emtricitabina + Tenofovir alafenamida e potenciais medicamentos concomitantes são baseadas em estudos realizados com os componentes deste medicamento, como agentes individuais ou em associação, ou são interações medicamentosas potenciais que podem ocorrer. Os ensaios de interação com os componentes de este medicamento foram realizados apenas em adultos.
Interações: INIBIDORES DA HMG CO-A REDUTASE Atorvastatina Fluvastatina Pitavastatina Pravastatina Rosuvastatina Tendo por base considerações teóricas, é expectável que DRV/COBI aumente as concentrações plasmáticas destes inibidores da HMGCo-A redutase. (inibição do CYP3A e/ou do transporte) A utilização concomitante de um inibidor da HMG-CoA redutasee este medicamento pode aumentar as concentrações plasmáticas do agente redutor de lípidos, o que pode conduzir a acontecimentos adversos, tais como miopatia. Quando se pretenda efetuar a administração concomitante do inibidor da HMG-CoA redutase e este medicamento, recomenda-se iniciar com a dose mais baixa e titular até ao efeito clínico desejado, efetuando simultaneamente a monitorização da segurança.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Tedizolida + Atorvastatina

Observações: O potencial de interações serotoninérgicas não foi estudado nem em doentes nem em voluntários saudáveis.
Interações: Há um potencial para o fosfato de tedizolida inibir o transportador de aniões orgânicos (OATP1B1) com base nos dados in vitro. Desconhece-se a relevância in vivo. A inibição do OATP1B1 pode resultar num aumento da exposição a medicamentos, como as estatinas (atorvastatina, fluvastatina, pitavastatina e lovastatina), repaglinida, bosentano, valsartan, olmesartan e glibenclamida. Se possível, deve considerar-se a possibilidade de suspender o medicamento administrado concomitantemente durante os seis dias de tratamento com fosfato de tedizolida.

Darunavir + Atorvastatina

Observações: O perfil de interação do darunavir pode variar dependendo se é utilizado o ritonavir ou o cobicistate como fármacos potenciadores. As recomendações dadas para a utilização concomitante de darunavir e outros medicamentos podem por isso variar dependendo se darunavir é potenciado com ritonavir ou com cobicistate, e é também necessária precaução durante o primeiro tempo de tratamento, se se substituir o fármaco potenciador de ritonavir para cobicistate.
Interações: INIBIDORES DA HMG-COA REDUTASE: Atorvastatina 10 mg, uma vez por dia: Quando se pretende administrar atorvastatina com Darunavir potenciado, recomenda-se iniciar o tratamento com uma dose de atorvastatina de 10 mg, uma vez por dia. A dose de atorvastatina poderá ser gradualmente aumentada em função da resposta clínica.

Amlodipina + Telmisartan + Atorvastatina

Observações: Os efeitos hipotensores da amlodipina são aditivos a efeitos de outros medicamentos com propriedades hipotensoras
Interações: Nos estudos de interação clínica, a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, da digoxina ou da varfarina.

Liraglutido + Atorvastatina

Observações: In vitro, liraglutido apresentou um potencial muito reduzido para envolvimento em interações farmacocinéticas com outras substâncias ativas relacionadas com o citocromo P450 e a ligação às proteínas plasmáticas. O pequeno atraso do esvaziamento gástrico com liraglutido poderá influenciar a absorção de medicamentos administrados concomitantemente por via oral. Os estudos de interação não mostraram qualquer atraso clinicamente relevante da absorção, pelo que não é necessário o ajuste da dose. Alguns doentes tratados com liraglutido comunicaram pelo menos um episódio de diarreia aguda. A diarreia pode afetar a absorção de medicamentos administrados concomitantemente por via oral.
Interações: O liraglutido não alterou a exposição geral de atorvastatina para um grau clinicamente relevante na sequência da administração de uma dose única de atorvastatina 40 mg. Deste modo, não é necessário qualquer ajuste da dose quando é administrada com liraglutido. A Cmax da atorvastatina foi reduzida em 38% e o tmax médio foi atrasado de 1 h para 3 h com liraglutido.

Hipericão + Atorvastatina

Observações: Além disto, os pacientes devem estar informados que interacções com outros medicamentos não podem ser excluídas e devem ser tidas em consideração durante a toma de Hipericão.
Interações: Hipericão deve igualmente ser utilizado com precaução (redução dos níveis plasmáticos) em associação com: - Os inibidores da HMG-CoA redutase, sinvastatina e atorvastatina (porém não com a pravastatina) - O omeprazole (inibidor da bomba de protões) - A metadona (risco de síndrome de abstinência) - As benzodiazepinas, quazepam e midazolam

Ezetimiba + Atorvastatina

Observações: Só foram efetuados estudos de interação em adultos. Nos estudos pré-clínicos, demonstrou-se que a ezetimiba não induz as enzimas metabolizadoras de fármacos do citocromo P450. Não se observaram interações farmacocinéticas clinicamente significativas entre a ezetimiba e os fármacos metabolizados pelos citocromos P450 1A2, 2D6, 2C8, 2C9 e 3A4, ou pela N-acetiltransferase.
Interações: Não se observaram interações farmacocinéticas clinicamente significativas quando se administrou concomitantemente ezetimiba com atorvastatina.

Amlodipina + Atorvastatina + Atorvastatina

Observações: Os dados de um estudo de interação fármaco-fármaco que envolveu 10 mg de amlodipina e 80 mg de atorvastatina em indivíduos saudáveis indicam que a farmacocinética da amlodipina não é alterada quando os fármacos são coadministrados. Não foi demonstrado nenhum efeito da amlodipina na Cmáx da atorvastatina, mas a AUC da atorvastatina aumentou 18% (IC 90% [109-127%]) na presença de amlodipina. Não foi realizado nenhum estudo de interação medicamentosa com a associação fixa de amlodipina e atorvastatina e outros fármacos, embora tenham sido realizados estudos com os componentes individuais amlodipina e atorvastatina.
Interações: Interações relacionadas com a AMLODIPINA: Em estudos de interação foi também demonstrado que a cimetidina, a atorvastatina, os sais de alumínio/magnésio e a digoxina não afetaram a farmacocinética da amlodipina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Danazol + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: Estatinas: O risco de miopatia e rabdomiólise é aumentado com a utilização concomitante de danazol e estatinas matabolizadas pelo CYP3A4 tais como sinvastatina, atorvastatina e lovastatina.

Letermovir + Atorvastatina

Observações: Informação geral sobre as diferenças na exposição entre os diferentes regimes de tratamento com letermovir - A exposição plasmática esperada de letermovir difere consoante o regime terapêutico utilizado. Desta forma, as consequências clínicas das interações medicamentosas do letermovir vão depender do regime de letermovir utilizado, e se o letermovir está ou não associado à ciclosporina. - A associação de ciclosporina e letermovir pode levar a efeitos potenciados ou adicionais dos medicamentos concomitantes quando comparado com letermovir isoladamente.
Interações: Inibidores da HMG-CoA redutase Atorvastatina (20 mg dose única)/ letermovir (480 mg por dia): Devem ser cuidadosamente monitorizadas as reações adversas associadas a estatinas tais como miopatia. A dose de atorvastatina não deve exceder os 20 mg por dia quando administrado concomitantemente com Letermovir. Ainda que não tenha sido estudado, é esperado que a magnitude no aumento das concentrações plasmáticas de atorvastatina seja maior quando Letermovir é administrado concomitantemente com ciclosporina do que quando administrado isoladamente. Quando Letermovir é administrado concomitantemente com ciclosporina, a atorvastatina é contraindicada.

Fluconazol + Atorvastatina

Observações: O fluconazol é um potente inibidor do citocromo P450 (CYP) isoenzima 2C9 e um inibidor moderado do CYP3A4. O fluconazol é também um inibidor da isoenzima CYP2C19. Adicionalmente às interações observadas/documentadas abaixo indicadas, existe um risco de aumento da concentração plasmática de outros compostos metabolizados pelo CYP2C9 e CYP3A4 coadministrados com fluconazol. Deste modo, deve-se ter precaução quando se utilizam estas associações e os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados. O efeito inibidor da enzima pelo fluconazol persiste 4-5 dias após a descontinuação do tratamento com fluconazol devido à sua longa semivida.
Interações: A utilização concomitante dos seguintes fámacos leva a precauções e ajustes de dose: O efeito de fluconazol noutros fármacos: Inibidores da HMG-CoA reductase: O risco de miopatia e rabdomiólise aumenta quando o fluconazol é coadministrado com os inibidores da HMG-CoA reductase metabolizados pelo CYP3A4, tais como a atorvastatina e sinvastatina, ou pelo CYP2C9, tais como a fluvastatina. Se for necessária terapêutica concomitante, o doente deve ser observado para detetar sintomas de miopatia e rabdomiólise e os níveis de creatinina quinase devem ser monitorizados. Deve-se descontinuar o tratamento com inibidores da HMG-CoA reductase se se observar um aumento acentuado da creatinina quinase ou se for diagnosticado ou houver suspeita de miopatia/rabdomiólise.

Doravirina + Lamivudina + Tenofovir + Atorvastatina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Estatinas Atorvastatina (20 mg DU, doravirina 100 mg 1x/dia): Não é necessário ajuste posológico.

Amlodipina + Valsartan + Atorvastatina

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com Amlodipina / Valsartan e outros medicamentos.
Interações: Interações associadas à AMLODIPINA: A ter em consideração aquando da utilização concomitante: Outras: Em estudos de interação clínica, a amlodipina não alterou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dienogest + Etinilestradiol + Atorvastatina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. As interações do etinilestradiol e o dienogest, com outros medicamentos podem aumentar ou diminuir ou ambas, as concentrações séricas das hormonas esteroides. A redução das concentrações séricas de etinilestradiol/dienogest pode levar a um aumento das hemorragias intercorrentes e dos distúrbios menstruais e reduzir a eficácia do contracetivo do Dienogest / Etinilestradiol; o aumento de etinilestradiol/dienogest nos níveis séricos pode levar a um aumento de incidência e aumento da expressão de efeitos secundários.
Interações: Os seguintes medicamentos podem aumentar as concentrações séricas das hormonas esteroides contidas no Dienogest / Etinilestradiol: - Compostos que inibem a sulfatação de etinilestradiol na parede gastrointestinal, tais como o ácido ascórbico ou o paracetamol, - Atorvastatina (aumento na AUC do etinilestradiol em 20%), - Compostos que inibem as enzimas microssomais hepáticas, tais como imidazol, antifúngicos (por exemplo fluconazol), indinavir e troleandomicina. - Os chamados inibidores da enzima CYP3A4 como antifúngicos azólicos, cimetidina, verapamil, macrólidos, diltiazem, antidepressivos e sumo de toranja podem aumentar os níveis plasmáticos de dienogest.

Orlistato + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: Ausência de interações: Não foram observadas interações com amitriptilina, atorvastatina, biguanidas, digoxina, fibratos, fluoxetina, losartan, fenitoína, fentermina, pravastatina, Sistema Terapêutico Gastrointestinal (GITS) de nifedipina, nifedipina de libertação controlada, sibutramina ou álcool. A ausência destas interações foi demonstrada em estudos específicos de interação fármaco-fármaco.
 Sem significado Clínico

Metformina + Alogliptina + Atorvastatina

Observações: A coadministração de 100 mg de alogliptina uma vez ao dia e 1.000 mg de cloridrato de metformina duas vezes ao dia, durante 6 dias, em indivíduos saudáveis, não teve quaisquer efeitos clinicamente relevantes na farmacocinética da alogliptina ou da metformina. Não foram realizados estudos farmacocinéticos específicos de interação medicamentosa com este medicamento.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre a alogliptina: A alogliptina é principalmente excretada sob a forma inalterada na urina e o metabolismo pelo sistema enzimático do citocromo (CYP) P450 é desprezável. Por conseguinte, não são esperadas nem foram observadas interações com os inibidores do CYP. Os resultados dos estudos de interação clínica também demonstraram que não há efeitos clinicamente relevantes do gemfibrozil (um inibidor do CYP2C8/9), fluconazol (um inibidor do CYP2C9), cetoconazol (um inibidor do CYP3A4), ciclosporina (um inibidor da glicoproteína-P), voglibose (um inibidor da alfa-glucosidase), digoxina, metformina, cimetidina, pioglitazona ou atorvastatina na farmacocinética da alogliptina. Efeitos da alogliptina sobre outros medicamentos: Em estudos in vitro, constatou-se que a alogliptina não é um substrato nem um inibidor dos principais transportadores associados à disposição do fármaco no rim: transportador aniónico orgânico 1, transportador aniónico orgânico 3 ou transportador catiónico orgânico 2 (OCT2). Além disso, os dados clínicos não sugerem interação com os inibidores ou substratos da glicoproteína-P. Em estudos clínicos, a alogliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da cafeína, (R)-varfarina, pioglitazona, gliburida, tolbutamida, (S)-varfarina, dextrometorfano, atorvastatina, midazolam, um contracetivo oral (noretindrona e etinilestradiol), digoxina, fexofenadina, metformina ou cimetidina, proporcionando assim provas in vivo de uma baixa tendência para causar interação com substratos do CYP1A2, CYP3A4, CYP2D6, CYP2C9, da glicoproteína-P e do OCT2. Em indivíduos saudáveis, a alogliptina não tem qualquer efeito no tempo da protrombina ou Razão Normalizada Internacional (INR) quando administrada concomitantemente com a varfarina.

Aliscireno + Atorvastatina

Observações: O aliscireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A). O aliscireno não induz a CYP3A4. Assim não se espera que o aliscireno afete a exposição sistémica de substâncias que inibam, induzam ou sejam metabolizadas por estas enzimas. O aliscireno é pouco metabolizado pelas enzimas do citocromo P450. Assim, não são de esperar interações devidas a inibição ou indução das isoenzimas do citocromo CYP450.
Interações: Quando administrado com atorvastatina, o estado estacionário da AUC de Aliscireno e a Cmax aumentaram em 50%. A coadministração de Aliscireno não teve impacto significativo sobre a farmacocinética da atorvastatina. Consequentemente, não é necessário ajuste de dose de Aliscireno ou deste medicamento coadministrado. Quando administrado com atorvastatina (80 mg), a AUC e Cmax na fase estacionária de aliscireno (300 mg) aumentaram em 50%.
 Sem significado Clínico

Alogliptina + Atorvastatina

Observações: A alogliptina é principalmente excretada sob a forma inalterada na urina e o metabolismo pelo sistema enzimático do citocromo (CYP) P450 é desprezável. Por conseguinte, não são esperadas nem foram observadas interações com os inibidores do CYP. Estudos in vitro sugerem que a alogliptina não inibe nem induz as isoformas do CYP 450 em concentrações obtidas com a dose recomendada de 25 mg de alogliptina. Por conseguinte, não é esperada nem foi observada interação com substratos das isoformas do CYP 450. Em estudos in vitro, constatou-se que a alogliptina não é um substrato nem um inibidor dos principais transportadores associados à disposição do fármaco no rim: transportador aniónico orgânico 1, transportador aniónico orgânico 3 ou transportador catiónico orgânico 2 (OCT2).
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre a alogliptina: Os resultados dos estudos de interação clínica também demonstraram que não há efeitos clinicamente relevantes do gemfibrozil (um inibidor do CYP2C8/9), fluconazol (um inibidor do CYP2C9), cetoconazol (um inibidor do CYP3A4), ciclosporina (um inibidor da glicoproteína-P), voglibose (um inibidor da alfa-glucosidase), digoxina, metformina, cimetidina, pioglitazona ou atorvastatina na farmacocinética da alogliptina. Efeitos da alogliptina sobre outros medicamentos: Em estudos clínicos, a alogliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da cafeína, (R)-varfarina, pioglitazona, gliburida, tolbutamida, (S)-varfarina, dextrometorfano, atorvastatina, midazolam, um contracetivo oral (noretindrona e etinilestradiol), digoxina, fexofenadina, metformina ou cimetidina, proporcionando assim provas in vivo de uma baixa tendência para causar interação com substratos do CYP1A2, CYP3A4, CYP2D6, CYP2C9, da glicoproteína-P e do OCT2.

Tipranavir + Atorvastatina

Observações: Os estudos de interação apenas foram realizados em adultos.
Interações: INIBIDORES DA HMG-CoA REDUCTASE: Atorvastatina 10 mg QD Não se recomenda a coadministração de atorvastatina e Tipranavir, coadministrado com ritonavir em dose baixa. Devem ser considerados outros inibidores da HMG-CoA reductase, tais como a pravastatina, fluvastatina ou rosuvastatina. Nos casos em que a coadministração é necessária, não deve ser excedida a dose de 10 mg diários de atorvastatina. É recomendado que o tratamento seja iniciado com a dose mais baixa sendo necessária monitorização clínica cuidadosa.

Amlodipina + Candesartan + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: Os efeitos de diminuição da pressão arterial da amlodipina aumentam os efeitos redutores da pressão arterial de outros medicamentos com propriedades anti-hipertensoras. Em estudos de interação clínica, a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.
 Sem significado Clínico

Pioglitazona + Alogliptina + Atorvastatina

Observações: A coadministração de 25 mg de alogliptina uma vez ao dia e 45 mg de pioglitazona uma vez ao dia, durante 12 dias, em indivíduos saudáveis, não teve quaisquer efeitos clinicamente relevantes na farmacocinética da alogliptina, da pioglitazona ou dos seus metabolitos ativos. Não foram realizados estudos farmacocinéticos específicos de interação medicamentosa com este medicamento. A alogliptina é principalmente excretada sob a forma inalterada na urina e o metabolismo pelo sistema enzimático do citocromo (CYP) P450 é desprezável. Por conseguinte, não são esperadas nem foram observadas interações com os inibidores do CYP. Estudos realizados no ser humano não sugerem qualquer indução do principal citocromo induzível, o P450 (1A, 2C8/9 e 3A4). Estudos in vitro não demonstraram qualquer inibição de qualquer subtipo de citocromo P450. Não são esperadas interações com substâncias metabolizadas por estas enzimas p. ex., contracetivos orais, ciclosporina, bloqueadores do canal de cálcio e inibidores da HMGCoA redutase.
Interações: Os resultados dos estudos de interação clínica também demonstraram que não há efeitos clinicamente relevantes do gemfibrozil (um inibidor do CYP2C8/9), fluconazol (um inibidor do CYP2C9), cetoconazol (um inibidor do CYP3A4), ciclosporina (um inibidor da glicoproteína-P), voglibose (um inibidor da alfa-glucosidase), digoxina, metformina, cimetidina, pioglitazona ou atorvastatina na farmacocinética da alogliptina. Em estudos clínicos, a alogliptina não teve qualquer efeito clinicamente relevante na farmacocinética da cafeína, (R)-varfarina, pioglitazona, gliburida, tolbutamida, (S)-varfarina, dextrometorfano, atorvastatina, midazolam, um contracetivo oral (noretindrona e etinilestradiol), digoxina, fexofenadina, metformina ou cimetidina, proporcionando assim provas in vivo de uma baixa tendência para causar interação com substratos do CYP1A2, CYP3A4, CYP2D6, CYP2C9, da glicoproteína-P e do OCT2.

Ritonavir + Atorvastatina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos do Ritonavir nos Medicamentos Não Antirretrovirais Coadministrados: Inibidores da HMG Co-A Reductase: Atorvastatina, Fluvastatina, Lovastatina, Pravastatina, Rosuvastatina, Sinvastatina: Os inibidores da HMG-CoA reductase que são altamente dependentes do metabolismo pela CYP3A, tais como a lovastatina e sinvastatina, podem ter as suas concentrações plasmáticas substancialmente aumentadas quando coadministrados com ritonavir como medicamento antirretroviral ou como potenciador farmacocinético. Dado que as concentrações aumentadas de lovastatina e sinvastatina podem causar miopatias, incluindo rabdomiólise, a associação destes medicamentos com ritonavir é contraindicada. A atorvastatina é menos dependente do metabolismo pela CYP3A. Embora a eliminação da rosuvastatina não seja dependente da CYP3A, foi descrito um aumento na exposição à rosuvastatina com a administração concomitante de ritonavir. O mecanismo desta interação não é claro, mas pode ser o resultado de inibição do transportador. Quando usadas com ritonavir como potenciador farmacocinético ou como medicamento antirretroviral, devem administrar-se as doses mais baixas possíveis de atorvastatina ou rosuvastatina. O metabolismo da pravastatina e fluvastatina não depende da CYP3A e não se esperam interações com ritonavir. Se for recomendado tratamento com um inibidor da HMG-CoA reductase, recomenda-se o uso de pravastatina ou fluvastatina.

Sacubitril + Valsartan + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: Interações que requerem precauções: Substratos OATP1B1 e OATP1B3, por ex.: estatinas: Os dados in vitro indicam que o sacubitril inibe os transportadores OATP1B1 e OATP1B3. Sacubitril / Valsartan pode, portanto, aumentar a exposição sistémica de substratos OATP1B1 e OATP1B3 como as estatinas. A coadministração de Sacubitril / Valsartan aumentou a Cmax da atorvastatina e os seus metabolitos em até 2 vezes e a AUC em até 1,3 vezes. Portanto, recomenda-se precaução quando se coadministrar Sacubitril / Valsartan com estatinas.

Oxihidróxido sucroférrico + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: Os dados dos estudos clínicos demonstraram que este medicamento não afeta os efeitos de redução dos lípidos dos inibidores da HMG-CoA reductase (p. ex., atorvastatina e sinvastatina).

Sofosbuvir + Velpatasvir + Voxilaprevir + Atorvastatina

Observações: n.d.
Interações: Interações entre Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir e outros medicamentos: INIBIDORES DA HMG-CoA REDUTASE Outras estatinas (Inibição do OATP1B) Efeito na atorvastatina, fluvastatina, lovastatina, pitavastatina e sinvastatina não estudado. Não se podem excluir interações com outros inibidores da HMG-CoA redutase. A coadministração com Sofosbuvir / Velpatasvir / Voxilaprevir não é recomendada.

Encorafenib + Atorvastatina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de encorafenib noutros medicamentos Encorafenib é um inibidor do UGT1A1. Os agentes concomitantes que são substratos do UGT1A1 (por ex: raltegravir, atorvastatina, dolutegravir) poderão apresentar um aumento da exposição e, por essa razão, devem ser administrados com precaução. Efeitos de encorafenib noutros medicamentos Substratos do transportador Encorafenib inibe potencialmente uma série de transportadores. Os agentes que são substratos dos transportadores renais OAT1, OAT3, OCT2 (como furosemida, penicilina) ou agentes que são substratos dos transportadores hepáticos OATP1B1, OATP1B3, OCT1 (como atorvastatina, bosentano) ou substratos do BCRP (como metotrexato, rosuvastatina) ou substratos da gp-P (por ex. posaconazol) poderão ter uma exposição aumentada e deverão ser, consequentemente, administrados concomitantemente com precaução.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Cloromadinona + Etinilestradiol + Atorvastatina

Observações: A interação do etinilestradiol, com outros medicamentos, pode aumentar ou reduzir as concentrações séricas de etinilestradiol. Em caso de necessidade de tratamento prolongado com essas subtâncias ativas, devem ser utilizados métodos contracetivos não hormonais. Concentrações séricas reduzidas de etinilestradiol podem aumentar as hemorragias intracíclicas e as perturbações dos ciclos, e reduzir a eficácia contracetiva de Cloromadinona / Etinilestradiol; concentrações séricas aumentadas de etinilestradiol podem aumentar a frequência e a gravidade dos efeitos indesejáveis.
Interações: Os seguintes medicamentos/substâncias ativas podem aumentar as concentrações séricas de etinilestradiol: Substâncias que inibem a sulfatação do etinilestradiol na parede intestinal, por exemplo ácido ascórbico ou paracetamol Atorvastatina (aumenta a AUC do etinilestradiol em 20%) Substâncias que inibem as enzimas microssomais hepáticas, tais como, antimicóticos imidazólicos (por exemplo fluconazol), indinavir ou troleandomicina.

Aliscireno + Amlodipina + Atorvastatina

Observações: Não foram realizados estudos de interação de Aliscireno + Amlodipina com outros medicamentos. Apresenta-se a informação conhecida sobre interações com outros medicamentos para as substâncias ativas individualmente. A administração conjunta de aliscireno e amlodipina não provoca alterações significativas na exposição farmacocinética no estado estacionário (AUC) e na concentração máxima (Cmax) de ambos os componentes em voluntários saudáveis.
Interações: Quando administrado com atorvastatina, o estado estacionário da AUC de aliscireno e a Cmax aumentaram em 50%. A coadministração de aliscireno não teve impacto significativo sobre a farmacocinética da atorvastatina, metformina ou amlodipina. Consequentemente, não é necessário ajuste de dose de aliscireno ou destes medicamentos coadministrados. Em estudos clínicos de interação a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.

Atorvastatina + Perindopril + Amlodipina + Atorvastatina

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com Atorvastatina / Perindopril / Amlodipina e outros medicamentos, embora alguns estudos tenham sido realizados com atorvastatina, perindopril e amlodipina separadamente.
Interações: Utilização concomitante que requer ALGUNS CUIDADOS: AMLODIPINA: Digoxina, atorvastatina, varfarina ou ciclosporina: Nos estudos de interação clínica, a amlodipina não alterou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.

Azitromicina + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: Atorvastatina: A coadministração de atorvastatina (10 mg por dia) e de azitromicina (500 mg por dia) não alterou as concentrações plasmáticas da atorvastatina (com base num ensaio de inibição da HMG CoA-redutase).

Lisinopril + Amlodipina + Atorvastatina

Observações: n.d.
Interações: Interações relacionadas com a AMLODIPINA: Efeitos da amlodipina sobre outros medicamentos: O efeito de diminuição da tensão arterial da amlodipina contribui para os efeitos de diminuição da tensão arterial de outros medicamentos com propriedades anti-hipertensoras. Em estudos clínicos de interação, a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.

Amiodarona + Atorvastatina

Observações: Devido à semi-vida de eliminação longa e variável da amiodarona, podem ocorrer interações não só quando se administram outros fármacos concomitantemente, mas também com fármacos administrados após interrupção do tratamento com amiodarona.
Interações: Os seguintes fármacos devem ser utilizados com precaução quando em associação com a amiodarona: Fármacos metabolizados pelo citocromo P450 3A4: Quando estes fármacos são co-administrados com a amiodarona, que é um inibidor do CYP3A4, a associação pode resultar em aumento das suas concentrações plasmáticas, que poderá levar a um possível aumento da sua toxicidade. Estatinas: O risco de toxicidade muscular é aumentado aquando da administração concomitante de amiodarona com estatinas metabolizadas pelo CYP3A4, tais como a sinvastatina, atorvastatina e lovastatina. Quando for administrada amiodarona recomenda-se a utilização de estatinas que não sejam metabolizadas pelo CYP3A4.

Telaprevir + Atorvastatina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Contraindicações de utilização concomitante: Telaprevir não pode ser administrado concomitantemente com substâncias ativas cuja eliminação seja predominantemente dependente do CYP3A e para as quais concentrações plasmáticas elevadas estão associadas a acontecimentos adversos graves e/ou que colocam a vida em risco, tais como arritmias cardíacas (i.e., amiodarona, astemizol, bepridil, cisaprida, pimozida, quinidina, terfenadina) ou vasoespasmo periférico ou isquémia (i.e. dihidroergotamina, ergonovina, ergotamina, metilergonovina) ou miopatia, incluindo rabdomiólise (i.e, lovastatina, sinvastatina, atorvastatina) ou sedação prolongada ou aumentada ou depressão respiratória (i.e. quetiapina e midazolam ou triazolam de administração oral) ou hipotensão ou arritmia cardíaca (i.e. alfuzosina e sildenafil para a hipertensão arterial pulmonar). INIBIDORES DA HMG-CoA REDUCTASE: Atorvastatina: A administração concomitante de atorvastatina e telaprevir é contraindicada.

Indapamida + Amlodipina + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: Ligadas à AMLODIPINA: Efeitos da amlodipina com outros medicamentos: O efeito de diminuição da pressão arterial da amlodipina adiciona-se ao efeito de diminuição da pressão arterial de outros agentes antihipertensores. Em estudos de interação clínica, a amlodipina não alterou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.

Cilostazol + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: Aconselha-se precaução no caso de coadministração com estatinas metabolizadas pela CYP3A4, por exemplo sinvastatina, atorvastatina e lovastatina.

Ticagrelor + Atorvastatina

Observações: Ticagrelor é principalmente um substrato do CYP3A4 e um inibidor ligeiro do CYP3A4. O ticagrelor é igualmente um substrato da glicoproteína-P ( P-gp) e um inibidor fraco da P-gp e pode aumentar a exposição de substratos P-gp.
Interações: A administração conjunta de atorvastatina e ticagrelor aumentou a Cmax da atorvastatina ácida em 23% e a AUC em 36%. Aumentos similares na AUC e Cmax foram observados em todos os metabolitos da atorvastatina ácida. Estes aumentos não são considerados clinicamente significativos. Não pode ser excluído um efeito similar nas outras estatinas metabolizadas pelo CYP3A4. Doentes no PLATO a receberem ticagrelor tomaram uma variedade de estatinas, sem preocupações de uma associação com a segurança da estatina entre os 93% das coortes de PLATO a tomarem estes medicamentos.
 Sem significado Clínico

Efavirenz + Atorvastatina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: MEDICAMENTOS ANTIDISLIPIDÉMICOS: Inibidores da redutase da HMG-CoA: Atorvastatina/Efavirenz: (10 mg uma vez ao dia/600 mg uma vez ao dia). Os níveis de colesterol devem ser monitorizados periodicamente. Podem ser necessários ajustes posológicos da atorvastatina (consultar o Resumo das Características do Medicamento da atorvastatina). Não é necessário qualquer ajuste posológico para o efavirenz.

Rilpivirina + Atorvastatina

Observações: A rilpivirina é um inibidor in vitro do transportador MATE-2K com um IC50 < 2,7 nM. As implicações clínicas deste achado são atualmente desconhecidas.
Interações: INTERAÇÕES E RECOMENDAÇÕES POSOLÓGICAS COM OUTROS MEDICAMENTOS INIBIDORES DA HMG-CoA REDUCTASE: Atorvastatina*# 40 mg uma vez por dia: Não é necessário qualquer ajuste da dose. * A interação entre Rilpivirina e o medicamento foi avaliada num estudo clínico. Todas as outras interações medicamentosas apresentadas são previstas. # Este estudo de interação foi realizado com uma dose superior à dose recomendada de Rilpivirina, para avaliar o efeito máximo no medicamento administrado concomitantemente. A recomendação posológica é aplicável à dose recomendada de Rilpivirina de 25 mg uma vez por dia.

Fosamprenavir + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: Atorvastatina: Doses de atorvastatina não superiores a 20 mg por dia devem ser administradas com monitorização apertada da toxicidade da atorvastatina.

Amlodipina + Olmesartan medoxomilo + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos da amlodipina noutros medicamentos: Em estudos clínicos de interação, a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.

Padeliporfina + Atorvastatina

Observações: n.d.
Interações: Transportadores OATP1B1 e OATP1B3 Os estudos in vitro preveem que é improvável que Padeliporfina em concentrações terapêuticas iniba as enzimas do citocromo P450, mas que poderá inibir os transportadores OATP1B1 e OATP1B3. A magnitude da interação não foi investigada clinicamente, mas não é possível excluir um aumento transitório da concentração plasmática de substratos dos OATP1B1 e OATP1B3 coadministrados. A utilização de medicamentos que são substratos do OATP1B1 ou OATP1B3 (repaglinida, atorvastatina, pitavastatina, pravastatina, rosuvastatina, sinvastatina, bosentano, glibenclamida), para os quais foram observados acontecimentos adversos graves dependentes da concentração, deve ser evitada no dia da perfusão de Padeliporfina e durante pelo menos 24 horas após a administração. A coadministração deve ser efetuada com precaução e é recomendada uma monitorização apertada.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Digoxina + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: As concentrações séricas da digoxina podem AUMENTAR com administração concomitante dos seguintes fármacos: amiodarona, flecainida, prazosina, propafenona, quinidina, espironolactona, antibióticos macrólidos por ex.: eritromicina e claritromicina, tetraciclina (e possivelmente outros antibióticos), gentamicina, itraconazol, quinina, trimetoprim, alprazolam, indometacina, propantelina, nefazodona, atorvastatina, ciclosporina, epoprostenol (transitório) e carvedilol.

Dolutegravir + Rilpivirina + Atorvastatina

Observações: n.d.
Interações: Inibidores da HMG-CoA redutase Atorvastatina/Dolutegravir: Não é necessário ajuste da dose. Atorvastatina/Rilpivirina: Não é necessário ajuste da dose.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Atorvastatina + Inibidores do CYP3A4

Observações: N.D.
Interações: A atorvastatina é metabolizada pelo citocromo P450 3A4 (CYP3A4) e é substrato para proteínas de transporte por exemplo, o transportador de captação hepático OATP1B1. A administração concomitante de medicamentos que sejam inibidores do CYP3A4 ou de proteínas de transporte pode originar um aumento da concentração plasmática de atorvastatina e aumentar o risco de miopatia. O risco também poderá estar aumentado quando há administração concomitante de atorvastatina com outros medicamentos que têm um potencial elevado para induzir a miopatia, como os derivados do ácido fíbrico e ezetimiba. Inibidores do CYP3A4: Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado da concentração de atorvastatina. A administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores das proteases do VIH incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc.) se possível, devem ser evitadas. Nos casos em que a administração concomitante de atorvastatina com estes medicamentos não pode ser evitada, devem ser consideradas doses iniciais e máximas mais baixas e recomenda-se uma adequada monitorização clínica destes doentes. Os inibidores moderados do CYP3A4 (por exemplo, eritromicina, diltiazem, verapamilo e fluconazol) podem aumentar a concentração plasmática de atorvastatina. Foi observado um aumento do risco de miopatia com a utilização de eritromicina em combinação com estatinas. Não foram efetuados estudos de interação para avaliar os efeitos da amiodarona ou do verapamilo na atorvastatina. Tanto a amiodarona como o verapamilo são conhecidos por inibirem a atividade do CYP3A4 e a administração concomitante com atorvastatina pode resultar num aumento da exposição à atorvastatina. Assim sendo, deve ser considerada uma dose máxima mais baixa de atorvastatina e recomenda-se a monitorização clínica do doente quando utilizada concomitantemente com inibidores moderados do CYP3A4. Recomenda-se uma adequada monitorização clínica após iniciar ou após o ajuste de dose do inibidor.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Atorvastatina + Ezetimiba

Observações: N.D.
Interações: A atorvastatina é metabolizada pelo citocromo P450 3A4 (CYP3A4) e é substrato para proteínas de transporte por exemplo, o transportador de captação hepático OATP1B1. A administração concomitante de medicamentos que sejam inibidores do CYP3A4 ou de proteínas de transporte pode originar um aumento da concentração plasmática de atorvastatina e aumentar o risco de miopatia. O risco também poderá estar aumentado quando há administração concomitante de atorvastatina com outros medicamentos que têm um potencial elevado para induzir a miopatia, como os derivados do ácido fíbrico e ezetimiba. Ezetimiba: A utilização isolada de ezetimiba está associada a acontecimentos relacionados com os músculos, incluindo a rabdomiólise. O risco destes acontecimentos pode portanto estar aumentado na utilização concomitante de ezetimiba e atorvastatina. Recomenda-se uma adequada monitorização clínica destes doentes.

Atorvastatina + Fibratos

Observações: N.D.
Interações: A atorvastatina é metabolizada pelo citocromo P450 3A4 (CYP3A4) e é substrato para proteínas de transporte por exemplo, o transportador de captação hepático OATP1B1. A administração concomitante de medicamentos que sejam inibidores do CYP3A4 ou de proteínas de transporte pode originar um aumento da concentração plasmática de atorvastatina e aumentar o risco de miopatia. O risco também poderá estar aumentado quando há administração concomitante de atorvastatina com outros medicamentos que têm um potencial elevado para induzir a miopatia, como os derivados do ácido fíbrico e ezetimiba. Gemfibrozil / derivados do ácido fíbrico: A utilização isolada de fibratos está ocasionalmente associada a acontecimentos relacionados com os músculos, incluindo a rabdomiólise. O risco destes acontecimentos pode aumentar com o uso concomitante de derivados do ácido fíbrico e atorvastatina. Se a administração concomitante não puder ser evitada, deve utilizar-se a dose mais baixa possível de atorvastatina para alcançar o objetivo terapêutico e os doentes devem ser adequadamente monitorizados.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Trandolapril + Verapamilo + Atorvastatina

Observações: n.d.
Interações: Associações a ter em consideração Inibidores da HMG-CoA redutase: Foi notificado um aumento de exposição plasmática de sinvastatina (metabolizada por CYP3A4) quando concomitantemente administrada com verapamilo. Foi notificação um risco aumentado de ocorrência de miopatia/rabdomiólise, aquando de administração concomitante de verapamilo com doses elevadas de sinvastatina. A dose de sinvastatina (e outras estatinas metabolizadas pelo CYP3A4, tais como atorvastatina e lovastatina) deve ser cuidadosamente ajustada.

Atorvastatina + Ciclosporina

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado da concentração de atorvastatina. A administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores das proteases do VIH incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc.) se possível, devem ser evitadas. Nos casos em que a administração concomitante de atorvastatina com estes medicamentos não pode ser evitada, devem ser consideradas doses iniciais e máximas mais baixas e recomenda-se uma adequada monitorização clínica destes doentes. Inibidores de proteínas de transporte: Os inibidores de proteínas de transporte (por exemplo ciclosporina) podem aumentar a exposição sistémica da atorvastatina. O efeito da inibição dos transportadores de captação hepáticos nas concentrações da atorvastatina nos hepatócitos é desconhecido. Se a administração concomitante não puder ser evitada, para obter eficácia recomenda-se a redução da dose e monitorização clínica.

Atorvastatina + Telitromicina

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado da concentração de atorvastatina. A administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores das proteases do VIH incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc.) se possível, devem ser evitadas. Nos casos em que a administração concomitante de atorvastatina com estes medicamentos não pode ser evitada, devem ser consideradas doses iniciais e máximas mais baixas e recomenda-se uma adequada monitorização clínica destes doentes.

Atorvastatina + Claritromicina

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado da concentração de atorvastatina. A administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores das proteases do VIH incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc.) se possível, devem ser evitadas. Nos casos em que a administração concomitante de atorvastatina com estes medicamentos não pode ser evitada, devem ser consideradas doses iniciais e máximas mais baixas e recomenda-se uma adequada monitorização clínica destes doentes.

Atorvastatina + Delavirdina

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado da concentração de atorvastatina. A administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores das proteases do VIH incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc.) se possível, devem ser evitadas. Nos casos em que a administração concomitante de atorvastatina com estes medicamentos não pode ser evitada, devem ser consideradas doses iniciais e máximas mais baixas e recomenda-se uma adequada monitorização clínica destes doentes.

Atorvastatina + Estiripentol

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado da concentração de atorvastatina. A administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores das proteases do VIH incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc.) se possível, devem ser evitadas. Nos casos em que a administração concomitante de atorvastatina com estes medicamentos não pode ser evitada, devem ser consideradas doses iniciais e máximas mais baixas e recomenda-se uma adequada monitorização clínica destes doentes.

Atorvastatina + Cetoconazol

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado da concentração de atorvastatina. A administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores das proteases do VIH incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc.) se possível, devem ser evitadas. Nos casos em que a administração concomitante de atorvastatina com estes medicamentos não pode ser evitada, devem ser consideradas doses iniciais e máximas mais baixas e recomenda-se uma adequada monitorização clínica destes doentes.

Atorvastatina + Voriconazol

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado da concentração de atorvastatina. A administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores das proteases do VIH incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc.) se possível, devem ser evitadas. Nos casos em que a administração concomitante de atorvastatina com estes medicamentos não pode ser evitada, devem ser consideradas doses iniciais e máximas mais baixas e recomenda-se uma adequada monitorização clínica destes doentes.

Atorvastatina + Itraconazol

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado da concentração de atorvastatina. A administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores das proteases do VIH incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc.) se possível, devem ser evitadas. Nos casos em que a administração concomitante de atorvastatina com estes medicamentos não pode ser evitada, devem ser consideradas doses iniciais e máximas mais baixas e recomenda-se uma adequada monitorização clínica destes doentes.

Darunavir + Cobicistate + Atorvastatina

Observações: Não foram realizados estudos de interação farmacológica com Darunavir / Cobicistate. Uma vez que Darunavir / Cobicistate contém darunavir e cobicistate, as interações que foram identificadas com darunavir (em associação uma dose baixa de ritonavir) e com cobicistate determinam as interações que podem ocorrer com Darunavir / Cobicistate. Os ensaios de interação com darunavir/ritonavir e com cobicistate apenas foram realizados em adultos.
Interações: INIBIDORES DA HMG CO-A REDUCTASE: Atorvastatina, Fluvastatina, Pitavastatina, Pravastatina, Rosuvastatina: Tendo por base considerações teóricas, é expectável que Darunavir / Cobicistate aumente as concentrações plasmáticas destes inibidores da HMG Co-A reductase. (inibição do CYP3A e/ou do transporte) A utilização concomitante de um inibidor da HMG-CoA reductase e Darunavir / Cobicistate pode aumentar as concentrações plasmáticas do agente redutor de lípidos, o que pode conduzir a acontecimentos adversos, tais como miopatia. Quando se pretenda efetuar a administração concomitante do inibidor da HMG-CoA reductase e Darunavir / Cobicistate, recomenda-se iniciar com a dose mais baixa e titular até ao efeito clínico desejado, efetuando simultaneamente a monitorização da segurança.

Atorvastatina + Inibidores da Protease (IP)

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado da concentração de atorvastatina. A administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores das proteases do VIH incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc.) se possível, devem ser evitadas. Nos casos em que a administração concomitante de atorvastatina com estes medicamentos não pode ser evitada, devem ser consideradas doses iniciais e máximas mais baixas e recomenda-se uma adequada monitorização clínica destes doentes.
 Sem significado Clínico

Rivaroxabano + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: Não foram observadas interações farmacocinéticas ou farmacodinâmicas clinicamente relevantes quando o rivaroxabano foi coadministrado com midazolam (substrato do CYP3A4), digoxina (substrato da gp-P), atorvastatina (substrato do CYP3A4 e da gp-P) ou omeprazol (inibidor da bomba de protões). O rivaroxabano não inibe nem induz nenhuma isoforma importante do CYP, como o CYP3A4.

Atorvastatina + Posaconazol

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado da concentração de atorvastatina. A administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores das proteases do VIH incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc.) se possível, devem ser evitadas. Nos casos em que a administração concomitante de atorvastatina com estes medicamentos não pode ser evitada, devem ser consideradas doses iniciais e máximas mais baixas e recomenda-se uma adequada monitorização clínica destes doentes.

Atorvastatina + Lopinavir

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado da concentração de atorvastatina. A administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores das proteases do VIH incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc.) se possível, devem ser evitadas. Nos casos em que a administração concomitante de atorvastatina com estes medicamentos não pode ser evitada, devem ser consideradas doses iniciais e máximas mais baixas e recomenda-se uma adequada monitorização clínica destes doentes.

Atorvastatina + Ritonavir

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado da concentração de atorvastatina. A administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores das proteases do VIH incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc.) se possível, devem ser evitadas. Nos casos em que a administração concomitante de atorvastatina com estes medicamentos não pode ser evitada, devem ser consideradas doses iniciais e máximas mais baixas e recomenda-se uma adequada monitorização clínica destes doentes.

Insulina degludec + Liraglutido + Atorvastatina

Observações: Não foram realizados estudos de interação com Insulina degludec/Liraglutido. Os dados in vitro sugerem que o potencial para as interações medicamentosas farmacocinéticas relacionadas com a interação de CYP e a ligação às proteínas é reduzido para o liraglutido e a insulina degludec. O pequeno atraso do esvaziamento gástrico com liraglutido poderá influenciar a absorção de medicamentos administrados concomitantemente por via oral. Os estudos de interação não mostraram qualquer atraso clinicamente relevante da absorção.
Interações: O liraglutido não alterou a exposição geral de atorvastatina para um grau clinicamente relevante na sequência da administração de uma dose única de atorvastatina de 40 mg. Deste modo, não é necessário qualquer ajuste da dose quando é administrada com liraglutido. A Cmax da atorvastatina foi reduzida em 38% e o tmax médio foi atrasado de 1 h para 3 h com liaglutido.

Atorvastatina + Atazanavir

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado da concentração de atorvastatina. A administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores das proteases do VIH incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc.) se possível, devem ser evitadas. Nos casos em que a administração concomitante de atorvastatina com estes medicamentos não pode ser evitada, devem ser consideradas doses iniciais e máximas mais baixas e recomenda-se uma adequada monitorização clínica destes doentes.

Atorvastatina + Indinavir

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado da concentração de atorvastatina. A administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores das proteases do VIH incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc.) se possível, devem ser evitadas. Nos casos em que a administração concomitante de atorvastatina com estes medicamentos não pode ser evitada, devem ser consideradas doses iniciais e máximas mais baixas e recomenda-se uma adequada monitorização clínica destes doentes.

Atorvastatina + Darunavir

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Foi demonstrado que os inibidores potentes do CYP3A4 conduzem a um aumento acentuado da concentração de atorvastatina. A administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (por exemplo, ciclosporina, telitromicina, claritromicina, delavirdina, estiripentol, cetoconazol, voriconazol, itraconazol, posaconazol e inibidores das proteases do VIH incluindo ritonavir, lopinavir, atazanavir, indinavir, darunavir, etc.) se possível, devem ser evitadas. Nos casos em que a administração concomitante de atorvastatina com estes medicamentos não pode ser evitada, devem ser consideradas doses iniciais e máximas mais baixas e recomenda-se uma adequada monitorização clínica destes doentes.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Ranolazina + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: A administração de 1000 mg de Ranolazina duas vezes ao dia aumentou a Cmax e a AUC da atorvastatina 80 mg uma vez por dia em 1,4 e 1,3 vezes, respetivamente e alterou a Cmax e a AUC dos metabolitos da atorvastatina em menos de 35%. A limitação de dose de atorvastatina e a monitorização clínica adequada podem ser consideradas ao tomar Ranolazina.

Atorvastatina + Eritromicina

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Os inibidores moderados do CYP3A4 (por exemplo, eritromicina, diltiazem, verapamilo e fluconazol) podem aumentar a concentração plasmática de atorvastatina. Foi observado um aumento do risco de miopatia com a utilização de eritromicina em combinação com estatinas. Não foram efetuados estudos de interação para avaliar os efeitos da amiodarona ou do verapamilo na atorvastatina. Tanto a amiodarona como o verapamilo são conhecidos por inibirem a atividade do CYP3A4 e a administração concomitante com atorvastatina pode resultar num aumento da exposição à atorvastatina. Assim sendo, deve ser considerada uma dose máxima mais baixa de atorvastatina e recomenda-se a monitorização clínica do doente quando utilizada concomitantemente com inibidores moderados do CYP3A4. Recomenda-se uma adequada monitorização clínica após iniciar ou após o ajuste de dose do inibidor.

Aliscireno + Amlodipina + Hidroclorotiazida + Atorvastatina

Observações: A análise farmacocinética populacional de doentes com hipertensão não revelou quaisquer alterações clinicamente relevantes durante a exposição no estado de equilíbrio (AUC) e Cmax de aliscireno, amlodipina e hidroclorotiazida comparativamente com as terapêuticas duplas correspondentes.
Interações: Quando administrado com atorvastatina, o estado estacionário da AUC de aliscireno e a Cmax aumentaram em 50%. A coadministração de aliscireno não teve impacto significativo sobre a farmacocinética da atorvastatina, metformina ou amlodipina. Consequentemente, não é necessário ajuste de dose de aliscireno ou destes medicamentos coadministrados. Quando administrado com atorvastatina, o estado estacionário da AUC de aliscireno e a Cmax aumentaram em 50%. A coadministração de aliscireno não teve impacto significativo sobre a farmacocinética da atorvastatina, metformina ou amlodipina. Consequentemente, não é necessário ajuste de dose de aliscireno ou destes medicamentos coadministrados. A biodisponibilidade da digoxina e de verapamilo pode ser ligeiramente reduzida por aliscireno. Quando administrado com atorvastatina (80 mg), a AUC e Cmax na fase estacionária de aliscireno (300 mg) aumentaram em 50%. Em estudos clínicos de interação a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.

Atorvastatina + Diltiazem

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Os inibidores moderados do CYP3A4 (por exemplo, eritromicina, diltiazem, verapamilo e fluconazol) podem aumentar a concentração plasmática de atorvastatina. Foi observado um aumento do risco de miopatia com a utilização de eritromicina em combinação com estatinas. Não foram efetuados estudos de interação para avaliar os efeitos da amiodarona ou do verapamilo na atorvastatina. Tanto a amiodarona como o verapamilo são conhecidos por inibirem a atividade do CYP3A4 e a administração concomitante com atorvastatina pode resultar num aumento da exposição à atorvastatina. Assim sendo, deve ser considerada uma dose máxima mais baixa de atorvastatina e recomenda-se a monitorização clínica do doente quando utilizada concomitantemente com inibidores moderados do CYP3A4. Recomenda-se uma adequada monitorização clínica após iniciar ou após o ajuste de dose do inibidor.

Atorvastatina + Verapamilo

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Os inibidores moderados do CYP3A4 (por exemplo, eritromicina, diltiazem, verapamilo e fluconazol) podem aumentar a concentração plasmática de atorvastatina. Foi observado um aumento do risco de miopatia com a utilização de eritromicina em combinação com estatinas. Não foram efetuados estudos de interação para avaliar os efeitos da amiodarona ou do verapamilo na atorvastatina. Tanto a amiodarona como o verapamilo são conhecidos por inibirem a atividade do CYP3A4 e a administração concomitante com atorvastatina pode resultar num aumento da exposição à atorvastatina. Assim sendo, deve ser considerada uma dose máxima mais baixa de atorvastatina e recomenda-se a monitorização clínica do doente quando utilizada concomitantemente com inibidores moderados do CYP3A4. Recomenda-se uma adequada monitorização clínica após iniciar ou após o ajuste de dose do inibidor.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Verapamilo + Atorvastatina

Observações: n.d.
Interações: Possíveis interacções medicamentosas associadas com o verapamilo, devido a razões de farmacocinética: Antidislipidémicos Atorvastatina - Possível aumento dos níveis de atorvastatina; Aumento da AUC do verapamilo em 42,8%; Lovastatina - Possível aumento dos níveis de lovastatina; Sinvastatina - Aumento da AUC (2,6 vezes) e Cmax ( 4,6 vezes) da sinvastatina. Inibidores da HMG-CoA redutase (“estatinas”) O tratamento com inibidores da HMG-CoA redutase (ex. sinvastatina, atorvastatina ou lovastatina), num doente medicado com verapamilo, deve ser iniciado com a dose mais baixa possível e titulada de forma ascendente. Se for necessário iniciar o tratamento com Verapamilo em doentes que já estejam a tomar um inibidor da HMG CoA redutase (ex. sinvastatina, atorvastatina ou lovastatina), dever-se-á considerar a redução da dose de estatina e retitular contra as concentrações séricas de colesterol. A fluvastatina, a pravastatina e a rosuvastatina não são metabolizadas pelo CYP3A4 e são menos susceptíveis de interagir com o verapamilo.

Atorvastatina + Fluconazol

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Os inibidores moderados do CYP3A4 (por exemplo, eritromicina, diltiazem, verapamilo e fluconazol) podem aumentar a concentração plasmática de atorvastatina. Foi observado um aumento do risco de miopatia com a utilização de eritromicina em combinação com estatinas. Não foram efetuados estudos de interação para avaliar os efeitos da amiodarona ou do verapamilo na atorvastatina. Tanto a amiodarona como o verapamilo são conhecidos por inibirem a atividade do CYP3A4 e a administração concomitante com atorvastatina pode resultar num aumento da exposição à atorvastatina. Assim sendo, deve ser considerada uma dose máxima mais baixa de atorvastatina e recomenda-se a monitorização clínica do doente quando utilizada concomitantemente com inibidores moderados do CYP3A4. Recomenda-se uma adequada monitorização clínica após iniciar ou após o ajuste de dose do inibidor.

Atorvastatina + Amiodarona

Observações: N.D.
Interações: Inibidores do CYP3A4: Os inibidores moderados do CYP3A4 (por exemplo, eritromicina, diltiazem, verapamilo e fluconazol) podem aumentar a concentração plasmática de atorvastatina. Foi observado um aumento do risco de miopatia com a utilização de eritromicina em combinação com estatinas. Não foram efetuados estudos de interação para avaliar os efeitos da amiodarona ou do verapamilo na atorvastatina. Tanto a amiodarona como o verapamilo são conhecidos por inibirem a atividade do CYP3A4 e a administração concomitante com atorvastatina pode resultar num aumento da exposição à atorvastatina. Assim sendo, deve ser considerada uma dose máxima mais baixa de atorvastatina e recomenda-se a monitorização clínica do doente quando utilizada concomitantemente com inibidores moderados do CYP3A4. Recomenda-se uma adequada monitorização clínica após iniciar ou após o ajuste de dose do inibidor.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Atorvastatina + Indutores do CYP3A4

Observações: N.D.
Interações: Indutores do CYP3A4: A administração concomitante de atorvastatina com indutores do citocromo P450 3A (por exemplo, efavirenz, rifampicina, hipericão) pode originar reduções variáveis nas concentrações plasmáticas de atorvastatina. Devido ao duplo mecanismo de interação da rifampicina (indução do citocromo P450 3A e inibição do transportador de captação hepático OATP1B1), é recomendada a administração concomitante de atorvastatina com rifampicina, na medida em que a administração de atorvastatina com atraso após a administração da rifampicina tem sido associada a uma redução significativa nas concentrações plasmáticas de atorvastatina. O efeito da rifampicina nas concentrações de atorvastatina nos hepatócitos é no entanto desconhecida e caso a administração concomitante não possa ser evitada, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados, para controlo da eficácia.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Atorvastatina + Efavirenz

Observações: N.D.
Interações: Indutores do CYP3A4: A administração concomitante de atorvastatina com indutores do citocromo P450 3A (por exemplo, efavirenz, rifampicina, hipericão) pode originar reduções variáveis nas concentrações plasmáticas de atorvastatina. Devido ao duplo mecanismo de interação da rifampicina (indução do citocromo P450 3A e inibição do transportador de captação hepático OATP1B1), é recomendada a administração concomitante de atorvastatina com rifampicina, na medida em que a administração de atorvastatina com atraso após a administração da rifampicina tem sido associada a uma redução significativa nas concentrações plasmáticas de atorvastatina. O efeito da rifampicina nas concentrações de atorvastatina nos hepatócitos é no entanto desconhecida e caso a administração concomitante não possa ser evitada, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados, para controlo da eficácia.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Atorvastatina + Rifampicina

Observações: N.D.
Interações: Indutores do CYP3A4: A administração concomitante de atorvastatina com indutores do citocromo P450 3A (por exemplo, efavirenz, rifampicina, hipericão) pode originar reduções variáveis nas concentrações plasmáticas de atorvastatina. Devido ao duplo mecanismo de interação da rifampicina (indução do citocromo P450 3A e inibição do transportador de captação hepático OATP1B1), é recomendada a administração concomitante de atorvastatina com rifampicina, na medida em que a administração de atorvastatina com atraso após a administração da rifampicina tem sido associada a uma redução significativa nas concentrações plasmáticas de atorvastatina. O efeito da rifampicina nas concentrações de atorvastatina nos hepatócitos é no entanto desconhecida e caso a administração concomitante não possa ser evitada, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados, para controlo da eficácia.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Atorvastatina + Hipericão

Observações: N.D.
Interações: Indutores do CYP3A4: A administração concomitante de atorvastatina com indutores do citocromo P450 3A (por exemplo, efavirenz, rifampicina, hipericão) pode originar reduções variáveis nas concentrações plasmáticas de atorvastatina. Devido ao duplo mecanismo de interação da rifampicina (indução do citocromo P450 3A e inibição do transportador de captação hepático OATP1B1), é recomendada a administração concomitante de atorvastatina com rifampicina, na medida em que a administração de atorvastatina com atraso após a administração da rifampicina tem sido associada a uma redução significativa nas concentrações plasmáticas de atorvastatina. O efeito da rifampicina nas concentrações de atorvastatina nos hepatócitos é no entanto desconhecida e caso a administração concomitante não possa ser evitada, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados, para controlo da eficácia.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Atorvastatina + Inibidores do OATP1B1

Observações: N.D.
Interações: Inibidores de proteínas de transporte: Os inibidores de proteínas de transporte (por exemplo ciclosporina) podem aumentar a exposição sistémica da atorvastatina. O efeito da inibição dos transportadores de captação hepáticos nas concentrações da atorvastatina nos hepatócitos é desconhecido. Se a administração concomitante não puder ser evitada, para obter eficácia recomenda-se a redução da dose e monitorização clínica.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Dulaglutido + Atorvastatina

Observações: O dulaglutido torna o esvaziamento gástrico mais lento e, por isso, pode afetar a taxa de absorção de outros medicamentos orais administrados concomitantemente. O dulaglutido deve ser utilizado com precaução em doentes tratados com medicamentos orais que careçam de uma rápida absorção gastrointestinal. Em algumas formulações de libertação prolongada, o aumento da libertação devido a um período maior de estase gástrica pode aumentar ligeiramente a exposição ao fármaco.
Interações: A administração concomitante de dulaglutido e atorvastatina diminuiu a Cmax e a AUC(0-∞) até 70% e 21%, respetivamente, da atorvastatina e do seu principal metabolito, a o-hidroxiatorvastatina. A t1/2 média da atorvastatina e da o-hidroxiatorvastatina aumentou, respetivamente, 17% e 41%, após a administração de dulaglutido. Estes resultados não são clinicamente relevantes. Não é necessário ajustar a dose de atorvastatina, quando administrada concomitantemente com dulaglutido.

Atorvastatina + Gemfibrozil

Observações: N.D.
Interações: Gemfibrozil / derivados do ácido fíbrico: A utilização isolada de fibratos está ocasionalmente associada a acontecimentos relacionados com os músculos, incluindo a rabdomiólise. O risco destes acontecimentos pode aumentar com o uso concomitante de derivados do ácido fíbrico e atorvastatina. Se a administração concomitante não puder ser evitada, deve utilizar-se a dose mais baixa possível de atorvastatina para alcançar o objetivo terapêutico e os doentes devem ser adequadamente monitorizados.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Atorvastatina + Colestipol

Observações: N.D.
Interações: Colestipol: As concentrações plasmáticas de atorvastatina e dos seus metabolitos ativos foram mais baixas (aproximadamente 25%) quando se administrou concomitantemente colestipol com Atorvastatina. Contudo, quando Atorvastatina e colestipol foram administrados concomitantemente, os efeitos lipídicos foram superiores aos de qualquer um dos medicamentos em administração isolada.

Semaglutido + Atorvastatina

Observações:
Interações: Atorvastatina O semaglutido não alterou a exposição geral de atorvastatina na sequência da administração de uma dose única de atorvastatina (40 mg). A Cmax da atorvastatina foi reduzida em 38%. Avaliou-se que esta situação não é clinicamente relevante.

Atorvastatina + Ácido fusídico

Observações: N.D.
Interações: Ácido Fusídico: Não foram efetuados estudos de interação entre a atorvastatina e o ácido fusídico. Assim como para outras estatinas, foram notificados, na experiência de pós-comercialização, acontecimentos relacionados com os músculos, incluindo rabdomiólise, devido à administração concomitante de atorvastatina e o ácido fusídico. O mecanismo de interação não é conhecido. Os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados e a suspensão temporária da terapêutica com atorvastatina pode ser adequada.

Amlodipina + Olmesartan medoxomilo + Hidroclorotiazida + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: Interações potenciais relacionadas com AMLODIPINA: Uso concomitante que requer precaução: Efeitos da amlodipina noutros medicamentos: O efeito de diminuição da tensão arterial da amlodipina adiciona-se aos efeitos de diminuição da tensão arterial de outros agentes antihipertensores. Em estudos clínicos de interação, a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.

Atorvastatina + Colquicina (colchicina)

Observações: N.D.
Interações: Colquicina: Apesar de não terem sido efetuados estudos de interação com a atorvastatina e a colquicina, foram notificados casos de miopatia com a atorvastatina quando administrada concomitantemente com colquicina, sendo necessário precaução na prescrição de atorvastatina com colquicina.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Midazolam + Atorvastatina

Observações: n.d.
Interações: Fármacos vários/plantas: A atorvastatina evidenciou um aumento de cerca de 1,4 vezes das concentrações plasmáticas de midazolam IV em comparação com um grupo de controlo. Informação adicional sobre midazolam oral: A nefazodona aumentou as concentrações plasmáticas de midazolam oral cerca de 4,6 vezes e a semivida terminal 1,6 vezes. O aprepitant originou um aumento dose-dependente das concentrações plasmáticas de midazolam oral de 3,3 vezes após 80 mg/dia associado a um aumento para cerca do dobro da semivida terminal.

Atorvastatina + Digoxina

Observações: N.D.
Interações: Digoxina: Quando foram administradas concomitantemente doses múltiplas de digoxina e 10 mg de atorvastatina, as concentrações plasmáticas de digoxina no estado estacionário aumentaram ligeiramente. Doentes a tomar digoxina devem ser adequadamente monitorizados.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Atorvastatina + Contracetivos orais

Observações: N.D.
Interações: Contracetivos orais: A administração concomitante de Atorvastatina e contracetivos orais aumentou as concentrações plasmáticas de noretindrona e etinilestradiol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Atorvastatina + Noretisterona

Observações: N.D.
Interações: Contracetivos orais: A administração concomitante de Atorvastatina e contracetivos orais aumentou as concentrações plasmáticas de noretindrona e etinilestradiol.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Atorvastatina + Etinilestradiol

Observações: N.D.
Interações: Contracetivos orais: A administração concomitante de Atorvastatina e contracetivos orais aumentou as concentrações plasmáticas de noretindrona e etinilestradiol.

Atorvastatina + Varfarina

Observações: N.D.
Interações: Varfarina: Num estudo clínico em doentes a receber terapêutica crónica com varfarina, a administração concomitante de atorvastatina 80 mg por dia com varfarina causou uma ligeira diminuição de cerca de 1,7 segundos no tempo de protrombina durante os primeiros 4 dias de tratamento, o qual normalizou após 15 dias de tratamento com atorvastatina. Apesar de serem muito raros os casos notificados de interação clinicamente significativa com anticoagulantes, nos doentes a tomar anticoagulantes cumarínicos, o tempo de protrombina deve ser determinado antes de iniciar a atorvastatina e de modo frequente durante a terapêutica inicial, de modo a garantir que não ocorrem alterações significativas no tempo de protrombina. Depois de alcançado um tempo de protombina estável, os tempos de protrombina podem ser monitorizados em intervalos geralmente recomendados para doentes com anticoagulantes cumarínicos. Se a dose de atorvastatina for alterada ou descontinuada, o mesmo procedimento deverá ser repetido. A terapêutica com atorvastatina não foi associada a hemorragias ou a alterações no tempo de protrombina em doentes que não tomam anticoagulantes.

Losartan + Amlodipina + Atorvastatina

Observações: Não foram realizados estudos de interação medicamentosa com o Losartan / Amlodipina e outros medicamentos. Não foram realizados estudos de interação medicamentosa na população pediátrica.
Interações: Interações relacionadas com a amlodipina Efeitos da amlodipina em outros medicamentos: Os efeitos de redução da pressão arterial da amlodipina somam-se aos efeitos de redução da pressão arterial de outros medicamentos com efeito anti-hipertensor. Em estudos clínicos de interação, a amlodipina não afetou a farmacocinética de atorvastatina, digoxina e varfarina.

Indinavir + Atorvastatina

Observações: n.d.
Interações: INDINAVIR NÃO POTENCIADO INIBIDORES DA REDUTASE DA HMG-CoA: Atorvastatina: A atorvastatina é menos dependente do CYP3A4 para o metabolismo do que a lovastatina ou a sinvastatina. Usar a menor dose possível de atorvastatina, com monitorização cuidadosa. É necessária precaução.

Teriflunomida + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: Interações farmacocinéticas da teriflunomida sobre outras substâncias: Efeito da teriflunomida sobre substratos da BCRP e/ou do polipéptido transportador de aniões orgânicos B1 e B3 (OATP1B1/B3): Foi observado um aumento na Cmax média e AUC (de 2,65x e 2,51x, respetivamente) da rosuvastatina após doses repetidas de teriflunomida. No entanto, não foi observado um impacto aparente deste aumento sobre a exposição plasmática da rosuvastatina na atividade da HMB-CoA redutase. Para a rosuvastatina, recomenda-se uma redução de dose de 50% para coadministração com teriflunomida. Com outros substratos da BCRP (p.ex., metotrexato, topotecano, sulfassalazina, daunorrubicina, doxorrubicina) e da família de OATP, especialmente os inibidores da HMG-Co redutase (p.ex., sinvastatina, atorvastatina, pravastatina, metotrexato, nateglinida, repaglinida, rifampicina), a administração concomitante de teriflunomida também deve ser realizada com precaução. Os doentes devem ser monitorizados relativamente a sinais e sintomas de uma exposição excessiva aos fármacos, devendo ser considerada a redução da dose destes fármacos se necessário.

Fluindiona + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: Associações que requerem precauções de utilização: HMG CoA redutase (atorvastatina, fluvastatina, rosuvastatina, sinvastatina): Efeito aumentado de anticoagulantes orais e risco de hemorragia. Monitorização mais frequente do INR. Ajustar a dose de anticoagulante oral.
 Sem significado Clínico

Eltrombopag + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: Efeitos do eltrombopag noutros medicamentos: Inibidores da HMG CoA redutase: Estudos in vitro demonstraram que o eltrombopag não é um substrato para o polipéptido transportador aniónico orgânico, OATP1B1, mas é um inibidor deste transportador. Estudos in vitro também demonstraram que o eltrombopag é um substrato e inibidor da proteína de resistência do cancro da mama (BCRP). A administração de 75 mg de eltrombopag uma vez por dia durante 5 dias, com uma dose única de 10 mg de rosuvastatina, substrato do OATP1B e BCRP, a 39 adultos saudáveis levou ao aumento dos valores plasmáticos de rosuvastatina Cmax 103% (IC90%:82%, 126%) e AUC0- 55% (IC90%:42%, 69%). Prevêem-se também interações com outros inibidores da HMG-CoA redutase, incluindo pravastatina, sinvastatina e lovastatina, contudo, não são esperadas interações clinicamente significativas entre o eltrombopag e a atorvastatina ou fluvastatina. Deverá considerar-se uma redução da dose das estatinas quando administradas concomitantemente com eltrombopag, com cuidadosa monitorização das suas reações adversas.

Posaconazol + Atorvastatina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de posaconazol sobre outros medicamentos: Inibidores da HMG-CoA redutase metabolizados através do CYP3A4 (por exemplo sinvastatina, lovastatina e atorvastatina): Posaconazol poderá aumentar substancialmente os níveis plasmáticos dos inibidores da HMG-CoA redutase metabolizados pelo CYP3A4. O tratamento com estes inibidores da HMG-CoA redutase deve ser suspenso durante o tratamento com posaconazol, uma vez que o aumento dos níveis tem sido associado a rabdomiólise.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Brotizolam + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: Brotizolam é metabolizado principalmente pela isoenzima CYP3A4 do citocromo P450. Os medicamentos que competem como substrato do CYP3A4 (inibição competitiva) e medicamentos que inibem a CYP3A4 podem, deste modo, aumentar o efeito de brotizolam. Os substratos conhecidos da CYP3A4 são astemizol, antimicóticos azóis (ex. itraconazol e cetoconazol), imunossupressores (ex. ciclosporina A, sirolimus e tacrolimus), antagonistas do cálcio, antibióticos macrólidos (ex. claritromicina e eritromicina), antimaláricos (ex. halofantrine e mefloquina), midazolam, pimozida, inibidores da protease (indinavir, nelfinavir e ritonavir), sildenafil, estatinas (ex. atorvastatina, lovastatina e sinvastatina), esteroides (ex. etinilestradiol), tamoxifeno e terfenadina.

Lixisenatido + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: Ao se administrar simultaneamente de manhã 20 mcg de lixisenatido e 40 mg de atorvastatina durante 6 dias, a exposição à atorvastatina não foi afetada, enquanto a Cmax diminuiu 31% e o tmax sofreu um atraso de 3,25 horas. Não se observou este aumento do tmax quando se administrou atorvastatina à noite e lixisenatido de manhã, mas a AUC e a Cmax da atorvastatina aumentaram 27% e 66%, respetivamente. Estas alterações não são clinicamente relevantes, pelo que não é necessário um ajuste de dose da atorvastatina quando administrada concomitantemente com lixisenatido.

Perindopril + Indapamida + Amlodipina + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: Uso concomitante a considerar: AMLODIPINA: Atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina: Nos estudos clínicos de interação, a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.

Tocilizumab + Atorvastatina

Observações: Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos.
Interações: Ao iniciar ou interromper tratamento com tocilizumab, os doentes que tomam medicamentos ajustados individualmente e metabolizados via CYP450 3A 4, 1A2 ou 2C9 (por exemplo atorvastatina, bloqueadores dos canais de cálcio, teofilina, varfarina, fenprocoumon, fenitoína, ciclosporina ou benzodiazepinas) devem ser monitorizados, pois pode haver necessidade de aumento de doses para manter o efeito terapêutico. Dada a longa semi-vida (t 1/2 ) de eliminação, o efeito de tocilizumab na atividade enzimática do CYP450 pode persistir durante várias semanas após a interrupção da terapêutica.

Glecaprevir + Pibrentasvir + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: Potencial de Glecaprevir / Pibrentasvir para afetar outros medicamentos Glecaprevir e pibrentasvir são inibidores da glicoproteína-P (gp-P), da proteína de resistência do cancro da mama (BCRP) e polipeptídeo transportador do anião orgânico (OATP) 1B1/3. A coadministração com Glecaprevir / Pibrentasvir pode aumentar as concentrações plasmáticas de medicamentos que são substratos da gp-P (por exemplo, dabigatrano etexilato, digoxina), BCRP (por exemplo, rosuvastatina), ou OATP1B1/3 (por exemplo, atorvastatina, lovastatina, pravastatina, rosuvastatina, sinvastatina). Outros substratos P-gp, BCRP, ou OATP1B1/3, pode ser necessário ajuste de dose. Glecaprevir e pibrentasvir são inibidores fracos in vivo do citocromo P450 (CYP) 3A e uridina glucuronosiltransferase (UGT) 1A1. Não são esperados aumentos clinicamente significativos quando Glecaprevir / Pibrentasvir é coadministrado com substratos sensíveis do CYP3A (midazolam, felodipina) ou UGT1A1 (raltegravir). Quer glecaprevir quer pibrentasvir inibem in vitro a bomba de exportação de sais biliares (BSEP). Não é expectável inibição significativa do CYP1A2, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6, UGT1A6, UGT1A9, UGT1A4, UGT2B7, OCT1, OCT2, OAT1, OAT3, MATE1 ou MATE2K. INIBIDORES DA HMG-CoA REDUTASE Atorvastatina 10 mg uma vez por dia (Inibição da OATP1B1/3, gp-P, BCRP, CYP3A) A coadministração com atorvastatina e sinvastatina é contraindicada.

Patirómero + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: Os estudos in vitro demonstraram não haver potencial interação de Patirómero com as seguintes substâncias ativas: alopurinol, amoxicilina, apixabano, ácido acetilsalicílico, atorvastatina, cefalexina, digoxina, glipizida, lisinopril, fenitoína, riboflavina, rivaroxabano, espironolactona e valsartan.

Sirolímus + Atorvastatina

Observações: Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Não foi detetada nenhuma interação farmacocinética com significado clínico entre o sirolímus e os seguintes fármacos: aciclovir, atorvastatina, digoxina, glibenclamida, metilprednisolona, nifedipina, prednisolona e trimetoprim/sulfametoxazol.

Enzalutamida + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: Potencial da enzalutamida para afetar a exposição a outros medicamentos: Indução enzimática: A enzalutamida é um potente inibidor enzimático levando ao aumento da síntese de muitas enzimas e transportadores; portanto é esperada a interação com muitos medicamentos comuns que são substratos destas enzimas ou transportadores. A redução das concentrações plasmáticas podem ser substanciais, e levar a perda ou reduzir o efeito clínico. Existe também um risco aumentado da formação de metabolitos ativos. As enzimas que podem ser induzidas são o CYP3A no fígado e intestino, o CYP2C9, o CYP2C19, o CYP1A2 e auridina 5’ difosfato-glucuronosiltransferases (conjugação das enzimas UGTs-glucuronida). A proteína de transporte de P-gp pode também ser induzida, e provavelmente outros transportadores, como por exemplo, a proteína de resistência múltipla 2 (MRP2), proteína de resistência do cancro da mama (BCRP) e do polipéptido transportador aniónico orgânico 1B1, (OATP1B1). Estudos in vivo demonstraram que a enzalutamida é um indutor potente do CYP3A4 e um indutor moderado do CYP2C9 e do CYP2C19. A coadministração da enzalutamida (160 mg uma vez por dia) com doses únicas orais de substratos sensíveis ao CYP em doentes com cancro da próstata, resultou numa diminuição de 86% da AUC do midazolam (substrato do CYP3A4), numa diminuição de 56% na AUC da S-varfarina (substrato do CYP2C9) e numa diminuição de 70% na AUC do omeprazol (substrato do CYP2C19). A UGT1A1 pode também ter sido induzida. São esperadas interações com alguns medicamentos que são eliminados através do metabolismo ou por transporte ativo. Se o seu efeito terapêutico é de grande importância para o doente, e se os ajustes de dose não são facilmente realizados com base na monitorização de eficácia ou da concentração plasmática, estes medicamentos devem ser evitados ou utilizados com precaução. O risco de lesão hepática após a administração de paracetamol é suspeito ser maior em doentes tratados concomitantemente com indutores de enzima. Grupos de medicamentos que podem ser afetados incluem, mas não se limitam a: Analgésicos (ex. fentanilo, tramadol) Antibióticos (ex. claritromicina, doxiciclina) Agentes antineoplásicos (ex. cabazitaxel) Anticoagulantes (ex. acenocumarol, varfarina) Antiepiléticos (ex. carbamazepina, clonazepam, fenitoína, primidona, ácido valpróico) Antipsicóticos (ex. haloperidol) Bloqueadores beta (ex. bisoprolol, propranolol) Bloqueadores da entrada do cálcio (ex. diltiazem, felodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil) Cardiotónicos digitálicos (ex. digoxina) Corticosteroides (ex. dexametasona, prednisolona) Antirretrovirais VIH (ex. indinavir, ritonavir) Hipnóticos (ex. diazepam, midazolam, zolpidem) Estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 (ex. atorvastatina, sinvastatina)

Ombitasvir + Paritaprevir + Ritonavir + Atorvastatina

Observações: Os estudos de interação medicamentosa só foram realizados em adultos. Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir foi administrado em doses múltiplas em todos os estudos de interação medicamentosa, com exceção dos estudos de interação medicamentosa com carbamazepina, gemfibrozil e cetoconazol.
Interações: Interações entre Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir e outros medicamentos INIBIDORES DA HMG-CoA REDUTASE: Lovastatina, Sinvastatina, Atorvastatina: Mecanismo: inibição de CYP3A4/OATP1B Administrado com: Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir com ou sem dasabuvir. Não estudado. A utilização concomitante está contraindicada.

Ustecinumab + Atorvastatina

Observações: Não foram realizados estudos de interação em humanos.
Interações: Na análise farmacocinética populacional dos estudos de fase III, foi avaliado o efeito dos medicamentos concomitantes mais frequentemente utilizados em doentes com psoríase (incluindo paracetamol, ibuprofeno, ácido acetilsalicílico, metformina, atorvastatina, levotiroxina) sobre a farmacocinética do ustecinumab. Não se verificaram indícios de interação com estes medicamentos concomitantes. A base para esta análise consistiu no facto de, pelo menos, 100 doentes (> 5% da população estudada) terem sido tratados concomitantemente com estes medicamentos durante, pelo menos, 90% do período de estudo.

Midostaurina + Atorvastatina

Observações: A midostaurina sofre uma extensa metabolização hepática principalmente através das enzimas CYP3A4 que são induzidas ou inibidas por alguns medicamentos concomitantes.
Interações: Efeito de Midostaurina sobre outros medicamentos Midostaurina não é um inibidor da CYP3A4 in vivo. A farmacocinética de midazolam (sonda CYP3A4 sensíveis) não foi afetada após três dias de administração de midostaurina a indivíduos saudáveis. Com base em dados in vitro, a midostaurina e/ou os seus metabolitos têm o potencial de inibir as enzimas CYP1A2, CYP2D6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2E1 e CYP3A4/5. Com base em dados in vitro, a midostaurina e/ou os seus metabolitos têm o potencial de induzir as enzimas CYP1A2, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19 e CYP3A4. A midostaurina inibiu OATP1B1, BCRP e glicoproteína-p (P-gp) in vitro. A combinação dos dados de auto indução de midostaurina in vivo após administração repetida e o aumento dos níveis de colesterol 4β-OH no plasma sugerem que a midostaurina pode ser pelo menos um indutor moderado da CYP3A4 in vivo. Não foram realizados estudo in vivo para investigar a indução e inibição de enzimas e transportadores pela midostaurina e pelos metabolitos ativos. Os medicamentos com uma margem terapêutica estreita que são substratos da CYP1A2 (p.ex. tizanidina), CYP2D6 (p. ex. codeína) CYP2C8 (p.ex. paclitaxel), CYP2C9 (p.ex. varfarina), CYP2C19 (e.g. omeprazol), CYP2E1 (p.ex. clorzoxazona), CYP3A4/5 (p.ex. tacrolímus), CYP2B6 (p.ex. efavirenz), Gp-p (p.ex. paclitaxel), BCRP (p.ex. atorvastatina) ou OATP1B1 (p. ex. digoxina) devem ser utilizados com precaução quando administrados concomitantemente com midostaurina, e podem necessitar de ajuste de dose para manter uma exposição ótima. Atualmente desconhece-se se a midostaurina pode reduzir a eficácia de contracetivos hormonais e portanto as mulheres a utilizar contracetivos hormonais devem também utilizar um método anticoncecional de barreira.

Itraconazol + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: Efeito do itraconazol no metabolismo de outros medicamentos: Itraconazol pode inibir o metabolismo dos medicamentos metabolizados pela família do citocromo 3A, o que pode conduzir a um aumento e/ou prolongamento dos seus efeitos, incluindo os seus efeitos secundários. Ao fazer medicação concomitante, a informação correspondente deve ser consultada para obter informações sobre a via metabólica. Após a interrupção do tratamento, as concentrações plasmáticas de itraconazol diminuem gradualmente, dependendo da dose e duração do tratamento. Isto deve ser tido em consideração quando o efeito inibitório de itraconazol em medicamentos coadministrados é considerado. Exemplos conhecidos são: Os seguintes medicamentos são contraindicados com itraconazol: Terfenadina, astemizol, bepridil, mizolastina, cisapride, inibidores da CoA-HMG redutase, tais como sinvastatina, atorvastatina e lovastatina, midazolam oral, dofetilide, levacetilmetadol (levometadil), mizolastina, quinidina, pimozida, sertindole e triazolam. Estes medicamentos estão contraindicados durante o tratamento com itraconazol, porque a coadministração pode resultar num aumento da concentração plasmática destes substratos, o que pode levar ao prolongamento do intervalo QT e a ocorrências raras de torsade de pointes.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Lomitapida + Atorvastatina

Observações: Avaliação in vitro das interações medicamentosas: A lomitapida inibe o CYP3A4. A lomitapida não induz os CYP 1A2, 3A4 ou 2B6, e também não inibe os CYP 1A2, 2B6, 2C9, 2C19, 2D6 ou 2E1. A lomitapida não é um substrato da glicoproteína P, mas inibe a glicoproteína P. A lomitapida não inibe a proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP).
Interações: Efeitos da lomitapida noutros medicamentos: Inibidores da HMG-CoA redutase (estatinas): A lomitapida aumenta as concentrações plasmáticas das estatinas. Quando se administrou lomitapida 60 mg em estado de equilíbrio antes de sinvastatina 40 mg, a AUC e a Cmax do ácido de sinvastatina aumentaram 68% e 57%, respetivamente. Quando se administrou lomitapida 60 mg em estado de equilíbrio antes de atorvastatina 20 mg, a AUC e a Cmax do ácido de atorvastatina aumentaram 52% e 63%, respetivamente. Quando se administrou lomitapida 60 mg em estado de equilíbrio antes de rosuvastatina 20mg, o Tmax da rosuvastatina aumentou de 1 para 4 horas, a AUC aumentou 32% e a Cmax permaneceu inalterada. O risco de miopatia com a sinvastatina está relacionado com a dose. O uso do Lomitapida está contraindicado em doentes tratados com doses altas de sinvastatina (>40 mg).

Niraparib + Atorvastatina

Observações: Os estudos clínicos só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de niraparib sobre outros medicamentos Inibição de transportadores de efluxo (P-gp, BCRP, BSEP e MATE1/2) Niraparib não é um inibidor da BSEP. In vitro, niraparib inibe a P-gp de forma muito ligeira e a BCRP com um IC50 = 161 µM e 5,8 µM, respetivamente. Portanto, embora improvável, não pode ser excluída uma interação clinicamente significativa relacionada com uma inibição destes transportadores de efluxo. Recomenda-se precaução quando niraparib é associado com substratos da BCRP (irinotecano, rosuvastatina, sinvastatina, atorvastatina e metotrexato). Niraparib é um inibidor de MATE1 e MATE2 com IC50 de 0,18 µM e ≤ 0,14 µM, respetivamente. Não se pode excluir um aumento das concentrações plasmáticas no caso de administração concomitante de medicamentos que sejam substratos destes transportadores (por exemplo, metformina). O principal metabolito primário M1 não parece ser inibidor da P-gp, BCRP, BSEP ou MATE1/2.

Dabrafenib + Atorvastatina

Observações: O dabrafenib é um indutor enzimático e aumenta a síntese das enzimas metabolizadoras de fármacos incluindo CYP3A4, CYP2Cs e CYP2B6 e pode aumentar a síntese dos transportadores. Tal resulta em níveis plasmáticos reduzidos dos medicamentos metabolizados por estas enzimas e pode afetar alguns medicamentos transportados. A redução nas concentrações plasmáticas pode levar a perda ou a redução dos efeitos clínicos destes medicamentos. Também existe um risco aumentado de formação de metabolitos ativos destes medicamentos. As enzimas que podem ser induzidas incluem CYP3A no fígado e no intestino, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e UGTs (enzimas conjugadas pelo glucoronido). A proteína de transporte gp-P pode também ser induzida assim como outros transportadores, por ex. MRP-2, BC RP e OATP1B1/1B3. In vitro, o dabrafenib produziu aumentos dependentes da dose no CYP2B6 e CYP3A4. Os estudos de interação só foram realizados em adultos.
Interações: Efeitos de dabrafenib noutros medicamentos: O dabrafenib é um indutor enzimático e aumenta a síntese das enzimas metabolizadoras de fármacos incluindo CYP3A4, CYP2Cs e CYP2B6 e pode aumentar a síntese dos transportadores. Tal resulta em níveis plasmáticos reduzidos dos medicamentos metabolizados por estas enzimas e pode afetar alguns medicamentos transportados. A redução nas concentrações plasmáticas pode levar a perda ou a redução dos efeitos clínicos destes medicamentos. Também existe um risco aumentado de formação de metabolitos ativos destes medicamentos. As enzimas que podem ser induzidas incluem CYP3A no fígado e no intestino, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, e UGTs (enzimas conjugadas pelo glucoronido). A proteína de transporte gp-P pode também ser induzida assim como outros transportadores, por ex. MRP-2, BC RP e OATP1B1/1B3. In vitro, o dabrafenib produziu aumentos dependentes da dose no CYP2B6 e CYP3A4. Num estudo clínico de interação medicamentosa, a Cmax e AUC do midazolam oral (um substrato do CYP3A4) diminuiu 61% e 74% respetivamente com a coadministração de doses repetidas de dabrafenib utilizando uma formulação com uma biodisponibilidade mais baixa do que a formulação de dabrafenib. A administração de 150 mg de dabrafenib duas vezes por dia e varfarina resultou numa diminuição da AUC de S-e R-varfarina em 37% e 33% em comparação com a administração de varfarina em monoterapia. A Cmax de S-e R-varfarina aumentou 18% e 19%. São esperadas interações com muitos medicamentos eliminados através do metabolismo ou transporte ativo. Se o seu efeito terapêutico for de grande importância para o doente, e os ajustes posológicos não forem facilmente realizáveis com base na monitorização da eficácia ou concentrações plasmáticas, estes medicamentos devem ser evitados ou utilizados com precaução. Suspeita-se que o risco de lesão hepática após a administração de paracetamol é superior nos doentes tratados concomitantemente com indutores enzimáticos. Espera-se que o número de medicamentos afetados seja grande; embora a magnitude da interação possa variar. Os grupos de medicamentos que podem ser afetados incluem, mas não estão limitados a: - Analgésicos (por ex. fentanilo, metadona) - Antibióticos (por ex., claritromicina, doxiciclina) - Agentes anticancerígenos (por ex., cabazitaxel) - Anticoagulantes (por ex. acenocumarol, varfarina) - Antiepiléticos (por ex., carbamazepina, fenitoína, primidona, ácido valpróico) - Antipsicóticos (por ex., haloperidol) - Bloqueadores dos canais de cálcio (por ex., diltiazem, felodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil) - Glicosidos cardíacos (por ex., digoxina) - Corticosteroides (por ex., dexametasona, metilprednisolona) - Antivíricos para o VIH (por ex., amprenavir, atazanavir, darunavir, delavirdina, efavirenz, fosamprenavir, indinavir, lopinavir, nelfinavir, saquinavir, tipranavir) - Contracetivos hormonais - Hipnóticos (por ex., diazepam, midazolam, zolpidem) - Imunossupressores (por ex., ciclosporina, tacrolimus, sirolímus) - Estatinas metabolizadas pelo CYP3A4 (por ex., atorvastatina, sinvastatina) É provável que o início da indução ocorra após 3 dias de administração repetida com dabrafenib. Aquando da descontinuação de dabrafenib, o equilibro da indução é gradual, as concentrações dos CYP3A4, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9 e CYP2C19, UDP-glucuronosil transferases (UGT) e substratos transportadores podem aumentar e os doentes devem ser monitorizados para toxicidade e a posologia destes agentes pode necessitar de ser ajustada. In vitro, o dabrafenib é um inibidor do mecanismo do CYP3A4. Como tal, a inibição transitória do CYP3A4 pode ser vista durante os primeiros dias do tratamento.

Eluxadolina + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: Substratos do OATP1B1: A eluxadolina aumenta a exposição do substrato do OATP1B1 coadministrado rosuvastatina em até 40% da exposição total, o que não é considerado normalmente como sendo clinicamente relevante. Contudo, o efeito sobre outras estatinas, que sejam substratos do OATP1B1 mais sensíveis (por exemplo, sinvastatina e atorvastatina) pode ser mais acentuado. Por conseguinte, deve ter-se precaução nos doentes que estejam a receber tais medicamentos, especialmente em doses elevadas. Outros substratos potencialmente afetados incluem, por exemplo, sartans (valasartan, olmesaran).

Telitromicina + Atorvastatina

Observações: Os estudos de interação foram apenas realizados em adultos.
Interações: Efeito do Telitromicina nos outros medicamentos: Estatinas: Quando a sinvastatina foi coadministrada com Telitromicina, houve um aumento de 5.3 vezes na C max da sinvastatina e um aumento de 8.9 vezes na AUC da sinvastatina, um aumento de 15 vezes na Cmax. da sinvastatina ácida e um aumento de 11 vezes na AUC da sinvastatina ácida. O Telitromicina pode originar uma interação semelhante com a lovastatina e atorvastatina que também são metabolizados sobretudo pelo CYP3A4, e, como tal, o Telitromicina não deverá ser usado concomitantemente com a sinvastatina, atorvastatina ou lovastatina. O tratamento com estes agentes deve ser interrompido durante o tratamento com Telitromicina. A exposição da pravastatina, rosuvastatina e em menor grau da fluvastatina pode estar aumentada devido ao possível envolvimento dos transportadores de proteínas, mas espera-se que este aumento seja menor do que as interações envolvendo a inibição do CYP3A4. Contudo, os doentes devem ser monitorizados cuidadosamente em termos de sinais e sintomas de miopatia e rabdomiólise quando tratados em simultâneo com pravastatina, rosuvastatina e fluvastatina.

Prasugrel + Atorvastatina

Observações: n.d.
Interações: Efeitos de outros medicamentos sobre Prasugrel: Estatinas: Atorvastatina (80 mg por dia) não alterou a farmacocinética de prasugrel nem a sua inibição da agregação plaquetária. Por isso, não se espera que as estatinas que são substratos do CYP3A tenham algum efeito sobre a farmacocinética de prasugrel ou sobre a sua inibição da agregação plaquetária.

Aliscireno + Hidroclorotiazida + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: Substâncias que foram investigadas em estudos clínicos de farmacocinética com aliscireno incluíram acenocumarol, atenolol, celecoxib, fenofibrato, pioglitazona, alopurinol, mononitrato-5-isossorbido, digoxina, metformina, amlodipina, atorvastatina, cimetidina e hidroclorotiazida. Não foram identificadas interações clinicamente relevantes. Consequentemente não é necessário ajuste posológico do aliscireno ou destes medicamentos administrados concomitantemente. Substratos da gp-P ou inibidores fracos: Não se observaram interações relevantes com atenolol, digoxina, amlodipina ou cimetidina. Quando administrado com atorvastatina (80 mg), a AUC e Cmax na fase estacionária de aliscireno (300 mg) aumentaram em 50%.

Estiripentol + Atorvastatina

Observações: Não se encontra devidamente esclarecida a influência de outros medicamentos antiepilépticos na farmacocinética do estiripentol. Estudos in vitro sugeriram que o metabolismo de fase 1 do estiripentol é catalizado pela CYP1A2, CYP2C19 e CYP3A4 e possivelmente outras enzimas. É aconselhada precaução ao associar o estiripentol com outras substâncias que inibem ou induzem uma ou mais destas enzimas.
Interações: Combinações indesejáveis (a evitar salvo se estritamente necessário): Estatinas (atorvastatina, sinvastatina, etc): Aumento do risco de reacções indesejáveis dependentes da dose, tais como rabdomiólise (diminuição do metabolismo hepático do agente redutor do colesterol).
 Sem significado Clínico

Bazedoxifeno + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: Não houve interações farmacocinéticas significativas entre o bazedoxifeno e os seguintes medicamentos: ibuprofeno, atorvastatina, azitromicina, ou um antiácido contendo alumínio e hidróxido de magnésio.
 Potenciadora do efeito Terapêutico/Tóxico

Macrólidos + Atorvastatina

Observações: Podem interferir com a absorção de outros fármacos, inibir as enzimas metabolizadoras com aumento da toxicidade de alguns fármacos e, com menos frequência, reduzir a concentração plasmática de outros, por aceleração do metabolismo. Os macrólidos envolvidos com mais frequência são a eritromicina (em particular por via parentérica) e a claritromicina. A eritromicina em aplicação tópica não origina interacções.
Interações: Por inibição enzimática, com aumento da concentração plasmática e da toxicidade respectiva interferem com: Atorvastatina, pravastatina (com maior risco de miopatia) - Atorvastatina

Amlodipina + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: O efeito de diminuição da pressão arterial da amlodipina adiciona-se ao efeito de diminuição da pressão arterial de outros agentes antihipertensores. Em estudos de interação clínica, a amlodipina não alterou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.

Atalureno + Atorvastatina

Observações: Com base em estudos in vitro, o atalureno é um substrato da UGT1A9 e da proteína de resistência ao cancro da mama (BCRP). Com base em estudos in vitro, o atalureno é um inibidor da UGT1A9, do transportador de aniões orgânicos 1 (OAT1), do transportador de aniões orgânicos 3 (OAT3) e do polipéptido transportador de aniões orgânicos 1B3 (OATP1B3). Com base nos estudos in vitro, não se prevê que o atalureno seja um inibidor do transporte mediado pela glicoproteína P nem do metabolismo mediado pelo citocromo P450. De forma semelhante, não se prevê que, in vivo, o atalureno seja um indutor das isoenzimas do citocromo P450. Medicamentos que afetam a glicoproteína-P transportadora In vitro, o atalureno não é um substrato da glicoproteína-P transportadora. É improvável que a farmacocinética do atalureno seja afetada por medicamentos que inibem a glicoproteína-P transportadora. Desconhece-se qual é o efeito da administração concomitante do atalureno com outros medicamentos nefrotóxicos. Em alguns destes casos, a desidratação pode ser um fator contribuinte. Os doentes devem manter uma hidratação adequada durante a toma do atalureno.
Interações: É necessário ter cuidado quando o atalureno for administrado de forma concomitante com medicamentos que são substratos da UGT1A9, OAT1, OAT3 ou OATP1B3 devido ao risco de aumento da concentração destes medicamentos (por exemplo, oseltamivir, aciclovir, ciprofloxacina, captopril, furosemida, bumetanida, valsartan, pravastatina, rosuvastatina, atorvastatina e pitavastatina).
 Sem significado Clínico

Ciclossilicato de zircónio sódico + Atorvastatina

Observações: n.d.
Interações: Num estudo clínico de interação fármaco-fármaco realizado em indivíduos saudáveis com administração concomitante de amlodipina, clopidogrel, atorvastatina, furosemida, glipizida, varfarina, losartan ou levotiroxina não resultaram em interações fármaco-fármaco clinicamente significativas e não foram necessários ajustes de dose.

Efavirenz + Emtricitabina + Tenofovir + Atorvastatina

Observações: As interações que foram identificadas com Efavirenz, Emtricitabina e Tenofovir individualmente podem ocorrer com esta associação. Os estudos de interação com estes medicamentos só foram realizados em adultos.
Interações: MEDICAMENTOS HIPOLIPEMIANTES: Inibidores da Redutase da HMG-CoA: Atorvastatina/Efavirenz: (10 mg q.d./600 mg q.d.). Atorvastatina/Emtricitabina: Interação não estudada. Atorvastatina/Tenofovir disoproxil fumarato: Interação não estudada. Os níveis de colesterol devem ser monitorizados periodicamente. Podem ser necessários ajustes da dose da atorvastatina quando coadministrada com Efavirenz / Emtricitabina / Tenofovir (consultar o Resumo das Características do Medicamento do medicamento atorvastatina).
 Sem significado Clínico

Insulina glargina + Lixisenatido + Atorvastatina

Observações: Não foram realizados estudos de interação com Insulina glargina + Lixisenatido. A informação fornecida a seguir baseia-se em estudos com os componentes individuais. Algumas substâncias afetam o metabolismo da glicose e podem exigir o ajuste posológico de Insulina glargina + Lixisenatido
Interações: Atorvastatina Quando se procedeu à coadministração de manhã de 20 µg de lixisenatido e 40 mg de atorvastatina durante 6 dias, a exposição à atorvastatina não foi afetada, ao passo que a Cmáx. diminuiu em 31% e o tmáx. sofreu um atraso de 3,25 horas. Não se observou este tipo de aumento do tmáx. quando se administrou atorvastatina à noite e lixisenatido de manhã, mas a AUC e a Cmáx. da atorvastatina aumentaram em 27% e 66%, respetivamente. Estas alterações não são clinicamente relevantes, pelo que não é necessário um ajuste posológico da atorvastatina quando coadministrada com lixisenatido.
 Redutora do efeito Terapêutico/Tóxico

Antifúngicos (Azol) + Atorvastatina

Observações: Inibição do CYP3A4 (itraconazol = cetoconazol > fluconazol, voriconazol). Inibição do CYP269 (fluconazol, voriconazol). Susceptibilidade a indutores enzimáticos (itraconazol, cetoconazol, voriconazol). Absorção gastrintestinal dependente do pH (itraconazol, cetoconazol). Inibição da glicoproteína-P (itraconazol, cetoconazol).
Interações: Inibidores da HMGCoA redutase: redução do metabolismo da lovastatina, sinvastatina e menos da atorvastatina - Atorvastatina

Pazopanib + Atorvastatina

Observações: n.d.
Interações: Efeito da administração concomitante de pazopanib e sinvastatina: A administração concomitante de pazopanib e sinvastatina aumenta a incidência de elevações da ALT. Resultados de uma meta-análise que utilizou dados obtidos de estudos clínicos com pazopanib mostraram que foram notificados valores de ALT > 3x o LSN em 126/895 (14%) dos doentes que não tomaram estatinas, comparativamente a 11/41 (27%) dos doentes que tomaram sinvastatina em concomitância (p=0,038). Se um doente a tomar concomitantemente sinvastatina desenvolver elevação da ALT, devem-se seguir as orientações posológicas de pazopanib e interromper a sinvastatina. Adicionalmente, a administração concomitante de pazopanib e outras estatinas deve ser feita com precaução uma vez que os dados existentes são insuficientes para avaliar o impacto nos níveis de ALT. Não se pode excluir que o pazopanib afete a farmacocinética de outras estatinas (p.e. atorvastatina, fluvastatina, pravastatina, rosuvastatina).

Nelfinavir + Atorvastatina

Observações: n.d.
Interações: Inibidores da HMG-CoA redutase (Estatinas): Atorvastatina: O metabolismo da atorvastatina é menos dependente do CYP3A4. Deve ser administrada a menor dose possível de atorvastatina quando esta é utilizada com nelfinavir.

Bexaroteno + Atorvastatina

Observações: Não se efectuaram quaisquer estudos formais para avaliar as interações medicamentosas com bexaroteno.
Interações: Um a análise populacional das concentrações plasmáticas de bexaroteno nos doentes com CTCL indicou que a administração concomitante de gemfibrozil resultou em aumentos substanciais das concentrações plasmáticas de bexaroteno. Desconhece-se o mecanismo desta interacção. Em condições semelhantes, as concentrações de bexaroteno não foram afectadas pela administração concomitante de atorvastatina ou levotiroxina. Não se recomenda a administração concomitante de gemfibrozil com bexaroteno.

Perindopril + Amlodipina + Atorvastatina

Observações: n.d.
Interações: Ligadas à AMLODIPINA: Uso concomitante a considerar: Outras combinações: Em estudos de interação clínica, a amlodipina não alterou a farmacocinética da atorvastatina, digoxina, varfarina ou ciclosporina.

Ramipril + Amlodipina + Atorvastatina

Observações: N.D.
Interações: Associadas à amlodipina Efeitos da amlodipina sobre outros medicamentos Nos estudos de interação clínica, a amlodipina não afetou a farmacocinética da atorvastatina, da digoxina ou da varfarina.

Bazedoxifeno + Estrogénios conjugados + Atorvastatina

Observações: O bazedoxifeno é sujeito a metabolismo pelas enzimas uridina difosfato glucuronil transferase (UGT) no trato intestinal e no fígado. O bazedoxifeno é sujeito a pouco, ou nenhum, metabolismo mediado pelo citocromo P450 (CYP). O bazedoxifeno não induz nem inibe as atividades das principais isoenzimas do CYP e é pouco provável que interaja com medicamentos coadministrados através do metabolismo mediado pelo CYP.
Interações: Não se verificaram interações farmacocinéticas significativas entre o bazedoxifeno e os seguintes medicamentos: ibuprofeno, atorvastatina e azitromicina ou antiácidos que contenham hidróxido magnésio e alumínio.
Informe o seu Médico ou Farmacêutico se estiver a tomar, tiver tomado recentemente ou se vier a tomar outros medicamentos.

Atorvastatina é contraindicado durante a gravidez e durante a amamentação.

Informação revista e atualizada pela equipa técnica do INDICE.EU em: 11 de Outubro de 2017